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MAT2455 - Apostila Extra-Oficial - Apostila Da Prof. Cristina Cerri

MAT2455 - Apostila Extra-Oficial - Apostila Da Prof. Cristina Cerri

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Introdução à história da matemática. Richard. Rio de Janeiro.maths. 1974 Sites na Internet: The MacTutor History of Mathematics archive (http://www-groups. aplicações e interpretações na física e em outras áreas. Differential and integral calculus. "Calculo". Domingues.S. PISKUNOV. Textos sobre história da Matemática: EVES.exeter. 1972.d.uk/~history) .ie/pub/HistMath/People/RBallHist.edu/rparris/winplot. 2001.C. V.Volume 1.html) mac2166. Cálculo com geometria analítica. THOMAS. Guidorizzi. Gacetilla Matemática (http://www. Carrara. Hellmeister e R. Tom M. Tradução: Seiji Hariki. 3. Tradução Alfredo Alves de Faria.php?file=%2F4788%2Fmod_resource%2F… 1/1 . 1995. Bouchara. Mudanças de variáveis em integrais (polares. CORANT. Cálculo com Geometria Analítica.standrews. Cálculo .html). São Paulo: Edgard Blücher Ltda. BOYER. BOYER. São Paulo: McGraw-Hill. V. Tradução: Paulo Boschcov. Historia de Matemáticos Famosos (http://www. W. Integrais de superfícies. Campinas: Editora da Unicamp.cl/histmat/html/indice. Livros Técnicos e Científicos. Howard W. Integrais de linha .O.19/04/12 Ementa Conteúdo e Bibliografia Objetivos da Disciplina: Estudar integrais de funções de duas e três variáveis. Vol. [G] H. Cálculo com Geometria Analítica. 2002. 1994.html) History of Mathematics at the School of Mathematics (http://www. Visual Calculus (http://archives. [BCHS] J. Edusp.tcd.html Outros textos: APOSTOL.sosmath. Cálculo .Teoremas de Gauss e Stokes.usach.com/calculus/calculus. Stewart. s. Ed. BOULOS. Salvitti.html). São Paulo.Thomas (http://cwx. KAPLAN. Introdução ao Cálculo. SWOKOWSKI.arrakis. George F. 1996. Pioneira-Thomson Learning.Teorema de Green. 1996. Earl W. Moscou: Éditions de la Paix. São Paulo: Makron Books. 1987. I. História da matemática. São Paulo: Pearson Education do Brasil. Bibliografia: [S] J.ime.calculus.calculus) The Calculus Page (http://www. "Cáculo Avançado". Tradução: Hygino H. N. Aplicações. Carl B. Inc. Ed..utk. vol 1. (vários volumes) São Paulo: Edgard Blücher Ltda. Carl B.com/bookbind/pubbooks/thomas_br/medialib/indexb.edu/visual. "Cálculo Integral Avançado".br/pluginfile. 1994. Tradução: Cyro de Carvalho Patarra. Ed. Rio de Janeiro: Editora Reverté. 1945. Tradução: Elza Gomide. São Paulo: Atual.mat.prenhall.dcs. SIMMONS. 1974. Paulo. "Um Curso de Cálculo". Edgard Blücher Ltda. 5a edição. LEITHOLD. Cálculo.Calculus (http://www. 2002. Software Gráfico Winplot http://math. São Paulo: Harbra. 1979. Translation E.org).es/~mcj ). cilindricas e esféricas). Louis..usp. S.ac. Cálculo. J. McShane.math. Differential and integral calculus. New York: Nordeman Publishing Company. A. George B. mathematics . Conteúdo: Integrais duplas e triplas.

Somente para estes alunos estão à disposição ferramentas para comunicação (Forum e Chat) que propiciam um atendimento mais personalizado e frequente (mesmo a distância). listas de exercícios.php?file=%2F5537%2Fmod_resource%2F… 1/1 . Um bom semestre a todos! Profa Cristina Cerri Ramal : 6278 e-mail: cerri@ime. Estamos empenhados em fazer o melhor. É importante que você saiba que nesta modalidade de oferecimento "a distância" não há pouco trabalho. através de tarefas programadas. dentro do seu ritmo e da sua disponibilidade. Na área da disciplina haverá textos com resumos dos diversos conteúdos tratados em Cálculo III. Afinal "a aula" só acontece se o aluno tomar a decisão de entrar no site e participar. mas esta iniciativa só poderá ter êxito com seu envolvimento e participação. no 2o semestre de 2000. Para maiores detalhes veja os Critério de Avaliação. Monitores darão atendimento diariamente na sala de monitoria do Biênio. essa experiência vem sendo analisada e aprimorada. Desde o primeiro oferecimento. Para que seu aproveitamento seja bom você deve completementar os estudos lendo os livros indicados na Bibliografia. Mas atenção: os textos são apenas um resumo e um roteiro de estudo. Além disso. são disponibilizadas atividades periódicas para que cada aluno possa estudar e se preparar melhor para as avaliações. gabaritos etc. Num curso desse tipo o aluno desempenha um papel ativo e sua participação é fundamental.19/04/12 Informações Gerais 1 MAT 2455 Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Turma Especial Ministrada à Distância pela WEB 1o semestre 2010 Caro(a) aluno(a).br/pluginfile. provas e de sua participação nas atividades propostas. trabalhos. como dúvidas da matéria ou de exercícios. Lembre-se que seu aproveitamento será avaliado periodicamente no decorrer do semestre.br mac2166. É importante que você se organize e tenha disciplina para estudar sozinho e com frequência. Estarão também disponíveis Fóruns para discussão de temas relacionados a disciplina.usp. Nesse semestre utilizaremos o ambiente Moodle. com textos e atividades feitas especialmente para a turma.ime. Uma das experiências pioneiras no ensino "não presencial" ou "a distância" na USP foi o oferecimento de turmas de MAT 2455 para alunos dependentes dessa disciplina da POLI. O(a) aluno(a) matriculado(a) nestas turmas tem a oportunidade de estudar o conteúdo destas disciplinas de forma autônoma. Temos certeza que você vai levar a sério esta proposta e colaborar para tudo dar certo.usp. acessar o site regularmente e fazer as tarefas pedidas.

Cristina Cerri Coordenador da disciplina: Prof. ou seja. Ao longo do semestre serão propostas várias atividades dentro do ambiente Moodle. K é o fator de participação que varia de 0 a 1. Luiz Augusto Fernandez de Oliveira mac2166.br/pluginfile.19/04/12 Criterio de Avaliacao Critério de Avaliação A média final dos alunos desta Turma 13 . Serão propostos 9 trabalhos durante o semestre que somarão no máximo 30 pontos. T é a média das nota dos trabalhos realizados durante o semestre que tiveram uma nota atribuída.usp. Essas atividades terão prazos pré-estabelecidos conforme cronograma.php?file=%2F5557%2Fmod_resource%2F… 1/1 . que teve o apoio total das Comissões de Graduação da POLI e do IME. Atenção: o aluno que só fizer as provas tradicionais terá K = 0 e assim estará automaticamente reprovado. Cada atividade realizada pelo aluno conta participação e não vale nota.ime.3. Os trabalhos devem ser redigidos e entregues até a data limite estabelecida conforme cronograma. Será atribuído K = 1 para o aluno que fizer 70% das atividades propostas (Atividades e Trabalhos).Web será calculada da seguinte forma: MF = K (P1 + P2 + P3 + T)/4 sendo que Pi são as notas das provas. tendo em vista a participação do aluno. i = 1. a quantidade de atividades realizadas. Sendo S é a soma das notas dos trabalhos então T será igual a S/3.2. Este é um ponto fundamental e o diferencial desta proposta. Datas das Provas: todas às 13h10 P1: 06 de abril P2: 18 de maio P3: 22 de junho PSUB: 29 de junho . Cada uma dessas Atividade deverá ser feita on-line.SEMI ABERTA ( a nota da PSUB entra obrigatoriamente no lugar da menor das Pi) Professora responsável pela Turma-Web: Profa. O fator K também fornecerá a porcentagem de frequência que será atribuída a cada aluno no final do semestre.

Lembremos que para funções de uma variável a integral é definida como o limite de somas: A idéia básica da integral.) dedicaram muita atenção a problemas relacionados com o cálculo de áreas e volumes. utilizando como motivação o cálculo de volume. Contudo essas idéias ficaram escondidas ou perdidas. respectivamente. primeiramente. métodos para o cálculo de integrais duplas. para se obter a área de um círculo inscreve-se nele polígonos regulares cuja área é facilmente calculável. Obtém-se então a área do círculo por um processo de limite das áreas dos polígonos.ime. como Arquimedes (287-212 a. como limite de somas.20/04/12 Integrais Duplas . no século XVII. Além disso. Por exemplo.htm 2/2 . pode ser estendida para funções definidas em regiões do plano e do espaço: surgem assim as integrais duplas e triplas. Por volta de 1820. tanto que até hoje as somas usadas para definir a integral são chamadas de Somas de Riemann. esse método funcionava para particulares regiões e uma generalização só poderia ser possível com uma nova formulação do problema. Esse processo era também usado para calcular área de outras regiões. Na época problemas de Física como o da propagação do calor motivaram o desenvolvimento de teorias matemáticas.uma introdução Integrais Duplas . pois os matemáticos gregos descreviam tudo geometricamente e não por meio de fórmulas numéricas como fazemos hoje. como a região interior a um arco de parábola. foi possível criar métodos sistemáticos para o tratamento de áreas e volumes. Somente muito mais tarde. temos fórmulas que permitem calcular seus volumes.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-1-intdupla-intro. cilindros. é claro. Mas por que valem tais fórmulas? Matemáticos gregos. mas ainda de forma incompleta.C. Veremos a seguir propriedades e resultados básicos. bem como a própria integral leva seu nome. Leia o texto Integrais Duplas definição istina Cerri -2010 www. E. de definir a integral dupla de funções de duas variáveis. Nos textos trataremos.Introdução Como calcular o volume de sólidos? Para certos sólidos. aumentando-se o número de lados obtém-se aproximações cada vez melhores. Há mais de dois milênios atrás esses matemáticos calculavam áreas e volumes de figuras geométricas por procedimentos como os do Cálculo Integral. Usava-se o processo de "exaustão". As idéias básicas do Cálculo Integral estavam lá presentes. massa etc. como pirâmides. esferas.usp. Por volta de 1854 o matemático alemão Bernhard Riemann fez um estudo aprofundado da integral e contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento da teoria. o matemático francês Augustin-Louis Cauchy definiu integral em termos de somas. com uma simblogia mais desenvolvida e com o surgimento da moderna notação da Geometria Analítica. Com as mesmas idéias do cálculo de áreas os matemáticos gregos também tratavam do volume de sólidos. E tais integrais estão associadas a cálculos de volume.

Com duas váriáveis isto também ocorre. PROPOSIÇÃO. Como para funções de uma variável. Por exemplo. Cristina Cerri . Se f é uma função integrável em R .1]x[0. em Teorema III.1] (prove isso!). isto é.htm 2/2 . para todo (x. Agora enunciaremos um resultado útil.yi) tal que se x i e yi são racionais. Afinal pode parecer que se f é positiva então sempre se pode calcular o volume do sólido que se forma abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0. Muito bem. então f é limitada em R. Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R = [0.2 de [BCHS] ).2010 www.yi) de forma ambos x i e yi não são racionais. existe M > 0 tal que |f(x. logo não é integrável. Tome uma partição qualquer de R e em cada Ri . Assim um cálculo simples mostra que Entretanto podemos escolher (x i .y)| < M. Mas você viu que existem funções de uma váriável que não são integráveis.y) em R . a função não é limitada em [0.1]x[0. que não é difícil. Toda função contínua definida em um retângulo R é integrável em R.yi) .20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Funções integráveis e não-integráveis Alguns Resultados e Exemplos Que funções são integráveis? Existem funções não-integráveis? Da maneira como foi dada a definição pode-se pensar que sempre existe a integral dupla de uma função.1] (quadrado de lado 1) da seguinte forma: f(x. Outro exemplo: O resultado acima é útil no seguinte sentido: se uma função de duas variáveis não é limitada em R então ela não é integrável em R. Exercício: Obtenha um outro exemplo de função não integrável usando o resultado anterior. Portanto f não é integrável.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-3-intdupla-integraveis. Dessa forma Portanto o limite dessa somas dependerá da escolha de (x i .1. Escolha primeramente (x i . mas como se calcula a integral dupla de uma função? Para isso vamos ver as Integrais Iteradas.ime. retângulo.(veja a demonstração. as funções "bem comportadas" são integráveis. Vale que TEOREMA.usp.y) = 1 se x e y são racionais e 0 caso contrário. Já temos exemplos de funções não integráveis. Ótimo! Mas que funções são integráveis? Será sempre necessário encontrar a integral dupla de uma função usando a definição e tendo que calcular aquele limite.

Poderiamos pensar em calcular o volume de S (sólido delimitado pelo gráfico de f) “fatiando” o sólido com planos paralelos ao plano yz. Como cada fatia tem a mesma área.y) = x (1-y4) e R = [0. A idéia de fazer aproximações por regiões com áreas e volumes conhecidos já era utilizada pelos gregos.b]x[c. O gráfico de f está representado na figura abaixo. um cilindro pode ser visto como um "monte de discos empilhados". Um princípio bem natural baseado nessa idéia e que estabelece um fato útil sobre volumes foi estabelecido pelo matemático italiano Bonaventura Cavalieri (1598-1647).Como calcular? Cálculos de áreas e volumes de regiões são problemas antigos. Considere o sólido limitado pelo gráfico de f e o plano xy com (x.y) em R.Como calcular? Integrais Duplas . A idéia de "fatiar" um sólido para obter seu volume. Então é razoável que o volume desses sólidos sejam Area da base x Altura. no século XVII.ime.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.y) em R.1] . Nosso objetivo é o de calcular o volume de S . Vamos usar essa idéia de fatiar para chegar num resultado que permita calcular volume de certos sólidos.2]x[0. Tal argumento pode ser aplicado aos prismas também. www. O gráfico desta função é um subconjunto do R3 . chamados "indivisiveis". isto é.20/04/12 Integrais Duplas . Por exemplo. fatiando um paralelepípedo ele pode ser visto como "uma pilha de retângulos". Considere uma função de duas variáveis f definida num retângulo fechado R=[a.usp. Por exemplo tome a função f(x. "somamos" as áreas e temos o volume. basea-se na sua teoria de que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais.y) é positiva e contínua para (x.htm 2/4 .d] e suponha que f(x. Outra forma de tentar calcular volume de sólidos usa a idéia de "fatiar" o sólido. É conhecido como o Príncípio de Cavalieri.

htm 3/4 .ime.20/04/12 Integrais Duplas .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.Como calcular? Para cada x fixo entre 0 e 2 temos uma região onde a área se calcula facilmente usando integral de uma variável Vamos denotá-la por A(x). Então www.usp.

ime.Como calcular? Assim. como fizemos no caso do cilindro.2010 www. Cristina Cerri .htm 4/4 . Somar em x é integrar. por exemplo com planos paralelos ao plano xz.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.usp.20/04/12 Integrais Duplas . Então uma boa definição do volume de S parece ser Poderiamos ter feito outro tipo de “fatiamento”. o volume do sólido poderia ser definido como sendo a “soma” de todos os A(x). Teriamos obtido o mesmo valor? Podemos usar esta idéia para qualquer tipo de função? Leia Integrais Duplas Iteradas.

20/04/12 Integrais Iteradas Integrais Duplas Iteradas Teorema de Fubini A definição de integral dupla é consequência natural da idéia de calcular o volume de determinado tipo de sólido. uma função f(x. Tomemos.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada.htm 1/2 . Porém é difícil obter o valor de uma integral dupla diretamente da definição. poderíamos também calcular a área de cada fatia e depois o volume fazendo www. fixando y entre c e d. em particular.d] e considere a região Para se calcular o volume do sólido S poderíamos pensar em “fatiá-lo” paralelamente ao plano x = 0 ou ao plano y = 0.y) positiva e definida num retângulo R=[a.usp.b]x[c.ime. Vamos aqui ver uma forma de calcular tal integral. A área da fatia pode ser calculada com a integral Intuitivamente o volume é a "soma" de todas as áreas. Então o volume de S deve ser Entretanto. Fixe um x entre a e b e considere a intersecção do plano paralelo a x = 0 passando por x e o sólido S.

e o que vale é o seguinte: Teorema de Fubini.usp. entretanto a versão para funções contínuas era conhecida pelo matemático francês AugustinLouis Cauchy.2010 www.b]x[c. Assim temos uma forma de cálcular integrais. OBS: É comum denotar a integral dupla de f em R por .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada. Cristina Cerri . quase um século antes.d] então Ou seja se é integrável não importa a ordem que fazemos a integração. Se é integrável em =[a. Na hora de calcular pode-se fazer de duas maneiras.20/04/12 Integrais Iteradas Estas integrais são chamadas de integrais iteradas e usualmente se escreve apenas ou Exemplos: Teria sido mera coincidência as duas integrais acima terem dado o mesmo valor? Não é coincidência.ime. lembrando que isso não significa que estamos indicando integrais iteradas.2) de [S] Curiosidade: O teorema acima foi provado em 1907 pelo matemático italiano Guido Fubini (18791943).htm 2/2 . Para estudar: leia o parágrafo 2 do capítulo 15 (15.

Foi o primeiro matemático italiano que apreciou em todo seu valor os logarítimos.aplicando principio… O Princípio de Cavalieri Bonaventura Cavalieri (1598-1647) Matemático italiano nascido em Milão e falecido em Bolonha. Outros trabalhos seus são o desenvolvimento dado a trigonometria esférica.Fórmula do Volume da Esfera . Com esse princípio se pode obter o volume da esfera. o cálculo de longitudes.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.usp.ime. chamados "indivisiveis". então eles têm o mesmo volume. por exemplo. que dista h do centro da esfera. Foi discípulo de Galileo e escreveu sobre diversos temas como geometría. óptica. Também figurou entre os primeiros que ensinaram a teoria copérrnica dos planetas. Tome uma esfera de raio R. Mas sua obra fundamental é a "Geometría dos indivisiveis". Considere o sólido X que é cone dentro de um cilindro de altura 2R e raio R. www. O Principio de Cavalieri nos diz que se dois corpos têm a mesma altura e os cortes por planos paralelos a suas bases são figuras com a mesma área.20/04/12 Principio de Cavalieri .htm 1/2 . astronomia. Vamos calcular as áreas das secções planas. A base da nova teoria é que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais. A idéia é comparar o volume da esfera com os volumes do cilindro e do cone. etc. pela qual é considerado como um dos precursores do cálculo infinitesimal. como mostra a figura. Na esfera a secção plana dá um cículo. Deste modo. Já no cilindro temos um anel. assim como o descobrimento das fórmulas relativas aos focos dos espelhos e de las lentes. áreas e volumes foi levado por Cavalieri ao cálculo da soma de infinitos indivisiveis". trigonometría. Corte por um plano horizontal B (perpendicular ao eixo do cilindro).

Mas Vol(X) = Volume de cilindro .members.youtube.wikipedia.htm 2/2 .2 pi R2 (R)/3 = 4 pi R3 / 3 Portanto volume da esfera é 4 pi R3/3. Extraído de http://www.20/04/12 Principio de Cavalieri .tripod.Fórmula do Volume da Esfera .usp.2x Volume do cone = = pi R2 (2R) .wikipedia.ime.org/wiki/Cavalieri%27s_principle www.htm Outros sitios (mas só usar o "Google" e pesquisar) http://www.aplicando principio… Aplicando o Principio de Cavalieri temos que o volume da esfera é igual ao volume do sólido X.org/wiki/Bonaventura_Cavalieri http://en.com/caraipora/cavprin.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.com/watch?v=vtsWUjk-CtY http://pt.

y) = 2 – x 2 + y2/3 e D = [-1.Exemplos Integrais Iteradas .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-2-intdupla-exemploA1. Na animação você poderá interagir: variando x e y dentro do domínio você poderá visualizar o sólido sendo formado.html 2/2 .2010 www.y) = A – x 2 + B y2 . Explore! Cristina Cerri . o cálculo de integrais duplas pode ser feito utilizando a integração iterada.1] x [-1.20/04/12 Integrais Iteradas .Exemplos Como já foi visto. Sejam f(x.2] (um retângulo). Veja esse exemplo Exemplo A1. pois integral dupla Então Nesse caso o valor da integral dupla é o volume do sólido que está abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0 (pois f é positiva).usp. Clicando no ícone ao lado você poderá ver o gráfico dessa função e de outras do tipo f(x.ime. Então podemos calcular a de duas maneiras.

20/04/12

Integrais Duplas sobre Regiões

Integrais Duplas em Regiões - definição
No texto Integrais Duplas em Retângulos definimos integrais duplas sobre retângulos. Contudo são várias as funções definidas em regiões que não são retângulos. Seja f uma função definida numa região D do plano . Se f é positiva desejamos que o volume do sólido esteja relacionado com integral dupla. Nesse texto vamos definir a integral dupla sobre regiões planas D limitadas, isto é, regiões contidas em algum retângulo R. Vamos utilizar um pequeno "truque". Como só temos a definição de integral dupla para funções definidas num retângulo, vamos estender f para um retângulo R que contém D de forma conveniente. Defina F(x,y) em R de forma que

chamada de "função característica do conjunto D". Dizemos que f é integrável em D quando F é integrável em R. E definimos a integral dupla de f em D por

Observe o desenho. Primeiramente como F é 0 fora de D região de R-D (complementar de D) a definição acima não depende do particular retângulo R. Assim sempre podemos considerar um retângulo de lados paralelos aos eixos. E perceba também que R-D não interfere no cálculo da integral. DEFINIÇÃO. Se f(x,y) é positiva e integrável em D definimos o volume do sólido como sendo

Suponha que f seja contínua em D. É razoável esperar que f seja integrável em D. Mesmo f sendo contínua em D não temos necessariamente a continuidade de F em R. Observe que as descontinuidades ocorrem no bordo (ou fronteira) de D (veja a figura acima), que denotamos por ∂D. De fato, nesse caso, o conjunto dos pontos de descontinuidade de f está contido em ∂D. A integrabilidade de f dependerá do tipo
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm 2/3

20/04/12

Integrais Duplas sobre Regiões

do bordo de D: de uma forma informal, ele tem que ser "magrinho" para não interferir no cálculo da integral. Mas o que significa isso? Que tipos de conjuntos são esses? O conceito que desejamos introduzir agora é o de conteúdo nulo. Um conjunto A do plano tem conteúdo nulo se, dado ε > 0 arbitrário, existem retângulos R1 , R2 , ... Rn , de lados paralelos aos eixos coordenados, tais que e .

Não é difícil mostrar que um segmento no plano tem conteúdo nulo. Um fato importante é que PROPOSIÇÃO. O gráfico de uma função contínua definida num intervalo [a,b] tem conteúdo nulo. Esse resultado já é mais difícil de provar. Contudo em [BCHS] (capítulo 3) você encontrará a demostração para o caso de função de classe C1. Finalmente temos um resultado esperado: TEOREMA. Seja D um subconjunto limitado do plano e seja f uma função contínua e limitada em D. Se o bordo de D tem conteúdo nulo então f é integrável em D. A prova desse resultado pode ser encontrada no Apêndice 2 de [G]. Para ver um pouco mais sobre essa teoria veja o texto Funções Integráveis - teoria.
Cristina Cerri - 2010

www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm

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Funções Integráveis - teoria

Funções Integráveis - teoria
Já sabemos que temos funções que não são integráveis. Será que existe alguma caracterização das funções integráveis? Seja D um subconjunto limitado do plano. E seja o sólido . Como temos altura constante é razoável pensar que o volume de S é igual a área de D, pois espera-se que V(S) = 1.A(D). Mas a integral dupla de f(x,y) = 1 sobre D é, caso exista, o volume deste sólido. Dizemos que D tem área se f(x,y) = 1 é integrável em D e define-se a área de D por Lembre que para definir a integral de f sobre D defininimos uma função F como sendo f em D e 0 em RD onde é um retângulo qualquer. Então nesse caso F é 1 em D e 0 em R-D. A descontinuidade de F ocorre na fronteira, ou bordo, de D. Para que tenhamos F integrável será preciso que o bordo de D não atrapalhe, seja "desprezível". O bordo ou fronteira de um subconjunto D, que é denotado por ∂D, é o conjuntos dos pontos (x,y) tais que qualquer retângulo (ou disco) centrada em (x,y) contém pontos de D e do complementar de D. As regiões que nos interessam são as regiões cujo bordo tem conteúdo nulo. Formalmente, um conjunto A tem conteúdo nulo se para todo ε > 0 εξιστεµ ρετ®νγυλοσ Ρ 1 , Ρ 2,..., Rn cuja união contem A e que a soma das suas áreas é menor que ε.. As regiões que nos interessam são as regiões que tem área, As regiões que tem área são aquelas que o bordo tem conteúdo nulo. Note que felizmente os retângulos tem área. Pode parecer estranha mas existem regiões do plano que não tem área. Por exemplo, se D = Q x Q em [0,1]x[0,1] seu bordo é todo o quadrado [0,1]x[0,1]. Estranho, não é? Mas isso acontece pois perto de todo o par de números racionais tem sempre pares de racionais e de irracionais. Então a função constante 1 em D não é integrável. (Veja o texto Funções integráveis e nãointegráveis.) O problema aqui é com o conjunto D . Queremos evitar isso e tratar de conjuntos D “bem comportados”, ou seja, que tenham área. Assim afirmamos que D tem área se, e somente se, ∂D tem conteúdo nulo. Conjuntos de área nula representam papel importante na Teoria de Integração. Esses são conjuntos que não interferem na integração. TEOREMA. Seja uma região D com área e limitada do plano e seja f uma função limitada em D. Se f é contínua, exceto num conjunto de área nula, então f é integrável em D. O resultado acima vale em contextos mais gerais e não apenas para funções de duas variáveis. Foi o matemático Henri Lebesgue (1875-1941) que estabeleceu a conexão entre a integrabilidade segundo Riemann e o conjunto dos pontos de descontinuidade da função. Resumidamente, Lebesgue provou que uma condição necessária e suficiente para que uma função seja Riemann integrável é que o conjunto dos pontos de descontinuidade tem área (ou medida) nula. Ele criou toda uma teoria nova para integração, que hoje leva seu nome: integral de Lebesgue.
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-1-intdupla-integraveis.htm 2/3

Mas afinal quais regiões são desse tipo e como calcular a integral dupla nessas regiões? Vamos ver dois tipos de regiões cujo calculo da integral dupla pode ser feito. Sabemos que se f é contínua em D e se o bordo da região D tem conteúdo nulo então f é integrável em D.d] que contém D então Região do Tipo II: região plano entre gráficos de funções contínuas de y definidas em [c.ime. Graficamente: Nesse caso D é limitada e se tomamos um retângulo R=[a.b].br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Cálculo de Integrais Duplas Depois de definida a Integral Dupla sobre Regiões planas D temos que saber como calculá-la. Mais explicitamente. Mais explicitamente são regiões do tipo onde g1 e g2 são funções contínuas em [a.usp. Região do Tipo I: região do plano entre gráficos de funções contínuas de x definidas num intervalo [a. são regiões do tipo onde h1 e h2 são funções contínuas em [c.d] www.b]x[c.htm 2/3 .b].d].

ime.htm 3/3 . www.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Também podemos calcular a integral dupla fazendo Cristina Cerri .usp.2010.

Exemplos Cálculo de Integrais Duplas .Exemplos 1. 2.ime.usp. Mas a integral acima é igual a integral dupla de ( ) sen( 2) em www. Calcular a onde é a região limitada pelas parábolas = 2 2 e = 1 + 2 . Se tentarmos calcular da forma que a integral aparece teremos problemas.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. Temos neste caso a região de integração (no plano )é e delimitada e o volume é dado pela integral dupla de ( ) = 2 + 2 logo 3.htm 1/2 . Calcule . Encontre o volume do sólido que fica abaixo do parabolóide = 2 + 2 e acima da região no plano pelas superfícies = 2 e = 2 .

Dica: O livro de J. Consulte pois para um melhor aproveitamento visualizar os gráficos e as regiões de integração é fundamental.Pratique fazendo exercícios do livro [S] e da Lista 1.ime. Stewart [S] traz muitos exercícios resolvidos e muitos gráficos e figuras. Use para isso programas gráficos como Winplot .4 de [BCHS].usp.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas . usando o Teorema de Fubini. Leia a teoria e veja mais exemplos em 15.3 de [S] e III. Explore mais exemplos clicando aqui.htm 2/2 . 2010 www.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos.Exemplos Desenhe a região e perceba que também podemos escrevê-la na forma Então.

1] e f(x. Se D1 ∩ D2 tem área nula então f é integrável em D1 U D2 e vale Por exemplo.y) pertence a [3. região limitada do plano e com área.usp.2010 www. Proposição.3]x[0.1] .y) seja integrável em D1 e em D2 . Proposição. Suponha que f(x. se (x.Propriedades As seguintes propriedades básicas são válidas para integrais duplas. seja f(x.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-8-intdupla-propriedades. que são regiões limitadas do plano. Então f é integrável em R e Cristina Cerri .y) = 1.html 2/2 .5]x[0. e c é constante então Uma outra propriedade muito útil para o cálculo de integrais duplas é a seguinte. se (x. Claramente essa função não é contínua em R = [0. mas é descontínua apenas no conjunto {( 3.1]. Se f e g são funções integrais em D.5]x[0.y ) : 0 ≤ y ≤ 1} que tem área nula no plano.y) = 2.20/04/12 Integrais Duplas .ime.propriedades Integrais Duplas .y) pertence a [0.

Como a integral dupla é o limite das somas de Riemann vamos avaliar a soma para uma partição qualquer de D. A fórmula nesse caso é onde g (c) = a e g (d) = b . Sabemos que x = x(r. É comum escrevermos que “dx = g'(u) du”. Para cada retângulo da partição sua área é aproximadamente a área de um setor circular.2010 www.θ) = r sen(θ). Atenção: nunca se esqueça de multiplicar pelo fator r ! Para ver mais exemplos clique aqui! Cristina Cerri .ime.y) e θ é o ângulo formado pelo segmento OP e o eixo Ox no sentido anti-horário.usp.θ) = r cos(θ) e y = y(r. Suponha que f(x. Nesse caso temos que fazer mudanças do sistema de coordenadas Oxy para outro sistemas de coordenadas Ouv. sendo g estritamente crescente.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares Nas integrais de funções de uma variável real muitas vezes uma mudança de variável conveniente permite seu cálculo mais facilmente. (Veja o texto sobre Coordenadas Polares ) Logo Fazendo o limite temos que onde Dxy denota a região D descrita em coordenadas cartesianas Oxy e Drθ denota a região descrita em coordenadas polares.html 2/2 .y) é integrável numa região D do plano Oxy. onde r representa a distância do ponto P de coordenadas (x. Para integrais duplas também é possível fazer mudanças de variáveis. Mas a área de um setor circular pode ser calculada usando as variações de r e de θ . E como fica a integral dupla quando mudamos de coordenadas? O que irá substituir o fator “g'(u) du” nesse caso? Antes de tratar do caso geral veremos como fica a integral dupla quando mudamos do sistema de coordenadas cartesianos Oxy para o sistemas de coordenadas polares Orθ.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-intdupla-mudapolares.

Mudando para coordenadas polares a região D passa a ser pois substituindo x(r.θ) = r sen(θ) na equação x 2 + y2 = 2x temos que r2 = 2 r cos(θ).Exemplos Exemplo 1.θ) = r cos(θ) e y(r. a variação do ângulo é de −π/2 a π/2.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex.Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares .html 2/3 .ime. Região em coordenadas cartesianas Região em coordenadas polares www. Queremos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = x2 + y2 . Então onde E então nas coordenadas cartesianas Não é uma integral muito simples. logo na circunferência r = 2cos(θ). Como θ é o ângulo entre o segmento do ponto a origem e o eixo x.usp. acima do plano xy e dentro do cilindro x2 + y2 = 2x.20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares .

y2 .x 2 . acima do plano xy e dentro do cilindro x 2 + y2 = 1.html 3/3 . Se a função então está definida na regão Clique e veja a região acima para diferentes raios.Exemplos E então Exemplo 2.20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares .θ) = r sen(θ) então o disco pode ser representado por Portanto Exemplo A3. Logo onde D é o Então Contudo o cálculo dessa integral é elaborado. Desejamos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = 4 .0) e raio 1. A região D pode ser facilmente descrita em coordenadas polares.ime. Sabemos que disco de centro (0.2010 www.θ) = r cos(θ) e y = y(r. Assim usando que x = x(r.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex. Explore! Cristina Cerri .usp.

x = 1. passaremos a ter um retângulo paralelo aos eixos e assim a integração ficará mais simples.y(u. Uma mudança de coordenadas em R2 é uma transformação ϕ contínua e injetora no interior da região.3] (verde).y(u.v) = (u .v)/2 e y = (u + v)/2 transformamos Dxy em Duv = [3. ou x = (u . Esta transformação não preserva áreas. mas há uma relação entre elas. Escrevemos ϕ(u.ime. ou seja. x + y = 3.x .v) = (x(u. u = x + y e v = y .20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Caso Geral Para o cálculo de funções de uma variável temos que. Note que uma reta y + x = a no plano Oxy corresponde a reta u = a no plano Ouv e que uma reta y . ou seja. Note que todo retângulo de lados paralelos aos eixos Ou e Ov se transforma pela ϕ em outro retângulo e que A(Dxy) = A(Duv)/2.3].4]x[1. Seja Dxy a região limitada pelas retas x + y = 4 .x = b no plano Oxy corresponde a reta v = b no plano Ouv. y . às vezes. fazemos uma mudança de variáveis.html 1/2 .v)) onde x(u. Para calcularmos uma integral dupla teremos que levar isso em conta. Quando fazemos isso temos que fazer uma "correção" e multiplicar pela derivada: No cálculo de integrais duplas também precisamos as vezes mudar de variáveis.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar.v)/2 e y(u. Note que as áreas dos retângulos são diferentes!!! Veja que a área de Duv é 2. fazer uma mudança de variável de integração. Seja ϕ(u.4]x[1. Entretanto se rodamos a figura. Como A(Dxy) = A(Duv)/2 www.v) = (x(u. Se queremos calcular a integral onde D = Dxy diretamente com as variáveis x e y vamos ter algum trabalho. Com esta aplicação transformamos o retângulo Dxy (amarelo) no retângulo Duv = [3. mas a área de Dxy é 1.v).x.v).v)=(u + v)/2.v)). Se u = x + y e v = y . Assim para funções de duas variáveis devemos ter uma fórmula do tipo O que viria no lugar do ?????? ? Antes de dar a fórmula vamos ver um exemplo de mudança de variável.usp.x = 3 e y .

cujo Jacobiano é r.v) não é nulo o interior de Duv. Suponha que ϕ é injetora e Jϕ(u.θ) = r sen(θ) são úteis e de grande importância. Várias integrais duplas ficam mais fáceis de serem calculadas se usamos a mudança de coordenadas polares.5 de [BCHS] ou 4.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar. Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R2 em R2 de classe C1 onde ϕ(u. e Dxy = ϕ(Duv). Se f é contínua em Dxy então Note que na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Voltando ao exemplo e calculando o Jacobiano temos Jϕ(u. as coordenadas polares x(r.ime.5 e IV.y(u.usp.v).θ) = r cos(θ) e y(r.v)) do plano o Jacobiano é O que vale é o seguinte resultado: TEOREMA. Cristina Cerri -2010 www.9 de [S] e III.v) = (x(u. Seja Duv subconjunto de Ω limitado. Logo Agora é com você: calcule a integral! Mais exemplos e muito mais você verá em Mudança de Variáveis em Integrais Duplas - Exemplos Como você deve se lembrar. com bordo de conteúdo nulo também em Ω.y(u.v)).html 2/2 .v). Referências: 15. Esse fator é o Jacobiano da transformação.2 de [G].20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mas esse foi um caso muito particular.v)= 1/2 .v) = (x(u. Em geral dada uma mudança de variáveis o fator de correção da área não é constante. dada uma transformação ϕ(u. Em geral.

onde D é a região interior a elipse . Compondo essas transformações podemos resolver o seguinte exercício (extraído da prova de 1999). Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. x(r.θ) = b r sen(θ) .y) : x 2/a2 + y2 /b2 ≤ 1 }. Verifique que nesse caso o Jacobiano é abr. que é a região interior a circunferência de raio a.θ) = a r cos(θ) e y(r. z = x 2 + y2 e z = Mas isso pode ser feito com integrais duplas. com a > 0. com a. Verifique que nesse caso o Jacobiano é também r. ou seja.θ) = r sen(θ) + q . .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-1-intdupla-mudavar-ex. podemos. Note que desejamos calcular o volume do sólido dado por . para facilitar.html 2/2 . para facilitar. Cristina Cerri . Portanto e o Jacobiano é . b > 0. Portanto fazendo a mudança de variável Então não nulo no interior. podemos.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas . Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. Solução.ime. tal que x-p = r cos(θ) e y-q = r sen(θ). fazer uma mudança de variável do tipo polar. fazer uma mudança de variável do tipo polar. Determine o volume do sólido limitada pelas superfícies: 0. x(r.usp.2010 www. tal que x/a = r cos(θ) e y/b = r sen(θ).θ) = r cos(θ) + p e y(r. ou seja. que é a região interior a uma elipse. Exemplo 3. Exemplo 2.Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Exemplos Vimos que nas condições do enunciado do Teorema a fórmula de mudança de variáveis é Vejamos alguns exemplos: Exemplo 1.y) : (x-p)2 + (y-q)2 ≤ a2 }.

y) é uma função contínua positiva em D que representa a densidade superficial de massa..20/04/12 Aplicações da Integral Dupla Aplicações da Integral Dupla Algumas aplicações das Integrais Duplas já foram discutidas...html 1/2 . Estendendo esse conceito a uma placa de formato D. foi inclusive motivação para a definição dessas integrais. Área de uma região plana Seja D uma região limitada do plano Oxy. porém ainda mais podem ser encontradas em física. Massa e Centro de Massa Recordamos que a massa total de um sistema de k partículas cuja massa de cada partícula é mi . região limitada do plano Oxy. ecomonia etc. com densidade pontual de massa dada por uma funçao contínua positiva ρ(x. biologia. Então 3.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica. e região então o volume da entre os gráficos de f e g é dado por 2. por exemplo. Dada f e g são contínuas em D. 1. Cálculo de volume. Algumas outras aplicações apresentamos aqui.. com bordo de conteúdo nulo.+mk .. Se criamos um "prisma" B de base D e altura 1 é esperado que o volume de B seja area da base vezes a altura.k. Pensando assim faz sentido definir a massa de D como sendo já que ρ(x.y) de D”. com bordo de conteúdo nulo. região limitada do plano Oxy com área. temos as seguintes definições: O momento de inércia com relação ao eixo x é www. que é 1.y) dA pode ser interpretado como a massa do elemento de área dA. região limitada do plano Oxy. então a massa total de D deve ser “a soma das massas em cada ponto (x. Momento de inércia O momento de inércia de uma partícula de massa m com relação a uma reta é dado por md2 onde d é a distância da partícula a esta reta. com área. i = 1. Fazendo também a analogia com um sistema finito de partículas temos que o centro de massa da lâmina é o ponto onde 2. Considere uma lâmina ou placa fina plana (sem volume) cujo formato é uma região D.ime. Se ρ(x. é a soma m = m1+m2+.y).. O cálculo de volume. Logo devemos ter Vol(B) = Area (D) x 1.

A distância de (x.E Logo o centro de massa é o ponto (0.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica.y) portanto a densidade ρ(x. Cristina Cerri -2010 www.6 de [BCHS] e 15. Observação: se a densidade for constante então o centro de massa será o ponto (0. Vamos colocar a placa na parte superior do circulo de raio a.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla O momento de inércia com relação ao eixo y é O momento de inércia polar (ou com relação à origem) é definido por Um exemplo.ime.5 de [S] e faça exercícios da Lista 1.(3a)/2π). (4a)/2π). Localize-o no desenho. Leia mais e veja mais exemplos em III. Encontre o centro de massa da placa.html 2/2 . A densidade de cada ponto de uma placa semicircular é proporcional a distância ao centro do círculo. Calculemos primeiramente a massa M Como a região é simétrica com relação ao eixo y temos que .y) é ao centro (origem) é para alguma constante K.usp.

zi) de Pi ..br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def.. Neste caso se diz que www.z). se o limite existir.V(Pi) .. Vamos motivar a definição usando o cálculo de massa de um paralelepídedo.b]×[c.. Isto é.. Já não podemos visualizar o gráfico desse tipo de função pois é um subconjunto do R4. i = 1. Suponha que a densidade de massa depende de cada ponto de P .d]×[p. zi). dividindo os intervalos [a. Assim é natural pensarmos que a Massa Total de P deve ser o LIMITE destas somas. Num sestema de coordenadas Oxyz o paralelepípedo P é o produto cartesiano de segmentos [a. Como calcular sua massa total? Vamos tentar obter esse valor por aproximações. yi .ime. mas podemos definir uma integral. Pn .q] . P2 . Podemos generalizar e temos assim a seguinte definição DEFINIÇÃO: Seja f uma função definida em P. onde V(P) denota o volume de P. yi .y.V(P).d] e [p. yi . quando as dimensões de Pi vão para zero. Seja P um paralelepípedo feito de um material com densidade de massa constante ρ.b] . Particione P em pequenos paralelepípedos P1 .y. Então a massa total de P é ρ. [c. Se tivessemos um conjuto de Pi parelelepípedos.html 1/2 .V(Pi) .z) em R. isto é. contínua e positiva. ou seja. A integral tripla de f sobre P é se tal limite existe. e a densidade pontual de massa é uma função ρ(x. Portanto a massa de P é aproximadamente a soma das massas de cada Pi Como no caso das funções de duas variáveis.usp.20/04/12 Integrais Triplas Integrais Triplas em Paralelepípedos Definição Vamos agora considerar funções de três variáveis ..n escolha um ponto (x i . definida em P. a massa total deve ser onde d(Pi) denota a diagonal de Pi.. estas somas são conhecidas como Somas de Riemann.y.. que será a integral tripla de f.n com densidade de massa ρi então Massa Total é a soma das massas Mi = ρi ... ou seja. f é uma função que a cada terna (x. Intuitivamente a aproximação deve melhorar quanto menores forem os retângulos Pi . Agora suponha que o paralelepípedo P não é feito de um material com densidade de massa constante . Como estes Pi são pequenos podemos dizer que a massa de Pi é aproximadamente ρ(x i .z) de um subconjunto do R3 associa-se um valor f(x.q].. Para cada i =1. e é o mesmo para qualquer escolha de (xi . zi) em P.

As mesmas propriedades operatórias que valem para integrais duplas valem para integrais triplas.2010 www. Propriedades: Se f e g são funções integráveis em P então sempre que Como no caso de integrais duplas. Portanto. a massa total de P deverá ser a integral tripla acima (caso existir). Veja aqui um exemplo. Mas como calcular integrais triplas? Usaremos também as integrais iteradas. se f(x.html 2/2 .y. Também veremos como definir e calcular a integral tripla em diferentes regiões do espaço.usp.y. Cristina Cerri . Como no caso de integrais duplas existem funções que não são integráveis.20/04/12 Integrais Triplas f é integrável em P. Contudo as funções "bem comportadas" são integráveis.ime. Veja como nos próximos textos da disciplina.z) for uma função contínua e positiva e representar a densidade de massa de cada ponto (x.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def.z) de P. Temos que TEOREMA Se f é contínua em P então f é integrável em P. É claro que os domínios das funções não são sempre paralelepípedos. existem funções que não são integráveis. que podem ser feitas em qualquer ordem.

Se uma função não é limitada em então ela não é integrável em . existe M > 0 tal que | ( )| < M. Desafio: encontre um exemplo de função não é limitada em [0.z) = 1. Para a demonstração veja Teorema IV. Basta calcular a soma de Riemann para convenientes escolhas de (x i .1. se x. isto é. Portanto o limite não existe.1]x[0.1] (cubo de lado 1) da seguinte forma: f(x.2010 www.4 de [BCHS]. e assim você terá um exemplo de função não integrável.y.1]x[0.html 1/1 . yi. para todo ( ) em .usp. Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R=[0. (Lembre-se do exemplo que demos para integrais duplas.1]X[0.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-1-inttripla-naointegra. y e z são racionais e 0 caso contrário. zi ) que teremos somas com valor 1 e outras que valem 0. então Como para funções de duas variáveis o resultado acima é útil para encontrar exemplos.ime.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Exemplos de funções não-integráveis Existem funções de três variáveis que não são integráveis. Cristina Cerri .) Um resultado útil: Usando a definição pode-se mostrar que se é uma função integrável em é limitada em .1].1]x[0.

então seu gráfico é um subconjunto de conteúdo nulo no R3. Estes são os tais conjuntos de conteúdo nulo. tais que A está contido na união P1 U P2 U . assim como para funções de duas variáveis.ime.y. Como você sabe existem funções que não são integráveis. TEOREMA..y. e seja f(x. isto é.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões Integrais Triplas sobre Regiões Considere uma região limitada S do R3. O próximo resultado nos dá varios exemplos de conjuntos desse tipo. a definição acima não depende da escolha do paralelepípedo P. de arestas paralelas aos planos coordenados. um segmento de reta ou um pedaço de plano são conjuntos com volume nulo. PROPOSIÇÃO. Defina F(x.z) uma função definida em S. Seja D um subconjunto limitado do plano. Como no caso das integrais duplas.z) = 0 nos pontos que estão em P.z) em P.y. . com bordo de conteúdo nulo. como F é nula nos pontos de P-S. Se g é uma função contínua e limitada em D. ou seja.y. Note que se f é contínua em S a função F definida acima será descontínua num conjunto que contém o bordo de S..z) sobre S como sendo . Por exemplo. a integrabilidade da f pode ser garantida quando f é contínua em S e a região S é de um tipo especial. Superfícies parametrizadas também são exemplos de conjuntos de volume nulo. Vamos destacar alguns tipos dessas regiões que aparecem com mais frequência. .html 1/2 .. P2 . Por isso trabalharemos com regiões S cujo bordo é formado por gráficos de funções contínuas. S está contida num paralelepípedo P.z) em S e F(x. Formalmente um conjunto A tem conteúdo nulo.y. se F é integrável em P e definimos a integral tripla de f(x.. existem paralelepípedos P1 .y. Pn . Logo para existir a integral esse bordo deve ser "magrinho".U Pn e a soma dos volumes Temos então o seguinte resultado. Dizemos que f é integrável em S. Contudo. Como fizemos para integrais duplas vamos definir a integral tripla de f em S usando a integral tripla de uma função auxiliar F(x. www.usp. se dado ε > 0 arbitrário. não pode ter volume em R3.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao. As mesmas propriedades válidas para integrais duplas são também válidas para integrais triplas (veja Integrais Duplas sobre Regiões). mas não em S.z) = f(x.

2010 www. Veja no texto sobre Cálculo de Integrais Triplas como calcular integrais deste tipo.html 2/2 . São regiões do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D.ime. São regiões do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. Observação importante: O bordo de S é contituído da união dos dois gráficos e das superfícoes que constituem as "laterias" pois S é um sólido no espaço. Região do Tipo I. Região Tipo III.usp. São regiões do espaço da forma onde u1 e u2 são funções contínuas em D.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao. (exercício: faça um desenho deste tipo de região). Cristina Cerri . Um exemplo: 3.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões 1. Um exemplo: 2. Regiões Tipo II.

y.1]× [-1.2010 www.y.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-inttripla-calculo. onde P é o cubo de arestas os segmentos [0. Teorema de Fubini.usp. Este resultado também é devido a Fubini.1] nos eixos x. E como antes não importa a ordem que fazemos o cálculo.z) = x sen(y+z) em P. Se f é uma função integrável em P = [a.d]×[p.y e z é . II e III? Veja clicando aqui.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas Cálculo de Integrais Triplas Como calcular integrais triplas? Como no caso de Integrais Duplas. se f está definida num paralalelepípedo temos as integrais iteradas. Só que neste caso como temos três variáveis teremos 6 combinações possíveis.2] × [0. E como podemos calcular a integral tripla em regiões dos tipos I.html 1/1 . Cristina Cerri .3] e f(x.ime.z) = xyz2 então Exemplo 2: A integral tripla da função f(x.b]×[c.q] então Exemplo 1: Se P = [0.

Seja S do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. ou 3. Então Assim usando integração iterada.usp. II ou III.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Como no caso de integrias duplas para calcular integrais triplas usamos as integrais iteradas e o Teorema de Fubini. Então Da mesma forma que antes.html 1/3 . Seja S do tipo onde u1 e u2 são funções contínuas em D (D é a projeção de S no plano xy). Seja S do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D ( D é a projeção de S no plano yz) e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. dependendo da forma da região D. Também nesse caso E pode-se ter dois tipos de integração. dependendo da região D podemos ter ou 2. Vamos ver como fica a integral tripla no caso de S ser do tipo I. podemos ter dois tipos de integração.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. 1.ime. dependendo da forma da região D. Região Tipo I. www. e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. Regiões Tipo III. Regiões Tipo II.

Lembre sempre que S é o sólido “cheio”. Projetando S no plano xz temos um disco D de raio 2 e centro na origem (pois encontramos a intersecção fazendo x 2 + z2 = 4). Vamos tentar escapar disto vendo S de outra maneira. www.html 2/3 .ime. onde S é a região limitada pela parábola y = x 2 + z2 e pelo plano y = E se (x.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao.z) em D temos que y varia entre v 1(x.usp. Projetando S no plano xy temos a região D limitada pela parábola y = x 2 (z = 0) e a reta y = 4.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões ou Melhor mesmo é ver um exemplo.z) = 4. Para (x. Calcule 4.y) está nesta região D então E assim Entretanto a integral que temos que calcular é um pouco complicada (vai ter que fazer mudança de variável). Pode-se descrever esta região de várias formas.z) = x 2 + z2 e v 2(x. Exemplo.

20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Então fazendo a mudança para coordenadas polares temos Importante: Na integração dupla ou tripla cada vez que se integra com relação a uma determinada variável ela deve "desaparecer".html 3/3 .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. pois estamos fazendo uma integral definida.ime. Crisitna Cerri-2010 www.usp. e o que sobra é apenas função das variáveis restantes. O resultado de integração dupla ou tripla é sempre um número.

y e z.y . Por isso quando fazemos uma mudança de variáveis temos que fazer uma correção para manter a ingualdade na integração.2] × [0. z(x. x .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.2] × [1.v e w . Note que D é uma região limitada por planos. v = x + y .v.z transformamos a região D no paralelepípedo [1. Por exemplo.z = 0.v.ime.y .w . com bordo de conteúdo nulo também em Ω. x + y .y.v.z = 1. x . Calcule para D limitada por: x + y + z = 1.usp.v. que é contínua e injetora. Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R3 em R3 de classe C1 onde ϕ(u.w).v. Se f é contínua em Dxy então onde Dxyz é a região de integração descrita nas variáveis x.v.w).z = 2. w) = (x(u.w)) = (u + w. Fazendo u = x + y + z. Duvw. Suponha que ϕ é injetora e o Jacobiano Jϕ(u. y(u. z(x. O Jacobiano de ϕ é Numa transformação o volume de sólidos nem sempre é presenvado.w).z e w = x . u .z = 2. www. x + y . e Dxyz = ϕ(Duvw).w) não é nulo o interior de Duvw. v . x + y + z = 2. Uma mudança de coordenadas em R3 é uma transformação ϕ de um aberto do R3 em R3 .w) = (x(u.y.html 1/2 . a mesma região descrita com as variávies u. Solição.w). Seja Duvw subconjunto de Ω limitado.2] no sistema de coordenadas Ouvw. ϕ(u.20/04/12 Mudança de Variável Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Como nas integrais duplas.v ) é uma mudança de coordenadas. y(u.y . Vale o seguinte TEOREMA.v.w)). Atenção: na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Exemplo. podemos fazer mudança de variáveis em integrais triplas para facilitar os cálculos.

usp. Cristina Cerri . Veja em outros textos detalhes sobre essas mudanças de coordenadas .20/04/12 Mudança de Variável Então Como usamos o módulo do Jacobiano temos As mudanças de variáveis mais comuns são as mudanças por coordenadas cilíndricas e coordenadas esféricas.5 e IV.html 2/2 .5 de [BCHS]. Leia mais em 15.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.ime.2010 www.9 de [S] e III.

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Cilíndricas
Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas (x,y,z), mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas cilíndricas. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas (x,y,z) , podemos descrever (x,y) em coordenadas polares, no plano Oxy. Então temos uma terna (r, θ, z) onde x = r cos θ e y = r sen θ e z = z.

Para obter todos os ponto do espaço basta variar θ entre 0 e 2π, tomar r real positivo e z qualquer número real. Nesse caso, se fazemos essa mudança de variáveis, como Jϕ (r,θ, z) = r (verifique! ) então da fórmula geral de mudança de variável em integral tripla temos

Exemplo 1: Calcule 2.

onde S é a região interior ao cone z2 = x 2 + y2 para z entre 0 e

Note que

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

onde D é o disco de centro 0 e raio 2. Em coordenadas cilíndricas temos

Exemplo 2 (questão da 1ª prova de 2000). Seja D a região do espaço interior ao cilindro x2 + y2 = 16 e exterior ao cilindro x2 + y2 - 4x = 0 , compreendida entre os planos z = 0 e z = y + 6. Calcule

Solução: A região D é

Para calcular a integral percebemos que a região D é mais facilmente descrita em coordenadas cilindricas. Contudo temos que separá-la em duas regiões. Considere D1 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro maior e D2 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro menor. Usando coordenadas cilíndricas temos as seguintes parametrizações (em r, θ , z)

Então

=0

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Portanto

OBS: O nome coordenadas cilindricas vem do fato de que um retângulo em 0rθ z é transformado em um setor de cilindro. Verifique que se 0 < r < a, 0 < θ < 2π e 0 < z < b , então temos um cilindro de raio a e altura h.

Não esqueça: na mudança de coordenadas cilíndricas o Jacobiano é r.
Cristina Cerri-2010

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2π]. no caso geral temos que No caso de coordenadas esféricas temos que o Jacobiano é ρ 2 senφ . Note que no sistema de coordenadas cartesianas uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0.a]×[0. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas ( ) . Como vimos. φ . θ .Coordenadas Esfericas Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Esféricas Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas ( ).usp. Então x = ρ senφ cosθ y = ρ senφ senθ z = ρ cosφ .π]×[0..20/04/12 Integrais Triplas . Se queremos calcular uma integral tripla sobre uma região que é mais facilmente descrita em coordenadas esféricas devemos fazer uma mudança de variável. www. onde ρ é o comprimento do segmento OP.z) usando variáveis ρ . φ) . Note que um retângulo no sistema Ορθφ se transforma num setor esférico em . mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas esféricas.html 1/2 .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica. podemos descrever ( . θ variando de 0 a 2π e φ de 0 a π. φ é o ângulo que este forma com o eixo e θ representa o ângulo que a projeção de OP forma com o eixo . Por isso essas coordenadas são chamadas de esféricas.θ. Um ponto P do espaço pode ser escrito tanto em coordenadas cartesianas ( ) como em coordenadas esféricas (ρ.ime. Para representar todos os pontos fazemos ρ qualquer real positivo.

Sabemos que o volume da esfera é 4πa3/3.2π].br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica. já que o volume por esta mudança não é preservado.html 2/2 . onde Considerando que ∆ρ ∆φ ∆θ são as variações das respectivas coordenadas e supondo que são pequenos temos que o volume da região é aproximadamente ρ2 senφ∆ρ∆θ∆φ (e não apenas ∆ρ∆θ∆φ). Uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0. mas o volume do paralelepípedo é 2π 2 a .π]×[0. Gostariamos de estabelecer alguma relação entre o volume de um “pedaço” da esfera.20/04/12 Integrais Triplas . Portanto é razoável que este seja o fator de correção quando se passa de coordenadas cartesianas para esféricas numa integração. Logo o volume não é preservado através da mudança de coordenadas esféricas. Veja exemplos e aplicações clicando aqui.a]×[0.Coordenadas Esfericas E então Como no caso das integrais duplas o Jacobiano fará a correçào necessária para manter a igualdade das integrais.2010 www. Vamos particionar o domínio em pequenos setores esféricos. Quando definimos integral fizemos partições do domínio de integração. .usp.ime.

Solução: A equação 2 + 2 + 2 = 2 em polares fica ρ= 2cosφ. A intersecção do cone com a esfera é quando z = 1 e x2 + y2 = 1. Calcule a região do primeiro octante limitada pela esfera x2 + y2 + www. (questão da 1ª prova de 2000) Seja z2 = 4 e pelos planos y = 0 e Solução: . O ângulo φ varia de 0 até o encontro da esfera com o cone que é quando z = 1 e daí temos que o ângulo φ é π/4.0.Exemplos Integrais Triplas em Coordenadas Esféricas Exemplos Exemplo 1.usp. e limitada pela esfera 2 + 2 + 2 = 2 (esfera de centro (0.20/04/12 Coordenadas Esfericas .ime.1) e raio 1). Então nossa região que é o interior do “sorvete” é Logo Exemplo 2.html 1/2 . Calcule sendo S a região interior ao cone 2 = 2 + 2 .br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos. com positivo.

.usp.ime.Exemplos Em coordenadas esféricas a parametrização de é Portanto Não se esqueça o Jacobiano é ρ2 senφ nas mudança para coordenadas esféricas.html 2/2 .2010 www.br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos.20/04/12 Coordenadas Esfericas .

y) é uma funçào contínua e positiva em D.z) é uma função positiva e contínua em S que representa a densidade do material então o centro de massa de S é um ponto de coordenadas onde 3. 2. Considere um sólido S que pode ser descrito como uma região S limitada do R3 cujo bordo tem conteúdo nulo (do Tipo I.html 1/2 . Massa e Volume De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular a massa de sólidos usando integrais triplas. Momento de Inércia Também podemos definir os momentos de inércia de um sólido S com relação aos eixos coordenados. respectivamente são Exercício: Seja S o sólido limitado pela "calha" x = y2 e pelos planos x = z. Centro de Massa De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular o centro de massa de sólidos usando integrais triplas.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas Aplicações de Integrais Triplas 1.usp. y e z . www. z = 0 e x = 1. As fórmulas de cada momento de inércia em relação aos eixos x. que é definido por Note que em particular se D é uma região plana com bordo de conteúdo nulo e se f (x. então a massa coincide com o volume de S. por exemplo).y.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica.z) positiva e contínua em S. II ou III.ime. e tal que a densidade de massa do material é uma função ρ(x. Então a massa de S é definida por Se a densidade é constantemente 1. Se S é como antes e ρ(x.y. e se então ou seja como já tinhamos anteriormente.

Calculado as outras temos que que não dependem de k.V(S).7 de [S] e IV. Como a região e a função ρ(x.ime. ρ(x.html 2/2 . OBS: Veja mais sobre isso em 15.usp.z) = k) a massa de S será simplesmente k.z) são simétricas com relação ao plano xz então a segunda coordenada do centro de massa é 0. Cristina Cerri .6 de [BCHS].2010 www.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica.y.y. E faça os exercícios da Lista 1.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas (a) Calcule o volume de S (b) Encontre o centro de massa de S considerando que a densidade é constante. Solução: A região S é Projetando S no plano xy temos a região Então (a) O volume de S é (b) Como a densidade é constante k em S (isto é.

se γ' é contínua e se γ'(t) é diferente do vetor nulo no interior de I.y(t). A curva dada por x(t) = t cos(t) . Então para cada valor de t em I temos vetores γ(t) = (x(t). y(t) = t sen(t) e z(t) = t está contida no cone z2 = x 2 + y2 www. z'(t)) é chamado de vetor tangente a curva no ponto γ(t). (2) x(t) = sen(2t) .y(t). y(t) e z(t) são as chamadas de parametrizações de γ.y(t) e z(t) são deriváveis.In e se a curva γ é contínua e lisa em cada intervalo Ik . dizemos que γ é derivável. As funções x(t). I2 . 2. Uma curva pode ter várias parametrizações.y(t)) ou γ(t) = (x(t). Dizemos que uma curva é “lisa”.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva. y(t) = sen(t) e z(t) = 2-sen(t) onde t varia de 0 a 2π. Exemplos. que é o conjunto dos pontos γ(t) = (x(t). a curva plana formada pelos pontos (x. se x(t). γ '(t) = (x'(t). γ(t) = (x(t). y'(t). onde t varia de 0 a 2π .y) tais que x 2 + y2 = 1 pode ser parametizada de várias maneiras: (1) x(t) = cos(t) e y(t) = sen(t)... z(t)) é a posição da partícula no instante t. onde t varia de 0 a π . z(t)).20/04/12 Curvas Curvas Seja γ uma aplicação de um intervalo I da reta em R2 ou R3..y(t)) ou γ(t) = (x(t). onde t pertence a I.html 1/2 . y(t) = cos(2t). então dizemos que é lisa por partes. A imagem de γ (traço de γ ).usp. Nesse caso. Se o intervalo I é união finita de intervalos I1 . Por exemplo.ime.y(t) e z(t) são contínuas.y(t). Uma curva pode ser vista como a trajetória de uma partícula no plano ou no espaço num intervalo de tempo I. Nesse caso. 1. z(t)). é chamado de curva. dizemos que γ é contínua. Se as funções x(t). Uma parametrização da curva dada pela intersecção do cilindro x 2 + y2 = 1 e o plano y + z = 2 é x(t) = cos(t) .

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva.ime.html 2/2 .2010 www.usp.20/04/12 Curvas Cristina Cerri .

∆sn .. Mas com arcos bem pequenos podemos dizer que .. n = 2 ou 3. . O comprimento da curva é então dado por Vamos generalizar. A diferença é que em vez de fazermos a integração sobre um intervalo faremos a integração sobre uma curva γ . Desejamos calcular a massa total do arame.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Integral de Linha de Campo Escalar Definiremos aqui a chamada Integral de Linha de uma função f a valores reais. A curva γ fica dividida em sub-arcos de comprimentos ∆s1. o domínio D de f é um subconjunto do plano ou do espaço e a imagem de f é um subconjunto da reta real. ∆s2.b]. www. Vamos denotar por ∆si o comprimento de cada um desses arcos. isto é. Esta integral é semelhante a integral de Riemann de funções que foi vista no Cálculo 1. Vamos começar tomando uma curva γ(t) = (x(t). A imagem do intervalo [ti -1 . Suponha que γ representa um arame fino com densidade de massa variável dada por uma função f positiva e contínua definida num aberto que contem o traço de γ . fazendo o limite para ∆t i vai a zero temos uma integral. Suponha que o domínio D contém a curva γ (lembre que isto quer dizer que a imagem γ(t)=(x(t).ime. magnetismo etc.b]). para todo t em [a. Particionando o intervalo [a. Este tipo de integral foi desenvolvida no início do século 19 para resolver problemas envolvendo escoamento de fluidos.html 1/3 . Portanto para obter o comprimento da curva basta somar todos os comprimentos dos arcos.y(t)) onde t pertence ao intervalo [a.b] em k subintervalos [t i -1 . isto é. Vamos assumir que a curva é “lisa”.y(t)) está contido em D. ti] é o pedaço da curva (arco) que vai de Pi-1 a Pi .usp. eletricidade. Considere a função .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. t i] temos os correspondentes pontos na curva Pi = γ (x(t i).y(t i)). que γ' é contínua e que γ'(t) é diferente do vetor nulo.

ti] sejam de tamanho cada vez menores devemos melhorar a aproximação. Definição: A integral de linha de ao longo de γ é quando tal limite existe. Temos então a seguinte definição. assim lembrando que ou u Se f for uma função contínua o limite acima sempre existe.usp. Exercício importante: Aparentemente a definição acima depende da particular parametrização da curva. Fazendo o limite para partições de forma que os intervalos [ti -1 . www. Note que a soma acima é tipo uma Soma de Riemann. multiplicando pelos comprimentos do arco ∆si e somando tudo temos uma aproximação da massa total.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Calculando f em Pi . Então a integral de linha de sobre γ é Se f representa a densidade de massa. Mas o comprimento de um pequeno arco da curva é aproximadamente o tamanho do vetor tangente. Prove que a integral de linha não depende da parametrização de γ . Mas seria estranho já que a massa total não deve depender na parametrização.ime.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. mas apenas do formato da curva.html 2/3 . Então a massa procurada deve ser esse limite (quando existir). Chamada de integral de linha de um campo escalar (que é a função ). a integral acima nos dá a massa total do arame.

ime..20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Note que comprimento de uma curva é que uma integral de linha pois Se temos uma curva “lisa por partes”. Denota-se por -γ a curva que tem os mesmo pontos de γ mas com orientação contrária. γn onde o ponto inicial de γι+1 coincide com o ponto final de γι .2010 www.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. isto é.. Mostre que integrais de linha são iguais. Cristina Cerri . então definimos a integral de f ao longo de γ por Exercício. se γ é a união finita de curvas lisas γ1 .html 3/3 .usp. . Clique aqui e veja exemplos e aplicações deste tipo de integral. γ2 .

plano direito e é uma semicircunferência. Calcule . Solução: O traço da curva x 2 + y2 = 4 que nos dá o cabo está no semi.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex.y(t)) é uma curva lisa onde t percorre o intervalo [a. determine a massa e o centro de massa do cabo.y.b]. temos que: Massa: Centro de massa: www. pois x é positivo. Suponha que γ(t) = (x(t). para t entre 0 e 2 π .html 1/2 .y) = K.z)) a massa e o centro de massa do cabo podem ser calculadas. Seja um cabo que é dobrado na forma de um semi-círculo x 2 + y2 = 4 para x positivo. Solução: onde γ é a hélice circular de equação x(t) = cos t . y(t) = sin t e z(t) = t 2. O comprimento do cabo é o comprimento da curva γ e é a integral A massa do cabo M é O centro de massa do cabo é definido como sendo o ponto de coordenadas Alguns Exemplos 1. 2cos t ) então |γ'(t)| = 2.Exemplos e Aplicações Integral de Linha de Campo Escalar Exemplos e Aplicações Algumas Aplicações Considere um cabo delgado entortado em forma de uma curva γ de R2 (ou R3).20/04/12 Integral de Linha . sendo a densidade constante ρ(x. Se a densidade linear é uma função contínua δ(x. Portanto.y) (ou δ(x.usp.ime. 2 sen t ) para t entre -π/2 e π/2. Derivando temoso vetor tangente a curva γ : γ'(t) = (-2sen t . Parametrizando a curva temos γ(t) = (2cos t . Se a densidade linear é uma constante K.

html 2/2 . ATENÇÃO: Para aprender bem estes conceitos e obter um bom aproveitamento os textos na WEB acima não é suficiente. OBS: Como a densidade é constante e a curva é simétrica com relação ao eixo x nem pecisariamos calcular para saber que o centro de massa do cabo estaria do eixo x.20/04/12 Integral de Linha .2010 www. 0).Exemplos e Aplicações Por simetria temos que a coordenada y do cntro de massa é 0 (verifique!). (π/4.ime.usp. Você deve estudar pelo livro ( por exemplo [S] ) e fazer os exercícios da Lista 2. Apresentamos aqui apenas um resumo da teoria com alguns exercícios. Cristina Cerri . Mas cuidado: se a densidade não for constante isto pode não ocorrer.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex. Portanto o centro de massa é.

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-campos.Também pode-se calcular o divergente de um campo. principalmente em Física. um sentido e uma intensidade. Associado a um campo temos outro campo chamado de rotacional. Q e R são C1. obtendo-se uma função.ime. é uma função que associa a cada ponto (x. de uma região D . ou do R3. ou do R3 . Clique em cada link e recorde. Um campo é dito contínuo se as funções P. E de classe C1 se P. Em linguagem matemática um campo de vetores do R2 . Ou escrevemos onde P. Q e R são funções de D em no conjunto dos numeros reais R. Q e R são contínuas.z). Assim uma boa representação do "vento" em cada instante e em cada ponto do espaço é um vetor. São muitos os exemplos de campos vetoriais.usp.y.html 1/1 .y). um vetor do R2. Cristina Cerri . ou (x. Outro exemplo é um campo de força: a cada ponto associa-se um vetor "força".2010 www. Podemos escrever onde P e Q são funções de D no conjunto dos numeros reais R. Um tipo importante de campo é o campo gradiente e os campos conservativos. que tem intensidade.20/04/12 Campos Vetoriais Campos Vetoriais O "vento" possui uma direção. direção e sentido. Este é um típico exemplo de um campo de vetores.

Este é um exemplo de campo conservativo pois é um potencial para .usp. isto é. ( verifique !) Para pensar: Todo campo é conservativo? Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os pontenciais de um campo conservativo? www.ime.z) então a força gravitacional que está agindo em m é Temos aqui um exemplo importante de campo vetorial. Um campo de vetores é chamado campo conservativo se ele é um campo gradiente de alguma função f.y) (ou (x. Vamos assumir que um objeto de massa M está localizado na origem de R3 (por exemplo M pode ser a massa da Terra e a origem seu centro).z)) de D associa-se o vetor ou . chamado de campo gravitacional.y. Um exemplo: Da Lei de Gravitação de Newton a intensidade da força gravitacional entre dois objetos de massa M e m é F = mMg/r2. onde r é a distância entre os objetos e g é a constante gravitacional.20/04/12 Campos gradientes O Campo Gradiente .Campos Conservativos Dada uma função f de D subconjunto do R2 (ou R3) a valores em R (conjunto dos números reais) com derivadas parciais. Nesta situação chamamos de f potencial de . o campo gradiente de f é o campo que a cada ponto (x. Obs: É comum e prática a notação com versão análoga para o caso R2 .html 1/2 . se existe uma função f tal que . Se o objeto de massa m está no ponto (x.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-1-gradiente.y.

verifique que Cristina Cerri . subconjunto do R3 . Q e R possuam derivadas parciais em D.usp.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-2-rotacional. Se então . Simbolicamente podemos denotá-lo como um “produto vetorial” ou o determinante de uma "matriz": . então o rotacional de é . tal que P. Um exercício: Tomando uma função f de classe C2 . que é um campo de vetores defindo em D.ime.20/04/12 Rotacional O Rotacional Dado um campo vetorial definido em D.htm 1/1 .2010 www.

isto é. Q e R . então o divergente de . verifique Cristina Cerri .2010 www. Q e R são de classe C2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-3-divergente.html 1/1 . as funções P.usp. Note que o divergente é uma função de D a valores em R (conjunto dos números reais). é tal que P e Q possuam derivadas parciais em D. se possuam derivadas parciais tal que P. Um exercício: Se que é um campo de classe C2 .ime. Simbolicamente o divergente pode ser expresso como o “produto interno” . subconjunto do R2 . Analogamente.20/04/12 Divergente O Divergente Dado um campo vetorial definido em D.

Suponha que ela está sob a ação de um campo de forças Queremos calcular o trabalho realizado pela força dado pelo produto escalar .y(t i-1) .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial.t i]) .y(t).x(t i-1) e ∆yi = y(t i) .htm campo contínuo ao longo de γ é dt 1/2 . t i] criamos pequenos arcos na curva γ(t): γ([t i-1 .ime. isto é. Se fosse uma força constante e se a partícula se deslocasse sob um segmento de reta AB então o trabalho W é Dividindo o intervalo [a.z(t)) ) curva lisa por partes e cujo domínio contém a curva.usp. A integral de linha de www. Aplicando o TVM podemos dizer que o trabalho total é Assim uma definição razoável de trabalho é Pode-se fazer raciocínio análogo para o caso de R3.b]. t i]) for muito pequena podemos pensar que é quase constante. Se estamos com intervalos pequenos o deslocamento de Ai-1 = γ(t i-1) a Ai = γ(t i) é aproximadamente um deslocamento ao longo do segmento Ai-1Ai .y(t)) (ou γ(t) = (x(t). Assim o trabalho neste trecho será aproximadamente onde ∆x i = x(t i) .b] em pequenos subintervalos [t i-1 .20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais Integrais de Linha de Campos Vetoriais Considere uma partícula que se move no plano ao longo da curva γ(t) = (x(t). Se também a variação de ao longo do arco γ([t i-1 . Definição: Sejam γ(t) = (x(t). em cada instante t a partícula encontra-se na posição γ(t). onde t pertence ao intervalo [a.y(t)). quando a partícula se desloca de γ(a) até γ(b).

Veja alguns exercícios resolvidos.htm 2/2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial.20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais dt No caso R2 fica No caso R3 fica Usando a notação dx = x'(t)dt .usp. clicando aqui. Cristina Cerri. www. desde que não se inverta a orientação da curva. dy = y'(t)dt e dz = z'(t)dt podemos escrever que ou Importante: Não é difícil provar que a integral de linha não depende da particular parametrização da curva.ime.2010.

Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (sin( ).cos( )).ime. Calcule para entre 0 e 2π.1) até (1.htm 1/2 .br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. partindo de (0. Solução: Neste caso www.sin ). ).Exercicios Integrais de Linha de Campos Vetoriais Exemplos 1. para entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1.sin . Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (cos .0)).usp.0) até (0.1)) . para t entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1. partindo de (1. Solução: 2.20/04/12 Integrais de Linha . sendo e a curva é a hélice γ( ) = (cos . Solução: 3.

br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. Solução: 6. para entre 0 e π. Como se explica isso? Resposta: As curvas dos dois exercícios são iguais (traço e sentido) só foram parametrizadas de formas diferentes.Verifique isto ! 5. mas no exemplo 2 estamos percorrendo-a no sentido antihorário enquanto no exemplo 3 no sentido horário.sin(2 )). vale que . Por que as integrais são diferentes? Resposta: As curvas tem o mesmo traço.usp.20/04/12 Integrais de Linha . Considere o mesmo campo do exemplo 2. Calcule a integral de linha .htm 2/2 . Em geral. Nos dois exemplos anteriores temos o mesmo campo e curvas com o mesmo traço. mas a curva γ( ) = (cos(2 ).ime. A integral de linha não depende da parametrização.Exercicios 4. desde que não se inverta sua orientação. As respostas dos exercícios 2 e 5 são iguais. 2010 www.

Uma curva γ em [ ] é dita fechada.usp. duas a duas disjuntas orientadas no sentido que deixa à esquerda das curvas.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen.html 1/3 . fechadas.γ 2 . Para compreendê-lo precisamos de algumas definições. γ( ) = γ( ). denotado por δ é formada por um número finito γ 1 . O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo sobre as curvas da fronteira de e a integral dupla sobre a região da componente do rotacional deste campo. uma curva γ é simples se γ( ) é diferente de γ( ) .20/04/12 O Teorema de Green O Teorema de Green O Teorema de Green nos dá uma relação entre integrais de linha sobre curvas fechadas e integrais duplas sobre regiões limitadas pela curva. isto é.. Uma curva é chamada de simples se a curva não se auto-intercepta entre o ponto inicial e final.. É um resultado muito importante e com muitas aplicações.ime. Seja um campo vetorial de classe C1 (as derivadas parciais de P e Q são contínuas) em um aberto que contem . fechadas e lisa por partes. se os pontos inicial e final coincidem. lisas por partes. Formalmente. Um exemplo de região assim é a região ao lado.. duas a duas disjuntas. Veja alguns exemplos de curvas planas: As regiões que vamos considerar nas hipóteses do Teorema de Green são regiões planas fechadas e limitadas cuja fronteira (ou bordo) é composto por um número finito de curvas simples. Então www.. Teorema de Green Seja uma região fechada e limitada de R2 cuja fronteira (ou bordo). γ n de curvas simples. para todo .

Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. A orientação das curvas que compoem a fronteira de para o Teorema acima seja válido é aquela que deixa a região à esquerda. Vamos ver nos próximos textos algumas aplicações do Teorema de Green. isto é.ime. A prova deste Teorema é bem complicada. + γ n.html 2/3 . Ou seja. quando se trata de integrais de linha de curvas Exercícios: Clique aqui é veja alguns exercícios resolvidos.. Vale a pena ler estas demostrações para compreender por que o resultado vale. δ = γ 1 + γ 2 + . Atenção. ao caminharmos sobre a curva a região fica sempre à esquerda. Esta orientação definimos como positiva.20/04/12 O Teorema de Green ou pode-se escrever onde a integral de linha é a soma de integrais sobre as curvas componentes da fronteira (ou bordo) de .usp. Na região ao lado o bordo de é formado por 4 curvas e a orientação do bordo para que o Teorema seja verdadeira é a indicada na figura. em [S] ou em muitos outros livros. www. mas no caso de regiões simples é mais fácil e pode ser encontrada em [BCHS] (veja página 230). Faça também os exercícios da Lista 2..br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen.

(1. Uma idéia é obter uma curva fechada usando o segmento [ -π/2. Para isso temos que criar uma região cujo bordo (ou fronteira) contenha a γ. Então aplicando o Teorema de Green vale que É claro que o Teorema é mais útil quando alguma das integrais envolvidas é muito difícil de calcular. Solução: Claramente poderíamos calcular diretamente esta integral: quando se trata de integrais de linha de curvas Usando o Teorema de Green: seja o quadrado de vértices (0.20/04/12 Teorema de Green . 0) a (π/2. (1. As funções e tem derivada parciais contínuas F( ) = ( 2 em e a curva está orientada de forma a deixar a região D a esquerda. Portanto usando o Teorema de Green temos que onde γ é o círculo de raio 3 O Teorema de Green nos permite passar de integrais de linha complicadas para integrais de linha mais simples de se calcular. Assim vamos usar o Teorema de Green.1) e (0.1). Calcule onde onde γ é o gráfico de y = cos x percorrido de (-π/2.1) orientado positivamente (anti-horário) . Solução: Tentado calcular diretamente a integral de linha iremos encontrar funções cujas integrais não são simples. 7 + ( 4 + 1)1/2 ) está definido em e as funções e tem derivadas parciais contínuas.Exercícios Resolvidos Exercício 1.ime. Note que o campo 3 ) = ( ( ). Exercício 2. Exercício 3. π/2]. Calcule centrado na origem orientado no sentido anti-horário. Uma saída é tentar usar o Teorema de Green.0) . Solução: Ao se tentar calcular diretamente a integral de linha acima logo se chega a integrais complicadas (verifique isso!). O campo ( ) = (3 + sin .0).usp. ( )) está definida em D. (1.0) .0).1) e (0. Com isso criamos uma região D do plano (a região amarela) que tem como bordo (ou fronteira) a curva γ e o www.0).Exercícios O Teorema de Green . Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. Calcule para γ o bordo do quadrado de vértices (0.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. Tome o disco de raio 3 centrado na origem (interior do círculo). (1.html 1/3 .

Orientando as curvas de forma que a região fica a esquerda (no desenho indicamos a orientação) podemos usar o Teorema de Green. É comum os alunos se esquecerem de verificar se a região D está contida no domínio do campo.ime. Exercício 4. E assim temos que Note que a orientação da curva γ dada não é a que deve ser usada no Teorema de Green. simples. lisa por partes qualquer que contem a origem no seu interior. Calcule a integral de linha de sobre γ uma curva fechada. Errado!!!!! O aluno deve ter pensado em usar como região a região interior a curva γ.20/04/12 Teorema de Green . Solução: Temos que (verifique!!). Muito cuidado ao se usar o Teorema de Green.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. www.0) pertence a onde o campo não está definido!!!! Não podemos usar o Teorema de Green para esta região. percorrida uma vez no sentido antihorário. π/2].html 2/3 .Exercícios segmento [ -π/2. Por isso aparece o sinal "-" na frente da integral de linha de γ. Todas as hipóteses devem ser verificadas. entretanto que podemos pegar outra região que "isola" o ponto (0. O aluno apressado vai concluir que a integral de linha é zero. Mas o campo em questão não está definido na origem! E (0.0). usando o Teorema. Note.usp.

20/04/12 Teorema de Green .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex.Exercícios Tomemos um círculo γr de centro na origem e raio r que está no interior da curva γ (sempre existe?). em ambas o bordo é a curva dada.2π] temos uma parametrização de γr no sentido antihorário. r sin ) para t em [0. e assim OBS: Para curvas contínuas. que é o interior da curva e outra não limitada.html 3/3 .ime.usp. Agora sim pelo Teorema de Green Portanto sendo γr ( ) = (r cos . fechada e simples vale um Teorema (de Jordan) que afirma que a curva divide o plano em duas partes: uma região fechada e limitada. 2010 www.

y. Vamos estabelecer um resultado semelhante para funções f(x. se é chamado de . E portanto a integral de linha de um campo gradiente sobre qualquer curva fechada lisa por partes é 0.b] em R2 ou R3.z) de três variáveis. a e b seriam substituidos por pontos A e B do plano ou do espaço. isto é. Atenção: Não é verdade que todo campo é conservativo: sejam e dois caminhos ligando os pontos (-2. www.0) e de (0.2). Neste caso.0) a (0. temos Portanto se temos um campo vetorial contínuo tal que então vale. ou conservativo contínuo em Ω .ime.Definição Para funções de uma variável real o Teorema Fundamental do Cálculo nos dá a seguinte igualdade para funções f tais que f´ é função integrável. subconjunto de R2 (ou R3 ).0) a (0. Nesta situação chamamos de se ele é um campo gradiente de alguma Assim o que mostramos acima pode ser escrito da seguinte forma: Se é um campo gradiente.y) de duas ou f(x.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo.20/04/12 Campos Conservativos Campos Conservativos . Tomemos uma curva γ de [a. e uma função f de classe C1 cujo domínio Ω contém a curva γ .usp.2) : γ1 (t) = (2cos t . π] e γ2 o segmento ligando (-2. nas condições acima. 2sin t ) para t em [π/2. A integral que faria sentido seria a integral de linha. lisa por partes. e se γ é uma curva de [a. Mas o que substituiria a derivada? Vamos fazer algumas contas.b] em R2 (ou R3 ) curva lisa por partes contida em Ω então Note que o valor da integral de linha de um campo gradiente sobre uma curva só depende do ponto inicial e final da curva e não da particular curva.0) a (0. Calculando.html 1/2 . pois podemos pensar em vários caminhos que ligam A a B. que Um campo de vetores função .

Clique aqui e leia sobre isso.html 2/2 .usp.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo.2010.20/04/12 Campos Conservativos Então Como os valores são diferentes concluimos que o campo não é conservativo. Cristina Cerri . www. Mas e se temos um campo cujas integrais ao longo de qualquer curva são iguais podemos concluir que o campo é conservativo? Vamos estudar esta questão.ime.

Assim o que fizemos funciona em certas regiões que são chamadas de conexas.Caracterizações Tome um campo definido em Ω subconjunto do R2 que tem a seguinte propriedade: dados dois pontos A e B do domínio Ω .20/04/12 Campos Conservativos . Mas será que sempre existe uma curva ligando A a X em D ? Veja a seguinte região D: Para esta região não existe uma curva ligando A a X toda contida em Ω . Portanto parece que a resposta é sim. só dependem dos pontos finais e iniciais. Desta forma o que vimos acima é um esboço da prova do seguinte Teorema. o valor das integrais de linha do campo sobre curvas ligando A a B em Ω não dependem da curva. Lembramos que um subconjunto Ω do R2 ou R3 é dito aberto se para todo ponto P de Ω existe uma “bola” (disco ou esfera) de centro P contida em Ω . ou seja.y) e γ uma curva qualquer ligando A a X tome Note que por hipótese a integral não depende da particular curva o valor não depende de γ.usp. Um conjunto Ω é dito conexo se para dois pontos quaisquer de Ω existe uma curva curva lisa por partes contida em Ω ligando esses pontos . ( para uma prova mais detalhada veja [BCHS] VI.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. Mas para provar usamos que existe uma curva γ ligando A a X em D. De fato.Caracterizações Campos Conservativos . importante e útil.html 1/2 . Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω do R2 ou R3 tal que para cada www.ime. resumidamente teriamos e analogamente podemos mostrar que . Usando essa idéia vamos definir f da seguinte forma: se X = (x. Será que o campo é conservativo? Queremos encontrar uma função potencial f tal que .4 ou em [S] ou em [G]). Para funções reais sabemos do TFC que .

Cristina Cerri .2010 www. Logo a integral de linha sobre β é igual a integral de linha sobre α .B) em Ω a integral de linha de de qualquer curva lisa ligando A e B contida em Ω . Porém um resultado mais forte também vale.ime. e somente se.html 2/2 . fechada lisa p. entao é conservativo se.usp. Clique aqui e veja alguns exercícios e problemas.p.p. para toda curva fechada SIMPLES lisa por partes em Ω a integral de linha de é ugual a 0. que denotaremos por γ .B) a integral de linha de é a mesma ao longo de qualquer curva lisa contida em Ω ligando A e B. para um campo contínuo num domínio aberto conexo e conservativo então para qualquer curva lisa por partes fechada em Ω .20/04/12 Campos Conservativos .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. o que prova que a integral de linha não depende do caminho que liga A a B. forma uma curva . Será que vale a recíproca? Vamos tentar responder. ligando dois pontos A e B do domínio Ω. entao o campo é conservativo. Juntando os resultados temos que Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω . A união das duas curvas β e −α . Como já vimos.Caracterizações par de pontos (A. entao é conservativo se. Sejam β e α curvas lisas p.. e é a mesma ao longo somente se. Portanto . Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω . para cada par de pontos (A.

Sugestão: Em cada caso procure uma função que seja potencial do campo. Em caso afirmativo ache uma função potencial.Exercícios Exercício resolvido. Mostre que Solução: Como é conservativo então e daí um campo conservativo. isto é. se e são potencial então 2010 www. Exercício resolvido. Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os potenciais de um campo conservativo? Solução: Se o domínio do campo conservativo é conexo então os potenciais diferem de constante.20/04/12 Campos Conservativos . Seja são funções C1 em um aberto conexo Ω .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-2-intlinha-conservativo-ex. onde P e Q Mas e então Exercício proposto.html 1/1 .usp.ime.Exercícios Campos Conservativos . Quais dos campos abaixo são conservativos? Justifique a resposta.

isto é. u) Variando v no intervalo de [0. y(u. z(u. Desejamas trabalhar com superfícies parametrizadas. São as parametrizações. Uma superfície é uma região do espaço R3 que pode ser vista como uma região plana "deformada". Assim como nas curvas. Exemplo 1. um plano. isto é. temos funções que descrevem as superfícies. y = y(u. superfícies que possuem parametrizações. y(u. só existe uma maneira de descrever os pontos de uma superfície S usando duas variáveis? Veja o exemplo a seguinte. www.v) e z(u. Aqui sempre as funções x(u. assim (u.v) pertence a uma região plana D contida em R2.usp.v) são de classe C1. O gráfico de uma função de duas variávies f(x.2π]x[0.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Superfícies Parametrizadas Sabemos que uma curva é uma "linha" do plano ou do espaço que pode ser vista como um segmento "deformado". o cone reto dado pela equação z2 = x 2 + y2 é uma superfície parametrizada.v) = a cos v onde D = [0. Note que X(u. As função x(u. A parametrização de uma superfície é única? Ou seja.v) = (x(u.π]. um parabolóide.v) . Por exemplo.v) pertence a .v) = a sen u sen v e z = z(u.ime.y) também é uma superfície.. uma esfera ou elipsóide são superfícies. Então podemos Parametrização 2: usando coordenadas esféricas x = x(u. Por exemplo.v) leva um retângulo na superfície do cone. y(u.2π] e u no intervalo [0. Vamos exibir duas parametrizações da parte superior (z positivo) da esfera x 2 + y2 +z2 = a2 . Uma parametrização é uma função X (u. onde (u.html 1/3 .v)? Temos que fazer (u.v) .v) = a cos u sen v .v). u sen v.v).v)).h] obtemos a parte do cone desenhada acima. S = X(D). Podemos descrever o cone com a equações: X(u. Parametrização 1: como z é positivo podemos escrever que parametrizar esta superfície tomando Mas qual a variação de (u.v) e z(u.v) = (u cos v . Uma superfície parametrizada S é a imagem de X no espaço.v) variar no disco de raio a.v) são chamadas de equações paramétricas de S.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.

que é uma parte da anterior.usp.y) onde (x.(u. z(uo .v). temos a curva γ(v) = (x(uo . A equação vetorial com (u.v o ). podemos escrever a parametrização de uma superfície na forma vetorial. usando coordenadas cartesianas Pode-se perceber que esses programas desenham as superfícies usando curvas.v). como o Winplot. Um uma parametrização as curvas coordenadas são os meridianos e os paralelos. Como no caso das curvas. y(uo . Exemplo 2. Temos então sua equação vetorial. z(u. De fato.v) para (u. Note a diferença.4] temos outra superfície. Veja os desenhos acima. para se desenhar superfícies é preciso conhecer suas parametrizações.v) em D. se z = f(x.v)) fixe v o e faça variar o u: temos a curva α(u) = (x(u.v o )). Se mudamos a região D e tomamos D = [-1. São as chamados curvas coordenadas. Exemplo 3.ime.v o ). fixe uo e faça variar o v.1]x[0.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Observação: num programa gráfico. Gráficos de funções de duas variáveis são sempre superfícies parametrizadas.v) em D = R2 descreve o cilindro infinito de raio 2 com eixo no y. Podemos desenhar a superfície esférica usando cada uma das parametrizações acima. isto é D é sempre retângulo. No Winplot as variáveis estão sempre dentro de intervalos.html 2/3 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. y = v e z = f(u. Já na outra as curvas coordenadas são cortes por planos paralelos aos planos x = 0 e y = 0. www.y) pertence a D que é o domínio de f (D é uma região do plano xy) uma parametrização do gráfico de f (que está no R3) é x = u.

2π]x[1. Quais destas superfícies são gráficos de funções de duas variáveis f(x.v) = u . z(u.2010 www. y(u. Dê uma parametrização desse tipo de superfícies.v) = -u + 3v .π] Exercício: Recorde que no Cáculo 1 e 2 você viu suoerfícies de revolução. que é uma reta (ou segmento de reta).4]x[0. uma parametrização de S. Estas curvas são as curvas coordenadas nessa superfície.v) = u sen v . z(u.v) = u sen v . Exercício: Use o Winplot (ou outro programa gráfico) para desenhar as seguintes superfícies parametrizadas e identifique as curvas coordenadas. com (u.v) em [0.v) = u sen u cos v.π] (b) x(u. u+cos v) para (u.v) = 2+4u+5v . y(u.v) = sen3 u cos3 v .2π].π]x[0.v) = 1+2u .v) . Usando o Winplot desenhamos a superfície parametrizada dada por X(u.ime. com (u. y(u.v) = cos3 u cos3 v. Analogamente se fixamos v = v o temos.v o ) que é uma circunferência. ou.usp.v) = sin3 v . Cristina Cerri .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.v) = 2cos(u) . com (u. com (u. z(u.v) = cos u + ln(tg(v/2)) . com (u. Obtem-se essas superfícies "rodando" o gráfico de uma função f(x) em torno do eixo z.v) = u2 . y(u.π]x[0.v) em [0.v) em [0.v) em [0. z(u.7] (c) x(u. Observe as curvas coordenadas. Note que para essa parametrização deixando u = uo constante e fazendo v variar na superfícies uma curva. z(u.2π]x[0.v) = sen u cos v. 6.2π] (f) x(u. com (u. y(u. variando u. y(u.v) em [-3.4]x[0.v) em [0.v) = u cos v .v) = u cos u cos v . temos a curva α(u) = X(u.y)? Quais são superfícies conhecidas? (a) x(u.html 3/3 . z(u.2] (d) x(u. γ(v) = X(uo . y = y(u.v) = u sen v. (2+sin v) sin u.v) = sen u sen v .v) = v e z = z(u.v) = ((2 +sin v) cos u.v) = u cos v.20/04/12 Superfícies Parametrizadas As equações x = x(u. Exemplo 4.v) em [0.v) = 2sin(v) são equações paramétricas de S.2π] (e) x(u.4π]x[0.

No caso do cilindro ou do cone uma "planificação" justifica a fórmula. Vejamos um exemplo.5]x[0.2] . A fim de calcular a área do telhado podemos dividi-lo em pequenos pedaços Si tão pequenos que são quase planos.usp. como é o caso das superfície de um cilindro.20/04/12 Área de uma Superfície Área de uma Superfície Parametrizada Como calcular a área de uma superfície? Para algumas superfícies conhecemos uma fórmula. Sendo cada Si bem pequeno sua área é aproximadamente a área de paralelogramos Pi sobre Si como na figura. E assim a área do telhado é aproximadamente a soma 1/2 .ime. Sabemos que a área do paralelogramo formado por dois vetores é dada pelo módulo do produto vetorial. Cada pedaço Si é proveniente de um pequeno retângulo em D obtido de partições: [ +1 ] x [ +1 ]. Mas uma aplicação do TVM nos permite afirmar que a área de cada Si é aproximadamente onde ∆ e ∆ são as dimensões do retângulo [ das áreas de cada pequeno paralelogramo: www. Tomemos uma parametrização de S : X( ( )=( ( )= . Para cada fixado temos uma curva coordenada e para cada outra curva coordenada na superfície.2].5]x[0. O tamanho de cada um deses vetores pode não ser apropriado para o calculo da área de Pi . ). Cada curva tem seus vetores tangentes (são curvas no espaço). Como calcular a área de cada um desses paralelogramos? Temos dois vetores que extraímos de cada curva coordenada e que são tangentes a estas curvas. São os vetores no ponto ( .html +1 ] x [ +1 ]. Mas e a área da superfície da esfera. como justificar a fórmula? Poderiamos usar a idéia de planificação? E para uma superfície qualquer? O procedimento para obter uma forma de calcular (e definir) área de uma superfície é semelhante ao que já fizemos antes para área de regiões planas. volume de sólidos e comprimento de curva.2/4 para ( ) em [0. O telhado de uma estrutura tem o formato da superfície S dada por = 2. ( )) onde ( ) = 2 – 2/4 )= e para ( ) em D = [0. de um cone e de uma esfera. ).br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. ( ( ).

v) onde (u.3 de [BCHS].. com cada Sk superfície lisa parametrizada então Área (S) = Área(S1) + Área(S2) + . Ou seja . Assim nos restringimos a superfícies parametrizadas S onde certas condições são satisfeitas. Precisamos ter o paralelogramo. Observação: Às vezes S não pode ser descrita globalmente usando apenas uma única parametrização. se S = S1 U S2U . Podemos então procurar dividir S em pedaços.. U Sn . Assim é razoável dizer que a “área da superfície” é No caso do exemplo: Assim sendo a área do nosso telhado deve ser Exercício: calcule esta integral! Portanto. Resumidamente temos que ter uma região limitada e fechada cuja fronteira é composta de um número finito de curvas lisas por partes. Definição: Seja S uma superfície lisa parametrizada dada por de R2 .v) e (u. (u. Uma superfície assim chamaremos de duas disjuntas. Veja mais sobre isto em VII. www.v) . Segue então a seguinte definição. que satisfazem as hipóteses.2 e VII. isto é. duas a no interior de e biunívoca. 2010. + Área(Sn ). É claro que temos alguns probleminhas aqui. E às vezes também aquela que temos não satisfaz as condições (não é globalmente lisa).. simples e fechadas. não é? Veja demostração deste fato em [BCHS]. Para calcular a área total basta calcular a área de cada parte de S e no final soma-las. com parametrização tal que superfície lisa parametrizada.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area.usp. As superfícies mais usadas e as que veremos aqui são deste tipo.v) pertence a D A definição de área de superfície depende da parametrização de S? A resposta é não e seria uma definição estranha se dependesse .html 2/2 .20/04/12 Área de uma Superfície Intuitivamente parece que quanto menor a partição (divisão) mais próximos estamos da área "real" do telhado. temos que ter . A área de S é dada pela integral (u. para uma superfície parametrizada S qualquer parece razoável definir sua área como fizemos acima..

Se a superfície é o gráfico de uma função f(x.ime.y) em D.0) e raio a < b em torno do eixo z.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex. z = a sen v www. Teremos x = x(u.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Exemplos de Cálculo de Área de uma Superfície Parametrizada Exemplo 1. O TORO é uma superfície obtida pela rotação da circunferência no plano xz com centro (b. então uma parametrização natural é x = x.usp. vamos calcular a área de parte do parabolóide z = x 2 + y2 que está abaixo do plano z = 9. Portanto a superfície que queremos é o conjunto dos pontos onde usando coordenadas polares ATENÇÃO: Não confunda paramentrização de superfície com mudança de variáveis!!! Exemplo 2. podemos descrever um ponto do toro projentand0-o nos exixos. y = (b + a cos v) sen u . O plano intercepta o parabolóide no circunferência x 2 + y2=9. usando esses ângulos.y) para (x. Determine uma representação paramétrica dessa superfície e calcule sua área. região do R2.v) = (b + a cos v) cos u . Portanto a área da superfície é Aplicando num caso particular.y) (não precisamos trocar o nome das variáveis).html 1/3 . Ao rodar uma circunferência podemos ver dois parâmetros: o ângulo u que a circunferência forma com o eixo x e o ângulo que um ponto da circunferência forma com o segmento que liga o seu centro a origem. Veja o desenho abaixo: Portanto. y = y e z = f(x.0. z = 9.

Para o cálculo da área da superfície vamos calcular Então Exemplo 3.y2 e as outras equações são para limitar a superfície. Aqui queremos a PARTE DO PARABOLÓIDE z = 4 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex. (questão de prova) Calcule a área da parte da superfície z = 4 . Atenção: um erro comum é não ler com cuidado o enunciado e tomar outra superfície.x 2 .usp.x 2 .html 2/3 .ime.y2 limitada por . www.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Note que para obter todo o toro devemos varia u e v de 0 a 2π.

usp.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.2010 www.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Uma parametrização é dada por Então a área da superfície é Cristina Cerri .html 3/3 .

que chamaremos de S2 . porém seu valor não depende da particular parametrização.zi )Area(Si) . Fazendo o limite temos uma integral dupla.y.ime. Assim.yi . Fazemos uma aproximação: dividindo S em pequenos pedaços Si a massa total é a soma das massas de cada pedaço. Mas a massa de Si é aproximadamente f(x i .v) no disco de raio 1 e centro 0 D1 .zi ) é um ponto qualquer de Si . onde a superfície S que é a fronteira da região limitada pelo cilindro x 2 + z2 = 1 e pelos planos y = 0 e x A superfície S é a união de 3 superfícies: o cilindro e as duas “tampas”. Portanto temos a seguinte definição geral. Como a função é contínua.z) contínua definida em S.z) = xy.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. Exemplo 1.z) uma função real contínua.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Integrais de Superfície de Campos Escalar Desejamos calcular a massa de uma placa fina cujo formato é dado por uma superfície parametrizada S e cuja densidade pontual de massa é dada por uma função f(x. Seja S um superfície parametrizada lisa com domínio D.usp. a integral existe. definida em S.yi . Então a massa procurada é Calcularemos cada integral separadamente S1 : x = u . y = 0 . Calcule + y = 2.y. z = v para (u. Note que acima temos uma soma de Riemann. S1 e S3 respectivamente (veja o desenho).y. Definição. sendo f(x. De fato quando f(x. A integral de superfície de f em S é a integral dupla que é denotada por Para definir a integral acima usamos uma parametrização de S.z) = 1 a área de S é dada pela integral dupla da função . Um cálculo simples mostra que conhecido como “elemento de área” de S.html 1/3 . Seja f(x. Existe um modo prático de calcular . onde (x i .y. www.

2π]. y = v . y = 2-u cosv .v) para u em [0. z = senu para (u.v) em [0.1) e raio 1). 1ª maneira: temos o gráfico de uma função e então podemos parametrizar da forma x = u .usp. z = u senv para (u. y = v e z = (u2 + v 2)1/2 onde (u.html 2/3 . Como vimos antes nesta situação www. S2 : x = cosu . 2-cosu]. Calcule Solução: Vamos desenhar a superfície onde S é a parte de z = (x 2 + y2)1/2 limitada por x 2 + y2 = 2y.v) pertencem a região D (disco de centro (0.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. (exercício da lista 4).2π] e v em [0. Portanto Exemplo 2. Vamos mostrar duas maneiras de parametrizar a superfície.1]x[0.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar S3 : x = u cos v .ime.

u2 = 2usenv).html 3/3 .1] e θ em [0.2π]. v = 1 + rsenθ para r em [0. 2ª maneira: podemos parametrizar S da forma x = ucosv .usp. y = usenv e z = u .ime. e só se.2010 www. onde v varia em [0.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Portanto O mais indicado agora é fazer uma mudança de coordenadas: u = rcosθ . Então neste caso e daí Cristina Cerri .2senv] (pois x2 + y2 = 2y se.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.π] e u varia em [0.

y. Pode parecer estranho mas algumas superfícies não tem "dois lados".html 1/3 . Considere uma superfície S que em cada ponto tem um plano tangente.20/04/12 Superfícies Orientáveis Superfícies Orientáveis A integral de linha de um campo vetorial sobre uma curva orientada γ e é dada por que pode significar o trabalho de um campo de forças ao longo da curva γ.usp.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. Você terá uma faixa que não tem lado de fora ou lado de dentro. O primeiro problema que aparece é o de definir qual a direção e o sentido que nos interessa. Esta é uma superfície dita não orientável. Afinal “atravessar” significa passar de um lado para outro de S. isto é. Um outro problema físico motiva a definição de integral de superfífice de um campo vetorial. Assim a nossa superfície deve ter dois lados apenas. Vamos formalizar matematicamentente este conceito. O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S. A faixa de Möbius é um exemplo deste tipo de superfície (ela é assim chamada em homenagem ao geômetra alemão August Möbius (17901868)).ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Veja a figura abaixo. superfícies que "tem dois lados". Queremos só considerar superfícies orientáveis. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca. Considere um fluido com densidade ρ(x. Pegue uma tira de papel torça e cole. Logo em cada ponto tem-se www.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Não se www.html 2/3 . Se for possível definir um campo de vetores normais que varia continuamente sobre S. Exemplo 1. Dada a parametrização acima em cada ponto o vetor é normal a superfície. são orientáveis. Para uma superfície deste tipo só temos duas orientações possíveis. que usamos neste curso.20/04/12 Superfícies Orientáveis dois vetores normais unitários: e . z = r2 . Escolhemos conforme o caso. Encontrar um campo de vetores normais a superfície z = x2 + y2.ime. Podemos também escolher Assim temos duas orientações para S. Atenção: em geral nos exercícios a orientação de S é fixada (é dada no enunciado) e daí você depois de parametrizar S deve escolher qual das duas possíveis é para ser usada. Solução. então S é chamada de superfície orientável. y = rsenθ .usp. As superfícies mais comuns. e assim mostrar que esta é uma superfície orientável. Mais detalhes sobre este assunto veja em [BCHS]. Uma parametrização de S : x = rcosθ .

usp. Cristina Cerri.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel.html 3/3 .2010 www.ime.20/04/12 Superfícies Orientáveis desoriente: nos próximos textos você verá isto com mais detalhes.

v) = (x(u. Uma parametrização para S1 é x = u cos v . então e daí sendo que se é + ou – vai depender da orientação de S . A superfície S é lisa por parte. é um campo de vetores contínuo sobre uma superfície paramtrizada. Se e são calculados em algum ponto de Si.z(u. orientada com a normal exterior a S. Exemplo. Definição. o disco. lisa por partes e orientável S a integral de sobre S é com vetores normais Compare esta definição com a da integral de linha de um campo: fazemos o produto escalar do campo com o vetor tangente a curva.y. que nos dá a orientação da curva. o parabolóide. Somando tudo e diminuindo a partição de S aparece uma integral. O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S.ime. ou seja.v).20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Seja S uma superfície (parametrizada e lisa) orientável e fixe uma orientação para S. z = u sen v com u variando de 0 a 1 e v de 0 a 2π. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca.v)) é uma parametrização de S. Agora o sentido de percurso é dado pelo vetor normal. Dividindo S em pequenos pedaços Si quase planos podemos dizer que neste pedaço a massa de fluido que atravessa Si na direção do vetor normal por unidade de tempo é aproximadamente onde ρ . y = u2 .z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. y = 1 (união de duas superfícies lisas). www. para y em [0.usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. em que sentido a estamos percorrendo.v). Calcule (ou o fluxo de através de S ) sendo e S é o parabolóide y = x 2 + z2 . Solução A superfície S é a união de duas superfícies S1 . Considere um fluido com densidade ρ(x.1] união o disco x 2 + z2 = 1.y(u. Da definição de integral sobre um campo escalar temos que se X(u. e S2 .html 1/3 .

2π]. Note que a componente na direção do versor j é sempre negativa. Assim Uma parametrização para S2 é x = u cos v. Assim Portanto Algumas notações úteis : Perceba que Uma notação usual para cada determinante deste é uma notação para a integral de superfície de uma campo é onde www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. Novamente este vetor aponta para dentro da região. y = 1 e z = u sen v com u em [0.usp.html 2/3 .ime.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Só que este vetor não é exterior.1] e v em [0.

2010 www. z = 5-u sen v para u em [0. É necessário fazer muitos exercicios para dominar esta matéria.ime.y. A componente k do vetor é que é positiva.2π]. Faça uma parametrização e depois verifique se ela fornece a orientação pedida. Dica: use o Winplot para visualizar as superfícies e compreender melhor as parametrizações. sendo S a parte do plano z = 5 .html 3/3 . Cristina Cerri .2] e v em [0. orientada com o Considere a seguinte parametrização de S: x = u cos v . Calcule campo Solução. limitada pelo cilindro x 2 + y2 = 4. tal que .20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Exemplo. y = u sen v .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. Então Vale a pena lembrar novamente: cuidado com a orientação da superfície. Faça os exercícios da lista e discuta-os com os monitores. Se você não observar isto a integral pode ficar com o sinal trocado! Complemente seus estudos com a leitura de [S] ou [BCHS] e veja os exercícios resolvidos dos livros.usp.

Mas a principal motivação do resultado vem da Física e o resultado é um modelo matemático para alguns fenômenos físicos. mas aplicando o Teorema de Gauss sobre a esfera unitária x2 + y2 + z2 = 1. Pelo Teorema de Gauss se R é o interior da esfera de raio 1 onde e S esfera de raio 1 orientada com a normal exterior. É complicado calcular diretamente esta integral (tente!).br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss. orientada com a normal exterior. Tome R o cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z = 0 e z = x+2 com as duas tampas e orientado com a normal exterior. Solução.y. Calcule Solução. Então Exemplo 2.html 1/2 . Se é a normal de S exterior a R (aponando para fora de R) então Pensando em um fluido em movimento com velocidade em cada ponto (x. O Teorema de Gauss é uma generalização no sentido que nos dá uma relação entre integral tripla de uma região fechada do espaço com a integral de superfície do seu bordo. Teorema de Gauss. a superfície S. Pars tal temos que ter uma região fechada do espaço. Exemplo 1. Então www.20/04/12 Teorema de Gauss O Teorema de Gauss O Teorema de Green nos fornece uma relação entre integral dupla de uma região fechada plana com a integral de linha do bordo dessa região. pois o divergente do campo é 1. Seja A um aberto conexo de R3 e seja a um campo de classe C1 em A. Podemos calcular diretamente. Calcule onde é a superfície do cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z=0 e z=x+2 (incluindo as tampas) . como o cálculo do fluxo de um fluido através de S. Encontre o fluxo de exterior. Seja R é uma região fechada simples contida em A e cujo bordo (ou fronteira) S =δ R é composta de um número finito de superfícies lisas por partes. Solução.usp. Vamos aplicar o teorema de Gauss. orientada com a normal passamos para uma integral tripla na esfera cheia R (um sólido) de 1. Queremos calcular onde S é a esfera.z) o Teorema de Gauss nos diz que a taxa de variação do volume de fluido que ocupa o sólido R é igual ao volume de fluido que atravessa seu bordo. Exemplo 3.ime.

html 2/2 .2010 www.usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss.20/04/12 Teorema de Gauss Para ver mais exercícios resolvidos clique aqui Cristina Cerri .ime.

Então aplicando o Teorema de Gauss temos ou seja www. (exercício de prova) Calcule superfície z2 = x 2 + 2y2 entre z = 0 e z = y + 3.Exercícios Resolvidos Exercício 1 .exercícios O Teorema de Gauss .usp. É complicado calcular a integral diretamente pela definição (tente!).ime.20/04/12 Teorema de Gauss .html 1/4 . Solução onde e S é a parte da . Atenção: S é uma parte do cone. sendo que S1 é a parte do plano z = y + 3 limitada pelo cone. Vamos usar Teorema de Gauss pois O Teorema nos diz que onde R é uma região fechada do R3 e a normal aponta para fora de R.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. Considerando R a região (sólida) interior ao cone com z positivo limitada pelo plano z = y + 3 temos que o bordo de R é a união de duas superfícies : S e S1 .

Vamos parametrizar S1 de duas maneiras 1ª maneira : x = u.3)2 = 18.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. z = u senv+6 onde e u). Então .usp. -u.html 2/4 .0) do cone.v) : u2 + (v-3)2 = 18 }. 2ª maneira : x = u cosv . Neste caso Xu ^Xv = (0.-1. mas isso não vai atrapalhar. z = v + 3 com (u. Portanto Exercício 2. y = u senv + 3 .exercícios onde a orientação de S é tal que (aponta para baixo) e a orientação de S1 é tal que (aponta para cima). Primeramente note que onde e www.v) em Duv = { (u.ime. que concorda com a orientação do teorema.1) apontando para cima.0. Vamos parametrizar S1 . Neste caso Xu ^Xv = (0. y = v . Então Fizemos a mudança de variável u = r cosθ . Primeiramente vamos estudar a variação de x e y. v = 3 + rsenθ (Jacobiano é r). Obs: note que não há vetor normal no ponto (0. Fica complicado tentar palcular diretamente. (um exercício de prova) Calcule onde sendo e o campo de vetores unitários normais a S tal que Solução. Vamos aplicar o Teorema d Gauss. Como z2 = x 2 + 2y2 e z = y + 3 temos que (y+3)2 = x 2 + 2y2 e daí x 2 + (y .20/04/12 Teorema de Gauss .

E vamos aplicar o Teorema de Gauss para o sólido limitado pelo semi-elipsoide. Veja como deve ser feito.exercícios O campo é de classe C1 em Ω 1 = R3 -{(0. Assim considere pelo Teorema de Gauss obtemos Onde e .20/04/12 Teorema de Gauss .usp.0. Não podemos simplesmente usar o Teorema de Gauss para o sólido interior a S fechando com parte do plano z = 0 (tampa).br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. é de classe C1 em Ω 2 = R3 com em Ω 2.ime.0). Aplicando o Teorema de Gauss ao obtemos www.html 3/4 . a semi-esfera e o plano z = 0. pois o campo não está definido em (0. mas de modo que O campo conjunto .0)} e seu divergente é 0 em Ω 1 . Temos que escolher um sólido R que tem S como parte do bordo.0. Vamos tomar a uma semi-esfera centrada na origem de raio convenientemente pequeno para ficar dentro do elipsóide.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.usp. Cristina Cerri .ime.exercícios de modo que concluímos de (1) e (2) que Exercício: Obtenha o Teorema de Green a partir do Teorema de Gauss.2010 www. Veja mais sobre a teoria e exercícios resolvidos nos livros texto. E não deixe de fazer os exercícios da lista 3.html 4/4 .20/04/12 Teorema de Gauss .

cujo bordo δ ε S é a união de curvas lisas por parte. simples e fechadas.usp. Porém nossa posição na superfície será definida pelo vetor normal. www.ime.20/04/12 O Teorema de Stokes O Teorema de Stokes Seja S uma superfície orientável. Aplicando o Teorema de Stokes teremos o teorema de Green. Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano y + z = 2 e o cilindro x 2 + y2 = 1. Dado um campo de vetores de classe C1 cujo domínio contém S. Leia sobre orientação induzida no bordo de uma superfície orientável clicando aqui. Junte-se ao vetor normal da superfície e caminhe sobre a curva. com a orientação induzida de S. O sentido de percurso do bordo induzido pela normal é aquele que deixa S a esquerda. Exemplo 1.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Vamos enunciar o Teorema de Stokes. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido anti-horário. Seja S uma superfície lisa por partes. que generaliza o Teorema de Green. Teorema de Stokes.html 1/5 . Agora pense que a região plana D foi deformada e virou uma superfície. Lembre também que a orientação das curvas que compoem a fronteira de D é aquela que deixa a região D à esquerda. orientada pelo campo . Logo a integral dupla virou uma integral de superfície. então Como então podemos escrever Note que se é um campo e S uma região plana no Oxy podemos ver S no espaço sendo o vetor normal unitário o versor k . Como orientar agora o bordo da superfície? Vamos também caminhar sobre o bordo de S de modo que a região deve ficar sempre à esquerda. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo F sobre as curvas da fronteira de D e a integral dupla sobre a região D da componente z do rotacional deste campo.

Mas vamos usar o Teorema de Stokes.v) = (u. Então vamos usar o Teorema de Stokes. Portanto Exemplo 2.v. Mas agora o bordo de S é formado pelas curvas γ e α. Parametrizando S da seja a induzida pela orientação de S. temos que que de fato aponta para cima. Temos que pegar outra superfície! Seja S a parte do cilindro entre os planos z = 0 e z = 4-x-y.ime.z)}. Agora a curva faz parte do bordo de S e o campo está definido em S. Solução. Errado! Essa superfície escolhida não está contida no domínio de . Vamos escolher uma orientação conveniente para S. Note que o domínio de é R3-{(0. Mas o rotacional do campo é zero! (confira!). Quando tentamos resolver diretamente caímos numa integral complicada. Para que a orientação de γ de S apontando “para cima”. devemos ter o vetor normal forma X(u.20/04/12 O Teorema de Stokes Solução. www.2-v) com (u. Temos que escolher uma superfície S que tenha como bordo a curva γ.z) : y + z = 2 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. x2 + y2 = 1}.0. Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano x + y + z = 4 e o cilindro x 2 + y2 = 1.html 2/5 . orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido horário. disco de raio 1. ou seja R3 menos o eixo z . O aluno afobado vai pegar a superfície que é a parte do plano que tem a curva como bordo e concluir que então a integral de linha é zero.y. Claro que esta integral pode ser calculada diretamente pela definição de integral de linha. Tome S = {(x.v) em D.usp.

ime. Usando o Teorema de Stokes Como α(t) = (cost.z) . Se tentarmos calcular a integral de linha diretamente pela definição ficaremos com integrais muito complicadas. (questão de prova) Seja a curva de intersecção do prisma (superfície) de faces x = 2. Vamos usar o teorema de Stokes.20/04/12 O Teorema de Stokes Vamos orientar S convenientemente. orientada de modo que sua projeção no plano xy seja percorrida no sentido anti-horário.2. Precisamos de uma superfície que tenha a curva como parte do bordo. o espaço menos a reta paralela ao eixo z que passa por (0. x = -2.usp. isto é. com o plano z = -x +5. www. y = -4.html 3/5 .0) temos que Exemplo 3. Se tomamos a normal apontando para fora do cilindro temos que γ está orientada como queremos e α está orientada no sentido anti-horário.2). z real}. y = 4.sent. Calcule Solução. O campo é Note que seu domínio é R3 -{(0.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.

ime. Parametrizamos a face que está no sentido correto. Não se sabe se algum daqueles estudantes conseguiu fazê-lo! www. Lucasian Professor of Mathematics.2π] temos que Finalmente. O que hoje chamamos de Teorema de Stokes foi na verdade descoberto pelo físico escocês Sir William Thomson (1824-1907). Então . e . Stokes teve conhecimento deste resultado através de uma carta de Thomson em 1850 e pediu que estudantes o provasse num exame da Universidade de Cambridge em 1854.0) para t em [0. percorrida no sentido anti-horário. Então da forma X(u.html 4/5 . Como α está podemos usar o Teorema de |Green (que é apenas uma caso particular do Teorema de Stokes). Tome β é uma circunferência e então de centro (0.2. Calculando Como a normal aos planos y = 4 e y = -4 está na direção de planos x = -2 e x = 2.v) . só devemos calcular as integrais nos da forma X(u. O Teorema de Stokes é chamado assim por causa do físico-matemático irlandês Sir George Stokes (1819-1903). Calculando temos que pois α está orientada no sentido anti-horário. Portanto Resta calcular contida no plano z = 0.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.v) e assim Parametrizamos a face Assim que não está no sentido correto.u.usp.Se orientarmos S de forma que a normal aponte para fora então temos que onde α está orientada no sentido anti-horário.v) = (2.0) e raio 1. Sendo β(t) = (cost.v) = (-2.2+sent.20/04/12 O Teorema de Stokes Consideremos O bordo de S é composto de Γ e da curva α.e . intersecção de S com z = 0 (base do prisma) que é um retângulo. Novamente calcular diretamente envolve muitas contas e integrais complicadas. Stokes foi professor da Universidade de Cambridge e ocupou a mesma posição de Newton.u.

html 5/5 . Edgar Blücher Ltda.20/04/12 O Teorema de Stokes Veja mais sobre o Teorema de Stokes e suas aplicações em 17.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.usp.8 de [S] (de onde extraímos a nota histórica) e VIII. Kaplan. E não deixe de fazer os exercícios da Lista. Veja também o livro de W. Ed.2010 www.ime. Cálculo Avançado – volume 1.2 de [BCHS]. Cristina Cerri .

ime. Numa superficie fechada orientável há duas orientações possíveis: com a normal exterior ou interior. a imagem das curvas do bordo de D que são percorridas apenas uma vez. Escolhendo a www. fixe uma orientação para S. Já o bordo de uma semi-esfera é apenas uma curva e a esfera não tem bordo. Superfícies orientáveis não fechadas podem ser fechadas "colando-se" superfícies. o bordo de S é. o sentido de percurso da curva deve ser tal que a superfície fica sempre a esquerda. Essa é a chamada orienação induzida.usp. ao caminhar sobre a superfície com a cabeça no sentido do vetor normal. Por exemplo: Uma superfície é dita fechada se não tem bordo. fechadas e simples. As curvas do bordo de S terão uma orientação (sentido de percurso) induzida pela orientação do bordo. lisa por partes. Se X é uma parametrização de S. Informalmente.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. O bordo de S é composto por curvas lisas por parte.html 1/2 . com domínio D. o bordo do cilindro é composto por duas curvas: duas circunferências. Por exemplo. o bordo é um conjunto vazio. Supondo que S é orientável.20/04/12 Orientação do Bordo Orientação do Bordo Seja S uma superfície parametrizada. isto é. informalmente.

Colando-se as duas tampas que são círculos e orientando convenientemente teremos um asuperfície fechada orientável com a normal apontando para fora. Veja as figuras abaixo.html 2/2 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. É importante saber se orientar para não se perder no teorema de Stokes! Cristina Cerri-2010 www. A figura a esquerda representa uma superfície orientável aberta z = x 2 + y2 .20/04/12 Orientação do Bordo orientação certa o resultado será uma superfície fechada orientada.ime. com z entre 1 e 2.usp.

Calcule a massa da superfície cuja densidade superficial é dada por Solução.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.html 1/4 . Parametrizando a superfície temos Domínio de integração .Questões de Prova 3a Prova de 1995. 3a Prova de 1996. Calcule onde S é a porção do elipsóide com www.usp.20/04/12 Exercicios resolvidos Exercicios Resolvidos .

Solução e é a normal Seja temos a porção do plano interior ao elipsóide e V o sólido limitado por .ime.20/04/12 Exercicios resolvidos e exterior ao elipsóide. temos A intersecção do plano com o elipsóide é dada pela solução de Eliminando . onde esta orientada com a normal satisfazendo . Portanto www.Pelo teorema de Gausss. Como .html 2/4 . Parametrizando a '' tampa'' A normal a é dada por .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.usp.

temos a porção do plano z = 2x + 4y + 3 limitada pelo parabolóide e V o sólido limitado por A normal (unitária) ao plano e exterior a V é dada por .ime. Como temos A intersecção do plano com o parabolóide é: Eliminando O sólido V é dado em coordenadas cilíndricas por .usp.html 3/4 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. Calcule onde é a normal exterior ao parabolóide com m a porção do parabolóide abaixo do plano z = 2x + 4y + 3 e Solução Seja . 3a prova de 1996. Do teorema de Gausss. Calcule onde e γ é a intersecção do cilindro x2 + y2 = 4 com a superfície z = cos(y2) + 5 orientada de modo que sua projeção no plano xy tenha sentido anti-horário. Solução www.20/04/12 Exercicios resolvidos QUESTÃO 2.

ime.20/04/12 Exercicios resolvidos Seja γ∗ a intersecção do cilindro com o plano Oxy com orientação anti-horária e S a porção do cilindro limitada pelas curvas γ e γ∗ . orientada com normal "exterior''.html 4/4 .usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. z = 0 onde www. Portanto Paramentrizando γ∗ : x = 2 cosθ . Pelo teorema de Stokes temos . y = 2 senθ .

N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.5 ponto) O volume do s´lido limitado pelo parabol´ide z = 4 − 2x2 − y 2 e a o o pelo plano z = 3 − y (acima do plano e abaixo do parabol´ide) o V (S) = D f (x.5) Descreva e esboce a regi˜o D. (1. a Os Trabalhos s˜o individuais. a (b) (1. y. 3 x ≤ y ≤ 1. ——————————————————————————– Quest˜o 1. e e As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 15 de mar¸o e c ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. y) dx dy (a) (0.0) Obtenha f (x. 2 Quest˜o 2.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 1 .5 ponto) Calcule o volume do s´lido a o S = {(x. 0 ≤ z ≤ sen(y 4 )}. .MAT 2455 . y) e calcule o volume de S. z) | 0 ≤ x ≤ 2. (1.1o semestre de 2010 Este ´ o primeiro trabalho escrito valendo nota para compor a m´dia de trabalhos T. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.

z) | 0 ≤ x ≤ 2. y)dxdy x ≤ y ≤ 1}º 2 ÒØ Ö Ð × Ö ×ÓÐÚ ÓÖÑ ØÖ Ú Ð × Ò Ó ÈÓ f (x. 0 ≤ z ≤ 2 Ó Ô Ð × Ù ÒØ ÒØ × Ò (y 4 )} S ÔÓ × Ö Ð ÙÐ Ö Ð V = D f (x. y) | 0 ≤ x ≤ 2. 0 ≤ y ≤ 1} 1 2y 3 V = D × Ò (y 1 4 )dxdy = 0 0 4 × Ò (y 1 0 4 )dxdy = 1 = 2 4y 0 3 × − cos(y 4 ) Ò (y )dy = 2 = 1 − cos 1 2 ½ . y) | 0 ≤ x ≤ 2y 3. ËÓÐÙ Ó Ç ÚÓÐÙÑ Ó × Ð Ó x ≤ y ≤ 1.ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ Å Ì¾ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ½ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Ó × Ð 3 Ó S = {(x. y. y) = ¹× ¸ × Ò (y 4 ) D = {(x. Ö Ó 3 ÒØ Ó¸ Ö × Ö Ú Ö D ÓÖÑ ÕÙ D = {(x.

y)dxdy × Ö Ú × Ó Ö Ó º ´ µ ´½¸¼µ Ç Ø Ò f (x.ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´½¸ z = 3−y ÔÓ ´ µ ´¼¸ µ ÔÓÒØÓµ Ç ÚÓÐÙÑ Ó ÔÓÖ Ó× Ð ÓÐÑØ Ó Ô ÐÓ Ô Ö ÓÐ × Ö Ð ÙÐ z = 4 − 2x2 − y 2 Ô ÐÓ ÔÐ ÒÓ V (S) = D f (x. y) f (x. y) | 1 y− 2 2 + 2x2 = 5 4 5 + 2x2 ≤ } 4 ´ µ ÙÒ Ó ÙÒ Ó × Ö × Ö ÒØ Ö ÔÓÖ Ò Ñ × Ó ÕÙ ÐØÙÖ Ó × Ð Ó Ñ ÕÙ ×Ø Óº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ f (x. y) Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Sº ËÓÐÙ Ó ´ µ × Ù × Ö ÕÙ Ó D × Ô Ö Ô Ð ÒØ Ö× ÙÖÚ Ó ÓÔ Ö Ò ÓÐ ÓÑ Ó ÔÐ ÒÓº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ ÔÓ ¹× Ù Ð Ö Ò ÓÒØÖ Ö ÕÙ D y− 1 2 2 4 − 2x2 − y 2 = 3 − y ⇔ y 2 + 2x2 − y = 1 ⇔ D = {(x. y) = zparabolide − zplano = (4 − 2x2 − y 2 ) − (3 − y) = 1 − 2x2 − y 2 + y ¾ .

= 8 2 64 0 √ 5 2 1 − ρ cos θ − ρ × 1 Òθ + 2 2 +ρ × Òθ + 1 2 ρ √ dρdθ 2 ¿ .ÒØ Ö Ð ÔÓ × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ V = D Þ Ò Ó ÙÑ ÑÙ Ò 1 − 2x2 − y 2 + y dxdy 1 √ ρ cos θ 2 ÚÖ Ú ×   x=  y− 1 2 =ρ × Òθ 1 Jacobiano = √ ρ 2 ÓÒ ÓÑ ×× ÑÙ Ò ¸ V = 0 0≤ρ≤ √ 5 2 0 ≤ θ ≤ 2π º 2π 0 √ 5 2 ÒØ Ö Ð 2 ×Ø ÒØ × ÑÔÐ × 2 2π = 0 = 2π √ 5 ρ 2 − ρ2 dρdθ 4 2√ 0 √ √ √ 5 5 2 2 2 4 25π 2 8 ρ − ρ .

y) e g2 (x.MAT 2455 .y) (a) (0..0) Calcule B ydxdydz Quest˜o 2. N˜o a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados..1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 26 de mar¸o ao monitor no seu hor´rio de e c a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio..y) 1dz dxdy.0) Calcule o volume de E usando a f´rmula acima.}). acima do plano 0xy e ´ limitada a a a e pelas superf´ ıcies y = x2 . (b) (1. co (b) (1. y). y. a Os Trabalhos s˜o individuais. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. O volume da regi˜o E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser a a calculado assim D g2 (x. g1 (x. Seja B regi˜o que est´ abaixo de z = x + 2y.. z) | .5) Determine D e as fun¸˜es g1 (x. (a) (0. y = 0 e x = 1. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. Podem ser entregues antes.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos na forma B = {(x. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues..C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 2 . o .

√ y ≤ x ≤ 1} (0. Semestre de 2010 Questão 1.Cálculo Diferencial e Integral III para Engenharia Trabalho 2 .. y. 0 ≤ x ≤ 1} (0. y. y.Instituto de Matemática e Estatística da USP MAT2455 . 25) 1 .5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos B = {(x.1o. y = 0 e x = 1. (1. acima do plano 0xy e é limitada pelas superfícies y = x2 . região B mostrada no gráfico pode ser descrita das seguintes formas: B = {(x. (a) (0. 0 ≤ y ≤ 1. 0 ≤ y ≤ x2 .}) (b) (1. z)|0 ≤ z ≤ x + 2y. z)|0 ≤ z ≤ x + 2y. z)|.5 ponto) Seja B região que está abaixo de z = x + 2y..0) Calcule B ydxdydz Solução: (a) Temos a seguinte região B: Dessa maneira. 25) ou B = {(x.

5) xy + 2y 2 dy = 0 = 0 = = x6 12 1 12 x5 2x6 + dx 2 3 2x7 1 + 21 0 2 5 + = (0. Solução: (a) A região D é a projeção no plano 0xy do sólido. (1. A intersecção do cilindro x2 + y 2 = 2y com a esfera x2 + y 2 + z 2 = 4 é uma curva que projetada no plano 0xy e nos dá o bordo de D.(b) Resolvendo a integral pedida.y) 1dxdydz D g1 (x. (b) (1.0) Calcule o volume de E usando a fórmula acima.5 ponto) O volume da região E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser calculado assim g2 (x.5) Determine D e as funções g1 (x. temos: 1 x2 0 1 x2 0 1 0 x+2y ydxdydz = B 0 ydydx (0. A intersecção é uma circunferência descrita por: x2 + y 2 ≤ 2y ⇔ x2 + y 2 − 2y ≤ 0 ⇔ (y − 1)2 + x2 ≤ 1 (0. 5) 21 28 Questão 2. 25) Abaixo a região E: 2 . y).y) (a) (0. y) e g2 (x.

tem-se: g1 (x. 25) Com essa mudança. y) = − 4 − x2 − y 2 g2 (x. fica: g2 (x. y) e g2 (x. Assim. as funções g1 (x. y) . y) = 4 − x2 − y 2 = (0. 25) π 2 0 sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ (0. θ e z são   0 ≤ r ≤ 2 sen θ 0≤θ≤π √  √ − 4 − r 2 ≤ z ≤ 4 − r 2 (0.g2 (x. − 4 − x2 − y 2 ≤ z ≤ 4 − x2 − y 2 . y) variam do hemisfério inferior da esfera até o hemisfério superior.y) 1dzdxdy D g1 (x. 4 − r2 = u −2rdr = du 2r 4 − r 2 dr a integral indefinida pode ser simplificada da seguinte maneira: 2r 4 − r 2 dr = −u 2 du = −u 2 · 3 1 3 2 2 = − · 4 − r2 3 3 4 − r2 .y) Para tornar a integração mais fácil.Como D já foi achado. Logo. 25) (b) O volume de E. y) e D. pode-se fazer a seguinte mudança de coordenadas cilíndricas:   x = r cos θ   y = r sen θ  z=z   |J| = r Como x2 + y 2 ≤ 2y então 0 ≤ r ≤ 2 sen θ Portanto a variação de r. que pode ser calculado com a formula já vista. tem-se: π 2 0 π 2 0 sen θ sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ = 0 2r 4 − r 2 drdθ Fazendo-se a mudança de variáveis. de posse de g1 (x.

a integral fica dada por: π 2 2. 1 − u2 du = u− u3 3 1 0 = 4 3 Com a integral calculada. tem-se: π 0 0 2 sen θ 2r π 4 − r 2 drdθ = = 0 π 0 = = 16π 3 16π 3 2 sen θ 2 − · 4 − r2 4 − r2 dθ 3 0 16 2 − 4 − 4( sen θ)2 4 − 4( sen θ)2 dθ 3 3 16 π 1 − ( sen θ)2 1 − ( sen θ)2 dθ − 3 0 16 π − 1 − ( sen θ)2 | cos θ| dθ 3 0 Note que cos(θ) é negativo para então π 2 ≤ θ ≤ π. o volume final é: V = 16π 16 4 16 − .Retornando à integral dupla. 5) 3 3 3 9 4 . = . 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ Faz-se a seguinte mudança de variáveis:   sen θ = u   cos θdθ = du  θ=0→u=0   θ= π →u=1 2 1 0 Por fim. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ = 2. Como cos θ = − cos(π − θ) (translação) para π 2 ≤θ≤π π 0 1 − ( sen θ) 2 π 2 | cos θ| dθ = 2.(3π − 4) (0.

z) = |z|. (2 pontos) Calcule a massa da regi˜o R que est´ limitada por x2 + y 2 = 1 + z 2 a a a e 4z 2 = x2 + y 2 e com densidade δ(x. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 3 . w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. a a Os Trabalhos s˜o individuais. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 05 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. v. Quest˜o 2.MAT 2455 . . (2 pontos) Calcule a massa do s´lido dado por a o S = {(u. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} sendo a densidade δ(u. v. y. w) = u.

Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¿ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ Ñ ×× Ö Ó 4z 2 = x2 + y 2 ËÓÐÙ Ö ÓÒ ´4z 2 ÓÑ Ò× δ(x.z = 1 1 0 ≤ θ ≤ 2π . θ. y. z) = |z|º Ê ÕÙ ×Ø ÐÑØ ÔÓÖ x2 + y 2 = 1 + z 2 Ó Ó = x2 Ê ×Ø ÓÑÔÖ Ò ÒØÖ Ó Ò Ó ÒØ Ö ÓÖ ÙÖ Ó ÜÓ Ô Ö ÓÐ ´x2 + y2 = 1 + z2µ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó + y 2 µ¸ ÓÑÓ ÑÓ×ØÖ Ñ ×× Ö Ó Ê ÔÓ × Ö Ð ÙÐ ÔÓÖ M assa = R δ(x. z)| = r Ó Ó   Ç ÓÑ Ò Ó ÒØ ÄÑØ ÄÑØ Î Ö Ó Ó  √ : r2 ≤ 1 + z2 ⇔ r ≤ 1 + z2 Ó ÓÒ : r 2 ≥ 4z 2 ⇔ r ≥ 2|z| 1 z : 1 + z 2 = 4z 2 ⇔ z 2 = 1 ⇔ z = ± √3 3 Ó À Ô Ö ÓÐ Ò × ÐÒ Ö × Ö Ñ ÓÓÖ Dr. y.θ. − √ ≤ z ≤ √ 3 3 2|z| ≤ r ≤ 1 + z2 ´¼¸ µ ÄÓ Ó . z) dx dy dz Þ¹× ÑÙ Ò Ô Ö ÓÓÖ Ò × ÐÒ Ö × × Ö × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ   x = r · cos θ   y = r · sen θ  z=z   |Jac(r.

M assa =
1 √ 3

δ(x, y, z) dx dy dz =
R √ 1+z 2 2π

Dr,θ,z 1 √ √ 1+z 2 3

δ(r, θ, z) · |Jac(r, θ, z)| dr dθ dz 2π · |z| · r dr dz

=
1 −√

|z| · r dθ dr dz =
2|z|
1 √ 3

0 √ r= 1+z 2

3

1 −√

2|z|
1 √ 3

3

= 2π
1 −√ 1 √ 3 3

|z| 2 ·r 2

dz = 2π
r=2|z|
1 −√ 3

|z| · 1 + z 2 − 4z 2 dz 2

= π
1 −√ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz
´¼¸ µ

ÓÑÓ ÒØ ÔÓ× Ø ÚÓ

Ö Ð ÔÓ

|z|

× Ö Ð ÙÐ

(1 − 3z 2 )

× Ó ÙÒ ×

× Ô Ö × Ù ÒØ

ÒØ Ó

ÓÖÑ ¸ Ð

|z| · (1 − 3z 2 ) Ø Ñ Ñ Ö Ò Ó ÕÙ |z| = z

Ñ ×

ÙÑ

ÙÒ

Ó Ô Öº ÒØ Ö

×× Ñ Ó ÓÖ

Ó ÒØ ÖÚ ÐÓ

1 √ 3

1 √ 3

1 √ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
1 −√

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
0 0

z · 1 − 3z 2 dz

3

´¼¸ µ ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×

1 √ 3

1 √ 3

M assa = 2π
0

z · 1 − 3z 2 dz = 2π
0

z − 3z 3 dz 1 1 3 1 · − · 2 3 4 32 = π 6
´¼¸ µ

= 2π

1 2 3 4 ·z − ·z 2 4

1 √ 3

= 2π
0

ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ
× Ò Ó Ò×

Ð ÙÐ

Ñ ××

Ó × Ð

Ó

Ó ÔÓÖ

B = {(u, v, w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1, u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} δ(u, v, w) = uº

ËÓÐÙ Ó
Ç × Ð Ó ×Ø ÓÑÔÖ Ò Ó ÒØÖ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó × Ö

E1 ´u2 + v 2 + w2 = 1µ

Ó ÒØ Ö ÓÖ

× Ö

E2

ÕÙ

×Ø ÓØ Ò Ó

×ÐÓ

Ñ Ù ´u2

+

v2

+

w2

= 2uµº
Ó Ö ÔÖ × ÒØ Ó Ò ÙÖ ÜÓ

u = z¸ v = y

w = x¸

Ø ÑÓ× Ó × Ð

Ñ ××

Ó × Ð

Ó ÔÓ

× Ö Ð ÙÐ

ÔÓÖ

M assa =
Du,v,w

δ(u, v, w) du dv dw
× Ö × ÜØ Ö ÓÖ × Ö ½ × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ

Þ¹×

ÑÙ

Ò

Ô Ö

ÓÓÖ

Ò

×

   u = z = ρ · cos φ    v = y = ρ · sen φ · sen θ =⇒    w = x = ρ · sen φ · cos θ  |Jac(ρ, θ, φ)| = ρ2 · sen φ
×× Ñ Ó ÓÑ Ò Ó ÒØ Ö Ó

: ρ2 ≥ 1 ⇒ ρ ≤ 1 ÁÒØ Ö ÓÖ ¾ : ρ2 ≤ 2ρ cos φ ⇒ ρ ≤ 2 cos φ 1 ½ ∩ ¾ ⇒ 2u = 1 ⇒ u = 2 ⇒ cos φmax =
Ò × × Ö ×

1 2

⇒ φmax =

π 3

Ñ ÓÓÖ

Dρ,θ,φ = 0 ≤ θ ≤ 2π , 1 ≤ ρ ≤ 2 cos φ

0≤φ≤

π 3
´¼¸ µ

ÄÓ Ó
M assa =
Du,v,w
π 3

δ(u, v, w) du dv dw =
Dρ,θ,φ
π 3

δ(ρ, θ, φ) · |Jac(ρ, θ, φ)| dρ dθ dφ
2 cos φ

2 cos φ 2π

=
0 1
π 3

ρ · cos φ · ρ2 · sen φ dθ dρ dφ =
0 0 1
π 3

2π · ρ3 · cos φ · sen φ dρ dφ 2π 4
0

= 2π
0
π 3

cos φ · sen φ

1 4 ·ρ 4

ρ=2 cos φ

dφ =
ρ=1

cos φ. sen φ 24 · cos4 φ − 1 dφ

=

π 2
0

16 · cos5 φ − cos φ · sen φ dφ

´¼¸ µ Þ Ò Ó × Ù ÒØ ÑÙ Ò ÚÖ Ú ×
cos φ = t =⇒ − sen φ · dφ = dt
b a

φ=0⇒t=1 φ= π ⇒t= 1 3 2

×

Ò Ó ÕÙ
a
π 3

f (s)ds = −
b

f (s)ds¸

Ø ÑÓ× ÕÙ
1 2

ÒØ Ö Ð
1

16 · cos φ − cos φ · sen φ dφ =
0 1

5

16 · t − t · (−1) dt =
1 2

5

16 · t5 − t dt

ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ
1

Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×
5

M assa =

π 2
1 2

π 16 · t − t dt = 2

16 6 1 2 ·t − ·t 6 2 = π 2

t=1

=
t= 1 2

π 8 1 · 1− 6 2 3 2

1 1 · 1− 2 2 2

= =

π 8 64 − 1 1 4−1 · − · 2 3 64 2 4 π 21 3 π 18 9π − = · = 2 8 8 2 8 8

8 63 1 3 · − · 3 64 2 4

´¼¸ µ

z) = z 2 . y. Quest˜o 2.MAT 2455 . N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. (1 ponto) Calcule a massa de um arame cujo formato ´ da h´lice γ(t) = a e e (3t. a .5 pontos) Calcule a a γ e F . 2 cos(t). (1. orientada de forma que sua proje¸˜o no plano 0xy seja percorrida no sentido anti-hor´rio. y. z) = (x2 − z 2 )i + 2y k e γ ´ a ca intersec¸˜o das superf´ ca ıcies x2 + y 2 − z 2 = 3 e y = 2z. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u ——————————————————————————– Quest˜o 1.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 4 . 2sen(t)).1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.dr onde F (x. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 22 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. a a Os Trabalhos s˜o individuais. para 0 ≤ t ≤ π com densidade δ(x. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.

2 cos(t)) |γ ′ (t)| = 3. −2 ×× Ñ Ø ÑÓ× ÕÙ × Ò (t). 2 cos(t). 25) ½ . 13 dt = 0 π √ 4 13.(−2 × Ò (t)) + 2 cos(t). z) = z2º ËÓÐÙ Ç Ö Ñ × Ö × Ó Ó Ñ ×× Ó Ö Ñ ÔÓÖ π M= 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt Ó¸ Ò Ó Ç Ø ÑÓ× Ó Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ γ ′ (t) Ô ÖØ Ö γ(t) γ ′ (t) = (3.3 + (−2 √ = 9+4 √ = 13 × Ò (t)). 13 2 √ = 2π 13 (0. 25) ÎÓÐØ Ò Ó ÒØ Ö Ð π π M = 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt = t − 2 × Ò (t) (2 0 π 0 × Ò (t)) 2 √ . × Ò 2 (t) dt (0. 2 × Ò (t))¸ 0≤t≤π Ó ÔÓ ÓÑ Ò× δ(x. y. 13 4 √ π = 4.2 cos(t) (0. 5) √ = 4.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸¼ ÔÓÒØÓµ Ô Ö Ð ÙÐ Ñ ×× ÙÑ Ö Ñ Ù Ó ÓÖÑ ØÓ Ð γ(t) = (3t.

× Ò t) √ γ(t) = ( 3 cos t. 2 × Ù Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ √ γ ′ (t) = (− 3 × Ò t. z) = (x2 − z 2 )i + 2y k ÕÙ Ô Ó ×Ù ÔÖÓ Ó ÒÓ ÔÐ ÒÓ γ × ÒØ Ö× Ô Ö ÓÖÖ Ó × ×ÙÔ Ö × ÒÓ × ÒØ ÙÖÚ ÙÑ ÓÐ Ó x2 + y 2 − ËÓÐÙ Ó È Ö Ú ¹× z2 = 3 y = 2z ¸ ÓÖ ÒØ ÒØ ÔÖÓ 0xy ÒØ ¹ ÓÖ Ö Óº Ð ÙÐ Ö Ò ÓÒØÖ Ö Ú ¹× ¸ ÔÖ Ñ Ö Ñ ÒØ ¸ ÒØÖ × ×ÙÔ Ö ×¸ÙÑ Ò Ö ÕÙ Ð γº È Ö ××Ó¸ ÒØ Ö× Ô Ö ÓÐ ÙÑ ÔÐ ÒÓ  2 2 2  x +y −z =3 y = 2z  Hiperboloide ∩ P lano → x2 + y 2 − Î ¹× Ö ÕÙ ÔÖÓ Ó Ó ÒØ Ö× Ó ÒÓ × ÒØ ÒØ ¹ ÓÖ Ö Ó z2 4 =3→ x2 3 + y2 4 = 1 (0. 2 cos t. cos t) (0. y. 5) ¾ . 5) Ñ ÙÑ Ð Ô× ¸ Ö ÔÖ × ÒØ ÜÓ¸ Ô Ö ÓÖ¹ × ×ÙÔ Ö × Ö ×ÙÐØ ÙÖÚ γ Ô Ö Ñ ØÖ Þ × Ù ÒØ ÓÖÑ × Ò t.ÉÙ ×Ø Ó ¾ ´½¸ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ γ F dr ÓÒ ÓÖÑ Ö Ð Ó ÐÒ F (x.

3 + cos3 t cos 2t − cos t + − 3 2 =0 (0. 2 cos t.(− × Òt + √ 3 √ 3 √ 3 × Ò t.γ ′ (t) dt 0 2π = 0 2π (3 cos2 t − × Ò 2 t. cos t) dt = 0 √ −3 3 cos2 t × Ò 3 t + 4 × Ò t cos t dt 2π 0 = √ cos3 t 3 3.ÓÑ ××Ó¸ γ ÒØ Ö Ð F dr = Ð Ò × Ö Ð ÙÐ 2π ÜÓ F (γ(t)). 4 × Ò t). 5) ¿ . 0.

2 2 .MAT 2455 . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. (2 pontos) Calcule a F . a a Os Trabalhos s˜o individuais.dr γ onde F (x.5 ponto) Calcule a (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 γ onde γ ´ a curva (x − 1)2 + 2(y − 2)2 = 13 orientada no sentido hor´rio. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. (1. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 7 de maio ao monitor no seu hor´rio de plant˜o e a a (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e local).1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 5 . t) para − π ≤ t ≤ π . e a Quest˜o 2. a e ca a N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. y) = arctg(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j e γ(t) = (cos t. u ——————————————————————————– Quest˜o 1.

y) = Ð ÙÐ Ò Ó Ó ÖÓØ ÓÒ Ð xy 2 − y + x3 x . α′ (t) = r(− × Ò (t). 2 2 + y2 x x + y2 − → F (x2 + y 2 ) − 2x2 (2xy − 1)(x2 + y 2 ) − (xy 2 − y + x3 )(2y) − (x2 + y 2 )2 (x2 + y 2 )2 y 2 − x2 y 2 − x2 − 2 =0 2 + y 2 )2 (x (x + y 2 )2 k=0 Ò ÔÓ×× ÓÖ × Ö ÙØ Ð Þ Ó Ó¸ ÔÖ ×Ó ×ÓÐ Ö ÓÖ Ö Ó Ñ¸ ÔÓ × Ó ÑÔÓ ∂Q ∂P − ∂x ∂y = = ÄÓ Ó È Ö Ò ÓÒØ Rot(F ) = ÕÙ ∂Q ∂P − ∂x ∂y Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ñ ×Ñ º Á×ÓÐ Ò Ó − → F Ò Ó ×Ø ×Ø Ö Ó Ò Ñ ÓÑ ÙÑ Ö ÙÒ Ö Ò α(t) r Ô ÕÙ ÒÓ ×Ù ÒØ Ô Ö ÒÓ ÒØ Ö ÓÖ γ¸ α(t) = r(cos(t). −π ≤ t ≤ π ÓÑ Ö Ð Ë Ò Ó ÕÙ Ó R¸ Ú ÑÓ× ÕÙ Ó ÑÔÓ − → F α Ò γ Ó ×Ø Ó ÓÖ ÒØ × Ò Ø Ú Ñ ÒØ º Ö Ó ×Ø Ñ ØÓ Ó× Ó× ÔÓÒØÓ× R¸ Ô ÐÓ Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ø Ö ÑÓ× − → Rot( F ) · kdA = − R α − − → → F · dr − γ − − → → F · dr − − → → F · dr = − γ R 0dA − α − − → → F · dr = − α − − → → F · dr ½ .Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ γ (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 ÓÖ ÒØ ÒÓ × ÒØ Ó ÓÖ Ö Óº ÓÒ γ ÙÖÚ (x − ËÓÐÙ Ó Ì ÑÓ× Ó + 2(y − − → Ó ÑÔÓ F 1)2 2)2 = 13 ÔÓÖ − → F (x. cos(t)) Ø Ö ÑÓ× × Ù ÒØ × ØÙ × Ò (t)).

− π ≤ t ≤ 2 α′ (t) = (0. r2 r2 · r(− × Ò (t). ÒØ Ö Ð ÐÒ π −π π − → α ÒÓ ÑÔÓ F ÔÓ − → F (α(t)) · α′ (t) dt × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ − − → → F · dr = α = −π π r 3 cos(t) × Ò 2 (t) − r × Ò (t) + r 3 cos3 (t) r cos(t) . t) Ô Ö − π ≤ t ≤ π º 2 2 ËÓÐÙ Ó È Ö ÙØ Ð Þ Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ú ¹× Ø Ö ÙÑ Ö ÓR Ë Ò Ó ×× Ñ¸ Ö ¹× ÙÑ ÙÖÚ α(t) ÓÑ Ó ÒØÙ ØÓ × Ó Ø Ö ÙÑ Ö α(t) = (0. y) = arctan(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j γ(t) = (cos(t). −1) π 2 Ó ¸ Ù ÖÓÒØ Ö ÓÒØ Ò ¸ Ø Ð ÕÙ γ(t)º ¾ . cos(t)) dt = −π π −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) + × Ò 2 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + cos2 (t) dt −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + 1 dt = −π × Ö Ä Ñ Ö Ò Ó ÕÙ ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒØ Ö × − − → → F · dr = α π ÙÒ × ÑÔ Ö × × Ó ÒÙР׸ ÒØ Ö Ð ÐÒ α 1dt = 2π −π ÓÑÓ Ú ×ØÓ¸ ÓÑ Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò γ − − → → F · dr = −2π ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ ÓÒ Ð ÙÐ − − → → F · dr γ − → F (x. −t)).

ÆÓØ ÕÙ ¸ ×× Ñ¸ Ø ÑÓ× ØÓ × × Ô Ø × × Ó Ì ÓÖ Ñ   Ê ⊂ Int(γ ∪ α) γ α Ø Ñ ÓÖ ÒØ Ó ÔÓ× Ø Ú  → ÓÑ´− ) ⊂ R F − → Rot( F ) · k dA = R α Ö Ò × Ø × Ø ×¸ Ó Ø ÓÖ Ñ ÔÓ × Ö ÙØ Ð Þ Óº − − → → F · dr + γ − − → → F · dr Ð ÙÐ Ò Ó ÒØ Ö Ð ÙÔÐ Ó ÖÓØ ÓÒ Ð Ñ R − → Rot( F ) · k dA = R R 2x dxdy π 2 −π 2 π 2 −π 2 cos(y) = = = 2x dxdy 0 cos2 (y) dy y + 2 × Ò (2y) 4 π 2 −π 2 = π 2  ÒØ Ö Ð ÐÒ α ÙÖÚ α ×Ö π 2 −π 2 π 2 −π 2 π 2 −π 2 ÔÓÖ − → F (α(t)) · α′ (t) dt P (α(t)). −1) dt t ln(t + 3) dt − 2 π 2 −π 2 − − → → F · dr = = = 1 dt ÆÓØ ÕÙ ÒØ Ö Ð ÙÒ Ó ÑÔ Ö ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒÙÐ ¸ − − → → F · dr = − α π 2 −π 2 ÑÓ× ÓÑ 1dt = −π ÈÓÖ Ñ¸ ÙØ Ð Þ Ò Ó ÙÐ γ Ó Ì ÓÖ Ñ − − → → F · dr = R Ö ÒÓ Ø − → Rot( F )dA − ÒØ Ö ÓÖÑ ÒØ − − → → F · dr α − − → → π π F · dr = − π = − 2 2 γ ¿ . −t ln(t2 + 3) + 1 · (0.

u Observe que a data de entrega ´ posterior a P2 de C´lculo III. (Use o item a) ) 2 Quest˜o 3.5) F (x. z) = (2xy 3 . 0. t sent. y.5) F (x. ey cos z) ´ conservativo e e dˆ um potencial. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. y. 0).5) Mostre que o campo F (x. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.5) F (x. 2 a) (0.MAT 2455 . (1 ponto) O campo a F (x.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 6 . 2y) em R2 . (1. y) = (4x ln(x2 + 1) . Em caso afirmativo. . Bons estudos! Profa. a a Os Trabalhos s˜o individuais. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 20 de maio ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local).z 2 + 2y x + 2y 2 em R3 − {(0. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Por´m sugiro que os exerc´ e a e ıcios desse Trabalho sejam elaborados antes da P2. determine um potencial. 3x2 y 2 + ey senz . y.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. y) = 2 + y2 2 x x +y 2 b) (0. Quest˜o 2. z) = x2 −y x .5) Calcule 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey senz) dy + ey cos z dz γ onde γ(t) = (t cos t. e b) (0.5 ponto) Em cada caso abaixo. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 senx + 2yz)k em R3 . . y x em R2 − (0. c) (0. z ∈ R} ´ conservativo? Justifique sua resposta (leia atentamente a teoria e antes de responder). (1 ponto) Calcule a a) (0. 2 . z). determine se o campo F ´ ou n˜o conservativo a e a no dom´ ınio indicado. t) para 0 ≤ t ≤ π . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.

Também temos um Teorema que diz que se o campo é conservativo ENTÃO o Rotacional é nulo. Em caso armativo. 2 em R − (0. . pode-se buscar diretamente um potencial para cada campo. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + g(y) 2 ∂φ y = 2 + g ′ (y) ∂y x + y2 Comparando com a segunda equação chega-se a seguinte conclusão g ′ (y) = 0 ⇒ g(y) = K Sendo assim. e o campo F é conservativo: φ(x. F (1. e caso este seja encontrado. determine se o campo vativo no domínio indicado. se o campo vetorial apresenta uma função potencial. y) = y x 2 . ele é conservativo. F (x. ∂x ∂y ∂z F: =F ∇φ = =F (a) Buscando por uma função potencial de Integrando a primeira equação com relação a  x  ∂φ =  ∂x x2 + y 2 y ∂φ   = 2 ∂y x + y2 x e derivando-a com relação a y: φ(x. (a) (0.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 6 . y) = (4x ln(x2 + 1) . Assim se o campo tiver rotacional não nulo ele não é conservativo. 2 2 +y x +y 2 F (x. o campo é conservativo no domínio e: ∇φ = ou ∂φ ∂φ . 2y) R2 . Facilmente se calcula o Rotacional de cada campo dos itens da questão e se verica que em cada caso o Rotacional não é nulo. determine um potencial. ∂x ∂y ∂φ ∂φ ∂φ . temos a função potencial φ. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 x2 em senx + 2yz)k em R3 . Sendo assim. Porém isso não garante que o campo é conservativo. Solução: Sabe-se que.5 ponto) Em cada caso abaixo.MAT 2455 .1o semestre de 2010 Questão 1.5) (c) (0.5) é ou não conser- F (x. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + K 2 . y. 0).5) (b) (0.

y. φ(x. z) = 2yz sen(x) + ∂y ∂y ∂g(y. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + g(y) ∂φ = g ′ (y) ∂y g ′ (y) = 2y ⇒ g(y) = y 2 + K φ(x. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 + h(z) ∂φ = y 2 sen(x) + 2yz + h′ (z) ∂z h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K Portanto. z) = y 2 z sen(x) + x + g(y. y. z) = z2 ∂y g(y. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 +K (c) Novamente. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + y 2 + K   ∂φ = 4x ln(x2 + 1)  ∂x  ∂φ = 2y  ∂y . z) ∂φ ∂g(y. resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x.(b) Resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. y. z) = yz 2 + h(z)   ∂φ = y 2 z cos x + 1   ∂x   ∂φ = 2yz senx + z 2  ∂y   ∂φ   = y 2 senx + 2yz ∂z φ(x.

se o campo ele é conservativo. y. ey cos z) é conservativo 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey γ senz) dy + ey cos z dz onde γ(t) = (t cos t.5) Calcule F (x. t) para 0≤t≤ π . . z) = x2 y 3 + g(y.Questão 2. z) = 3x2 y 2 + ∂y ∂y com relação a y: Comparando com a segunda equação ∂g(y. z) = (2xy 3 . y. ca-se com a seguinte função que pode ser derivada com relação a senz φ(x. (b) (0. φ(x. t sent. z) = ey φ. Então procuramos F apresentar uma função potencial. z) = ey ∂y senz ⇒ g(y. (1 ponto) Calcule (a) (0. z) ∂φ ∂g(y. ∂x ∂y ∂z =F Integrando a primeira equação   ∂φ = 2xy 3    ∂x  ∂φ = 3x2 y 2 + ey senz  ∂y    ∂φ  = ey cos z ∂z com relação a x e derivando-a φ(x. 3x2 y 2 + ey senz . senz + h(z) z: Desta forma. z) tal que ∇φ = Sendo assim ∂φ ∂φ ∂φ . y. (Use o item a) ) 2 Solução: (a) Da mesma forma que na questão anterior. . z) = x2 y 3 + ey + h(z) ∂φ = ey cos z + h′ (z) ∂z E comparando com a terceira equação h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K A função potencial para o campo F ca sendo: senz φ(x. y.5) Mostre que o campo e dê um potencial. z) = x2 y 3 + ey Portanto +K F é um campo vetorial conservativo. y.

a integral de linha independe do caminho γ que liga os pontos extremos. e pode ser calculada como: γ F · dr = φ (γ(b)) − φ (γ(a)) Veja que o valor na integral depende exclusivamente dos pontos nal e inicial. temos: a=0 b= π 2 γ(0) = (0 . π) 2 φ (γ(0)) = 0 + K φ γ( π ) = e 2 + K 2 π Sendo que a integral de linha ca sendo: γ F · dr = e 2 + K − (0 + K) = e 2 π π .(b) Sendo o campo F conservativo. do enunciado. 0) γ( π ) = (0 . E. 2 π 2 . 0 .

pode-se dizer que o campo não é conservativo. 0. F é nulo. 0 dt = π π = π √ 2π = E como a integral de linha não é nula. 0 γ(t) = E. calculando a integral de linha √ t π π γ F · dr = = π π π π F (γ(t)) · γ ′ (t) dt √ 2 cos t . 2 . Apesar do rotacional ser nulo (calcule) não podemos armar que o campo é ou não conservativo. γ como uma elipse no plano Se γ F · dr = 0. z) = em x2 x −y .0 · − 2 2 2 √ √ 2 2 2 sen t + cos2 t dt 2 2 √ 2 dt 2 − sent . 0 .Questão 3. z ∈ R} é conservativo? Justique sua resposta (leia atentamente a teoria Solução: Sabe-se que o rotacional do campo é conservativo. O domínio de F da questão 3 é o R3 menos a reta (0. sent . por exemplo.z 2 + 2y x + 2y 2 antes de responder). (1 ponto) O campo F (x. centrada na origem. y. Escolhendo z = 0. cos t. z). √ sent. 0) ∈ Int(γ). Note que se o domínio de F não for simplesmente conexo nada se pode armar. . o campo não é conservativo. Porém isso não garante que o campo Da teoria sabemos que se o domínio de F for simplesmente conexo e se o Rotacional for nulo ENTÃO o campo é conservativo. obtemos: 2 cos t . z) que não é simplesmente conexo. 0. 0. Veja o item (a) da Questão 1 acima. cos t . −π √ γ ′ (t) = − 2 sent . R3 − {(0. Vamos calcular γ F · dr para uma curva γ com (0.

N dS onde F (x.k < 0 .5 ponto) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 7 . x2 .5 ponto) Calcule a S e F . (1. y. Quest˜o 2.MAT 2455 . Bons estudos! Profa. a a Os Trabalhos s˜o individuais. z) = (y. veja os exerc´ ıcios resolvidos e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3. y. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. (1. u Leia a teoria. orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N . z) = z. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. y 2 ) e S ´ parte do parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 10 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local).

Instituto de Matem´tica e Estat´ a ıstica da USP MAT2455 . v) = ( 1 + v 2 cos u. ca e ´ conveniente utilizar a seguinte parametriza¸˜o: E ca  √  x = √ 1 + v 2 cos u y = 1 + v 2 sen u  z=v onde 0 ≤ u ≤ 2π e 1 ≤ v ≤ 3. Solu¸˜o: ca A massa da superf´ em quest˜o ´ dada por: ıcie a e M= δ dS Para o c´lculo da massa. Assim: √ √ X(u.C´lculo Diferencial e Integral III para Engenharia a Trabalho 7 . deve-se encontrar uma parametriza¸˜o da superf´ cuja massa a ca ıcie ser´ calculada. 1 + v 2 sen u.5 pontos) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. 1 ≤ v ≤ 3} Dessa forma o c´lculo da massa fica dado por: a O dom´ ınio de integra¸˜o fica: ca 1 . pois 2 ≤ x2 + y 2 ≤ 4. a A proje¸˜o de x2 + y 2 = z 2 + 1 para 1 ≤ z ≤ 3 no plano xy ´ um anel. Semestre de 2010 Quest˜o 1.1o. z) = z . v) √ √ Xu = (− 1 + v 2 sen u. y. v) Xv = ( √ 1 + v2 1 + v2 √ ||Xu × Xv || = 1 + 2v 2 D = {(u. (1. √ sen u. 0) v v cos u. 1 + v 2 cos u. v)|0 ≤ u ≤ 2π.

k < 0. y 2 ) e S ´ parte do e Quest˜o 2. v. Solu¸˜o: ca Parametrizando a superf´ ıcie:   x=u y=v  z = 1 − u2 − v 2 Xu = (1. −2v) Xu × Xv = (2u.2π 3 1 M = 0 2π 3 1 3 1 δ(X(u.N dS onde F (x. 0. x2 . (1. O c´lculo da integral fica c a a M = π 19 1 w 2 dw 2 3 π 3 19 w2 = 3 3 √ √ π . 2v. dt = 4vdv e 3 ≤ w ≤ 19. 1 − u2 − v 2 ) 2 . 1) X(u. 1. 1 + 2v 2 dv du = 0 = 2π √ v. v) = (u.5 pontos) Calcule a parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y. z) = (y. orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N . v)) · ||Xu × Xv || dv du √ v. 1 + 2v 2 Faz-se a mudan¸a de vari´vel w = 1 + 2v 2 .(19 19 − 3 3) = 3 F . −2u) Xv = (0. y.

r2 .N dS = −7π 4 3 . 0 ≤ θ ≤ 2π} Substituindo na integral de superficie. cos θ y = r. ´ poss´ notar que (Xu × Xv ).sen θ + 1  J =r D = {(r. Como Xu × Xv = (2u. 2v.sen 2 θ+2r2 sen θ+r dr dθ 2π sen 2θ 2 cos θ 1 cos2 θsen θ cos2 θ sen 2 θ 2. que ´ contr´ria ` orienta¸˜o dada no exerc´ ıvel e a a ca ıcio.N dS = Duv (v. u2 . v 2 ) · (2u.k > 0. 2v.O c´lculo da integral ´ dado por: a e F . cos2 θ+r3 . cos θ+2. 1) du dv 2uv + 2u2 v + v 2 du dv = Duv E o dom´ ınio de integra¸˜o fica dado por: ca Faz-se a seguinte mudan¸a de coordenadas: c   x = r.r3 .sen θ+2. 1).r4 . Com isso: = F . θ)|0 ≤ r ≤ 1.sen θ 1 + + + + + + dθ 4 3 5 2 4 3 2 0 π π 7π = + +π = 2 4 4 e Deve-se ainda verificar o sentido do vetor normal utilizado. vem: 2uv + 2u2 v + v 2 du dv Duv 2π 1 = 0 0 2r3 cos θ. cos2 θsen θ+2.

leia atentamente a teoria.MAT 2455 . Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. veja os exerc´ ıcios resolvidos (do material e de provas antigas) e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 21 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou na sala 109A do IME das 15hs a a e as 17hs. Cristina . a a Os Trabalhos s˜o individuais. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 8 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Bons estudos! Profa.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. u Antes de iniciar o Trabalho 8. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 .

cos(x2 + y 2 )) ca e S ´ parte do parabol´ide z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. (preste aten¸˜o no e o enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ıcie a e .1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. y. ex + sen(z) .MAT 2455 . z) = (x + arctan(z 2 ) . (2 pontos) Calcule a S No USP: F .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 .N dS onde F (x.

z) = −y x z6 . y. (2 pontos) Calcule a γ No USP: F . ca e a . ey . x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 e a curva γ ´ a intersec¸˜o do cilindro x2 + y 2 = 4 e a superf´ z = y 2 + 1 orientada de modo e ca ıcie que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido anti-hor´rio. 2 . y) 6 F (x.Nome: Quest˜o 2.dr onde + (ln(1 + x4 ) .

que S e S1 . y. z) = (x + arctan(z 2 ) . cos (x2 + y 2 )) =⇒ F (σ1 ).N dx dy = D cos(x2 + y 2 ) dx dy Faz-se a mudança para coordenadas polares: E o domínio de integração em coordenadas polares ca:   x = ρ · cos θ y = ρ · sen θ  |Jac(ρ. y) ∈ D A normal desta superfície é o vetor D = (x. y.N = cos(x2 + y 2 ) N = (0.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 8 .z = 0 ≤ θ ≤ 2π √ 2 2π 0≤ρ≤ √ √ 2 2 F . OBS: Adotando N . z) dx dy dz. y . com normal externa.1o. 1) Cálculo de S1 F . Escolhemos uma superfície o disco no plano Temos que z=1 limitado pelo parabolóide S1 pode ser descrita por: z = x2 + y 2 − 1. y.θ.MAT2455 . onde Seja R a região interna a S1 . 1) Assim: F . Pelo teorema de Gauss.N dS + S S1 F . θ)| = ρ e Dρ. temos F . z) = (x . 1). cos (x2 + y 2 )) e S é a parte do parabolóide orientação de S.N dS onde F (x. y) ∈ R2 / x2 + y 2 ≤ 2 k : N1 = (0. ex + sen 1 .N dS1 = R div F (x. ex + sen (z) . 0.N dS1 = S1 D F (σ1 ). 1). (2 pontos) Calcule S F . Semestre de 2010 Questão 1.N dS1 = S1 0 0 cos(ρ ) · ρ dθ dρ = 2π 0 2 cos(ρ2 ) · ρ dρ . (x.N dS1 : Temos que: F (σ1 ) = (x + arctan(1) . z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. 0.k < 0 como Solução: A superfície não é fechada e então não é bordo de um sólido. é σ1 (x.

y.z = 0 ≤ θ ≤ 2π . −1 ≤ z ≤ 1 1 √ z+1 2π e 0≤ρ≤ √ z+1 div F (x. z) dx dy dz = R −1 0 0 √ z+1 1 1 · ρ dθ dρ dz 1 = −1 0 1 2π · ρ dρ dz = 2π −1 1 2 ·ρ 2 z=1 √ ρ= z+1 dz ρ=0 = π −1 (z + 1) dz = π 1 2 ·z +z 2 = 2π z=−1 = π 1 1 + 1 − − (−1) 2 2 Logo temos que: F . então: div F (x. y. z)| = ρ E o domínio de integração em coordenadas cilíndricas ca: Rρ.N dS = S R div F (x. y. z) dx dy dz R : = 1.Fazendo a mudança de variáveis: ρ2 = u ρ · dρ = 2 1 2 · du =⇒ ρ = √⇒ u = 0 0 ρ= 2⇒u=2 u=2 F . z) dx dy dz − S1 F .θ. θ.N dS1 = π(2 − sen 2) .N dS1 = 2π S1 0 1 · cos u 2 du = π (sen u) u=0 = π · sen (2) 2) Cálculo de Sabemos que divF div F (x. z) dx dy dz 1 dx dy dz R R Faz-se a mudança para coordenadas cilíndricas:   x = ρ · cos θ   y = ρ · sen θ  z=z   |Jac(ρ. y.

Questão 2. (2 pontos) Calcule
F (x, y, z) =
e a curva

F .dr
γ

onde

−y x z6 , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 x2 + y 2 = 4

+ (ln(1 + x4 ) , ey , y) z = y2 + 1
orientada de modo que a

6

γ

é a intersecção do cilindro

e a superfície

projeção no plano

0xy

é percorrida no sentido anti-horário.

Solução: (esboço)

Vamos estudar separadamente os campos

F1 (x, y, z) =

x z6 −y , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2
6

F2 (x, y, z) = (ln(1 + x4 ) , ey , y)
Para calcular a integral usa-se o teorema de Stokes.

x2 + y 2 = 1 com 0 ≤ z ≤ y 2 + 1. Esta superfície está contida no domínio desse campo que é R3 − {(0, 0, z)}. O bordo de S é composto por duas curvas: γ e α, onde α é a circunferência x2 + y 2 = 4 no plano z = 0, orientada no sentido anti-horário. Para o campo F1 temos
Tome

S

a superfície do cilindro

F1 .dr +
α −γ

F1 .dr =
S

Rot(F1 ).N dS

onde a normal aponta para fora do cilindro. Teremos

F1 .dr =
γ α

F1 .dr = 2π

(deve-se calcular a última integral) No caso do campo cilindro x2

F2

pode-se escolher a superfície

S1

que é parte da

z = y2 + 1

limitada pelo

+

y2

=

4, pois ela está contida do domínio do campo que é o R3 . Então F2 .dr =
γ S1

Rot(F2 ).N dS

onde a normal aponta para cima". Uma parametrização de

S1

é

x = u, y = v, z = v 2 + 1

onde

(u, v) ∈ D = {(u, v) : u2 + v 2 ≤ 4.

Daí

Rot(F2 ).N dS =
S1 D

(1, 0, 0).(0, −2v, 1)dudv = 0

Portanto

F .dr =
γ γ

F1 .dr = 2π

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T e vale 4,5 pontos. Veja no e For´m de Not´ u ıcias como a m´dia T ser´ calculada. e a As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 30 de junho e ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 9 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u Os Trabalhos s˜o individuais. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Profa. Cristina

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. (2,5 pontos) Calcule a
S

No USP:

x dy ∧ dz + z 2 ln(z 8 + 1) dz ∧ dx + z dx ∧ dy onde S ´ parte e

da superf´ z = 1 − y 2 limitada pelos planos x = 3, x = 0 e z = 0, orientada com N .k ≥ 0. ıcie (preste aten¸˜o no enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ca ıcie a e

orientada de modo que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido ca e Quest˜o 2. a .Nome: 3 No USP: 1dx + xdy + ez dz sendo γ a intersec¸˜o de z = x2 + 4y 2 ca x2 + y 2 γ e z = 4 − 4x2 − y 2 . (2 pontos) Calcule a anti-hor´rio.

. ± È/*(%5$   VHQ [ )yUPXOD %LQRPLDO [  \..$  . ± 75.*2120(75.GHQWLGDGHV )XQGDPHQWDLV    FRWJ [ WJ[  VHF [ FRV [  FRVVHF [  WJ [ VHQ [ FRV [ .

Q Q˜ Q .

˜ Q   .

 [Q  Q  [Q ±  \  Q˜ Q .

 ˜ [ Q ˜ \    FRWJ [    VHQ[  FRV[   WJ[ VHF[  FRWJ[ FRVVHF[ )yUPXODV GH 5HGXomR  VHQ S  r [.

FRV [ FRV S  r [.

# VHQ [ WJ S  r [.

# FRWJ [  VHQ S r [.

# VHQ [ FRV S r [.

 FRV [ WJ S r [.

r WJ [  VHQ  S r [.

r VHQ [ FRV  S r [.

FRV [ WJ  S r [.

r WJ [ )XQomR GD 6RPD H 'LIHUHQoD GH  ÆQJXORV  VHQ [ r \.

VHQ [  FRV \ r VHQ \  FRV [  FRV [ r \.

FRV [  FRV \ # VHQ [  VHQ \  WJ [ r \.

FRV [ VHQ [ ˜ [ Q  ˜ \     Q ˜ [\ Q   \ Q  RQGH Q p XP Qž SRVLWLYR H Q Q IDWRULDO.

p Q Q  Q ± .

 Q ± .

      3URGXWRV (VSHFLDLV  [  \.

 [  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  \  [  \.

 [  [\  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  [\ ± \  [ ± \ [ ± \.

[  \.

 [ ± \ [ ± \.

[  [\  \.

 [  \ [  \.

[ ± [\  \.

  D[  E[  F D [  [ .

 [  [ .

 (TXDomR GR ž *UDX $V UDt]HV GD HTXDomR GR ž JUDX D[  E[  F VmR GHWHUPLQDGDV SRU [  E r E    DF D  RQGH ' E   DF WJ[ r WJ\  # WJ[WJ\ [ \ [ \   FRV  [ \ [ \   FRV   VHQ  [ \ [ \   FRV   FRV  [ \ [ \ VHQ   VHQ   )yUPXODV GH )DWRUDomR  VHQ [  VHQ \  VHQ [ ± VHQ \  FRV [  FRV \  FRV [ ± FRV \    VHQ 6H 6H 6H '   o UDt]HV LPDJLQiULDV '  o UDt]HV LJXDLV ' !  o UDt]HV UHDLV H GLIHUHQWHV 6H [ H [ VmR UDt]HV HQWmR [[  E H [[ D $EVFLVVD GR YpUWLFH GD SDUiEROD [ Y .

 [  [  F D E D RX [ Y .

3URSULHGDGHV GD 3RWHQFLDomR H 5DGLFLDomR  DSDT  DS.

T  D ± S   Q WJ[ r WJ \  ˜ VHQ [ r \ .

FRV [ FRV \ DS  T DS  T  DS  DS DT DS ± T  D  D z   D  E.

S DS  ES  Q D E Q S Q Q Q  5HODomR HQWUH DV IXQo}HV GH [ H [  VHQ [   VHQ [  FRV [  FRV [ FRV[ ± VHQ[ FRV[ ±   ± VHQ[  VHQ[ ò   ± FRV [.

 FRV[ ò    FRV [.

 WJ [ DP D Q E DPQ Q Q D E Q S Q S Q DE   D D WJ[   WJ  [   D.

DYLHU H 6DUD 5HJLQD GH 2OLYHLUD %LEOLRJUDILD &iOFXOR $QWRQ %R\FH /HLWKROG 6WHZDUW 6ZRNRZVNL  . Q P DP DP D P S  ([SUHVV}HV SDUD TXDOTXHU 7ULkQJXOR  /HL GR FRVVHQR D E  F ± EFFRV Æ D E F  /HL GR VHQR VHQ $ VHQ % VHQ &  ÈUHD ò EF  VHQ Æ  S  /RJDUtWPR 6H 1 D[ RQGH D p XP Q~PHUR SRVLWLYR GLIHUHQWH GH  HQWmR [ ORJD1 p FKDPDGR ORJDUtWPR GH 1 QD EDVH D RQGH 1 !  3URSULHGDGHV GRV /RJDUtWPRV  ORJD01 ORJD0  ORJD1  ORJD 0 ORJD0 ± ORJD1  ORJDD   ORJD1Q Q  ORJD1  ORJD  ± ORJD1  ORJD   ORJED  ORJE1 1 1 5DG *UDX 6HQ &RV 7J &RWJ 6HF &RVHF  R    S  S  S  S R    S  R   R     R     R   R            f  f   Q f      f  ORJ D 1  ORJ D E  Q ˜ ORJ D 1 ORJ D 1 ORJ D E       f  f  ORJD1  ORJED 1 f  f  ORJDD1 1  ORJDD  OQ H1 HOQ 1 1 2UJDQL]DGR SRU 3URIž 0DULD +HOHQD 6 .

independent of x.Table of Derivatives Throughout this table. a and b are constants. F (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) f (x)g(x) f (x)g(x)h(x) f (x) g(x) 1 g(x) F ′ (x) = af ′ (x) + bg (x) f ′ (x) + g ′ (x) f ′ (x) − g ′ (x) af ′ (x) f ′ (x)g(x) + f (x)g ′ (x) f ′ (x)g(x)h(x) + f (x)g ′ (x)h(x) + f (x)g(x)h′ (x) f ′ (x)g(x)−f (x)g ′ (x) g(x)2 g ′ (x) − g(x)2 dF dx ′ f g(x) 1 a xa g(x)a sin x sin g(x) cos x cos g(x) tan x csc x sec x cot x ex eg(x) ax ln x ln g(x) loga x arcsin x arcsin g(x) arccos x arctan x arctan g(x) arccsc x arcsec x arccot x f ′ g(x) g ′ (x) 0 0 axa−1 ag(x)a−1 g ′ (x) cos x g (x) cos g(x) − sin x ′ −g (x) sin g(x) sec2 x − csc x cot x sec x tan x − csc2 x ′ ex g ′ (x)eg(x) (ln a) ax 1 x g (x) g(x) 1 x ln a √ 1 1−x2 g ′ (x) ′ 1−g(x)2 1 − √1−x2 1 1+x2 g ′ (x) 1+g(x)2 1 − x√1−x2 √1 x 1−x2 1 − 1+x2 √ .

Table of Indefinite Integrals Throughout this table. a and b are given constants. f (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) u(x)v ′ (x) f y(x) y ′ (x) 1 a xa g(x) g (x) sin x g (x) sin g(x) cos x tan x csc x sec x cot x sec2 x csc2 x sec x tan x csc x cot x ′ 1 x a ′ xa+1 a+1 F (x) = a f (x) dx f (x) dx + b g(x) dx + C f (x) dx + g(x) dx + C f (x) dx − g(x) dx + C a f (x) dx + C u′ (x)v(x) dx + C f (y) dy x+C ax + C + C if a = −1 ln |x| + C F y(x) where F (y) = u(x)v(x) − g(x)a+1 a+1 + C if a = −1 ex eg(x) g ′ (x) eax ax ln x √ √ 1 1−x2 g ′ (x) − cos x + C − cos g(x) + C sin x + C ln | sec x| + C ln | csc x − cot x| + C ln | sec x + tan x| + C ln | sin x| + C tan x + C − cot x + C sec x + C − csc x + C ex + C eg(x) + C 1 ax +C a e 1 x a +C ln a x ln x − x + C arcsin x + C arcsin g(x) + C arcsin x + C a arctan x + C arctan g(x) + C 1 a 1−g(x)2 √ 1 a2 −x2 1 1+x2 ′ g (x) 1+g(x)2 1 a2 +x2 √1 x 1−x2 arctan x + C a arcsec x + C . independent of x and C is an arbitrary constant.

Properties of Exponentials In the following. The graph of ax . for any a > 1. lim ax = ∞ if 0 < a < 1 6 4 2 1 −3 −2 −1 1 2 x 3 . lim ex = 0 x→∞ x→−∞ x lim ax = ∞. lim ax = 0 if a > 1 x→−∞ x x→∞ 8) The graph of 2 is given below. 1 ax a−x = y = exy . to ten decimal places. = axy = g ′ (x)eg(x) . 1) e0 = 1. a and b are arbitrary constants that are strictly bigger than zero and e is 2.7182818284. x→∞ x→−∞ 1 eax dx = a eax + C if a = 0 7) lim ex = ∞. a0 = 1 2) ex+y = ex ey . x and y are arbitrary real numbers. d ax dx d g(x) e dx = (ln a) ax ex dx = ex + C. is similar. ax = ex . ax+y = ax ay 3) e−x = 4) ex 5) 6) y d x e dx 1 ex . y y = 2x lim a = 0.

loga a = 1 3) ln(xy) = ln x + ln y. for any a > 1. x→0 ln x dx = x ln x − x + C 8) lim ln x = ∞. 2) loga ax = x. x and y are arbitrary real numbers that are strictly bigger than 0. dx ln(g(x)) = loga x = 1 x ln a 1 dx x x→∞ = ln |x| + C. The graph of loga x. loga d dx 1 y x y = loga x − loga y 5) ln(xy ) = y ln x.5 x 1 −0. g ′ (x) d g(x) . loga (xy) = loga x + loga y 4) ln ln d dx x y 1 y ln x ln a loga x = = ln x − ln y. loge x = ln x. 1. lim ln x = −∞ x→∞ lim loga x = ∞.5 y 1.0 −1.0 y = ln x 0. loga 1 = 0 ln e = 1. loga = − ln y.7182818284.5 −1. loga (xy ) = y loga x 6) 7) 1 ln x = x . is similar. lim loga x = −∞ x→0 9) The graph of ln x is given below. to ten decimal places.Properties of Logarithms In the following. a is an arbitrary constant that is strictly bigger than one and e is 2. aloga x = x.5 2 3 4 . 1) eln x = x. ln ex = x ln 1 = 0. = − loga y.

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