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Coletanea Contos Eroticos

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07/17/2013

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LUXURIA A BORDO "Quando estive na Europa para batalhar uma bolsa de estudos, fui obrigado a trabalhar em bares, restaurantes

e guiches de trem para garantir o meu sustento. Na época, além de falar ingl0s muito mal (e um francês apenas razoável), lutava contra uma concorrência desleal e pleiteava um visto de permanência frente ao 'govemo francês. A situação não estava muito boa e, caso não fosse tåo persistente, talvez houvesse desistido no meio do caminho; o que seria uma pena, como vocês poderão constatar a seguir. Por intermédio de Jean, companheiro de trabalho, fiquei sabendo que havia um ótimo emprego para garçons que falassem francês e castelhano em um iate de luxo que faria um cruzeiro até as llhas Gregas. Como Jean era um francês muito típico, não havia se dado ao luxo de aprender qualquer outra língua, e lamentava a mordomia perdida. Eu, como todo bom brasileiro, que não sou bobo nem nada, arranho o meu portunhol, e no dia seguinte, estava lå para me candidatar ao cargo. Meu charme e elegância garantiram a vaga, Fiz um curso rápido em cinco dias (como servir um ponche em plena tempestade e coisas no gênero) e, após me demitir do infecto café onde trabalhava, me tomei um comissário de bordo. Vestiram-me de oficial, com galões nos ombros e quepe de almirante, deram-me uma bandeja e, vela cheia, partimos por esses caminhos que tanto confundiram o antigo Odisseu. Talvez Jean não se lamentasse tanto se soubesse que o trabalho de um garçon -aquatico-bilingue começa ås cinco da manha e so termina quando o ultimo passageiro vai se deitar (geralmente tão de madrugada que nem vale a pena dormir). Pela manhã, limpamos os bancos do convés, os vidros dos camarotes, e o fundo da piscina e, la pelas tantas, os passageiros dåo o ar de sua graça e começam os pedidos que so terminam novamente de madrugada. Na quinta noite, todos já haviam se recolhido e eu me deixara ficar no convés, arrumando algumas coisas, quando ouvi um ruído atrás de mim. Ao virar me deparei com uma morena, alta, bem feita de corpo, olhos faiscantes e que, pelo menos na penumbra, era irresistivelmente linda. Quando já ia anunciar que a copa estava fechada, meus olhos se acostumaram com a escuridão e pude ver que a dona estava vestindo uma dessas saias que abrem na frente, sem nada poi baixo. E ela alisava os bastos cabelos de seu monte-de-venus enquanto sussurrava, olhando-me nos olhos, alguma coisa bem baixinho. Bom. Cinco dias no mar bancando o marujo poliglota, sem mulher, é um horror, uma tortura. Em outra ocasião talvez eu até pensasse duas vezes mas eu estava louco de tesão, desesperado para sentir o gosto de uma fêmea. Aproximei-me lentamente, toquei-ihe as coxas e beijei-Ihe a boca. Ela correspondeu ao beijo e ficamos nos esfregando sem dizer uma palavra. Logo depois ela me tomou pela mão e me levou a um dos camarotes de luxo. Fiquei apavorado pois sentia medo daquela gente estranha. 0 barco tinha sido alugado por um grupo de ricaços bolivianos, que tinham até segurança. A mulher se dirigiu em quichua a um dos guarda-costas, que a obedeceu, deixando-nos a sós. Sob a luz forte da suite pude observar melhor minha "raptora". Era uma mulher de 30 anos, morenissima, olhos amendoados, com evidente ascendência índia. Ela tirou sua roupa, mostrando um corpo sem marcas de biquíni - o que confirmou minhas suspeitas de que as mulheres tomavam banho de sol nuas no convés proibido - fiquei completamente tomado de tesão e me despi rapidamente. Quando me aproximei, ela disse que pretendia fazer amor comigo e ainda me pagaria uma boa plata para isso. Concordei com um aceno de cabeça e passei a ação. Enquanto Ihe sugava um dos seios, passei a explorar com os dedos seus grandes lábios vaginais, extraindo-lhe gemidinhos sensuais. Quando meu dedo tocou seu clitóris, ela não pôde conter um suspiro profundo, untando minha mão com seu liquido momo. Deixei seus seios completamente eriçados e conduzi minha língua até a entrada de sua grutinha perfumada. Lambi gostosamente suas cames, sentindo o aroma da grutinha latino-americana, fresquinha, tesuda, me fazendo lembrar do Brasil. Explorei cada interstício de sua pele, seus pêlos e poros. Em dado momento tomei seu clitóris e o mordi com força. Ela reagiu bem e gozou em minha boca enquanto me xingava em casteIhano: "Cono! Tu me matas!" Após uma série de espasmos ela se compôs, recuperou a antiga fleuma e me ofereceu algo para beber enquanto acendia um cigarro. Perguntou meu nome, nacionalidade, por que eu estava ali e coisas assim. Após uma meia dúzia de perguntas, ela parece que se deu por satisfeita e chamou: "José!" De trás de uma divisória saiu um coroa baixinho, careca e barrigudo, inteiramente nu. Parecia o ET em dia de chuva, bimbinha medíocre com dez centímetros de virilidade, se tanto. A mulher apresentou-o como marido e este se adiantou congratulandome por minhas habilidades orais. Logo após afirmou que desejaria ver eu possuir sua mulher, pelo que me pagaria uma boa grana. Fiz uma cara de desagrado e ele se apressou em explicar que não queria nada comigo, apenas que eu "ligasse" sua mulher, deixando-a quase no ponto de gozar, e passasse os controles para ele. Desta forma, afirmou, ele poderia sentir a mulher gozando pela primeira vez desde que se casaram. Meio sem jeito, expus que eu também queria gozar e ele afirmou que daríamos um jeito. Após um rápido flash-back da ultima sessão de sexo oral, passei A penetração pura e simples, como alguém que deve cumprir dignamente o seu trabalho; tudo muito profissional. Mas logo ao primeiro contato com meu mastro a índia começou a gemer feito uma louca, pedindo que a penetrasse com toda a força, que a partisse ao meio. Enquanto eu a penetrava o marido esfregava-Ihe o membro no rosto, tentando fazer com que ela o tomasse em sua boca. Ela o repelia como era possível e, em dada momento, gritou pedindo que parasse com aquilo, pois ele acabaria gozando sem conseguir realizar o intento. Aumentei o ritmo da penetração até que ela fez o sinal de que estava prestes a gozar. Rapidamente sai de cima dela e o marido a penetrou. Coloquei-me na posição que ele ocupava anteriormente e ela passou a me sugar com a volúpia de uma gata no cio, completamente transtomada Quando ela gozou ao mesmo tempo que o marido), mordeu minha glande com tanta força que fui obrigado a afastá-la com violência. Ficarmos os três jogados pelas almofadas; eles extasiados e eu me contorcendo de dor pela mordida maldosa daquela índia maluca. Após umas doses de uísque e um papo amigável sobre comidas típicas de nossos respectivos países, o coroa se levantou a pretexto de ir ao banheiro. Ficamos eu e a gata selvagem sozinhos naquele ambiente de luxuria e ostentação. Tocava uma musica suave e meu membro já demonstrava estar completamente restabelecido da ultima farra. Como que adivinhando meus desejos secretos, a morena se deitou no pequeno tapete de centro, empinando sua bunda magnifica. Aproximei-me, toquei-ihe a vulva e os seus orifícios mais secretos, apliquei um pouco de saliva na cabeça do membro latejante e comecei a penetrá-la lentamente Quando estava a meio caminho, ela começou a gemer, soltando gritinhos de dor e prazer, enquanto me pedia que a penetrasse mais fundo. Toquei seu clitóris e o seio esquerdo e, completamente dentro dela, passei a me movimentar num cuidadoso vaivém. A morena literalmente chorava e declarava ser minha escrava, uma serva de meus desejos Estocava com força e ela já se preparava para explodir em um orgasmo total, completo, seus líquidos a transbordarem por todos os poros Gozei junto enquanto xingava com todos os palavrões que conhecia em castelhano, português, francês, inglês e alemão, Quando paramos de nos movimentar, após a ultima contração, ouvimos palmas ås nossas costas: era novamente o marido, que, extasiado. nos dava a sua aprovação, declarando ter sido este "um espetáculo maravilhoso' Logo após me levantei, recebi a grana prometida e cai fora. 0 casal desembarcou em Stromboli e eu continuei meu cruzeiro por todo o verão, juntando trocados e gorjetas para conseguir sobreviver ao longo invemo europeu que vinha a seguir.

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CUNHADINHA CURIOSA "Sou antigo leitor e fã incondicional de "Louco Desejo", onde me delicio com as experiências dos leitores desta Home Acho que o fato de ter tomado conhecimento durante todo este tempo de tais experiências estimulou-me a dividir com todos os leitores esta maravilhosa e excitante aventura, guardada em segredo durante anos Na época em que começou minha aventura, estava casado ha pouco tempo e habitando a mesma pequena e simples casa de uma cidade do interior de São Paulo onde ainda moro. Minha mulher, Valquiria, não trabalha fora e é fogosa e ardente, de uma voracidade insaciável. Sempre chego tarde do trabalho e, por isso, preferimos fazer amor pela manha até nos sentirmos exaustos e saciados. Só então vou trabalhar. Como trabalho o dia inteiro, minha mulher sentia-se muito solitária, sem ninguém para conversar, salvo as visitas que Ihe faziam sua irmã Julia, um brotinho de 18 aninhos. Numa dessas visitas. minha mulher pediu a irmã para vir morar conosco. Não me opus Achei que seria bom para ela ter com quem conversar e fazer compras. Minha cunhada dormiria no sofá da sala, sem trazer transtomo ao nosso relacionamento, Certa manhã, depois de fazer amor com minha mulher, fui tomar banho. Valquiria ficou na cama ainda embriagada pelo prazer. 0 banheiro ficava no fim do corredor, e, como a porta estava entreaberta, entrei sem bater. Julia saia do banho. Foi uma surpresa! Ao ver-me, com um movimento rápido dos braços, cobriu os seios e o triângulo do amor. Sai do banheiro um pouco sem graça e nervoso com a cena, mas ao mesmo tempo excitado com seu corpinho tesudo. Imediatamente meu membro ficou duro e indisfarçavel sob o short. A imagem do corpo novo e molhado ficou gravada em meus olhos. Seus seios, pequenos de mamilos róseos, brilhavam como uma flor orvalhada, pontiagudos, sobressaindo na pele clara. Seu corpo bem feito era uma escultura de cames duras. Ela saiu do banheiro e me encontrou no corredor. Pedi desculpa, e ela deu apenas um sorriso maroto. Entrei no banheiro e me masturbei. 0 episódio passou sem maior importância. Nem cheguei a comentar com minha mulher, por ter achado o caso banal e possível de ocorrer com qualquer pessoa. Quando eu chegava tarde do trabalho, as vezes minha mulher ainda estava acordada, mas dormia logo após assistir a ultima novela. Julia, ao contrario, ficava até altas horas da madrugada assistindo aos filmes da televisão em nosso quarto. Numa dessas vezes, depois do jantar coloquei um short largo sem nada por baixo para ficar mais confortável. Minha cunhadinha já estava sentada ao pé da cama como de habito Deitei e fiquei assistindo ao filme. Em dado momento levantei uma das pemas e meu calção ficou meio levantado. Julia mudou de posição. Só então me dei conta de que ela olhava meu membro. que se mostrava por uma das pemas do meu calção, através do reflexo do espelho da penteadeira., onde ficava a televisão. Fiquei louco. Não era um acidente como quando a surpreendi no banheiro. Ela me olhava propositadamente, Minhas idéias andaram a mil. Senti o corpo tremer e uma excitação sem precedentes me invadir o corpo, circulando como meu sangue, cada vez mais rápido, fazendo com que meu membro fosse ficando duro, a pulsar e latejar por debaixo do meu short levantada. Meu membro cresceu até a glande sair do meu calção. Julia estava com o olhar paralisado no espelho. que mostrava também nos seus olhos de menina toda a malícia de mulher. Por vezes sua língua umedecia os lábios finos e vermelhos, que ela mordia vagarosamente, deixando transparecer todo o seu desejo despertado. Não me movia para evitar que isso desmanchasse a cena. Valquiria dormia por trás de nós dois sem saber, nem por sonho, a batalha imaginaria que se travava entre mim e sua irmazinha. Ficavamos naquela maravilhosa tortura de tesões até as duas da manhã, quando a televisão saiu do ar. Julia se levantou. Nos olhamos, seus olhos me devoravam, penetravam em mim com um brilho sedutor de desejo. Desligou a televisão e fomos dormir. Fui trabalhar pensando no que ocorrera a noite. Seu corpo e o episódio não me saiam da cabeça. Fiquei até com medo de alguém no serviço perceber a mudança. Dei uma desculpa ao meu patrão e voltei para casa mais cedo. Valquiria ainda estava acordada. Julia, mais gostosa do que nunca, vestia uma blusinha branca e um short que deixava transparecer as suas formas bem feitas com o triângulo estufado na frente. Fomos todos assistir á televisão. Valquiria, como sempre, dormiu antes de terminar a novela. Eu e Julia ficamos a sós. Meu corpo tremia de excitação. Fiquei na mesma posição da noite anterior, só que puxei a ponta do meu short para deixar de fora a metade do meu membro, que latejava suas veias grossas como um animal arisco. Julia, aos pés da cama, apoiou-se sobre o cotovelo e virou a cabeça em direção a seu ombro, como se com os dedos procurasse pequenos cravos. Seu olhos fitavam meu membro já em ponto de bala, numa pressão que parecia prestes a explodir de tesão. Valquiria dormia profundamente. Com a ponta dos dedos, puxei a pema do calção, deixando minha lança praticamente de fora. Era a medida do pecado, como o diabo gosta Podia ver que Julia também já estava completamente alucinada. Lentamente virou o corpo buscando uma posição melhor e posse a acariciar meu membro. Suas mãos delicadas e finas, seus dedos longos e indecisos passaram a masturbar-me vagarosamente, enquanto seu corpo, como uma serpente, deslizava sobre a cama até conseguir, num leve bote, abocanhar a presa. Era um sonho. Um delírio de sussurros silenciosos. Ao mesmo tempo em que, com a mão, fazia suaves movimentos de vaivém, chupava-me deliciosamente. Sua língua úmida e quente deslizava sobre a chupeta, até conseguir arrancar de mim um gozo tão alucinado que só tive tempo de levar a mão a boca para calar o grito de satisfação que explodiu dentro de mim. Julia mamou meu liquido até a ultima gota. Sentia me exausto pelo prazer, que jamais alcançara com minha mulher. Embriagado de felicidade, relaxei o corpo sobre a cama. Julia levantou-se sem barulho e foi para a sala. No dia seguinte era sábado e eu não trabalhava. Valquiria acordou cedo e foi fazer compras com a mãe. Logo que saiu Julia levantou-se. Eu fingi que ainda dormia. Vi quando ela passou pela porta do quarto em direção ao banheiro, Imediatamente me desfiz do calção e tirei o lençol de cima, ficando nu, com o membro completamente duro. Percebi que, ao voltar do banheiro, Julia parou na porta do quarto e por instantes ficou a me olhar. Em seguida caminhou silenciosamente até a beira da cama, onde se sentou. Fiz que acordei. Ela estava com uma camisola vermelha de tecido fino por onde eu podia ver dois lindos seios sustentando o tecido. Era hora de agradecer o magnifico prazer que ela me proporcionara. Puxei-a para mim e beijei-a. Fui beijando-a, vasculhando seu ouvido com minha língua, enquanto a livrava da camisola e da minúscula calcinha que usava. Pus me de joelhos e passei a percorrer seu corpo com a língua, passando do ouvido para os seios tenros, onde fiquei bom tempo chupando e mordiscando os mamilos endurecidos de desejo. Julia soltava gemidos de satisfação enquanto suas mãos apertavam minha cabeça contra seu peito, como se quisesse enfia-los inteiro dentro de minha boca, Deslizei mais para baixo. Julia delirava. Abri suas pemas roliças, que deixaram descobrir a perfumada gruta rosada. Introduzi a língua em sua vagina apertadinha e molhada, fazendo Julia entrar em um louco delírio. Já não abafava mais os gemidos. Arfava e gemia sem medo. Trançou as pemas nas minhas costas e mexia deixando fluir com liberdade o gozo prolongado, enquanto eu sugava, completamente doido de tesão, aquele suco maravilhoso. Eu estava a ponto de explodir. Mas Julia era virgem e eu não poderia desfrutar as delicias do seu triângulo. Ela porém queria que eu gozasse dentro. Puxou-me e me pos deitado ao seu lado. Em seguida passou a lamber-me o membro, lubrificando-o com sua língua macia. Deitou se de bruços e pediu-me que metesse em seu orifício. Rolei para cima dela, que num

movimento leve empinou a bundinha para que eu tivesse melhor posição. Seu corpo de menina guardava dentro de si uma mulher sedutora. Acomodei meu pênis em suas nádegas rígidas e passei a introduzir no seu buraquinho apertado. Vagarosamente fui-me afundando. Senti meu grosso membro abrir caminho naquelas cames, que se dilatavam guardando-me todo. Com maestria, Julia ia rebolando e principiava movimentos lentos de vaivém, intercalados com suspiros de dor e prazer. Seus olhos fechados e suas feições traduziam a satisfação que sentia em ser possuída por mim. Aumentava o ritmo rebolando e fazendo galopar nossos corpos suados. Seus suspiros eram mais fortes quando eu mordia sua nuca. Queria prolongar aquilo o maior tempo possível, até que não agüentei mais e gozei como nunca. Julia também alcançara o orgasmo e caímos cansados. Ficamos deitados por uns quinze minutos, em silencio. Em seguida levantei-me e fui tomar um banho, Julia voltou para a sala para descansar. Varias vezes repetimos a cena nos meses que se seguiram, até que os pais de Valquiria se mudaram para o Estado do Paraná e Julia os acompanhou. Mas todos os anos, em suas férias do trabalho, Julia vem para São Paulo e fica em minha casa. E sempre conseguimos dar um jeito de reviver aqueles lindos momentos."

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BRINCOU DE CASINHA COM O CASEIRO "Eu e meu marido temos um sítio no interior de Minas Gerais. Todo final de semana, nós viajamos para lá. Somos casados há sete anos e temos um casal de filhos. Como compramos a propriedade há pouco tempo, vou sempre para lá na sexta-feira e meu marido segue com as crianças no sábado. Vou arrumando as coisas que ainda faltam para que tudo corra bem. Recentemente, querendo diminuir minhas tarefas, meu marido contratou um caseiro para morar e cuidar dos animais. Ele é um jovem sorridente e muito prestativo, que me ajuda na jardinagem e nos serviços da casa. Casei virgem e vim de uma família muito tradicional. Nunca nem pensei em trair meu marido. Mas, uma vez, fui para o sítio, na quinta-feira à noite, e cheguei de surpresa. Encontrei meu caseiro nu e bêbado, dormindo no chão da varanda, perto da porta de entrada. Me assustei com aquilo, mas não tinha jeito. Tinha que tirá-lo dali para entrar dentro de casa. Tentei acordá-lo mas não consegui. Então, arrastei-o para dentro de casa e fiquei com aquele homem todo nu, não sabendo o que fazer. Quando tentei colocá-lo numa cama, caí em cima dele, quase de cara naquele membro. Ao encostar naquela coisa quente, grande e meio engorda, me excitei. Nunca tinha visto coisa igual àquilo! Comecei a apalpá-lo devagar e peguei naquela coisa, que foi crescendo na minha mão. Ficou todo duro e eu fiquei molhadinha. Perdi toda a pose e abocanhei aquele pintão. Comecei a chupá-lo como um sorvete de chocolate. De repente, ele gozou na minha boca e eu sorvi toda a porra, engolindo com prazer. Ainda meio zonzo, me puxou para cima do corpo dele e começou a chupar meu pescoço e meus peitinhos. Estava mais excitada, louca por mais um round. O pau voltou a crescer, roçando minhas coxas em busca do meu sexo. Estava com medo de receber aquela estrovenga superdotada e tentei ganhar tempo, fazendo carinho naquele peito cabeludo. De repente, senti um dedo grosso, acostumado a mexer na terra, entrar no meu cuzinho. Veio rasgando! Aquilo doeu e me excitou ao mesmo tempo. A boceta, meladinha, agora queria pau, por maior que fosse. Me contorci, tentando me encaixar naquela pica. O homem ainda estava bêbado e não conseguiria fazer aquilo sozinho. Quando consegui, enfim, comecei a cavalgá-lo com a habilidade de uma amazonas. Àquela altura, nem ligava mais para o bafo do caseiro; queria era gozar. E muito! Pensei no meu marido cheirosinho e sonhei que estava fazendo aquilo com ele. Mesmo sabendo que o pinto dele não dava metade daquele. Não demorei a gozar, com as unhas arranhando o peito cabeludo do macho. Depois, fui tomar um banho quente, querendo me livrar da culpa da traição. Em pouco tempo, porém, estava pensando no caralhão do caseiro e dei início a uma siririca bem relaxante. Na manhã seguinte, o homem não estava mais na cama. Encontrei-o cuidando da grama, com uma cara envergonhada. Olhei para a enxada que ele segurava e lembrei logo do tamanho do instrumento do rapaz. A boca encheu d'água! No almoço, comeria caseiro ao molho madeira. Com certeza, seria muito melhor do que o temperado com vinho da noite anterior."

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A MULHER QUE SOLTAVA FAÍSCAS DE PRAZER "Era uma quinta-feira à noite e o calor estava forte, quando retornava do trabalho. Estava cansado, porém feliz pelos resultados obtidos naquele dia, quando entrou no ônibus um casal. Ela era linda, trajando um vestido preto que deixava suas belíssimas costas e ombros de fora. Aparentando uns 25 anos, tinha um corpo escultural, olhos verdes e cabelos louros. Era impossível deixar de observá-la, mas, infelizmente, eles desceram dois pontos antes do meu. Por vários dias, busquei rever aquela mulher, que não saía da minha cabeça. Eu circulava várias e várias vezes pelas ruas próximas daquele ponto. Foi inútil. Só a reencontrei um mês depois, num sábado pela manhã. Ela entrou no ônibus e eu estava de carro, logo atrás. Ela sentou-se próxima a uma janela e eu parei o carro estrategicamente numa curva, para tentar ganhar um olhar daquela beldade. Não deu outra. Quando o ônibus passou, nossos olhares se encontraram e ela deu um leve sorriso. Continuei seguindo o coletivo e fiz sinal para que descesse, mas não fui atendido. Ela desceu no terminal e a perdi de vista mais uma vez. Três semanas depois, na quinta-feira de manhã, saí de casa um pouco atrasado e, ao me aproximar daquele ponto de ônibus, lá estava ela. Parei o carro e ofereci carona. Ela me reconheceu e deu um belíssimo sorriso, aceitando o convite. Disse que seu nome era T (vamos chamá-la assim, pois é realmente um tesão). Contou que estava há pouco tempo na cidade e falou sobre o noivo. Chegamos ao trabalho dela, trocamos cartões e combinamos novas caronas, se a encontrasse no mesmo horário. Na sexta, saí de casa e estacionei próximo ao ponto. Lá estava ela, maravilhosa. Seguimos o mesmo percurso e a convidei para tomar café. Na cafeteria, nossas mãos se tocaram sem querer e a sensibilidade de ambos aflorou. Convidei-a a tomar um chopinho no final do expediente. 'Sexta não vai dar, já marquei com meu noivo', justificou. Fui trabalhar mas não consegui me concentrar. No final da tarde, estava visitando um cliente, quando recebi o recado: 'Favor ligar para T até as 18h.' Eram 17h20min e meu coração foi a mil. Liguei para minha secretária e confirmei a informação. Telefonei para T e ela disse que, realmente, tinha 'um tempinho'. Deixei o cliente para trás e fui ao encontro. Cheguei à pizzaria combinada e minha vontade era de abraçá-la, beijá-la. No entanto, teria que ter paciência, senão, perderia minha gata. Duas horas depois, disse que não poderia ficar mais, deixando transparecer que também lamentava. Levei-a em casa e ganhei um delicioso beijo, antes que falasse: 'Vamos almoçar na segunda, pois meu noivo vai estar no meu pé, no fim de semana.' Os dois dias se arrastavam. Não conseguia deixar de pensar naquela mulher. Quando a segunda-feira chegou, pensei em mandar flores mas freei a idéia, para não despertar a desconfiança dos colegas dela. No almoço, falei da saudade e da alegria de reencontrá-la. 'disse. O clima de sedução foi Você está com cara de adolescente apaixonado', aumentando e era nítido que ambos preferiam estar num lugar mais discreto. Antes deste momento chegar, trocamos muitas carícias durante cafés e almoços. Foi num dia, na ida para o trabalho, que T acabou dizendo que estava louca para ficar sozinha comigo, pois gostaria de me fazer uma surpresa. Não conseguia acreditar, minhas mãos suavam. Telefonei para o escritório

cancelando tudo e partimos para o motel Quando entramos no quarto, tentei abraçá-la, porém, ela recusou. Foi para o banheiro, enquanto eu pedia o café. O garçom trouxe o pedido e T ainda não tinha saído do banheiro. Aquilo estava me deixando supercurioso e excitado. Quando a porta se abriu lentamente, fui vendo aquela mulher que eu desejava mais linda e exuberante. Ela vestiu-se toda de branco num figurino extremamente erótico. Quando eu ia avançar, disse que queria tomar café, toda lânguida. Aceitei o jogo de sedução e, entre beijos e carícias, fomos nos alimentando, mais à vontade do que nunca. Meu pau latejava e ela me provocava, cruzando as pernas e se insinuando. Ao terminar, fui tirando a roupa dela, deslizando a mão pelo corpo excitado. Beijei as pernas de T, enquanto tirava a cinta-liga e as meias dela. Ao chegar na calcinha, tirei-a com os dentes e comecei a chupá-la. Lambi e acariciei aquela bocetinha cheirosa, que liberava seu néctar. Aos poucos, fui percebendo seu gozo e intensifiquei os movimentos com minha língua, até que ela gozou intensamente. O corpo de T vibrava. Enquanto ela se refazia do gozo, continuava a percorrer minha boca por todo o corpo, centímetro a centímetro, degustando seu sabor. Ela voltou a ficar excitada, pedindo que a penetrasse, pois queria sentir meu pau na bocetinha. Porém, eu queria vê-la mais excitada ainda e continuei procurando seus pontos sensíveis. Ela se contorcia toda, implorando pela penetração. Ao massagear o clitóris de T, fui penetrando meu dedo na vagina. Ela movimentava o quadril, expondo totalmente seu sexo. Coloquei o segundo e o terceiro dedos. Ela gemia gostoso e pude perceber novo gozo, forte e intenso. Ela estava totalmente embriagada, tomada de prazer e isto me excitava. Com uma mão acariciava a bocetinha e, com a outra, colocava a camisinha para penetrá-la. Quando ela percebeu que eu estava pronto, posicionou-se de quatro, deixando-me numa posição privilegiada. A visão daquele bundão empinado era demais! Coloquei meu pau na posição e ela forçou o quadril para trás, engolindo o caralho de uma vez. Começamos um delicioso vaivém, e aquela bocetinha sabia massagear muito bem o meu pau. Os movimentos foram acelerando, ela gemia e pedia mais. Pelo espelho, podia ver a sua expressão de prazer. Gozamos e ficamos ali juntinhos, aproveitando aquele momento incrível. Depois de um breve descanso, os corpos colados voltaram a dar sinal de vida. As mãos deslizando nas peles e o cheiro de sexo enchendo o ambiente. 'Quero dar o cuzinho', disse baixinho, enquanto eu começava a beijar sua nuca. Fui descendo pelas costas, passando pela bundinha e não resisti a dar umas mordidinhas, só para sentir seu corpo arrepiar. Passei, então, a língua no cuzinho, deixando-a totalmente entregue. Após colocar nova camisinha, comecei a penetração bem devagar. 'Não vou agüentar, seu pau é muito grosso pro meu cuzinho apertado', dizia, enquanto eu acariciava seus ombros. Aos poucos, o anelzinho foi engolindo meu pau. Ela começou a forçar o quadril para trás e a rebolar a bunda, se transformando numa pantera louca para me devorar. Urrava de prazer, com as unhas cravadas na cama. Gozamos como animais! Foi a primeira de uma história de trepadas selvagens."

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0 SOBRINHO DE MEU AMANTE "" Sou casada ha três anos mas meu marido nunca se preocupou muito comigo e, mesmo depois de uma crise séria em nosso casamento, não se emendou. Continuou com sua vida de aventuras e boêmia e isso fez com que eu Ihe pagasse com a mesma moeda. Antes nunca dava bola as piadinhas do diretor da empresa em que trabalho, porém o tempo e as contrariedades fizeram com que mudasse de idéia. Aceitei ir, numa Sexta feira, a casa do tal diretor para "terminar uns trabalhos" - o que eu sabia não ser verdade. Ao final do expediente, acompanhei o Dr. Orlando até o seu apartamento, em Boa Viagem. A sala era aconchegante, e o sofá, de tão macio, fez com que meu corpo ao sentar-me se afundasse em sua espuma. Educado, Dr. Orlando me serviu um drinque e, indo a seu quarto, pediu-me que esperasse. Voltou vestindo apenas um roupão e trazia papéis que alegou serem documentos confidenciais. Sentou-se ao meu lado e começou a desfolhar os papéis. Em dado momento, quando eu menos esperava, agarrou-me e beijou-me com desejo. Foi um beijo quente, molhado e longo. Enquanto isso, sua mão sabida - por entre a saia e sobre a fina calcinha - já manipulava minha vagina. Suas caricias amoleceram-me toda a resistência de luta, e fui possuída ali mesmo, sobre o sofá. Meio sem jeito, ele gozou muito rapidamente. Gordo, sua barriga não permitiu uma penetração profunda e satisfatória. Sei que sai de seu apartamento envergonhada, nervosa e excitada. Fora a primeira vez que outro homem tinha se aproveitado do meu CORPO. Da segunda vez - em um motel - me entreguei sem qualquer oposição. 0 problema era a ejaculação precoce e sua barriga enorme que não Ihe permitia penetrar por inteiro e fazer-me atingir o orgasmo. Em uma terceira saída, eu própria procurei uma posição adequada para um relacionamento perfeito. Mas não adiantou nada. Mal ele entrava dentro de mim, gozava, deixando-me a ver navios. Nosso relacionamento, de três meses, não me proporcionou mais que três insignificantes orgasmos, conseguidos com muito suor e concentração. A falta de amor do meu marido e a total incompetência de meu amante faziam de mim, a cada dia, uma mulher louca de tesão. Mas a natureza sempre traz soluções para os problemas e, certa vez, indo a casa de Orlando, não a encontrei. Quem abriu a porta foi seu sobrinho Cláudio, um rapagão forte e muito bonito. Convidando-me a entrar, disse-me que seu tio ficou de voltar logo para casa e sugeriu que eu esperasse. Peguei uma revista ELE ELA e, sentada no sofá da sala, resolvi dar um tempo, lendo o Fórum. Alguns minutos se passaram e o telefone tocou. Era Orlando, avisando-me que não o veria naquela noite, pois estava envolvido numa reunião com a alta cúpula da empresa. Chateada, preparei-me para sair mas na porta fui impedida pelo rapaz. Ele, sem dizer palavra, apertou meu corpo contra o seu e fez com que eu sentisse, encostado a minha barriga, o volume descomunal de seu sexo. Assustada, quis me libertar mas ele arrastou-me até o quarto. Tentei gritar quando forcou-me a deitar na cama, mas ele me tapou a boca. Com a outra mão tirou-me a calcinha, jogando-a longe. Soltou minha boca e desabotoou sua calca, libertando seu membro de dimensões avantajadas. Subiu meu vestido e com um dos joelhos empurrou minha coxa, forcando-me a abrir as pemas. Gritei de dor quando seu membro duro e grosso me penetrou. Entrou rápido, alojando-se no mais profundo de minhas entranhas. Sem poder conter-me, comecei a gemer numa antecipação do gozo e deliciei-me com os movimentos firmes e profundos de seu vaivém. Excitada ao máximo, abracei-o, convulsa de prazer. Balbuciei um "agora" quando senti meu corpo vibrar por inteiro num louco orgasmo que eu jamais havia sentido. Com o meu corpo obriguei-o a acelerar os movimentos. Uma derradeira convulsão e ele espirrou quente dentro de mim. Cláudio levantou-se e com um sorriso cínico disse-me: "Foi bom." A beira da cama, tirou toda a roupa. Fascinada eu não tirava os olhos de seu membro potente, mesmo de cabeça baixa Ele, carinhosamente, se aproximou de mim e tirou minha roupa Fez elogios ao meu corpo e tirando-me o sutiã mamou feito criança em meus seios úmidos de desejo. Deitei-me e já senti, entre minhas pemas, seu membro novamente ereto. Submissa abri um pouco mais as coxas e lhe pedi que enfiasse mais devagar. Ele me atendeu e foi pondo devagarinho, num prazer indescritível. E então num profundo e louco abraço carnal, chegamos - juntos - novamente ao gozo total. Eu tinha a sensação de viver um sonho, aquele homem, jovem sobre meu corpo. Pela hora. eu tinha que deixa-lo Mas um beijo delicioso apagou nossa despedia e entre os lençóis, molhados de nossos sucos, me deixei ficar. E a partir dai foi uma loucura. Cláudio chegou a me bater quando

pensei em recusar o coito anal Chorando tive que me submeter dolorosamente a envergadura de seu pênis. Suas estocadas firmes rasgaram-me as carnes, mas também fizeram nascer em mim um tipo de gozo que jamais experimentara Gritei de prazer quando senti derramar por aquele lado de mim seu leite quente e viscoso. Mais tarde fomos para o chuveiro e, com uma habilidade invejável, debaixo da água fria, fez com que gozasse duas vezes sob o poder de sua língua. Depois, sentando-me na banheira, com as pemas abertas, enfiouse dentro de mim de uma só vez Urrei, chorei, apertei seu corpo e gozei loucamente, queria que o tempo parasse naqueles momentos deliciosos. Nos separamos. Já era tarde e seu tio Orlando estava para chegar Enquanto Cláudio permaneceu em Olinda não transei com o Dr. Orlando, e mantendo com ele - por causa de Cláudio - um relacionamento sem prazer mas que me garante, todos os anos - no mês de janeiro -, transas maravilhosas. Sem Cláudio a minha vida não teria sentido.'

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A INSACIAVEL "No final de janeiro, fui com minha namoradinha a uma festa na Floresta, um bairro classe média aqui de Belo Horizonte Sei que acabei me excedendo na bebida e amarrei o maior porre. Susete minha garota, resolveu me levar para sua casa, onde eu ficaria até melhorar. Proibindo-me de pegar no volante, ela guiou o carro até Cidade Jardim Chegando a porta de sua residência, apoiando-me em seu ombro, entrei Ela tez com que me sentasse no sofá da sala, enquanto me fazia um café bem for te e amargo Pediu que não fizesse barulho, pois os pais estavam dormindo. Assim que terminou de falar, surgiu na sala sua irmã Ana. Eu já a conhecia, mas fiquei surpreso ao vê-la coberta por um transparente baby doll que me deixava ver as formas perfeitas de seu corpo adorável. Susete pediu que ela me fizesse companhia enquanto fervia a água e conseguia um comprimido para eu tomar. 0 meu estado não era dos melhores eu via Ana meio desfocada e sentia um mal-estar horrível. Ela, carinhosamente sentou se ao meu lado no sofá e colocou uma almofada sob a minha cabeça. Mesmo zonzo, eu conseguia ver, e não parava de olhar para suas pemas bem-feitas, sua vulva coberta por uma minúscula calcinha, que deixava a mostra parte de seus pêlos. Seus seios também não escapavam ao meu olhar e se ofereciam tenros debaixo daquele tecido levíssimo Uma porção de coisas passava por minha cabeça Entre elas, a vontade de pegar Ana e trepar com ela ali mesmo, na sala. Porém, a chegada de Susete dissipou todas aquelas idéias de bêbado. Tomei o café e minha namorada voltou å cozinha para buscar o comprimido. Ana, levantando-se, foi até o aparelho de televisão e o ligou. Quando se abaixou, deixou a vista sua bundinha arrebitada e carnuda. Apesar de estar com os reflexos entorpecidos, meu membro latejou sob a roupa. Ela, com o corpo ainda levemente curvado, virou-se para mim, proporcionandome a visão de seus seios fartos e bem delineados e de mamilos pontudos e róseos. Susete me faz tomar o remédio e novamente me recostei no sofá. Um filme de bangue bangue gritava no vídeo e eu quase morria com o barulho detestável dos tiros. Aos poucos fui melhorando. 0 mal estar passou e com ele a dor de cabeça. Susete pediu-me licença para tomar um banho e mais uma vez fiquei a sós com Ana. Assim que sua irmã saiu da sala, ela veio em minha direção e sentou-se ao meu lado. Num movimento instintivo, passei a mão em tomo de sua cabeça e a encostei em meu peito. Ela, um pouco surpresa, levantou-se e ai trocamos um olhar temo, que acabou encorajando-me a beijala. Nossas bocas se colaram sem pressa e nos entregamos a um beijo longo, molhado e gostoso. Assim que ouvimos barulho no corredor, nos separamos e logo Susete chegou a sala, com uma toalha em volta do corpo. Acenou que esperássemos, pois iria vestir uma roupa. Mais alguns minutos e minha garota voltou. Eu, alegando ter melhorado, disse que ia embora. Mas Susete argumentou que eu não deveria ir, que podia dormir aquela noite em sua casa. Simulei hesitar, fiz que não,. porém ela insistiu, ajudada por Ana. Claro, acabei ficando. Enquanto Susete foi arrumar um quarto para mim, tentei dar uma sarrada em Ana, mas ela se esquivou, dizendo que era cedo para tal coisa. Beijou-me e foi se deitar. Deitado, não consegui dormir. A imagem do corpo de Ana não me saia da cabeça. Meia hora, creio, se passou e ouvi barulho na maçaneta da porta. Em segundos ela se abriu e Ana entrou. Fez sinal para que não fizesse barulho. Só de cueca, me levantei e fui ao seu encontro. Nem precisamos de palavras, nos abraçamos apertado. Meu pênis - que não é dos menores automaticamente endureceu e parte dele ficou para fora da cueca, atingindo as coxas de Ana. Seus seios se comprimiram contra meu peito e nossas línguas famintas novamente se encontraram. Ela pediu-me para não fazer barulho, pois sua irmã poderia acordar. Concordei e logo minhas mãos apertaram suas nádegas e foram abaixando a sumaria calcinha que mal lhe cobria o sexo. Por sua vez, sem perda de tempo, ela desceu sua mão até o meu sexo, agarrando-o com volúpia. Meus dedos lhes atingiram o interior da vagina, arrancando-Ihe gemidos de prazer. A cada movimento deles, ela vibrava mais. Devagar, fomos nos chegando até a cama e lentamente nos deitamos. Sem parar os movimentos sobre seu clitóris embrasado, esperei que ela tirasse o baby doll, ficando inteiramente nua. Um perfume silvestre se desprendia daquele corpo fresco, jovem. Agradecida, Ana apertava forte meu pênis, que latejava em sua mão. Nossos beijos eram dados com sofreguidão e ela já me pedia para penetra-la. Atirei minha cueca ao acaso e meu pênis se arremessou contra a abertura de sua vagina. Um empurraozinho e a glande entrou. Ana estremeceu, engoliu um gemido e pediu-me para enfiar. Fui, devagar. Seus olhos estavam fechados, e a boca entreaberta não continha os gritos -abafados - daquela fêmea alucinada. Acelerei os movimentos e um grito mais alto fugiu de sua boca. Ela suspirou, gemeu, disse coisas que eu não conseguia entender. Seu corpo se grudou ao meu e sua boca mordeu meu ombro. Anunciou com a voz quebrada que estava gozando. Chorando convulsamente, pediu-me que gozasse; queria sentir meu esperma quente em suas entranhas. Em movimentos ágeis, gozei, despejando-Ihe o que me pedira. Ela afrouxou os braços em tomo de meu peito e relaxou. Poucos minutos depois de nos separarmos, aquela potra insaciável já queria mais. Enxugou-se com o lençol e, puxando-me, fez com que minha cabeça fosse encontrar seu sexo. Comecei a chupa-la. Minha língua se agitou sobre seu clitóris, que se tomou intumescido dentro de minha boca. Ela, suspirando, curtia deliciosamente aquela caricia. Escorreguei a língua do clitóris e saboreei os sucos que se desprendiam de sua vagina. Ela, ao mesmo tempo que arfava, mexia ritmadamente sua pélvis contra minha boca. Um pouco mais e ela puxou meu corpo para cima e com uma das mãos guiou meu pênis - já ereto para sua gruta. Bem lubrificada, não tive dificuldades para penetra-la e, em três firmes movimentos, estava todinho dentro dela. Suas pemas, suspensas no ar, acompanhavam os meus movimentos até que se entrelaçaram em tomo do meu corpo - ela estava começando a gozar. Não parei de me movimentar dentro daquela mulher. Obtive absoluto controle da ejaculação e fiz com que chegasse a vários orgasmos. Tive um certo receio de - a qualquer momento - Susete, ou quem quer que fosse, ouvir os gemidos, o palavreado de Ana. Só muito depois, rodando com ela na cama em posições as mais acrobáticas, é que me permiti o gozo, que aconteceu aos solavancos, tal era a minha excitação. Acendi um cigarro e conversamos um pouco. Disse-Ihe que estava com sede e ela foi até a geladeira e me trouxe água. Bebi. Voltamos ao papo - sobre a primeira vez dela - e novamente nos acariciamos. Ana, com a voz mais tema deste mundo, disse-me que queria que eu fizesse algo com ela. incentivei-a a levar adiante e então pediu-me para ejacular em seu rosto. A principio não entendi direito, mas ela me fez calar. e iniciou uma deliciosa chupada

em meu membro. Sua boca quente e escolada logo realizou o grande milagre e meu pênis, em poucos segundos, endureceu. Deitada de costas, comigo ajoelhado sobre a parte superior de seu corpo, prosseguiu a falação. Pelas minhas expressões de prazer ela ia controlando meu orgasmo, que se prolongou por alguns minutos. Mais um pouco e comecei a ejacular, o que a fez tirar meu instrumento de sua boca, colocando-o a altura de seu rosto. Em golfadas, meu sêmen atingiu seus olhos, nariz e boca, Ela o apertava e me agradecia o favor que Ihe fizera. Imaginei, feliz, que tantas vezes que ela quisesse poderia abusar destes meus favores. Cuidei de tomar um banho - rápido - e quando voltei para a cama não encontrei mais Ana. Era inútil qualquer tentativa de procura-la. Mas o sono não demorou a pintar e dormi como um anjo. No outro dia, sai bem cedo. Susete me levou a porta e marcamos um encontro para mais tarde, na faculdade. Quanto ao que ocorrera durante aquela noite, ela não se tocou de nada."

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AMANTE PERFEITO "Quando minha mãe se casou pela segunda vez, além de um padrasto ganhei um tio-torto, 18 anos mais velho que eu. Minha infância era feliz e minha relação com o novo tio não era nem próxima nem distante: ele simplesmente ignorava a minha existência. Fui crescendo e passei a olha-lo com olhar comprido de namorar moço bonito, até me transformar numa bela moça, o que, claro, não iria passar despercebido pelas pessoas mais indiferentes, que tivessem me visto crescer. Logo arranjei um na morado e fui perdendo os meus jeitos de donzela. Isso teria me deixado muito feliz, não fosse o meu descabaçador casado e pai de quatro filhos. Agora que já passou tanto tempo acho até engraçado, mas na época fiquei francamente decepcionada, descrente dos homens, e fui chorar no ombro do tio Toni, que se mostrou muito compreensivo e amigo, com palavras apenas, pois me lembro que em dado momento, em que ia me dando um braço, me afastou bruscamente, arranjou uma desculpa qualquer e foi embora. Depois desse episódio, vivi bem uns dois anos sem pensar em namorado nem em transar, até que comecei a entrar num cio que não estava dando mais para agüentar. Eu acordava de noite morrendo de desejo e não adiantava me masturbar que não passava: era pior ainda. Eu andava com vontade de subir pelas paredes Precisava fazer sexo e n5o sabia com quem. Ou sabia? A imagem do Toni sempre pintava nas minhas fantasias. Mas nunca pensei que pudesse me atrever. Mas pude, e quando vi estava defronte ao apartamento dele, tocando a campainha. 'Não vai me mandar entrar?' - perguntei para Toni, que me atendeu com uma cara de quem não estava entendendo o que uma moça como eu estava querendo aquela hora. Deviam ser umas dez da noite No apartamento de um homem sozinho! 'Aconteceu alguma coisa? Tudo bem na sua casa,.?' - ele quis saber. Eu disse que não era nada disso, estava tudo bem. E fui entrando, antes que me arrependesse. Minhas pemas começaram a tremer e eu disse de supetão, porque do contrario não conseguiria: 'Eu vim aqui porque quero ir pra cama com você.' Assim de cara. Ele ficou surpreso, abobado, levou um tempo para me agarrar, cor., o rosto afogueado, e me beijou a boca com sofreguidão. Só depois começou a me fazer roçar com os peitinhos no seu tórax; ele ficou enlouquecido pois eram quentinhos e macios como paes-de-lo recém-saidos do forno. Apertou com força e eu deixei, sem medo de que ele pudesse estragar os meus troféus tamanha tesão eu tinha. 0 Toni era muito mais gostoso do que eu tinha imaginado, ainda mais assim pegando fogo, com a pele macia do rosto se esfregando na minha, com os lábios roçando de mansinho meu pescoço e mordiscando, lambendo e descendo para a minha cintura Os seios esperando ansiosos, ele maltratando meu desejo, assim de propósito para ficar mais gostoso. Minha blusa no chão. Ele rodeando minha cintura, meu dorso, e finalmente chupando os bicos eriçados dos meus seios, eu sentindo um prazer infinito, de ser o Toni a estar me chupando os seios, de ver meu tio, tão sério e tão distante, ali ajoelhado diante de mim, me tirando a roupa. bestificado com o que estava acontecendo. Ali no hall de entrada mesmo, ele me tirou a saia e depois a calcinha, lambeu o meu umbigo, meus p0los, e depois enfiou a língua pontuda na minha fenda até sentir o meu brotinho endurecer. Então ele afastou os lábios e começou a mamar aquela coisinha dura até me fazer gozar Sem agüentar mais, ele me tomou nos braços e me carregou para o seu ninho, para me comer melhor, pois chegara o momento supremo de meter aquela doce maravilha em mim. Tive vontade de cantar uma opera, da mais pura alegria. 0'membro dele estava duro como algo, não vou dizer que não doeu pois eu era quase virgem, mas até a dor era gostosa. Ele ficou por cima de mim sem largar o peso todo, suspenso pelos braços. E assim ele entrava e saia, me arrancando a cada vez uma sensação de precipício, o que me fazia gemer e grunhir; eu estava fora de mim. Não sentia a cama por debaixo do corpo, me sentia nas nuvens, ele gozava e continuava dentro sem arrefecer. Gozou desse jeito três vezes e eu, calculo, umas nove. No intervalo entre o primeiro e o segundo ato, eu e o Toni conversamos muito e ele me confessou que hå muito tempo me desejava como louco. Disse que queria me comer de cabeça pra baixo, de tudo quanto era jeito, que queria o meu anus. Me deu muito medo, mas concordei. Afinal não poderia negar nada ao homem que estava amando com paixão. Fiquei de quatro na cama, ele passou vaselina no meu anus e no membro dele, da cabeça até a raiz, e empurrou no meu buraquinho virgem. Entrou fácil, fácil. Doeu horrivelmente, mas eu não queria que ele tirasse. Ele gozou muito IA dentro. Foi assim que partimos para o terceiro ato, onde ele me compensaria do sofrimento para me ensinar uma coisa que eu não tinha imaginado que pudesse ser tão bom: o meu primeiro sessenta-enove. Pôs-me aquela fantástica peça, bem lavadinha, dentro da boca e começou a chupar com sofreguidão a minha 'bela-adormecida', que imediatamente se assanhou. Ter o membro dele na minha boca era uma delicia. Eu procurava acariciå-lo de todos os modos que sabia e imaginava, e de tanto passear a minha língua e sugar arranquei-Ihe a seiva que me inundou a boca. Bebi ao mesmo tempo que gozava. Durante toda a noite Toni acabou mais umas seis vezes dentro de mim, mas antes dava-me uma chupada gostosa. Gozei demais naquela noite. Tio Toni é o amante perfeito. Para sempre."

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VERSOS INFALIVEIS "Esta é a segunda carta que envio a "Louco Desejo" contando a minha aventura. Não sei por que vocês não a publicaram da primeira vez. Espero ser bem-sucedido nesta segunda tentativa. Ai vai o meu relato: Eu sempre fui metido a poeta. Sempre que batia um papinho com os amigos e amigas, lia para eles os meus versos apaixonados. E até que tinha alguma coisa que se aproveitava e sempre existia uma gatinha com o coraçãozinho mais frágil, que logo me pedia para repetir as baboseiras. Com o tempo fui ficando conhecido no colégio, e quando surgia uma gatinha apaixonada por um gatão, vinha a mim e pedia para escrever uns versinhos e tal. E nesta de escrever versos, acabei comendo mais de uma dúzia delas. Lembro-me especialmente de Helena, uma loira lindíssima, com tudo em cima. Ela, um pouco tímida, chegou-se a mim e abriu o jogo. Contou que estava apaixonada por um tal de Serginho - um idiota do terceiro ano - e que precisava da minha ajuda. Gentilmente me prontifiquei em ajuda-la. Antes, porém, de dizer - em versos - que aquele parvo era o que ha de melhor entre os homens, estudei minhas possibilidades de levar Helena até um motel. 0 fato de ter apenas dezoito anos e não trabalhar -

faltava grana - dificultava um pouco as coisas, pois eu não tinha aonde levar as moças. Mas, acabo sempre me saindo bem. Contei a hist6ria - de falta de lugar - para um tio meu, que se aprestou a resolver o problema. E resolveu. Ele me alugou um pequeno apartamento em Bonsucesso e o colocou å minha disposição. (Claro que ele queria também, quando necessário, usar o ape). Depois de ter comprado uns almofadões e de transportar uma pequena geladeira - que ganhei deste mesmo tio -, me aproximei de Helena e disse que estava pronto a fazer o grande milagre Escreveria os versos na primeira pessoa e no feminino. Aleguei que o cara ia se sensibilizar com a profundidade de seus sentimentos e que iria cair como um patinho em seus braços angelicais Marquei com ela na Avenida Teixeira de Castro n.' tal e å tal hora. Fissuradissimo, derrubei, garganta abaixo, duas doses de vodca. De imediato, já estava pronto para o meu ato de sedução. Todo e qualquer movimento no segundo andar fazia meu coração bater forte. Quinze minutos de atraso, vinte, vinte e cinco, meia hora - bate na porta. Abro. É ela Um tanto cansada e assustada, aceita meu simpático convite para entrar. Fiz com que sentasse e Ihe ofereci um refrigerante; ela aceitou. Afobada, quis logo começar os versos. Pedi calma e fui å cozinha buscar mais vodca. Da porta dei uma sacada, e pela posição em que estava podia ver suas coxas bem torneadas e cobertas por suave penugem dourada. Aquelas pemas maravilhosas se aprofundavam por dentro da saia, que cobria, por sua vez, o doce mistério daquela quase adolescente. Voltei com o copo na mão, os olhos turvos pelo desejo de possuir aquela pérola. Pensei até em abandonar a idéia de escrever versos, mas isso poderia estragar tudo. Peguei um caderno e uma caneta (o que um homem não faz para transar uma gatinha'?!) e sentei-me ao seu lado. Pousei uma de minhas mãos sobre uma daquelas pemas. Um contato com a carne quente e macia fez com que meu membro latejasse. Escorreguei a mão e Ihe perguntei o nome ao cara. Como se eu não soubesse! Ela, empurrando meus dedos, disse o nome da figura: Sérgio. Um certo ódio passou pela minha cabeça. Como eu, logo eu, escreveria um acråstico para um homem, e o pior, a pedido de uma mulher?! 0 primeiro verso foi escrito com mA vontade, garatujado e sem sentido. 0 segundo, igualmente pobre. Ela, com seu corpo mais próximo do meu, permitiu-me ver bem de perto as formas deliciosas de seus seios. Os mamilos róseos descobertos eram um convite ao amor. Fingi pensar e uma de minhas mãos pousou licenciosa sobre a coxa direita de Helena. Senti os pelinhos se eriçarem com minha leve caricia. Sorvi mais um gole de vodca, e me deliciei com o contato macio daquele rosto encostado ao meu. Por baixo da calça meu pênis se avolumava, e, a medida que ia crescendo, ia esticando meus pelos, de forma que eu sentia uma dor terrível. Tinha que enfiar a mão por debaixo e coloca-lo em posição vertical, rente ao umbigo. Quando, instintivamente, enfiei a mão, Helena suspirou. Em segundos o agarrou, apertando-o sob o tecido jeans. Automaticamente minhas mãos se aprofundaram no interior de suas coxas até Ihe atingirem o sexo ardente. Sua calcinha não foi empecilho para os meus dedos ágeis. Logo Ihe atingi os pequenos lábios e, numa exploração febril, o seu clit6ris. Aos poucos senti meus dedos molhados por um liquido denso, viscoso. Ela, por sua vez, libertara meu pênis e o masturbava gostosamente. Joguei longe a caderno e, virando um pouco mais o rosto, comecei a beijá-la, Helena, excitadissima, me apertava contra seu corpo e já movia sua pélvis ritmadamente contra meus dedos. Nossas línguas se chupavam e bebíamos o sabor de nossas bocas. Com delicadeza fui desabotoando a saia de Helena, e, tirando-a, joguei-a sobre os almofadoes. Meus dedos continuaram a se mover no interior de seu sexo. A calcinha estava encharcada dos sucos daquela fêmea. Um puxaõ, e os colchetes de sua blusa cederam e seus seios lindos surgiram diante de meus olhos. Seus mamilos me lembravam duas pérolas e logo os abocanhei - ora um, ora outro - sugando-os com volúpia. Helena sentia a rigidez de meu membro em sua måo e seu rebolado anunciava para breve o seu orgasmo. Novamente comecei a beija-la enquanto tirava a minha calça e a cueca. Ela, vendo-me nu da cintura para baixo, não hesitou e, num movimento arrebatado, mergulhou sobre meu sexo, introduzindo-o em sua boca voraz. Sugou-o com todas as suas forças, fazendo-me ir ao paraíso, tal era a sensação que sua boca quente produzia em meu membro. De repente, seus movimentos aumentaram numa intensidade louca e ela começou a gozar. Fiz com que largasse meu membro, o que a deixou louca e, sem perda de tempo preparei-me para penetr1-la. Tomei posição e empurrei a glande. Senti certa dificuldade na penetração. Helena começou a gritar, a apertar meu corpo delirantemente. Fiz mais força e senti perfeitamente o rompimento de seu hímen, ao que ela começou a soluçar. Puxava a pélvis, tentava se libertar, gritava, pedia-me, implorava para tirar. Não Ihe dei ouvidos, e acelerei meus movimentos. Aos poucos ela começou a me acompanhar. Começou a rebolar alucinadamente, me agarrando o corpo, chamando-me de tesão, de gostoso, e pedindo-me entre lágrimas que enfiasse tudo Obedeci aos seus pedidos e permiti que ela gozasse freneticamente pela primeira vez em sua vida. Esperei que relaxasse e tentei, em breves estocadas, chegar ao orgasmo, porém não consegui. Creio que houve, naquele momento, um bloqueio psicol6gico que evitou que eu ejaculasse. Nos separamos e tratei de me servir mais uma vodca e um outro refrigerante a Helena. Sobre a almofada em que fizemos amor, via-se uma mancha de sangue, prova inconteste da virgindade que deixara de existir. De pé, nos entregamos a um abraço delicioso e meu membro logo endureceu, atingindo-Ihe o interior das coxas. Simulamos uma dança e Helena começou a se excitar com o roça-roça. Chegou mesmo a ficar molhadinha só pelo fato de meu membro friccionar a superfície de seu sexo. E ficamos mais de meia hora naquela libidinagem gostosa; um preparo para uma nova transa. S6 que eu quis fazer diferente: pedi que ficasse de quatro sobre os almofadões e expliquei que iria Ihe fazer uma caricia anal. Comecei a passar a cabeça do meu falo na abertura daquela bundinha deliciosa, e, aproveitando o fato de já estar lubrificado - com os sucos daquela vagina -, fui enfiando devagarinho no buraquinho. Tive dificuldades, mas com muito tato fui insistindo, insistindo, até que de repente meu membro foi tragado por inteiro. Acelerei imediatamente minhas investidas, e ela, esfregando meus dedos contra seu clitóris, começou a gozar. Assim que ouvi seus primeiros gemidos de gozo, entrei num ritmo louco e atingi a um clímax delirante, alucinado; despejei todo o meu esperma no mais profundo de suas entranhas. Que delicia fora aquele orgasmo, que espetacular ver aquela mulher rebolando feito doida em cima do meu p0nis duríssimo. Percebi que não era a primeira vez que Helena tivera uma relação anal. Foi então, sem que eu pedisse, que ela me explicou, durante o banho, que o Serginho nunca representara nada para ela, que fora um simples pretexto para se aproximar de mim. Esclareceu também que j5 havia transado relacionamento anal muitas vezes, e isso explicava o fato de não ter dado um ai, mas que era a mim que queria se entregar. Disse também que me paquerava desde os tempos do gin5sio, que lia todos os meus versos e coisa e tal. Saímos do chuveiro e.ela, consultando o relógio, falou que tinha que ir, mas que voltaria no dia seguinte, pois não se enganou a meu respeito. Sabia que eu era maravilhoso, um homem e tanto. Aquelas palavras fizeram um efeito mágico no meu ego de macho ainda adolescente. Me senti o maior entre todos os mortais, No outro dia ela voltou, e ai transamos loucamente. Durante todo aquele ano de 1978, eu e ela trans5vamos quase todos os dias. Hoje, casado, apaixonado por minha mulher, tudo o que tenho em relação a helena - e muitas outras que passaram sob o crivo do poeta - são apenas recordações. Não sei por onde ela anda, mas sei que, se acaso ela ler esta carta, se lembrar5 de mim."

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TARADA POR OFFICE BOY "Eu estava estagiando já no final do curso numa construtora aqui em São Paulo. Apesar de adorar o campo de obras, ficava praticamente restrita à área de cálculo estrutural. Desenvolvia rotinas para utilização em micros para agilizar os projetos. Havia um officeboy baixinho, mas bonitinho que trabalhava comigo. Tudo o que eu precisava pedia a ele. Ficava quase o dia todo sentada na prancheta e ele, coitadinho, numa mesa de secretária perto da porta. Eu olhava prá ele e ouvia: "Pode dizer, Dona Iza." E era só pedir. Muito esforçado, cursava o 2º grau à noite e duas tardes por semana frequentava um curso de ingles, que foi ofertado pelo escritório. Assim, ele passava o dia inteiro com os livros de ingles abertos sobre a mesa. Ao final do dia, ele arrumava a minha sala, menos minha prancheta, a mesinha dele e o que estivesse fora do lugar. Aliás, sempre que precisava se ausentar, deixava a mesa dele arrumadinha. Eu ficava encantada com o jeitinho dele. Certa vez, pedi a ele que fosse comprar material prá mim e ele saiu imediatamente. Depois de alguns minutos me dei conta que tinha deixado pela primeira vez a sua mesa desarrumada. Mulher não presta. Curiosa! Levantei e fui até a mesa dele prá dar uma olhada como estava se saindo com as lições. E, surpresa! Revistínhas de sacanagem dentro dos livros. Na hora me lembrei dos meus tempos de colégio de freiras. Ficávamos horas escondidas lendo. Me excitei toda. Queria ficar folheando as revistas, mas estava morrendo de medo de ser flagrada. Abri uma das gavetas da mesa e achei mais. Meu officeboy favorito tinha uma coleção enorme. Acabei pegando umas 3 ou 4 na parte de baixo da pilha e levei prá minha prancheta. Minutos depois ele chegou. Me entregou o material e sentou-se na sua mesinha. Não consegui fazer mais nada até decidir ir ao banheiro e ler pelo menos uma das revistinhas. Escolhi uma delas e fui. Até hoje fico fascinada por desenhos como o do Zéfiro. Era sobre um casal em lua-de-mel num trem. Folheei rapidamente e voltei prá minha mesa. Estava a mil. Tudo em mim fervia. Precisava fazer alguma coisa. Eu ia explodir. E a única possibilidade era aquela "amostra-grátis" de homem. Fiquei subindo pelas paredes e não dei o braço a torcer. No final do expediente, aquele que seria meu futuro marido, veio me buscar. Recebi-o de maneira "entusiasmada" e a única coisa que obtive em troca foi um beijinho rápido nos lábios e a frase: "Te deixo em casa e volto pro hospital. Tive de trocar de plantão." Droga! Nada ia acontecer e não aconteceu mesmo. Cheguei em casa tomei um banho mais prolongado. Queria me masturbar, mas achei um desaforo uma mulher como eu fazer isso quando queria mais. Comi um lanche rápido assistindo televisão e fui prá cama. No dia seguinte estava mais calma. Fui prá faculdade. Esqueci de como havia ficado no dia anterior. Na hora do almoço, comi o meu PF diário e fui pro escritório. Uma reunião com os engenheiros, um café e fui prá minha sala. Cheguei lá e não tinha ninguém. E, prá meu desespero, a minha prancheta estava em ordem. Aquele pestinha tinha arrumado. Ele nunca fez isso. Corri prá olhar embaixo dos vegetais e não vi nenhuma revista. Fui até a mesa dele, e nada. Trancadinha. Tinha sido descoberta. Quando meu "anjinho" chegou, passou a agir naturalmente. Pedi a ele prá tirar cópias de alguns vegetais. Ele levantou, arrumou suas coisas, fechou a mesa e saiu. Quis morrer! Ele voltou meia-hora depois. Aquele cheiro de amoniaco das cópias dos vegetais "poluia" a sala. " Você abre a janela um pouco? O ar-condicionado não vai adiantar." O estabanado abriu a janela e um vento levou algumas anotações de cima da pancheta para o chão. Me abaixei para pegá-las e ele também. Enquanto pegava as folhas, percebi um par de olhos gulosos cravados nas minhas pernas. A reação foi imediata. Levantei um pouco os olhos e fui olhar como estava o meu amigo. Volumoso. Até demais. Como alguém com no máximo 1 metro e meio podia Ter "aquilo" daquele tamanho. E ele percebeu. Ficamos a tarde inteira nesse joguinho de gata e rato. Olhares prá cá, olhares prá lá ... De repente, "Dona Iza, a senhora gostou ?" Gostei do que? Do que aquela peste estava me perguntando. Resolvi dar uma voltinha em cima dele. "Gostei das duas coisas!" Pronto. A carinha de bobo dele, valeu! "Duas?" "Sim! As revistinhas e o "volume"!" Não consegui segurar um risinho. Ele ficou corado, abaixou os olhos. Não queria magoá-lo. Queria apenas que ele se mantivesse sob meu domínio. Me levantei e pedi desculpas pela estupidez. Ele levantou os olhos e sorriu meio amarelo. "Eu perguntei do que a Sra. Pegou na minha mesa!" Realmente, a ladra tinha sido eu. Disse a ele que adorava revistinhas assim. Foi a senha. Ele na hora mudou a expressão. Abriu a gaveta da mesa e começou a me mostrar as suas favoritas. E um esboço de uma que ele estava tentando fazer. Peguei as outras folhas que ele havia deixado na gaveta e comecei a folhear. Ele começou a tremer. "Não fica assim, bobo! Você desenha muito bem!" Foi aí que percebi não eram os traços que o incomodavam! Era a personagem. Euzinha! Na "revistinha" dele, eu estava sentada na minha prancheta, com as pernas abertas. Podia ver minha calcinha nos quadros seguintes. Até tufos dos pelos ele desenhou saindo pela lateral da calcinha. Nessa hora percebi que nunca tinha dado "nenhuma bandeira" porque sempre mantive "aparados" por causa dos biquinis. Em outra página, ele estava ajoelhado embaixo da prancheta com as minhas pernas sobre os seus ombros. Sua cabeça entre minhas pernas. Comecei a suar frio. Levantei os olhos e fitei aqueles dois olhinhos fixos, mistos de tesão e medo. Estiquei o braço até a porta e tranquei-a. Peguei sua mão. Trouxe-o até a prancheta. Dei a volta e me sentei no banquinho, tomando o cuidado de deixar minha saia solta sobre o ele. "Vem! Faz igual!" Ele relutava. Meu olhar deve ter transmitido todo o desejo que eu sentia. Ele se abaixou sob a pancheta. Se ajoelhou e colocou delicadamente minhas pernas sobre seus ombros. Seu rosto foi se aproximando. Percebi que ele não saberia o que fazer. Ergui mais a saia, e puxei o lado calcinha, me expondo toda. Ele veio com a boca e encostou a língua. Explodi na hora. Prendi a cabecinha dele entre minhas pernas. Eu "comia" aquela linguinha. Eu me movimentava contra sua boca. Gozava seguidamente. Quando me acalmei, larguei aquela cabecinha. "Dona Iza a Sra. é demais!" Me senti nas nuvens. Puxei o banquinho prá tras e trouxe ele prá cima. Sai do banquinho. Fiquei em pé. Trouxe ele contra o meu corpo. Os quase dez centimentros de diferença entre nós criou uma situação engraçada. Seus lábios quase ficavam na altura dos meus seios. Ele queria me beijar. Deixei. Minhas mãos foram imediatamente atrás do "volume". Apertei aquela coisa por cima de sua calça jeans. Tirei sua calça e vi a sua cuequinha com uma mancha enorme. Me abaixei e encostei a boca sobre a mancha. Ele tremia todo. Abaixei a cuequinha e vi o "volume". Não era tão grande assim, mas a grossura era maior do que a maioria que eu tinha visto. Cheguei com os lábios bem perto e pude sentir aquele cheiro característico. Abri meus lábios e comecei a colocá-lo dentro da minha boca. Quando pressionei a língua contra ele e o meu céu da boca, me assustei com o jato. Um amante "rápido no gatilho". Ele gozava muito. Tremia todo. Tirei-o da boca e ainda assim fui "alvejada" no rosto. Levantei o rosto e vi aquela carinha de tesão. Sorri. "Você é rápido!" "Nunca fiz isso!" "Você é virgem?" "Não! Os meninos ... sabe, né?" "Sei! Sei, sim! Nunca uma menina?" "Não! Queria ver!" "Espera!" Tirei a camiseta e o resto da roupa. "A Sra. é linda!" O "volume" surgiu de novo. Tirei as roupas que restavam dele. Deitei ele no chão e me sentei em cima dele. Cavalgava como doida. Nem me importava se ele fosse rapido de novo. Mas não foi. Consegui controlar o meu garoto que acabou gozando só depois de mim. " A Sra. vai me mandar embora?" "Não! Por que?" "Isso! A gente não podia!" Rolei por cima dele e o puxei sobre mim. Pedi a ele prá não se mexer. Disse que ficasse quieto, apenas com os lábios brincasse com meus seios. E ele fez. Chupava meio desajeitado. "Morde devagar. Na pontinha!" Ele mordia. E dava sinais de vida de novo! Nada como tesão recolhido. Vinha de novo. E veio. Ele se apoiou sobre

as mãos e começou o vai e vem com os quadris. Me deixei languida. Queria apenas sentir. " Vem, meu anjo! Goza comigo!" Gozamos os dois! Levei-o ao banheiro e limpei meu "amante mirim". Me limpei e voltamos a minha sala. Aí comecei a série de perguntas: "Você nunca tinha estado com uma mulher?" "Não!" "Só com meninos?" "Uns viadinhos na escola!" Achei graça do jeitinho dele. E me excitei de novo pensando no que faziam. "Me conta como é!" "No banheiro da escola. A gente entra dois no mesmo banheiro. Se for prá chupar eles ficam em pé no chão e eu no vaso. Se for prá comer, eu fico em pé e eles abaixados no vaso." "Me mostra!" Fomos ao banheiro. Ele tirou o "volume" prá fora. Subi no vaso. Abaixei minha calcinha até os pés. Suspendi a saia e fiquei de cócoras. Ele molhou meu rabinho com saliva. Deu uma lambuzada no "volume". Segurou na minha bundinha e foi posicionando-a até começar a encostar a cabeça. Aí, empurrou! Quase caí. Achei que seria mais gentil. A dor e o desiquilíbrio quase estragaram tudo. Me firmei com as mãos e ele começou a bombar dentro do meu rabinho. Era difícil suportar. Ele só se importava em se movimentar. Com uma mão procurei meu sexo e comecei a me masturbar. Me sentia o "viadinho da escola". Ele demorou mais prá gozar e eu aproveitei. Mais duas vezes. Ele gozou puxando a minha bundinha de encontro a ele. Parecia que queria entrar mais ainda. Quando ele tirou senti o vazio deixado e o leite escorrendo. Não me limpei. Deixei-me ficar naquela posição enquanto o seu líquido se esvaia de dentro de mim. Olhando prá trás, vi que ele estava se excitando com a cena. Não perdi tempo. Me concentrei ao máximo para dar um showzinho prá ele. De repente, consegui. No início algumas gotas, depois o jorro um pouco fora do alvo, mas eu estava urinando prá me exibir. Nunca tinha feito aquilo. Levantei um pouco mais o quadril para que o jorro ficasse dentro do vaso. Olhei prá trás e meu amiguinho começava a se masturbar. Incrível. Acabei o "banho dourado". Me virei. Sentei na ponta do vaso. Abaixei a sua calça de novo e o fiz se ajoelhar no chão. Eu mesma guiei o membro dele prá dentro de mim. E assim, iniciamos a nossa saideira. E abusei. Tinha certeza de que ele seria mais lento e mais carinhoso. E foi. Deixei o "volume" em frangalhos. Ele ficou comigo mais 3 semanas. Achei melhor arrumar uma colocação prá ele em outro escritório. É claro que seu rendimento caiu. Mas as nossas tardes eram movimentadíssimas. Pelo menos uma por dia. Ele era incrível. Realmente, "um pau prá toda obra". É claro que sinto saudades dele. Poucas vezes depois arrumei alguém que ficasse sob meu domínio. Não como escravo.Isso não me excita. Apenas o domínio da situação.

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INICIAÇÃO DE UMA PUTA "Tinha ido visitar um amigo numa cidade do interior de SP e ele resolveu me levar até um puteiro para que eu visse como é. Chegando lá a dona do bordel veio cumprimentá-lo e me abraçou enquanto ele dizia para ela que tinha me levado até lá para que eu pudesse ver como era. Ela olhava para mim e me avaliava... Não correspondo aos padrões estéticos de beleza... Sou uma mulher negra, gorda, com seios fartos, bunda enorme e cintura fina... um rosto delicado e bonito, lábios carnudos e quentes... ela correu os olhos por cada detalhe e me senti despida. De repente, levantou o meu vestido e enfiou os dedos entre minhas pernas... Tentei protestar, mas meu amigo me fez um sinal e me mandou calar. Ela me acariciou sobre a calcinha... Todos olhavam para nós... Abriu então o resto dos botões do meu vestido e tocou meus seios. Quis fugir, mas ele me segurou. Ela sorriu e me beijou... comecei a ficar excitada... O susto foi passando e estar ali, exposta à vista de todos me pareceu maravilhoso... Ela virou-se para meu amigo e disse que ele tinha nas mãos uma vadia, que seu olhar profissional jamais se enganara. Ele sorriu e disse que, se ela pensava assim, era hora de comprovar. Fui levada para um dos quartos da casa e despida. Me fizeram deitar na cama e me disseram que eu seria uma das putas da casa por algum tempo. Tive medo, mas o tesão era maior. O primeiro cliente entrou, colocou o dinheiro sobre a mesa e se lançou sobre mim como um animal. Me mordia e apertava e enfiou todo o pau de uma só vez. Gritei de dor, mas me senti ainda mais excitada. Ele deu algumas estocadas e logo eu estava coberta de porra. Meu amigo entrou em seguida e disse que tinha combinado com o próximo cliente e ficaria para me observar. Disse que queria ver minha cara de puta quando ele me rasgasse o cuzinho. O cliente entrou me mandou ficar de quatro e me chupou o cuzinho... Brincou com os dedos na minha buceta melada e quando eu comecei a rebolar ele meteu no cuzinho... Ahhhhhhhhhh... que delícia!!!! Comecei a gemer alto e a rebolar, enquanto ele metia gostoso, sem machucar... Meu amigo me olhava com cara de safado e não resistiu muito tempo. Perguntou para o cliente se podia participar também e o cara disse que não tinha problema. Ele, então, me deu o pau para chupar e eu mamei bem gostoso. Comecei chupando a cabecinha, devagar... passando a língua em volta, apertando com os lábios. Senti o pau crescer em minha boca e fui sugando mais forte, enquanto minhas mãos acariciavam o saco. O cuzinho estava todo arrombado e o cliente não parava de meter. O pau do meu amigo, enorme, quase me sufocava ao tocar no fundo da minha garganta. Continuei a chupá-lo com vontade... desci com a pontinha da língua até o saco, enquanto acariciava o pau com a mão... chupei suas bolas, apertei-as com os lábios... voltei para cabeça e enfiei a pontinha da língua no buraquinho... Sentir o gosto da porra me enlouqueceu... rebolei mais e chupei com mais vontade. A cada estocada em meu cuzinho, ele se contraía e eu ficava mais maluca. Os dois gozaram quase juntos... Fiquei ali largada, cheia de porra no cú e na boca. Vários clientes se sucederam... perdi a noção do tempo e me sentia ardida e arrombada. Contrariando as normas das putas, gozei várias vezes. A dona do bordel veio até o quarto, deitou-se ao meu lado e me acariciou. Disse que estava encantada comigo, que os clientes estavam satisfeitos e começou a me tocar... Estremeci... nunca tinha transado com mulher. Ela me falou para ficar calma, que ela cuidaria de tudo; começou a me acariciar e eu não resisti, me entreguei aos seus carinhos... Ela me chupou os seios com delicadeza e foi descendo por minha barriga até tocar meus pelos... Começou a beijar minha buceta melada, enfiando a língua bem fundo... A cada chupada eu gritava de prazer enquanto apertava os bicos dos seios. Ela mordeu meu clitóris e eu me senti derreter... Enfiou os dedos em minha buceta e quando estavam bem melados socou-os no meu cuzinho arrombado. Eu enlouqueci de tesão e comecei a gemer alto. Ela então se levantou e começou a se despir... os seios grandes e duros apareceram... ela tirou a saia... a calcinha... então... surpresa! Vi surgir um pau deliciosamente duro e latejante... Ela deitou-se sobre mim e começou a me foder enquanto me beijava. Eu estava encantada. Sentia aquele pau maravilhoso entrando em mim e olhava para o rosto de uma mulher...sentia os bicos dos seios duros me tocando, mas estava sendo arrombada por um macho. Ela me fodeu violentamente, estocando fundo e me chamando de putinha safada. Gozei deliciosamente e ela então colocou minhas pernas sobre seus ombros e enfiou no meu cuzinho... gemi, gritei, enquanto sentia aquele pau entrar fundo... eu acariciava o clitóris e ela fodia minha buceta com os dedos. Meu amigo entrou e ficou maravilhado com o que viu. Neste momento ela gozou... Senti a porra invadindo meu cuzinho e sorri. Uma vadia feliz.

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CARIOCA POR CONVENIÊNCIA

"Tudo que diz respeito a sexo - heterossexual - me interessa. Até o fato de escrever a respeito me agrada, e foi por isso que resolvi contar uma de minhas historias Sou vendedor. Trabalho em uma sapataria no centro da cidade. Diariamente atendo uma média de oito a doze mulheres. Elas vem å nossa loja - meu pai é um dos proprietários -, procurando pelos lançamentos. Fico fissurado quando algumas gatinhas, de minissaia, experimentam alguns modelos. Meus olhos, inquietos nas órbitas, procuram fotografar, entre as coxas de minhas freguesas, o que elas tem de mais maravilhoso: seu sexo. Muitas das vezes, vejo os p6los de suas coisas sobrando fora das calcinhas. É um espetáculo visual fascinante e tentador. E por mais que eu tente evitar - independente do meu controle -, meu pênis cresce sob o tecido da calça. Elas, dissimulando e fingindo não perceber a minha excitação, cruzam as pemas, enfeitiçando-me ainda mais. Uma quinta-feira, entraram na loja duas gatinhas ótimas. Uma loira e alta, pemas roliças e compridas; a outra, também loira, era um pouco menor mas com um corpo muito bem esculpido. Todas duas muito bonitas e insinuantes. A alta, vamos chama-la de Vanda, veio ao meu encontro e me perguntou se tinha - no seu numero - uma sandália assim-assim que ela vira na vitrina. Imediatamente me informei com o pessoal do estoque e eles confirmaram que sim. Ela, sorrindo-me, disse que iria experimentar. A outra gatinha - devo lembrar que as duas não passavam de vinte aninhos cada - sentou-se ao lado da amiga que esperava pela sandália. Um minuto e meio depois já vinha eu, sorridente, com o calçado na mão. Tive o maior prazer de descalçar aquela garota, e seu pé, bem feito, pousou suave em minha mão. Aquele contato me provocou arrepios. Coloquei a sandália e ela, satisfeita, deu uma voltinha pra ver como Ihe caia. Gostou e mandou embrulhar. Sei que enquanto a sandália era embrulhada, ouvi sua amiga faiar algo a respeito de sua casa. Do jeito que falava parecia que não eram cariocas. Descobri em seguida que eram mineiras. Cara-de-pau, entrei na conversa e fiz o maior elogio a Minas. Elas gostaram do meu papo e deram corda. Chegaram a me convidar - e eu aceitei - para tomar um refrigerante. No bar, Vanda me confessou que estava meio perdida. Não entendi o que ela quis dizer, o que a fez me explicar. Disse-me que ela e sua amiga não conheciam bem o Rio e que estavam desenturmadas, sem saber direito aonde ir e o que fazer. Educadamente me prontifiquei em resolver-Ihes este problema. Elas então, agradecidas, me deram o nome do hotel no qual estavam hospedadas. Assim que se foram, revivi na memória aquelas coxas deliciosas, os seios generosos, os lábios belos, em suma, passei o resto do dia visualizando mentalmente a beleza daquelas duas mulheres. Dois dias depois, fui encontra-las em um hotel de Copacabana. Estavam lindas e ambas muito bem vestidas. De seus corpos frescos desprendia-se um delicioso perfume que me envolvia por inteiro. Fomos para o bar do hotel e depois de servidos de vodca e martinis doces conversamos sobre o que faríamos, ou melhor, aonde iríamos naquela noite. Conversa vai, conversa vem, o tempo foi passando e nada de a gente sair. Sei que começamos a trocar caricias ali mesmo. As duas já estavam meio altas e visivelmente dispostas para uma seção de fomicaçao. Pensei em leva-las ao meu apartamento, mas Vanda, sem me dar tempo, pediu a conta e anunciou que nos três iríamos para o quarto. Disseram - ai falaram em uníssono - que queriam por que queriam fazer amor com um carioca. Pegamos o elevador e descemos no décimo terceiro andar. Entramos no 1.303. Vanda sentou-se na beirada da cama e fez sinal para que me aproximasse. Assim que estava ao alcance de suas mãos, ela não hesitou em me puxar para si. Agarrou-me com vontade e nos entregamos a um longo e intimo beijo. Solange, por detrás, foi desabotoando minhas calças, enquanto Vanda se desnudava å minha frente. Em segundos seu corpo escultura! estava diante dos meus olhos. Agarrei-me nele e, pênis já ereto, Ihe atingi as coxas. Ela, deitando seu corpo na cama, me puxou, e colamos um no outro. Meus lábios famintos mordiscaram, um a um, seus seios, que logo se tornaram úmidos. Solange, num esforço louco, terminava de tirar toda a minha roupa. Minhas mãos, inquietas, percorriam tordo o corpo de Vanda. Comecei então a acaricia-la entre as coxas, sobre sua vulva. Aos poucos ela estava molhadinha. Solange., já sem suas roupas, ostentava a nudez do outro lado da cama. Meu dedo médio se enterrou na vagina quente de Vanda, o que a fez suspirar de prazer. Enquanto o movia dentro dela, fiz com que meu polegar Ihe atingisse o clitóris. Ela não resistiu por muito tempo e pediu-me que entrasse todinho em suas entranhas. Solange, perto de mim, posicionou-se de tal maneira que seu sexo ficou å altura de minha boca. Diabolicamente minha língua penetrou-Ihe os pequenos lábios e, em movimentos ousados, agitou-se sobre seu clitóris embrasado. Ao mesmo tempo, centímetro a centímetro, ia penetrando em Vanda. Ela dava pequenos gritinhos. soluçava, choramingava até que entrei todinho. Solange rebolava sua pélvis contra minha boca e com suas mãos se auto acariciava nos seios. Acelerei meus movimentos e Vanda. desvairada, começou a gozar. Gritou, gemeu, disse frases que não consegui entender. Depois de relaxada. pediu-me para continuar. Controlei minha ejaculação o máximo que pude. Solange já anunciava seu gozo. Agarrando minha cabeça, se esfregava freneticamente contra mim. Chamava-me de gostoso, confessava, com voz amansada, que nunca tinha sido tão bem chupada. Novamente Vanda se acabava debaixo de meu corpo. Só que agora me implorava para que eu gozasse. Resisti mais umas oito penetradas e Ihe despejei todo o meu esperma. Foi um orgasmo quase que triplo. Quando nos separamos, estávamos todos muito suados, e Solange sugeriu que tomássemos uma boa ducha. Nos metemos os três embaixo do chuveiro, e eu, feliz da vida, ensaboava e lavava tudo a que tinha direito. Minha mão deslizava sobre as grutas, as nádegas, os umbigos, as coxas, e percorriam todos os espaços eróticos daqueles dois corpos em flor. Recuperado, ensaboei um pouco meu pênis e o enfiei, quase de uma só vez, no anus apertado e quente de Salange. Ela gritou, tentou se livrar, mais foi segura por Vanda. Ajudados pela espuma, meus dedos deslizaram ágeis sobre o clitóris de Vanda, e em pouco tempo de insistente massagem, fiz com que ela gozasse loucamente. Com o corpo levemente curvado, Solange agüentava - agora com prazer - toda a envergadura de meu membro. Por baixo dela Vanda iniciou-Ihe uma caricia oral. Solange, louca de prazer, confessava aos gritos e gemidos que não estava agüentando, que iria explodir de tanto gozo. Cada vez mais eu aumentava o ritmo das estocadas e não demorei muito a gozar, inundando aquele aconchegante anus com o meu leite viscoso. Mais uma sessão de ensaboadas e saímos. Vanda teve o cuidado de me servir uma dose de uísque - daqueles de miniatura de hotel - e eu me alegrei, pois conheço muito bem as propriedades afrodisíacas do malte. Bebi em dois tragos a primeira dose - cowboy Elas também beberam e em seguida nos deitamos. Um sozinho suave e leves caricias fizeram com que nos excitássemos novamente. Vanda começou a percorrer meu corpo com sua língua. Aos poucos foi se aproximando de meu pênis. Mal ela o tocou com sua boca mágica e ele latejou. Com muito tato ela começou a chupa-lo. Engoliu-o todo, até que foi crescendo e sobrando em sua boca. Solange, num arroubo de tesão, puxou a amiga e meteu meu membro - com violência - no interior de sua boca faminta. Sugou, lambeu, mordiscou até senti-lo duro feito pedra. Quando percebeu que eu já estava pronto, trepou sobre mim, devorando meu sexo por inteiro. Sua vagina, estreita. provocava em meu pênis um contato delicioso, e seus movimentos - rápidos - fizeram com que eu gozasse em pouco tempo Ela, que já não se agüentava também, gozou feito cadela no cio. Tal foi seu prazer que chegou a me machucar. Seu corpo grudou no meu, fazendo-me ficar inteiramente sob o seu jugo. Relaxamos. Senti seus músculos intravaginais apertarem meu membro, tomarem para si a ultima gota do meu esperma. Com uma ansiedade que me inquietava, elas aguardaram o tempo regulamentar para poderem novamente me devorar. Pela

primeira vez na minha vida me s6nti usado como objeto pelas mulheres. Quando me recuperei e elas perceberam que meu pênis já estava pronto pra outra, deitaram-se lado a lado e sugeriram que eu as penetrasse alienadamente. Achei a idéia ótima e comecei com Solange. Enfiava, tirava, enfiava, tirava. Passei para Vanda e repeti a operação sob os olhares maravilhados das duas mulheres. Solange foi a primeira que gozou. Foi um gozo silencioso, espasmódico. Depois foi a vez de Vanda, que não conteve os gritos, gemidos e soluços de prazer. Foi nela, em Vanda, que ejaculei pela quarta vez. Da minha parte também foi delicioso. Agarrei-me naquela fêmea como se ela fosse única na mundo. Depois descansei. As duas, com fome, pediram a ceia. Em pouco tempo estávamos saboreando um delicioso pato com laranjas, um vinho rose acompanhou nossa ceia, e ligamos a televisão. Assistimos parte da sessão coruja. Feita a digestão, reiniciamos novas fumigações por dentro da madrugada. Só um detalhe elas não ficaram sabendo a meu respeito: sou mineiro (tenho dez anos de Rio) e da mesma cidade que elas

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CORRIDA AO GUARUJA "Eu estava com meu taxi rodando pelos lados de Santo Amaro. Foi quando aquela morena deu sinal para eu parar. De perto, ela era uma perdição. 'Esta livre pra fazer uma viagenzinha comigo?', ela me perguntou. Sem pensar duas vezes, respondi que sim. A viagem era para o Guarujá. Combinamos o preço, ela entrou no carro e explicou que teria de passar em casa para pegar a bagagem. Carregamos o que tinha para levar, ela embarcou novamente e deu as ordens; 'Podemos ir.' Isto me surpreendeu, pois eu imaginava que iria mais gente no carro. 0 marido, a måe, a tia, sei la. Não é muito comum uma pessoa desacompanhada fazer uma viagem de taxi. Por mim eu estava gostando. Durante a viagem começamos a conversar, ela contou que estava de férias do trabalho e que vinha com o noivo para o Guarujá, mas tinha havido um problema com o pai dele e ele tivera que viajar para Minas. Só chegaria no Guaruja no domingo. Estávamos numa quarta-feira Chegamos ao destino já umas sete da noite. Descarreguei o carro e ela pagou a corrida. 0 jeito era ir embora, que eu não tinha mais nada pra fazer por ali. Mas eu estava com uma tremenda sede. Pedi um copo d'água. Ai, sede abençoada! Não fosse ela e talvez a morena não tivesse me convidado para entrar nem me oferecido uma cerveja. Entrei pela cozinha, ela me serviu um copo e encheu outro para ela 'Pra te fazer companhia', disse. Só ai me toquei que a mulher já estava na minha, EIa tomava um gole de cerveja e me dava aquelas encaradas de fazer tremer por dentro. 'Você é casado?', ela perguntou. Respondi que não, que era desquitado Se ela pergunta é porque esta interessada, pensei. Ela me olhava de alto a baixo e me media como que avaliando o material. Modéstia å parte, eu não sou mal como macho, não sou um tarzan mas tenho um bom corpo, e as mulheres não costumam se queixar. A cerveja foi embora e eu estava louco de vontade de tomar outra e de ir ficando. Ela abriu uma segunda e me serviu. Nestas alturas não dava mais para esconder o tesão que aquela mulher me dava. Ela desceu os olhos e percebeu o que tinha causado. Subiu os olhos e me olhou na cara moIhando os lábios, me fazendo imaginar como seria se ela estivesse passando aquela linguinha no meu membro. 'Mas por que é que vock perguntou se sou casado?', eu quis saber Ela deu uma risadinha e desconversou: por nada, é só para saber. E acabou me convidando paia ficar pelo menos uns dois dias. Nem dei resposta, parti para cima dela com um beijo demorado, ela foi me puxando para o quarto, eu agarrava aquele traseiro espetacular que ela tinha e suspendia por cima do meu membro, esfregando. Nos ainda de roupa e tudo. Depois ela se ajoelhou e, me libertando da cueca, abocanhou meu sexo, que parecia querer engolir. Arranquei a roupa dela, atirei-a na cama e dei-lhe um tremendo banho de língua. Ela tremia todinha por dentro e por fora. Rolava de um lado para o outro dizendo palavras proibidas. Ficou enlouquecida quando a virei na cama e comecei também a chupar-Ihe energicamente o clitóris, com o dedo metido no seu anus. Aquilo piscava mais do que pisca-alerta. Quando senti que ela ia gozar na minha boca, decidi enfiar-Ihe o membro. Sua fendinha era tão apertada paia o meu calibre que ela urrava de dor e gosto. Mas estava tão molhadinha que consegui entrar todo, entrar e sair muitas vezes até gozarmos juntinhos, numa explosão tão gostosa que nunca vou esquecer. Tomamos mais uma cerveja e só então nos apresentamos. Ela se chama Angélica, e eu disse que me chamo Hélio. Ficamos conversando deitados no chão, ela de bruços, e logo eu estava outra vez em ponto de bala, beijando aquele corpinho todo, desta vez a retaguarda, sem desprezar nada, desde o calcanhar até o pescocinho, com direito a retomo. Beijei a espinha dorsal inteirinha até o cóccix e ali estacionei, Umedeci bem com a língua aquele anus carnudo e quando ela percebeu já estava agasalhando meu mastro no traseirinho. Ela gemia e gritava: 'Meu macho, me rasga, sou toda sua, faz tudo que você quiser.' Só fui embora no domingo, mesmo assim porque não tinha outro jeito. Nunca mais a vi Mas continuo sempre na praça."

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MINHA DIRETORA "Embora pertença a uma família de posses, eu tinha vontade de trabalhar como professora, para preencher um dos aspectos da minha vidinha um tanto vazia, aos vinte e cinco anos de idade. Os elogios, a paparicação e o trato que os rapazes que saiam comigo costumavam me dar, me chamando de boazuda, tesuda, gostosa etc., não estavam satisfazendo nem a minha vaidade. Deixando a modéstia de lado, sei que sou um pedaço de mulher, uma mulher pra quatrocentos talheres, e talvez por isso o assédio dos homens não só não estivesse me fazendo a cabeça como também passando das medidas. Era demais, não tinha novidade na coisa. Eu tinha mesmo era que trabalhar e dar um outro sentido å minha vida. 0 lado afetivo também deixava muito a desejar - eu não estava querendo ser apenas desejada, queria ser amada também. Soube por intermédio de amigos que havia uma vaga em certa escola particular e la fui eu toda perfumada e bem vestida, as nove horas da manha, me apresentar. A diretora era uma balzaquiana com seus prováveis trinta e oito anos, charmosissima e alinhada Me recebeu tão bem e foi tão atenciosa que fiquei admirada e surpresa, primeiro porque as mulheres não costumam ir com a minha cara e, segundo, que, com essa falta de emprego que ha por ai, não te mandam nem sentar pra não criar expectativas inúteis. Sentada diante dela em seu gabinete no colégio eu me sentia atravessada pelo olhar perscrutador da dona Neide, devassando não só o meu corpo como também a minha alma. Um pequeno inquérito sobre os meus antecedentes - formação escolar, aplicação - e depois outro sobre as minhas preferencias e gostos pessoais, sobre o meu modo de ser etc., e o olhar me queimando distraidamente as pemas, o pescoço, ela era toda ouvidos para o que eu dizia, parecia medir, avaliar, saborear palavra por palavra. Ela era carinhosa mas terrivelmente invasora, controladora ou curiosa, não sei. Sei que aquele dia sai dali com um medo vago daquela mulher tão envolvente e dominadora, diante de quem eu me sentia uma garotinha idiota e sem nenhuma vivência. Ela me fizera falar, me abrir, e não abrira um milímetro da intimidade dela. No dia seguinte imaginei que eu estava pondo chifres em cabeça de cavalo, e fui å hora certa para a casa dela fazer um teste, segundo havíamos combinado Ela estava com muito trabalho no colégio, me disse, e ali não Ihe dariam sossego um instante. Logo que cheguei e dei com ela vestida com um short e uma blusinha, pude ver que era portadora de tremendos predicados físicos, que não dava para

adivinhar como ela metida naquelas roupas austeras que usava no colégio. Estava sem os óculos e soltara os cabelos arruivados. que escorriam sobre o colo e os ombros cobertos de sardas. Para mim, que sou morena, cabelos e olhos pretos, um tipo assim arruivada é algo para se admirar, como aquilo que é muito diferente da gente. Apesar da estatura média, posso dizer que se tratava de um mulherão. Mas antes que eu pudesse tecer todas estas considerações a respeito da dona Neide, ela já tinha me recebido com um abraço, de corpo inteiro, apertando-me contra o seu corpo e me beijando demoradamente no rosto. Fiquei sem saber como agir, como me colocar, vermelha como um pimentão. Ela ignorando meu constrangimento e me deixando ainda mais confusa, me pos sentada no sofá da sala e sentou-se ao meu lado bem pertinho. Eu podia sentir a respiração dela bafejando o meu rosto, e achava estranha aquela proximidade, mas não conseguia me mover. Então ela começou a falar de coisas corriqueiras que nada tinham a ver com o que estava para se passar, da sua profissão, do seu cotidiano no colégio, e ao mesmo tempo me tocava primeiro os cabelos, ajeitando-os, depois o rosto, elogiando a perfeição das linhas e acariciando-o, suas pernas já roçavam as minhas, ali seria o momento de me levantar e ir embora sem dizer nada, mas eu estava paralisada, ela tinha me colhido em sua teia como uma aranha colhe um pequeno inseto para devorar. Mas eu ainda não tinha consciência total disso e, apesar de intrigada e, mais do que isso, assustada, me entregava ao fascínio que ela exercia sobre mim. Ela tinha uma sensibilidade, uma percepção total de tudo isso e, mesmo sabendo que eu não era uma iniciada, sem grande esforço chegou aonde queria chegar colou sua boca na minha e me beijou demoradamente, e eu correspondi entreabrindo os lábios. Foi o sinal verde para ela agarrar os meus seios e percorrer as minhas pemas com a língua. Eu estava å sua mercê e ela sabia disto, tanto que não falou mais. Puxou-me pela mão e levou-me para o quarto. Sem pressa tirou minha roupa e me deitou sobre a cama, apenas de calcinha. Da roupa dela ela se desvencilhou rapidamente para se estirar ao meu lado. Afogueada, me puxou contra ela, me beijou a boca novamente, esfregou os seios nos meus seios e começou a me acariciar o corpo inteiro. Nestas alturas eu estava com um tesão enorme, ela beijava minha boca, meu rosto, lambia minhas orelhas, meus ouvidos, percorria com a língua meus ombros, minha nuca, para só então fazer o que eu já estava louca que fizesse lamber e chupar as meus mamilos. E com que categoria! Ela sabia o que estava fazendo. Seus lábios foram descendo úmidos e quentes pelo meu umbigo, deram a volta em tomo do meu sexo e foram roçar e lamber as minhas coxas, ai, meu Deus! só de me lembrar estou aqui ardendo de desejo - eu estava totalmente entregue aquela mulher que me colocava em estado de alucinação sexual. Deixei que ela me tirasse o biquíni, totalmente passiva e entregue, esperando os desígnios de quem estava me fazendo sentir tanto desejo. Meu desejo era o desejo dela. Ela se abraçou as minhas coxas e repousou o rosto sobre o negrume dos meus pelos. Minhas pemas se abriram e eu provei a delicia daqueles lábios, língua e roçar de dentes percorrendo o meu sexo latejante, cheio de desejos Subi as nuvens. Com a língua ela me produzia uma sensação fantástica de prazer e volúpia. Me sugava com ardor como se quisesse beber (e bebia) o leite que escorria de mim, e depois a língua corria de um lado para outro feito louca, me fazendo estremecer do ultimo fio de cabelo até as plantas dos pés - não havia uma parte do meu corpo e da minha peie que não se eletrizasse, que não fizesse parte do gozo que senti dali a instantes gozei eu, gozaram meus cabelos, meus seios, meus dentes, minha língua, tudo meu gozou e continuou gozando enquanto ela ia parando lentamente, saboreando uma vez mais a abundância do liquido que escorria de mim, ela também a gemer de gozo, isso sem que eu a tocasse, pois era assim que gostava de gozar a minha querida diretora, para quem já faz um mês que trabalho."

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SURUBA NO MOTEL "Este é o relato de uma aventura nossa realizada no Rio de Janeiro, ocasião na qual consegui reunir na suíte de um motel, além de nós (eu e minha esposa), mais dois parceiros: Bruno (que o apelidamos de Vampirinho) e Camila, um travesti que conhecemos há bastante tempo, com quem nos encontramos sempre que viajamos ao Rio. Às vésperas de nossa viagem, falei do que tinha em mente à Elba (minha mulher), e ela, como sempre, concordou plenamente. Da minha cidade, por telefone, combinei os detalhes com nossos parceiros e tudo aconteceu conforme o programado. Para não haver problemas na portaria do motel, liguei uma hora antes, informando que iríamos entrar em quatro pessoas, para ocupar uma única suíte, acertando todos os detalhes, inclusive preços, para que tudo transcorresse na mais perfeita tranqüilidade. Entramos juntos no motel, Elba, eu e o Vampirinho, tendo Camila chegado logo após de taxi. Acomodamo-nos na sala de estar da suíte, bebendo vinho branco e conversando animadamente, sobre sexo, como não poderia deixar de ser. Logo se criou um clima gostoso, Camila botando o caralho do Vampirinho para fora e ele fazendo a mesma coisa em relação a ela. Eles (Vampirinho e Camila) até então não se conheciam, mas se entrosaram muito bem. Elba brincava com eles, dizendo que Vampirinho era o namorado de Camila. Rapidamente os dois estavam de pau duro, masturbando-se mutuamente, enquanto Elba fazia a mesma coisa em mim. Ela, sem calcinha, oferecia seu grelinho para que eu massageasse do jeito que ela gosta. Não resistir muito tempo naquela função; puxando Elba pela mão, levei-a para a cama, para que eu pudesse chupar sua gostosa boceta, deixando nossos amiguinhos na sala, namorando. Tão logo Elba teve seu primeiro orgasmo na minha língua, Camila e Vampirinho vieram juntar-se a nós. Cedendo meu lugar, eles simplesmente atacaram com suas línguas os orifícios de Elba. Enquanto um chupava a boceta, o outro chupava o cuzinho, fazendo-a gozar loucamente. Em seguida foi a vez do Vampirinho ser presenteado com um banho de línguas de Elba e Camila, que não tiveram dificuldades em dividir entre si, a tora de 23cm do garoto. Enquanto uma punhetava, a outra mamava aquela rola enorme, arrancando suspiros do felizardo. Eu, assistindo a cena, percebi que se continuassem mamando e punhetando o garoto, rapidamente ele gozaria. Além disso, estava ansioso para ver aquela massa de músculos, invadindo a boceta da minha putinha. Entreguei a ela uma camisinha, sinalizando que queria vê-la fodendo o caralho do rapaz. Entendendo o que eu queria ela encamisou o caralho que iria invadir sua grutinha, deitou-se na cama e aguardou. O garoto posicionou-se entre suas pernas, alojou a cabeçorra na entrada da perseguida, e foi penetrando vagarosamente os seus vinte e três centímetros, arrancando suspiros da minha amada. Quando as bolas do garoto bateram na bundinha dela, ele iniciou o movimento de vaie-vem, de entra e sai, enquanto ela falava: "fode ... fode gostoso essa boceta ...enfia essa tora todinha dentro de mim..."Eu estava extasiado com aquela cena, mas queria que minha esposinha sentisse mais prazer ainda do que já estava sentindo. Então pedi à Camila que chupasse a boceta dela ao mesmo tempo em que o Vampirinho lhe fodia. Esta não se fez de rogada, atendendo meu pedido prontamente, o que fez com Elba gemesse, gritasse com mais intensidade. Camila, além de chupar os grandes lábios da boceta de Elba, aproveitava a deixa, lambendo o caralho e o saco do garoto, enquanto com a mão livre, masturbava-se a si própria. Eu, assistia a tudo e também e também me masturbava, mas Elba sinalizou que queria meu pau em sua boca e eu lhe atendi. Embora estivesse super gostosa a chupada que ela me dava, dei meu lugar à Camila, pois queria ver minha putinha agasalhando dois enormes caralhos, um em sua boquinha e outro na delicada xoxotinha, os quais, somadas suas medidas, resultavam em quase quarenta e cinco centímetros. Assistindo aquela cena emocionante e

carregada de erotismo , eu me masturbava e dizia: "Assim, putinha ...fode, come a rola inteirinha do Bruno, e mama gostoso, engole todo o caralho da Camila ..."Não resistindo à minha provocação e a ação dos dois caralhos em seu corpo, ela gozou longa e demoradamente, entre suspiros e delírios. Vampirinho goza junto com ela. Bruno vai para o banheiro, deixando Elba prostrada, juntamente comigo e Camila, que inicia uma gostosa mamada em meu cacete, enquanto com a mão livre, soca, cadenciadamente seu próprio cacete que está enorme e muito grosso, entre seus dedos. A mamada que ela me dava era muito gostosa e merecia reciprocidade. Além disso, eu estava louco para sentir aquele caralho nas minhas mãos e na minha boca. Posicionei-me melhor, e passei a masturbar Camila, e logo em seguida a chupar aquele caralho enorme e duro que nem ferro, num perfeito sessenta e nove. Elba dá sinais de que está recuperada e passa a assistir meu colóquio com Camila. Então, lembrei-me que era hora de Elba ter Camila dentro de si. Devidamente encamisada, Camila assumiu sua condição de macho, penetrando na insaciável boceta da minha putinha. Elba pedia para ser fodida com força, com profundidade, e Camila não se fazia de rogada. Fodia com vigor, com força, entrando e saindo vigorosamente na boceta já inchada da minha querida putinha. Além de estocá-la com decisão e vigor, ainda provocava: "A putinha gosta de foder o caralho da Camila, gosta??? Tá gostoso o caralho da Camila nessa boceta tá??? A putinha gosta de foder outro caralho pro maridinho assistir??? Elba delirava com essas perguntas e ia respondendo: "Ai, adoro foder esse caralho, é muito grande, muito grosso, muito gostoso... Enfia esse caralhão todinho... quero senti-lo todinho dentro de mim.... Sim, adoro foder esse e outros caralhos pra ele ver, pois ele adora ver sua putinha fodendo grandes caralhos... "Nesse clima, ela não resistiu e logo em seguida, gozou uma vez mais, quase desfalecendo com Camila sobre o seu corpo. Camila retirou-se para o banheiro. Vampirinho estava sentado numa poltrona, descansando e assistindo tudo o que acontecera após ele ter gozado. Depois de tudo o que tinha acontecido eu estava louco para foder minha mulher, sentir sua boceta alargada após a visita dos dois cacetões. Mal ela se recuperara, eu montei sobre ela, sentindo a gostosa temperatura de sua grutinha. Que delícia! Fodemos gostoso, sob a assistência dos nossos dois parceiros. Em determinado momento, Elba puxou-me para o banheiro, ficou de quatro apoiada na pia, e pediu que eu a penetrasse por trás em sua grutinha arrombada. Atendi o pedido e fodi com muita vontade, tendo a minha frente um belo panorama: a linda bundinha dela se movimentando gostosamente para mim. Avisei que ia gozar e ela disse que eu podia vir que ela estava me esperando. E assim, gozamos juntinhos, um gozo muito gostoso e inesquecível. Enquanto ela tomava banho, voltei para cama para me recuperar, onde encontrei Camila, que ainda não havia gozado. Mal me deitei ao seu lado ela me disse baixinho no ouvido: "Só eu não gozei ainda. Vai me fazer gozar??" Eu respondi "com certeza" e comecei a alisar sua rola que já estava a meio pau. Rapidamente a rola cresceu na minha mão, e eu então, passei a mamar com muita vontade o grande caralho de nossa amiga, que chegava a ofegar pelo prazer que lhe estava proporcionando. Botava tudo o que podia na boca, lambia a cabeçona, e alisava suas bolas. Camila estava adorando e eu percebia que estava prestes a gozar. Como não queria receber sua porra em minha boca, fui interrompendo a chupada e passei a massagear e masturbar carinhosamente aquele caralho que tanto prazer dera à minha mulher. Assim, acarinhando suas bolas e masturbando-a fiz Camila gozar. Enquanto soltava jatos de porra sobre sua própria barriga, ela estremecia, oportunidade em que eu praticamente ordenhava o seu cacete, para extrair toda a porra de suas entranhas. Quando terminei a função, recebi os aplausos de Elba e Vampirinho, que a tudo assistiam. Elba gostou do que viu, e veio deitar-se ao meu lado, e assim adormecemos. Depois Bruno me contou que, enquanto dormíamos, ele ainda comeu o cuzinho da Camila.

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A MEDICA SACANA " Sou um homem casado,45 anos, pai de familia e trabalho em um jornal em Belo Horizonte. Como todo homen de 40 anos, chegou a hora de fazer o temível exame de prostata. Confesso que estava muito assustado,e,por indicações de amigos procurei o dr. Silva, Marcando, assim, o exame. No dia do exame, acordei cedo e fui para o consultório, chegando um pouco adiantado. A secretaria perguntou se eu tinha hora marcada e que logo eu ia ser atendido. Não demorou muito, uma mulher que eu julgava ser a enfermeira, me chamou para dentro da sala. Ela me disse que o doutor Silva não iria poder me atender e que ela a esposa do doutor iria. Eu achei melhor marcar um outro dia, mas ela me disse para não ficar com vergonha, pois ela também era medica e já tinha feito esse tipo de exame uma centena de vezes. Ela então me mandou ficar completamente nú e que subisse na mesa, ficando de quatro. Apesra de ficar morrendo de vergonha, fiz o que ela me mandou e, enquanto subia na messa, podia ver a doutora colocando luvas de borracha e passando lubrificante nelas. Logo ela chegou por trás de mim e começou a massagear a entrada do meu anus e assim, logo depois, enfiando completamente o dedo no meu rabo. Ela, mandou eu relaxar, e ,para minha surpresa, ela começou a passar a mão no meu saco e segurando várias vezes no meu pau, já completamente duro. Ela mandou-me então a ficar sentado na mesa e começou a chupar o meu pau,que não aguentando de tesão começou a querer gozar e, a dutora percebendo isso chupava cada vez mais forte até que eu gozei fartamente naquela boca e ela engoliu todo o meu esperma. Quando terminamos, eu me vesti, e ,tivemos uma breve conversa onde ela me confidenciou ter essa fantasia de transar no consultorio e me revelou ainda mais perguntando se eu gostaria de comer o seu cuzinho, porém tinha uma condição: eu teria que me transformar em uma femea, em uma puta para o seu marido, o doutor Silva, que tinha o desejo de transar com um travesti. Na hora eu não aceitei, mas ela disse se caso eu mudasse de ideia que eu poderia ligar para ela. Por muitos dias fiquei só pensando na doutora, imaginando como seria comer aquele cú ou como seria transar com o doutor Silva. Enfim, não aguentando mais aquele desejo sufocado, resouvi ligar para a doutora. Conversamos muito no telefone, e ,assim, resolvemos marcar para ás sete da noite naquele mesmo dia. Chegando em sua casa, ou melhor mansão, ela me atendeu prontamente, servindo-me um vinho e após algum papo furado, ela perguntou se eu estaria pronto para vivermos a nossa fantasia. Eu respondi que sim e então ela mandou que eu a acompanhasse até o banheiro, mandando-me que eu tirasse toda a roupa. Enquanto eu estava tirando a roupa ela foi até o armario onde ela pegou uma gilete e creme de barbear e pediu para que eu entrasse no chuveiro. Ela começou a passar o creme nas minhas pernas, no saco e em todos os meus pentelhos e em seguida, ela começou a me depilar, me deixando liso como bunda de neném. Logo após ela ter terminado, nos fomos no seu quarto onde ela já tinha separado algumas roupas e assesorios femininos em cima da cama. Comecei então a colocar as roupas, primeiro pondo as meias finas, com cinta-liga, coloquei a calcinha que era bem cavada, entrando no meu rego. Coloquei um sutiã com enormes seios falsos e finalmente coloquei um vestidinho super curto, que mal cobria a minha bunda. Ela me maquiou, usando muito batom, para ficar parecendo uma vagabunda e colocou uma peruca loira e comprida. Confesso que fiquei impressionado quando eu olhei no espelho e vi a imagem de uma linda mulher, que era eu. Descemos então para sala onde esperariamos o dr.Silva. Enquanto esperavamos, ela colocou uma musica bem romantica e começamos a nos beijar. Quando dei por mim, Silva já estava sentado na sala admirando tudo. Ele chegou

por trás de mim e começou a levantar o meu vestido, me bolinando. Ele começou a tirar a minha calcinha e comecei a sentir o seu pau, duro e quente querendo entrar em minha bunda. Não aguentando mais de tesão,eu me abaixei facilitando a entrada de seu pau em minha bunda para então começarmos um gostoso vai e vem. Quando ele começou a gozar, ele tirou o seu pau de meu rabo e colocou ele todo em minha boca me fazendo assim a engolir todo o seu semem quente. Quando terminei e limpava a minha boca, percebi que a sua mulher, a doutora Silva tinha filmado tudo e me ameaçou a divulgar aquela fita para meus familiares e amigos no trabalho. Sem hesitar, aceitei a obedecer todas as suas ordens, não importando quais fossem. Desde esse dia passei a viver muitas aventuras na companhia do doutor e sua mulher.

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O GOSTO DE UMA TRAIÇÃO "Caros leitores este fato que lhes contarei foi verídico e exitante que me aconteceu a pouco tempo ,sou casada mãe de tres filhos ,morena ,1,72cm e corpo bem adimirado por todos. Tudo começou quando flagrei o meu marido transando com a minha vizinha ,que tinha um corpo de se adimirar e frequentava a minha casa. Após o ocorrido meu marido se exitava ao contar sua transa com a minha vizinha ,e eu tambem, pois foi puro ato de sexo o que aconteceu entre eles ,ele narrava com todos os detalhes a ponto de parecer real e eu gozava como nunca ao imaginar o meu marido com a outra. Após algum tempo eu comecei a provocar o meu marido contando que havia encontrado um antigo namorado ,que no momento se encontrava casado mas demonstrou grande interesse em sair comigo. No começo reagiu com ciumes mais apoi lembra-lo que estava me devendo uma pela minha vizinha ele acabou concordando ,apenas não queria saber quando iria acontecer e isso me deixou molhada no momento. Um dia ,logo depois do almoço ,meu marido foi trabalhar e eu me encontrava sozinha em casa e comecei a me masturbar no banho e pensei em ligar para meu amigo ,ao ligar ele ficou me exitando ao telefone a ponto de marcar um encontro em seu escritório. Ao chegar no local ele se encontrava sozinho e não fez serimônia ao fechar a porta e começar a me beijar como nos velhos tempos a diferença era que antes não faziamos sexo e ele queria tirar a diferença dos anos passados ,foi quando ao nos beijarmos ele começou a me alisar os seis até retirar a minha blusa e lamber os meus bicos com tanta força e tesão que chegou a marcalos ,eu já havia me entregue de corpo e alma para aquele homem que me matava de tesão ,foi quando ele começou a passar a mão por baixo da minha saia chegando minha calçinha para o lado e me penetrando o dedo no meio da minha buceta que naquele momento não tinha como molhar mais , cheguei a gozar no dedo dele enquanto continuava a beijar calorosamenta a minha boca. Logo ele me colocou deitada na mesa de seu escritório e abriu as minhas pernas chegando a minha calçinha para o lado e cai de boca na minha bucetinha ,ele fodia com a língua tão gostoso que não aguentei por muito tempo para gozar em sua boca ,apertando minhas pernas em sua cabeça enquanto ele mordia meu grelo como se fosse uma chupeta e isso me levava a loucura. Após eu gozar em sua boca demoradamente ele me despiu e tirou a sua roupa tambem ,foi quando eu percebi o seu cacete duro apontado para mim que permanecia deitada na mesa aguardando anciosa pela penetração daquela piroca linda que sem dúvida era mais grossa e maior que a do meu marido. Ele começou a me bater na buceta com seu cacete a ponto deu não aguentar mais de tesão e pedir quase implorando para ele me penetrar. Meu amante entrou com tudo me estocando lá no fundo me tirando gemidos de dor e tesão ,depois de uns 25minutos deitada na mesa com meu macho me penetrando ,ele sentou-se na cadeira e pediu para que eu galopasse na sua piroca que não pensei muito para fazer ,rebolei feito uma cadela no cío enquanto meu amante tratava de deixar mais algumas marcas nos meus seios sob minha autorização é claro ,depois de algum tempo de transa ele explodiu em gozo dentro de mim e eu junto com ele .Ápos pegarmos folego e voltar a realidade eu levantei de cima dele e guardei sua porra na minha calçinha como prova do meu feito. Na hora de dormir em casa é claro ,eu contei ao meu marido que havia saido com o meu ex-namorado que no momento não acreditou ,peguei a minha calçinha e mostrei a marca de porra para ele na qual ficou assustado com o que via ,porem ainda não acreditou. Foi quando eu lhe mostrei os seios marcados ,ai ele quase teve um troço ,expliquei que foi tudo por sexo que não houve sentimentos envolvidos durante a transa ,e que ele me devia aquela pela minha vizinha. Foi quando ele começou a me beijar como louco nem parecia o meu marido e começou a me penetrar pedindo para que eu contasse cada detalhe do ocorrido naquela tarde .Eu ainda sentia a vibração do pênis do meu amante que me deixou ardida devido ao volume avantajado de seu membro ,porem não poderia negar a penetração do meu marido que morreria de tesão ,tive que relaxar e transar a noite toda com a pessoa responsável por me proporcionar aquela tarde maravilhosa que jamais esquecerei. Maria Helena - SP

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VELHOS TEMPOS DO QUARTEL... "" Minha ida para o quartel não foi decisão minha, mas depois de um mês lá dentro comecei a gostar do ambiente, muitos carinhas interessantes, o contrário do que imaginava, mesmo sentindo sempre uma tara por farda militar sempre tive a impressão que a maioria era feio e fedorento o que, não deixa de me dar um certo tesão... Passados os primeiros meses de recruta, eu tinha feito vários amigos, muitos me aproximei por tesão mesmo, mas qdo me torno amigo mesmo, raramente dou em cima, só se ele me der algum sinal... Já estava tirando serviço à noite, plantão 24 horas, em uma vila de oficiais e na maioria das vezes só ficava com carinhas feios no quarto de hora, como é chamado lá, onde ficamos quatro soldados e um cabo, nós, os soldados, claro, passamos o dia todo nos alternando de 4 em 4 horas e o cabo dormindo ou então batendo papo com os moradores, só que, num dia, chegando na vila, de manhã, dei de cara com um cabo que era primo de um vizinho meu que eu já tinha transado quando era moleque e, pela cara dele pra mim, ele sabia de tudo. Fiquei meio errado, mas fiquei na minha, quando entramos no alojamento e já íamos definir os quartos de hora ele falou que ele mesmo iria definir o horário de todos, engoli a seco e esperei as ordens dele... "No primeiro quarto ficam JP e M.Costa, depois vão o Bello(eu) e o K.César..." disse ele, tremi todo, mas me contive e lá foram os primeiros, meio indignados, mas foram. K.César, na mesma hora, disse que iria dormir pois tinha passado a noite na farra e estava morto e eu, para fugir do CB Carvalho, disse que iria tomar banho e fui logo tratando de pegar toalha e entrar fardado mesmo no banheiro, que é só um para todos, pois o alojamento é pequeno por ser num prédio de apartamentos, eu tava louco de medo e, claro, não posso mentir para vocês, de TESÃO! Quando ainda tava tirando minha roupa o bendito CB bateu na porta, bem de leve, falando baixo, abri, meio desconfiado e ele "Soldado, eu tô precisando tirar a água do joelho..." e eu disse que poderia entrar que depois eu tomava banho, mas ele falou "não precisa sair, no quartel todo mundo usa o mesmo banheiro, e aqui você está com vergonha é?!" eu disse que não e que por mim tanto fazia, dexei-o entrar e fui p o chuveiro de novo e, de costas, voltei a tirar minha roupa quando ouvi a porta sendo travada e ele falando, já balançando o pau "Vem aqui Bellinho, pega aqui que eu sei que você gosta da fruta, o Fabinho me contou que vocês faziam troca-troca quando eram moleques e me deixou doido para te comer..." eu disse que era mentira,

tentava disfarçar o olhar, fiquei puto com aquelas palavras (e, intimamente, morto de tesão, adoro boca suja!), mas ele continuou "Ah, deixa de frescura, dá uma pegadinha aqui, olha como ele te quer, não adianta tentar me enganar, conheço viadinho pelo olhar e, se você não fizer o que eu mandar vou espalhar que você tentou pegar no meu pau aqui e vai ser pior..." e, como eu não tinha outra escolha (e tava doido para pegar mesmo...), comecei a alisar aquele pauzão, que nunca pensei q fôsse bonito como era pois o CB Carvalho não tinha a menor cara de ser tão bem dotado. Daí ele disse "Não pensa que vou ficar só nessa pegação, vou te comer e vai ser agora, veste a tua roupa e vem aqui fora comigo..." Obedeci... Ele me levou para o último andar de um dos prédios, para a sala das máquinas dos elevadores, logo entrando ele pôs aquele pauzão pra fora e me mandou chupar, ajoelhei-me e fiz o que me pediu, logo no começo meio puto ainda, mas depois o tesão foi subindo e depois já estava até com os ovos dele na boca! Chupava de todos os jeitos, era um pau branco, comprido, nem fino nem grosso, na medida, com a cabeça rosada e não tinha o mau cheiro que eu imaginava que todos os militares tinham, era gostoso de se chupar, de pegar, enfim, era uma delícia, de dar água na boca... Depois ele tirou o pau da minha boca e disse "Vira esse cu aqui pra mim que eu vou te foder como ninguém te fodeu até hoje..." Ele fodia muito bem mesmo, por maior que fôsse aquela "coisa" não me doía nada, ela sabia como me aliviar a dor, mexia como ninguém dentro de mim, gostava de ficar olhando o pau deslizar cu adentro, tanto q me botou de frango assado e ficou olhando, até falou q eu tinha um pau bonitinho também, mas que não era a dele, que gostava mesmo era de meter no meu cu apertadinho e que eu teria de estar sempre à disposição dele quando ele precisasse senão... Fiquei meio receoso porque ele não usou camisinha, mas lembrei que no quartel todos são doadores e fazemos exames completos todos os meses e dei pra ele todas as vezes que ele quis... Hoje estou casado e ainda sou louco por fardas

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COMENDO A COLEGUINHA "Tudo começou a uns dois meses quando meus pais foram viajar e meu irmão foi para a casa de minha avó. Eu sou moreno de 1,80, 77 kg e corpo atlético, e estou no 3o do segundo grau. Quando fiquei sozinho em casa vi que era a chance de trazer uma guria para casa e me divertir com ela. Como tenho uma colega com fama de putinha resolvi atacar. Comecei a passar as aulas conversando com ela, inclusive os recreios a sós, conversando sozinhos, um dia num recreio surgiu a oportunidade e lhe abracei pelas costas. Como estávamos bastante amigos não foi nada de mais e ficamos bastante tempo conversando naquela posição, ela disse que adorava quando os guris que ela "ficava" à pegavam daquele jeito, quando ela falou aquilo eu fiquei de pau duro e a minha cueca samba-canção não agüentou a barra. Quando ela sentiu o duro na sua bundinha ela se afastou de mim e me disse "Pelo jeito, tu também gostou, né Carlos?" Eu fiquei meio sem-graça mas antes que eu dissesse alguma coisa ela me beijou, então tocou a sirene e antes que nos subíssemos para a sala ela disse": Pena que nos não temos uma lugar para irmos. Mas nos temos, eu estou sozinho em casa. Vamos para lá? Quando acabar a aula. - Ela falou Na aula, não consegui pensar em outra coisa senão nela, para passar um pouco tempo eu comecei a passar a mão, por debaixo da classe, em suas cochas chegando bem perto de sua bucetinha e ela se retorcia para segurar os gemidos, enquanto ela pedia para eu parar. Quando chegamos em casa, nos "ficamos", só beijos e algumas mãos bobas, mas nada de mais, e sempre com roupa. Uma hora nos começamos a mexer na Internet, então com o clima mais quente aqui em casa, fomos para os sites mais quentes, e viemos cair nessa página conforme começamos a ler, eu vi que ela estava gostando, e como não estou morto nem nada mais uma vez a cueca não resistiu, Lisiane, seu nome, viu e gostou, então ela começou botou o meu caralho para fora e começou a bater uma gostosa punheta, daí eu a segurei pela sua cabeça e empurrei até ela fazer uma excelente chupeta, quando eu avisei que ia gozar, que Lisiane deu a melhor chupada de minha vida, quando explodi num gozo interminável ela engoliu tudo sem deixar cair uma só gota. Então eu peguei ela e lhe levei para o chão tirando sua blusa, e tratei de chupar aqueles peitinhos pequenos e durinhos, quanto mais eu chupava mais seus biquinhos pareciam que iam explodir de tão duros que ficavam. Quando terminei de mamar e seus lindos peitos ela já terminara de tirar a minha camisa e minhas calças e cueca e sua saia já estava em seus joelhos, nisso eu vi uma pequena calçinha vermelha ensopada do mel que saía da sua xaninha e não resisti cai de boca naquela linda rachinha e comecei a mordiscar seu grelinho, quanto mais fortes eram seus gemidos mais eu metia a língua, uma hora ela não agüentou e gozou tudo de uma vez só na minha cara. Esse era o sinal, virei ela de quatro e meti de uma só vez meu caralho naquela maravilhosa xaninha, eu quase tirava meu caralho por inteiro e depois metia de novo numa só vez, Lisiane comprovando sua fama de putinha forçava suas nádegas contra meu pau, o que ma dava mais prazer. Quando estava prestes a gozar tirei da sua xana e ofereci para ela mamar na minha pica, mas ela só fez eu gozar na sua cara. Como ela estava de quatro ainda, eu tive uma idéia, peguei a minha porra, ainda quentinha esfreguei no seu cuzinho e com o mel que escorria da sua rachina lubrifiquei meu caralho e fui mirando no buraquinho: Para Carlos! Para eu nunca fiz isso. Vai doer!! Não, eu vou bem devagar. Quando eu botei a cabeça ela pediu para eu parar, mas sem dó nem pena, enfiei de uma só vez, ela chegou a chorar de dor, mas quando ela acostumou com o grosso no botãozinho ela começou a rebolar e pedir mais, cada vez que eu dava uma estocada ela apertava o cuzinho e pedia mais, quando eu gozei, gozei tanto que escorreu pelas suas coxas até o joelho. Ela disse que tinha que ir embora, mas antes que ela chegasse a se vestir eu falei que ela não sairia sem me chupar mais uma vez, e teria que ser o melhor boquete que ela fez na vida e o melhor que me fizeram. Ela começou pelo saco me fazendo estremecer, foi lambendo desde a base até a cabeça, aí ela o engoliu indo e vindo várias vezes até eu gozar na sua boca e ela engoliu como se fosse a melhor das bebidas. Depois dessa vez nos trepamos umas 5 vezes na escola, uma até nas arquibancadas, mas isso para outra vez.

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MINHA PRIMINHA NO GUARUJÁ "Bem, o fato que vou contar ocorreu já faz alguns anos, na época, eu tinha 18 anos e minha priminha Pâmela, tinha apenas 18 anos. Pâmela, era baixinha, loirinha, muito gatinha de rosto e seu corpinho era emoldurado com uma bundinha maravilhosa. Eu, como primo mais velho, sempre mantive o respeito mas muitas vezes era impossível naum reparar o quanto ela havia mudado, o quanto seus peitinhos haviam amadurecido e a forma que ela se vestia contribuía para isso. Pâmela usava roupas curtíssimas, shorts que mal cubriam akela bundinha virgem e tops que deixavam a mostra akeles biquinhos redondinhos dos seus peitinhos recém formados. "Eu já sou bem diferente dela. Sou alto, moreno e quase o oposto dela. Nós dois sempre brincávamos na praia, pegávamos ondas e depois íamos pra casa a tardinha, onde tomávamos banho, lanchávamos e as vezes a gente jogava baralho ou íamos ao shopping que havia ali perto. Depois, a noite, víamos televisão e como o apartamento era pequeno, tínhamos q nos apertar para dormir. Em um quarto, dormiam meus avós, no outro, dormia minha irmã com a Pâmela e, na sala, eu e meu primo Carlos. "Numa certa noite, depois de jogarmos baralho, minha prima

veio com umas brincadeiras de ficar fazendo cócegas e tal. Aliás, uma brincadeira muito normal para garotas da idade dela, porém eu, que já era um pouco malicioso, aproveitava descaradamente da situação para tocar as mãos em suas pernas, esbarrar com o rosto em seus peitinhos e encoxá-la como um animal no cio. Minha mãe chegou para acabar com a festa e disse em voz alta: - Meninos, é hora de todos irem pra cama!! Neste dia, havia chegado os pais de Pâmela para ficarem no apartamento, ou seja, minha mãe e minha irmã, tiveram que dormir na sala comigo, meu primo Carlos foi para o quarto e Pâmela que havia discutido com os pais, veio dormir na sala também, para minha felicidade. Eram 3 colchões lado a lado para abrigar 4 pessoas, que em seqüência ficou minha irmã, minha mãe, eu e Pamela. Já deitado, fiquei na minha tentando me controlar para naum fazer nenhuma merda. Pamela, com sua camisolinha azul, estava ao meu lado fazendo aquelas brincadeiras de cócegas. Minha mãe avisou que se naum parássemos com o barulho, teríamos que nos separar. Só assim Pamela parou. Esperei ela dormir para começar a sacanagem. Foi uma hora que pareceu durar um dia, nesta uma hora minha irmã, minha mãe e minha prima apagaram de sono. Foi a hora em que já naum me agüentava, era como se o pecado tivesse dormindo ao meu lado. Ela estava queimadinha de sol, com a cor do pecado. Minha mão automaticamente caiu no seu pé e começou a acariciá-lo por alguns segundos, mas sempre estava atento a qualquer outra reação, minha mào foi subindo levemente, até chegar naquelas coxas de ninfeta da minha prima. Meu pau parecia que estava com febre de tão quente. Comecei a subir mais as mãos até chegar num ponto onde se iniciaria a camisola, não perdi tempo e fui levantando de leve, como minha prima parecia uma pedra dormindo, fui ganhando coragem para avançar naquela aventura. Minha mão chegou na sua calcinha branquinha de rendas, quando senti sua bundinha nas minhas mãos, quase que tive uma ejaculação precoce, perdi totalmente o medo e comecei a beijar suas pernas, desde o pé até sua xoxotinha recém adulta, com pouquíssimos pelinhos loiros. Tentei colocar um dedo, mas não entrava de jeito nenhum, nessa altura minha prima já estava acordada e disse: -Continua com a lingua por favor! O seu pedido foi uma ordem, comecei a chupá-la com vontade e sem medo, apenas com medo da minha mae acordadar e nos pegar daquele jeito. Enquanto eu fui chupando minha priminha ela começou a alisar minhas pernas e dizer: Vem ca meu gostoso! "Cheguei até ela e ela perguntou: Se a gente transar, vai dar pros meus pais perceberem que eu naum sou mais virgem? Eu respondi: Claro que não linda, isso só médico especializado descobre com aparelhos específicos! Nisso, ela pegou no meu pau e disse: -Deixe eu te conhecer um pouco. Ela foi acariciando e eu lhe ensinei como masturbar um homem, logo vi que ela tinha facilidade em aprender as coisas, então ja enmendei e lhe disse como ela devia se comportar no sexo oral. Em alguns minutos ela ja me sugava como uma atriz pornô. Eu como um ser humano, naum aguentei e gozei na sua boquinha quente. Ela, com medo de sujar o colchão, enguliu bastante porra e limpou o resto. Eu dei parabéns pra ela e disse que em sexo oral ela estava preparada para encarar qalquer pica. Naquela noite, paramos por aí. Mas na noite sequinte eu contarei como tirei seu cabacinho...

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TITIA SAFADA "Meu nome é Mauricio, o conto que irei relatar aconteceu logo após eu ter voltado dos EUA, Morei nos EUA por dois anos para estudar, quando voltei no final de 97 sentia saudades de tudo, principalmente de uma tia minha que era muito gostosa.( e que continua muito gostosa). Depois de rever amigos , fui visitar minha família que a muito tempo não via. Fui até a casa dessa minha tia, quando à vi fiquei encantado ainda mais com seu corpo, ela é uma mulher muto bonita, morena, 1,65 mts, olhos castanhos, seios fartos e uma bunda linda. Nos abraçamos muito, contei sobre os EUA, estudos e tudo mais. Reparei que ela me olhava diferente, mas até aí nada de diferente pois estava chegando agora e talvez por termos ficado muito tempo sem nos vermos me achasse um pouco diferente. Conversa vai conversa vem, perguntou como eram as mulheres por lá, expliquei que não se comparavam com as brasileiras. Chegada a hora do almoço, mais conversa, acabado o almoço meu tio foi trabalhar e minhas primas foram para o colégio. Ela pediu licença para tomar um banho e pediu para que eu ficasse a vontade. Quando ela voltou notei que estava sem sutiã, pois estava com uma blusa quase que transparente, não é preciso dizer que meu pau ficou duro na hora, seus seios continuavam firmes, ela estava também com um calçanzinho que era de deixar loco qualquer sobrinho. Ela retornou ao papo das mulheres norte-americanas, foi ousada perguntando se trepavam bem, fiquei sem palavras na hora e ela percebeu, comentei sobre o que tinha vivido por lá. Ela notou que meu mastro ficava cada vez maior, então ela resolveu provocar de vez. Sem querer querendo derrubou um copo de suco em cima de mim, pediu milhões de desculpas e que iria consertar tudo aquilo, tirou minha camisa e minha calça, e a vergonha que passei quando ela viu que meu pau iria estourar, falou que iria buscar um calção e uma camisa do meu tio para mim. Eis que ouvi meu nome do quarto dela pedindo para eu escolher uma camisa e um calção, para minha surpresa quando cheguei ao seu quarto eu à vi pelada em cima da cama, perguntando se as americanas eram assim. Fiquei boquiaberto com o que via, uma buceta linda, não muito peluda, era sem duvída a buceta mais linda que já tinha visto. Ela pediu para secar meu pau com sua boca, não precisou pedir duas vezes. Chupou como uma putona, era realmente uma cadela, fizemos um 69 maravilhoso, sua buceta estava cheirosa e reparei que seu cuzão já tinha dado a ré no kibe, como sou louco por um cú, resolvi chupa-lo também, depois de me fazer gozar enlouquecidamente em sua boca sem perder uma gota se quer, mandou que o a penetra-se, lá fui eu comer aquela maravilhosa buceta. Ela gemia muito, sentindo realmente muito prazer, depois de um tempo senti que ela havia gozado, ela já estava mordendo a fronha. demos um tempo, talvez uns 5 minutos e ela pediu que a emrabasse, pois queria sentir meu caralho em seu cú. Comecei a penetração naquele rabo já fudido, entrou como se fosse uma segunda buceta, mais foi um momento mágico, gozei como nunca. Para encurtar a história fodemos à tarde toda. Ela me disse que meu tio a tempo não dava no couro, e que eu tinha matado sua vontade pois disse que eu trepava demais. Depois disso trepamos outras vezes e cada vez melhor.

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A TRANSA COM MEU AMIGO DE INFÂNCIA "Tudo começou há uns cinco anos, quando tinha 18 anos. Eu tinha idéias e sonhos heterossexuais.Estava com uns amigos em volta da mesa, jogando o "Jogo da Verdade". Em dado momento, uma pergunta surgiu: "Qual é o tamanho do seu pau?" Todos respondíamos na média: 14, 15, 16 cm. Mas o que nos assustou foi quando o meu amigo de infância, Ronaldo, que na época tinha 18 anos, disse que seu pau tinha 19cm. "A partir daquele momento, algo mexeu comigo. Nunca na minha vida tinha pensado em ter uma com um homem, mas o meu desejo estava aumentando cada vez mais. Como ele era meu melhor amigo, resolvi não dizer nada, com medo de sua reação. "Os anos foram passando e nada ocorreu, a não ser as olhadas discretas que eu dava para seu cacete quando ele estava na piscina lá de casa. Ficava só imaginando como seria o formato, como ele seria duro, babava ao olhar para as coxas de Ronaldo, grossas com pêlos dourados. Seu peito era estonteante, bem definido e sem nenhum pingo de barriga, mas o que eu me derretia por dentro era seu rosto, aqueles olhos

verdes eram de matar qualquer um de tesão. Quando ele virava, via-se sua bundinha, empinada, durinha, pronta para ser acariciada. "Aos dezoito anos, fiquei noivo com uma colega de classe, e esse noivado dura até hoje, mas mesmo assim não consegui apagar o desejo que sentia pelo Ronaldo. Quando ele vinha dizer sobre as transas que ele conseguia vez ou outra, ficava imaginado aquele pinto em ação e me excitava a ponto de molhar a cueca. O mais estranho é que nunca tive nenhum tipo de atração por homens, só pelo me melhor amigo. "Ano passado, na época em que completaria 22 anos, e ele 23, convidei uns amigos para passarem o feriado na casa de praia de minha tia, em Ilhabela. Todo mundo furou, até mesmo minha noiva, o único disposto a ir era justamente o Ronaldo. Resolvemos ir assim mesmo. Como íamos sair cedo, Ronaldo acabou dormindo em casa. "Arrumei a bi-cama e na hora de dormir, volto do banheiro e me deito. Ronaldo, em vez de ir se trocar no banheiro, se trocou ali, na minha frente. Achei estranho, pois era a primeira vez que ele fazia isso, mas mesmo assim, realizei meu primeiro sonho: olhar para aquele cacete sem sunga, nú em pêlo. Após anos imaginando como seria o pinto do Ronaldo, matei a vontade. E como era lindo, mesmo mole, era grande, a cabeça estava toda livre e era perfeita. As bolas eram rosadas, parecia que Ronaldo raspava os pentelhos do saco, pois não havia nenhum, só aquela cor rosada que dava um ar de pinto virgem a ele. Seu pentelhos eram dourados, assim como seus cabelos e não havia excesso, parecia que tratava bem de seu Bráulio. Aquela noite não preguei os olhos, só imaginando o que faria com aquele corpo monumental. "Pela manhã, saímos em direção a Ilhabela. Chegamos e fomos direto para a praia. Ao anoitecer, voltamos e o calor estava tão forte que resolvemos tomar um banho e ficar de cuecas mesmo, afinal, a intimidade de anos de amizade nos permitia isso, além do que, a casa estava a nossa disposição. Os programas de Tv estavam chatos e então me lembrei que meu primo guardava em seu armário umas fitas pornográficas, para ocasiões especiais em que levava alguém para lá. Trouxe umas das fitas e coloquei no vídeo. Com o tempo, a excitação tomava conta do ambiente. Na verdade, não estava nem aí para o casal transando no tela, estava mesmo é de pau duro por ver o volume que se formava por debaixo da cueca de Ronaldo. "Ele estava tão excitado, que passou a massagear seu cacete e sem se dar conta, o tirou para fora e começou uma punheta deliciosa. Meu segundo sonho estava realizado: ver os 19cm em ação, além do diâmetro, bem grosso. Tinha uma ligeira inclinação, e aquela visão era simplesmente linda. Ao perceber que estava olhando, Ronaldo parou de se masturbar e pediu desculpas, estava sem graça. Para quebrar o gelo, tirei meu cacete para fora, libertando-o da prisão e passei a me punhetar, falei para ele continuar, afinal, nossa amizade nos permitia isso. Em segundos, voltou a olhar para a tela e masturbar aquele poste carnudo. Tinha que ser alí, naquele momento, senão nunca mais iria ocorrer. "Meio sem graça, coloquei a mão em sua coxa e passei a acariciá-la até "esbarrar" em seu saco. Escutei uma respiração profunda. Isso me deu forças e passei então a acariciar e a brincar com suas bolas. Ele se espreguiçou para trás e colocou suas mão atrás da cabeça. Enfim, tinha aquele corpo todo a minha disposição. Agarrei em seu grosso cacete, que já escorria um pouco de líquido tamanho era seu tesão, e passei a punhetá-lo. Iniciei uma sessão de beijos e lambidas em seus peitos e com isso, seus gemidos estavam cada vez mais altos. Subi em seu pescoço, cheguei a seus lábios e passamos a nos beijar intensamente, sua língua quente me invadia a boca e com isso quase cheguei ao orgasmo. "Tiramos as cuecas, que naquele momento nos atrapalhava e deitamos no sofá. Ele acabou ficando por cima de mim, esfregando seu cacete com o meu. Pude então Ter aquela bundinha carnuda entre minhas mãos. Ronaldo foi descendo até chegar em meu pau. Passou a lambê-lo, meio desajeitado ainda, mas após algumas sugadas, parecia um profissional. Lambeu minhas bolas e por debaixo do saco, quase que gozei de novo. Pedi seu pau e fizemos um 69 maravilhoso. Estávamos pegando fogo de desejo. Hora tinha seu cacete na boca, hora tinha as bolas , enquanto acariciava aquelas nádegas lisinhas. "De repente, sinto seus poucos pêlos se arrepiarem e um gemido forte, Ronaldo estava gozando em minha boca . Quase me afoguei com tanta porra. Após se recuperar, voltou a me chupar até que eu gozasse. O que queria é que eu também esporrasse em sua boca, e foi o que fiz. Gozei como nunca havia gozado em minha vida e ele, engoliu tudo, até a ultima gota. Repetimos tudo várias vezes naqueles dias em que estivemos em Ilhabela. Foi um dos melhores momentos de minha vida. Hoje, de vez em quando nos encontramos e repetimos os amassos que tanto nos deu prazer. Resolvemos que não haveria penetração, pois já nos bastava colocar nossos corpos a disposição de nossas mãos e bocas. Nossa vidas continuam normal , continuo noivo e ele encontrando suas transas femininas por aí, só que com uma diferença, temos um segredo, e esse segredo nos torna mais felizes e realizados."

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ENRABANDO A NOIVINHA "Meu nome é Tim Drake. Antigamente me chamava Falstaff, mas a minha caixa postal (falstaff@nutecnet.com.br) deu pau e eu mudei. Agora estou no timdrake@nutecnet.com.br. Já mandei para esta homepage dois relatos: "Gozando no volante", verídico, e "Minha filhinha e sua amiguinha - 1ª parte", uma fantasia muito maluca. Muitos têm me escrito pedindo a continuação do segundo relato. Está quase pronta. Acredito que em pouco tempo mando para cá. Por hora escrevi este, a pedido de uma amiga que conheci na rede, que queria ouvir o que me aconteceu no final de 96. Vou escrever tudo sem parágrafos, que é para auxiliar aquelas pessoas que, como eu, copiam e imprimem tudo o que está nesta homepage. Vamos lá: "De tempos em tempos o meu círculo de amizades muda. Isso é comum. E foi numa destas mudanças que conheci Marcela e seu noivo, Iuri. Fui apresentado a eles por um amigo comum em um barzinho. Nada demais não fosse a exuberância de Marcela, que fez com que todos os homens ficassem de boca aberta, inclusive fazendo com que suas mulheres e namoradas notassem e passassem a quer matá-los (e a Marcela também). Ficamos no barzinho até 4 horas da madrugada. No final estávamos apenas Iuri, Marcela, eu e minha mulher, Tânia. Por incrível que pareça as duas se deram muito bem e praticamente conversaram a noite toda. Demos carona ao casal. Ela ficou em uma casa linda, enorme, em um bairro nobre da cidade em que moramos. Ele, por coincidência, morava no mesmo bairro que nós, mas distante uns 10 quarteirões de nosso apartamento. Fomos embora. No dia seguinte, por volta das 13 horas, fomos acordados por um telefonema de Iuri, nos convidando para um churrasco em sua casa, à beira da piscina. Minha mulher, que é louca por água, não titubeou e aceitou no ato, o que gerou uma briga entre nós, já que detesto não discutir tudo o que nos envolve. Não admito que tomem por mim decisões que envolvem os dois. Levamos mais de meia hora na pendenga, mas acabei aceitando, mais para encerrar a discussão que por qualquer outra coisa. Nem me lembrava que encontraria aquela mulher pela frente. Na realidade até foi bom. Já estava com o saco cheio dos rolos em que me meti e me dei mal. Quando chegamos havia, além de Iuri e Marcela e nós, mais três casais. Todas as mulheres estavam de biquíni. Mas nada demais. Corpos normais, pessoas normais. Acho que a minha libido é que estava em baixa, porque não senti tesão por nenhuma delas, o que seria normal em um cara louco por sexo como eu. Nem Marcela me chamou atenção, apesar dos seus predicatos: cabelos compridos e lisos até a cintura, olhos negros, boca carnuda, seios grandes que me pareceram meio molinhos, mas não caídos, bunda arrebitada, pernas longas que justificavam seu 1,70. Mas o biquíni

dela mais escondia que mostrava. A parte de baixo era grande, de cintura alta, e a de cima também era grande. Era quase um sutiã. Não entendi porque uma mulher linda como aquela não mostrava mais daquele corpo maravilhoso. Não era por conta do noivo, que se mostrava um cara aberto, sem preconceitos, mas não liberal, o que deixou claro naquelas conversas nas quais apenas os homens fazem. O churrasco estava monótono e ficou pior quando deu a hora do jogo na TV. A cambada de homens se enxugou rápido e correu para dentro da casa. Algumas mulheres os seguiram. Ficamos somente eu, Tânia e Marcela, todos tomando sol. Foi aí que conversamos mais. Ela contou que estava de casamento marcado para o início de 97 (estávamos em novembro de 96), no mês de fevereiro, antes do Carnaval. Falou de trabalho e coisas assim. Quando o primeiro tempo do jogo acabou Iuri foi nos buscar, mas apenas Tânia entrou para comer alguma coisa. Eu juntei as coisas para ir embora e foi aí que tudo começou a mudar. Quando fiz menção de me levantar Marcela me pegou pelo braço e disse que não fosse: "Se você for embora este churrasco vai perder a graça. Principalmente para mim". Fiquei espantado e perguntei: "Por que principalmente para você?". Ela não teve tempo de responder, pois minha mulher já estava voltando. Iuri e Marcela foram nos levar até a porta. Ele fez questão de marcar uma visita a minha empresa de informática, porque queria usar os meus serviços no supermercado que tinha. No dia seguinte ele apareceu lá, conversamos muito e fui visitar o supermercado dele. Fiz um projeto e iniciamos a implantação de um ousado esquema de informática para ele. A amizade entre os dois e eu e minha mulher foi crescendo, a ponto de nos visitarmos com frequência nas semanas seguintes. Nas segundas-feiras, quando a minha mulher viajava para fazer pós-graduação em uma cidade vizinha, costumo ficar em casa logo depois do almoço para assistir vídeo pornô sossegado e bater as minhas punhetas. Mas teve uma segunda-feira em que isso não foi possível, porque a campainha tocou. Praguejei, porque tinha certeza que era a minha cunhada folgada ou o meu sogro neurótico. Mas me enganei. Era Marcela. Quando ela entrou eu quase tive um troço. Estava de vestidinho solto, daqueles bem levinhos, todo florido, de cabelos amarrados em rabo-de-cavalo e sandalinha baixa. Estava muito adolescente. Somente neste momento me dei conta de que Marcela tinha apenas 20 anos e se casaria com Iuri que tinha 32. É que, fora o churrasco que participamos e que ela estava de biquíni, somente a tinha visto com roupas sociais ou "de sair", como se diz por aqui, quando iam na nossa casa ou nos recebiam na dela ou na dele. Marcela perguntou por Tânia e eu disse que ela tinha ido viajar, como faz em toda segunda-feira e conforme havia dito a ela mesma, Marcela, que o faria quando fomos juntos cinema no dia anterior, domingo. Marcela se desculpou por ter se esquecido. Havia ido pedir opiniões a minha mulher sobre uma série de roupas que havia comprado. Parou de repente e perguntou: "Você se importaria de perder alguns minutos dando a sua opinião sobre as roupas que comprei?". Achei muito estranho, mas aceitei. Arrependi-me em seguida, quando ela puxou detrás da porta ainda aberta do apartamento duas sacolas enormes. Ela foi para o quarto e voltou em seguida vestindo um conjunto de minissaia e mini-blusa. Neste momento me deu um start e lhe disse: "Marcela, se o Iuri ou a Tânia souberem que você me mostrou este conjuntinho minúsculo aqui em casa, sem ninguém, vai ser um Deus-nos-acuda. Vai dar pau". Ela pensou bem e concordou, mas pediu para experimentar apenas mais uma roupa que comprou. Queria a opinião de um homem nesta peça, porque havia comprado para surpreender o Iuri. Quando ela voltou do quarto eu quase tive um troço. Ela estava vestida com o menor biquíni que eu já havia visto na Terra. Nem quando o fio-dental estava na moda eu havia visto algo semelhante. Não que fosse menor que o fio dental, mas porque era o mais sensual que meus olhos tiveram a oportunidade de ver. O biquíni era de crochê branco. A parte de cima quase não conseguia sustentar os grandes seios de Marcela, porque apenas tampavam os bicos. Todo o resto do seio ficava de fora. Era um conjunto de cores morenas e brancas que estavam me levando à loucura. Na parte de baixo, atrás, era quase todo enterrado no reguinho. Na frente, era um triângulo pequeniníssimo. De repente meus olhos bateram em algo que me alucinou: os pêlos da buceta de Marcela saíam para os lados em tufos consideráveis. Ela notou meus olhares e ficou vermelha. Nesta hora correu para o quarto e eu fui atrás. Ela se virou e pediu desculpas: "Perdão, Tim, eu havia me esquecido deste detalhe. É que quase nunca me depilo nas virilhas. Por isso uso biquínis grandes quando tem gente por perto. Meu Deus, como eu vou fazer agora. Quero tirar o forro para ficar mais excitante, mas terei que me depilar". Quase a agarrei naquele momento, não fosse a própria Marcela me empurrar do quarto e fechar a porta para se trocar. Pensei que era ilusão da minha parte e que ela realmente havia ido em casa para mostrar as roupas para a Tânia. Ela saiu e se despediu para ir embora, não sem antes deixar uma brecha: "Vou aproveitar este sol e estreiar o biquíni novo hoje. Pena que o Iuri viajou e chega somente no final de semana. E hoje é somente segunda-feira". Ela foi embora e eu corri para o banheiro para bater uma punheta aquela mulher maravilhosa que parecia que queria dar para mim. No final de semana seguinte saímos juntos. Pude ver o que o sol havia feito com o corpo de Marcela. Ela estava moreníssima. O efeito que o biquíni novo havia feito no Iuri ele mesmo me contou: "Tim, você não vai acreditar. Viajei esta semana toda e quando voltei a Marcela havia me preparado uma surpresa. Está vendo como ela está morenona? Pois ela comprou um biquíni pequeniníssimo, de crochê. Cheguei ontem e já fomos direto para minha casa. Você não imagina o tesão que ela ficou com aquele biquíni. Não aguentei. Esqueci até da putona que comi na viagem, que era uma delícia e fez coisas malucas comigo. Mandei bala na Marcela". Aquela confidência me deixou confuso. Achei que os dois estavam armando para mim. Talvez quisessem realizar a fantasia de ter mais um homem na cama com eles e haviam me escolhido. Isso não seria nada mal, mas preferia que fosse somente a Marcela. Mas tirei isso logo da cabeça, porque a Marcela sequer me olhou a noite toda e o Iuri não voltou mais a falar no assunto. Na segunda-feira seguinte eu estava na minha empres, preste a sair para cumprir meu ritual de punheta em frente à TV, quando toca o meu celular e era a Marcela: "Iuri, você pode me ajudar? É que a piscina em casa está lotada hoje, porque tem festa do meu sobrinho e estão arrumando tudo lá, e eu queria tomar um solzinho hoje à tarde, para aliviar da prova ferrada da faculdade. É que o Iuri deixou a chave da casa dele comigo antes de viajar, mas não consigo abrir a porta". Disse-lhe que iria para lá logo e me mandei, deixando a secretária com a incumbência de anotar todos os recados, porque talvez não voltasse tão cedo. Cheguei e aquela morena linda, de cabelos compridíssimos, estava sentada na soleira da porta. Realmente a porta não abria de jeito nenhum. Tive que buscar óleo de máquina de costura que tinha em casa, colocar na fechadura para poder abrir. Já dentro da casa Marcela fez questão que eu ficasse mais um pouco. Nisso correu para o quarto, se trocou e voltou com a biquíni de crochê. Meu Deus, eu ia ficar louco. A diaba não havia se depilado e tinha tirado o forro do maldito biquíni. Assim, a mata de pêlos que tinha na xana estavam todos saindo pelos lado e pelos buraquinhos dos pontos do crochê. Ela nem se preocupou, foi até a geladeira pegar suco e voltou. Nesta hora eu já havia me decidido: "Marcela, preciso conversar com você. Eu não estou aguentando mais ver você desfilando por aí com este biquíni. Primeiro foi lá em casa e agora aqui. Parece que você faz isso exclusivamente para mim. Eu estou ficando louco. Naquele churrasco que fomos na sua casa você disse que eu não fosse embora, porque ia tudo ficar chato, sem graça, principalmente para você. Mas quando nos encontramos em outros lugares parece que você nem nota a minha presença. Você quer me deixar louco?". Ela ficou branca, quase se engasgou com o suco.

Olhou-me de cima a baixo, mas desceu os olhos para o chão, cheia de receio e timidez. Achei que tinha marcado um gol contra. Mas aí ela começou a falar: "Olha, Tim, vou ser bem sincera. Nunca falei disso para ninguém, nem mesmo para a Sandra, a minha melhor amiga. E você sabe que tudo o que me acontece ela é a primeira pessoa a saber. O Iuri foi meu primeiro homem, foi quem tirou a minha virgindade. Depois dele ninguém nunca mais me tocou. Mas eu não estou aguentando. Minha formação religiosa me impede de falar certas coisas, de pedir ao Iuri para fazer coisas que a gente nunca fez. Isso tudo fica muito confuso dentro da minha cabeça. É uma luta do coração contra o sexo e do sexo contra a cabeça. Tudo para mim é diferente das minhas amigas. A Sandra, por exemplo, perdeu a virgindade aos 18 anos com um cara de 17. Eu perdi a minha no ano passado, no dia em que completei 19 anos. Foi o presente que o Iuri me deu. Na realidade sei que foi mais um presente meu para ele. A gente se gosta muito. Ele é o meu homem ideal. Gozei com ele pela primeira vez há uns dois meses. De lá para cá foram poucas, mas gratificantes, as vezes que eu gozei. Mas tudo parece maluquice. Vou me casar em um mês e sei que tenho tudo para ser a mulher mais feliz e fiel do mundo. Nem exijo que o Iuri seja. Sei lá, ele viaja tanto. Deve ter mulheres por aí que ele deseje, da mesma forma que há homens que eu desejo intensamente. Mas se ele come estas mulheres é problema dele. Eu não sinto vontade de sair por aí dando. Nunca tive esse lado meio piranha que todas as mulheres parece que têm. Na verdade, eu não tinha vontade de ter outro homem na cama... até conhecer você. Para você ter uma idéia, eu comecei a me masturbar recentemente. Mais precisamente na noite em que nos conhecemos. Eu te disse que seria sincera e vou ser mais uma vez. Você não é tipo de homem que me atrai. Gosto de homens como o Iuri, pequenininhos, franzinos, branquelos, com cara de menino pidão. Você é muito grande, é mais alto e mais forte que eu, por exemplo, que tenho 1,70. Tem pêlos demais, o que não me desagrada, mas prefiro os homens lisinhos e magrinhos. Mas não consigo mais parar de pensar em você. Tem uma coisa em você meio animal, meio cafajeste (aqui ela errou, porque não sou de forma alguma cafajeste, a nào ser que a mulher queira que eu me porte assim na cama). A impressão que eu tenho é que se você pegar uma mulher que queira dar para você e deixe fazer o que você quiser, é capaz de os dois ficarem dias e dias sem sair da cama. E isso me enlouquece. Fico imaginando como você me pegaria, como você meteria em mim. Na realidade, o que me faz me masturbar várias vezes ao dia pensando em você é a possibilidade de realizar tudo aquilo que eu tenho vontade de fazer na cama com um homem". A Marcela tinha dito tudo isso de um fôlego só, como se estivesse há muito tempo engasgado na garganta. Eu estava pasmo, sem ação, arrepiado mais que ouriço sendo atacado, de pau duro e melado. Instintivamente, esquecendo-me que ela estava na minha frente, eu arrumei o pau mesmo por cima da calça. Ela parou o copo de suco no caminho para a boca e mirou demoradamente a minha braguilha. Foi aí que eu vi a coisa que me serviu de gatilho para a ação: olhei para o minúsculo triângulo que cobria o monte de pêlos da buceta dela e vi que ela estava todinha molhada e que o líquido de sua xana escorria pelas pernas. Sem pensar duas vezes eu arranquei a camisa e joguei longe os sapatos. Quando Marcela viu que eu ia comê-la naquele momento se deu conta de que talvez não aguentasse o tranco de trair o noivo, e ainda por cima na casa dele. Deu um gritinho e saiu em disparada para a cozinha. Tentou fechar a porta, mas eu já estava perto demais. Empurrei a porta com força e Marcela foi parar na beira da pia. Cheguei perto dela e de um puxão só eu arranquei o sutiã do biquíni. Os seios enormes dela penderam, branquinhos de bicos rosados, contrastando com a morenice do seu colo e do resto do corpo. Tentou esconder os peitos com as mãos, mas foi inútil. Segurei os braços dela em cruz e beijei-a com força. Ela não mais resistiu e me beijou profundamente, molhando até meu queixo com a abundância de saliva que soltava. Parecia uma mulher faminta, cheia de vontade de comer um macho. Numa fração de segundo pensei que se fosse muito delicado com aquela mulher eu lhe daria tempo para voltar atrás e, pior, não era isso que ela esperava de mim. Tive que me tornar o animal que ela tanto queria. Dobrei os braços dela para trás e os segurei. Com a boca eu suguei seus seios como um animal faminto de leite. A cada chupão ela entrava em delírio e gemia alto. Mordisquei de leve os bicos dos peitos e ela pediu que fosse com força. Apertei-os fote com as mãos até meus dedos marcarem aquela pele alva. Apesar de seu tamanho, Marcela me pareceu leve quando a joguei sobre meus ombros e a carreguei para a cama de Iuri. Ele pedia quase chorando que não fosse ali. Não arredei o pé. Se aquela mulher queria trair o noivo que fosse, então, no melhor estilo. Joguei-a sobre a cama e montei em cima dela. Rasguei em mil pedaços a parte de baixo do biquíni. Aí surgiu uma das bucetas mais deliciosas e bonitas que eu vi na vida: enorme, de grandes e gordos lábios, mas com um clitóris pequeno. Sua racha parecia monumental. Era estufada e a quantidade enorme de pêlos fazia com que ela parecesse ainda maior. Não a chupei: eu me joguei de encontro aquela chavasca deliciosa e lambi tudo o que pude. Chupava e mordia os grandes lábios, esfregava a minha barba nos pequenos lábios. Sua voz era de uma mulher à beira da loucura: "Tim... pelo amor de Deus... que coisa mais gostosa... me chupa... chupa sua Marcela...". Fiquei tomado: parei o que estava fazendo e lhe disse que somente continuaria se ela se tornasse a puta mais rampeira que o mundo já havua visto. Ela não titubeou: "Chupa a minha buceta, seu canalha... morde esta xana cabeluda.. você gosta de bucetona como a minha, heim, gosta?? Você quer enfiar o seu pau nela, quer me fuder como um garanhão fode uma égua?? Faz isso para mim, faz, me chupa mais... ai, eu vou gozar, não pára que eu vou gozar, eu tô gozaaaaaaaaaaaando.... aí, ai, aiiiiiiiiiiiiiii". Ela estremeceu, esticou todo corpo e depois amoleceu. Não quis dar tempo para ela se recompor e enfiei um dedo na buceta para lubrificar e, em seguida, coloquei na portinha do cu. Foi como seu eu tivesse acendido um isqueiro no pé dela. De um pulo ela estava em pé na cama: "Não, pelo amor de Deus, aí não. Nunca fiz e nunca vou fazer. Nem o Iuri tenta porque ele sabe que eu não quero. Atrás não". Nào me contive: "Não me venha com esta história que eu sei bem que você morre de vontade de ser enrabada. E eu vou comer o seu cu, nem que seja à força, sua piranha". Ela saltou da cama e correu para a sala. Corri atrás e consegui alcançá-la quando tentava se vestir. Puxei-a pelos cabelos e a joguei sobre o braço do sofá. Aquela bunda empinada ficou a minha mercê. Ela tentava se levantar, mas eu não deixei. Ajoelhei-me atrás dela e me pus a lamber delicadamente aquele buraquinho marrom. O cu de Marcela começou a piscar sem parar. Ela gemia e quase chorava. Disse-me depois que tinha medo. Lambi interminavelmente, depois molhei um dedo no suco do gozo que escorria da xana dela e enfiei devagarinho, bem lentamente. Ela dava gritinhos, dizia que estava doendo, que era para eu tirar. Mas não parei. Quando todo o dedo estava dentro ela passou a gemer mais alto e eu, a tirar e pôr. Ordenei-lhe: "Pede!". Ela: "Não". Eu retruquei: "Pede, vagabunda, senão nunca mais eu apareço na sua vida". Ela aquiesceu: "Põe atrás". Fiquei puto da vida: "Assim não. Fale como uma putana que você é". E disse isso na hora em que enfiei dois dedos no cu de Marcela: "Aiii... Tim, por favor, coma o meu cu, enfie este seu pau delicioso no meu rabo que eu não aguento mais de vontade de dar o meu cabacinho traseiro para você". Com o que ela disse me recordei que Marcela era virgem atrás, que nunca ninguém, nem o Iuri, havia tirado o selinho da bunda dela. Isso me enlouqueceu ainda mais. Agora eu queria mais que nunca ter a chance de enrabar aquela mulher maravilhosa, de apenas 20 anos. Arranquei o resto da minha roupa e procurei na minha carteira uma camisinha. Vesti o pau, passei na entrada da buça dela para molhar bem, o que fez ela gemer profundamente, e fui colocando bem devagar. Meu pau é pqueno, tem 15

cm quando duro, mas quando fico excitado ela parece que adquiri proporções além disso, principalmente a cabeça, que fica parecendo um tomate de bom tamanho. Quando a cabeça passou ela começou a chorar. Não quis parar. Sabia que se eu tirasse naquela hora tudo iria por água abaixo e não teria mais aquela deusa de formas impressionantes. Doeu além do que esperava e Marcela deu um pulo para escapar. Só que eu já havia passado o meu braço direito pela frente da cintura dela para alcançar o clitóris. Ela pulo, mas eu segurei e neste solavanco o meu pinto entrou todo dentro dela e dois dedos da minha mão direita entraram na buceta. Ela virou o rosto na minha direção, a boa aberta e babando e os olhos revirados, um misto de dor e prazer, uma loucura. Ela não havia gozado. Era apenas o reflexo da minha entrada desajeitada pela retaguarda dela. Quando ela saiu deste transe pude ver duas lágrimas rolando em sua face e ela passou a rebolar e a falar coisas que jamais pensaria que ela falasse: "Isso mesmo, me come o cu... arregaça bem a minha bunda... põe todo o seu cacete lá no fundo do meu rabo, me arranque bosta do cu, se quiser, mas me faça uma mulher sem rodeios... vamos, come com força... me faz sangrar... come esta noivinha... Tim, isso te excita... saber que eu sou noiva de um amigo seu e que vou me casar?... Tim, você tá comendo uma mulher comprometida... todo homem sonha com isso... quer comer uma mulher que já tem dono... Isso... põe chifre naquele safado... você é muito mais homem que ele... vai. Tim... me estupra....aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii". Nesta hora a massagem que eu vinha fazendo no fundo da buceta dela fez efeito e Marcela gozou como uma cadela no cio. Gemia e arfava. Alguns minutos depois eu não aguentei, saquei o pau do cu dela. Ficou um grande buraco no rabo dela, que voltaria ao normal em pouco tempo. Senti ganas de gozar dentro dele, mas o meu juízo e responsabilidade me fizeram gozar nas costas dela. Ela apagou. Dormiu por mais de meia hora. Eu fiu até o banheiro, tomei banho e esperei ela acordar. Ela foi ao banheiro em seguida, se banhou e voltou. Pensei em comer a buceta dela, mas tinha que voltar ao trabalho urgentemente. Acredito que nem ela aguentaria outra sessão como aquela. Mas quando ela estava por me levar até a porta, já que permaneceria na casa para arrumar toda a bagunça que que havíamos feito, o telefone tocou. Ela estremeceu da cabeça aos pés. Ficou branca. Atendeu e confirmou suas expectativas. Era Iuri, que havia chegado em Salvador e resolvera ligar. Ela conversou com ele a princípio engasgando um pouco, mas depois se soltou. Disse que eu estava ali e que viera para abrir a porta. Marcela estava sentada e de pernas cruzadas. Pela minha cabeça passou uma loucura e eu não resisti. Subi no sofá ao lado da cabeça dela, tirei o pau já latejando de dentro. Ela ficou branquíssima, mas não teve jeito. Enquanto era Iuri quem falava com ela, Marcela me chupava. Quando tinha que responder ficava me punhetando. Ao terminar de falar com ele me passou o telefone. Ficou me chupando o tempo todo. Desliguei e avisei que ia gozar. Ela tirou da boca - para minha frustração - e eu gozei no tapete. Fui embora em seguida. Marcela e eu transamos outras vezes, sempre em locais malucos, como a sala da minha casa enquanto Tânia tomava banho, no meu escritório depois do expediente, no banheiro da casa dela durante um churrasco, mas principalmente no apartamento de Sandra. Eu até quis envolvê-la na transa, mas Marcela ficou puta. Não admitia isso e quase acabou com nosso caso. Ela se casou um mês depois. Fui ao casamento. Na tradicional sessão de cumprimentos aos recém-casados, na porta da igreja, ao me dar um beijo no rosto Marcela me disse: "Espere eu voltar da lua-de-mel...". Eu esperei, mas Marcela nunca mais quis transar como antes. Acredito que ficou com medo do risco que correria, maior que aquele quando ainda não era casada. Ainda bato gostosas punhetas pensando nela.

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TRÊS NO SOFÁ "EU estava sozinho na mesa de um movimentado bar, próximo à Ilha Porchat, em São Vicente, tomando alguns drinques naquela noite de sábado que nada prometia. De repente, surgiu um casal à procura de uma mesa, que aparentemente inexistia. Minha assiduidade e familiaridade com o estabelecimento ensejou a que um dos garçons me indagasse sobre a possibilidade da permanência do casal na minha mesa. Pôr se tratar de gente jovem e simpática, nada tive a opor. Tão logo chagaram e se apresentaram, Carmem e Alberto mostraram-se muito desinibidos. Ele falou de sua atuação numa multinacional de engenharia, e ela de sua atividade como decoradora, tarefa esta que poderia ser trocada pela de manequim, no que era fácil acreditar, pois ela era portadora dos melhores dotes físicos para brilhar em qualquer passarela. Era, além de bonita e charmosa, gostosíssima. Na altura do terceiro drinque, com a conversa bastante animada, comecei a perceber que os esbarrões que Carmem me dava pôr baixo da mesa eram propositais tal a insistência e maneira pela qual me encarava. Já passava da meia-noite quando resolvemos nos retirar. Mas o calor estava realmente insuportável e dormir seria algo impossível. Então Alberto sugeriu que fossemos - os três - tomar mais alguns goles em outro bar menos movimentado. Depois de rodarmos sem destino pôr várias ruas, Carmem perguntou se não seria melhor irmos beber em casa deles, idéia esta que deixou Alberto muito eufórico e a mim pensativo. Quando chegamos, com intrigante insistência, o casal repetia seguidas vezes para que me sentisse à vontade. Como realmente eu precisava livrar-me dos efeitos do álcool que havia ingerido anteriormente, e prevendo o que poderia acontecer naquele fim de noite, fui tomar uma ducha, enquanto Alberto preparava os drinques e Carmem se trocava. Quando voltei, os dois riam gostosamente no sofá. Carmem vestia um diminuto shortinho e uma blusa transparente, que provocantemente deixava a mostra seus seios livres do sutiã. Ao sentar de frente para eles, Alberto ofereceu-me um licor e foi para a sacada do apartamento, deixando-me a sós com a mulher. Para surpresa minha, Carmem aproximou-se e me aplicou as mais diversas e ousadas formas de carícias, deixando-me completamente enlouquecido. Ainda sem saber o que fazer, lembrei-lhes a presença de Alberto, e como resposta ela apenas disse: "Está tudo sob controle, agora", orientou-me. "Relaxe." E tomou o comando do espetáculo. Arriou minha calça, levando junto a cueca, e começou a alisar meu corpo, enquanto eu lhe acariciava os rijos e fartos seios sob a blusa. O shorte ela mesma tratou de tirar. Aos poucos fui dominando a situação, a começar pôr um autêntico banho de gato, correndo minha língua a partir do pescoço, até alcançar a ponta dos pés, voltar coxa acima, mergulhar a boca em sua cabeluda vulva e mordiscar-lhe o clitóris, fazendo-a berrar feito uma bezerra. A força, alcancei uma posição que facilitasse a prática de um vibrante beijo francês (não é assim que vocês chamam?) De repente, vi a Alberto inteiramente despido, masturbando-se junto a nós, pedindo ofegante para que continuássemos. Quando viu que o marido estava em ponto de bala, Carmem puxou-o para o carpete para acariciá-lo também. Eu começava a acreditar que aquela seria a noite mais maravilhosa e depravada da minha vida. Enquanto Alberto era chupado, eu possuía Carmem pôr trás, fazendo-a delirar e aumentar o ritmo dos movimentos dos quadris e da cabeça, até explodirmos os três juntos, num monumental gozo. Dando seqüência àquele espetáculo, Carmem levantou-se e apanhou uma garrafa de champanha. Deitou-se com as pernas para o alto e derramou a bebida sobre o corpo. Não consegui dominar a ânsia de minha língua, e cai louco sobre ela, começando a delizá-la pelo seu corpo. Ela ficou extasiada quando apliquei nova massagem clitoriana, despertando sua indisfarçavel queda pôr um beijo francês. Animado com a cena, Alberto penetrou o ânus da mulher. Muito próxima de meus olhos, vi perfeitamente aquela penetração anal, que culminou em mais um gozo gratificante. Depois do intervalo

para a conversa e o descanso, fomos todos tomar banho. Lá, Carmem logo tomou a iniciativa de comandar o show. Começou a nos excitar quando ensaboava nossos corpos demoradamente. As carícias foram conduzidas de tal forma que se transformaram em penetrações anal e vaginal. Alberto, que não conseguia reanimar seu pênis amolecido nem com o recurso da masturbação, só servia de espectador. Antes que atingíssemos outro orgasmo, Carmem disse que seria melhor darmos continuidade na cama. Foi, sem dúvida, uma noite plena de amor, repetida durante muito tempo, até que Alberto foi transferido para o Canadá, requisitado pela matriz da multi em que trabalha."

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CURTA TEMPORADA "Desde moleque sempre me vi envolvido com outros garotos, sempre mais novos. Durante meu desenvolvimento esta paixão por meninos ficou cada vez mais forte, fazendo com que eu dirigisse toda minha vida em função dos meninos. Os mais novos são os mais bonitos, mas os que realmente me interessam são os de 10, 18 anos, os pré-adolescentes. Nessa idade os corpos já começam a se transformar, muito lentamente, transformando o menino em um modelo de beleza. Linhas bem definidas, músculos começando a se destacar, ao invés de pelos uma leve penugem recobre as partes mais íntimas, ainda em início de desenvolvimento. A sensação de possuir um amigo préadolescente é a de degustar uma fruta ainda verde, firme, com um sabor forte porém puro. O destino me conduziu a trabalhar com crianças e adolescentes, em colônias de férias. Nestes locais, longe da família e dos pudores morais da sociedade, os meninos aos poucos revelam toda sua sensualidade e erotismo, natural em todos nós. É um jogo maravilhoso de sedução, amizade e confiança, que só pode ser jogado quando todas as partes envolvidas estão dispostas à isso. E assim acontece com os meninos que eu acompanho, incluindo o caso que passo a relatar. Em outubro houve uma breve estadia, alunos de uma escola do interior. Foram apenas 3 dias, onde fiquei no mesmo quarto com meninos de 8 a 18 anos. Eram uns 20 no total, mas apenas dois me chamaram a atenção. Sempre que chega um novo grupo, eu tenho que decidir rapidamente quais os garotos que merecem mais atenção, pois assim posso colocá-los em camas próximas à mim, no quarto. É uma tática inicial, muito importante para o sucesso de meus planos. Naquele dia havia escolhido dois garotos: o Henri, de 11 anos, e o André, de 13. Este último, apesar da idade, tinha o físico de um menino de 18 anos, era baixo e meio magro. Mas era muito bonito, cabelos loiros, cheios, olhos claros, corpo bem formado (apesar da baixa estatura). Era muito dominador, bastante falante, e tinha uma personalidade muito complexa, ora colaborando, ora se rebelando. Exercia muito poder sobre seu amigo Henri, de 18 anos. Este sim, com o físico adequado para sua idade, olhos e cabelos castanhos, embora um tanto o quanto magro. Eram os dois mais bonitos, sem dúvida, e logo me aproximei deles e consegui um contato. Fiz com que o Henri se instalasse na cama ao lado da minha, em um dos lados do quarto. O André, apesar de meus insistentes pedidos, foi se instalar no outro extremo do quarto. Mas isso não impediu que a sacanagem rolasse... Já de dia conversei bastante com o Henri, e lhe ofereci uma massagem à noite. Ele aceitou, e me disse que sua mãe também fazia. Naquela noite, com as luzes já apagadas, comecei a massageá-lo; ele estava só de cuecas, e relaxava com meus toques. Sua pele era macia, seu corpo estava quente, e minha mão deslizava com facilidade por suas costas, descendo às vezes para as coxas, massageando no caminho suas nádegas, por cima da cueca mesmo. Sugeri que ele tirasse a cueca, e ele o fez na mesma hora. O menino era doce e obediente, e eu ainda não tinha certeza se ele era realmente ingênuo ou se estava entrando no meu jogo. Continuei a massagem nas costas, nádegas e coxas do menino. Massageava sua bundinha demoradamente, uma mão de cada lado, fazendo movimentos de abertura, laterais, de modo que seu buraquinho aparecia, abrindo e fechando diante de meus olhos. Pedi para que ele virasse de frente e observei seu pinto, ainda mole. Comecei uma massagem no peito e na barriga do menino, descendo às vezes para a coxa. Ao massagear seu peito, deixava com que meu braço encostasse em seu pinto, massageando-o também. Em pouco tempo o pinto do menino mostrava sinais de ereção. Aos poucos fui aproximando minha mão daquele pequeno membro, até finalmente tocá-lo. O menino continuava passivo, permitindo minhas carícias. Disse a ele que iria ensiná-lo muitas coisas sobre a vida, e comecei a masturbá-lo. Falava à ele sobre a masturbação, e o que aquilo representava. Depois de alguns minutos pedi que ele fizesse sozinho, para ver se havia aprendido. Ele fez, meio sem jeito. O garoto não tinha o corpo bem formado, não tinha nenhum pelo, e seu membro era ainda pequeno, quase de criança. Mas como vim a saber mais tarde, ele já sabia se masturbar e estava apenas fingindo não saber. Ele sabia muitas coisas... O garoto queria dormir, e após se masturbar um pouco, vestiu a cueca e eu o deixei. Fui até a cama do André, no outro lado do quarto. Todos já dormiam, e eu tentei massageá-lo. Durante o dia ele havia me dito que deixaria, mas depois voltou atrás. Como já disse, ele era extremamente dominador, e tinha uma personalidade complexa. Nada fácil de se lidar... Massageei o peito e fui descendo, até chegar no seu pinto. Isso por cima da bermuda, onde aos poucos fui deixando o garoto em estado de total excitação. Eu sussurrava em seu ouvido, para que os outros não acordassem, mas ele não me respondia, apenas fazia que sim com a cabeça. Assim pude saber que ele estava gostando, e que queria que eu continuasse. Bati para ele por dentro da bermuda. Aliás, naqueles três dias, ele nunca me deixou ver seu pinto. Tomava banho de cueca ou de bermuda, e não permitia de jeito nenhum que eu o visse. Entretanto, deixava que eu o masturbasse sem problemas, por dentro da cueca. Voltei mais tarde ao André naquela mesma noite, desta vez passando a mão em sua bunda, e me masturbando. Ele dormia, ou fingia dormir. Acabei gozando de pé, em suas coxas, deixando o líquido em seu corpo. Fui me deitar, mas não consegui adormecer. Algum tempo depois, comecei a olhar o Henri, que dormia a meu lado. Ele estava só de cueca, e seu corpo me convidava. Passei para sua cama com cuidado, deitando a seu lado. Desta vez tirei minha cueca e coloquei meu pênis entre as coxas do garoto, me masturbando. Ele permanecia imóvel, e eu por vezes forçava a entrada de sua bundinha, afastando a cueca para o lado. Acabei gozando em suas coxas, de maneira muito imprudente, pois se o menino acordasse poderia ocorrer um escândalo. Mas eu já pressentia que tudo estava correndo bem... No dia seguinte, entretanto, acabei arrancando uma confissão surpreendente do Henri. Ele me garantiu que estava acordado, que havia sentido meus toques, e que gostava "um pouquinho" daquilo tudo. Durante o dia fizemos atividades recreativas com todas as crianças, foi um dia normal. No banho, novamente nada de ver o André. Eu estava curioso e com muita vontade de ver seu pinto, pois havia sentido que era comprido para sua idade (talvez uns 12 cm) e apresentava uma ligeira penugem. Mas o garoto realmente não queria que ninguém o visse. Finalmente a noite chegara. Aquela seria a segunda e última noite, infelizmente. Contei uma história de terror para o quarto, o que foi ruim por um lado: o André acabou dormindo em uma cama junto com mais dois amigos, bem no meio dos dois. Eles juntaram dois beliches e dormiram na cama de cima. Era impossível atingir o André sem acordar os outros dois garotos. No dia seguinte eu reclamei com ele, e ele me perguntou "por que eu não tinha ido fazer aquilo", pois segundo ele, ele estava esperando. Foi só então que tive a certeza de que ele gostava daquilo, mas infelizmente isso foi no último dia. Bem, mas naquela noite ainda havia o Henri, e eu aproveitei. Ele dormia sozinho, de cueca, e eu deitei a seu lado, tentando uma relação. Ele acordou e permaneceu em silêncio, como na noite anterior. Mas ele

ficou mais relutante, mesmo assim eu consegui me esfregar em seu corpo, por alguns minutos, mas não o suficiente para gozar. Virei o garoto de frente, e comecei a masturbá-lo. Em dado momento, coloquei minha boca em seu pequeno membro, e passei a chupá-lo. Por alguns longos minutos, fiquei entretido com seu pinto. Minha boca ia e vinha com facilidade, enchendo-me de prazer. Seu pinto era pequeno mas muito gostoso. Só parei quando o garoto se virou e levantou a cueca. Ele estava satisfeito, apesar de minhas dúvidas quanto à tudo isso: será que ele realmente gostava? Será que ele já havia experimentado isso antes? O que se passava em sua cabeça? Eu não podia avançar mais, já que não conhecia o garoto, afinal estávamos juntos a apenas dois dias. Quem me garantia o que ele estava sentindo? Fui dormir, e no dia seguinte todas minhas dúvidas foram solucionadas. Algumas horas antes de eles irem embora, notei que os dois escaparam para o quarto. Todos estavam em horário de atividades recreativas, e achei estranho aquilo. Dei uns minutos, e fui ao quarto, entrando de repente. Como eu esperava, os dois estavam ali, e se masturbavam. Riram quando notaram minha presença, e eu logo entrei no jogo deles, me masturbando também. Coloquei meu pênis para fora e o exibi, e logo eu gozava na parede, para que os dois observassem como era o gozo de uma pessoa adulta. O André gostou de ver meu pênis, arregalou o olho e procurou observá-lo o máximo possível. Ele tentava observar sem que eu percebesse, disfarçando o olhar, mas estava claro para mim que o garoto se sentia atraído pelo meu membro. Naquele clima sensual, as confissões rolaram soltas: O Henri havia contado ao André que eu o havia chupado, o que me surpreendeu; ele estava então acordado naquela noite e sabia muito bem o que havia acontecido. Naquele momento percebi que entre os dois rolava uma grande cumplicidade, bem maior do que eu havia imaginado. Já o André ria de tudo, e sem nunca mostrar o pênis, deixou que eu o masturbasse. Ofereci para lhe chupar, mas ele não quis. Em certo momento, chupei o Henri novamente, sem que o André percebesse. Perguntei discretamente ao André se ele faria um troca-troca com o Henri, e ele disse que sim. Ele sabe que pode fazer isso quando quiser, pois domina totalmente o Henri. Em certo momento o Henri saiu do quarto, e ficamos só eu e o André. Ele pediu para ver meu pinto novamente, e disse que iria segurá-lo, mas na hora H voltou atrás, eu não quis insistir. Ao invés disso eu deixava que ele passasse a mão em minha bunda. Ele delicadamente passava o dedo, como se procurasse por cima da minha bermuda a entrada de meu buraquinho. Isso estava ficando arriscado, pois outros meninos começavam a entrar e sair do quarto. Mas eu também colocava minha mão na bunda do menino, massageando-o. Tudo isso durou uma meia hora, e depois fomos almoçar e eles tiveram de partir. Telefonei para o Henri algumas vezes depois, mas ele me tratou com deboche, como que negando a própria participação no ocorrido. O André nem ao menos quis me dar seu telefone. Fui até a cidade deles fazer uma visita, o Henri me tratou bem, mas com receios, me deixou meio de lado. O André nem ao menos quis me cumprimentar, me evitou. Isso de fato é normal. Eles são dois meninos safados (no bom sentido) que provavelmente estão experimentando o sexo um com o outro. Devem praticar o troca-troca, como o fazem muitos meninos pelo mundo afora. E eles sabem o que isso significa. Minha presença foi benéfica por um lado, para que eles vissem que o sexo é bom e existe de várias maneiras, mas por outro lado eles podem ter se sentido ameaçados no seu relacionamento, devido à invasão de um estranho. Só espero que eles possam continuar praticando o sexo sempre de uma maneira gostosa e saudável, como demonstraram naqueles breves dias, que nunca mais sairão de minha memória... Julian

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O ACORDO DO PRAZER "Daniela era um estouro. Que garota sensacional. Na flor dos seus 18 aninhos já era uma gata selvagem, que impressionava por sua beleza: olhos verdes, cabelos loiros, lisos, um corpo esguio, seios durinhos, uma bundinha pequena, porém muito provocante. E provocante também era seu jeitinho de ser: carinhosa com os animais, amiga de todos, gostava de se vestir sem luxo, geralmente jeans e camiseta, bem a vontade. Menina de família respeitosa, vinda do Sul, seus pais a controlavam como ninguém: " Namorar, minha filha, só no sofá da sala" -dizia sempre seu pai, por detrás de sua face carrancuda. De origem alemã, sua família tinha rígidos padrões de comportamento, e eu tive de aceitar isso quando comecei a namorá-la. Mas ela se comportava bem na frente dos pais, era amiga, ajudava em casa, não dava trabalho a ninguém. Namorávamos no sofá, com sua família por perto: eram apenas beijos inocentes, carinhos no rosto. Mais do que isso não podia. Certo dia seus pais resolveram ir jantar fora, confiando na menina, mas não sem antes deixar uma recomendação: _ Vamos sair, mas o Carlinhos está de olho em vocês, hein? -disse o velho, meio em tom de brincadeira. Carlinhos era o irmão de Daniela, um alemãozinho de uns 8 ou 9 anos. Um menino legal, bastante amigo de sua irmã, e que recebia a "missão" de nos vigiar como sendo uma responsabilidade de guerra. Bastou os pais de Daniela saírem para que começasse o amasso: sentamos no sofá, e me atrevi a uma carícia mais forte; a menina não só aceitou como também retribuiu. Nos beijávamos intensamente, minha mão em sua barriga subia procurando os seios, por dentro da camisa. Logo eu já estava beijando aqueles mamilos saltados, aquela pele cor de leite que só Daniela tinha. A garota já segurava em meu membro, por cima de minha bermuda. Sem parar de beijar seus peitos, peguei a mão da menina e a coloquei por debaixo da bermuda, deixando que ela mesmo descobrisse a potência de meu membro. A essa altura eu já havia aberto a calça da menina e minhas mãos ávidas já encostavam em seus pelos macios, procurando fazer movimentos que deixassem a menina ainda mais fogosa. Ela já estava sem camisa e eu acabara de tirar sua calça, deixando-a apenas de calcinha. De repente olhei para o lado, lembrando-me das palavras do pai de Daniela, e assustado constatei que não estávamos sozinhos na sala: por trás de uma cadeira no outro canto se escondia o seu pequeno irmão, nos olhando fixamente. Ele viu que eu o descobrira, mas nem se abalou, continuou ali, nos olhando. Apavorado, falei no ouvido da garota sobre a presença de seu irmão. Ela nem conversou: levantou-se, foi aonde estava o irmão e levou-o para o quarto, sem camisa mesmo, seios à mostra, apenas de calcinha. Não resisti e fui atrás, ver o que aconteceria. Daniela conversou com o irmão, e após alguns minutos ela voltava à sala: "_ Pronto, tudo resolvido." Quis saber o que ela havia conversado com o irmão, mas ela não quis me contar. Insisti, mas nada de Daniela se abrir. Ela dizia apenas que havia feito um acordo com o irmão, e que eu poderia ficar tranquilo que ele nunca revelaria algo. Meio relutante, voltamos ao sofá, onde recomeçamos. Após alguns instantes olhei para o local aonde havia encontrado o seu irmão, e... ele estava lá novamente. _ Dani, ele está lá ainda... _ Não liga, Lenon, finge que você não vê... _ Mas isso não é ruim? _ Não, faz parte do acordo: eu combinei que ele poderia ver tudo o que fazemos, ok? E assim continuamos. Naquela noite o garoto contou aos pais que havíamos jogado cartas, depois visto televisão, coisas assim. Inventou uma história tão boa que os pais passaram a confiar em nós. Agora eles saíam quase todos os sábados, para nossa alegria: Daniela me chupava como uma louca: colava sua boca ao meu membro e sugava, querendo sorver todo o líquido que viria. Eu já não tinha receios sobre o Carlinhos, que nos observava todas as vezes, em algumas situações bem de perto, até. Eu afundava meu pau na xoxota de Daniela, bem na frente de seu irmão; em seguida, retirava e colocava na boca da menina, ejaculando logo após em seus peitos. A menina

gostava de cavalgar, e se sentava em meu colo, controlando a penetração. Eu retirava meu pinto e o deixava bem à mostra, para que Carlinhos visse. Apesar de sua pouca idade, eu achava bastante interessante que o garoto gostasse de ver aquilo. E assim nossas transas se sucederam, até que no ano seguinte Daniela foi estudar na Alemanha, e perdemos contato um com o outro. Essa história bem que poderia parar por aqui, mas os acontecimentos que se sucederam foram até bastante interessantes. Após alguns anos, eu andava no shopping quando vi uma menina muito parecida com Daniela: a vi de relance, e passei a segui-la. De costas o cabelo era igual, idêntico ao de minha ex-namorada. Eu até acreditaria que fosse ela, não fosse o fato de a menina aparentar uns 12 ou 18 anos. Ela entrou em uma lanchonete, e quando se sentou pude ver aqueles olhos verdes, brilhantes, e aquele rosto... Mas... Não era uma menina, mas sim um menino, e bem conhecido. Me aproximei e sentei a seu lado: _ Oi Carlinhos, lembra de mim? Sim, era ele, o irmão de Daniela. Ele estava com o cabelo comprido, e tinha as feições muito parecidas com as de sua irmã. No começo ele ficou meio espantado, mas aos poucos já ríamos como velhos amigos. Ele me disse que sua irmã ainda não tinha voltado, e que agora ele era praticamente filho único. Bem, naquela tarde nos despedimos e cada um foi para seu lado. Sábado. Eu estava de bode, procurando algo para fazer, quando toca o telefone: era o Carlinhos, me convidando para ir em sua casa. Seus pais iriam sair, e ele não queria ficar sozinho. Em nome da amizade de sua irmã eu aceitei, e mal caiu a noite eu já batia em sua porta. Entrei em sua casa, e ele trouxe um álbum de fotos. Olhavamos e ríamos, nos lembrando daquele tempo. Em certa altura, uma foto de Daniela me fez tocar em seus cabelos; eles eram iguais aos da irmã. Estremeci, e o garoto também. Sentados naquele velho sofá, nos olhamos fixamente, e não pude deixar de observar sua beleza: seus olhos, sua boca, seu rosto. Continuamos a olhar as fotos, mas agora minhas intenções eram outras: eu queria descobrir os segredos daquele menino, suas intimidades, seus desejos. _Carlinhos, me diz uma coisa, que eu sempre quis saber: você gostava de ficar nos olhando, eu e sua irmã, não é? _ Claro. Eu aprendi muito com isso... _Mas qual foi o trato que sua irmã fez com você? Como ela te convenceu a não contar nada pros seus pais? O menino relutou, mas enfim respondeu: _ Bom, sabe, ela me prometeu duas coisas: primeiro, que eu sempre poderia olhar o que vocês estavam fazendo... _ Certo, e o que mais? _ Bom, e... _Sim, fala... _ E que um dia eu também poderia fazer essas coisas com você. O menino me olhou, mas antes que eu pudesse dar qualquer resposta ele me beijou com vontade. Agora eu entendia tudo: o menino sempre gostara de mim, e me desejava, em suas fantasias secretas. Fechei os olhos e senti que era Daniela que me beijava. Mas ao segurar por entre suas pernas, voltei a perceber que era seu irmão: puxei por debaixo de seu jeans um pequeno membro, rodeado por uma bela penugem loira. Seu pinto estava extremamente duro, embora ainda fosse pequeno. O garoto segurou também no meu membro, e em pouco tempo já estávamos sem roupas, fazendo exatamente as mesmas coisas que eu fazia com Daniela. O garoto não tinha receios, e me chupava com vontade. Eu lambia aquele corpinho doce. Gostava daquilo. Colocava a língua em todos os espaços, procurando atingir os pontos mais íntimos, mais impenetráveis. O menino estremecia. Continuei a lamber seu corpo, e acabei por lamber seu pinto. Chupei-o. E assim o menino gozou em minha boca, um gozo ralo, quase água. Naquela noite eu gozei em seu corpo, mas sem penetrá-lo, apenas prendendo meu pinto entre suas coxas. Mas nas vezes seguintes fizemos de tudo, de tudo mesmo. O garoto apreciava meu corpo, e eu sua malicia. Nosso caso durou alguns meses, e de repente acabou. Ele começou a namorar uma colega de escola, e perdeu sua atração sexual por mim. Chegamos à conclusão de que aquilo tudo não passara de uma curiosidade, pois ambos experimentávamos o sabor daquela descoberta. Continuamos amigos, é claro, como as coisas devem ser. Hoje em dia nos falamos às vezes, e sempre nos recordamos daqueles maravilhosos momentos que passamos em um velho sofá. Essa é a minha história. Eu acredito que o sexo não tem restrição de idade, desde que a relação seja sincera, verdadeira, e que haja respeito e compreensão mútua. E sem se esquecer que a amizade é a base de tudo, e que o interesse nestas descobertas deve partir sempre da pessoa menos experiente, claro. Afinal, o interesse pelo sexo deve aparecer espontaneamente. Lenon

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SEMPRE ALERTA "O episódio que passo a narrar constitui uma das mais tesudas aventuras de minha vida e que agora divido com os amigos de mesmos desejos que os meus. Eu era escoteiro de um grupo sui generis, bem diferente dos que vemos por aí. Nosso grupo dedicava-se não somente a integrar os jovens à natureza, criar senso de responsabilidade, mas, sobretudo, proporcionar muita diversão. Naquele ano nosso grupo crescia muito e tinha constantemente ingresso de meninos, parecia que todos os adolescentes descobriam as maravilhas do camping. Fazia parte da iniciação dos novatos, depois das aulas teóricas, a realização de um camping no qual os novatos teriam que se manter por seus próprios meios, apesar de supervisionados por dois escoteiros mais experientes. Eu e o Marcelo fomos designados para acompanhar um grupo de 15 novatos em sua aventura. Dentre os que ingressaram tinham meninos de 11 a 18 anos na maior diversidade da mais seleta classe dos adolescentes. O acampamento já estava montado em cinco barracas que seriam montadas pelos que as iriam ocupar. Marcelo iria ocupar uma barraca com três meninos do seu prédio e decidira instalar sua barraca bem distante das demais. A posição escolhida por Marcelo me intrigava muito, mas não fiz qualquer comentário a respeito, simplesmente me alojei em uma barraca ampla com os três meninos mais bonitos do grupo. O Cristiano, um garoto de doze anos, loiro de olhos castanhos, coxas grossas e bundinha arrebitada, o Beto que tinha treze anos, olhos verdes e um corpinho todo lisinho, sorriso franco e bem falante e o Daniel, que tinha também doze anos, era um garotinho lindo de olhos castanhos e o corpinho em desenvolvimento e era o mais tímido de todos. Naquela noite fomos todos dormir bem tarde, embora eu não conseguisse parar de olhar aqueles lindos garotos que estavam levemente iluminados pela lua, tornandoos ainda mais apetitosos. Estava de olhos fechados tentando dormir quando escutei uma respiração mais forte, acompanhada de um som de fricção no nylon. Abri levemente meus olhos e pude ver o Beto se masturbando dentro do saco de dormir. Logo ele parou, olhou em volta e tirou todo o saco de dormir, deixando a mostra seu pauzinho lindo, Beto continuou a sua punheta maravilhosa até gozar, em seguida limpou-se com suas meias, jogando-as para o canto e voltando imediatamente a dormir. Aquela visão não me deixava dormir, estava muito excitado mas não queria ser flagrado me masturbando, por isso esperei que o Beto dormisse profundamente e saí da barraca, carregando comigo aquele maravilhoso par de meias gozadas. Fui me afastando das barracas, num local intermediário entre o nosso grupo de acampamento e a barraca do Marcelo. Abaixei minha bermuda até os joelhos e comecei a me masturbar sentido o cheiro jovial de porra de adolescente. Estava quase gozando quando escutei um barulho vindo da barraca do Marcelo. Isso fez com que eu parasse de me masturbar. O barulho não parava, parecia um gemido de dor, então resolvi me aproximar e fiquei bem próximo a barraca. Procurando escutar atentamente o que se passava, ouvi o seguinte diálogo: "- Calma Julinho, o Marcelo já fez isso com a gente e só doeu no começo, deixa ele passar mais vaselina que vai melhorar. - Duvido, quero ver ele te comer! - Se eu mostrar com eles você deixa também ? - Aí eu

deixo. - Vai, Eduzinho, abaixa as calças aí. - Falô! - Deixa eu passar vaselina? - Não precisa, passa cuspe mesmo, vaselina é só pra novato! - Tá vendo Julinho? - Quero ver com o André! - Falô, passa cuspe aí Marcelo! -Hummm vai devagar! - Tá vendo? Não é tão fácil assim! Mas foi só no começo, agora já tá bom. - Vai deixar Julinho? - Tá mas vai devagar. -Beleza! André, chupa ele pra ficar mais fácil. - Falô, mas não goza na minha boca, tá? - Tá legal. - Ai, bota mais vaselina, hummm! - Assim, assim, vou passar todos vocês no exame de escotismo! - Caralho, não falei pra você não gozar na minha boca? - Desculpe mas nundeu pra segurá... Escutei o Marcelo gemer mais um pouco e então gozar. Depois ficaram falando bem baixinho e não deu pra eu entender. Nessa altura eu já tinha gozado duas vezes, mas não quis interromper, apesar de saber que iria falar com o Marcelo assim que desse, pois queria que sobrasse pra mim também. Retornei pra barraca e deixei a meia do Beto no mesmo lugar só que com muito mais porra do que antes. Dormi o sono dos justos e cansados. Na manhã seguinte estava programado um banho de cachoeira, oportunidade na qual pude ver melhor os corpos daqueles lindos garotos, especialmente do Beto, André, Eduzinho e do recém iniciado Julinho. O Beto tinha um corpo magnífico, bundinha empinada, coxas roliças e as costas de quem começava a desenvolver os músculos e aquele sorriso que a tudo iluminava. A bunda do André era notadamente a maior de todas. Quando ele corria seu bumbum balançava de acordo com suas passadas. Ele tinha um rosto lindo, olhos castanhos e feições angelicais. Eram quase idênticos o Julinho e o Eduzinho, diferenciavam-se mais no tamanho, pois o Eduzinho deveria ter uns doze anos enquanto o Julinho por volta de onze, ambos bem gostosinhos, semelhantes até no rostinho lindo. Aproveitando que os garotos estavam se divertindo chamei o Marcelo pra perto do acampamento e começei o meu plano. - Conta aí Marcelo, você já sarrou algum menino nesses campings? - Que que é isso, nunca, os pais deles confiam na gente pra caralho. - Ah fala a verdade, nunca rolou nada? Tem uns meninos aqui que são bem espertinhos... - Como assim? Você tá louco? - Eu sei que você comeu o André, não adianta negar eu sei com certeza! - Nunca! - Eu sei. - Como você sabe? - Sempre alerta, meu amigo! Ah ah ah - Como? Ele te contou? - Não, eu ouvi vocês ontem e fiquei com o maior tesão. Só não abri a barraca pra não assustar os meninos. - Putz, você fez bem, eles são todos desconfiados e só confiam em mim. - Será que não dá pra sobrar pra mim ? - Putz não sei.... - É sacanagem só você comer! - Falou, vamos fazer assim, eu vou fazer a mesma coisa essa noite e vou deixar o ziper aberto e aí você vem e pega a gente e eles vão ter que deixar! Ah ah ah. Ficamos combinados e ele retornou para a cachoeira. Eu estava doido pra noite chegar, fiquei de pau duro só de pensar. Resolvi aproveitar que a cabana estava vazia pra bater uma. Qual não foi minha surpresa quando adentrei na cabana e me deparei com o Beto batendo uma. Ele se assustou e se cobriu com uma toalha, então falei: - Calma, cara. Isso é normal. - Poxa, não pensei que alguém pudesse vir aqui. - Desculpe te atrapalhar, mas eu tava vindo pra cá pra fazer a mesma coisa. - Ah, você ainda bate punheta? - Claro, todo homem bate punheta, basta ter vontade. - Que legal ! - Pois é, mas eu vou sair e te deixar acabar, desculpe. - Mas você não vai bater? - Se eu não te atrapalhar e você não se importar eu gostaria. - Falou, pode bater a sua aí sem problema. Nem precisou falar duas vezes e eu já estava tirando minha bermuda. Notei que ele me encarou o tempo todo enquanto eu tirava a roupa, sem parar de se punhetar. Deitei-me a seu lado apoiando a cabeça em dois travesseiros e comecei a bombar olhando pra ele e ele pra mim. De repente ele me perguntou se eu não iria gozar. Eu falei que estava esperando ele gozar primeiro e ele me disse que esperava o mesmo de mim. Nem podia imaginar que o garoto tinha a mesma tara que eu de ver alguém gozando. Nesse momento ele me propôs que gosássemos juntos e topei. Dito isso, bati mais três vezes e gozei espirrando nele e ele ao invés de ficar triste deu a maior gargalhada e em seguida gozou virando a pica pra minha direção, fazendo que sua porra fosse bem na minha boca. Levei na esportiva, passei a língua e exclamei: - Caralho, você tem porra branca com o gosto parecido com a minha. - Eca, você já provou porra? - Eu já tinha provado da minha. Prova da minha! Eu provei da sua... Eca, eu acho que se provar vou vomitar, mas deixa eu ver. É salgadinho, pensei que era ruim. - Tá vendo? Não era tão ruim assim! Aquela visão dele estar provando da minha porra quase me fez gozar de novo, mas resolvi gurdar pra noite. Limpamo-nos com papel higiênico e fomos correndo para acabar a limpeza na cachoeira. Chegando lá procurei me aproximar dos garotos do Marcelo, pois estavam todos brincando com ele de cavalo de batalha e eu também queria o saquinho e o pinto de um deles na minha nuca Brincamos muito e eu senti todos os piruzinhos que ficavam sempre semi-eretos tocando minha nuca. No almoço, os três garotos não desgrudavam do Marcelo. Assim, pude ir entendendo o quanto eles gostavam dele. À tarde criamos grupos de trabalhos para providenciar as coisas necessárias para a fogueira e o jantar. Eu logo quis ficar com pelo menos um dos meninos no meu grupo e chamei o André pra irmos buscar água na fonte, que era distante uns dois quilômetros. Estranhamente o Marcelo ficou de buscar lenha com o Beto. Seguíamos na trilha para buscar água e eu ia conversando animadamente com meu amiguinho, que estava muito interessado em saber se era muito difícil passar no teste de escotismo do nosso grupo. Eu informava meu amiguinho que nós sempre avaliávamos obediência, lealdade, iniciativa e desempenho nas atividades do acampamento e que normalmente só eram aprovados dez meninos no grupo de quinze. Isso fez com que meu amiguinho ficasse meio temeroso e me perguntasse como ele estava indo. Disse que ainda era cedo pra avaliá-lo. Ele fez um beicinho que me deu o maior tesão e calou-se. Finalmente chegamos à mina d'água, recolhemos a água e voltamos descendo a serra lentamente. De longe percebi o Marcelo chamando o Beto pra perto da caverna, mas meu amiguinho não notou isso, pois seguia de cabeça baixa prestando atenção na descida da serra. Fiquei muito curioso em saber o que os dois estavam fazendo por ali e pedi ao André para levar as quatro vazilhas sozinho para o acampamento, pois eu iria verificar se os outros já tinham cumprido suas tarefas. O garoto empilhou as vazilhas e foi sozinho do pé da serra até o acampamento. Fui margeando a boca da caverna e não vi o Marcelo nem o Beto. Resolvi então entrar na gruta pra ver se eles tinham entrado. Fui andando e de repente ouvi os dois conversando sem poder vê-los. - Mas por que você não quer deixar? - Ah, seu pau é muito grande, Marcelo. - Mas eu coloco devagarzinho e se doer eu tiro. - Acho melhor não. - Poxa deixa, né, eu vi você dando pro Mário e não falei pra ninguém. - Mas você já tentou aquele dia e doeu pra caralho. - Se você não deixar eu vou contar pra os meninos lá do prédio o que eu vi. - Isso é chantagem! - Não é isso, é que você não quer deixar por bem. - Ah, tá bom... mas se doer você tira, tá? Cê daquela vez só tirou depois que cê gozou. - Falô! Mas se eu tirar você chupa e faz eu gozar, tá? - Chupar eu tenho nojo, mas é melhor que ficar doendo. - Assim, assim, humm, vou enfiar devagar, tá? - Vai devagar por favor. Ai, ai, passa mais cuspe, tá ardendo... Pera aí tô quase gozando.... - Não me segura não, tá doendo, cara! - Pera tô gozando, humm Ouvi o Marcelo gemer e o garoto reclamar que ele melou as coxas dele. Não me aguentei e gozei também na rocha à minha frente sem nem saber se ali tinha algum bicho ou não, pois tava tudo escuro. Saí dali meio tonto, com as pernas bambas e voltei pra o acampamento. Encontrei todas as tarefas feitas menos a lenha, mas essa eu já sabia o motivo do atraso. Reuni os garotos e orientei para irmos tomar um banho de cachoeira, pois o fim da tarde estava chegando. Recomendei levassem sabonete e toalha pra um banho completo. Chegamos lá e todo caíram no lago que se forma ao pé da cachoeira. Tomei meu banho tirando o calção e me ensaboando, sabendo que a água esconderia o que eu gostaria de mostrar. Saí do

poço e subi numa pedra para observar os garotos e pude ver um dos meninos de uns onze anos na virada do rio nuzinho tomando banho. Fiquei de pau duro e ele doía bastante, conseqüência das punhetas maravilhosas. Poucos minutos chegou o Beto e depois de uns dez minutos o Marcelo. O Beto vinha com uma cara de que estava muito puto e o Marcelo com a cara mais lavada do mundo. Ao me ver acima da pedra Marcelo veio ao meu encontro vendo também o garotinho tomando banho e me disse que o menino já tinha chupado o pau dele, o que fez com que eu indagasse: - Quantos meninos daqui você já faturou? - Ah cara, isso é segredo, continua sempre alerta que você vai saber! Ah ah ah - Fala aí, cara! - Melhor deixar isso mocosado, quanto menos pessoas souberem, melhor. Se você souber cantar eles te dão. - Falô! Depois a gente fala disso, tenho que fazer o jantar. - Macarrão de novo? - Isso mesmo, você tá pensando que aqui é como na sua estância de colônia de férias? - Tô mesmo pensando em dar um pulo lá pra jantar. - Se você vai, vai logo, pois eu não quero perder hoje à noite. - Falô! Vou até lá a pé e volto com meu cavalo. - Falô, inté . Marcelo foi até a estância dos pais dele. A gente sempre acampava nas terras da sua família. Reuni de novo a tropa e falei que iria preparar o jantar e quando eles ouvissem os silvos fossem pra o acampamento jantar. Perguntei se o Beto queria me ajudar e ele concordou. Seguíamos para o acampamento e eu ia todo o tempo fazendo graça e cócegas nele, queria levantar seu astral. Logo ele entrou no clima e brincamos até chegar ao acampamento. Ele reunia a lenha para o fogo e ia acendendo enquanto eu só observava sua beleza. Vendo-me parado, ele exclamou: - Hei! Você não vai fazer nada? Só olhando, é? - Tô vendo que você já sabe se virar bem - Sei sim, eu já fiz um acampamento por aqui na Colônia de Férias do ano passado, foi assim que eu me interessei por entrar para o grupo. - O Marcelo que te incentivou a vir pra o grupo? - Mais ou menos, ele é meio mandão, às vezes dá até raiva. - Mas ele não é seu amigo? - Já fomos, mas no fim da Colônia de Férias nós brigamos. - O que aconteceu? - Ah, deixa isso pra lá, já passou, só é que ele é muito egoísta. Resolvi deixar o assunto de lado, pois vi que ele estava perdendo o humor. Continuei brincando e joguei água nele. Ele sorriu e me jogou água também, rimos muito. Mostrei pra ele que o macarrão pegava fogo e que servia como um graveto grande pra acender outra fogueira. Ele ficou impressionado e disse que gostou de ficar fazendo o jantar comigo. Peguei o apito para chamar os outros quando ele me pediu pra apitar, então perguntei se ele sabia e ele me disse que tinha aprendido na Colônia de Férias. Dei o apito a ele que deu o número de silvos corretos pra reunir a tropa. Quase todos chegaram, apenas faltou o Cristiano, mas logo fui informado que ele tinha ido com o Marcelo pra estância. Começamos a comer e em pouco tempo chegaram o Marcelo e o garoto, que estava na garupa do cavalo. Ficamos todos reunidos em volta da fogueira até que o Marcelo me chamou e me disse que eu aparecesse na barraca dele lá pela meia noite, pois hoje a tropa iria dormir bem cedo. Balancei a cabeça quando ele me perguntou se eu já tinha transado com algum garoto ou se eu era novato. Disse a ele que tinha rolado com meu vizinho de doze anos. Ele bateu no meu ombro e disse "Bem vindo ao clube!" Resolvemos voltar para perto dos garotos e nos aproximamos de leve e pudemos ouvir que eles riam muito. Isso fez com que nos aproximássemos mais lentamente ainda pra ouvir o assunto. Não podia ser outro que não sexo. Preferi não atrapalhar e fui pra minha cabana e ele pra dele. Fiquei deitado uns quinze minutos e logo chegaram os garotos pra dormir, eu até estranhei a hora, pois ainda eram nove horas. Logo os meninos me disseram, com bom humor, que teriam de dormir cedo para irem até a estância, logo de manhã para pegar cavalos pra todos. Antes de dez da noite todos dormiam a sono solto e por volta das onze horas ouvi barulho fora e fui ver. Era Marcelo me chamando, dizendo que ele iria começar e que os meninos já sabiam que eu iria também, que não tinha problema. Fiquei muito nervoso mas fui com ele. Chegando lá encontrei os meninos todos cobertos com um lençol em cima dos sacos de dormir, fingindo que dormiam. Marcelo logo foi fazendo cócegas neles e pude ver que estavam nus de pau duro esperando a gente. O Marcelo foi logo dizendo, olha gente ele é legal também, se vocês quiserem a gente pode brincar com ele. O que vocês acham? Eles riram e o Marcelo foi pegando no pau do André e dizendo: "esse é o maior de todos, quer ver?" Dito isso pediu pra eles medirem. Realmente, o dele era o maior de todos os pintos. O pau do André era rosadinho com a cabeça grande e tinha algumas veias, não circuncizado .Na possição que ele estava, de joelhos, destacava ainda mais sua bunda gostosa. O pau do Eduzinho era bem taludinho e circuncizado; tinha uma bundinha branca e era o mais queimado de sol de todos, mostrando a marca da sunga. Julinho tinha um jeitinho todo especial de se mover, sempre que podia, sarrava alguém ao passar. Marcelo sugeriu que fizéssemos uma fila sentados e cada um chuparia o pau da direita. Ele ficou na ponta, de modo que não chupava o pau de ninguém. Depois de muita chupação eu estava durissímo e Marcelo estava prestes a gozar. Sugeri, então, que mudássemos o lado e que chupássemos o da esquerda, mas Marcelo protestou dizendo que estava quase pra gozar. Mas todo mundo reclamou e ele foi convencido. Em dado momento Marcelo, que chupava o Julinho, pediu pra ele virar. Julinho logo pediu que colocasse vaselina. Marcelo disse que tinha trazido da estância algo muito melhor, uma pomada chinesa para não doer. Abriu um pote enorme e passou no pau e no cu do menino, enquanto assistíamos com tesão, sem largar uns os pintos dos outros. Julinho ficou de quatro e Marcelo colocou um dedo lambuzado do creme e depois colocou outro. Em seguida tirou os dedos e colocou seu pau levemente forçando a entrada até que entrou tudo. Ele perguntou ao menino se doía e este disse que não, mas que era estranho. André começou a chupar o pau do Julinho, deixando sua bunda linda virada pra cima, o que deu oportunidade do Eduzinho melar seu pau e a bunda do garoto de creme chinês e enfiou de uma vez só. Nesse momento o André concordou com o Marcelo dizendo que o creme funciona mesmo. Eu que só assistia dei um jeito de chupar o André, mas estava ficando tudo meio complicado. André parou de chupar o Julinho e falou quase autoritariamente: "vai Eduzinho, chupa seu irmão". Agora eu compreendia porque eles eram tão parecidos. André ficou deitado de costas e me pediu pra eu chupá-lo exclamando: "assim é melhor". O pau do garoto era muito bonito, cercado de poucos pelinhos na base e um saquinho caindo sobre seu reguinho, escondendo uma bunda gostosa. Iniciei o meu trabalho bocal e sentia o gostinho de seu líquido préseminal. Ele estava adorando, mas não esqueceu de mim e propôs que trocássemos de posição, passando a me chupar de maneira gostosa e quase me fez gozar. Fomos interrompidos pelo Julinho que não mais tinha a pica do Marcelo, mas agora queria comer o André, que não se fez de rogado. Marcelo estava tentando penetrar o Eduzinho na posição de frango assado, mas o garoto estava travando o cu e rindo. Marcelo ficou meio nervoso e deixou seu peso todo cair em cima do garoto, fazendo com que o seu pau entrasse todo de uma vez, o que fez com que o Eduzinho fizesse uma carinha de quase dor. Julinho estava comendo o André de bruços e sua bundinha ficava indo e vindo, me deixando ainda mais tesudo. Neste momento, perguntei ao Julinho se eu poderia sarrar ele. Disse que se eu quisesse só sarrar tudo bem, mas se quisesse comer tudo bem também. Passei um pouco daquela pasta maravilhosa em meu pau e no cu do Julinho que já tinha sido melado antes e iniciei a penetração. Meu pau correu, a cabeça entrou e eu resolvi esperar pra ele se adaptar ao tamanho, mas estava bem fácil comer o cuzinho dele depois que o Marcelo tinha entrado. Estava quase gozando quando o Julinho foi chamado pelo Marcelo pra chupar o pau do Eduzinho. Pedi ao André para ele deixar eu penetrá-lo e ele se virou recomendando que eu colocasse cuspe. Passei cuspe no cu dele e fui metendo devagar até que entrou a cabeça e perguntei se estava doendo ele me respondeu que não. De repente ele

fica em pé, pensei que ele iria acabar com minha brincadeira, mas me pediu pra tentar em pé. Ele se inclinou e separou as nádegas. Fui pentrando devagar até que entrou tudo e iniciei o meu ritmo enquanto eu o masturbava, segurando forte a cabeça de seu pinto. Em poucos minutos ele gozou. Limpei minha mão em sua camisa por sua sugestão. Marcelo bombava forte o Eduzinho até que parou e caiu em cima dele esgotado. Pedi pra o Julinho me chupar e ele falou que meu pau tava com o gosto do cu do André e que se eu quisesse poderia comêlo. Não falou outra vez e eu iniciei uma penetração bem gostosa enquanto eu batia uma pra ele. Em poucos minutos senti que iria gozar e tirei o pau do cu dele dirigindo o jato para a camisa do André, melecando-a muito. Começei a chupar o pau do Julinho até que ele gozou bem pouquinho dentro da minha boca, fazendo com que eu cuspisse tudo na ensopada camisa do André. Eduzinho se masturbava, enquanto o Marcelo o observava manipulando seu próprio pênis. Não resistindo ver aquela marturbação insólita, ajudei o Eduzinho a finalizar sua tarefa e ele gozou espirrando porra na parede da barraca, que foi limpa com a pobre camisa do André. Estávamos todos cansados. Voltei pra minha barraca levando a camisa com aquela seleção de porra. Todos dormiam como anjos que eram. Amanheceu e eu fui acordado pelo Daniel que me chamava pra o café dizendo que todos já estavam prontos pra ir à estância buscar os cavalos. A idéia não me agradou muito e preferi, depois do café, voltar pra barraca. Chegando lá vi o Beto deitado em cima de seu saco de dormir olhando para o teto. Perguntei o que ele tinha e ele me disse que estava cansado. Fiz carinho em seu cabelo e num gesto puramente fraternal dei-lhe um beijo na fronte. Ele me olhou dentro do olho e sorriu. Decidi perguntar se o papo da hora da jantar tinha deixado ele chateado e se ele não queria se abrir. Ele retrucou um pouco mas resolveu falar um algo. Disse que achava o Marcelo muito egoísta, que no começo ele era legal, mas depois que conseguiu o que queria ficou muito egoísta. Imediatamente me veio à mente o acontecido na caverna e então iniciei um diálogo mais franco: - Olha, Beto, eu sei o que aconteceu na caverna. Foi isso que te deixou triste? - Ele te contou? - Não, eu ouvi tudo sozinho, mas deixei tudo correr porque pensei que você gostava. Vamos falar francamente, tá? - Tá legal, vou te contar tudo, mas por favor guarde segredo, tá? - Pode ter certeza que tudo que você falar pra mim morrerá comigo. Começou me contando que, no ano passado, ele tinha ido pra Colônia de Férias na estância e um dia no dormitório um amiguinho dele o chamou pra medir os paus enquanto todos dormiam. Foram então para o banheiro, mediram os paus e acabou rolando um troca-troca. Eu disse que isso era normal e que ele não se preocupasse. Ele falou que não tinha grilo em fazer troca-troca, mas que o Marcelo, que trabalhava na Colônia de Férias, os viu levantar, foi atrás e viu tudo. Pediu pra comê-los e nem se importou com o prazer deles, gozou e pronto. Achei que deveria perguntar se ele gostava de fazer troca-troca. Ele me respondeu que fazia sempre que dava vontade, mas que gostava de gozar também e o Marcelo não deixava ele gozar. Eu falei para ele que ao ouvi-los na caverna eu tinha batido uma punheta e que agora eu estava arrependido. Ele me disse que estava tudo bem, mas quis saber o motivo pelo qual eu tinha batido. Respondi que achava ele muito bonitinho. Ele sorriu e falou que tava de pau duro e perguntou se eu não queria fazer troca-troca com ele, mas se não quisesse tava tudo bem. Meu pau estava pra explodir, mas achei melhor deixar a cabeça dele se assentar e disse que ele poderia se arrepender. Nada rolou com ele naquele dia a não ser uns carinhos sem maldade. Tomamos banho de cachoeira, almoçamos, uma vez que os outros garotos iriam almoçar na estância. Em algumas horas chegou o resto da tropa caminhando a pé, sorrindo e fazendo a algazarra típica dos adolescentes. · Domingo era o último dia que estaríamos todos juntos e o Beto continuava meio avoado. Eu tinha que saber o que acontecia com ele, então perguntei. Ele me disse que estava triste porque eu não quis fazer troca-troca com ele e porque o Marcelo tinha comido ele. Eu esclareci que o motivo de eu evitar foi o fato da cabeça dele ainda não estar em ordem, mas que quando tudo tivesse legal (depois de um tempo, não aquele dia) ele poderia me convidar de novo que eu não dispensaria. Ele não esqueceu a promessa e me chamou em outra oportunidade, mas isso é pra outra narrativa.

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VERÃO DE 92 "A história que passo a contar aconteceu comigo realmente, e serviu para ampliar os horizontes de alguém que se julgava muito liberal em torno do sexo. De fato, depois daquela experiência passei realmente a acreditar na sexualidade em sua plenitude, não como uma perversão, mas sim como um comportamento normal do homem. Fui criado de um modo bem natural, e o sexo entrou em minha vida da melhor maneira possível: aos 18 anos, com uma namoradinha do condomínio. Sempre fui liberal e adorava descobrir novas experiências com minhas namoradas, sexo oral, anal, no elevador do prédio. Porém, estava prestes a descobrir a maior sensação de minha vida, em uma experiência que mudou para sempre meu modo de pensar. Estava já com 20 anos, e namorava Adriana havia quatro meses. Uma linda garota de olhos verdes, cabelos compridos e lisos, castanho claros, um corpo perfeito, peitos durinhos, bumbum arrebitado. E fodia como ninguém; naqueles quatro meses foram incontáveis as cavalgadas que ela fazia sobre meu pinto, as chupadinhas rápidas que me dava em todos os lugares em que íamos juntos, inclusive em elevadores e lugares públicos. Realizavamos nossos desejos plenamente, sabendo que um ajudava o outro em tudo, por mais bizarro e estranho que pudesse parecer. Porém, Adriana tinha uma fantasia secreta que ainda não havia me relatado. A convite de seus pais fomos nas férias para uma fazenda da família em Mato Grosso. Estavam presentes vários parentes de Adriana, os pais, tios, primos e amigos. A atmosfera era familiar e amistosa. O pior era ficar longe de Adriana, à noite. Fiquei em um quarto junto com seu primo, Bruno, um garoto de doze anos que, assim como eu, se sentia meio deslocado naquele lugar, pois era o único garoto de sua idade. Era um bonito menino que saía da infância e começava a mostrar os primeiros sinais de transformação. Além disso o Bruno era um garoto legal, logo fizemos amizade. Conversava com ele assuntos leves, e ele mostrava interesse por minha vida com Adriana. Passamos a sair juntos os três, em passeios pelos arredores da fazenda. Mas eu comecei a achar ruim aquilo, nos únicos momentos em que poderíamos transar estávamos com o Bruno, e eu me segurava. Adriana não se importava, era muito carinhosa com o primo, dava-lhe beijinhos, tapinhas na bunda e coisas assim. Certa vez o garoto foi nadar em um lago, enquanto o observavamos da margem. Ele estava sem roupas, e víamos seu corpinho de pré-adolescente em transformação. Uma leve penugem cobria seu saquinho, e aquele pequeno membro balançava entre suas pernas. Percebi que Adriana gostava daquilo, olhava aquele pintinho com desejo. Ao perceber que eu a olhava falou: _ É, meu primo está virando um homenzinho. _ Quem diria, você tem vocação para babá, hein? _ Ah, deixa disso, eu estou só olhando. _ Então vamos aproveitar aqueles arbustos e dar uma rapidinha, antes que ele saia da água. Você pode me chamar de Bruninho, se quiser... Adriana riu, e fomos atrás de umas árvores ao lado. Nos despimos e começamos a nos excitar, ela chupava meu pescoço e eu já partia para dentro daquela xoxota úmida e quente. Meu pau entrou com gosto, e ela logo gemia: Ah, ah, Bruninho, me come... Deixa eu sentir o seu pintinho, a sua bundinha macia... Adriana disse isso e, passando a mão em minha bunda, começou a enfiar um dedo no meu cuzinho, o que fazíamos sempre. Aumentamos o ritmo e gozamos, Adriana enlouquecida: _ Vai,

Bruninho, ah, Bruninho... Bruninho... Então notei uma sombra no chão, me virei, e o garoto estava lá, chegando de repente. Ele nos viu, ficou assustado e com vergonha, saindo rapidamente, de cabeça baixa. _ Desculpa, eu achei que minha prima estava me chamando. Tô indo prá casa... _ Espera, Bruno -gritou Adriana- Tenho que ir com você senão o meu pai me mata. Nos vestimos e voltamos, todos em silêncio e envergonhados. Só Adriana quebrou o silêncio, já próximos à casa sede. Olhando de frente para Bruno, colocou suas mãos na cabeça do primo e disse, com carinho: _ Sabe, Bruno, o que você viu é natural, nós somos namorados e fazemos isso sempre. Você não precisa ficar com medo nem com vergonha. _ É, eu sei. Não precisa ficar preocupada, não vou contar prá ninguém... Adriana beijou de leve a boca de seu primo, sorriu para ele e continuamos. Eu estava ainda com mais raiva do garoto, e com medo que ele contasse à alguém. Mas Bruno era fiel, e soube guardar segredo. À noite comecei a analisar meus sentimentos, e vi que estava com ciúmes. Já era tarde e o garoto dormia, fui observá-lo. Foi quando percebi que ele não era apenas uma criança, mas sim uma pessoa com sentimentos e desejos, e que precisava de um amigo. Me arrependi de ter-lhe tratado mal, com indiferença. Ele dormia de lado, com a paz de um pequeno anjo. Virou-se de repente de barriga para cima, e como dormia só de cueca, vi que estava excitado: podia ver claramente um volume em sua cueca, e não resisti a fazer um carinho, dando um leve apertão naquele pintinho de menino. O garoto nem se mexeu, dei um sorriso, beijei-lha a testa e saí do quarto. Tudo estava diferente, eu sabia agora que sentia ciúmes, e que minha namorada sentia-se verdadeiramente excitada com seu priminho. Fui até seu quarto, e em sua própria cama terminamos o que havíamos começado à tarde. Depois que gozamos, comecei a arrancar informações dela: _ Sabe, Adriana, você gosta mesmo do Bruno, não é. Fica excitada com ele, não? Ela relutou, mas acabou admitindo. _ A última vez que eu o vi ele era ainda uma criança; agora, ele me excita. Gosto de ver suas pernas, imaginá-lo de pinto duro, se masturbando. Me desculpe se isso o perturba. _ Não, prá mim tudo bem. Afinal, não é um garoto de doze anos que vai mudar o que sinto por você... Naquela noite fui dormir com uma idéia na cabeça; imaginava como seria ver Adriana transando com seu primo, o acariciando, levando-o ao orgasmo. E foi olhando o Bruninho, que dormia na cama ao lado, que adormeci. No dia seguinte fiquei amigo do Bruno. Só então vi o quanto ele era legal. Em poucas horas éramos grandes amigos, ríamos juntos, falávamos de nossas vidas, dos colegas de escola, de futebol. Fomos a um campinho, brincamos de luta, onde nos abraçamos e rolamos no chão; eu era uma criança de novo, graças ao garoto. Aproveitei o momento para me desculpar com ele: _ Bruno, eu não tenho sido tão legal com você. Sabe, de agora em diante vamos ser grandes amigos, como irmãos. _ Tá bom, como irmãos... Você deve ter ficado muito bravo por eu ter olhado vocês dois ontem, né? Desculpe... O Bruno me comoveu, seu ar era de tristeza e vergonha. Abracei o garoto e lhe dei um beijo no rosto. Ele sorriu para mim. Então eu disse: _ Que nada, sua prima e eu gostamos muito de você e queremos que você sempre nos procure para tudo que precisar, tá? E assim continuamos a brincar. Em minha mente se desenhavam idéias diferentes. Não conseguia tirar da cabeça a idéia de ver Adriana transando com o Bruno, mas aquilo me incomodava. Achava que o garoto era muito inocente, que tinha pouca idade. Mas estava enganado... Naquela noite pedi ao Bruno para tomar banho junto com ele. Queria saber o que ele achava de seu corpo, de sexo... Brincávamos no chuveiro, e inventei um jogo: um teria que lavar o outro. O garoto riu e topou, com um ar mais malandro do que o normal. Comecei a lavar suas costas, desci a mão em sua bundinha, esfregando-a com carinho. O garoto ria baixinho. Passei a lavar sua barriga, desci a mão e segurei em seu pintinho, esfregando-o. Comecei a masturbá-lo, no início bem devegar, aumentando o ritmo aos poucos. _ Ei Bruno, você sabe o que é isso? _ Claro, você tá batendo punheta pra mim... O garoto falou isso e segurou no seu próprio pinto, masturbando-se. Soltei-o e passei a me masturbar. _ Ei Bruno, faz um pouquinho pra mim? O garoto segurou em meu pinto sem receios e passou a me masturbar, meio desajeitado. Aproveitei e o masturbei também... _ Bruninho, em quem você pensa nessas horas? _ Eh, bem... Deixa prá lá, vai... _ Não, diz prá mim... _ Ah, é melhor não. Você vai ficar bravo... O garoto havia soltado meu pinto, eu o masturbava vigorosamente. Meu pinto duro roçava em sua bundinha, pois eu o abraçava por trás. O garoto não se incomodava, e passei a me masturbar também, sem a mão, apenas esfregando meu pinto em sua bundinha, para cima e para baixo. _ Não vou ficar bravo, pode me dizer. É na Adriana, não é? _É... O garoto já falava com voz mole. Passei a falar em seus ouvidos histórias de sexo entre eu e Adriana. Colocava Bruno no meio, dizia que ele era chupado, que estava comendo sua prima. Minutos depois vi que o garoto gozava, e aquilo me fez gozar também, em sua bundinha. Meu sêmen escorria por sua perna, levado pela água do chuveiro. O gozo do garoto era ralinho, se misturava à água. Nos lavamos e fomos jantar. Naquela noite conversamos mais sobre sexo, antes de dormir. Foi então que soube o quanto Bruninho conhecia, por filmes, revistas, conversas com colegas, e até lasquinhas que tirava de suas primeiras namoradas. Ele achava natural se masturbar, e não tinha medo do que acontecera entre nós. Dei-lhe um beijo de boa noite, esperei que dormisse e fui ver Adriana... No dia seguinte saíamos juntos, eu, Adriana e Bruno. Passeamos à cavalo e fomos ao lago. Para espanto do garoto tiramos nossas roupas e pulamos na água. _ Bruno, vem, está uma delicia... O garoto ficou meio envergonhado, mas se despiu e pulou na água. Brincamos muito os três, e resolvemos sair. De repente, segurando a mão de Bruno, eu e Adriana passamos a nos beijar, já em uma parte mais rasa do lago. A água estava em nossos joelhos, e o Bruninho assistia a tudo; eu passava a mão em Adriana, pegava em seus peitos, chupava-os. Meu pinto já duro roçava na xoxota de Adriana, e fiz questão de fazer aquilo de modo a que Bruno pudesse ver. O garoto tentou se afastar, meio envergonhado. Na verdade ele só tinha medo de estar atrapalhando, tinha medo que eu não gostasse dele ali. Foi justamente o que tinha dito à Adriana na noite anterior, quando fui a seu quarto e combinamos tudo. Soltei Adriana e falei com Bruno: _ Ei, não precisa ficar com vergonha, tá? Nós dois queremos que você fique com a gente. E dizendo isso trouxe Bruno para perto de Adriana, que o abraçou e o beijou fortemente na boca. O garoto a abraçou também, e fui eu que peguei suas mãos e as desci pelas costas de Adriana, até que chegasse na bunda da minha doce namorada. O garoto pegou o ritmo e passou a massagear aquela bunda durinha. Como no banho, fui por trás do Bruno e o abracei, colocando meu pinto entre suas pernas. Segurei no pinto do garoto, e... ele já havia penetrado a Adriana, sentia-o fazendo um vai-vem dentro de minha namorada. Me abaixei e passei a beijar a bundinha do garoto, separando suas carnes com as mãos. Seu buraquinho apareceu, e enfiei minha língua naquela pequena gruta que se abria para o amor. Abri as pernas de Bruno, e por baixo beijei seu saquinho com aquela penugem macia. Então comecei a lamber seu pinto e a xoxota da Adriana, ao mesmo tempo. O garoto foi ficando mais empolgado, e seu pinto acabou saindo, num movimento mais forte. Tomado pelo desejo, beijei aquele pequeno membro e o coloquei em minha boca, chupando-o. O garoto recomeçou o vai-vem, desta vez em minha boca. Sentia pela primeira vez o gosto de um pintinho, era fantástico. Parei de chupar e recoloquei seu pinto na buceta de Adriana, voltei à bunda do menino, e... Adriana havia enfiado o dedo no cuzinho de Bruno, e fazia um vai-vem frenético. O garoto dava estocadas na buceta de sua prima, e recebia por trás estocadas fortes de seu dedo. Eu enlouqueci ao ver aquilo, passei a me masturbar com a bunda do menino, tirei então o dedo de Adriana e o troquei pelo meu pinto. O garoto sentiu, e separou mais as pernas para que meu membro entrasse. Mas

daquela primeira vez só enfiei a cabeça, para não machucar o menino. Agora era eu que dava estocadas suaves em sua bundinha, o abraçando, beijando seu rosto, seus lábios. E assim gozei, dentro do cuzinho do Bruno; Adriana chupava o pinto do menino, que havia gozado momentos antes. Sentamos no chão e nos abraçamos ternamente. Naquela noite Bruno e eu tomamos outro banho juntos, onde brincamos novamente. Pelo resto das férias transamos os três, com muito amor e carinho. Bruno é hoje um lindo rapaz de 18 anos, com uma cabeça ótima, cercado de bons amigos e com namoradas que o adoram. Ele aprendeu que o amor é uma coisa linda, e que o sexo é natural e válido, quando praticado com carinho e responsabilidade. É claro que tudo não foi uma maravilha. Depois daquela experiência muitas dúvidas surgiram na cabecinha do Bruno, mas nós sempre resolvemos nossos problemas com muita confiança uns nos outros. E assim Bruno aprendeu que não precisa ser um machão para ser feliz, e que podia ser cada vez mais homem mesmo praticando o sexo de uma maneira natural, mas que nossa sociedade condena. Eu e Adriana terminamos o namoro há tempos, mas minha amizade com o Bruno continua, eu nunca o abandonei. E hoje, com nossas namoradas ao lado nos lembramos com carinho daquele tempo especial, daquele verão de 92, onde tudo começou...

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EXPERIÊNCIA EM DUPLA PENETRAÇÃO "Conto esta história estimulada por outras, recentes, que apareceram aqui. Eu estava no parque da cidade, não muito tempo atrás, era fim de tarde e geralmente os casais vão até lá para namorar nos carros neste horário ... Não sou de ficar bisbilhotando, mas vi duas mulheres num dos carros e fui me chegando, curiosa. Elas faziam muito barulho, por que mesmo com os vidros fechados era possível ouví-las. Quase caí de susto quando abriram uma das portas do lado onde eu estava, pulei atrás de uma árvore e fiquei olhando, elas olharam ao redor e como não havia ninguém, elas estavam num dos extremos do estacionamento, eu vi a maior, uma morena enfiar a mão dentro da saia da outra (uma menina pequena, de cabelos escuros) que deu um gritinho ... levantando a saia dela mostrou uma bocetinha sem pelos. Então a morena puxou o clitóris da outra com força pelo que pude ver, e depois colocando a mão em baixo do banco do carro puxou dois consolos de uma sacola, eram gigantes ... ato contínuo pegou o maior, que mesmo a distância eu podia ver que tinha rugosidades e tinha + ou - 25 cms sendo que era muito grosso, forçava a grutinha da outra que gemia cada vez mais alto até que soltou um grito meio abafado, olhei e tinha entrado metade de uma só vez. A morena esfregava o clit dela com força e então passou a chupá-lo enquanto enfiava o consolo nela. A pequenina já havia gosado e podia ver que a outra não lhe daria paz tão cedo ... Senti uma mão em minha perna e minha cintura que tentava baixar meu short de lycra virei o rosto rápido e vi um daqueles homens que vigiam os carros e estava com a pica pra fora, estava esfregando-a em minhas pernas equanto puxava meu short, eu pedi pra parar, ia gritar ele meteu a mão em minha boca e fez que me bateria se eu falasse algo, fiquei quieta, tremia de medo ... ele então enfiou a mão em meu short e procurou meu cuzinho, onde enfiou um dedo ... minha bocetinha estava totalmente molhada da visão que tinha antes ... Ele então tentou novamente baixar meu short, eram claras suas intenções, e achei que ele iria me estuprar se não tomasse uma atitude, peguei a mão dele deixei-a em meus seios e segurei aquele pau feioso, muito grosso e o masturbei rapidamente ... Ele gozou em pouco tempo, usando a surpresa me desvencilhei dele e corri ajeitanto meus seios e minha roupa como dava ... corri muito. Chegando ao carro entrei e fui rápido pra casa. Ainda estava muito excitada quando tomei banho e resolvi assistir um filme de sacanagem pra me aliviar .. O telefone tocou no meio do filme, eu estava na cama, quase gozando ... com dois dedos em minha grutinha. Era um amigo, que disse estar com muita saudade, queria conversar também por que estava triste e estáva embaixo de meu prédio. Deixei ele subir e coloquei um robe, tinha colocado também sutien, ele chegou e depois de conversarmos um pouco e depois de tomarmos um chá e comermos alguns biscoitos ele me perguntou o que eu fazia, e porque estava tão diferente do normal, meu rosto estava quente, ainda do tesão que sentia ... Contei a ele que estive no parque e que vi as duas mulheres ... não mais. Nossa conversa então se encaminhou pra perguntas sobre as preferências, e se eu havia ficado excitada ... Eu lhe disse então que estava assistindo um filme pornô ante dele chegar. Pediu pra assistirmos juntos, eu sabia suas intenções! e talvez até o quisesse também... Depois de alguns minutos ele se mudou de posição e pude ver o efeito do filme no meu amigo ... estava com uma tremenda ereção. Ele olhava pra meu robe, entreaberto, eu sabia que ele podia ver meu sutien (tenho seios grandes, e por isso havia colocado o sutien, para que se ele visse algo não fosse direto minha pele, pois até então não tinha qualquer vontade em relação a ele). Eu tentava me conter, minha bucetinha estava ensopada ... Então, quando o filme acabou, ele se virou para mim e disse que estava tremendamente excitado mas que minha presença era o maior fator de excitação, vez que nunca tinha assistido a um filme com uma mulher. Eu disse a ele brincando que tinha visto o tamanho da excitação dele ... Ele sorriu. Perguntou se queria ver, eu disse que claro que sim ... Ele então abriu a braguilha e puxou um pau grosso e cheio de veias, lindo ... Eu tive água na boca qdo vi ... ele se masturbava lentamente. Eu coloquei minha mão entre as pernas e em pouco tempo nos masturbávamos nos olhando...gozei logo depois dele, que molhou a própria camisa toda ... era muito gozo, e eu tinha pena de que tivesse desperdiçado tudo aquilo. Nos recompuzemos, nos despedimos, estávamos meio sem graça, dois dias depois na Sexta ele me ligou dizendo que não me tirava da cabeça e que seu pau doía de duro ... Pedi a ele então que me encontraria com ele caso ele arrumasse outro amigo, de pica bem grande, pois eu queria ser comida de todos os jeitos ... Ele disse que tentaria encontrar um amigo que há muito não via. Antes do fim do dia me ligou, combinamos então que seria no dia seguinte, sábado, e iriamos acampar, pois aí seria possível fazer tudo que quisessemos. O tal amigo, era boa pinta, gente fina. Ficamos conversando durante a viagem que não durou muito mais que uma hora. Montamos a barraca, troquei de roupa dentro dela e quando saí pude ver os meus dois companheiros de shorts e com as barracas tb armadas ... fiquei logo tarada ... esperava por aquilo ansiosamente. Almocamos e pedi pra dormir um pouco ... as 4 da tarde saímos pra andar, eu na frente ... os tarados só queriam ficar atrás ... Sabia que minha bunda estava aparecendo bastante sob a bermudinha de lycra, eu sabia que tinha uma bunda gostosa, grande e redonda da qual cuido muito e me orgulho ... Foi quando meu amigo passou a mão em mim .. virei pra ele e não tive tempo de protestar, o outro me agarrou e passando a mão sobre meus seios me beijava ... de surpresa passei a ativa, pedi pra eles tirarem os shorts pra eu ver o que tanto queria ... uma beleza, a tal cimitarra tinha lá seus 22 cms (+ ou -)... Delícia ... mal podia esperar. Mas ele ficaram me bolinando por vários minutos até que gozei na boca deles ... De novo e de novo ... não me deram prova de suas picas duríssimas ... apesar de quererem. Voltamos e fizemos um triangulo, eu era chupada chupava e batinha uma punheta pro outro...em pouco tempo pararam ... mas meu amigo que estava em minha boca gozou muito espirrando em meu rosto seu esperma ... Apertava muito o outro pau e puxei-o a minha boca, delicioso sentir o seu calor. Meu amigo entao pegou uma camisinha e já se preparava pra me penetrar. Quando seu pau entrou parei tudo e só queria sentí-lo em mim ... estava delicioso. Ele entrou até o fundo e se movimentava rápido não demorou a gozar me fazendo chegar lá

com ele ... O outro então tomou sua posição e devidamente vestido, o empurrei ele caiu sentado e eu subi, colocando seu pau na entradinha de minha gruta ... segurei-o e esfregava com força pra frente e pra trás. Sentei nele devagar até sentir o fim próximo ... Era delicioso, era grosso e longo ... em pouco tempo já me mexia com velocidade e gozamos rápido eu primeiro ele logo depois ... Ficamos nus e fizemos a janta, depois de algumas horas, já escuro comecamos de novo... meu amigo pra minha surpresa pegou o pau do outro cara e o masturbava ... parecia gostar. Então me coloquei entre os dois e segurava um em cada mão, me sentia poderosa, com dois belos espécimes a meu dispor. Vestiram as camisinhas ... Então resolvi completar meu desejo, peguei o pau de meu amigo e guie-o a minha gruta, mexendo um pouco, tirei e depois sentei sobre o outro .. estava morrendo de tesão ! Depois de lubrificá-lo bem sai também, subi novamente em meu amigo e mandei o outro me penetrar o cuzinho, sabia que iria doer, mas meu amigo era muito grosso pra deixar que fosse lá ... Depois de uma ou duas subidas e descidas naquela pica gostosa de meu amigo o carinha se chegou e comecou a forcar a entrada, colocou saliva mas não entrava, eu estava um pouco nervosa e pedi que pegasse vaselina, que havia em minha necessaire, dito e com a tora lubrificada entrou devagar, forçando muito a cabeça, deu um grito e pedi pra parar ...ele esperou um pouco e começou a forçar de novo, meu amigo puxava meus seios e chupava os biquinhos ... Eu estava gozando qdo o outro estava metade em meu cuzinho ... Em pouco tempo ele já se movimentava com razoavel força e rapidez. Não demorou estávamos os três gritando palavrões e g! ozando. Repetimos isso ainda outra vez antes de dormirmos ... Acordei com uma pica entre as pernas e o meu amigo colocando minha mão sobre seu pau, sorri e o masturbei, chupei até gozar. O outro ouvindo tudo e já acordado enfiou em minha bucetinha por trás, deitados mesmo, e segurava meus peitos enquanto mexia, começou então a mexer rápido dando pancadas grandes no fundo de minha buceta, eu estava soluçando já quando ele tirou a pica de gozou em minha bunda, por fora, me melando inteira ... Ainda fui penetrada mais duas vezes por meu amigo e outra por ele antes de irmos embora. O tal cara nada sabia de mim, além de morar longe de mim, minha exigência a meu amigo... Hoje gostaria de repetir a experiência ...

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CONSORTE DE POMPOARISTA COM SORTE "Até o sol brilhante numa manhã fria de final de outono parecia diferente. Tinha sido assim toda a estrada. Os 230 quilômetros, que havíamos percorrido, pareceram muito mais curtos devido a emoção do encontro a que nos dirigíamos. Foram meses e meses de vontade e medo, até que tomássemos a decisão. A partir daí tudo foi muito rápido. Do primeiro contato, em que expúnhamos os motivos que nos levava a desejar encontrá-lo, até o último em que o mestre definiu data e local, foram poucos dias. Poucos, mas longos, pela ansiedade do novo mundo que se descortinaria para nós. "Especialmente o último contato, através do telefone que lhe havíamos indicado em nosso último telegrama foi marcante. Quando cheguei em casa, à noite, o semblante de Bela dizia tudo. Só de vê-la eu percebi que algo diferente tinha acontecido. Ela me disse que estava no trânsito quando o celular tocou. A surpresa pela pronta resposta do mestre e a excitação que a voz dele lhe proporcionava, obrigou-a a parar o carro para falar com ele. Confidenciou-me ter ficado molhadinha pelo tesão que sentiu ao falar com ele e marcar o encontro definitivo. A forma como fizemos amor, foi a expressão maior de como aquela ligação havia deixado-a transtornadamente excitada. Os dias seguintes foram de intensa ansiedade, mas agora estávamos ali, aguardando que ele se apresentasse. "No hall do grande e movimentado shopping, somente a anteninha peculiar, que ele mantinha na mão direita, permitiu-nos identificá-lo de imediato. A magia se restabeleceu assim que ele beijou o rosto de minha esposa, dos dois lados, e sensualmente perguntou se ela estava pronta para ingressar em um novo mundo... A caminho do motel, agora em seu carro, ele foi muito mais expansivo. Disse-nos que tinha certeza que a química estabelecida faria com que aquele encontro resultasse em grande sucesso e mais uma pompoarista florescesse. "O motel foi escolhido muito apropriadamente. Permitia a entrada de um terceiro integrante, sem questionamentos, embora com cobrança de diária extra. As acomodações comportavam tudo o que mestre necessitava. Seu trânsito pelo local era claro. Conhecia cada um dos recantos e a todos descrevia associando imagens de outras iniciações que ali havia praticado. Dentro do quarto, a tensão que existia em todos nós pairava com uma presença quase física. O mestre realizou uma preleção objetiva em que buscava introduzir minha amada nos segredos históricos do pompoarismo. Ao mesmo tempo em que a relaxava, instruía sobre o código não-verbal que utilizariam daí para frente. "Enquanto Bela, no banheiro se despia e esvaziava completamente a bexiga a pedido do mestre, nós pedíamos algumas cervejas e fingíamos desconhecer a ansiedade que estava mais que presente. Tomei meu lugar no sofazinho, na penumbra, quando Bela desceu as escadas enrolada na toalha branca. Sentou-se na cama, com todo cuidado para que a toalha, firmemente apertada sobre os seios, não se abrisse. O mestre se aproximou e iniciou o ritual de relaxamento. Sua técnica aprimorada conseguiu em pouco tempo desinibi-la completamente e ganhar sua confiança. Ele a guiava para um relaxamento total e um estágio pré-hipnótico que lhe permitisse quebrar todos os grilhões que tolhiam seu prazer total. "Com carinho deitou-a sobre o lençol macio, com cuidado para não abrir a toalha que ela havia mantido fechada com tanto cuidado. Com voz pausada e envolvente, começou a desenhar, na mente dela, uma cena que ao mesmo tempo a envolvesse e criasse um estado de tesão contido. Com carinho perguntou a ela se podia retirar a toalha e, desfazendo o nó sobre os seios, retirou-a. A surpresa dele, embora bem contida, foi visível. O corpo dela, brilhante de excitação, era uma maravilhosa paisagem para nossos olhos sedentos. "A voz do mestre soou trêmula quando ele disse "Belazinha, você está deliciosa!". Continuou seu trabalho de persuasão para encaminhá-la à excitação necessária para permitir-lhe abrir as portas do mundo mágico do pompoarismo para ela. Disselhe que o treinamento era muito íntimo e que precisava de toda a confiança e de todo o desejo dela de que o mesmo acontecesse. Perguntou a ela se ela queria, intensamente, que ele continuasse o treinamento e a voz dela, quase sussurrante disse "quero...". Ele então começou uma carícia muito sensual nos seus seios, que incluía alguns amassos carinhosos nos mamilos, enquanto sussurrava que queria que ela fosse umedecendo sua xoxotinha para que ele pudesse inserir os dedos nela. Era perceptível o tesão tomando conta dela e, da minha posição, eu podia quase sentir a umidade indo se estendendo por cada fibra de sua intimidade. O meu tesão, neste ponto era tanto que, silenciosamente, me desloquei para os pés da cama, e fiquei a fitar o brilho que ia surgindo da xoxotinha dela na medida em que, a pedido dele, ia afastando lentamente suas pernas e expondo toda sua feminilidade lindamente intumescida. "Com carinho, passeando por todo o ventre, ele encaminhou a mão direita para a xoxota dela, enquanto a mão esquerda mantinha as carícias sobre os seios. Com leves toques em seu clitóris perguntou-lhe se ela queria que ele introduzisse o dedo nela. A resposta, mais uma vez sussurrante de desejo foi "queroooo....". Colocando o dedo ele começou a incitá-la a executar os movimentos, através do código gestual que haviam estabelecido. Da minha posição privilegiada era possível ver toda a musculatura vaginal de minha amada sendo exercitada. O seu púbis se contraia e era possível ver a virilha se movimentar quando o conjunto de anéis circunvaginais mais internos era exigidos. Na medida em que o exercício

continuava e os elogios do mestre iam se sucedendo a excitação dela ia se aprofundando. Sua xoxotinha, linda e totalmente exposta, ia mais e mais se lubrificando, chegando o líquido seminal a escorrer fartamente sobre o períneo. A excitação minha e do mestre era também visível, mas ele continuava a guiá-la com todo carinho e dedicação, na busca da perfeição no sincronizado movimento de exercitar isoladamente cada anel muscular de sua vagina. "Esse idílio pareceu durar séculos até que, se sentindo seguro, o mestre retirou o dedo da xoxotinha dela e com grande facilidade devido à farta lubrificação introduziu o ben-wa. A partir daí a tensão foi subindo aceleradamente, na medida em que ela prendia o ben-wa e o mestre o puxava. Era claro o movimento de movê-lo dentro da vagina. Cada vez que ele caminhava lá dentro eu acompanhava pelo rosto dela o prazer incontido que isto proporcionava. Em nenhum instante ela se apercebia de minha presença. O momento era somente dos dois e um misto de tesão incontido e ciúme se apoderava de mim. O voyeur que existia em minha alma estava solto e fazendo loucuras com meu sexo, que latejava furiosamente. Ao comando do mestre ela se preparou para expelir o ben-wa. Com facilidade, ao comando dos anéis corretos, a primeira esfera apontou no fundo da vagina exposta em sua plenitude e foi expelida, seguida por uma grande quantidade do muco que a lubrificava intensamente. A segunda esfera veio rapidamente a seguir e foi expelida com força para longe. O mistério estava revelado. O mais maravilhoso cenário estava exposto ante meus olhos. A xoxotinha estava vermelha, pulsante e maravilhosamente brilhante pela umidade. "O mestre colocou um tubinho de vidro transparente entre os lábios vaginais e comandou-a no movimento do mesmo para cima e para baixo, utilizando os músculos, nunca dantes exercitados, de forma completamente excitante. A respiração dela cada vez mais se tornava cissiante e extasiada. Cada movimento, orquestradamente executado, conduziu-a um pouco mais perto do êxtase absoluto. Percebendo isto o mestre tomou do pepino que ela havia lavado previamente quando tinha se preparado e o introduziu até o fundo do canal, tocando-lhe o útero. Com isso, metade do pepino ficou para fora. O contraste entre o verde forte do pepino e o rosado daquela xoxotinha era maravilhosamente sensual. O movimento de sucção e expulsão iniciado tornava ainda mais extasiante o momento. Aparentemente calmo, o mestre ia dando as suas instruções, mas a marca úmida que estava se espalhando pela sua calça demonstrava que seu tesão era tão forte quanto o que eu estava sentindo. O movimento do pepino se acelerava cada vez mais e com isso fazia que ela caminhasse sobre o fio da navalha de um orgasmo avassalador que, entretanto, se negava a se completar. Foram minutos de delicioso martírio, até que o mestre lhe pedisse para expelir com força o pepino. Ver aquela peça pesada sair literalmente voando da vagina fez com que eu intensamente acreditasse no poder daquela mulher fantástica. Imaginar aquela loucura sendo executada com o meu membro tornou quase impossível conter o meu orgasmo. "Não satisfeito, por não tê-la visto gozar, o mestre incitou-a a um sono profundo e reparador. Foi incrível vê-la, ao comando da voz dele, assumir a sua posição preferida para dormir. O sono, na posição fetal era profundo e total. A voz dela pareceu-me vir de muito longe ao responder ao mestre - "querooo....." - quando ele lhe questionou se queria que ele recolocasse o pepino dentro dela. Feito isso o mestre comandou-lhe um sonho maravilhoso e sensual que a conduzisse a um orgasmo profundo e total. Deixando-a totalmente entregue ao sono, e ao sonho que se delineava, nos dirigimos para o sofá e nos servimos de uma cerveja enquanto a assistíamos no caminho do prazer. Foi indescritivelmente belo ver o prazer se aproximando na medida em que o sonho ia se desenrolando. Ao meu lado, estático e alucinado, o mestre ia dizendo que o sonho deveria estar maravilhoso para ela estar tendo todas as reações que estava apresentando. O pepino praticamente saía de sua vagina, que víamos privilegiadamente por trás, e era novamente chupitado de volta quando o movimento do pubococígeno era comandado. Os gemidos roucos que minha amada emitia colocavam-nos no mesmo êxtase dela. Os movimentos iam se acelerando e o seu corpo se cobrindo de uma camada fina de suor, como ocorria em nossos instantes de paroxismo. Meu membro latejava violentamente e molhava totalmente minha sunga e calça na medida que a excitação dela prosseguia. Os gemidos, cada vez mais altos e roucos, se tornavam também mais freqüentes. Pela minha cabeça só passava o desejo louco de saber o que ela estava sonhando, enquanto o mestre dizia "ela está trepando.... olha os movimentos da xoxota dela .... como é maravilhoso ver o tubo de músculo perineal que ela forma ... olha a maravilha que é o pepino sair e entrar... Ela vai ter um orgasmo absurdo. Nunca vi alguém se distender tanto .... a pele dela está brilhando de tesão! Olha como o ânus também se contrai! Ela vai gozar agora....". Sem agüentar mais ele se dirige para os pés da cama e tomando da ponta exposta do pepino inicia uma masturbação sincronizada com os movimentos dela, como se estivessem copulando. Vai o tempo todo perguntandolhe se o sonho está gostoso, se ela está gozando... se é bom trepar enquanto nós estamos assistindo...! "A tudo ela responde com voz embargada pelo tesão crescente, até que ele lhe pergunta se ela está pronta para gozar.... se ela quer ter um orgasmo brutal... A sua resposta é um grito animal de "QUEROOOOO....." que nos deixa paralisados com a força do desejo. Ele então diz a ela "então goza, belezinha, goza muito ...." enquanto inicia um movimento acelerado com o pepino. O orgasmo vem avassalador, como ele nunca assistiu. Todos os músculos dela se retesam, o suor explode nos poros... a respiração ofegante se torna um sussurro enquanto os gemidos roucos, animalescamente sensuais vão se transformando em gritos até a explosão final. O corpo parece levitar. os braços esticados prendem as barras da cama. As pernas estão esticadas ao limite. Tudo nela é músculo tenso até o limite máximo da exaustão.... Os seios arfam com os mamilos saltados... O púbis se eleva loucamente e na explosão definitiva se contrai com tal intensidade que o pepino sai voando de sua xoxota seguido por uma cascata de líquidos que compõem o gozo mais alucinado que pudemos presenciar em nossas vidas. "O tempo parou neste orgasmo. Para nós ele foi um personagem a mais neste quarto. Estamos paralisados pela intensidade dele e maravilhados pela expressão que se apodera dela. O mestre em profundo êxtase, comanda a volta ao mundo real.... "vamos belezinha, está na hora de você acordar.... na hora que eu contar até cinco você vai acordar.... um... e nos contar sobre o sonho maravilhoso, ... dois... que você teve e ... três ... que lhe deu este orgasmo alucinante ... quatro ... e que agora você será capaz de repetir sempre que quiser.... cinco... Acorde!" "A expressão do rosto dela é absolutamente maravilhosa e plena. Com voz apaixonada e de um tesão incontrolável ela pergunta "vocês viram o que aconteceu?".... A incredulidade da expressão torna tudo mais apaixonante e sensual. Ela se levanta e como esperávamos de dirige para nós. É tempo de nossa recompensa por tudo que ela está vivendo. Como havíamos combinado que ela está livre para escolher aquele que deseja levar à loucura com o novo e maravilhoso mundo que descobriu, com o tesão tomando de assalto cada célula de meu corpo.

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UMA EXPERIÊNCIA DIFERENTE "Caros leitores deste site, sou frequentador assíduo desta home, embora seja casado, com dois filhos, ainda me masturbo frequentemente pois minha mulher não tem coseguido me satisfazer completamente. Não sou super nada, pelo contrário, moro no norte de Santa Catarina, filho de emigrantes alemães, 33 anos, loiro, olhos azuis, 110 kg, 1,75 de altura com uma barriga de cerveja bem legal. Trabalho como na área de sistemas de uma empresa, porém como hobby faço um programa numa rádio, e como não poderia deixar de ser, recebo muitas

cartas nas quais pessoas escrevem oferencedo músicas uma para outras, e dentre elas uma me chamou a atenção, pois o pedido era para mim, e nela continha o telefone, me convidando para entrar em contato, relutei um pouco, porém resolvi ligar, e para minha surpresa, uma voz bem suave me atendeu, dizendo que gostaria de conversar comigo pessoalmente, que ouvia o meu programa e me conhecia etc. Eu perguntei a ela se não era nenhuma gozação, pois eu a conhecia, de vista ela é uma morena bonita, magra, cabelos compridos negros, uma boca com lábios finos e uma bunda bem arebitada, bem diferente das loiras que por aqui existem em abundancia, e que também gosto muito, e ela disse que não e que realmente queria sair comigo, então marcamos para o dia seguinte, e como Maria (fictício), é casada, mãe de dois filhos, resolvemos que ela sairia a pé do trabalho e eu a apanharia na rua, e ela daria uma desculpa para o marido. Tudo arumado, apanhei ela na rua, entrou no meu carro, me beijou suavemente no rosto e fomos para um clube no qual sou sócio, e sabia que o lugar onde se realizam os bailes estava vazio, entramos tranquei a porta, ficamos naquele lugar imenso, sobre o balcão, abrimos uma cerveja, e começamos a nos beijar, a cada gole de cerveja eu mamava nos seis seios provocando grandes arepios em seu corpo, ela tomava outro gole e passava a lingua gelada no meu pescoço, já estávamos despidos, e continuamos nesta bolinação até que encontrei sua bucetinha já totalmente umedecida, onde me deliciei em seu clitoris, e entrando com a língua até o fundo depois de cada chupada em seu badalinho, cada vez que ela estava prestes a gozar, eu parava, tomava um golinho gelado e voltava com a lingua naquele lugar maravilhoso, até ela não aguentar mais e gozar voluptosamente na minha língua, eu aproveitava seu abundante líquido e masageava o burraco róseo da sua bundinha, colocando a ponta do indicador, num leve e carinhoso movimento de vai e vem, ela se contorceu, e relaxou, pediu um tempo para mim parar pois estava desconfortável sobre o balcão, peguei-a no colo, com muito cuidado e eu com o pau duro apontado para cima, coloquei-a sentada numa cadeira na minha frente, ela num movimente ágil, pasou os braços ao redor da minha bunda me puxou contra si, engolindo meu pau de uma única vez, chupava habilmente, com uma mão me masagendo as bolas, e com a outra pegou o copo de cerveja que estava sob o balcão, e não tirando o pau da boca, olhou para mim, percebi que soriu e com os lábios encostados na cabeça, como se fosse um microfone ela me disse, agora te segura pois farei o que fizeste comigo, e tomou um gole, deixou o líquido em sua boca em seguida com cuidado forçou a cabeça do meu pau para dentro de sua boca fechada, não deixando nenhuma gota pingar, e eu sentia meu pau gelado por dentro, e os lábios quentes por fora, eu tremia e me arepiava como nunca havia acontecido comigo, quando sua boca esquentava, ela tornava a repetir a dose, minha bolas doíam de tesão, até que disse a ela, que iria gozar, ela ironicamente, olhava para mim, dava um leve soriso, abriu bem a boca botou a língua para fora e deixou minha pica praticamente apoiada sobre sua língua, em movimentos lentos e precisos ejaculei como nunca dentro de sua boca aberta, ela com gemidos dizia que também gozava e mexia a língua em contorno dos lábios com a boca aberta, lambendo a cabeça do meu pau, eu me segurava para não cair, até não sobrar uma única gota ela não parou, nos recompomos, ambos sentados, ela no meu colo, bebemos mais uma, até que ela sentada no meu colo começou a mexer comigo, me lamber o pescoço, orelhas, logo tive outra ereção, então eu sentado na cadeira, e ela de costas para mim começou a forçar a entrada na sua grutinha, até que conseguiu agasalhar tudo, sentando sobre meu saco, e eu fiquei com as duas mãos livres, e beijando suas costas, com uma mão masageava seus seios com a outra comecei a segurar meu pau quando ela subia, umedecendo um dedo para brincar com sua bundinha, comecei levemente ao redor, e quando estava bem relaxada, introduzi bem devagarinho, ela parou de se movimentar, arebitando o mais que pode, eu gentilmente fui enviando o dedo fazendo com que ela recebece todo o dedo, então pasei a tocar o meu pau internamente com o dedo, freneticamente Maria dizia coisas desconexas, começou a se contorcer me dizendo que iria gozar, pedi a ela segurar que eu queria que ela gozase na minha boca, habilmente ela colocou-se de quatro no chão, eu sempre com o dedo na sua bunda, o pau saiu fora, coloquei-me por baixa dela chupando-a com aptidão, senti seu gozo chegar, ela virou-se num 69 me punhetando com maestria, chupando com um prazer indescritível, eu queria comer sua bunda, ela me disse que era virgem e que meu pau era muito grosso, respeitei, mas pedi que deixasse eu colocar somente a cabecinha, ela aceitou, e provando que não a sacanearia, deixei que ela sentase sobre o pau e fizesse a penetração, logo que ela agasalhou pensei em dar-lhe uma estocada para enfiar até o talo, mas minha razão falou mais alto, ela me punhetava e eu mexia em sua bucetinha, juntos gozamos, ela me agradecia por não te-la machucado, enquanto meu leite escoria de dentro de sua bunda, com aquela visão exuberante, nos beijamos, nos recompomos e somos amigos até hoje dentro da mais profunda discrição, pois sou muito conhecido nesta cidade pequena e ela com dois filhos e um casamento estável, agora já conta com meu apoio na sua vida, pois seu marido já é meu colega e sabe de nossas transas, pois ele somente tem ereção quando ela conta o que fez comigo para ele, e sempre me convida para transar diante dele, eu já deixei ele espiar as transas, e provavelmente quando este relato chegar a vocês, já deverei ter transado diante dele, pois esta será para mim uma experiência nova.

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CUNHADINHA " Eu tinha dezenove anos e comecei a namorar uma garota que era linda e tinha tb dezenove anos, so que ela tinha uma irmã de onze anos que já estava se tornando uma delícia de mulher, os peitinhos estavam comecando a ficar pontudos e uma bundinha bem redondinha. Eu estava terminando o terceiro ano ano do segundo grau e a minha cunhadinha estava na quinta série e tinha dificuldades em algumas matérias. Ela sempre ia na minha casa para eu ajuda-la a resolver trabalhos e tirar duvidas (moravamos perto um do outro e eu não trabalhava nesta epoca) como meus pais trabalhavam fora o dia todo ficavamos sempre a vontade para estudar. Um dia eu estava ajudando ela com ciências e tinha algo sobre aparelhos reprodutores masculinos e femininos. Ela foi me questionando algumas coisas, totalmente inocentes. Ai eu comecei explicar como era a reprodução humana e o ato reprodutivo, ai ela ficou totalmente curiosa para saber como era a copula humana eu lhe disse que se ela quisesse eu tinha uma fita de video que era instrutiva e poderia mostrar a ela (disse que a fita era de escola mesmo, pedagogica) ela aceitou e fui pegar a fita porno mais sacana que tinha em casa (tem todos os tipos de sexo possiveis). Coloquei a fita no video e deitamos no tapete da sala e comecamos a assistir, ela estava de mini-saia e blusinha e eu estava apenas de short (sozinho em casa mesmo) quando comecou as cenas piacnes ela comecou a ficar vermelha e a se esconder e eu comecei a ficar com muito tesão, ao qual se mostrava pela ereção de quase cm embaixo do meu short. Depois de algum tempo ela parou de rir e achar graca e ficou apenas prestando atenção e reparei que os seus peitinhos estavam durinhos de tesão, com isto o meu pau ficou duro como pedra, já estava até comecando a doer de tanto tesão, ela me perguntou se as mulheres e os homems gritavam daquele jeito mesmo era por que é bom ou de dor? Eu disse que era por que realmente é uma delícia e qualquer um quando vê uma cena destas já fica com muito tesão. Ela me perguntou como se da para saber se um homem e uma mulher estão com tesão. Eu lhe espliquei que a mulher fica vesilmente com o bico dos seios durinhos, iguais os seus agora, ela achou graca e realmente concordou que estava adorando o filme e me perguntou no homem o

que acontece, eu lhe disse de uma olhada e peguei no meu pau por cima do short. Ela ficou adimirada pelo tamanho, pois so havia visto o pau pequeno do seu primo até aquele dia. Eu lhe perguntei se gostaria de ver ele mesmo, ela questionou se não havia problema, eu lhe respondi puchando o short com a minha cueca para baixo. Ai ela arregalhou os olhos e ficou apenas olhando e eu comecei a alisar ele todo. Ela me perguntou por que fazia aquilo e respondi que era bom e se ela gostaria de esperimentar nela tb. Lhe disse que a mulher tb poderia mexer e gozar como ela viu no filme. Lhe disse que já que eu havia tirado a roupa ela tb poderia e assim ela concordou e tirou a calcinha, mas permanecendo de mini-saia, disse a ela que para esfregar na xoxotinha dela e passar os dedos para cima e para baixo e colocar um pouco dentro tb. Ela comecou a gostar e gemia baixinho e eu de ca batendo a maior punheta da vida vendo aquela bucetinha lisinha e que deveria ter um aroma delicioso. Fui chegando perto e comecei a olhar bem de pertinho e em um dos momentos que ela estava de olhos fechados coloquei os meus dedos tb e comeei a mexer, ela parou e eu continuei a alisar aquela coisinha linda. Depois eu peguei a maozinha dela e coloquei ela para alisar o meu pau, ela ficou batendo para mim e fui puchando a cabeca dela para perto e ela ficou batendo e olhando bem de pertinho o meu pau, com isto eu virei e comecei a laber a rachinha dela, todinha até o fundo e um pouco do cuzinho dela tb. Quando olhei ela estava com o rosto colado no meu pau e batendo sem parar, lhe pedi para dar um beijinho nele, ela deu e comecou a beijar ele todo, lhe pedi de novo para comecar a lamber como eu estava fazendo com sua bucetinha e ela adorou lamber e depois colocar ele na boca, claro que não dava conta de enfiar tudo, mas o bastante para que eu quase gozasse na boquinha dela. Comecei a mexer no cuzinho dela e aos pouquinhos fui colocando um dedo e mexendo para dentro e fora, ela comecou a rebolar dizendo que estava delicioso, eu continuei a lambe-la e colocando o dedo cada vez mais fundo e rapido e fui aos pouquinhos colocando mais um e outro, até que tinha tres dedos dentro dela e ela já gemia bem alto na minha boca e nos meus dedos. Eu parei de chupa-la e sem tirar os dedos de dentro dela a fiz ficar em pé e depois a coloquei deitada no sofá na posição de franguinho assado e continuei a mexer os dedos dentro dela, ela não parava de rebolar nos meus dedos e já pedia baixinho para mecher mais. Eu socava bem fundo e com força, quando ela estava quase gozando eu parei e dei o meu pau para ela chupar de novo, ela engolia e alisava o meu saco todo e depois comecou a lambe-lo tb. Não aguentei mais, tirei o pau da sua boca e fui com os dedos de novo no seu cuzinho, mas so coloquei dois, ela pediu mais, eu lhe perguntei se queria bem fundo e bem grosso, ela mandou - Coloca logo tudo, todos os dedos - Eu tirei os dedos e fui colocando o meu pau bem devagar no cuzinho aberto daquela menininha de onze anos. Colocava ate a metade e tirava, para ir abrindo mais aos pouquinhos e fui assim até que consegui colocar todo ele dentro dela. Soquei bastante dentro dela na posição de franguinho, depois a virei de costas e coloquei de novo de uma vez so com ela de quatro e quando estava quase gozando eu gostaria de gozar olhando para ela e com isto deitei no tapete e mandei ela sentar em cima e aquele cuzinho engoliu ele todo de uma vez e comecou a me beijar e rebolar com o meu pau na sua bundinha. Ela rebolou e gozou primeiro e eu em seguida fazendo a minha porra escorrer pelas pernas abaixo. Deitamos relaxados e depois de algum descanco, resolvemos tomar um banho, a levei carregada ao banheiro e ela com a mão já mechendo no meu pau. Durante o banho foi mais uma seção de sexo oral e ela quase me fez gozar de novo e na sua boquinha, mas eu estava querendo aquela bucetinha virgem ainda no mesmo dia. Mais tarde no quarto ela me perguntou se tinha algo mais delicioso que aquilo que fizemos na sala e eu lhe respondi caindo de boca na sua bucetinha e quando ela estava gemendo bem alto e muito molhadinha, eu a coloquei de pernas abertas, sem parar de chupar, deitei por cima e perguntei se queria algo muito mais gostoso. Quando ela respondeu SIM e me pedindo - Faz logo que eu estou doida - Não pensei duas vezes e levantei as pernas dela, coloquei um travesseiro debaixo das suas costas e comecei a passar a cabeça do pau na sua xaninha toda, ela rebolava cada vez mais e fui colocando aos pouquinhos, até que eu senti uma resistência e forcei tudo e segurando ela, pois já sabia que ela iria esperniar e talvez sair. Ela gritou e reclamou da dor, eu parei um pouco e fui comecando de novo bem devagar, logo depois ela já me pedia para enfiar com mais força e gemia muito alto. Acabamos gozando quase juntos e o travesseiro e o lençol eu joguei fora para não haver desconfianças. Continuamos assim por mais um anos, eu minha namorada e a minha cunhadinha que era um doce de criança virou uma ninfeta bem safadinha, me atacava a todo os momentos quando estavamos sozinhos, alisava o meu pau em todos os lugares possíveis (shopping, carro, lanchonetes,etc... ) e é claro quase todos os dias ela estudava lá em casa. Para aqueles que quiserem trocar experiências ou fotos de garotas novinhas é so me procurar - mendes_bsb@zipmail.com.br

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GRUPO DE ESTUDOS " Meu nome é Andrea, e estou escrevendo pela primeira vez para este site para contar para vcs. um fato muito louco que me aconteceu e talvez possa interessar. Primeiramente eu gostaria de me descrever. Sou morena, tenho 18 anos, olhos castanhos, 1,72 de altura e dois traços bem marcantes, um, do qual me orgulho,é minha bunda,que é enorme e muito bonita. O outro , do qual além de ñ me orgulhar, tenho muita vergonha na verdade. São meus seios. Ñ sei se é pela minha idade, mas eles são muito pequenos, muito mesmo, tanto que ás vezes tenho a impressão de parecer um menino, pois parecem dois caroços de azeitona. O caso que quero relatar começou no colégio onde estudo, o Zaccaria, no catete, Rio de Janeiro. Eu sempre fui uma ótima aluna, o que fez com que minhas amigas me pedissem para auxiliálas em seus estudos, e assim foi. Quando nos reunimos em minha casa, no bairro da Lapa, (éramos em número de 4 garotas), fomos direto aos livros. Conforme o tempo foi passando e as meninas foram entendendo a matéria, elas iam pra casa, de modo que só sobramos eu e a Lívia, que por azar era a garota com quem eu tinha menos intimidade. Lívia era uma garota de 18 anos, baixinha, morena, com a pele bem clara, olhos azuis e peitos enormes. Já passavam das 10h, e teríamos prova no dia seguinte, então decidimos que ela dormiria lá em casa. Coloquei minha camisola e emprestei uma para ela, então fomos nos deitar. Como estávamos sem sono, ficamos conversando sentadas em nossas camas, e foi no meio dessa conversa que surgiu um papo sobre seios. Eu contei sobre meu complexo de tê-los extremamente pequenos, foi então que ela me surpreendeu ao afirmar que sortuda era eu, pois ela achava que peitos pequenos eram muito mais bonitos e além disso havia a vantagem de ñ se precisar usar sutiã. Duvidei do que ela me dissera e retruquei que os homens achavam peitos grandes como os dela muito mais atraentes, ao que Lívia me respondeu: -E quem precisa deles? Caímos na risada, e foi então que eu confessei que meu sonho era ter seios como os dela, mas minha colega falou que eu ñ iria gostar e para me fiar no exemplo dela que aos 18 anos já tinha os seios levemente caídos. Duvidei, então ela disse que me mostraria e a seguir tirou a camisola e o sutiã. Seus seios me impressionaram, pois eram ainda maiores do que pareciam de roupa, e além de tudo eram absolutamente lindos. -Seus peitos ñ têm nada de caídos.-disse eu. -Mas são flácidos.- retrucou Lívia. -Ñ são mesmo!!! -Pode colocar a mão para sentir. Ñ resistindo à tentação pus as mãos naquelas gostosuras, e pude sentir no mesmo momento a minha xoxota ficar molhadinha. Tirei então a camisola e pedi que ela fizesse o mesmo comigo. Meu pedido foi prontamente aceito e Lívia começou a acariciar meus seios, e logo depois a chupá-los. Eu digo seios, mas a única

coisa que ela podia chupar eram os bicos, que são a única coisa de seio que eu tenho, pois o resto é completamente reto. Em seguida demos um longo beijo de língua, tiramos as calcinhas e nos deitamos. Ainda nos beijando começamos a acariciar uma a xoxota da outra e eu chupei aqueles seios lindos bem lentamente para poder explorar cada centímetro daqueles monumentos. Sentamos então com as pernas entrelaçadas e começamos a roçar as xoxotinhas, no começo lenta e delicadamente, e a seguir cada vez em movimentos mais rápidos, até que explodimos em prazer. Foi uma experiência nova para mim, já que sou virgem e nunca havia gozado, uma vez que ñ tenho o costume de me masturbar. Depois disso dormimos abraçadinhas, no que ñ tivemos problemas, já que eu costumo mesmo dormir de porta trancada. No dia seguinte fomos à aula normalmente, mas já combinamos de estudar juntas para a próxima prova. Talvez eu lhes conte como foi.

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DESPEDIDA DE SOLTEIRO NO DRIVE IN (Verídica) " A história que vou contar agora é completamente. Tudo começou em agosto de 1998, como todo final de tarde, entrava na net para conhecer alguma gata e bater um bom papo, um certo dia entrei como de costume com meu Nick Sedutor, estava comversando com muita gente as menininhas todas querendo ser seduzidas, mas uma me chamou a atenção, talvez pelo seu Nick (Gostosona)que era muito tentador ou pelo fato de ela ser umas das poucas da sala que eu não estava tc entaum comecei a chamá la para nos conhecermos ela nem ligou como sou muito persistente continuei a falar com ela só que falando muita coisa bonita, poesia, etc...Até que ela resolveu falar comigo, se dizia apaixonada pelas minhas palavras e que adora ser tratada daquela forma, entaum passei a tratá la melhor ainda cha mava ela de minha flor, meu amor, ela se derretia toda quando a cha mava de minha rainha, começamos a tc e ela começou a me dizer tudo a seu respeito inclusive que era noiva e que seu noivo chato e gordo não falava tantas coisas bonitas, aos poucos fui aprofundando nossa conversa até que entrei no papo de sexo, não deu 5 minutos já estava mos falando coisas estritamente íntimas, chegamos até transar virtu almente, passamos entaum a trocar recadinhos e tc todos os dias ela dizia que iria casar mas eu seria seu amante e que iria no casamento dela como um amigo de escola, o tempo foi passando e meu desejo por ela foi aumentando cada vez mais, ela dizia coisas que me deichava completamente louco de tesão, meu pau faltava levantar a mesa, e ela tb não escondia que estava louca para trepar comigo, queria ouvir eu chamando de MINHA RAINHA, baixinho no ouvido dela, passamos entaum a trocar telefonemas, ela se dizia completamente seduzida e que eu fa- zia jus ao Nick, Marcamos entaum para sair, eu mau podia esperar o momento em que nossos olhares se cruzariam, marcamos em shopping de SP, Cheguei lá por volta das 19:00hs, horário marcado ela por sua vez chegou uma hora e meia depois, uma vez que tinha que ir na esco- la primeiro para despistar seu noivo, estava nervoso não aguentava mais aquela espera, olhava para um lado e nada, para o outro e nada entaum catei o celular e bipei, disse que se ela não me ligasse, nunca mais iria falar com ela, 5 minutos depois ela me liga dizendo que pegou transito e que estava na playland, rapidamente me dirige ao seu encontro, chegando lá pude constatar que ela tb fazia jus ao seu Nick, uma moreninha muito gostosinha com uma blusinha tomara que caia e uma calça jeans apertadinha modelando seu corpo, meus olhos passearam por aquele corpinho e antes de beijar gostoso sua boca já imaginava o que iria fazer com aquela preciosidade, saimos daquele shopping direto para um DRIVE IN já que não tinhamos tempo e queria mos realizar nossa fantasia, estávamos com o tesão a flor da pele, meu pau pulsava dentro de minha cueca, ja começamos a nos beijar como dois loucos, tirando a roupa comecei entaum a beijar seu pescocinho e descendo lentamente pude ver aqueles peitinhos maravilhosos que suguei durante um bom tempo enquanto ela rebolava em cima de meu membro ainda vestidos, quando comecei a tirar sua roupa me deslizando minha língua suavemente me deparei com uma xotinha linda e ensopada, o cheiro de sexo ja estava no ar, comecei a acariciar seu grelinho com minha língua deixando ainda mais louca de tesão, ela urrava e pedia para que eu a fodesse, mas contrariando seu pedido passei a chupar seu corpo inteiro deixando a completamente maluca, ela apertava meu pau já fora da cueca e descendo com sua boca eu já imaginava o que me esperava, abocanhou como uma louca e sugou o máximo que pode até sentir meu jato de porra em sua boca, de tanta quantidade até escorreu pelo canto de sua boca, sem dar tempo para meu pau descansar sentou e começou a cavalgar como uma verdadeira peoa enquanto abocanhava seus peitinhos e introduzia meu fura ânus em seu rabinho, a desgraçada pulava tanto que acabou com os amortecedores do carro, gozamos novamente como nunca, após descansarmos alguns minutos tive a visão daquele cúzinho maravilhoso na minha frente, entaum senti uma vontade louca de enrraba-la fora do carro, deitei-a no capú, passei meu pau na sua xotinha ensopada e comecei a forçar a entrada no seu rabinho, entrou devagarinho ela reclamou um pouco mas depois a dor transformou se em puro prazer, a cada estocada era um grito de puro prazer, quando senti que ela gozou novamente já não aguentando mais inundei seu rabinho de porra, nos realizando completamente. Depois disso nos encontramos novamente mas eu só conto numa outra oportunidade. Se alguma garota quiser fazer loucuras comigo no DRIVE IN, me escreva!

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VALEU A VIAGEM. " Todo dia era a mesma coisa, chegava do trabalho por volta das dez horas tomava um banho e ia pro computa papear. No começo ninguem dava bola. Em casa moramos minha mãe, minha tia e eu. A medida que o tempo passava e eu comentava o que acontecia no computador, minha tia passou a se interessar e de vez em quando a meu lado ficava curtindo os papos. Passou um tempo e quando eu chegava ela já estava papeando e papos bem quentes. Não era legal, pois a máquina ficava na sala e o conforto era pouco e quando minha mãe chegava, tomava um banho e queria conversar e nos tirava daquela diversão. Vou abrir um parentese e dizer que tenho 22 anos minha tia 36 minha mãe 39,ambas solteiras, ninguem de se jogar fora. Estou me formando em Ed. Física, titia é Economista e trabalha num banco como gerente de contas de grandes clientes e minha mãe é Bióloga. Mas com aquele negócio de mamãe querer conversar, ela achava que ficar no computador era coisa de solitário ou tarado e além de desligar o computador ainda curtia com nossa cara. Nós moramos no prédio mais alto do bairro, tem uma varanda grande que transformamos numa área com pequena piscina e churrasqueira além de um sofá, tipo cama, que cabem 4 pessoas deitadas numa boa prá pegar sol. Ë aqui que nossa vida social se desenrola, relaxados á noite ficamos contando o que aconteceu no dia, e nos fins de semana curtimos a piscina com um churrasquinho só nós ou com amigos. Foi quando num desses dias, minha tia Neta, ( esse é o apelido dela) me propos uma viagem a Miami para levar uns documentos para a sucursal do banco onde ela trabalha, colher assinaturas e retornar, nada mais que 2 dias com uma bela duma remuneração. Proposta feita, e aceita lá fui eu para Nova York. Rápidamente resolvi o solicitado e aproveitei para fazer umas compras, decidi comprar somente um Notebook. Ah que felicidade, que maravilha, foi a compra mais recompensadora da minha vida. Voltando , foi só começar a praticar no novo brinquedinho, que agora podia ser acessado de qualquer lugar do apartamento, bastava uma tomada do telefone, logo mandei colocar

uma no meu quarto e outra na varanda. E ai comecei a utilizar o novo brinquedinho, cada vez com mais prática, até que já dominava perfeitamente o bicho. Nos fins de semana quando faz sol titia e mamãe tomam sol só com a parte de baixo do biquini o que sempre me deixa com um pouco de tesão, mas como não dão nenhuma brecha fica só nisso. As vezes elas tomam, totalmente nuas, banho na ducha que tem junto ao muro. As vezes pedem prá eu sair as vezes não, e quando isso acontece, quem logo sai, sou eu pra tocar uma punheta, afinal ninguem é de ferro. Neste sabado parece que tudo estava a meu favor. O sabado amanheceu com um sol de rachar, saí, e quando voltei encontrei as duas na varanda totalmente desinibidas. Coloquei uma sunga e voltei com o Notebook, conectado comecei a navegar, a cervejinha corria solta prá nós três, de vez em quando elas vinham ver onde eu estava navegando. Agora quem tem, ou já usou, um Notebook, sabe que só se encherga a tela se ficar bem defrente para ele e nisso as duas começaram a esfregar os peitos nas minhas costas prá enchergar, e meu pau escondido pelo computador, duro como nunca, fez com que eu gozasse 2 vezes sem ao menos, nele tocar. A noite chegou, eu tinha programa, saí e só voltei pela madrugada. Domingo combinamos praia com a turma da minha tia. Na 2ª quando todos já estávamos em casa, minha mãe puxou o assunto de Internet e perguntou se eu podia ensinar como se navegava. Disse que era pra elas ligarem o computador na varanda, preparar um lanche, que eu ia tomar um banho e logo ensinava. Quando voltei de calção, mamãe estava só de camiseta e titia de camisola, deitadas no sofá da varanda já tinham acessado um site pornô mas sem saber como ir e voltar. Deitei entre as duas e comecei a mostrar como se fazia, Neta alegando calor foi dar uma refrescada na piscina e voltou nua, minha mãe ainda falou, o menino fica doido assim, e em seguida também tirou a roupa entrou na piscina também nua e molhada pro sofá, ai foi minha vez, tirei o calção entrei na agua e voltei de pau duro pro meio das duas que agora além de esfregarem os peitos em mim ainda esbarravam a mão ou o braço no meu pau e passavam a perna por cima dele, foi quando uma gozada minha, melecou tudo. Tinha porra na minha perna, na perna da minha mãe e na mão da Neta, pintou um clima diferente mas fomos todos dormir, e eu,mais uma punheta. Proposital ou não, só voltamos a nos encontrar na 6ª onde mamãe passou de carro e nos pegou mais cedo. No carro veio o assunto de Internet e ela lembrou em todos detalhes da última vez e perguntou se eu tinha gostado. titia não perdeu tempo. Vamos aprender mais de Internet. Logo uma conversa adulta sobre sexo se formou em que as duas me colocaram, que o temor da violência e da AIDS, haviam feito com que elas se abstivessem, mas que como eu lhes havia dito que transava apenas com minha namorada e mesmo assim de camisinha, talvez ai estivesse uma abertura. Sabado foi de doer. Logo cedo apareceram duas amigas da Neta, que trazendo cerveja, carne e até carvão, passariam o dia conosco. Na tranquilidade com que minha mãe e a Neta ciculavam só com a parte debaixo do biquini, as duas acharam que também podiam e eu já tratei de ligar o computador e chama-las para verem, lógico com muita esfregação, só que com um detalhe, assim que a Neta viu que as duas estavam coladas em mim e meu pau duro,começou a cercar, quando levantei para uma ducha ela me perguntou se eu não queria uma ajuda prá baixar o tesão. Foi a primeira punheta e a primeira chupada,da titia, e eu gozei como um louco naquela boquinha deliciosa. Não passou despercebido prá minha mãe, que na maior calma foi avisando as duas convidadas que havia sido chamada para uma emergência e se elas não queriam uma carona, pois a tarde estava acabando. Na porta chamou a irmã e cochichou não sei o que. Só sei que titia foi pro quarto e eu sem rumo fui tomar uma ducha. Nem dez minutos se passaram, quando minha mãe volta trazendo uma garrafa de champagne e chamando por nós dois tirou a roupa, ficando só de calcinha e querendo comemorar. Neta veio enrolada numa toalha e eu como vim ao mundo. Mamãe colocou um som, deligou o computador e nós tres passamos a dançar, pouco a pouco o clima foi esquentando, titia já sem a toalha abaixando tirou a calcinha da irmã e ao compasso da música nos foi levando até o sofá, eu deitei com uma espada apontando para o céu, titia veio por cima, encaixou sua buceta em meu pau como se fossem uma coisa só, mamãe colocou a buceta na minha boca e beijava a Irmã frenéticamente, fomos alternando, agora eu chupava titia, metia em mamãe e ela beijava a nós dois, a tesão era tanto que não havia, pau, boca. cú, buceta, dedo, lingua prá tanta tesão, quando veio o gozo as duas mijaram em cima de mim, choravam, riam e queriam mais. Desse dia em diante eu passei a usar o Notebook sempre com as duas e o melhor passamos o sofá para o quarto da titia que era o maior e dormimos os três juntos toda noite. Voces não imaginam o que é ter duas mulheres sensacionais em casa, sua tia e sua mãe, pro que der e vier e com toda a segurança.

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