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352) &5,67,1$ &(55,

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,QWHJUDLV GH 6XSHUItFLHV  7HRUHPD GH *DXVV H 6WRNHV 6XSHUItFLHV 3DUDPHWUL]DGDV ÈUHD GH XPD 6XSHUItFLH ([HPSORV GH &DOFXOR GH $UHD GH 6XSHUItFLHV SDUDPHWUL]DGDV ,QWHJUDLV GH 6XSHUItFLHV GH &DPSR (VFDODU 6XSHUItFLHV 2ULHQWiYHLV ,QWHJUDLV GH 6XSHUItFLH GH &DPSRV 9HWRULDLV 7HRUHPD GH *DXVV 7HRUHPD GH *DXVV ± H[HUFtFLRV 2 7HRUHPD GH 6WRNHV 2ULHQWDomR GR %RUGR ([HUFLFLRV UHVROYLGRV 7UDEDOKRV H *DEDULWRV 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7UDEDOKR  JDE 7UDEDOKR  7DEHODV 7ULJRQRPHWULD ,QWHJUDLV 'HULYDV H )yUPXODV %iVLFDV 

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1RWDV GR HGLWRU (VWD DSRVWLOD WUDWDVH GH XPD PRGHVWD FRPSLODomR GH FHUFD GH  SHTXHQRV DUWLJRV IRUQHFLGRV j WXUPD ZHE &HUFD GH  SiJLQDV GHVWDV  DSUHVHQWDUDP SUREOHPDV SDUD YLVXDOL]DomR TXH QmR FRQVHJXLUDP VHU FRUULJLGDV 8VH R OLQN QR URGDSp GD SiJLQD SDUD XPD YLVXDOL]DomR DGHTXDGD (VWH PDWHULDO p YDOLRVR SRLV HVWD GLVFLSOLQD Gi rQIDVH D SDUWHV HVSHFtILFDV GRV FRQWH~GRV GDV UHIHUrQFLDV ELEOLRJUiILFDV DOpP GH VHU D MXQomR GH IUDJPHQWRV GH GLYHUVRV OLYURV R TXH WRUQD GLItFLO VHX URWHLUR GH HVWXGR 7DOYH] GDt R DOWR tQGLFH GH UHSURYDomR GD GLVFLSOLQD 3HOR IDWR GHOD VHU UHGLJLGD GLUHWDPHQWH SHOD 3URI 5HVSRQViYHO GR FXUVR HOD VH FRQILJXUD FRPR R PDWHULDO PDLV SUy[LPR DR H[LJLGR QDV SURYDV 0DLV LQFOXVLYH TXH RV SUySULRV OLYURV LQGLFDGRV QD UHIHUrQFLD GR FXUVR -DYDOHH DOXQR GH (QJ GH $XWRPDomR H &RQWUROH  .

1979.standrews.tcd. KAPLAN. "Cálculo Integral Avançado". Pioneira-Thomson Learning. 1974 Sites na Internet: The MacTutor History of Mathematics archive (http://www-groups. SIMMONS.exeter. Gacetilla Matemática (http://www. Vol.html).br/pluginfile. Differential and integral calculus.S. CORANT.C. Mudanças de variáveis em integrais (polares. Visual Calculus (http://archives. [G] H. s.utk. I. S. Howard W. Tradução: Seiji Hariki. Hellmeister e R. Translation E. Salvitti. Aplicações. Introdução ao Cálculo.calculus) The Calculus Page (http://www. Software Gráfico Winplot http://math. 1994.O. História da matemática.es/~mcj ). 3. George F. São Paulo: Harbra. Livros Técnicos e Científicos. 1987. Tradução: Elza Gomide.mat. Edusp. Differential and integral calculus. 2001. Campinas: Editora da Unicamp. Cálculo.cl/histmat/html/indice. Cálculo. Tradução: Hygino H. Richard. N. Paulo.sosmath. Ed.Teorema de Green. 2002. mathematics . vol 1. George B. THOMAS.Thomas (http://cwx. PISKUNOV. Carl B.html). Domingues. 1996.usp.19/04/12 Ementa Conteúdo e Bibliografia Objetivos da Disciplina: Estudar integrais de funções de duas e três variáveis. Cálculo com Geometria Analítica. Stewart. Conteúdo: Integrais duplas e triplas.Volume 1. "Cáculo Avançado". Ed. SWOKOWSKI. Historia de Matemáticos Famosos (http://www.prenhall. 1945. BOYER.arrakis. Tom M. 2002.html Outros textos: APOSTOL. Integrais de superfícies. 5a edição.edu/visual.. V..org). Guidorizzi. Ed. V. Bibliografia: [S] J.d. São Paulo. cilindricas e esféricas). BOYER.math.uk/~history) .calculus.php?file=%2F4788%2Fmod_resource%2F… 1/1 .dcs. Cálculo . New York: Nordeman Publishing Company.ac. Rio de Janeiro. Cálculo .ime. São Paulo: Pearson Education do Brasil.com/bookbind/pubbooks/thomas_br/medialib/indexb. Cálculo com geometria analítica. Tradução Alfredo Alves de Faria. 1995. A.Calculus (http://www.html) History of Mathematics at the School of Mathematics (http://www. São Paulo: Makron Books. Edgard Blücher Ltda. Bouchara. Tradução: Cyro de Carvalho Patarra. Earl W. "Calculo". W. J. BOULOS. 1974. Textos sobre história da Matemática: EVES.maths. 1972.usach. Carrara. Moscou: Éditions de la Paix.com/calculus/calculus. Integrais de linha . Introdução à história da matemática. Rio de Janeiro: Editora Reverté. Carl B. "Um Curso de Cálculo".ie/pub/HistMath/People/RBallHist.edu/rparris/winplot. São Paulo: Edgard Blücher Ltda. aplicações e interpretações na física e em outras áreas. 1996. São Paulo: McGraw-Hill. Inc. (vários volumes) São Paulo: Edgard Blücher Ltda. Tradução: Paulo Boschcov. 1994.Teoremas de Gauss e Stokes. Cálculo com Geometria Analítica. Louis.html) mac2166. [BCHS] J. LEITHOLD. McShane. São Paulo: Atual.

essa experiência vem sendo analisada e aprimorada.usp. É importante que você se organize e tenha disciplina para estudar sozinho e com frequência.php?file=%2F5537%2Fmod_resource%2F… 1/1 . Uma das experiências pioneiras no ensino "não presencial" ou "a distância" na USP foi o oferecimento de turmas de MAT 2455 para alunos dependentes dessa disciplina da POLI. O(a) aluno(a) matriculado(a) nestas turmas tem a oportunidade de estudar o conteúdo destas disciplinas de forma autônoma. Num curso desse tipo o aluno desempenha um papel ativo e sua participação é fundamental.br/pluginfile. trabalhos. mas esta iniciativa só poderá ter êxito com seu envolvimento e participação. Estarão também disponíveis Fóruns para discussão de temas relacionados a disciplina. com textos e atividades feitas especialmente para a turma. como dúvidas da matéria ou de exercícios. listas de exercícios. dentro do seu ritmo e da sua disponibilidade. Nesse semestre utilizaremos o ambiente Moodle. Estamos empenhados em fazer o melhor. Na área da disciplina haverá textos com resumos dos diversos conteúdos tratados em Cálculo III. Para maiores detalhes veja os Critério de Avaliação. provas e de sua participação nas atividades propostas. Desde o primeiro oferecimento. Lembre-se que seu aproveitamento será avaliado periodicamente no decorrer do semestre. Um bom semestre a todos! Profa Cristina Cerri Ramal : 6278 e-mail: cerri@ime. através de tarefas programadas. Afinal "a aula" só acontece se o aluno tomar a decisão de entrar no site e participar.19/04/12 Informações Gerais 1 MAT 2455 Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Turma Especial Ministrada à Distância pela WEB 1o semestre 2010 Caro(a) aluno(a). Somente para estes alunos estão à disposição ferramentas para comunicação (Forum e Chat) que propiciam um atendimento mais personalizado e frequente (mesmo a distância). Monitores darão atendimento diariamente na sala de monitoria do Biênio. Para que seu aproveitamento seja bom você deve completementar os estudos lendo os livros indicados na Bibliografia. acessar o site regularmente e fazer as tarefas pedidas. É importante que você saiba que nesta modalidade de oferecimento "a distância" não há pouco trabalho. no 2o semestre de 2000. Temos certeza que você vai levar a sério esta proposta e colaborar para tudo dar certo. são disponibilizadas atividades periódicas para que cada aluno possa estudar e se preparar melhor para as avaliações.br mac2166. gabaritos etc.usp. Mas atenção: os textos são apenas um resumo e um roteiro de estudo.ime. Além disso.

Atenção: o aluno que só fizer as provas tradicionais terá K = 0 e assim estará automaticamente reprovado. Cada atividade realizada pelo aluno conta participação e não vale nota.br/pluginfile. Este é um ponto fundamental e o diferencial desta proposta. tendo em vista a participação do aluno.Cristina Cerri Coordenador da disciplina: Prof. ou seja. Será atribuído K = 1 para o aluno que fizer 70% das atividades propostas (Atividades e Trabalhos). K é o fator de participação que varia de 0 a 1. Os trabalhos devem ser redigidos e entregues até a data limite estabelecida conforme cronograma. Essas atividades terão prazos pré-estabelecidos conforme cronograma. Cada uma dessas Atividade deverá ser feita on-line. Ao longo do semestre serão propostas várias atividades dentro do ambiente Moodle. i = 1.19/04/12 Criterio de Avaliacao Critério de Avaliação A média final dos alunos desta Turma 13 .ime.3. Datas das Provas: todas às 13h10 P1: 06 de abril P2: 18 de maio P3: 22 de junho PSUB: 29 de junho . Sendo S é a soma das notas dos trabalhos então T será igual a S/3.php?file=%2F5557%2Fmod_resource%2F… 1/1 .Web será calculada da seguinte forma: MF = K (P1 + P2 + P3 + T)/4 sendo que Pi são as notas das provas. a quantidade de atividades realizadas. Luiz Augusto Fernandez de Oliveira mac2166. T é a média das nota dos trabalhos realizados durante o semestre que tiveram uma nota atribuída. que teve o apoio total das Comissões de Graduação da POLI e do IME.SEMI ABERTA ( a nota da PSUB entra obrigatoriamente no lugar da menor das Pi) Professora responsável pela Turma-Web: Profa. O fator K também fornecerá a porcentagem de frequência que será atribuída a cada aluno no final do semestre.usp. Serão propostos 9 trabalhos durante o semestre que somarão no máximo 30 pontos.2.

As idéias básicas do Cálculo Integral estavam lá presentes.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-1-intdupla-intro.C. mas ainda de forma incompleta. Esse processo era também usado para calcular área de outras regiões. métodos para o cálculo de integrais duplas. temos fórmulas que permitem calcular seus volumes. foi possível criar métodos sistemáticos para o tratamento de áreas e volumes. Com as mesmas idéias do cálculo de áreas os matemáticos gregos também tratavam do volume de sólidos. Na época problemas de Física como o da propagação do calor motivaram o desenvolvimento de teorias matemáticas. Leia o texto Integrais Duplas definição istina Cerri -2010 www. Nos textos trataremos.20/04/12 Integrais Duplas . Há mais de dois milênios atrás esses matemáticos calculavam áreas e volumes de figuras geométricas por procedimentos como os do Cálculo Integral. esferas. aumentando-se o número de lados obtém-se aproximações cada vez melhores. como pirâmides. primeiramente. E. massa etc. cilindros. Além disso. Somente muito mais tarde. tanto que até hoje as somas usadas para definir a integral são chamadas de Somas de Riemann. no século XVII. Lembremos que para funções de uma variável a integral é definida como o limite de somas: A idéia básica da integral. como Arquimedes (287-212 a. Obtém-se então a área do círculo por um processo de limite das áreas dos polígonos. esse método funcionava para particulares regiões e uma generalização só poderia ser possível com uma nova formulação do problema. de definir a integral dupla de funções de duas variáveis. para se obter a área de um círculo inscreve-se nele polígonos regulares cuja área é facilmente calculável.ime.htm 2/2 . é claro. pois os matemáticos gregos descreviam tudo geometricamente e não por meio de fórmulas numéricas como fazemos hoje. Mas por que valem tais fórmulas? Matemáticos gregos. respectivamente.usp. E tais integrais estão associadas a cálculos de volume. Usava-se o processo de "exaustão". Contudo essas idéias ficaram escondidas ou perdidas. Veremos a seguir propriedades e resultados básicos. como a região interior a um arco de parábola. o matemático francês Augustin-Louis Cauchy definiu integral em termos de somas.Introdução Como calcular o volume de sólidos? Para certos sólidos. pode ser estendida para funções definidas em regiões do plano e do espaço: surgem assim as integrais duplas e triplas. Por volta de 1820. com uma simblogia mais desenvolvida e com o surgimento da moderna notação da Geometria Analítica. bem como a própria integral leva seu nome.) dedicaram muita atenção a problemas relacionados com o cálculo de áreas e volumes. Por exemplo.uma introdução Integrais Duplas . como limite de somas. utilizando como motivação o cálculo de volume. Por volta de 1854 o matemático alemão Bernhard Riemann fez um estudo aprofundado da integral e contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento da teoria.

Já temos exemplos de funções não integráveis. logo não é integrável. Exercício: Obtenha um outro exemplo de função não integrável usando o resultado anterior.ime.y) em R .1. isto é.usp.1]x[0. Vale que TEOREMA. Ótimo! Mas que funções são integráveis? Será sempre necessário encontrar a integral dupla de uma função usando a definição e tendo que calcular aquele limite. Dessa forma Portanto o limite dessa somas dependerá da escolha de (x i . retângulo.yi) de forma ambos x i e yi não são racionais.y) = 1 se x e y são racionais e 0 caso contrário. Portanto f não é integrável. para todo (x.2010 www. Outro exemplo: O resultado acima é útil no seguinte sentido: se uma função de duas variáveis não é limitada em R então ela não é integrável em R. Se f é uma função integrável em R . Escolha primeramente (x i . Mas você viu que existem funções de uma váriável que não são integráveis. PROPOSIÇÃO. Com duas váriáveis isto também ocorre. Afinal pode parecer que se f é positiva então sempre se pode calcular o volume do sólido que se forma abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0. existe M > 0 tal que |f(x. que não é difícil.1] (quadrado de lado 1) da seguinte forma: f(x. mas como se calcula a integral dupla de uma função? Para isso vamos ver as Integrais Iteradas. Agora enunciaremos um resultado útil. as funções "bem comportadas" são integráveis. Muito bem.yi) tal que se x i e yi são racionais.2 de [BCHS] ).20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Funções integráveis e não-integráveis Alguns Resultados e Exemplos Que funções são integráveis? Existem funções não-integráveis? Da maneira como foi dada a definição pode-se pensar que sempre existe a integral dupla de uma função. Tome uma partição qualquer de R e em cada Ri . Como para funções de uma variável. Toda função contínua definida em um retângulo R é integrável em R.1] (prove isso!).yi) . Assim um cálculo simples mostra que Entretanto podemos escolher (x i .(veja a demonstração. em Teorema III. então f é limitada em R. a função não é limitada em [0.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-3-intdupla-integraveis.htm 2/2 .y)| < M.1]x[0. Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R = [0. Por exemplo. Cristina Cerri .

y) = x (1-y4) e R = [0. isto é. O gráfico de f está representado na figura abaixo. Um princípio bem natural baseado nessa idéia e que estabelece um fato útil sobre volumes foi estabelecido pelo matemático italiano Bonaventura Cavalieri (1598-1647).Como calcular? Integrais Duplas . Como cada fatia tem a mesma área.y) em R.1] . O gráfico desta função é um subconjunto do R3 . A idéia de "fatiar" um sólido para obter seu volume.y) em R. Vamos usar essa idéia de fatiar para chegar num resultado que permita calcular volume de certos sólidos.Como calcular? Cálculos de áreas e volumes de regiões são problemas antigos.2]x[0. "somamos" as áreas e temos o volume.b]x[c. fatiando um paralelepípedo ele pode ser visto como "uma pilha de retângulos".usp. Nosso objetivo é o de calcular o volume de S .y) é positiva e contínua para (x.ime. basea-se na sua teoria de que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais. no século XVII.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro. Poderiamos pensar em calcular o volume de S (sólido delimitado pelo gráfico de f) “fatiando” o sólido com planos paralelos ao plano yz. Por exemplo. A idéia de fazer aproximações por regiões com áreas e volumes conhecidos já era utilizada pelos gregos. um cilindro pode ser visto como um "monte de discos empilhados". Outra forma de tentar calcular volume de sólidos usa a idéia de "fatiar" o sólido.htm 2/4 . Considere o sólido limitado pelo gráfico de f e o plano xy com (x.d] e suponha que f(x.20/04/12 Integrais Duplas . chamados "indivisiveis". Tal argumento pode ser aplicado aos prismas também. É conhecido como o Príncípio de Cavalieri. Por exemplo tome a função f(x. Considere uma função de duas variáveis f definida num retângulo fechado R=[a. Então é razoável que o volume desses sólidos sejam Area da base x Altura. www.

ime. Então www.Como calcular? Para cada x fixo entre 0 e 2 temos uma região onde a área se calcula facilmente usando integral de uma variável Vamos denotá-la por A(x).usp.20/04/12 Integrais Duplas .htm 3/4 .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.

Então uma boa definição do volume de S parece ser Poderiamos ter feito outro tipo de “fatiamento”.20/04/12 Integrais Duplas .Como calcular? Assim.usp. o volume do sólido poderia ser definido como sendo a “soma” de todos os A(x).br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro. por exemplo com planos paralelos ao plano xz. Cristina Cerri .ime. como fizemos no caso do cilindro.htm 4/4 .2010 www. Teriamos obtido o mesmo valor? Podemos usar esta idéia para qualquer tipo de função? Leia Integrais Duplas Iteradas. Somar em x é integrar.

y) positiva e definida num retângulo R=[a.htm 1/2 . A área da fatia pode ser calculada com a integral Intuitivamente o volume é a "soma" de todas as áreas. Então o volume de S deve ser Entretanto. fixando y entre c e d. Vamos aqui ver uma forma de calcular tal integral. uma função f(x. Tomemos.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada.d] e considere a região Para se calcular o volume do sólido S poderíamos pensar em “fatiá-lo” paralelamente ao plano x = 0 ou ao plano y = 0.ime. Porém é difícil obter o valor de uma integral dupla diretamente da definição.20/04/12 Integrais Iteradas Integrais Duplas Iteradas Teorema de Fubini A definição de integral dupla é consequência natural da idéia de calcular o volume de determinado tipo de sólido. poderíamos também calcular a área de cada fatia e depois o volume fazendo www. Fixe um x entre a e b e considere a intersecção do plano paralelo a x = 0 passando por x e o sólido S.b]x[c.usp. em particular.

20/04/12 Integrais Iteradas Estas integrais são chamadas de integrais iteradas e usualmente se escreve apenas ou Exemplos: Teria sido mera coincidência as duas integrais acima terem dado o mesmo valor? Não é coincidência. quase um século antes. Assim temos uma forma de cálcular integrais.b]x[c.d] então Ou seja se é integrável não importa a ordem que fazemos a integração.2) de [S] Curiosidade: O teorema acima foi provado em 1907 pelo matemático italiano Guido Fubini (18791943).br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada.2010 www. Na hora de calcular pode-se fazer de duas maneiras.htm 2/2 . lembrando que isso não significa que estamos indicando integrais iteradas.usp. Se é integrável em =[a. entretanto a versão para funções contínuas era conhecida pelo matemático francês AugustinLouis Cauchy. Cristina Cerri . e o que vale é o seguinte: Teorema de Fubini.ime. Para estudar: leia o parágrafo 2 do capítulo 15 (15. OBS: É comum denotar a integral dupla de f em R por .

trigonometría. Foi o primeiro matemático italiano que apreciou em todo seu valor os logarítimos. por exemplo. chamados "indivisiveis". óptica. Também figurou entre os primeiros que ensinaram a teoria copérrnica dos planetas. Tome uma esfera de raio R. como mostra a figura.20/04/12 Principio de Cavalieri . A idéia é comparar o volume da esfera com os volumes do cilindro e do cone. etc.usp.htm 1/2 . Com esse princípio se pode obter o volume da esfera. Considere o sólido X que é cone dentro de um cilindro de altura 2R e raio R.aplicando principio… O Princípio de Cavalieri Bonaventura Cavalieri (1598-1647) Matemático italiano nascido em Milão e falecido em Bolonha. então eles têm o mesmo volume. Mas sua obra fundamental é a "Geometría dos indivisiveis". Corte por um plano horizontal B (perpendicular ao eixo do cilindro). pela qual é considerado como um dos precursores do cálculo infinitesimal. Deste modo. Já no cilindro temos um anel. O Principio de Cavalieri nos diz que se dois corpos têm a mesma altura e os cortes por planos paralelos a suas bases são figuras com a mesma área.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.Fórmula do Volume da Esfera . o cálculo de longitudes. A base da nova teoria é que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais. Na esfera a secção plana dá um cículo. Outros trabalhos seus são o desenvolvimento dado a trigonometria esférica. áreas e volumes foi levado por Cavalieri ao cálculo da soma de infinitos indivisiveis". assim como o descobrimento das fórmulas relativas aos focos dos espelhos e de las lentes.ime. astronomia. www. Vamos calcular as áreas das secções planas. que dista h do centro da esfera. Foi discípulo de Galileo e escreveu sobre diversos temas como geometría.

org/wiki/Cavalieri%27s_principle www.com/watch?v=vtsWUjk-CtY http://pt.20/04/12 Principio de Cavalieri .ime.htm Outros sitios (mas só usar o "Google" e pesquisar) http://www.youtube.2 pi R2 (R)/3 = 4 pi R3 / 3 Portanto volume da esfera é 4 pi R3/3.members.usp. Mas Vol(X) = Volume de cilindro .htm 2/2 .org/wiki/Bonaventura_Cavalieri http://en.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.wikipedia.tripod.aplicando principio… Aplicando o Principio de Cavalieri temos que o volume da esfera é igual ao volume do sólido X. Extraído de http://www.2x Volume do cone = = pi R2 (2R) .Fórmula do Volume da Esfera .com/caraipora/cavprin.wikipedia.

Clicando no ícone ao lado você poderá ver o gráfico dessa função e de outras do tipo f(x.usp.Exemplos Como já foi visto. pois integral dupla Então Nesse caso o valor da integral dupla é o volume do sólido que está abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0 (pois f é positiva).2] (um retângulo).ime.1] x [-1.2010 www.y) = A – x 2 + B y2 . Na animação você poderá interagir: variando x e y dentro do domínio você poderá visualizar o sólido sendo formado. Veja esse exemplo Exemplo A1.Exemplos Integrais Iteradas .y) = 2 – x 2 + y2/3 e D = [-1.20/04/12 Integrais Iteradas . Então podemos calcular a de duas maneiras. o cálculo de integrais duplas pode ser feito utilizando a integração iterada. Sejam f(x. Explore! Cristina Cerri .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-2-intdupla-exemploA1.html 2/2 .

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Integrais Duplas sobre Regiões

Integrais Duplas em Regiões - definição
No texto Integrais Duplas em Retângulos definimos integrais duplas sobre retângulos. Contudo são várias as funções definidas em regiões que não são retângulos. Seja f uma função definida numa região D do plano . Se f é positiva desejamos que o volume do sólido esteja relacionado com integral dupla. Nesse texto vamos definir a integral dupla sobre regiões planas D limitadas, isto é, regiões contidas em algum retângulo R. Vamos utilizar um pequeno "truque". Como só temos a definição de integral dupla para funções definidas num retângulo, vamos estender f para um retângulo R que contém D de forma conveniente. Defina F(x,y) em R de forma que

chamada de "função característica do conjunto D". Dizemos que f é integrável em D quando F é integrável em R. E definimos a integral dupla de f em D por

Observe o desenho. Primeiramente como F é 0 fora de D região de R-D (complementar de D) a definição acima não depende do particular retângulo R. Assim sempre podemos considerar um retângulo de lados paralelos aos eixos. E perceba também que R-D não interfere no cálculo da integral. DEFINIÇÃO. Se f(x,y) é positiva e integrável em D definimos o volume do sólido como sendo

Suponha que f seja contínua em D. É razoável esperar que f seja integrável em D. Mesmo f sendo contínua em D não temos necessariamente a continuidade de F em R. Observe que as descontinuidades ocorrem no bordo (ou fronteira) de D (veja a figura acima), que denotamos por ∂D. De fato, nesse caso, o conjunto dos pontos de descontinuidade de f está contido em ∂D. A integrabilidade de f dependerá do tipo
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm 2/3

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Integrais Duplas sobre Regiões

do bordo de D: de uma forma informal, ele tem que ser "magrinho" para não interferir no cálculo da integral. Mas o que significa isso? Que tipos de conjuntos são esses? O conceito que desejamos introduzir agora é o de conteúdo nulo. Um conjunto A do plano tem conteúdo nulo se, dado ε > 0 arbitrário, existem retângulos R1 , R2 , ... Rn , de lados paralelos aos eixos coordenados, tais que e .

Não é difícil mostrar que um segmento no plano tem conteúdo nulo. Um fato importante é que PROPOSIÇÃO. O gráfico de uma função contínua definida num intervalo [a,b] tem conteúdo nulo. Esse resultado já é mais difícil de provar. Contudo em [BCHS] (capítulo 3) você encontrará a demostração para o caso de função de classe C1. Finalmente temos um resultado esperado: TEOREMA. Seja D um subconjunto limitado do plano e seja f uma função contínua e limitada em D. Se o bordo de D tem conteúdo nulo então f é integrável em D. A prova desse resultado pode ser encontrada no Apêndice 2 de [G]. Para ver um pouco mais sobre essa teoria veja o texto Funções Integráveis - teoria.
Cristina Cerri - 2010

www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm

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Funções Integráveis - teoria

Funções Integráveis - teoria
Já sabemos que temos funções que não são integráveis. Será que existe alguma caracterização das funções integráveis? Seja D um subconjunto limitado do plano. E seja o sólido . Como temos altura constante é razoável pensar que o volume de S é igual a área de D, pois espera-se que V(S) = 1.A(D). Mas a integral dupla de f(x,y) = 1 sobre D é, caso exista, o volume deste sólido. Dizemos que D tem área se f(x,y) = 1 é integrável em D e define-se a área de D por Lembre que para definir a integral de f sobre D defininimos uma função F como sendo f em D e 0 em RD onde é um retângulo qualquer. Então nesse caso F é 1 em D e 0 em R-D. A descontinuidade de F ocorre na fronteira, ou bordo, de D. Para que tenhamos F integrável será preciso que o bordo de D não atrapalhe, seja "desprezível". O bordo ou fronteira de um subconjunto D, que é denotado por ∂D, é o conjuntos dos pontos (x,y) tais que qualquer retângulo (ou disco) centrada em (x,y) contém pontos de D e do complementar de D. As regiões que nos interessam são as regiões cujo bordo tem conteúdo nulo. Formalmente, um conjunto A tem conteúdo nulo se para todo ε > 0 εξιστεµ ρετ®νγυλοσ Ρ 1 , Ρ 2,..., Rn cuja união contem A e que a soma das suas áreas é menor que ε.. As regiões que nos interessam são as regiões que tem área, As regiões que tem área são aquelas que o bordo tem conteúdo nulo. Note que felizmente os retângulos tem área. Pode parecer estranha mas existem regiões do plano que não tem área. Por exemplo, se D = Q x Q em [0,1]x[0,1] seu bordo é todo o quadrado [0,1]x[0,1]. Estranho, não é? Mas isso acontece pois perto de todo o par de números racionais tem sempre pares de racionais e de irracionais. Então a função constante 1 em D não é integrável. (Veja o texto Funções integráveis e nãointegráveis.) O problema aqui é com o conjunto D . Queremos evitar isso e tratar de conjuntos D “bem comportados”, ou seja, que tenham área. Assim afirmamos que D tem área se, e somente se, ∂D tem conteúdo nulo. Conjuntos de área nula representam papel importante na Teoria de Integração. Esses são conjuntos que não interferem na integração. TEOREMA. Seja uma região D com área e limitada do plano e seja f uma função limitada em D. Se f é contínua, exceto num conjunto de área nula, então f é integrável em D. O resultado acima vale em contextos mais gerais e não apenas para funções de duas variáveis. Foi o matemático Henri Lebesgue (1875-1941) que estabeleceu a conexão entre a integrabilidade segundo Riemann e o conjunto dos pontos de descontinuidade da função. Resumidamente, Lebesgue provou que uma condição necessária e suficiente para que uma função seja Riemann integrável é que o conjunto dos pontos de descontinuidade tem área (ou medida) nula. Ele criou toda uma teoria nova para integração, que hoje leva seu nome: integral de Lebesgue.
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-1-intdupla-integraveis.htm 2/3

usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.htm 2/3 .d]. Mais explicitamente são regiões do tipo onde g1 e g2 são funções contínuas em [a. Sabemos que se f é contínua em D e se o bordo da região D tem conteúdo nulo então f é integrável em D.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Cálculo de Integrais Duplas Depois de definida a Integral Dupla sobre Regiões planas D temos que saber como calculá-la. Mais explicitamente.ime. Região do Tipo I: região do plano entre gráficos de funções contínuas de x definidas num intervalo [a.b].b]x[c.d] que contém D então Região do Tipo II: região plano entre gráficos de funções contínuas de y definidas em [c. são regiões do tipo onde h1 e h2 são funções contínuas em [c.b]. Mas afinal quais regiões são desse tipo e como calcular a integral dupla nessas regiões? Vamos ver dois tipos de regiões cujo calculo da integral dupla pode ser feito.d] www. Graficamente: Nesse caso D é limitada e se tomamos um retângulo R=[a.

br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Também podemos calcular a integral dupla fazendo Cristina Cerri . www.usp.2010.htm 3/3 .ime.

Temos neste caso a região de integração (no plano )é e delimitada e o volume é dado pela integral dupla de ( ) = 2 + 2 logo 3. Calcule .htm 1/2 .20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas .ime. Mas a integral acima é igual a integral dupla de ( ) sen( 2) em www. Se tentarmos calcular da forma que a integral aparece teremos problemas. Encontre o volume do sólido que fica abaixo do parabolóide = 2 + 2 e acima da região no plano pelas superfícies = 2 e = 2 .usp. Calcular a onde é a região limitada pelas parábolas = 2 2 e = 1 + 2 . 2.Exemplos 1.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos.Exemplos Cálculo de Integrais Duplas .

Consulte pois para um melhor aproveitamento visualizar os gráficos e as regiões de integração é fundamental.3 de [S] e III.usp. Use para isso programas gráficos como Winplot . usando o Teorema de Fubini.Pratique fazendo exercícios do livro [S] e da Lista 1. Dica: O livro de J.htm 2/2 .20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas .Exemplos Desenhe a região e perceba que também podemos escrevê-la na forma Então.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. 2010 www. Explore mais exemplos clicando aqui. Stewart [S] traz muitos exercícios resolvidos e muitos gráficos e figuras.4 de [BCHS]. Leia a teoria e veja mais exemplos em 15.ime.

região limitada do plano e com área. Proposição.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-8-intdupla-propriedades. que são regiões limitadas do plano.1].20/04/12 Integrais Duplas . Se D1 ∩ D2 tem área nula então f é integrável em D1 U D2 e vale Por exemplo.y) = 1. Proposição.1] .usp.y) seja integrável em D1 e em D2 . Se f e g são funções integrais em D.3]x[0.propriedades Integrais Duplas . mas é descontínua apenas no conjunto {( 3.y) pertence a [3. se (x.ime.html 2/2 . seja f(x.5]x[0. e c é constante então Uma outra propriedade muito útil para o cálculo de integrais duplas é a seguinte.2010 www. Então f é integrável em R e Cristina Cerri .y) pertence a [0.5]x[0.Propriedades As seguintes propriedades básicas são válidas para integrais duplas.1] e f(x.y ) : 0 ≤ y ≤ 1} que tem área nula no plano. Suponha que f(x.y) = 2. Claramente essa função não é contínua em R = [0. se (x.

Mas a área de um setor circular pode ser calculada usando as variações de r e de θ . A fórmula nesse caso é onde g (c) = a e g (d) = b . Suponha que f(x. Para integrais duplas também é possível fazer mudanças de variáveis. Como a integral dupla é o limite das somas de Riemann vamos avaliar a soma para uma partição qualquer de D. (Veja o texto sobre Coordenadas Polares ) Logo Fazendo o limite temos que onde Dxy denota a região D descrita em coordenadas cartesianas Oxy e Drθ denota a região descrita em coordenadas polares.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares Nas integrais de funções de uma variável real muitas vezes uma mudança de variável conveniente permite seu cálculo mais facilmente. Sabemos que x = x(r. Atenção: nunca se esqueça de multiplicar pelo fator r ! Para ver mais exemplos clique aqui! Cristina Cerri .y) é integrável numa região D do plano Oxy. sendo g estritamente crescente. Nesse caso temos que fazer mudanças do sistema de coordenadas Oxy para outro sistemas de coordenadas Ouv.2010 www.θ) = r cos(θ) e y = y(r. Para cada retângulo da partição sua área é aproximadamente a área de um setor circular.ime. É comum escrevermos que “dx = g'(u) du”.θ) = r sen(θ).y) e θ é o ângulo formado pelo segmento OP e o eixo Ox no sentido anti-horário.usp. onde r representa a distância do ponto P de coordenadas (x.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-intdupla-mudapolares.html 2/2 . E como fica a integral dupla quando mudamos de coordenadas? O que irá substituir o fator “g'(u) du” nesse caso? Antes de tratar do caso geral veremos como fica a integral dupla quando mudamos do sistema de coordenadas cartesianos Oxy para o sistemas de coordenadas polares Orθ.

br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex.θ) = r sen(θ) na equação x 2 + y2 = 2x temos que r2 = 2 r cos(θ).Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares .θ) = r cos(θ) e y(r. Região em coordenadas cartesianas Região em coordenadas polares www. a variação do ângulo é de −π/2 a π/2. Queremos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = x2 + y2 .20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares . acima do plano xy e dentro do cilindro x2 + y2 = 2x. Como θ é o ângulo entre o segmento do ponto a origem e o eixo x.usp.ime. logo na circunferência r = 2cos(θ). Então onde E então nas coordenadas cartesianas Não é uma integral muito simples.html 2/3 . Mudando para coordenadas polares a região D passa a ser pois substituindo x(r.Exemplos Exemplo 1.

x 2 . Desejamos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = 4 . Explore! Cristina Cerri .2010 www. Se a função então está definida na regão Clique e veja a região acima para diferentes raios.y2 .html 3/3 .θ) = r sen(θ) então o disco pode ser representado por Portanto Exemplo A3. Assim usando que x = x(r.Exemplos E então Exemplo 2.20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares . acima do plano xy e dentro do cilindro x 2 + y2 = 1.ime.0) e raio 1. Logo onde D é o Então Contudo o cálculo dessa integral é elaborado. A região D pode ser facilmente descrita em coordenadas polares.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex.θ) = r cos(θ) e y = y(r. Sabemos que disco de centro (0.

Seja ϕ(u. Quando fazemos isso temos que fazer uma "correção" e multiplicar pela derivada: No cálculo de integrais duplas também precisamos as vezes mudar de variáveis. Seja Dxy a região limitada pelas retas x + y = 4 .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar.3]. Entretanto se rodamos a figura. Note que uma reta y + x = a no plano Oxy corresponde a reta u = a no plano Ouv e que uma reta y .y(u. y . Note que as áreas dos retângulos são diferentes!!! Veja que a área de Duv é 2. Escrevemos ϕ(u.v)/2 e y(u.y(u. Se queremos calcular a integral onde D = Dxy diretamente com as variáveis x e y vamos ter algum trabalho.v)=(u + v)/2.x = b no plano Oxy corresponde a reta v = b no plano Ouv.html 1/2 .v)).4]x[1. Esta transformação não preserva áreas. Assim para funções de duas variáveis devemos ter uma fórmula do tipo O que viria no lugar do ?????? ? Antes de dar a fórmula vamos ver um exemplo de mudança de variável.x.v) = (x(u. ou seja. ou x = (u .x . às vezes.usp. mas a área de Dxy é 1. ou seja. fazemos uma mudança de variáveis. u = x + y e v = y .20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Caso Geral Para o cálculo de funções de uma variável temos que. Como A(Dxy) = A(Duv)/2 www.3] (verde).x = 3 e y . Se u = x + y e v = y . fazer uma mudança de variável de integração.v) = (u . Note que todo retângulo de lados paralelos aos eixos Ou e Ov se transforma pela ϕ em outro retângulo e que A(Dxy) = A(Duv)/2.v)) onde x(u. Uma mudança de coordenadas em R2 é uma transformação ϕ contínua e injetora no interior da região.v) = (x(u.v). Com esta aplicação transformamos o retângulo Dxy (amarelo) no retângulo Duv = [3. mas há uma relação entre elas.v). x + y = 3.4]x[1.ime. passaremos a ter um retângulo paralelo aos eixos e assim a integração ficará mais simples.v)/2 e y = (u + v)/2 transformamos Dxy em Duv = [3. Para calcularmos uma integral dupla teremos que levar isso em conta.x = 1.

v) = (x(u.5 de [BCHS] ou 4. Em geral.y(u.θ) = r sen(θ) são úteis e de grande importância.html 2/2 .v) não é nulo o interior de Duv. Logo Agora é com você: calcule a integral! Mais exemplos e muito mais você verá em Mudança de Variáveis em Integrais Duplas - Exemplos Como você deve se lembrar. Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R2 em R2 de classe C1 onde ϕ(u.v)= 1/2 .usp. Seja Duv subconjunto de Ω limitado.v)). dada uma transformação ϕ(u. Se f é contínua em Dxy então Note que na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Voltando ao exemplo e calculando o Jacobiano temos Jϕ(u. Referências: 15.v)) do plano o Jacobiano é O que vale é o seguinte resultado: TEOREMA.y(u. com bordo de conteúdo nulo também em Ω. as coordenadas polares x(r.v) = (x(u. e Dxy = ϕ(Duv).ime.2 de [G]. Cristina Cerri -2010 www.θ) = r cos(θ) e y(r.v).20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mas esse foi um caso muito particular.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar. Várias integrais duplas ficam mais fáceis de serem calculadas se usamos a mudança de coordenadas polares. Suponha que ϕ é injetora e Jϕ(u. Em geral dada uma mudança de variáveis o fator de correção da área não é constante.9 de [S] e III.v). Esse fator é o Jacobiano da transformação. cujo Jacobiano é r.5 e IV.

que é a região interior a circunferência de raio a. com a. Determine o volume do sólido limitada pelas superfícies: 0.θ) = r sen(θ) + q .2010 www. x(r. Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. fazer uma mudança de variável do tipo polar. que é a região interior a uma elipse.θ) = r cos(θ) + p e y(r. tal que x/a = r cos(θ) e y/b = r sen(θ).usp.θ) = a r cos(θ) e y(r. para facilitar.Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Exemplos Vimos que nas condições do enunciado do Teorema a fórmula de mudança de variáveis é Vejamos alguns exemplos: Exemplo 1. para facilitar. onde D é a região interior a elipse . Verifique que nesse caso o Jacobiano é também r. Portanto e o Jacobiano é . Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x. ou seja. fazer uma mudança de variável do tipo polar. com a > 0. podemos. Verifique que nesse caso o Jacobiano é abr. tal que x-p = r cos(θ) e y-q = r sen(θ).br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-1-intdupla-mudavar-ex.θ) = b r sen(θ) .y) : (x-p)2 + (y-q)2 ≤ a2 }.y) : x 2/a2 + y2 /b2 ≤ 1 }. podemos. Exemplo 3. x(r. Compondo essas transformações podemos resolver o seguinte exercício (extraído da prova de 1999). Exemplo 2. Note que desejamos calcular o volume do sólido dado por . z = x 2 + y2 e z = Mas isso pode ser feito com integrais duplas.html 2/2 . Cristina Cerri . Solução.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas .ime. b > 0. Portanto fazendo a mudança de variável Então não nulo no interior. . ou seja.

Se ρ(x. Massa e Centro de Massa Recordamos que a massa total de um sistema de k partículas cuja massa de cada partícula é mi . foi inclusive motivação para a definição dessas integrais.k. Então 3. biologia. região limitada do plano Oxy. Se criamos um "prisma" B de base D e altura 1 é esperado que o volume de B seja area da base vezes a altura. O cálculo de volume.ime. i = 1.y).y) é uma função contínua positiva em D que representa a densidade superficial de massa. Logo devemos ter Vol(B) = Area (D) x 1. Pensando assim faz sentido definir a massa de D como sendo já que ρ(x. com densidade pontual de massa dada por uma funçao contínua positiva ρ(x. com bordo de conteúdo nulo. então a massa total de D deve ser “a soma das massas em cada ponto (x. é a soma m = m1+m2+.. porém ainda mais podem ser encontradas em física.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica. que é 1.y) de D”. Área de uma região plana Seja D uma região limitada do plano Oxy. Cálculo de volume. Considere uma lâmina ou placa fina plana (sem volume) cujo formato é uma região D. Algumas outras aplicações apresentamos aqui. temos as seguintes definições: O momento de inércia com relação ao eixo x é www...usp. Fazendo também a analogia com um sistema finito de partículas temos que o centro de massa da lâmina é o ponto onde 2. por exemplo.+mk .y) dA pode ser interpretado como a massa do elemento de área dA.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla Aplicações da Integral Dupla Algumas aplicações das Integrais Duplas já foram discutidas. Momento de inércia O momento de inércia de uma partícula de massa m com relação a uma reta é dado por md2 onde d é a distância da partícula a esta reta. Estendendo esse conceito a uma placa de formato D.. ecomonia etc.. região limitada do plano Oxy com área. região limitada do plano Oxy. e região então o volume da entre os gráficos de f e g é dado por 2. Dada f e g são contínuas em D.html 1/2 . 1. com área.. com bordo de conteúdo nulo.

Leia mais e veja mais exemplos em III.y) é ao centro (origem) é para alguma constante K.5 de [S] e faça exercícios da Lista 1.6 de [BCHS] e 15.usp.E Logo o centro de massa é o ponto (0.y) portanto a densidade ρ(x.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica. Calculemos primeiramente a massa M Como a região é simétrica com relação ao eixo y temos que .20/04/12 Aplicações da Integral Dupla O momento de inércia com relação ao eixo y é O momento de inércia polar (ou com relação à origem) é definido por Um exemplo. Localize-o no desenho.(3a)/2π). (4a)/2π). Vamos colocar a placa na parte superior do circulo de raio a. Encontre o centro de massa da placa.ime. Cristina Cerri -2010 www. A distância de (x. A densidade de cada ponto de uma placa semicircular é proporcional a distância ao centro do círculo. Observação: se a densidade for constante então o centro de massa será o ponto (0.html 2/2 .

A integral tripla de f sobre P é se tal limite existe.z) em R. dividindo os intervalos [a.y.. que será a integral tripla de f. isto é. Como estes Pi são pequenos podemos dizer que a massa de Pi é aproximadamente ρ(x i . Para cada i =1. Já não podemos visualizar o gráfico desse tipo de função pois é um subconjunto do R4.q] .html 1/2 . i = 1. Agora suponha que o paralelepípedo P não é feito de um material com densidade de massa constante .20/04/12 Integrais Triplas Integrais Triplas em Paralelepípedos Definição Vamos agora considerar funções de três variáveis .ime. e é o mesmo para qualquer escolha de (xi . Se tivessemos um conjuto de Pi parelelepípedos.. Intuitivamente a aproximação deve melhorar quanto menores forem os retângulos Pi . mas podemos definir uma integral. quando as dimensões de Pi vão para zero.b]×[c.usp..d] e [p.V(P).z) de um subconjunto do R3 associa-se um valor f(x. Portanto a massa de P é aproximadamente a soma das massas de cada Pi Como no caso das funções de duas variáveis.b] . estas somas são conhecidas como Somas de Riemann. Neste caso se diz que www.V(Pi) . yi . f é uma função que a cada terna (x. se o limite existir..n escolha um ponto (x i . zi) em P.q]. ou seja.y. Vamos motivar a definição usando o cálculo de massa de um paralelepídedo.. Seja P um paralelepípedo feito de um material com densidade de massa constante ρ. Então a massa total de P é ρ.... Num sestema de coordenadas Oxyz o paralelepípedo P é o produto cartesiano de segmentos [a.z). Pn .. Assim é natural pensarmos que a Massa Total de P deve ser o LIMITE destas somas. zi) de Pi . Particione P em pequenos paralelepípedos P1 . [c. a massa total deve ser onde d(Pi) denota a diagonal de Pi..br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def.n com densidade de massa ρi então Massa Total é a soma das massas Mi = ρi . contínua e positiva. Podemos generalizar e temos assim a seguinte definição DEFINIÇÃO: Seja f uma função definida em P. Como calcular sua massa total? Vamos tentar obter esse valor por aproximações. ou seja. definida em P. zi). Isto é.d]×[p. yi .. yi .y. onde V(P) denota o volume de P. Suponha que a densidade de massa depende de cada ponto de P . P2 .V(Pi) . e a densidade pontual de massa é uma função ρ(x.

2010 www. Também veremos como definir e calcular a integral tripla em diferentes regiões do espaço.usp. Veja como nos próximos textos da disciplina. existem funções que não são integráveis.y.y.20/04/12 Integrais Triplas f é integrável em P.z) for uma função contínua e positiva e representar a densidade de massa de cada ponto (x. a massa total de P deverá ser a integral tripla acima (caso existir). Cristina Cerri . se f(x. É claro que os domínios das funções não são sempre paralelepípedos.html 2/2 . Temos que TEOREMA Se f é contínua em P então f é integrável em P. Como no caso de integrais duplas existem funções que não são integráveis.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def. que podem ser feitas em qualquer ordem. Propriedades: Se f e g são funções integráveis em P então sempre que Como no caso de integrais duplas. Portanto. Contudo as funções "bem comportadas" são integráveis. As mesmas propriedades operatórias que valem para integrais duplas valem para integrais triplas.z) de P. Veja aqui um exemplo. Mas como calcular integrais triplas? Usaremos também as integrais iteradas.ime.

Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R=[0.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-1-inttripla-naointegra.html 1/1 .1]X[0. y e z são racionais e 0 caso contrário.1]. Cristina Cerri .2010 www.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Exemplos de funções não-integráveis Existem funções de três variáveis que não são integráveis.) Um resultado útil: Usando a definição pode-se mostrar que se é uma função integrável em é limitada em .1]x[0.usp. isto é.4 de [BCHS]. (Lembre-se do exemplo que demos para integrais duplas. yi.1]x[0. Basta calcular a soma de Riemann para convenientes escolhas de (x i . então Como para funções de duas variáveis o resultado acima é útil para encontrar exemplos. existe M > 0 tal que | ( )| < M. para todo ( ) em . Se uma função não é limitada em então ela não é integrável em .1]x[0.ime. Desafio: encontre um exemplo de função não é limitada em [0.y. se x. e assim você terá um exemplo de função não integrável.1.z) = 1. Portanto o limite não existe. zi ) que teremos somas com valor 1 e outras que valem 0. Para a demonstração veja Teorema IV.1] (cubo de lado 1) da seguinte forma: f(x.

existem paralelepípedos P1 . .usp.ime. Por exemplo.U Pn e a soma dos volumes Temos então o seguinte resultado.y. .z) sobre S como sendo . se F é integrável em P e definimos a integral tripla de f(x. ou seja. então seu gráfico é um subconjunto de conteúdo nulo no R3. TEOREMA. As mesmas propriedades válidas para integrais duplas são também válidas para integrais triplas (veja Integrais Duplas sobre Regiões).y. PROPOSIÇÃO. Defina F(x. com bordo de conteúdo nulo. como F é nula nos pontos de P-S.html 1/2 . Superfícies parametrizadas também são exemplos de conjuntos de volume nulo. isto é.z) em P. assim como para funções de duas variáveis. Vamos destacar alguns tipos dessas regiões que aparecem com mais frequência. P2 . Estes são os tais conjuntos de conteúdo nulo. se dado ε > 0 arbitrário. Como você sabe existem funções que não são integráveis. Pn . Note que se f é contínua em S a função F definida acima será descontínua num conjunto que contém o bordo de S. a definição acima não depende da escolha do paralelepípedo P. Por isso trabalharemos com regiões S cujo bordo é formado por gráficos de funções contínuas. Formalmente um conjunto A tem conteúdo nulo. Dizemos que f é integrável em S. de arestas paralelas aos planos coordenados. um segmento de reta ou um pedaço de plano são conjuntos com volume nulo.y. a integrabilidade da f pode ser garantida quando f é contínua em S e a região S é de um tipo especial. O próximo resultado nos dá varios exemplos de conjuntos desse tipo. Logo para existir a integral esse bordo deve ser "magrinho"..y. mas não em S. S está contida num paralelepípedo P.. Como no caso das integrais duplas. Seja D um subconjunto limitado do plano..z) em S e F(x. Se g é uma função contínua e limitada em D.z) uma função definida em S. Contudo.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões Integrais Triplas sobre Regiões Considere uma região limitada S do R3.y.y. tais que A está contido na união P1 U P2 U .. e seja f(x.z) = 0 nos pontos que estão em P. www. não pode ter volume em R3.z) = f(x. Como fizemos para integrais duplas vamos definir a integral tripla de f em S usando a integral tripla de uma função auxiliar F(x.

Região do Tipo I.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões 1. São regiões do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D. Observação importante: O bordo de S é contituído da união dos dois gráficos e das superfícoes que constituem as "laterias" pois S é um sólido no espaço.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao.ime. Cristina Cerri . Regiões Tipo II.html 2/2 . São regiões do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. Um exemplo: 3. Região Tipo III. Veja no texto sobre Cálculo de Integrais Triplas como calcular integrais deste tipo. Um exemplo: 2.usp. São regiões do espaço da forma onde u1 e u2 são funções contínuas em D. (exercício: faça um desenho deste tipo de região).2010 www.

z) = xyz2 então Exemplo 2: A integral tripla da função f(x.d]×[p. se f está definida num paralalelepípedo temos as integrais iteradas.html 1/1 . E como podemos calcular a integral tripla em regiões dos tipos I.1] nos eixos x.y e z é . Teorema de Fubini.b]×[c.usp.y. II e III? Veja clicando aqui.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-inttripla-calculo.1]× [-1.q] então Exemplo 1: Se P = [0. Se f é uma função integrável em P = [a.z) = x sen(y+z) em P.3] e f(x. E como antes não importa a ordem que fazemos o cálculo.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas Cálculo de Integrais Triplas Como calcular integrais triplas? Como no caso de Integrais Duplas.y.2] × [0.ime. Cristina Cerri . Este resultado também é devido a Fubini. Só que neste caso como temos três variáveis teremos 6 combinações possíveis.2010 www. onde P é o cubo de arestas os segmentos [0.

Vamos ver como fica a integral tripla no caso de S ser do tipo I. dependendo da região D podemos ter ou 2. 1. dependendo da forma da região D. Então Da mesma forma que antes.usp. Regiões Tipo II.html 1/3 .ime.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Como no caso de integrias duplas para calcular integrais triplas usamos as integrais iteradas e o Teorema de Fubini. Seja S do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D ( D é a projeção de S no plano yz) e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. Então Assim usando integração iterada. dependendo da forma da região D. www. ou 3. II ou III. Seja S do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. podemos ter dois tipos de integração. Regiões Tipo III.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. Seja S do tipo onde u1 e u2 são funções contínuas em D (D é a projeção de S no plano xy). Região Tipo I. Também nesse caso E pode-se ter dois tipos de integração.

Para (x.usp.z) = 4.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões ou Melhor mesmo é ver um exemplo. Calcule 4.html 2/3 . Pode-se descrever esta região de várias formas. Lembre sempre que S é o sólido “cheio”.y) está nesta região D então E assim Entretanto a integral que temos que calcular é um pouco complicada (vai ter que fazer mudança de variável). Vamos tentar escapar disto vendo S de outra maneira.z) em D temos que y varia entre v 1(x.z) = x 2 + z2 e v 2(x.ime. Exemplo. Projetando S no plano xz temos um disco D de raio 2 e centro na origem (pois encontramos a intersecção fazendo x 2 + z2 = 4). onde S é a região limitada pela parábola y = x 2 + z2 e pelo plano y = E se (x. Projetando S no plano xy temos a região D limitada pela parábola y = x 2 (z = 0) e a reta y = 4. www.

Crisitna Cerri-2010 www.usp. O resultado de integração dupla ou tripla é sempre um número.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Então fazendo a mudança para coordenadas polares temos Importante: Na integração dupla ou tripla cada vez que se integra com relação a uma determinada variável ela deve "desaparecer". e o que sobra é apenas função das variáveis restantes.html 3/3 .ime.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. pois estamos fazendo uma integral definida.

Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R3 em R3 de classe C1 onde ϕ(u. y(u.z = 2.z = 1. Seja Duvw subconjunto de Ω limitado. Por isso quando fazemos uma mudança de variáveis temos que fazer uma correção para manter a ingualdade na integração.2] × [0. podemos fazer mudança de variáveis em integrais triplas para facilitar os cálculos.w) = (x(u. u . O Jacobiano de ϕ é Numa transformação o volume de sólidos nem sempre é presenvado.v.v.z = 0.2] no sistema de coordenadas Ouvw. x .v. z(x.20/04/12 Mudança de Variável Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Como nas integrais duplas.w). w) = (x(u. x .y. Note que D é uma região limitada por planos.html 1/2 .v.z transformamos a região D no paralelepípedo [1.v ) é uma mudança de coordenadas. com bordo de conteúdo nulo também em Ω. Calcule para D limitada por: x + y + z = 1.z = 2. www.v. a mesma região descrita com as variávies u.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.v.2] × [1.ime.y . x + y .w).w)) = (u + w. Suponha que ϕ é injetora e o Jacobiano Jϕ(u.v e w .usp. Solição.w)).z e w = x . Vale o seguinte TEOREMA. x + y + z = 2. x + y .v. Uma mudança de coordenadas em R3 é uma transformação ϕ de um aberto do R3 em R3 . ϕ(u. Por exemplo.w . Fazendo u = x + y + z. v = x + y .y e z.y. v . Duvw. e Dxyz = ϕ(Duvw).y .w). Atenção: na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Exemplo. y(u.y .w).w) não é nulo o interior de Duvw. Se f é contínua em Dxy então onde Dxyz é a região de integração descrita nas variáveis x. z(x. que é contínua e injetora.

5 e IV.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.2010 www.20/04/12 Mudança de Variável Então Como usamos o módulo do Jacobiano temos As mudanças de variáveis mais comuns são as mudanças por coordenadas cilíndricas e coordenadas esféricas. Veja em outros textos detalhes sobre essas mudanças de coordenadas .9 de [S] e III.ime. Leia mais em 15.usp. Cristina Cerri .html 2/2 .5 de [BCHS].

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Cilíndricas
Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas (x,y,z), mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas cilíndricas. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas (x,y,z) , podemos descrever (x,y) em coordenadas polares, no plano Oxy. Então temos uma terna (r, θ, z) onde x = r cos θ e y = r sen θ e z = z.

Para obter todos os ponto do espaço basta variar θ entre 0 e 2π, tomar r real positivo e z qualquer número real. Nesse caso, se fazemos essa mudança de variáveis, como Jϕ (r,θ, z) = r (verifique! ) então da fórmula geral de mudança de variável em integral tripla temos

Exemplo 1: Calcule 2.

onde S é a região interior ao cone z2 = x 2 + y2 para z entre 0 e

Note que

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

onde D é o disco de centro 0 e raio 2. Em coordenadas cilíndricas temos

Exemplo 2 (questão da 1ª prova de 2000). Seja D a região do espaço interior ao cilindro x2 + y2 = 16 e exterior ao cilindro x2 + y2 - 4x = 0 , compreendida entre os planos z = 0 e z = y + 6. Calcule

Solução: A região D é

Para calcular a integral percebemos que a região D é mais facilmente descrita em coordenadas cilindricas. Contudo temos que separá-la em duas regiões. Considere D1 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro maior e D2 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro menor. Usando coordenadas cilíndricas temos as seguintes parametrizações (em r, θ , z)

Então

=0

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Portanto

OBS: O nome coordenadas cilindricas vem do fato de que um retângulo em 0rθ z é transformado em um setor de cilindro. Verifique que se 0 < r < a, 0 < θ < 2π e 0 < z < b , então temos um cilindro de raio a e altura h.

Não esqueça: na mudança de coordenadas cilíndricas o Jacobiano é r.
Cristina Cerri-2010

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ime. φ . φ é o ângulo que este forma com o eixo e θ representa o ângulo que a projeção de OP forma com o eixo .z) usando variáveis ρ . Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas ( ) .. θ . mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas esféricas. Como vimos.html 1/2 . podemos descrever ( .usp. Por isso essas coordenadas são chamadas de esféricas. Então x = ρ senφ cosθ y = ρ senφ senθ z = ρ cosφ . Um ponto P do espaço pode ser escrito tanto em coordenadas cartesianas ( ) como em coordenadas esféricas (ρ.20/04/12 Integrais Triplas .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica. Para representar todos os pontos fazemos ρ qualquer real positivo. θ variando de 0 a 2π e φ de 0 a π.a]×[0. www. φ) .Coordenadas Esfericas Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Esféricas Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas ( ). no caso geral temos que No caso de coordenadas esféricas temos que o Jacobiano é ρ 2 senφ . Note que um retângulo no sistema Ορθφ se transforma num setor esférico em . onde ρ é o comprimento do segmento OP.π]×[0. Note que no sistema de coordenadas cartesianas uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0. Se queremos calcular uma integral tripla sobre uma região que é mais facilmente descrita em coordenadas esféricas devemos fazer uma mudança de variável.2π].θ.

Veja exemplos e aplicações clicando aqui.Coordenadas Esfericas E então Como no caso das integrais duplas o Jacobiano fará a correçào necessária para manter a igualdade das integrais.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica. . Portanto é razoável que este seja o fator de correção quando se passa de coordenadas cartesianas para esféricas numa integração.usp. Gostariamos de estabelecer alguma relação entre o volume de um “pedaço” da esfera.ime.a]×[0. Quando definimos integral fizemos partições do domínio de integração. já que o volume por esta mudança não é preservado. Vamos particionar o domínio em pequenos setores esféricos. onde Considerando que ∆ρ ∆φ ∆θ são as variações das respectivas coordenadas e supondo que são pequenos temos que o volume da região é aproximadamente ρ2 senφ∆ρ∆θ∆φ (e não apenas ∆ρ∆θ∆φ). Logo o volume não é preservado através da mudança de coordenadas esféricas.html 2/2 .π]×[0.2010 www. mas o volume do paralelepípedo é 2π 2 a .2π].20/04/12 Integrais Triplas . Sabemos que o volume da esfera é 4πa3/3. Uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0.

(questão da 1ª prova de 2000) Seja z2 = 4 e pelos planos y = 0 e Solução: . O ângulo φ varia de 0 até o encontro da esfera com o cone que é quando z = 1 e daí temos que o ângulo φ é π/4.html 1/2 . Calcule a região do primeiro octante limitada pela esfera x2 + y2 + www. Então nossa região que é o interior do “sorvete” é Logo Exemplo 2. Calcule sendo S a região interior ao cone 2 = 2 + 2 . com positivo.Exemplos Integrais Triplas em Coordenadas Esféricas Exemplos Exemplo 1. A intersecção do cone com a esfera é quando z = 1 e x2 + y2 = 1.20/04/12 Coordenadas Esfericas .0. e limitada pela esfera 2 + 2 + 2 = 2 (esfera de centro (0.ime.usp.1) e raio 1).br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos. Solução: A equação 2 + 2 + 2 = 2 em polares fica ρ= 2cosφ.

Exemplos Em coordenadas esféricas a parametrização de é Portanto Não se esqueça o Jacobiano é ρ2 senφ nas mudança para coordenadas esféricas.html 2/2 .20/04/12 Coordenadas Esfericas . .br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos.2010 www.ime.usp.

y. e se então ou seja como já tinhamos anteriormente. z = 0 e x = 1. por exemplo). então a massa coincide com o volume de S.y) é uma funçào contínua e positiva em D. Então a massa de S é definida por Se a densidade é constantemente 1. Considere um sólido S que pode ser descrito como uma região S limitada do R3 cujo bordo tem conteúdo nulo (do Tipo I. respectivamente são Exercício: Seja S o sólido limitado pela "calha" x = y2 e pelos planos x = z.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas Aplicações de Integrais Triplas 1.usp. Momento de Inércia Também podemos definir os momentos de inércia de um sólido S com relação aos eixos coordenados.z) é uma função positiva e contínua em S que representa a densidade do material então o centro de massa de S é um ponto de coordenadas onde 3. 2.z) positiva e contínua em S. www.html 1/2 . y e z . Se S é como antes e ρ(x. Centro de Massa De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular o centro de massa de sólidos usando integrais triplas.ime. e tal que a densidade de massa do material é uma função ρ(x.y.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica. II ou III. As fórmulas de cada momento de inércia em relação aos eixos x. que é definido por Note que em particular se D é uma região plana com bordo de conteúdo nulo e se f (x. Massa e Volume De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular a massa de sólidos usando integrais triplas.

E faça os exercícios da Lista 1.ime. Calculado as outras temos que que não dependem de k. Solução: A região S é Projetando S no plano xy temos a região Então (a) O volume de S é (b) Como a densidade é constante k em S (isto é. Cristina Cerri .V(S).6 de [BCHS].br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica.z) = k) a massa de S será simplesmente k.usp.2010 www.z) são simétricas com relação ao plano xz então a segunda coordenada do centro de massa é 0.7 de [S] e IV.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas (a) Calcule o volume de S (b) Encontre o centro de massa de S considerando que a densidade é constante. OBS: Veja mais sobre isso em 15.y.html 2/2 .y. ρ(x. Como a região e a função ρ(x.

Uma curva pode ter várias parametrizações. Nesse caso. Então para cada valor de t em I temos vetores γ(t) = (x(t). z(t)). z(t)). I2 . Uma curva pode ser vista como a trajetória de uma partícula no plano ou no espaço num intervalo de tempo I.y(t)) ou γ(t) = (x(t). se x(t). dizemos que γ é derivável. onde t varia de 0 a 2π .y) tais que x 2 + y2 = 1 pode ser parametizada de várias maneiras: (1) x(t) = cos(t) e y(t) = sen(t). As funções x(t).y(t). y(t) = cos(2t).y(t)) ou γ(t) = (x(t). Por exemplo.. y(t) e z(t) são as chamadas de parametrizações de γ. onde t pertence a I.y(t).In e se a curva γ é contínua e lisa em cada intervalo Ik . γ(t) = (x(t). então dizemos que é lisa por partes. 1. (2) x(t) = sen(2t) .y(t) e z(t) são deriváveis. γ '(t) = (x'(t). que é o conjunto dos pontos γ(t) = (x(t). z(t)) é a posição da partícula no instante t. y'(t). Se o intervalo I é união finita de intervalos I1 . z'(t)) é chamado de vetor tangente a curva no ponto γ(t).. é chamado de curva.html 1/2 . Uma parametrização da curva dada pela intersecção do cilindro x 2 + y2 = 1 e o plano y + z = 2 é x(t) = cos(t) . Dizemos que uma curva é “lisa”.ime. Se as funções x(t). se γ' é contínua e se γ'(t) é diferente do vetor nulo no interior de I. onde t varia de 0 a π . 2. A imagem de γ (traço de γ )..20/04/12 Curvas Curvas Seja γ uma aplicação de um intervalo I da reta em R2 ou R3.y(t).y(t) e z(t) são contínuas.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva. a curva plana formada pelos pontos (x. Nesse caso. Exemplos. y(t) = sen(t) e z(t) = 2-sen(t) onde t varia de 0 a 2π. y(t) = t sen(t) e z(t) = t está contida no cone z2 = x 2 + y2 www. dizemos que γ é contínua.usp. A curva dada por x(t) = t cos(t) .

ime.2010 www.usp.20/04/12 Curvas Cristina Cerri .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva.html 2/2 .

b] em k subintervalos [t i -1 . Suponha que o domínio D contém a curva γ (lembre que isto quer dizer que a imagem γ(t)=(x(t). Particionando o intervalo [a.b]. Esta integral é semelhante a integral de Riemann de funções que foi vista no Cálculo 1. A imagem do intervalo [ti -1 . A curva γ fica dividida em sub-arcos de comprimentos ∆s1. Considere a função . Vamos denotar por ∆si o comprimento de cada um desses arcos.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Integral de Linha de Campo Escalar Definiremos aqui a chamada Integral de Linha de uma função f a valores reais.y(t i))..y(t)) onde t pertence ao intervalo [a. isto é.ime. isto é.usp. www. . ∆s2. Este tipo de integral foi desenvolvida no início do século 19 para resolver problemas envolvendo escoamento de fluidos. magnetismo etc. que γ' é contínua e que γ'(t) é diferente do vetor nulo. Suponha que γ representa um arame fino com densidade de massa variável dada por uma função f positiva e contínua definida num aberto que contem o traço de γ . n = 2 ou 3. ∆sn . Vamos começar tomando uma curva γ(t) = (x(t). para todo t em [a.y(t)) está contido em D. eletricidade. Mas com arcos bem pequenos podemos dizer que .. O comprimento da curva é então dado por Vamos generalizar.b]). t i] temos os correspondentes pontos na curva Pi = γ (x(t i). Portanto para obter o comprimento da curva basta somar todos os comprimentos dos arcos. o domínio D de f é um subconjunto do plano ou do espaço e a imagem de f é um subconjunto da reta real. Vamos assumir que a curva é “lisa”. fazendo o limite para ∆t i vai a zero temos uma integral. A diferença é que em vez de fazermos a integração sobre um intervalo faremos a integração sobre uma curva γ .html 1/3 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. ti] é o pedaço da curva (arco) que vai de Pi-1 a Pi . Desejamos calcular a massa total do arame.

ti] sejam de tamanho cada vez menores devemos melhorar a aproximação.ime. multiplicando pelos comprimentos do arco ∆si e somando tudo temos uma aproximação da massa total. Note que a soma acima é tipo uma Soma de Riemann. Mas seria estranho já que a massa total não deve depender na parametrização. Então a integral de linha de sobre γ é Se f representa a densidade de massa.20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Calculando f em Pi . Fazendo o limite para partições de forma que os intervalos [ti -1 . Exercício importante: Aparentemente a definição acima depende da particular parametrização da curva.usp.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. Mas o comprimento de um pequeno arco da curva é aproximadamente o tamanho do vetor tangente. Definição: A integral de linha de ao longo de γ é quando tal limite existe. www. a integral acima nos dá a massa total do arame.html 2/3 . mas apenas do formato da curva. Prove que a integral de linha não depende da parametrização de γ . Temos então a seguinte definição. Então a massa procurada deve ser esse limite (quando existir). Chamada de integral de linha de um campo escalar (que é a função ). assim lembrando que ou u Se f for uma função contínua o limite acima sempre existe.

ime. isto é. γ2 . γn onde o ponto inicial de γι+1 coincide com o ponto final de γι ..20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Note que comprimento de uma curva é que uma integral de linha pois Se temos uma curva “lisa por partes”. se γ é a união finita de curvas lisas γ1 . . Cristina Cerri . Clique aqui e veja exemplos e aplicações deste tipo de integral.usp. Mostre que integrais de linha são iguais. então definimos a integral de f ao longo de γ por Exercício.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar..html 3/3 .2010 www. Denota-se por -γ a curva que tem os mesmo pontos de γ mas com orientação contrária.

b].html 1/2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex.y(t)) é uma curva lisa onde t percorre o intervalo [a. para t entre 0 e 2 π . sendo a densidade constante ρ(x.y. y(t) = sin t e z(t) = t 2.usp.plano direito e é uma semicircunferência.y) (ou δ(x. temos que: Massa: Centro de massa: www.z)) a massa e o centro de massa do cabo podem ser calculadas.ime. Suponha que γ(t) = (x(t). Se a densidade linear é uma constante K.20/04/12 Integral de Linha . Parametrizando a curva temos γ(t) = (2cos t . 2cos t ) então |γ'(t)| = 2. Calcule . pois x é positivo. determine a massa e o centro de massa do cabo. Portanto. O comprimento do cabo é o comprimento da curva γ e é a integral A massa do cabo M é O centro de massa do cabo é definido como sendo o ponto de coordenadas Alguns Exemplos 1. Solução: onde γ é a hélice circular de equação x(t) = cos t .y) = K.Exemplos e Aplicações Integral de Linha de Campo Escalar Exemplos e Aplicações Algumas Aplicações Considere um cabo delgado entortado em forma de uma curva γ de R2 (ou R3). Solução: O traço da curva x 2 + y2 = 4 que nos dá o cabo está no semi. 2 sen t ) para t entre -π/2 e π/2. Derivando temoso vetor tangente a curva γ : γ'(t) = (-2sen t . Seja um cabo que é dobrado na forma de um semi-círculo x 2 + y2 = 4 para x positivo. Se a densidade linear é uma função contínua δ(x.

usp. OBS: Como a densidade é constante e a curva é simétrica com relação ao eixo x nem pecisariamos calcular para saber que o centro de massa do cabo estaria do eixo x. Mas cuidado: se a densidade não for constante isto pode não ocorrer. Você deve estudar pelo livro ( por exemplo [S] ) e fazer os exercícios da Lista 2. (π/4. Portanto o centro de massa é.20/04/12 Integral de Linha .2010 www.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex.Exemplos e Aplicações Por simetria temos que a coordenada y do cntro de massa é 0 (verifique!). Cristina Cerri . 0). ATENÇÃO: Para aprender bem estes conceitos e obter um bom aproveitamento os textos na WEB acima não é suficiente. Apresentamos aqui apenas um resumo da teoria com alguns exercícios.ime.html 2/2 .

um sentido e uma intensidade.html 1/1 .y.usp. ou (x. é uma função que associa a cada ponto (x. Ou escrevemos onde P.2010 www. Um tipo importante de campo é o campo gradiente e os campos conservativos.Também pode-se calcular o divergente de um campo. Associado a um campo temos outro campo chamado de rotacional. Q e R são funções de D em no conjunto dos numeros reais R. de uma região D . Podemos escrever onde P e Q são funções de D no conjunto dos numeros reais R. São muitos os exemplos de campos vetoriais.ime. Q e R são C1. ou do R3.y). Este é um típico exemplo de um campo de vetores. que tem intensidade. direção e sentido. Clique em cada link e recorde. E de classe C1 se P. Outro exemplo é um campo de força: a cada ponto associa-se um vetor "força".br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-campos. um vetor do R2. Um campo é dito contínuo se as funções P. Assim uma boa representação do "vento" em cada instante e em cada ponto do espaço é um vetor.z).20/04/12 Campos Vetoriais Campos Vetoriais O "vento" possui uma direção. Em linguagem matemática um campo de vetores do R2 . principalmente em Física. Q e R são contínuas. ou do R3 . Cristina Cerri . obtendo-se uma função.

Um campo de vetores é chamado campo conservativo se ele é um campo gradiente de alguma função f.y.usp. onde r é a distância entre os objetos e g é a constante gravitacional.html 1/2 . Vamos assumir que um objeto de massa M está localizado na origem de R3 (por exemplo M pode ser a massa da Terra e a origem seu centro). o campo gradiente de f é o campo que a cada ponto (x.y.Campos Conservativos Dada uma função f de D subconjunto do R2 (ou R3) a valores em R (conjunto dos números reais) com derivadas parciais.20/04/12 Campos gradientes O Campo Gradiente . ( verifique !) Para pensar: Todo campo é conservativo? Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os pontenciais de um campo conservativo? www. Se o objeto de massa m está no ponto (x.ime.y) (ou (x. se existe uma função f tal que . Nesta situação chamamos de f potencial de .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-1-gradiente. Obs: É comum e prática a notação com versão análoga para o caso R2 .z)) de D associa-se o vetor ou . Um exemplo: Da Lei de Gravitação de Newton a intensidade da força gravitacional entre dois objetos de massa M e m é F = mMg/r2. chamado de campo gravitacional.z) então a força gravitacional que está agindo em m é Temos aqui um exemplo importante de campo vetorial. isto é. Este é um exemplo de campo conservativo pois é um potencial para .

Simbolicamente podemos denotá-lo como um “produto vetorial” ou o determinante de uma "matriz": . então o rotacional de é . verifique que Cristina Cerri . tal que P.2010 www. Um exercício: Tomando uma função f de classe C2 .ime. que é um campo de vetores defindo em D.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-2-rotacional.usp.htm 1/1 . subconjunto do R3 .20/04/12 Rotacional O Rotacional Dado um campo vetorial definido em D. Se então . Q e R possuam derivadas parciais em D.

isto é. subconjunto do R2 . verifique Cristina Cerri . é tal que P e Q possuam derivadas parciais em D. Q e R são de classe C2 . Q e R . Simbolicamente o divergente pode ser expresso como o “produto interno” .2010 www. as funções P. Um exercício: Se que é um campo de classe C2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-3-divergente.usp.20/04/12 Divergente O Divergente Dado um campo vetorial definido em D. Note que o divergente é uma função de D a valores em R (conjunto dos números reais).html 1/1 . então o divergente de . Analogamente.ime. se possuam derivadas parciais tal que P.

Aplicando o TVM podemos dizer que o trabalho total é Assim uma definição razoável de trabalho é Pode-se fazer raciocínio análogo para o caso de R3.20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais Integrais de Linha de Campos Vetoriais Considere uma partícula que se move no plano ao longo da curva γ(t) = (x(t). t i] criamos pequenos arcos na curva γ(t): γ([t i-1 . t i]) for muito pequena podemos pensar que é quase constante.t i]) .b] em pequenos subintervalos [t i-1 .y(t i-1) . A integral de linha de www.usp.y(t)).br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial.b]. Suponha que ela está sob a ação de um campo de forças Queremos calcular o trabalho realizado pela força dado pelo produto escalar .y(t). Definição: Sejam γ(t) = (x(t).ime. onde t pertence ao intervalo [a. Se estamos com intervalos pequenos o deslocamento de Ai-1 = γ(t i-1) a Ai = γ(t i) é aproximadamente um deslocamento ao longo do segmento Ai-1Ai . Assim o trabalho neste trecho será aproximadamente onde ∆x i = x(t i) .y(t)) (ou γ(t) = (x(t). em cada instante t a partícula encontra-se na posição γ(t).x(t i-1) e ∆yi = y(t i) .htm campo contínuo ao longo de γ é dt 1/2 . Se também a variação de ao longo do arco γ([t i-1 .z(t)) ) curva lisa por partes e cujo domínio contém a curva. isto é. Se fosse uma força constante e se a partícula se deslocasse sob um segmento de reta AB então o trabalho W é Dividindo o intervalo [a. quando a partícula se desloca de γ(a) até γ(b).

usp.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial. dy = y'(t)dt e dz = z'(t)dt podemos escrever que ou Importante: Não é difícil provar que a integral de linha não depende da particular parametrização da curva.htm 2/2 .ime. www. Veja alguns exercícios resolvidos. desde que não se inverta a orientação da curva. Cristina Cerri. clicando aqui.2010.20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais dt No caso R2 fica No caso R3 fica Usando a notação dx = x'(t)dt .

cos( )).0)).sin . ). partindo de (1.br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. para entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1. Solução: 3.Exercicios Integrais de Linha de Campos Vetoriais Exemplos 1. para t entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1. Solução: Neste caso www.htm 1/2 .sin ).1)) .1) até (1. Solução: 2.20/04/12 Integrais de Linha . partindo de (0.usp. sendo e a curva é a hélice γ( ) = (cos .0) até (0. Calcule para entre 0 e 2π.ime. Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (sin( ). Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (cos .

para entre 0 e π. desde que não se inverta sua orientação.20/04/12 Integrais de Linha . Por que as integrais são diferentes? Resposta: As curvas tem o mesmo traço.Exercicios 4. Calcule a integral de linha .htm 2/2 . 2010 www. Como se explica isso? Resposta: As curvas dos dois exercícios são iguais (traço e sentido) só foram parametrizadas de formas diferentes. Em geral. Considere o mesmo campo do exemplo 2.sin(2 )). As respostas dos exercícios 2 e 5 são iguais. A integral de linha não depende da parametrização. mas no exemplo 2 estamos percorrendo-a no sentido antihorário enquanto no exemplo 3 no sentido horário. mas a curva γ( ) = (cos(2 ). Solução: 6.ime. vale que .usp. Nos dois exemplos anteriores temos o mesmo campo e curvas com o mesmo traço.br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos.Verifique isto ! 5.

Então www.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen. isto é. Para compreendê-lo precisamos de algumas definições. fechadas e lisa por partes. para todo ..20/04/12 O Teorema de Green O Teorema de Green O Teorema de Green nos dá uma relação entre integrais de linha sobre curvas fechadas e integrais duplas sobre regiões limitadas pela curva. Veja alguns exemplos de curvas planas: As regiões que vamos considerar nas hipóteses do Teorema de Green são regiões planas fechadas e limitadas cuja fronteira (ou bordo) é composto por um número finito de curvas simples..html 1/3 . Seja um campo vetorial de classe C1 (as derivadas parciais de P e Q são contínuas) em um aberto que contem .. uma curva γ é simples se γ( ) é diferente de γ( ) . se os pontos inicial e final coincidem. Um exemplo de região assim é a região ao lado.ime. duas a duas disjuntas orientadas no sentido que deixa à esquerda das curvas. duas a duas disjuntas. É um resultado muito importante e com muitas aplicações. fechadas. lisas por partes. γ( ) = γ( ). Teorema de Green Seja uma região fechada e limitada de R2 cuja fronteira (ou bordo).γ 2 . Formalmente. denotado por δ é formada por um número finito γ 1 . O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo sobre as curvas da fronteira de e a integral dupla sobre a região da componente do rotacional deste campo. Uma curva é chamada de simples se a curva não se auto-intercepta entre o ponto inicial e final.usp. γ n de curvas simples. Uma curva γ em [ ] é dita fechada..

+ γ n. Na região ao lado o bordo de é formado por 4 curvas e a orientação do bordo para que o Teorema seja verdadeira é a indicada na figura.html 2/3 . δ = γ 1 + γ 2 + . Ou seja.20/04/12 O Teorema de Green ou pode-se escrever onde a integral de linha é a soma de integrais sobre as curvas componentes da fronteira (ou bordo) de . Faça também os exercícios da Lista 2.. quando se trata de integrais de linha de curvas Exercícios: Clique aqui é veja alguns exercícios resolvidos. Esta orientação definimos como positiva. Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. em [S] ou em muitos outros livros. Atenção. isto é. www. ao caminharmos sobre a curva a região fica sempre à esquerda.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen.ime.usp. A orientação das curvas que compoem a fronteira de para o Teorema acima seja válido é aquela que deixa a região à esquerda.. mas no caso de regiões simples é mais fácil e pode ser encontrada em [BCHS] (veja página 230). Vale a pena ler estas demostrações para compreender por que o resultado vale. A prova deste Teorema é bem complicada. Vamos ver nos próximos textos algumas aplicações do Teorema de Green.

0).0). Exercício 3.Exercícios O Teorema de Green . As funções e tem derivada parciais contínuas F( ) = ( 2 em e a curva está orientada de forma a deixar a região D a esquerda. Calcule para γ o bordo do quadrado de vértices (0.Exercícios Resolvidos Exercício 1.1) orientado positivamente (anti-horário) .usp. Com isso criamos uma região D do plano (a região amarela) que tem como bordo (ou fronteira) a curva γ e o www.ime. Tome o disco de raio 3 centrado na origem (interior do círculo). (1.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. Uma idéia é obter uma curva fechada usando o segmento [ -π/2. (1. (1.html 1/3 . Então aplicando o Teorema de Green vale que É claro que o Teorema é mais útil quando alguma das integrais envolvidas é muito difícil de calcular.1) e (0. Para isso temos que criar uma região cujo bordo (ou fronteira) contenha a γ. Exercício 2. Portanto usando o Teorema de Green temos que onde γ é o círculo de raio 3 O Teorema de Green nos permite passar de integrais de linha complicadas para integrais de linha mais simples de se calcular.0) . Solução: Claramente poderíamos calcular diretamente esta integral: quando se trata de integrais de linha de curvas Usando o Teorema de Green: seja o quadrado de vértices (0.0).20/04/12 Teorema de Green . Calcule centrado na origem orientado no sentido anti-horário. 0) a (π/2. Assim vamos usar o Teorema de Green. Obs: Alguns textos usam a notação fechadas.0) . (1. O campo ( ) = (3 + sin . Solução: Ao se tentar calcular diretamente a integral de linha acima logo se chega a integrais complicadas (verifique isso!). Note que o campo 3 ) = ( ( ). 7 + ( 4 + 1)1/2 ) está definido em e as funções e tem derivadas parciais contínuas. Solução: Tentado calcular diretamente a integral de linha iremos encontrar funções cujas integrais não são simples.1). ( )) está definida em D. Uma saída é tentar usar o Teorema de Green. Calcule onde onde γ é o gráfico de y = cos x percorrido de (-π/2. π/2].1) e (0.

Exercícios segmento [ -π/2. É comum os alunos se esquecerem de verificar se a região D está contida no domínio do campo.0) pertence a onde o campo não está definido!!!! Não podemos usar o Teorema de Green para esta região. simples. lisa por partes qualquer que contem a origem no seu interior. Calcule a integral de linha de sobre γ uma curva fechada. O aluno apressado vai concluir que a integral de linha é zero. Exercício 4. E assim temos que Note que a orientação da curva γ dada não é a que deve ser usada no Teorema de Green. Muito cuidado ao se usar o Teorema de Green. Solução: Temos que (verifique!!).html 2/3 . Errado!!!!! O aluno deve ter pensado em usar como região a região interior a curva γ. Por isso aparece o sinal "-" na frente da integral de linha de γ.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. Orientando as curvas de forma que a região fica a esquerda (no desenho indicamos a orientação) podemos usar o Teorema de Green.usp. www.0).20/04/12 Teorema de Green . Note. entretanto que podemos pegar outra região que "isola" o ponto (0.ime. percorrida uma vez no sentido antihorário. usando o Teorema. Mas o campo em questão não está definido na origem! E (0. Todas as hipóteses devem ser verificadas. π/2].

fechada e simples vale um Teorema (de Jordan) que afirma que a curva divide o plano em duas partes: uma região fechada e limitada.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. Agora sim pelo Teorema de Green Portanto sendo γr ( ) = (r cos . em ambas o bordo é a curva dada. r sin ) para t em [0.html 3/3 . que é o interior da curva e outra não limitada. 2010 www.20/04/12 Teorema de Green .ime.usp.2π] temos uma parametrização de γr no sentido antihorário.Exercícios Tomemos um círculo γr de centro na origem e raio r que está no interior da curva γ (sempre existe?). e assim OBS: Para curvas contínuas.

br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo. pois podemos pensar em vários caminhos que ligam A a B.20/04/12 Campos Conservativos Campos Conservativos . subconjunto de R2 (ou R3 ). www. se é chamado de . isto é.2).usp. A integral que faria sentido seria a integral de linha. E portanto a integral de linha de um campo gradiente sobre qualquer curva fechada lisa por partes é 0.z) de três variáveis.b] em R2 (ou R3 ) curva lisa por partes contida em Ω então Note que o valor da integral de linha de um campo gradiente sobre uma curva só depende do ponto inicial e final da curva e não da particular curva. π] e γ2 o segmento ligando (-2.0) a (0.y.html 1/2 . que Um campo de vetores função .ime.2) : γ1 (t) = (2cos t . Mas o que substituiria a derivada? Vamos fazer algumas contas.y) de duas ou f(x. temos Portanto se temos um campo vetorial contínuo tal que então vale.0) a (0. ou conservativo contínuo em Ω . Atenção: Não é verdade que todo campo é conservativo: sejam e dois caminhos ligando os pontos (-2. e se γ é uma curva de [a. Neste caso. nas condições acima. 2sin t ) para t em [π/2. lisa por partes. a e b seriam substituidos por pontos A e B do plano ou do espaço.0) e de (0.b] em R2 ou R3. Vamos estabelecer um resultado semelhante para funções f(x. Calculando.Definição Para funções de uma variável real o Teorema Fundamental do Cálculo nos dá a seguinte igualdade para funções f tais que f´ é função integrável. e uma função f de classe C1 cujo domínio Ω contém a curva γ . Nesta situação chamamos de se ele é um campo gradiente de alguma Assim o que mostramos acima pode ser escrito da seguinte forma: Se é um campo gradiente.0) a (0. Tomemos uma curva γ de [a.

ime. www.20/04/12 Campos Conservativos Então Como os valores são diferentes concluimos que o campo não é conservativo. Cristina Cerri . Mas e se temos um campo cujas integrais ao longo de qualquer curva são iguais podemos concluir que o campo é conservativo? Vamos estudar esta questão. Clique aqui e leia sobre isso.html 2/2 .2010.usp.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo.

Usando essa idéia vamos definir f da seguinte forma: se X = (x. ou seja.html 1/2 .Caracterizações Tome um campo definido em Ω subconjunto do R2 que tem a seguinte propriedade: dados dois pontos A e B do domínio Ω .4 ou em [S] ou em [G]). ( para uma prova mais detalhada veja [BCHS] VI. resumidamente teriamos e analogamente podemos mostrar que . Mas para provar usamos que existe uma curva γ ligando A a X em D.Caracterizações Campos Conservativos . importante e útil. Assim o que fizemos funciona em certas regiões que são chamadas de conexas. Para funções reais sabemos do TFC que . Um conjunto Ω é dito conexo se para dois pontos quaisquer de Ω existe uma curva curva lisa por partes contida em Ω ligando esses pontos . Lembramos que um subconjunto Ω do R2 ou R3 é dito aberto se para todo ponto P de Ω existe uma “bola” (disco ou esfera) de centro P contida em Ω .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω do R2 ou R3 tal que para cada www. Portanto parece que a resposta é sim. Desta forma o que vimos acima é um esboço da prova do seguinte Teorema. o valor das integrais de linha do campo sobre curvas ligando A a B em Ω não dependem da curva.usp.y) e γ uma curva qualquer ligando A a X tome Note que por hipótese a integral não depende da particular curva o valor não depende de γ. Será que o campo é conservativo? Queremos encontrar uma função potencial f tal que . De fato.ime. só dependem dos pontos finais e iniciais.20/04/12 Campos Conservativos . Mas será que sempre existe uma curva ligando A a X em D ? Veja a seguinte região D: Para esta região não existe uma curva ligando A a X toda contida em Ω .

o que prova que a integral de linha não depende do caminho que liga A a B. Clique aqui e veja alguns exercícios e problemas.. A união das duas curvas β e −α .p. e somente se.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. Sejam β e α curvas lisas p.B) em Ω a integral de linha de de qualquer curva lisa ligando A e B contida em Ω .2010 www. entao é conservativo se. para um campo contínuo num domínio aberto conexo e conservativo então para qualquer curva lisa por partes fechada em Ω . forma uma curva . Logo a integral de linha sobre β é igual a integral de linha sobre α . Porém um resultado mais forte também vale.usp. para cada par de pontos (A. entao o campo é conservativo. ligando dois pontos A e B do domínio Ω.p. Será que vale a recíproca? Vamos tentar responder. e é a mesma ao longo somente se.html 2/2 . fechada lisa p. Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω . Portanto . que denotaremos por γ . Como já vimos.Caracterizações par de pontos (A. para toda curva fechada SIMPLES lisa por partes em Ω a integral de linha de é ugual a 0. entao é conservativo se.B) a integral de linha de é a mesma ao longo de qualquer curva lisa contida em Ω ligando A e B. Juntando os resultados temos que Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω . Cristina Cerri .20/04/12 Campos Conservativos .ime.

Exercício resolvido.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-2-intlinha-conservativo-ex.html 1/1 .Exercícios Campos Conservativos . se e são potencial então 2010 www. Em caso afirmativo ache uma função potencial.usp. onde P e Q Mas e então Exercício proposto. isto é. Mostre que Solução: Como é conservativo então e daí um campo conservativo.20/04/12 Campos Conservativos . Sugestão: Em cada caso procure uma função que seja potencial do campo. Seja são funções C1 em um aberto conexo Ω . Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os potenciais de um campo conservativo? Solução: Se o domínio do campo conservativo é conexo então os potenciais diferem de constante. Quais dos campos abaixo são conservativos? Justifique a resposta.Exercícios Exercício resolvido.ime.

Uma superfície parametrizada S é a imagem de X no espaço. y(u.2π]x[0. y = y(u.v) = (x(u.v) pertence a .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.html 1/3 .ime. São as parametrizações.v) são chamadas de equações paramétricas de S. o cone reto dado pela equação z2 = x 2 + y2 é uma superfície parametrizada.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Superfícies Parametrizadas Sabemos que uma curva é uma "linha" do plano ou do espaço que pode ser vista como um segmento "deformado".π]. Assim como nas curvas. Podemos descrever o cone com a equações: X(u.v)? Temos que fazer (u.v) pertence a uma região plana D contida em R2. Então podemos Parametrização 2: usando coordenadas esféricas x = x(u. u) Variando v no intervalo de [0.v).v) = (u cos v .v) = a cos v onde D = [0. www..y) também é uma superfície. temos funções que descrevem as superfícies. y(u. Note que X(u.v) = a cos u sen v . Desejamas trabalhar com superfícies parametrizadas.usp. A parametrização de uma superfície é única? Ou seja. um plano. Vamos exibir duas parametrizações da parte superior (z positivo) da esfera x 2 + y2 +z2 = a2 .v) são de classe C1. assim (u. Uma superfície é uma região do espaço R3 que pode ser vista como uma região plana "deformada".v) . O gráfico de uma função de duas variávies f(x.v) variar no disco de raio a. Aqui sempre as funções x(u.2π] e u no intervalo [0.v) e z(u. onde (u.v)). Parametrização 1: como z é positivo podemos escrever que parametrizar esta superfície tomando Mas qual a variação de (u. isto é. z(u. y(u. Exemplo 1.v) . Uma parametrização é uma função X (u.v) e z(u. uma esfera ou elipsóide são superfícies.v) = a sen u sen v e z = z(u. Por exemplo.h] obtemos a parte do cone desenhada acima. só existe uma maneira de descrever os pontos de uma superfície S usando duas variáveis? Veja o exemplo a seguinte. u sen v. S = X(D). Por exemplo. um parabolóide.v) leva um retângulo na superfície do cone. isto é. As função x(u. superfícies que possuem parametrizações.v).

como o Winplot. www.y) pertence a D que é o domínio de f (D é uma região do plano xy) uma parametrização do gráfico de f (que está no R3) é x = u.1]x[0.html 2/3 . Já na outra as curvas coordenadas são cortes por planos paralelos aos planos x = 0 e y = 0. A equação vetorial com (u. Temos então sua equação vetorial. Veja os desenhos acima.(u. z(u. y = v e z = f(u. Gráficos de funções de duas variáveis são sempre superfícies parametrizadas. que é uma parte da anterior. usando coordenadas cartesianas Pode-se perceber que esses programas desenham as superfícies usando curvas. Como no caso das curvas.v o ). No Winplot as variáveis estão sempre dentro de intervalos. Note a diferença. São as chamados curvas coordenadas.v) para (u.v). z(uo . para se desenhar superfícies é preciso conhecer suas parametrizações. podemos escrever a parametrização de uma superfície na forma vetorial.usp.v o )). isto é D é sempre retângulo. Se mudamos a região D e tomamos D = [-1.4] temos outra superfície. se z = f(x.v) em D. Exemplo 3. temos a curva γ(v) = (x(uo . y(uo .v o ).br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. Podemos desenhar a superfície esférica usando cada uma das parametrizações acima. De fato. fixe uo e faça variar o v.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Observação: num programa gráfico.ime.v) em D = R2 descreve o cilindro infinito de raio 2 com eixo no y. Um uma parametrização as curvas coordenadas são os meridianos e os paralelos. Exemplo 2.v).y) onde (x.v)) fixe v o e faça variar o u: temos a curva α(u) = (x(u.

v) = u sen v. Cristina Cerri .v) = sen u cos v. y(u. y(u. Note que para essa parametrização deixando u = uo constante e fazendo v variar na superfícies uma curva.v) = u cos v . z(u.v) = sin3 v . z(u.v) = u . u+cos v) para (u.v) em [0.4]x[0. y(u.v) em [-3.v) = u cos v. y = y(u. variando u. com (u. com (u.π]x[0.ime.v) = 2cos(u) . Obtem-se essas superfícies "rodando" o gráfico de uma função f(x) em torno do eixo z.v) = ((2 +sin v) cos u.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.v) em [0.2π]x[0.4π]x[0.2π] (e) x(u.v) em [0.v) = u sen u cos v. Estas curvas são as curvas coordenadas nessa superfície. com (u.7] (c) x(u. z(u.v) = 2+4u+5v .usp. 6.v) = u sen v . que é uma reta (ou segmento de reta). com (u.2π]x[1.v) .2π].v) = -u + 3v . uma parametrização de S.2010 www.4]x[0.html 3/3 .v) = sen3 u cos3 v .v) = cos u + ln(tg(v/2)) . Quais destas superfícies são gráficos de funções de duas variáveis f(x. temos a curva α(u) = X(u.v) = cos3 u cos3 v. ou.v) em [0. γ(v) = X(uo . z(u.v) = u cos u cos v .v o ) que é uma circunferência.y)? Quais são superfícies conhecidas? (a) x(u. y(u.v) = 2sin(v) são equações paramétricas de S. y(u. Analogamente se fixamos v = v o temos.π] (b) x(u. Exemplo 4. y(u.2π] (f) x(u.v) = v e z = z(u.v) em [0.v) em [0. com (u.π]x[0. com (u.v) = u sen v .v) = sen u sen v .v) = 1+2u . Usando o Winplot desenhamos a superfície parametrizada dada por X(u. Dê uma parametrização desse tipo de superfícies. (2+sin v) sin u.π] Exercício: Recorde que no Cáculo 1 e 2 você viu suoerfícies de revolução. Exercício: Use o Winplot (ou outro programa gráfico) para desenhar as seguintes superfícies parametrizadas e identifique as curvas coordenadas.20/04/12 Superfícies Parametrizadas As equações x = x(u.2] (d) x(u. Observe as curvas coordenadas.v) = u2 . z(u. z(u.

2].5]x[0. ( )) onde ( ) = 2 – 2/4 )= e para ( ) em D = [0. São os vetores no ponto ( . Sendo cada Si bem pequeno sua área é aproximadamente a área de paralelogramos Pi sobre Si como na figura.ime.2/4 para ( ) em [0. como é o caso das superfície de um cilindro. Mas e a área da superfície da esfera. ). Tomemos uma parametrização de S : X( ( )=( ( )= .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. E assim a área do telhado é aproximadamente a soma 1/2 . A fim de calcular a área do telhado podemos dividi-lo em pequenos pedaços Si tão pequenos que são quase planos. Cada curva tem seus vetores tangentes (são curvas no espaço). Sabemos que a área do paralelogramo formado por dois vetores é dada pelo módulo do produto vetorial. Vejamos um exemplo. ).20/04/12 Área de uma Superfície Área de uma Superfície Parametrizada Como calcular a área de uma superfície? Para algumas superfícies conhecemos uma fórmula.2] .usp.html +1 ] x [ +1 ].5]x[0. Mas uma aplicação do TVM nos permite afirmar que a área de cada Si é aproximadamente onde ∆ e ∆ são as dimensões do retângulo [ das áreas de cada pequeno paralelogramo: www. Como calcular a área de cada um desses paralelogramos? Temos dois vetores que extraímos de cada curva coordenada e que são tangentes a estas curvas. volume de sólidos e comprimento de curva. Cada pedaço Si é proveniente de um pequeno retângulo em D obtido de partições: [ +1 ] x [ +1 ]. de um cone e de uma esfera. como justificar a fórmula? Poderiamos usar a idéia de planificação? E para uma superfície qualquer? O procedimento para obter uma forma de calcular (e definir) área de uma superfície é semelhante ao que já fizemos antes para área de regiões planas. No caso do cilindro ou do cone uma "planificação" justifica a fórmula. ( ( ). O tamanho de cada um deses vetores pode não ser apropriado para o calculo da área de Pi . O telhado de uma estrutura tem o formato da superfície S dada por = 2. Para cada fixado temos uma curva coordenada e para cada outra curva coordenada na superfície.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area.v) onde (u. U Sn . se S = S1 U S2U . 2010.. Uma superfície assim chamaremos de duas disjuntas.v) e (u. Assim é razoável dizer que a “área da superfície” é No caso do exemplo: Assim sendo a área do nosso telhado deve ser Exercício: calcule esta integral! Portanto. E às vezes também aquela que temos não satisfaz as condições (não é globalmente lisa). com cada Sk superfície lisa parametrizada então Área (S) = Área(S1) + Área(S2) + . Precisamos ter o paralelogramo. isto é.. Assim nos restringimos a superfícies parametrizadas S onde certas condições são satisfeitas.. duas a no interior de e biunívoca. temos que ter . não é? Veja demostração deste fato em [BCHS]. + Área(Sn ).. A área de S é dada pela integral (u. para uma superfície parametrizada S qualquer parece razoável definir sua área como fizemos acima.usp. com parametrização tal que superfície lisa parametrizada. Ou seja . simples e fechadas. Resumidamente temos que ter uma região limitada e fechada cuja fronteira é composta de um número finito de curvas lisas por partes. que satisfazem as hipóteses. As superfícies mais usadas e as que veremos aqui são deste tipo.v) . Podemos então procurar dividir S em pedaços. Segue então a seguinte definição.3 de [BCHS].html 2/2 . Observação: Às vezes S não pode ser descrita globalmente usando apenas uma única parametrização.v) pertence a D A definição de área de superfície depende da parametrização de S? A resposta é não e seria uma definição estranha se dependesse . (u. Veja mais sobre isto em VII. Definição: Seja S uma superfície lisa parametrizada dada por de R2 . É claro que temos alguns probleminhas aqui. www. Para calcular a área total basta calcular a área de cada parte de S e no final soma-las.20/04/12 Área de uma Superfície Intuitivamente parece que quanto menor a partição (divisão) mais próximos estamos da área "real" do telhado.2 e VII.ime.

Portanto a superfície que queremos é o conjunto dos pontos onde usando coordenadas polares ATENÇÃO: Não confunda paramentrização de superfície com mudança de variáveis!!! Exemplo 2. vamos calcular a área de parte do parabolóide z = x 2 + y2 que está abaixo do plano z = 9. z = a sen v www. podemos descrever um ponto do toro projentand0-o nos exixos.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.html 1/3 . Ao rodar uma circunferência podemos ver dois parâmetros: o ângulo u que a circunferência forma com o eixo x e o ângulo que um ponto da circunferência forma com o segmento que liga o seu centro a origem. região do R2.y) (não precisamos trocar o nome das variáveis). então uma parametrização natural é x = x.y) em D. y = y e z = f(x. Teremos x = x(u. z = 9. O plano intercepta o parabolóide no circunferência x 2 + y2=9. Determine uma representação paramétrica dessa superfície e calcule sua área.ime. Portanto a área da superfície é Aplicando num caso particular.v) = (b + a cos v) cos u . y = (b + a cos v) sen u . Se a superfície é o gráfico de uma função f(x. O TORO é uma superfície obtida pela rotação da circunferência no plano xz com centro (b.0. usando esses ângulos.usp.0) e raio a < b em torno do eixo z.y) para (x.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Exemplos de Cálculo de Área de uma Superfície Parametrizada Exemplo 1. Veja o desenho abaixo: Portanto.

x 2 .usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.x 2 . Atenção: um erro comum é não ler com cuidado o enunciado e tomar outra superfície. Para o cálculo da área da superfície vamos calcular Então Exemplo 3.y2 e as outras equações são para limitar a superfície.ime.y2 limitada por .20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Note que para obter todo o toro devemos varia u e v de 0 a 2π. Aqui queremos a PARTE DO PARABOLÓIDE z = 4 . www. (questão de prova) Calcule a área da parte da superfície z = 4 .html 2/3 .

ime.html 3/3 .usp.2010 www.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Uma parametrização é dada por Então a área da superfície é Cristina Cerri .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.

html 1/3 . Assim. www. Fazemos uma aproximação: dividindo S em pequenos pedaços Si a massa total é a soma das massas de cada pedaço. Seja S um superfície parametrizada lisa com domínio D. z = v para (u. Note que acima temos uma soma de Riemann. sendo f(x. a integral existe. porém seu valor não depende da particular parametrização. y = 0 . onde a superfície S que é a fronteira da região limitada pelo cilindro x 2 + z2 = 1 e pelos planos y = 0 e x A superfície S é a união de 3 superfícies: o cilindro e as duas “tampas”. Portanto temos a seguinte definição geral. Definição. definida em S.z) = xy.z) contínua definida em S.y.y.yi .z) = 1 a área de S é dada pela integral dupla da função . Exemplo 1. Como a função é contínua.yi .zi )Area(Si) .y.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. Calcule + y = 2. onde (x i . Seja f(x. Mas a massa de Si é aproximadamente f(x i .zi ) é um ponto qualquer de Si . S1 e S3 respectivamente (veja o desenho). que chamaremos de S2 . Existe um modo prático de calcular .z) uma função real contínua. Um cálculo simples mostra que conhecido como “elemento de área” de S. A integral de superfície de f em S é a integral dupla que é denotada por Para definir a integral acima usamos uma parametrização de S. De fato quando f(x.ime.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Integrais de Superfície de Campos Escalar Desejamos calcular a massa de uma placa fina cujo formato é dado por uma superfície parametrizada S e cuja densidade pontual de massa é dada por uma função f(x. Então a massa procurada é Calcularemos cada integral separadamente S1 : x = u .usp. Fazendo o limite temos uma integral dupla.y.v) no disco de raio 1 e centro 0 D1 .

2-cosu]. Vamos mostrar duas maneiras de parametrizar a superfície.ime.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar S3 : x = u cos v . Calcule Solução: Vamos desenhar a superfície onde S é a parte de z = (x 2 + y2)1/2 limitada por x 2 + y2 = 2y.2π] e v em [0.1) e raio 1). z = u senv para (u. S2 : x = cosu .v) em [0.v) para u em [0. Portanto Exemplo 2. (exercício da lista 4).2π].1]x[0. z = senu para (u. y = v .usp. Como vimos antes nesta situação www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.html 2/3 .v) pertencem a região D (disco de centro (0. y = 2-u cosv . 1ª maneira: temos o gráfico de uma função e então podemos parametrizar da forma x = u . y = v e z = (u2 + v 2)1/2 onde (u.

html 3/3 . y = usenv e z = u . e só se. 2ª maneira: podemos parametrizar S da forma x = ucosv .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.2π].ime.2senv] (pois x2 + y2 = 2y se.π] e u varia em [0. onde v varia em [0.1] e θ em [0. u2 = 2usenv).usp. Então neste caso e daí Cristina Cerri .20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Portanto O mais indicado agora é fazer uma mudança de coordenadas: u = rcosθ .2010 www. v = 1 + rsenθ para r em [0.

superfícies que "tem dois lados". O primeiro problema que aparece é o de definir qual a direção e o sentido que nos interessa. Você terá uma faixa que não tem lado de fora ou lado de dentro. Afinal “atravessar” significa passar de um lado para outro de S. Vamos formalizar matematicamentente este conceito.html 1/3 . isto é. Assim a nossa superfície deve ter dois lados apenas.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S.ime. Considere uma superfície S que em cada ponto tem um plano tangente.20/04/12 Superfícies Orientáveis Superfícies Orientáveis A integral de linha de um campo vetorial sobre uma curva orientada γ e é dada por que pode significar o trabalho de um campo de forças ao longo da curva γ.y. Esta é uma superfície dita não orientável. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca. Pode parecer estranho mas algumas superfícies não tem "dois lados". Considere um fluido com densidade ρ(x. Veja a figura abaixo. Queremos só considerar superfícies orientáveis. Logo em cada ponto tem-se www. O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel.usp. A faixa de Möbius é um exemplo deste tipo de superfície (ela é assim chamada em homenagem ao geômetra alemão August Möbius (17901868)). Um outro problema físico motiva a definição de integral de superfífice de um campo vetorial. Pegue uma tira de papel torça e cole.

Uma parametrização de S : x = rcosθ . são orientáveis. Encontrar um campo de vetores normais a superfície z = x2 + y2. Mais detalhes sobre este assunto veja em [BCHS]. Solução. Escolhemos conforme o caso. As superfícies mais comuns.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Podemos também escolher Assim temos duas orientações para S.usp. que usamos neste curso. Exemplo 1. Se for possível definir um campo de vetores normais que varia continuamente sobre S. e assim mostrar que esta é uma superfície orientável. y = rsenθ .20/04/12 Superfícies Orientáveis dois vetores normais unitários: e . Para uma superfície deste tipo só temos duas orientações possíveis. Atenção: em geral nos exercícios a orientação de S é fixada (é dada no enunciado) e daí você depois de parametrizar S deve escolher qual das duas possíveis é para ser usada. z = r2 .ime.html 2/3 . então S é chamada de superfície orientável. Dada a parametrização acima em cada ponto o vetor é normal a superfície. Não se www.

html 3/3 .2010 www.ime.20/04/12 Superfícies Orientáveis desoriente: nos próximos textos você verá isto com mais detalhes.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel.usp. Cristina Cerri.

Definição.ime. Da definição de integral sobre um campo escalar temos que se X(u. Exemplo.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Seja S uma superfície (parametrizada e lisa) orientável e fixe uma orientação para S. e S2 . então e daí sendo que se é + ou – vai depender da orientação de S .v)) é uma parametrização de S. Solução A superfície S é a união de duas superfícies S1 . que nos dá a orientação da curva. ou seja. em que sentido a estamos percorrendo. Considere um fluido com densidade ρ(x. O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S. é um campo de vetores contínuo sobre uma superfície paramtrizada. o parabolóide. A superfície S é lisa por parte.z(u. o disco. Somando tudo e diminuindo a partição de S aparece uma integral. Agora o sentido de percurso é dado pelo vetor normal.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. para y em [0.y. z = u sen v com u variando de 0 a 1 e v de 0 a 2π.v) = (x(u.usp.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. Dividindo S em pequenos pedaços Si quase planos podemos dizer que neste pedaço a massa de fluido que atravessa Si na direção do vetor normal por unidade de tempo é aproximadamente onde ρ . orientada com a normal exterior a S. y = u2 .1] união o disco x 2 + z2 = 1. lisa por partes e orientável S a integral de sobre S é com vetores normais Compare esta definição com a da integral de linha de um campo: fazemos o produto escalar do campo com o vetor tangente a curva.html 1/3 . Uma parametrização para S1 é x = u cos v . Se e são calculados em algum ponto de Si.v). y = 1 (união de duas superfícies lisas).y(u. Calcule (ou o fluxo de através de S ) sendo e S é o parabolóide y = x 2 + z2 . www. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca.v).

Note que a componente na direção do versor j é sempre negativa.usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. Assim Portanto Algumas notações úteis : Perceba que Uma notação usual para cada determinante deste é uma notação para a integral de superfície de uma campo é onde www. Novamente este vetor aponta para dentro da região.1] e v em [0.2π]. Assim Uma parametrização para S2 é x = u cos v. y = 1 e z = u sen v com u em [0.html 2/3 .ime.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Só que este vetor não é exterior.

ime.2] e v em [0. limitada pelo cilindro x 2 + y2 = 4. Se você não observar isto a integral pode ficar com o sinal trocado! Complemente seus estudos com a leitura de [S] ou [BCHS] e veja os exercícios resolvidos dos livros. z = 5-u sen v para u em [0. y = u sen v . orientada com o Considere a seguinte parametrização de S: x = u cos v . Cristina Cerri . tal que . É necessário fazer muitos exercicios para dominar esta matéria.usp. Então Vale a pena lembrar novamente: cuidado com a orientação da superfície.html 3/3 . Faça uma parametrização e depois verifique se ela fornece a orientação pedida.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo. sendo S a parte do plano z = 5 . Dica: use o Winplot para visualizar as superfícies e compreender melhor as parametrizações.2π]. A componente k do vetor é que é positiva.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Exemplo. Calcule campo Solução. Faça os exercícios da lista e discuta-os com os monitores.2010 www.y.

É complicado calcular diretamente esta integral (tente!). Calcule onde é a superfície do cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z=0 e z=x+2 (incluindo as tampas) .html 1/2 . Queremos calcular onde S é a esfera. Seja R é uma região fechada simples contida em A e cujo bordo (ou fronteira) S =δ R é composta de um número finito de superfícies lisas por partes.y.20/04/12 Teorema de Gauss O Teorema de Gauss O Teorema de Green nos fornece uma relação entre integral dupla de uma região fechada plana com a integral de linha do bordo dessa região. Vamos aplicar o teorema de Gauss. Podemos calcular diretamente.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss. orientada com a normal exterior. Seja A um aberto conexo de R3 e seja a um campo de classe C1 em A. Teorema de Gauss. Mas a principal motivação do resultado vem da Física e o resultado é um modelo matemático para alguns fenômenos físicos. Pelo Teorema de Gauss se R é o interior da esfera de raio 1 onde e S esfera de raio 1 orientada com a normal exterior. Se é a normal de S exterior a R (aponando para fora de R) então Pensando em um fluido em movimento com velocidade em cada ponto (x. O Teorema de Gauss é uma generalização no sentido que nos dá uma relação entre integral tripla de uma região fechada do espaço com a integral de superfície do seu bordo.ime. a superfície S. Então www. mas aplicando o Teorema de Gauss sobre a esfera unitária x2 + y2 + z2 = 1. Encontre o fluxo de exterior. como o cálculo do fluxo de um fluido através de S. orientada com a normal passamos para uma integral tripla na esfera cheia R (um sólido) de 1.usp. Solução. Então Exemplo 2. Pars tal temos que ter uma região fechada do espaço. Solução.z) o Teorema de Gauss nos diz que a taxa de variação do volume de fluido que ocupa o sólido R é igual ao volume de fluido que atravessa seu bordo. Exemplo 1. Tome R o cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z = 0 e z = x+2 com as duas tampas e orientado com a normal exterior. pois o divergente do campo é 1. Calcule Solução. Exemplo 3.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss.html 2/2 .ime.usp.20/04/12 Teorema de Gauss Para ver mais exercícios resolvidos clique aqui Cristina Cerri .2010 www.

Vamos usar Teorema de Gauss pois O Teorema nos diz que onde R é uma região fechada do R3 e a normal aponta para fora de R. Atenção: S é uma parte do cone.20/04/12 Teorema de Gauss .exercícios O Teorema de Gauss . Então aplicando o Teorema de Gauss temos ou seja www.usp. Solução onde e S é a parte da . É complicado calcular a integral diretamente pela definição (tente!).Exercícios Resolvidos Exercício 1 . Considerando R a região (sólida) interior ao cone com z positivo limitada pelo plano z = y + 3 temos que o bordo de R é a união de duas superfícies : S e S1 .html 1/4 . (exercício de prova) Calcule superfície z2 = x 2 + 2y2 entre z = 0 e z = y + 3. sendo que S1 é a parte do plano z = y + 3 limitada pelo cone.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.

(um exercício de prova) Calcule onde sendo e o campo de vetores unitários normais a S tal que Solução. Fica complicado tentar palcular diretamente. Vamos parametrizar S1 de duas maneiras 1ª maneira : x = u.3)2 = 18.0. Vamos aplicar o Teorema d Gauss. Vamos parametrizar S1 . Então Fizemos a mudança de variável u = r cosθ . z = v + 3 com (u. y = v . Obs: note que não há vetor normal no ponto (0. -u.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. Neste caso Xu ^Xv = (0. Neste caso Xu ^Xv = (0. Primeiramente vamos estudar a variação de x e y.-1. Portanto Exercício 2. que concorda com a orientação do teorema. Como z2 = x 2 + 2y2 e z = y + 3 temos que (y+3)2 = x 2 + 2y2 e daí x 2 + (y . mas isso não vai atrapalhar. v = 3 + rsenθ (Jacobiano é r).html 2/4 .v) : u2 + (v-3)2 = 18 }.0) do cone.1) apontando para cima. y = u senv + 3 . Primeramente note que onde e www.exercícios onde a orientação de S é tal que (aponta para baixo) e a orientação de S1 é tal que (aponta para cima). Então .20/04/12 Teorema de Gauss .ime. 2ª maneira : x = u cosv . z = u senv+6 onde e u).v) em Duv = { (u.usp.

mas de modo que O campo conjunto . Temos que escolher um sólido R que tem S como parte do bordo. Assim considere pelo Teorema de Gauss obtemos Onde e .0).0)} e seu divergente é 0 em Ω 1 .0.20/04/12 Teorema de Gauss . a semi-esfera e o plano z = 0.html 3/4 . Não podemos simplesmente usar o Teorema de Gauss para o sólido interior a S fechando com parte do plano z = 0 (tampa).0. Vamos tomar a uma semi-esfera centrada na origem de raio convenientemente pequeno para ficar dentro do elipsóide. Veja como deve ser feito.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.usp.exercícios O campo é de classe C1 em Ω 1 = R3 -{(0. pois o campo não está definido em (0. é de classe C1 em Ω 2 = R3 com em Ω 2.ime. Aplicando o Teorema de Gauss ao obtemos www. E vamos aplicar o Teorema de Gauss para o sólido limitado pelo semi-elipsoide.

html 4/4 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.2010 www. Cristina Cerri .ime.exercícios de modo que concluímos de (1) e (2) que Exercício: Obtenha o Teorema de Green a partir do Teorema de Gauss.usp. E não deixe de fazer os exercícios da lista 3. Veja mais sobre a teoria e exercícios resolvidos nos livros texto.20/04/12 Teorema de Gauss .

Como orientar agora o bordo da superfície? Vamos também caminhar sobre o bordo de S de modo que a região deve ficar sempre à esquerda.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido anti-horário. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo F sobre as curvas da fronteira de D e a integral dupla sobre a região D da componente z do rotacional deste campo.ime. Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano y + z = 2 e o cilindro x 2 + y2 = 1. www. Aplicando o Teorema de Stokes teremos o teorema de Green. que generaliza o Teorema de Green. Lembre também que a orientação das curvas que compoem a fronteira de D é aquela que deixa a região D à esquerda. Agora pense que a região plana D foi deformada e virou uma superfície. O sentido de percurso do bordo induzido pela normal é aquele que deixa S a esquerda. Logo a integral dupla virou uma integral de superfície. Seja S uma superfície lisa por partes. com a orientação induzida de S.usp. Exemplo 1. Vamos enunciar o Teorema de Stokes.20/04/12 O Teorema de Stokes O Teorema de Stokes Seja S uma superfície orientável. Porém nossa posição na superfície será definida pelo vetor normal. orientada pelo campo . Dado um campo de vetores de classe C1 cujo domínio contém S. simples e fechadas.html 1/5 . Teorema de Stokes. então Como então podemos escrever Note que se é um campo e S uma região plana no Oxy podemos ver S no espaço sendo o vetor normal unitário o versor k . Leia sobre orientação induzida no bordo de uma superfície orientável clicando aqui. Junte-se ao vetor normal da superfície e caminhe sobre a curva. cujo bordo δ ε S é a união de curvas lisas por parte.

ou seja R3 menos o eixo z .2-v) com (u. Vamos escolher uma orientação conveniente para S.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Solução.v) em D. Errado! Essa superfície escolhida não está contida no domínio de . Então vamos usar o Teorema de Stokes. x2 + y2 = 1}.usp.z)}. www. devemos ter o vetor normal forma X(u. Quando tentamos resolver diretamente caímos numa integral complicada. Parametrizando S da seja a induzida pela orientação de S. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido horário.0. Note que o domínio de é R3-{(0.html 2/5 . Claro que esta integral pode ser calculada diretamente pela definição de integral de linha. Tome S = {(x. Mas vamos usar o Teorema de Stokes. Portanto Exemplo 2.ime.z) : y + z = 2 . Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano x + y + z = 4 e o cilindro x 2 + y2 = 1.v) = (u. temos que que de fato aponta para cima.y. disco de raio 1. Agora a curva faz parte do bordo de S e o campo está definido em S. Temos que pegar outra superfície! Seja S a parte do cilindro entre os planos z = 0 e z = 4-x-y.20/04/12 O Teorema de Stokes Solução.v. O aluno afobado vai pegar a superfície que é a parte do plano que tem a curva como bordo e concluir que então a integral de linha é zero. Temos que escolher uma superfície S que tenha como bordo a curva γ. Para que a orientação de γ de S apontando “para cima”. Mas agora o bordo de S é formado pelas curvas γ e α. Mas o rotacional do campo é zero! (confira!).

com o plano z = -x +5. orientada de modo que sua projeção no plano xy seja percorrida no sentido anti-horário. Se tentarmos calcular a integral de linha diretamente pela definição ficaremos com integrais muito complicadas. z real}.2. Calcule Solução.ime. Se tomamos a normal apontando para fora do cilindro temos que γ está orientada como queremos e α está orientada no sentido anti-horário.html 3/5 .z) .0) temos que Exemplo 3.usp.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Usando o Teorema de Stokes Como α(t) = (cost. Vamos usar o teorema de Stokes. o espaço menos a reta paralela ao eixo z que passa por (0.20/04/12 O Teorema de Stokes Vamos orientar S convenientemente. y = 4.2). y = -4. Precisamos de uma superfície que tenha a curva como parte do bordo. O campo é Note que seu domínio é R3 -{(0. (questão de prova) Seja a curva de intersecção do prisma (superfície) de faces x = 2. www.sent. isto é. x = -2.

usp.v) = (2.u.v) e assim Parametrizamos a face Assim que não está no sentido correto. Stokes teve conhecimento deste resultado através de uma carta de Thomson em 1850 e pediu que estudantes o provasse num exame da Universidade de Cambridge em 1854. Novamente calcular diretamente envolve muitas contas e integrais complicadas. só devemos calcular as integrais nos da forma X(u.v) = (-2.2π] temos que Finalmente. Como α está podemos usar o Teorema de |Green (que é apenas uma caso particular do Teorema de Stokes).20/04/12 O Teorema de Stokes Consideremos O bordo de S é composto de Γ e da curva α. Calculando temos que pois α está orientada no sentido anti-horário. Tome β é uma circunferência e então de centro (0. Parametrizamos a face que está no sentido correto. Calculando Como a normal aos planos y = 4 e y = -4 está na direção de planos x = -2 e x = 2.2+sent. Stokes foi professor da Universidade de Cambridge e ocupou a mesma posição de Newton. Então da forma X(u. Portanto Resta calcular contida no plano z = 0. intersecção de S com z = 0 (base do prisma) que é um retângulo.2.0) e raio 1. O Teorema de Stokes é chamado assim por causa do físico-matemático irlandês Sir George Stokes (1819-1903).e .0) para t em [0.ime. Lucasian Professor of Mathematics.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.v) . Não se sabe se algum daqueles estudantes conseguiu fazê-lo! www. e . Então .u. percorrida no sentido anti-horário. Sendo β(t) = (cost.html 4/5 . O que hoje chamamos de Teorema de Stokes foi na verdade descoberto pelo físico escocês Sir William Thomson (1824-1907).Se orientarmos S de forma que a normal aponte para fora então temos que onde α está orientada no sentido anti-horário.

E não deixe de fazer os exercícios da Lista. Kaplan.usp.2 de [BCHS].br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Cristina Cerri . Veja também o livro de W.8 de [S] (de onde extraímos a nota histórica) e VIII.2010 www.ime. Cálculo Avançado – volume 1. Ed.html 5/5 . Edgar Blücher Ltda.20/04/12 O Teorema de Stokes Veja mais sobre o Teorema de Stokes e suas aplicações em 17.

fixe uma orientação para S. Informalmente. Superfícies orientáveis não fechadas podem ser fechadas "colando-se" superfícies. Supondo que S é orientável.usp. com domínio D. informalmente. o bordo é um conjunto vazio. Numa superficie fechada orientável há duas orientações possíveis: com a normal exterior ou interior. Essa é a chamada orienação induzida. o sentido de percurso da curva deve ser tal que a superfície fica sempre a esquerda. Já o bordo de uma semi-esfera é apenas uma curva e a esfera não tem bordo. ao caminhar sobre a superfície com a cabeça no sentido do vetor normal. O bordo de S é composto por curvas lisas por parte.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. o bordo do cilindro é composto por duas curvas: duas circunferências. Se X é uma parametrização de S. Por exemplo.20/04/12 Orientação do Bordo Orientação do Bordo Seja S uma superfície parametrizada. o bordo de S é.ime. lisa por partes. fechadas e simples. a imagem das curvas do bordo de D que são percorridas apenas uma vez.html 1/2 . As curvas do bordo de S terão uma orientação (sentido de percurso) induzida pela orientação do bordo. Escolhendo a www. isto é. Por exemplo: Uma superfície é dita fechada se não tem bordo.

ime.html 2/2 . É importante saber se orientar para não se perder no teorema de Stokes! Cristina Cerri-2010 www. Veja as figuras abaixo.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo.20/04/12 Orientação do Bordo orientação certa o resultado será uma superfície fechada orientada. com z entre 1 e 2. Colando-se as duas tampas que são círculos e orientando convenientemente teremos um asuperfície fechada orientável com a normal apontando para fora. A figura a esquerda representa uma superfície orientável aberta z = x 2 + y2 .usp.

Calcule a massa da superfície cuja densidade superficial é dada por Solução.ime.Questões de Prova 3a Prova de 1995. Calcule onde S é a porção do elipsóide com www.20/04/12 Exercicios resolvidos Exercicios Resolvidos .html 1/4 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. 3a Prova de 1996.usp. Parametrizando a superfície temos Domínio de integração .

Solução e é a normal Seja temos a porção do plano interior ao elipsóide e V o sólido limitado por . Como . temos A intersecção do plano com o elipsóide é dada pela solução de Eliminando . Parametrizando a '' tampa'' A normal a é dada por . onde esta orientada com a normal satisfazendo . Portanto www.usp.html 2/4 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.Pelo teorema de Gausss.ime.20/04/12 Exercicios resolvidos e exterior ao elipsóide.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. Solução www.ime. temos a porção do plano z = 2x + 4y + 3 limitada pelo parabolóide e V o sólido limitado por A normal (unitária) ao plano e exterior a V é dada por .usp.html 3/4 . 3a prova de 1996.20/04/12 Exercicios resolvidos QUESTÃO 2. Calcule onde e γ é a intersecção do cilindro x2 + y2 = 4 com a superfície z = cos(y2) + 5 orientada de modo que sua projeção no plano xy tenha sentido anti-horário. Calcule onde é a normal exterior ao parabolóide com m a porção do parabolóide abaixo do plano z = 2x + 4y + 3 e Solução Seja . Do teorema de Gausss. Como temos A intersecção do plano com o parabolóide é: Eliminando O sólido V é dado em coordenadas cilíndricas por .

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. y = 2 senθ . z = 0 onde www. orientada com normal "exterior''.usp.ime. Portanto Paramentrizando γ∗ : x = 2 cosθ .html 4/4 .20/04/12 Exercicios resolvidos Seja γ∗ a intersecção do cilindro com o plano Oxy com orientação anti-horária e S a porção do cilindro limitada pelas curvas γ e γ∗ . Pelo teorema de Stokes temos .

MAT 2455 . y) e calcule o volume de S. (1. 0 ≤ z ≤ sen(y 4 )}. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. ——————————————————————————– Quest˜o 1.0) Obtenha f (x. (1. y) dx dy (a) (0. a Os Trabalhos s˜o individuais.5 ponto) Calcule o volume do s´lido a o S = {(x. . y.5 ponto) O volume do s´lido limitado pelo parabol´ide z = 4 − 2x2 − y 2 e a o o pelo plano z = 3 − y (acima do plano e abaixo do parabol´ide) o V (S) = D f (x. a (b) (1. 3 x ≤ y ≤ 1. z) | 0 ≤ x ≤ 2. e e As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 15 de mar¸o e c ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio.5) Descreva e esboce a regi˜o D. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 1 .1o semestre de 2010 Este ´ o primeiro trabalho escrito valendo nota para compor a m´dia de trabalhos T. 2 Quest˜o 2.

ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ Å Ì¾ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ½ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Ó × Ð 3 Ó S = {(x. y) | 0 ≤ x ≤ 2. z) | 0 ≤ x ≤ 2. y) | 0 ≤ x ≤ 2y 3. y) = ¹× ¸ × Ò (y 4 ) D = {(x. y. 0 ≤ y ≤ 1} 1 2y 3 V = D × Ò (y 1 4 )dxdy = 0 0 4 × Ò (y 1 0 4 )dxdy = 1 = 2 4y 0 3 × − cos(y 4 ) Ò (y )dy = 2 = 1 − cos 1 2 ½ . y)dxdy x ≤ y ≤ 1}º 2 ÒØ Ö Ð × Ö ×ÓÐÚ ÓÖÑ ØÖ Ú Ð × Ò Ó ÈÓ f (x. 0 ≤ z ≤ 2 Ó Ô Ð × Ù ÒØ ÒØ × Ò (y 4 )} S ÔÓ × Ö Ð ÙÐ Ö Ð V = D f (x. Ö Ó 3 ÒØ Ó¸ Ö × Ö Ú Ö D ÓÖÑ ÕÙ D = {(x. ËÓÐÙ Ó Ç ÚÓÐÙÑ Ó × Ð Ó x ≤ y ≤ 1.

ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´½¸ z = 3−y ÔÓ ´ µ ´¼¸ µ ÔÓÒØÓµ Ç ÚÓÐÙÑ Ó ÔÓÖ Ó× Ð ÓÐÑØ Ó Ô ÐÓ Ô Ö ÓÐ × Ö Ð ÙÐ z = 4 − 2x2 − y 2 Ô ÐÓ ÔÐ ÒÓ V (S) = D f (x. y) Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Sº ËÓÐÙ Ó ´ µ × Ù × Ö ÕÙ Ó D × Ô Ö Ô Ð ÒØ Ö× ÙÖÚ Ó ÓÔ Ö Ò ÓÐ ÓÑ Ó ÔÐ ÒÓº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ ÔÓ ¹× Ù Ð Ö Ò ÓÒØÖ Ö ÕÙ D y− 1 2 2 4 − 2x2 − y 2 = 3 − y ⇔ y 2 + 2x2 − y = 1 ⇔ D = {(x. y) | 1 y− 2 2 + 2x2 = 5 4 5 + 2x2 ≤ } 4 ´ µ ÙÒ Ó ÙÒ Ó × Ö × Ö ÒØ Ö ÔÓÖ Ò Ñ × Ó ÕÙ ÐØÙÖ Ó × Ð Ó Ñ ÕÙ ×Ø Óº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ f (x. y) f (x. y) = zparabolide − zplano = (4 − 2x2 − y 2 ) − (3 − y) = 1 − 2x2 − y 2 + y ¾ . y)dxdy × Ö Ú × Ó Ö Ó º ´ µ ´½¸¼µ Ç Ø Ò f (x.

ÒØ Ö Ð ÔÓ × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ V = D Þ Ò Ó ÙÑ ÑÙ Ò 1 − 2x2 − y 2 + y dxdy 1 √ ρ cos θ 2 ÚÖ Ú ×   x=  y− 1 2 =ρ × Òθ 1 Jacobiano = √ ρ 2 ÓÒ ÓÑ ×× ÑÙ Ò ¸ V = 0 0≤ρ≤ √ 5 2 0 ≤ θ ≤ 2π º 2π 0 √ 5 2 ÒØ Ö Ð 2 ×Ø ÒØ × ÑÔÐ × 2 2π = 0 = 2π √ 5 ρ 2 − ρ2 dρdθ 4 2√ 0 √ √ √ 5 5 2 2 2 4 25π 2 8 ρ − ρ . = 8 2 64 0 √ 5 2 1 − ρ cos θ − ρ × 1 Òθ + 2 2 +ρ × Òθ + 1 2 ρ √ dρdθ 2 ¿ .

1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T...MAT 2455 . Seja B regi˜o que est´ abaixo de z = x + 2y. y = 0 e x = 1.y) (a) (0. Podem ser entregues antes. y. co (b) (1..}).0) Calcule B ydxdydz Quest˜o 2. z) | . y). g1 (x. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 26 de mar¸o ao monitor no seu hor´rio de e c a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. a Os Trabalhos s˜o individuais. y) e g2 (x.. u ——————————————————————————– Quest˜o 1.y) 1dz dxdy. O volume da regi˜o E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser a a calculado assim D g2 (x. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. acima do plano 0xy e ´ limitada a a a e pelas superf´ ıcies y = x2 .. N˜o a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. (a) (0.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos na forma B = {(x. (b) (1.0) Calcule o volume de E usando a f´rmula acima.5) Determine D e as fun¸˜es g1 (x. o . Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 2 .

√ y ≤ x ≤ 1} (0. 0 ≤ x ≤ 1} (0. 0 ≤ y ≤ 1. y. y = 0 e x = 1.0) Calcule B ydxdydz Solução: (a) Temos a seguinte região B: Dessa maneira.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos B = {(x.1o.. y. z)|0 ≤ z ≤ x + 2y. (1. região B mostrada no gráfico pode ser descrita das seguintes formas: B = {(x..}) (b) (1.5 ponto) Seja B região que está abaixo de z = x + 2y. 25) 1 . 25) ou B = {(x. Semestre de 2010 Questão 1. z)|.Instituto de Matemática e Estatística da USP MAT2455 . acima do plano 0xy e é limitada pelas superfícies y = x2 . y. (a) (0.Cálculo Diferencial e Integral III para Engenharia Trabalho 2 . z)|0 ≤ z ≤ x + 2y. 0 ≤ y ≤ x2 .

y) e g2 (x. 5) 21 28 Questão 2.0) Calcule o volume de E usando a fórmula acima. Solução: (a) A região D é a projeção no plano 0xy do sólido.y) (a) (0. (1. (b) (1. 5) xy + 2y 2 dy = 0 = 0 = = x6 12 1 12 x5 2x6 + dx 2 3 2x7 1 + 21 0 2 5 + = (0.5 ponto) O volume da região E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser calculado assim g2 (x. y). 25) Abaixo a região E: 2 . temos: 1 x2 0 1 x2 0 1 0 x+2y ydxdydz = B 0 ydydx (0.(b) Resolvendo a integral pedida. A intersecção é uma circunferência descrita por: x2 + y 2 ≤ 2y ⇔ x2 + y 2 − 2y ≤ 0 ⇔ (y − 1)2 + x2 ≤ 1 (0. A intersecção do cilindro x2 + y 2 = 2y com a esfera x2 + y 2 + z 2 = 4 é uma curva que projetada no plano 0xy e nos dá o bordo de D.y) 1dxdydz D g1 (x.5) Determine D e as funções g1 (x.

y) = 4 − x2 − y 2 = (0. 25) Com essa mudança.y) 1dzdxdy D g1 (x. y) e D. − 4 − x2 − y 2 ≤ z ≤ 4 − x2 − y 2 . 25) (b) O volume de E. 25) π 2 0 sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ (0.Como D já foi achado. Assim. y) variam do hemisfério inferior da esfera até o hemisfério superior.g2 (x. tem-se: π 2 0 π 2 0 sen θ sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ = 0 2r 4 − r 2 drdθ Fazendo-se a mudança de variáveis. y) e g2 (x. y) . Logo. 4 − r2 = u −2rdr = du 2r 4 − r 2 dr a integral indefinida pode ser simplificada da seguinte maneira: 2r 4 − r 2 dr = −u 2 du = −u 2 · 3 1 3 2 2 = − · 4 − r2 3 3 4 − r2 . θ e z são   0 ≤ r ≤ 2 sen θ 0≤θ≤π √  √ − 4 − r 2 ≤ z ≤ 4 − r 2 (0. tem-se: g1 (x. y) = − 4 − x2 − y 2 g2 (x. de posse de g1 (x.y) Para tornar a integração mais fácil. pode-se fazer a seguinte mudança de coordenadas cilíndricas:   x = r cos θ   y = r sen θ  z=z   |J| = r Como x2 + y 2 ≤ 2y então 0 ≤ r ≤ 2 sen θ Portanto a variação de r. as funções g1 (x. fica: g2 (x. que pode ser calculado com a formula já vista.

= .Retornando à integral dupla. tem-se: π 0 0 2 sen θ 2r π 4 − r 2 drdθ = = 0 π 0 = = 16π 3 16π 3 2 sen θ 2 − · 4 − r2 4 − r2 dθ 3 0 16 2 − 4 − 4( sen θ)2 4 − 4( sen θ)2 dθ 3 3 16 π 1 − ( sen θ)2 1 − ( sen θ)2 dθ − 3 0 16 π − 1 − ( sen θ)2 | cos θ| dθ 3 0 Note que cos(θ) é negativo para então π 2 ≤ θ ≤ π.(3π − 4) (0. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ Faz-se a seguinte mudança de variáveis:   sen θ = u   cos θdθ = du  θ=0→u=0   θ= π →u=1 2 1 0 Por fim. o volume final é: V = 16π 16 4 16 − . Como cos θ = − cos(π − θ) (translação) para π 2 ≤θ≤π π 0 1 − ( sen θ) 2 π 2 | cos θ| dθ = 2. 1 − u2 du = u− u3 3 1 0 = 4 3 Com a integral calculada. 5) 3 3 3 9 4 . a integral fica dada por: π 2 2. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ = 2.

C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 3 . w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 05 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. (2 pontos) Calcule a massa da regi˜o R que est´ limitada por x2 + y 2 = 1 + z 2 a a a e 4z 2 = x2 + y 2 e com densidade δ(x. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. u ——————————————————————————– Quest˜o 1. (2 pontos) Calcule a massa do s´lido dado por a o S = {(u. u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} sendo a densidade δ(u. Quest˜o 2. a a Os Trabalhos s˜o individuais.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. y. v.MAT 2455 . w) = u. v. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. z) = |z|. .

− √ ≤ z ≤ √ 3 3 2|z| ≤ r ≤ 1 + z2 ´¼¸ µ ÄÓ Ó . z)| = r Ó Ó   Ç ÓÑ Ò Ó ÒØ ÄÑØ ÄÑØ Î Ö Ó Ó  √ : r2 ≤ 1 + z2 ⇔ r ≤ 1 + z2 Ó ÓÒ : r 2 ≥ 4z 2 ⇔ r ≥ 2|z| 1 z : 1 + z 2 = 4z 2 ⇔ z 2 = 1 ⇔ z = ± √3 3 Ó À Ô Ö ÓÐ Ò × ÐÒ Ö × Ö Ñ ÓÓÖ Dr. z) dx dy dz Þ¹× ÑÙ Ò Ô Ö ÓÓÖ Ò × ÐÒ Ö × × Ö × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ   x = r · cos θ   y = r · sen θ  z=z   |Jac(r. z) = |z|º Ê ÕÙ ×Ø ÐÑØ ÔÓÖ x2 + y 2 = 1 + z 2 Ó Ó = x2 Ê ×Ø ÓÑÔÖ Ò ÒØÖ Ó Ò Ó ÒØ Ö ÓÖ ÙÖ Ó ÜÓ Ô Ö ÓÐ ´x2 + y2 = 1 + z2µ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó + y 2 µ¸ ÓÑÓ ÑÓ×ØÖ Ñ ×× Ö Ó Ê ÔÓ × Ö Ð ÙÐ ÔÓÖ M assa = R δ(x.θ. θ. y. y.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¿ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ Ñ ×× Ö Ó 4z 2 = x2 + y 2 ËÓÐÙ Ö ÓÒ ´4z 2 ÓÑ Ò× δ(x.z = 1 1 0 ≤ θ ≤ 2π .

M assa =
1 √ 3

δ(x, y, z) dx dy dz =
R √ 1+z 2 2π

Dr,θ,z 1 √ √ 1+z 2 3

δ(r, θ, z) · |Jac(r, θ, z)| dr dθ dz 2π · |z| · r dr dz

=
1 −√

|z| · r dθ dr dz =
2|z|
1 √ 3

0 √ r= 1+z 2

3

1 −√

2|z|
1 √ 3

3

= 2π
1 −√ 1 √ 3 3

|z| 2 ·r 2

dz = 2π
r=2|z|
1 −√ 3

|z| · 1 + z 2 − 4z 2 dz 2

= π
1 −√ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz
´¼¸ µ

ÓÑÓ ÒØ ÔÓ× Ø ÚÓ

Ö Ð ÔÓ

|z|

× Ö Ð ÙÐ

(1 − 3z 2 )

× Ó ÙÒ ×

× Ô Ö × Ù ÒØ

ÒØ Ó

ÓÖÑ ¸ Ð

|z| · (1 − 3z 2 ) Ø Ñ Ñ Ö Ò Ó ÕÙ |z| = z

Ñ ×

ÙÑ

ÙÒ

Ó Ô Öº ÒØ Ö

×× Ñ Ó ÓÖ

Ó ÒØ ÖÚ ÐÓ

1 √ 3

1 √ 3

1 √ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
1 −√

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
0 0

z · 1 − 3z 2 dz

3

´¼¸ µ ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×

1 √ 3

1 √ 3

M assa = 2π
0

z · 1 − 3z 2 dz = 2π
0

z − 3z 3 dz 1 1 3 1 · − · 2 3 4 32 = π 6
´¼¸ µ

= 2π

1 2 3 4 ·z − ·z 2 4

1 √ 3

= 2π
0

ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ
× Ò Ó Ò×

Ð ÙÐ

Ñ ××

Ó × Ð

Ó

Ó ÔÓÖ

B = {(u, v, w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1, u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} δ(u, v, w) = uº

ËÓÐÙ Ó
Ç × Ð Ó ×Ø ÓÑÔÖ Ò Ó ÒØÖ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó × Ö

E1 ´u2 + v 2 + w2 = 1µ

Ó ÒØ Ö ÓÖ

× Ö

E2

ÕÙ

×Ø ÓØ Ò Ó

×ÐÓ

Ñ Ù ´u2

+

v2

+

w2

= 2uµº
Ó Ö ÔÖ × ÒØ Ó Ò ÙÖ ÜÓ

u = z¸ v = y

w = x¸

Ø ÑÓ× Ó × Ð

Ñ ××

Ó × Ð

Ó ÔÓ

× Ö Ð ÙÐ

ÔÓÖ

M assa =
Du,v,w

δ(u, v, w) du dv dw
× Ö × ÜØ Ö ÓÖ × Ö ½ × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ

Þ¹×

ÑÙ

Ò

Ô Ö

ÓÓÖ

Ò

×

   u = z = ρ · cos φ    v = y = ρ · sen φ · sen θ =⇒    w = x = ρ · sen φ · cos θ  |Jac(ρ, θ, φ)| = ρ2 · sen φ
×× Ñ Ó ÓÑ Ò Ó ÒØ Ö Ó

: ρ2 ≥ 1 ⇒ ρ ≤ 1 ÁÒØ Ö ÓÖ ¾ : ρ2 ≤ 2ρ cos φ ⇒ ρ ≤ 2 cos φ 1 ½ ∩ ¾ ⇒ 2u = 1 ⇒ u = 2 ⇒ cos φmax =
Ò × × Ö ×

1 2

⇒ φmax =

π 3

Ñ ÓÓÖ

Dρ,θ,φ = 0 ≤ θ ≤ 2π , 1 ≤ ρ ≤ 2 cos φ

0≤φ≤

π 3
´¼¸ µ

ÄÓ Ó
M assa =
Du,v,w
π 3

δ(u, v, w) du dv dw =
Dρ,θ,φ
π 3

δ(ρ, θ, φ) · |Jac(ρ, θ, φ)| dρ dθ dφ
2 cos φ

2 cos φ 2π

=
0 1
π 3

ρ · cos φ · ρ2 · sen φ dθ dρ dφ =
0 0 1
π 3

2π · ρ3 · cos φ · sen φ dρ dφ 2π 4
0

= 2π
0
π 3

cos φ · sen φ

1 4 ·ρ 4

ρ=2 cos φ

dφ =
ρ=1

cos φ. sen φ 24 · cos4 φ − 1 dφ

=

π 2
0

16 · cos5 φ − cos φ · sen φ dφ

´¼¸ µ Þ Ò Ó × Ù ÒØ ÑÙ Ò ÚÖ Ú ×
cos φ = t =⇒ − sen φ · dφ = dt
b a

φ=0⇒t=1 φ= π ⇒t= 1 3 2

×

Ò Ó ÕÙ
a
π 3

f (s)ds = −
b

f (s)ds¸

Ø ÑÓ× ÕÙ
1 2

ÒØ Ö Ð
1

16 · cos φ − cos φ · sen φ dφ =
0 1

5

16 · t − t · (−1) dt =
1 2

5

16 · t5 − t dt

ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ
1

Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×
5

M assa =

π 2
1 2

π 16 · t − t dt = 2

16 6 1 2 ·t − ·t 6 2 = π 2

t=1

=
t= 1 2

π 8 1 · 1− 6 2 3 2

1 1 · 1− 2 2 2

= =

π 8 64 − 1 1 4−1 · − · 2 3 64 2 4 π 21 3 π 18 9π − = · = 2 8 8 2 8 8

8 63 1 3 · − · 3 64 2 4

´¼¸ µ

N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a a Os Trabalhos s˜o individuais. orientada de forma que sua proje¸˜o no plano 0xy seja percorrida no sentido anti-hor´rio.dr onde F (x.MAT 2455 . para 0 ≤ t ≤ π com densidade δ(x. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. y. z) = z 2 . u ——————————————————————————– Quest˜o 1. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 22 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. z) = (x2 − z 2 )i + 2y k e γ ´ a ca intersec¸˜o das superf´ ca ıcies x2 + y 2 − z 2 = 3 e y = 2z. (1 ponto) Calcule a massa de um arame cujo formato ´ da h´lice γ(t) = a e e (3t. (1. a . 2 cos(t).1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Quest˜o 2.5 pontos) Calcule a a γ e F .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 4 . 2sen(t)). y.

2 cos(t) (0. 13 4 √ π = 4. y. −2 ×× Ñ Ø ÑÓ× ÕÙ × Ò (t). × Ò 2 (t) dt (0. 25) ½ . 25) ÎÓÐØ Ò Ó ÒØ Ö Ð π π M = 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt = t − 2 × Ò (t) (2 0 π 0 × Ò (t)) 2 √ . 2 × Ò (t))¸ 0≤t≤π Ó ÔÓ ÓÑ Ò× δ(x. 13 2 √ = 2π 13 (0. z) = z2º ËÓÐÙ Ç Ö Ñ × Ö × Ó Ó Ñ ×× Ó Ö Ñ ÔÓÖ π M= 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt Ó¸ Ò Ó Ç Ø ÑÓ× Ó Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ γ ′ (t) Ô ÖØ Ö γ(t) γ ′ (t) = (3. 2 cos(t)) |γ ′ (t)| = 3.(−2 × Ò (t)) + 2 cos(t).3 + (−2 √ = 9+4 √ = 13 × Ò (t)). 13 dt = 0 π √ 4 13.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸¼ ÔÓÒØÓµ Ô Ö Ð ÙÐ Ñ ×× ÙÑ Ö Ñ Ù Ó ÓÖÑ ØÓ Ð γ(t) = (3t. 5) √ = 4. 2 cos(t).

2 × Ù Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ √ γ ′ (t) = (− 3 × Ò t. 5) ¾ . z) = (x2 − z 2 )i + 2y k ÕÙ Ô Ó ×Ù ÔÖÓ Ó ÒÓ ÔÐ ÒÓ γ × ÒØ Ö× Ô Ö ÓÖÖ Ó × ×ÙÔ Ö × ÒÓ × ÒØ ÙÖÚ ÙÑ ÓÐ Ó x2 + y 2 − ËÓÐÙ Ó È Ö Ú ¹× z2 = 3 y = 2z ¸ ÓÖ ÒØ ÒØ ÔÖÓ 0xy ÒØ ¹ ÓÖ Ö Óº Ð ÙÐ Ö Ò ÓÒØÖ Ö Ú ¹× ¸ ÔÖ Ñ Ö Ñ ÒØ ¸ ÒØÖ × ×ÙÔ Ö ×¸ÙÑ Ò Ö ÕÙ Ð γº È Ö ××Ó¸ ÒØ Ö× Ô Ö ÓÐ ÙÑ ÔÐ ÒÓ  2 2 2  x +y −z =3 y = 2z  Hiperboloide ∩ P lano → x2 + y 2 − Î ¹× Ö ÕÙ ÔÖÓ Ó Ó ÒØ Ö× Ó ÒÓ × ÒØ ÒØ ¹ ÓÖ Ö Ó z2 4 =3→ x2 3 + y2 4 = 1 (0. 2 cos t.ÉÙ ×Ø Ó ¾ ´½¸ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ γ F dr ÓÒ ÓÖÑ Ö Ð Ó ÐÒ F (x. × Ò t) √ γ(t) = ( 3 cos t. cos t) (0. 5) Ñ ÙÑ Ð Ô× ¸ Ö ÔÖ × ÒØ ÜÓ¸ Ô Ö ÓÖ¹ × ×ÙÔ Ö × Ö ×ÙÐØ ÙÖÚ γ Ô Ö Ñ ØÖ Þ × Ù ÒØ ÓÖÑ × Ò t. y.

γ ′ (t) dt 0 2π = 0 2π (3 cos2 t − × Ò 2 t.ÓÑ ××Ó¸ γ ÒØ Ö Ð F dr = Ð Ò × Ö Ð ÙÐ 2π ÜÓ F (γ(t)). 2 cos t. 5) ¿ . 4 × Ò t). 0.(− × Òt + √ 3 √ 3 √ 3 × Ò t. 3 + cos3 t cos 2t − cos t + − 3 2 =0 (0. cos t) dt = 0 √ −3 3 cos2 t × Ò 3 t + 4 × Ò t cos t dt 2π 0 = √ cos3 t 3 3.

dr γ onde F (x. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. 2 2 . (2 pontos) Calcule a F . u ——————————————————————————– Quest˜o 1.MAT 2455 .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 5 .5 ponto) Calcule a (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 γ onde γ ´ a curva (x − 1)2 + 2(y − 2)2 = 13 orientada no sentido hor´rio. y) = arctg(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j e γ(t) = (cos t. e a Quest˜o 2. t) para − π ≤ t ≤ π . a e ca a N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. a a Os Trabalhos s˜o individuais. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 7 de maio ao monitor no seu hor´rio de plant˜o e a a (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e local). (1.

y) = Ð ÙÐ Ò Ó Ó ÖÓØ ÓÒ Ð xy 2 − y + x3 x . 2 2 + y2 x x + y2 − → F (x2 + y 2 ) − 2x2 (2xy − 1)(x2 + y 2 ) − (xy 2 − y + x3 )(2y) − (x2 + y 2 )2 (x2 + y 2 )2 y 2 − x2 y 2 − x2 − 2 =0 2 + y 2 )2 (x (x + y 2 )2 k=0 Ò ÔÓ×× ÓÖ × Ö ÙØ Ð Þ Ó Ó¸ ÔÖ ×Ó ×ÓÐ Ö ÓÖ Ö Ó Ñ¸ ÔÓ × Ó ÑÔÓ ∂Q ∂P − ∂x ∂y = = ÄÓ Ó È Ö Ò ÓÒØ Rot(F ) = ÕÙ ∂Q ∂P − ∂x ∂y Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ñ ×Ñ º Á×ÓÐ Ò Ó − → F Ò Ó ×Ø ×Ø Ö Ó Ò Ñ ÓÑ ÙÑ Ö ÙÒ Ö Ò α(t) r Ô ÕÙ ÒÓ ×Ù ÒØ Ô Ö ÒÓ ÒØ Ö ÓÖ γ¸ α(t) = r(cos(t). α′ (t) = r(− × Ò (t).Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ γ (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 ÓÖ ÒØ ÒÓ × ÒØ Ó ÓÖ Ö Óº ÓÒ γ ÙÖÚ (x − ËÓÐÙ Ó Ì ÑÓ× Ó + 2(y − − → Ó ÑÔÓ F 1)2 2)2 = 13 ÔÓÖ − → F (x. −π ≤ t ≤ π ÓÑ Ö Ð Ë Ò Ó ÕÙ Ó R¸ Ú ÑÓ× ÕÙ Ó ÑÔÓ − → F α Ò γ Ó ×Ø Ó ÓÖ ÒØ × Ò Ø Ú Ñ ÒØ º Ö Ó ×Ø Ñ ØÓ Ó× Ó× ÔÓÒØÓ× R¸ Ô ÐÓ Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ø Ö ÑÓ× − → Rot( F ) · kdA = − R α − − → → F · dr − γ − − → → F · dr − − → → F · dr = − γ R 0dA − α − − → → F · dr = − α − − → → F · dr ½ . cos(t)) Ø Ö ÑÓ× × Ù ÒØ × ØÙ × Ò (t)).

t) Ô Ö − π ≤ t ≤ π º 2 2 ËÓÐÙ Ó È Ö ÙØ Ð Þ Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ú ¹× Ø Ö ÙÑ Ö ÓR Ë Ò Ó ×× Ñ¸ Ö ¹× ÙÑ ÙÖÚ α(t) ÓÑ Ó ÒØÙ ØÓ × Ó Ø Ö ÙÑ Ö α(t) = (0. −1) π 2 Ó ¸ Ù ÖÓÒØ Ö ÓÒØ Ò ¸ Ø Ð ÕÙ γ(t)º ¾ . cos(t)) dt = −π π −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) + × Ò 2 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + cos2 (t) dt −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + 1 dt = −π × Ö Ä Ñ Ö Ò Ó ÕÙ ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒØ Ö × − − → → F · dr = α π ÙÒ × ÑÔ Ö × × Ó ÒÙР׸ ÒØ Ö Ð ÐÒ α 1dt = 2π −π ÓÑÓ Ú ×ØÓ¸ ÓÑ Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò γ − − → → F · dr = −2π ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ ÓÒ Ð ÙÐ − − → → F · dr γ − → F (x. y) = arctan(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j γ(t) = (cos(t). − π ≤ t ≤ 2 α′ (t) = (0. −t)). r2 r2 · r(− × Ò (t). ÒØ Ö Ð ÐÒ π −π π − → α ÒÓ ÑÔÓ F ÔÓ − → F (α(t)) · α′ (t) dt × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ − − → → F · dr = α = −π π r 3 cos(t) × Ò 2 (t) − r × Ò (t) + r 3 cos3 (t) r cos(t) .

−1) dt t ln(t + 3) dt − 2 π 2 −π 2 − − → → F · dr = = = 1 dt ÆÓØ ÕÙ ÒØ Ö Ð ÙÒ Ó ÑÔ Ö ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒÙÐ ¸ − − → → F · dr = − α π 2 −π 2 ÑÓ× ÓÑ 1dt = −π ÈÓÖ Ñ¸ ÙØ Ð Þ Ò Ó ÙÐ γ Ó Ì ÓÖ Ñ − − → → F · dr = R Ö ÒÓ Ø − → Rot( F )dA − ÒØ Ö ÓÖÑ ÒØ − − → → F · dr α − − → → π π F · dr = − π = − 2 2 γ ¿ .ÆÓØ ÕÙ ¸ ×× Ñ¸ Ø ÑÓ× ØÓ × × Ô Ø × × Ó Ì ÓÖ Ñ   Ê ⊂ Int(γ ∪ α) γ α Ø Ñ ÓÖ ÒØ Ó ÔÓ× Ø Ú  → ÓÑ´− ) ⊂ R F − → Rot( F ) · k dA = R α Ö Ò × Ø × Ø ×¸ Ó Ø ÓÖ Ñ ÔÓ × Ö ÙØ Ð Þ Óº − − → → F · dr + γ − − → → F · dr Ð ÙÐ Ò Ó ÒØ Ö Ð ÙÔÐ Ó ÖÓØ ÓÒ Ð Ñ R − → Rot( F ) · k dA = R R 2x dxdy π 2 −π 2 π 2 −π 2 cos(y) = = = 2x dxdy 0 cos2 (y) dy y + 2 × Ò (2y) 4 π 2 −π 2 = π 2  ÒØ Ö Ð ÐÒ α ÙÖÚ α ×Ö π 2 −π 2 π 2 −π 2 π 2 −π 2 ÔÓÖ − → F (α(t)) · α′ (t) dt P (α(t)). −t ln(t2 + 3) + 1 · (0.

(1 ponto) O campo a F (x. 3x2 y 2 + ey senz . y. t sent.5 ponto) Em cada caso abaixo. z) = (2xy 3 .z 2 + 2y x + 2y 2 em R3 − {(0. 2 a) (0. 0). Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. .5) F (x. determine se o campo F ´ ou n˜o conservativo a e a no dom´ ınio indicado. t) para 0 ≤ t ≤ π .5) Calcule 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey senz) dy + ey cos z dz γ onde γ(t) = (t cos t. c) (0. 0. 2y) em R2 . y. Em caso afirmativo. e b) (0. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. z) = x2 −y x . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. 2 .MAT 2455 . y) = 2 + y2 2 x x +y 2 b) (0.5) F (x. (Use o item a) ) 2 Quest˜o 3.5) Mostre que o campo F (x. . (1. (1 ponto) Calcule a a) (0. z). Por´m sugiro que os exerc´ e a e ıcios desse Trabalho sejam elaborados antes da P2.5) F (x. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 senx + 2yz)k em R3 .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 6 . N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Bons estudos! Profa. z ∈ R} ´ conservativo? Justifique sua resposta (leia atentamente a teoria e antes de responder). determine um potencial. ey cos z) ´ conservativo e e dˆ um potencial.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. u Observe que a data de entrega ´ posterior a P2 de C´lculo III. y. a a Os Trabalhos s˜o individuais. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 20 de maio ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local). Quest˜o 2. y x em R2 − (0. y) = (4x ln(x2 + 1) .

ele é conservativo. (a) (0. y) = y x 2 . 0). temos a função potencial φ. o campo é conservativo no domínio e: ∇φ = ou ∂φ ∂φ . F (1.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 6 .MAT 2455 . determine se o campo vativo no domínio indicado. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 x2 em senx + 2yz)k em R3 . pode-se buscar diretamente um potencial para cada campo. determine um potencial. . Em caso armativo. ∂x ∂y ∂φ ∂φ ∂φ .5 ponto) Em cada caso abaixo. F (x.5) (c) (0. 2y) R2 . Também temos um Teorema que diz que se o campo é conservativo ENTÃO o Rotacional é nulo. ∂x ∂y ∂z F: =F ∇φ = =F (a) Buscando por uma função potencial de Integrando a primeira equação com relação a  x  ∂φ =  ∂x x2 + y 2 y ∂φ   = 2 ∂y x + y2 x e derivando-a com relação a y: φ(x.1o semestre de 2010 Questão 1. e o campo F é conservativo: φ(x. se o campo vetorial apresenta uma função potencial. Solução: Sabe-se que.5) (b) (0. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + g(y) 2 ∂φ y = 2 + g ′ (y) ∂y x + y2 Comparando com a segunda equação chega-se a seguinte conclusão g ′ (y) = 0 ⇒ g(y) = K Sendo assim. Assim se o campo tiver rotacional não nulo ele não é conservativo. y) = (4x ln(x2 + 1) . Porém isso não garante que o campo é conservativo. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + K 2 . Sendo assim. 2 em R − (0. e caso este seja encontrado. y. Facilmente se calcula o Rotacional de cada campo dos itens da questão e se verica que em cada caso o Rotacional não é nulo.5) é ou não conser- F (x. 2 2 +y x +y 2 F (x.

y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + g(y) ∂φ = g ′ (y) ∂y g ′ (y) = 2y ⇒ g(y) = y 2 + K φ(x. z) = y 2 z sen(x) + x + g(y. y. z) = z2 ∂y g(y. z) ∂φ ∂g(y. y. y. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 + h(z) ∂φ = y 2 sen(x) + 2yz + h′ (z) ∂z h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K Portanto. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + y 2 + K   ∂φ = 4x ln(x2 + 1)  ∂x  ∂φ = 2y  ∂y .(b) Resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. φ(x. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 +K (c) Novamente. z) = 2yz sen(x) + ∂y ∂y ∂g(y. z) = yz 2 + h(z)   ∂φ = y 2 z cos x + 1   ∂x   ∂φ = 2yz senx + z 2  ∂y   ∂φ   = y 2 senx + 2yz ∂z φ(x. resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x.

z) = 3x2 y 2 + ∂y ∂y com relação a y: Comparando com a segunda equação ∂g(y. z) = x2 y 3 + ey + h(z) ∂φ = ey cos z + h′ (z) ∂z E comparando com a terceira equação h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K A função potencial para o campo F ca sendo: senz φ(x.5) Mostre que o campo e dê um potencial. y. (Use o item a) ) 2 Solução: (a) Da mesma forma que na questão anterior. z) = ey φ. z) ∂φ ∂g(y.5) Calcule F (x. z) tal que ∇φ = Sendo assim ∂φ ∂φ ∂φ . y. y. φ(x. (b) (0. y. . z) = ey ∂y senz ⇒ g(y. t) para 0≤t≤ π . z) = (2xy 3 . (1 ponto) Calcule (a) (0. ∂x ∂y ∂z =F Integrando a primeira equação   ∂φ = 2xy 3    ∂x  ∂φ = 3x2 y 2 + ey senz  ∂y    ∂φ  = ey cos z ∂z com relação a x e derivando-a φ(x. Então procuramos F apresentar uma função potencial. z) = x2 y 3 + ey Portanto +K F é um campo vetorial conservativo. t sent. senz + h(z) z: Desta forma. z) = x2 y 3 + g(y. ca-se com a seguinte função que pode ser derivada com relação a senz φ(x. 3x2 y 2 + ey senz . ey cos z) é conservativo 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey γ senz) dy + ey cos z dz onde γ(t) = (t cos t.Questão 2. se o campo ele é conservativo. . y.

0) γ( π ) = (0 . E. e pode ser calculada como: γ F · dr = φ (γ(b)) − φ (γ(a)) Veja que o valor na integral depende exclusivamente dos pontos nal e inicial. do enunciado. 0 . a integral de linha independe do caminho γ que liga os pontos extremos. temos: a=0 b= π 2 γ(0) = (0 . π) 2 φ (γ(0)) = 0 + K φ γ( π ) = e 2 + K 2 π Sendo que a integral de linha ca sendo: γ F · dr = e 2 + K − (0 + K) = e 2 π π .(b) Sendo o campo F conservativo. 2 π 2 .

cos t. y. 0 dt = π π = π √ 2π = E como a integral de linha não é nula. √ sent. 0. Porém isso não garante que o campo Da teoria sabemos que se o domínio de F for simplesmente conexo e se o Rotacional for nulo ENTÃO o campo é conservativo. z). 0. 0. 0) ∈ Int(γ). sent . z ∈ R} é conservativo? Justique sua resposta (leia atentamente a teoria Solução: Sabe-se que o rotacional do campo é conservativo. Escolhendo z = 0. (1 ponto) O campo F (x.z 2 + 2y x + 2y 2 antes de responder). centrada na origem.0 · − 2 2 2 √ √ 2 2 2 sen t + cos2 t dt 2 2 √ 2 dt 2 − sent .Questão 3. por exemplo. pode-se dizer que o campo não é conservativo. Note que se o domínio de F não for simplesmente conexo nada se pode armar. F é nulo. z) = em x2 x −y . 2 . o campo não é conservativo. −π √ γ ′ (t) = − 2 sent . γ como uma elipse no plano Se γ F · dr = 0. calculando a integral de linha √ t π π γ F · dr = = π π π π F (γ(t)) · γ ′ (t) dt √ 2 cos t . obtemos: 2 cos t . O domínio de F da questão 3 é o R3 menos a reta (0. z) que não é simplesmente conexo. R3 − {(0. 0 . . Vamos calcular γ F · dr para uma curva γ com (0. cos t . Apesar do rotacional ser nulo (calcule) não podemos armar que o campo é ou não conservativo. 0 γ(t) = E. Veja o item (a) da Questão 1 acima.

y.k < 0 . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. y 2 ) e S ´ parte do parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y.5 ponto) Calcule a S e F .MAT 2455 . (1. u Leia a teoria. y. z) = z. (1. x2 .N dS onde F (x. veja os exerc´ ıcios resolvidos e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3.5 ponto) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. Bons estudos! Profa.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 7 . Quest˜o 2. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. z) = (y. a a Os Trabalhos s˜o individuais. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 10 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local). N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N .

C´lculo Diferencial e Integral III para Engenharia a Trabalho 7 . v)|0 ≤ u ≤ 2π. 1 + v 2 cos u. √ sen u. pois 2 ≤ x2 + y 2 ≤ 4. v) √ √ Xu = (− 1 + v 2 sen u. v) Xv = ( √ 1 + v2 1 + v2 √ ||Xu × Xv || = 1 + 2v 2 D = {(u. 1 + v 2 sen u. deve-se encontrar uma parametriza¸˜o da superf´ cuja massa a ca ıcie ser´ calculada. (1. y. 1 ≤ v ≤ 3} Dessa forma o c´lculo da massa fica dado por: a O dom´ ınio de integra¸˜o fica: ca 1 . Semestre de 2010 Quest˜o 1. v) = ( 1 + v 2 cos u. 0) v v cos u.5 pontos) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. a A proje¸˜o de x2 + y 2 = z 2 + 1 para 1 ≤ z ≤ 3 no plano xy ´ um anel.Instituto de Matem´tica e Estat´ a ıstica da USP MAT2455 . ca e ´ conveniente utilizar a seguinte parametriza¸˜o: E ca  √  x = √ 1 + v 2 cos u y = 1 + v 2 sen u  z=v onde 0 ≤ u ≤ 2π e 1 ≤ v ≤ 3. z) = z .1o. Assim: √ √ X(u. Solu¸˜o: ca A massa da superf´ em quest˜o ´ dada por: ıcie a e M= δ dS Para o c´lculo da massa.

dt = 4vdv e 3 ≤ w ≤ 19. (1.k < 0. 2v. orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N . v. y 2 ) e S ´ parte do e Quest˜o 2. −2u) Xv = (0. x2 . 1 + 2v 2 Faz-se a mudan¸a de vari´vel w = 1 + 2v 2 . −2v) Xu × Xv = (2u. 1 + 2v 2 dv du = 0 = 2π √ v. 1) X(u.5 pontos) Calcule a parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y. O c´lculo da integral fica c a a M = π 19 1 w 2 dw 2 3 π 3 19 w2 = 3 3 √ √ π . 1.N dS onde F (x. v)) · ||Xu × Xv || dv du √ v. v) = (u.2π 3 1 M = 0 2π 3 1 3 1 δ(X(u. Solu¸˜o: ca Parametrizando a superf´ ıcie:   x=u y=v  z = 1 − u2 − v 2 Xu = (1. y. z) = (y.(19 19 − 3 3) = 3 F . 0. 1 − u2 − v 2 ) 2 .

N dS = −7π 4 3 .r2 .sen 2 θ+2r2 sen θ+r dr dθ 2π sen 2θ 2 cos θ 1 cos2 θsen θ cos2 θ sen 2 θ 2. 1).N dS = Duv (v. θ)|0 ≤ r ≤ 1. cos θ+2.O c´lculo da integral ´ dado por: a e F .sen θ + 1  J =r D = {(r. vem: 2uv + 2u2 v + v 2 du dv Duv 2π 1 = 0 0 2r3 cos θ.sen θ 1 + + + + + + dθ 4 3 5 2 4 3 2 0 π π 7π = + +π = 2 4 4 e Deve-se ainda verificar o sentido do vetor normal utilizado. cos2 θ+r3 . Com isso: = F . 2v. v 2 ) · (2u. ´ poss´ notar que (Xu × Xv ). 2v. u2 .k > 0. cos θ y = r.r3 . 0 ≤ θ ≤ 2π} Substituindo na integral de superficie.sen θ+2. Como Xu × Xv = (2u.r4 . 1) du dv 2uv + 2u2 v + v 2 du dv = Duv E o dom´ ınio de integra¸˜o fica dado por: ca Faz-se a seguinte mudan¸a de coordenadas: c   x = r. cos2 θsen θ+2. que ´ contr´ria ` orienta¸˜o dada no exerc´ ıvel e a a ca ıcio.

N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.MAT 2455 . u Antes de iniciar o Trabalho 8.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 . Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Bons estudos! Profa. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. veja os exerc´ ıcios resolvidos (do material e de provas antigas) e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3. leia atentamente a teoria. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 8 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Cristina . As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 21 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou na sala 109A do IME das 15hs a a e as 17hs. a a Os Trabalhos s˜o individuais.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.

N dS onde F (x. y. ex + sen(z) .MAT 2455 . z) = (x + arctan(z 2 ) .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 . cos(x2 + y 2 )) ca e S ´ parte do parabol´ide z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. (preste aten¸˜o no e o enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ıcie a e .1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. (2 pontos) Calcule a S No USP: F .

(2 pontos) Calcule a γ No USP: F . ey . ca e a . z) = −y x z6 . 2 .Nome: Quest˜o 2. x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 e a curva γ ´ a intersec¸˜o do cilindro x2 + y 2 = 4 e a superf´ z = y 2 + 1 orientada de modo e ca ıcie que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido anti-hor´rio. y. y) 6 F (x.dr onde + (ln(1 + x4 ) .

y.N dS1 = S1 0 0 cos(ρ ) · ρ dθ dρ = 2π 0 2 cos(ρ2 ) · ρ dρ . z) = (x . cos (x2 + y 2 )) e S é a parte do parabolóide orientação de S. 0. 1). onde Seja R a região interna a S1 . OBS: Adotando N . temos F . 1) Cálculo de S1 F .N dx dy = D cos(x2 + y 2 ) dx dy Faz-se a mudança para coordenadas polares: E o domínio de integração em coordenadas polares ca:   x = ρ · cos θ y = ρ · sen θ  |Jac(ρ. Semestre de 2010 Questão 1. ex + sen 1 .N dS1 = R div F (x. y. cos (x2 + y 2 )) =⇒ F (σ1 ).Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 8 . que S e S1 . Escolhemos uma superfície o disco no plano Temos que z=1 limitado pelo parabolóide S1 pode ser descrita por: z = x2 + y 2 − 1. ex + sen (z) . 0. (x. z) dx dy dz. y) ∈ R2 / x2 + y 2 ≤ 2 k : N1 = (0. z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. 1). Pelo teorema de Gauss.θ.N dS1 = S1 D F (σ1 ). com normal externa. é σ1 (x. 1) Assim: F .N = cos(x2 + y 2 ) N = (0.1o.MAT2455 .k < 0 como Solução: A superfície não é fechada e então não é bordo de um sólido. y.N dS + S S1 F .z = 0 ≤ θ ≤ 2π √ 2 2π 0≤ρ≤ √ √ 2 2 F . y) ∈ D A normal desta superfície é o vetor D = (x. θ)| = ρ e Dρ.N dS onde F (x. y . (2 pontos) Calcule S F .N dS1 : Temos que: F (σ1 ) = (x + arctan(1) . z) = (x + arctan(z 2 ) .

z) dx dy dz − S1 F . então: div F (x.N dS = S R div F (x.z = 0 ≤ θ ≤ 2π .θ. θ. y. y. −1 ≤ z ≤ 1 1 √ z+1 2π e 0≤ρ≤ √ z+1 div F (x. z) dx dy dz R : = 1. z) dx dy dz = R −1 0 0 √ z+1 1 1 · ρ dθ dρ dz 1 = −1 0 1 2π · ρ dρ dz = 2π −1 1 2 ·ρ 2 z=1 √ ρ= z+1 dz ρ=0 = π −1 (z + 1) dz = π 1 2 ·z +z 2 = 2π z=−1 = π 1 1 + 1 − − (−1) 2 2 Logo temos que: F .N dS1 = π(2 − sen 2) .N dS1 = 2π S1 0 1 · cos u 2 du = π (sen u) u=0 = π · sen (2) 2) Cálculo de Sabemos que divF div F (x. z) dx dy dz 1 dx dy dz R R Faz-se a mudança para coordenadas cilíndricas:   x = ρ · cos θ   y = ρ · sen θ  z=z   |Jac(ρ. z)| = ρ E o domínio de integração em coordenadas cilíndricas ca: Rρ. y. y.Fazendo a mudança de variáveis: ρ2 = u ρ · dρ = 2 1 2 · du =⇒ ρ = √⇒ u = 0 0 ρ= 2⇒u=2 u=2 F .

Questão 2. (2 pontos) Calcule
F (x, y, z) =
e a curva

F .dr
γ

onde

−y x z6 , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 x2 + y 2 = 4

+ (ln(1 + x4 ) , ey , y) z = y2 + 1
orientada de modo que a

6

γ

é a intersecção do cilindro

e a superfície

projeção no plano

0xy

é percorrida no sentido anti-horário.

Solução: (esboço)

Vamos estudar separadamente os campos

F1 (x, y, z) =

x z6 −y , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2
6

F2 (x, y, z) = (ln(1 + x4 ) , ey , y)
Para calcular a integral usa-se o teorema de Stokes.

x2 + y 2 = 1 com 0 ≤ z ≤ y 2 + 1. Esta superfície está contida no domínio desse campo que é R3 − {(0, 0, z)}. O bordo de S é composto por duas curvas: γ e α, onde α é a circunferência x2 + y 2 = 4 no plano z = 0, orientada no sentido anti-horário. Para o campo F1 temos
Tome

S

a superfície do cilindro

F1 .dr +
α −γ

F1 .dr =
S

Rot(F1 ).N dS

onde a normal aponta para fora do cilindro. Teremos

F1 .dr =
γ α

F1 .dr = 2π

(deve-se calcular a última integral) No caso do campo cilindro x2

F2

pode-se escolher a superfície

S1

que é parte da

z = y2 + 1

limitada pelo

+

y2

=

4, pois ela está contida do domínio do campo que é o R3 . Então F2 .dr =
γ S1

Rot(F2 ).N dS

onde a normal aponta para cima". Uma parametrização de

S1

é

x = u, y = v, z = v 2 + 1

onde

(u, v) ∈ D = {(u, v) : u2 + v 2 ≤ 4.

Daí

Rot(F2 ).N dS =
S1 D

(1, 0, 0).(0, −2v, 1)dudv = 0

Portanto

F .dr =
γ γ

F1 .dr = 2π

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T e vale 4,5 pontos. Veja no e For´m de Not´ u ıcias como a m´dia T ser´ calculada. e a As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 30 de junho e ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 9 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u Os Trabalhos s˜o individuais. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Profa. Cristina

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. (2,5 pontos) Calcule a
S

No USP:

x dy ∧ dz + z 2 ln(z 8 + 1) dz ∧ dx + z dx ∧ dy onde S ´ parte e

da superf´ z = 1 − y 2 limitada pelos planos x = 3, x = 0 e z = 0, orientada com N .k ≥ 0. ıcie (preste aten¸˜o no enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ca ıcie a e

orientada de modo que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido ca e Quest˜o 2. (2 pontos) Calcule a anti-hor´rio. a .Nome: 3 No USP: 1dx + xdy + ez dz sendo γ a intersec¸˜o de z = x2 + 4y 2 ca x2 + y 2 γ e z = 4 − 4x2 − y 2 .

± 75.GHQWLGDGHV )XQGDPHQWDLV    FRWJ [ WJ[  VHF [ FRV [  FRVVHF [  WJ [ VHQ [ FRV [ . ± È/*(%5$   VHQ [ )yUPXOD %LQRPLDO [  \..$  ..*2120(75.

Q Q˜ Q .

˜ Q   .

 [Q  Q  [Q ±  \  Q˜ Q .

 ˜ [ Q ˜ \    FRWJ [    VHQ[  FRV[   WJ[ VHF[  FRWJ[ FRVVHF[ )yUPXODV GH 5HGXomR  VHQ S  r [.

FRV [ FRV S  r [.

# VHQ [ WJ S  r [.

# FRWJ [  VHQ S r [.

# VHQ [ FRV S r [.

 FRV [ WJ S r [.

r WJ [  VHQ  S r [.

r VHQ [ FRV  S r [.

FRV [ WJ  S r [.

r WJ [ )XQomR GD 6RPD H 'LIHUHQoD GH  ÆQJXORV  VHQ [ r \.

VHQ [  FRV \ r VHQ \  FRV [  FRV [ r \.

FRV [  FRV \ # VHQ [  VHQ \  WJ [ r \.

FRV [ VHQ [ ˜ [ Q  ˜ \     Q ˜ [\ Q   \ Q  RQGH Q p XP Qž SRVLWLYR H Q Q IDWRULDO.

p Q Q  Q ± .

 Q ± .

      3URGXWRV (VSHFLDLV  [  \.

 [  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  \  [  \.

 [  [\  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  [\ ± \  [ ± \ [ ± \.

[  \.

 [ ± \ [ ± \.

[  [\  \.

 [  \ [  \.

[ ± [\  \.

  D[  E[  F D [  [ .

 [  [ .

 (TXDomR GR ž *UDX $V UDt]HV GD HTXDomR GR ž JUDX D[  E[  F VmR GHWHUPLQDGDV SRU [  E r E    DF D  RQGH ' E   DF WJ[ r WJ\  # WJ[WJ\ [ \ [ \   FRV  [ \ [ \   FRV   VHQ  [ \ [ \   FRV   FRV  [ \ [ \ VHQ   VHQ   )yUPXODV GH )DWRUDomR  VHQ [  VHQ \  VHQ [ ± VHQ \  FRV [  FRV \  FRV [ ± FRV \    VHQ 6H 6H 6H '   o UDt]HV LPDJLQiULDV '  o UDt]HV LJXDLV ' !  o UDt]HV UHDLV H GLIHUHQWHV 6H [ H [ VmR UDt]HV HQWmR [[  E H [[ D $EVFLVVD GR YpUWLFH GD SDUiEROD [ Y .

 [  [  F D E D RX [ Y .

3URSULHGDGHV GD 3RWHQFLDomR H 5DGLFLDomR  DSDT  DS.

T  D ± S   Q WJ[ r WJ \  ˜ VHQ [ r \ .

FRV [ FRV \ DS  T DS  T  DS  DS DT DS ± T  D  D z   D  E.

S DS  ES  Q D E Q S Q Q Q  5HODomR HQWUH DV IXQo}HV GH [ H [  VHQ [   VHQ [  FRV [  FRV [ FRV[ ± VHQ[ FRV[ ±   ± VHQ[  VHQ[ ò   ± FRV [.

 FRV[ ò    FRV [.

 WJ [ DP D Q E DPQ Q Q D E Q S Q S Q DE   D D WJ[   WJ  [   D.

Q P DP DP D P S  ([SUHVV}HV SDUD TXDOTXHU 7ULkQJXOR  /HL GR FRVVHQR D E  F ± EFFRV Æ D E F  /HL GR VHQR VHQ $ VHQ % VHQ &  ÈUHD ò EF  VHQ Æ  S  /RJDUtWPR 6H 1 D[ RQGH D p XP Q~PHUR SRVLWLYR GLIHUHQWH GH  HQWmR [ ORJD1 p FKDPDGR ORJDUtWPR GH 1 QD EDVH D RQGH 1 !  3URSULHGDGHV GRV /RJDUtWPRV  ORJD01 ORJD0  ORJD1  ORJD 0 ORJD0 ± ORJD1  ORJDD   ORJD1Q Q  ORJD1  ORJD  ± ORJD1  ORJD   ORJED  ORJE1 1 1 5DG *UDX 6HQ &RV 7J &RWJ 6HF &RVHF  R    S  S  S  S R    S  R   R     R     R   R            f  f   Q f      f  ORJ D 1  ORJ D E  Q ˜ ORJ D 1 ORJ D 1 ORJ D E       f  f  ORJD1  ORJED 1 f  f  ORJDD1 1  ORJDD  OQ H1 HOQ 1 1 2UJDQL]DGR SRU 3URIž 0DULD +HOHQD 6 .DYLHU H 6DUD 5HJLQD GH 2OLYHLUD %LEOLRJUDILD &iOFXOR $QWRQ %R\FH /HLWKROG 6WHZDUW 6ZRNRZVNL  .

Table of Derivatives Throughout this table. F (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) f (x)g(x) f (x)g(x)h(x) f (x) g(x) 1 g(x) F ′ (x) = af ′ (x) + bg (x) f ′ (x) + g ′ (x) f ′ (x) − g ′ (x) af ′ (x) f ′ (x)g(x) + f (x)g ′ (x) f ′ (x)g(x)h(x) + f (x)g ′ (x)h(x) + f (x)g(x)h′ (x) f ′ (x)g(x)−f (x)g ′ (x) g(x)2 g ′ (x) − g(x)2 dF dx ′ f g(x) 1 a xa g(x)a sin x sin g(x) cos x cos g(x) tan x csc x sec x cot x ex eg(x) ax ln x ln g(x) loga x arcsin x arcsin g(x) arccos x arctan x arctan g(x) arccsc x arcsec x arccot x f ′ g(x) g ′ (x) 0 0 axa−1 ag(x)a−1 g ′ (x) cos x g (x) cos g(x) − sin x ′ −g (x) sin g(x) sec2 x − csc x cot x sec x tan x − csc2 x ′ ex g ′ (x)eg(x) (ln a) ax 1 x g (x) g(x) 1 x ln a √ 1 1−x2 g ′ (x) ′ 1−g(x)2 1 − √1−x2 1 1+x2 g ′ (x) 1+g(x)2 1 − x√1−x2 √1 x 1−x2 1 − 1+x2 √ . independent of x. a and b are constants.

Table of Indefinite Integrals Throughout this table. independent of x and C is an arbitrary constant. a and b are given constants. f (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) u(x)v ′ (x) f y(x) y ′ (x) 1 a xa g(x) g (x) sin x g (x) sin g(x) cos x tan x csc x sec x cot x sec2 x csc2 x sec x tan x csc x cot x ′ 1 x a ′ xa+1 a+1 F (x) = a f (x) dx f (x) dx + b g(x) dx + C f (x) dx + g(x) dx + C f (x) dx − g(x) dx + C a f (x) dx + C u′ (x)v(x) dx + C f (y) dy x+C ax + C + C if a = −1 ln |x| + C F y(x) where F (y) = u(x)v(x) − g(x)a+1 a+1 + C if a = −1 ex eg(x) g ′ (x) eax ax ln x √ √ 1 1−x2 g ′ (x) − cos x + C − cos g(x) + C sin x + C ln | sec x| + C ln | csc x − cot x| + C ln | sec x + tan x| + C ln | sin x| + C tan x + C − cot x + C sec x + C − csc x + C ex + C eg(x) + C 1 ax +C a e 1 x a +C ln a x ln x − x + C arcsin x + C arcsin g(x) + C arcsin x + C a arctan x + C arctan g(x) + C 1 a 1−g(x)2 √ 1 a2 −x2 1 1+x2 ′ g (x) 1+g(x)2 1 a2 +x2 √1 x 1−x2 arctan x + C a arcsec x + C .

d ax dx d g(x) e dx = (ln a) ax ex dx = ex + C. x→∞ x→−∞ 1 eax dx = a eax + C if a = 0 7) lim ex = ∞. 1) e0 = 1. 1 ax a−x = y = exy . lim ax = ∞ if 0 < a < 1 6 4 2 1 −3 −2 −1 1 2 x 3 . = axy = g ′ (x)eg(x) .Properties of Exponentials In the following. a0 = 1 2) ex+y = ex ey . lim ax = 0 if a > 1 x→−∞ x x→∞ 8) The graph of 2 is given below.7182818284. x and y are arbitrary real numbers. lim ex = 0 x→∞ x→−∞ x lim ax = ∞. a and b are arbitrary constants that are strictly bigger than zero and e is 2. ax = ex . for any a > 1. The graph of ax . y y = 2x lim a = 0. ax+y = ax ay 3) e−x = 4) ex 5) 6) y d x e dx 1 ex . to ten decimal places. is similar.

dx ln(g(x)) = loga x = 1 x ln a 1 dx x x→∞ = ln |x| + C. loga (xy) = loga x + loga y 4) ln ln d dx x y 1 y ln x ln a loga x = = ln x − ln y.0 −1. for any a > 1. loga 1 = 0 ln e = 1. g ′ (x) d g(x) . ln ex = x ln 1 = 0.5 x 1 −0.7182818284.5 −1. 2) loga ax = x. = − loga y. to ten decimal places. 1) eln x = x. loge x = ln x. The graph of loga x. loga = − ln y. aloga x = x.5 2 3 4 . loga a = 1 3) ln(xy) = ln x + ln y. loga d dx 1 y x y = loga x − loga y 5) ln(xy ) = y ln x. 1. x→0 ln x dx = x ln x − x + C 8) lim ln x = ∞. lim loga x = −∞ x→0 9) The graph of ln x is given below. is similar. a is an arbitrary constant that is strictly bigger than one and e is 2. x and y are arbitrary real numbers that are strictly bigger than 0.5 y 1. lim ln x = −∞ x→∞ lim loga x = ∞.0 y = ln x 0.Properties of Logarithms In the following. loga (xy ) = y loga x 6) 7) 1 ln x = x .

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