MAT2455 - Apostila Extra-Oficial - Apostila Da Prof. Cristina Cerri

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Edusp.usach. BOULOS. Carl B. 1974.Teorema de Green.S.19/04/12 Ementa Conteúdo e Bibliografia Objetivos da Disciplina: Estudar integrais de funções de duas e três variáveis. Aplicações.edu/visual.d.utk.uk/~history) . Ed.com/calculus/calculus. CORANT. Tradução: Elza Gomide. Cálculo com geometria analítica. 1996.prenhall. aplicações e interpretações na física e em outras áreas. Tradução: Paulo Boschcov. Cálculo. Domingues. George F.sosmath. Paulo. Tradução: Cyro de Carvalho Patarra.dcs. Ed. Carrara.calculus) The Calculus Page (http://www. Salvitti. Cálculo. Ed. Translation E. Edgard Blücher Ltda. Louis. Hellmeister e R. São Paulo: Edgard Blücher Ltda.tcd. 1972. São Paulo: Pearson Education do Brasil..ie/pub/HistMath/People/RBallHist. [G] H.maths. Bouchara. THOMAS. Earl W. Pioneira-Thomson Learning. História da matemática. PISKUNOV. I.C. Rio de Janeiro: Editora Reverté.cl/histmat/html/indice.edu/rparris/winplot. cilindricas e esféricas). 1945. 2002. São Paulo: Makron Books.php?file=%2F4788%2Fmod_resource%2F… 1/1 . Inc.com/bookbind/pubbooks/thomas_br/medialib/indexb. Vol.Thomas (http://cwx.mat. Visual Calculus (http://archives. São Paulo: McGraw-Hill.br/pluginfile. Integrais de linha . 2002. s. N. Introdução ao Cálculo. Tradução: Seiji Hariki. New York: Nordeman Publishing Company. "Cálculo Integral Avançado". Richard. Software Gráfico Winplot http://math. Howard W.html). "Calculo". Differential and integral calculus. Historia de Matemáticos Famosos (http://www. Textos sobre história da Matemática: EVES. Cálculo .html Outros textos: APOSTOL. BOYER. Tom M. Stewart.html). Cálculo . A. Mudanças de variáveis em integrais (polares. V. 1995.standrews. V. SWOKOWSKI. 1994.calculus. "Um Curso de Cálculo". Moscou: Éditions de la Paix.html) History of Mathematics at the School of Mathematics (http://www.org).html) mac2166. Differential and integral calculus. W. Cálculo com Geometria Analítica. vol 1. São Paulo: Harbra. 1987.arrakis. São Paulo. [BCHS] J. 5a edição.es/~mcj ). Introdução à história da matemática.Volume 1. George B.ac. SIMMONS. "Cáculo Avançado".. Integrais de superfícies. Carl B. S. Rio de Janeiro. Guidorizzi. mathematics . Campinas: Editora da Unicamp.O. KAPLAN. Bibliografia: [S] J. 1996. Gacetilla Matemática (http://www. Cálculo com Geometria Analítica.Teoremas de Gauss e Stokes. 1979.usp.math. Conteúdo: Integrais duplas e triplas. 1994. Tradução: Hygino H. (vários volumes) São Paulo: Edgard Blücher Ltda. LEITHOLD. 1974 Sites na Internet: The MacTutor History of Mathematics archive (http://www-groups. 2001. 3. BOYER.ime. J. McShane.Calculus (http://www. São Paulo: Atual. Livros Técnicos e Científicos.exeter. Tradução Alfredo Alves de Faria.

essa experiência vem sendo analisada e aprimorada. Uma das experiências pioneiras no ensino "não presencial" ou "a distância" na USP foi o oferecimento de turmas de MAT 2455 para alunos dependentes dessa disciplina da POLI. Na área da disciplina haverá textos com resumos dos diversos conteúdos tratados em Cálculo III. É importante que você se organize e tenha disciplina para estudar sozinho e com frequência. listas de exercícios. no 2o semestre de 2000. Mas atenção: os textos são apenas um resumo e um roteiro de estudo. Além disso.usp. provas e de sua participação nas atividades propostas.php?file=%2F5537%2Fmod_resource%2F… 1/1 . são disponibilizadas atividades periódicas para que cada aluno possa estudar e se preparar melhor para as avaliações. com textos e atividades feitas especialmente para a turma. acessar o site regularmente e fazer as tarefas pedidas. Para maiores detalhes veja os Critério de Avaliação. É importante que você saiba que nesta modalidade de oferecimento "a distância" não há pouco trabalho.usp. Desde o primeiro oferecimento. Temos certeza que você vai levar a sério esta proposta e colaborar para tudo dar certo. Somente para estes alunos estão à disposição ferramentas para comunicação (Forum e Chat) que propiciam um atendimento mais personalizado e frequente (mesmo a distância). Nesse semestre utilizaremos o ambiente Moodle.19/04/12 Informações Gerais 1 MAT 2455 Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Turma Especial Ministrada à Distância pela WEB 1o semestre 2010 Caro(a) aluno(a). O(a) aluno(a) matriculado(a) nestas turmas tem a oportunidade de estudar o conteúdo destas disciplinas de forma autônoma. através de tarefas programadas. Um bom semestre a todos! Profa Cristina Cerri Ramal : 6278 e-mail: cerri@ime. gabaritos etc.br mac2166. Lembre-se que seu aproveitamento será avaliado periodicamente no decorrer do semestre. Estarão também disponíveis Fóruns para discussão de temas relacionados a disciplina.br/pluginfile. trabalhos. Monitores darão atendimento diariamente na sala de monitoria do Biênio. Estamos empenhados em fazer o melhor. dentro do seu ritmo e da sua disponibilidade. como dúvidas da matéria ou de exercícios. Para que seu aproveitamento seja bom você deve completementar os estudos lendo os livros indicados na Bibliografia.ime. Afinal "a aula" só acontece se o aluno tomar a decisão de entrar no site e participar. Num curso desse tipo o aluno desempenha um papel ativo e sua participação é fundamental. mas esta iniciativa só poderá ter êxito com seu envolvimento e participação.

Atenção: o aluno que só fizer as provas tradicionais terá K = 0 e assim estará automaticamente reprovado. que teve o apoio total das Comissões de Graduação da POLI e do IME. Luiz Augusto Fernandez de Oliveira mac2166. O fator K também fornecerá a porcentagem de frequência que será atribuída a cada aluno no final do semestre. Este é um ponto fundamental e o diferencial desta proposta. T é a média das nota dos trabalhos realizados durante o semestre que tiveram uma nota atribuída.Cristina Cerri Coordenador da disciplina: Prof. tendo em vista a participação do aluno.br/pluginfile. i = 1. K é o fator de participação que varia de 0 a 1. a quantidade de atividades realizadas. Sendo S é a soma das notas dos trabalhos então T será igual a S/3.2.usp. Essas atividades terão prazos pré-estabelecidos conforme cronograma. Ao longo do semestre serão propostas várias atividades dentro do ambiente Moodle. Os trabalhos devem ser redigidos e entregues até a data limite estabelecida conforme cronograma. Cada uma dessas Atividade deverá ser feita on-line.19/04/12 Criterio de Avaliacao Critério de Avaliação A média final dos alunos desta Turma 13 .SEMI ABERTA ( a nota da PSUB entra obrigatoriamente no lugar da menor das Pi) Professora responsável pela Turma-Web: Profa.ime. Serão propostos 9 trabalhos durante o semestre que somarão no máximo 30 pontos.Web será calculada da seguinte forma: MF = K (P1 + P2 + P3 + T)/4 sendo que Pi são as notas das provas. Será atribuído K = 1 para o aluno que fizer 70% das atividades propostas (Atividades e Trabalhos). Datas das Provas: todas às 13h10 P1: 06 de abril P2: 18 de maio P3: 22 de junho PSUB: 29 de junho .php?file=%2F5557%2Fmod_resource%2F… 1/1 . ou seja. Cada atividade realizada pelo aluno conta participação e não vale nota.3.

como limite de somas. Além disso.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-1-intdupla-intro.C. foi possível criar métodos sistemáticos para o tratamento de áreas e volumes. E. esse método funcionava para particulares regiões e uma generalização só poderia ser possível com uma nova formulação do problema. Por volta de 1854 o matemático alemão Bernhard Riemann fez um estudo aprofundado da integral e contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento da teoria. Veremos a seguir propriedades e resultados básicos. é claro. como Arquimedes (287-212 a. métodos para o cálculo de integrais duplas.20/04/12 Integrais Duplas . mas ainda de forma incompleta. pode ser estendida para funções definidas em regiões do plano e do espaço: surgem assim as integrais duplas e triplas. como a região interior a um arco de parábola. de definir a integral dupla de funções de duas variáveis.Introdução Como calcular o volume de sólidos? Para certos sólidos. Com as mesmas idéias do cálculo de áreas os matemáticos gregos também tratavam do volume de sólidos. no século XVII. As idéias básicas do Cálculo Integral estavam lá presentes.ime. Somente muito mais tarde. primeiramente. Contudo essas idéias ficaram escondidas ou perdidas. Há mais de dois milênios atrás esses matemáticos calculavam áreas e volumes de figuras geométricas por procedimentos como os do Cálculo Integral. como pirâmides. Lembremos que para funções de uma variável a integral é definida como o limite de somas: A idéia básica da integral.htm 2/2 . pois os matemáticos gregos descreviam tudo geometricamente e não por meio de fórmulas numéricas como fazemos hoje. respectivamente. temos fórmulas que permitem calcular seus volumes. Na época problemas de Física como o da propagação do calor motivaram o desenvolvimento de teorias matemáticas. para se obter a área de um círculo inscreve-se nele polígonos regulares cuja área é facilmente calculável. Esse processo era também usado para calcular área de outras regiões. utilizando como motivação o cálculo de volume.) dedicaram muita atenção a problemas relacionados com o cálculo de áreas e volumes. Nos textos trataremos. Mas por que valem tais fórmulas? Matemáticos gregos. com uma simblogia mais desenvolvida e com o surgimento da moderna notação da Geometria Analítica. E tais integrais estão associadas a cálculos de volume. bem como a própria integral leva seu nome. tanto que até hoje as somas usadas para definir a integral são chamadas de Somas de Riemann. aumentando-se o número de lados obtém-se aproximações cada vez melhores. massa etc.usp. Usava-se o processo de "exaustão". Obtém-se então a área do círculo por um processo de limite das áreas dos polígonos. cilindros. esferas.uma introdução Integrais Duplas . Por exemplo. o matemático francês Augustin-Louis Cauchy definiu integral em termos de somas. Por volta de 1820. Leia o texto Integrais Duplas definição istina Cerri -2010 www.

2 de [BCHS] ). a função não é limitada em [0. Afinal pode parecer que se f é positiva então sempre se pode calcular o volume do sólido que se forma abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0. Se f é uma função integrável em R .20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Funções integráveis e não-integráveis Alguns Resultados e Exemplos Que funções são integráveis? Existem funções não-integráveis? Da maneira como foi dada a definição pode-se pensar que sempre existe a integral dupla de uma função.1. retângulo.yi) . Toda função contínua definida em um retângulo R é integrável em R.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-3-intdupla-integraveis.1]x[0. Outro exemplo: O resultado acima é útil no seguinte sentido: se uma função de duas variáveis não é limitada em R então ela não é integrável em R. Por exemplo. que não é difícil.htm 2/2 . Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R = [0. as funções "bem comportadas" são integráveis. Agora enunciaremos um resultado útil.1]x[0.ime.y) em R . Exercício: Obtenha um outro exemplo de função não integrável usando o resultado anterior. em Teorema III.(veja a demonstração.y) = 1 se x e y são racionais e 0 caso contrário.yi) de forma ambos x i e yi não são racionais. Dessa forma Portanto o limite dessa somas dependerá da escolha de (x i . Com duas váriáveis isto também ocorre. Assim um cálculo simples mostra que Entretanto podemos escolher (x i . Ótimo! Mas que funções são integráveis? Será sempre necessário encontrar a integral dupla de uma função usando a definição e tendo que calcular aquele limite.1] (quadrado de lado 1) da seguinte forma: f(x. mas como se calcula a integral dupla de uma função? Para isso vamos ver as Integrais Iteradas. Vale que TEOREMA. Muito bem. Como para funções de uma variável.usp. Mas você viu que existem funções de uma váriável que não são integráveis.y)| < M. Tome uma partição qualquer de R e em cada Ri . então f é limitada em R. isto é. para todo (x. Cristina Cerri . Escolha primeramente (x i .1] (prove isso!). existe M > 0 tal que |f(x.yi) tal que se x i e yi são racionais. Já temos exemplos de funções não integráveis. Portanto f não é integrável. logo não é integrável.2010 www. PROPOSIÇÃO.

br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro. isto é.htm 2/4 . O gráfico desta função é um subconjunto do R3 . fatiando um paralelepípedo ele pode ser visto como "uma pilha de retângulos".Como calcular? Integrais Duplas .usp. Vamos usar essa idéia de fatiar para chegar num resultado que permita calcular volume de certos sólidos. "somamos" as áreas e temos o volume.20/04/12 Integrais Duplas .2]x[0.d] e suponha que f(x. É conhecido como o Príncípio de Cavalieri. www. Nosso objetivo é o de calcular o volume de S . A idéia de fazer aproximações por regiões com áreas e volumes conhecidos já era utilizada pelos gregos. chamados "indivisiveis".ime. Por exemplo tome a função f(x. Considere o sólido limitado pelo gráfico de f e o plano xy com (x. Então é razoável que o volume desses sólidos sejam Area da base x Altura. um cilindro pode ser visto como um "monte de discos empilhados". Como cada fatia tem a mesma área. Por exemplo.y) em R. Poderiamos pensar em calcular o volume de S (sólido delimitado pelo gráfico de f) “fatiando” o sólido com planos paralelos ao plano yz. Tal argumento pode ser aplicado aos prismas também. basea-se na sua teoria de que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais.1] . Outra forma de tentar calcular volume de sólidos usa a idéia de "fatiar" o sólido. O gráfico de f está representado na figura abaixo.y) = x (1-y4) e R = [0.b]x[c. A idéia de "fatiar" um sólido para obter seu volume. Um princípio bem natural baseado nessa idéia e que estabelece um fato útil sobre volumes foi estabelecido pelo matemático italiano Bonaventura Cavalieri (1598-1647). no século XVII.y) em R.Como calcular? Cálculos de áreas e volumes de regiões são problemas antigos. Considere uma função de duas variáveis f definida num retângulo fechado R=[a.y) é positiva e contínua para (x.

usp.htm 3/4 .20/04/12 Integrais Duplas .Como calcular? Para cada x fixo entre 0 e 2 temos uma região onde a área se calcula facilmente usando integral de uma variável Vamos denotá-la por A(x).ime.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro. Então www.

o volume do sólido poderia ser definido como sendo a “soma” de todos os A(x). Somar em x é integrar.usp. por exemplo com planos paralelos ao plano xz.ime.htm 4/4 .2010 www.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.Como calcular? Assim. Então uma boa definição do volume de S parece ser Poderiamos ter feito outro tipo de “fatiamento”. Teriamos obtido o mesmo valor? Podemos usar esta idéia para qualquer tipo de função? Leia Integrais Duplas Iteradas. Cristina Cerri . como fizemos no caso do cilindro.20/04/12 Integrais Duplas .

A área da fatia pode ser calculada com a integral Intuitivamente o volume é a "soma" de todas as áreas. Porém é difícil obter o valor de uma integral dupla diretamente da definição. poderíamos também calcular a área de cada fatia e depois o volume fazendo www.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada. em particular. uma função f(x. fixando y entre c e d. Vamos aqui ver uma forma de calcular tal integral. Então o volume de S deve ser Entretanto.htm 1/2 . Fixe um x entre a e b e considere a intersecção do plano paralelo a x = 0 passando por x e o sólido S.ime.usp.y) positiva e definida num retângulo R=[a.b]x[c. Tomemos.20/04/12 Integrais Iteradas Integrais Duplas Iteradas Teorema de Fubini A definição de integral dupla é consequência natural da idéia de calcular o volume de determinado tipo de sólido.d] e considere a região Para se calcular o volume do sólido S poderíamos pensar em “fatiá-lo” paralelamente ao plano x = 0 ou ao plano y = 0.

Se é integrável em =[a. Na hora de calcular pode-se fazer de duas maneiras.2010 www. OBS: É comum denotar a integral dupla de f em R por .d] então Ou seja se é integrável não importa a ordem que fazemos a integração. Cristina Cerri .b]x[c. Para estudar: leia o parágrafo 2 do capítulo 15 (15. lembrando que isso não significa que estamos indicando integrais iteradas.ime.2) de [S] Curiosidade: O teorema acima foi provado em 1907 pelo matemático italiano Guido Fubini (18791943).usp.20/04/12 Integrais Iteradas Estas integrais são chamadas de integrais iteradas e usualmente se escreve apenas ou Exemplos: Teria sido mera coincidência as duas integrais acima terem dado o mesmo valor? Não é coincidência. entretanto a versão para funções contínuas era conhecida pelo matemático francês AugustinLouis Cauchy.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada. e o que vale é o seguinte: Teorema de Fubini. Assim temos uma forma de cálcular integrais. quase um século antes.htm 2/2 .

br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri. Corte por um plano horizontal B (perpendicular ao eixo do cilindro). O Principio de Cavalieri nos diz que se dois corpos têm a mesma altura e os cortes por planos paralelos a suas bases são figuras com a mesma área. Foi discípulo de Galileo e escreveu sobre diversos temas como geometría. A base da nova teoria é que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais. áreas e volumes foi levado por Cavalieri ao cálculo da soma de infinitos indivisiveis".htm 1/2 . Deste modo. Mas sua obra fundamental é a "Geometría dos indivisiveis". assim como o descobrimento das fórmulas relativas aos focos dos espelhos e de las lentes. o cálculo de longitudes.aplicando principio… O Princípio de Cavalieri Bonaventura Cavalieri (1598-1647) Matemático italiano nascido em Milão e falecido em Bolonha. trigonometría. como mostra a figura. chamados "indivisiveis". Na esfera a secção plana dá um cículo. Foi o primeiro matemático italiano que apreciou em todo seu valor os logarítimos. A idéia é comparar o volume da esfera com os volumes do cilindro e do cone.Fórmula do Volume da Esfera . astronomia.usp. que dista h do centro da esfera. www. Considere o sólido X que é cone dentro de um cilindro de altura 2R e raio R. então eles têm o mesmo volume.20/04/12 Principio de Cavalieri . Também figurou entre os primeiros que ensinaram a teoria copérrnica dos planetas. Vamos calcular as áreas das secções planas. Já no cilindro temos um anel. Com esse princípio se pode obter o volume da esfera. por exemplo. Tome uma esfera de raio R.ime. etc. Outros trabalhos seus são o desenvolvimento dado a trigonometria esférica. óptica. pela qual é considerado como um dos precursores do cálculo infinitesimal.

members.com/caraipora/cavprin.wikipedia.youtube.usp. Mas Vol(X) = Volume de cilindro .htm 2/2 .aplicando principio… Aplicando o Principio de Cavalieri temos que o volume da esfera é igual ao volume do sólido X.20/04/12 Principio de Cavalieri . Extraído de http://www.org/wiki/Bonaventura_Cavalieri http://en.2x Volume do cone = = pi R2 (2R) .Fórmula do Volume da Esfera .ime.2 pi R2 (R)/3 = 4 pi R3 / 3 Portanto volume da esfera é 4 pi R3/3.org/wiki/Cavalieri%27s_principle www.wikipedia.com/watch?v=vtsWUjk-CtY http://pt.tripod.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.htm Outros sitios (mas só usar o "Google" e pesquisar) http://www.

Exemplos Como já foi visto. Veja esse exemplo Exemplo A1.y) = 2 – x 2 + y2/3 e D = [-1.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-2-intdupla-exemploA1. Então podemos calcular a de duas maneiras. Clicando no ícone ao lado você poderá ver o gráfico dessa função e de outras do tipo f(x.2] (um retângulo).html 2/2 .1] x [-1.ime. pois integral dupla Então Nesse caso o valor da integral dupla é o volume do sólido que está abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0 (pois f é positiva). o cálculo de integrais duplas pode ser feito utilizando a integração iterada. Explore! Cristina Cerri . Sejam f(x.y) = A – x 2 + B y2 .20/04/12 Integrais Iteradas .usp.Exemplos Integrais Iteradas .2010 www. Na animação você poderá interagir: variando x e y dentro do domínio você poderá visualizar o sólido sendo formado.

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Integrais Duplas sobre Regiões

Integrais Duplas em Regiões - definição
No texto Integrais Duplas em Retângulos definimos integrais duplas sobre retângulos. Contudo são várias as funções definidas em regiões que não são retângulos. Seja f uma função definida numa região D do plano . Se f é positiva desejamos que o volume do sólido esteja relacionado com integral dupla. Nesse texto vamos definir a integral dupla sobre regiões planas D limitadas, isto é, regiões contidas em algum retângulo R. Vamos utilizar um pequeno "truque". Como só temos a definição de integral dupla para funções definidas num retângulo, vamos estender f para um retângulo R que contém D de forma conveniente. Defina F(x,y) em R de forma que

chamada de "função característica do conjunto D". Dizemos que f é integrável em D quando F é integrável em R. E definimos a integral dupla de f em D por

Observe o desenho. Primeiramente como F é 0 fora de D região de R-D (complementar de D) a definição acima não depende do particular retângulo R. Assim sempre podemos considerar um retângulo de lados paralelos aos eixos. E perceba também que R-D não interfere no cálculo da integral. DEFINIÇÃO. Se f(x,y) é positiva e integrável em D definimos o volume do sólido como sendo

Suponha que f seja contínua em D. É razoável esperar que f seja integrável em D. Mesmo f sendo contínua em D não temos necessariamente a continuidade de F em R. Observe que as descontinuidades ocorrem no bordo (ou fronteira) de D (veja a figura acima), que denotamos por ∂D. De fato, nesse caso, o conjunto dos pontos de descontinuidade de f está contido em ∂D. A integrabilidade de f dependerá do tipo
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm 2/3

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Integrais Duplas sobre Regiões

do bordo de D: de uma forma informal, ele tem que ser "magrinho" para não interferir no cálculo da integral. Mas o que significa isso? Que tipos de conjuntos são esses? O conceito que desejamos introduzir agora é o de conteúdo nulo. Um conjunto A do plano tem conteúdo nulo se, dado ε > 0 arbitrário, existem retângulos R1 , R2 , ... Rn , de lados paralelos aos eixos coordenados, tais que e .

Não é difícil mostrar que um segmento no plano tem conteúdo nulo. Um fato importante é que PROPOSIÇÃO. O gráfico de uma função contínua definida num intervalo [a,b] tem conteúdo nulo. Esse resultado já é mais difícil de provar. Contudo em [BCHS] (capítulo 3) você encontrará a demostração para o caso de função de classe C1. Finalmente temos um resultado esperado: TEOREMA. Seja D um subconjunto limitado do plano e seja f uma função contínua e limitada em D. Se o bordo de D tem conteúdo nulo então f é integrável em D. A prova desse resultado pode ser encontrada no Apêndice 2 de [G]. Para ver um pouco mais sobre essa teoria veja o texto Funções Integráveis - teoria.
Cristina Cerri - 2010

www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm

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Funções Integráveis - teoria

Funções Integráveis - teoria
Já sabemos que temos funções que não são integráveis. Será que existe alguma caracterização das funções integráveis? Seja D um subconjunto limitado do plano. E seja o sólido . Como temos altura constante é razoável pensar que o volume de S é igual a área de D, pois espera-se que V(S) = 1.A(D). Mas a integral dupla de f(x,y) = 1 sobre D é, caso exista, o volume deste sólido. Dizemos que D tem área se f(x,y) = 1 é integrável em D e define-se a área de D por Lembre que para definir a integral de f sobre D defininimos uma função F como sendo f em D e 0 em RD onde é um retângulo qualquer. Então nesse caso F é 1 em D e 0 em R-D. A descontinuidade de F ocorre na fronteira, ou bordo, de D. Para que tenhamos F integrável será preciso que o bordo de D não atrapalhe, seja "desprezível". O bordo ou fronteira de um subconjunto D, que é denotado por ∂D, é o conjuntos dos pontos (x,y) tais que qualquer retângulo (ou disco) centrada em (x,y) contém pontos de D e do complementar de D. As regiões que nos interessam são as regiões cujo bordo tem conteúdo nulo. Formalmente, um conjunto A tem conteúdo nulo se para todo ε > 0 εξιστεµ ρετ®νγυλοσ Ρ 1 , Ρ 2,..., Rn cuja união contem A e que a soma das suas áreas é menor que ε.. As regiões que nos interessam são as regiões que tem área, As regiões que tem área são aquelas que o bordo tem conteúdo nulo. Note que felizmente os retângulos tem área. Pode parecer estranha mas existem regiões do plano que não tem área. Por exemplo, se D = Q x Q em [0,1]x[0,1] seu bordo é todo o quadrado [0,1]x[0,1]. Estranho, não é? Mas isso acontece pois perto de todo o par de números racionais tem sempre pares de racionais e de irracionais. Então a função constante 1 em D não é integrável. (Veja o texto Funções integráveis e nãointegráveis.) O problema aqui é com o conjunto D . Queremos evitar isso e tratar de conjuntos D “bem comportados”, ou seja, que tenham área. Assim afirmamos que D tem área se, e somente se, ∂D tem conteúdo nulo. Conjuntos de área nula representam papel importante na Teoria de Integração. Esses são conjuntos que não interferem na integração. TEOREMA. Seja uma região D com área e limitada do plano e seja f uma função limitada em D. Se f é contínua, exceto num conjunto de área nula, então f é integrável em D. O resultado acima vale em contextos mais gerais e não apenas para funções de duas variáveis. Foi o matemático Henri Lebesgue (1875-1941) que estabeleceu a conexão entre a integrabilidade segundo Riemann e o conjunto dos pontos de descontinuidade da função. Resumidamente, Lebesgue provou que uma condição necessária e suficiente para que uma função seja Riemann integrável é que o conjunto dos pontos de descontinuidade tem área (ou medida) nula. Ele criou toda uma teoria nova para integração, que hoje leva seu nome: integral de Lebesgue.
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-1-intdupla-integraveis.htm 2/3

d].b]x[c. Mais explicitamente. Graficamente: Nesse caso D é limitada e se tomamos um retângulo R=[a.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Cálculo de Integrais Duplas Depois de definida a Integral Dupla sobre Regiões planas D temos que saber como calculá-la. Mas afinal quais regiões são desse tipo e como calcular a integral dupla nessas regiões? Vamos ver dois tipos de regiões cujo calculo da integral dupla pode ser feito.d] www. são regiões do tipo onde h1 e h2 são funções contínuas em [c.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.b].b]. Região do Tipo I: região do plano entre gráficos de funções contínuas de x definidas num intervalo [a.ime. Mais explicitamente são regiões do tipo onde g1 e g2 são funções contínuas em [a.d] que contém D então Região do Tipo II: região plano entre gráficos de funções contínuas de y definidas em [c. Sabemos que se f é contínua em D e se o bordo da região D tem conteúdo nulo então f é integrável em D.htm 2/3 .usp.

2010.ime.htm 3/3 .usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Também podemos calcular a integral dupla fazendo Cristina Cerri . www.

Temos neste caso a região de integração (no plano )é e delimitada e o volume é dado pela integral dupla de ( ) = 2 + 2 logo 3. Calcular a onde é a região limitada pelas parábolas = 2 2 e = 1 + 2 . 2.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas .Exemplos Cálculo de Integrais Duplas . Calcule .Exemplos 1.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. Mas a integral acima é igual a integral dupla de ( ) sen( 2) em www. Encontre o volume do sólido que fica abaixo do parabolóide = 2 + 2 e acima da região no plano pelas superfícies = 2 e = 2 .ime. Se tentarmos calcular da forma que a integral aparece teremos problemas.htm 1/2 .

ime. Dica: O livro de J.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. 2010 www. Use para isso programas gráficos como Winplot .3 de [S] e III. Consulte pois para um melhor aproveitamento visualizar os gráficos e as regiões de integração é fundamental. Stewart [S] traz muitos exercícios resolvidos e muitos gráficos e figuras. usando o Teorema de Fubini.htm 2/2 .usp.4 de [BCHS].20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas . Explore mais exemplos clicando aqui. Leia a teoria e veja mais exemplos em 15.Exemplos Desenhe a região e perceba que também podemos escrevê-la na forma Então.Pratique fazendo exercícios do livro [S] e da Lista 1.

região limitada do plano e com área. mas é descontínua apenas no conjunto {( 3.y) = 2. Suponha que f(x.propriedades Integrais Duplas .y) seja integrável em D1 e em D2 . Se D1 ∩ D2 tem área nula então f é integrável em D1 U D2 e vale Por exemplo. se (x. e c é constante então Uma outra propriedade muito útil para o cálculo de integrais duplas é a seguinte. que são regiões limitadas do plano. Proposição.html 2/2 . Proposição. seja f(x.ime. Então f é integrável em R e Cristina Cerri . se (x. Claramente essa função não é contínua em R = [0.1] e f(x.5]x[0.Propriedades As seguintes propriedades básicas são válidas para integrais duplas.y) = 1.y ) : 0 ≤ y ≤ 1} que tem área nula no plano.3]x[0.usp.2010 www.20/04/12 Integrais Duplas .1] . Se f e g são funções integrais em D.1].y) pertence a [0.5]x[0.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-8-intdupla-propriedades.y) pertence a [3.

html 2/2 . E como fica a integral dupla quando mudamos de coordenadas? O que irá substituir o fator “g'(u) du” nesse caso? Antes de tratar do caso geral veremos como fica a integral dupla quando mudamos do sistema de coordenadas cartesianos Oxy para o sistemas de coordenadas polares Orθ.2010 www. Suponha que f(x.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-intdupla-mudapolares. Mas a área de um setor circular pode ser calculada usando as variações de r e de θ . Nesse caso temos que fazer mudanças do sistema de coordenadas Oxy para outro sistemas de coordenadas Ouv.ime. É comum escrevermos que “dx = g'(u) du”. Para integrais duplas também é possível fazer mudanças de variáveis. Atenção: nunca se esqueça de multiplicar pelo fator r ! Para ver mais exemplos clique aqui! Cristina Cerri . sendo g estritamente crescente.θ) = r cos(θ) e y = y(r.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares Nas integrais de funções de uma variável real muitas vezes uma mudança de variável conveniente permite seu cálculo mais facilmente. Como a integral dupla é o limite das somas de Riemann vamos avaliar a soma para uma partição qualquer de D.θ) = r sen(θ). Sabemos que x = x(r. (Veja o texto sobre Coordenadas Polares ) Logo Fazendo o limite temos que onde Dxy denota a região D descrita em coordenadas cartesianas Oxy e Drθ denota a região descrita em coordenadas polares.y) e θ é o ângulo formado pelo segmento OP e o eixo Ox no sentido anti-horário. A fórmula nesse caso é onde g (c) = a e g (d) = b . onde r representa a distância do ponto P de coordenadas (x.y) é integrável numa região D do plano Oxy. Para cada retângulo da partição sua área é aproximadamente a área de um setor circular.

logo na circunferência r = 2cos(θ).Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares .html 2/3 .20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares .θ) = r cos(θ) e y(r.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex.ime. acima do plano xy e dentro do cilindro x2 + y2 = 2x.θ) = r sen(θ) na equação x 2 + y2 = 2x temos que r2 = 2 r cos(θ). Como θ é o ângulo entre o segmento do ponto a origem e o eixo x. Queremos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = x2 + y2 . a variação do ângulo é de −π/2 a π/2. Mudando para coordenadas polares a região D passa a ser pois substituindo x(r. Então onde E então nas coordenadas cartesianas Não é uma integral muito simples. Região em coordenadas cartesianas Região em coordenadas polares www.Exemplos Exemplo 1.

0) e raio 1.Exemplos E então Exemplo 2.θ) = r cos(θ) e y = y(r. Se a função então está definida na regão Clique e veja a região acima para diferentes raios.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex. Sabemos que disco de centro (0.θ) = r sen(θ) então o disco pode ser representado por Portanto Exemplo A3.2010 www. Assim usando que x = x(r. A região D pode ser facilmente descrita em coordenadas polares.html 3/3 .y2 . Explore! Cristina Cerri .20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares . Logo onde D é o Então Contudo o cálculo dessa integral é elaborado.ime. Desejamos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = 4 .usp.x 2 . acima do plano xy e dentro do cilindro x 2 + y2 = 1.

v)/2 e y(u. ou x = (u .v)). ou seja.ime.v)/2 e y = (u + v)/2 transformamos Dxy em Duv = [3. u = x + y e v = y . Com esta aplicação transformamos o retângulo Dxy (amarelo) no retângulo Duv = [3.3].y(u.x = 1. Como A(Dxy) = A(Duv)/2 www. Note que as áreas dos retângulos são diferentes!!! Veja que a área de Duv é 2.x. Para calcularmos uma integral dupla teremos que levar isso em conta. Seja Dxy a região limitada pelas retas x + y = 4 .3] (verde).usp. Quando fazemos isso temos que fazer uma "correção" e multiplicar pela derivada: No cálculo de integrais duplas também precisamos as vezes mudar de variáveis.x = 3 e y .y(u. Assim para funções de duas variáveis devemos ter uma fórmula do tipo O que viria no lugar do ?????? ? Antes de dar a fórmula vamos ver um exemplo de mudança de variável. Se u = x + y e v = y . fazer uma mudança de variável de integração.v) = (u .html 1/2 . y .4]x[1. Note que todo retângulo de lados paralelos aos eixos Ou e Ov se transforma pela ϕ em outro retângulo e que A(Dxy) = A(Duv)/2. Entretanto se rodamos a figura. Se queremos calcular a integral onde D = Dxy diretamente com as variáveis x e y vamos ter algum trabalho. x + y = 3. Esta transformação não preserva áreas.4]x[1.v)=(u + v)/2. mas há uma relação entre elas. fazemos uma mudança de variáveis. Uma mudança de coordenadas em R2 é uma transformação ϕ contínua e injetora no interior da região.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar.v)) onde x(u.v) = (x(u.v) = (x(u. passaremos a ter um retângulo paralelo aos eixos e assim a integração ficará mais simples. Escrevemos ϕ(u. Seja ϕ(u. Note que uma reta y + x = a no plano Oxy corresponde a reta u = a no plano Ouv e que uma reta y .v).20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Caso Geral Para o cálculo de funções de uma variável temos que.x = b no plano Oxy corresponde a reta v = b no plano Ouv.x . às vezes. mas a área de Dxy é 1.v). ou seja.

Várias integrais duplas ficam mais fáceis de serem calculadas se usamos a mudança de coordenadas polares.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar.v). Cristina Cerri -2010 www. Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R2 em R2 de classe C1 onde ϕ(u.v). Em geral. dada uma transformação ϕ(u. Seja Duv subconjunto de Ω limitado. as coordenadas polares x(r.5 e IV. Logo Agora é com você: calcule a integral! Mais exemplos e muito mais você verá em Mudança de Variáveis em Integrais Duplas - Exemplos Como você deve se lembrar. Em geral dada uma mudança de variáveis o fator de correção da área não é constante. Se f é contínua em Dxy então Note que na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Voltando ao exemplo e calculando o Jacobiano temos Jϕ(u. Referências: 15. e Dxy = ϕ(Duv).v) = (x(u. com bordo de conteúdo nulo também em Ω.v)= 1/2 .2 de [G].v)) do plano o Jacobiano é O que vale é o seguinte resultado: TEOREMA.5 de [BCHS] ou 4.v) não é nulo o interior de Duv.y(u. Esse fator é o Jacobiano da transformação.θ) = r sen(θ) são úteis e de grande importância.y(u.ime.html 2/2 .v) = (x(u.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mas esse foi um caso muito particular. cujo Jacobiano é r.θ) = r cos(θ) e y(r.9 de [S] e III. Suponha que ϕ é injetora e Jϕ(u.usp.v)).

tal que x-p = r cos(θ) e y-q = r sen(θ).θ) = r cos(θ) + p e y(r.θ) = r sen(θ) + q .y) : x 2/a2 + y2 /b2 ≤ 1 }. Verifique que nesse caso o Jacobiano é também r.ime.2010 www. b > 0. Compondo essas transformações podemos resolver o seguinte exercício (extraído da prova de 1999). Cristina Cerri . Determine o volume do sólido limitada pelas superfícies: 0.θ) = b r sen(θ) . Verifique que nesse caso o Jacobiano é abr. . x(r. Portanto e o Jacobiano é .html 2/2 .Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Exemplos Vimos que nas condições do enunciado do Teorema a fórmula de mudança de variáveis é Vejamos alguns exemplos: Exemplo 1. com a > 0.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas .usp. Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. ou seja. Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. ou seja. podemos. fazer uma mudança de variável do tipo polar. para facilitar. Exemplo 2. para facilitar. com a. Note que desejamos calcular o volume do sólido dado por . que é a região interior a circunferência de raio a. que é a região interior a uma elipse. Solução. fazer uma mudança de variável do tipo polar. x(r.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-1-intdupla-mudavar-ex.y) : (x-p)2 + (y-q)2 ≤ a2 }. Portanto fazendo a mudança de variável Então não nulo no interior.θ) = a r cos(θ) e y(r. tal que x/a = r cos(θ) e y/b = r sen(θ). podemos. Exemplo 3. onde D é a região interior a elipse . z = x 2 + y2 e z = Mas isso pode ser feito com integrais duplas.

foi inclusive motivação para a definição dessas integrais. temos as seguintes definições: O momento de inércia com relação ao eixo x é www.. Fazendo também a analogia com um sistema finito de partículas temos que o centro de massa da lâmina é o ponto onde 2.k. é a soma m = m1+m2+. Considere uma lâmina ou placa fina plana (sem volume) cujo formato é uma região D.y) de D”. i = 1.usp. com densidade pontual de massa dada por uma funçao contínua positiva ρ(x. região limitada do plano Oxy com área. O cálculo de volume.y). ecomonia etc. por exemplo..+mk ..y) dA pode ser interpretado como a massa do elemento de área dA. com bordo de conteúdo nulo. região limitada do plano Oxy.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica. Se criamos um "prisma" B de base D e altura 1 é esperado que o volume de B seja area da base vezes a altura. Dada f e g são contínuas em D. Área de uma região plana Seja D uma região limitada do plano Oxy.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla Aplicações da Integral Dupla Algumas aplicações das Integrais Duplas já foram discutidas. porém ainda mais podem ser encontradas em física. Pensando assim faz sentido definir a massa de D como sendo já que ρ(x. Estendendo esse conceito a uma placa de formato D. então a massa total de D deve ser “a soma das massas em cada ponto (x.y) é uma função contínua positiva em D que representa a densidade superficial de massa. Então 3.. Algumas outras aplicações apresentamos aqui. com área. Momento de inércia O momento de inércia de uma partícula de massa m com relação a uma reta é dado por md2 onde d é a distância da partícula a esta reta. com bordo de conteúdo nulo. que é 1. região limitada do plano Oxy. Cálculo de volume.. 1. Logo devemos ter Vol(B) = Area (D) x 1. e região então o volume da entre os gráficos de f e g é dado por 2.html 1/2 . biologia. Massa e Centro de Massa Recordamos que a massa total de um sistema de k partículas cuja massa de cada partícula é mi .ime.. Se ρ(x.

6 de [BCHS] e 15. (4a)/2π).(3a)/2π).20/04/12 Aplicações da Integral Dupla O momento de inércia com relação ao eixo y é O momento de inércia polar (ou com relação à origem) é definido por Um exemplo.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica. Cristina Cerri -2010 www.y) portanto a densidade ρ(x.E Logo o centro de massa é o ponto (0. Leia mais e veja mais exemplos em III. Calculemos primeiramente a massa M Como a região é simétrica com relação ao eixo y temos que .y) é ao centro (origem) é para alguma constante K. Encontre o centro de massa da placa. Localize-o no desenho. A densidade de cada ponto de uma placa semicircular é proporcional a distância ao centro do círculo. A distância de (x.ime. Vamos colocar a placa na parte superior do circulo de raio a.usp.5 de [S] e faça exercícios da Lista 1. Observação: se a densidade for constante então o centro de massa será o ponto (0.html 2/2 .

z) de um subconjunto do R3 associa-se um valor f(x.z). ou seja. Já não podemos visualizar o gráfico desse tipo de função pois é um subconjunto do R4. Portanto a massa de P é aproximadamente a soma das massas de cada Pi Como no caso das funções de duas variáveis. quando as dimensões de Pi vão para zero.. Podemos generalizar e temos assim a seguinte definição DEFINIÇÃO: Seja f uma função definida em P. zi) em P. Seja P um paralelepípedo feito de um material com densidade de massa constante ρ.. Num sestema de coordenadas Oxyz o paralelepípedo P é o produto cartesiano de segmentos [a. Para cada i =1. mas podemos definir uma integral. zi) de Pi . Como estes Pi são pequenos podemos dizer que a massa de Pi é aproximadamente ρ(x i . onde V(P) denota o volume de P.. Como calcular sua massa total? Vamos tentar obter esse valor por aproximações. Assim é natural pensarmos que a Massa Total de P deve ser o LIMITE destas somas.20/04/12 Integrais Triplas Integrais Triplas em Paralelepípedos Definição Vamos agora considerar funções de três variáveis . zi). Se tivessemos um conjuto de Pi parelelepípedos.. e a densidade pontual de massa é uma função ρ(x..y.. yi ..n escolha um ponto (x i . i = 1. isto é.V(Pi) .html 1/2 .b]×[c..q]. yi ..d]×[p. A integral tripla de f sobre P é se tal limite existe. Então a massa total de P é ρ. Neste caso se diz que www.V(Pi) . Vamos motivar a definição usando o cálculo de massa de um paralelepídedo.usp.q] . Isto é. que será a integral tripla de f. f é uma função que a cada terna (x. a massa total deve ser onde d(Pi) denota a diagonal de Pi.b] .V(P). Agora suponha que o paralelepípedo P não é feito de um material com densidade de massa constante . estas somas são conhecidas como Somas de Riemann.y.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def. Intuitivamente a aproximação deve melhorar quanto menores forem os retângulos Pi . e é o mesmo para qualquer escolha de (xi .y. P2 .d] e [p. dividindo os intervalos [a. contínua e positiva. ou seja.. Particione P em pequenos paralelepípedos P1 . yi .ime..z) em R. definida em P. [c.n com densidade de massa ρi então Massa Total é a soma das massas Mi = ρi . Pn . se o limite existir. Suponha que a densidade de massa depende de cada ponto de P .

y. Temos que TEOREMA Se f é contínua em P então f é integrável em P.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def. As mesmas propriedades operatórias que valem para integrais duplas valem para integrais triplas.usp. Veja aqui um exemplo. Veja como nos próximos textos da disciplina.2010 www. Propriedades: Se f e g são funções integráveis em P então sempre que Como no caso de integrais duplas. Mas como calcular integrais triplas? Usaremos também as integrais iteradas. Portanto.20/04/12 Integrais Triplas f é integrável em P.y. Contudo as funções "bem comportadas" são integráveis. se f(x.html 2/2 .ime. existem funções que não são integráveis. a massa total de P deverá ser a integral tripla acima (caso existir). que podem ser feitas em qualquer ordem. Como no caso de integrais duplas existem funções que não são integráveis.z) de P. Cristina Cerri . É claro que os domínios das funções não são sempre paralelepípedos. Também veremos como definir e calcular a integral tripla em diferentes regiões do espaço.z) for uma função contínua e positiva e representar a densidade de massa de cada ponto (x.

yi. isto é.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-1-inttripla-naointegra. Basta calcular a soma de Riemann para convenientes escolhas de (x i .1] (cubo de lado 1) da seguinte forma: f(x.ime.z) = 1. zi ) que teremos somas com valor 1 e outras que valem 0.2010 www. existe M > 0 tal que | ( )| < M.html 1/1 . Portanto o limite não existe.) Um resultado útil: Usando a definição pode-se mostrar que se é uma função integrável em é limitada em . y e z são racionais e 0 caso contrário. Cristina Cerri .1]x[0.1]x[0.1]x[0. Desafio: encontre um exemplo de função não é limitada em [0.1]X[0.4 de [BCHS]. se x.y. (Lembre-se do exemplo que demos para integrais duplas.1].1.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Exemplos de funções não-integráveis Existem funções de três variáveis que não são integráveis. e assim você terá um exemplo de função não integrável.usp. para todo ( ) em . Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R=[0. Para a demonstração veja Teorema IV. então Como para funções de duas variáveis o resultado acima é útil para encontrar exemplos. Se uma função não é limitada em então ela não é integrável em .

y. O próximo resultado nos dá varios exemplos de conjuntos desse tipo. e seja f(x.z) em S e F(x. . tais que A está contido na união P1 U P2 U .. Logo para existir a integral esse bordo deve ser "magrinho". As mesmas propriedades válidas para integrais duplas são também válidas para integrais triplas (veja Integrais Duplas sobre Regiões). Contudo.y.ime. Como no caso das integrais duplas.y. S está contida num paralelepípedo P. Formalmente um conjunto A tem conteúdo nulo. Seja D um subconjunto limitado do plano. mas não em S.z) em P. a integrabilidade da f pode ser garantida quando f é contínua em S e a região S é de um tipo especial. então seu gráfico é um subconjunto de conteúdo nulo no R3. Pn .z) sobre S como sendo . www.y. Estes são os tais conjuntos de conteúdo nulo.usp.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao. de arestas paralelas aos planos coordenados. assim como para funções de duas variáveis..z) = f(x. como F é nula nos pontos de P-S. Por isso trabalharemos com regiões S cujo bordo é formado por gráficos de funções contínuas.z) = 0 nos pontos que estão em P. se F é integrável em P e definimos a integral tripla de f(x. existem paralelepípedos P1 . a definição acima não depende da escolha do paralelepípedo P. se dado ε > 0 arbitrário. Se g é uma função contínua e limitada em D. Defina F(x.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões Integrais Triplas sobre Regiões Considere uma região limitada S do R3. não pode ter volume em R3. Vamos destacar alguns tipos dessas regiões que aparecem com mais frequência. TEOREMA..y.U Pn e a soma dos volumes Temos então o seguinte resultado. Dizemos que f é integrável em S. isto é.. Como você sabe existem funções que não são integráveis. Como fizemos para integrais duplas vamos definir a integral tripla de f em S usando a integral tripla de uma função auxiliar F(x.html 1/2 . PROPOSIÇÃO. P2 . ou seja. um segmento de reta ou um pedaço de plano são conjuntos com volume nulo. com bordo de conteúdo nulo.z) uma função definida em S.y. . Por exemplo. Note que se f é contínua em S a função F definida acima será descontínua num conjunto que contém o bordo de S. Superfícies parametrizadas também são exemplos de conjuntos de volume nulo.

São regiões do espaço da forma onde u1 e u2 são funções contínuas em D. São regiões do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D. Um exemplo: 3.ime. Veja no texto sobre Cálculo de Integrais Triplas como calcular integrais deste tipo.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao. Cristina Cerri . Região Tipo III.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões 1. Regiões Tipo II. (exercício: faça um desenho deste tipo de região). Região do Tipo I. São regiões do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz.2010 www.html 2/2 . Observação importante: O bordo de S é contituído da união dos dois gráficos e das superfícoes que constituem as "laterias" pois S é um sólido no espaço. Um exemplo: 2.usp.

Cristina Cerri .z) = xyz2 então Exemplo 2: A integral tripla da função f(x. E como podemos calcular a integral tripla em regiões dos tipos I.usp.d]×[p.q] então Exemplo 1: Se P = [0.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas Cálculo de Integrais Triplas Como calcular integrais triplas? Como no caso de Integrais Duplas. Só que neste caso como temos três variáveis teremos 6 combinações possíveis. E como antes não importa a ordem que fazemos o cálculo.b]×[c.z) = x sen(y+z) em P.ime.2] × [0.1]× [-1.y e z é .1] nos eixos x.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-inttripla-calculo.y. se f está definida num paralalelepípedo temos as integrais iteradas.2010 www.html 1/1 . Se f é uma função integrável em P = [a.3] e f(x.y. II e III? Veja clicando aqui. Teorema de Fubini. onde P é o cubo de arestas os segmentos [0. Este resultado também é devido a Fubini.

Então Assim usando integração iterada. Então Da mesma forma que antes. Regiões Tipo II. Região Tipo I. dependendo da região D podemos ter ou 2. podemos ter dois tipos de integração. www. 1. Regiões Tipo III.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Como no caso de integrias duplas para calcular integrais triplas usamos as integrais iteradas e o Teorema de Fubini.html 1/3 .ime. Também nesse caso E pode-se ter dois tipos de integração. Seja S do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D ( D é a projeção de S no plano yz) e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. dependendo da forma da região D. ou 3. Vamos ver como fica a integral tripla no caso de S ser do tipo I.usp. Seja S do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. dependendo da forma da região D.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. II ou III. Seja S do tipo onde u1 e u2 são funções contínuas em D (D é a projeção de S no plano xy).

Vamos tentar escapar disto vendo S de outra maneira.z) = 4. Projetando S no plano xz temos um disco D de raio 2 e centro na origem (pois encontramos a intersecção fazendo x 2 + z2 = 4). Pode-se descrever esta região de várias formas.z) em D temos que y varia entre v 1(x. onde S é a região limitada pela parábola y = x 2 + z2 e pelo plano y = E se (x. Para (x.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões ou Melhor mesmo é ver um exemplo. Projetando S no plano xy temos a região D limitada pela parábola y = x 2 (z = 0) e a reta y = 4. Exemplo.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. Calcule 4. www.html 2/3 .z) = x 2 + z2 e v 2(x. Lembre sempre que S é o sólido “cheio”.ime.usp.y) está nesta região D então E assim Entretanto a integral que temos que calcular é um pouco complicada (vai ter que fazer mudança de variável).

ime.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Então fazendo a mudança para coordenadas polares temos Importante: Na integração dupla ou tripla cada vez que se integra com relação a uma determinada variável ela deve "desaparecer".usp. Crisitna Cerri-2010 www. e o que sobra é apenas função das variáveis restantes.html 3/3 . pois estamos fazendo uma integral definida. O resultado de integração dupla ou tripla é sempre um número.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao.

v. Fazendo u = x + y + z. w) = (x(u.y . x .v. Note que D é uma região limitada por planos.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.2] × [0.w). x + y .w)). z(x.y.w) não é nulo o interior de Duvw.v ) é uma mudança de coordenadas.v.2] no sistema de coordenadas Ouvw. Seja Duvw subconjunto de Ω limitado. x + y . com bordo de conteúdo nulo também em Ω. z(x. Se f é contínua em Dxy então onde Dxyz é a região de integração descrita nas variáveis x. podemos fazer mudança de variáveis em integrais triplas para facilitar os cálculos.w).v. v = x + y . que é contínua e injetora.w)) = (u + w.y e z.html 1/2 . Atenção: na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Exemplo. y(u. Por exemplo. Calcule para D limitada por: x + y + z = 1.w . O Jacobiano de ϕ é Numa transformação o volume de sólidos nem sempre é presenvado. Uma mudança de coordenadas em R3 é uma transformação ϕ de um aberto do R3 em R3 . ϕ(u.z = 0.y . Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R3 em R3 de classe C1 onde ϕ(u. e Dxyz = ϕ(Duvw). y(u.z e w = x .2] × [1.w).v. Suponha que ϕ é injetora e o Jacobiano Jϕ(u.w). v .z = 1.z = 2. x + y + z = 2. x .w) = (x(u. Vale o seguinte TEOREMA.v. Duvw.ime.z transformamos a região D no paralelepípedo [1.20/04/12 Mudança de Variável Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Como nas integrais duplas.y . u . Solição.z = 2. www.v e w . a mesma região descrita com as variávies u. Por isso quando fazemos uma mudança de variáveis temos que fazer uma correção para manter a ingualdade na integração.usp.v.y.

2010 www.html 2/2 .5 de [BCHS].20/04/12 Mudança de Variável Então Como usamos o módulo do Jacobiano temos As mudanças de variáveis mais comuns são as mudanças por coordenadas cilíndricas e coordenadas esféricas.ime. Veja em outros textos detalhes sobre essas mudanças de coordenadas . Cristina Cerri .usp. Leia mais em 15.9 de [S] e III.5 e IV.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Cilíndricas
Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas (x,y,z), mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas cilíndricas. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas (x,y,z) , podemos descrever (x,y) em coordenadas polares, no plano Oxy. Então temos uma terna (r, θ, z) onde x = r cos θ e y = r sen θ e z = z.

Para obter todos os ponto do espaço basta variar θ entre 0 e 2π, tomar r real positivo e z qualquer número real. Nesse caso, se fazemos essa mudança de variáveis, como Jϕ (r,θ, z) = r (verifique! ) então da fórmula geral de mudança de variável em integral tripla temos

Exemplo 1: Calcule 2.

onde S é a região interior ao cone z2 = x 2 + y2 para z entre 0 e

Note que

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

onde D é o disco de centro 0 e raio 2. Em coordenadas cilíndricas temos

Exemplo 2 (questão da 1ª prova de 2000). Seja D a região do espaço interior ao cilindro x2 + y2 = 16 e exterior ao cilindro x2 + y2 - 4x = 0 , compreendida entre os planos z = 0 e z = y + 6. Calcule

Solução: A região D é

Para calcular a integral percebemos que a região D é mais facilmente descrita em coordenadas cilindricas. Contudo temos que separá-la em duas regiões. Considere D1 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro maior e D2 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro menor. Usando coordenadas cilíndricas temos as seguintes parametrizações (em r, θ , z)

Então

=0

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Portanto

OBS: O nome coordenadas cilindricas vem do fato de que um retângulo em 0rθ z é transformado em um setor de cilindro. Verifique que se 0 < r < a, 0 < θ < 2π e 0 < z < b , então temos um cilindro de raio a e altura h.

Não esqueça: na mudança de coordenadas cilíndricas o Jacobiano é r.
Cristina Cerri-2010

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φ) . onde ρ é o comprimento do segmento OP. θ variando de 0 a 2π e φ de 0 a π. podemos descrever ( . Note que no sistema de coordenadas cartesianas uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0.ime. φ . Então x = ρ senφ cosθ y = ρ senφ senθ z = ρ cosφ . Por isso essas coordenadas são chamadas de esféricas. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas ( ) .2π].usp.π]×[0. φ é o ângulo que este forma com o eixo e θ representa o ângulo que a projeção de OP forma com o eixo . Note que um retângulo no sistema Ορθφ se transforma num setor esférico em . Um ponto P do espaço pode ser escrito tanto em coordenadas cartesianas ( ) como em coordenadas esféricas (ρ.html 1/2 . Se queremos calcular uma integral tripla sobre uma região que é mais facilmente descrita em coordenadas esféricas devemos fazer uma mudança de variável.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica.a]×[0.z) usando variáveis ρ . θ .θ. no caso geral temos que No caso de coordenadas esféricas temos que o Jacobiano é ρ 2 senφ . mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas esféricas. Para representar todos os pontos fazemos ρ qualquer real positivo.Coordenadas Esfericas Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Esféricas Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas ( )..20/04/12 Integrais Triplas . Como vimos. www.

Sabemos que o volume da esfera é 4πa3/3.html 2/2 .2π]. onde Considerando que ∆ρ ∆φ ∆θ são as variações das respectivas coordenadas e supondo que são pequenos temos que o volume da região é aproximadamente ρ2 senφ∆ρ∆θ∆φ (e não apenas ∆ρ∆θ∆φ). Vamos particionar o domínio em pequenos setores esféricos.a]×[0. Uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0. Logo o volume não é preservado através da mudança de coordenadas esféricas.π]×[0. Gostariamos de estabelecer alguma relação entre o volume de um “pedaço” da esfera.usp. já que o volume por esta mudança não é preservado.Coordenadas Esfericas E então Como no caso das integrais duplas o Jacobiano fará a correçào necessária para manter a igualdade das integrais.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica.ime.2010 www. mas o volume do paralelepípedo é 2π 2 a .20/04/12 Integrais Triplas . Quando definimos integral fizemos partições do domínio de integração. . Veja exemplos e aplicações clicando aqui. Portanto é razoável que este seja o fator de correção quando se passa de coordenadas cartesianas para esféricas numa integração.

A intersecção do cone com a esfera é quando z = 1 e x2 + y2 = 1.usp.1) e raio 1).br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos. Calcule sendo S a região interior ao cone 2 = 2 + 2 .Exemplos Integrais Triplas em Coordenadas Esféricas Exemplos Exemplo 1. Então nossa região que é o interior do “sorvete” é Logo Exemplo 2.ime.0. com positivo. Calcule a região do primeiro octante limitada pela esfera x2 + y2 + www. e limitada pela esfera 2 + 2 + 2 = 2 (esfera de centro (0. O ângulo φ varia de 0 até o encontro da esfera com o cone que é quando z = 1 e daí temos que o ângulo φ é π/4.html 1/2 .20/04/12 Coordenadas Esfericas . Solução: A equação 2 + 2 + 2 = 2 em polares fica ρ= 2cosφ. (questão da 1ª prova de 2000) Seja z2 = 4 e pelos planos y = 0 e Solução: .

20/04/12 Coordenadas Esfericas .usp. .2010 www.Exemplos Em coordenadas esféricas a parametrização de é Portanto Não se esqueça o Jacobiano é ρ2 senφ nas mudança para coordenadas esféricas.html 2/2 .ime.br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos.

II ou III. Massa e Volume De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular a massa de sólidos usando integrais triplas. Momento de Inércia Também podemos definir os momentos de inércia de um sólido S com relação aos eixos coordenados.usp.z) é uma função positiva e contínua em S que representa a densidade do material então o centro de massa de S é um ponto de coordenadas onde 3.y. respectivamente são Exercício: Seja S o sólido limitado pela "calha" x = y2 e pelos planos x = z. Se S é como antes e ρ(x.y) é uma funçào contínua e positiva em D. e se então ou seja como já tinhamos anteriormente. z = 0 e x = 1. por exemplo). As fórmulas de cada momento de inércia em relação aos eixos x.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas Aplicações de Integrais Triplas 1. Considere um sólido S que pode ser descrito como uma região S limitada do R3 cujo bordo tem conteúdo nulo (do Tipo I. Então a massa de S é definida por Se a densidade é constantemente 1.z) positiva e contínua em S.ime.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica. www. y e z . Centro de Massa De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular o centro de massa de sólidos usando integrais triplas. então a massa coincide com o volume de S. e tal que a densidade de massa do material é uma função ρ(x.y.html 1/2 . que é definido por Note que em particular se D é uma região plana com bordo de conteúdo nulo e se f (x. 2.

Como a região e a função ρ(x. Cristina Cerri . Calculado as outras temos que que não dependem de k.2010 www.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas (a) Calcule o volume de S (b) Encontre o centro de massa de S considerando que a densidade é constante.z) = k) a massa de S será simplesmente k. Solução: A região S é Projetando S no plano xy temos a região Então (a) O volume de S é (b) Como a densidade é constante k em S (isto é.7 de [S] e IV. E faça os exercícios da Lista 1.z) são simétricas com relação ao plano xz então a segunda coordenada do centro de massa é 0.ime.V(S).6 de [BCHS].br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica.y. OBS: Veja mais sobre isso em 15. ρ(x.usp.html 2/2 .y.

Se as funções x(t).y(t). Uma curva pode ter várias parametrizações. dizemos que γ é contínua. onde t varia de 0 a 2π . onde t varia de 0 a π . As funções x(t).y(t). onde t pertence a I..br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva.y(t) e z(t) são deriváveis. y'(t). Nesse caso. então dizemos que é lisa por partes.In e se a curva γ é contínua e lisa em cada intervalo Ik . y(t) e z(t) são as chamadas de parametrizações de γ. a curva plana formada pelos pontos (x. se γ' é contínua e se γ'(t) é diferente do vetor nulo no interior de I. z(t)).y(t) e z(t) são contínuas. γ(t) = (x(t). z(t)) é a posição da partícula no instante t. que é o conjunto dos pontos γ(t) = (x(t). y(t) = sen(t) e z(t) = 2-sen(t) onde t varia de 0 a 2π. é chamado de curva. se x(t). z'(t)) é chamado de vetor tangente a curva no ponto γ(t). Dizemos que uma curva é “lisa”. Por exemplo.20/04/12 Curvas Curvas Seja γ uma aplicação de um intervalo I da reta em R2 ou R3.. A curva dada por x(t) = t cos(t) . Uma parametrização da curva dada pela intersecção do cilindro x 2 + y2 = 1 e o plano y + z = 2 é x(t) = cos(t) . Uma curva pode ser vista como a trajetória de uma partícula no plano ou no espaço num intervalo de tempo I. Exemplos. 1. γ '(t) = (x'(t).html 1/2 . y(t) = t sen(t) e z(t) = t está contida no cone z2 = x 2 + y2 www.. Se o intervalo I é união finita de intervalos I1 . (2) x(t) = sen(2t) . z(t)).y(t)) ou γ(t) = (x(t). Nesse caso. Então para cada valor de t em I temos vetores γ(t) = (x(t).usp.y(t)) ou γ(t) = (x(t).y) tais que x 2 + y2 = 1 pode ser parametizada de várias maneiras: (1) x(t) = cos(t) e y(t) = sen(t). 2. I2 . A imagem de γ (traço de γ ).y(t).ime. dizemos que γ é derivável. y(t) = cos(2t).

ime.html 2/2 .20/04/12 Curvas Cristina Cerri .usp.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva.2010 www.

Suponha que o domínio D contém a curva γ (lembre que isto quer dizer que a imagem γ(t)=(x(t). A diferença é que em vez de fazermos a integração sobre um intervalo faremos a integração sobre uma curva γ .html 1/3 . . fazendo o limite para ∆t i vai a zero temos uma integral. O comprimento da curva é então dado por Vamos generalizar. ∆s2. Vamos denotar por ∆si o comprimento de cada um desses arcos.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Integral de Linha de Campo Escalar Definiremos aqui a chamada Integral de Linha de uma função f a valores reais. t i] temos os correspondentes pontos na curva Pi = γ (x(t i). n = 2 ou 3. que γ' é contínua e que γ'(t) é diferente do vetor nulo.y(t)) está contido em D.y(t i)). Mas com arcos bem pequenos podemos dizer que . Vamos assumir que a curva é “lisa”.b]). Particionando o intervalo [a. isto é. Portanto para obter o comprimento da curva basta somar todos os comprimentos dos arcos. isto é.usp. Desejamos calcular a massa total do arame. para todo t em [a. ti] é o pedaço da curva (arco) que vai de Pi-1 a Pi . Este tipo de integral foi desenvolvida no início do século 19 para resolver problemas envolvendo escoamento de fluidos. eletricidade. Vamos começar tomando uma curva γ(t) = (x(t).br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. ∆sn .b] em k subintervalos [t i -1 .y(t)) onde t pertence ao intervalo [a. Esta integral é semelhante a integral de Riemann de funções que foi vista no Cálculo 1. A curva γ fica dividida em sub-arcos de comprimentos ∆s1. o domínio D de f é um subconjunto do plano ou do espaço e a imagem de f é um subconjunto da reta real...ime. Suponha que γ representa um arame fino com densidade de massa variável dada por uma função f positiva e contínua definida num aberto que contem o traço de γ . www.b]. Considere a função . magnetismo etc. A imagem do intervalo [ti -1 .

html 2/3 .20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Calculando f em Pi . Mas seria estranho já que a massa total não deve depender na parametrização. Mas o comprimento de um pequeno arco da curva é aproximadamente o tamanho do vetor tangente. Então a massa procurada deve ser esse limite (quando existir). www. ti] sejam de tamanho cada vez menores devemos melhorar a aproximação. Temos então a seguinte definição. multiplicando pelos comprimentos do arco ∆si e somando tudo temos uma aproximação da massa total.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. Então a integral de linha de sobre γ é Se f representa a densidade de massa. a integral acima nos dá a massa total do arame.usp. mas apenas do formato da curva. Definição: A integral de linha de ao longo de γ é quando tal limite existe.ime. Exercício importante: Aparentemente a definição acima depende da particular parametrização da curva. Prove que a integral de linha não depende da parametrização de γ . Note que a soma acima é tipo uma Soma de Riemann. Fazendo o limite para partições de forma que os intervalos [ti -1 . assim lembrando que ou u Se f for uma função contínua o limite acima sempre existe. Chamada de integral de linha de um campo escalar (que é a função ).

Cristina Cerri . γ2 . Clique aqui e veja exemplos e aplicações deste tipo de integral.html 3/3 .usp. Mostre que integrais de linha são iguais. Denota-se por -γ a curva que tem os mesmo pontos de γ mas com orientação contrária.ime.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Note que comprimento de uma curva é que uma integral de linha pois Se temos uma curva “lisa por partes”. então definimos a integral de f ao longo de γ por Exercício...br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. . isto é.2010 www. γn onde o ponto inicial de γι+1 coincide com o ponto final de γι . se γ é a união finita de curvas lisas γ1 .

html 1/2 . Se a densidade linear é uma constante K.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex. sendo a densidade constante ρ(x. Parametrizando a curva temos γ(t) = (2cos t .b]. 2 sen t ) para t entre -π/2 e π/2. Portanto. Derivando temoso vetor tangente a curva γ : γ'(t) = (-2sen t .ime.y) (ou δ(x. Seja um cabo que é dobrado na forma de um semi-círculo x 2 + y2 = 4 para x positivo. para t entre 0 e 2 π . y(t) = sin t e z(t) = t 2. Solução: onde γ é a hélice circular de equação x(t) = cos t . 2cos t ) então |γ'(t)| = 2. Calcule . Suponha que γ(t) = (x(t).z)) a massa e o centro de massa do cabo podem ser calculadas.20/04/12 Integral de Linha . determine a massa e o centro de massa do cabo.y) = K. temos que: Massa: Centro de massa: www. O comprimento do cabo é o comprimento da curva γ e é a integral A massa do cabo M é O centro de massa do cabo é definido como sendo o ponto de coordenadas Alguns Exemplos 1.usp.plano direito e é uma semicircunferência.Exemplos e Aplicações Integral de Linha de Campo Escalar Exemplos e Aplicações Algumas Aplicações Considere um cabo delgado entortado em forma de uma curva γ de R2 (ou R3). Se a densidade linear é uma função contínua δ(x.y(t)) é uma curva lisa onde t percorre o intervalo [a. pois x é positivo.y. Solução: O traço da curva x 2 + y2 = 4 que nos dá o cabo está no semi.

0). Apresentamos aqui apenas um resumo da teoria com alguns exercícios.Exemplos e Aplicações Por simetria temos que a coordenada y do cntro de massa é 0 (verifique!). Cristina Cerri .html 2/2 .usp. OBS: Como a densidade é constante e a curva é simétrica com relação ao eixo x nem pecisariamos calcular para saber que o centro de massa do cabo estaria do eixo x. ATENÇÃO: Para aprender bem estes conceitos e obter um bom aproveitamento os textos na WEB acima não é suficiente. Mas cuidado: se a densidade não for constante isto pode não ocorrer. (π/4.20/04/12 Integral de Linha . Você deve estudar pelo livro ( por exemplo [S] ) e fazer os exercícios da Lista 2.ime.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex. Portanto o centro de massa é.2010 www.

ou do R3 . Este é um típico exemplo de um campo de vetores. Um tipo importante de campo é o campo gradiente e os campos conservativos.usp. Em linguagem matemática um campo de vetores do R2 . é uma função que associa a cada ponto (x.Também pode-se calcular o divergente de um campo. Q e R são funções de D em no conjunto dos numeros reais R.2010 www. Q e R são C1. Um campo é dito contínuo se as funções P. principalmente em Física.y. Cristina Cerri . Podemos escrever onde P e Q são funções de D no conjunto dos numeros reais R. ou do R3.ime.20/04/12 Campos Vetoriais Campos Vetoriais O "vento" possui uma direção. Outro exemplo é um campo de força: a cada ponto associa-se um vetor "força". Ou escrevemos onde P. um sentido e uma intensidade.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-campos. Assim uma boa representação do "vento" em cada instante e em cada ponto do espaço é um vetor. obtendo-se uma função.z). ou (x. E de classe C1 se P. direção e sentido. um vetor do R2.html 1/1 . Associado a um campo temos outro campo chamado de rotacional. São muitos os exemplos de campos vetoriais. de uma região D . Q e R são contínuas. Clique em cada link e recorde.y). que tem intensidade.

Nesta situação chamamos de f potencial de . Vamos assumir que um objeto de massa M está localizado na origem de R3 (por exemplo M pode ser a massa da Terra e a origem seu centro).usp. Este é um exemplo de campo conservativo pois é um potencial para .ime.html 1/2 . onde r é a distância entre os objetos e g é a constante gravitacional.z)) de D associa-se o vetor ou . ( verifique !) Para pensar: Todo campo é conservativo? Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os pontenciais de um campo conservativo? www. isto é. Se o objeto de massa m está no ponto (x.z) então a força gravitacional que está agindo em m é Temos aqui um exemplo importante de campo vetorial.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-1-gradiente.y) (ou (x.20/04/12 Campos gradientes O Campo Gradiente .y.Campos Conservativos Dada uma função f de D subconjunto do R2 (ou R3) a valores em R (conjunto dos números reais) com derivadas parciais. se existe uma função f tal que . chamado de campo gravitacional. Um exemplo: Da Lei de Gravitação de Newton a intensidade da força gravitacional entre dois objetos de massa M e m é F = mMg/r2.y. Obs: É comum e prática a notação com versão análoga para o caso R2 . Um campo de vetores é chamado campo conservativo se ele é um campo gradiente de alguma função f. o campo gradiente de f é o campo que a cada ponto (x.

2010 www.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-2-rotacional. Um exercício: Tomando uma função f de classe C2 . então o rotacional de é .20/04/12 Rotacional O Rotacional Dado um campo vetorial definido em D. tal que P.ime.usp. Se então .htm 1/1 . Q e R possuam derivadas parciais em D. subconjunto do R3 . Simbolicamente podemos denotá-lo como um “produto vetorial” ou o determinante de uma "matriz": . verifique que Cristina Cerri . que é um campo de vetores defindo em D.

Note que o divergente é uma função de D a valores em R (conjunto dos números reais).br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-3-divergente. Um exercício: Se que é um campo de classe C2 .html 1/1 . é tal que P e Q possuam derivadas parciais em D.ime.usp. Q e R . isto é. Simbolicamente o divergente pode ser expresso como o “produto interno” .2010 www. verifique Cristina Cerri .20/04/12 Divergente O Divergente Dado um campo vetorial definido em D. subconjunto do R2 . as funções P. Analogamente. então o divergente de . se possuam derivadas parciais tal que P. Q e R são de classe C2 .

20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais Integrais de Linha de Campos Vetoriais Considere uma partícula que se move no plano ao longo da curva γ(t) = (x(t).t i]) .y(t i-1) .ime.y(t)). Se estamos com intervalos pequenos o deslocamento de Ai-1 = γ(t i-1) a Ai = γ(t i) é aproximadamente um deslocamento ao longo do segmento Ai-1Ai .b].x(t i-1) e ∆yi = y(t i) .z(t)) ) curva lisa por partes e cujo domínio contém a curva. Se fosse uma força constante e se a partícula se deslocasse sob um segmento de reta AB então o trabalho W é Dividindo o intervalo [a. quando a partícula se desloca de γ(a) até γ(b). Assim o trabalho neste trecho será aproximadamente onde ∆x i = x(t i) . t i] criamos pequenos arcos na curva γ(t): γ([t i-1 .htm campo contínuo ao longo de γ é dt 1/2 . Se também a variação de ao longo do arco γ([t i-1 . A integral de linha de www. isto é. em cada instante t a partícula encontra-se na posição γ(t).y(t). t i]) for muito pequena podemos pensar que é quase constante.y(t)) (ou γ(t) = (x(t).b] em pequenos subintervalos [t i-1 . Suponha que ela está sob a ação de um campo de forças Queremos calcular o trabalho realizado pela força dado pelo produto escalar . Definição: Sejam γ(t) = (x(t). Aplicando o TVM podemos dizer que o trabalho total é Assim uma definição razoável de trabalho é Pode-se fazer raciocínio análogo para o caso de R3. onde t pertence ao intervalo [a.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial.usp.

usp. Cristina Cerri. clicando aqui. desde que não se inverta a orientação da curva.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial.2010.htm 2/2 . dy = y'(t)dt e dz = z'(t)dt podemos escrever que ou Importante: Não é difícil provar que a integral de linha não depende da particular parametrização da curva.20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais dt No caso R2 fica No caso R3 fica Usando a notação dx = x'(t)dt . Veja alguns exercícios resolvidos.ime. www.

Exercicios Integrais de Linha de Campos Vetoriais Exemplos 1. para entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1.htm 1/2 . para t entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1. partindo de (1.usp.sin .0)).1)) .ime. Solução: 3. Solução: 2. partindo de (0. Calcule para entre 0 e 2π.br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. Solução: Neste caso www.0) até (0.sin ). Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (cos . ). sendo e a curva é a hélice γ( ) = (cos .20/04/12 Integrais de Linha .cos( )). Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (sin( ).1) até (1.

br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. As respostas dos exercícios 2 e 5 são iguais. vale que . A integral de linha não depende da parametrização.sin(2 )). para entre 0 e π. mas a curva γ( ) = (cos(2 ).Exercicios 4. mas no exemplo 2 estamos percorrendo-a no sentido antihorário enquanto no exemplo 3 no sentido horário. Em geral. 2010 www. desde que não se inverta sua orientação. Considere o mesmo campo do exemplo 2. Como se explica isso? Resposta: As curvas dos dois exercícios são iguais (traço e sentido) só foram parametrizadas de formas diferentes.ime.usp. Calcule a integral de linha . Solução: 6.Verifique isto ! 5.htm 2/2 . Nos dois exemplos anteriores temos o mesmo campo e curvas com o mesmo traço. Por que as integrais são diferentes? Resposta: As curvas tem o mesmo traço.20/04/12 Integrais de Linha .

Formalmente.. Então www. γ n de curvas simples.. Teorema de Green Seja uma região fechada e limitada de R2 cuja fronteira (ou bordo). duas a duas disjuntas orientadas no sentido que deixa à esquerda das curvas. duas a duas disjuntas..usp. Para compreendê-lo precisamos de algumas definições. É um resultado muito importante e com muitas aplicações. lisas por partes. para todo . fechadas. Seja um campo vetorial de classe C1 (as derivadas parciais de P e Q são contínuas) em um aberto que contem . denotado por δ é formada por um número finito γ 1 .ime. Uma curva é chamada de simples se a curva não se auto-intercepta entre o ponto inicial e final. fechadas e lisa por partes. uma curva γ é simples se γ( ) é diferente de γ( ) .20/04/12 O Teorema de Green O Teorema de Green O Teorema de Green nos dá uma relação entre integrais de linha sobre curvas fechadas e integrais duplas sobre regiões limitadas pela curva. isto é.html 1/3 .γ 2 . Um exemplo de região assim é a região ao lado. Uma curva γ em [ ] é dita fechada. se os pontos inicial e final coincidem.. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo sobre as curvas da fronteira de e a integral dupla sobre a região da componente do rotacional deste campo. Veja alguns exemplos de curvas planas: As regiões que vamos considerar nas hipóteses do Teorema de Green são regiões planas fechadas e limitadas cuja fronteira (ou bordo) é composto por um número finito de curvas simples. γ( ) = γ( ).br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen.

Na região ao lado o bordo de é formado por 4 curvas e a orientação do bordo para que o Teorema seja verdadeira é a indicada na figura. www.usp. quando se trata de integrais de linha de curvas Exercícios: Clique aqui é veja alguns exercícios resolvidos.20/04/12 O Teorema de Green ou pode-se escrever onde a integral de linha é a soma de integrais sobre as curvas componentes da fronteira (ou bordo) de . mas no caso de regiões simples é mais fácil e pode ser encontrada em [BCHS] (veja página 230). Vamos ver nos próximos textos algumas aplicações do Teorema de Green. Atenção. Ou seja. ao caminharmos sobre a curva a região fica sempre à esquerda..html 2/3 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen. Vale a pena ler estas demostrações para compreender por que o resultado vale. isto é.ime.. A prova deste Teorema é bem complicada. em [S] ou em muitos outros livros. Esta orientação definimos como positiva. Faça também os exercícios da Lista 2. Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. A orientação das curvas que compoem a fronteira de para o Teorema acima seja válido é aquela que deixa a região à esquerda. δ = γ 1 + γ 2 + . + γ n.

html 1/3 . Calcule onde onde γ é o gráfico de y = cos x percorrido de (-π/2.0) .20/04/12 Teorema de Green . (1. Solução: Claramente poderíamos calcular diretamente esta integral: quando se trata de integrais de linha de curvas Usando o Teorema de Green: seja o quadrado de vértices (0. Solução: Tentado calcular diretamente a integral de linha iremos encontrar funções cujas integrais não são simples.ime. Calcule para γ o bordo do quadrado de vértices (0.0) . Calcule centrado na origem orientado no sentido anti-horário. (1. As funções e tem derivada parciais contínuas F( ) = ( 2 em e a curva está orientada de forma a deixar a região D a esquerda.1) e (0. Tome o disco de raio 3 centrado na origem (interior do círculo). 0) a (π/2.1) orientado positivamente (anti-horário) . Então aplicando o Teorema de Green vale que É claro que o Teorema é mais útil quando alguma das integrais envolvidas é muito difícil de calcular. ( )) está definida em D. Assim vamos usar o Teorema de Green.0). Uma idéia é obter uma curva fechada usando o segmento [ -π/2.0). Obs: Alguns textos usam a notação fechadas.0). 7 + ( 4 + 1)1/2 ) está definido em e as funções e tem derivadas parciais contínuas. Para isso temos que criar uma região cujo bordo (ou fronteira) contenha a γ. Exercício 3. π/2].Exercícios Resolvidos Exercício 1. (1. Note que o campo 3 ) = ( ( ). Solução: Ao se tentar calcular diretamente a integral de linha acima logo se chega a integrais complicadas (verifique isso!). Uma saída é tentar usar o Teorema de Green.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex.1) e (0. O campo ( ) = (3 + sin .usp. Portanto usando o Teorema de Green temos que onde γ é o círculo de raio 3 O Teorema de Green nos permite passar de integrais de linha complicadas para integrais de linha mais simples de se calcular.1). Exercício 2. (1. Com isso criamos uma região D do plano (a região amarela) que tem como bordo (ou fronteira) a curva γ e o www.Exercícios O Teorema de Green .

Note. π/2]. Por isso aparece o sinal "-" na frente da integral de linha de γ. O aluno apressado vai concluir que a integral de linha é zero.usp. usando o Teorema. entretanto que podemos pegar outra região que "isola" o ponto (0. Errado!!!!! O aluno deve ter pensado em usar como região a região interior a curva γ. Solução: Temos que (verifique!!). Mas o campo em questão não está definido na origem! E (0. percorrida uma vez no sentido antihorário. Calcule a integral de linha de sobre γ uma curva fechada.ime. simples. Muito cuidado ao se usar o Teorema de Green. lisa por partes qualquer que contem a origem no seu interior. Exercício 4.0) pertence a onde o campo não está definido!!!! Não podemos usar o Teorema de Green para esta região.Exercícios segmento [ -π/2. www. É comum os alunos se esquecerem de verificar se a região D está contida no domínio do campo. E assim temos que Note que a orientação da curva γ dada não é a que deve ser usada no Teorema de Green.html 2/3 .20/04/12 Teorema de Green .0). Orientando as curvas de forma que a região fica a esquerda (no desenho indicamos a orientação) podemos usar o Teorema de Green. Todas as hipóteses devem ser verificadas.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex.

r sin ) para t em [0.usp. que é o interior da curva e outra não limitada. 2010 www. Agora sim pelo Teorema de Green Portanto sendo γr ( ) = (r cos .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. e assim OBS: Para curvas contínuas.20/04/12 Teorema de Green .2π] temos uma parametrização de γr no sentido antihorário.Exercícios Tomemos um círculo γr de centro na origem e raio r que está no interior da curva γ (sempre existe?).ime. em ambas o bordo é a curva dada. fechada e simples vale um Teorema (de Jordan) que afirma que a curva divide o plano em duas partes: uma região fechada e limitada.html 3/3 .

pois podemos pensar em vários caminhos que ligam A a B. π] e γ2 o segmento ligando (-2. A integral que faria sentido seria a integral de linha. a e b seriam substituidos por pontos A e B do plano ou do espaço.0) a (0.0) e de (0. E portanto a integral de linha de um campo gradiente sobre qualquer curva fechada lisa por partes é 0.z) de três variáveis. Nesta situação chamamos de se ele é um campo gradiente de alguma Assim o que mostramos acima pode ser escrito da seguinte forma: Se é um campo gradiente. subconjunto de R2 (ou R3 ).0) a (0.b] em R2 (ou R3 ) curva lisa por partes contida em Ω então Note que o valor da integral de linha de um campo gradiente sobre uma curva só depende do ponto inicial e final da curva e não da particular curva. lisa por partes.html 1/2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo.y. Atenção: Não é verdade que todo campo é conservativo: sejam e dois caminhos ligando os pontos (-2. se é chamado de . Tomemos uma curva γ de [a.y) de duas ou f(x. 2sin t ) para t em [π/2.ime. nas condições acima. www. e uma função f de classe C1 cujo domínio Ω contém a curva γ .20/04/12 Campos Conservativos Campos Conservativos . ou conservativo contínuo em Ω . Vamos estabelecer um resultado semelhante para funções f(x.Definição Para funções de uma variável real o Teorema Fundamental do Cálculo nos dá a seguinte igualdade para funções f tais que f´ é função integrável. Neste caso. Mas o que substituiria a derivada? Vamos fazer algumas contas.2) : γ1 (t) = (2cos t .usp. que Um campo de vetores função .0) a (0.b] em R2 ou R3.2). isto é. temos Portanto se temos um campo vetorial contínuo tal que então vale. e se γ é uma curva de [a. Calculando.

2010.ime. www. Mas e se temos um campo cujas integrais ao longo de qualquer curva são iguais podemos concluir que o campo é conservativo? Vamos estudar esta questão.20/04/12 Campos Conservativos Então Como os valores são diferentes concluimos que o campo não é conservativo.usp. Clique aqui e leia sobre isso.html 2/2 . Cristina Cerri .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo.

De fato.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω do R2 ou R3 tal que para cada www. só dependem dos pontos finais e iniciais. Desta forma o que vimos acima é um esboço da prova do seguinte Teorema. Será que o campo é conservativo? Queremos encontrar uma função potencial f tal que .Caracterizações Tome um campo definido em Ω subconjunto do R2 que tem a seguinte propriedade: dados dois pontos A e B do domínio Ω . Lembramos que um subconjunto Ω do R2 ou R3 é dito aberto se para todo ponto P de Ω existe uma “bola” (disco ou esfera) de centro P contida em Ω . Um conjunto Ω é dito conexo se para dois pontos quaisquer de Ω existe uma curva curva lisa por partes contida em Ω ligando esses pontos . Portanto parece que a resposta é sim. o valor das integrais de linha do campo sobre curvas ligando A a B em Ω não dependem da curva. Mas para provar usamos que existe uma curva γ ligando A a X em D. resumidamente teriamos e analogamente podemos mostrar que .Caracterizações Campos Conservativos .y) e γ uma curva qualquer ligando A a X tome Note que por hipótese a integral não depende da particular curva o valor não depende de γ. Para funções reais sabemos do TFC que . Usando essa idéia vamos definir f da seguinte forma: se X = (x.20/04/12 Campos Conservativos . ( para uma prova mais detalhada veja [BCHS] VI. importante e útil. Assim o que fizemos funciona em certas regiões que são chamadas de conexas.4 ou em [S] ou em [G]). ou seja.usp.ime. Mas será que sempre existe uma curva ligando A a X em D ? Veja a seguinte região D: Para esta região não existe uma curva ligando A a X toda contida em Ω .html 1/2 .

Cristina Cerri . entao é conservativo se. Será que vale a recíproca? Vamos tentar responder. para toda curva fechada SIMPLES lisa por partes em Ω a integral de linha de é ugual a 0. entao o campo é conservativo. Portanto .Caracterizações par de pontos (A. ligando dois pontos A e B do domínio Ω. Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω .p.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car..p. fechada lisa p. Juntando os resultados temos que Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω . Como já vimos. entao é conservativo se. Clique aqui e veja alguns exercícios e problemas. para cada par de pontos (A. A união das duas curvas β e −α . e somente se.B) em Ω a integral de linha de de qualquer curva lisa ligando A e B contida em Ω .B) a integral de linha de é a mesma ao longo de qualquer curva lisa contida em Ω ligando A e B.2010 www.html 2/2 . e é a mesma ao longo somente se. o que prova que a integral de linha não depende do caminho que liga A a B. Porém um resultado mais forte também vale. que denotaremos por γ . Logo a integral de linha sobre β é igual a integral de linha sobre α . forma uma curva . para um campo contínuo num domínio aberto conexo e conservativo então para qualquer curva lisa por partes fechada em Ω .20/04/12 Campos Conservativos .usp. Sejam β e α curvas lisas p.ime.

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-2-intlinha-conservativo-ex. onde P e Q Mas e então Exercício proposto.Exercícios Exercício resolvido. Sugestão: Em cada caso procure uma função que seja potencial do campo. Exercício resolvido.usp. se e são potencial então 2010 www. Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os potenciais de um campo conservativo? Solução: Se o domínio do campo conservativo é conexo então os potenciais diferem de constante. Seja são funções C1 em um aberto conexo Ω .ime.Exercícios Campos Conservativos . Mostre que Solução: Como é conservativo então e daí um campo conservativo.html 1/1 .20/04/12 Campos Conservativos . isto é. Quais dos campos abaixo são conservativos? Justifique a resposta. Em caso afirmativo ache uma função potencial.

v) = (u cos v .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. temos funções que descrevem as superfícies.v) pertence a uma região plana D contida em R2.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Superfícies Parametrizadas Sabemos que uma curva é uma "linha" do plano ou do espaço que pode ser vista como um segmento "deformado".v) variar no disco de raio a. y = y(u. Podemos descrever o cone com a equações: X(u. As função x(u.v) leva um retângulo na superfície do cone.html 1/3 .v).usp. u sen v. S = X(D). Aqui sempre as funções x(u. isto é.v) .h] obtemos a parte do cone desenhada acima.v)).2π] e u no intervalo [0. o cone reto dado pela equação z2 = x 2 + y2 é uma superfície parametrizada. Exemplo 1. Uma superfície parametrizada S é a imagem de X no espaço. um plano.v) = a cos v onde D = [0. uma esfera ou elipsóide são superfícies. Note que X(u.v) pertence a . assim (u. Desejamas trabalhar com superfícies parametrizadas. y(u. Uma superfície é uma região do espaço R3 que pode ser vista como uma região plana "deformada".v) e z(u.π]. Então podemos Parametrização 2: usando coordenadas esféricas x = x(u.v)? Temos que fazer (u. Vamos exibir duas parametrizações da parte superior (z positivo) da esfera x 2 + y2 +z2 = a2 . superfícies que possuem parametrizações.v) = a cos u sen v .y) também é uma superfície.v).v) = a sen u sen v e z = z(u. só existe uma maneira de descrever os pontos de uma superfície S usando duas variáveis? Veja o exemplo a seguinte. y(u. Por exemplo. isto é.2π]x[0. O gráfico de uma função de duas variávies f(x.v) . A parametrização de uma superfície é única? Ou seja. www. Uma parametrização é uma função X (u.. São as parametrizações. u) Variando v no intervalo de [0.v) são de classe C1. Assim como nas curvas.v) e z(u. um parabolóide. z(u.v) são chamadas de equações paramétricas de S. Parametrização 1: como z é positivo podemos escrever que parametrizar esta superfície tomando Mas qual a variação de (u. y(u. Por exemplo.ime.v) = (x(u. onde (u.

v). www. No Winplot as variáveis estão sempre dentro de intervalos.ime. Se mudamos a região D e tomamos D = [-1. podemos escrever a parametrização de uma superfície na forma vetorial. temos a curva γ(v) = (x(uo .v o ). z(uo .y) onde (x. z(u. y = v e z = f(u.v) em D = R2 descreve o cilindro infinito de raio 2 com eixo no y.v o )).br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. São as chamados curvas coordenadas. se z = f(x.1]x[0. isto é D é sempre retângulo.v) em D. como o Winplot. Exemplo 2. A equação vetorial com (u.v) para (u. Podemos desenhar a superfície esférica usando cada uma das parametrizações acima. Note a diferença. fixe uo e faça variar o v.html 2/3 . Veja os desenhos acima. Gráficos de funções de duas variáveis são sempre superfícies parametrizadas.4] temos outra superfície. Já na outra as curvas coordenadas são cortes por planos paralelos aos planos x = 0 e y = 0. Como no caso das curvas. usando coordenadas cartesianas Pode-se perceber que esses programas desenham as superfícies usando curvas. Um uma parametrização as curvas coordenadas são os meridianos e os paralelos. que é uma parte da anterior.v).v o ). De fato.y) pertence a D que é o domínio de f (D é uma região do plano xy) uma parametrização do gráfico de f (que está no R3) é x = u. Exemplo 3.usp.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Observação: num programa gráfico.v)) fixe v o e faça variar o u: temos a curva α(u) = (x(u.(u. para se desenhar superfícies é preciso conhecer suas parametrizações. y(uo . Temos então sua equação vetorial.

v) . variando u. (2+sin v) sin u.v) = u2 .ime. Cristina Cerri . z(u.20/04/12 Superfícies Parametrizadas As equações x = x(u.v o ) que é uma circunferência.v) em [0.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. com (u.v) = v e z = z(u.4]x[0. γ(v) = X(uo . temos a curva α(u) = X(u.html 3/3 .v) = -u + 3v .v) = u sen u cos v. y(u.v) = u .v) = sen3 u cos3 v .v) = cos3 u cos3 v. Obtem-se essas superfícies "rodando" o gráfico de uma função f(x) em torno do eixo z. y(u.π] (b) x(u. que é uma reta (ou segmento de reta).π]x[0. com (u.v) em [0.v) = u sen v.2] (d) x(u.v) em [0.4]x[0. com (u.v) = 2sin(v) são equações paramétricas de S. Note que para essa parametrização deixando u = uo constante e fazendo v variar na superfícies uma curva.π] Exercício: Recorde que no Cáculo 1 e 2 você viu suoerfícies de revolução.v) em [0.v) = 1+2u . Usando o Winplot desenhamos a superfície parametrizada dada por X(u.4π]x[0.v) em [0. y(u. u+cos v) para (u. Observe as curvas coordenadas.v) = u cos v . z(u. z(u.v) = sin3 v .v) = cos u + ln(tg(v/2)) .usp.v) em [-3.v) em [0. com (u. z(u. Exemplo 4. com (u. y(u. y(u. ou.v) = u sen v .2π].v) = sen u cos v. z(u.v) = 2cos(u) . y = y(u.2π] (e) x(u. 6. com (u. Analogamente se fixamos v = v o temos.v) = ((2 +sin v) cos u.2π] (f) x(u. Estas curvas são as curvas coordenadas nessa superfície.2010 www.y)? Quais são superfícies conhecidas? (a) x(u. y(u.v) = u cos v.v) = 2+4u+5v .2π]x[1. uma parametrização de S.v) = u sen v . Exercício: Use o Winplot (ou outro programa gráfico) para desenhar as seguintes superfícies parametrizadas e identifique as curvas coordenadas.v) = sen u sen v .π]x[0. z(u.2π]x[0.v) = u cos u cos v . Dê uma parametrização desse tipo de superfícies.7] (c) x(u. Quais destas superfícies são gráficos de funções de duas variáveis f(x.

como é o caso das superfície de um cilindro. Sabemos que a área do paralelogramo formado por dois vetores é dada pelo módulo do produto vetorial. No caso do cilindro ou do cone uma "planificação" justifica a fórmula. Como calcular a área de cada um desses paralelogramos? Temos dois vetores que extraímos de cada curva coordenada e que são tangentes a estas curvas. ). ).usp. A fim de calcular a área do telhado podemos dividi-lo em pequenos pedaços Si tão pequenos que são quase planos. ( )) onde ( ) = 2 – 2/4 )= e para ( ) em D = [0. como justificar a fórmula? Poderiamos usar a idéia de planificação? E para uma superfície qualquer? O procedimento para obter uma forma de calcular (e definir) área de uma superfície é semelhante ao que já fizemos antes para área de regiões planas. Para cada fixado temos uma curva coordenada e para cada outra curva coordenada na superfície. volume de sólidos e comprimento de curva. Cada curva tem seus vetores tangentes (são curvas no espaço). E assim a área do telhado é aproximadamente a soma 1/2 . São os vetores no ponto ( . Mas uma aplicação do TVM nos permite afirmar que a área de cada Si é aproximadamente onde ∆ e ∆ são as dimensões do retângulo [ das áreas de cada pequeno paralelogramo: www. de um cone e de uma esfera. O telhado de uma estrutura tem o formato da superfície S dada por = 2.5]x[0. ( ( ).html +1 ] x [ +1 ]. Cada pedaço Si é proveniente de um pequeno retângulo em D obtido de partições: [ +1 ] x [ +1 ]. Vejamos um exemplo.2] .2]. Tomemos uma parametrização de S : X( ( )=( ( )= . Mas e a área da superfície da esfera.ime.5]x[0.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. O tamanho de cada um deses vetores pode não ser apropriado para o calculo da área de Pi .2/4 para ( ) em [0. Sendo cada Si bem pequeno sua área é aproximadamente a área de paralelogramos Pi sobre Si como na figura.20/04/12 Área de uma Superfície Área de uma Superfície Parametrizada Como calcular a área de uma superfície? Para algumas superfícies conhecemos uma fórmula.

para uma superfície parametrizada S qualquer parece razoável definir sua área como fizemos acima. 2010. É claro que temos alguns probleminhas aqui. Veja mais sobre isto em VII. As superfícies mais usadas e as que veremos aqui são deste tipo. Para calcular a área total basta calcular a área de cada parte de S e no final soma-las. Resumidamente temos que ter uma região limitada e fechada cuja fronteira é composta de um número finito de curvas lisas por partes.. Podemos então procurar dividir S em pedaços.v) onde (u. Ou seja .3 de [BCHS].. com cada Sk superfície lisa parametrizada então Área (S) = Área(S1) + Área(S2) + . Segue então a seguinte definição. Definição: Seja S uma superfície lisa parametrizada dada por de R2 . (u. Precisamos ter o paralelogramo..20/04/12 Área de uma Superfície Intuitivamente parece que quanto menor a partição (divisão) mais próximos estamos da área "real" do telhado. não é? Veja demostração deste fato em [BCHS]. Uma superfície assim chamaremos de duas disjuntas. + Área(Sn ). se S = S1 U S2U .ime.v) e (u.v) pertence a D A definição de área de superfície depende da parametrização de S? A resposta é não e seria uma definição estranha se dependesse . com parametrização tal que superfície lisa parametrizada. Assim é razoável dizer que a “área da superfície” é No caso do exemplo: Assim sendo a área do nosso telhado deve ser Exercício: calcule esta integral! Portanto. E às vezes também aquela que temos não satisfaz as condições (não é globalmente lisa). temos que ter . Observação: Às vezes S não pode ser descrita globalmente usando apenas uma única parametrização. Assim nos restringimos a superfícies parametrizadas S onde certas condições são satisfeitas. A área de S é dada pela integral (u.v) . que satisfazem as hipóteses.2 e VII. U Sn . www. isto é.html 2/2 .usp. duas a no interior de e biunívoca..br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. simples e fechadas.

usp. usando esses ângulos.html 1/3 . Veja o desenho abaixo: Portanto. y = y e z = f(x. Ao rodar uma circunferência podemos ver dois parâmetros: o ângulo u que a circunferência forma com o eixo x e o ângulo que um ponto da circunferência forma com o segmento que liga o seu centro a origem.y) (não precisamos trocar o nome das variáveis).y) para (x. vamos calcular a área de parte do parabolóide z = x 2 + y2 que está abaixo do plano z = 9. Se a superfície é o gráfico de uma função f(x. z = a sen v www. O TORO é uma superfície obtida pela rotação da circunferência no plano xz com centro (b. Portanto a superfície que queremos é o conjunto dos pontos onde usando coordenadas polares ATENÇÃO: Não confunda paramentrização de superfície com mudança de variáveis!!! Exemplo 2. então uma parametrização natural é x = x. região do R2.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Exemplos de Cálculo de Área de uma Superfície Parametrizada Exemplo 1. Determine uma representação paramétrica dessa superfície e calcule sua área. O plano intercepta o parabolóide no circunferência x 2 + y2=9.v) = (b + a cos v) cos u .0. y = (b + a cos v) sen u .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.0) e raio a < b em torno do eixo z.y) em D. Teremos x = x(u.ime. Portanto a área da superfície é Aplicando num caso particular. podemos descrever um ponto do toro projentand0-o nos exixos. z = 9.

www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.y2 e as outras equações são para limitar a superfície.usp.y2 limitada por . Atenção: um erro comum é não ler com cuidado o enunciado e tomar outra superfície.html 2/3 . (questão de prova) Calcule a área da parte da superfície z = 4 .x 2 . Aqui queremos a PARTE DO PARABOLÓIDE z = 4 .x 2 .ime. Para o cálculo da área da superfície vamos calcular Então Exemplo 3.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Note que para obter todo o toro devemos varia u e v de 0 a 2π.

20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Uma parametrização é dada por Então a área da superfície é Cristina Cerri .usp.html 3/3 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.ime.2010 www.

z = v para (u. Fazemos uma aproximação: dividindo S em pequenos pedaços Si a massa total é a soma das massas de cada pedaço. a integral existe.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Integrais de Superfície de Campos Escalar Desejamos calcular a massa de uma placa fina cujo formato é dado por uma superfície parametrizada S e cuja densidade pontual de massa é dada por uma função f(x. Fazendo o limite temos uma integral dupla. onde a superfície S que é a fronteira da região limitada pelo cilindro x 2 + z2 = 1 e pelos planos y = 0 e x A superfície S é a união de 3 superfícies: o cilindro e as duas “tampas”.zi ) é um ponto qualquer de Si . De fato quando f(x. onde (x i .z) = xy.z) = 1 a área de S é dada pela integral dupla da função .z) contínua definida em S. www. Seja f(x.ime.html 1/3 .zi )Area(Si) . Como a função é contínua. S1 e S3 respectivamente (veja o desenho). Definição.y.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. Note que acima temos uma soma de Riemann.yi .usp. Mas a massa de Si é aproximadamente f(x i . que chamaremos de S2 .z) uma função real contínua. A integral de superfície de f em S é a integral dupla que é denotada por Para definir a integral acima usamos uma parametrização de S. y = 0 . porém seu valor não depende da particular parametrização. Então a massa procurada é Calcularemos cada integral separadamente S1 : x = u . Assim. Calcule + y = 2.y. Um cálculo simples mostra que conhecido como “elemento de área” de S.yi . Exemplo 1.y.y. Seja S um superfície parametrizada lisa com domínio D. definida em S. Existe um modo prático de calcular . Portanto temos a seguinte definição geral.v) no disco de raio 1 e centro 0 D1 . sendo f(x.

Como vimos antes nesta situação www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.ime. (exercício da lista 4). Vamos mostrar duas maneiras de parametrizar a superfície. S2 : x = cosu .usp. 1ª maneira: temos o gráfico de uma função e então podemos parametrizar da forma x = u . y = v e z = (u2 + v 2)1/2 onde (u.v) para u em [0. z = u senv para (u. y = 2-u cosv . y = v .2π]. Portanto Exemplo 2.html 2/3 . z = senu para (u.v) pertencem a região D (disco de centro (0.1]x[0.v) em [0. Calcule Solução: Vamos desenhar a superfície onde S é a parte de z = (x 2 + y2)1/2 limitada por x 2 + y2 = 2y.2π] e v em [0.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar S3 : x = u cos v .1) e raio 1). 2-cosu].

v = 1 + rsenθ para r em [0.ime. y = usenv e z = u . Então neste caso e daí Cristina Cerri .2π].br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. u2 = 2usenv).π] e u varia em [0.2senv] (pois x2 + y2 = 2y se.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Portanto O mais indicado agora é fazer uma mudança de coordenadas: u = rcosθ . onde v varia em [0.2010 www. e só se. 2ª maneira: podemos parametrizar S da forma x = ucosv .html 3/3 .usp.1] e θ em [0.

isto é. Queremos só considerar superfícies orientáveis. Afinal “atravessar” significa passar de um lado para outro de S. Pegue uma tira de papel torça e cole. Você terá uma faixa que não tem lado de fora ou lado de dentro. superfícies que "tem dois lados". Assim a nossa superfície deve ter dois lados apenas. Logo em cada ponto tem-se www. Esta é uma superfície dita não orientável. Veja a figura abaixo. Um outro problema físico motiva a definição de integral de superfífice de um campo vetorial.usp. Considere um fluido com densidade ρ(x. Vamos formalizar matematicamentente este conceito.20/04/12 Superfícies Orientáveis Superfícies Orientáveis A integral de linha de um campo vetorial sobre uma curva orientada γ e é dada por que pode significar o trabalho de um campo de forças ao longo da curva γ.ime. O primeiro problema que aparece é o de definir qual a direção e o sentido que nos interessa.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Pode parecer estranho mas algumas superfícies não tem "dois lados". A faixa de Möbius é um exemplo deste tipo de superfície (ela é assim chamada em homenagem ao geômetra alemão August Möbius (17901868)). Considere uma superfície S que em cada ponto tem um plano tangente.y.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S.html 1/3 . Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca. O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S.

20/04/12 Superfícies Orientáveis dois vetores normais unitários: e . que usamos neste curso. são orientáveis. z = r2 . então S é chamada de superfície orientável. Podemos também escolher Assim temos duas orientações para S. e assim mostrar que esta é uma superfície orientável. Mais detalhes sobre este assunto veja em [BCHS]. Uma parametrização de S : x = rcosθ . y = rsenθ .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Não se www. Solução.html 2/3 . Se for possível definir um campo de vetores normais que varia continuamente sobre S. Para uma superfície deste tipo só temos duas orientações possíveis. Encontrar um campo de vetores normais a superfície z = x2 + y2.ime. Dada a parametrização acima em cada ponto o vetor é normal a superfície. Exemplo 1. Escolhemos conforme o caso. Atenção: em geral nos exercícios a orientação de S é fixada (é dada no enunciado) e daí você depois de parametrizar S deve escolher qual das duas possíveis é para ser usada. As superfícies mais comuns.usp.

usp.2010 www.html 3/3 . Cristina Cerri.20/04/12 Superfícies Orientáveis desoriente: nos próximos textos você verá isto com mais detalhes.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel.

y.z(u. y = u2 . e S2 . Somando tudo e diminuindo a partição de S aparece uma integral. ou seja.y(u.v)) é uma parametrização de S. Dividindo S em pequenos pedaços Si quase planos podemos dizer que neste pedaço a massa de fluido que atravessa Si na direção do vetor normal por unidade de tempo é aproximadamente onde ρ .ime. Definição. Considere um fluido com densidade ρ(x. o disco. www. Calcule (ou o fluxo de através de S ) sendo e S é o parabolóide y = x 2 + z2 . Exemplo.v). Se e são calculados em algum ponto de Si. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca. lisa por partes e orientável S a integral de sobre S é com vetores normais Compare esta definição com a da integral de linha de um campo: fazemos o produto escalar do campo com o vetor tangente a curva. y = 1 (união de duas superfícies lisas). O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S.usp. é um campo de vetores contínuo sobre uma superfície paramtrizada. Da definição de integral sobre um campo escalar temos que se X(u. A superfície S é lisa por parte. para y em [0.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. o parabolóide. que nos dá a orientação da curva. orientada com a normal exterior a S.1] união o disco x 2 + z2 = 1. Agora o sentido de percurso é dado pelo vetor normal.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Seja S uma superfície (parametrizada e lisa) orientável e fixe uma orientação para S. Uma parametrização para S1 é x = u cos v . z = u sen v com u variando de 0 a 1 e v de 0 a 2π. então e daí sendo que se é + ou – vai depender da orientação de S . Solução A superfície S é a união de duas superfícies S1 .v) = (x(u.html 1/3 .v).br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. em que sentido a estamos percorrendo.

usp. Assim Portanto Algumas notações úteis : Perceba que Uma notação usual para cada determinante deste é uma notação para a integral de superfície de uma campo é onde www.2π]. y = 1 e z = u sen v com u em [0.html 2/3 .1] e v em [0.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Só que este vetor não é exterior. Assim Uma parametrização para S2 é x = u cos v.ime. Note que a componente na direção do versor j é sempre negativa. Novamente este vetor aponta para dentro da região.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo.

Calcule campo Solução.2010 www. y = u sen v .y.2] e v em [0. Cristina Cerri . limitada pelo cilindro x 2 + y2 = 4. É necessário fazer muitos exercicios para dominar esta matéria.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. Faça uma parametrização e depois verifique se ela fornece a orientação pedida. tal que .html 3/3 . Dica: use o Winplot para visualizar as superfícies e compreender melhor as parametrizações. z = 5-u sen v para u em [0. sendo S a parte do plano z = 5 .20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Exemplo. Se você não observar isto a integral pode ficar com o sinal trocado! Complemente seus estudos com a leitura de [S] ou [BCHS] e veja os exercícios resolvidos dos livros.2π]. A componente k do vetor é que é positiva. Faça os exercícios da lista e discuta-os com os monitores.ime.usp. Então Vale a pena lembrar novamente: cuidado com a orientação da superfície. orientada com o Considere a seguinte parametrização de S: x = u cos v .

orientada com a normal exterior. Tome R o cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z = 0 e z = x+2 com as duas tampas e orientado com a normal exterior.html 1/2 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss. Encontre o fluxo de exterior. Exemplo 3. É complicado calcular diretamente esta integral (tente!). Pelo Teorema de Gauss se R é o interior da esfera de raio 1 onde e S esfera de raio 1 orientada com a normal exterior. orientada com a normal passamos para uma integral tripla na esfera cheia R (um sólido) de 1.z) o Teorema de Gauss nos diz que a taxa de variação do volume de fluido que ocupa o sólido R é igual ao volume de fluido que atravessa seu bordo.y. Mas a principal motivação do resultado vem da Física e o resultado é um modelo matemático para alguns fenômenos físicos. Solução. Calcule Solução. Seja R é uma região fechada simples contida em A e cujo bordo (ou fronteira) S =δ R é composta de um número finito de superfícies lisas por partes. Se é a normal de S exterior a R (aponando para fora de R) então Pensando em um fluido em movimento com velocidade em cada ponto (x.20/04/12 Teorema de Gauss O Teorema de Gauss O Teorema de Green nos fornece uma relação entre integral dupla de uma região fechada plana com a integral de linha do bordo dessa região. Queremos calcular onde S é a esfera. Solução. Pars tal temos que ter uma região fechada do espaço. Então www. Então Exemplo 2.usp. como o cálculo do fluxo de um fluido através de S. Exemplo 1. Teorema de Gauss. Seja A um aberto conexo de R3 e seja a um campo de classe C1 em A. mas aplicando o Teorema de Gauss sobre a esfera unitária x2 + y2 + z2 = 1. Calcule onde é a superfície do cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z=0 e z=x+2 (incluindo as tampas) . pois o divergente do campo é 1. O Teorema de Gauss é uma generalização no sentido que nos dá uma relação entre integral tripla de uma região fechada do espaço com a integral de superfície do seu bordo. a superfície S.ime. Vamos aplicar o teorema de Gauss. Podemos calcular diretamente.

20/04/12 Teorema de Gauss Para ver mais exercícios resolvidos clique aqui Cristina Cerri .usp.2010 www.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss.html 2/2 .

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. Considerando R a região (sólida) interior ao cone com z positivo limitada pelo plano z = y + 3 temos que o bordo de R é a união de duas superfícies : S e S1 .Exercícios Resolvidos Exercício 1 . Solução onde e S é a parte da .ime. É complicado calcular a integral diretamente pela definição (tente!). Atenção: S é uma parte do cone. Vamos usar Teorema de Gauss pois O Teorema nos diz que onde R é uma região fechada do R3 e a normal aponta para fora de R.exercícios O Teorema de Gauss . sendo que S1 é a parte do plano z = y + 3 limitada pelo cone. Então aplicando o Teorema de Gauss temos ou seja www.html 1/4 . (exercício de prova) Calcule superfície z2 = x 2 + 2y2 entre z = 0 e z = y + 3.20/04/12 Teorema de Gauss .usp.

1) apontando para cima.usp. z = v + 3 com (u. que concorda com a orientação do teorema. Primeramente note que onde e www. (um exercício de prova) Calcule onde sendo e o campo de vetores unitários normais a S tal que Solução. z = u senv+6 onde e u).0. y = u senv + 3 .html 2/4 . Portanto Exercício 2. Vamos parametrizar S1 . Obs: note que não há vetor normal no ponto (0.exercícios onde a orientação de S é tal que (aponta para baixo) e a orientação de S1 é tal que (aponta para cima). Como z2 = x 2 + 2y2 e z = y + 3 temos que (y+3)2 = x 2 + 2y2 e daí x 2 + (y .20/04/12 Teorema de Gauss .ime. v = 3 + rsenθ (Jacobiano é r). y = v . Então Fizemos a mudança de variável u = r cosθ .v) em Duv = { (u. Neste caso Xu ^Xv = (0. Vamos aplicar o Teorema d Gauss.v) : u2 + (v-3)2 = 18 }. Vamos parametrizar S1 de duas maneiras 1ª maneira : x = u. Fica complicado tentar palcular diretamente.-1. 2ª maneira : x = u cosv . Primeiramente vamos estudar a variação de x e y.3)2 = 18. Neste caso Xu ^Xv = (0. -u.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. mas isso não vai atrapalhar.0) do cone. Então .

Temos que escolher um sólido R que tem S como parte do bordo.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.0. Vamos tomar a uma semi-esfera centrada na origem de raio convenientemente pequeno para ficar dentro do elipsóide.0.usp.0)} e seu divergente é 0 em Ω 1 .0). pois o campo não está definido em (0.ime.exercícios O campo é de classe C1 em Ω 1 = R3 -{(0.html 3/4 . E vamos aplicar o Teorema de Gauss para o sólido limitado pelo semi-elipsoide. é de classe C1 em Ω 2 = R3 com em Ω 2.20/04/12 Teorema de Gauss . a semi-esfera e o plano z = 0. Veja como deve ser feito. mas de modo que O campo conjunto . Aplicando o Teorema de Gauss ao obtemos www. Assim considere pelo Teorema de Gauss obtemos Onde e . Não podemos simplesmente usar o Teorema de Gauss para o sólido interior a S fechando com parte do plano z = 0 (tampa).

20/04/12 Teorema de Gauss .ime. E não deixe de fazer os exercícios da lista 3. Veja mais sobre a teoria e exercícios resolvidos nos livros texto.usp.exercícios de modo que concluímos de (1) e (2) que Exercício: Obtenha o Teorema de Green a partir do Teorema de Gauss.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. Cristina Cerri .2010 www.html 4/4 .

Vamos enunciar o Teorema de Stokes.ime. orientada pelo campo .html 1/5 . Exemplo 1. Lembre também que a orientação das curvas que compoem a fronteira de D é aquela que deixa a região D à esquerda. Porém nossa posição na superfície será definida pelo vetor normal. Logo a integral dupla virou uma integral de superfície. simples e fechadas. Aplicando o Teorema de Stokes teremos o teorema de Green. Dado um campo de vetores de classe C1 cujo domínio contém S. que generaliza o Teorema de Green. Como orientar agora o bordo da superfície? Vamos também caminhar sobre o bordo de S de modo que a região deve ficar sempre à esquerda.20/04/12 O Teorema de Stokes O Teorema de Stokes Seja S uma superfície orientável. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo F sobre as curvas da fronteira de D e a integral dupla sobre a região D da componente z do rotacional deste campo.usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Leia sobre orientação induzida no bordo de uma superfície orientável clicando aqui. Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano y + z = 2 e o cilindro x 2 + y2 = 1. com a orientação induzida de S. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido anti-horário. Agora pense que a região plana D foi deformada e virou uma superfície. então Como então podemos escrever Note que se é um campo e S uma região plana no Oxy podemos ver S no espaço sendo o vetor normal unitário o versor k . Seja S uma superfície lisa por partes. Teorema de Stokes. Junte-se ao vetor normal da superfície e caminhe sobre a curva. www. cujo bordo δ ε S é a união de curvas lisas por parte. O sentido de percurso do bordo induzido pela normal é aquele que deixa S a esquerda.

disco de raio 1.ime.20/04/12 O Teorema de Stokes Solução.v) em D. Vamos escolher uma orientação conveniente para S.0.usp. ou seja R3 menos o eixo z . Mas agora o bordo de S é formado pelas curvas γ e α. Mas vamos usar o Teorema de Stokes. www. x2 + y2 = 1}. devemos ter o vetor normal forma X(u. Tome S = {(x.z)}. Mas o rotacional do campo é zero! (confira!). Note que o domínio de é R3-{(0. Para que a orientação de γ de S apontando “para cima”.v.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Agora a curva faz parte do bordo de S e o campo está definido em S.v) = (u. Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano x + y + z = 4 e o cilindro x 2 + y2 = 1. Temos que escolher uma superfície S que tenha como bordo a curva γ. Quando tentamos resolver diretamente caímos numa integral complicada.html 2/5 .2-v) com (u. Claro que esta integral pode ser calculada diretamente pela definição de integral de linha. Então vamos usar o Teorema de Stokes. Errado! Essa superfície escolhida não está contida no domínio de . O aluno afobado vai pegar a superfície que é a parte do plano que tem a curva como bordo e concluir que então a integral de linha é zero. Portanto Exemplo 2. Temos que pegar outra superfície! Seja S a parte do cilindro entre os planos z = 0 e z = 4-x-y. temos que que de fato aponta para cima. Parametrizando S da seja a induzida pela orientação de S. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido horário.y.z) : y + z = 2 . Solução.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.sent. orientada de modo que sua projeção no plano xy seja percorrida no sentido anti-horário.2).ime. www.z) .html 3/5 . Se tomamos a normal apontando para fora do cilindro temos que γ está orientada como queremos e α está orientada no sentido anti-horário. Usando o Teorema de Stokes Como α(t) = (cost. Precisamos de uma superfície que tenha a curva como parte do bordo. O campo é Note que seu domínio é R3 -{(0. y = -4.2. o espaço menos a reta paralela ao eixo z que passa por (0.usp. Vamos usar o teorema de Stokes. Calcule Solução. y = 4. com o plano z = -x +5.20/04/12 O Teorema de Stokes Vamos orientar S convenientemente.0) temos que Exemplo 3. (questão de prova) Seja a curva de intersecção do prisma (superfície) de faces x = 2. Se tentarmos calcular a integral de linha diretamente pela definição ficaremos com integrais muito complicadas. isto é. x = -2. z real}.

u. Parametrizamos a face que está no sentido correto.usp. Stokes teve conhecimento deste resultado através de uma carta de Thomson em 1850 e pediu que estudantes o provasse num exame da Universidade de Cambridge em 1854. O que hoje chamamos de Teorema de Stokes foi na verdade descoberto pelo físico escocês Sir William Thomson (1824-1907).Se orientarmos S de forma que a normal aponte para fora então temos que onde α está orientada no sentido anti-horário. Lucasian Professor of Mathematics.20/04/12 O Teorema de Stokes Consideremos O bordo de S é composto de Γ e da curva α.v) e assim Parametrizamos a face Assim que não está no sentido correto. só devemos calcular as integrais nos da forma X(u.0) para t em [0. Então .2+sent. Stokes foi professor da Universidade de Cambridge e ocupou a mesma posição de Newton.ime. Então da forma X(u.html 4/5 .2π] temos que Finalmente.u.0) e raio 1. Novamente calcular diretamente envolve muitas contas e integrais complicadas. Calculando Como a normal aos planos y = 4 e y = -4 está na direção de planos x = -2 e x = 2.v) = (2.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Não se sabe se algum daqueles estudantes conseguiu fazê-lo! www. e . Portanto Resta calcular contida no plano z = 0. percorrida no sentido anti-horário.v) . Tome β é uma circunferência e então de centro (0.e . Como α está podemos usar o Teorema de |Green (que é apenas uma caso particular do Teorema de Stokes).2. intersecção de S com z = 0 (base do prisma) que é um retângulo. Calculando temos que pois α está orientada no sentido anti-horário. O Teorema de Stokes é chamado assim por causa do físico-matemático irlandês Sir George Stokes (1819-1903).v) = (-2. Sendo β(t) = (cost.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Veja também o livro de W. Cristina Cerri . E não deixe de fazer os exercícios da Lista.2 de [BCHS].8 de [S] (de onde extraímos a nota histórica) e VIII. Edgar Blücher Ltda.2010 www. Cálculo Avançado – volume 1.usp.ime. Kaplan. Ed.html 5/5 .20/04/12 O Teorema de Stokes Veja mais sobre o Teorema de Stokes e suas aplicações em 17.

o bordo é um conjunto vazio. O bordo de S é composto por curvas lisas por parte. Escolhendo a www. Essa é a chamada orienação induzida. o sentido de percurso da curva deve ser tal que a superfície fica sempre a esquerda. Por exemplo. fechadas e simples. Por exemplo: Uma superfície é dita fechada se não tem bordo. informalmente. a imagem das curvas do bordo de D que são percorridas apenas uma vez. isto é.ime. Informalmente.20/04/12 Orientação do Bordo Orientação do Bordo Seja S uma superfície parametrizada. As curvas do bordo de S terão uma orientação (sentido de percurso) induzida pela orientação do bordo.usp. Já o bordo de uma semi-esfera é apenas uma curva e a esfera não tem bordo.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. Numa superficie fechada orientável há duas orientações possíveis: com a normal exterior ou interior. o bordo de S é. com domínio D. lisa por partes. Supondo que S é orientável. Se X é uma parametrização de S. fixe uma orientação para S. ao caminhar sobre a superfície com a cabeça no sentido do vetor normal. o bordo do cilindro é composto por duas curvas: duas circunferências. Superfícies orientáveis não fechadas podem ser fechadas "colando-se" superfícies.html 1/2 .

Veja as figuras abaixo.usp. com z entre 1 e 2.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. Colando-se as duas tampas que são círculos e orientando convenientemente teremos um asuperfície fechada orientável com a normal apontando para fora.ime. A figura a esquerda representa uma superfície orientável aberta z = x 2 + y2 .20/04/12 Orientação do Bordo orientação certa o resultado será uma superfície fechada orientada.html 2/2 . É importante saber se orientar para não se perder no teorema de Stokes! Cristina Cerri-2010 www.

Questões de Prova 3a Prova de 1995.ime. 3a Prova de 1996.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.html 1/4 .usp. Calcule onde S é a porção do elipsóide com www. Parametrizando a superfície temos Domínio de integração .20/04/12 Exercicios resolvidos Exercicios Resolvidos . Calcule a massa da superfície cuja densidade superficial é dada por Solução.

usp. Portanto www.ime. temos A intersecção do plano com o elipsóide é dada pela solução de Eliminando . onde esta orientada com a normal satisfazendo . Parametrizando a '' tampa'' A normal a é dada por .Pelo teorema de Gausss.html 2/4 . Como .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. Solução e é a normal Seja temos a porção do plano interior ao elipsóide e V o sólido limitado por .20/04/12 Exercicios resolvidos e exterior ao elipsóide.

html 3/4 .ime. Calcule onde e γ é a intersecção do cilindro x2 + y2 = 4 com a superfície z = cos(y2) + 5 orientada de modo que sua projeção no plano xy tenha sentido anti-horário. Como temos A intersecção do plano com o parabolóide é: Eliminando O sólido V é dado em coordenadas cilíndricas por . temos a porção do plano z = 2x + 4y + 3 limitada pelo parabolóide e V o sólido limitado por A normal (unitária) ao plano e exterior a V é dada por . Solução www.20/04/12 Exercicios resolvidos QUESTÃO 2. Calcule onde é a normal exterior ao parabolóide com m a porção do parabolóide abaixo do plano z = 2x + 4y + 3 e Solução Seja .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.usp. 3a prova de 1996. Do teorema de Gausss.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.html 4/4 .20/04/12 Exercicios resolvidos Seja γ∗ a intersecção do cilindro com o plano Oxy com orientação anti-horária e S a porção do cilindro limitada pelas curvas γ e γ∗ . orientada com normal "exterior''. Pelo teorema de Stokes temos .ime.usp. Portanto Paramentrizando γ∗ : x = 2 cosθ . y = 2 senθ . z = 0 onde www.

y. y) dx dy (a) (0. a Os Trabalhos s˜o individuais. 2 Quest˜o 2.1o semestre de 2010 Este ´ o primeiro trabalho escrito valendo nota para compor a m´dia de trabalhos T. z) | 0 ≤ x ≤ 2.MAT 2455 .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 1 . ——————————————————————————– Quest˜o 1. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. 3 x ≤ y ≤ 1. 0 ≤ z ≤ sen(y 4 )}.5 ponto) O volume do s´lido limitado pelo parabol´ide z = 4 − 2x2 − y 2 e a o o pelo plano z = 3 − y (acima do plano e abaixo do parabol´ide) o V (S) = D f (x. a (b) (1. (1. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.5) Descreva e esboce a regi˜o D.5 ponto) Calcule o volume do s´lido a o S = {(x. (1.0) Obtenha f (x. e e As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 15 de mar¸o e c ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. y) e calcule o volume de S. .

0 ≤ z ≤ 2 Ó Ô Ð × Ù ÒØ ÒØ × Ò (y 4 )} S ÔÓ × Ö Ð ÙÐ Ö Ð V = D f (x. 0 ≤ y ≤ 1} 1 2y 3 V = D × Ò (y 1 4 )dxdy = 0 0 4 × Ò (y 1 0 4 )dxdy = 1 = 2 4y 0 3 × − cos(y 4 ) Ò (y )dy = 2 = 1 − cos 1 2 ½ .ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ Å Ì¾ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ½ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Ó × Ð 3 Ó S = {(x. ËÓÐÙ Ó Ç ÚÓÐÙÑ Ó × Ð Ó x ≤ y ≤ 1. y)dxdy x ≤ y ≤ 1}º 2 ÒØ Ö Ð × Ö ×ÓÐÚ ÓÖÑ ØÖ Ú Ð × Ò Ó ÈÓ f (x. y) | 0 ≤ x ≤ 2. Ö Ó 3 ÒØ Ó¸ Ö × Ö Ú Ö D ÓÖÑ ÕÙ D = {(x. y) = ¹× ¸ × Ò (y 4 ) D = {(x. z) | 0 ≤ x ≤ 2. y. y) | 0 ≤ x ≤ 2y 3.

y)dxdy × Ö Ú × Ó Ö Ó º ´ µ ´½¸¼µ Ç Ø Ò f (x.ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´½¸ z = 3−y ÔÓ ´ µ ´¼¸ µ ÔÓÒØÓµ Ç ÚÓÐÙÑ Ó ÔÓÖ Ó× Ð ÓÐÑØ Ó Ô ÐÓ Ô Ö ÓÐ × Ö Ð ÙÐ z = 4 − 2x2 − y 2 Ô ÐÓ ÔÐ ÒÓ V (S) = D f (x. y) | 1 y− 2 2 + 2x2 = 5 4 5 + 2x2 ≤ } 4 ´ µ ÙÒ Ó ÙÒ Ó × Ö × Ö ÒØ Ö ÔÓÖ Ò Ñ × Ó ÕÙ ÐØÙÖ Ó × Ð Ó Ñ ÕÙ ×Ø Óº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ f (x. y) f (x. y) Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Sº ËÓÐÙ Ó ´ µ × Ù × Ö ÕÙ Ó D × Ô Ö Ô Ð ÒØ Ö× ÙÖÚ Ó ÓÔ Ö Ò ÓÐ ÓÑ Ó ÔÐ ÒÓº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ ÔÓ ¹× Ù Ð Ö Ò ÓÒØÖ Ö ÕÙ D y− 1 2 2 4 − 2x2 − y 2 = 3 − y ⇔ y 2 + 2x2 − y = 1 ⇔ D = {(x. y) = zparabolide − zplano = (4 − 2x2 − y 2 ) − (3 − y) = 1 − 2x2 − y 2 + y ¾ .

= 8 2 64 0 √ 5 2 1 − ρ cos θ − ρ × 1 Òθ + 2 2 +ρ × Òθ + 1 2 ρ √ dρdθ 2 ¿ .ÒØ Ö Ð ÔÓ × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ V = D Þ Ò Ó ÙÑ ÑÙ Ò 1 − 2x2 − y 2 + y dxdy 1 √ ρ cos θ 2 ÚÖ Ú ×   x=  y− 1 2 =ρ × Òθ 1 Jacobiano = √ ρ 2 ÓÒ ÓÑ ×× ÑÙ Ò ¸ V = 0 0≤ρ≤ √ 5 2 0 ≤ θ ≤ 2π º 2π 0 √ 5 2 ÒØ Ö Ð 2 ×Ø ÒØ × ÑÔÐ × 2 2π = 0 = 2π √ 5 ρ 2 − ρ2 dρdθ 4 2√ 0 √ √ √ 5 5 2 2 2 4 25π 2 8 ρ − ρ .

. Seja B regi˜o que est´ abaixo de z = x + 2y.y) 1dz dxdy. (b) (1.}). y = 0 e x = 1.5) Determine D e as fun¸˜es g1 (x. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. o . Podem ser entregues antes. y).y) (a) (0.. acima do plano 0xy e ´ limitada a a a e pelas superf´ ıcies y = x2 ..0) Calcule B ydxdydz Quest˜o 2. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. g1 (x... (a) (0.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos na forma B = {(x.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 2 . co (b) (1. y. O volume da regi˜o E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser a a calculado assim D g2 (x. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 26 de mar¸o ao monitor no seu hor´rio de e c a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.0) Calcule o volume de E usando a f´rmula acima. a Os Trabalhos s˜o individuais. N˜o a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. z) | . y) e g2 (x.MAT 2455 .

0 ≤ y ≤ 1.1o. z)|. região B mostrada no gráfico pode ser descrita das seguintes formas: B = {(x.}) (b) (1.. 0 ≤ x ≤ 1} (0. 25) 1 . z)|0 ≤ z ≤ x + 2y.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos B = {(x.Cálculo Diferencial e Integral III para Engenharia Trabalho 2 . (1.5 ponto) Seja B região que está abaixo de z = x + 2y. Semestre de 2010 Questão 1.0) Calcule B ydxdydz Solução: (a) Temos a seguinte região B: Dessa maneira.Instituto de Matemática e Estatística da USP MAT2455 .. y = 0 e x = 1. y. z)|0 ≤ z ≤ x + 2y. 25) ou B = {(x. (a) (0. √ y ≤ x ≤ 1} (0. 0 ≤ y ≤ x2 . y. y. acima do plano 0xy e é limitada pelas superfícies y = x2 .

5 ponto) O volume da região E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser calculado assim g2 (x. A intersecção do cilindro x2 + y 2 = 2y com a esfera x2 + y 2 + z 2 = 4 é uma curva que projetada no plano 0xy e nos dá o bordo de D. Solução: (a) A região D é a projeção no plano 0xy do sólido. (b) (1. temos: 1 x2 0 1 x2 0 1 0 x+2y ydxdydz = B 0 ydydx (0. A intersecção é uma circunferência descrita por: x2 + y 2 ≤ 2y ⇔ x2 + y 2 − 2y ≤ 0 ⇔ (y − 1)2 + x2 ≤ 1 (0.(b) Resolvendo a integral pedida. y) e g2 (x. 5) 21 28 Questão 2.5) Determine D e as funções g1 (x.y) (a) (0. y).0) Calcule o volume de E usando a fórmula acima. (1. 25) Abaixo a região E: 2 . 5) xy + 2y 2 dy = 0 = 0 = = x6 12 1 12 x5 2x6 + dx 2 3 2x7 1 + 21 0 2 5 + = (0.y) 1dxdydz D g1 (x.

g2 (x.y) 1dzdxdy D g1 (x. y) e g2 (x. y) = − 4 − x2 − y 2 g2 (x. fica: g2 (x. tem-se: π 2 0 π 2 0 sen θ sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ = 0 2r 4 − r 2 drdθ Fazendo-se a mudança de variáveis. as funções g1 (x. pode-se fazer a seguinte mudança de coordenadas cilíndricas:   x = r cos θ   y = r sen θ  z=z   |J| = r Como x2 + y 2 ≤ 2y então 0 ≤ r ≤ 2 sen θ Portanto a variação de r. 25) (b) O volume de E. de posse de g1 (x. y) variam do hemisfério inferior da esfera até o hemisfério superior. θ e z são   0 ≤ r ≤ 2 sen θ 0≤θ≤π √  √ − 4 − r 2 ≤ z ≤ 4 − r 2 (0. 4 − r2 = u −2rdr = du 2r 4 − r 2 dr a integral indefinida pode ser simplificada da seguinte maneira: 2r 4 − r 2 dr = −u 2 du = −u 2 · 3 1 3 2 2 = − · 4 − r2 3 3 4 − r2 . 25) Com essa mudança. tem-se: g1 (x.Como D já foi achado. Logo. y) e D. que pode ser calculado com a formula já vista. 25) π 2 0 sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ (0. y) . Assim.y) Para tornar a integração mais fácil. − 4 − x2 − y 2 ≤ z ≤ 4 − x2 − y 2 . y) = 4 − x2 − y 2 = (0.

1 − u2 du = u− u3 3 1 0 = 4 3 Com a integral calculada. Como cos θ = − cos(π − θ) (translação) para π 2 ≤θ≤π π 0 1 − ( sen θ) 2 π 2 | cos θ| dθ = 2. = . 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ = 2. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ Faz-se a seguinte mudança de variáveis:   sen θ = u   cos θdθ = du  θ=0→u=0   θ= π →u=1 2 1 0 Por fim. a integral fica dada por: π 2 2. tem-se: π 0 0 2 sen θ 2r π 4 − r 2 drdθ = = 0 π 0 = = 16π 3 16π 3 2 sen θ 2 − · 4 − r2 4 − r2 dθ 3 0 16 2 − 4 − 4( sen θ)2 4 − 4( sen θ)2 dθ 3 3 16 π 1 − ( sen θ)2 1 − ( sen θ)2 dθ − 3 0 16 π − 1 − ( sen θ)2 | cos θ| dθ 3 0 Note que cos(θ) é negativo para então π 2 ≤ θ ≤ π.Retornando à integral dupla.(3π − 4) (0. 5) 3 3 3 9 4 . o volume final é: V = 16π 16 4 16 − .

w) = u. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 3 . (2 pontos) Calcule a massa da regi˜o R que est´ limitada por x2 + y 2 = 1 + z 2 a a a e 4z 2 = x2 + y 2 e com densidade δ(x. v.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. v. . z) = |z|. a a Os Trabalhos s˜o individuais. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 05 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. (2 pontos) Calcule a massa do s´lido dado por a o S = {(u. y.MAT 2455 . u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} sendo a densidade δ(u. Quest˜o 2.

z) = |z|º Ê ÕÙ ×Ø ÐÑØ ÔÓÖ x2 + y 2 = 1 + z 2 Ó Ó = x2 Ê ×Ø ÓÑÔÖ Ò ÒØÖ Ó Ò Ó ÒØ Ö ÓÖ ÙÖ Ó ÜÓ Ô Ö ÓÐ ´x2 + y2 = 1 + z2µ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó + y 2 µ¸ ÓÑÓ ÑÓ×ØÖ Ñ ×× Ö Ó Ê ÔÓ × Ö Ð ÙÐ ÔÓÖ M assa = R δ(x.θ. θ. z) dx dy dz Þ¹× ÑÙ Ò Ô Ö ÓÓÖ Ò × ÐÒ Ö × × Ö × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ   x = r · cos θ   y = r · sen θ  z=z   |Jac(r. − √ ≤ z ≤ √ 3 3 2|z| ≤ r ≤ 1 + z2 ´¼¸ µ ÄÓ Ó . y. y.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¿ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ Ñ ×× Ö Ó 4z 2 = x2 + y 2 ËÓÐÙ Ö ÓÒ ´4z 2 ÓÑ Ò× δ(x. z)| = r Ó Ó   Ç ÓÑ Ò Ó ÒØ ÄÑØ ÄÑØ Î Ö Ó Ó  √ : r2 ≤ 1 + z2 ⇔ r ≤ 1 + z2 Ó ÓÒ : r 2 ≥ 4z 2 ⇔ r ≥ 2|z| 1 z : 1 + z 2 = 4z 2 ⇔ z 2 = 1 ⇔ z = ± √3 3 Ó À Ô Ö ÓÐ Ò × ÐÒ Ö × Ö Ñ ÓÓÖ Dr.z = 1 1 0 ≤ θ ≤ 2π .

M assa =
1 √ 3

δ(x, y, z) dx dy dz =
R √ 1+z 2 2π

Dr,θ,z 1 √ √ 1+z 2 3

δ(r, θ, z) · |Jac(r, θ, z)| dr dθ dz 2π · |z| · r dr dz

=
1 −√

|z| · r dθ dr dz =
2|z|
1 √ 3

0 √ r= 1+z 2

3

1 −√

2|z|
1 √ 3

3

= 2π
1 −√ 1 √ 3 3

|z| 2 ·r 2

dz = 2π
r=2|z|
1 −√ 3

|z| · 1 + z 2 − 4z 2 dz 2

= π
1 −√ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz
´¼¸ µ

ÓÑÓ ÒØ ÔÓ× Ø ÚÓ

Ö Ð ÔÓ

|z|

× Ö Ð ÙÐ

(1 − 3z 2 )

× Ó ÙÒ ×

× Ô Ö × Ù ÒØ

ÒØ Ó

ÓÖÑ ¸ Ð

|z| · (1 − 3z 2 ) Ø Ñ Ñ Ö Ò Ó ÕÙ |z| = z

Ñ ×

ÙÑ

ÙÒ

Ó Ô Öº ÒØ Ö

×× Ñ Ó ÓÖ

Ó ÒØ ÖÚ ÐÓ

1 √ 3

1 √ 3

1 √ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
1 −√

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
0 0

z · 1 − 3z 2 dz

3

´¼¸ µ ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×

1 √ 3

1 √ 3

M assa = 2π
0

z · 1 − 3z 2 dz = 2π
0

z − 3z 3 dz 1 1 3 1 · − · 2 3 4 32 = π 6
´¼¸ µ

= 2π

1 2 3 4 ·z − ·z 2 4

1 √ 3

= 2π
0

ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ
× Ò Ó Ò×

Ð ÙÐ

Ñ ××

Ó × Ð

Ó

Ó ÔÓÖ

B = {(u, v, w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1, u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} δ(u, v, w) = uº

ËÓÐÙ Ó
Ç × Ð Ó ×Ø ÓÑÔÖ Ò Ó ÒØÖ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó × Ö

E1 ´u2 + v 2 + w2 = 1µ

Ó ÒØ Ö ÓÖ

× Ö

E2

ÕÙ

×Ø ÓØ Ò Ó

×ÐÓ

Ñ Ù ´u2

+

v2

+

w2

= 2uµº
Ó Ö ÔÖ × ÒØ Ó Ò ÙÖ ÜÓ

u = z¸ v = y

w = x¸

Ø ÑÓ× Ó × Ð

Ñ ××

Ó × Ð

Ó ÔÓ

× Ö Ð ÙÐ

ÔÓÖ

M assa =
Du,v,w

δ(u, v, w) du dv dw
× Ö × ÜØ Ö ÓÖ × Ö ½ × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ

Þ¹×

ÑÙ

Ò

Ô Ö

ÓÓÖ

Ò

×

   u = z = ρ · cos φ    v = y = ρ · sen φ · sen θ =⇒    w = x = ρ · sen φ · cos θ  |Jac(ρ, θ, φ)| = ρ2 · sen φ
×× Ñ Ó ÓÑ Ò Ó ÒØ Ö Ó

: ρ2 ≥ 1 ⇒ ρ ≤ 1 ÁÒØ Ö ÓÖ ¾ : ρ2 ≤ 2ρ cos φ ⇒ ρ ≤ 2 cos φ 1 ½ ∩ ¾ ⇒ 2u = 1 ⇒ u = 2 ⇒ cos φmax =
Ò × × Ö ×

1 2

⇒ φmax =

π 3

Ñ ÓÓÖ

Dρ,θ,φ = 0 ≤ θ ≤ 2π , 1 ≤ ρ ≤ 2 cos φ

0≤φ≤

π 3
´¼¸ µ

ÄÓ Ó
M assa =
Du,v,w
π 3

δ(u, v, w) du dv dw =
Dρ,θ,φ
π 3

δ(ρ, θ, φ) · |Jac(ρ, θ, φ)| dρ dθ dφ
2 cos φ

2 cos φ 2π

=
0 1
π 3

ρ · cos φ · ρ2 · sen φ dθ dρ dφ =
0 0 1
π 3

2π · ρ3 · cos φ · sen φ dρ dφ 2π 4
0

= 2π
0
π 3

cos φ · sen φ

1 4 ·ρ 4

ρ=2 cos φ

dφ =
ρ=1

cos φ. sen φ 24 · cos4 φ − 1 dφ

=

π 2
0

16 · cos5 φ − cos φ · sen φ dφ

´¼¸ µ Þ Ò Ó × Ù ÒØ ÑÙ Ò ÚÖ Ú ×
cos φ = t =⇒ − sen φ · dφ = dt
b a

φ=0⇒t=1 φ= π ⇒t= 1 3 2

×

Ò Ó ÕÙ
a
π 3

f (s)ds = −
b

f (s)ds¸

Ø ÑÓ× ÕÙ
1 2

ÒØ Ö Ð
1

16 · cos φ − cos φ · sen φ dφ =
0 1

5

16 · t − t · (−1) dt =
1 2

5

16 · t5 − t dt

ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ
1

Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×
5

M assa =

π 2
1 2

π 16 · t − t dt = 2

16 6 1 2 ·t − ·t 6 2 = π 2

t=1

=
t= 1 2

π 8 1 · 1− 6 2 3 2

1 1 · 1− 2 2 2

= =

π 8 64 − 1 1 4−1 · − · 2 3 64 2 4 π 21 3 π 18 9π − = · = 2 8 8 2 8 8

8 63 1 3 · − · 3 64 2 4

´¼¸ µ

MAT 2455 .5 pontos) Calcule a a γ e F . Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. 2 cos(t). y.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. para 0 ≤ t ≤ π com densidade δ(x. a . z) = z 2 .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 4 . Quest˜o 2. 2sen(t)). orientada de forma que sua proje¸˜o no plano 0xy seja percorrida no sentido anti-hor´rio. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.dr onde F (x. (1. z) = (x2 − z 2 )i + 2y k e γ ´ a ca intersec¸˜o das superf´ ca ıcies x2 + y 2 − z 2 = 3 e y = 2z. a a Os Trabalhos s˜o individuais. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. y. (1 ponto) Calcule a massa de um arame cujo formato ´ da h´lice γ(t) = a e e (3t. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 22 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME.

2 cos(t). 25) ½ . 13 2 √ = 2π 13 (0. 13 4 √ π = 4.3 + (−2 √ = 9+4 √ = 13 × Ò (t)).2 cos(t) (0. −2 ×× Ñ Ø ÑÓ× ÕÙ × Ò (t). 13 dt = 0 π √ 4 13. 2 × Ò (t))¸ 0≤t≤π Ó ÔÓ ÓÑ Ò× δ(x.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸¼ ÔÓÒØÓµ Ô Ö Ð ÙÐ Ñ ×× ÙÑ Ö Ñ Ù Ó ÓÖÑ ØÓ Ð γ(t) = (3t. 5) √ = 4. z) = z2º ËÓÐÙ Ç Ö Ñ × Ö × Ó Ó Ñ ×× Ó Ö Ñ ÔÓÖ π M= 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt Ó¸ Ò Ó Ç Ø ÑÓ× Ó Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ γ ′ (t) Ô ÖØ Ö γ(t) γ ′ (t) = (3.(−2 × Ò (t)) + 2 cos(t). 2 cos(t)) |γ ′ (t)| = 3. × Ò 2 (t) dt (0. y. 25) ÎÓÐØ Ò Ó ÒØ Ö Ð π π M = 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt = t − 2 × Ò (t) (2 0 π 0 × Ò (t)) 2 √ .

z) = (x2 − z 2 )i + 2y k ÕÙ Ô Ó ×Ù ÔÖÓ Ó ÒÓ ÔÐ ÒÓ γ × ÒØ Ö× Ô Ö ÓÖÖ Ó × ×ÙÔ Ö × ÒÓ × ÒØ ÙÖÚ ÙÑ ÓÐ Ó x2 + y 2 − ËÓÐÙ Ó È Ö Ú ¹× z2 = 3 y = 2z ¸ ÓÖ ÒØ ÒØ ÔÖÓ 0xy ÒØ ¹ ÓÖ Ö Óº Ð ÙÐ Ö Ò ÓÒØÖ Ö Ú ¹× ¸ ÔÖ Ñ Ö Ñ ÒØ ¸ ÒØÖ × ×ÙÔ Ö ×¸ÙÑ Ò Ö ÕÙ Ð γº È Ö ××Ó¸ ÒØ Ö× Ô Ö ÓÐ ÙÑ ÔÐ ÒÓ  2 2 2  x +y −z =3 y = 2z  Hiperboloide ∩ P lano → x2 + y 2 − Î ¹× Ö ÕÙ ÔÖÓ Ó Ó ÒØ Ö× Ó ÒÓ × ÒØ ÒØ ¹ ÓÖ Ö Ó z2 4 =3→ x2 3 + y2 4 = 1 (0. × Ò t) √ γ(t) = ( 3 cos t. 5) ¾ . y. cos t) (0. 2 cos t. 5) Ñ ÙÑ Ð Ô× ¸ Ö ÔÖ × ÒØ ÜÓ¸ Ô Ö ÓÖ¹ × ×ÙÔ Ö × Ö ×ÙÐØ ÙÖÚ γ Ô Ö Ñ ØÖ Þ × Ù ÒØ ÓÖÑ × Ò t. 2 × Ù Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ √ γ ′ (t) = (− 3 × Ò t.ÉÙ ×Ø Ó ¾ ´½¸ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ γ F dr ÓÒ ÓÖÑ Ö Ð Ó ÐÒ F (x.

γ ′ (t) dt 0 2π = 0 2π (3 cos2 t − × Ò 2 t. cos t) dt = 0 √ −3 3 cos2 t × Ò 3 t + 4 × Ò t cos t dt 2π 0 = √ cos3 t 3 3. 0. 5) ¿ .ÓÑ ××Ó¸ γ ÒØ Ö Ð F dr = Ð Ò × Ö Ð ÙÐ 2π ÜÓ F (γ(t)). 4 × Ò t).(− × Òt + √ 3 √ 3 √ 3 × Ò t. 2 cos t. 3 + cos3 t cos 2t − cos t + − 3 2 =0 (0.

As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 7 de maio ao monitor no seu hor´rio de plant˜o e a a (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e local). (2 pontos) Calcule a F . a a Os Trabalhos s˜o individuais.5 ponto) Calcule a (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 γ onde γ ´ a curva (x − 1)2 + 2(y − 2)2 = 13 orientada no sentido hor´rio.MAT 2455 . (1. a e ca a N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. 2 2 .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 5 .1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. e a Quest˜o 2. u ——————————————————————————– Quest˜o 1.dr γ onde F (x. y) = arctg(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j e γ(t) = (cos t. t) para − π ≤ t ≤ π . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.

α′ (t) = r(− × Ò (t). cos(t)) Ø Ö ÑÓ× × Ù ÒØ × ØÙ × Ò (t)). y) = Ð ÙÐ Ò Ó Ó ÖÓØ ÓÒ Ð xy 2 − y + x3 x .Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ γ (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 ÓÖ ÒØ ÒÓ × ÒØ Ó ÓÖ Ö Óº ÓÒ γ ÙÖÚ (x − ËÓÐÙ Ó Ì ÑÓ× Ó + 2(y − − → Ó ÑÔÓ F 1)2 2)2 = 13 ÔÓÖ − → F (x. 2 2 + y2 x x + y2 − → F (x2 + y 2 ) − 2x2 (2xy − 1)(x2 + y 2 ) − (xy 2 − y + x3 )(2y) − (x2 + y 2 )2 (x2 + y 2 )2 y 2 − x2 y 2 − x2 − 2 =0 2 + y 2 )2 (x (x + y 2 )2 k=0 Ò ÔÓ×× ÓÖ × Ö ÙØ Ð Þ Ó Ó¸ ÔÖ ×Ó ×ÓÐ Ö ÓÖ Ö Ó Ñ¸ ÔÓ × Ó ÑÔÓ ∂Q ∂P − ∂x ∂y = = ÄÓ Ó È Ö Ò ÓÒØ Rot(F ) = ÕÙ ∂Q ∂P − ∂x ∂y Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ñ ×Ñ º Á×ÓÐ Ò Ó − → F Ò Ó ×Ø ×Ø Ö Ó Ò Ñ ÓÑ ÙÑ Ö ÙÒ Ö Ò α(t) r Ô ÕÙ ÒÓ ×Ù ÒØ Ô Ö ÒÓ ÒØ Ö ÓÖ γ¸ α(t) = r(cos(t). −π ≤ t ≤ π ÓÑ Ö Ð Ë Ò Ó ÕÙ Ó R¸ Ú ÑÓ× ÕÙ Ó ÑÔÓ − → F α Ò γ Ó ×Ø Ó ÓÖ ÒØ × Ò Ø Ú Ñ ÒØ º Ö Ó ×Ø Ñ ØÓ Ó× Ó× ÔÓÒØÓ× R¸ Ô ÐÓ Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ø Ö ÑÓ× − → Rot( F ) · kdA = − R α − − → → F · dr − γ − − → → F · dr − − → → F · dr = − γ R 0dA − α − − → → F · dr = − α − − → → F · dr ½ .

t) Ô Ö − π ≤ t ≤ π º 2 2 ËÓÐÙ Ó È Ö ÙØ Ð Þ Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ú ¹× Ø Ö ÙÑ Ö ÓR Ë Ò Ó ×× Ñ¸ Ö ¹× ÙÑ ÙÖÚ α(t) ÓÑ Ó ÒØÙ ØÓ × Ó Ø Ö ÙÑ Ö α(t) = (0. − π ≤ t ≤ 2 α′ (t) = (0. r2 r2 · r(− × Ò (t). −1) π 2 Ó ¸ Ù ÖÓÒØ Ö ÓÒØ Ò ¸ Ø Ð ÕÙ γ(t)º ¾ . cos(t)) dt = −π π −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) + × Ò 2 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + cos2 (t) dt −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + 1 dt = −π × Ö Ä Ñ Ö Ò Ó ÕÙ ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒØ Ö × − − → → F · dr = α π ÙÒ × ÑÔ Ö × × Ó ÒÙР׸ ÒØ Ö Ð ÐÒ α 1dt = 2π −π ÓÑÓ Ú ×ØÓ¸ ÓÑ Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò γ − − → → F · dr = −2π ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ ÓÒ Ð ÙÐ − − → → F · dr γ − → F (x. ÒØ Ö Ð ÐÒ π −π π − → α ÒÓ ÑÔÓ F ÔÓ − → F (α(t)) · α′ (t) dt × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ − − → → F · dr = α = −π π r 3 cos(t) × Ò 2 (t) − r × Ò (t) + r 3 cos3 (t) r cos(t) . y) = arctan(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j γ(t) = (cos(t). −t)).

−t ln(t2 + 3) + 1 · (0.ÆÓØ ÕÙ ¸ ×× Ñ¸ Ø ÑÓ× ØÓ × × Ô Ø × × Ó Ì ÓÖ Ñ   Ê ⊂ Int(γ ∪ α) γ α Ø Ñ ÓÖ ÒØ Ó ÔÓ× Ø Ú  → ÓÑ´− ) ⊂ R F − → Rot( F ) · k dA = R α Ö Ò × Ø × Ø ×¸ Ó Ø ÓÖ Ñ ÔÓ × Ö ÙØ Ð Þ Óº − − → → F · dr + γ − − → → F · dr Ð ÙÐ Ò Ó ÒØ Ö Ð ÙÔÐ Ó ÖÓØ ÓÒ Ð Ñ R − → Rot( F ) · k dA = R R 2x dxdy π 2 −π 2 π 2 −π 2 cos(y) = = = 2x dxdy 0 cos2 (y) dy y + 2 × Ò (2y) 4 π 2 −π 2 = π 2  ÒØ Ö Ð ÐÒ α ÙÖÚ α ×Ö π 2 −π 2 π 2 −π 2 π 2 −π 2 ÔÓÖ − → F (α(t)) · α′ (t) dt P (α(t)). −1) dt t ln(t + 3) dt − 2 π 2 −π 2 − − → → F · dr = = = 1 dt ÆÓØ ÕÙ ÒØ Ö Ð ÙÒ Ó ÑÔ Ö ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒÙÐ ¸ − − → → F · dr = − α π 2 −π 2 ÑÓ× ÓÑ 1dt = −π ÈÓÖ Ñ¸ ÙØ Ð Þ Ò Ó ÙÐ γ Ó Ì ÓÖ Ñ − − → → F · dr = R Ö ÒÓ Ø − → Rot( F )dA − ÒØ Ö ÓÖÑ ÒØ − − → → F · dr α − − → → π π F · dr = − π = − 2 2 γ ¿ .

y) = (4x ln(x2 + 1) . (1.5) Mostre que o campo F (x. Bons estudos! Profa. y x em R2 − (0. z ∈ R} ´ conservativo? Justifique sua resposta (leia atentamente a teoria e antes de responder).5) F (x. (1 ponto) Calcule a a) (0.z 2 + 2y x + 2y 2 em R3 − {(0. t) para 0 ≤ t ≤ π . 2y) em R2 . y. 2 a) (0. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 20 de maio ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local). z) = (2xy 3 . ey cos z) ´ conservativo e e dˆ um potencial.MAT 2455 . (Use o item a) ) 2 Quest˜o 3.5 ponto) Em cada caso abaixo. . c) (0. Em caso afirmativo. 0.5) Calcule 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey senz) dy + ey cos z dz γ onde γ(t) = (t cos t. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 6 . 3x2 y 2 + ey senz . Quest˜o 2. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 senx + 2yz)k em R3 . y. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. y. u Observe que a data de entrega ´ posterior a P2 de C´lculo III. determine um potencial. z) = x2 −y x .5) F (x. Por´m sugiro que os exerc´ e a e ıcios desse Trabalho sejam elaborados antes da P2. 2 . a a Os Trabalhos s˜o individuais. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. z). y) = 2 + y2 2 x x +y 2 b) (0. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. e b) (0.5) F (x. t sent. (1 ponto) O campo a F (x. . determine se o campo F ´ ou n˜o conservativo a e a no dom´ ınio indicado.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. 0).

5) é ou não conser- F (x. Assim se o campo tiver rotacional não nulo ele não é conservativo.5 ponto) Em cada caso abaixo. ∂x ∂y ∂z F: =F ∇φ = =F (a) Buscando por uma função potencial de Integrando a primeira equação com relação a  x  ∂φ =  ∂x x2 + y 2 y ∂φ   = 2 ∂y x + y2 x e derivando-a com relação a y: φ(x. Em caso armativo. Facilmente se calcula o Rotacional de cada campo dos itens da questão e se verica que em cada caso o Rotacional não é nulo. Solução: Sabe-se que.5) (b) (0. F (x. temos a função potencial φ. determine se o campo vativo no domínio indicado. y) = (4x ln(x2 + 1) . Sendo assim. Também temos um Teorema que diz que se o campo é conservativo ENTÃO o Rotacional é nulo. y.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 6 . ∂x ∂y ∂φ ∂φ ∂φ .MAT 2455 . (a) (0. pode-se buscar diretamente um potencial para cada campo. determine um potencial. 0). se o campo vetorial apresenta uma função potencial. 2 em R − (0. F (1. 2 2 +y x +y 2 F (x. e o campo F é conservativo: φ(x. o campo é conservativo no domínio e: ∇φ = ou ∂φ ∂φ . Porém isso não garante que o campo é conservativo. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + g(y) 2 ∂φ y = 2 + g ′ (y) ∂y x + y2 Comparando com a segunda equação chega-se a seguinte conclusão g ′ (y) = 0 ⇒ g(y) = K Sendo assim.5) (c) (0. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + K 2 . y) = y x 2 . . e caso este seja encontrado. 2y) R2 .1o semestre de 2010 Questão 1. ele é conservativo. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 x2 em senx + 2yz)k em R3 .

resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. z) = y 2 z sen(x) + x + g(y. z) = z2 ∂y g(y. y. y. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + g(y) ∂φ = g ′ (y) ∂y g ′ (y) = 2y ⇒ g(y) = y 2 + K φ(x. y. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 + h(z) ∂φ = y 2 sen(x) + 2yz + h′ (z) ∂z h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K Portanto.(b) Resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. φ(x. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 +K (c) Novamente. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + y 2 + K   ∂φ = 4x ln(x2 + 1)  ∂x  ∂φ = 2y  ∂y . z) = 2yz sen(x) + ∂y ∂y ∂g(y. z) ∂φ ∂g(y. z) = yz 2 + h(z)   ∂φ = y 2 z cos x + 1   ∂x   ∂φ = 2yz senx + z 2  ∂y   ∂φ   = y 2 senx + 2yz ∂z φ(x.

(b) (0. z) = x2 y 3 + g(y. z) tal que ∇φ = Sendo assim ∂φ ∂φ ∂φ . (Use o item a) ) 2 Solução: (a) Da mesma forma que na questão anterior. y. y. z) = (2xy 3 . z) = ey φ. ey cos z) é conservativo 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey γ senz) dy + ey cos z dz onde γ(t) = (t cos t. t sent. z) = ey ∂y senz ⇒ g(y. z) ∂φ ∂g(y. . ∂x ∂y ∂z =F Integrando a primeira equação   ∂φ = 2xy 3    ∂x  ∂φ = 3x2 y 2 + ey senz  ∂y    ∂φ  = ey cos z ∂z com relação a x e derivando-a φ(x. z) = x2 y 3 + ey Portanto +K F é um campo vetorial conservativo. (1 ponto) Calcule (a) (0. Então procuramos F apresentar uma função potencial. z) = x2 y 3 + ey + h(z) ∂φ = ey cos z + h′ (z) ∂z E comparando com a terceira equação h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K A função potencial para o campo F ca sendo: senz φ(x. se o campo ele é conservativo. y.5) Mostre que o campo e dê um potencial. 3x2 y 2 + ey senz . z) = 3x2 y 2 + ∂y ∂y com relação a y: Comparando com a segunda equação ∂g(y.Questão 2. t) para 0≤t≤ π . ca-se com a seguinte função que pode ser derivada com relação a senz φ(x.5) Calcule F (x. senz + h(z) z: Desta forma. y. . φ(x. y.

E. 2 π 2 . 0 . do enunciado. 0) γ( π ) = (0 . e pode ser calculada como: γ F · dr = φ (γ(b)) − φ (γ(a)) Veja que o valor na integral depende exclusivamente dos pontos nal e inicial.(b) Sendo o campo F conservativo. π) 2 φ (γ(0)) = 0 + K φ γ( π ) = e 2 + K 2 π Sendo que a integral de linha ca sendo: γ F · dr = e 2 + K − (0 + K) = e 2 π π . temos: a=0 b= π 2 γ(0) = (0 . a integral de linha independe do caminho γ que liga os pontos extremos.

Vamos calcular γ F · dr para uma curva γ com (0. centrada na origem. cos t. calculando a integral de linha √ t π π γ F · dr = = π π π π F (γ(t)) · γ ′ (t) dt √ 2 cos t . √ sent. F é nulo. 0 γ(t) = E.Questão 3. cos t . z). (1 ponto) O campo F (x. 0. sent . Veja o item (a) da Questão 1 acima. z) = em x2 x −y . z ∈ R} é conservativo? Justique sua resposta (leia atentamente a teoria Solução: Sabe-se que o rotacional do campo é conservativo. .0 · − 2 2 2 √ √ 2 2 2 sen t + cos2 t dt 2 2 √ 2 dt 2 − sent . −π √ γ ′ (t) = − 2 sent . Note que se o domínio de F não for simplesmente conexo nada se pode armar. 2 . O domínio de F da questão 3 é o R3 menos a reta (0. o campo não é conservativo. 0 . 0) ∈ Int(γ). z) que não é simplesmente conexo. obtemos: 2 cos t . 0. Apesar do rotacional ser nulo (calcule) não podemos armar que o campo é ou não conservativo. Porém isso não garante que o campo Da teoria sabemos que se o domínio de F for simplesmente conexo e se o Rotacional for nulo ENTÃO o campo é conservativo. γ como uma elipse no plano Se γ F · dr = 0. R3 − {(0. 0. y. por exemplo. 0 dt = π π = π √ 2π = E como a integral de linha não é nula.z 2 + 2y x + 2y 2 antes de responder). Escolhendo z = 0. pode-se dizer que o campo não é conservativo.

5 ponto) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. Bons estudos! Profa. Quest˜o 2.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 7 . orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N . x2 . As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 10 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local). y. (1. a a Os Trabalhos s˜o individuais. z) = (y.N dS onde F (x. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. (1. z) = z. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.MAT 2455 . y. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u Leia a teoria. y 2 ) e S ´ parte do parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.5 ponto) Calcule a S e F . veja os exerc´ ıcios resolvidos e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3.k < 0 .

deve-se encontrar uma parametriza¸˜o da superf´ cuja massa a ca ıcie ser´ calculada. ca e ´ conveniente utilizar a seguinte parametriza¸˜o: E ca  √  x = √ 1 + v 2 cos u y = 1 + v 2 sen u  z=v onde 0 ≤ u ≤ 2π e 1 ≤ v ≤ 3. 1 + v 2 sen u. 0) v v cos u. a A proje¸˜o de x2 + y 2 = z 2 + 1 para 1 ≤ z ≤ 3 no plano xy ´ um anel. z) = z . v) Xv = ( √ 1 + v2 1 + v2 √ ||Xu × Xv || = 1 + 2v 2 D = {(u.C´lculo Diferencial e Integral III para Engenharia a Trabalho 7 . Assim: √ √ X(u. v) √ √ Xu = (− 1 + v 2 sen u. v) = ( 1 + v 2 cos u. pois 2 ≤ x2 + y 2 ≤ 4. Semestre de 2010 Quest˜o 1. (1. Solu¸˜o: ca A massa da superf´ em quest˜o ´ dada por: ıcie a e M= δ dS Para o c´lculo da massa.Instituto de Matem´tica e Estat´ a ıstica da USP MAT2455 .1o. 1 ≤ v ≤ 3} Dessa forma o c´lculo da massa fica dado por: a O dom´ ınio de integra¸˜o fica: ca 1 . 1 + v 2 cos u. y. √ sen u.5 pontos) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. v)|0 ≤ u ≤ 2π.

orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N . y 2 ) e S ´ parte do e Quest˜o 2. (1. 1 + 2v 2 Faz-se a mudan¸a de vari´vel w = 1 + 2v 2 . z) = (y.(19 19 − 3 3) = 3 F . x2 . y. −2v) Xu × Xv = (2u. 1 − u2 − v 2 ) 2 . 1.k < 0. Solu¸˜o: ca Parametrizando a superf´ ıcie:   x=u y=v  z = 1 − u2 − v 2 Xu = (1. 2v. v)) · ||Xu × Xv || dv du √ v. O c´lculo da integral fica c a a M = π 19 1 w 2 dw 2 3 π 3 19 w2 = 3 3 √ √ π .2π 3 1 M = 0 2π 3 1 3 1 δ(X(u. 0. v. −2u) Xv = (0.N dS onde F (x. v) = (u.5 pontos) Calcule a parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y. dt = 4vdv e 3 ≤ w ≤ 19. 1 + 2v 2 dv du = 0 = 2π √ v. 1) X(u.

1) du dv 2uv + 2u2 v + v 2 du dv = Duv E o dom´ ınio de integra¸˜o fica dado por: ca Faz-se a seguinte mudan¸a de coordenadas: c   x = r.O c´lculo da integral ´ dado por: a e F .r4 .r2 .sen θ 1 + + + + + + dθ 4 3 5 2 4 3 2 0 π π 7π = + +π = 2 4 4 e Deve-se ainda verificar o sentido do vetor normal utilizado.r3 .N dS = Duv (v. vem: 2uv + 2u2 v + v 2 du dv Duv 2π 1 = 0 0 2r3 cos θ. Com isso: = F .sen 2 θ+2r2 sen θ+r dr dθ 2π sen 2θ 2 cos θ 1 cos2 θsen θ cos2 θ sen 2 θ 2. cos2 θsen θ+2. Como Xu × Xv = (2u. cos θ+2. cos2 θ+r3 . 0 ≤ θ ≤ 2π} Substituindo na integral de superficie.sen θ+2. 1). θ)|0 ≤ r ≤ 1. 2v. ´ poss´ notar que (Xu × Xv ). cos θ y = r. 2v.k > 0. u2 . que ´ contr´ria ` orienta¸˜o dada no exerc´ ıvel e a a ca ıcio.N dS = −7π 4 3 . v 2 ) · (2u.sen θ + 1  J =r D = {(r.

N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. veja os exerc´ ıcios resolvidos (do material e de provas antigas) e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 21 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou na sala 109A do IME das 15hs a a e as 17hs. leia atentamente a teoria. u Antes de iniciar o Trabalho 8.MAT 2455 . Cristina . Bons estudos! Profa.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 . a a Os Trabalhos s˜o individuais. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 8 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es.

(2 pontos) Calcule a S No USP: F . (preste aten¸˜o no e o enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ıcie a e . z) = (x + arctan(z 2 ) . y. ex + sen(z) .N dS onde F (x.MAT 2455 .1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 . cos(x2 + y 2 )) ca e S ´ parte do parabol´ide z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1.

(2 pontos) Calcule a γ No USP: F . z) = −y x z6 . ey . 2 . y. y) 6 F (x.dr onde + (ln(1 + x4 ) .Nome: Quest˜o 2. x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 e a curva γ ´ a intersec¸˜o do cilindro x2 + y 2 = 4 e a superf´ z = y 2 + 1 orientada de modo e ca ıcie que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido anti-hor´rio. ca e a .

1) Cálculo de S1 F .N = cos(x2 + y 2 ) N = (0. y) ∈ R2 / x2 + y 2 ≤ 2 k : N1 = (0. y.N dS + S S1 F .N dS1 : Temos que: F (σ1 ) = (x + arctan(1) . temos F . com normal externa. y. y . Pelo teorema de Gauss. ex + sen 1 .θ. Semestre de 2010 Questão 1. 1).N dx dy = D cos(x2 + y 2 ) dx dy Faz-se a mudança para coordenadas polares: E o domínio de integração em coordenadas polares ca:   x = ρ · cos θ y = ρ · sen θ  |Jac(ρ. onde Seja R a região interna a S1 . y. (x. 1).z = 0 ≤ θ ≤ 2π √ 2 2π 0≤ρ≤ √ √ 2 2 F . ex + sen (z) . que S e S1 .Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 8 . 0. z) dx dy dz.N dS1 = S1 0 0 cos(ρ ) · ρ dθ dρ = 2π 0 2 cos(ρ2 ) · ρ dρ . (2 pontos) Calcule S F . OBS: Adotando N .N dS1 = S1 D F (σ1 ). é σ1 (x. θ)| = ρ e Dρ.MAT2455 .N dS1 = R div F (x. Escolhemos uma superfície o disco no plano Temos que z=1 limitado pelo parabolóide S1 pode ser descrita por: z = x2 + y 2 − 1. z) = (x .1o. cos (x2 + y 2 )) e S é a parte do parabolóide orientação de S.N dS onde F (x.k < 0 como Solução: A superfície não é fechada e então não é bordo de um sólido. y) ∈ D A normal desta superfície é o vetor D = (x. cos (x2 + y 2 )) =⇒ F (σ1 ). z) = (x + arctan(z 2 ) . 0. z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. 1) Assim: F .

z)| = ρ E o domínio de integração em coordenadas cilíndricas ca: Rρ. então: div F (x.θ. y.z = 0 ≤ θ ≤ 2π . z) dx dy dz − S1 F . y. z) dx dy dz 1 dx dy dz R R Faz-se a mudança para coordenadas cilíndricas:   x = ρ · cos θ   y = ρ · sen θ  z=z   |Jac(ρ.N dS1 = π(2 − sen 2) . y.N dS1 = 2π S1 0 1 · cos u 2 du = π (sen u) u=0 = π · sen (2) 2) Cálculo de Sabemos que divF div F (x. y. z) dx dy dz = R −1 0 0 √ z+1 1 1 · ρ dθ dρ dz 1 = −1 0 1 2π · ρ dρ dz = 2π −1 1 2 ·ρ 2 z=1 √ ρ= z+1 dz ρ=0 = π −1 (z + 1) dz = π 1 2 ·z +z 2 = 2π z=−1 = π 1 1 + 1 − − (−1) 2 2 Logo temos que: F . θ.N dS = S R div F (x. z) dx dy dz R : = 1.Fazendo a mudança de variáveis: ρ2 = u ρ · dρ = 2 1 2 · du =⇒ ρ = √⇒ u = 0 0 ρ= 2⇒u=2 u=2 F . −1 ≤ z ≤ 1 1 √ z+1 2π e 0≤ρ≤ √ z+1 div F (x.

Questão 2. (2 pontos) Calcule
F (x, y, z) =
e a curva

F .dr
γ

onde

−y x z6 , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 x2 + y 2 = 4

+ (ln(1 + x4 ) , ey , y) z = y2 + 1
orientada de modo que a

6

γ

é a intersecção do cilindro

e a superfície

projeção no plano

0xy

é percorrida no sentido anti-horário.

Solução: (esboço)

Vamos estudar separadamente os campos

F1 (x, y, z) =

x z6 −y , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2
6

F2 (x, y, z) = (ln(1 + x4 ) , ey , y)
Para calcular a integral usa-se o teorema de Stokes.

x2 + y 2 = 1 com 0 ≤ z ≤ y 2 + 1. Esta superfície está contida no domínio desse campo que é R3 − {(0, 0, z)}. O bordo de S é composto por duas curvas: γ e α, onde α é a circunferência x2 + y 2 = 4 no plano z = 0, orientada no sentido anti-horário. Para o campo F1 temos
Tome

S

a superfície do cilindro

F1 .dr +
α −γ

F1 .dr =
S

Rot(F1 ).N dS

onde a normal aponta para fora do cilindro. Teremos

F1 .dr =
γ α

F1 .dr = 2π

(deve-se calcular a última integral) No caso do campo cilindro x2

F2

pode-se escolher a superfície

S1

que é parte da

z = y2 + 1

limitada pelo

+

y2

=

4, pois ela está contida do domínio do campo que é o R3 . Então F2 .dr =
γ S1

Rot(F2 ).N dS

onde a normal aponta para cima". Uma parametrização de

S1

é

x = u, y = v, z = v 2 + 1

onde

(u, v) ∈ D = {(u, v) : u2 + v 2 ≤ 4.

Daí

Rot(F2 ).N dS =
S1 D

(1, 0, 0).(0, −2v, 1)dudv = 0

Portanto

F .dr =
γ γ

F1 .dr = 2π

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T e vale 4,5 pontos. Veja no e For´m de Not´ u ıcias como a m´dia T ser´ calculada. e a As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 30 de junho e ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 9 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u Os Trabalhos s˜o individuais. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Profa. Cristina

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. (2,5 pontos) Calcule a
S

No USP:

x dy ∧ dz + z 2 ln(z 8 + 1) dz ∧ dx + z dx ∧ dy onde S ´ parte e

da superf´ z = 1 − y 2 limitada pelos planos x = 3, x = 0 e z = 0, orientada com N .k ≥ 0. ıcie (preste aten¸˜o no enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ca ıcie a e

Nome: 3 No USP: 1dx + xdy + ez dz sendo γ a intersec¸˜o de z = x2 + 4y 2 ca x2 + y 2 γ e z = 4 − 4x2 − y 2 . a . orientada de modo que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido ca e Quest˜o 2. (2 pontos) Calcule a anti-hor´rio.

$  .*2120(75... ± È/*(%5$   VHQ [ )yUPXOD %LQRPLDO [  \.GHQWLGDGHV )XQGDPHQWDLV    FRWJ [ WJ[  VHF [ FRV [  FRVVHF [  WJ [ VHQ [ FRV [ . ± 75.

Q Q˜ Q .

˜ Q   .

 [Q  Q  [Q ±  \  Q˜ Q .

 ˜ [ Q ˜ \    FRWJ [    VHQ[  FRV[   WJ[ VHF[  FRWJ[ FRVVHF[ )yUPXODV GH 5HGXomR  VHQ S  r [.

FRV [ FRV S  r [.

# VHQ [ WJ S  r [.

# FRWJ [  VHQ S r [.

# VHQ [ FRV S r [.

 FRV [ WJ S r [.

r WJ [  VHQ  S r [.

r VHQ [ FRV  S r [.

FRV [ WJ  S r [.

r WJ [ )XQomR GD 6RPD H 'LIHUHQoD GH  ÆQJXORV  VHQ [ r \.

VHQ [  FRV \ r VHQ \  FRV [  FRV [ r \.

FRV [  FRV \ # VHQ [  VHQ \  WJ [ r \.

FRV [ VHQ [ ˜ [ Q  ˜ \     Q ˜ [\ Q   \ Q  RQGH Q p XP Qž SRVLWLYR H Q Q IDWRULDO.

p Q Q  Q ± .

 Q ± .

      3URGXWRV (VSHFLDLV  [  \.

 [  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  \  [  \.

 [  [\  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  [\ ± \  [ ± \ [ ± \.

[  \.

 [ ± \ [ ± \.

[  [\  \.

 [  \ [  \.

[ ± [\  \.

  D[  E[  F D [  [ .

 [  [ .

 (TXDomR GR ž *UDX $V UDt]HV GD HTXDomR GR ž JUDX D[  E[  F VmR GHWHUPLQDGDV SRU [  E r E    DF D  RQGH ' E   DF WJ[ r WJ\  # WJ[WJ\ [ \ [ \   FRV  [ \ [ \   FRV   VHQ  [ \ [ \   FRV   FRV  [ \ [ \ VHQ   VHQ   )yUPXODV GH )DWRUDomR  VHQ [  VHQ \  VHQ [ ± VHQ \  FRV [  FRV \  FRV [ ± FRV \    VHQ 6H 6H 6H '   o UDt]HV LPDJLQiULDV '  o UDt]HV LJXDLV ' !  o UDt]HV UHDLV H GLIHUHQWHV 6H [ H [ VmR UDt]HV HQWmR [[  E H [[ D $EVFLVVD GR YpUWLFH GD SDUiEROD [ Y .

 [  [  F D E D RX [ Y .

3URSULHGDGHV GD 3RWHQFLDomR H 5DGLFLDomR  DSDT  DS.

T  D ± S   Q WJ[ r WJ \  ˜ VHQ [ r \ .

FRV [ FRV \ DS  T DS  T  DS  DS DT DS ± T  D  D z   D  E.

S DS  ES  Q D E Q S Q Q Q  5HODomR HQWUH DV IXQo}HV GH [ H [  VHQ [   VHQ [  FRV [  FRV [ FRV[ ± VHQ[ FRV[ ±   ± VHQ[  VHQ[ ò   ± FRV [.

 FRV[ ò    FRV [.

 WJ [ DP D Q E DPQ Q Q D E Q S Q S Q DE   D D WJ[   WJ  [   D.

Q P DP DP D P S  ([SUHVV}HV SDUD TXDOTXHU 7ULkQJXOR  /HL GR FRVVHQR D E  F ± EFFRV Æ D E F  /HL GR VHQR VHQ $ VHQ % VHQ &  ÈUHD ò EF  VHQ Æ  S  /RJDUtWPR 6H 1 D[ RQGH D p XP Q~PHUR SRVLWLYR GLIHUHQWH GH  HQWmR [ ORJD1 p FKDPDGR ORJDUtWPR GH 1 QD EDVH D RQGH 1 !  3URSULHGDGHV GRV /RJDUtWPRV  ORJD01 ORJD0  ORJD1  ORJD 0 ORJD0 ± ORJD1  ORJDD   ORJD1Q Q  ORJD1  ORJD  ± ORJD1  ORJD   ORJED  ORJE1 1 1 5DG *UDX 6HQ &RV 7J &RWJ 6HF &RVHF  R    S  S  S  S R    S  R   R     R     R   R            f  f   Q f      f  ORJ D 1  ORJ D E  Q ˜ ORJ D 1 ORJ D 1 ORJ D E       f  f  ORJD1  ORJED 1 f  f  ORJDD1 1  ORJDD  OQ H1 HOQ 1 1 2UJDQL]DGR SRU 3URIž 0DULD +HOHQD 6 .DYLHU H 6DUD 5HJLQD GH 2OLYHLUD %LEOLRJUDILD &iOFXOR $QWRQ %R\FH /HLWKROG 6WHZDUW 6ZRNRZVNL  .

F (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) f (x)g(x) f (x)g(x)h(x) f (x) g(x) 1 g(x) F ′ (x) = af ′ (x) + bg (x) f ′ (x) + g ′ (x) f ′ (x) − g ′ (x) af ′ (x) f ′ (x)g(x) + f (x)g ′ (x) f ′ (x)g(x)h(x) + f (x)g ′ (x)h(x) + f (x)g(x)h′ (x) f ′ (x)g(x)−f (x)g ′ (x) g(x)2 g ′ (x) − g(x)2 dF dx ′ f g(x) 1 a xa g(x)a sin x sin g(x) cos x cos g(x) tan x csc x sec x cot x ex eg(x) ax ln x ln g(x) loga x arcsin x arcsin g(x) arccos x arctan x arctan g(x) arccsc x arcsec x arccot x f ′ g(x) g ′ (x) 0 0 axa−1 ag(x)a−1 g ′ (x) cos x g (x) cos g(x) − sin x ′ −g (x) sin g(x) sec2 x − csc x cot x sec x tan x − csc2 x ′ ex g ′ (x)eg(x) (ln a) ax 1 x g (x) g(x) 1 x ln a √ 1 1−x2 g ′ (x) ′ 1−g(x)2 1 − √1−x2 1 1+x2 g ′ (x) 1+g(x)2 1 − x√1−x2 √1 x 1−x2 1 − 1+x2 √ . independent of x. a and b are constants.Table of Derivatives Throughout this table.

independent of x and C is an arbitrary constant. a and b are given constants. f (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) u(x)v ′ (x) f y(x) y ′ (x) 1 a xa g(x) g (x) sin x g (x) sin g(x) cos x tan x csc x sec x cot x sec2 x csc2 x sec x tan x csc x cot x ′ 1 x a ′ xa+1 a+1 F (x) = a f (x) dx f (x) dx + b g(x) dx + C f (x) dx + g(x) dx + C f (x) dx − g(x) dx + C a f (x) dx + C u′ (x)v(x) dx + C f (y) dy x+C ax + C + C if a = −1 ln |x| + C F y(x) where F (y) = u(x)v(x) − g(x)a+1 a+1 + C if a = −1 ex eg(x) g ′ (x) eax ax ln x √ √ 1 1−x2 g ′ (x) − cos x + C − cos g(x) + C sin x + C ln | sec x| + C ln | csc x − cot x| + C ln | sec x + tan x| + C ln | sin x| + C tan x + C − cot x + C sec x + C − csc x + C ex + C eg(x) + C 1 ax +C a e 1 x a +C ln a x ln x − x + C arcsin x + C arcsin g(x) + C arcsin x + C a arctan x + C arctan g(x) + C 1 a 1−g(x)2 √ 1 a2 −x2 1 1+x2 ′ g (x) 1+g(x)2 1 a2 +x2 √1 x 1−x2 arctan x + C a arcsec x + C .Table of Indefinite Integrals Throughout this table.

lim ax = 0 if a > 1 x→−∞ x x→∞ 8) The graph of 2 is given below. for any a > 1. lim ax = ∞ if 0 < a < 1 6 4 2 1 −3 −2 −1 1 2 x 3 . y y = 2x lim a = 0. d ax dx d g(x) e dx = (ln a) ax ex dx = ex + C. ax = ex . x and y are arbitrary real numbers. lim ex = 0 x→∞ x→−∞ x lim ax = ∞. The graph of ax . x→∞ x→−∞ 1 eax dx = a eax + C if a = 0 7) lim ex = ∞. = axy = g ′ (x)eg(x) . 1) e0 = 1. a and b are arbitrary constants that are strictly bigger than zero and e is 2. ax+y = ax ay 3) e−x = 4) ex 5) 6) y d x e dx 1 ex . a0 = 1 2) ex+y = ex ey . 1 ax a−x = y = exy .Properties of Exponentials In the following. is similar. to ten decimal places.7182818284.

for any a > 1. lim loga x = −∞ x→0 9) The graph of ln x is given below.5 2 3 4 . x→0 ln x dx = x ln x − x + C 8) lim ln x = ∞. The graph of loga x. a is an arbitrary constant that is strictly bigger than one and e is 2. lim ln x = −∞ x→∞ lim loga x = ∞. loga (xy) = loga x + loga y 4) ln ln d dx x y 1 y ln x ln a loga x = = ln x − ln y. dx ln(g(x)) = loga x = 1 x ln a 1 dx x x→∞ = ln |x| + C.5 x 1 −0. loga d dx 1 y x y = loga x − loga y 5) ln(xy ) = y ln x. loge x = ln x. 2) loga ax = x.5 y 1.0 y = ln x 0. g ′ (x) d g(x) .7182818284. to ten decimal places. loga a = 1 3) ln(xy) = ln x + ln y. 1) eln x = x. loga 1 = 0 ln e = 1. aloga x = x.5 −1. ln ex = x ln 1 = 0.0 −1. loga (xy ) = y loga x 6) 7) 1 ln x = x . is similar.Properties of Logarithms In the following. loga = − ln y. = − loga y. x and y are arbitrary real numbers that are strictly bigger than 0. 1.

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