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,QWHJUDLV GH 6XSHUItFLHV  7HRUHPD GH *DXVV H 6WRNHV 6XSHUItFLHV 3DUDPHWUL]DGDV ÈUHD GH XPD 6XSHUItFLH ([HPSORV GH &DOFXOR GH $UHD GH 6XSHUItFLHV SDUDPHWUL]DGDV ,QWHJUDLV GH 6XSHUItFLHV GH &DPSR (VFDODU 6XSHUItFLHV 2ULHQWiYHLV ,QWHJUDLV GH 6XSHUItFLH GH &DPSRV 9HWRULDLV 7HRUHPD GH *DXVV 7HRUHPD GH *DXVV ± H[HUFtFLRV 2 7HRUHPD GH 6WRNHV 2ULHQWDomR GR %RUGR ([HUFLFLRV UHVROYLGRV 7UDEDOKRV H *DEDULWRV 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7DEHODV 7ULJRQRPHWULD ,QWHJUDLV 'HULYDV H )yUPXODV %iVLFDV 

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1RWDV GR HGLWRU (VWD DSRVWLOD WUDWDVH GH XPD PRGHVWD FRPSLODomR GH FHUFD GH  SHTXHQRV DUWLJRV IRUQHFLGRV j WXUPD ZHE &HUFD GH  SiJLQDV GHVWDV  DSUHVHQWDUDP SUREOHPDV SDUD YLVXDOL]DomR TXH QmR FRQVHJXLUDP VHU FRUULJLGDV 8VH R OLQN QR URGDSp GD SiJLQD SDUD XPD YLVXDOL]DomR DGHTXDGD (VWH PDWHULDO p YDOLRVR SRLV HVWD GLVFLSOLQD Gi rQIDVH D SDUWHV HVSHFtILFDV GRV FRQWH~GRV GDV UHIHUrQFLDV ELEOLRJUiILFDV DOpP GH VHU D MXQomR GH IUDJPHQWRV GH GLYHUVRV OLYURV R TXH WRUQD GLItFLO VHX URWHLUR GH HVWXGR 7DOYH] GDt R DOWR tQGLFH GH UHSURYDomR GD GLVFLSOLQD 3HOR IDWR GHOD VHU UHGLJLGD GLUHWDPHQWH SHOD 3URI 5HVSRQViYHO GR FXUVR HOD VH FRQILJXUD FRPR R PDWHULDO PDLV SUy[LPR DR H[LJLGR QDV SURYDV 0DLV LQFOXVLYH TXH RV SUySULRV OLYURV LQGLFDGRV QD UHIHUrQFLD GR FXUVR -DYDOHH DOXQR GH (QJ GH $XWRPDomR H &RQWUROH  .

Gacetilla Matemática (http://www. 2002. 1996. Tradução: Seiji Hariki.uk/~history) . Howard W. Differential and integral calculus.calculus) The Calculus Page (http://www. New York: Nordeman Publishing Company.com/bookbind/pubbooks/thomas_br/medialib/indexb. V. BOYER. Stewart. [BCHS] J. Guidorizzi.php?file=%2F4788%2Fmod_resource%2F… 1/1 . São Paulo.dcs. Carl B. THOMAS. Tom M. s.S. Carrara.edu/visual. SIMMONS.sosmath. [G] H. Cálculo.standrews.ac.usach.Thomas (http://cwx. 1994. George F. Ed. Cálculo com geometria analítica. Cálculo. 1994.O. BOULOS.html Outros textos: APOSTOL. S. LEITHOLD.ime.exeter. (vários volumes) São Paulo: Edgard Blücher Ltda.usp. aplicações e interpretações na física e em outras áreas. Tradução Alfredo Alves de Faria. Introdução ao Cálculo. Inc. Differential and integral calculus. Visual Calculus (http://archives. 1972. W. Historia de Matemáticos Famosos (http://www. "Um Curso de Cálculo". Moscou: Éditions de la Paix. George B. Paulo.prenhall. Rio de Janeiro. Software Gráfico Winplot http://math. "Calculo".utk. 5a edição. São Paulo: Edgard Blücher Ltda. N.math. Rio de Janeiro: Editora Reverté. SWOKOWSKI. 3. cilindricas e esféricas).edu/rparris/winplot..mat. São Paulo: McGraw-Hill. Cálculo .Teoremas de Gauss e Stokes. 1945. Bouchara. Integrais de linha . Pioneira-Thomson Learning. Richard. 1987.cl/histmat/html/indice.d.html). Livros Técnicos e Científicos. Cálculo .19/04/12 Ementa Conteúdo e Bibliografia Objetivos da Disciplina: Estudar integrais de funções de duas e três variáveis. São Paulo: Pearson Education do Brasil. 1974.com/calculus/calculus.tcd.calculus. Mudanças de variáveis em integrais (polares. Tradução: Paulo Boschcov. "Cálculo Integral Avançado". V. São Paulo: Makron Books. Integrais de superfícies. 2002. São Paulo: Harbra.html) mac2166. 1974 Sites na Internet: The MacTutor History of Mathematics archive (http://www-groups.Volume 1. Salvitti. Introdução à história da matemática. Ed.es/~mcj ).arrakis. PISKUNOV. História da matemática. Aplicações. 2001. mathematics . Tradução: Hygino H.html) History of Mathematics at the School of Mathematics (http://www. "Cáculo Avançado".Calculus (http://www. BOYER.ie/pub/HistMath/People/RBallHist.maths. Domingues. Campinas: Editora da Unicamp. Bibliografia: [S] J.org). McShane. Hellmeister e R. CORANT. Louis. Cálculo com Geometria Analítica. Ed. 1979.Teorema de Green.C.br/pluginfile. Edusp. São Paulo: Atual. Tradução: Cyro de Carvalho Patarra. Translation E. 1996. Carl B. A.html). Conteúdo: Integrais duplas e triplas. Tradução: Elza Gomide. Cálculo com Geometria Analítica. KAPLAN. I. J. Vol. Edgard Blücher Ltda. Textos sobre história da Matemática: EVES.. 1995. Earl W. vol 1.

É importante que você saiba que nesta modalidade de oferecimento "a distância" não há pouco trabalho.br mac2166. gabaritos etc. Mas atenção: os textos são apenas um resumo e um roteiro de estudo. Para maiores detalhes veja os Critério de Avaliação. Para que seu aproveitamento seja bom você deve completementar os estudos lendo os livros indicados na Bibliografia.19/04/12 Informações Gerais 1 MAT 2455 Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Turma Especial Ministrada à Distância pela WEB 1o semestre 2010 Caro(a) aluno(a). Desde o primeiro oferecimento. com textos e atividades feitas especialmente para a turma.usp. Somente para estes alunos estão à disposição ferramentas para comunicação (Forum e Chat) que propiciam um atendimento mais personalizado e frequente (mesmo a distância). no 2o semestre de 2000. Nesse semestre utilizaremos o ambiente Moodle. são disponibilizadas atividades periódicas para que cada aluno possa estudar e se preparar melhor para as avaliações. como dúvidas da matéria ou de exercícios. mas esta iniciativa só poderá ter êxito com seu envolvimento e participação. É importante que você se organize e tenha disciplina para estudar sozinho e com frequência.php?file=%2F5537%2Fmod_resource%2F… 1/1 . dentro do seu ritmo e da sua disponibilidade. trabalhos. através de tarefas programadas. listas de exercícios. Uma das experiências pioneiras no ensino "não presencial" ou "a distância" na USP foi o oferecimento de turmas de MAT 2455 para alunos dependentes dessa disciplina da POLI. essa experiência vem sendo analisada e aprimorada. Monitores darão atendimento diariamente na sala de monitoria do Biênio. Lembre-se que seu aproveitamento será avaliado periodicamente no decorrer do semestre. Além disso. provas e de sua participação nas atividades propostas. Estarão também disponíveis Fóruns para discussão de temas relacionados a disciplina. Na área da disciplina haverá textos com resumos dos diversos conteúdos tratados em Cálculo III. Afinal "a aula" só acontece se o aluno tomar a decisão de entrar no site e participar.usp. Num curso desse tipo o aluno desempenha um papel ativo e sua participação é fundamental. Temos certeza que você vai levar a sério esta proposta e colaborar para tudo dar certo. O(a) aluno(a) matriculado(a) nestas turmas tem a oportunidade de estudar o conteúdo destas disciplinas de forma autônoma.br/pluginfile.ime. Um bom semestre a todos! Profa Cristina Cerri Ramal : 6278 e-mail: cerri@ime. acessar o site regularmente e fazer as tarefas pedidas. Estamos empenhados em fazer o melhor.

a quantidade de atividades realizadas. Será atribuído K = 1 para o aluno que fizer 70% das atividades propostas (Atividades e Trabalhos). O fator K também fornecerá a porcentagem de frequência que será atribuída a cada aluno no final do semestre.SEMI ABERTA ( a nota da PSUB entra obrigatoriamente no lugar da menor das Pi) Professora responsável pela Turma-Web: Profa. Essas atividades terão prazos pré-estabelecidos conforme cronograma. Os trabalhos devem ser redigidos e entregues até a data limite estabelecida conforme cronograma. ou seja.3.19/04/12 Criterio de Avaliacao Critério de Avaliação A média final dos alunos desta Turma 13 . Ao longo do semestre serão propostas várias atividades dentro do ambiente Moodle.php?file=%2F5557%2Fmod_resource%2F… 1/1 . Luiz Augusto Fernandez de Oliveira mac2166. Atenção: o aluno que só fizer as provas tradicionais terá K = 0 e assim estará automaticamente reprovado. Cada atividade realizada pelo aluno conta participação e não vale nota. Este é um ponto fundamental e o diferencial desta proposta. tendo em vista a participação do aluno. Serão propostos 9 trabalhos durante o semestre que somarão no máximo 30 pontos. T é a média das nota dos trabalhos realizados durante o semestre que tiveram uma nota atribuída.usp.Cristina Cerri Coordenador da disciplina: Prof.br/pluginfile. Sendo S é a soma das notas dos trabalhos então T será igual a S/3. i = 1.ime.Web será calculada da seguinte forma: MF = K (P1 + P2 + P3 + T)/4 sendo que Pi são as notas das provas.2. K é o fator de participação que varia de 0 a 1. que teve o apoio total das Comissões de Graduação da POLI e do IME. Datas das Provas: todas às 13h10 P1: 06 de abril P2: 18 de maio P3: 22 de junho PSUB: 29 de junho . Cada uma dessas Atividade deverá ser feita on-line.

Por exemplo. bem como a própria integral leva seu nome. Com as mesmas idéias do cálculo de áreas os matemáticos gregos também tratavam do volume de sólidos.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-1-intdupla-intro. respectivamente. Esse processo era também usado para calcular área de outras regiões.Introdução Como calcular o volume de sólidos? Para certos sólidos. o matemático francês Augustin-Louis Cauchy definiu integral em termos de somas. Nos textos trataremos. Além disso. mas ainda de forma incompleta.uma introdução Integrais Duplas .C. para se obter a área de um círculo inscreve-se nele polígonos regulares cuja área é facilmente calculável. esferas.) dedicaram muita atenção a problemas relacionados com o cálculo de áreas e volumes. Mas por que valem tais fórmulas? Matemáticos gregos. Leia o texto Integrais Duplas definição istina Cerri -2010 www. Por volta de 1854 o matemático alemão Bernhard Riemann fez um estudo aprofundado da integral e contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento da teoria. como Arquimedes (287-212 a. cilindros. Somente muito mais tarde. Obtém-se então a área do círculo por um processo de limite das áreas dos polígonos. massa etc. de definir a integral dupla de funções de duas variáveis. Usava-se o processo de "exaustão". tanto que até hoje as somas usadas para definir a integral são chamadas de Somas de Riemann. pois os matemáticos gregos descreviam tudo geometricamente e não por meio de fórmulas numéricas como fazemos hoje. Na época problemas de Física como o da propagação do calor motivaram o desenvolvimento de teorias matemáticas. utilizando como motivação o cálculo de volume. com uma simblogia mais desenvolvida e com o surgimento da moderna notação da Geometria Analítica. E. métodos para o cálculo de integrais duplas.ime. primeiramente. pode ser estendida para funções definidas em regiões do plano e do espaço: surgem assim as integrais duplas e triplas. no século XVII. Lembremos que para funções de uma variável a integral é definida como o limite de somas: A idéia básica da integral.htm 2/2 . esse método funcionava para particulares regiões e uma generalização só poderia ser possível com uma nova formulação do problema. As idéias básicas do Cálculo Integral estavam lá presentes. como a região interior a um arco de parábola. E tais integrais estão associadas a cálculos de volume.20/04/12 Integrais Duplas . Veremos a seguir propriedades e resultados básicos. como limite de somas. aumentando-se o número de lados obtém-se aproximações cada vez melhores. é claro. Contudo essas idéias ficaram escondidas ou perdidas. Por volta de 1820. foi possível criar métodos sistemáticos para o tratamento de áreas e volumes. como pirâmides. Há mais de dois milênios atrás esses matemáticos calculavam áreas e volumes de figuras geométricas por procedimentos como os do Cálculo Integral.usp. temos fórmulas que permitem calcular seus volumes.

(veja a demonstração. Afinal pode parecer que se f é positiva então sempre se pode calcular o volume do sólido que se forma abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0.2010 www. existe M > 0 tal que |f(x. logo não é integrável.1]x[0.1] (quadrado de lado 1) da seguinte forma: f(x.2 de [BCHS] ). Como para funções de uma variável. a função não é limitada em [0. Dessa forma Portanto o limite dessa somas dependerá da escolha de (x i . Com duas váriáveis isto também ocorre. Vale que TEOREMA. Outro exemplo: O resultado acima é útil no seguinte sentido: se uma função de duas variáveis não é limitada em R então ela não é integrável em R.usp. Se f é uma função integrável em R .y)| < M. isto é.yi) . Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R = [0. Ótimo! Mas que funções são integráveis? Será sempre necessário encontrar a integral dupla de uma função usando a definição e tendo que calcular aquele limite.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Funções integráveis e não-integráveis Alguns Resultados e Exemplos Que funções são integráveis? Existem funções não-integráveis? Da maneira como foi dada a definição pode-se pensar que sempre existe a integral dupla de uma função.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-3-intdupla-integraveis.ime.y) = 1 se x e y são racionais e 0 caso contrário. retângulo. para todo (x.1]x[0.yi) tal que se x i e yi são racionais. em Teorema III. Portanto f não é integrável. mas como se calcula a integral dupla de uma função? Para isso vamos ver as Integrais Iteradas. as funções "bem comportadas" são integráveis. Cristina Cerri . PROPOSIÇÃO. Assim um cálculo simples mostra que Entretanto podemos escolher (x i . Exercício: Obtenha um outro exemplo de função não integrável usando o resultado anterior. Já temos exemplos de funções não integráveis. Agora enunciaremos um resultado útil. Tome uma partição qualquer de R e em cada Ri .1. Muito bem. que não é difícil.1] (prove isso!).yi) de forma ambos x i e yi não são racionais. Escolha primeramente (x i . Toda função contínua definida em um retângulo R é integrável em R.y) em R .htm 2/2 . Mas você viu que existem funções de uma váriável que não são integráveis. então f é limitada em R. Por exemplo.

b]x[c.ime. fatiando um paralelepípedo ele pode ser visto como "uma pilha de retângulos".d] e suponha que f(x. Considere uma função de duas variáveis f definida num retângulo fechado R=[a. no século XVII. Nosso objetivo é o de calcular o volume de S .y) = x (1-y4) e R = [0. A idéia de "fatiar" um sólido para obter seu volume.Como calcular? Cálculos de áreas e volumes de regiões são problemas antigos. Como cada fatia tem a mesma área.y) é positiva e contínua para (x. Poderiamos pensar em calcular o volume de S (sólido delimitado pelo gráfico de f) “fatiando” o sólido com planos paralelos ao plano yz. Outra forma de tentar calcular volume de sólidos usa a idéia de "fatiar" o sólido. A idéia de fazer aproximações por regiões com áreas e volumes conhecidos já era utilizada pelos gregos. Por exemplo. Por exemplo tome a função f(x. um cilindro pode ser visto como um "monte de discos empilhados". Vamos usar essa idéia de fatiar para chegar num resultado que permita calcular volume de certos sólidos. "somamos" as áreas e temos o volume.Como calcular? Integrais Duplas . Um princípio bem natural baseado nessa idéia e que estabelece um fato útil sobre volumes foi estabelecido pelo matemático italiano Bonaventura Cavalieri (1598-1647). O gráfico desta função é um subconjunto do R3 . Então é razoável que o volume desses sólidos sejam Area da base x Altura. www. isto é. chamados "indivisiveis". O gráfico de f está representado na figura abaixo.2]x[0. Considere o sólido limitado pelo gráfico de f e o plano xy com (x.1] . Tal argumento pode ser aplicado aos prismas também.y) em R. basea-se na sua teoria de que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.usp.y) em R.htm 2/4 . É conhecido como o Príncípio de Cavalieri.20/04/12 Integrais Duplas .

20/04/12 Integrais Duplas .ime.htm 3/4 .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.Como calcular? Para cada x fixo entre 0 e 2 temos uma região onde a área se calcula facilmente usando integral de uma variável Vamos denotá-la por A(x).usp. Então www.

o volume do sólido poderia ser definido como sendo a “soma” de todos os A(x). Cristina Cerri . Somar em x é integrar.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro. como fizemos no caso do cilindro.ime.2010 www. Então uma boa definição do volume de S parece ser Poderiamos ter feito outro tipo de “fatiamento”.htm 4/4 . Teriamos obtido o mesmo valor? Podemos usar esta idéia para qualquer tipo de função? Leia Integrais Duplas Iteradas.Como calcular? Assim.usp. por exemplo com planos paralelos ao plano xz.20/04/12 Integrais Duplas .

usp. fixando y entre c e d.20/04/12 Integrais Iteradas Integrais Duplas Iteradas Teorema de Fubini A definição de integral dupla é consequência natural da idéia de calcular o volume de determinado tipo de sólido. Então o volume de S deve ser Entretanto. Fixe um x entre a e b e considere a intersecção do plano paralelo a x = 0 passando por x e o sólido S.ime.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada.y) positiva e definida num retângulo R=[a.d] e considere a região Para se calcular o volume do sólido S poderíamos pensar em “fatiá-lo” paralelamente ao plano x = 0 ou ao plano y = 0. Vamos aqui ver uma forma de calcular tal integral.htm 1/2 . A área da fatia pode ser calculada com a integral Intuitivamente o volume é a "soma" de todas as áreas. uma função f(x. Tomemos. Porém é difícil obter o valor de uma integral dupla diretamente da definição. poderíamos também calcular a área de cada fatia e depois o volume fazendo www.b]x[c. em particular.

Assim temos uma forma de cálcular integrais. lembrando que isso não significa que estamos indicando integrais iteradas. entretanto a versão para funções contínuas era conhecida pelo matemático francês AugustinLouis Cauchy.htm 2/2 . Para estudar: leia o parágrafo 2 do capítulo 15 (15. OBS: É comum denotar a integral dupla de f em R por .d] então Ou seja se é integrável não importa a ordem que fazemos a integração.b]x[c. Na hora de calcular pode-se fazer de duas maneiras.2) de [S] Curiosidade: O teorema acima foi provado em 1907 pelo matemático italiano Guido Fubini (18791943). Se é integrável em =[a. quase um século antes.usp.2010 www.ime. e o que vale é o seguinte: Teorema de Fubini.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada. Cristina Cerri .20/04/12 Integrais Iteradas Estas integrais são chamadas de integrais iteradas e usualmente se escreve apenas ou Exemplos: Teria sido mera coincidência as duas integrais acima terem dado o mesmo valor? Não é coincidência.

br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.aplicando principio… O Princípio de Cavalieri Bonaventura Cavalieri (1598-1647) Matemático italiano nascido em Milão e falecido em Bolonha. Tome uma esfera de raio R. A base da nova teoria é que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais. óptica. Já no cilindro temos um anel. etc. áreas e volumes foi levado por Cavalieri ao cálculo da soma de infinitos indivisiveis". Foi discípulo de Galileo e escreveu sobre diversos temas como geometría. Vamos calcular as áreas das secções planas. Mas sua obra fundamental é a "Geometría dos indivisiveis". o cálculo de longitudes. Outros trabalhos seus são o desenvolvimento dado a trigonometria esférica. www. pela qual é considerado como um dos precursores do cálculo infinitesimal.20/04/12 Principio de Cavalieri . Também figurou entre os primeiros que ensinaram a teoria copérrnica dos planetas.htm 1/2 . Na esfera a secção plana dá um cículo. astronomia. Foi o primeiro matemático italiano que apreciou em todo seu valor os logarítimos.ime. por exemplo. chamados "indivisiveis".usp.Fórmula do Volume da Esfera . então eles têm o mesmo volume. Corte por um plano horizontal B (perpendicular ao eixo do cilindro). trigonometría. Com esse princípio se pode obter o volume da esfera. Deste modo. Considere o sólido X que é cone dentro de um cilindro de altura 2R e raio R. como mostra a figura. que dista h do centro da esfera. assim como o descobrimento das fórmulas relativas aos focos dos espelhos e de las lentes. O Principio de Cavalieri nos diz que se dois corpos têm a mesma altura e os cortes por planos paralelos a suas bases são figuras com a mesma área. A idéia é comparar o volume da esfera com os volumes do cilindro e do cone.

org/wiki/Bonaventura_Cavalieri http://en.com/watch?v=vtsWUjk-CtY http://pt.usp.members.htm 2/2 .wikipedia.com/caraipora/cavprin.2 pi R2 (R)/3 = 4 pi R3 / 3 Portanto volume da esfera é 4 pi R3/3.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.2x Volume do cone = = pi R2 (2R) . Extraído de http://www.aplicando principio… Aplicando o Principio de Cavalieri temos que o volume da esfera é igual ao volume do sólido X.20/04/12 Principio de Cavalieri .wikipedia.youtube.ime.org/wiki/Cavalieri%27s_principle www.htm Outros sitios (mas só usar o "Google" e pesquisar) http://www. Mas Vol(X) = Volume de cilindro .Fórmula do Volume da Esfera .tripod.

1] x [-1.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-2-intdupla-exemploA1. Clicando no ícone ao lado você poderá ver o gráfico dessa função e de outras do tipo f(x.2] (um retângulo). Explore! Cristina Cerri . Então podemos calcular a de duas maneiras.usp. Na animação você poderá interagir: variando x e y dentro do domínio você poderá visualizar o sólido sendo formado.20/04/12 Integrais Iteradas . Sejam f(x. o cálculo de integrais duplas pode ser feito utilizando a integração iterada. pois integral dupla Então Nesse caso o valor da integral dupla é o volume do sólido que está abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0 (pois f é positiva). Veja esse exemplo Exemplo A1.Exemplos Como já foi visto.y) = 2 – x 2 + y2/3 e D = [-1.Exemplos Integrais Iteradas .html 2/2 .y) = A – x 2 + B y2 .2010 www.ime.

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Integrais Duplas sobre Regiões

Integrais Duplas em Regiões - definição
No texto Integrais Duplas em Retângulos definimos integrais duplas sobre retângulos. Contudo são várias as funções definidas em regiões que não são retângulos. Seja f uma função definida numa região D do plano . Se f é positiva desejamos que o volume do sólido esteja relacionado com integral dupla. Nesse texto vamos definir a integral dupla sobre regiões planas D limitadas, isto é, regiões contidas em algum retângulo R. Vamos utilizar um pequeno "truque". Como só temos a definição de integral dupla para funções definidas num retângulo, vamos estender f para um retângulo R que contém D de forma conveniente. Defina F(x,y) em R de forma que

chamada de "função característica do conjunto D". Dizemos que f é integrável em D quando F é integrável em R. E definimos a integral dupla de f em D por

Observe o desenho. Primeiramente como F é 0 fora de D região de R-D (complementar de D) a definição acima não depende do particular retângulo R. Assim sempre podemos considerar um retângulo de lados paralelos aos eixos. E perceba também que R-D não interfere no cálculo da integral. DEFINIÇÃO. Se f(x,y) é positiva e integrável em D definimos o volume do sólido como sendo

Suponha que f seja contínua em D. É razoável esperar que f seja integrável em D. Mesmo f sendo contínua em D não temos necessariamente a continuidade de F em R. Observe que as descontinuidades ocorrem no bordo (ou fronteira) de D (veja a figura acima), que denotamos por ∂D. De fato, nesse caso, o conjunto dos pontos de descontinuidade de f está contido em ∂D. A integrabilidade de f dependerá do tipo
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm 2/3

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Integrais Duplas sobre Regiões

do bordo de D: de uma forma informal, ele tem que ser "magrinho" para não interferir no cálculo da integral. Mas o que significa isso? Que tipos de conjuntos são esses? O conceito que desejamos introduzir agora é o de conteúdo nulo. Um conjunto A do plano tem conteúdo nulo se, dado ε > 0 arbitrário, existem retângulos R1 , R2 , ... Rn , de lados paralelos aos eixos coordenados, tais que e .

Não é difícil mostrar que um segmento no plano tem conteúdo nulo. Um fato importante é que PROPOSIÇÃO. O gráfico de uma função contínua definida num intervalo [a,b] tem conteúdo nulo. Esse resultado já é mais difícil de provar. Contudo em [BCHS] (capítulo 3) você encontrará a demostração para o caso de função de classe C1. Finalmente temos um resultado esperado: TEOREMA. Seja D um subconjunto limitado do plano e seja f uma função contínua e limitada em D. Se o bordo de D tem conteúdo nulo então f é integrável em D. A prova desse resultado pode ser encontrada no Apêndice 2 de [G]. Para ver um pouco mais sobre essa teoria veja o texto Funções Integráveis - teoria.
Cristina Cerri - 2010

www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm

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Funções Integráveis - teoria

Funções Integráveis - teoria
Já sabemos que temos funções que não são integráveis. Será que existe alguma caracterização das funções integráveis? Seja D um subconjunto limitado do plano. E seja o sólido . Como temos altura constante é razoável pensar que o volume de S é igual a área de D, pois espera-se que V(S) = 1.A(D). Mas a integral dupla de f(x,y) = 1 sobre D é, caso exista, o volume deste sólido. Dizemos que D tem área se f(x,y) = 1 é integrável em D e define-se a área de D por Lembre que para definir a integral de f sobre D defininimos uma função F como sendo f em D e 0 em RD onde é um retângulo qualquer. Então nesse caso F é 1 em D e 0 em R-D. A descontinuidade de F ocorre na fronteira, ou bordo, de D. Para que tenhamos F integrável será preciso que o bordo de D não atrapalhe, seja "desprezível". O bordo ou fronteira de um subconjunto D, que é denotado por ∂D, é o conjuntos dos pontos (x,y) tais que qualquer retângulo (ou disco) centrada em (x,y) contém pontos de D e do complementar de D. As regiões que nos interessam são as regiões cujo bordo tem conteúdo nulo. Formalmente, um conjunto A tem conteúdo nulo se para todo ε > 0 εξιστεµ ρετ®νγυλοσ Ρ 1 , Ρ 2,..., Rn cuja união contem A e que a soma das suas áreas é menor que ε.. As regiões que nos interessam são as regiões que tem área, As regiões que tem área são aquelas que o bordo tem conteúdo nulo. Note que felizmente os retângulos tem área. Pode parecer estranha mas existem regiões do plano que não tem área. Por exemplo, se D = Q x Q em [0,1]x[0,1] seu bordo é todo o quadrado [0,1]x[0,1]. Estranho, não é? Mas isso acontece pois perto de todo o par de números racionais tem sempre pares de racionais e de irracionais. Então a função constante 1 em D não é integrável. (Veja o texto Funções integráveis e nãointegráveis.) O problema aqui é com o conjunto D . Queremos evitar isso e tratar de conjuntos D “bem comportados”, ou seja, que tenham área. Assim afirmamos que D tem área se, e somente se, ∂D tem conteúdo nulo. Conjuntos de área nula representam papel importante na Teoria de Integração. Esses são conjuntos que não interferem na integração. TEOREMA. Seja uma região D com área e limitada do plano e seja f uma função limitada em D. Se f é contínua, exceto num conjunto de área nula, então f é integrável em D. O resultado acima vale em contextos mais gerais e não apenas para funções de duas variáveis. Foi o matemático Henri Lebesgue (1875-1941) que estabeleceu a conexão entre a integrabilidade segundo Riemann e o conjunto dos pontos de descontinuidade da função. Resumidamente, Lebesgue provou que uma condição necessária e suficiente para que uma função seja Riemann integrável é que o conjunto dos pontos de descontinuidade tem área (ou medida) nula. Ele criou toda uma teoria nova para integração, que hoje leva seu nome: integral de Lebesgue.
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-1-intdupla-integraveis.htm 2/3

b]. Graficamente: Nesse caso D é limitada e se tomamos um retângulo R=[a.usp. Região do Tipo I: região do plano entre gráficos de funções contínuas de x definidas num intervalo [a.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Cálculo de Integrais Duplas Depois de definida a Integral Dupla sobre Regiões planas D temos que saber como calculá-la. Mas afinal quais regiões são desse tipo e como calcular a integral dupla nessas regiões? Vamos ver dois tipos de regiões cujo calculo da integral dupla pode ser feito.d] www.d] que contém D então Região do Tipo II: região plano entre gráficos de funções contínuas de y definidas em [c. Sabemos que se f é contínua em D e se o bordo da região D tem conteúdo nulo então f é integrável em D.htm 2/3 . Mais explicitamente são regiões do tipo onde g1 e g2 são funções contínuas em [a.b].ime.d]. Mais explicitamente.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo. são regiões do tipo onde h1 e h2 são funções contínuas em [c.b]x[c.

htm 3/3 .ime.usp.2010. www.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Também podemos calcular a integral dupla fazendo Cristina Cerri .

Calcule . Mas a integral acima é igual a integral dupla de ( ) sen( 2) em www. Calcular a onde é a região limitada pelas parábolas = 2 2 e = 1 + 2 . Temos neste caso a região de integração (no plano )é e delimitada e o volume é dado pela integral dupla de ( ) = 2 + 2 logo 3.Exemplos Cálculo de Integrais Duplas .usp.htm 1/2 .20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas .ime. Se tentarmos calcular da forma que a integral aparece teremos problemas.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. 2. Encontre o volume do sólido que fica abaixo do parabolóide = 2 + 2 e acima da região no plano pelas superfícies = 2 e = 2 .Exemplos 1.

br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. Consulte pois para um melhor aproveitamento visualizar os gráficos e as regiões de integração é fundamental.htm 2/2 .4 de [BCHS]. Leia a teoria e veja mais exemplos em 15.Pratique fazendo exercícios do livro [S] e da Lista 1.usp.ime. Use para isso programas gráficos como Winplot . 2010 www. Stewart [S] traz muitos exercícios resolvidos e muitos gráficos e figuras.3 de [S] e III. Dica: O livro de J. Explore mais exemplos clicando aqui.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas .Exemplos Desenhe a região e perceba que também podemos escrevê-la na forma Então. usando o Teorema de Fubini.

propriedades Integrais Duplas . Claramente essa função não é contínua em R = [0. Proposição. Então f é integrável em R e Cristina Cerri .2010 www.20/04/12 Integrais Duplas .1] . Se D1 ∩ D2 tem área nula então f é integrável em D1 U D2 e vale Por exemplo.y) pertence a [0. mas é descontínua apenas no conjunto {( 3.y) seja integrável em D1 e em D2 . Se f e g são funções integrais em D.ime.html 2/2 .1] e f(x. seja f(x.5]x[0. que são regiões limitadas do plano.3]x[0. se (x.Propriedades As seguintes propriedades básicas são válidas para integrais duplas. região limitada do plano e com área.usp. Suponha que f(x.y ) : 0 ≤ y ≤ 1} que tem área nula no plano.y) = 2.y) pertence a [3. Proposição. e c é constante então Uma outra propriedade muito útil para o cálculo de integrais duplas é a seguinte.y) = 1. se (x.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-8-intdupla-propriedades.5]x[0.1].

sendo g estritamente crescente. Como a integral dupla é o limite das somas de Riemann vamos avaliar a soma para uma partição qualquer de D. Mas a área de um setor circular pode ser calculada usando as variações de r e de θ .θ) = r sen(θ). Para cada retângulo da partição sua área é aproximadamente a área de um setor circular.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares Nas integrais de funções de uma variável real muitas vezes uma mudança de variável conveniente permite seu cálculo mais facilmente. A fórmula nesse caso é onde g (c) = a e g (d) = b .html 2/2 .usp. (Veja o texto sobre Coordenadas Polares ) Logo Fazendo o limite temos que onde Dxy denota a região D descrita em coordenadas cartesianas Oxy e Drθ denota a região descrita em coordenadas polares. E como fica a integral dupla quando mudamos de coordenadas? O que irá substituir o fator “g'(u) du” nesse caso? Antes de tratar do caso geral veremos como fica a integral dupla quando mudamos do sistema de coordenadas cartesianos Oxy para o sistemas de coordenadas polares Orθ.ime.θ) = r cos(θ) e y = y(r. É comum escrevermos que “dx = g'(u) du”.2010 www. Atenção: nunca se esqueça de multiplicar pelo fator r ! Para ver mais exemplos clique aqui! Cristina Cerri . Suponha que f(x. Nesse caso temos que fazer mudanças do sistema de coordenadas Oxy para outro sistemas de coordenadas Ouv.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-intdupla-mudapolares. Para integrais duplas também é possível fazer mudanças de variáveis. onde r representa a distância do ponto P de coordenadas (x.y) é integrável numa região D do plano Oxy.y) e θ é o ângulo formado pelo segmento OP e o eixo Ox no sentido anti-horário. Sabemos que x = x(r.

Região em coordenadas cartesianas Região em coordenadas polares www. Queremos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = x2 + y2 . Como θ é o ângulo entre o segmento do ponto a origem e o eixo x.html 2/3 .ime.Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares . Mudando para coordenadas polares a região D passa a ser pois substituindo x(r.Exemplos Exemplo 1.usp. a variação do ângulo é de −π/2 a π/2. acima do plano xy e dentro do cilindro x2 + y2 = 2x.θ) = r sen(θ) na equação x 2 + y2 = 2x temos que r2 = 2 r cos(θ). Então onde E então nas coordenadas cartesianas Não é uma integral muito simples.20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares .θ) = r cos(θ) e y(r.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex. logo na circunferência r = 2cos(θ).

usp.Exemplos E então Exemplo 2. Logo onde D é o Então Contudo o cálculo dessa integral é elaborado.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex. A região D pode ser facilmente descrita em coordenadas polares. Assim usando que x = x(r.θ) = r sen(θ) então o disco pode ser representado por Portanto Exemplo A3. Se a função então está definida na regão Clique e veja a região acima para diferentes raios. Desejamos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = 4 .x 2 .ime.θ) = r cos(θ) e y = y(r.2010 www. Explore! Cristina Cerri . acima do plano xy e dentro do cilindro x 2 + y2 = 1. Sabemos que disco de centro (0.y2 .html 3/3 .20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares .0) e raio 1.

v)) onde x(u.ime. ou x = (u . às vezes.v) = (u .3] (verde). Note que as áreas dos retângulos são diferentes!!! Veja que a área de Duv é 2. fazer uma mudança de variável de integração. Uma mudança de coordenadas em R2 é uma transformação ϕ contínua e injetora no interior da região. fazemos uma mudança de variáveis. Note que uma reta y + x = a no plano Oxy corresponde a reta u = a no plano Ouv e que uma reta y . Quando fazemos isso temos que fazer uma "correção" e multiplicar pela derivada: No cálculo de integrais duplas também precisamos as vezes mudar de variáveis. Esta transformação não preserva áreas.x = 1.v).v)/2 e y(u.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar.4]x[1. Entretanto se rodamos a figura. Se u = x + y e v = y . Para calcularmos uma integral dupla teremos que levar isso em conta. x + y = 3. Escrevemos ϕ(u. Seja ϕ(u. ou seja.html 1/2 . Assim para funções de duas variáveis devemos ter uma fórmula do tipo O que viria no lugar do ?????? ? Antes de dar a fórmula vamos ver um exemplo de mudança de variável.x = 3 e y .v)=(u + v)/2. Se queremos calcular a integral onde D = Dxy diretamente com as variáveis x e y vamos ter algum trabalho.v) = (x(u. u = x + y e v = y .x = b no plano Oxy corresponde a reta v = b no plano Ouv.v)). Com esta aplicação transformamos o retângulo Dxy (amarelo) no retângulo Duv = [3. y . Note que todo retângulo de lados paralelos aos eixos Ou e Ov se transforma pela ϕ em outro retângulo e que A(Dxy) = A(Duv)/2. Como A(Dxy) = A(Duv)/2 www.x. ou seja.v). passaremos a ter um retângulo paralelo aos eixos e assim a integração ficará mais simples.usp.y(u.v) = (x(u. mas há uma relação entre elas.3].4]x[1.v)/2 e y = (u + v)/2 transformamos Dxy em Duv = [3. mas a área de Dxy é 1. Seja Dxy a região limitada pelas retas x + y = 4 .y(u.x .20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Caso Geral Para o cálculo de funções de uma variável temos que.

5 de [BCHS] ou 4.v)). Seja Duv subconjunto de Ω limitado.html 2/2 .9 de [S] e III. Em geral dada uma mudança de variáveis o fator de correção da área não é constante.usp. Se f é contínua em Dxy então Note que na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Voltando ao exemplo e calculando o Jacobiano temos Jϕ(u.v).v) = (x(u. Em geral.v) = (x(u.v)= 1/2 . Referências: 15. com bordo de conteúdo nulo também em Ω. cujo Jacobiano é r.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar. Várias integrais duplas ficam mais fáceis de serem calculadas se usamos a mudança de coordenadas polares.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mas esse foi um caso muito particular. Cristina Cerri -2010 www. dada uma transformação ϕ(u.v) não é nulo o interior de Duv.v). as coordenadas polares x(r. e Dxy = ϕ(Duv).θ) = r sen(θ) são úteis e de grande importância.5 e IV. Esse fator é o Jacobiano da transformação. Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R2 em R2 de classe C1 onde ϕ(u.θ) = r cos(θ) e y(r.v)) do plano o Jacobiano é O que vale é o seguinte resultado: TEOREMA. Logo Agora é com você: calcule a integral! Mais exemplos e muito mais você verá em Mudança de Variáveis em Integrais Duplas - Exemplos Como você deve se lembrar.y(u.y(u.ime. Suponha que ϕ é injetora e Jϕ(u.2 de [G].

Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Exemplos Vimos que nas condições do enunciado do Teorema a fórmula de mudança de variáveis é Vejamos alguns exemplos: Exemplo 1.θ) = b r sen(θ) .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-1-intdupla-mudavar-ex. podemos. Solução. Portanto fazendo a mudança de variável Então não nulo no interior. Cristina Cerri . que é a região interior a circunferência de raio a. onde D é a região interior a elipse . Note que desejamos calcular o volume do sólido dado por .θ) = r cos(θ) + p e y(r.θ) = a r cos(θ) e y(r. para facilitar.θ) = r sen(θ) + q .ime. x(r. tal que x-p = r cos(θ) e y-q = r sen(θ). fazer uma mudança de variável do tipo polar. z = x 2 + y2 e z = Mas isso pode ser feito com integrais duplas. Verifique que nesse caso o Jacobiano é abr. fazer uma mudança de variável do tipo polar. Portanto e o Jacobiano é . . Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. Compondo essas transformações podemos resolver o seguinte exercício (extraído da prova de 1999). ou seja. Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x.y) : x 2/a2 + y2 /b2 ≤ 1 }. podemos.html 2/2 . x(r. ou seja. Exemplo 3.usp. Verifique que nesse caso o Jacobiano é também r.y) : (x-p)2 + (y-q)2 ≤ a2 }.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas . tal que x/a = r cos(θ) e y/b = r sen(θ). com a > 0. b > 0. que é a região interior a uma elipse. com a. Exemplo 2. para facilitar.2010 www. Determine o volume do sólido limitada pelas superfícies: 0.

temos as seguintes definições: O momento de inércia com relação ao eixo x é www. com bordo de conteúdo nulo. Massa e Centro de Massa Recordamos que a massa total de um sistema de k partículas cuja massa de cada partícula é mi . i = 1. Área de uma região plana Seja D uma região limitada do plano Oxy. Se ρ(x.k. Então 3. foi inclusive motivação para a definição dessas integrais. biologia. região limitada do plano Oxy com área.y) dA pode ser interpretado como a massa do elemento de área dA. Momento de inércia O momento de inércia de uma partícula de massa m com relação a uma reta é dado por md2 onde d é a distância da partícula a esta reta. Fazendo também a analogia com um sistema finito de partículas temos que o centro de massa da lâmina é o ponto onde 2.html 1/2 . Considere uma lâmina ou placa fina plana (sem volume) cujo formato é uma região D. Estendendo esse conceito a uma placa de formato D. então a massa total de D deve ser “a soma das massas em cada ponto (x. com bordo de conteúdo nulo. 1. ecomonia etc.. com densidade pontual de massa dada por uma funçao contínua positiva ρ(x. Dada f e g são contínuas em D.y) é uma função contínua positiva em D que representa a densidade superficial de massa. Algumas outras aplicações apresentamos aqui.y). região limitada do plano Oxy. por exemplo. Logo devemos ter Vol(B) = Area (D) x 1. e região então o volume da entre os gráficos de f e g é dado por 2... O cálculo de volume..ime.. região limitada do plano Oxy. Se criamos um "prisma" B de base D e altura 1 é esperado que o volume de B seja area da base vezes a altura.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla Aplicações da Integral Dupla Algumas aplicações das Integrais Duplas já foram discutidas. Cálculo de volume. é a soma m = m1+m2+. com área. porém ainda mais podem ser encontradas em física.y) de D”.+mk . que é 1.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica.usp. Pensando assim faz sentido definir a massa de D como sendo já que ρ(x..

Observação: se a densidade for constante então o centro de massa será o ponto (0. Encontre o centro de massa da placa.5 de [S] e faça exercícios da Lista 1. Calculemos primeiramente a massa M Como a região é simétrica com relação ao eixo y temos que . Cristina Cerri -2010 www. A distância de (x.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica.ime.6 de [BCHS] e 15. (4a)/2π). Vamos colocar a placa na parte superior do circulo de raio a.y) portanto a densidade ρ(x. Localize-o no desenho. A densidade de cada ponto de uma placa semicircular é proporcional a distância ao centro do círculo.html 2/2 . Leia mais e veja mais exemplos em III.E Logo o centro de massa é o ponto (0.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla O momento de inércia com relação ao eixo y é O momento de inércia polar (ou com relação à origem) é definido por Um exemplo.usp.y) é ao centro (origem) é para alguma constante K.(3a)/2π).

z). Neste caso se diz que www. Seja P um paralelepípedo feito de um material com densidade de massa constante ρ. Isto é. e a densidade pontual de massa é uma função ρ(x. isto é. dividindo os intervalos [a.y. P2 .q] .. yi . quando as dimensões de Pi vão para zero.z) em R. Se tivessemos um conjuto de Pi parelelepípedos. zi) em P.V(Pi) . e é o mesmo para qualquer escolha de (xi . a massa total deve ser onde d(Pi) denota a diagonal de Pi. ou seja... i = 1. estas somas são conhecidas como Somas de Riemann.V(P). se o limite existir.ime. yi . zi) de Pi . Intuitivamente a aproximação deve melhorar quanto menores forem os retângulos Pi .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def.b]×[c.... Como calcular sua massa total? Vamos tentar obter esse valor por aproximações. Agora suponha que o paralelepípedo P não é feito de um material com densidade de massa constante . Portanto a massa de P é aproximadamente a soma das massas de cada Pi Como no caso das funções de duas variáveis. mas podemos definir uma integral. A integral tripla de f sobre P é se tal limite existe. Já não podemos visualizar o gráfico desse tipo de função pois é um subconjunto do R4. Como estes Pi são pequenos podemos dizer que a massa de Pi é aproximadamente ρ(x i .n com densidade de massa ρi então Massa Total é a soma das massas Mi = ρi .usp.z) de um subconjunto do R3 associa-se um valor f(x. Podemos generalizar e temos assim a seguinte definição DEFINIÇÃO: Seja f uma função definida em P. Então a massa total de P é ρ. onde V(P) denota o volume de P..html 1/2 .d] e [p. que será a integral tripla de f.n escolha um ponto (x i .. Pn . ou seja. zi). Particione P em pequenos paralelepípedos P1 .. Assim é natural pensarmos que a Massa Total de P deve ser o LIMITE destas somas.q]. definida em P.V(Pi) . yi . Suponha que a densidade de massa depende de cada ponto de P . Num sestema de coordenadas Oxyz o paralelepípedo P é o produto cartesiano de segmentos [a.. Para cada i =1. [c. contínua e positiva.20/04/12 Integrais Triplas Integrais Triplas em Paralelepípedos Definição Vamos agora considerar funções de três variáveis .d]×[p. Vamos motivar a definição usando o cálculo de massa de um paralelepídedo. f é uma função que a cada terna (x.y.b] .y..

Temos que TEOREMA Se f é contínua em P então f é integrável em P. se f(x. Propriedades: Se f e g são funções integráveis em P então sempre que Como no caso de integrais duplas. As mesmas propriedades operatórias que valem para integrais duplas valem para integrais triplas.z) de P. Veja como nos próximos textos da disciplina. a massa total de P deverá ser a integral tripla acima (caso existir). que podem ser feitas em qualquer ordem.y. existem funções que não são integráveis.z) for uma função contínua e positiva e representar a densidade de massa de cada ponto (x.html 2/2 . Contudo as funções "bem comportadas" são integráveis.20/04/12 Integrais Triplas f é integrável em P. É claro que os domínios das funções não são sempre paralelepípedos.y.ime. Veja aqui um exemplo. Cristina Cerri . Também veremos como definir e calcular a integral tripla em diferentes regiões do espaço.usp. Portanto. Como no caso de integrais duplas existem funções que não são integráveis.2010 www. Mas como calcular integrais triplas? Usaremos também as integrais iteradas.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def.

1] (cubo de lado 1) da seguinte forma: f(x.1]. Desafio: encontre um exemplo de função não é limitada em [0.z) = 1. então Como para funções de duas variáveis o resultado acima é útil para encontrar exemplos.html 1/1 .ime.1]x[0.1]x[0. Portanto o limite não existe. Se uma função não é limitada em então ela não é integrável em . para todo ( ) em . existe M > 0 tal que | ( )| < M.1]x[0.1.) Um resultado útil: Usando a definição pode-se mostrar que se é uma função integrável em é limitada em . zi ) que teremos somas com valor 1 e outras que valem 0.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Exemplos de funções não-integráveis Existem funções de três variáveis que não são integráveis.2010 www.usp. y e z são racionais e 0 caso contrário. yi. (Lembre-se do exemplo que demos para integrais duplas. Para a demonstração veja Teorema IV. Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R=[0. Basta calcular a soma de Riemann para convenientes escolhas de (x i . se x.1]X[0.y.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-1-inttripla-naointegra. e assim você terá um exemplo de função não integrável. Cristina Cerri .4 de [BCHS]. isto é.

Dizemos que f é integrável em S. Por isso trabalharemos com regiões S cujo bordo é formado por gráficos de funções contínuas. tais que A está contido na união P1 U P2 U . então seu gráfico é um subconjunto de conteúdo nulo no R3. Como fizemos para integrais duplas vamos definir a integral tripla de f em S usando a integral tripla de uma função auxiliar F(x. Como você sabe existem funções que não são integráveis. Pn . Superfícies parametrizadas também são exemplos de conjuntos de volume nulo. Logo para existir a integral esse bordo deve ser "magrinho".z) = 0 nos pontos que estão em P.. www. com bordo de conteúdo nulo. de arestas paralelas aos planos coordenados. como F é nula nos pontos de P-S.z) em S e F(x. TEOREMA. assim como para funções de duas variáveis. mas não em S.usp.y. S está contida num paralelepípedo P. não pode ter volume em R3.y. se dado ε > 0 arbitrário. Vamos destacar alguns tipos dessas regiões que aparecem com mais frequência. a integrabilidade da f pode ser garantida quando f é contínua em S e a região S é de um tipo especial. se F é integrável em P e definimos a integral tripla de f(x.y. Note que se f é contínua em S a função F definida acima será descontínua num conjunto que contém o bordo de S. Seja D um subconjunto limitado do plano..y. Por exemplo. isto é. a definição acima não depende da escolha do paralelepípedo P. . existem paralelepípedos P1 . e seja f(x..z) = f(x. Contudo. O próximo resultado nos dá varios exemplos de conjuntos desse tipo.y..z) sobre S como sendo .ime. Estes são os tais conjuntos de conteúdo nulo.y.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao.z) em P.html 1/2 . ou seja. Como no caso das integrais duplas. um segmento de reta ou um pedaço de plano são conjuntos com volume nulo. P2 . PROPOSIÇÃO.z) uma função definida em S. Formalmente um conjunto A tem conteúdo nulo. As mesmas propriedades válidas para integrais duplas são também válidas para integrais triplas (veja Integrais Duplas sobre Regiões).20/04/12 Integrais triplas sobre regiões Integrais Triplas sobre Regiões Considere uma região limitada S do R3. Defina F(x.U Pn e a soma dos volumes Temos então o seguinte resultado. . Se g é uma função contínua e limitada em D.

Um exemplo: 2. Veja no texto sobre Cálculo de Integrais Triplas como calcular integrais deste tipo. Região Tipo III. Região do Tipo I.2010 www. São regiões do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz.ime.html 2/2 . São regiões do espaço da forma onde u1 e u2 são funções contínuas em D. Um exemplo: 3. Regiões Tipo II.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao. Cristina Cerri . Observação importante: O bordo de S é contituído da união dos dois gráficos e das superfícoes que constituem as "laterias" pois S é um sólido no espaço.usp.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões 1. São regiões do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D. (exercício: faça um desenho deste tipo de região).

II e III? Veja clicando aqui. Este resultado também é devido a Fubini. Só que neste caso como temos três variáveis teremos 6 combinações possíveis.b]×[c.ime. Cristina Cerri . se f está definida num paralalelepípedo temos as integrais iteradas. Teorema de Fubini.1] nos eixos x.y e z é .2010 www.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas Cálculo de Integrais Triplas Como calcular integrais triplas? Como no caso de Integrais Duplas.1]× [-1. Se f é uma função integrável em P = [a. E como antes não importa a ordem que fazemos o cálculo.html 1/1 .y.usp.d]×[p. onde P é o cubo de arestas os segmentos [0.3] e f(x.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-inttripla-calculo.y.z) = xyz2 então Exemplo 2: A integral tripla da função f(x.2] × [0.z) = x sen(y+z) em P. E como podemos calcular a integral tripla em regiões dos tipos I.q] então Exemplo 1: Se P = [0.

II ou III. Então Assim usando integração iterada. podemos ter dois tipos de integração. dependendo da forma da região D. dependendo da forma da região D. Seja S do tipo onde u1 e u2 são funções contínuas em D (D é a projeção de S no plano xy). Região Tipo I. Vamos ver como fica a integral tripla no caso de S ser do tipo I. Também nesse caso E pode-se ter dois tipos de integração. Seja S do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. Seja S do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D ( D é a projeção de S no plano yz) e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas.ime. www. Regiões Tipo III.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. dependendo da região D podemos ter ou 2. ou 3. Então Da mesma forma que antes.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Como no caso de integrias duplas para calcular integrais triplas usamos as integrais iteradas e o Teorema de Fubini.html 1/3 . e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. 1. Regiões Tipo II.usp.

20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões ou Melhor mesmo é ver um exemplo.z) = 4.html 2/3 . Projetando S no plano xy temos a região D limitada pela parábola y = x 2 (z = 0) e a reta y = 4. Calcule 4. Vamos tentar escapar disto vendo S de outra maneira.y) está nesta região D então E assim Entretanto a integral que temos que calcular é um pouco complicada (vai ter que fazer mudança de variável). Pode-se descrever esta região de várias formas. Exemplo.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. onde S é a região limitada pela parábola y = x 2 + z2 e pelo plano y = E se (x.z) em D temos que y varia entre v 1(x. Projetando S no plano xz temos um disco D de raio 2 e centro na origem (pois encontramos a intersecção fazendo x 2 + z2 = 4).ime.z) = x 2 + z2 e v 2(x. Para (x. www. Lembre sempre que S é o sólido “cheio”.usp.

br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Então fazendo a mudança para coordenadas polares temos Importante: Na integração dupla ou tripla cada vez que se integra com relação a uma determinada variável ela deve "desaparecer". O resultado de integração dupla ou tripla é sempre um número. pois estamos fazendo uma integral definida.usp. e o que sobra é apenas função das variáveis restantes.ime. Crisitna Cerri-2010 www.html 3/3 .

2] no sistema de coordenadas Ouvw. Uma mudança de coordenadas em R3 é uma transformação ϕ de um aberto do R3 em R3 .y e z. e Dxyz = ϕ(Duvw).y. Suponha que ϕ é injetora e o Jacobiano Jϕ(u.2] × [0. Solição.v.v. z(x. y(u.z = 0. Se f é contínua em Dxy então onde Dxyz é a região de integração descrita nas variáveis x. z(x.w) = (x(u.ime. x + y + z = 2.v.w).z = 2. Por isso quando fazemos uma mudança de variáveis temos que fazer uma correção para manter a ingualdade na integração. podemos fazer mudança de variáveis em integrais triplas para facilitar os cálculos.w)).z e w = x . x + y .z transformamos a região D no paralelepípedo [1. com bordo de conteúdo nulo também em Ω.v. x . Atenção: na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Exemplo.v e w . Por exemplo.w) não é nulo o interior de Duvw.w). O Jacobiano de ϕ é Numa transformação o volume de sólidos nem sempre é presenvado. ϕ(u.2] × [1. x + y .y . Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R3 em R3 de classe C1 onde ϕ(u.20/04/12 Mudança de Variável Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Como nas integrais duplas. v . que é contínua e injetora.z = 1. www.y .usp. Seja Duvw subconjunto de Ω limitado.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.w)) = (u + w. Calcule para D limitada por: x + y + z = 1.v. v = x + y .w). a mesma região descrita com as variávies u.v ) é uma mudança de coordenadas. x . Vale o seguinte TEOREMA. w) = (x(u.z = 2.y.w). Duvw.html 1/2 . u .y . y(u. Fazendo u = x + y + z.v. Note que D é uma região limitada por planos.w .v.

20/04/12 Mudança de Variável Então Como usamos o módulo do Jacobiano temos As mudanças de variáveis mais comuns são as mudanças por coordenadas cilíndricas e coordenadas esféricas. Veja em outros textos detalhes sobre essas mudanças de coordenadas .5 de [BCHS].html 2/2 .ime.5 e IV. Cristina Cerri . Leia mais em 15.2010 www.usp.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.9 de [S] e III.

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Cilíndricas
Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas (x,y,z), mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas cilíndricas. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas (x,y,z) , podemos descrever (x,y) em coordenadas polares, no plano Oxy. Então temos uma terna (r, θ, z) onde x = r cos θ e y = r sen θ e z = z.

Para obter todos os ponto do espaço basta variar θ entre 0 e 2π, tomar r real positivo e z qualquer número real. Nesse caso, se fazemos essa mudança de variáveis, como Jϕ (r,θ, z) = r (verifique! ) então da fórmula geral de mudança de variável em integral tripla temos

Exemplo 1: Calcule 2.

onde S é a região interior ao cone z2 = x 2 + y2 para z entre 0 e

Note que

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

onde D é o disco de centro 0 e raio 2. Em coordenadas cilíndricas temos

Exemplo 2 (questão da 1ª prova de 2000). Seja D a região do espaço interior ao cilindro x2 + y2 = 16 e exterior ao cilindro x2 + y2 - 4x = 0 , compreendida entre os planos z = 0 e z = y + 6. Calcule

Solução: A região D é

Para calcular a integral percebemos que a região D é mais facilmente descrita em coordenadas cilindricas. Contudo temos que separá-la em duas regiões. Considere D1 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro maior e D2 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro menor. Usando coordenadas cilíndricas temos as seguintes parametrizações (em r, θ , z)

Então

=0

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Portanto

OBS: O nome coordenadas cilindricas vem do fato de que um retângulo em 0rθ z é transformado em um setor de cilindro. Verifique que se 0 < r < a, 0 < θ < 2π e 0 < z < b , então temos um cilindro de raio a e altura h.

Não esqueça: na mudança de coordenadas cilíndricas o Jacobiano é r.
Cristina Cerri-2010

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π]×[0. podemos descrever ( . φ é o ângulo que este forma com o eixo e θ representa o ângulo que a projeção de OP forma com o eixo . www.θ. Um ponto P do espaço pode ser escrito tanto em coordenadas cartesianas ( ) como em coordenadas esféricas (ρ. onde ρ é o comprimento do segmento OP.2π]. no caso geral temos que No caso de coordenadas esféricas temos que o Jacobiano é ρ 2 senφ . Para representar todos os pontos fazemos ρ qualquer real positivo. φ) .. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas ( ) . Note que um retângulo no sistema Ορθφ se transforma num setor esférico em .ime.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica.20/04/12 Integrais Triplas .Coordenadas Esfericas Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Esféricas Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas ( ). Note que no sistema de coordenadas cartesianas uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0. Por isso essas coordenadas são chamadas de esféricas. θ variando de 0 a 2π e φ de 0 a π. mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas esféricas.a]×[0.z) usando variáveis ρ . φ . Se queremos calcular uma integral tripla sobre uma região que é mais facilmente descrita em coordenadas esféricas devemos fazer uma mudança de variável. Como vimos. Então x = ρ senφ cosθ y = ρ senφ senθ z = ρ cosφ .html 1/2 . θ .usp.

ime. Veja exemplos e aplicações clicando aqui.2π]. já que o volume por esta mudança não é preservado. Logo o volume não é preservado através da mudança de coordenadas esféricas. Portanto é razoável que este seja o fator de correção quando se passa de coordenadas cartesianas para esféricas numa integração.html 2/2 . . mas o volume do paralelepípedo é 2π 2 a .a]×[0. Vamos particionar o domínio em pequenos setores esféricos.2010 www.Coordenadas Esfericas E então Como no caso das integrais duplas o Jacobiano fará a correçào necessária para manter a igualdade das integrais.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica. Gostariamos de estabelecer alguma relação entre o volume de um “pedaço” da esfera.π]×[0. Uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0.20/04/12 Integrais Triplas . Quando definimos integral fizemos partições do domínio de integração.usp. onde Considerando que ∆ρ ∆φ ∆θ são as variações das respectivas coordenadas e supondo que são pequenos temos que o volume da região é aproximadamente ρ2 senφ∆ρ∆θ∆φ (e não apenas ∆ρ∆θ∆φ). Sabemos que o volume da esfera é 4πa3/3.

Então nossa região que é o interior do “sorvete” é Logo Exemplo 2.20/04/12 Coordenadas Esfericas .0. (questão da 1ª prova de 2000) Seja z2 = 4 e pelos planos y = 0 e Solução: . com positivo.ime. Calcule sendo S a região interior ao cone 2 = 2 + 2 . A intersecção do cone com a esfera é quando z = 1 e x2 + y2 = 1.usp.Exemplos Integrais Triplas em Coordenadas Esféricas Exemplos Exemplo 1. O ângulo φ varia de 0 até o encontro da esfera com o cone que é quando z = 1 e daí temos que o ângulo φ é π/4.br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos. e limitada pela esfera 2 + 2 + 2 = 2 (esfera de centro (0. Solução: A equação 2 + 2 + 2 = 2 em polares fica ρ= 2cosφ.1) e raio 1). Calcule a região do primeiro octante limitada pela esfera x2 + y2 + www.html 1/2 .

html 2/2 . .2010 www.Exemplos Em coordenadas esféricas a parametrização de é Portanto Não se esqueça o Jacobiano é ρ2 senφ nas mudança para coordenadas esféricas.usp.ime.br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos.20/04/12 Coordenadas Esfericas .

respectivamente são Exercício: Seja S o sólido limitado pela "calha" x = y2 e pelos planos x = z. Então a massa de S é definida por Se a densidade é constantemente 1. As fórmulas de cada momento de inércia em relação aos eixos x. por exemplo). Se S é como antes e ρ(x. z = 0 e x = 1.ime. Considere um sólido S que pode ser descrito como uma região S limitada do R3 cujo bordo tem conteúdo nulo (do Tipo I. www. Massa e Volume De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular a massa de sólidos usando integrais triplas.y.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica.z) positiva e contínua em S. Momento de Inércia Também podemos definir os momentos de inércia de um sólido S com relação aos eixos coordenados. então a massa coincide com o volume de S. e se então ou seja como já tinhamos anteriormente. y e z . que é definido por Note que em particular se D é uma região plana com bordo de conteúdo nulo e se f (x.html 1/2 . e tal que a densidade de massa do material é uma função ρ(x.y) é uma funçào contínua e positiva em D.y.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas Aplicações de Integrais Triplas 1. Centro de Massa De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular o centro de massa de sólidos usando integrais triplas.usp.z) é uma função positiva e contínua em S que representa a densidade do material então o centro de massa de S é um ponto de coordenadas onde 3. 2. II ou III.

Calculado as outras temos que que não dependem de k.html 2/2 .usp.7 de [S] e IV. Cristina Cerri .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica. OBS: Veja mais sobre isso em 15. Solução: A região S é Projetando S no plano xy temos a região Então (a) O volume de S é (b) Como a densidade é constante k em S (isto é.z) = k) a massa de S será simplesmente k.z) são simétricas com relação ao plano xz então a segunda coordenada do centro de massa é 0.ime.y.V(S). Como a região e a função ρ(x. E faça os exercícios da Lista 1. ρ(x.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas (a) Calcule o volume de S (b) Encontre o centro de massa de S considerando que a densidade é constante.6 de [BCHS].2010 www.y.

Uma curva pode ser vista como a trajetória de uma partícula no plano ou no espaço num intervalo de tempo I. Nesse caso. z'(t)) é chamado de vetor tangente a curva no ponto γ(t).y(t).y(t)) ou γ(t) = (x(t). é chamado de curva. A curva dada por x(t) = t cos(t) . Uma parametrização da curva dada pela intersecção do cilindro x 2 + y2 = 1 e o plano y + z = 2 é x(t) = cos(t) . Dizemos que uma curva é “lisa”. onde t varia de 0 a π . Se o intervalo I é união finita de intervalos I1 .20/04/12 Curvas Curvas Seja γ uma aplicação de um intervalo I da reta em R2 ou R3. 1. Por exemplo. y(t) = t sen(t) e z(t) = t está contida no cone z2 = x 2 + y2 www. γ(t) = (x(t).y(t) e z(t) são deriváveis. dizemos que γ é derivável. Então para cada valor de t em I temos vetores γ(t) = (x(t). I2 . que é o conjunto dos pontos γ(t) = (x(t).y(t). y'(t). onde t pertence a I.y(t)) ou γ(t) = (x(t). As funções x(t). A imagem de γ (traço de γ ). z(t)) é a posição da partícula no instante t. Uma curva pode ter várias parametrizações. a curva plana formada pelos pontos (x.y(t) e z(t) são contínuas. onde t varia de 0 a 2π . γ '(t) = (x'(t).html 1/2 . y(t) = sen(t) e z(t) = 2-sen(t) onde t varia de 0 a 2π. 2.. z(t))...y) tais que x 2 + y2 = 1 pode ser parametizada de várias maneiras: (1) x(t) = cos(t) e y(t) = sen(t). se x(t). z(t)). Nesse caso. y(t) e z(t) são as chamadas de parametrizações de γ.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva. y(t) = cos(2t).ime.y(t).usp. Se as funções x(t). dizemos que γ é contínua. se γ' é contínua e se γ'(t) é diferente do vetor nulo no interior de I. (2) x(t) = sen(2t) . Exemplos. então dizemos que é lisa por partes.In e se a curva γ é contínua e lisa em cada intervalo Ik .

20/04/12 Curvas Cristina Cerri .html 2/2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva.ime.2010 www.usp.

O comprimento da curva é então dado por Vamos generalizar. o domínio D de f é um subconjunto do plano ou do espaço e a imagem de f é um subconjunto da reta real. Desejamos calcular a massa total do arame. Particionando o intervalo [a. . Vamos denotar por ∆si o comprimento de cada um desses arcos.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. Portanto para obter o comprimento da curva basta somar todos os comprimentos dos arcos. t i] temos os correspondentes pontos na curva Pi = γ (x(t i)..y(t)) onde t pertence ao intervalo [a. Vamos começar tomando uma curva γ(t) = (x(t). para todo t em [a.b]). Suponha que γ representa um arame fino com densidade de massa variável dada por uma função f positiva e contínua definida num aberto que contem o traço de γ . Suponha que o domínio D contém a curva γ (lembre que isto quer dizer que a imagem γ(t)=(x(t). A diferença é que em vez de fazermos a integração sobre um intervalo faremos a integração sobre uma curva γ . isto é.y(t i)).20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Integral de Linha de Campo Escalar Definiremos aqui a chamada Integral de Linha de uma função f a valores reais. A curva γ fica dividida em sub-arcos de comprimentos ∆s1. Este tipo de integral foi desenvolvida no início do século 19 para resolver problemas envolvendo escoamento de fluidos.ime. Mas com arcos bem pequenos podemos dizer que .b] em k subintervalos [t i -1 . Considere a função . ∆sn ..y(t)) está contido em D. fazendo o limite para ∆t i vai a zero temos uma integral. Vamos assumir que a curva é “lisa”. ti] é o pedaço da curva (arco) que vai de Pi-1 a Pi . eletricidade. isto é. n = 2 ou 3. ∆s2. A imagem do intervalo [ti -1 . Esta integral é semelhante a integral de Riemann de funções que foi vista no Cálculo 1.usp. magnetismo etc. www. que γ' é contínua e que γ'(t) é diferente do vetor nulo.b].html 1/3 .

Mas seria estranho já que a massa total não deve depender na parametrização. multiplicando pelos comprimentos do arco ∆si e somando tudo temos uma aproximação da massa total. Prove que a integral de linha não depende da parametrização de γ . Temos então a seguinte definição. Fazendo o limite para partições de forma que os intervalos [ti -1 . ti] sejam de tamanho cada vez menores devemos melhorar a aproximação. mas apenas do formato da curva.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. Note que a soma acima é tipo uma Soma de Riemann. a integral acima nos dá a massa total do arame. www.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Calculando f em Pi .ime. Definição: A integral de linha de ao longo de γ é quando tal limite existe. assim lembrando que ou u Se f for uma função contínua o limite acima sempre existe.html 2/3 . Exercício importante: Aparentemente a definição acima depende da particular parametrização da curva. Então a integral de linha de sobre γ é Se f representa a densidade de massa. Então a massa procurada deve ser esse limite (quando existir).usp. Chamada de integral de linha de um campo escalar (que é a função ). Mas o comprimento de um pequeno arco da curva é aproximadamente o tamanho do vetor tangente.

γ2 .. Mostre que integrais de linha são iguais. Clique aqui e veja exemplos e aplicações deste tipo de integral.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Note que comprimento de uma curva é que uma integral de linha pois Se temos uma curva “lisa por partes”. Denota-se por -γ a curva que tem os mesmo pontos de γ mas com orientação contrária. Cristina Cerri . se γ é a união finita de curvas lisas γ1 . .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. γn onde o ponto inicial de γι+1 coincide com o ponto final de γι .2010 www.usp.html 3/3 . então definimos a integral de f ao longo de γ por Exercício. isto é.ime..

usp. Derivando temoso vetor tangente a curva γ : γ'(t) = (-2sen t . Portanto.20/04/12 Integral de Linha .plano direito e é uma semicircunferência.y(t)) é uma curva lisa onde t percorre o intervalo [a. O comprimento do cabo é o comprimento da curva γ e é a integral A massa do cabo M é O centro de massa do cabo é definido como sendo o ponto de coordenadas Alguns Exemplos 1. Se a densidade linear é uma função contínua δ(x. para t entre 0 e 2 π .Exemplos e Aplicações Integral de Linha de Campo Escalar Exemplos e Aplicações Algumas Aplicações Considere um cabo delgado entortado em forma de uma curva γ de R2 (ou R3). Suponha que γ(t) = (x(t). 2cos t ) então |γ'(t)| = 2. pois x é positivo.y) = K. determine a massa e o centro de massa do cabo. temos que: Massa: Centro de massa: www.z)) a massa e o centro de massa do cabo podem ser calculadas. y(t) = sin t e z(t) = t 2. Se a densidade linear é uma constante K. Calcule . Seja um cabo que é dobrado na forma de um semi-círculo x 2 + y2 = 4 para x positivo. 2 sen t ) para t entre -π/2 e π/2.html 1/2 . Solução: O traço da curva x 2 + y2 = 4 que nos dá o cabo está no semi.ime.b]. Parametrizando a curva temos γ(t) = (2cos t .y) (ou δ(x.y. sendo a densidade constante ρ(x. Solução: onde γ é a hélice circular de equação x(t) = cos t .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex.

20/04/12 Integral de Linha . (π/4.Exemplos e Aplicações Por simetria temos que a coordenada y do cntro de massa é 0 (verifique!).html 2/2 . Mas cuidado: se a densidade não for constante isto pode não ocorrer.usp. OBS: Como a densidade é constante e a curva é simétrica com relação ao eixo x nem pecisariamos calcular para saber que o centro de massa do cabo estaria do eixo x. Portanto o centro de massa é. Apresentamos aqui apenas um resumo da teoria com alguns exercícios.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex.ime. Cristina Cerri . Você deve estudar pelo livro ( por exemplo [S] ) e fazer os exercícios da Lista 2.2010 www. ATENÇÃO: Para aprender bem estes conceitos e obter um bom aproveitamento os textos na WEB acima não é suficiente. 0).

Um tipo importante de campo é o campo gradiente e os campos conservativos.usp. São muitos os exemplos de campos vetoriais. principalmente em Física. obtendo-se uma função. é uma função que associa a cada ponto (x. ou (x.ime. de uma região D . Este é um típico exemplo de um campo de vetores. direção e sentido. Outro exemplo é um campo de força: a cada ponto associa-se um vetor "força".Também pode-se calcular o divergente de um campo. Q e R são funções de D em no conjunto dos numeros reais R. Clique em cada link e recorde. Em linguagem matemática um campo de vetores do R2 .z). Um campo é dito contínuo se as funções P. ou do R3.20/04/12 Campos Vetoriais Campos Vetoriais O "vento" possui uma direção. Q e R são C1.y. um vetor do R2.html 1/1 . ou do R3 . Podemos escrever onde P e Q são funções de D no conjunto dos numeros reais R.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-campos.y). um sentido e uma intensidade. Cristina Cerri . Ou escrevemos onde P. Assim uma boa representação do "vento" em cada instante e em cada ponto do espaço é um vetor. que tem intensidade. Q e R são contínuas. E de classe C1 se P. Associado a um campo temos outro campo chamado de rotacional.2010 www.

Um exemplo: Da Lei de Gravitação de Newton a intensidade da força gravitacional entre dois objetos de massa M e m é F = mMg/r2.ime. chamado de campo gravitacional. Obs: É comum e prática a notação com versão análoga para o caso R2 .usp.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-1-gradiente. Nesta situação chamamos de f potencial de .y) (ou (x.z) então a força gravitacional que está agindo em m é Temos aqui um exemplo importante de campo vetorial.y.z)) de D associa-se o vetor ou . Um campo de vetores é chamado campo conservativo se ele é um campo gradiente de alguma função f. Vamos assumir que um objeto de massa M está localizado na origem de R3 (por exemplo M pode ser a massa da Terra e a origem seu centro). isto é. Este é um exemplo de campo conservativo pois é um potencial para .Campos Conservativos Dada uma função f de D subconjunto do R2 (ou R3) a valores em R (conjunto dos números reais) com derivadas parciais. ( verifique !) Para pensar: Todo campo é conservativo? Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os pontenciais de um campo conservativo? www. o campo gradiente de f é o campo que a cada ponto (x. se existe uma função f tal que .html 1/2 .20/04/12 Campos gradientes O Campo Gradiente . onde r é a distância entre os objetos e g é a constante gravitacional. Se o objeto de massa m está no ponto (x.y.

Simbolicamente podemos denotá-lo como um “produto vetorial” ou o determinante de uma "matriz": . que é um campo de vetores defindo em D. Q e R possuam derivadas parciais em D.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-2-rotacional. tal que P.20/04/12 Rotacional O Rotacional Dado um campo vetorial definido em D.ime. Se então . Um exercício: Tomando uma função f de classe C2 . verifique que Cristina Cerri .usp. subconjunto do R3 .htm 1/1 . então o rotacional de é .2010 www.

2010 www. Um exercício: Se que é um campo de classe C2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-3-divergente. se possuam derivadas parciais tal que P. Simbolicamente o divergente pode ser expresso como o “produto interno” . verifique Cristina Cerri . Q e R são de classe C2 .ime. é tal que P e Q possuam derivadas parciais em D. Analogamente. as funções P.20/04/12 Divergente O Divergente Dado um campo vetorial definido em D. isto é. então o divergente de .html 1/1 . Q e R .usp. Note que o divergente é uma função de D a valores em R (conjunto dos números reais). subconjunto do R2 .

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial.x(t i-1) e ∆yi = y(t i) . Suponha que ela está sob a ação de um campo de forças Queremos calcular o trabalho realizado pela força dado pelo produto escalar .htm campo contínuo ao longo de γ é dt 1/2 .y(t)).t i]) .y(t)) (ou γ(t) = (x(t). t i] criamos pequenos arcos na curva γ(t): γ([t i-1 .b] em pequenos subintervalos [t i-1 . Se fosse uma força constante e se a partícula se deslocasse sob um segmento de reta AB então o trabalho W é Dividindo o intervalo [a. Se estamos com intervalos pequenos o deslocamento de Ai-1 = γ(t i-1) a Ai = γ(t i) é aproximadamente um deslocamento ao longo do segmento Ai-1Ai . A integral de linha de www. Assim o trabalho neste trecho será aproximadamente onde ∆x i = x(t i) . Se também a variação de ao longo do arco γ([t i-1 . isto é.z(t)) ) curva lisa por partes e cujo domínio contém a curva. Definição: Sejam γ(t) = (x(t).20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais Integrais de Linha de Campos Vetoriais Considere uma partícula que se move no plano ao longo da curva γ(t) = (x(t). t i]) for muito pequena podemos pensar que é quase constante.y(t).b].y(t i-1) .usp. em cada instante t a partícula encontra-se na posição γ(t). onde t pertence ao intervalo [a.ime. Aplicando o TVM podemos dizer que o trabalho total é Assim uma definição razoável de trabalho é Pode-se fazer raciocínio análogo para o caso de R3. quando a partícula se desloca de γ(a) até γ(b).

usp.ime.2010.htm 2/2 . www. Cristina Cerri. desde que não se inverta a orientação da curva. Veja alguns exercícios resolvidos. dy = y'(t)dt e dz = z'(t)dt podemos escrever que ou Importante: Não é difícil provar que a integral de linha não depende da particular parametrização da curva.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial. clicando aqui.20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais dt No caso R2 fica No caso R3 fica Usando a notação dx = x'(t)dt .

).1)) .sin ).br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. Solução: Neste caso www.Exercicios Integrais de Linha de Campos Vetoriais Exemplos 1. Solução: 3. partindo de (1.ime.htm 1/2 . partindo de (0. Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (sin( ). Solução: 2. para t entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1.20/04/12 Integrais de Linha .0) até (0. Calcule para entre 0 e 2π.sin . Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (cos . para entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1.usp.cos( )).0)). sendo e a curva é a hélice γ( ) = (cos .1) até (1.

Calcule a integral de linha . Solução: 6. desde que não se inverta sua orientação.ime. Como se explica isso? Resposta: As curvas dos dois exercícios são iguais (traço e sentido) só foram parametrizadas de formas diferentes. Nos dois exemplos anteriores temos o mesmo campo e curvas com o mesmo traço. 2010 www.20/04/12 Integrais de Linha . As respostas dos exercícios 2 e 5 são iguais.htm 2/2 . mas a curva γ( ) = (cos(2 ). para entre 0 e π.sin(2 )).br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. Considere o mesmo campo do exemplo 2. Por que as integrais são diferentes? Resposta: As curvas tem o mesmo traço. mas no exemplo 2 estamos percorrendo-a no sentido antihorário enquanto no exemplo 3 no sentido horário. A integral de linha não depende da parametrização.Verifique isto ! 5. Em geral.Exercicios 4. vale que .usp.

Formalmente. Uma curva γ em [ ] é dita fechada.. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo sobre as curvas da fronteira de e a integral dupla sobre a região da componente do rotacional deste campo. Para compreendê-lo precisamos de algumas definições.. denotado por δ é formada por um número finito γ 1 .20/04/12 O Teorema de Green O Teorema de Green O Teorema de Green nos dá uma relação entre integrais de linha sobre curvas fechadas e integrais duplas sobre regiões limitadas pela curva.usp. γ n de curvas simples. duas a duas disjuntas. isto é.. É um resultado muito importante e com muitas aplicações.html 1/3 . Um exemplo de região assim é a região ao lado.γ 2 . uma curva γ é simples se γ( ) é diferente de γ( ) . Seja um campo vetorial de classe C1 (as derivadas parciais de P e Q são contínuas) em um aberto que contem . Veja alguns exemplos de curvas planas: As regiões que vamos considerar nas hipóteses do Teorema de Green são regiões planas fechadas e limitadas cuja fronteira (ou bordo) é composto por um número finito de curvas simples. fechadas e lisa por partes.ime. lisas por partes. γ( ) = γ( ). se os pontos inicial e final coincidem. Teorema de Green Seja uma região fechada e limitada de R2 cuja fronteira (ou bordo).br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen. para todo . Uma curva é chamada de simples se a curva não se auto-intercepta entre o ponto inicial e final. fechadas. duas a duas disjuntas orientadas no sentido que deixa à esquerda das curvas.. Então www.

Faça também os exercícios da Lista 2. ao caminharmos sobre a curva a região fica sempre à esquerda. + γ n. Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. quando se trata de integrais de linha de curvas Exercícios: Clique aqui é veja alguns exercícios resolvidos. www. em [S] ou em muitos outros livros. Vale a pena ler estas demostrações para compreender por que o resultado vale. Atenção. Na região ao lado o bordo de é formado por 4 curvas e a orientação do bordo para que o Teorema seja verdadeira é a indicada na figura. isto é.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen. mas no caso de regiões simples é mais fácil e pode ser encontrada em [BCHS] (veja página 230). δ = γ 1 + γ 2 + .. Esta orientação definimos como positiva. A prova deste Teorema é bem complicada.html 2/3 . Ou seja.ime. Vamos ver nos próximos textos algumas aplicações do Teorema de Green. A orientação das curvas que compoem a fronteira de para o Teorema acima seja válido é aquela que deixa a região à esquerda..20/04/12 O Teorema de Green ou pode-se escrever onde a integral de linha é a soma de integrais sobre as curvas componentes da fronteira (ou bordo) de .usp.

O campo ( ) = (3 + sin . Assim vamos usar o Teorema de Green. (1. Portanto usando o Teorema de Green temos que onde γ é o círculo de raio 3 O Teorema de Green nos permite passar de integrais de linha complicadas para integrais de linha mais simples de se calcular. π/2]. Então aplicando o Teorema de Green vale que É claro que o Teorema é mais útil quando alguma das integrais envolvidas é muito difícil de calcular.1). Calcule onde onde γ é o gráfico de y = cos x percorrido de (-π/2.20/04/12 Teorema de Green . Uma idéia é obter uma curva fechada usando o segmento [ -π/2.html 1/3 . Note que o campo 3 ) = ( ( ). Solução: Tentado calcular diretamente a integral de linha iremos encontrar funções cujas integrais não são simples.ime. (1.0) . 7 + ( 4 + 1)1/2 ) está definido em e as funções e tem derivadas parciais contínuas. Solução: Claramente poderíamos calcular diretamente esta integral: quando se trata de integrais de linha de curvas Usando o Teorema de Green: seja o quadrado de vértices (0. Para isso temos que criar uma região cujo bordo (ou fronteira) contenha a γ. Tome o disco de raio 3 centrado na origem (interior do círculo). Calcule para γ o bordo do quadrado de vértices (0.0).0) . Exercício 3. Com isso criamos uma região D do plano (a região amarela) que tem como bordo (ou fronteira) a curva γ e o www.Exercícios O Teorema de Green . As funções e tem derivada parciais contínuas F( ) = ( 2 em e a curva está orientada de forma a deixar a região D a esquerda. Exercício 2.0). Solução: Ao se tentar calcular diretamente a integral de linha acima logo se chega a integrais complicadas (verifique isso!).0).1) e (0. (1. Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. Calcule centrado na origem orientado no sentido anti-horário.1) e (0. 0) a (π/2.Exercícios Resolvidos Exercício 1. ( )) está definida em D.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. Uma saída é tentar usar o Teorema de Green.1) orientado positivamente (anti-horário) . (1.usp.

Muito cuidado ao se usar o Teorema de Green. É comum os alunos se esquecerem de verificar se a região D está contida no domínio do campo. Note. O aluno apressado vai concluir que a integral de linha é zero. π/2]. entretanto que podemos pegar outra região que "isola" o ponto (0.usp.html 2/3 .ime.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex.Exercícios segmento [ -π/2.20/04/12 Teorema de Green . lisa por partes qualquer que contem a origem no seu interior. Todas as hipóteses devem ser verificadas. Orientando as curvas de forma que a região fica a esquerda (no desenho indicamos a orientação) podemos usar o Teorema de Green. Errado!!!!! O aluno deve ter pensado em usar como região a região interior a curva γ. Solução: Temos que (verifique!!). www. simples.0) pertence a onde o campo não está definido!!!! Não podemos usar o Teorema de Green para esta região. Por isso aparece o sinal "-" na frente da integral de linha de γ.0). usando o Teorema. E assim temos que Note que a orientação da curva γ dada não é a que deve ser usada no Teorema de Green. Calcule a integral de linha de sobre γ uma curva fechada. percorrida uma vez no sentido antihorário. Mas o campo em questão não está definido na origem! E (0. Exercício 4.

2π] temos uma parametrização de γr no sentido antihorário. que é o interior da curva e outra não limitada.20/04/12 Teorema de Green .ime. r sin ) para t em [0.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. e assim OBS: Para curvas contínuas.usp. 2010 www. Agora sim pelo Teorema de Green Portanto sendo γr ( ) = (r cos .html 3/3 . em ambas o bordo é a curva dada.Exercícios Tomemos um círculo γr de centro na origem e raio r que está no interior da curva γ (sempre existe?). fechada e simples vale um Teorema (de Jordan) que afirma que a curva divide o plano em duas partes: uma região fechada e limitada.

e uma função f de classe C1 cujo domínio Ω contém a curva γ . Vamos estabelecer um resultado semelhante para funções f(x.y.0) a (0.y) de duas ou f(x. que Um campo de vetores função .0) a (0.html 1/2 . e se γ é uma curva de [a.ime.Definição Para funções de uma variável real o Teorema Fundamental do Cálculo nos dá a seguinte igualdade para funções f tais que f´ é função integrável. Atenção: Não é verdade que todo campo é conservativo: sejam e dois caminhos ligando os pontos (-2. π] e γ2 o segmento ligando (-2.usp. Mas o que substituiria a derivada? Vamos fazer algumas contas. pois podemos pensar em vários caminhos que ligam A a B. se é chamado de . a e b seriam substituidos por pontos A e B do plano ou do espaço. Nesta situação chamamos de se ele é um campo gradiente de alguma Assim o que mostramos acima pode ser escrito da seguinte forma: Se é um campo gradiente.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo. Neste caso. ou conservativo contínuo em Ω .0) e de (0. www. E portanto a integral de linha de um campo gradiente sobre qualquer curva fechada lisa por partes é 0.b] em R2 ou R3. nas condições acima.20/04/12 Campos Conservativos Campos Conservativos . A integral que faria sentido seria a integral de linha. subconjunto de R2 (ou R3 ).2).2) : γ1 (t) = (2cos t . isto é. Tomemos uma curva γ de [a. Calculando. 2sin t ) para t em [π/2.b] em R2 (ou R3 ) curva lisa por partes contida em Ω então Note que o valor da integral de linha de um campo gradiente sobre uma curva só depende do ponto inicial e final da curva e não da particular curva. lisa por partes. temos Portanto se temos um campo vetorial contínuo tal que então vale.z) de três variáveis.0) a (0.

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo.html 2/2 . www. Mas e se temos um campo cujas integrais ao longo de qualquer curva são iguais podemos concluir que o campo é conservativo? Vamos estudar esta questão. Cristina Cerri .ime.2010.20/04/12 Campos Conservativos Então Como os valores são diferentes concluimos que o campo não é conservativo.usp. Clique aqui e leia sobre isso.

Será que o campo é conservativo? Queremos encontrar uma função potencial f tal que . Lembramos que um subconjunto Ω do R2 ou R3 é dito aberto se para todo ponto P de Ω existe uma “bola” (disco ou esfera) de centro P contida em Ω .20/04/12 Campos Conservativos . Mas será que sempre existe uma curva ligando A a X em D ? Veja a seguinte região D: Para esta região não existe uma curva ligando A a X toda contida em Ω .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car.Caracterizações Tome um campo definido em Ω subconjunto do R2 que tem a seguinte propriedade: dados dois pontos A e B do domínio Ω . Usando essa idéia vamos definir f da seguinte forma: se X = (x. resumidamente teriamos e analogamente podemos mostrar que . Desta forma o que vimos acima é um esboço da prova do seguinte Teorema. Assim o que fizemos funciona em certas regiões que são chamadas de conexas. importante e útil.html 1/2 .ime. Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω do R2 ou R3 tal que para cada www. o valor das integrais de linha do campo sobre curvas ligando A a B em Ω não dependem da curva.4 ou em [S] ou em [G]). Mas para provar usamos que existe uma curva γ ligando A a X em D. ou seja. Um conjunto Ω é dito conexo se para dois pontos quaisquer de Ω existe uma curva curva lisa por partes contida em Ω ligando esses pontos .Caracterizações Campos Conservativos . Para funções reais sabemos do TFC que .usp. De fato.y) e γ uma curva qualquer ligando A a X tome Note que por hipótese a integral não depende da particular curva o valor não depende de γ. Portanto parece que a resposta é sim. só dependem dos pontos finais e iniciais. ( para uma prova mais detalhada veja [BCHS] VI.

Clique aqui e veja alguns exercícios e problemas.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. Como já vimos. Será que vale a recíproca? Vamos tentar responder. o que prova que a integral de linha não depende do caminho que liga A a B. ligando dois pontos A e B do domínio Ω. e é a mesma ao longo somente se. Cristina Cerri .usp.html 2/2 . que denotaremos por γ . Sejam β e α curvas lisas p. para toda curva fechada SIMPLES lisa por partes em Ω a integral de linha de é ugual a 0. entao é conservativo se. fechada lisa p.B) a integral de linha de é a mesma ao longo de qualquer curva lisa contida em Ω ligando A e B. forma uma curva . entao o campo é conservativo. para cada par de pontos (A. Logo a integral de linha sobre β é igual a integral de linha sobre α . entao é conservativo se. A união das duas curvas β e −α .Caracterizações par de pontos (A. Juntando os resultados temos que Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω .p. e somente se.2010 www. Portanto . para um campo contínuo num domínio aberto conexo e conservativo então para qualquer curva lisa por partes fechada em Ω .p..B) em Ω a integral de linha de de qualquer curva lisa ligando A e B contida em Ω . Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω .20/04/12 Campos Conservativos .ime. Porém um resultado mais forte também vale.

20/04/12 Campos Conservativos . Seja são funções C1 em um aberto conexo Ω . onde P e Q Mas e então Exercício proposto. Exercício resolvido.Exercícios Campos Conservativos .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-2-intlinha-conservativo-ex.ime. isto é. Em caso afirmativo ache uma função potencial.Exercícios Exercício resolvido.html 1/1 .usp. Quais dos campos abaixo são conservativos? Justifique a resposta. se e são potencial então 2010 www. Sugestão: Em cada caso procure uma função que seja potencial do campo. Mostre que Solução: Como é conservativo então e daí um campo conservativo. Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os potenciais de um campo conservativo? Solução: Se o domínio do campo conservativo é conexo então os potenciais diferem de constante.

Por exemplo. um parabolóide.ime. um plano.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.v) são chamadas de equações paramétricas de S. Vamos exibir duas parametrizações da parte superior (z positivo) da esfera x 2 + y2 +z2 = a2 . Desejamas trabalhar com superfícies parametrizadas. As função x(u.v). Então podemos Parametrização 2: usando coordenadas esféricas x = x(u. Note que X(u. só existe uma maneira de descrever os pontos de uma superfície S usando duas variáveis? Veja o exemplo a seguinte. onde (u. isto é. Uma parametrização é uma função X (u.π].v). superfícies que possuem parametrizações. Por exemplo.v) .html 1/3 . z(u.v) são de classe C1. S = X(D). Parametrização 1: como z é positivo podemos escrever que parametrizar esta superfície tomando Mas qual a variação de (u. y(u.v) = (x(u. A parametrização de uma superfície é única? Ou seja.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Superfícies Parametrizadas Sabemos que uma curva é uma "linha" do plano ou do espaço que pode ser vista como um segmento "deformado". São as parametrizações. Exemplo 1.v) .. isto é.v)? Temos que fazer (u.y) também é uma superfície.v) = (u cos v .v) e z(u.usp.v)). o cone reto dado pela equação z2 = x 2 + y2 é uma superfície parametrizada. Aqui sempre as funções x(u.v) variar no disco de raio a. Uma superfície é uma região do espaço R3 que pode ser vista como uma região plana "deformada". www.v) = a cos u sen v . Uma superfície parametrizada S é a imagem de X no espaço.v) = a cos v onde D = [0.v) pertence a .v) = a sen u sen v e z = z(u. temos funções que descrevem as superfícies.v) leva um retângulo na superfície do cone. assim (u. Podemos descrever o cone com a equações: X(u. u sen v. y(u. O gráfico de uma função de duas variávies f(x.h] obtemos a parte do cone desenhada acima.v) e z(u. y = y(u. Assim como nas curvas.v) pertence a uma região plana D contida em R2. u) Variando v no intervalo de [0. y(u.2π]x[0.2π] e u no intervalo [0. uma esfera ou elipsóide são superfícies.

y) pertence a D que é o domínio de f (D é uma região do plano xy) uma parametrização do gráfico de f (que está no R3) é x = u.v). Exemplo 2. se z = f(x.ime. Note a diferença. Como no caso das curvas. para se desenhar superfícies é preciso conhecer suas parametrizações.v) para (u. Veja os desenhos acima. Exemplo 3.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.1]x[0. z(u.v o )). podemos escrever a parametrização de uma superfície na forma vetorial.v) em D = R2 descreve o cilindro infinito de raio 2 com eixo no y.v). Se mudamos a região D e tomamos D = [-1.(u.v o ). que é uma parte da anterior. Gráficos de funções de duas variáveis são sempre superfícies parametrizadas. www.usp. temos a curva γ(v) = (x(uo . De fato.html 2/3 . Podemos desenhar a superfície esférica usando cada uma das parametrizações acima. y = v e z = f(u.y) onde (x.v o ). fixe uo e faça variar o v. usando coordenadas cartesianas Pode-se perceber que esses programas desenham as superfícies usando curvas. z(uo .20/04/12 Superfícies Parametrizadas Observação: num programa gráfico. A equação vetorial com (u.v)) fixe v o e faça variar o u: temos a curva α(u) = (x(u. Já na outra as curvas coordenadas são cortes por planos paralelos aos planos x = 0 e y = 0. Temos então sua equação vetorial.v) em D. y(uo .4] temos outra superfície. como o Winplot. São as chamados curvas coordenadas. Um uma parametrização as curvas coordenadas são os meridianos e os paralelos. isto é D é sempre retângulo. No Winplot as variáveis estão sempre dentro de intervalos.

y(u. temos a curva α(u) = X(u.v) = sen u cos v. uma parametrização de S.π]x[0. com (u. com (u.2π]x[1. y(u.4π]x[0.v) = 2cos(u) .2π]x[0.y)? Quais são superfícies conhecidas? (a) x(u. y(u. z(u.v o ) que é uma circunferência.usp. z(u.v) .v) em [0.v) em [0.v) = -u + 3v .π]x[0.v) = u .v) = v e z = z(u.v) = u cos u cos v . y(u.v) = cos3 u cos3 v.4]x[0.v) em [0.π] Exercício: Recorde que no Cáculo 1 e 2 você viu suoerfícies de revolução. Note que para essa parametrização deixando u = uo constante e fazendo v variar na superfícies uma curva.ime.2010 www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. variando u.7] (c) x(u.2π] (e) x(u.v) = sin3 v . y(u.v) = u cos v .2] (d) x(u. com (u.v) = u cos v. Dê uma parametrização desse tipo de superfícies.v) = u sen u cos v.v) em [0.v) = sen u sen v . y(u.v) = cos u + ln(tg(v/2)) .2π] (f) x(u.html 3/3 . γ(v) = X(uo . z(u. com (u. z(u.v) = u sen v. que é uma reta (ou segmento de reta).v) = 2+4u+5v . com (u.2π]. Analogamente se fixamos v = v o temos.v) = u sen v .v) = ((2 +sin v) cos u. Cristina Cerri . z(u. Usando o Winplot desenhamos a superfície parametrizada dada por X(u.v) = u sen v . z(u.4]x[0. Exemplo 4. ou.π] (b) x(u. Exercício: Use o Winplot (ou outro programa gráfico) para desenhar as seguintes superfícies parametrizadas e identifique as curvas coordenadas.v) em [0. 6. Estas curvas são as curvas coordenadas nessa superfície. y = y(u. u+cos v) para (u.v) em [-3. Observe as curvas coordenadas. Quais destas superfícies são gráficos de funções de duas variáveis f(x.v) = 1+2u . com (u.v) = 2sin(v) são equações paramétricas de S.v) = u2 . (2+sin v) sin u.20/04/12 Superfícies Parametrizadas As equações x = x(u. Obtem-se essas superfícies "rodando" o gráfico de uma função f(x) em torno do eixo z.v) = sen3 u cos3 v .v) em [0.

2/4 para ( ) em [0. E assim a área do telhado é aproximadamente a soma 1/2 . ( ( ).5]x[0. Cada curva tem seus vetores tangentes (são curvas no espaço). Cada pedaço Si é proveniente de um pequeno retângulo em D obtido de partições: [ +1 ] x [ +1 ]. Sendo cada Si bem pequeno sua área é aproximadamente a área de paralelogramos Pi sobre Si como na figura.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. No caso do cilindro ou do cone uma "planificação" justifica a fórmula. Mas uma aplicação do TVM nos permite afirmar que a área de cada Si é aproximadamente onde ∆ e ∆ são as dimensões do retângulo [ das áreas de cada pequeno paralelogramo: www. Vejamos um exemplo. Mas e a área da superfície da esfera. São os vetores no ponto ( . Como calcular a área de cada um desses paralelogramos? Temos dois vetores que extraímos de cada curva coordenada e que são tangentes a estas curvas.2] . O telhado de uma estrutura tem o formato da superfície S dada por = 2. como justificar a fórmula? Poderiamos usar a idéia de planificação? E para uma superfície qualquer? O procedimento para obter uma forma de calcular (e definir) área de uma superfície é semelhante ao que já fizemos antes para área de regiões planas. Tomemos uma parametrização de S : X( ( )=( ( )= .5]x[0. ( )) onde ( ) = 2 – 2/4 )= e para ( ) em D = [0. A fim de calcular a área do telhado podemos dividi-lo em pequenos pedaços Si tão pequenos que são quase planos.ime. ).20/04/12 Área de uma Superfície Área de uma Superfície Parametrizada Como calcular a área de uma superfície? Para algumas superfícies conhecemos uma fórmula. de um cone e de uma esfera. como é o caso das superfície de um cilindro.html +1 ] x [ +1 ]. Para cada fixado temos uma curva coordenada e para cada outra curva coordenada na superfície. volume de sólidos e comprimento de curva. O tamanho de cada um deses vetores pode não ser apropriado para o calculo da área de Pi .2]. ).usp. Sabemos que a área do paralelogramo formado por dois vetores é dada pelo módulo do produto vetorial.

Para calcular a área total basta calcular a área de cada parte de S e no final soma-las. (u. Podemos então procurar dividir S em pedaços.ime.v) . simples e fechadas..v) e (u.2 e VII.v) pertence a D A definição de área de superfície depende da parametrização de S? A resposta é não e seria uma definição estranha se dependesse .. Precisamos ter o paralelogramo. Uma superfície assim chamaremos de duas disjuntas.3 de [BCHS]. com parametrização tal que superfície lisa parametrizada. É claro que temos alguns probleminhas aqui.v) onde (u.. Assim é razoável dizer que a “área da superfície” é No caso do exemplo: Assim sendo a área do nosso telhado deve ser Exercício: calcule esta integral! Portanto.usp.html 2/2 . www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. 2010. As superfícies mais usadas e as que veremos aqui são deste tipo. para uma superfície parametrizada S qualquer parece razoável definir sua área como fizemos acima. Definição: Seja S uma superfície lisa parametrizada dada por de R2 . A área de S é dada pela integral (u. com cada Sk superfície lisa parametrizada então Área (S) = Área(S1) + Área(S2) + . + Área(Sn ). isto é. Resumidamente temos que ter uma região limitada e fechada cuja fronteira é composta de um número finito de curvas lisas por partes. se S = S1 U S2U . temos que ter . duas a no interior de e biunívoca. não é? Veja demostração deste fato em [BCHS]. E às vezes também aquela que temos não satisfaz as condições (não é globalmente lisa). Segue então a seguinte definição.20/04/12 Área de uma Superfície Intuitivamente parece que quanto menor a partição (divisão) mais próximos estamos da área "real" do telhado. Veja mais sobre isto em VII.. Assim nos restringimos a superfícies parametrizadas S onde certas condições são satisfeitas. que satisfazem as hipóteses. Ou seja . U Sn . Observação: Às vezes S não pode ser descrita globalmente usando apenas uma única parametrização.

usp. O plano intercepta o parabolóide no circunferência x 2 + y2=9.ime.y) em D. Portanto a superfície que queremos é o conjunto dos pontos onde usando coordenadas polares ATENÇÃO: Não confunda paramentrização de superfície com mudança de variáveis!!! Exemplo 2. Portanto a área da superfície é Aplicando num caso particular.0) e raio a < b em torno do eixo z. Teremos x = x(u.0. então uma parametrização natural é x = x.v) = (b + a cos v) cos u . Se a superfície é o gráfico de uma função f(x. y = (b + a cos v) sen u . y = y e z = f(x. vamos calcular a área de parte do parabolóide z = x 2 + y2 que está abaixo do plano z = 9. região do R2. Ao rodar uma circunferência podemos ver dois parâmetros: o ângulo u que a circunferência forma com o eixo x e o ângulo que um ponto da circunferência forma com o segmento que liga o seu centro a origem. podemos descrever um ponto do toro projentand0-o nos exixos. z = a sen v www. Veja o desenho abaixo: Portanto.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Exemplos de Cálculo de Área de uma Superfície Parametrizada Exemplo 1. Determine uma representação paramétrica dessa superfície e calcule sua área. usando esses ângulos.y) para (x.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.html 1/3 . z = 9.y) (não precisamos trocar o nome das variáveis). O TORO é uma superfície obtida pela rotação da circunferência no plano xz com centro (b.

y2 e as outras equações são para limitar a superfície. Atenção: um erro comum é não ler com cuidado o enunciado e tomar outra superfície.ime. Para o cálculo da área da superfície vamos calcular Então Exemplo 3. (questão de prova) Calcule a área da parte da superfície z = 4 .usp.html 2/3 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.y2 limitada por . Aqui queremos a PARTE DO PARABOLÓIDE z = 4 .20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Note que para obter todo o toro devemos varia u e v de 0 a 2π.x 2 .x 2 . www.

usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.ime.2010 www.html 3/3 .20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Uma parametrização é dada por Então a área da superfície é Cristina Cerri .

Fazendo o limite temos uma integral dupla. porém seu valor não depende da particular parametrização.yi . Seja S um superfície parametrizada lisa com domínio D. Um cálculo simples mostra que conhecido como “elemento de área” de S.z) contínua definida em S. Portanto temos a seguinte definição geral. www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. Exemplo 1.ime.html 1/3 .zi ) é um ponto qualquer de Si . sendo f(x.z) = xy.z) uma função real contínua. onde a superfície S que é a fronteira da região limitada pelo cilindro x 2 + z2 = 1 e pelos planos y = 0 e x A superfície S é a união de 3 superfícies: o cilindro e as duas “tampas”.v) no disco de raio 1 e centro 0 D1 . De fato quando f(x.usp. definida em S.y. A integral de superfície de f em S é a integral dupla que é denotada por Para definir a integral acima usamos uma parametrização de S.y. y = 0 . Existe um modo prático de calcular . Como a função é contínua. S1 e S3 respectivamente (veja o desenho).y. que chamaremos de S2 .20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Integrais de Superfície de Campos Escalar Desejamos calcular a massa de uma placa fina cujo formato é dado por uma superfície parametrizada S e cuja densidade pontual de massa é dada por uma função f(x. Calcule + y = 2. onde (x i .z) = 1 a área de S é dada pela integral dupla da função . Fazemos uma aproximação: dividindo S em pequenos pedaços Si a massa total é a soma das massas de cada pedaço. Mas a massa de Si é aproximadamente f(x i . Note que acima temos uma soma de Riemann. z = v para (u. Seja f(x.yi . a integral existe.zi )Area(Si) . Definição. Assim. Então a massa procurada é Calcularemos cada integral separadamente S1 : x = u .y.

z = u senv para (u. Vamos mostrar duas maneiras de parametrizar a superfície.1) e raio 1). z = senu para (u.2π] e v em [0. Portanto Exemplo 2.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar S3 : x = u cos v .v) em [0. Calcule Solução: Vamos desenhar a superfície onde S é a parte de z = (x 2 + y2)1/2 limitada por x 2 + y2 = 2y.2π]. 1ª maneira: temos o gráfico de uma função e então podemos parametrizar da forma x = u . Como vimos antes nesta situação www.usp. y = 2-u cosv . S2 : x = cosu . (exercício da lista 4). y = v e z = (u2 + v 2)1/2 onde (u.v) pertencem a região D (disco de centro (0.html 2/3 . y = v .1]x[0.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.ime. 2-cosu].v) para u em [0.

onde v varia em [0.2senv] (pois x2 + y2 = 2y se.ime. Então neste caso e daí Cristina Cerri .π] e u varia em [0. 2ª maneira: podemos parametrizar S da forma x = ucosv . u2 = 2usenv).2π]. e só se.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.1] e θ em [0.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Portanto O mais indicado agora é fazer uma mudança de coordenadas: u = rcosθ .2010 www.html 3/3 .usp. v = 1 + rsenθ para r em [0. y = usenv e z = u .

isto é.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. O primeiro problema que aparece é o de definir qual a direção e o sentido que nos interessa. A faixa de Möbius é um exemplo deste tipo de superfície (ela é assim chamada em homenagem ao geômetra alemão August Möbius (17901868)).html 1/3 . Assim a nossa superfície deve ter dois lados apenas. Vamos formalizar matematicamentente este conceito. Veja a figura abaixo. Considere um fluido com densidade ρ(x. superfícies que "tem dois lados". Você terá uma faixa que não tem lado de fora ou lado de dentro.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca. Pegue uma tira de papel torça e cole.usp. Esta é uma superfície dita não orientável. Um outro problema físico motiva a definição de integral de superfífice de um campo vetorial. Queremos só considerar superfícies orientáveis. Considere uma superfície S que em cada ponto tem um plano tangente.y. Logo em cada ponto tem-se www. Pode parecer estranho mas algumas superfícies não tem "dois lados". O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S.20/04/12 Superfícies Orientáveis Superfícies Orientáveis A integral de linha de um campo vetorial sobre uma curva orientada γ e é dada por que pode significar o trabalho de um campo de forças ao longo da curva γ. Afinal “atravessar” significa passar de um lado para outro de S.ime.

Não se www. y = rsenθ . As superfícies mais comuns.html 2/3 . e assim mostrar que esta é uma superfície orientável. Atenção: em geral nos exercícios a orientação de S é fixada (é dada no enunciado) e daí você depois de parametrizar S deve escolher qual das duas possíveis é para ser usada. z = r2 . então S é chamada de superfície orientável. Para uma superfície deste tipo só temos duas orientações possíveis.20/04/12 Superfícies Orientáveis dois vetores normais unitários: e . Solução.usp. Uma parametrização de S : x = rcosθ . Mais detalhes sobre este assunto veja em [BCHS]. Escolhemos conforme o caso.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. são orientáveis. Dada a parametrização acima em cada ponto o vetor é normal a superfície.ime. Se for possível definir um campo de vetores normais que varia continuamente sobre S. Podemos também escolher Assim temos duas orientações para S. Exemplo 1. que usamos neste curso. Encontrar um campo de vetores normais a superfície z = x2 + y2.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel.html 3/3 .usp. Cristina Cerri.2010 www.ime.20/04/12 Superfícies Orientáveis desoriente: nos próximos textos você verá isto com mais detalhes.

é um campo de vetores contínuo sobre uma superfície paramtrizada. Calcule (ou o fluxo de através de S ) sendo e S é o parabolóide y = x 2 + z2 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. para y em [0. Se e são calculados em algum ponto de Si. Somando tudo e diminuindo a partição de S aparece uma integral.v)) é uma parametrização de S. y = 1 (união de duas superfícies lisas).usp.y.y(u.v) = (x(u. o disco.html 1/3 . e S2 .z(u. Solução A superfície S é a união de duas superfícies S1 . ou seja.1] união o disco x 2 + z2 = 1. Exemplo. Considere um fluido com densidade ρ(x. Uma parametrização para S1 é x = u cos v . Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca. que nos dá a orientação da curva.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Seja S uma superfície (parametrizada e lisa) orientável e fixe uma orientação para S. y = u2 . z = u sen v com u variando de 0 a 1 e v de 0 a 2π. então e daí sendo que se é + ou – vai depender da orientação de S . o parabolóide. O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S. Definição. www. A superfície S é lisa por parte. Agora o sentido de percurso é dado pelo vetor normal. em que sentido a estamos percorrendo.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. orientada com a normal exterior a S.ime. lisa por partes e orientável S a integral de sobre S é com vetores normais Compare esta definição com a da integral de linha de um campo: fazemos o produto escalar do campo com o vetor tangente a curva.v). Dividindo S em pequenos pedaços Si quase planos podemos dizer que neste pedaço a massa de fluido que atravessa Si na direção do vetor normal por unidade de tempo é aproximadamente onde ρ .v). Da definição de integral sobre um campo escalar temos que se X(u.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. Note que a componente na direção do versor j é sempre negativa.html 2/3 . y = 1 e z = u sen v com u em [0. Novamente este vetor aponta para dentro da região.ime. Assim Uma parametrização para S2 é x = u cos v.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Só que este vetor não é exterior. Assim Portanto Algumas notações úteis : Perceba que Uma notação usual para cada determinante deste é uma notação para a integral de superfície de uma campo é onde www.2π].usp.1] e v em [0.

Faça uma parametrização e depois verifique se ela fornece a orientação pedida.ime. Então Vale a pena lembrar novamente: cuidado com a orientação da superfície. tal que .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo.y.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Exemplo.2010 www. A componente k do vetor é que é positiva. Se você não observar isto a integral pode ficar com o sinal trocado! Complemente seus estudos com a leitura de [S] ou [BCHS] e veja os exercícios resolvidos dos livros. Cristina Cerri . Faça os exercícios da lista e discuta-os com os monitores. limitada pelo cilindro x 2 + y2 = 4.html 3/3 . Calcule campo Solução.2] e v em [0. y = u sen v . orientada com o Considere a seguinte parametrização de S: x = u cos v . z = 5-u sen v para u em [0.usp. sendo S a parte do plano z = 5 . Dica: use o Winplot para visualizar as superfícies e compreender melhor as parametrizações. É necessário fazer muitos exercicios para dominar esta matéria.2π].

Exemplo 3. Seja A um aberto conexo de R3 e seja a um campo de classe C1 em A.z) o Teorema de Gauss nos diz que a taxa de variação do volume de fluido que ocupa o sólido R é igual ao volume de fluido que atravessa seu bordo. É complicado calcular diretamente esta integral (tente!). Então www. Seja R é uma região fechada simples contida em A e cujo bordo (ou fronteira) S =δ R é composta de um número finito de superfícies lisas por partes. Então Exemplo 2. Exemplo 1. Pelo Teorema de Gauss se R é o interior da esfera de raio 1 onde e S esfera de raio 1 orientada com a normal exterior. O Teorema de Gauss é uma generalização no sentido que nos dá uma relação entre integral tripla de uma região fechada do espaço com a integral de superfície do seu bordo. orientada com a normal exterior. Pars tal temos que ter uma região fechada do espaço. Podemos calcular diretamente. como o cálculo do fluxo de um fluido através de S. Encontre o fluxo de exterior.html 1/2 . Calcule onde é a superfície do cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z=0 e z=x+2 (incluindo as tampas) . Calcule Solução. a superfície S. Queremos calcular onde S é a esfera.20/04/12 Teorema de Gauss O Teorema de Gauss O Teorema de Green nos fornece uma relação entre integral dupla de uma região fechada plana com a integral de linha do bordo dessa região.usp.y. Se é a normal de S exterior a R (aponando para fora de R) então Pensando em um fluido em movimento com velocidade em cada ponto (x. Solução. pois o divergente do campo é 1. Solução.ime. Tome R o cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z = 0 e z = x+2 com as duas tampas e orientado com a normal exterior. orientada com a normal passamos para uma integral tripla na esfera cheia R (um sólido) de 1.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss. Mas a principal motivação do resultado vem da Física e o resultado é um modelo matemático para alguns fenômenos físicos. Vamos aplicar o teorema de Gauss. mas aplicando o Teorema de Gauss sobre a esfera unitária x2 + y2 + z2 = 1. Teorema de Gauss.

2010 www.usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss.html 2/2 .ime.20/04/12 Teorema de Gauss Para ver mais exercícios resolvidos clique aqui Cristina Cerri .

exercícios O Teorema de Gauss . (exercício de prova) Calcule superfície z2 = x 2 + 2y2 entre z = 0 e z = y + 3.usp. Então aplicando o Teorema de Gauss temos ou seja www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.Exercícios Resolvidos Exercício 1 . Vamos usar Teorema de Gauss pois O Teorema nos diz que onde R é uma região fechada do R3 e a normal aponta para fora de R. É complicado calcular a integral diretamente pela definição (tente!). sendo que S1 é a parte do plano z = y + 3 limitada pelo cone.20/04/12 Teorema de Gauss .html 1/4 . Atenção: S é uma parte do cone.ime. Solução onde e S é a parte da . Considerando R a região (sólida) interior ao cone com z positivo limitada pelo plano z = y + 3 temos que o bordo de R é a união de duas superfícies : S e S1 .

Neste caso Xu ^Xv = (0. (um exercício de prova) Calcule onde sendo e o campo de vetores unitários normais a S tal que Solução.exercícios onde a orientação de S é tal que (aponta para baixo) e a orientação de S1 é tal que (aponta para cima). Portanto Exercício 2.-1.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.v) : u2 + (v-3)2 = 18 }. que concorda com a orientação do teorema. Primeramente note que onde e www. z = v + 3 com (u. Vamos parametrizar S1 . Como z2 = x 2 + 2y2 e z = y + 3 temos que (y+3)2 = x 2 + 2y2 e daí x 2 + (y . y = v . Vamos parametrizar S1 de duas maneiras 1ª maneira : x = u.v) em Duv = { (u.20/04/12 Teorema de Gauss .0. Fica complicado tentar palcular diretamente. z = u senv+6 onde e u). v = 3 + rsenθ (Jacobiano é r). Então . Vamos aplicar o Teorema d Gauss. -u.3)2 = 18. Obs: note que não há vetor normal no ponto (0. Neste caso Xu ^Xv = (0.1) apontando para cima. Então Fizemos a mudança de variável u = r cosθ . 2ª maneira : x = u cosv .ime. mas isso não vai atrapalhar. y = u senv + 3 . Primeiramente vamos estudar a variação de x e y.0) do cone.html 2/4 .usp.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. a semi-esfera e o plano z = 0. Assim considere pelo Teorema de Gauss obtemos Onde e .0.0.usp. Vamos tomar a uma semi-esfera centrada na origem de raio convenientemente pequeno para ficar dentro do elipsóide. pois o campo não está definido em (0.0).exercícios O campo é de classe C1 em Ω 1 = R3 -{(0.0)} e seu divergente é 0 em Ω 1 . Veja como deve ser feito. Não podemos simplesmente usar o Teorema de Gauss para o sólido interior a S fechando com parte do plano z = 0 (tampa). é de classe C1 em Ω 2 = R3 com em Ω 2. Aplicando o Teorema de Gauss ao obtemos www. mas de modo que O campo conjunto . E vamos aplicar o Teorema de Gauss para o sólido limitado pelo semi-elipsoide.html 3/4 .ime. Temos que escolher um sólido R que tem S como parte do bordo.20/04/12 Teorema de Gauss .

E não deixe de fazer os exercícios da lista 3.usp. Cristina Cerri .html 4/4 .20/04/12 Teorema de Gauss .2010 www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.exercícios de modo que concluímos de (1) e (2) que Exercício: Obtenha o Teorema de Green a partir do Teorema de Gauss. Veja mais sobre a teoria e exercícios resolvidos nos livros texto.ime.

Agora pense que a região plana D foi deformada e virou uma superfície. com a orientação induzida de S. Vamos enunciar o Teorema de Stokes. que generaliza o Teorema de Green. Seja S uma superfície lisa por partes.usp. Aplicando o Teorema de Stokes teremos o teorema de Green. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido anti-horário. Leia sobre orientação induzida no bordo de uma superfície orientável clicando aqui. Dado um campo de vetores de classe C1 cujo domínio contém S. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo F sobre as curvas da fronteira de D e a integral dupla sobre a região D da componente z do rotacional deste campo. então Como então podemos escrever Note que se é um campo e S uma região plana no Oxy podemos ver S no espaço sendo o vetor normal unitário o versor k . Exemplo 1. Teorema de Stokes. simples e fechadas. cujo bordo δ ε S é a união de curvas lisas por parte. Junte-se ao vetor normal da superfície e caminhe sobre a curva. O sentido de percurso do bordo induzido pela normal é aquele que deixa S a esquerda.20/04/12 O Teorema de Stokes O Teorema de Stokes Seja S uma superfície orientável. Lembre também que a orientação das curvas que compoem a fronteira de D é aquela que deixa a região D à esquerda. orientada pelo campo . Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano y + z = 2 e o cilindro x 2 + y2 = 1. Como orientar agora o bordo da superfície? Vamos também caminhar sobre o bordo de S de modo que a região deve ficar sempre à esquerda.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. www.html 1/5 . Porém nossa posição na superfície será definida pelo vetor normal. Logo a integral dupla virou uma integral de superfície.

temos que que de fato aponta para cima. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido horário.y. Quando tentamos resolver diretamente caímos numa integral complicada.ime. Note que o domínio de é R3-{(0. Claro que esta integral pode ser calculada diretamente pela definição de integral de linha.z)}. x2 + y2 = 1}. Errado! Essa superfície escolhida não está contida no domínio de . Então vamos usar o Teorema de Stokes.2-v) com (u. O aluno afobado vai pegar a superfície que é a parte do plano que tem a curva como bordo e concluir que então a integral de linha é zero. Mas o rotacional do campo é zero! (confira!). Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano x + y + z = 4 e o cilindro x 2 + y2 = 1. Parametrizando S da seja a induzida pela orientação de S.html 2/5 .usp. Vamos escolher uma orientação conveniente para S. Agora a curva faz parte do bordo de S e o campo está definido em S. Mas vamos usar o Teorema de Stokes.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Tome S = {(x.z) : y + z = 2 . Portanto Exemplo 2. devemos ter o vetor normal forma X(u. www. Temos que pegar outra superfície! Seja S a parte do cilindro entre os planos z = 0 e z = 4-x-y.0.v. disco de raio 1.v) em D. ou seja R3 menos o eixo z . Mas agora o bordo de S é formado pelas curvas γ e α. Temos que escolher uma superfície S que tenha como bordo a curva γ. Para que a orientação de γ de S apontando “para cima”. Solução.v) = (u.20/04/12 O Teorema de Stokes Solução.

orientada de modo que sua projeção no plano xy seja percorrida no sentido anti-horário. Calcule Solução. isto é. Se tomamos a normal apontando para fora do cilindro temos que γ está orientada como queremos e α está orientada no sentido anti-horário. z real}. o espaço menos a reta paralela ao eixo z que passa por (0. www.0) temos que Exemplo 3.sent. y = -4. Precisamos de uma superfície que tenha a curva como parte do bordo.usp. com o plano z = -x +5. y = 4.ime.z) .20/04/12 O Teorema de Stokes Vamos orientar S convenientemente. x = -2.2. (questão de prova) Seja a curva de intersecção do prisma (superfície) de faces x = 2.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Usando o Teorema de Stokes Como α(t) = (cost.html 3/5 .2). O campo é Note que seu domínio é R3 -{(0. Vamos usar o teorema de Stokes. Se tentarmos calcular a integral de linha diretamente pela definição ficaremos com integrais muito complicadas.

Se orientarmos S de forma que a normal aponte para fora então temos que onde α está orientada no sentido anti-horário.0) e raio 1. Stokes teve conhecimento deste resultado através de uma carta de Thomson em 1850 e pediu que estudantes o provasse num exame da Universidade de Cambridge em 1854. Sendo β(t) = (cost. Não se sabe se algum daqueles estudantes conseguiu fazê-lo! www.v) .ime. só devemos calcular as integrais nos da forma X(u.v) = (-2.html 4/5 . percorrida no sentido anti-horário. Então da forma X(u.e . Então . Como α está podemos usar o Teorema de |Green (que é apenas uma caso particular do Teorema de Stokes). Novamente calcular diretamente envolve muitas contas e integrais complicadas. O que hoje chamamos de Teorema de Stokes foi na verdade descoberto pelo físico escocês Sir William Thomson (1824-1907). Lucasian Professor of Mathematics.usp. Stokes foi professor da Universidade de Cambridge e ocupou a mesma posição de Newton.u.2+sent. Portanto Resta calcular contida no plano z = 0.0) para t em [0. Tome β é uma circunferência e então de centro (0.u. Parametrizamos a face que está no sentido correto.2.v) e assim Parametrizamos a face Assim que não está no sentido correto. e .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.20/04/12 O Teorema de Stokes Consideremos O bordo de S é composto de Γ e da curva α.v) = (2. Calculando temos que pois α está orientada no sentido anti-horário.2π] temos que Finalmente. intersecção de S com z = 0 (base do prisma) que é um retângulo. Calculando Como a normal aos planos y = 4 e y = -4 está na direção de planos x = -2 e x = 2. O Teorema de Stokes é chamado assim por causa do físico-matemático irlandês Sir George Stokes (1819-1903).

Veja também o livro de W.html 5/5 .8 de [S] (de onde extraímos a nota histórica) e VIII.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.20/04/12 O Teorema de Stokes Veja mais sobre o Teorema de Stokes e suas aplicações em 17.2 de [BCHS]. Cálculo Avançado – volume 1.ime. E não deixe de fazer os exercícios da Lista. Edgar Blücher Ltda. Kaplan.2010 www.usp. Ed. Cristina Cerri .

ime. Por exemplo: Uma superfície é dita fechada se não tem bordo. Se X é uma parametrização de S. isto é. Escolhendo a www. Essa é a chamada orienação induzida. o sentido de percurso da curva deve ser tal que a superfície fica sempre a esquerda. o bordo de S é. informalmente. As curvas do bordo de S terão uma orientação (sentido de percurso) induzida pela orientação do bordo. Superfícies orientáveis não fechadas podem ser fechadas "colando-se" superfícies. Por exemplo. o bordo é um conjunto vazio. fechadas e simples.usp.html 1/2 . o bordo do cilindro é composto por duas curvas: duas circunferências. ao caminhar sobre a superfície com a cabeça no sentido do vetor normal. fixe uma orientação para S.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. O bordo de S é composto por curvas lisas por parte. lisa por partes. Informalmente. Já o bordo de uma semi-esfera é apenas uma curva e a esfera não tem bordo. Numa superficie fechada orientável há duas orientações possíveis: com a normal exterior ou interior. a imagem das curvas do bordo de D que são percorridas apenas uma vez. Supondo que S é orientável.20/04/12 Orientação do Bordo Orientação do Bordo Seja S uma superfície parametrizada. com domínio D.

html 2/2 . É importante saber se orientar para não se perder no teorema de Stokes! Cristina Cerri-2010 www. Veja as figuras abaixo. Colando-se as duas tampas que são círculos e orientando convenientemente teremos um asuperfície fechada orientável com a normal apontando para fora.ime.usp.20/04/12 Orientação do Bordo orientação certa o resultado será uma superfície fechada orientada. com z entre 1 e 2. A figura a esquerda representa uma superfície orientável aberta z = x 2 + y2 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo.

20/04/12 Exercicios resolvidos Exercicios Resolvidos . Parametrizando a superfície temos Domínio de integração .usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.html 1/4 .ime.Questões de Prova 3a Prova de 1995. Calcule a massa da superfície cuja densidade superficial é dada por Solução. 3a Prova de 1996. Calcule onde S é a porção do elipsóide com www.

Pelo teorema de Gausss. temos A intersecção do plano com o elipsóide é dada pela solução de Eliminando .html 2/4 . Solução e é a normal Seja temos a porção do plano interior ao elipsóide e V o sólido limitado por . Como .20/04/12 Exercicios resolvidos e exterior ao elipsóide. onde esta orientada com a normal satisfazendo . Parametrizando a '' tampa'' A normal a é dada por .ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. Portanto www.usp.

3a prova de 1996. Calcule onde é a normal exterior ao parabolóide com m a porção do parabolóide abaixo do plano z = 2x + 4y + 3 e Solução Seja . Do teorema de Gausss. Calcule onde e γ é a intersecção do cilindro x2 + y2 = 4 com a superfície z = cos(y2) + 5 orientada de modo que sua projeção no plano xy tenha sentido anti-horário. Solução www. Como temos A intersecção do plano com o parabolóide é: Eliminando O sólido V é dado em coordenadas cilíndricas por . temos a porção do plano z = 2x + 4y + 3 limitada pelo parabolóide e V o sólido limitado por A normal (unitária) ao plano e exterior a V é dada por .html 3/4 .ime.20/04/12 Exercicios resolvidos QUESTÃO 2.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.usp.

y = 2 senθ .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. Pelo teorema de Stokes temos . Portanto Paramentrizando γ∗ : x = 2 cosθ . z = 0 onde www.ime.html 4/4 .20/04/12 Exercicios resolvidos Seja γ∗ a intersecção do cilindro com o plano Oxy com orientação anti-horária e S a porção do cilindro limitada pelas curvas γ e γ∗ . orientada com normal "exterior''.usp.

y) e calcule o volume de S.5) Descreva e esboce a regi˜o D.1o semestre de 2010 Este ´ o primeiro trabalho escrito valendo nota para compor a m´dia de trabalhos T. 2 Quest˜o 2. a (b) (1.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 1 . (1.5 ponto) O volume do s´lido limitado pelo parabol´ide z = 4 − 2x2 − y 2 e a o o pelo plano z = 3 − y (acima do plano e abaixo do parabol´ide) o V (S) = D f (x. z) | 0 ≤ x ≤ 2. . a Os Trabalhos s˜o individuais. 3 x ≤ y ≤ 1. y.MAT 2455 . y) dx dy (a) (0. 0 ≤ z ≤ sen(y 4 )}. e e As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 15 de mar¸o e c ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.5 ponto) Calcule o volume do s´lido a o S = {(x. (1. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. ——————————————————————————– Quest˜o 1.0) Obtenha f (x.

y)dxdy x ≤ y ≤ 1}º 2 ÒØ Ö Ð × Ö ×ÓÐÚ ÓÖÑ ØÖ Ú Ð × Ò Ó ÈÓ f (x. y) = ¹× ¸ × Ò (y 4 ) D = {(x. y.ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ Å Ì¾ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ½ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Ó × Ð 3 Ó S = {(x. y) | 0 ≤ x ≤ 2y 3. 0 ≤ y ≤ 1} 1 2y 3 V = D × Ò (y 1 4 )dxdy = 0 0 4 × Ò (y 1 0 4 )dxdy = 1 = 2 4y 0 3 × − cos(y 4 ) Ò (y )dy = 2 = 1 − cos 1 2 ½ . 0 ≤ z ≤ 2 Ó Ô Ð × Ù ÒØ ÒØ × Ò (y 4 )} S ÔÓ × Ö Ð ÙÐ Ö Ð V = D f (x. ËÓÐÙ Ó Ç ÚÓÐÙÑ Ó × Ð Ó x ≤ y ≤ 1. z) | 0 ≤ x ≤ 2. Ö Ó 3 ÒØ Ó¸ Ö × Ö Ú Ö D ÓÖÑ ÕÙ D = {(x. y) | 0 ≤ x ≤ 2.

y) Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Sº ËÓÐÙ Ó ´ µ × Ù × Ö ÕÙ Ó D × Ô Ö Ô Ð ÒØ Ö× ÙÖÚ Ó ÓÔ Ö Ò ÓÐ ÓÑ Ó ÔÐ ÒÓº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ ÔÓ ¹× Ù Ð Ö Ò ÓÒØÖ Ö ÕÙ D y− 1 2 2 4 − 2x2 − y 2 = 3 − y ⇔ y 2 + 2x2 − y = 1 ⇔ D = {(x. y) = zparabolide − zplano = (4 − 2x2 − y 2 ) − (3 − y) = 1 − 2x2 − y 2 + y ¾ . y)dxdy × Ö Ú × Ó Ö Ó º ´ µ ´½¸¼µ Ç Ø Ò f (x. y) | 1 y− 2 2 + 2x2 = 5 4 5 + 2x2 ≤ } 4 ´ µ ÙÒ Ó ÙÒ Ó × Ö × Ö ÒØ Ö ÔÓÖ Ò Ñ × Ó ÕÙ ÐØÙÖ Ó × Ð Ó Ñ ÕÙ ×Ø Óº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ f (x.ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´½¸ z = 3−y ÔÓ ´ µ ´¼¸ µ ÔÓÒØÓµ Ç ÚÓÐÙÑ Ó ÔÓÖ Ó× Ð ÓÐÑØ Ó Ô ÐÓ Ô Ö ÓÐ × Ö Ð ÙÐ z = 4 − 2x2 − y 2 Ô ÐÓ ÔÐ ÒÓ V (S) = D f (x. y) f (x.

= 8 2 64 0 √ 5 2 1 − ρ cos θ − ρ × 1 Òθ + 2 2 +ρ × Òθ + 1 2 ρ √ dρdθ 2 ¿ .ÒØ Ö Ð ÔÓ × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ V = D Þ Ò Ó ÙÑ ÑÙ Ò 1 − 2x2 − y 2 + y dxdy 1 √ ρ cos θ 2 ÚÖ Ú ×   x=  y− 1 2 =ρ × Òθ 1 Jacobiano = √ ρ 2 ÓÒ ÓÑ ×× ÑÙ Ò ¸ V = 0 0≤ρ≤ √ 5 2 0 ≤ θ ≤ 2π º 2π 0 √ 5 2 ÒØ Ö Ð 2 ×Ø ÒØ × ÑÔÐ × 2 2π = 0 = 2π √ 5 ρ 2 − ρ2 dρdθ 4 2√ 0 √ √ √ 5 5 2 2 2 4 25π 2 8 ρ − ρ .

1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.0) Calcule o volume de E usando a f´rmula acima. (b) (1.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 2 . o .5) Determine D e as fun¸˜es g1 (x. y = 0 e x = 1.y) 1dz dxdy. N˜o a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Seja B regi˜o que est´ abaixo de z = x + 2y.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos na forma B = {(x... y). (a) (0. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 26 de mar¸o ao monitor no seu hor´rio de e c a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. O volume da regi˜o E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser a a calculado assim D g2 (x. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.0) Calcule B ydxdydz Quest˜o 2... a Os Trabalhos s˜o individuais. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. y.}). g1 (x.. y) e g2 (x. Podem ser entregues antes.y) (a) (0. z) | .MAT 2455 . co (b) (1. acima do plano 0xy e ´ limitada a a a e pelas superf´ ıcies y = x2 .

Cálculo Diferencial e Integral III para Engenharia Trabalho 2 . y = 0 e x = 1. y. região B mostrada no gráfico pode ser descrita das seguintes formas: B = {(x. acima do plano 0xy e é limitada pelas superfícies y = x2 . √ y ≤ x ≤ 1} (0. 0 ≤ y ≤ x2 . Semestre de 2010 Questão 1. z)|0 ≤ z ≤ x + 2y..}) (b) (1.. (a) (0.5 ponto) Seja B região que está abaixo de z = x + 2y. 0 ≤ y ≤ 1.1o. 25) ou B = {(x. z)|0 ≤ z ≤ x + 2y. 25) 1 . y. 0 ≤ x ≤ 1} (0. z)|. (1.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos B = {(x.Instituto de Matemática e Estatística da USP MAT2455 . y.0) Calcule B ydxdydz Solução: (a) Temos a seguinte região B: Dessa maneira.

y) e g2 (x. (b) (1.y) (a) (0.y) 1dxdydz D g1 (x.5 ponto) O volume da região E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser calculado assim g2 (x. 25) Abaixo a região E: 2 . A intersecção do cilindro x2 + y 2 = 2y com a esfera x2 + y 2 + z 2 = 4 é uma curva que projetada no plano 0xy e nos dá o bordo de D.(b) Resolvendo a integral pedida.0) Calcule o volume de E usando a fórmula acima. Solução: (a) A região D é a projeção no plano 0xy do sólido. temos: 1 x2 0 1 x2 0 1 0 x+2y ydxdydz = B 0 ydydx (0. 5) xy + 2y 2 dy = 0 = 0 = = x6 12 1 12 x5 2x6 + dx 2 3 2x7 1 + 21 0 2 5 + = (0. 5) 21 28 Questão 2. y). (1. A intersecção é uma circunferência descrita por: x2 + y 2 ≤ 2y ⇔ x2 + y 2 − 2y ≤ 0 ⇔ (y − 1)2 + x2 ≤ 1 (0.5) Determine D e as funções g1 (x.

y) = − 4 − x2 − y 2 g2 (x. y) e D.y) 1dzdxdy D g1 (x. fica: g2 (x. 4 − r2 = u −2rdr = du 2r 4 − r 2 dr a integral indefinida pode ser simplificada da seguinte maneira: 2r 4 − r 2 dr = −u 2 du = −u 2 · 3 1 3 2 2 = − · 4 − r2 3 3 4 − r2 . tem-se: π 2 0 π 2 0 sen θ sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ = 0 2r 4 − r 2 drdθ Fazendo-se a mudança de variáveis. tem-se: g1 (x. 25) (b) O volume de E. − 4 − x2 − y 2 ≤ z ≤ 4 − x2 − y 2 .y) Para tornar a integração mais fácil. pode-se fazer a seguinte mudança de coordenadas cilíndricas:   x = r cos θ   y = r sen θ  z=z   |J| = r Como x2 + y 2 ≤ 2y então 0 ≤ r ≤ 2 sen θ Portanto a variação de r. de posse de g1 (x. 25) π 2 0 sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ (0. 25) Com essa mudança. θ e z são   0 ≤ r ≤ 2 sen θ 0≤θ≤π √  √ − 4 − r 2 ≤ z ≤ 4 − r 2 (0. y) e g2 (x. y) variam do hemisfério inferior da esfera até o hemisfério superior. as funções g1 (x. y) = 4 − x2 − y 2 = (0. Assim. Logo. y) . que pode ser calculado com a formula já vista.Como D já foi achado.g2 (x.

a integral fica dada por: π 2 2. Como cos θ = − cos(π − θ) (translação) para π 2 ≤θ≤π π 0 1 − ( sen θ) 2 π 2 | cos θ| dθ = 2.Retornando à integral dupla.(3π − 4) (0. 5) 3 3 3 9 4 . o volume final é: V = 16π 16 4 16 − . 1 − u2 du = u− u3 3 1 0 = 4 3 Com a integral calculada. tem-se: π 0 0 2 sen θ 2r π 4 − r 2 drdθ = = 0 π 0 = = 16π 3 16π 3 2 sen θ 2 − · 4 − r2 4 − r2 dθ 3 0 16 2 − 4 − 4( sen θ)2 4 − 4( sen θ)2 dθ 3 3 16 π 1 − ( sen θ)2 1 − ( sen θ)2 dθ − 3 0 16 π − 1 − ( sen θ)2 | cos θ| dθ 3 0 Note que cos(θ) é negativo para então π 2 ≤ θ ≤ π. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ Faz-se a seguinte mudança de variáveis:   sen θ = u   cos θdθ = du  θ=0→u=0   θ= π →u=1 2 1 0 Por fim. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ = 2. = .

As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 05 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. a a Os Trabalhos s˜o individuais. Quest˜o 2. w) = u. v. z) = |z|. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} sendo a densidade δ(u.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 3 . (2 pontos) Calcule a massa do s´lido dado por a o S = {(u.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. y. v. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1.MAT 2455 . . u ——————————————————————————– Quest˜o 1. (2 pontos) Calcule a massa da regi˜o R que est´ limitada por x2 + y 2 = 1 + z 2 a a a e 4z 2 = x2 + y 2 e com densidade δ(x.

y. − √ ≤ z ≤ √ 3 3 2|z| ≤ r ≤ 1 + z2 ´¼¸ µ ÄÓ Ó .z = 1 1 0 ≤ θ ≤ 2π .θ. z) = |z|º Ê ÕÙ ×Ø ÐÑØ ÔÓÖ x2 + y 2 = 1 + z 2 Ó Ó = x2 Ê ×Ø ÓÑÔÖ Ò ÒØÖ Ó Ò Ó ÒØ Ö ÓÖ ÙÖ Ó ÜÓ Ô Ö ÓÐ ´x2 + y2 = 1 + z2µ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó + y 2 µ¸ ÓÑÓ ÑÓ×ØÖ Ñ ×× Ö Ó Ê ÔÓ × Ö Ð ÙÐ ÔÓÖ M assa = R δ(x. z) dx dy dz Þ¹× ÑÙ Ò Ô Ö ÓÓÖ Ò × ÐÒ Ö × × Ö × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ   x = r · cos θ   y = r · sen θ  z=z   |Jac(r. z)| = r Ó Ó   Ç ÓÑ Ò Ó ÒØ ÄÑØ ÄÑØ Î Ö Ó Ó  √ : r2 ≤ 1 + z2 ⇔ r ≤ 1 + z2 Ó ÓÒ : r 2 ≥ 4z 2 ⇔ r ≥ 2|z| 1 z : 1 + z 2 = 4z 2 ⇔ z 2 = 1 ⇔ z = ± √3 3 Ó À Ô Ö ÓÐ Ò × ÐÒ Ö × Ö Ñ ÓÓÖ Dr.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¿ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ Ñ ×× Ö Ó 4z 2 = x2 + y 2 ËÓÐÙ Ö ÓÒ ´4z 2 ÓÑ Ò× δ(x. θ. y.

M assa =
1 √ 3

δ(x, y, z) dx dy dz =
R √ 1+z 2 2π

Dr,θ,z 1 √ √ 1+z 2 3

δ(r, θ, z) · |Jac(r, θ, z)| dr dθ dz 2π · |z| · r dr dz

=
1 −√

|z| · r dθ dr dz =
2|z|
1 √ 3

0 √ r= 1+z 2

3

1 −√

2|z|
1 √ 3

3

= 2π
1 −√ 1 √ 3 3

|z| 2 ·r 2

dz = 2π
r=2|z|
1 −√ 3

|z| · 1 + z 2 − 4z 2 dz 2

= π
1 −√ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz
´¼¸ µ

ÓÑÓ ÒØ ÔÓ× Ø ÚÓ

Ö Ð ÔÓ

|z|

× Ö Ð ÙÐ

(1 − 3z 2 )

× Ó ÙÒ ×

× Ô Ö × Ù ÒØ

ÒØ Ó

ÓÖÑ ¸ Ð

|z| · (1 − 3z 2 ) Ø Ñ Ñ Ö Ò Ó ÕÙ |z| = z

Ñ ×

ÙÑ

ÙÒ

Ó Ô Öº ÒØ Ö

×× Ñ Ó ÓÖ

Ó ÒØ ÖÚ ÐÓ

1 √ 3

1 √ 3

1 √ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
1 −√

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
0 0

z · 1 − 3z 2 dz

3

´¼¸ µ ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×

1 √ 3

1 √ 3

M assa = 2π
0

z · 1 − 3z 2 dz = 2π
0

z − 3z 3 dz 1 1 3 1 · − · 2 3 4 32 = π 6
´¼¸ µ

= 2π

1 2 3 4 ·z − ·z 2 4

1 √ 3

= 2π
0

ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ
× Ò Ó Ò×

Ð ÙÐ

Ñ ××

Ó × Ð

Ó

Ó ÔÓÖ

B = {(u, v, w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1, u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} δ(u, v, w) = uº

ËÓÐÙ Ó
Ç × Ð Ó ×Ø ÓÑÔÖ Ò Ó ÒØÖ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó × Ö

E1 ´u2 + v 2 + w2 = 1µ

Ó ÒØ Ö ÓÖ

× Ö

E2

ÕÙ

×Ø ÓØ Ò Ó

×ÐÓ

Ñ Ù ´u2

+

v2

+

w2

= 2uµº
Ó Ö ÔÖ × ÒØ Ó Ò ÙÖ ÜÓ

u = z¸ v = y

w = x¸

Ø ÑÓ× Ó × Ð

Ñ ××

Ó × Ð

Ó ÔÓ

× Ö Ð ÙÐ

ÔÓÖ

M assa =
Du,v,w

δ(u, v, w) du dv dw
× Ö × ÜØ Ö ÓÖ × Ö ½ × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ

Þ¹×

ÑÙ

Ò

Ô Ö

ÓÓÖ

Ò

×

   u = z = ρ · cos φ    v = y = ρ · sen φ · sen θ =⇒    w = x = ρ · sen φ · cos θ  |Jac(ρ, θ, φ)| = ρ2 · sen φ
×× Ñ Ó ÓÑ Ò Ó ÒØ Ö Ó

: ρ2 ≥ 1 ⇒ ρ ≤ 1 ÁÒØ Ö ÓÖ ¾ : ρ2 ≤ 2ρ cos φ ⇒ ρ ≤ 2 cos φ 1 ½ ∩ ¾ ⇒ 2u = 1 ⇒ u = 2 ⇒ cos φmax =
Ò × × Ö ×

1 2

⇒ φmax =

π 3

Ñ ÓÓÖ

Dρ,θ,φ = 0 ≤ θ ≤ 2π , 1 ≤ ρ ≤ 2 cos φ

0≤φ≤

π 3
´¼¸ µ

ÄÓ Ó
M assa =
Du,v,w
π 3

δ(u, v, w) du dv dw =
Dρ,θ,φ
π 3

δ(ρ, θ, φ) · |Jac(ρ, θ, φ)| dρ dθ dφ
2 cos φ

2 cos φ 2π

=
0 1
π 3

ρ · cos φ · ρ2 · sen φ dθ dρ dφ =
0 0 1
π 3

2π · ρ3 · cos φ · sen φ dρ dφ 2π 4
0

= 2π
0
π 3

cos φ · sen φ

1 4 ·ρ 4

ρ=2 cos φ

dφ =
ρ=1

cos φ. sen φ 24 · cos4 φ − 1 dφ

=

π 2
0

16 · cos5 φ − cos φ · sen φ dφ

´¼¸ µ Þ Ò Ó × Ù ÒØ ÑÙ Ò ÚÖ Ú ×
cos φ = t =⇒ − sen φ · dφ = dt
b a

φ=0⇒t=1 φ= π ⇒t= 1 3 2

×

Ò Ó ÕÙ
a
π 3

f (s)ds = −
b

f (s)ds¸

Ø ÑÓ× ÕÙ
1 2

ÒØ Ö Ð
1

16 · cos φ − cos φ · sen φ dφ =
0 1

5

16 · t − t · (−1) dt =
1 2

5

16 · t5 − t dt

ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ
1

Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×
5

M assa =

π 2
1 2

π 16 · t − t dt = 2

16 6 1 2 ·t − ·t 6 2 = π 2

t=1

=
t= 1 2

π 8 1 · 1− 6 2 3 2

1 1 · 1− 2 2 2

= =

π 8 64 − 1 1 4−1 · − · 2 3 64 2 4 π 21 3 π 18 9π − = · = 2 8 8 2 8 8

8 63 1 3 · − · 3 64 2 4

´¼¸ µ

y.5 pontos) Calcule a a γ e F .dr onde F (x. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. a a Os Trabalhos s˜o individuais. a . 2sen(t)). para 0 ≤ t ≤ π com densidade δ(x. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. Quest˜o 2. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 22 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. z) = z 2 .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 4 . y.MAT 2455 . N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. (1. orientada de forma que sua proje¸˜o no plano 0xy seja percorrida no sentido anti-hor´rio. 2 cos(t). (1 ponto) Calcule a massa de um arame cujo formato ´ da h´lice γ(t) = a e e (3t. z) = (x2 − z 2 )i + 2y k e γ ´ a ca intersec¸˜o das superf´ ca ıcies x2 + y 2 − z 2 = 3 e y = 2z.

2 cos(t) (0. × Ò 2 (t) dt (0. z) = z2º ËÓÐÙ Ç Ö Ñ × Ö × Ó Ó Ñ ×× Ó Ö Ñ ÔÓÖ π M= 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt Ó¸ Ò Ó Ç Ø ÑÓ× Ó Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ γ ′ (t) Ô ÖØ Ö γ(t) γ ′ (t) = (3. 2 × Ò (t))¸ 0≤t≤π Ó ÔÓ ÓÑ Ò× δ(x. 2 cos(t).Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸¼ ÔÓÒØÓµ Ô Ö Ð ÙÐ Ñ ×× ÙÑ Ö Ñ Ù Ó ÓÖÑ ØÓ Ð γ(t) = (3t. 13 2 √ = 2π 13 (0. y. 25) ½ . −2 ×× Ñ Ø ÑÓ× ÕÙ × Ò (t).(−2 × Ò (t)) + 2 cos(t). 5) √ = 4. 13 4 √ π = 4. 25) ÎÓÐØ Ò Ó ÒØ Ö Ð π π M = 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt = t − 2 × Ò (t) (2 0 π 0 × Ò (t)) 2 √ . 13 dt = 0 π √ 4 13. 2 cos(t)) |γ ′ (t)| = 3.3 + (−2 √ = 9+4 √ = 13 × Ò (t)).

× Ò t) √ γ(t) = ( 3 cos t. 5) ¾ . 5) Ñ ÙÑ Ð Ô× ¸ Ö ÔÖ × ÒØ ÜÓ¸ Ô Ö ÓÖ¹ × ×ÙÔ Ö × Ö ×ÙÐØ ÙÖÚ γ Ô Ö Ñ ØÖ Þ × Ù ÒØ ÓÖÑ × Ò t. y. cos t) (0. 2 × Ù Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ √ γ ′ (t) = (− 3 × Ò t. 2 cos t.ÉÙ ×Ø Ó ¾ ´½¸ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ γ F dr ÓÒ ÓÖÑ Ö Ð Ó ÐÒ F (x. z) = (x2 − z 2 )i + 2y k ÕÙ Ô Ó ×Ù ÔÖÓ Ó ÒÓ ÔÐ ÒÓ γ × ÒØ Ö× Ô Ö ÓÖÖ Ó × ×ÙÔ Ö × ÒÓ × ÒØ ÙÖÚ ÙÑ ÓÐ Ó x2 + y 2 − ËÓÐÙ Ó È Ö Ú ¹× z2 = 3 y = 2z ¸ ÓÖ ÒØ ÒØ ÔÖÓ 0xy ÒØ ¹ ÓÖ Ö Óº Ð ÙÐ Ö Ò ÓÒØÖ Ö Ú ¹× ¸ ÔÖ Ñ Ö Ñ ÒØ ¸ ÒØÖ × ×ÙÔ Ö ×¸ÙÑ Ò Ö ÕÙ Ð γº È Ö ××Ó¸ ÒØ Ö× Ô Ö ÓÐ ÙÑ ÔÐ ÒÓ  2 2 2  x +y −z =3 y = 2z  Hiperboloide ∩ P lano → x2 + y 2 − Î ¹× Ö ÕÙ ÔÖÓ Ó Ó ÒØ Ö× Ó ÒÓ × ÒØ ÒØ ¹ ÓÖ Ö Ó z2 4 =3→ x2 3 + y2 4 = 1 (0.

4 × Ò t). 2 cos t.γ ′ (t) dt 0 2π = 0 2π (3 cos2 t − × Ò 2 t. 5) ¿ . 3 + cos3 t cos 2t − cos t + − 3 2 =0 (0.ÓÑ ××Ó¸ γ ÒØ Ö Ð F dr = Ð Ò × Ö Ð ÙÐ 2π ÜÓ F (γ(t)). 0. cos t) dt = 0 √ −3 3 cos2 t × Ò 3 t + 4 × Ò t cos t dt 2π 0 = √ cos3 t 3 3.(− × Òt + √ 3 √ 3 √ 3 × Ò t.

u ——————————————————————————– Quest˜o 1. a e ca a N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. t) para − π ≤ t ≤ π . (1. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 7 de maio ao monitor no seu hor´rio de plant˜o e a a (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e local).MAT 2455 . 2 2 . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. (2 pontos) Calcule a F .dr γ onde F (x. e a Quest˜o 2. a a Os Trabalhos s˜o individuais. y) = arctg(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j e γ(t) = (cos t.5 ponto) Calcule a (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 γ onde γ ´ a curva (x − 1)2 + 2(y − 2)2 = 13 orientada no sentido hor´rio.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 5 .

y) = Ð ÙÐ Ò Ó Ó ÖÓØ ÓÒ Ð xy 2 − y + x3 x . α′ (t) = r(− × Ò (t). −π ≤ t ≤ π ÓÑ Ö Ð Ë Ò Ó ÕÙ Ó R¸ Ú ÑÓ× ÕÙ Ó ÑÔÓ − → F α Ò γ Ó ×Ø Ó ÓÖ ÒØ × Ò Ø Ú Ñ ÒØ º Ö Ó ×Ø Ñ ØÓ Ó× Ó× ÔÓÒØÓ× R¸ Ô ÐÓ Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ø Ö ÑÓ× − → Rot( F ) · kdA = − R α − − → → F · dr − γ − − → → F · dr − − → → F · dr = − γ R 0dA − α − − → → F · dr = − α − − → → F · dr ½ .Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ γ (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 ÓÖ ÒØ ÒÓ × ÒØ Ó ÓÖ Ö Óº ÓÒ γ ÙÖÚ (x − ËÓÐÙ Ó Ì ÑÓ× Ó + 2(y − − → Ó ÑÔÓ F 1)2 2)2 = 13 ÔÓÖ − → F (x. 2 2 + y2 x x + y2 − → F (x2 + y 2 ) − 2x2 (2xy − 1)(x2 + y 2 ) − (xy 2 − y + x3 )(2y) − (x2 + y 2 )2 (x2 + y 2 )2 y 2 − x2 y 2 − x2 − 2 =0 2 + y 2 )2 (x (x + y 2 )2 k=0 Ò ÔÓ×× ÓÖ × Ö ÙØ Ð Þ Ó Ó¸ ÔÖ ×Ó ×ÓÐ Ö ÓÖ Ö Ó Ñ¸ ÔÓ × Ó ÑÔÓ ∂Q ∂P − ∂x ∂y = = ÄÓ Ó È Ö Ò ÓÒØ Rot(F ) = ÕÙ ∂Q ∂P − ∂x ∂y Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ñ ×Ñ º Á×ÓÐ Ò Ó − → F Ò Ó ×Ø ×Ø Ö Ó Ò Ñ ÓÑ ÙÑ Ö ÙÒ Ö Ò α(t) r Ô ÕÙ ÒÓ ×Ù ÒØ Ô Ö ÒÓ ÒØ Ö ÓÖ γ¸ α(t) = r(cos(t). cos(t)) Ø Ö ÑÓ× × Ù ÒØ × ØÙ × Ò (t)).

−t)). y) = arctan(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j γ(t) = (cos(t). ÒØ Ö Ð ÐÒ π −π π − → α ÒÓ ÑÔÓ F ÔÓ − → F (α(t)) · α′ (t) dt × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ − − → → F · dr = α = −π π r 3 cos(t) × Ò 2 (t) − r × Ò (t) + r 3 cos3 (t) r cos(t) . r2 r2 · r(− × Ò (t). −1) π 2 Ó ¸ Ù ÖÓÒØ Ö ÓÒØ Ò ¸ Ø Ð ÕÙ γ(t)º ¾ . − π ≤ t ≤ 2 α′ (t) = (0. cos(t)) dt = −π π −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) + × Ò 2 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + cos2 (t) dt −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + 1 dt = −π × Ö Ä Ñ Ö Ò Ó ÕÙ ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒØ Ö × − − → → F · dr = α π ÙÒ × ÑÔ Ö × × Ó ÒÙР׸ ÒØ Ö Ð ÐÒ α 1dt = 2π −π ÓÑÓ Ú ×ØÓ¸ ÓÑ Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò γ − − → → F · dr = −2π ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ ÓÒ Ð ÙÐ − − → → F · dr γ − → F (x. t) Ô Ö − π ≤ t ≤ π º 2 2 ËÓÐÙ Ó È Ö ÙØ Ð Þ Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ú ¹× Ø Ö ÙÑ Ö ÓR Ë Ò Ó ×× Ñ¸ Ö ¹× ÙÑ ÙÖÚ α(t) ÓÑ Ó ÒØÙ ØÓ × Ó Ø Ö ÙÑ Ö α(t) = (0.

−1) dt t ln(t + 3) dt − 2 π 2 −π 2 − − → → F · dr = = = 1 dt ÆÓØ ÕÙ ÒØ Ö Ð ÙÒ Ó ÑÔ Ö ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒÙÐ ¸ − − → → F · dr = − α π 2 −π 2 ÑÓ× ÓÑ 1dt = −π ÈÓÖ Ñ¸ ÙØ Ð Þ Ò Ó ÙÐ γ Ó Ì ÓÖ Ñ − − → → F · dr = R Ö ÒÓ Ø − → Rot( F )dA − ÒØ Ö ÓÖÑ ÒØ − − → → F · dr α − − → → π π F · dr = − π = − 2 2 γ ¿ .ÆÓØ ÕÙ ¸ ×× Ñ¸ Ø ÑÓ× ØÓ × × Ô Ø × × Ó Ì ÓÖ Ñ   Ê ⊂ Int(γ ∪ α) γ α Ø Ñ ÓÖ ÒØ Ó ÔÓ× Ø Ú  → ÓÑ´− ) ⊂ R F − → Rot( F ) · k dA = R α Ö Ò × Ø × Ø ×¸ Ó Ø ÓÖ Ñ ÔÓ × Ö ÙØ Ð Þ Óº − − → → F · dr + γ − − → → F · dr Ð ÙÐ Ò Ó ÒØ Ö Ð ÙÔÐ Ó ÖÓØ ÓÒ Ð Ñ R − → Rot( F ) · k dA = R R 2x dxdy π 2 −π 2 π 2 −π 2 cos(y) = = = 2x dxdy 0 cos2 (y) dy y + 2 × Ò (2y) 4 π 2 −π 2 = π 2  ÒØ Ö Ð ÐÒ α ÙÖÚ α ×Ö π 2 −π 2 π 2 −π 2 π 2 −π 2 ÔÓÖ − → F (α(t)) · α′ (t) dt P (α(t)). −t ln(t2 + 3) + 1 · (0.

(1 ponto) O campo a F (x. Em caso afirmativo. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.5) Mostre que o campo F (x.5) Calcule 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey senz) dy + ey cos z dz γ onde γ(t) = (t cos t. t sent. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. y. 2 a) (0. Por´m sugiro que os exerc´ e a e ıcios desse Trabalho sejam elaborados antes da P2.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. y x em R2 − (0. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. c) (0. 0. y. 2 .5) F (x.5) F (x. Bons estudos! Profa. Quest˜o 2. (1. z) = (2xy 3 . (Use o item a) ) 2 Quest˜o 3.5) F (x. z ∈ R} ´ conservativo? Justifique sua resposta (leia atentamente a teoria e antes de responder). . ey cos z) ´ conservativo e e dˆ um potencial. . 2y) em R2 .z 2 + 2y x + 2y 2 em R3 − {(0. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 20 de maio ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local). e b) (0. (1 ponto) Calcule a a) (0. determine um potencial.MAT 2455 . 3x2 y 2 + ey senz . u Observe que a data de entrega ´ posterior a P2 de C´lculo III. z). z) = x2 −y x . Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. determine se o campo F ´ ou n˜o conservativo a e a no dom´ ınio indicado.5 ponto) Em cada caso abaixo. a a Os Trabalhos s˜o individuais. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 senx + 2yz)k em R3 . y.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 6 . y) = 2 + y2 2 x x +y 2 b) (0. y) = (4x ln(x2 + 1) . t) para 0 ≤ t ≤ π . 0).

Porém isso não garante que o campo é conservativo.5 ponto) Em cada caso abaixo. Assim se o campo tiver rotacional não nulo ele não é conservativo. (a) (0. se o campo vetorial apresenta uma função potencial. 2 2 +y x +y 2 F (x. ∂x ∂y ∂φ ∂φ ∂φ . 0).5) (b) (0.5) (c) (0. temos a função potencial φ. y) = y x 2 . 2y) R2 . e o campo F é conservativo: φ(x. 2 em R − (0. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + g(y) 2 ∂φ y = 2 + g ′ (y) ∂y x + y2 Comparando com a segunda equação chega-se a seguinte conclusão g ′ (y) = 0 ⇒ g(y) = K Sendo assim.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 6 . ∂x ∂y ∂z F: =F ∇φ = =F (a) Buscando por uma função potencial de Integrando a primeira equação com relação a  x  ∂φ =  ∂x x2 + y 2 y ∂φ   = 2 ∂y x + y2 x e derivando-a com relação a y: φ(x. pode-se buscar diretamente um potencial para cada campo. determine um potencial. ele é conservativo. o campo é conservativo no domínio e: ∇φ = ou ∂φ ∂φ . Facilmente se calcula o Rotacional de cada campo dos itens da questão e se verica que em cada caso o Rotacional não é nulo. . determine se o campo vativo no domínio indicado. y. Sendo assim.5) é ou não conser- F (x.MAT 2455 . Em caso armativo. e caso este seja encontrado. Também temos um Teorema que diz que se o campo é conservativo ENTÃO o Rotacional é nulo. Solução: Sabe-se que. F (1. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + K 2 .1o semestre de 2010 Questão 1. F (x. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 x2 em senx + 2yz)k em R3 . y) = (4x ln(x2 + 1) .

resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. z) = 2yz sen(x) + ∂y ∂y ∂g(y. y. z) = yz 2 + h(z)   ∂φ = y 2 z cos x + 1   ∂x   ∂φ = 2yz senx + z 2  ∂y   ∂φ   = y 2 senx + 2yz ∂z φ(x. z) = z2 ∂y g(y. z) ∂φ ∂g(y. φ(x. y.(b) Resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 +K (c) Novamente. z) = y 2 z sen(x) + x + g(y. y. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 + h(z) ∂φ = y 2 sen(x) + 2yz + h′ (z) ∂z h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K Portanto. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + y 2 + K   ∂φ = 4x ln(x2 + 1)  ∂x  ∂φ = 2y  ∂y . y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + g(y) ∂φ = g ′ (y) ∂y g ′ (y) = 2y ⇒ g(y) = y 2 + K φ(x.

senz + h(z) z: Desta forma. t sent.5) Calcule F (x. z) = ey φ. (b) (0. z) = x2 y 3 + ey Portanto +K F é um campo vetorial conservativo. z) = ey ∂y senz ⇒ g(y. t) para 0≤t≤ π . (Use o item a) ) 2 Solução: (a) Da mesma forma que na questão anterior. y. z) tal que ∇φ = Sendo assim ∂φ ∂φ ∂φ . Então procuramos F apresentar uma função potencial. (1 ponto) Calcule (a) (0. . y. ∂x ∂y ∂z =F Integrando a primeira equação   ∂φ = 2xy 3    ∂x  ∂φ = 3x2 y 2 + ey senz  ∂y    ∂φ  = ey cos z ∂z com relação a x e derivando-a φ(x. z) ∂φ ∂g(y. ey cos z) é conservativo 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey γ senz) dy + ey cos z dz onde γ(t) = (t cos t. . z) = x2 y 3 + ey + h(z) ∂φ = ey cos z + h′ (z) ∂z E comparando com a terceira equação h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K A função potencial para o campo F ca sendo: senz φ(x. y. φ(x. y. 3x2 y 2 + ey senz . z) = 3x2 y 2 + ∂y ∂y com relação a y: Comparando com a segunda equação ∂g(y. ca-se com a seguinte função que pode ser derivada com relação a senz φ(x. se o campo ele é conservativo. y. z) = (2xy 3 . z) = x2 y 3 + g(y.Questão 2.5) Mostre que o campo e dê um potencial.

2 π 2 . do enunciado.(b) Sendo o campo F conservativo. e pode ser calculada como: γ F · dr = φ (γ(b)) − φ (γ(a)) Veja que o valor na integral depende exclusivamente dos pontos nal e inicial. 0 . a integral de linha independe do caminho γ que liga os pontos extremos. E. 0) γ( π ) = (0 . temos: a=0 b= π 2 γ(0) = (0 . π) 2 φ (γ(0)) = 0 + K φ γ( π ) = e 2 + K 2 π Sendo que a integral de linha ca sendo: γ F · dr = e 2 + K − (0 + K) = e 2 π π .

sent . Escolhendo z = 0. 0 dt = π π = π √ 2π = E como a integral de linha não é nula. Note que se o domínio de F não for simplesmente conexo nada se pode armar. cos t. γ como uma elipse no plano Se γ F · dr = 0. calculando a integral de linha √ t π π γ F · dr = = π π π π F (γ(t)) · γ ′ (t) dt √ 2 cos t . 0) ∈ Int(γ).Questão 3. z ∈ R} é conservativo? Justique sua resposta (leia atentamente a teoria Solução: Sabe-se que o rotacional do campo é conservativo. z) que não é simplesmente conexo. 2 . O domínio de F da questão 3 é o R3 menos a reta (0. Vamos calcular γ F · dr para uma curva γ com (0. cos t . o campo não é conservativo. Veja o item (a) da Questão 1 acima. 0 γ(t) = E. . centrada na origem. 0. Porém isso não garante que o campo Da teoria sabemos que se o domínio de F for simplesmente conexo e se o Rotacional for nulo ENTÃO o campo é conservativo. z). −π √ γ ′ (t) = − 2 sent .0 · − 2 2 2 √ √ 2 2 2 sen t + cos2 t dt 2 2 √ 2 dt 2 − sent .z 2 + 2y x + 2y 2 antes de responder). R3 − {(0. pode-se dizer que o campo não é conservativo. 0 . F é nulo. obtemos: 2 cos t . Apesar do rotacional ser nulo (calcule) não podemos armar que o campo é ou não conservativo. por exemplo. √ sent. 0. z) = em x2 x −y . 0. (1 ponto) O campo F (x. y.

z) = (y. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. x2 . (1. (1. veja os exerc´ ıcios resolvidos e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3. y. z) = z. Bons estudos! Profa. a a Os Trabalhos s˜o individuais.N dS onde F (x. y. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. Quest˜o 2. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. y 2 ) e S ´ parte do parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. u Leia a teoria.5 ponto) Calcule a S e F .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 7 .MAT 2455 .k < 0 .5 ponto) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N . As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 10 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local).

Instituto de Matem´tica e Estat´ a ıstica da USP MAT2455 . Assim: √ √ X(u.1o.5 pontos) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. ca e ´ conveniente utilizar a seguinte parametriza¸˜o: E ca  √  x = √ 1 + v 2 cos u y = 1 + v 2 sen u  z=v onde 0 ≤ u ≤ 2π e 1 ≤ v ≤ 3. √ sen u.C´lculo Diferencial e Integral III para Engenharia a Trabalho 7 . Semestre de 2010 Quest˜o 1. 1 + v 2 cos u. a A proje¸˜o de x2 + y 2 = z 2 + 1 para 1 ≤ z ≤ 3 no plano xy ´ um anel. z) = z . v) √ √ Xu = (− 1 + v 2 sen u. pois 2 ≤ x2 + y 2 ≤ 4. v) Xv = ( √ 1 + v2 1 + v2 √ ||Xu × Xv || = 1 + 2v 2 D = {(u. 1 + v 2 sen u. y. 1 ≤ v ≤ 3} Dessa forma o c´lculo da massa fica dado por: a O dom´ ınio de integra¸˜o fica: ca 1 . v)|0 ≤ u ≤ 2π. 0) v v cos u. v) = ( 1 + v 2 cos u. deve-se encontrar uma parametriza¸˜o da superf´ cuja massa a ca ıcie ser´ calculada. (1. Solu¸˜o: ca A massa da superf´ em quest˜o ´ dada por: ıcie a e M= δ dS Para o c´lculo da massa.

2π 3 1 M = 0 2π 3 1 3 1 δ(X(u. v.5 pontos) Calcule a parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y. 1. Solu¸˜o: ca Parametrizando a superf´ ıcie:   x=u y=v  z = 1 − u2 − v 2 Xu = (1. 2v. −2u) Xv = (0. y. y 2 ) e S ´ parte do e Quest˜o 2. 1 + 2v 2 dv du = 0 = 2π √ v. −2v) Xu × Xv = (2u. v) = (u. z) = (y.(19 19 − 3 3) = 3 F . 0. 1 − u2 − v 2 ) 2 . (1. 1) X(u. O c´lculo da integral fica c a a M = π 19 1 w 2 dw 2 3 π 3 19 w2 = 3 3 √ √ π . 1 + 2v 2 Faz-se a mudan¸a de vari´vel w = 1 + 2v 2 . v)) · ||Xu × Xv || dv du √ v.N dS onde F (x. x2 . orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N . dt = 4vdv e 3 ≤ w ≤ 19.k < 0.

´ poss´ notar que (Xu × Xv ).N dS = −7π 4 3 . 1). cos2 θ+r3 . u2 .r3 . 0 ≤ θ ≤ 2π} Substituindo na integral de superficie. 1) du dv 2uv + 2u2 v + v 2 du dv = Duv E o dom´ ınio de integra¸˜o fica dado por: ca Faz-se a seguinte mudan¸a de coordenadas: c   x = r.r4 .r2 . 2v.sen θ + 1  J =r D = {(r.sen 2 θ+2r2 sen θ+r dr dθ 2π sen 2θ 2 cos θ 1 cos2 θsen θ cos2 θ sen 2 θ 2. cos θ y = r.N dS = Duv (v. θ)|0 ≤ r ≤ 1. vem: 2uv + 2u2 v + v 2 du dv Duv 2π 1 = 0 0 2r3 cos θ. cos2 θsen θ+2. Como Xu × Xv = (2u. Com isso: = F . cos θ+2.O c´lculo da integral ´ dado por: a e F .sen θ 1 + + + + + + dθ 4 3 5 2 4 3 2 0 π π 7π = + +π = 2 4 4 e Deve-se ainda verificar o sentido do vetor normal utilizado.sen θ+2.k > 0. que ´ contr´ria ` orienta¸˜o dada no exerc´ ıvel e a a ca ıcio. 2v. v 2 ) · (2u.

C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 .MAT 2455 . Bons estudos! Profa. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 8 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. u Antes de iniciar o Trabalho 8. leia atentamente a teoria. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Cristina . veja os exerc´ ıcios resolvidos (do material e de provas antigas) e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 21 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou na sala 109A do IME das 15hs a a e as 17hs. a a Os Trabalhos s˜o individuais.

ex + sen(z) .N dS onde F (x.MAT 2455 . y. (preste aten¸˜o no e o enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ıcie a e . (2 pontos) Calcule a S No USP: F .1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. cos(x2 + y 2 )) ca e S ´ parte do parabol´ide z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 . z) = (x + arctan(z 2 ) .

y. 2 .dr onde + (ln(1 + x4 ) . x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 e a curva γ ´ a intersec¸˜o do cilindro x2 + y 2 = 4 e a superf´ z = y 2 + 1 orientada de modo e ca ıcie que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido anti-hor´rio. y) 6 F (x. (2 pontos) Calcule a γ No USP: F . ca e a .Nome: Quest˜o 2. z) = −y x z6 . ey .

y.N dS onde F (x. é σ1 (x. cos (x2 + y 2 )) e S é a parte do parabolóide orientação de S. 1) Assim: F .z = 0 ≤ θ ≤ 2π √ 2 2π 0≤ρ≤ √ √ 2 2 F .N dS1 : Temos que: F (σ1 ) = (x + arctan(1) . z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. z) = (x + arctan(z 2 ) .N dx dy = D cos(x2 + y 2 ) dx dy Faz-se a mudança para coordenadas polares: E o domínio de integração em coordenadas polares ca:   x = ρ · cos θ y = ρ · sen θ  |Jac(ρ. (x. 1) Cálculo de S1 F . com normal externa. ex + sen 1 . cos (x2 + y 2 )) =⇒ F (σ1 ). z) = (x .N dS1 = S1 0 0 cos(ρ ) · ρ dθ dρ = 2π 0 2 cos(ρ2 ) · ρ dρ . (2 pontos) Calcule S F .N dS + S S1 F . Pelo teorema de Gauss.1o. 0. 1).θ. z) dx dy dz. y.N dS1 = R div F (x. Semestre de 2010 Questão 1. y) ∈ R2 / x2 + y 2 ≤ 2 k : N1 = (0.N dS1 = S1 D F (σ1 ). 0. temos F . y .k < 0 como Solução: A superfície não é fechada e então não é bordo de um sólido.N = cos(x2 + y 2 ) N = (0. onde Seja R a região interna a S1 . ex + sen (z) . y. θ)| = ρ e Dρ. 1). y) ∈ D A normal desta superfície é o vetor D = (x. que S e S1 . OBS: Adotando N . Escolhemos uma superfície o disco no plano Temos que z=1 limitado pelo parabolóide S1 pode ser descrita por: z = x2 + y 2 − 1.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 8 .MAT2455 .

Fazendo a mudança de variáveis: ρ2 = u ρ · dρ = 2 1 2 · du =⇒ ρ = √⇒ u = 0 0 ρ= 2⇒u=2 u=2 F . y. z) dx dy dz − S1 F . y. −1 ≤ z ≤ 1 1 √ z+1 2π e 0≤ρ≤ √ z+1 div F (x. z)| = ρ E o domínio de integração em coordenadas cilíndricas ca: Rρ.θ.z = 0 ≤ θ ≤ 2π . então: div F (x.N dS1 = π(2 − sen 2) . y. z) dx dy dz R : = 1. z) dx dy dz = R −1 0 0 √ z+1 1 1 · ρ dθ dρ dz 1 = −1 0 1 2π · ρ dρ dz = 2π −1 1 2 ·ρ 2 z=1 √ ρ= z+1 dz ρ=0 = π −1 (z + 1) dz = π 1 2 ·z +z 2 = 2π z=−1 = π 1 1 + 1 − − (−1) 2 2 Logo temos que: F . θ.N dS = S R div F (x.N dS1 = 2π S1 0 1 · cos u 2 du = π (sen u) u=0 = π · sen (2) 2) Cálculo de Sabemos que divF div F (x. y. z) dx dy dz 1 dx dy dz R R Faz-se a mudança para coordenadas cilíndricas:   x = ρ · cos θ   y = ρ · sen θ  z=z   |Jac(ρ.

Questão 2. (2 pontos) Calcule
F (x, y, z) =
e a curva

F .dr
γ

onde

−y x z6 , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 x2 + y 2 = 4

+ (ln(1 + x4 ) , ey , y) z = y2 + 1
orientada de modo que a

6

γ

é a intersecção do cilindro

e a superfície

projeção no plano

0xy

é percorrida no sentido anti-horário.

Solução: (esboço)

Vamos estudar separadamente os campos

F1 (x, y, z) =

x z6 −y , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2
6

F2 (x, y, z) = (ln(1 + x4 ) , ey , y)
Para calcular a integral usa-se o teorema de Stokes.

x2 + y 2 = 1 com 0 ≤ z ≤ y 2 + 1. Esta superfície está contida no domínio desse campo que é R3 − {(0, 0, z)}. O bordo de S é composto por duas curvas: γ e α, onde α é a circunferência x2 + y 2 = 4 no plano z = 0, orientada no sentido anti-horário. Para o campo F1 temos
Tome

S

a superfície do cilindro

F1 .dr +
α −γ

F1 .dr =
S

Rot(F1 ).N dS

onde a normal aponta para fora do cilindro. Teremos

F1 .dr =
γ α

F1 .dr = 2π

(deve-se calcular a última integral) No caso do campo cilindro x2

F2

pode-se escolher a superfície

S1

que é parte da

z = y2 + 1

limitada pelo

+

y2

=

4, pois ela está contida do domínio do campo que é o R3 . Então F2 .dr =
γ S1

Rot(F2 ).N dS

onde a normal aponta para cima". Uma parametrização de

S1

é

x = u, y = v, z = v 2 + 1

onde

(u, v) ∈ D = {(u, v) : u2 + v 2 ≤ 4.

Daí

Rot(F2 ).N dS =
S1 D

(1, 0, 0).(0, −2v, 1)dudv = 0

Portanto

F .dr =
γ γ

F1 .dr = 2π

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T e vale 4,5 pontos. Veja no e For´m de Not´ u ıcias como a m´dia T ser´ calculada. e a As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 30 de junho e ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 9 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u Os Trabalhos s˜o individuais. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Profa. Cristina

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. (2,5 pontos) Calcule a
S

No USP:

x dy ∧ dz + z 2 ln(z 8 + 1) dz ∧ dx + z dx ∧ dy onde S ´ parte e

da superf´ z = 1 − y 2 limitada pelos planos x = 3, x = 0 e z = 0, orientada com N .k ≥ 0. ıcie (preste aten¸˜o no enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ca ıcie a e

Nome: 3 No USP: 1dx + xdy + ez dz sendo γ a intersec¸˜o de z = x2 + 4y 2 ca x2 + y 2 γ e z = 4 − 4x2 − y 2 . a . orientada de modo que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido ca e Quest˜o 2. (2 pontos) Calcule a anti-hor´rio.

± È/*(%5$   VHQ [ )yUPXOD %LQRPLDO [  \. ± 75..$  .GHQWLGDGHV )XQGDPHQWDLV    FRWJ [ WJ[  VHF [ FRV [  FRVVHF [  WJ [ VHQ [ FRV [ ..*2120(75.

Q Q˜ Q .

˜ Q   .

 [Q  Q  [Q ±  \  Q˜ Q .

 ˜ [ Q ˜ \    FRWJ [    VHQ[  FRV[   WJ[ VHF[  FRWJ[ FRVVHF[ )yUPXODV GH 5HGXomR  VHQ S  r [.

FRV [ FRV S  r [.

# VHQ [ WJ S  r [.

# FRWJ [  VHQ S r [.

# VHQ [ FRV S r [.

 FRV [ WJ S r [.

r WJ [  VHQ  S r [.

r VHQ [ FRV  S r [.

FRV [ WJ  S r [.

r WJ [ )XQomR GD 6RPD H 'LIHUHQoD GH  ÆQJXORV  VHQ [ r \.

VHQ [  FRV \ r VHQ \  FRV [  FRV [ r \.

FRV [  FRV \ # VHQ [  VHQ \  WJ [ r \.

FRV [ VHQ [ ˜ [ Q  ˜ \     Q ˜ [\ Q   \ Q  RQGH Q p XP Qž SRVLWLYR H Q Q IDWRULDO.

p Q Q  Q ± .

 Q ± .

      3URGXWRV (VSHFLDLV  [  \.

 [  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  \  [  \.

 [  [\  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  [\ ± \  [ ± \ [ ± \.

[  \.

 [ ± \ [ ± \.

[  [\  \.

 [  \ [  \.

[ ± [\  \.

  D[  E[  F D [  [ .

 [  [ .

 (TXDomR GR ž *UDX $V UDt]HV GD HTXDomR GR ž JUDX D[  E[  F VmR GHWHUPLQDGDV SRU [  E r E    DF D  RQGH ' E   DF WJ[ r WJ\  # WJ[WJ\ [ \ [ \   FRV  [ \ [ \   FRV   VHQ  [ \ [ \   FRV   FRV  [ \ [ \ VHQ   VHQ   )yUPXODV GH )DWRUDomR  VHQ [  VHQ \  VHQ [ ± VHQ \  FRV [  FRV \  FRV [ ± FRV \    VHQ 6H 6H 6H '   o UDt]HV LPDJLQiULDV '  o UDt]HV LJXDLV ' !  o UDt]HV UHDLV H GLIHUHQWHV 6H [ H [ VmR UDt]HV HQWmR [[  E H [[ D $EVFLVVD GR YpUWLFH GD SDUiEROD [ Y .

 [  [  F D E D RX [ Y .

3URSULHGDGHV GD 3RWHQFLDomR H 5DGLFLDomR  DSDT  DS.

T  D ± S   Q WJ[ r WJ \  ˜ VHQ [ r \ .

FRV [ FRV \ DS  T DS  T  DS  DS DT DS ± T  D  D z   D  E.

S DS  ES  Q D E Q S Q Q Q  5HODomR HQWUH DV IXQo}HV GH [ H [  VHQ [   VHQ [  FRV [  FRV [ FRV[ ± VHQ[ FRV[ ±   ± VHQ[  VHQ[ ò   ± FRV [.

 FRV[ ò    FRV [.

 WJ [ DP D Q E DPQ Q Q D E Q S Q S Q DE   D D WJ[   WJ  [   D.

Q P DP DP D P S  ([SUHVV}HV SDUD TXDOTXHU 7ULkQJXOR  /HL GR FRVVHQR D E  F ± EFFRV Æ D E F  /HL GR VHQR VHQ $ VHQ % VHQ &  ÈUHD ò EF  VHQ Æ  S  /RJDUtWPR 6H 1 D[ RQGH D p XP Q~PHUR SRVLWLYR GLIHUHQWH GH  HQWmR [ ORJD1 p FKDPDGR ORJDUtWPR GH 1 QD EDVH D RQGH 1 !  3URSULHGDGHV GRV /RJDUtWPRV  ORJD01 ORJD0  ORJD1  ORJD 0 ORJD0 ± ORJD1  ORJDD   ORJD1Q Q  ORJD1  ORJD  ± ORJD1  ORJD   ORJED  ORJE1 1 1 5DG *UDX 6HQ &RV 7J &RWJ 6HF &RVHF  R    S  S  S  S R    S  R   R     R     R   R            f  f   Q f      f  ORJ D 1  ORJ D E  Q ˜ ORJ D 1 ORJ D 1 ORJ D E       f  f  ORJD1  ORJED 1 f  f  ORJDD1 1  ORJDD  OQ H1 HOQ 1 1 2UJDQL]DGR SRU 3URIž 0DULD +HOHQD 6 .DYLHU H 6DUD 5HJLQD GH 2OLYHLUD %LEOLRJUDILD &iOFXOR $QWRQ %R\FH /HLWKROG 6WHZDUW 6ZRNRZVNL  .

a and b are constants.Table of Derivatives Throughout this table. independent of x. F (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) f (x)g(x) f (x)g(x)h(x) f (x) g(x) 1 g(x) F ′ (x) = af ′ (x) + bg (x) f ′ (x) + g ′ (x) f ′ (x) − g ′ (x) af ′ (x) f ′ (x)g(x) + f (x)g ′ (x) f ′ (x)g(x)h(x) + f (x)g ′ (x)h(x) + f (x)g(x)h′ (x) f ′ (x)g(x)−f (x)g ′ (x) g(x)2 g ′ (x) − g(x)2 dF dx ′ f g(x) 1 a xa g(x)a sin x sin g(x) cos x cos g(x) tan x csc x sec x cot x ex eg(x) ax ln x ln g(x) loga x arcsin x arcsin g(x) arccos x arctan x arctan g(x) arccsc x arcsec x arccot x f ′ g(x) g ′ (x) 0 0 axa−1 ag(x)a−1 g ′ (x) cos x g (x) cos g(x) − sin x ′ −g (x) sin g(x) sec2 x − csc x cot x sec x tan x − csc2 x ′ ex g ′ (x)eg(x) (ln a) ax 1 x g (x) g(x) 1 x ln a √ 1 1−x2 g ′ (x) ′ 1−g(x)2 1 − √1−x2 1 1+x2 g ′ (x) 1+g(x)2 1 − x√1−x2 √1 x 1−x2 1 − 1+x2 √ .

f (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) u(x)v ′ (x) f y(x) y ′ (x) 1 a xa g(x) g (x) sin x g (x) sin g(x) cos x tan x csc x sec x cot x sec2 x csc2 x sec x tan x csc x cot x ′ 1 x a ′ xa+1 a+1 F (x) = a f (x) dx f (x) dx + b g(x) dx + C f (x) dx + g(x) dx + C f (x) dx − g(x) dx + C a f (x) dx + C u′ (x)v(x) dx + C f (y) dy x+C ax + C + C if a = −1 ln |x| + C F y(x) where F (y) = u(x)v(x) − g(x)a+1 a+1 + C if a = −1 ex eg(x) g ′ (x) eax ax ln x √ √ 1 1−x2 g ′ (x) − cos x + C − cos g(x) + C sin x + C ln | sec x| + C ln | csc x − cot x| + C ln | sec x + tan x| + C ln | sin x| + C tan x + C − cot x + C sec x + C − csc x + C ex + C eg(x) + C 1 ax +C a e 1 x a +C ln a x ln x − x + C arcsin x + C arcsin g(x) + C arcsin x + C a arctan x + C arctan g(x) + C 1 a 1−g(x)2 √ 1 a2 −x2 1 1+x2 ′ g (x) 1+g(x)2 1 a2 +x2 √1 x 1−x2 arctan x + C a arcsec x + C . independent of x and C is an arbitrary constant.Table of Indefinite Integrals Throughout this table. a and b are given constants.

7182818284. y y = 2x lim a = 0. is similar. lim ax = 0 if a > 1 x→−∞ x x→∞ 8) The graph of 2 is given below. a0 = 1 2) ex+y = ex ey . x→∞ x→−∞ 1 eax dx = a eax + C if a = 0 7) lim ex = ∞. lim ax = ∞ if 0 < a < 1 6 4 2 1 −3 −2 −1 1 2 x 3 . 1) e0 = 1.Properties of Exponentials In the following. x and y are arbitrary real numbers. = axy = g ′ (x)eg(x) . to ten decimal places. a and b are arbitrary constants that are strictly bigger than zero and e is 2. 1 ax a−x = y = exy . for any a > 1. The graph of ax . d ax dx d g(x) e dx = (ln a) ax ex dx = ex + C. ax+y = ax ay 3) e−x = 4) ex 5) 6) y d x e dx 1 ex . ax = ex . lim ex = 0 x→∞ x→−∞ x lim ax = ∞.

loga (xy) = loga x + loga y 4) ln ln d dx x y 1 y ln x ln a loga x = = ln x − ln y.5 2 3 4 . loga = − ln y. for any a > 1. = − loga y. x and y are arbitrary real numbers that are strictly bigger than 0.5 y 1. loga 1 = 0 ln e = 1. g ′ (x) d g(x) .7182818284.0 −1. lim ln x = −∞ x→∞ lim loga x = ∞. The graph of loga x.5 −1. 1. a is an arbitrary constant that is strictly bigger than one and e is 2. 1) eln x = x. to ten decimal places. ln ex = x ln 1 = 0. 2) loga ax = x. is similar. loga a = 1 3) ln(xy) = ln x + ln y. aloga x = x.Properties of Logarithms In the following. lim loga x = −∞ x→0 9) The graph of ln x is given below. dx ln(g(x)) = loga x = 1 x ln a 1 dx x x→∞ = ln |x| + C. loga d dx 1 y x y = loga x − loga y 5) ln(xy ) = y ln x. loga (xy ) = y loga x 6) 7) 1 ln x = x .5 x 1 −0. loge x = ln x.0 y = ln x 0. x→0 ln x dx = x ln x − x + C 8) lim ln x = ∞.

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