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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO Departamento de Zootecnia Curso: Zootecnia Disciplina: Nutrição de monogástrico Professora: Maria do Carmo Mohaupt

Marques Ludke

Turma: SZ1/ 7º Período – 2007.2 Estudante: Aleksander Adam Gonçalo Anidene Christina de Moraes Dênea de Araújo Fernandes Pires Karla Renata Nogueira da Silva

Recife, 29 de outubro de 2007

APRESENTAÇÃO O presente trabalho compõe parte da terceira verificação aprendizagem da disciplina de nutrição de não-ruminates, ministrada pela professora Maria do Carmo Mohaupt Marques Ludke, e consistiu em visita a propriedades rurais de pequeno médio e grande porte de exploração zootécnica de suínos a fim de caracterizar o sistema produtivo com aplicação de questionários a cerca do manejo alimentar, identificando a eficiência ou não na produção das práticas aplicadas ao manejo. INTRODUÇÃO A suinocultura é uma atividade de grande importância econômica e social, em diversas regiões do mundo, e esta em expansão em diversas regiões tradicionais e em novas áreas,para os dias atuais as perspectiva com a abertura do mercado internacional são de crescente valorização da qualidade da produção,onde a execução de cada etapa do sistema de produção será de extrema importância para garantir um produto final de excelência. Para a pratica responsável e produtiva da criação de suínos é necessário que se trabalhe com a união de algumas variáveis de suma importância para o sucesso da produção, dentre estas variáveis destacamos com atenção o manejo alimentar que por sua vez é dependente de um conjunto de ações desde qualidade dos alimentos ofertados, higiene de instalações, conforto ambiental, balanceamento nutricional da dieta de acordo com as categorias e potencial de produção dos animais. Sendo a alimentação responsável por 65% dos custos da produção de suínos. Estudos têm sido realizados com intuito de maximizar a eficiência de utilização dos alimentos para que se possa ter diminuição nos custos de produção. A preocupação principal não deve ser apenas a de formular rações de custo mínimo, mas o mais importante é a elaboração de uma ração que permita um menor custo de produção, ou seja, uma ração que proporcione a melhor produtividade possível a menor custo e uma boa assistência para o manejo alimentar se torna uma ferramenta primordial para garantir os bons resultado zootécnicos na criação suína, para assegurar este resultado se faz necessário o conhecimento e adaptação de técnicas e alternativas viáveis para cada realidade de criação. Manejo nutricional O manejo alimentar é dependem e sujeito as variações de acordo com raça, linhagem, sexo, estágio de desenvolvimento, balanceamento nutricional da dieta, condições ambientais, sanidade do animal, estágios fisiológicos entre outros. E para um bom desempenho produtivo é preciso que a produção seja dividida e classificada em categorias, visto que cada etapa fisiológica possui particularidades e necessidades diferenciadas, o que exige para cada uma um manejo diferenciado para sua melhor potencialização. E segundo SOBESTIANSK, 1998, Os tipos de produção podem ser definidos pelo produto a ser comercializado ou pelas fases de criação existentes na propriedade, sendo o ciclo completo uma criação que abrange todas as fases da produção e que tem como produto o suíno terminado. Esse é o tipo de produção mais usual em todo o país e independente do tamanho do rebanho. As categorias em que se divide o rebanho: fêmeas gestantes, fêmeas em lactação, Reprodutores, Leitões pré-inicial, inicial e terminação. Os suínos são classificados como animais monogástricos por possuírem estômago simples e ceco não funcional, o que lhes confere três características digestivas básicas: Pequena Capacidade de Armazenamento: O suíno tem, uma baixa capacidade de armazenamento de alimentos. Isso determina um manejo alimentar com duas ou mais refeições diárias para dietas restritivas. 2

Baixa Capacidade de Síntese de Nutriente: Excetuando algumas vitaminas do complexo B, sintetizadas indiretamente pelos microorganismos que habitam o ceco, o suíno não apresenta mapas metabólicos de sínteses endógenas importantes. Baixo Aproveitamento de Fibras: A morfofisiologia do trato digestivo suíno não oportuniza condições para microorganismos que usam como substrato materiais fibrosos. O crescimento do suíno O crescimento dos suínos varia de acordo com alguns fatores, tais como: - disponibilidade de nutrientes; - idade; - genética; - condição sanitária de criação. Inicialmente, o suíno ganha peso rapidamente. Após esse período, entre os 30 e 120kg, o crescimento é de forma linear e, após esse período, o crescimento desacelera, chegando a uma estagnação. Para facilitar o manejo nutricional dos animais, é pratica dividir o período de crescimento dos animais em fases: - Gestação: nessa fase devemos restringir a energia da dieta das fêmeas, mantendo o fornecimento dos demais nutrientes. - Lactação: a maximização do consumo deve ser a regra dessa fase, com o objetivo de se aumentar a produção de leite para os leitões. - Leitões do nascimento ao desmame: nessa fase é importante que os animais recebam colostro antes das primeiras 24 horas de vida, que serve como fonte de energia e fornece os anticorpos necessário para o crescimento dos animais e a resistência a doenças. - Leitões pós-demame: é uma fase extremamente delicada e complexa do ponto de vista nutricional. Nessa fase, os animais trocam sua alimentação de liquida (leite) para sólida (ração); - Crescimento: fase que vai dos 25 aos 60kg, representa 20 – 25% dos custos de alimentação. É nessa fase que o crescimento de tecido magro é o maior em toda a vida do animal, fazendo com que níveis nutricionais diferenciados sejam necessários. - Terminação: representa 50 – 55% dos custos de alimentação, e vai dos 60kg até o abate dos animais. Por representar a maior parte dos custos, nessa fase devem ser focados esforços para a diminuição dos custos de produção totais. Dietas diferenciadas para machos e para fêmeas, ou deverão e inverno podem ser interessantes do ponto de vista econômico. A eficiência alimentar do suíno é inversamente proporcional ao seu peso. Isso se justifica porque, na medida em que aumenta o peso vivo há redução dos percentuais de água, proteína e cinzas, e aumento da gordura. EXIGÊNCIAS Para cada estado fisiológico do animal ocorre um demanda de energia diferenciada e para manutenção de todas as atividades metabólicas se faz necessárias exigências diferenciadas que são supridas em quantidades e proporções de nutrientes diferentes. E para alcançar um bom desempenho ocorre dependência do conhecimento da disponibilidade dos nutrientes dos alimentos e das exigências nutricionais dos suínos em seus vários estágios fisiológicos. As exigências nutricionais dos suínos estão na dependência de vários fatores como: raça, linhagem, sexo, genótipo, estágio de desenvolvimento do animal, consumo de ração, nível energético da ração, disponibilidade de nutrientes, temperatura ambiente, umidade do ar, estado sanitário do animal, além de outros. Existe mais de uma literatura que pode ser consultada a cerca destas exigências nutricionais dos suínos sendo o mais recomendado e atualizado os modelos propostos por Rostagno, 2005, anexo tabela 1.

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ENERGIA O animal precisa de energia para que todas suas atividades metabólicas possam ser executadas sem o comprometimento de seu desenvolvimento. Nessas atividades estão incluídos desde a manutenção vital dos sistemas (cardíaco respiratório, reposição de tecidos, sistema endócrino e outros). A energia também é necessária para síntese de tecidos de crescimentos, gestação e lactação (proteína, gordura e lactose) e para manutenção da homeostase. A composição da dieta que garante a produção de energia e requerida por diferentes motivos, pois durante os processos de oxidação biológica, eles alimentam os processos metabólicos, resultando em produção de calor pelo animal. Quando não são oxidados, as proteínas, os glicídios e os lipídios da dieta são depositados no corpo do animal resultando em crescimento e ganho de peso. Quando suínos em crescimento recebem alimento a vontade, o consumo da ração e, principalmente, a conversão alimentar dependem, em grande parte, do nível de energia. Por isso, as exigências nutricionais de proteína bruta, de cálcio, de fósforo, de potássio, de sódio, de cloro e de ácido linoléico, foram estabelecidas de acordo com o nível de Energia Metabolizável (EM). O nível energético da ração varia de acordo com os resultados econômicos a serem obtidos, ou seja, com os preços dos ingredientes e dos produtos suínos. Por exemplo, se for possível obter óleo vegetal ou gordura animal a preços razoáveis, seria indicado adotar níveis mais altos de energia nas rações. Por outro lado, a disponibilidade de alimentos de baixo teor de energia, a preços baixos, induz à formulação de rações com menor nível de energia. As exigências de mantença incluem as necessidades para todas as funções corporais e uma atividade moderada. Muitos fatores influenciam essas exigências, entre eles a temperatura ambiental, o nível de atividade, o tamanho do grupo, o estresse e a composição corporal. As exigências de energia por unidade de ganho de peso corporal são variáveis em função da proporção de ganho de proteína e de gordura que por sua vez, são dependentes do estágio de crescimento e da disponibilidade de aminoácidos e de energia. A deposição de proteína até uma taxa máxima que é atingida em torno de 60 kg de peso corporal é relativamente constante ate atingir o peso de abate (100-120 kg). O consumo de energia continua a aumentar, a partir dos 60 kg de peso corporal, até o peso de abate, sendo que uma quantidade constante de energia é necessária para manter a deposição de proteína. A energia disponível adicional é depositada como gordura. A quantidade máxima de deposição de proteína varia com a capacidade genética da linhagem e com o sexo, sugerindo que as exigências de energia também variam em função desses fatores. (Ewan, 1991). A termogênese de frio influencia a exigência de energia quando a temperatura ambiente (°C) está abaixo da temperatura mínima crítica, na qual o animal pode aumentar a produção de calor para manter-se aquecido. Abaixo da temperatura critica, o suíno precisa aumentar a sua taxa metabólica para produzir calor e manter a homotermia (ARC, 1981). PROTEÍNA Os suínos não apresentam uma exigência específica para proteína. Eles dependem dos aminoácidos. As proteínas são formadas por combinações variadas entre os 20 aminoácidos encontrados (Kansas..., 1994) Os aminoácidos são classificados em não-essenciais e essenciais. Os suínos são capazes de sintetizar alguns aminoácidos e esse não precisam necessariamente ser supridos através das dietas, sendo denominados aminoácidos não-essenciais ou dispensáveis. Outros aminoácidos os suínos não conseguem sintetizar, ou, se conseguem, não o fazem na velocidade necessária para suprir as exigências de crescimento e reprodução em níveis máximos. Estes aminoácidos são denominados essenciais ou indispensáveis (Lewis, 1991). Alguns aminoácidos são essenciais na dieta em determinados períodos. A arginina, por exemplo, é necessária para suínos em crescimento, mas porcas são hábeis em sintetizar arginina 4

em níveis suficientes para as suas exigências. A histidina é necessária durante a fase de gestação. Leitões até 5 kg necessitam de prolina. Outros aminoácidos podem ser sintetizados a partir de algum outro aminoácido com é o caso da cisteína que é sintetizada a partir de metionina, da fenilanina que é convertida à tirosina (Lewis, 1991). Durante os processos de digestão, as proteínas são desdobradas em suas unidades menores, os aminoácidos e os peptídeos. Estes são absorvidos e entram na corrente sanguínea, sendo incorporados em novas moléculas de proteína e participam do metabolismo e da síntese de tecidos (Kansas, 1994). Quando a dieta é inadequada em algum dos aminoácidos essenciais, a síntese de proteína não ocorre à velocidade obtida quando esse aminoácido está disponível em níveis adequados. Esse aminoácido é denominado de um aminoácido limitante. Efeito do sexo É bem conhecido que existem diferenças na composição corporal de machos inteiros, fêmeas e machos castrados. Em um determinado peso, machos inteiros são mais magros que fêmeas que por sua vez são mais magras do que machos castrados. As expectativas é que as diferentes exigências de aminoácidos entre os três sexos determinam essas diferenças na composição corporal entre eles. Vários experimentos demonstram que machos inteiros apresentam exigências de aminoácidos e proteína maiores dos que a de fêmeas e que as fêmeas têm exigências superiores a de machos castrados. (Lewis, 1991). RELAÇÃO ENERGIA: PROTEÍNA O consumo voluntário de suínos alimentados à vontade é influenciado pela energia metabolizável da dieta. Quando a concentração de energia da dieta é baixa os suínos aumentam o consumo de alimentos e vice-versa. Como conseqüência, trocas na concentração de energia da dieta afetam o consumo de todos os nutrientes, incluindo só aminoácidos. Dessa maneira, se o consumo de um aminoácido deve ser mantido constante quando as dietas diferem em energia, a concentração do aminoácido em porcentagem da dieta deve ser ajustada (Lewis, 1994). Muitos dos alimentos utilizados nas dietas de suínos apresentam relações de energia e aminoácidos praticamente constantes, e os efeitos das modificações da energia da dieta têm pequenos efeitos. Entretanto, alguns ingredientes, como as gorduras, apresentam concentração de energia que são substancialmente maiores que aquela da maioria dos alimentos. Outros, como as fibras apresentam concentração de energia muito baixa. Quando as concentrações de energia dos alimentos diferem consideravelmente daquelas encontradas nos alimentos padrões (milho e soja), a concentração dos aminoácidos devera ser alterada (Lewis, 1991). Embora exista pouca informação a respeito das relações ótimas entre aminoácidos para suínos é possível extrapolar relações a partir de dietas padrões como milho e soja para aquelas com adição de gordura (>5%). Uma dieta típica de milho e soja inicial deverá ter aproximadamente 3,7g de lisina por Mcal de energia metabolizável, enquanto que uma dieta de crescimento terá aproximadamente 3,2 a 2,5 e uma dieta de terminação 2,5 a 5,0 (Kansas., 1994). LIPÍDIOS Os lipídios, incluindo as gorduras, são uma família de compostos químicos com características físicas únicas. São insolúveis em água, mas solúveis em vários solventes orgânicos. As gorduras são coletivamente o principal componente do corpo dos animais e importantes na composição de dietas de suínos. As gorduras são encontradas em várias concentrações nos diferentes alimentos que provêm primeiramente de aminoácidos e/ou glicídios (Pettigrew & Moser, 1991) Os lipídios na dieta estão principalmente na forma de triacilglicerol, os triglicerídeos, ou gorduras verdadeiras. Esses compostos são constituídos de três moléculas de ácidos graxos ligado a uma unidade de glicerol (álcool), por meio de ligações éster. Outros tipos de lipídios 5

encontradas nas dietas de suínos são os diacilglicerídios e os monoacilglicerídios e os fosfolipídios (Pettigrew & Moser, 1991). Os trabalhos indicam que a adição de 3% a 5% de gordura anãs dietas de suínos em crescimento-terminação melhoram a conversão alimentar e o ganho médio diário. Entretanto, os dados sugerem que a adição de gordura às dietas, com alimentação à vontade, geralmente provoca um aumento na deposição de gordura. A adição de gordura em quantidades acima de 5% nas dietas melhora a conversão alimentar, mas ocorrem problemas físicos em relação às outras dietas. Por exemplo, pode ocorrer embolotamento nos misturadores e as dietas podem se espalhar nos alimentadores, o que pode limitar o seu uso. As dietas contendo gordura podem apresentar problemas de rancificação durante prolongados períodos de armazenagem ou quando expostas as altas temperaturas (Kansas...,1994). VITAMINAS LIPOSSOLÚVEIS Vitamina A A vitamina a é essencial para a visão, reprodução, crescimento e a manutenção da diferenciação epitelial e secreção de muco. Tanto a vitamina A quanto as provitaminas podem suprir as exigências de vitamina A. As provitaminas ocorrem nas plantas como pigmentos carotenóides (NRC, 1988). A exigência dos suínos para a vitamina A é influenciada pela proteína, pelos elementos traço (especialmente Cu), ergocalciferol, fungos, nitratos e nitritos na dieta e pela temperatura ambiente (CSIRO, 1990). Segundo o NRC (1988), é sugerido que β-caroteno desempenha um papel independente da vitamina A na reprodução. Os suínos armazenam vitamina A no fígado. Vitamina D (Colecalciferol e Ergocalciferol) As duas principais formas de vitamina D são o colecalciferol (D3) e o ergocalciferol (D2). A luz ultravioleta ativa o ergosterol presente nas plantas em ergocalciferol. A conversão fotoquímica do 7- dehidrocolesterol na pele dos animais de forma colecalciferol. A vitamina D e seus metabólitos hormonais atuam na mucosa das células do intestino delgado, provocando a formação de proteínas ligadoras de cálcio. Essas proteínas facilitam o transporte e a absorção de cálcio e de magnésio e influenciam a absorção de fósforo (NRC, 1988). A ação dos metabólitos de vitamina D, juntamente com o hormônio da paratireóide e a calcitonina, mantém a homeostase do cálcio e do fósforo. As exigências são afetadas pelo conteúdo de cálcio e pela relação de cálcio: o fósforo da dieta (CSIRO, 1990). Deficiências de vitaminas D provocam um distúrbio na absorção e no metabolismo do cálcio e do fósforo, que resultam em calcificação insuficiente do osso. Em suínos em crescimento, deficiência de vitamina D resulta em raquitismo, enquanto em animais adultos resulta em osteomalácia (NRC, 1988). VITAMINA E (tocoferol) A exigência de vitamina E depende de fatores como nível de selênio, acido graxos insaturados, aminoácidos sulfurados, retinol, cobre, ferro e antioxidante sintéticos. A vitamina E funciona como um antioxidante em nível de membrana celular com um papel estrutural nas membranas celular (NRC, 1988). VITAMINA K A vitamina K é essencial para a síntese de protrombina, fator VII, fator IX, e fator X, que são necessários para a coagulação sanguínea. Essas proteínas são sintetizadas no fígado, na forma de precursor inativo. A aça da vitamina K converte esses fatores para formar biologicamente ativa (NRC,1988).

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VITAMINAS HIDROSSOLUVEÍS RIBOFLAVINA A riboflavina é componente de duas coenzimas, a flavina mononucleotídeo (FMN) e flavina adenina-dinucleotídeo (FAD), sendo elas importantes no metabolismo das proteínas, dos lipídios e dos glicídios (NRC)1988. Deficiência de riboflavina leva a anestro e falhas reprodutivas em leitoas. Sinais de deficiências em leitões em crescimento incluem crescimento lento, catarata, seborréia, vomito e alopecia (Whittemore E Elsley, 1977;NRC,1988). NIACINA (ÁCIDO NICOTÍNICO) Quase todas a niacina presente no milho, e em muitos outros cereais, está numa forma ligada que é indisponível para os suínos. No entanto, o triptofano acima das exigências mínimas para a síntese de proteínas pode ser convertido em nicotinamida adenina (ADN) dinucleotídeo. É considerado que 50mg de triptofano equivalem a 1mg de acido nicotínico (ARC, 1988; CSIRO,1990). A niacina é um componente das coenzimas nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato (NADP) e da nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD). Essas coenzimas são essenciais para o metabolismo de glicídios, proteínas e de lipídios (NRC,1988). Os sinais de deficiência de niacina incluem reduzido ganho de peso, anorexia, vomito, pele seca, dermatite, pêlos compridos, perda de pelos, diarréia, ulcerações na mucosa bucal, gastrite ulcerativa, inflamação e necrose do ceco e cólon e anemia normocítica (NRC,1988) ÁCIDO PANTOTÊNICO Como um componente da coenzima A, o ácido pantotênico é importante no catabolismo e na síntese de unidades de dois carbonos durante o metabolismo de lipídios e de glicídios (NRC,1988). Sinais de deficiência de ácido pantotênico incluem crescimento lento, anorexia, diarréia, pele seca, pêlos compridos, alopecia, resposta imune reduzida e um movimento anormal do trem posterior, conhecido como passo e ganso (NRC,1988). CIANOCOBALAMINA (VITAMINA B12) A cianocobalamina, como coenzima, é envolvida na síntese de grupos metil, derivados a formação de glicina ou serina e da transferência para a homocisteína para formar novamente a metionina. Ela é importante na metilação da uracila, para formar timina, que é convertida em tímida, e usada para a síntese do DNA (NRC,1988). Suínos deficiente em cianocobalamina apresentam reduzido ganho de peso, perda e apetite, pele enrugada e pêlos duros, irritabilidade, hipersensibilidade e perda de coordenação do trem posterior (NRC,1988). Suínos deficientes em cianocobalamina apresentam reduzido ganho e peso, perda de apetite, pele enrugada e pêlos duros, irritabilidade, hipersensibilidade e perda de coordenação do trem posterior (NRC,1988). COLINA Não é considerada uma vitamina visto que os suínos conseguem sintetizá-las quantidades suficientes para atender suas necessidades, o custo se suplementação de colina é um dos mais dispendiosos, mesmo sem estar bem definidas ,100g/t são recomendados para prevenir sua deficiência em suínos crescimento-terminação.(Kansas,1994). MINERAIS São de suma importância para o desenvolvimento de suínos apesar de estarem em pequenas porções nas suas dietas, estão classificados em dois grupos macro e micro minerais, suas funções são extremamente diversas desde estruturais em alguns tecidos a diversas funções regulatórias. Alguns minerais quando adicionados em excesso, particularmente o cálcio interferem na absorção de outros nutrientes. O cálcio interfere na absorção e zinco,quando em 7

excesso, e resulta em um desarranjo da pele denominado paraqueratose quando ocorre a combinação de altos níveis de fósforo (acima 0,9%) e níveis marginais e zinco. CÁLCIO E FÓSFORO Importantes para formação do esqueleto e em tecidos moles, usados na coagulação de sangue, contração muscular e no metabolismo de energia. A deficiência desse acarreta problemas de mineralização nos ossos e nos dentes, redução do crescimento ósseo e crescimento deficiente. Em suínos jovens essa deficiência ocasionara raquitismo em adultos ira ocorrer mobilizar do cálcio e fósforo dos ossos apresentando ossos frágeis (osteoporose) que é popularmente chamado de porcas deitadas e pode ser evitado com uma formulação de ração adequada. A forma na qual o fósforo é encontrada nos alimentos influencia sua eficiência de utilização, em cereais e oleaginosas entre 60 e 75% do fósforo esta ligado ao ácido fítico o que deixa pouco disponível. Conhece-se pouco sobre a disponibilidade de cálcio nos alimentos, o cálcio no calcário calcítico e na farinha de ostra é altamente disponível, sendo aqueles de partícula superior a 0,5mm de diâmetro médio tem pouca disponibilidade. No calcário dolomítico é apenas 50 a 75% disponível em relação ao calcário calcítico. Para o máximo desempenho existe necessidade de níveis mínimos de cálcio e fósforo e relação adequada, sendo esta relação de 1,0 a 1,3 de cálcio para 1,0 de fósforo na dieta. Porem segundo NRC (1988) uma relação de 1:2 de Ca:P não ira afetar o desempenho animal. Segundo, Rostagno (2005) deve ser evitados altos níveis de cálcio e de fósforo nas rações de suínos, que além de afetar o desempenho dos animais, aumentam a contaminação do meio ambiente. SÓDIO E CLORO O sódio e cloro são respectivamente os principais cátions e ânions extracelulares. Segundo o NRC, 1988 o cloro é o principal ânion do sulco gástrico. Altos níveis de sal podem ser tolerados pelo animas se ele tiver água de qualidade em quantidades suficiente para seu consumo. FERRO Os leitões ao nascer apresentam deficiência em suas reservas de ferro visto que o leite suíno é caracterizado por baixa concentração de ferro sendo necessária a suplementação deste nos três primeiros dias de vida do leitão podendo ser via oral ou injetável. O mais usual é o uso de injeção com 200ml de ferro dextrano entre o primeiro e terceiro dia de vida para prevenir problema de anemia. ÁGUA É um nutriente essencial à vida e esta diretamente ligada ao consumo e conseqüentemente a eficiência alimentar, o crescimento os animais, produção de leite será dependente da quantidade e qualidade que deve ser sempre a vontade, potável e em temperatura amena. A água esta em todos os processos metabólicos de suma importância para manutenção e execução das funções vitais do organismo desde o transporte de nutrientes a fatores de produção como também fatores referentes a termorregulação. Existem três fonte de água capaz de suprir os requerimentos nutricionais dos suínos são eles através do consumo de água, da água presente na constituição do alimentos ou a água metabólica que aquela oriunda dos processos de oxidação metabólica. Para cada um kg de gordura, glicídios e proteína oxidada são produzidas 1190, 560 e 450 de água. As necessidades de água por suínos são variáveis com estado fisiológico, consumo de sal, temperatura ambiente e estado de saúde. A temperatura afeta o consumo de água, energia adicional é necessária para líquidos quentes consumidos à temperatura abaixo da temperatura corporal. Animais lactantes requerem água à vontade. 8

MANEJO ALIMENTAR Fase Reprodutiva Na suinocultura, o processo reprodutivo deve gerar, a partir do plantel de matrizes, o maior número de leitões desmamados saudáveis e com peso uniforme por matriz por ano. Atualmente, para viabilizar a produção de leitões, é necessário que sejam produzidos no mínimo 22 leitões por matrizes ao ano. Para tanto, as diferentes influencias dos fatores que afetam o índice produtivo das fêmeas devem ser considerados. Outro fator de grande influencia sobre o custo de produção de leitões é o preço do custo de renovação do plantel de matrizes. E assim, aliado ao numero de desmame por matrizes ao ano, que definido pelo numero de leitões nascidos e pela idade de desmama, a longevidade da fêmea passa a ter grande ênfase na produção suína. Há uma relação positiva entre longevidade das matrizes e a produtividade do plantel. Quando a longevidade é baixa, a produção de matrizes de primeiro parto é maior e em conseqüência, a prolificidade média no plantel é menor e o retorno ao cio após a desmama é mais demorado, reduzindo a produção de leitões por matriz. Deve se considerar que a fêmea requer um manejo alimentar diferenciado,uma vez que as linhagens utilizadas na produção apresentam alta capacidade produtiva e reduzida reserva corporal na forma de gordura. Cada vez mais as fêmeas têm apresentado alta capacidade produtiva, mais jovens e mais magras na época de sua primeira cobertura efetiva e possuem menor apetite quando comparadas com as fêmeas mais antigas. O manejo alimentar durante a reprodução deve permitir ganhos de peso moderado durante a gestação e evitar grandes perdas de peso corporal durante a lactação. Com uma capacidade de produção em torno de 20 a 30% superior,quando comparadas com suas com as suas ancestrais, as fêmeas são altamente proliferas. Por explorar de forma adequada essa superioridade, é obrigatória uma nutrição adequada em ambiente confortável. LEITOAS DE REPOSIÇÃO Resultado de pesquisas recentes tem mostrado que o peso da leitoa à cobertura é fator de grande influencia no desempenho posterior da matriz. Ha um consenso geral de que a fêmea de reposição deve ter um peso médio de 120 kg e espessura de toucinho médio de 17 a 20mm. Cobrir as leitoas com condição corporal adequada permite que as fêmeas entrem no segundo período reprodutivo com uma reserva de gordura corporal mínima que possibilite baixos intervalos desmama-cio. Alem disso, a reserva corporal após o desmame é um dos fatores que importantes para que as porcas apresentem uma taxa ovulatória adequada no segundo ciclo reprodutivo. As matrizes tem um ganho líquido de peso por volta de 25kg por parto durante os cinco primeiros partos, no entanto é verificado que ocorre uma perda de 7,5mm da espessura de toucinho, o que corresponde a mais ou menos 8 kg de gordura. A perda de gordura continua nos períodos subseqüentes, mesmo que os animais estejam ganhando peso. As leitoas destinadas ao plantel de reprodução devem ter, no intervalo de peso dos 20kg aos 80 ou 90 kg, um ganho de peso diário de 650 a 720g o que significa que aos 90 kg terão uma idade aproximada de 155 dias. Na prática o esquema de alimentação durante a fase inicial até 70 kg é o que assegura consumo a vontade. Os suínos apresentam consumo regulado pela relação entre a concentração energética da ração e concentração em proteína ideal. Dessa forma, para esta fase a concentração de todos os nutrientes pode ser expressa em base na concentração de energia na ração. Após os 70 kg de peso é comum introduzir um manejo alimentar que varia desde a alimentação à vontade ate uma restrição de 85% do consumo aos 100kg . O uso de

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restrição alimentar é totalmente dependente do material genético do animal a que se aplica ou ainda de critérios do processo de seleção adotados pelo melhoramento genético. EFEITO FLUSHING O termo flushing é usado para determinar a pratica do fornecimento de alto nível de energia. Após uma fase de alimentação levemente restrita, seguisse um arraçoamento intenso em um período de 10 a 14 dias (até o dia da cobrição), com o objetivo de aumentar a taxa de ovulação e, em conseqüência, o numero de leitões nascidos. Segundo, Aherne & kirkwood (1985), o flushing apenas é capaz de restabelecer as condições normais da taxa de ovulação ou seja essa pratica só surtira efeito se as taxas ovulatórias estiverem abaixo do potencial da fêmea. Na prática, sugere-se a aplicação do flushing às leitoas com peso de 110 a 120 kg e idade de 180 a 190 dias, fornecendo uma dieta com 3200kcal EM/dia à vontade, ate a cobrição, segundo Den Hartog & Van Kemp (1980), o nível de elevado de ingestão ração logo após o desmame até a cobrição também apresenta efeito positivo sobre a taxa de parto. O mesmo efeito foi determinado por Kirkwood ET al.(1987) para matrizes após a segunda lactação. Matrizes com mais de três partos não apresentam repostas significativas frente ao flushing. Assim, após os dois primeiros desmames, é recomendado que as fêmeas continuem recebendo a ração de lactação à vontade ate o dia da cobrição ou inseminação, desde que o retorno ao cio esteja compreendido no período máximo de dez dias após o desmame. GESTAÇÃO As fêmeas em gestação apresentam exigências nutricionais relativamente baixas em relação com as em lactação. A alimentação durante a gestação tem uma função estratégica: além de influenciar o desenrolar da prenhez, o tamanho, o peso e a uniformidade da leitegada, afeta também a produtividade no período de lactação, o intervalo de desmama-cio e a longevidade da porca. Matrizes que receberam pouca energia e/ou limitação de nutrientes essenciais durante a gestação produzem leitões com pesos desuniformes e maior proporção de leitões fracos. As desvantagens de um fornecimento excessivo nessa fase são: morte de embrionária no terço inicial da gestação, dificuldade no parto e redução de apetite e de ingestão de ração na lactação, na incapacidade fisiológica para altas produções de leite e no retardamento do cio pósdesmame. Em geral nos dois primeiros terços da gestação, as necessidades nutricionais são ligeiramente superiores às da mantença, uma vez que os fetos atingem somente 8% do peso que terão ao nascimento. O fornecimento de dietas com alto nível de energia (superiores a 8000kcal EM/dia) para leitoas no inicio da gestação resulta em maior mortalidade embrionária. Segundo, Hughes & Pearce (1989), o fornecimento de grande quantidade de ração ao dia no terço inicial da gestação, que propicie alto de peso, aumenta o fluxo sanguíneo ao nível hepático, aumentando a taxa de metabolização da progesterona, que aparece em menos concentração no plasma influenciando uma secreção sub-ótima de proteína uterina especifica, o que reduz a taxa de sobrevivência embrionária, assim, ao logo após a cobrição as fêmeas devem ser alimentadas com a ração de gestação, cujo nível energético é baixo. Níveis ótimos de energia durante a gestação estão relacionados com o peso corporal, com as condições de alojamento, e desempenho reprodutivo e de níveis de ingestão energética durante a lactação e dependem, também, da estratégia de alimentação utilizada durante o período de crescimento e das reservas corporais no inicio da primeira cobrição. A exigência de energia das porcas em gestação depende do peso corporal, do ganho de peso esperado durante o período e de parâmetros de manejo e ambiente. A economia de energia apresentada por uma porca em gestação é denominada de “Anabolismo de gestação” (Whittemore e Elsey, 1977). O consumo de energia durante a gestação é normalmente limitado para controlar o ganho de peso e manter uma condição corporal apropriada da porca. (Ewan, 1991). 10

Durante a fase intermediaria da gestação a alimentação precisa da um suporte ao desenvolvimento das glândulas mamarias e pois, a fêmea começa a se prepara para a lactação. É preciso que seja feito um ajuste na quantidade de alimento para promover o ajuste das condições corporais do animal. Sendo o intervalo entre o sétimo ao terço final da gestação o período de ajuste das condições corporais as fêmeas. Não é interessante que se engordem em demasia as porcas durante os 75 a 110 dias de gestação, pois nesse período ocorre o Maximo de desenvolvimento das glândulas mamarias e isso levara a um consumo alimentar indesejável bem como deficiência na produção de leite esperada para o período de lactação. Quando as temperaturas do ambiente estão acima ou abaixo da zona de conforto térmico é preciso que se faça um controle dos níveis de energia fornecidos, pois se as exigências necessárias para manter a homeostase não for atendido o animal terá de despendia de suas reservar para manter sua temperatura ideal. Como a lactação faz um grande uso de energia, proteína e água e minerais quando as fêmeas chegam ao terço final da gestação se organismo intensifica uma reserva deste para que possa evitar déficit e isso lhe confere ganho de peso facilmente bem como crescimento dos fetos que tem um aumento no fim da gestação. O uso de uma ração mais energética (tipo lactação) e um aumento das quantidades da mesma nos últimos trinta dias de gestação é justificado por apresentar em geral gordura suplementar e isso aumentara a produção de leite e o conteúdo de gordura no colostro. Segundo SOBESTIANSK (1998) uma ingestão de 6.310 Kcal ED/dia é suficiente para as matrizes aumentarem o peso vivo durante a gestação, mas insuficiente para manter a espessura de toucinho e o índice corporal após os 90 dias de gestação ainda afirma COLE (1990) relatou que são necessárias 9.500 Kcal ED/dia para que a gestante mantenha a espessura de toucinho após os 90 dias. LACTAÇÃO Quando as fêmeas estão em fase de lactação sua alimentação tem o intuito maximizar a produção de leite e de diminuir a perda de peso para que possa ser mantido o intervalo de desmama-cio e garantir ainda uma taxa de ovulação adequada. As lactantes enfrentam um grande problema quando se encontram nessa fase, pois há um conflito ao tentar se balancear seu manejo visto que possui uma limitação em sua capacidade de consumo e possui uma demanda nutricional alta, devido o requerimento para a produção de leite. As fêmeas têm se caracterizado por pelo seu rápido crescimento, e pouca deposição de gordura mantendo suas carcaças magras e baixo consumo. A oferta de energia e nutrientes pelo alimento tem de suprir alem do requerimento de mantença o dispêndio com o desenvolvimento do corporal das fêmeas para que essa por sua vez possa dar suporte ao desenvolvimento dos leitões com seu leite em quantidade e qualidade. O peso das porcas é um grande responsável pela exigência nutricional e para que não ocorra mobilização das reservas corporais o consumo alimentar tem de ser estimulado, pois quanto maior o consumo maior também será a produção de leite e menor a perda de peso desta ate que ocorra o desmame,isso justifica que alimentação seja a vontade. Segundo SOBESTIANSK (1998) as maneiras que podem ser aplicadas para evitar esta perda de peso através do estimulo de ingestão de alimentos. -Fornecimento de dietas com altos níveis de fibra durante a gestação logo o consumo voluntário durante a lactação aumenta; -aumento da densidade energética das dietas de lactação com uso máximo de 6% de óleo na dieta, em especial para o verão, pois como o incremento calórico com adição de óleo é menor isso ira favorecer no controle de temperatura corporal; -Manutenção de condições ótimas de conforto térmico e ambiental; -balanço adequado dos AA fornecidos evitando o excesso de proteína para não acarretar um maior incremento calórico na época de verão; 11

-Diminuir no verão a quantidade de fibra das dietas; - fornecer durante o dia dietas úmidas em porções fracionadas e a noite ração seca a vontade. É importante ressaltar que a capacidade de ingestão de ração durante a lactação é influenciada pela quantidade de ração consumida na gestação, pois existe uma relação inversa entre a quantidade de ração consumida durante a gestação e o consumo durante a lactação. A redução na ingestão alimentar em estresse calórico induz a matriz a um balanço nutricional negativo maior do que em condições termo neutras, a utilização de reservas corporais para viabilizar a produção de leite é biologicamente ineficiente, sendo que o peso dos leitões ao desmame é reduzidos em períodos de alta temperatura, pois as fêmeas não conseguem manter a produção em níveis normais, alem de predispor as fêmeas a problemas de desempenho reprodutivos. As primíparas com alta produção no primeiro ciclo podem sofrer grande perda de peso durante a lactação, após o desmame deve-se fornecer ração altamente concentrada, à vontade. REPRODUTORES Os animais destinados a reprodução do plantel devem receber um tratamento diferenciado dos demais animais da propriedade aos 50kg de peso vivo pois os machos não castrados apresentam exigências nutricionais diferenciadas dos demais (machos castrados e fêmeas) e devido suas funções fisiológicas apresentam ritmo de crescimento diferenciado e ate a sua conformação física tem de ser adequada para atividades desempenhadas como reprodutor. Tanto em fase de crescimento como já adulto o macho inteiro requerem uma alimentação diferenciada a variar com seu peso, genótipo, clima e condições instalações,o manejo deve permitir aos animais condições ótimas de desenvolvimento, salientando o cuidado para que o animal não ganhe peso exageradamente para que não alcance condições(peso) de descarte precocemente. A fase de crescimento requer mais cuidados quanto ao ganho de peso do que os animais adultos sendo mais sujeitos assim na fase de crescimento a restrição alimentar. A herdabilidade das características reprodutivas normalmente é baixa (0,1 a 0,3), havendo dessa forma uma grande influencia do ambiente sobre o desempenho reprodutivo, sendo um dos fatores a nutrição (kemp, 1991). A restrição alimentar severa em reprodutores prontos pode alterar a secreção hormonal e reduzir a quantidade de sêmen, mas a função reprodutiva geralmente é restaurada após a normalização do nível alimentar (Brow,1994) e a qualidade do sêmen não é afetada(kemp & Den hartog,1991). A estratégia de alimentação para reprodutores deve lhes garantir o máximo de desempenho reprodutivo e ganhos de peso moderados. O consumo de energia deve ser restrito para evitar o excesso de peso e reduzindo assim à monta natural e eventuais problemas de aprumos. As formulações de rações especificam Para os reprodutores tem o intuito de potencializar as condições de fertilidade e longevidade com uso de dietas que garantam um ganho de peso médio de 150 a 250 g/dia, e que não afete a libido nem tão pouco a produção de esperma. Reduzindo-se o nível de energia da dieta dos reprodutores por meio do aumento de fibra da dieta com alimentos com maior concentração fibrosa pode-se aumentar a sensação de saciedade do animal garantindo assim um maior bem estar ao animal. Os machos em crescimento devem ser alimentados em lotes separados com dietas diferenciadas dos machos castrado e fêmeas de acordo com suas exigências nutricionais. A composição e a quantidade de ração a ser fornecida aos animais adultos devem ser especifica com o seu peso vivo para maximizar seu desempenho produtivo e reduzir o os problemas de descarte precoce por ganho de peso excessivo. Relação Aminoácido / Lisina Utilizada para Estimar as Exigências de Aminoácidos de Suínos Reprodutores 12

Aminoácido Lisina Metionina Metionina + Cistina Triptofano Treonina Arginina Valina Isoleucina Leucina Histidina Fenilalanina Fenilalanina + Tirosina

Gestação Digestível 100 27 54 19 70 72 60 100 33 55 100

Total 100 26 53 20 74 73 60 97 32 54 98

Lactação Digestível 100 27 54 19 64 59 78 59 117 38 57 114

Total 100 26 53 20 68 56 79 59 114 37 56 112

ALIMENTAÇÃO POR FASES As necessidades de proteína e energia, bem como de vitaminas e minerais não são uniformes durante o desenvolvimento dos suínos, não sendo econômico usar uma única ração desde o período de aleitamento até o abate, costuma ser decomposto em três fases distintas de conformidade com as exigências nutricionais: inicial, crescimento e acabamento. Os períodos de crescimento e acabamento são freqüentemente referidos juntos. O período inicial começa entre 2 – 3 semanas de vida do leitão, quando começam a beliscar os alimentos e vai até atingirem 25 Kg de peso vivo, mais ou menos, depois de atravessarem o período critico de desmame, que geralmente se processa aos 15 Kg. A 2ª fase compreende o período que vai dos 25 aos 55 Kg mais ou menos, quando ainda se processa um crescimento muito ativo. É a ração inicial, porém maiores que as do período de acabamento. Por fim o período de acabamento que vai dos 55 Kg aos 95Kg, mais ou menos, época do abate. Neste caso o programa se refere à produção do porco do tipo carne magra ou bacon, embora possa ser usado para o tipo banha, reduzindo o teor protéico, aumentando o de energia e dilatando o tempo de acabamento. ALIMENTAÇÃO INICIAL DOS LEITÕES O teor de proteína nas rações dos leitões em aleitamento está estreitamente correlacionado com o valor energético das misturas. Quanto mais alto for este, maior será a necessidade de proteína , havendo uma relação caloria-proteina que favorece o máximo aproveitamento da ração ou eficiência. Calculou-se que o máximo ganho de carne limpa e eficiência seria obtido com 22% de proteína e que após os 25 Kg de peso vivo a eficiência e crescimento máximos eram conseguidos com 18% de PB e que um teor maior poderia ser prejudicial. ALIMENTAÇÃO DURANTE O CRESCIMENTO E ACABAMENTO Depois que o leitão é desmamado, podemos dividir ainda o seu crescimento em duas ou mais fases. Uma primeira fase que se segue a desmama, geralmente chamada recria, na qual se reúnem num mesmo grupo de 20 a 40 leitões desmamados com a mesma idade ou mesmo tamanho, recebendo uma ração liberal, ainda rica em proteínas e energia, para tirar o máximo proveito de sua capacidade de crescimento. Pode-se fixar o seu limite em 35Kg para animais da raças melhoradas e 25 Kg de peso vivo para os de raças comuns, sem considerarmos a idade. Quando a alimentação não é bem equilibrada ou constituída de alimentos superiores, pode correr então uma parada no crescimento e possivelmente o aparecimento de algumas doenças favorecidas pelo enfraquecimento dos animais. É pois um período crítico que merece toda a atenção.

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Terminada a recria, quando atingem os 35 Kg, passam para a outra fase, que é a de crescimento, sem muita tendência para a engorda, que vai até o porco atingir cerca de 50 à 55 Kg, isto é, a metade do peso normal de matança. Daí por diante, podem-se considerar os animais como fase de acabamento, que tanto pode ser um a engorda, como manter o porco crescendo magro. As necessidades de proteína, minerais e vitaminas são reduzidas neta fase. LEITÕES A porca produz leite em quantidade suficiente e que supre as necessidades de uma leitegada de aproximadamente 10 leitões durante as 3 primeiras semanas de vida dos mesmos. No entanto, no Brasil costuma-se fornecer uma ração rica em proteína, a partir do sétimo ao décimo dia de vida dos leitões. Isso é feito para que haja um estímulo do sistema enzimático, porém, os custos dessa prática são elevados. As pesquisas têm demonstrado que o consumo de ração dos leitões antes dos 21 dia é muito pequeno, menos de 10 gramas por leitão ao dia e que não há diferenças significativas com relação ao uso de rações nesta fase e época do arraçoamento (7 X 21 dias), porém, é necessário a utilização de rações a partir de 21 dias, pois a falta da mesma durante o aleitamento prejudicará no desempenho dos leitões, com reflexos negativos aos 35 dias pós-desmame. O colostro tem fundamental importância no período neonatal, pois supre a necessidade iniciais de energia, aminoácidos, ácidos graxos, vitaminas, minerais e outros elementos como componentes promotores e enzimas digestivas, além de ter uma quantidade de lípase e fatores estimuladores de crescimento, como: insulina, tiroxina e Prostaglandina, compostos importante para o desenvolvimento do sistema digestivo. A maior parte da proteína do colostro é constituída de anticorpos, os quais protegem contra bactérias e vírus, impedindo sua adesão à mucosa intestinal. Depois do colostro, o leite materno passa também a desempenhar sua função protetora, só que o teor de proteína é bem menor. O leitão só passará a produzir os seus próprios anticorpos a partir da segunda semana de vida. Por isso que a fase mais crítica desses animais é entre 21 e 28 dias. O baixo teor de alguns elementos no leite materno, como o Fe e o Co e o desmame precoce têm provocado uma busca por alternativas que visem suprir essas deficiências, como rações pré-iniciais e os substitutos do leite. É comum a falta de leite nas porcas. Os casos de rejeição dos filhotes pela mãe, o nascimento de leitões sendo superior ao número de tetas, as mortes por problemas de parto, como também as leitegadas de refugo são problemas que a alternativa seria os substitutos do leite. As grandes vantagens dos substitutos do leite é que são de fácil aceitação pelos leitões porque são muito palatáveis além de serem de facilmente digestíveis. A ração seca acrescida de um substituto do leite vai proporcionar um aumento no ganho de peso, aumentando o consumo para 22% e o ganho de peso para 25% a mais, segunda as pesquisas. Soma-se a isso o um menor índice de mortalidade dos leitões e leitegadas mais uniformes. CRESCIMENTO E ENGORDA As qualidades hereditárias do animal vão influenciar na sua produção, mas só irão se manifestar a partir de um bom manejo alimentar. Um animal em crescimento sofre muito mais com as deficiências alimentares do que um animal adulto. Os mais novos aumentam de peso mais rapidamente do que um adulto, porém os mais velhos consomem rações abundantes. No caso de suínos, isso é devido a sua grande capacidade de consumo de alimentos com relação ao seu peso vivo e a sua maior eficiência com relação a elementos nutritivos. Eles podem armazenar 35% da energia total contida nos alimentos, enquanto os bovinos só armazenam 10%. Esse fato se deve em parte porque as suas rações consistem de grãos e outros concentrados. 14

Também os animais mais novos podem reter e incorporar em seus tecidos grande parte das proteínas e dos minerais de suas rações. Depois de terminado o crescimento, só há um pequeno armazenamento de proteína e de matéria mineral para o esqueleto, músculo e órgãos internos, que tem alcançado completo desenvolvimento. Por isso é necessário conhecer as exigências nutricionais de suínos para que eles recebem uma ração equilibrada com elementos nutritivos da qualidade desejada. Essas combinações permitem corrigir as deficiências dos ingredientes que compõem a ração. TEMPERATURA Os suínos que estão alojados em baias e pisos com grade têm requerimento de temperatura ambiental em torno de 23 ºC aos 20-25 kg de peso vivo, podendo-se reduzir a temperatura do galpão para 1 ºC para cada kg de peso vivo, mantendo-se 15 ºC até os 110kg de peso vivo. Por cada grau acima destes valores, o consumo de alimento se reduz ao redor de 1% para suínos em crescimento (20-60kg) e 2% para os de terminação (60-110kg). No verão os animais consomem mais do que no inverno, porque no verão o consumo tende a ser reduzido por temperaturas altas e consequentemente uma eficiência inferior. Alguns produtores baixam a energia das rações no inverno e aumentam no verão para compensar a queda no consumo. ARRAÇOAMENTO NO CRESCIMENTO-ENGORDA O aumento de peso se dá muitas vezes a quantidade de grãos utilizada nas rações e outros concentrados, seja a pasto ou em currais. Os animais que recebem ração em abundância tendem a digerir e utilizar seus alimentos com uma eficiência inferior do que os que recebem ração limitada. Isso é devido à má absorção ou a absorção incompleta dos elementos nutritivos no aparelho digestivo, devido a grande quantidade de alimento. Se um animal em crescimento e engorda, como é o caso dos suínos, recebe uma alimentação limitada será necessário um maior prazo para alcançar o preço de mercado e o teor de gordura. Mantendo os outros fatores iguais, isto aumenta a quantidade de alimentos solicitados somente para a manutenção do corpo durante a fase de crescimento e reduz a quantidade de alimento disponível para produzir aumento de peso. Estes dois fatores causam conseqüências opostas na quantidade de alimentos necessários para cada quilo de aumento de peso nos suínos alimentado em regime sem restrição por uma parte, e os que recebem rações limitadas pela outra. No caso de porcas em lactação é recomendável alimentar à vontade devido à produção de leite. Porém, para os suínos na fase de engorda quando submetidos a uma restrição alimentar e posteriormente a uma dieta equilibrada aumentam de peso nas primeiras semanas de alimentação(ganho compensatório). O ganho compensatório depende de vários fatores, como: idade, severidade e duração da restrição, sexo e estado de gordura do animal durante a restrição. Pesquisas mostram que os suínos podem sofrer restrição de até 28% em três semanas, em que há perda de 20% do peso, e, ainda assim, ter o ganho compensatório igual ao dos animais alimentados à vontade. Além do ganho compensatório, há um aumento da gordura dos animais restringidos. Porém para leitoas não é vantajosa essa prática na fase inicial, 10 a 25kg para obter ganho compensatório durante o crescimento e terminação. No entanto, se a quantidade de alimento é reduzida, deve-se compensá-la aumentando a concentração de proteína e melhorando a qualidade da ração, resultando na melhoria da carcaça. Ao utilizarmos o consumo restringido devemos aumentar a quantidade de comedouros para que não haja competição entre os animais e uns comam mais do que outros. Como podemos observar, você pode controlar o ganho de peso, controlando a energia da ração. Esse controle e feito pelo teor de fibra bruta, já que esta influi no volume da ração e na digestibilidade de energia. As variações ocorrem após o nível de 4% de fibra bruta na ração. A diminuição da 15

digestão voluntária de ração pelo aumento do teor de fibra e pela velocidade de ganho de peso, é acompanhado pela diminuição de gordura da carcaça, resultando numa carcaça de melhor qualidade. PROTEÍNA Devido ao seu rápido crescimento, os suínos precisam de proteína na sua dieta, os animais novos necessitam mais do que os mais velhos (armazenam menos proteína e mais gordura). A quantidade de proteína dos suínos vai depender da sua qualidade na ração, se for boa, será necessário menos proteína para obter ganhos de peso. Os grãos de cereais constituem a maior parte da alimentação de suínos, porém, não contém proteína de boa qualidade. A proteína do grão de milho é menos eficiente para o crescimento do que as do trigo, aveia ou cevada e em menor quantidade também, em torno de 8,7% de proteína bruta. O grão de milho e a aveia são deficientes em lisina e triptofano, mas o de trigo só tem deficiência em lisina. As proteínas do grão de sorgo tem as mesmas características dos outros cereais. As envolturas do trigo contém proteína de melhor qualidade do que o grão, por isso o farelo de trigo e os ouros subprodutos do trigo fornecem proteína de melhor qualidade. O farelo de arroz tem proteína de boa qualidade e suplementa de forma adequada as proteínas do milho. O leite e seus subprodutos, farinha de peixe, farinha de carne, resíduos graxos obtidos pelo método digestor, contem todas as proteínas contidas nos grãos de cereais, resultando satisfatoriamente como suplemento protéico de grãos. Porem, suínos que não estão em pastejo deve-se incluir uma ração de feno de leguminosas para prover uma ampla quantidade de vitaminas. A suplementação de proteínas só é satisfatória quando utilizado os suplementos em conjunto, como farelo de linhaça, a semente de algodão ou o farelo de trigo. Porem, quando qualquer um destes elementos são utilizados em combinação com uma quantidade limitada de farinha de carne, farinha de peixe e subprodutos de leiteria, se consegue excelente resultados. É importante ressaltar a presença de aminoácidos essenciais na ração dos suínos, pelo fato de serem monogástricos e não sintetizá-los. As exigências de aminoácidos diferem com a espécie do animal, com a função que realizam no organismo e com a fase da vida do animal. Os aminoácidos essenciais para suínos são: Lisina, Metionina, Felinalanila, Triptofano, Histidina, Leucina, Valina, Treonina, Isoleucina e Arginina.

SÍNTESE DE TABELA

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Fase Peso vivo kg E. Metabolizável, kcal/kg Proteína % Cálcio % Fósforo Total % Fósforo Disponível % Sódio %

PréInicial1 7 a 15 3.325

Inicial1 15 a 30 3.230

Crescimento 1 30 a 50 3.230

Terminação 1 50 a 70 3.230 15,43 0,551 0,459 0,282 0,170 0,829 0,249 0,497 0,149 0,539 0,340 0,572 0,942 0,273 0,556 0,170 0,650 0,367 0,659

Gestação x 70 a 100 3.230 13,83 0,484 0,412 0,248 0,160 0,679 0,211 0,421 0,129 0,455 0,217 0,469 0,772 0,232 0,471 0,147 0,548 0,231 0,540 100 a 120 3230 12,39 0,453 0,400 0,245 0,150 0,559 0,173 0,347 0,106 0,375 0,179 0,386 0,635 0,191 0,406 0,121 0,451 0,191 0,445 Gestação 23002 3.040 12,40 0,700 0,570 0,370 0,170 0,530 0,143 0,297 0,100 0,370 0,383 0,604 0,148 0,322 0,122 0,448 0,439

Porcas Lactação 56002 3.300 18,00 0,800 0,640 0,430 0,210 0,908 0,245 0,491 0,173 0,582 0,536 0,709 1,032 0,268 0,546 0,207 0,702 0,579 0,816

21,00 18,13 16,82 0,825 0,720 0,631 0,650 0,600 0,524 0,450 0,400 0,332 0,230 0,200 0,180 Aminoácido Digestíveis Lisina, % 1,330 0,991 0,895 Metionina % 0,372 0,278 0,269 Metionina + Cistina % 0,745 0,555 0,537 Triptofano % 0,226 0,168 0,161 Treonina % 0,838 0,624 0,582 Arginina % 0,559 0,416 0,367 Valina % 0,918 0,684 0,618 Aminoácido Total Lisina, % 1,450 1,126 1,017 Metionina % 0,392 0,304 0,295 Metionina + Cistina, % 0,798 0,619 0,600 Triptofano % 0,247 0,191 0,183 Treonina % 0,972 0,754 0,702 Arginina % 0,580 0,450 0,397 Valina % 1,015 0,788 0,712 1 Machos castrados de desempenho médio 2 Consumo animal/ dia.

VISITAS TÉCNICAS - MANEJO APLICADO NAS PROPRIEDADES Foram feitas três visitas a propriedades classificadas como de pequeno, médio e grande porte. Segue descrição da estrutura organizacional das propriedades visitadas incluindo o manejo, tais informações foram levantadas após aplicação de questionário na ocasião da visita. VISITA A FAZENDA ANETTE Localização: Distrito de Pitanga, município Abreu e Lima - PE, à 26 km da capital (Recife). Responsável: Zootecnista Clenison Marquezin Sistema de criação: Confinado (Intensivo) A primeira visita foi na propriedade Anette, localizada no distrito de Pitanga, município Abreu e Lima. O Zootecnista Clenison Marquezin é o responsável pela produção na propriedade, que tem por característica ser pelo sistema de confinamento, ou seja, intensivo. A quantidade de animais na propriedade é de 450 matrizes; 8 reprodutores, sendo dois para monta natural e seis para inseminação artificial. Porém a propriedade possui capacidade para 650 matrizes e atualmente está realizando o desenvolvimento do rebanho. No tocante as metas de produção o objetivo é desmamar de 10 a 11 animais por leitegada, as fêmeas de 6ª parição são descartadas, podendo ir até a 7ª, realizando reposição das matrizes de 35 a 40 % por ano. A ração completa não é comprada, pois existe na propriedade uma fábrica no qual elabora a ração. A ração é composta pelos cereais milho, soja e trigo. O milho é cultivado na propriedade e em outra fazenda localizada no Maranhão. Os farelos de trigo e soja são adquiridos no comercialmente. O premix vitamínico e mineral é adquirido da Nutron, no qual a empresa formula os ingredientes e determina as proporções dos mesmos no núcleo. Para controle zootécnico verifica desempenho reprodutivo e a produtividade do plantel. A classificação das fichas de controle são: suínos terminados por matrizes/ano; 17

conversão alimentar; eficiência alimentar; Kg de suínos produzidos por ano; gasto total de ração por ano; gasto total de ração por suíno terminado. Não modifica os nutrientes da ração durante o período de verão e inverno. Porém, modifica a matriz em proporção dos ingredientes segundo análise bromatológicas dos mesmos, as análises são realizadas pela Nutron que também é responsável em formular a ração. Utilizase óleo de soja para as fêmeas em lactação, para os bacorinhos nas fases: Pré-inicial, inicial I, inicial II e crescimento, as proporções serão descritas mais adiante. Adiciona porque é fonte de Energia importantíssima, pois nas fases de lactação e leitões pós-desmama e início de crescimento possibilita bom desempenho aos animais nessas categorias. Realiza-se o manejo nutricional diferenciado para as porcas nas fases de lactação e gestação. Os ingredientes que compõem a ração das porcas na fase de gestação são: (Formulação para 1 tonelada) 469 kg de milho, 330 kg de trigo, 111 kg de farelo de soja, 50 kg de açúcar e 40 kg de premix. Fornece por fêmea de 2,3 a 2,5 kg de ração por dia, uma única vez, sempre as 7:00 da manhã. A ração é distribuída manualmente nas calhas que também serve como bebedouro, o fornecimento de água é suspenso e quando fica uma fina lâmina de água a ração é lançada sob a calha manualmente, ficando úmida (fêmeas que se encontram nas gaiolas quando vazias ou pós-inseminadas). As fêmeas quando confirmada a gestação, com 50 dias, são transferidas para as baías coletivas da maternidade, ficam 4 fêmeas por baía, o comedouro e independente do bebedouro, porém a ração continua a ser fornecida na forma úmida. A Ração da Marrã é feita com 608 kg de milho, 10 kg de farelo de trigo, 252 farelo de soja, 50 kg de açúcar e 80 kg de premix 16,75 % de PB; 3,26 % de Fibra Bruta; 6,37% de cinzas; 0,87% de cálcio; 0,51% de fósforo total e 3.199 kcal/kg. Manejo com as marrãs, quando selecionadas até 115 dias come a vontade, dos 116 a 160 dias de vida consome 2,600 kg, quando atingem próximo ao terceiro cio, com 14 dias antes, recebem flushing (). A porcentagem de PB em oferta na ração para as fêmeas em gestação é de 13,82%. Energia metabolizável é de 2.887 kcal/kg. O cálcio está sendo ofertada na ração com a 0,86%. Já o fósforo esta presente na ração com 0,69%. Fibra bruta totaliza 8,69% na ração para as fêmeas em gestação. Não utilizam aditivos, porém quando necessário, usa antibióticos para os leitões, no caso a Amoxilina, na quantidade de 500 gramas por tonelada de ração. Lisina, metionina e vitaminas no geral encontram-se no núcleo. A quantidade de cinzas na ração é de 6,73. A alimentação durante a gestação é controlada durante toda a gestação, quando encaminhadas para a maternidade ocorre mudança na ração, passando de gestação para lactação, 10 dias que antecedem a data provável do parto são transferidas para a maternidade a quantidade continua a mesma, ou seja, de 2,3 a 2,5 kg de ração/dia por fêmea. O núcleo fornece todas as necessidades vitamínicas e minerais das fêmeas, não sendo necessário nenhum tipo de suplementação. O controle do peso das fêmeas ao longo da gestação é avaliado segundo o escore corporal, não sendo necessário realizar a pesagem. As fêmeas próximas ao apareamento recebem uma ração especial, com aproximadamente 14 dias antes de a marrã apresentar o terceiro dia é ofertado durante este período uma ração denominada flushing, que corresponde à ração de lactação, ao apresentar o cio e quando inseminada cessa o fornecimento do flushing e oferta a ração de gestação. O flushing é fornecido na média de 2,5 kg de ração por fêmea/dia, se permanecer com o fornecimento ocorre à redução no número de óvulos e consequentemente no número de filhotes por parição. A origem da água fornecida é de três poços artesianos que a propriedade possui, realizam cloração da água, através de pastilhas que são colocadas nas caixas de armazenamento e distribuição da água. Não realiza o monitoramento da aferição do pH, não é bom, pois à medida que o pH se torna alcalino o cloro vai perdendo a sua eficiência. O bebedouro é do tipo Canalheta de alvenaria, que servem tanto de bebedouro como comedouro no galpão onde ficam as fêmeas vazias, as fêmeas pós-inseminadas (até 50 dias iniciais de gestação) quando confirmada a gestação vão às baías coletivas de gestação, onde se 18

tem bebedouro e comedouro de alvenaria, construído separadamente. As porcas em lactação recebem uma ração que é formada por: 600 kg de milho, 16 kg de óleo de soja, 294 kg de farelo de soja, 50 kg de açúcar e 40 kg de premix. A ração é distribuída manualmente três vezes ao dia, segundo o consumo das fêmeas, a ração é ofertada úmida, as fêmeas ficam durante toda a lactação nas gaiolas da maternidade, que dura aproximadamente 28 dias, na quarta semana após o parto tem-se o pico da lactação, acontece a maior produção de leite. Comedouro é independente do bebedouro. A porcentagem de PB na oferta para as fêmeas em lactação é de 18,03%; A Energia metabolizável é de 3.300 kcal/kg. O cálcio disponível é está em 0,88% na ração. Já o fósforo é ofertado às fêmeas em lactação na ração com 0,51%. A Fibra bruta totaliza 3,29% na ração. O núcleo fornece as vitaminas, minerais e os aminoácidos necessários. A alimentação durante a lactação é fornecida a vontade, desde o parto até o dia do desmame, ou seja, durante 28 dias. As porcas lactantes são confinadas. O bebedouro é do tipo tambor automático, é independente do comedouro, cujo é de alvenaria. Os ingredientes que compõem a ração dos reprodutores são: 509 kg de milho, 216 kg de farelo de trigo, 185 kg de farelo de soja, 50 kg de açúcar e 40 kg de premix. Sendo a ração distribuída manualmente uma vez ao dia, pela manhã as 7:00, a ração é seca ofertada diretamente no chão, bebedouro tipo chupeta. Porcentagens de PB é de 15.72%. A energia metabolizada em oferta na ração é de 3.000 kcal/kg. O Cálcio está presente na ração ofertada aos reprodutores em 0,87 %. Fósforo é encontrado com 0,63% ; a Fibra bruta esta em 4,27%; Como nas demais rações, lisina, metionina e cistina; triptofano e as vitaminas em geral, estão presentes na ração na forma de núcleo. As cinzas forma 6,72 % na ração ofertada aos reprodutores. A alimentação fornecida é controlada. Ofertam de 2,5 a 2,8 kg de ração por animal diariamente. O bebedouro é do tipo chupeta. Com respeito ao manejo nutricional doas leitões temos que os leitões recebem colostro pós-parto, imediatamente após limpeza dos leitões são colocados para mamarem o colostro diretamente da mãe, não se tem registro de órfãos ou rejeitados. Realiza-se o desmame aos 28 dias de vida dos bacorinhos. Suplementa-se a deficiência de ferro nos bacorinhos com Ferro dextrano orgânico (nome comercial é FERRODEX) na forma injetável. Sendo aplicado via intra-muscular na tabua do pescoço, 2 ml por animal quando atingem 3 dias de vida, segunda dose com 30 dias de vida e terceira dose com 60 dias. Quando a propriedade tem leitões que apresentam desenvolvimento a baixo da média da leitegada, eles recebem um tratamento vitamínico e mineral especifico para suprir suas deficiências. No caso, mistura-se ao leite de vaca, produzido na própria propriedade, com as vitaminas e minerais, na proporção de 200 gramas de POLITOP (nome comercial do suplemento vitamínico e mineral) diluídas em 50 litros de leite, a solução é colocada em mamadeira e os filhotes são amamentados. Porém quando nascem muito pequenos e não respondem gradativamente a administração da solução com o suplemento são eliminados como refugos. O manejo alimentar é caracterizado em 6 fases, separadas em duas categorias, Leitões e adulto: Nos leitões têm-se as seguintes fases: Aleitamento que vai do dia do nascimento até o 28º dia de vida; Pré-inicial, do 7º ao 35 º dia de vida; Inicial I que vai do 36º ao 49º dia de vida, Inicial II do 50º até o 70º dia de vida. Animais adultos: Crescimento, do 71º ao 110º dia de vida e Terminação, que vai do 111º ao 150º dia de vida. Os ingredientes que compõem cada ração por fase estão tabelados a seguir: Alimento/fase Milho (kg) Óleo de soja (l) Farelo de soja (kg) Açúcar refinado Pré-inicial 449 12 259 30 Inicial I 587 5 328 40 Inicial II 609 2 309 40 Crescimento 595 26 289 50 Terminação 615 73 232 50 19

Núcleo

250

40*

40*

40**

30***

*O núcleo que é administrado na fase Inicial I recebe o nome de Micronutrientes suíno, inicial 40 plus, para a fase Inicial II apesar de se manter a mesma quantidade da fase Inicial I as proporções dos ingredientes que constituem núcleo da fase Inicial II é diferente da fase Inicial I; **O núcleo desta fase recebe o nome de Núcleo Engorda, inicial 40 plus, apesar de se manter a mesma quantidade da fase Inicial I e II as proporções dos ingredientes que constituem núcleo da fase Crescimento é diferente da demais; ***Esse núcleo recebe o nome de Premix.

Tais diferenciações entre chamar de núcleo ou de Premix só têm efeito para a empresa formuladora, no caso a Nutron, pois todos eles apresentam as concentrações adequadas para atender as exigências vitamínicas, minerais e de aminoácidos essenciais necessitadas pelos animais em cada fase. A ração pré-inicial é colocada no cocho para os leitões que se encontram na maternidade em pouca quantidade, à medida que a ração vai acabando ocorre a reposição de forma manual e gradativamente a quantidade vai aumentando. O comedouro da fêmea é independente dos leitões, onde cada um só tem acesso ao seu, ou seja, a matriz só tem acesso ao dela e os leitões aos seus. Nutriente/fase Pré-inicial Inicial I Inicial II Crescimento Terminação Proteína bruta (%) 19,02 19,69 19,01 18,16 16,48 Fibra bruta (%) 3,28 3,50 3,42 3,48 3,55 Cinzas (%) 6,63 6,59 6,50 6,59 5,51 Cálcio (%) 0,806 0,84 0,845 0,862 0,66 Fósforo (%) 0,609 0,478 0,471 0,490 0,46 Energia metabolizável 3.380 3,287 3,233 3,190 3,179 (kcal/kg) Vitaminas, aminoácidos No núcleo No núcleo No núcleo No núcleo No núcleo e outros minerais Lactose (%) 3,120 A ração é ofertada a vontade, desde a pré-inicial até a terminação. Quando iniciam com a ração pré-inicial a quantidade colocada no cocho dos leitões na maternidade é pouco, pois não estão ainda habituados. O núcleo fornece as necessidades vitamínicas e minerais dos bacorinhos, assim como dos adultos. Os animais são pesados no dia do nascimento, posteriormente quando saem da maternidade para a creche e quando saem da creche sofrem outra pesagem e a ultima no 150º dia de vida para saber se atingiram os 90 kg ideais para a comercialização e abate. O bebedouro manual na maternidade, na creche até a terminação é tipo chupeta. A fase de terminação é realizada na fazenda em Gravatá. VISITA A PROPRIEDADE GATUZANA Localização: Estrada da Jacoca, município de Igarassu – PE, à 33 km do Recife. Responsável: Luiz Augusto de Araújo (caseiro: Paulo) Sistema de criação: Confinado (Intensivo) Quantidades de animais: 3 matrizes, 1 reprodutor (cachaço) e 28 bacorinhos A segunda visita técnica foi à propriedade Gatuzana, cujo responsável é o Sr. Luis Augusto de Araújo. A propriedade está localizada no município de Igarassu, na estrada da Jacoca. Existem 3 matrizes; 1 reprodutor (cachaço) e 28 bacorinhos. A ração descrita a seguir serve para as porcas em lactação, marrãs; assim como os ingredientes. As proporções e o arraçoamento são os mesmos, logo se caracteriza pelo manejo nutricional não caracterizado, ou seja, sem separação por categorias, provavelmente tendo-se animais mal nutridos e animais mal 20

acabados. Não realiza adição de óleo em nenhuma categoria, porque desconhece qualquer aspecto sob nutrição de suínos. São comprados e consistem em: Farelo de trigo (concentrado energético) e Xerém (concentrado energético) adiciona água, ofertando a ração pastosa, na quantidade de 8 kg por dia, divididos em duas partes: 4 kg pela manhã e 4 kg à tarde, no intervalo de uma refeição e outra ele corta capim elefante da capineira da própria propriedade e oferta no chão para as fêmeas. Quando se tem sobras da cozinha também oferta aos animais, sendo que tal prática é muito esporádica. A propriedade cultiva macaxeira e quando o período de colheita acontece, a parte área da planta é fornecida aos animais como fonte de fibra, além do mais é rico em nas vitaminas A, C e do complexo B, o conteúdo de minerais é relativamente alto (Ca e P), não deve ultrapassar 15% na composição de rações. Não possui distinção tradicional de fase alimentar para os bacorinhos. Pode-se separar em aleitamento, cuja vai do nascimento a 35 dias de vida, onde acontece o desmame e apartamento e crescimento (nessa última incluir também terminação), cuja vai de 31º dia de vida ao 150º dia de vida que corresponde à idade ao abate. A propriedade não dispõe de alojamentos específicos para maternidade, às baías de gestação são as mesmas onde as matrizes ficam quando se encontram no período após o desmame e apartamento e onde são cobertas para nova gestação. As baías possuem armações de ferro móveis semelhantes às gaiolas de maternidade. Os bacorinhos são alimentados com o leite da mãe, recebem a primeira dose de ferro com 2 dias de vida e a partir do 10º dia de vida aproximadamente tem acesso ao cocho da mãe onde se alimentam da mesma ração. Os animais recebem alimentação à vontade, que consiste na mistura de Farelo de trigo, Xerém e ração de crescimento (Mauricéa) com água, caracterizando uma ração PASTOSA durante o 36º dia de vida até o 150º dia, quando são abatidos com peso de 130 kg. VISITA A FAZENDA ROÇADINHO A propriedade atualmente possui 15 matrizes e dois reprodutores não faz grandes diferenciações para manejo alimentar, as fêmeas e os machos recebem a mesma dieta de trigo e milho e eventualmente soro de leite ou lavagem, sendo no período de gestação aumentada à quantidade da dieta e no período de lactação acrescentado farelo de soja ao concentrado em todas as fases e categorias a dieta é formulada no olhometro tanto em quantidades quanto em proporções, os leitões recebem colostro apos desinfecção do umbigo e corte dos dentes e suplementação ferrosa e depois de desmamados (2 a 3 meses) recebem leitocina da purina exclusivamente. A terceira visita foi na A propriedade visitada esta localizada no município de Capoeiras (limites com o município de São Bento do Una), agreste meridional. A propriedade não possui técnico contratado ou qualquer tipo de assistência profissional. A criação na propriedade é administrada pelo proprietário Luiz Arthur Almeida e seu filho, que tem por característica a produção em sistema de confinamento, os animais tem acesso a solário, mas não a pasto. A quantidade de animais na propriedade é de 15 matrizes; 2 reprodutores. A ração completa não é comprada, apenas para os leitões, os machos e matrizes recebem ração formulada a medidas com ingredientes adquiridos, a ração é composta pelos cereais: milho, soja e trigo. Não é feito uso de premix vitamínico e mineral. Não é feito nenhum controle zootécnico que verifica desempenho reprodutivo e a produtividade do plantel. Os animais só são separados em reprodutores, fêmeas e leitões os machos e fêmeas recebem a mesma dieta a diferir que quando gestantes aumenta a quantidade e quando lactantes acrescenta a quantidade de soja na dieta das fêmeas e os leitões recebem leitocina do fabricante purina à vontade. 21

Níveis de Garantia Cálcio (máx) 5,0 % Extrato etéreo (mín) 1,5 % Fósforo (mín) 1,8 % Matéria Fibrosa (máx) 5,0 % Matéria Mineral (máx) 25,5 % Proteína Bruta (mín) 6,5 % Umidade (máx) 13,0 % São desconhecidos os teores de nutrientes e aminoácidos fornecidos em todas as fases, não efeito o controle do peso de nenhuma categoria. A origem da água fornecida provém de um poço artesianos da propriedade possui, a água possui teste e aprovação de macro e microminerais. O bebedouro é do tipo chupeta para os filhotes e canalheta de alvenaria para os adultos que servem tanto de bebedouro como comedouro. A ração é distribuída manualmente uma vez ao dia, as fêmeas ficam durante toda a lactação nas gaiolas da maternidade. A alimentação durante a lactação é fornecida a vontade, e tem acrescida a quantidade de farelo de soja. O manejo nutricional dos leitões após temos que os leitões recebem colostro pós-parto, imediatamente após limpeza dos leitões são colocados para mamarem o colostro diretamente da mãe, recebem exclusivamente leitocina da purina. Suplementa-se a deficiência de ferro nos bacorinhos com Ferro dextrano orgânico (nome comercial é FERRODEX) na forma injetável. Sendo aplicado via intramuscular, 2 ml por animal quando atingem 3dias de vida, segunda dose com 30 dias de vida e terceira dose com 60 dias. Quando a propriedade tem leitões que apresentam desenvolvimento a baixo da média da leitegada, eles recebem um tratamento de uma papa preparada com leite bovino e a leitocina. A ração é ofertada a vontade, desde o nascimento ate a terminação.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FÁVERO, J. A et al. Apostila: Produção Suínos EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Concórdia: Aves e Suínos. Concórdia –SC. 2003. 1ª edição. 53 p. BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástrico Editora: UFLA, Lavras –MG. 2006 300p. ROSTAGNO, H. S. Tabelas brasileiras para aves e suínos Imprensa: Universitária, UFVE, Viçosa, 2005. 186p. VALVERDE, C C. 250 maneiras de preparara rações balanceadas para suínos Editora: Aprenda Fácil. 2001. 229 p. CASTRO, H. F. MURGAS L. D. S. Manejo na maternidade de suínos Disponível em: http://www.editora.ufla.br/Boletim/pdfextensao/bol_90.pdf Acesso: 25 nov. 07 CORRÊA M. N. et al Manejo Reprodutivo do macho suíno Disponível em: http:// www.ufpel.tche.br/pigpel/publicacoes/1999/1999_12.pdf Acesso: 25 nov. 07

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