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Edusp. Guidorizzi. 2002. Tom M.es/~mcj ). PISKUNOV. São Paulo: Pearson Education do Brasil. SWOKOWSKI. Tradução: Cyro de Carvalho Patarra.Calculus (http://www. (vários volumes) São Paulo: Edgard Blücher Ltda. A. 1995. Howard W. KAPLAN. SIMMONS. "Cáculo Avançado". Mudanças de variáveis em integrais (polares. Bouchara. Differential and integral calculus. São Paulo: Edgard Blücher Ltda. THOMAS. 2002. Gacetilla Matemática (http://www. J. [BCHS] J. 1979. Earl W. I. Carl B. 1996.prenhall.O. Paulo.Thomas (http://cwx.br/pluginfile.uk/~history) . 1987. New York: Nordeman Publishing Company. Cálculo com geometria analítica. S. LEITHOLD. McShane.standrews. Introdução ao Cálculo. Software Gráfico Winplot http://math. Edgard Blücher Ltda. [G] H. 1994. Pioneira-Thomson Learning.html).html Outros textos: APOSTOL. Carrara. 1972. Cálculo com Geometria Analítica.usach. Introdução à história da matemática.S. Domingues. cilindricas e esféricas). 1945. Livros Técnicos e Científicos.edu/rparris/winplot.d. São Paulo: Harbra. CORANT. Ed. 1974. Aplicações. aplicações e interpretações na física e em outras áreas. Integrais de superfícies. Textos sobre história da Matemática: EVES. BOYER. Cálculo. Hellmeister e R. vol 1. N. BOULOS. Differential and integral calculus. Tradução Alfredo Alves de Faria.maths.utk. "Calculo".C.dcs.19/04/12 Ementa Conteúdo e Bibliografia Objetivos da Disciplina: Estudar integrais de funções de duas e três variáveis. História da matemática.Teoremas de Gauss e Stokes. Rio de Janeiro: Editora Reverté. Translation E. BOYER. W. s. Bibliografia: [S] J. Campinas: Editora da Unicamp. 3. Tradução: Seiji Hariki.cl/histmat/html/indice.org). Carl B.. Louis. 1994.Teorema de Green.calculus.calculus) The Calculus Page (http://www.ac. Ed.ime. 5a edição.ie/pub/HistMath/People/RBallHist.. São Paulo. Conteúdo: Integrais duplas e triplas. V. 1974 Sites na Internet: The MacTutor History of Mathematics archive (http://www-groups. Stewart.mat. Cálculo . Tradução: Paulo Boschcov. 2001. Cálculo.arrakis. Ed.exeter.tcd.usp. "Um Curso de Cálculo". George B. 1996.sosmath. Tradução: Elza Gomide. Inc. Cálculo com Geometria Analítica. Tradução: Hygino H. George F.com/bookbind/pubbooks/thomas_br/medialib/indexb. São Paulo: Atual. Visual Calculus (http://archives. Richard. Cálculo .math.edu/visual. Moscou: Éditions de la Paix.Volume 1. São Paulo: McGraw-Hill.html) mac2166. V.com/calculus/calculus. Salvitti. "Cálculo Integral Avançado". mathematics . São Paulo: Makron Books.html) History of Mathematics at the School of Mathematics (http://www.php?file=%2F4788%2Fmod_resource%2F… 1/1 . Vol.html). Rio de Janeiro. Historia de Matemáticos Famosos (http://www. Integrais de linha .

trabalhos. acessar o site regularmente e fazer as tarefas pedidas.usp. gabaritos etc. essa experiência vem sendo analisada e aprimorada. Estamos empenhados em fazer o melhor. O(a) aluno(a) matriculado(a) nestas turmas tem a oportunidade de estudar o conteúdo destas disciplinas de forma autônoma. Nesse semestre utilizaremos o ambiente Moodle. Somente para estes alunos estão à disposição ferramentas para comunicação (Forum e Chat) que propiciam um atendimento mais personalizado e frequente (mesmo a distância). com textos e atividades feitas especialmente para a turma.php?file=%2F5537%2Fmod_resource%2F… 1/1 . Além disso.usp. Lembre-se que seu aproveitamento será avaliado periodicamente no decorrer do semestre. É importante que você saiba que nesta modalidade de oferecimento "a distância" não há pouco trabalho. Um bom semestre a todos! Profa Cristina Cerri Ramal : 6278 e-mail: cerri@ime. como dúvidas da matéria ou de exercícios. Temos certeza que você vai levar a sério esta proposta e colaborar para tudo dar certo. Para maiores detalhes veja os Critério de Avaliação.19/04/12 Informações Gerais 1 MAT 2455 Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Turma Especial Ministrada à Distância pela WEB 1o semestre 2010 Caro(a) aluno(a). provas e de sua participação nas atividades propostas. Na área da disciplina haverá textos com resumos dos diversos conteúdos tratados em Cálculo III.br/pluginfile. mas esta iniciativa só poderá ter êxito com seu envolvimento e participação. Afinal "a aula" só acontece se o aluno tomar a decisão de entrar no site e participar. É importante que você se organize e tenha disciplina para estudar sozinho e com frequência. Para que seu aproveitamento seja bom você deve completementar os estudos lendo os livros indicados na Bibliografia. listas de exercícios. Estarão também disponíveis Fóruns para discussão de temas relacionados a disciplina. Uma das experiências pioneiras no ensino "não presencial" ou "a distância" na USP foi o oferecimento de turmas de MAT 2455 para alunos dependentes dessa disciplina da POLI. através de tarefas programadas. Monitores darão atendimento diariamente na sala de monitoria do Biênio. no 2o semestre de 2000. Desde o primeiro oferecimento. são disponibilizadas atividades periódicas para que cada aluno possa estudar e se preparar melhor para as avaliações.ime. Mas atenção: os textos são apenas um resumo e um roteiro de estudo. dentro do seu ritmo e da sua disponibilidade.br mac2166. Num curso desse tipo o aluno desempenha um papel ativo e sua participação é fundamental.

Web será calculada da seguinte forma: MF = K (P1 + P2 + P3 + T)/4 sendo que Pi são as notas das provas. Cada uma dessas Atividade deverá ser feita on-line. a quantidade de atividades realizadas. Este é um ponto fundamental e o diferencial desta proposta.br/pluginfile. Serão propostos 9 trabalhos durante o semestre que somarão no máximo 30 pontos. Essas atividades terão prazos pré-estabelecidos conforme cronograma. Datas das Provas: todas às 13h10 P1: 06 de abril P2: 18 de maio P3: 22 de junho PSUB: 29 de junho .3.ime.usp. Os trabalhos devem ser redigidos e entregues até a data limite estabelecida conforme cronograma.php?file=%2F5557%2Fmod_resource%2F… 1/1 . K é o fator de participação que varia de 0 a 1.2. i = 1. Será atribuído K = 1 para o aluno que fizer 70% das atividades propostas (Atividades e Trabalhos).Cristina Cerri Coordenador da disciplina: Prof.SEMI ABERTA ( a nota da PSUB entra obrigatoriamente no lugar da menor das Pi) Professora responsável pela Turma-Web: Profa. T é a média das nota dos trabalhos realizados durante o semestre que tiveram uma nota atribuída. Luiz Augusto Fernandez de Oliveira mac2166. ou seja. Atenção: o aluno que só fizer as provas tradicionais terá K = 0 e assim estará automaticamente reprovado. Cada atividade realizada pelo aluno conta participação e não vale nota. que teve o apoio total das Comissões de Graduação da POLI e do IME. Ao longo do semestre serão propostas várias atividades dentro do ambiente Moodle. Sendo S é a soma das notas dos trabalhos então T será igual a S/3.19/04/12 Criterio de Avaliacao Critério de Avaliação A média final dos alunos desta Turma 13 . tendo em vista a participação do aluno. O fator K também fornecerá a porcentagem de frequência que será atribuída a cada aluno no final do semestre.

com uma simblogia mais desenvolvida e com o surgimento da moderna notação da Geometria Analítica. no século XVII. como limite de somas.Introdução Como calcular o volume de sólidos? Para certos sólidos. Lembremos que para funções de uma variável a integral é definida como o limite de somas: A idéia básica da integral. pode ser estendida para funções definidas em regiões do plano e do espaço: surgem assim as integrais duplas e triplas. aumentando-se o número de lados obtém-se aproximações cada vez melhores. Leia o texto Integrais Duplas definição istina Cerri -2010 www. bem como a própria integral leva seu nome. temos fórmulas que permitem calcular seus volumes. Por volta de 1854 o matemático alemão Bernhard Riemann fez um estudo aprofundado da integral e contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento da teoria.) dedicaram muita atenção a problemas relacionados com o cálculo de áreas e volumes. Há mais de dois milênios atrás esses matemáticos calculavam áreas e volumes de figuras geométricas por procedimentos como os do Cálculo Integral. E. métodos para o cálculo de integrais duplas. Contudo essas idéias ficaram escondidas ou perdidas.ime. Com as mesmas idéias do cálculo de áreas os matemáticos gregos também tratavam do volume de sólidos.C. é claro. Por volta de 1820. primeiramente. Na época problemas de Física como o da propagação do calor motivaram o desenvolvimento de teorias matemáticas. Nos textos trataremos.uma introdução Integrais Duplas . mas ainda de forma incompleta.usp. Obtém-se então a área do círculo por um processo de limite das áreas dos polígonos. Mas por que valem tais fórmulas? Matemáticos gregos. cilindros. Veremos a seguir propriedades e resultados básicos. E tais integrais estão associadas a cálculos de volume. para se obter a área de um círculo inscreve-se nele polígonos regulares cuja área é facilmente calculável. As idéias básicas do Cálculo Integral estavam lá presentes. esse método funcionava para particulares regiões e uma generalização só poderia ser possível com uma nova formulação do problema. o matemático francês Augustin-Louis Cauchy definiu integral em termos de somas. pois os matemáticos gregos descreviam tudo geometricamente e não por meio de fórmulas numéricas como fazemos hoje. de definir a integral dupla de funções de duas variáveis. Somente muito mais tarde. tanto que até hoje as somas usadas para definir a integral são chamadas de Somas de Riemann. como a região interior a um arco de parábola.htm 2/2 . como Arquimedes (287-212 a.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-1-intdupla-intro. massa etc. esferas. Além disso. utilizando como motivação o cálculo de volume.20/04/12 Integrais Duplas . Esse processo era também usado para calcular área de outras regiões. foi possível criar métodos sistemáticos para o tratamento de áreas e volumes. Por exemplo. Usava-se o processo de "exaustão". como pirâmides. respectivamente.

Já temos exemplos de funções não integráveis. Afinal pode parecer que se f é positiva então sempre se pode calcular o volume do sólido que se forma abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0. Cristina Cerri . as funções "bem comportadas" são integráveis. Com duas váriáveis isto também ocorre.1. existe M > 0 tal que |f(x. Outro exemplo: O resultado acima é útil no seguinte sentido: se uma função de duas variáveis não é limitada em R então ela não é integrável em R. Portanto f não é integrável.2 de [BCHS] ). em Teorema III. Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R = [0. para todo (x. que não é difícil.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Funções integráveis e não-integráveis Alguns Resultados e Exemplos Que funções são integráveis? Existem funções não-integráveis? Da maneira como foi dada a definição pode-se pensar que sempre existe a integral dupla de uma função.yi) de forma ambos x i e yi não são racionais. Exercício: Obtenha um outro exemplo de função não integrável usando o resultado anterior. retângulo.htm 2/2 .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-3-intdupla-integraveis.1] (prove isso!).y) em R . Assim um cálculo simples mostra que Entretanto podemos escolher (x i .1]x[0. Mas você viu que existem funções de uma váriável que não são integráveis.y) = 1 se x e y são racionais e 0 caso contrário.yi) tal que se x i e yi são racionais. Toda função contínua definida em um retângulo R é integrável em R.(veja a demonstração. a função não é limitada em [0.y)| < M.1] (quadrado de lado 1) da seguinte forma: f(x. Dessa forma Portanto o limite dessa somas dependerá da escolha de (x i .1]x[0.2010 www.yi) . Como para funções de uma variável. Ótimo! Mas que funções são integráveis? Será sempre necessário encontrar a integral dupla de uma função usando a definição e tendo que calcular aquele limite.usp. Se f é uma função integrável em R . Por exemplo. PROPOSIÇÃO. mas como se calcula a integral dupla de uma função? Para isso vamos ver as Integrais Iteradas. Muito bem.ime. Escolha primeramente (x i . logo não é integrável. isto é. Vale que TEOREMA. Agora enunciaremos um resultado útil. então f é limitada em R. Tome uma partição qualquer de R e em cada Ri .

A idéia de "fatiar" um sólido para obter seu volume. Nosso objetivo é o de calcular o volume de S . www.ime. Então é razoável que o volume desses sólidos sejam Area da base x Altura. Considere o sólido limitado pelo gráfico de f e o plano xy com (x. Um princípio bem natural baseado nessa idéia e que estabelece um fato útil sobre volumes foi estabelecido pelo matemático italiano Bonaventura Cavalieri (1598-1647). Por exemplo.y) = x (1-y4) e R = [0. no século XVII. Considere uma função de duas variáveis f definida num retângulo fechado R=[a.2]x[0. É conhecido como o Príncípio de Cavalieri.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.htm 2/4 . basea-se na sua teoria de que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais.1] . Outra forma de tentar calcular volume de sólidos usa a idéia de "fatiar" o sólido. O gráfico de f está representado na figura abaixo. chamados "indivisiveis".y) é positiva e contínua para (x. Vamos usar essa idéia de fatiar para chegar num resultado que permita calcular volume de certos sólidos.d] e suponha que f(x.20/04/12 Integrais Duplas . A idéia de fazer aproximações por regiões com áreas e volumes conhecidos já era utilizada pelos gregos.y) em R. "somamos" as áreas e temos o volume.Como calcular? Cálculos de áreas e volumes de regiões são problemas antigos. O gráfico desta função é um subconjunto do R3 .y) em R. Por exemplo tome a função f(x.Como calcular? Integrais Duplas . um cilindro pode ser visto como um "monte de discos empilhados".usp. Como cada fatia tem a mesma área. fatiando um paralelepípedo ele pode ser visto como "uma pilha de retângulos". isto é.b]x[c. Tal argumento pode ser aplicado aos prismas também. Poderiamos pensar em calcular o volume de S (sólido delimitado pelo gráfico de f) “fatiando” o sólido com planos paralelos ao plano yz.

Como calcular? Para cada x fixo entre 0 e 2 temos uma região onde a área se calcula facilmente usando integral de uma variável Vamos denotá-la por A(x). Então www.ime.htm 3/4 .20/04/12 Integrais Duplas .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.usp.

Como calcular? Assim.2010 www. o volume do sólido poderia ser definido como sendo a “soma” de todos os A(x). como fizemos no caso do cilindro. Cristina Cerri . Então uma boa definição do volume de S parece ser Poderiamos ter feito outro tipo de “fatiamento”.usp. Teriamos obtido o mesmo valor? Podemos usar esta idéia para qualquer tipo de função? Leia Integrais Duplas Iteradas. por exemplo com planos paralelos ao plano xz. Somar em x é integrar.ime.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.htm 4/4 .20/04/12 Integrais Duplas .

ime. Tomemos.b]x[c. poderíamos também calcular a área de cada fatia e depois o volume fazendo www. Então o volume de S deve ser Entretanto.20/04/12 Integrais Iteradas Integrais Duplas Iteradas Teorema de Fubini A definição de integral dupla é consequência natural da idéia de calcular o volume de determinado tipo de sólido. Vamos aqui ver uma forma de calcular tal integral.d] e considere a região Para se calcular o volume do sólido S poderíamos pensar em “fatiá-lo” paralelamente ao plano x = 0 ou ao plano y = 0. Fixe um x entre a e b e considere a intersecção do plano paralelo a x = 0 passando por x e o sólido S.y) positiva e definida num retângulo R=[a. Porém é difícil obter o valor de uma integral dupla diretamente da definição. fixando y entre c e d.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada. A área da fatia pode ser calculada com a integral Intuitivamente o volume é a "soma" de todas as áreas.htm 1/2 . uma função f(x. em particular.usp.

Na hora de calcular pode-se fazer de duas maneiras.2) de [S] Curiosidade: O teorema acima foi provado em 1907 pelo matemático italiano Guido Fubini (18791943).2010 www. entretanto a versão para funções contínuas era conhecida pelo matemático francês AugustinLouis Cauchy. lembrando que isso não significa que estamos indicando integrais iteradas.ime. Se é integrável em =[a.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada.usp.htm 2/2 . Cristina Cerri .d] então Ou seja se é integrável não importa a ordem que fazemos a integração. OBS: É comum denotar a integral dupla de f em R por . Para estudar: leia o parágrafo 2 do capítulo 15 (15.b]x[c.20/04/12 Integrais Iteradas Estas integrais são chamadas de integrais iteradas e usualmente se escreve apenas ou Exemplos: Teria sido mera coincidência as duas integrais acima terem dado o mesmo valor? Não é coincidência. Assim temos uma forma de cálcular integrais. e o que vale é o seguinte: Teorema de Fubini. quase um século antes.

como mostra a figura.Fórmula do Volume da Esfera . Deste modo. pela qual é considerado como um dos precursores do cálculo infinitesimal. Foi discípulo de Galileo e escreveu sobre diversos temas como geometría. óptica. Também figurou entre os primeiros que ensinaram a teoria copérrnica dos planetas. A idéia é comparar o volume da esfera com os volumes do cilindro e do cone. chamados "indivisiveis".usp. o cálculo de longitudes. Na esfera a secção plana dá um cículo. O Principio de Cavalieri nos diz que se dois corpos têm a mesma altura e os cortes por planos paralelos a suas bases são figuras com a mesma área.aplicando principio… O Princípio de Cavalieri Bonaventura Cavalieri (1598-1647) Matemático italiano nascido em Milão e falecido em Bolonha. Corte por um plano horizontal B (perpendicular ao eixo do cilindro). áreas e volumes foi levado por Cavalieri ao cálculo da soma de infinitos indivisiveis". Foi o primeiro matemático italiano que apreciou em todo seu valor os logarítimos.htm 1/2 . Com esse princípio se pode obter o volume da esfera. Mas sua obra fundamental é a "Geometría dos indivisiveis". Outros trabalhos seus são o desenvolvimento dado a trigonometria esférica. Considere o sólido X que é cone dentro de um cilindro de altura 2R e raio R. assim como o descobrimento das fórmulas relativas aos focos dos espelhos e de las lentes.ime.20/04/12 Principio de Cavalieri . Já no cilindro temos um anel. Tome uma esfera de raio R. trigonometría. astronomia. então eles têm o mesmo volume. por exemplo. que dista h do centro da esfera.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri. A base da nova teoria é que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais. www. Vamos calcular as áreas das secções planas. etc.

br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.org/wiki/Cavalieri%27s_principle www. Extraído de http://www.com/caraipora/cavprin.usp.2 pi R2 (R)/3 = 4 pi R3 / 3 Portanto volume da esfera é 4 pi R3/3.com/watch?v=vtsWUjk-CtY http://pt.members.tripod.htm 2/2 .2x Volume do cone = = pi R2 (2R) . Mas Vol(X) = Volume de cilindro .wikipedia.org/wiki/Bonaventura_Cavalieri http://en.20/04/12 Principio de Cavalieri .wikipedia.Fórmula do Volume da Esfera .htm Outros sitios (mas só usar o "Google" e pesquisar) http://www.youtube.aplicando principio… Aplicando o Principio de Cavalieri temos que o volume da esfera é igual ao volume do sólido X.ime.

ime.Exemplos Como já foi visto.usp.20/04/12 Integrais Iteradas . Sejam f(x. pois integral dupla Então Nesse caso o valor da integral dupla é o volume do sólido que está abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0 (pois f é positiva). Clicando no ícone ao lado você poderá ver o gráfico dessa função e de outras do tipo f(x.html 2/2 .1] x [-1.Exemplos Integrais Iteradas .y) = A – x 2 + B y2 . Veja esse exemplo Exemplo A1.y) = 2 – x 2 + y2/3 e D = [-1.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-2-intdupla-exemploA1.2] (um retângulo).2010 www. Então podemos calcular a de duas maneiras. Na animação você poderá interagir: variando x e y dentro do domínio você poderá visualizar o sólido sendo formado. o cálculo de integrais duplas pode ser feito utilizando a integração iterada. Explore! Cristina Cerri .

20/04/12

Integrais Duplas sobre Regiões

Integrais Duplas em Regiões - definição
No texto Integrais Duplas em Retângulos definimos integrais duplas sobre retângulos. Contudo são várias as funções definidas em regiões que não são retângulos. Seja f uma função definida numa região D do plano . Se f é positiva desejamos que o volume do sólido esteja relacionado com integral dupla. Nesse texto vamos definir a integral dupla sobre regiões planas D limitadas, isto é, regiões contidas em algum retângulo R. Vamos utilizar um pequeno "truque". Como só temos a definição de integral dupla para funções definidas num retângulo, vamos estender f para um retângulo R que contém D de forma conveniente. Defina F(x,y) em R de forma que

chamada de "função característica do conjunto D". Dizemos que f é integrável em D quando F é integrável em R. E definimos a integral dupla de f em D por

Observe o desenho. Primeiramente como F é 0 fora de D região de R-D (complementar de D) a definição acima não depende do particular retângulo R. Assim sempre podemos considerar um retângulo de lados paralelos aos eixos. E perceba também que R-D não interfere no cálculo da integral. DEFINIÇÃO. Se f(x,y) é positiva e integrável em D definimos o volume do sólido como sendo

Suponha que f seja contínua em D. É razoável esperar que f seja integrável em D. Mesmo f sendo contínua em D não temos necessariamente a continuidade de F em R. Observe que as descontinuidades ocorrem no bordo (ou fronteira) de D (veja a figura acima), que denotamos por ∂D. De fato, nesse caso, o conjunto dos pontos de descontinuidade de f está contido em ∂D. A integrabilidade de f dependerá do tipo
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm 2/3

20/04/12

Integrais Duplas sobre Regiões

do bordo de D: de uma forma informal, ele tem que ser "magrinho" para não interferir no cálculo da integral. Mas o que significa isso? Que tipos de conjuntos são esses? O conceito que desejamos introduzir agora é o de conteúdo nulo. Um conjunto A do plano tem conteúdo nulo se, dado ε > 0 arbitrário, existem retângulos R1 , R2 , ... Rn , de lados paralelos aos eixos coordenados, tais que e .

Não é difícil mostrar que um segmento no plano tem conteúdo nulo. Um fato importante é que PROPOSIÇÃO. O gráfico de uma função contínua definida num intervalo [a,b] tem conteúdo nulo. Esse resultado já é mais difícil de provar. Contudo em [BCHS] (capítulo 3) você encontrará a demostração para o caso de função de classe C1. Finalmente temos um resultado esperado: TEOREMA. Seja D um subconjunto limitado do plano e seja f uma função contínua e limitada em D. Se o bordo de D tem conteúdo nulo então f é integrável em D. A prova desse resultado pode ser encontrada no Apêndice 2 de [G]. Para ver um pouco mais sobre essa teoria veja o texto Funções Integráveis - teoria.
Cristina Cerri - 2010

www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm

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Funções Integráveis - teoria

Funções Integráveis - teoria
Já sabemos que temos funções que não são integráveis. Será que existe alguma caracterização das funções integráveis? Seja D um subconjunto limitado do plano. E seja o sólido . Como temos altura constante é razoável pensar que o volume de S é igual a área de D, pois espera-se que V(S) = 1.A(D). Mas a integral dupla de f(x,y) = 1 sobre D é, caso exista, o volume deste sólido. Dizemos que D tem área se f(x,y) = 1 é integrável em D e define-se a área de D por Lembre que para definir a integral de f sobre D defininimos uma função F como sendo f em D e 0 em RD onde é um retângulo qualquer. Então nesse caso F é 1 em D e 0 em R-D. A descontinuidade de F ocorre na fronteira, ou bordo, de D. Para que tenhamos F integrável será preciso que o bordo de D não atrapalhe, seja "desprezível". O bordo ou fronteira de um subconjunto D, que é denotado por ∂D, é o conjuntos dos pontos (x,y) tais que qualquer retângulo (ou disco) centrada em (x,y) contém pontos de D e do complementar de D. As regiões que nos interessam são as regiões cujo bordo tem conteúdo nulo. Formalmente, um conjunto A tem conteúdo nulo se para todo ε > 0 εξιστεµ ρετ®νγυλοσ Ρ 1 , Ρ 2,..., Rn cuja união contem A e que a soma das suas áreas é menor que ε.. As regiões que nos interessam são as regiões que tem área, As regiões que tem área são aquelas que o bordo tem conteúdo nulo. Note que felizmente os retângulos tem área. Pode parecer estranha mas existem regiões do plano que não tem área. Por exemplo, se D = Q x Q em [0,1]x[0,1] seu bordo é todo o quadrado [0,1]x[0,1]. Estranho, não é? Mas isso acontece pois perto de todo o par de números racionais tem sempre pares de racionais e de irracionais. Então a função constante 1 em D não é integrável. (Veja o texto Funções integráveis e nãointegráveis.) O problema aqui é com o conjunto D . Queremos evitar isso e tratar de conjuntos D “bem comportados”, ou seja, que tenham área. Assim afirmamos que D tem área se, e somente se, ∂D tem conteúdo nulo. Conjuntos de área nula representam papel importante na Teoria de Integração. Esses são conjuntos que não interferem na integração. TEOREMA. Seja uma região D com área e limitada do plano e seja f uma função limitada em D. Se f é contínua, exceto num conjunto de área nula, então f é integrável em D. O resultado acima vale em contextos mais gerais e não apenas para funções de duas variáveis. Foi o matemático Henri Lebesgue (1875-1941) que estabeleceu a conexão entre a integrabilidade segundo Riemann e o conjunto dos pontos de descontinuidade da função. Resumidamente, Lebesgue provou que uma condição necessária e suficiente para que uma função seja Riemann integrável é que o conjunto dos pontos de descontinuidade tem área (ou medida) nula. Ele criou toda uma teoria nova para integração, que hoje leva seu nome: integral de Lebesgue.
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-1-intdupla-integraveis.htm 2/3

Mais explicitamente são regiões do tipo onde g1 e g2 são funções contínuas em [a.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.d] www.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Cálculo de Integrais Duplas Depois de definida a Integral Dupla sobre Regiões planas D temos que saber como calculá-la.usp. Sabemos que se f é contínua em D e se o bordo da região D tem conteúdo nulo então f é integrável em D.d].b].b]. Mais explicitamente.htm 2/3 . Graficamente: Nesse caso D é limitada e se tomamos um retângulo R=[a. são regiões do tipo onde h1 e h2 são funções contínuas em [c.ime.b]x[c. Região do Tipo I: região do plano entre gráficos de funções contínuas de x definidas num intervalo [a. Mas afinal quais regiões são desse tipo e como calcular a integral dupla nessas regiões? Vamos ver dois tipos de regiões cujo calculo da integral dupla pode ser feito.d] que contém D então Região do Tipo II: região plano entre gráficos de funções contínuas de y definidas em [c.

2010.ime.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.htm 3/3 .20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Também podemos calcular a integral dupla fazendo Cristina Cerri .usp. www.

Calcular a onde é a região limitada pelas parábolas = 2 2 e = 1 + 2 . 2. Calcule . Encontre o volume do sólido que fica abaixo do parabolóide = 2 + 2 e acima da região no plano pelas superfícies = 2 e = 2 . Temos neste caso a região de integração (no plano )é e delimitada e o volume é dado pela integral dupla de ( ) = 2 + 2 logo 3.htm 1/2 .Exemplos 1.Exemplos Cálculo de Integrais Duplas .20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas . Se tentarmos calcular da forma que a integral aparece teremos problemas.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. Mas a integral acima é igual a integral dupla de ( ) sen( 2) em www.

4 de [BCHS]. Dica: O livro de J. Consulte pois para um melhor aproveitamento visualizar os gráficos e as regiões de integração é fundamental.Exemplos Desenhe a região e perceba que também podemos escrevê-la na forma Então. 2010 www. Stewart [S] traz muitos exercícios resolvidos e muitos gráficos e figuras.htm 2/2 .Pratique fazendo exercícios do livro [S] e da Lista 1.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas .ime.3 de [S] e III.usp. Use para isso programas gráficos como Winplot . Explore mais exemplos clicando aqui. Leia a teoria e veja mais exemplos em 15.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. usando o Teorema de Fubini.

Se f e g são funções integrais em D.1] . se (x.5]x[0.1] e f(x.html 2/2 .y) = 2.y) = 1.5]x[0. que são regiões limitadas do plano.3]x[0. Suponha que f(x.ime. e c é constante então Uma outra propriedade muito útil para o cálculo de integrais duplas é a seguinte.1].y) pertence a [3.propriedades Integrais Duplas .usp.Propriedades As seguintes propriedades básicas são válidas para integrais duplas.y ) : 0 ≤ y ≤ 1} que tem área nula no plano. Proposição. Proposição. Claramente essa função não é contínua em R = [0. Se D1 ∩ D2 tem área nula então f é integrável em D1 U D2 e vale Por exemplo.2010 www. se (x. mas é descontínua apenas no conjunto {( 3. seja f(x.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-8-intdupla-propriedades.y) pertence a [0. região limitada do plano e com área.20/04/12 Integrais Duplas .y) seja integrável em D1 e em D2 . Então f é integrável em R e Cristina Cerri .

20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares Nas integrais de funções de uma variável real muitas vezes uma mudança de variável conveniente permite seu cálculo mais facilmente. Nesse caso temos que fazer mudanças do sistema de coordenadas Oxy para outro sistemas de coordenadas Ouv. Como a integral dupla é o limite das somas de Riemann vamos avaliar a soma para uma partição qualquer de D. Para integrais duplas também é possível fazer mudanças de variáveis. A fórmula nesse caso é onde g (c) = a e g (d) = b .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-intdupla-mudapolares.usp. Sabemos que x = x(r. E como fica a integral dupla quando mudamos de coordenadas? O que irá substituir o fator “g'(u) du” nesse caso? Antes de tratar do caso geral veremos como fica a integral dupla quando mudamos do sistema de coordenadas cartesianos Oxy para o sistemas de coordenadas polares Orθ.y) e θ é o ângulo formado pelo segmento OP e o eixo Ox no sentido anti-horário. Atenção: nunca se esqueça de multiplicar pelo fator r ! Para ver mais exemplos clique aqui! Cristina Cerri .ime. É comum escrevermos que “dx = g'(u) du”.2010 www. Suponha que f(x. Para cada retângulo da partição sua área é aproximadamente a área de um setor circular.θ) = r sen(θ). Mas a área de um setor circular pode ser calculada usando as variações de r e de θ .θ) = r cos(θ) e y = y(r. onde r representa a distância do ponto P de coordenadas (x.y) é integrável numa região D do plano Oxy. (Veja o texto sobre Coordenadas Polares ) Logo Fazendo o limite temos que onde Dxy denota a região D descrita em coordenadas cartesianas Oxy e Drθ denota a região descrita em coordenadas polares. sendo g estritamente crescente.html 2/2 .

a variação do ângulo é de −π/2 a π/2.20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares .θ) = r cos(θ) e y(r.ime. Mudando para coordenadas polares a região D passa a ser pois substituindo x(r. Região em coordenadas cartesianas Região em coordenadas polares www. Então onde E então nas coordenadas cartesianas Não é uma integral muito simples. logo na circunferência r = 2cos(θ). Como θ é o ângulo entre o segmento do ponto a origem e o eixo x.Exemplos Exemplo 1.θ) = r sen(θ) na equação x 2 + y2 = 2x temos que r2 = 2 r cos(θ).html 2/3 .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex. acima do plano xy e dentro do cilindro x2 + y2 = 2x. Queremos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = x2 + y2 .Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares .usp.

ime. acima do plano xy e dentro do cilindro x 2 + y2 = 1. Desejamos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = 4 . A região D pode ser facilmente descrita em coordenadas polares.usp.html 3/3 .Exemplos E então Exemplo 2.θ) = r sen(θ) então o disco pode ser representado por Portanto Exemplo A3.2010 www.20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares . Assim usando que x = x(r. Explore! Cristina Cerri .y2 . Logo onde D é o Então Contudo o cálculo dessa integral é elaborado.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex.θ) = r cos(θ) e y = y(r. Se a função então está definida na regão Clique e veja a região acima para diferentes raios.x 2 . Sabemos que disco de centro (0.0) e raio 1.

v)) onde x(u. passaremos a ter um retângulo paralelo aos eixos e assim a integração ficará mais simples. u = x + y e v = y . Seja Dxy a região limitada pelas retas x + y = 4 . Note que uma reta y + x = a no plano Oxy corresponde a reta u = a no plano Ouv e que uma reta y . mas a área de Dxy é 1.x = 1. fazer uma mudança de variável de integração.x = b no plano Oxy corresponde a reta v = b no plano Ouv.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Caso Geral Para o cálculo de funções de uma variável temos que. Para calcularmos uma integral dupla teremos que levar isso em conta.html 1/2 . Se queremos calcular a integral onde D = Dxy diretamente com as variáveis x e y vamos ter algum trabalho.3].3] (verde). Como A(Dxy) = A(Duv)/2 www.x. Quando fazemos isso temos que fazer uma "correção" e multiplicar pela derivada: No cálculo de integrais duplas também precisamos as vezes mudar de variáveis.4]x[1.v).y(u.ime. Note que as áreas dos retângulos são diferentes!!! Veja que a área de Duv é 2.x = 3 e y .v)/2 e y = (u + v)/2 transformamos Dxy em Duv = [3. Uma mudança de coordenadas em R2 é uma transformação ϕ contínua e injetora no interior da região. Esta transformação não preserva áreas. ou x = (u . Entretanto se rodamos a figura. ou seja.v) = (x(u. Note que todo retângulo de lados paralelos aos eixos Ou e Ov se transforma pela ϕ em outro retângulo e que A(Dxy) = A(Duv)/2. Com esta aplicação transformamos o retângulo Dxy (amarelo) no retângulo Duv = [3.usp.v)=(u + v)/2. às vezes.v) = (u .v).v) = (x(u.v)).4]x[1. ou seja.y(u. Seja ϕ(u. x + y = 3. mas há uma relação entre elas. y . fazemos uma mudança de variáveis. Escrevemos ϕ(u. Se u = x + y e v = y .v)/2 e y(u.x . Assim para funções de duas variáveis devemos ter uma fórmula do tipo O que viria no lugar do ?????? ? Antes de dar a fórmula vamos ver um exemplo de mudança de variável.

9 de [S] e III.y(u.θ) = r sen(θ) são úteis e de grande importância. Logo Agora é com você: calcule a integral! Mais exemplos e muito mais você verá em Mudança de Variáveis em Integrais Duplas - Exemplos Como você deve se lembrar. Em geral dada uma mudança de variáveis o fator de correção da área não é constante. as coordenadas polares x(r. Se f é contínua em Dxy então Note que na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Voltando ao exemplo e calculando o Jacobiano temos Jϕ(u.usp.θ) = r cos(θ) e y(r.v) = (x(u.v)) do plano o Jacobiano é O que vale é o seguinte resultado: TEOREMA.v)= 1/2 . Referências: 15. cujo Jacobiano é r.v) = (x(u.html 2/2 .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar. Cristina Cerri -2010 www.v) não é nulo o interior de Duv.y(u.v).v)). Várias integrais duplas ficam mais fáceis de serem calculadas se usamos a mudança de coordenadas polares. Suponha que ϕ é injetora e Jϕ(u. Em geral.v).2 de [G].20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mas esse foi um caso muito particular.5 e IV. Seja Duv subconjunto de Ω limitado. e Dxy = ϕ(Duv).5 de [BCHS] ou 4. Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R2 em R2 de classe C1 onde ϕ(u.ime. com bordo de conteúdo nulo também em Ω. dada uma transformação ϕ(u. Esse fator é o Jacobiano da transformação.

podemos. Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. fazer uma mudança de variável do tipo polar.Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Exemplos Vimos que nas condições do enunciado do Teorema a fórmula de mudança de variáveis é Vejamos alguns exemplos: Exemplo 1.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas .usp.html 2/2 . Exemplo 3. Solução.2010 www.θ) = r cos(θ) + p e y(r.θ) = a r cos(θ) e y(r. ou seja. fazer uma mudança de variável do tipo polar. Portanto fazendo a mudança de variável Então não nulo no interior.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-1-intdupla-mudavar-ex. que é a região interior a uma elipse. podemos. para facilitar. Verifique que nesse caso o Jacobiano é abr.y) : x 2/a2 + y2 /b2 ≤ 1 }. Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. onde D é a região interior a elipse . x(r. Determine o volume do sólido limitada pelas superfícies: 0. Note que desejamos calcular o volume do sólido dado por . Portanto e o Jacobiano é . Compondo essas transformações podemos resolver o seguinte exercício (extraído da prova de 1999). tal que x/a = r cos(θ) e y/b = r sen(θ). que é a região interior a circunferência de raio a.ime.y) : (x-p)2 + (y-q)2 ≤ a2 }. Verifique que nesse caso o Jacobiano é também r. ou seja. com a. b > 0. . Exemplo 2. z = x 2 + y2 e z = Mas isso pode ser feito com integrais duplas. tal que x-p = r cos(θ) e y-q = r sen(θ).θ) = r sen(θ) + q . para facilitar. Cristina Cerri . com a > 0.θ) = b r sen(θ) . x(r.

html 1/2 . Cálculo de volume.ime. e região então o volume da entre os gráficos de f e g é dado por 2. Momento de inércia O momento de inércia de uma partícula de massa m com relação a uma reta é dado por md2 onde d é a distância da partícula a esta reta. com área.y).+mk . com bordo de conteúdo nulo..y) é uma função contínua positiva em D que representa a densidade superficial de massa. Fazendo também a analogia com um sistema finito de partículas temos que o centro de massa da lâmina é o ponto onde 2. Se criamos um "prisma" B de base D e altura 1 é esperado que o volume de B seja area da base vezes a altura. com densidade pontual de massa dada por uma funçao contínua positiva ρ(x.y) de D”. Pensando assim faz sentido definir a massa de D como sendo já que ρ(x. então a massa total de D deve ser “a soma das massas em cada ponto (x. região limitada do plano Oxy. por exemplo. Então 3. Logo devemos ter Vol(B) = Area (D) x 1. Algumas outras aplicações apresentamos aqui... 1. com bordo de conteúdo nulo. é a soma m = m1+m2+. região limitada do plano Oxy com área.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica. Dada f e g são contínuas em D. Massa e Centro de Massa Recordamos que a massa total de um sistema de k partículas cuja massa de cada partícula é mi ..y) dA pode ser interpretado como a massa do elemento de área dA. porém ainda mais podem ser encontradas em física. biologia.. i = 1. O cálculo de volume. Considere uma lâmina ou placa fina plana (sem volume) cujo formato é uma região D. Se ρ(x.usp.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla Aplicações da Integral Dupla Algumas aplicações das Integrais Duplas já foram discutidas.k. Área de uma região plana Seja D uma região limitada do plano Oxy. temos as seguintes definições: O momento de inércia com relação ao eixo x é www. foi inclusive motivação para a definição dessas integrais. região limitada do plano Oxy. Estendendo esse conceito a uma placa de formato D. ecomonia etc. que é 1..

y) portanto a densidade ρ(x.E Logo o centro de massa é o ponto (0. Leia mais e veja mais exemplos em III.html 2/2 .6 de [BCHS] e 15.y) é ao centro (origem) é para alguma constante K. Localize-o no desenho. (4a)/2π). A distância de (x. Encontre o centro de massa da placa.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica. Cristina Cerri -2010 www.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla O momento de inércia com relação ao eixo y é O momento de inércia polar (ou com relação à origem) é definido por Um exemplo.5 de [S] e faça exercícios da Lista 1.(3a)/2π).ime.usp. Vamos colocar a placa na parte superior do circulo de raio a. Observação: se a densidade for constante então o centro de massa será o ponto (0. Calculemos primeiramente a massa M Como a região é simétrica com relação ao eixo y temos que . A densidade de cada ponto de uma placa semicircular é proporcional a distância ao centro do círculo.

.b] .y. se o limite existir. isto é. zi) de Pi . Como estes Pi são pequenos podemos dizer que a massa de Pi é aproximadamente ρ(x i ..d]×[p..V(Pi) . quando as dimensões de Pi vão para zero. zi). e é o mesmo para qualquer escolha de (xi . dividindo os intervalos [a.y.z) em R. Assim é natural pensarmos que a Massa Total de P deve ser o LIMITE destas somas.b]×[c. Num sestema de coordenadas Oxyz o paralelepípedo P é o produto cartesiano de segmentos [a..ime. Pn .20/04/12 Integrais Triplas Integrais Triplas em Paralelepípedos Definição Vamos agora considerar funções de três variáveis . ou seja.. [c. zi) em P.. Se tivessemos um conjuto de Pi parelelepípedos. mas podemos definir uma integral. definida em P. Para cada i =1. ou seja. contínua e positiva. Intuitivamente a aproximação deve melhorar quanto menores forem os retângulos Pi .z) de um subconjunto do R3 associa-se um valor f(x. Seja P um paralelepípedo feito de um material com densidade de massa constante ρ. f é uma função que a cada terna (x. Já não podemos visualizar o gráfico desse tipo de função pois é um subconjunto do R4. Podemos generalizar e temos assim a seguinte definição DEFINIÇÃO: Seja f uma função definida em P.q] . Agora suponha que o paralelepípedo P não é feito de um material com densidade de massa constante .y. A integral tripla de f sobre P é se tal limite existe. e a densidade pontual de massa é uma função ρ(x..z).q]. Isto é.html 1/2 .V(Pi) . i = 1. yi .. yi . Particione P em pequenos paralelepípedos P1 . Como calcular sua massa total? Vamos tentar obter esse valor por aproximações. Portanto a massa de P é aproximadamente a soma das massas de cada Pi Como no caso das funções de duas variáveis.V(P). yi . estas somas são conhecidas como Somas de Riemann.. que será a integral tripla de f.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def. a massa total deve ser onde d(Pi) denota a diagonal de Pi. Então a massa total de P é ρ.. Neste caso se diz que www.. P2 .usp. Vamos motivar a definição usando o cálculo de massa de um paralelepídedo.n escolha um ponto (x i .n com densidade de massa ρi então Massa Total é a soma das massas Mi = ρi .d] e [p. onde V(P) denota o volume de P. Suponha que a densidade de massa depende de cada ponto de P .

html 2/2 .20/04/12 Integrais Triplas f é integrável em P.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def.usp. É claro que os domínios das funções não são sempre paralelepípedos. Também veremos como definir e calcular a integral tripla em diferentes regiões do espaço. Como no caso de integrais duplas existem funções que não são integráveis. Veja aqui um exemplo.z) for uma função contínua e positiva e representar a densidade de massa de cada ponto (x. se f(x. que podem ser feitas em qualquer ordem.z) de P. Veja como nos próximos textos da disciplina.ime. Contudo as funções "bem comportadas" são integráveis. Mas como calcular integrais triplas? Usaremos também as integrais iteradas.y.2010 www. a massa total de P deverá ser a integral tripla acima (caso existir). Temos que TEOREMA Se f é contínua em P então f é integrável em P. As mesmas propriedades operatórias que valem para integrais duplas valem para integrais triplas. Portanto. Cristina Cerri . existem funções que não são integráveis. Propriedades: Se f e g são funções integráveis em P então sempre que Como no caso de integrais duplas.y.

Basta calcular a soma de Riemann para convenientes escolhas de (x i .) Um resultado útil: Usando a definição pode-se mostrar que se é uma função integrável em é limitada em .1].ime.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Exemplos de funções não-integráveis Existem funções de três variáveis que não são integráveis.z) = 1.y.4 de [BCHS]. Cristina Cerri . yi.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-1-inttripla-naointegra. então Como para funções de duas variáveis o resultado acima é útil para encontrar exemplos. Se uma função não é limitada em então ela não é integrável em .1]X[0.1]x[0. Desafio: encontre um exemplo de função não é limitada em [0.html 1/1 . isto é. e assim você terá um exemplo de função não integrável.2010 www. se x. y e z são racionais e 0 caso contrário. Portanto o limite não existe. zi ) que teremos somas com valor 1 e outras que valem 0.1]x[0. (Lembre-se do exemplo que demos para integrais duplas.1]x[0. Para a demonstração veja Teorema IV.1] (cubo de lado 1) da seguinte forma: f(x.1.usp. Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R=[0. existe M > 0 tal que | ( )| < M. para todo ( ) em .

Estes são os tais conjuntos de conteúdo nulo.y.y.y.usp. As mesmas propriedades válidas para integrais duplas são também válidas para integrais triplas (veja Integrais Duplas sobre Regiões). Se g é uma função contínua e limitada em D. existem paralelepípedos P1 . Por isso trabalharemos com regiões S cujo bordo é formado por gráficos de funções contínuas. PROPOSIÇÃO. e seja f(x.U Pn e a soma dos volumes Temos então o seguinte resultado.. . ou seja. de arestas paralelas aos planos coordenados. como F é nula nos pontos de P-S.y. não pode ter volume em R3.y.. . Formalmente um conjunto A tem conteúdo nulo. P2 . Defina F(x. com bordo de conteúdo nulo. Como no caso das integrais duplas. www. Logo para existir a integral esse bordo deve ser "magrinho". um segmento de reta ou um pedaço de plano são conjuntos com volume nulo. Vamos destacar alguns tipos dessas regiões que aparecem com mais frequência. Dizemos que f é integrável em S. Note que se f é contínua em S a função F definida acima será descontínua num conjunto que contém o bordo de S. se dado ε > 0 arbitrário. a integrabilidade da f pode ser garantida quando f é contínua em S e a região S é de um tipo especial. TEOREMA. Seja D um subconjunto limitado do plano. isto é. Como fizemos para integrais duplas vamos definir a integral tripla de f em S usando a integral tripla de uma função auxiliar F(x. Contudo.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões Integrais Triplas sobre Regiões Considere uma região limitada S do R3.y.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao.z) uma função definida em S. Por exemplo.z) sobre S como sendo .z) = f(x. se F é integrável em P e definimos a integral tripla de f(x.z) em S e F(x.html 1/2 . assim como para funções de duas variáveis. mas não em S. S está contida num paralelepípedo P. O próximo resultado nos dá varios exemplos de conjuntos desse tipo. Superfícies parametrizadas também são exemplos de conjuntos de volume nulo... tais que A está contido na união P1 U P2 U . então seu gráfico é um subconjunto de conteúdo nulo no R3.ime. Pn . a definição acima não depende da escolha do paralelepípedo P.z) em P.z) = 0 nos pontos que estão em P. Como você sabe existem funções que não são integráveis.

ime. (exercício: faça um desenho deste tipo de região). Um exemplo: 2. São regiões do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D.html 2/2 . Cristina Cerri . São regiões do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. Regiões Tipo II.2010 www. Observação importante: O bordo de S é contituído da união dos dois gráficos e das superfícoes que constituem as "laterias" pois S é um sólido no espaço. Região do Tipo I.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões 1. Um exemplo: 3. Veja no texto sobre Cálculo de Integrais Triplas como calcular integrais deste tipo. São regiões do espaço da forma onde u1 e u2 são funções contínuas em D.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao. Região Tipo III.usp.

2010 www.2] × [0.ime. onde P é o cubo de arestas os segmentos [0. II e III? Veja clicando aqui.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas Cálculo de Integrais Triplas Como calcular integrais triplas? Como no caso de Integrais Duplas.html 1/1 . E como podemos calcular a integral tripla em regiões dos tipos I. Só que neste caso como temos três variáveis teremos 6 combinações possíveis.y e z é . se f está definida num paralalelepípedo temos as integrais iteradas. Cristina Cerri .y.b]×[c.y. Este resultado também é devido a Fubini.1] nos eixos x.z) = xyz2 então Exemplo 2: A integral tripla da função f(x. E como antes não importa a ordem que fazemos o cálculo.1]× [-1.z) = x sen(y+z) em P.usp. Se f é uma função integrável em P = [a.q] então Exemplo 1: Se P = [0. Teorema de Fubini.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-inttripla-calculo.d]×[p.3] e f(x.

Regiões Tipo II.ime. podemos ter dois tipos de integração. Seja S do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D ( D é a projeção de S no plano yz) e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. Também nesse caso E pode-se ter dois tipos de integração. www. 1. e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. dependendo da região D podemos ter ou 2. Então Assim usando integração iterada. dependendo da forma da região D.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao.usp. Região Tipo I.html 1/3 . Seja S do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. dependendo da forma da região D. Regiões Tipo III. ou 3. Seja S do tipo onde u1 e u2 são funções contínuas em D (D é a projeção de S no plano xy). II ou III. Vamos ver como fica a integral tripla no caso de S ser do tipo I.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Como no caso de integrias duplas para calcular integrais triplas usamos as integrais iteradas e o Teorema de Fubini. Então Da mesma forma que antes.

html 2/3 .y) está nesta região D então E assim Entretanto a integral que temos que calcular é um pouco complicada (vai ter que fazer mudança de variável). Lembre sempre que S é o sólido “cheio”.z) = 4.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. Projetando S no plano xz temos um disco D de raio 2 e centro na origem (pois encontramos a intersecção fazendo x 2 + z2 = 4). www. Vamos tentar escapar disto vendo S de outra maneira. Para (x.usp.ime. Pode-se descrever esta região de várias formas. Projetando S no plano xy temos a região D limitada pela parábola y = x 2 (z = 0) e a reta y = 4.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões ou Melhor mesmo é ver um exemplo.z) em D temos que y varia entre v 1(x. Exemplo.z) = x 2 + z2 e v 2(x. onde S é a região limitada pela parábola y = x 2 + z2 e pelo plano y = E se (x. Calcule 4.

20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Então fazendo a mudança para coordenadas polares temos Importante: Na integração dupla ou tripla cada vez que se integra com relação a uma determinada variável ela deve "desaparecer".html 3/3 .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao.usp.ime. e o que sobra é apenas função das variáveis restantes. O resultado de integração dupla ou tripla é sempre um número. Crisitna Cerri-2010 www. pois estamos fazendo uma integral definida.

ϕ(u.2] × [0. z(x.v.z = 2. x . Se f é contínua em Dxy então onde Dxyz é a região de integração descrita nas variáveis x. Por exemplo. Calcule para D limitada por: x + y + z = 1.y. v = x + y . v . a mesma região descrita com as variávies u.w) não é nulo o interior de Duvw.v.20/04/12 Mudança de Variável Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Como nas integrais duplas.v.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar. x + y .w .w)). O Jacobiano de ϕ é Numa transformação o volume de sólidos nem sempre é presenvado.2] × [1.y.html 1/2 . Vale o seguinte TEOREMA.y . Note que D é uma região limitada por planos. u .v e w .w). Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R3 em R3 de classe C1 onde ϕ(u. Solição. podemos fazer mudança de variáveis em integrais triplas para facilitar os cálculos. e Dxyz = ϕ(Duvw).w) = (x(u. Duvw. Atenção: na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Exemplo.w). com bordo de conteúdo nulo também em Ω.usp.v. Uma mudança de coordenadas em R3 é uma transformação ϕ de um aberto do R3 em R3 . x + y + z = 2.y e z. Por isso quando fazemos uma mudança de variáveis temos que fazer uma correção para manter a ingualdade na integração.w)) = (u + w. z(x. www. Suponha que ϕ é injetora e o Jacobiano Jϕ(u.y . Fazendo u = x + y + z.y .z = 1.z e w = x . y(u. y(u.v. x + y .v ) é uma mudança de coordenadas.2] no sistema de coordenadas Ouvw. que é contínua e injetora.z transformamos a região D no paralelepípedo [1.z = 2.w).v. x . w) = (x(u. Seja Duvw subconjunto de Ω limitado.v.w).ime.z = 0.

2010 www.5 de [BCHS]. Veja em outros textos detalhes sobre essas mudanças de coordenadas .html 2/2 .ime.usp.9 de [S] e III. Cristina Cerri .20/04/12 Mudança de Variável Então Como usamos o módulo do Jacobiano temos As mudanças de variáveis mais comuns são as mudanças por coordenadas cilíndricas e coordenadas esféricas. Leia mais em 15.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.5 e IV.

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Cilíndricas
Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas (x,y,z), mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas cilíndricas. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas (x,y,z) , podemos descrever (x,y) em coordenadas polares, no plano Oxy. Então temos uma terna (r, θ, z) onde x = r cos θ e y = r sen θ e z = z.

Para obter todos os ponto do espaço basta variar θ entre 0 e 2π, tomar r real positivo e z qualquer número real. Nesse caso, se fazemos essa mudança de variáveis, como Jϕ (r,θ, z) = r (verifique! ) então da fórmula geral de mudança de variável em integral tripla temos

Exemplo 1: Calcule 2.

onde S é a região interior ao cone z2 = x 2 + y2 para z entre 0 e

Note que

www.ime.usp.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-5-inttripla-cilindrica.html

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

onde D é o disco de centro 0 e raio 2. Em coordenadas cilíndricas temos

Exemplo 2 (questão da 1ª prova de 2000). Seja D a região do espaço interior ao cilindro x2 + y2 = 16 e exterior ao cilindro x2 + y2 - 4x = 0 , compreendida entre os planos z = 0 e z = y + 6. Calcule

Solução: A região D é

Para calcular a integral percebemos que a região D é mais facilmente descrita em coordenadas cilindricas. Contudo temos que separá-la em duas regiões. Considere D1 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro maior e D2 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro menor. Usando coordenadas cilíndricas temos as seguintes parametrizações (em r, θ , z)

Então

=0

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Portanto

OBS: O nome coordenadas cilindricas vem do fato de que um retângulo em 0rθ z é transformado em um setor de cilindro. Verifique que se 0 < r < a, 0 < θ < 2π e 0 < z < b , então temos um cilindro de raio a e altura h.

Não esqueça: na mudança de coordenadas cilíndricas o Jacobiano é r.
Cristina Cerri-2010

www.ime.usp.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-5-inttripla-cilindrica.html

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π]×[0.θ. mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas esféricas.Coordenadas Esfericas Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Esféricas Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas ( ).20/04/12 Integrais Triplas . θ variando de 0 a 2π e φ de 0 a π. no caso geral temos que No caso de coordenadas esféricas temos que o Jacobiano é ρ 2 senφ .. onde ρ é o comprimento do segmento OP. Para representar todos os pontos fazemos ρ qualquer real positivo. Note que no sistema de coordenadas cartesianas uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0. Note que um retângulo no sistema Ορθφ se transforma num setor esférico em . www.html 1/2 .usp. θ . Um ponto P do espaço pode ser escrito tanto em coordenadas cartesianas ( ) como em coordenadas esféricas (ρ. podemos descrever ( . Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas ( ) . φ é o ângulo que este forma com o eixo e θ representa o ângulo que a projeção de OP forma com o eixo . Por isso essas coordenadas são chamadas de esféricas. Se queremos calcular uma integral tripla sobre uma região que é mais facilmente descrita em coordenadas esféricas devemos fazer uma mudança de variável. Então x = ρ senφ cosθ y = ρ senφ senθ z = ρ cosφ .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica.a]×[0. Como vimos.2π].ime.z) usando variáveis ρ . φ . φ) .

ime. Vamos particionar o domínio em pequenos setores esféricos. já que o volume por esta mudança não é preservado. Logo o volume não é preservado através da mudança de coordenadas esféricas.π]×[0. Gostariamos de estabelecer alguma relação entre o volume de um “pedaço” da esfera.2010 www. . Veja exemplos e aplicações clicando aqui. onde Considerando que ∆ρ ∆φ ∆θ são as variações das respectivas coordenadas e supondo que são pequenos temos que o volume da região é aproximadamente ρ2 senφ∆ρ∆θ∆φ (e não apenas ∆ρ∆θ∆φ).Coordenadas Esfericas E então Como no caso das integrais duplas o Jacobiano fará a correçào necessária para manter a igualdade das integrais.20/04/12 Integrais Triplas .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica. Uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0.html 2/2 . Quando definimos integral fizemos partições do domínio de integração.a]×[0. mas o volume do paralelepípedo é 2π 2 a . Sabemos que o volume da esfera é 4πa3/3. Portanto é razoável que este seja o fator de correção quando se passa de coordenadas cartesianas para esféricas numa integração.2π].usp.

Solução: A equação 2 + 2 + 2 = 2 em polares fica ρ= 2cosφ.0.20/04/12 Coordenadas Esfericas .1) e raio 1). com positivo. (questão da 1ª prova de 2000) Seja z2 = 4 e pelos planos y = 0 e Solução: .br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos. Calcule sendo S a região interior ao cone 2 = 2 + 2 . Então nossa região que é o interior do “sorvete” é Logo Exemplo 2. e limitada pela esfera 2 + 2 + 2 = 2 (esfera de centro (0. A intersecção do cone com a esfera é quando z = 1 e x2 + y2 = 1.Exemplos Integrais Triplas em Coordenadas Esféricas Exemplos Exemplo 1.ime. Calcule a região do primeiro octante limitada pela esfera x2 + y2 + www.html 1/2 .usp. O ângulo φ varia de 0 até o encontro da esfera com o cone que é quando z = 1 e daí temos que o ângulo φ é π/4.

usp.br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos.html 2/2 .ime.2010 www.20/04/12 Coordenadas Esfericas . .Exemplos Em coordenadas esféricas a parametrização de é Portanto Não se esqueça o Jacobiano é ρ2 senφ nas mudança para coordenadas esféricas.

e se então ou seja como já tinhamos anteriormente. respectivamente são Exercício: Seja S o sólido limitado pela "calha" x = y2 e pelos planos x = z. z = 0 e x = 1.y. então a massa coincide com o volume de S.html 1/2 . y e z . Centro de Massa De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular o centro de massa de sólidos usando integrais triplas. As fórmulas de cada momento de inércia em relação aos eixos x.y.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas Aplicações de Integrais Triplas 1. que é definido por Note que em particular se D é uma região plana com bordo de conteúdo nulo e se f (x. Então a massa de S é definida por Se a densidade é constantemente 1.z) positiva e contínua em S. II ou III. e tal que a densidade de massa do material é uma função ρ(x.usp. Se S é como antes e ρ(x. Momento de Inércia Também podemos definir os momentos de inércia de um sólido S com relação aos eixos coordenados. 2. Considere um sólido S que pode ser descrito como uma região S limitada do R3 cujo bordo tem conteúdo nulo (do Tipo I.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica.ime. Massa e Volume De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular a massa de sólidos usando integrais triplas. por exemplo).z) é uma função positiva e contínua em S que representa a densidade do material então o centro de massa de S é um ponto de coordenadas onde 3.y) é uma funçào contínua e positiva em D. www.

html 2/2 .z) = k) a massa de S será simplesmente k. Como a região e a função ρ(x. Cristina Cerri .7 de [S] e IV.z) são simétricas com relação ao plano xz então a segunda coordenada do centro de massa é 0.y.ime.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas (a) Calcule o volume de S (b) Encontre o centro de massa de S considerando que a densidade é constante. Calculado as outras temos que que não dependem de k.2010 www.V(S).y. Solução: A região S é Projetando S no plano xy temos a região Então (a) O volume de S é (b) Como a densidade é constante k em S (isto é.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica. E faça os exercícios da Lista 1.6 de [BCHS]. ρ(x.usp. OBS: Veja mais sobre isso em 15.

Nesse caso. γ '(t) = (x'(t). onde t varia de 0 a 2π . a curva plana formada pelos pontos (x. Uma parametrização da curva dada pela intersecção do cilindro x 2 + y2 = 1 e o plano y + z = 2 é x(t) = cos(t) . Por exemplo.html 1/2 . y(t) e z(t) são as chamadas de parametrizações de γ. y(t) = sen(t) e z(t) = 2-sen(t) onde t varia de 0 a 2π. As funções x(t). se x(t). Uma curva pode ter várias parametrizações. Então para cada valor de t em I temos vetores γ(t) = (x(t). γ(t) = (x(t).y(t) e z(t) são contínuas.20/04/12 Curvas Curvas Seja γ uma aplicação de um intervalo I da reta em R2 ou R3. z(t)). onde t pertence a I. z'(t)) é chamado de vetor tangente a curva no ponto γ(t). então dizemos que é lisa por partes.In e se a curva γ é contínua e lisa em cada intervalo Ik . Exemplos.y) tais que x 2 + y2 = 1 pode ser parametizada de várias maneiras: (1) x(t) = cos(t) e y(t) = sen(t). Se as funções x(t). A imagem de γ (traço de γ )...y(t).ime. (2) x(t) = sen(2t) . se γ' é contínua e se γ'(t) é diferente do vetor nulo no interior de I.y(t). dizemos que γ é contínua. 1. onde t varia de 0 a π .y(t)) ou γ(t) = (x(t).br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva. dizemos que γ é derivável. A curva dada por x(t) = t cos(t) . Nesse caso. z(t)) é a posição da partícula no instante t. 2. y'(t)..y(t)) ou γ(t) = (x(t). é chamado de curva. y(t) = t sen(t) e z(t) = t está contida no cone z2 = x 2 + y2 www. Se o intervalo I é união finita de intervalos I1 . I2 . Uma curva pode ser vista como a trajetória de uma partícula no plano ou no espaço num intervalo de tempo I. y(t) = cos(2t).y(t).y(t) e z(t) são deriváveis. Dizemos que uma curva é “lisa”. que é o conjunto dos pontos γ(t) = (x(t). z(t)).usp.

ime.usp.2010 www.html 2/2 .20/04/12 Curvas Cristina Cerri .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva.

Considere a função .y(t i)). A curva γ fica dividida em sub-arcos de comprimentos ∆s1. para todo t em [a. fazendo o limite para ∆t i vai a zero temos uma integral. t i] temos os correspondentes pontos na curva Pi = γ (x(t i)..ime. magnetismo etc. www.html 1/3 . o domínio D de f é um subconjunto do plano ou do espaço e a imagem de f é um subconjunto da reta real.b]). A diferença é que em vez de fazermos a integração sobre um intervalo faremos a integração sobre uma curva γ . Portanto para obter o comprimento da curva basta somar todos os comprimentos dos arcos.y(t)) está contido em D. . Suponha que o domínio D contém a curva γ (lembre que isto quer dizer que a imagem γ(t)=(x(t). Suponha que γ representa um arame fino com densidade de massa variável dada por uma função f positiva e contínua definida num aberto que contem o traço de γ . isto é. isto é. O comprimento da curva é então dado por Vamos generalizar. Vamos denotar por ∆si o comprimento de cada um desses arcos. n = 2 ou 3. Mas com arcos bem pequenos podemos dizer que . Vamos assumir que a curva é “lisa”. eletricidade. ∆sn .b]. ti] é o pedaço da curva (arco) que vai de Pi-1 a Pi .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. Vamos começar tomando uma curva γ(t) = (x(t).usp. Este tipo de integral foi desenvolvida no início do século 19 para resolver problemas envolvendo escoamento de fluidos. ∆s2. Esta integral é semelhante a integral de Riemann de funções que foi vista no Cálculo 1.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Integral de Linha de Campo Escalar Definiremos aqui a chamada Integral de Linha de uma função f a valores reais. que γ' é contínua e que γ'(t) é diferente do vetor nulo. Particionando o intervalo [a.y(t)) onde t pertence ao intervalo [a..b] em k subintervalos [t i -1 . Desejamos calcular a massa total do arame. A imagem do intervalo [ti -1 .

multiplicando pelos comprimentos do arco ∆si e somando tudo temos uma aproximação da massa total. Então a massa procurada deve ser esse limite (quando existir). www.ime. Note que a soma acima é tipo uma Soma de Riemann. mas apenas do formato da curva. assim lembrando que ou u Se f for uma função contínua o limite acima sempre existe. Mas o comprimento de um pequeno arco da curva é aproximadamente o tamanho do vetor tangente.usp. Mas seria estranho já que a massa total não deve depender na parametrização. Prove que a integral de linha não depende da parametrização de γ . Então a integral de linha de sobre γ é Se f representa a densidade de massa. Definição: A integral de linha de ao longo de γ é quando tal limite existe. ti] sejam de tamanho cada vez menores devemos melhorar a aproximação. Temos então a seguinte definição.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. Exercício importante: Aparentemente a definição acima depende da particular parametrização da curva. a integral acima nos dá a massa total do arame. Chamada de integral de linha de um campo escalar (que é a função ). Fazendo o limite para partições de forma que os intervalos [ti -1 .html 2/3 .20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Calculando f em Pi .

γn onde o ponto inicial de γι+1 coincide com o ponto final de γι . isto é. Clique aqui e veja exemplos e aplicações deste tipo de integral.html 3/3 . então definimos a integral de f ao longo de γ por Exercício. γ2 . Mostre que integrais de linha são iguais. se γ é a união finita de curvas lisas γ1 .2010 www. .20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Note que comprimento de uma curva é que uma integral de linha pois Se temos uma curva “lisa por partes”.. Denota-se por -γ a curva que tem os mesmo pontos de γ mas com orientação contrária..br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. Cristina Cerri .usp.ime.

b].20/04/12 Integral de Linha . Se a densidade linear é uma constante K. Se a densidade linear é uma função contínua δ(x.y) (ou δ(x.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex. determine a massa e o centro de massa do cabo.z)) a massa e o centro de massa do cabo podem ser calculadas. Seja um cabo que é dobrado na forma de um semi-círculo x 2 + y2 = 4 para x positivo.usp.html 1/2 .Exemplos e Aplicações Integral de Linha de Campo Escalar Exemplos e Aplicações Algumas Aplicações Considere um cabo delgado entortado em forma de uma curva γ de R2 (ou R3).y.ime. temos que: Massa: Centro de massa: www.y) = K. 2cos t ) então |γ'(t)| = 2.plano direito e é uma semicircunferência. O comprimento do cabo é o comprimento da curva γ e é a integral A massa do cabo M é O centro de massa do cabo é definido como sendo o ponto de coordenadas Alguns Exemplos 1.y(t)) é uma curva lisa onde t percorre o intervalo [a. Calcule . pois x é positivo. Solução: O traço da curva x 2 + y2 = 4 que nos dá o cabo está no semi. sendo a densidade constante ρ(x. Suponha que γ(t) = (x(t). Derivando temoso vetor tangente a curva γ : γ'(t) = (-2sen t . y(t) = sin t e z(t) = t 2. 2 sen t ) para t entre -π/2 e π/2. Portanto. para t entre 0 e 2 π . Parametrizando a curva temos γ(t) = (2cos t . Solução: onde γ é a hélice circular de equação x(t) = cos t .

Você deve estudar pelo livro ( por exemplo [S] ) e fazer os exercícios da Lista 2.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex. Mas cuidado: se a densidade não for constante isto pode não ocorrer. Portanto o centro de massa é.ime.2010 www.usp. Cristina Cerri . 0).html 2/2 . (π/4. OBS: Como a densidade é constante e a curva é simétrica com relação ao eixo x nem pecisariamos calcular para saber que o centro de massa do cabo estaria do eixo x. ATENÇÃO: Para aprender bem estes conceitos e obter um bom aproveitamento os textos na WEB acima não é suficiente.Exemplos e Aplicações Por simetria temos que a coordenada y do cntro de massa é 0 (verifique!). Apresentamos aqui apenas um resumo da teoria com alguns exercícios.20/04/12 Integral de Linha .

principalmente em Física. ou do R3. um vetor do R2. de uma região D . Este é um típico exemplo de um campo de vetores. um sentido e uma intensidade.ime. Ou escrevemos onde P. Um campo é dito contínuo se as funções P.2010 www. que tem intensidade.y). Q e R são funções de D em no conjunto dos numeros reais R.20/04/12 Campos Vetoriais Campos Vetoriais O "vento" possui uma direção.html 1/1 . Outro exemplo é um campo de força: a cada ponto associa-se um vetor "força". é uma função que associa a cada ponto (x. E de classe C1 se P. Em linguagem matemática um campo de vetores do R2 .y.Também pode-se calcular o divergente de um campo. Um tipo importante de campo é o campo gradiente e os campos conservativos.usp.z). obtendo-se uma função. São muitos os exemplos de campos vetoriais. Associado a um campo temos outro campo chamado de rotacional. direção e sentido. Clique em cada link e recorde. Q e R são C1.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-campos. ou (x. Podemos escrever onde P e Q são funções de D no conjunto dos numeros reais R. Assim uma boa representação do "vento" em cada instante e em cada ponto do espaço é um vetor. Q e R são contínuas. Cristina Cerri . ou do R3 .

ime.Campos Conservativos Dada uma função f de D subconjunto do R2 (ou R3) a valores em R (conjunto dos números reais) com derivadas parciais. onde r é a distância entre os objetos e g é a constante gravitacional.z)) de D associa-se o vetor ou .y. Um campo de vetores é chamado campo conservativo se ele é um campo gradiente de alguma função f.y.20/04/12 Campos gradientes O Campo Gradiente .y) (ou (x. chamado de campo gravitacional. ( verifique !) Para pensar: Todo campo é conservativo? Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os pontenciais de um campo conservativo? www. Nesta situação chamamos de f potencial de . se existe uma função f tal que . Este é um exemplo de campo conservativo pois é um potencial para . isto é.usp. Um exemplo: Da Lei de Gravitação de Newton a intensidade da força gravitacional entre dois objetos de massa M e m é F = mMg/r2. Se o objeto de massa m está no ponto (x.html 1/2 . o campo gradiente de f é o campo que a cada ponto (x.z) então a força gravitacional que está agindo em m é Temos aqui um exemplo importante de campo vetorial.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-1-gradiente. Vamos assumir que um objeto de massa M está localizado na origem de R3 (por exemplo M pode ser a massa da Terra e a origem seu centro). Obs: É comum e prática a notação com versão análoga para o caso R2 .

verifique que Cristina Cerri . tal que P. Um exercício: Tomando uma função f de classe C2 . então o rotacional de é .htm 1/1 .usp.ime. que é um campo de vetores defindo em D.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-2-rotacional.2010 www. Se então .20/04/12 Rotacional O Rotacional Dado um campo vetorial definido em D. Q e R possuam derivadas parciais em D. Simbolicamente podemos denotá-lo como um “produto vetorial” ou o determinante de uma "matriz": . subconjunto do R3 .

subconjunto do R2 . Analogamente.usp. isto é.20/04/12 Divergente O Divergente Dado um campo vetorial definido em D.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-3-divergente. verifique Cristina Cerri .2010 www. as funções P. Q e R .ime. então o divergente de .html 1/1 . Q e R são de classe C2 . Um exercício: Se que é um campo de classe C2 . é tal que P e Q possuam derivadas parciais em D. se possuam derivadas parciais tal que P. Simbolicamente o divergente pode ser expresso como o “produto interno” . Note que o divergente é uma função de D a valores em R (conjunto dos números reais).

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial. quando a partícula se desloca de γ(a) até γ(b).usp.b] em pequenos subintervalos [t i-1 .x(t i-1) e ∆yi = y(t i) .htm campo contínuo ao longo de γ é dt 1/2 .b]. A integral de linha de www. Definição: Sejam γ(t) = (x(t). onde t pertence ao intervalo [a.t i]) .20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais Integrais de Linha de Campos Vetoriais Considere uma partícula que se move no plano ao longo da curva γ(t) = (x(t). Se estamos com intervalos pequenos o deslocamento de Ai-1 = γ(t i-1) a Ai = γ(t i) é aproximadamente um deslocamento ao longo do segmento Ai-1Ai . Suponha que ela está sob a ação de um campo de forças Queremos calcular o trabalho realizado pela força dado pelo produto escalar . em cada instante t a partícula encontra-se na posição γ(t).y(t i-1) . Se também a variação de ao longo do arco γ([t i-1 . isto é.y(t)). t i]) for muito pequena podemos pensar que é quase constante. t i] criamos pequenos arcos na curva γ(t): γ([t i-1 .ime. Se fosse uma força constante e se a partícula se deslocasse sob um segmento de reta AB então o trabalho W é Dividindo o intervalo [a. Aplicando o TVM podemos dizer que o trabalho total é Assim uma definição razoável de trabalho é Pode-se fazer raciocínio análogo para o caso de R3.y(t)) (ou γ(t) = (x(t). Assim o trabalho neste trecho será aproximadamente onde ∆x i = x(t i) .z(t)) ) curva lisa por partes e cujo domínio contém a curva.y(t).

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial. www. dy = y'(t)dt e dz = z'(t)dt podemos escrever que ou Importante: Não é difícil provar que a integral de linha não depende da particular parametrização da curva.usp.htm 2/2 . Cristina Cerri. clicando aqui.2010. Veja alguns exercícios resolvidos.ime. desde que não se inverta a orientação da curva.20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais dt No caso R2 fica No caso R3 fica Usando a notação dx = x'(t)dt .

partindo de (0.sin . Solução: 2. Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (cos .20/04/12 Integrais de Linha .Exercicios Integrais de Linha de Campos Vetoriais Exemplos 1. Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (sin( ).1)) .br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos.usp. para entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1. para t entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1.sin ). Solução: 3. ). sendo e a curva é a hélice γ( ) = (cos .htm 1/2 .1) até (1. partindo de (1. Solução: Neste caso www.cos( )). Calcule para entre 0 e 2π.ime.0) até (0.0)).

mas a curva γ( ) = (cos(2 ).20/04/12 Integrais de Linha . As respostas dos exercícios 2 e 5 são iguais. Como se explica isso? Resposta: As curvas dos dois exercícios são iguais (traço e sentido) só foram parametrizadas de formas diferentes.br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos.htm 2/2 . Em geral. desde que não se inverta sua orientação. 2010 www. Calcule a integral de linha . para entre 0 e π.Verifique isto ! 5.usp. Por que as integrais são diferentes? Resposta: As curvas tem o mesmo traço. Nos dois exemplos anteriores temos o mesmo campo e curvas com o mesmo traço.ime.sin(2 )). vale que .Exercicios 4. mas no exemplo 2 estamos percorrendo-a no sentido antihorário enquanto no exemplo 3 no sentido horário. Solução: 6. Considere o mesmo campo do exemplo 2. A integral de linha não depende da parametrização.

duas a duas disjuntas orientadas no sentido que deixa à esquerda das curvas. denotado por δ é formada por um número finito γ 1 .usp. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo sobre as curvas da fronteira de e a integral dupla sobre a região da componente do rotacional deste campo. Uma curva γ em [ ] é dita fechada.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen.. Veja alguns exemplos de curvas planas: As regiões que vamos considerar nas hipóteses do Teorema de Green são regiões planas fechadas e limitadas cuja fronteira (ou bordo) é composto por um número finito de curvas simples.γ 2 ..html 1/3 . duas a duas disjuntas. Formalmente.20/04/12 O Teorema de Green O Teorema de Green O Teorema de Green nos dá uma relação entre integrais de linha sobre curvas fechadas e integrais duplas sobre regiões limitadas pela curva. isto é. uma curva γ é simples se γ( ) é diferente de γ( ) . É um resultado muito importante e com muitas aplicações. Teorema de Green Seja uma região fechada e limitada de R2 cuja fronteira (ou bordo).ime. se os pontos inicial e final coincidem. Então www. γ( ) = γ( ).. Uma curva é chamada de simples se a curva não se auto-intercepta entre o ponto inicial e final. para todo . γ n de curvas simples. fechadas. Um exemplo de região assim é a região ao lado. Para compreendê-lo precisamos de algumas definições. fechadas e lisa por partes.. Seja um campo vetorial de classe C1 (as derivadas parciais de P e Q são contínuas) em um aberto que contem . lisas por partes.

ime. Vamos ver nos próximos textos algumas aplicações do Teorema de Green. Vale a pena ler estas demostrações para compreender por que o resultado vale. δ = γ 1 + γ 2 + . + γ n. Ou seja.. em [S] ou em muitos outros livros.usp. quando se trata de integrais de linha de curvas Exercícios: Clique aqui é veja alguns exercícios resolvidos. Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. isto é. Atenção. www. A prova deste Teorema é bem complicada. Na região ao lado o bordo de é formado por 4 curvas e a orientação do bordo para que o Teorema seja verdadeira é a indicada na figura.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen.20/04/12 O Teorema de Green ou pode-se escrever onde a integral de linha é a soma de integrais sobre as curvas componentes da fronteira (ou bordo) de . A orientação das curvas que compoem a fronteira de para o Teorema acima seja válido é aquela que deixa a região à esquerda. ao caminharmos sobre a curva a região fica sempre à esquerda.. Faça também os exercícios da Lista 2. mas no caso de regiões simples é mais fácil e pode ser encontrada em [BCHS] (veja página 230).html 2/3 . Esta orientação definimos como positiva.

Assim vamos usar o Teorema de Green.1) e (0. (1. As funções e tem derivada parciais contínuas F( ) = ( 2 em e a curva está orientada de forma a deixar a região D a esquerda. Exercício 3. Uma saída é tentar usar o Teorema de Green. Tome o disco de raio 3 centrado na origem (interior do círculo).0) . Solução: Tentado calcular diretamente a integral de linha iremos encontrar funções cujas integrais não são simples. 7 + ( 4 + 1)1/2 ) está definido em e as funções e tem derivadas parciais contínuas. Solução: Claramente poderíamos calcular diretamente esta integral: quando se trata de integrais de linha de curvas Usando o Teorema de Green: seja o quadrado de vértices (0. Note que o campo 3 ) = ( ( ). Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. O campo ( ) = (3 + sin . Com isso criamos uma região D do plano (a região amarela) que tem como bordo (ou fronteira) a curva γ e o www.1) orientado positivamente (anti-horário) . Exercício 2.0).1). (1. Então aplicando o Teorema de Green vale que É claro que o Teorema é mais útil quando alguma das integrais envolvidas é muito difícil de calcular.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex.html 1/3 . Portanto usando o Teorema de Green temos que onde γ é o círculo de raio 3 O Teorema de Green nos permite passar de integrais de linha complicadas para integrais de linha mais simples de se calcular.usp.0). Uma idéia é obter uma curva fechada usando o segmento [ -π/2.20/04/12 Teorema de Green .Exercícios Resolvidos Exercício 1.1) e (0. 0) a (π/2. Para isso temos que criar uma região cujo bordo (ou fronteira) contenha a γ.ime. Solução: Ao se tentar calcular diretamente a integral de linha acima logo se chega a integrais complicadas (verifique isso!).0) .Exercícios O Teorema de Green . (1. Calcule onde onde γ é o gráfico de y = cos x percorrido de (-π/2. (1.0). ( )) está definida em D. Calcule para γ o bordo do quadrado de vértices (0. Calcule centrado na origem orientado no sentido anti-horário. π/2].

html 2/3 . Note. Mas o campo em questão não está definido na origem! E (0. percorrida uma vez no sentido antihorário.ime. É comum os alunos se esquecerem de verificar se a região D está contida no domínio do campo. Muito cuidado ao se usar o Teorema de Green. Solução: Temos que (verifique!!). Por isso aparece o sinal "-" na frente da integral de linha de γ.20/04/12 Teorema de Green . Calcule a integral de linha de sobre γ uma curva fechada.Exercícios segmento [ -π/2. E assim temos que Note que a orientação da curva γ dada não é a que deve ser usada no Teorema de Green. simples. entretanto que podemos pegar outra região que "isola" o ponto (0. π/2].br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex.0) pertence a onde o campo não está definido!!!! Não podemos usar o Teorema de Green para esta região. Errado!!!!! O aluno deve ter pensado em usar como região a região interior a curva γ. www.0). Todas as hipóteses devem ser verificadas. usando o Teorema.usp. lisa por partes qualquer que contem a origem no seu interior. Orientando as curvas de forma que a região fica a esquerda (no desenho indicamos a orientação) podemos usar o Teorema de Green. O aluno apressado vai concluir que a integral de linha é zero. Exercício 4.

que é o interior da curva e outra não limitada.2π] temos uma parametrização de γr no sentido antihorário.Exercícios Tomemos um círculo γr de centro na origem e raio r que está no interior da curva γ (sempre existe?). 2010 www.ime.usp. e assim OBS: Para curvas contínuas.html 3/3 .20/04/12 Teorema de Green . Agora sim pelo Teorema de Green Portanto sendo γr ( ) = (r cos .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. r sin ) para t em [0. em ambas o bordo é a curva dada. fechada e simples vale um Teorema (de Jordan) que afirma que a curva divide o plano em duas partes: uma região fechada e limitada.

z) de três variáveis. 2sin t ) para t em [π/2. π] e γ2 o segmento ligando (-2.2).y) de duas ou f(x. subconjunto de R2 (ou R3 ).0) a (0.2) : γ1 (t) = (2cos t .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo. isto é. www. se é chamado de .ime. Atenção: Não é verdade que todo campo é conservativo: sejam e dois caminhos ligando os pontos (-2. pois podemos pensar em vários caminhos que ligam A a B. Tomemos uma curva γ de [a. nas condições acima.b] em R2 (ou R3 ) curva lisa por partes contida em Ω então Note que o valor da integral de linha de um campo gradiente sobre uma curva só depende do ponto inicial e final da curva e não da particular curva.y. lisa por partes. E portanto a integral de linha de um campo gradiente sobre qualquer curva fechada lisa por partes é 0. A integral que faria sentido seria a integral de linha.0) a (0. que Um campo de vetores função . Neste caso.0) a (0.b] em R2 ou R3.20/04/12 Campos Conservativos Campos Conservativos .html 1/2 . ou conservativo contínuo em Ω .0) e de (0. temos Portanto se temos um campo vetorial contínuo tal que então vale. e uma função f de classe C1 cujo domínio Ω contém a curva γ . e se γ é uma curva de [a. Nesta situação chamamos de se ele é um campo gradiente de alguma Assim o que mostramos acima pode ser escrito da seguinte forma: Se é um campo gradiente.Definição Para funções de uma variável real o Teorema Fundamental do Cálculo nos dá a seguinte igualdade para funções f tais que f´ é função integrável. Mas o que substituiria a derivada? Vamos fazer algumas contas. a e b seriam substituidos por pontos A e B do plano ou do espaço.usp. Calculando. Vamos estabelecer um resultado semelhante para funções f(x.

2010.html 2/2 . Mas e se temos um campo cujas integrais ao longo de qualquer curva são iguais podemos concluir que o campo é conservativo? Vamos estudar esta questão. www. Cristina Cerri . Clique aqui e leia sobre isso.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo.usp.20/04/12 Campos Conservativos Então Como os valores são diferentes concluimos que o campo não é conservativo.ime.

html 1/2 . Para funções reais sabemos do TFC que . ( para uma prova mais detalhada veja [BCHS] VI.20/04/12 Campos Conservativos .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. Desta forma o que vimos acima é um esboço da prova do seguinte Teorema. só dependem dos pontos finais e iniciais.Caracterizações Campos Conservativos . Mas será que sempre existe uma curva ligando A a X em D ? Veja a seguinte região D: Para esta região não existe uma curva ligando A a X toda contida em Ω . De fato. Será que o campo é conservativo? Queremos encontrar uma função potencial f tal que .ime. Portanto parece que a resposta é sim. resumidamente teriamos e analogamente podemos mostrar que . importante e útil. Assim o que fizemos funciona em certas regiões que são chamadas de conexas.4 ou em [S] ou em [G]).y) e γ uma curva qualquer ligando A a X tome Note que por hipótese a integral não depende da particular curva o valor não depende de γ.Caracterizações Tome um campo definido em Ω subconjunto do R2 que tem a seguinte propriedade: dados dois pontos A e B do domínio Ω . Um conjunto Ω é dito conexo se para dois pontos quaisquer de Ω existe uma curva curva lisa por partes contida em Ω ligando esses pontos . Lembramos que um subconjunto Ω do R2 ou R3 é dito aberto se para todo ponto P de Ω existe uma “bola” (disco ou esfera) de centro P contida em Ω . ou seja. o valor das integrais de linha do campo sobre curvas ligando A a B em Ω não dependem da curva. Mas para provar usamos que existe uma curva γ ligando A a X em D. Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω do R2 ou R3 tal que para cada www. Usando essa idéia vamos definir f da seguinte forma: se X = (x.usp.

Sejam β e α curvas lisas p. para toda curva fechada SIMPLES lisa por partes em Ω a integral de linha de é ugual a 0.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car.2010 www. Cristina Cerri .B) a integral de linha de é a mesma ao longo de qualquer curva lisa contida em Ω ligando A e B.Caracterizações par de pontos (A. que denotaremos por γ .html 2/2 .usp. e é a mesma ao longo somente se. A união das duas curvas β e −α ..20/04/12 Campos Conservativos . fechada lisa p. Logo a integral de linha sobre β é igual a integral de linha sobre α . Será que vale a recíproca? Vamos tentar responder. entao é conservativo se. Como já vimos. Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω . forma uma curva . ligando dois pontos A e B do domínio Ω. e somente se. para um campo contínuo num domínio aberto conexo e conservativo então para qualquer curva lisa por partes fechada em Ω . entao o campo é conservativo. Clique aqui e veja alguns exercícios e problemas.B) em Ω a integral de linha de de qualquer curva lisa ligando A e B contida em Ω . Porém um resultado mais forte também vale. entao é conservativo se. o que prova que a integral de linha não depende do caminho que liga A a B. para cada par de pontos (A. Portanto .p.ime.p. Juntando os resultados temos que Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω .

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-2-intlinha-conservativo-ex. Quais dos campos abaixo são conservativos? Justifique a resposta. Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os potenciais de um campo conservativo? Solução: Se o domínio do campo conservativo é conexo então os potenciais diferem de constante.usp. se e são potencial então 2010 www. Seja são funções C1 em um aberto conexo Ω .Exercícios Exercício resolvido. isto é. Em caso afirmativo ache uma função potencial. onde P e Q Mas e então Exercício proposto.Exercícios Campos Conservativos .20/04/12 Campos Conservativos . Sugestão: Em cada caso procure uma função que seja potencial do campo. Exercício resolvido. Mostre que Solução: Como é conservativo então e daí um campo conservativo.ime.html 1/1 .

. y = y(u.v) e z(u.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Superfícies Parametrizadas Sabemos que uma curva é uma "linha" do plano ou do espaço que pode ser vista como um segmento "deformado". onde (u.v). A parametrização de uma superfície é única? Ou seja. www.v) leva um retângulo na superfície do cone.v)? Temos que fazer (u. y(u. Podemos descrever o cone com a equações: X(u.v) = a cos v onde D = [0. isto é.v) = a cos u sen v .v) = (u cos v .2π] e u no intervalo [0. y(u.v) = a sen u sen v e z = z(u. O gráfico de uma função de duas variávies f(x.h] obtemos a parte do cone desenhada acima.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. superfícies que possuem parametrizações. Por exemplo. uma esfera ou elipsóide são superfícies. Uma parametrização é uma função X (u. Aqui sempre as funções x(u. um parabolóide.v) variar no disco de raio a. Então podemos Parametrização 2: usando coordenadas esféricas x = x(u.ime. Note que X(u. só existe uma maneira de descrever os pontos de uma superfície S usando duas variáveis? Veja o exemplo a seguinte. S = X(D). um plano.v) .v) pertence a .v). São as parametrizações. temos funções que descrevem as superfícies. Uma superfície é uma região do espaço R3 que pode ser vista como uma região plana "deformada".html 1/3 .v) pertence a uma região plana D contida em R2.2π]x[0. y(u. Por exemplo.usp. u sen v. u) Variando v no intervalo de [0.v) e z(u.v)).v) são chamadas de equações paramétricas de S. Vamos exibir duas parametrizações da parte superior (z positivo) da esfera x 2 + y2 +z2 = a2 . Parametrização 1: como z é positivo podemos escrever que parametrizar esta superfície tomando Mas qual a variação de (u.π].v) são de classe C1.v) .y) também é uma superfície. assim (u. Exemplo 1. Desejamas trabalhar com superfícies parametrizadas. Assim como nas curvas. As função x(u. Uma superfície parametrizada S é a imagem de X no espaço.v) = (x(u. z(u. o cone reto dado pela equação z2 = x 2 + y2 é uma superfície parametrizada. isto é.

Temos então sua equação vetorial. De fato.v) para (u.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. fixe uo e faça variar o v.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Observação: num programa gráfico. No Winplot as variáveis estão sempre dentro de intervalos.v).ime. isto é D é sempre retângulo. Como no caso das curvas. y(uo . podemos escrever a parametrização de uma superfície na forma vetorial. Podemos desenhar a superfície esférica usando cada uma das parametrizações acima. São as chamados curvas coordenadas.(u.v). temos a curva γ(v) = (x(uo .html 2/3 . z(u. Gráficos de funções de duas variáveis são sempre superfícies parametrizadas.usp.v) em D. Já na outra as curvas coordenadas são cortes por planos paralelos aos planos x = 0 e y = 0. Exemplo 2. que é uma parte da anterior.y) onde (x.v o ). Se mudamos a região D e tomamos D = [-1. Um uma parametrização as curvas coordenadas são os meridianos e os paralelos.1]x[0. www. para se desenhar superfícies é preciso conhecer suas parametrizações. como o Winplot.v)) fixe v o e faça variar o u: temos a curva α(u) = (x(u.v o ).y) pertence a D que é o domínio de f (D é uma região do plano xy) uma parametrização do gráfico de f (que está no R3) é x = u. se z = f(x.v) em D = R2 descreve o cilindro infinito de raio 2 com eixo no y. Veja os desenhos acima. z(uo . Exemplo 3.4] temos outra superfície. Note a diferença. y = v e z = f(u. usando coordenadas cartesianas Pode-se perceber que esses programas desenham as superfícies usando curvas.v o )). A equação vetorial com (u.

2π]x[1.v) = -u + 3v . 6. z(u. com (u.ime.v) = sen3 u cos3 v .v) em [0.4]x[0.v) = u cos v .v) em [0. com (u.v) = v e z = z(u.y)? Quais são superfícies conhecidas? (a) x(u. Observe as curvas coordenadas.7] (c) x(u. Exemplo 4. Exercício: Use o Winplot (ou outro programa gráfico) para desenhar as seguintes superfícies parametrizadas e identifique as curvas coordenadas.v) = u . que é uma reta (ou segmento de reta).v) = 2+4u+5v . u+cos v) para (u.v) = u2 .v) em [-3. variando u.v) = 2cos(u) .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.usp.π]x[0.4π]x[0.v) = u sen v . uma parametrização de S.v) = u cos u cos v . Dê uma parametrização desse tipo de superfícies.v) .v) = cos3 u cos3 v. com (u.v) em [0. y(u.v) em [0. Usando o Winplot desenhamos a superfície parametrizada dada por X(u. z(u. temos a curva α(u) = X(u. com (u.π] Exercício: Recorde que no Cáculo 1 e 2 você viu suoerfícies de revolução. z(u. y(u.v) = u sen v. y(u. com (u. Note que para essa parametrização deixando u = uo constante e fazendo v variar na superfícies uma curva.v) = cos u + ln(tg(v/2)) .π] (b) x(u. ou. y(u.v) em [0. Analogamente se fixamos v = v o temos.2π]. Quais destas superfícies são gráficos de funções de duas variáveis f(x.2π]x[0.2π] (e) x(u.2] (d) x(u.v) em [0.2010 www.v) = 1+2u .v) = sin3 v .html 3/3 .v) = u sen u cos v. z(u. z(u. Estas curvas são as curvas coordenadas nessa superfície. y(u.2π] (f) x(u.v) = sen u cos v.v) = sen u sen v .20/04/12 Superfícies Parametrizadas As equações x = x(u. y(u.4]x[0.π]x[0.v) = ((2 +sin v) cos u.v) = u sen v . (2+sin v) sin u. Cristina Cerri . γ(v) = X(uo . Obtem-se essas superfícies "rodando" o gráfico de uma função f(x) em torno do eixo z.v) = 2sin(v) são equações paramétricas de S. y = y(u. z(u. com (u.v) = u cos v.v o ) que é uma circunferência.

O tamanho de cada um deses vetores pode não ser apropriado para o calculo da área de Pi .usp. Vejamos um exemplo. Como calcular a área de cada um desses paralelogramos? Temos dois vetores que extraímos de cada curva coordenada e que são tangentes a estas curvas.5]x[0.2/4 para ( ) em [0. ).20/04/12 Área de uma Superfície Área de uma Superfície Parametrizada Como calcular a área de uma superfície? Para algumas superfícies conhecemos uma fórmula.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. ( )) onde ( ) = 2 – 2/4 )= e para ( ) em D = [0. Mas uma aplicação do TVM nos permite afirmar que a área de cada Si é aproximadamente onde ∆ e ∆ são as dimensões do retângulo [ das áreas de cada pequeno paralelogramo: www. volume de sólidos e comprimento de curva. E assim a área do telhado é aproximadamente a soma 1/2 . Sendo cada Si bem pequeno sua área é aproximadamente a área de paralelogramos Pi sobre Si como na figura.ime. Mas e a área da superfície da esfera. Cada curva tem seus vetores tangentes (são curvas no espaço). como é o caso das superfície de um cilindro. Sabemos que a área do paralelogramo formado por dois vetores é dada pelo módulo do produto vetorial. Para cada fixado temos uma curva coordenada e para cada outra curva coordenada na superfície. São os vetores no ponto ( . A fim de calcular a área do telhado podemos dividi-lo em pequenos pedaços Si tão pequenos que são quase planos. ( ( ). Tomemos uma parametrização de S : X( ( )=( ( )= . como justificar a fórmula? Poderiamos usar a idéia de planificação? E para uma superfície qualquer? O procedimento para obter uma forma de calcular (e definir) área de uma superfície é semelhante ao que já fizemos antes para área de regiões planas. No caso do cilindro ou do cone uma "planificação" justifica a fórmula.2] . O telhado de uma estrutura tem o formato da superfície S dada por = 2. de um cone e de uma esfera.5]x[0.2].html +1 ] x [ +1 ]. ). Cada pedaço Si é proveniente de um pequeno retângulo em D obtido de partições: [ +1 ] x [ +1 ].

isto é.v) e (u.. Definição: Seja S uma superfície lisa parametrizada dada por de R2 .. Assim nos restringimos a superfícies parametrizadas S onde certas condições são satisfeitas. + Área(Sn ). Segue então a seguinte definição.v) pertence a D A definição de área de superfície depende da parametrização de S? A resposta é não e seria uma definição estranha se dependesse . 2010.usp.. temos que ter . com cada Sk superfície lisa parametrizada então Área (S) = Área(S1) + Área(S2) + . E às vezes também aquela que temos não satisfaz as condições (não é globalmente lisa). U Sn . se S = S1 U S2U . Para calcular a área total basta calcular a área de cada parte de S e no final soma-las. Precisamos ter o paralelogramo.v) onde (u.v) .2 e VII. As superfícies mais usadas e as que veremos aqui são deste tipo. É claro que temos alguns probleminhas aqui. A área de S é dada pela integral (u. (u..20/04/12 Área de uma Superfície Intuitivamente parece que quanto menor a partição (divisão) mais próximos estamos da área "real" do telhado. Assim é razoável dizer que a “área da superfície” é No caso do exemplo: Assim sendo a área do nosso telhado deve ser Exercício: calcule esta integral! Portanto.3 de [BCHS].ime. Observação: Às vezes S não pode ser descrita globalmente usando apenas uma única parametrização.html 2/2 . Ou seja . não é? Veja demostração deste fato em [BCHS]. Podemos então procurar dividir S em pedaços. Uma superfície assim chamaremos de duas disjuntas. duas a no interior de e biunívoca. que satisfazem as hipóteses.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. para uma superfície parametrizada S qualquer parece razoável definir sua área como fizemos acima. Resumidamente temos que ter uma região limitada e fechada cuja fronteira é composta de um número finito de curvas lisas por partes. Veja mais sobre isto em VII. www. com parametrização tal que superfície lisa parametrizada. simples e fechadas.

y) (não precisamos trocar o nome das variáveis). região do R2. Teremos x = x(u. Portanto a área da superfície é Aplicando num caso particular.v) = (b + a cos v) cos u . y = (b + a cos v) sen u .usp. podemos descrever um ponto do toro projentand0-o nos exixos.ime.0. Portanto a superfície que queremos é o conjunto dos pontos onde usando coordenadas polares ATENÇÃO: Não confunda paramentrização de superfície com mudança de variáveis!!! Exemplo 2. z = 9.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex. usando esses ângulos. y = y e z = f(x. vamos calcular a área de parte do parabolóide z = x 2 + y2 que está abaixo do plano z = 9.y) em D. então uma parametrização natural é x = x. O TORO é uma superfície obtida pela rotação da circunferência no plano xz com centro (b. O plano intercepta o parabolóide no circunferência x 2 + y2=9.0) e raio a < b em torno do eixo z.html 1/3 .20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Exemplos de Cálculo de Área de uma Superfície Parametrizada Exemplo 1.y) para (x. Determine uma representação paramétrica dessa superfície e calcule sua área. Veja o desenho abaixo: Portanto. Se a superfície é o gráfico de uma função f(x. Ao rodar uma circunferência podemos ver dois parâmetros: o ângulo u que a circunferência forma com o eixo x e o ângulo que um ponto da circunferência forma com o segmento que liga o seu centro a origem. z = a sen v www.

y2 e as outras equações são para limitar a superfície.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.ime.html 2/3 . (questão de prova) Calcule a área da parte da superfície z = 4 .x 2 .y2 limitada por . Aqui queremos a PARTE DO PARABOLÓIDE z = 4 .usp.x 2 .20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Note que para obter todo o toro devemos varia u e v de 0 a 2π. www. Para o cálculo da área da superfície vamos calcular Então Exemplo 3. Atenção: um erro comum é não ler com cuidado o enunciado e tomar outra superfície.

ime.2010 www.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Uma parametrização é dada por Então a área da superfície é Cristina Cerri .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.usp.html 3/3 .

Como a função é contínua.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. Mas a massa de Si é aproximadamente f(x i .z) uma função real contínua. S1 e S3 respectivamente (veja o desenho). Um cálculo simples mostra que conhecido como “elemento de área” de S. definida em S.y. onde a superfície S que é a fronteira da região limitada pelo cilindro x 2 + z2 = 1 e pelos planos y = 0 e x A superfície S é a união de 3 superfícies: o cilindro e as duas “tampas”. sendo f(x.zi )Area(Si) . Existe um modo prático de calcular .v) no disco de raio 1 e centro 0 D1 .html 1/3 . Exemplo 1.z) = 1 a área de S é dada pela integral dupla da função . a integral existe. De fato quando f(x.y.ime.zi ) é um ponto qualquer de Si .yi . Assim.z) contínua definida em S.y. Então a massa procurada é Calcularemos cada integral separadamente S1 : x = u . Fazendo o limite temos uma integral dupla.y. y = 0 . www.usp.yi . Seja S um superfície parametrizada lisa com domínio D. porém seu valor não depende da particular parametrização. Definição. Portanto temos a seguinte definição geral. A integral de superfície de f em S é a integral dupla que é denotada por Para definir a integral acima usamos uma parametrização de S. onde (x i .20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Integrais de Superfície de Campos Escalar Desejamos calcular a massa de uma placa fina cujo formato é dado por uma superfície parametrizada S e cuja densidade pontual de massa é dada por uma função f(x. z = v para (u. que chamaremos de S2 .z) = xy. Calcule + y = 2. Fazemos uma aproximação: dividindo S em pequenos pedaços Si a massa total é a soma das massas de cada pedaço. Seja f(x. Note que acima temos uma soma de Riemann.

v) para u em [0. 1ª maneira: temos o gráfico de uma função e então podemos parametrizar da forma x = u . (exercício da lista 4). z = senu para (u. Como vimos antes nesta situação www. y = v .2π] e v em [0.html 2/3 .v) pertencem a região D (disco de centro (0. y = v e z = (u2 + v 2)1/2 onde (u.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar S3 : x = u cos v .usp.1]x[0. Calcule Solução: Vamos desenhar a superfície onde S é a parte de z = (x 2 + y2)1/2 limitada por x 2 + y2 = 2y.ime. 2-cosu]. S2 : x = cosu .2π].br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.v) em [0.1) e raio 1). z = u senv para (u. Portanto Exemplo 2. y = 2-u cosv . Vamos mostrar duas maneiras de parametrizar a superfície.

2010 www.2π]. e só se.1] e θ em [0. v = 1 + rsenθ para r em [0.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Portanto O mais indicado agora é fazer uma mudança de coordenadas: u = rcosθ . u2 = 2usenv).π] e u varia em [0.ime. onde v varia em [0. y = usenv e z = u .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.html 3/3 . Então neste caso e daí Cristina Cerri .2senv] (pois x2 + y2 = 2y se. 2ª maneira: podemos parametrizar S da forma x = ucosv .usp.

z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. Queremos só considerar superfícies orientáveis. Você terá uma faixa que não tem lado de fora ou lado de dentro. isto é. A faixa de Möbius é um exemplo deste tipo de superfície (ela é assim chamada em homenagem ao geômetra alemão August Möbius (17901868)).y. O primeiro problema que aparece é o de definir qual a direção e o sentido que nos interessa.20/04/12 Superfícies Orientáveis Superfícies Orientáveis A integral de linha de um campo vetorial sobre uma curva orientada γ e é dada por que pode significar o trabalho de um campo de forças ao longo da curva γ. Assim a nossa superfície deve ter dois lados apenas. Logo em cada ponto tem-se www.ime. Um outro problema físico motiva a definição de integral de superfífice de um campo vetorial. Pode parecer estranho mas algumas superfícies não tem "dois lados". Considere uma superfície S que em cada ponto tem um plano tangente. Vamos formalizar matematicamentente este conceito. superfícies que "tem dois lados". Afinal “atravessar” significa passar de um lado para outro de S. Veja a figura abaixo. Considere um fluido com densidade ρ(x. Esta é uma superfície dita não orientável. Pegue uma tira de papel torça e cole.usp. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca.html 1/3 . O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel.

que usamos neste curso. Para uma superfície deste tipo só temos duas orientações possíveis. Se for possível definir um campo de vetores normais que varia continuamente sobre S. Mais detalhes sobre este assunto veja em [BCHS]. As superfícies mais comuns. Encontrar um campo de vetores normais a superfície z = x2 + y2. y = rsenθ . Atenção: em geral nos exercícios a orientação de S é fixada (é dada no enunciado) e daí você depois de parametrizar S deve escolher qual das duas possíveis é para ser usada.usp. então S é chamada de superfície orientável.html 2/3 . Exemplo 1. Dada a parametrização acima em cada ponto o vetor é normal a superfície.20/04/12 Superfícies Orientáveis dois vetores normais unitários: e . z = r2 . Podemos também escolher Assim temos duas orientações para S. são orientáveis.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Escolhemos conforme o caso. Não se www. e assim mostrar que esta é uma superfície orientável. Solução. Uma parametrização de S : x = rcosθ .

2010 www. Cristina Cerri.html 3/3 .20/04/12 Superfícies Orientáveis desoriente: nos próximos textos você verá isto com mais detalhes.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel.usp.

e S2 .v)) é uma parametrização de S.v) = (x(u.v). Solução A superfície S é a união de duas superfícies S1 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. Uma parametrização para S1 é x = u cos v . o disco.y.y(u. é um campo de vetores contínuo sobre uma superfície paramtrizada. Definição. que nos dá a orientação da curva. em que sentido a estamos percorrendo. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca.v). ou seja. y = u2 .z(u.1] união o disco x 2 + z2 = 1. A superfície S é lisa por parte.ime. Somando tudo e diminuindo a partição de S aparece uma integral. z = u sen v com u variando de 0 a 1 e v de 0 a 2π. então e daí sendo que se é + ou – vai depender da orientação de S . O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S.html 1/3 . Calcule (ou o fluxo de através de S ) sendo e S é o parabolóide y = x 2 + z2 .20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Seja S uma superfície (parametrizada e lisa) orientável e fixe uma orientação para S. para y em [0. Exemplo. Considere um fluido com densidade ρ(x. o parabolóide. Da definição de integral sobre um campo escalar temos que se X(u. lisa por partes e orientável S a integral de sobre S é com vetores normais Compare esta definição com a da integral de linha de um campo: fazemos o produto escalar do campo com o vetor tangente a curva.usp. www. Dividindo S em pequenos pedaços Si quase planos podemos dizer que neste pedaço a massa de fluido que atravessa Si na direção do vetor normal por unidade de tempo é aproximadamente onde ρ . orientada com a normal exterior a S. Agora o sentido de percurso é dado pelo vetor normal.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. y = 1 (união de duas superfícies lisas). Se e são calculados em algum ponto de Si.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. Assim Uma parametrização para S2 é x = u cos v.1] e v em [0.html 2/3 . Note que a componente na direção do versor j é sempre negativa. y = 1 e z = u sen v com u em [0. Assim Portanto Algumas notações úteis : Perceba que Uma notação usual para cada determinante deste é uma notação para a integral de superfície de uma campo é onde www. Novamente este vetor aponta para dentro da região.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Só que este vetor não é exterior.usp.ime.2π].

y = u sen v . Cristina Cerri .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo.usp.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Exemplo. orientada com o Considere a seguinte parametrização de S: x = u cos v .2010 www.y. tal que .ime. Se você não observar isto a integral pode ficar com o sinal trocado! Complemente seus estudos com a leitura de [S] ou [BCHS] e veja os exercícios resolvidos dos livros. Faça uma parametrização e depois verifique se ela fornece a orientação pedida. Dica: use o Winplot para visualizar as superfícies e compreender melhor as parametrizações. Faça os exercícios da lista e discuta-os com os monitores. limitada pelo cilindro x 2 + y2 = 4.html 3/3 . Então Vale a pena lembrar novamente: cuidado com a orientação da superfície. A componente k do vetor é que é positiva.2] e v em [0. z = 5-u sen v para u em [0. Calcule campo Solução. sendo S a parte do plano z = 5 .2π]. É necessário fazer muitos exercicios para dominar esta matéria.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss. como o cálculo do fluxo de um fluido através de S. orientada com a normal passamos para uma integral tripla na esfera cheia R (um sólido) de 1. Solução. pois o divergente do campo é 1. Se é a normal de S exterior a R (aponando para fora de R) então Pensando em um fluido em movimento com velocidade em cada ponto (x.html 1/2 . Pars tal temos que ter uma região fechada do espaço. É complicado calcular diretamente esta integral (tente!). Teorema de Gauss. O Teorema de Gauss é uma generalização no sentido que nos dá uma relação entre integral tripla de uma região fechada do espaço com a integral de superfície do seu bordo. Calcule Solução. Vamos aplicar o teorema de Gauss. Então Exemplo 2. Podemos calcular diretamente.y. Seja A um aberto conexo de R3 e seja a um campo de classe C1 em A. Solução. Seja R é uma região fechada simples contida em A e cujo bordo (ou fronteira) S =δ R é composta de um número finito de superfícies lisas por partes.usp.z) o Teorema de Gauss nos diz que a taxa de variação do volume de fluido que ocupa o sólido R é igual ao volume de fluido que atravessa seu bordo. Encontre o fluxo de exterior. a superfície S.ime. mas aplicando o Teorema de Gauss sobre a esfera unitária x2 + y2 + z2 = 1. Exemplo 3. Mas a principal motivação do resultado vem da Física e o resultado é um modelo matemático para alguns fenômenos físicos.20/04/12 Teorema de Gauss O Teorema de Gauss O Teorema de Green nos fornece uma relação entre integral dupla de uma região fechada plana com a integral de linha do bordo dessa região. Tome R o cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z = 0 e z = x+2 com as duas tampas e orientado com a normal exterior. orientada com a normal exterior. Pelo Teorema de Gauss se R é o interior da esfera de raio 1 onde e S esfera de raio 1 orientada com a normal exterior. Calcule onde é a superfície do cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z=0 e z=x+2 (incluindo as tampas) . Queremos calcular onde S é a esfera. Então www. Exemplo 1.

html 2/2 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss.ime.2010 www.20/04/12 Teorema de Gauss Para ver mais exercícios resolvidos clique aqui Cristina Cerri .usp.

html 1/4 .ime. Atenção: S é uma parte do cone. Considerando R a região (sólida) interior ao cone com z positivo limitada pelo plano z = y + 3 temos que o bordo de R é a união de duas superfícies : S e S1 . Solução onde e S é a parte da .exercícios O Teorema de Gauss .usp. (exercício de prova) Calcule superfície z2 = x 2 + 2y2 entre z = 0 e z = y + 3. sendo que S1 é a parte do plano z = y + 3 limitada pelo cone.20/04/12 Teorema de Gauss . Então aplicando o Teorema de Gauss temos ou seja www.Exercícios Resolvidos Exercício 1 . Vamos usar Teorema de Gauss pois O Teorema nos diz que onde R é uma região fechada do R3 e a normal aponta para fora de R.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. É complicado calcular a integral diretamente pela definição (tente!).

Então .0) do cone. y = u senv + 3 . Fica complicado tentar palcular diretamente.0.exercícios onde a orientação de S é tal que (aponta para baixo) e a orientação de S1 é tal que (aponta para cima). Portanto Exercício 2. Então Fizemos a mudança de variável u = r cosθ . mas isso não vai atrapalhar. Vamos parametrizar S1 de duas maneiras 1ª maneira : x = u. Como z2 = x 2 + 2y2 e z = y + 3 temos que (y+3)2 = x 2 + 2y2 e daí x 2 + (y . z = u senv+6 onde e u). y = v .v) em Duv = { (u. v = 3 + rsenθ (Jacobiano é r). Neste caso Xu ^Xv = (0.-1.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.ime. Vamos parametrizar S1 . Primeiramente vamos estudar a variação de x e y. Obs: note que não há vetor normal no ponto (0. que concorda com a orientação do teorema.3)2 = 18.usp. -u.20/04/12 Teorema de Gauss .html 2/4 . (um exercício de prova) Calcule onde sendo e o campo de vetores unitários normais a S tal que Solução.v) : u2 + (v-3)2 = 18 }. Neste caso Xu ^Xv = (0. Vamos aplicar o Teorema d Gauss. Primeramente note que onde e www. z = v + 3 com (u. 2ª maneira : x = u cosv .1) apontando para cima.

exercícios O campo é de classe C1 em Ω 1 = R3 -{(0. mas de modo que O campo conjunto . Veja como deve ser feito.0).html 3/4 .0. Não podemos simplesmente usar o Teorema de Gauss para o sólido interior a S fechando com parte do plano z = 0 (tampa). Aplicando o Teorema de Gauss ao obtemos www.20/04/12 Teorema de Gauss .0)} e seu divergente é 0 em Ω 1 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. pois o campo não está definido em (0.0.usp. Assim considere pelo Teorema de Gauss obtemos Onde e . é de classe C1 em Ω 2 = R3 com em Ω 2. E vamos aplicar o Teorema de Gauss para o sólido limitado pelo semi-elipsoide. Temos que escolher um sólido R que tem S como parte do bordo.ime. Vamos tomar a uma semi-esfera centrada na origem de raio convenientemente pequeno para ficar dentro do elipsóide. a semi-esfera e o plano z = 0.

usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.exercícios de modo que concluímos de (1) e (2) que Exercício: Obtenha o Teorema de Green a partir do Teorema de Gauss. E não deixe de fazer os exercícios da lista 3. Veja mais sobre a teoria e exercícios resolvidos nos livros texto. Cristina Cerri .2010 www.20/04/12 Teorema de Gauss .html 4/4 .ime.

html 1/5 . Aplicando o Teorema de Stokes teremos o teorema de Green. então Como então podemos escrever Note que se é um campo e S uma região plana no Oxy podemos ver S no espaço sendo o vetor normal unitário o versor k .ime. O sentido de percurso do bordo induzido pela normal é aquele que deixa S a esquerda. Teorema de Stokes.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. orientada pelo campo . com a orientação induzida de S. Seja S uma superfície lisa por partes.usp. Agora pense que a região plana D foi deformada e virou uma superfície. www. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo F sobre as curvas da fronteira de D e a integral dupla sobre a região D da componente z do rotacional deste campo. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido anti-horário. Logo a integral dupla virou uma integral de superfície. Vamos enunciar o Teorema de Stokes. Exemplo 1. que generaliza o Teorema de Green. cujo bordo δ ε S é a união de curvas lisas por parte. Leia sobre orientação induzida no bordo de uma superfície orientável clicando aqui. Porém nossa posição na superfície será definida pelo vetor normal. Como orientar agora o bordo da superfície? Vamos também caminhar sobre o bordo de S de modo que a região deve ficar sempre à esquerda. Junte-se ao vetor normal da superfície e caminhe sobre a curva.20/04/12 O Teorema de Stokes O Teorema de Stokes Seja S uma superfície orientável. simples e fechadas. Dado um campo de vetores de classe C1 cujo domínio contém S. Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano y + z = 2 e o cilindro x 2 + y2 = 1. Lembre também que a orientação das curvas que compoem a fronteira de D é aquela que deixa a região D à esquerda.

O aluno afobado vai pegar a superfície que é a parte do plano que tem a curva como bordo e concluir que então a integral de linha é zero. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido horário. Errado! Essa superfície escolhida não está contida no domínio de . Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano x + y + z = 4 e o cilindro x 2 + y2 = 1. www.html 2/5 . Portanto Exemplo 2.y.v) em D.z) : y + z = 2 . Então vamos usar o Teorema de Stokes.0. Mas agora o bordo de S é formado pelas curvas γ e α.ime.v.z)}. devemos ter o vetor normal forma X(u. Note que o domínio de é R3-{(0.v) = (u. Agora a curva faz parte do bordo de S e o campo está definido em S.20/04/12 O Teorema de Stokes Solução. Temos que escolher uma superfície S que tenha como bordo a curva γ. Solução. Tome S = {(x.2-v) com (u. Vamos escolher uma orientação conveniente para S. disco de raio 1. Mas o rotacional do campo é zero! (confira!). temos que que de fato aponta para cima. Claro que esta integral pode ser calculada diretamente pela definição de integral de linha.usp. ou seja R3 menos o eixo z . Parametrizando S da seja a induzida pela orientação de S. Mas vamos usar o Teorema de Stokes. Temos que pegar outra superfície! Seja S a parte do cilindro entre os planos z = 0 e z = 4-x-y. Para que a orientação de γ de S apontando “para cima”. x2 + y2 = 1}.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Quando tentamos resolver diretamente caímos numa integral complicada.

isto é.2.z) . com o plano z = -x +5. Usando o Teorema de Stokes Como α(t) = (cost.sent. Calcule Solução.0) temos que Exemplo 3. y = 4. z real}. orientada de modo que sua projeção no plano xy seja percorrida no sentido anti-horário.ime. y = -4. x = -2. o espaço menos a reta paralela ao eixo z que passa por (0. Vamos usar o teorema de Stokes.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.20/04/12 O Teorema de Stokes Vamos orientar S convenientemente. www.usp. Precisamos de uma superfície que tenha a curva como parte do bordo. O campo é Note que seu domínio é R3 -{(0.2).html 3/5 . Se tomamos a normal apontando para fora do cilindro temos que γ está orientada como queremos e α está orientada no sentido anti-horário. Se tentarmos calcular a integral de linha diretamente pela definição ficaremos com integrais muito complicadas. (questão de prova) Seja a curva de intersecção do prisma (superfície) de faces x = 2.

Então . Stokes teve conhecimento deste resultado através de uma carta de Thomson em 1850 e pediu que estudantes o provasse num exame da Universidade de Cambridge em 1854. e . Novamente calcular diretamente envolve muitas contas e integrais complicadas.v) = (-2.0) para t em [0.20/04/12 O Teorema de Stokes Consideremos O bordo de S é composto de Γ e da curva α. Então da forma X(u. Tome β é uma circunferência e então de centro (0. Calculando Como a normal aos planos y = 4 e y = -4 está na direção de planos x = -2 e x = 2.0) e raio 1.2+sent. O Teorema de Stokes é chamado assim por causa do físico-matemático irlandês Sir George Stokes (1819-1903).br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.Se orientarmos S de forma que a normal aponte para fora então temos que onde α está orientada no sentido anti-horário. percorrida no sentido anti-horário. Stokes foi professor da Universidade de Cambridge e ocupou a mesma posição de Newton.ime. só devemos calcular as integrais nos da forma X(u. Portanto Resta calcular contida no plano z = 0.2π] temos que Finalmente.u. Como α está podemos usar o Teorema de |Green (que é apenas uma caso particular do Teorema de Stokes). Não se sabe se algum daqueles estudantes conseguiu fazê-lo! www. O que hoje chamamos de Teorema de Stokes foi na verdade descoberto pelo físico escocês Sir William Thomson (1824-1907).html 4/5 . Parametrizamos a face que está no sentido correto.usp.e . intersecção de S com z = 0 (base do prisma) que é um retângulo.v) .u.2. Sendo β(t) = (cost.v) = (2. Lucasian Professor of Mathematics.v) e assim Parametrizamos a face Assim que não está no sentido correto. Calculando temos que pois α está orientada no sentido anti-horário.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Edgar Blücher Ltda.2010 www.2 de [BCHS]. Cálculo Avançado – volume 1.html 5/5 . Ed. Veja também o livro de W.usp.20/04/12 O Teorema de Stokes Veja mais sobre o Teorema de Stokes e suas aplicações em 17.ime. Kaplan.8 de [S] (de onde extraímos a nota histórica) e VIII. E não deixe de fazer os exercícios da Lista. Cristina Cerri .

Se X é uma parametrização de S. Essa é a chamada orienação induzida. Numa superficie fechada orientável há duas orientações possíveis: com a normal exterior ou interior. a imagem das curvas do bordo de D que são percorridas apenas uma vez.usp. com domínio D. ao caminhar sobre a superfície com a cabeça no sentido do vetor normal. isto é. As curvas do bordo de S terão uma orientação (sentido de percurso) induzida pela orientação do bordo. o bordo do cilindro é composto por duas curvas: duas circunferências. o bordo de S é. Informalmente. lisa por partes. fixe uma orientação para S.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. Já o bordo de uma semi-esfera é apenas uma curva e a esfera não tem bordo. o bordo é um conjunto vazio. Por exemplo: Uma superfície é dita fechada se não tem bordo. Escolhendo a www. o sentido de percurso da curva deve ser tal que a superfície fica sempre a esquerda. Supondo que S é orientável.html 1/2 . informalmente. fechadas e simples. Superfícies orientáveis não fechadas podem ser fechadas "colando-se" superfícies.ime.20/04/12 Orientação do Bordo Orientação do Bordo Seja S uma superfície parametrizada. O bordo de S é composto por curvas lisas por parte. Por exemplo.

Colando-se as duas tampas que são círculos e orientando convenientemente teremos um asuperfície fechada orientável com a normal apontando para fora.html 2/2 .20/04/12 Orientação do Bordo orientação certa o resultado será uma superfície fechada orientada.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. É importante saber se orientar para não se perder no teorema de Stokes! Cristina Cerri-2010 www. com z entre 1 e 2.ime. A figura a esquerda representa uma superfície orientável aberta z = x 2 + y2 . Veja as figuras abaixo.usp.

usp. Parametrizando a superfície temos Domínio de integração .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.20/04/12 Exercicios resolvidos Exercicios Resolvidos . Calcule a massa da superfície cuja densidade superficial é dada por Solução. Calcule onde S é a porção do elipsóide com www. 3a Prova de 1996.html 1/4 .Questões de Prova 3a Prova de 1995.ime.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.usp. Portanto www. Como . onde esta orientada com a normal satisfazendo . Parametrizando a '' tampa'' A normal a é dada por .html 2/4 .ime.Pelo teorema de Gausss. Solução e é a normal Seja temos a porção do plano interior ao elipsóide e V o sólido limitado por . temos A intersecção do plano com o elipsóide é dada pela solução de Eliminando .20/04/12 Exercicios resolvidos e exterior ao elipsóide.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.html 3/4 . 3a prova de 1996. temos a porção do plano z = 2x + 4y + 3 limitada pelo parabolóide e V o sólido limitado por A normal (unitária) ao plano e exterior a V é dada por . Solução www. Como temos A intersecção do plano com o parabolóide é: Eliminando O sólido V é dado em coordenadas cilíndricas por .usp.ime.20/04/12 Exercicios resolvidos QUESTÃO 2. Calcule onde é a normal exterior ao parabolóide com m a porção do parabolóide abaixo do plano z = 2x + 4y + 3 e Solução Seja . Do teorema de Gausss. Calcule onde e γ é a intersecção do cilindro x2 + y2 = 4 com a superfície z = cos(y2) + 5 orientada de modo que sua projeção no plano xy tenha sentido anti-horário.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. Pelo teorema de Stokes temos . y = 2 senθ . z = 0 onde www.ime. Portanto Paramentrizando γ∗ : x = 2 cosθ .html 4/4 .usp. orientada com normal "exterior''.20/04/12 Exercicios resolvidos Seja γ∗ a intersecção do cilindro com o plano Oxy com orientação anti-horária e S a porção do cilindro limitada pelas curvas γ e γ∗ .

a Os Trabalhos s˜o individuais.5) Descreva e esboce a regi˜o D. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. 3 x ≤ y ≤ 1. 2 Quest˜o 2. z) | 0 ≤ x ≤ 2. y. 0 ≤ z ≤ sen(y 4 )}. a (b) (1. ——————————————————————————– Quest˜o 1. y) dx dy (a) (0.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 1 .5 ponto) Calcule o volume do s´lido a o S = {(x.0) Obtenha f (x.5 ponto) O volume do s´lido limitado pelo parabol´ide z = 4 − 2x2 − y 2 e a o o pelo plano z = 3 − y (acima do plano e abaixo do parabol´ide) o V (S) = D f (x.1o semestre de 2010 Este ´ o primeiro trabalho escrito valendo nota para compor a m´dia de trabalhos T. y) e calcule o volume de S. .MAT 2455 . (1. e e As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 15 de mar¸o e c ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. (1.

y) | 0 ≤ x ≤ 2. y) | 0 ≤ x ≤ 2y 3. y) = ¹× ¸ × Ò (y 4 ) D = {(x.ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ Å Ì¾ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ½ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Ó × Ð 3 Ó S = {(x. ËÓÐÙ Ó Ç ÚÓÐÙÑ Ó × Ð Ó x ≤ y ≤ 1. y)dxdy x ≤ y ≤ 1}º 2 ÒØ Ö Ð × Ö ×ÓÐÚ ÓÖÑ ØÖ Ú Ð × Ò Ó ÈÓ f (x. y. z) | 0 ≤ x ≤ 2. Ö Ó 3 ÒØ Ó¸ Ö × Ö Ú Ö D ÓÖÑ ÕÙ D = {(x. 0 ≤ z ≤ 2 Ó Ô Ð × Ù ÒØ ÒØ × Ò (y 4 )} S ÔÓ × Ö Ð ÙÐ Ö Ð V = D f (x. 0 ≤ y ≤ 1} 1 2y 3 V = D × Ò (y 1 4 )dxdy = 0 0 4 × Ò (y 1 0 4 )dxdy = 1 = 2 4y 0 3 × − cos(y 4 ) Ò (y )dy = 2 = 1 − cos 1 2 ½ .

y) f (x. y) | 1 y− 2 2 + 2x2 = 5 4 5 + 2x2 ≤ } 4 ´ µ ÙÒ Ó ÙÒ Ó × Ö × Ö ÒØ Ö ÔÓÖ Ò Ñ × Ó ÕÙ ÐØÙÖ Ó × Ð Ó Ñ ÕÙ ×Ø Óº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ f (x. y) = zparabolide − zplano = (4 − 2x2 − y 2 ) − (3 − y) = 1 − 2x2 − y 2 + y ¾ .ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´½¸ z = 3−y ÔÓ ´ µ ´¼¸ µ ÔÓÒØÓµ Ç ÚÓÐÙÑ Ó ÔÓÖ Ó× Ð ÓÐÑØ Ó Ô ÐÓ Ô Ö ÓÐ × Ö Ð ÙÐ z = 4 − 2x2 − y 2 Ô ÐÓ ÔÐ ÒÓ V (S) = D f (x. y) Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Sº ËÓÐÙ Ó ´ µ × Ù × Ö ÕÙ Ó D × Ô Ö Ô Ð ÒØ Ö× ÙÖÚ Ó ÓÔ Ö Ò ÓÐ ÓÑ Ó ÔÐ ÒÓº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ ÔÓ ¹× Ù Ð Ö Ò ÓÒØÖ Ö ÕÙ D y− 1 2 2 4 − 2x2 − y 2 = 3 − y ⇔ y 2 + 2x2 − y = 1 ⇔ D = {(x. y)dxdy × Ö Ú × Ó Ö Ó º ´ µ ´½¸¼µ Ç Ø Ò f (x.

ÒØ Ö Ð ÔÓ × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ V = D Þ Ò Ó ÙÑ ÑÙ Ò 1 − 2x2 − y 2 + y dxdy 1 √ ρ cos θ 2 ÚÖ Ú ×   x=  y− 1 2 =ρ × Òθ 1 Jacobiano = √ ρ 2 ÓÒ ÓÑ ×× ÑÙ Ò ¸ V = 0 0≤ρ≤ √ 5 2 0 ≤ θ ≤ 2π º 2π 0 √ 5 2 ÒØ Ö Ð 2 ×Ø ÒØ × ÑÔÐ × 2 2π = 0 = 2π √ 5 ρ 2 − ρ2 dρdθ 4 2√ 0 √ √ √ 5 5 2 2 2 4 25π 2 8 ρ − ρ . = 8 2 64 0 √ 5 2 1 − ρ cos θ − ρ × 1 Òθ + 2 2 +ρ × Òθ + 1 2 ρ √ dρdθ 2 ¿ .

acima do plano 0xy e ´ limitada a a a e pelas superf´ ıcies y = x2 ..5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos na forma B = {(x. y. o ..C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 2 . z) | . a Os Trabalhos s˜o individuais.0) Calcule B ydxdydz Quest˜o 2..y) 1dz dxdy. u ——————————————————————————– Quest˜o 1.MAT 2455 . N˜o a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados..1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. (a) (0. y) e g2 (x. co (b) (1. Podem ser entregues antes.0) Calcule o volume de E usando a f´rmula acima.}). (b) (1. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 26 de mar¸o ao monitor no seu hor´rio de e c a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. Seja B regi˜o que est´ abaixo de z = x + 2y. g1 (x.5) Determine D e as fun¸˜es g1 (x. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.y) (a) (0. y). y = 0 e x = 1.. O volume da regi˜o E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser a a calculado assim D g2 (x.

.0) Calcule B ydxdydz Solução: (a) Temos a seguinte região B: Dessa maneira. y. z)|..5 ponto) Seja B região que está abaixo de z = x + 2y. 25) ou B = {(x.1o. acima do plano 0xy e é limitada pelas superfícies y = x2 . (a) (0. 25) 1 . z)|0 ≤ z ≤ x + 2y.Cálculo Diferencial e Integral III para Engenharia Trabalho 2 . 0 ≤ y ≤ 1.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos B = {(x. (1. y = 0 e x = 1. 0 ≤ x ≤ 1} (0. 0 ≤ y ≤ x2 . y.}) (b) (1. √ y ≤ x ≤ 1} (0. y. z)|0 ≤ z ≤ x + 2y. Semestre de 2010 Questão 1.Instituto de Matemática e Estatística da USP MAT2455 . região B mostrada no gráfico pode ser descrita das seguintes formas: B = {(x.

(b) (1. y) e g2 (x. 5) 21 28 Questão 2.0) Calcule o volume de E usando a fórmula acima.5 ponto) O volume da região E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser calculado assim g2 (x.y) 1dxdydz D g1 (x. (1.5) Determine D e as funções g1 (x. y). Solução: (a) A região D é a projeção no plano 0xy do sólido. 5) xy + 2y 2 dy = 0 = 0 = = x6 12 1 12 x5 2x6 + dx 2 3 2x7 1 + 21 0 2 5 + = (0. temos: 1 x2 0 1 x2 0 1 0 x+2y ydxdydz = B 0 ydydx (0. A intersecção do cilindro x2 + y 2 = 2y com a esfera x2 + y 2 + z 2 = 4 é uma curva que projetada no plano 0xy e nos dá o bordo de D. 25) Abaixo a região E: 2 .(b) Resolvendo a integral pedida.y) (a) (0. A intersecção é uma circunferência descrita por: x2 + y 2 ≤ 2y ⇔ x2 + y 2 − 2y ≤ 0 ⇔ (y − 1)2 + x2 ≤ 1 (0.

tem-se: g1 (x. y) e D. 25) π 2 0 sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ (0.g2 (x. y) .Como D já foi achado. − 4 − x2 − y 2 ≤ z ≤ 4 − x2 − y 2 . de posse de g1 (x. 4 − r2 = u −2rdr = du 2r 4 − r 2 dr a integral indefinida pode ser simplificada da seguinte maneira: 2r 4 − r 2 dr = −u 2 du = −u 2 · 3 1 3 2 2 = − · 4 − r2 3 3 4 − r2 . Assim. y) variam do hemisfério inferior da esfera até o hemisfério superior.y) 1dzdxdy D g1 (x. Logo. y) = − 4 − x2 − y 2 g2 (x. 25) (b) O volume de E.y) Para tornar a integração mais fácil. θ e z são   0 ≤ r ≤ 2 sen θ 0≤θ≤π √  √ − 4 − r 2 ≤ z ≤ 4 − r 2 (0. as funções g1 (x. pode-se fazer a seguinte mudança de coordenadas cilíndricas:   x = r cos θ   y = r sen θ  z=z   |J| = r Como x2 + y 2 ≤ 2y então 0 ≤ r ≤ 2 sen θ Portanto a variação de r. fica: g2 (x. y) = 4 − x2 − y 2 = (0. 25) Com essa mudança. que pode ser calculado com a formula já vista. tem-se: π 2 0 π 2 0 sen θ sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ = 0 2r 4 − r 2 drdθ Fazendo-se a mudança de variáveis. y) e g2 (x.

tem-se: π 0 0 2 sen θ 2r π 4 − r 2 drdθ = = 0 π 0 = = 16π 3 16π 3 2 sen θ 2 − · 4 − r2 4 − r2 dθ 3 0 16 2 − 4 − 4( sen θ)2 4 − 4( sen θ)2 dθ 3 3 16 π 1 − ( sen θ)2 1 − ( sen θ)2 dθ − 3 0 16 π − 1 − ( sen θ)2 | cos θ| dθ 3 0 Note que cos(θ) é negativo para então π 2 ≤ θ ≤ π. = . 5) 3 3 3 9 4 . a integral fica dada por: π 2 2. 1 − u2 du = u− u3 3 1 0 = 4 3 Com a integral calculada. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ = 2.(3π − 4) (0. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ Faz-se a seguinte mudança de variáveis:   sen θ = u   cos θdθ = du  θ=0→u=0   θ= π →u=1 2 1 0 Por fim. Como cos θ = − cos(π − θ) (translação) para π 2 ≤θ≤π π 0 1 − ( sen θ) 2 π 2 | cos θ| dθ = 2. o volume final é: V = 16π 16 4 16 − .Retornando à integral dupla.

As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 05 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. Quest˜o 2. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. y. (2 pontos) Calcule a massa do s´lido dado por a o S = {(u. . v. a a Os Trabalhos s˜o individuais.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. w) = u. v. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. (2 pontos) Calcule a massa da regi˜o R que est´ limitada por x2 + y 2 = 1 + z 2 a a a e 4z 2 = x2 + y 2 e com densidade δ(x.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 3 . w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} sendo a densidade δ(u. u ——————————————————————————– Quest˜o 1.MAT 2455 . z) = |z|.

z) dx dy dz Þ¹× ÑÙ Ò Ô Ö ÓÓÖ Ò × ÐÒ Ö × × Ö × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ   x = r · cos θ   y = r · sen θ  z=z   |Jac(r.z = 1 1 0 ≤ θ ≤ 2π . − √ ≤ z ≤ √ 3 3 2|z| ≤ r ≤ 1 + z2 ´¼¸ µ ÄÓ Ó . z) = |z|º Ê ÕÙ ×Ø ÐÑØ ÔÓÖ x2 + y 2 = 1 + z 2 Ó Ó = x2 Ê ×Ø ÓÑÔÖ Ò ÒØÖ Ó Ò Ó ÒØ Ö ÓÖ ÙÖ Ó ÜÓ Ô Ö ÓÐ ´x2 + y2 = 1 + z2µ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó + y 2 µ¸ ÓÑÓ ÑÓ×ØÖ Ñ ×× Ö Ó Ê ÔÓ × Ö Ð ÙÐ ÔÓÖ M assa = R δ(x. y. z)| = r Ó Ó   Ç ÓÑ Ò Ó ÒØ ÄÑØ ÄÑØ Î Ö Ó Ó  √ : r2 ≤ 1 + z2 ⇔ r ≤ 1 + z2 Ó ÓÒ : r 2 ≥ 4z 2 ⇔ r ≥ 2|z| 1 z : 1 + z 2 = 4z 2 ⇔ z 2 = 1 ⇔ z = ± √3 3 Ó À Ô Ö ÓÐ Ò × ÐÒ Ö × Ö Ñ ÓÓÖ Dr. y. θ.θ.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¿ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ Ñ ×× Ö Ó 4z 2 = x2 + y 2 ËÓÐÙ Ö ÓÒ ´4z 2 ÓÑ Ò× δ(x.

M assa =
1 √ 3

δ(x, y, z) dx dy dz =
R √ 1+z 2 2π

Dr,θ,z 1 √ √ 1+z 2 3

δ(r, θ, z) · |Jac(r, θ, z)| dr dθ dz 2π · |z| · r dr dz

=
1 −√

|z| · r dθ dr dz =
2|z|
1 √ 3

0 √ r= 1+z 2

3

1 −√

2|z|
1 √ 3

3

= 2π
1 −√ 1 √ 3 3

|z| 2 ·r 2

dz = 2π
r=2|z|
1 −√ 3

|z| · 1 + z 2 − 4z 2 dz 2

= π
1 −√ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz
´¼¸ µ

ÓÑÓ ÒØ ÔÓ× Ø ÚÓ

Ö Ð ÔÓ

|z|

× Ö Ð ÙÐ

(1 − 3z 2 )

× Ó ÙÒ ×

× Ô Ö × Ù ÒØ

ÒØ Ó

ÓÖÑ ¸ Ð

|z| · (1 − 3z 2 ) Ø Ñ Ñ Ö Ò Ó ÕÙ |z| = z

Ñ ×

ÙÑ

ÙÒ

Ó Ô Öº ÒØ Ö

×× Ñ Ó ÓÖ

Ó ÒØ ÖÚ ÐÓ

1 √ 3

1 √ 3

1 √ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
1 −√

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
0 0

z · 1 − 3z 2 dz

3

´¼¸ µ ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×

1 √ 3

1 √ 3

M assa = 2π
0

z · 1 − 3z 2 dz = 2π
0

z − 3z 3 dz 1 1 3 1 · − · 2 3 4 32 = π 6
´¼¸ µ

= 2π

1 2 3 4 ·z − ·z 2 4

1 √ 3

= 2π
0

ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ
× Ò Ó Ò×

Ð ÙÐ

Ñ ××

Ó × Ð

Ó

Ó ÔÓÖ

B = {(u, v, w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1, u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} δ(u, v, w) = uº

ËÓÐÙ Ó
Ç × Ð Ó ×Ø ÓÑÔÖ Ò Ó ÒØÖ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó × Ö

E1 ´u2 + v 2 + w2 = 1µ

Ó ÒØ Ö ÓÖ

× Ö

E2

ÕÙ

×Ø ÓØ Ò Ó

×ÐÓ

Ñ Ù ´u2

+

v2

+

w2

= 2uµº
Ó Ö ÔÖ × ÒØ Ó Ò ÙÖ ÜÓ

u = z¸ v = y

w = x¸

Ø ÑÓ× Ó × Ð

Ñ ××

Ó × Ð

Ó ÔÓ

× Ö Ð ÙÐ

ÔÓÖ

M assa =
Du,v,w

δ(u, v, w) du dv dw
× Ö × ÜØ Ö ÓÖ × Ö ½ × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ

Þ¹×

ÑÙ

Ò

Ô Ö

ÓÓÖ

Ò

×

   u = z = ρ · cos φ    v = y = ρ · sen φ · sen θ =⇒    w = x = ρ · sen φ · cos θ  |Jac(ρ, θ, φ)| = ρ2 · sen φ
×× Ñ Ó ÓÑ Ò Ó ÒØ Ö Ó

: ρ2 ≥ 1 ⇒ ρ ≤ 1 ÁÒØ Ö ÓÖ ¾ : ρ2 ≤ 2ρ cos φ ⇒ ρ ≤ 2 cos φ 1 ½ ∩ ¾ ⇒ 2u = 1 ⇒ u = 2 ⇒ cos φmax =
Ò × × Ö ×

1 2

⇒ φmax =

π 3

Ñ ÓÓÖ

Dρ,θ,φ = 0 ≤ θ ≤ 2π , 1 ≤ ρ ≤ 2 cos φ

0≤φ≤

π 3
´¼¸ µ

ÄÓ Ó
M assa =
Du,v,w
π 3

δ(u, v, w) du dv dw =
Dρ,θ,φ
π 3

δ(ρ, θ, φ) · |Jac(ρ, θ, φ)| dρ dθ dφ
2 cos φ

2 cos φ 2π

=
0 1
π 3

ρ · cos φ · ρ2 · sen φ dθ dρ dφ =
0 0 1
π 3

2π · ρ3 · cos φ · sen φ dρ dφ 2π 4
0

= 2π
0
π 3

cos φ · sen φ

1 4 ·ρ 4

ρ=2 cos φ

dφ =
ρ=1

cos φ. sen φ 24 · cos4 φ − 1 dφ

=

π 2
0

16 · cos5 φ − cos φ · sen φ dφ

´¼¸ µ Þ Ò Ó × Ù ÒØ ÑÙ Ò ÚÖ Ú ×
cos φ = t =⇒ − sen φ · dφ = dt
b a

φ=0⇒t=1 φ= π ⇒t= 1 3 2

×

Ò Ó ÕÙ
a
π 3

f (s)ds = −
b

f (s)ds¸

Ø ÑÓ× ÕÙ
1 2

ÒØ Ö Ð
1

16 · cos φ − cos φ · sen φ dφ =
0 1

5

16 · t − t · (−1) dt =
1 2

5

16 · t5 − t dt

ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ
1

Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×
5

M assa =

π 2
1 2

π 16 · t − t dt = 2

16 6 1 2 ·t − ·t 6 2 = π 2

t=1

=
t= 1 2

π 8 1 · 1− 6 2 3 2

1 1 · 1− 2 2 2

= =

π 8 64 − 1 1 4−1 · − · 2 3 64 2 4 π 21 3 π 18 9π − = · = 2 8 8 2 8 8

8 63 1 3 · − · 3 64 2 4

´¼¸ µ

2sen(t)).MAT 2455 . z) = z 2 . As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 22 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. para 0 ≤ t ≤ π com densidade δ(x. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. y. (1 ponto) Calcule a massa de um arame cujo formato ´ da h´lice γ(t) = a e e (3t. z) = (x2 − z 2 )i + 2y k e γ ´ a ca intersec¸˜o das superf´ ca ıcies x2 + y 2 − z 2 = 3 e y = 2z. a . y. Quest˜o 2. 2 cos(t). a a Os Trabalhos s˜o individuais. orientada de forma que sua proje¸˜o no plano 0xy seja percorrida no sentido anti-hor´rio.dr onde F (x. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. (1.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 4 .5 pontos) Calcule a a γ e F . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u ——————————————————————————– Quest˜o 1.

25) ½ .2 cos(t) (0. 25) ÎÓÐØ Ò Ó ÒØ Ö Ð π π M = 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt = t − 2 × Ò (t) (2 0 π 0 × Ò (t)) 2 √ . 13 4 √ π = 4. −2 ×× Ñ Ø ÑÓ× ÕÙ × Ò (t). 13 2 √ = 2π 13 (0. 2 cos(t)) |γ ′ (t)| = 3.(−2 × Ò (t)) + 2 cos(t). y. 5) √ = 4. × Ò 2 (t) dt (0.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸¼ ÔÓÒØÓµ Ô Ö Ð ÙÐ Ñ ×× ÙÑ Ö Ñ Ù Ó ÓÖÑ ØÓ Ð γ(t) = (3t. z) = z2º ËÓÐÙ Ç Ö Ñ × Ö × Ó Ó Ñ ×× Ó Ö Ñ ÔÓÖ π M= 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt Ó¸ Ò Ó Ç Ø ÑÓ× Ó Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ γ ′ (t) Ô ÖØ Ö γ(t) γ ′ (t) = (3.3 + (−2 √ = 9+4 √ = 13 × Ò (t)). 2 × Ò (t))¸ 0≤t≤π Ó ÔÓ ÓÑ Ò× δ(x. 13 dt = 0 π √ 4 13. 2 cos(t).

2 × Ù Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ √ γ ′ (t) = (− 3 × Ò t. × Ò t) √ γ(t) = ( 3 cos t. cos t) (0. 2 cos t. 5) ¾ . z) = (x2 − z 2 )i + 2y k ÕÙ Ô Ó ×Ù ÔÖÓ Ó ÒÓ ÔÐ ÒÓ γ × ÒØ Ö× Ô Ö ÓÖÖ Ó × ×ÙÔ Ö × ÒÓ × ÒØ ÙÖÚ ÙÑ ÓÐ Ó x2 + y 2 − ËÓÐÙ Ó È Ö Ú ¹× z2 = 3 y = 2z ¸ ÓÖ ÒØ ÒØ ÔÖÓ 0xy ÒØ ¹ ÓÖ Ö Óº Ð ÙÐ Ö Ò ÓÒØÖ Ö Ú ¹× ¸ ÔÖ Ñ Ö Ñ ÒØ ¸ ÒØÖ × ×ÙÔ Ö ×¸ÙÑ Ò Ö ÕÙ Ð γº È Ö ××Ó¸ ÒØ Ö× Ô Ö ÓÐ ÙÑ ÔÐ ÒÓ  2 2 2  x +y −z =3 y = 2z  Hiperboloide ∩ P lano → x2 + y 2 − Î ¹× Ö ÕÙ ÔÖÓ Ó Ó ÒØ Ö× Ó ÒÓ × ÒØ ÒØ ¹ ÓÖ Ö Ó z2 4 =3→ x2 3 + y2 4 = 1 (0. 5) Ñ ÙÑ Ð Ô× ¸ Ö ÔÖ × ÒØ ÜÓ¸ Ô Ö ÓÖ¹ × ×ÙÔ Ö × Ö ×ÙÐØ ÙÖÚ γ Ô Ö Ñ ØÖ Þ × Ù ÒØ ÓÖÑ × Ò t. y.ÉÙ ×Ø Ó ¾ ´½¸ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ γ F dr ÓÒ ÓÖÑ Ö Ð Ó ÐÒ F (x.

ÓÑ ××Ó¸ γ ÒØ Ö Ð F dr = Ð Ò × Ö Ð ÙÐ 2π ÜÓ F (γ(t)). 2 cos t. 0. 4 × Ò t). 3 + cos3 t cos 2t − cos t + − 3 2 =0 (0.γ ′ (t) dt 0 2π = 0 2π (3 cos2 t − × Ò 2 t.(− × Òt + √ 3 √ 3 √ 3 × Ò t. cos t) dt = 0 √ −3 3 cos2 t × Ò 3 t + 4 × Ò t cos t dt 2π 0 = √ cos3 t 3 3. 5) ¿ .

y) = arctg(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j e γ(t) = (cos t. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 7 de maio ao monitor no seu hor´rio de plant˜o e a a (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e local). Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.5 ponto) Calcule a (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 γ onde γ ´ a curva (x − 1)2 + 2(y − 2)2 = 13 orientada no sentido hor´rio.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 5 . (2 pontos) Calcule a F .dr γ onde F (x. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. 2 2 . (1. e a Quest˜o 2. a a Os Trabalhos s˜o individuais. t) para − π ≤ t ≤ π . a e ca a N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.MAT 2455 .

Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ γ (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 ÓÖ ÒØ ÒÓ × ÒØ Ó ÓÖ Ö Óº ÓÒ γ ÙÖÚ (x − ËÓÐÙ Ó Ì ÑÓ× Ó + 2(y − − → Ó ÑÔÓ F 1)2 2)2 = 13 ÔÓÖ − → F (x. cos(t)) Ø Ö ÑÓ× × Ù ÒØ × ØÙ × Ò (t)). α′ (t) = r(− × Ò (t). 2 2 + y2 x x + y2 − → F (x2 + y 2 ) − 2x2 (2xy − 1)(x2 + y 2 ) − (xy 2 − y + x3 )(2y) − (x2 + y 2 )2 (x2 + y 2 )2 y 2 − x2 y 2 − x2 − 2 =0 2 + y 2 )2 (x (x + y 2 )2 k=0 Ò ÔÓ×× ÓÖ × Ö ÙØ Ð Þ Ó Ó¸ ÔÖ ×Ó ×ÓÐ Ö ÓÖ Ö Ó Ñ¸ ÔÓ × Ó ÑÔÓ ∂Q ∂P − ∂x ∂y = = ÄÓ Ó È Ö Ò ÓÒØ Rot(F ) = ÕÙ ∂Q ∂P − ∂x ∂y Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ñ ×Ñ º Á×ÓÐ Ò Ó − → F Ò Ó ×Ø ×Ø Ö Ó Ò Ñ ÓÑ ÙÑ Ö ÙÒ Ö Ò α(t) r Ô ÕÙ ÒÓ ×Ù ÒØ Ô Ö ÒÓ ÒØ Ö ÓÖ γ¸ α(t) = r(cos(t). −π ≤ t ≤ π ÓÑ Ö Ð Ë Ò Ó ÕÙ Ó R¸ Ú ÑÓ× ÕÙ Ó ÑÔÓ − → F α Ò γ Ó ×Ø Ó ÓÖ ÒØ × Ò Ø Ú Ñ ÒØ º Ö Ó ×Ø Ñ ØÓ Ó× Ó× ÔÓÒØÓ× R¸ Ô ÐÓ Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ø Ö ÑÓ× − → Rot( F ) · kdA = − R α − − → → F · dr − γ − − → → F · dr − − → → F · dr = − γ R 0dA − α − − → → F · dr = − α − − → → F · dr ½ . y) = Ð ÙÐ Ò Ó Ó ÖÓØ ÓÒ Ð xy 2 − y + x3 x .

cos(t)) dt = −π π −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) + × Ò 2 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + cos2 (t) dt −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + 1 dt = −π × Ö Ä Ñ Ö Ò Ó ÕÙ ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒØ Ö × − − → → F · dr = α π ÙÒ × ÑÔ Ö × × Ó ÒÙР׸ ÒØ Ö Ð ÐÒ α 1dt = 2π −π ÓÑÓ Ú ×ØÓ¸ ÓÑ Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò γ − − → → F · dr = −2π ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ ÓÒ Ð ÙÐ − − → → F · dr γ − → F (x. ÒØ Ö Ð ÐÒ π −π π − → α ÒÓ ÑÔÓ F ÔÓ − → F (α(t)) · α′ (t) dt × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ − − → → F · dr = α = −π π r 3 cos(t) × Ò 2 (t) − r × Ò (t) + r 3 cos3 (t) r cos(t) . r2 r2 · r(− × Ò (t). −t)). y) = arctan(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j γ(t) = (cos(t). − π ≤ t ≤ 2 α′ (t) = (0. t) Ô Ö − π ≤ t ≤ π º 2 2 ËÓÐÙ Ó È Ö ÙØ Ð Þ Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ú ¹× Ø Ö ÙÑ Ö ÓR Ë Ò Ó ×× Ñ¸ Ö ¹× ÙÑ ÙÖÚ α(t) ÓÑ Ó ÒØÙ ØÓ × Ó Ø Ö ÙÑ Ö α(t) = (0. −1) π 2 Ó ¸ Ù ÖÓÒØ Ö ÓÒØ Ò ¸ Ø Ð ÕÙ γ(t)º ¾ .

ÆÓØ ÕÙ ¸ ×× Ñ¸ Ø ÑÓ× ØÓ × × Ô Ø × × Ó Ì ÓÖ Ñ   Ê ⊂ Int(γ ∪ α) γ α Ø Ñ ÓÖ ÒØ Ó ÔÓ× Ø Ú  → ÓÑ´− ) ⊂ R F − → Rot( F ) · k dA = R α Ö Ò × Ø × Ø ×¸ Ó Ø ÓÖ Ñ ÔÓ × Ö ÙØ Ð Þ Óº − − → → F · dr + γ − − → → F · dr Ð ÙÐ Ò Ó ÒØ Ö Ð ÙÔÐ Ó ÖÓØ ÓÒ Ð Ñ R − → Rot( F ) · k dA = R R 2x dxdy π 2 −π 2 π 2 −π 2 cos(y) = = = 2x dxdy 0 cos2 (y) dy y + 2 × Ò (2y) 4 π 2 −π 2 = π 2  ÒØ Ö Ð ÐÒ α ÙÖÚ α ×Ö π 2 −π 2 π 2 −π 2 π 2 −π 2 ÔÓÖ − → F (α(t)) · α′ (t) dt P (α(t)). −1) dt t ln(t + 3) dt − 2 π 2 −π 2 − − → → F · dr = = = 1 dt ÆÓØ ÕÙ ÒØ Ö Ð ÙÒ Ó ÑÔ Ö ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒÙÐ ¸ − − → → F · dr = − α π 2 −π 2 ÑÓ× ÓÑ 1dt = −π ÈÓÖ Ñ¸ ÙØ Ð Þ Ò Ó ÙÐ γ Ó Ì ÓÖ Ñ − − → → F · dr = R Ö ÒÓ Ø − → Rot( F )dA − ÒØ Ö ÓÖÑ ÒØ − − → → F · dr α − − → → π π F · dr = − π = − 2 2 γ ¿ . −t ln(t2 + 3) + 1 · (0.

a a Os Trabalhos s˜o individuais. c) (0. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1.5) F (x. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.5) Mostre que o campo F (x. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. determine se o campo F ´ ou n˜o conservativo a e a no dom´ ınio indicado. Bons estudos! Profa. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 20 de maio ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local). z). (1. 3x2 y 2 + ey senz . Em caso afirmativo. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 senx + 2yz)k em R3 .1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.5) Calcule 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey senz) dy + ey cos z dz γ onde γ(t) = (t cos t. y.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 6 . y. ey cos z) ´ conservativo e e dˆ um potencial. z) = x2 −y x . t sent. Quest˜o 2. y) = 2 + y2 2 x x +y 2 b) (0. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. z) = (2xy 3 . (1 ponto) Calcule a a) (0.MAT 2455 . determine um potencial.5) F (x.5) F (x. (1 ponto) O campo a F (x. 2 a) (0.5 ponto) Em cada caso abaixo. . Por´m sugiro que os exerc´ e a e ıcios desse Trabalho sejam elaborados antes da P2. 0. . y x em R2 − (0. u Observe que a data de entrega ´ posterior a P2 de C´lculo III. y. z ∈ R} ´ conservativo? Justifique sua resposta (leia atentamente a teoria e antes de responder).z 2 + 2y x + 2y 2 em R3 − {(0. 2 . (Use o item a) ) 2 Quest˜o 3. t) para 0 ≤ t ≤ π . y) = (4x ln(x2 + 1) . 2y) em R2 . 0). e b) (0.

y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + K 2 . determine um potencial.1o semestre de 2010 Questão 1. 2 2 +y x +y 2 F (x. o campo é conservativo no domínio e: ∇φ = ou ∂φ ∂φ . pode-se buscar diretamente um potencial para cada campo. e o campo F é conservativo: φ(x.5) (c) (0. y) = (4x ln(x2 + 1) . 0). z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 x2 em senx + 2yz)k em R3 .5) (b) (0.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 6 . Porém isso não garante que o campo é conservativo. 2 em R − (0. temos a função potencial φ. ele é conservativo. . se o campo vetorial apresenta uma função potencial.5 ponto) Em cada caso abaixo.MAT 2455 . y) = y x 2 . Também temos um Teorema que diz que se o campo é conservativo ENTÃO o Rotacional é nulo. determine se o campo vativo no domínio indicado.5) é ou não conser- F (x. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + g(y) 2 ∂φ y = 2 + g ′ (y) ∂y x + y2 Comparando com a segunda equação chega-se a seguinte conclusão g ′ (y) = 0 ⇒ g(y) = K Sendo assim. Sendo assim. 2y) R2 . ∂x ∂y ∂φ ∂φ ∂φ . (a) (0. Assim se o campo tiver rotacional não nulo ele não é conservativo. Solução: Sabe-se que. F (x. ∂x ∂y ∂z F: =F ∇φ = =F (a) Buscando por uma função potencial de Integrando a primeira equação com relação a  x  ∂φ =  ∂x x2 + y 2 y ∂φ   = 2 ∂y x + y2 x e derivando-a com relação a y: φ(x. Em caso armativo. F (1. y. e caso este seja encontrado. Facilmente se calcula o Rotacional de cada campo dos itens da questão e se verica que em cada caso o Rotacional não é nulo.

z) = yz 2 + h(z)   ∂φ = y 2 z cos x + 1   ∂x   ∂φ = 2yz senx + z 2  ∂y   ∂φ   = y 2 senx + 2yz ∂z φ(x. y. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + y 2 + K   ∂φ = 4x ln(x2 + 1)  ∂x  ∂φ = 2y  ∂y . y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + g(y) ∂φ = g ′ (y) ∂y g ′ (y) = 2y ⇒ g(y) = y 2 + K φ(x. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 +K (c) Novamente. φ(x. z) = 2yz sen(x) + ∂y ∂y ∂g(y. resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. y.(b) Resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. y. z) = y 2 z sen(x) + x + g(y. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 + h(z) ∂φ = y 2 sen(x) + 2yz + h′ (z) ∂z h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K Portanto. z) ∂φ ∂g(y. z) = z2 ∂y g(y.

(Use o item a) ) 2 Solução: (a) Da mesma forma que na questão anterior. z) tal que ∇φ = Sendo assim ∂φ ∂φ ∂φ . ey cos z) é conservativo 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey γ senz) dy + ey cos z dz onde γ(t) = (t cos t.5) Mostre que o campo e dê um potencial. (b) (0. z) = 3x2 y 2 + ∂y ∂y com relação a y: Comparando com a segunda equação ∂g(y. Então procuramos F apresentar uma função potencial. (1 ponto) Calcule (a) (0. z) = x2 y 3 + g(y. . z) ∂φ ∂g(y. φ(x. 3x2 y 2 + ey senz . y. se o campo ele é conservativo. ∂x ∂y ∂z =F Integrando a primeira equação   ∂φ = 2xy 3    ∂x  ∂φ = 3x2 y 2 + ey senz  ∂y    ∂φ  = ey cos z ∂z com relação a x e derivando-a φ(x. senz + h(z) z: Desta forma. z) = ey ∂y senz ⇒ g(y. y. y. z) = (2xy 3 . . z) = x2 y 3 + ey Portanto +K F é um campo vetorial conservativo. z) = ey φ. z) = x2 y 3 + ey + h(z) ∂φ = ey cos z + h′ (z) ∂z E comparando com a terceira equação h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K A função potencial para o campo F ca sendo: senz φ(x. t) para 0≤t≤ π . y. t sent.Questão 2. ca-se com a seguinte função que pode ser derivada com relação a senz φ(x.5) Calcule F (x. y.

temos: a=0 b= π 2 γ(0) = (0 . π) 2 φ (γ(0)) = 0 + K φ γ( π ) = e 2 + K 2 π Sendo que a integral de linha ca sendo: γ F · dr = e 2 + K − (0 + K) = e 2 π π . 0) γ( π ) = (0 .(b) Sendo o campo F conservativo. E. e pode ser calculada como: γ F · dr = φ (γ(b)) − φ (γ(a)) Veja que o valor na integral depende exclusivamente dos pontos nal e inicial. 2 π 2 . 0 . a integral de linha independe do caminho γ que liga os pontos extremos. do enunciado.

0. 0 dt = π π = π √ 2π = E como a integral de linha não é nula. z ∈ R} é conservativo? Justique sua resposta (leia atentamente a teoria Solução: Sabe-se que o rotacional do campo é conservativo. y. 0. cos t . Porém isso não garante que o campo Da teoria sabemos que se o domínio de F for simplesmente conexo e se o Rotacional for nulo ENTÃO o campo é conservativo. γ como uma elipse no plano Se γ F · dr = 0. 0) ∈ Int(γ). Veja o item (a) da Questão 1 acima. o campo não é conservativo. cos t. . calculando a integral de linha √ t π π γ F · dr = = π π π π F (γ(t)) · γ ′ (t) dt √ 2 cos t . √ sent. 0 γ(t) = E. z) que não é simplesmente conexo.z 2 + 2y x + 2y 2 antes de responder). obtemos: 2 cos t . z) = em x2 x −y . z). Vamos calcular γ F · dr para uma curva γ com (0. 0. 2 .0 · − 2 2 2 √ √ 2 2 2 sen t + cos2 t dt 2 2 √ 2 dt 2 − sent . F é nulo.Questão 3. (1 ponto) O campo F (x. por exemplo. O domínio de F da questão 3 é o R3 menos a reta (0. Apesar do rotacional ser nulo (calcule) não podemos armar que o campo é ou não conservativo. Note que se o domínio de F não for simplesmente conexo nada se pode armar. −π √ γ ′ (t) = − 2 sent . Escolhendo z = 0. R3 − {(0. 0 . centrada na origem. pode-se dizer que o campo não é conservativo. sent .

y.5 ponto) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 7 . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. (1. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. z) = z. veja os exerc´ ıcios resolvidos e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3. (1. Bons estudos! Profa.N dS onde F (x. y. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 10 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local).1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Quest˜o 2. z) = (y. x2 . orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N . N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a a Os Trabalhos s˜o individuais. u Leia a teoria. y 2 ) e S ´ parte do parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y.MAT 2455 .5 ponto) Calcule a S e F .k < 0 .

pois 2 ≤ x2 + y 2 ≤ 4. Assim: √ √ X(u. 1 + v 2 sen u.Instituto de Matem´tica e Estat´ a ıstica da USP MAT2455 . 1 ≤ v ≤ 3} Dessa forma o c´lculo da massa fica dado por: a O dom´ ınio de integra¸˜o fica: ca 1 .1o. y.5 pontos) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. Solu¸˜o: ca A massa da superf´ em quest˜o ´ dada por: ıcie a e M= δ dS Para o c´lculo da massa. v) = ( 1 + v 2 cos u. v) Xv = ( √ 1 + v2 1 + v2 √ ||Xu × Xv || = 1 + 2v 2 D = {(u. 1 + v 2 cos u.C´lculo Diferencial e Integral III para Engenharia a Trabalho 7 . z) = z . 0) v v cos u. (1. v)|0 ≤ u ≤ 2π. Semestre de 2010 Quest˜o 1. √ sen u. ca e ´ conveniente utilizar a seguinte parametriza¸˜o: E ca  √  x = √ 1 + v 2 cos u y = 1 + v 2 sen u  z=v onde 0 ≤ u ≤ 2π e 1 ≤ v ≤ 3. a A proje¸˜o de x2 + y 2 = z 2 + 1 para 1 ≤ z ≤ 3 no plano xy ´ um anel. deve-se encontrar uma parametriza¸˜o da superf´ cuja massa a ca ıcie ser´ calculada. v) √ √ Xu = (− 1 + v 2 sen u.

z) = (y. 2v. x2 . y 2 ) e S ´ parte do e Quest˜o 2.(19 19 − 3 3) = 3 F . −2v) Xu × Xv = (2u. 1 + 2v 2 Faz-se a mudan¸a de vari´vel w = 1 + 2v 2 . 1. 1 + 2v 2 dv du = 0 = 2π √ v. v) = (u. Solu¸˜o: ca Parametrizando a superf´ ıcie:   x=u y=v  z = 1 − u2 − v 2 Xu = (1. 0.k < 0.N dS onde F (x.5 pontos) Calcule a parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y. O c´lculo da integral fica c a a M = π 19 1 w 2 dw 2 3 π 3 19 w2 = 3 3 √ √ π . v)) · ||Xu × Xv || dv du √ v. (1. y. 1 − u2 − v 2 ) 2 . v. −2u) Xv = (0. dt = 4vdv e 3 ≤ w ≤ 19. 1) X(u.2π 3 1 M = 0 2π 3 1 3 1 δ(X(u. orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N .

1) du dv 2uv + 2u2 v + v 2 du dv = Duv E o dom´ ınio de integra¸˜o fica dado por: ca Faz-se a seguinte mudan¸a de coordenadas: c   x = r. ´ poss´ notar que (Xu × Xv ).N dS = Duv (v. θ)|0 ≤ r ≤ 1.r3 . v 2 ) · (2u. 1). cos2 θsen θ+2. 2v.sen θ + 1  J =r D = {(r.r4 .sen 2 θ+2r2 sen θ+r dr dθ 2π sen 2θ 2 cos θ 1 cos2 θsen θ cos2 θ sen 2 θ 2. Com isso: = F . que ´ contr´ria ` orienta¸˜o dada no exerc´ ıvel e a a ca ıcio.sen θ+2. 2v.sen θ 1 + + + + + + dθ 4 3 5 2 4 3 2 0 π π 7π = + +π = 2 4 4 e Deve-se ainda verificar o sentido do vetor normal utilizado. cos θ y = r. cos2 θ+r3 .k > 0. cos θ+2. vem: 2uv + 2u2 v + v 2 du dv Duv 2π 1 = 0 0 2r3 cos θ.O c´lculo da integral ´ dado por: a e F .r2 . 0 ≤ θ ≤ 2π} Substituindo na integral de superficie. u2 .N dS = −7π 4 3 . Como Xu × Xv = (2u.

Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Bons estudos! Profa. A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 8 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. u Antes de iniciar o Trabalho 8. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 21 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou na sala 109A do IME das 15hs a a e as 17hs. veja os exerc´ ıcios resolvidos (do material e de provas antigas) e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3. leia atentamente a teoria.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Cristina .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 .MAT 2455 . a a Os Trabalhos s˜o individuais. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.

1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. y. (preste aten¸˜o no e o enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ıcie a e . cos(x2 + y 2 )) ca e S ´ parte do parabol´ide z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. (2 pontos) Calcule a S No USP: F .MAT 2455 . ex + sen(z) .N dS onde F (x.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 . z) = (x + arctan(z 2 ) .

ey .dr onde + (ln(1 + x4 ) .Nome: Quest˜o 2. x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 e a curva γ ´ a intersec¸˜o do cilindro x2 + y 2 = 4 e a superf´ z = y 2 + 1 orientada de modo e ca ıcie que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido anti-hor´rio. z) = −y x z6 . ca e a . y) 6 F (x. y. 2 . (2 pontos) Calcule a γ No USP: F .

N dS1 = S1 D F (σ1 ). Semestre de 2010 Questão 1. ex + sen (z) .θ. (x.N dS1 = S1 0 0 cos(ρ ) · ρ dθ dρ = 2π 0 2 cos(ρ2 ) · ρ dρ . Escolhemos uma superfície o disco no plano Temos que z=1 limitado pelo parabolóide S1 pode ser descrita por: z = x2 + y 2 − 1.N = cos(x2 + y 2 ) N = (0. cos (x2 + y 2 )) =⇒ F (σ1 ). temos F . z) dx dy dz. θ)| = ρ e Dρ. 0.N dS1 = R div F (x.N dS onde F (x.N dS1 : Temos que: F (σ1 ) = (x + arctan(1) . OBS: Adotando N . é σ1 (x. ex + sen 1 .N dx dy = D cos(x2 + y 2 ) dx dy Faz-se a mudança para coordenadas polares: E o domínio de integração em coordenadas polares ca:   x = ρ · cos θ y = ρ · sen θ  |Jac(ρ. cos (x2 + y 2 )) e S é a parte do parabolóide orientação de S. 1) Cálculo de S1 F .MAT2455 . z) = (x + arctan(z 2 ) .Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 8 . z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. Pelo teorema de Gauss. 1). y.z = 0 ≤ θ ≤ 2π √ 2 2π 0≤ρ≤ √ √ 2 2 F . y. 1). com normal externa.1o. z) = (x . y) ∈ R2 / x2 + y 2 ≤ 2 k : N1 = (0. que S e S1 . onde Seja R a região interna a S1 .N dS + S S1 F . y . (2 pontos) Calcule S F . 1) Assim: F . y. y) ∈ D A normal desta superfície é o vetor D = (x.k < 0 como Solução: A superfície não é fechada e então não é bordo de um sólido. 0.

z) dx dy dz 1 dx dy dz R R Faz-se a mudança para coordenadas cilíndricas:   x = ρ · cos θ   y = ρ · sen θ  z=z   |Jac(ρ.N dS1 = π(2 − sen 2) . θ.θ.z = 0 ≤ θ ≤ 2π . z) dx dy dz − S1 F .Fazendo a mudança de variáveis: ρ2 = u ρ · dρ = 2 1 2 · du =⇒ ρ = √⇒ u = 0 0 ρ= 2⇒u=2 u=2 F . então: div F (x. z) dx dy dz R : = 1. y.N dS1 = 2π S1 0 1 · cos u 2 du = π (sen u) u=0 = π · sen (2) 2) Cálculo de Sabemos que divF div F (x. y. −1 ≤ z ≤ 1 1 √ z+1 2π e 0≤ρ≤ √ z+1 div F (x. z) dx dy dz = R −1 0 0 √ z+1 1 1 · ρ dθ dρ dz 1 = −1 0 1 2π · ρ dρ dz = 2π −1 1 2 ·ρ 2 z=1 √ ρ= z+1 dz ρ=0 = π −1 (z + 1) dz = π 1 2 ·z +z 2 = 2π z=−1 = π 1 1 + 1 − − (−1) 2 2 Logo temos que: F . y. z)| = ρ E o domínio de integração em coordenadas cilíndricas ca: Rρ. y.N dS = S R div F (x.

Questão 2. (2 pontos) Calcule
F (x, y, z) =
e a curva

F .dr
γ

onde

−y x z6 , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 x2 + y 2 = 4

+ (ln(1 + x4 ) , ey , y) z = y2 + 1
orientada de modo que a

6

γ

é a intersecção do cilindro

e a superfície

projeção no plano

0xy

é percorrida no sentido anti-horário.

Solução: (esboço)

Vamos estudar separadamente os campos

F1 (x, y, z) =

x z6 −y , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2
6

F2 (x, y, z) = (ln(1 + x4 ) , ey , y)
Para calcular a integral usa-se o teorema de Stokes.

x2 + y 2 = 1 com 0 ≤ z ≤ y 2 + 1. Esta superfície está contida no domínio desse campo que é R3 − {(0, 0, z)}. O bordo de S é composto por duas curvas: γ e α, onde α é a circunferência x2 + y 2 = 4 no plano z = 0, orientada no sentido anti-horário. Para o campo F1 temos
Tome

S

a superfície do cilindro

F1 .dr +
α −γ

F1 .dr =
S

Rot(F1 ).N dS

onde a normal aponta para fora do cilindro. Teremos

F1 .dr =
γ α

F1 .dr = 2π

(deve-se calcular a última integral) No caso do campo cilindro x2

F2

pode-se escolher a superfície

S1

que é parte da

z = y2 + 1

limitada pelo

+

y2

=

4, pois ela está contida do domínio do campo que é o R3 . Então F2 .dr =
γ S1

Rot(F2 ).N dS

onde a normal aponta para cima". Uma parametrização de

S1

é

x = u, y = v, z = v 2 + 1

onde

(u, v) ∈ D = {(u, v) : u2 + v 2 ≤ 4.

Daí

Rot(F2 ).N dS =
S1 D

(1, 0, 0).(0, −2v, 1)dudv = 0

Portanto

F .dr =
γ γ

F1 .dr = 2π

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T e vale 4,5 pontos. Veja no e For´m de Not´ u ıcias como a m´dia T ser´ calculada. e a As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 30 de junho e ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 9 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u Os Trabalhos s˜o individuais. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Profa. Cristina

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. (2,5 pontos) Calcule a
S

No USP:

x dy ∧ dz + z 2 ln(z 8 + 1) dz ∧ dx + z dx ∧ dy onde S ´ parte e

da superf´ z = 1 − y 2 limitada pelos planos x = 3, x = 0 e z = 0, orientada com N .k ≥ 0. ıcie (preste aten¸˜o no enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ca ıcie a e

orientada de modo que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido ca e Quest˜o 2. (2 pontos) Calcule a anti-hor´rio.Nome: 3 No USP: 1dx + xdy + ez dz sendo γ a intersec¸˜o de z = x2 + 4y 2 ca x2 + y 2 γ e z = 4 − 4x2 − y 2 . a .

$  .*2120(75..GHQWLGDGHV )XQGDPHQWDLV    FRWJ [ WJ[  VHF [ FRV [  FRVVHF [  WJ [ VHQ [ FRV [ . ± È/*(%5$   VHQ [ )yUPXOD %LQRPLDO [  \.. ± 75.

Q Q˜ Q .

˜ Q   .

 [Q  Q  [Q ±  \  Q˜ Q .

 ˜ [ Q ˜ \    FRWJ [    VHQ[  FRV[   WJ[ VHF[  FRWJ[ FRVVHF[ )yUPXODV GH 5HGXomR  VHQ S  r [.

FRV [ FRV S  r [.

# VHQ [ WJ S  r [.

# FRWJ [  VHQ S r [.

# VHQ [ FRV S r [.

 FRV [ WJ S r [.

r WJ [  VHQ  S r [.

r VHQ [ FRV  S r [.

FRV [ WJ  S r [.

r WJ [ )XQomR GD 6RPD H 'LIHUHQoD GH  ÆQJXORV  VHQ [ r \.

VHQ [  FRV \ r VHQ \  FRV [  FRV [ r \.

FRV [  FRV \ # VHQ [  VHQ \  WJ [ r \.

FRV [ VHQ [ ˜ [ Q  ˜ \     Q ˜ [\ Q   \ Q  RQGH Q p XP Qž SRVLWLYR H Q Q IDWRULDO.

p Q Q  Q ± .

 Q ± .

      3URGXWRV (VSHFLDLV  [  \.

 [  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  \  [  \.

 [  [\  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  [\ ± \  [ ± \ [ ± \.

[  \.

 [ ± \ [ ± \.

[  [\  \.

 [  \ [  \.

[ ± [\  \.

  D[  E[  F D [  [ .

 [  [ .

 (TXDomR GR ž *UDX $V UDt]HV GD HTXDomR GR ž JUDX D[  E[  F VmR GHWHUPLQDGDV SRU [  E r E    DF D  RQGH ' E   DF WJ[ r WJ\  # WJ[WJ\ [ \ [ \   FRV  [ \ [ \   FRV   VHQ  [ \ [ \   FRV   FRV  [ \ [ \ VHQ   VHQ   )yUPXODV GH )DWRUDomR  VHQ [  VHQ \  VHQ [ ± VHQ \  FRV [  FRV \  FRV [ ± FRV \    VHQ 6H 6H 6H '   o UDt]HV LPDJLQiULDV '  o UDt]HV LJXDLV ' !  o UDt]HV UHDLV H GLIHUHQWHV 6H [ H [ VmR UDt]HV HQWmR [[  E H [[ D $EVFLVVD GR YpUWLFH GD SDUiEROD [ Y .

 [  [  F D E D RX [ Y .

3URSULHGDGHV GD 3RWHQFLDomR H 5DGLFLDomR  DSDT  DS.

T  D ± S   Q WJ[ r WJ \  ˜ VHQ [ r \ .

FRV [ FRV \ DS  T DS  T  DS  DS DT DS ± T  D  D z   D  E.

S DS  ES  Q D E Q S Q Q Q  5HODomR HQWUH DV IXQo}HV GH [ H [  VHQ [   VHQ [  FRV [  FRV [ FRV[ ± VHQ[ FRV[ ±   ± VHQ[  VHQ[ ò   ± FRV [.

 FRV[ ò    FRV [.

 WJ [ DP D Q E DPQ Q Q D E Q S Q S Q DE   D D WJ[   WJ  [   D.

DYLHU H 6DUD 5HJLQD GH 2OLYHLUD %LEOLRJUDILD &iOFXOR $QWRQ %R\FH /HLWKROG 6WHZDUW 6ZRNRZVNL  . Q P DP DP D P S  ([SUHVV}HV SDUD TXDOTXHU 7ULkQJXOR  /HL GR FRVVHQR D E  F ± EFFRV Æ D E F  /HL GR VHQR VHQ $ VHQ % VHQ &  ÈUHD ò EF  VHQ Æ  S  /RJDUtWPR 6H 1 D[ RQGH D p XP Q~PHUR SRVLWLYR GLIHUHQWH GH  HQWmR [ ORJD1 p FKDPDGR ORJDUtWPR GH 1 QD EDVH D RQGH 1 !  3URSULHGDGHV GRV /RJDUtWPRV  ORJD01 ORJD0  ORJD1  ORJD 0 ORJD0 ± ORJD1  ORJDD   ORJD1Q Q  ORJD1  ORJD  ± ORJD1  ORJD   ORJED  ORJE1 1 1 5DG *UDX 6HQ &RV 7J &RWJ 6HF &RVHF  R    S  S  S  S R    S  R   R     R     R   R            f  f   Q f      f  ORJ D 1  ORJ D E  Q ˜ ORJ D 1 ORJ D 1 ORJ D E       f  f  ORJD1  ORJED 1 f  f  ORJDD1 1  ORJDD  OQ H1 HOQ 1 1 2UJDQL]DGR SRU 3URIž 0DULD +HOHQD 6 .

Table of Derivatives Throughout this table. independent of x. a and b are constants. F (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) f (x)g(x) f (x)g(x)h(x) f (x) g(x) 1 g(x) F ′ (x) = af ′ (x) + bg (x) f ′ (x) + g ′ (x) f ′ (x) − g ′ (x) af ′ (x) f ′ (x)g(x) + f (x)g ′ (x) f ′ (x)g(x)h(x) + f (x)g ′ (x)h(x) + f (x)g(x)h′ (x) f ′ (x)g(x)−f (x)g ′ (x) g(x)2 g ′ (x) − g(x)2 dF dx ′ f g(x) 1 a xa g(x)a sin x sin g(x) cos x cos g(x) tan x csc x sec x cot x ex eg(x) ax ln x ln g(x) loga x arcsin x arcsin g(x) arccos x arctan x arctan g(x) arccsc x arcsec x arccot x f ′ g(x) g ′ (x) 0 0 axa−1 ag(x)a−1 g ′ (x) cos x g (x) cos g(x) − sin x ′ −g (x) sin g(x) sec2 x − csc x cot x sec x tan x − csc2 x ′ ex g ′ (x)eg(x) (ln a) ax 1 x g (x) g(x) 1 x ln a √ 1 1−x2 g ′ (x) ′ 1−g(x)2 1 − √1−x2 1 1+x2 g ′ (x) 1+g(x)2 1 − x√1−x2 √1 x 1−x2 1 − 1+x2 √ .

independent of x and C is an arbitrary constant.Table of Indefinite Integrals Throughout this table. f (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) u(x)v ′ (x) f y(x) y ′ (x) 1 a xa g(x) g (x) sin x g (x) sin g(x) cos x tan x csc x sec x cot x sec2 x csc2 x sec x tan x csc x cot x ′ 1 x a ′ xa+1 a+1 F (x) = a f (x) dx f (x) dx + b g(x) dx + C f (x) dx + g(x) dx + C f (x) dx − g(x) dx + C a f (x) dx + C u′ (x)v(x) dx + C f (y) dy x+C ax + C + C if a = −1 ln |x| + C F y(x) where F (y) = u(x)v(x) − g(x)a+1 a+1 + C if a = −1 ex eg(x) g ′ (x) eax ax ln x √ √ 1 1−x2 g ′ (x) − cos x + C − cos g(x) + C sin x + C ln | sec x| + C ln | csc x − cot x| + C ln | sec x + tan x| + C ln | sin x| + C tan x + C − cot x + C sec x + C − csc x + C ex + C eg(x) + C 1 ax +C a e 1 x a +C ln a x ln x − x + C arcsin x + C arcsin g(x) + C arcsin x + C a arctan x + C arctan g(x) + C 1 a 1−g(x)2 √ 1 a2 −x2 1 1+x2 ′ g (x) 1+g(x)2 1 a2 +x2 √1 x 1−x2 arctan x + C a arcsec x + C . a and b are given constants.

1) e0 = 1. 1 ax a−x = y = exy . The graph of ax . is similar. x→∞ x→−∞ 1 eax dx = a eax + C if a = 0 7) lim ex = ∞. ax = ex . y y = 2x lim a = 0. to ten decimal places. lim ex = 0 x→∞ x→−∞ x lim ax = ∞. d ax dx d g(x) e dx = (ln a) ax ex dx = ex + C. a0 = 1 2) ex+y = ex ey . = axy = g ′ (x)eg(x) . ax+y = ax ay 3) e−x = 4) ex 5) 6) y d x e dx 1 ex .7182818284. lim ax = 0 if a > 1 x→−∞ x x→∞ 8) The graph of 2 is given below. x and y are arbitrary real numbers. for any a > 1. lim ax = ∞ if 0 < a < 1 6 4 2 1 −3 −2 −1 1 2 x 3 .Properties of Exponentials In the following. a and b are arbitrary constants that are strictly bigger than zero and e is 2.

ln ex = x ln 1 = 0. g ′ (x) d g(x) . loga = − ln y. x and y are arbitrary real numbers that are strictly bigger than 0. 1) eln x = x. 2) loga ax = x. dx ln(g(x)) = loga x = 1 x ln a 1 dx x x→∞ = ln |x| + C. 1. a is an arbitrary constant that is strictly bigger than one and e is 2. loga (xy ) = y loga x 6) 7) 1 ln x = x . to ten decimal places. lim loga x = −∞ x→0 9) The graph of ln x is given below. loga 1 = 0 ln e = 1.7182818284. for any a > 1.5 x 1 −0. x→0 ln x dx = x ln x − x + C 8) lim ln x = ∞. loge x = ln x.Properties of Logarithms In the following. loga (xy) = loga x + loga y 4) ln ln d dx x y 1 y ln x ln a loga x = = ln x − ln y. = − loga y.0 −1.0 y = ln x 0.5 2 3 4 .5 y 1. lim ln x = −∞ x→∞ lim loga x = ∞. is similar. aloga x = x. The graph of loga x. loga d dx 1 y x y = loga x − loga y 5) ln(xy ) = y ln x. loga a = 1 3) ln(xy) = ln x + ln y.5 −1.