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3.html) mac2166. S. Howard W.maths. W.usp. 2001. Integrais de superfícies.exeter.uk/~history) .ime. Cálculo. Gacetilla Matemática (http://www. "Cálculo Integral Avançado". Paulo..calculus) The Calculus Page (http://www.math. Visual Calculus (http://archives. KAPLAN. 1945. Stewart. 1972. Historia de Matemáticos Famosos (http://www. LEITHOLD. George B.Thomas (http://cwx. Ed. Introdução ao Cálculo. New York: Nordeman Publishing Company. J. s. São Paulo: Harbra. "Calculo". Differential and integral calculus.prenhall. Richard. Edgard Blücher Ltda. 1994. Tradução Alfredo Alves de Faria. (vários volumes) São Paulo: Edgard Blücher Ltda.O.mat.html). vol 1. Bouchara. São Paulo: Atual. Ed. 5a edição.arrakis.Calculus (http://www. Salvitti.. SIMMONS. Cálculo com geometria analítica. Translation E. Earl W. Conteúdo: Integrais duplas e triplas.tcd. 2002. 1996. Cálculo. Cálculo com Geometria Analítica. 1974 Sites na Internet: The MacTutor History of Mathematics archive (http://www-groups.ie/pub/HistMath/People/RBallHist. São Paulo: Makron Books. Mudanças de variáveis em integrais (polares.Teorema de Green. Pioneira-Thomson Learning.d. Tradução: Cyro de Carvalho Patarra. Aplicações. 1979. 2002. Bibliografia: [S] J. I.org). 1987.S. Vol.sosmath. CORANT. São Paulo: Pearson Education do Brasil. Carrara.es/~mcj ). História da matemática.com/calculus/calculus. cilindricas e esféricas). Domingues.ac. São Paulo: McGraw-Hill.Teoremas de Gauss e Stokes.dcs. Textos sobre história da Matemática: EVES. Introdução à história da matemática.Volume 1. N. BOULOS.standrews. Carl B. THOMAS.19/04/12 Ementa Conteúdo e Bibliografia Objetivos da Disciplina: Estudar integrais de funções de duas e três variáveis.C. BOYER.com/bookbind/pubbooks/thomas_br/medialib/indexb. [G] H.calculus.edu/visual. "Um Curso de Cálculo". "Cáculo Avançado".php?file=%2F4788%2Fmod_resource%2F… 1/1 . Integrais de linha . McShane. Inc. mathematics . Tradução: Hygino H. Carl B. 1996. 1974. Rio de Janeiro: Editora Reverté. São Paulo. Hellmeister e R. Edusp. V. Rio de Janeiro.html Outros textos: APOSTOL. 1994. A. aplicações e interpretações na física e em outras áreas. São Paulo: Edgard Blücher Ltda.html).cl/histmat/html/indice. Campinas: Editora da Unicamp. BOYER. [BCHS] J. Differential and integral calculus. Tradução: Elza Gomide. V. Louis. Cálculo com Geometria Analítica.usach.br/pluginfile. Tradução: Seiji Hariki. Software Gráfico Winplot http://math. PISKUNOV. Ed.html) History of Mathematics at the School of Mathematics (http://www. Moscou: Éditions de la Paix.edu/rparris/winplot. George F. Tradução: Paulo Boschcov. Guidorizzi. 1995. Tom M. Cálculo . Cálculo . SWOKOWSKI.utk. Livros Técnicos e Científicos.

Lembre-se que seu aproveitamento será avaliado periodicamente no decorrer do semestre. através de tarefas programadas. Nesse semestre utilizaremos o ambiente Moodle. como dúvidas da matéria ou de exercícios. dentro do seu ritmo e da sua disponibilidade. É importante que você saiba que nesta modalidade de oferecimento "a distância" não há pouco trabalho.php?file=%2F5537%2Fmod_resource%2F… 1/1 . Desde o primeiro oferecimento. mas esta iniciativa só poderá ter êxito com seu envolvimento e participação.usp. gabaritos etc. Temos certeza que você vai levar a sério esta proposta e colaborar para tudo dar certo. Na área da disciplina haverá textos com resumos dos diversos conteúdos tratados em Cálculo III. Para maiores detalhes veja os Critério de Avaliação. trabalhos. são disponibilizadas atividades periódicas para que cada aluno possa estudar e se preparar melhor para as avaliações. essa experiência vem sendo analisada e aprimorada. provas e de sua participação nas atividades propostas. Estarão também disponíveis Fóruns para discussão de temas relacionados a disciplina. Para que seu aproveitamento seja bom você deve completementar os estudos lendo os livros indicados na Bibliografia.ime.br mac2166. Uma das experiências pioneiras no ensino "não presencial" ou "a distância" na USP foi o oferecimento de turmas de MAT 2455 para alunos dependentes dessa disciplina da POLI. Monitores darão atendimento diariamente na sala de monitoria do Biênio. listas de exercícios. Mas atenção: os textos são apenas um resumo e um roteiro de estudo. O(a) aluno(a) matriculado(a) nestas turmas tem a oportunidade de estudar o conteúdo destas disciplinas de forma autônoma. acessar o site regularmente e fazer as tarefas pedidas. no 2o semestre de 2000. Um bom semestre a todos! Profa Cristina Cerri Ramal : 6278 e-mail: cerri@ime. Afinal "a aula" só acontece se o aluno tomar a decisão de entrar no site e participar. É importante que você se organize e tenha disciplina para estudar sozinho e com frequência. Somente para estes alunos estão à disposição ferramentas para comunicação (Forum e Chat) que propiciam um atendimento mais personalizado e frequente (mesmo a distância). Além disso. Estamos empenhados em fazer o melhor.19/04/12 Informações Gerais 1 MAT 2455 Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Turma Especial Ministrada à Distância pela WEB 1o semestre 2010 Caro(a) aluno(a).usp. Num curso desse tipo o aluno desempenha um papel ativo e sua participação é fundamental.br/pluginfile. com textos e atividades feitas especialmente para a turma.

Cristina Cerri Coordenador da disciplina: Prof. O fator K também fornecerá a porcentagem de frequência que será atribuída a cada aluno no final do semestre. Atenção: o aluno que só fizer as provas tradicionais terá K = 0 e assim estará automaticamente reprovado. que teve o apoio total das Comissões de Graduação da POLI e do IME. Sendo S é a soma das notas dos trabalhos então T será igual a S/3. tendo em vista a participação do aluno. Ao longo do semestre serão propostas várias atividades dentro do ambiente Moodle.ime.br/pluginfile. Essas atividades terão prazos pré-estabelecidos conforme cronograma. Luiz Augusto Fernandez de Oliveira mac2166. ou seja.usp. K é o fator de participação que varia de 0 a 1. Será atribuído K = 1 para o aluno que fizer 70% das atividades propostas (Atividades e Trabalhos). Datas das Provas: todas às 13h10 P1: 06 de abril P2: 18 de maio P3: 22 de junho PSUB: 29 de junho .SEMI ABERTA ( a nota da PSUB entra obrigatoriamente no lugar da menor das Pi) Professora responsável pela Turma-Web: Profa. Cada atividade realizada pelo aluno conta participação e não vale nota. T é a média das nota dos trabalhos realizados durante o semestre que tiveram uma nota atribuída.2.19/04/12 Criterio de Avaliacao Critério de Avaliação A média final dos alunos desta Turma 13 . i = 1. Cada uma dessas Atividade deverá ser feita on-line.3. Este é um ponto fundamental e o diferencial desta proposta. Os trabalhos devem ser redigidos e entregues até a data limite estabelecida conforme cronograma. Serão propostos 9 trabalhos durante o semestre que somarão no máximo 30 pontos.php?file=%2F5557%2Fmod_resource%2F… 1/1 . a quantidade de atividades realizadas.Web será calculada da seguinte forma: MF = K (P1 + P2 + P3 + T)/4 sendo que Pi são as notas das provas.

como limite de somas. bem como a própria integral leva seu nome.C. pode ser estendida para funções definidas em regiões do plano e do espaço: surgem assim as integrais duplas e triplas. E tais integrais estão associadas a cálculos de volume. pois os matemáticos gregos descreviam tudo geometricamente e não por meio de fórmulas numéricas como fazemos hoje. como a região interior a um arco de parábola. cilindros. Além disso.) dedicaram muita atenção a problemas relacionados com o cálculo de áreas e volumes. como Arquimedes (287-212 a. com uma simblogia mais desenvolvida e com o surgimento da moderna notação da Geometria Analítica. Leia o texto Integrais Duplas definição istina Cerri -2010 www. Há mais de dois milênios atrás esses matemáticos calculavam áreas e volumes de figuras geométricas por procedimentos como os do Cálculo Integral. como pirâmides. Com as mesmas idéias do cálculo de áreas os matemáticos gregos também tratavam do volume de sólidos. Na época problemas de Física como o da propagação do calor motivaram o desenvolvimento de teorias matemáticas. Obtém-se então a área do círculo por um processo de limite das áreas dos polígonos. o matemático francês Augustin-Louis Cauchy definiu integral em termos de somas. métodos para o cálculo de integrais duplas. Lembremos que para funções de uma variável a integral é definida como o limite de somas: A idéia básica da integral.htm 2/2 . é claro. Por exemplo. Esse processo era também usado para calcular área de outras regiões. As idéias básicas do Cálculo Integral estavam lá presentes. no século XVII.20/04/12 Integrais Duplas .ime. Somente muito mais tarde. aumentando-se o número de lados obtém-se aproximações cada vez melhores. Contudo essas idéias ficaram escondidas ou perdidas. Veremos a seguir propriedades e resultados básicos. Por volta de 1854 o matemático alemão Bernhard Riemann fez um estudo aprofundado da integral e contribuiu de forma decisiva para o desenvolvimento da teoria. Por volta de 1820. foi possível criar métodos sistemáticos para o tratamento de áreas e volumes.Introdução Como calcular o volume de sólidos? Para certos sólidos. de definir a integral dupla de funções de duas variáveis. tanto que até hoje as somas usadas para definir a integral são chamadas de Somas de Riemann. primeiramente. respectivamente. massa etc. para se obter a área de um círculo inscreve-se nele polígonos regulares cuja área é facilmente calculável. esferas. E. Nos textos trataremos. temos fórmulas que permitem calcular seus volumes. esse método funcionava para particulares regiões e uma generalização só poderia ser possível com uma nova formulação do problema.usp. mas ainda de forma incompleta. utilizando como motivação o cálculo de volume. Mas por que valem tais fórmulas? Matemáticos gregos. Usava-se o processo de "exaustão".br/mat/mat2455/1-intdupla/1-1-intdupla-intro.uma introdução Integrais Duplas .

Outro exemplo: O resultado acima é útil no seguinte sentido: se uma função de duas variáveis não é limitada em R então ela não é integrável em R. isto é. Toda função contínua definida em um retângulo R é integrável em R. Com duas váriáveis isto também ocorre. Ótimo! Mas que funções são integráveis? Será sempre necessário encontrar a integral dupla de uma função usando a definição e tendo que calcular aquele limite. Tome uma partição qualquer de R e em cada Ri .yi) . Se f é uma função integrável em R . Por exemplo.1]x[0.usp. que não é difícil.2 de [BCHS] ). para todo (x. a função não é limitada em [0.y)| < M. Vale que TEOREMA.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-3-intdupla-integraveis. existe M > 0 tal que |f(x.yi) tal que se x i e yi são racionais. Cristina Cerri . Portanto f não é integrável.y) em R . Mas você viu que existem funções de uma váriável que não são integráveis.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Funções integráveis e não-integráveis Alguns Resultados e Exemplos Que funções são integráveis? Existem funções não-integráveis? Da maneira como foi dada a definição pode-se pensar que sempre existe a integral dupla de uma função. Assim um cálculo simples mostra que Entretanto podemos escolher (x i . Já temos exemplos de funções não integráveis. logo não é integrável. as funções "bem comportadas" são integráveis.htm 2/2 . PROPOSIÇÃO.yi) de forma ambos x i e yi não são racionais.1] (quadrado de lado 1) da seguinte forma: f(x. Escolha primeramente (x i . em Teorema III.(veja a demonstração.y) = 1 se x e y são racionais e 0 caso contrário. retângulo.1] (prove isso!).1.1]x[0. mas como se calcula a integral dupla de uma função? Para isso vamos ver as Integrais Iteradas.ime. Muito bem. Como para funções de uma variável.2010 www. Agora enunciaremos um resultado útil. Dessa forma Portanto o limite dessa somas dependerá da escolha de (x i . então f é limitada em R. Exercício: Obtenha um outro exemplo de função não integrável usando o resultado anterior. Afinal pode parecer que se f é positiva então sempre se pode calcular o volume do sólido que se forma abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0. Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R = [0.

chamados "indivisiveis". Como cada fatia tem a mesma área. "somamos" as áreas e temos o volume.2]x[0. no século XVII.d] e suponha que f(x.ime.Como calcular? Cálculos de áreas e volumes de regiões são problemas antigos. Considere o sólido limitado pelo gráfico de f e o plano xy com (x. basea-se na sua teoria de que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais. Um princípio bem natural baseado nessa idéia e que estabelece um fato útil sobre volumes foi estabelecido pelo matemático italiano Bonaventura Cavalieri (1598-1647). Outra forma de tentar calcular volume de sólidos usa a idéia de "fatiar" o sólido.y) em R. Por exemplo tome a função f(x.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro. A idéia de "fatiar" um sólido para obter seu volume.y) é positiva e contínua para (x.usp. www. A idéia de fazer aproximações por regiões com áreas e volumes conhecidos já era utilizada pelos gregos.y) = x (1-y4) e R = [0.1] . Nosso objetivo é o de calcular o volume de S . O gráfico desta função é um subconjunto do R3 . isto é. fatiando um paralelepípedo ele pode ser visto como "uma pilha de retângulos". É conhecido como o Príncípio de Cavalieri. Poderiamos pensar em calcular o volume de S (sólido delimitado pelo gráfico de f) “fatiando” o sólido com planos paralelos ao plano yz. O gráfico de f está representado na figura abaixo.20/04/12 Integrais Duplas . Considere uma função de duas variáveis f definida num retângulo fechado R=[a.b]x[c. Então é razoável que o volume desses sólidos sejam Area da base x Altura.y) em R. Por exemplo. um cilindro pode ser visto como um "monte de discos empilhados".htm 2/4 .Como calcular? Integrais Duplas . Tal argumento pode ser aplicado aos prismas também. Vamos usar essa idéia de fatiar para chegar num resultado que permita calcular volume de certos sólidos.

Como calcular? Para cada x fixo entre 0 e 2 temos uma região onde a área se calcula facilmente usando integral de uma variável Vamos denotá-la por A(x).htm 3/4 .usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.ime.20/04/12 Integrais Duplas . Então www.

usp. por exemplo com planos paralelos ao plano xz.ime.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-intdupla-iterada-intro.20/04/12 Integrais Duplas . como fizemos no caso do cilindro. Teriamos obtido o mesmo valor? Podemos usar esta idéia para qualquer tipo de função? Leia Integrais Duplas Iteradas. Cristina Cerri . o volume do sólido poderia ser definido como sendo a “soma” de todos os A(x).Como calcular? Assim.2010 www. Então uma boa definição do volume de S parece ser Poderiamos ter feito outro tipo de “fatiamento”.htm 4/4 . Somar em x é integrar.

poderíamos também calcular a área de cada fatia e depois o volume fazendo www. Vamos aqui ver uma forma de calcular tal integral.htm 1/2 . Tomemos. em particular. uma função f(x.ime.b]x[c.usp. Fixe um x entre a e b e considere a intersecção do plano paralelo a x = 0 passando por x e o sólido S.d] e considere a região Para se calcular o volume do sólido S poderíamos pensar em “fatiá-lo” paralelamente ao plano x = 0 ou ao plano y = 0.20/04/12 Integrais Iteradas Integrais Duplas Iteradas Teorema de Fubini A definição de integral dupla é consequência natural da idéia de calcular o volume de determinado tipo de sólido. Porém é difícil obter o valor de uma integral dupla diretamente da definição.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada.y) positiva e definida num retângulo R=[a. fixando y entre c e d. A área da fatia pode ser calculada com a integral Intuitivamente o volume é a "soma" de todas as áreas. Então o volume de S deve ser Entretanto.

entretanto a versão para funções contínuas era conhecida pelo matemático francês AugustinLouis Cauchy. Se é integrável em =[a. Na hora de calcular pode-se fazer de duas maneiras.htm 2/2 . OBS: É comum denotar a integral dupla de f em R por . Para estudar: leia o parágrafo 2 do capítulo 15 (15.usp. quase um século antes.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-0-intdupla-iterada.d] então Ou seja se é integrável não importa a ordem que fazemos a integração. Assim temos uma forma de cálcular integrais.2010 www. lembrando que isso não significa que estamos indicando integrais iteradas.b]x[c. e o que vale é o seguinte: Teorema de Fubini.20/04/12 Integrais Iteradas Estas integrais são chamadas de integrais iteradas e usualmente se escreve apenas ou Exemplos: Teria sido mera coincidência as duas integrais acima terem dado o mesmo valor? Não é coincidência. Cristina Cerri .ime.2) de [S] Curiosidade: O teorema acima foi provado em 1907 pelo matemático italiano Guido Fubini (18791943).

A base da nova teoria é que toda figura geométrica pode ser considerada como uma totalidade de elementos primordiais. Na esfera a secção plana dá um cículo. Foi o primeiro matemático italiano que apreciou em todo seu valor os logarítimos. Deste modo.usp. óptica. Mas sua obra fundamental é a "Geometría dos indivisiveis". chamados "indivisiveis". então eles têm o mesmo volume. Já no cilindro temos um anel. www. trigonometría. assim como o descobrimento das fórmulas relativas aos focos dos espelhos e de las lentes.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri. Corte por um plano horizontal B (perpendicular ao eixo do cilindro). Também figurou entre os primeiros que ensinaram a teoria copérrnica dos planetas.Fórmula do Volume da Esfera . astronomia. o cálculo de longitudes. Com esse princípio se pode obter o volume da esfera. que dista h do centro da esfera. O Principio de Cavalieri nos diz que se dois corpos têm a mesma altura e os cortes por planos paralelos a suas bases são figuras com a mesma área.htm 1/2 . pela qual é considerado como um dos precursores do cálculo infinitesimal. áreas e volumes foi levado por Cavalieri ao cálculo da soma de infinitos indivisiveis". etc. Outros trabalhos seus são o desenvolvimento dado a trigonometria esférica.ime.20/04/12 Principio de Cavalieri .aplicando principio… O Princípio de Cavalieri Bonaventura Cavalieri (1598-1647) Matemático italiano nascido em Milão e falecido em Bolonha. Tome uma esfera de raio R. Vamos calcular as áreas das secções planas. como mostra a figura. por exemplo. Foi discípulo de Galileo e escreveu sobre diversos temas como geometría. A idéia é comparar o volume da esfera com os volumes do cilindro e do cone. Considere o sólido X que é cone dentro de um cilindro de altura 2R e raio R.

com/caraipora/cavprin.htm 2/2 . Extraído de http://www.com/watch?v=vtsWUjk-CtY http://pt.members.2 pi R2 (R)/3 = 4 pi R3 / 3 Portanto volume da esfera é 4 pi R3/3.20/04/12 Principio de Cavalieri .tripod.org/wiki/Cavalieri%27s_principle www.youtube.wikipedia.wikipedia. Mas Vol(X) = Volume de cilindro .aplicando principio… Aplicando o Principio de Cavalieri temos que o volume da esfera é igual ao volume do sólido X.htm Outros sitios (mas só usar o "Google" e pesquisar) http://www.ime.usp.2x Volume do cone = = pi R2 (2R) .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-1-intdupla-cavalieri.Fórmula do Volume da Esfera .org/wiki/Bonaventura_Cavalieri http://en.

Veja esse exemplo Exemplo A1. Então podemos calcular a de duas maneiras.2010 www. Na animação você poderá interagir: variando x e y dentro do domínio você poderá visualizar o sólido sendo formado. pois integral dupla Então Nesse caso o valor da integral dupla é o volume do sólido que está abaixo do gráfico de f e acima do plano z = 0 (pois f é positiva).ime.20/04/12 Integrais Iteradas . Clicando no ícone ao lado você poderá ver o gráfico dessa função e de outras do tipo f(x.y) = 2 – x 2 + y2/3 e D = [-1.Exemplos Integrais Iteradas .y) = A – x 2 + B y2 .html 2/2 . o cálculo de integrais duplas pode ser feito utilizando a integração iterada. Explore! Cristina Cerri .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-4-2-intdupla-exemploA1.Exemplos Como já foi visto.usp. Sejam f(x.2] (um retângulo).1] x [-1.

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Integrais Duplas sobre Regiões

Integrais Duplas em Regiões - definição
No texto Integrais Duplas em Retângulos definimos integrais duplas sobre retângulos. Contudo são várias as funções definidas em regiões que não são retângulos. Seja f uma função definida numa região D do plano . Se f é positiva desejamos que o volume do sólido esteja relacionado com integral dupla. Nesse texto vamos definir a integral dupla sobre regiões planas D limitadas, isto é, regiões contidas em algum retângulo R. Vamos utilizar um pequeno "truque". Como só temos a definição de integral dupla para funções definidas num retângulo, vamos estender f para um retângulo R que contém D de forma conveniente. Defina F(x,y) em R de forma que

chamada de "função característica do conjunto D". Dizemos que f é integrável em D quando F é integrável em R. E definimos a integral dupla de f em D por

Observe o desenho. Primeiramente como F é 0 fora de D região de R-D (complementar de D) a definição acima não depende do particular retângulo R. Assim sempre podemos considerar um retângulo de lados paralelos aos eixos. E perceba também que R-D não interfere no cálculo da integral. DEFINIÇÃO. Se f(x,y) é positiva e integrável em D definimos o volume do sólido como sendo

Suponha que f seja contínua em D. É razoável esperar que f seja integrável em D. Mesmo f sendo contínua em D não temos necessariamente a continuidade de F em R. Observe que as descontinuidades ocorrem no bordo (ou fronteira) de D (veja a figura acima), que denotamos por ∂D. De fato, nesse caso, o conjunto dos pontos de descontinuidade de f está contido em ∂D. A integrabilidade de f dependerá do tipo
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Integrais Duplas sobre Regiões

do bordo de D: de uma forma informal, ele tem que ser "magrinho" para não interferir no cálculo da integral. Mas o que significa isso? Que tipos de conjuntos são esses? O conceito que desejamos introduzir agora é o de conteúdo nulo. Um conjunto A do plano tem conteúdo nulo se, dado ε > 0 arbitrário, existem retângulos R1 , R2 , ... Rn , de lados paralelos aos eixos coordenados, tais que e .

Não é difícil mostrar que um segmento no plano tem conteúdo nulo. Um fato importante é que PROPOSIÇÃO. O gráfico de uma função contínua definida num intervalo [a,b] tem conteúdo nulo. Esse resultado já é mais difícil de provar. Contudo em [BCHS] (capítulo 3) você encontrará a demostração para o caso de função de classe C1. Finalmente temos um resultado esperado: TEOREMA. Seja D um subconjunto limitado do plano e seja f uma função contínua e limitada em D. Se o bordo de D tem conteúdo nulo então f é integrável em D. A prova desse resultado pode ser encontrada no Apêndice 2 de [G]. Para ver um pouco mais sobre essa teoria veja o texto Funções Integráveis - teoria.
Cristina Cerri - 2010

www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-intdupla-regiao.htm

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Funções Integráveis - teoria

Funções Integráveis - teoria
Já sabemos que temos funções que não são integráveis. Será que existe alguma caracterização das funções integráveis? Seja D um subconjunto limitado do plano. E seja o sólido . Como temos altura constante é razoável pensar que o volume de S é igual a área de D, pois espera-se que V(S) = 1.A(D). Mas a integral dupla de f(x,y) = 1 sobre D é, caso exista, o volume deste sólido. Dizemos que D tem área se f(x,y) = 1 é integrável em D e define-se a área de D por Lembre que para definir a integral de f sobre D defininimos uma função F como sendo f em D e 0 em RD onde é um retângulo qualquer. Então nesse caso F é 1 em D e 0 em R-D. A descontinuidade de F ocorre na fronteira, ou bordo, de D. Para que tenhamos F integrável será preciso que o bordo de D não atrapalhe, seja "desprezível". O bordo ou fronteira de um subconjunto D, que é denotado por ∂D, é o conjuntos dos pontos (x,y) tais que qualquer retângulo (ou disco) centrada em (x,y) contém pontos de D e do complementar de D. As regiões que nos interessam são as regiões cujo bordo tem conteúdo nulo. Formalmente, um conjunto A tem conteúdo nulo se para todo ε > 0 εξιστεµ ρετ®νγυλοσ Ρ 1 , Ρ 2,..., Rn cuja união contem A e que a soma das suas áreas é menor que ε.. As regiões que nos interessam são as regiões que tem área, As regiões que tem área são aquelas que o bordo tem conteúdo nulo. Note que felizmente os retângulos tem área. Pode parecer estranha mas existem regiões do plano que não tem área. Por exemplo, se D = Q x Q em [0,1]x[0,1] seu bordo é todo o quadrado [0,1]x[0,1]. Estranho, não é? Mas isso acontece pois perto de todo o par de números racionais tem sempre pares de racionais e de irracionais. Então a função constante 1 em D não é integrável. (Veja o texto Funções integráveis e nãointegráveis.) O problema aqui é com o conjunto D . Queremos evitar isso e tratar de conjuntos D “bem comportados”, ou seja, que tenham área. Assim afirmamos que D tem área se, e somente se, ∂D tem conteúdo nulo. Conjuntos de área nula representam papel importante na Teoria de Integração. Esses são conjuntos que não interferem na integração. TEOREMA. Seja uma região D com área e limitada do plano e seja f uma função limitada em D. Se f é contínua, exceto num conjunto de área nula, então f é integrável em D. O resultado acima vale em contextos mais gerais e não apenas para funções de duas variáveis. Foi o matemático Henri Lebesgue (1875-1941) que estabeleceu a conexão entre a integrabilidade segundo Riemann e o conjunto dos pontos de descontinuidade da função. Resumidamente, Lebesgue provou que uma condição necessária e suficiente para que uma função seja Riemann integrável é que o conjunto dos pontos de descontinuidade tem área (ou medida) nula. Ele criou toda uma teoria nova para integração, que hoje leva seu nome: integral de Lebesgue.
www.ime.usp.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-5-1-intdupla-integraveis.htm 2/3

b].br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.d] www.d] que contém D então Região do Tipo II: região plano entre gráficos de funções contínuas de y definidas em [c. Mais explicitamente são regiões do tipo onde g1 e g2 são funções contínuas em [a. Sabemos que se f é contínua em D e se o bordo da região D tem conteúdo nulo então f é integrável em D.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Cálculo de Integrais Duplas Depois de definida a Integral Dupla sobre Regiões planas D temos que saber como calculá-la. Mais explicitamente.d]. Região do Tipo I: região do plano entre gráficos de funções contínuas de x definidas num intervalo [a.b]. Mas afinal quais regiões são desse tipo e como calcular a integral dupla nessas regiões? Vamos ver dois tipos de regiões cujo calculo da integral dupla pode ser feito.ime. Graficamente: Nesse caso D é limitada e se tomamos um retângulo R=[a.b]x[c.htm 2/3 .usp. são regiões do tipo onde h1 e h2 são funções contínuas em [c.

ime.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-intdupla-calculo.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas Também podemos calcular a integral dupla fazendo Cristina Cerri .2010.usp.htm 3/3 . www.

Temos neste caso a região de integração (no plano )é e delimitada e o volume é dado pela integral dupla de ( ) = 2 + 2 logo 3.ime. Mas a integral acima é igual a integral dupla de ( ) sen( 2) em www.htm 1/2 . Calcular a onde é a região limitada pelas parábolas = 2 2 e = 1 + 2 .20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas . Encontre o volume do sólido que fica abaixo do parabolóide = 2 + 2 e acima da região no plano pelas superfícies = 2 e = 2 . 2.Exemplos Cálculo de Integrais Duplas .usp.Exemplos 1. Calcule .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos. Se tentarmos calcular da forma que a integral aparece teremos problemas.

Stewart [S] traz muitos exercícios resolvidos e muitos gráficos e figuras. Use para isso programas gráficos como Winplot .Pratique fazendo exercícios do livro [S] e da Lista 1. Explore mais exemplos clicando aqui.usp. usando o Teorema de Fubini. Dica: O livro de J.Exemplos Desenhe a região e perceba que também podemos escrevê-la na forma Então. 2010 www. Consulte pois para um melhor aproveitamento visualizar os gráficos e as regiões de integração é fundamental. Leia a teoria e veja mais exemplos em 15.ime.3 de [S] e III.20/04/12 Cálculo de Integrais Duplas .htm 2/2 .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-6-1-intdupla-exemplos.4 de [BCHS].

se (x.1] e f(x.20/04/12 Integrais Duplas . Se D1 ∩ D2 tem área nula então f é integrável em D1 U D2 e vale Por exemplo. mas é descontínua apenas no conjunto {( 3.Propriedades As seguintes propriedades básicas são válidas para integrais duplas. que são regiões limitadas do plano. Então f é integrável em R e Cristina Cerri .ime. Claramente essa função não é contínua em R = [0. Proposição. Suponha que f(x.y) pertence a [0.y) = 1. e c é constante então Uma outra propriedade muito útil para o cálculo de integrais duplas é a seguinte.y) seja integrável em D1 e em D2 .usp.y) pertence a [3. região limitada do plano e com área.propriedades Integrais Duplas .3]x[0.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-8-intdupla-propriedades.y) = 2.5]x[0.html 2/2 .y ) : 0 ≤ y ≤ 1} que tem área nula no plano. Se f e g são funções integrais em D. se (x.1] . Proposição.5]x[0. seja f(x.1].2010 www.

html 2/2 .ime. Mas a área de um setor circular pode ser calculada usando as variações de r e de θ . A fórmula nesse caso é onde g (c) = a e g (d) = b . Sabemos que x = x(r.θ) = r cos(θ) e y = y(r.2010 www.y) e θ é o ângulo formado pelo segmento OP e o eixo Ox no sentido anti-horário.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares Nas integrais de funções de uma variável real muitas vezes uma mudança de variável conveniente permite seu cálculo mais facilmente. Como a integral dupla é o limite das somas de Riemann vamos avaliar a soma para uma partição qualquer de D. Para integrais duplas também é possível fazer mudanças de variáveis.usp. onde r representa a distância do ponto P de coordenadas (x.θ) = r sen(θ). E como fica a integral dupla quando mudamos de coordenadas? O que irá substituir o fator “g'(u) du” nesse caso? Antes de tratar do caso geral veremos como fica a integral dupla quando mudamos do sistema de coordenadas cartesianos Oxy para o sistemas de coordenadas polares Orθ. Nesse caso temos que fazer mudanças do sistema de coordenadas Oxy para outro sistemas de coordenadas Ouv. Para cada retângulo da partição sua área é aproximadamente a área de um setor circular. Suponha que f(x. Atenção: nunca se esqueça de multiplicar pelo fator r ! Para ver mais exemplos clique aqui! Cristina Cerri .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-intdupla-mudapolares. sendo g estritamente crescente. (Veja o texto sobre Coordenadas Polares ) Logo Fazendo o limite temos que onde Dxy denota a região D descrita em coordenadas cartesianas Oxy e Drθ denota a região descrita em coordenadas polares. É comum escrevermos que “dx = g'(u) du”.y) é integrável numa região D do plano Oxy.

Mudando para coordenadas polares a região D passa a ser pois substituindo x(r.usp.ime.Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Coordenadas Polares .θ) = r sen(θ) na equação x 2 + y2 = 2x temos que r2 = 2 r cos(θ).Exemplos Exemplo 1.html 2/3 . Então onde E então nas coordenadas cartesianas Não é uma integral muito simples. Queremos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = x2 + y2 .br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex. a variação do ângulo é de −π/2 a π/2.θ) = r cos(θ) e y(r.20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares . Como θ é o ângulo entre o segmento do ponto a origem e o eixo x. Região em coordenadas cartesianas Região em coordenadas polares www. logo na circunferência r = 2cos(θ). acima do plano xy e dentro do cilindro x2 + y2 = 2x.

θ) = r cos(θ) e y = y(r. Se a função então está definida na regão Clique e veja a região acima para diferentes raios.x 2 . acima do plano xy e dentro do cilindro x 2 + y2 = 1.2010 www.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-9-2-intdupla-mudapolar-ex.0) e raio 1. A região D pode ser facilmente descrita em coordenadas polares.html 3/3 . Explore! Cristina Cerri . Desejamos calcular o volume do sólido que está sob o parabolóide z = 4 .usp.ime. Assim usando que x = x(r.y2 .θ) = r sen(θ) então o disco pode ser representado por Portanto Exemplo A3. Logo onde D é o Então Contudo o cálculo dessa integral é elaborado. Sabemos que disco de centro (0.Exemplos E então Exemplo 2.20/04/12 Integral Dupla em Coordenadas Polares .

Uma mudança de coordenadas em R2 é uma transformação ϕ contínua e injetora no interior da região.v)/2 e y = (u + v)/2 transformamos Dxy em Duv = [3.usp. ou seja.y(u.y(u.x = 3 e y .3]. Escrevemos ϕ(u. fazemos uma mudança de variáveis.x = b no plano Oxy corresponde a reta v = b no plano Ouv.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar. ou seja. passaremos a ter um retângulo paralelo aos eixos e assim a integração ficará mais simples.v).ime.3] (verde). mas há uma relação entre elas.x = 1.4]x[1.x. Note que todo retângulo de lados paralelos aos eixos Ou e Ov se transforma pela ϕ em outro retângulo e que A(Dxy) = A(Duv)/2. Com esta aplicação transformamos o retângulo Dxy (amarelo) no retângulo Duv = [3.html 1/2 .4]x[1. fazer uma mudança de variável de integração. Como A(Dxy) = A(Duv)/2 www.v)/2 e y(u. às vezes. x + y = 3.v) = (x(u. y . mas a área de Dxy é 1.x .v)) onde x(u. Para calcularmos uma integral dupla teremos que levar isso em conta.v)). ou x = (u .v)=(u + v)/2. Note que as áreas dos retângulos são diferentes!!! Veja que a área de Duv é 2.v) = (x(u.v) = (u .v). Note que uma reta y + x = a no plano Oxy corresponde a reta u = a no plano Ouv e que uma reta y . u = x + y e v = y . Seja Dxy a região limitada pelas retas x + y = 4 . Assim para funções de duas variáveis devemos ter uma fórmula do tipo O que viria no lugar do ?????? ? Antes de dar a fórmula vamos ver um exemplo de mudança de variável.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Caso Geral Para o cálculo de funções de uma variável temos que. Esta transformação não preserva áreas. Se queremos calcular a integral onde D = Dxy diretamente com as variáveis x e y vamos ter algum trabalho. Seja ϕ(u. Entretanto se rodamos a figura. Quando fazemos isso temos que fazer uma "correção" e multiplicar pela derivada: No cálculo de integrais duplas também precisamos as vezes mudar de variáveis. Se u = x + y e v = y .

Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R2 em R2 de classe C1 onde ϕ(u. Suponha que ϕ é injetora e Jϕ(u. Seja Duv subconjunto de Ω limitado.v).θ) = r sen(θ) são úteis e de grande importância.v)) do plano o Jacobiano é O que vale é o seguinte resultado: TEOREMA. dada uma transformação ϕ(u. Cristina Cerri -2010 www.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-intdupla-mudavar.usp.5 de [BCHS] ou 4.v) = (x(u.v) = (x(u. cujo Jacobiano é r. Se f é contínua em Dxy então Note que na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Voltando ao exemplo e calculando o Jacobiano temos Jϕ(u. Referências: 15. Logo Agora é com você: calcule a integral! Mais exemplos e muito mais você verá em Mudança de Variáveis em Integrais Duplas - Exemplos Como você deve se lembrar. e Dxy = ϕ(Duv).y(u.5 e IV.v)= 1/2 . Esse fator é o Jacobiano da transformação. Várias integrais duplas ficam mais fáceis de serem calculadas se usamos a mudança de coordenadas polares.html 2/2 . com bordo de conteúdo nulo também em Ω.2 de [G].20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Mas esse foi um caso muito particular.v). Em geral dada uma mudança de variáveis o fator de correção da área não é constante.v) não é nulo o interior de Duv.θ) = r cos(θ) e y(r.9 de [S] e III. Em geral.y(u.ime.v)). as coordenadas polares x(r.

ou seja.usp.html 2/2 . podemos. podemos.y) : x 2/a2 + y2 /b2 ≤ 1 }. Portanto fazendo a mudança de variável Então não nulo no interior. Exemplo 2. tal que x-p = r cos(θ) e y-q = r sen(θ). com a.θ) = r sen(θ) + q . x(r. Verifique que nesse caso o Jacobiano é também r. Determine o volume do sólido limitada pelas superfícies: 0.20/04/12 Mudança de Variáveis em Integrais Duplas . tal que x/a = r cos(θ) e y/b = r sen(θ). para facilitar. que é a região interior a circunferência de raio a. z = x 2 + y2 e z = Mas isso pode ser feito com integrais duplas. Cristina Cerri . fazer uma mudança de variável do tipo polar. b > 0.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-10-1-intdupla-mudavar-ex.y) : (x-p)2 + (y-q)2 ≤ a2 }. ou seja. com a > 0. Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x.2010 www. fazer uma mudança de variável do tipo polar.Exemplos Mudança de Variáveis em Integrais Duplas Exemplos Vimos que nas condições do enunciado do Teorema a fórmula de mudança de variáveis é Vejamos alguns exemplos: Exemplo 1. onde D é a região interior a elipse . Note que desejamos calcular o volume do sólido dado por . Verifique que nesse caso o Jacobiano é abr. Portanto e o Jacobiano é .θ) = b r sen(θ) .θ) = a r cos(θ) e y(r. Para calcular uma integral sobre uma região D = { (x.ime. que é a região interior a uma elipse. Solução.θ) = r cos(θ) + p e y(r. para facilitar. x(r. Exemplo 3. . Compondo essas transformações podemos resolver o seguinte exercício (extraído da prova de 1999).

região limitada do plano Oxy.. Área de uma região plana Seja D uma região limitada do plano Oxy. então a massa total de D deve ser “a soma das massas em cada ponto (x..y) dA pode ser interpretado como a massa do elemento de área dA. temos as seguintes definições: O momento de inércia com relação ao eixo x é www. Cálculo de volume. ecomonia etc. com área. biologia. com bordo de conteúdo nulo. Dada f e g são contínuas em D. região limitada do plano Oxy com área. 1.html 1/2 .y) é uma função contínua positiva em D que representa a densidade superficial de massa. Então 3.y) de D”.. Massa e Centro de Massa Recordamos que a massa total de um sistema de k partículas cuja massa de cada partícula é mi . com bordo de conteúdo nulo.. região limitada do plano Oxy.usp.+mk . é a soma m = m1+m2+. Algumas outras aplicações apresentamos aqui. Se ρ(x.k. por exemplo. que é 1. porém ainda mais podem ser encontradas em física. foi inclusive motivação para a definição dessas integrais.. Estendendo esse conceito a uma placa de formato D. Momento de inércia O momento de inércia de uma partícula de massa m com relação a uma reta é dado por md2 onde d é a distância da partícula a esta reta. Fazendo também a analogia com um sistema finito de partículas temos que o centro de massa da lâmina é o ponto onde 2. Logo devemos ter Vol(B) = Area (D) x 1.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla Aplicações da Integral Dupla Algumas aplicações das Integrais Duplas já foram discutidas. O cálculo de volume. Considere uma lâmina ou placa fina plana (sem volume) cujo formato é uma região D. Pensando assim faz sentido definir a massa de D como sendo já que ρ(x.ime.. com densidade pontual de massa dada por uma funçao contínua positiva ρ(x. e região então o volume da entre os gráficos de f e g é dado por 2.br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica.y). i = 1. Se criamos um "prisma" B de base D e altura 1 é esperado que o volume de B seja area da base vezes a altura.

br/mat/mat2455/1-intdupla/1-11-intdupla-aplica.E Logo o centro de massa é o ponto (0.html 2/2 . Localize-o no desenho. Encontre o centro de massa da placa. Vamos colocar a placa na parte superior do circulo de raio a. (4a)/2π). Cristina Cerri -2010 www.5 de [S] e faça exercícios da Lista 1.6 de [BCHS] e 15. A distância de (x.(3a)/2π). Observação: se a densidade for constante então o centro de massa será o ponto (0. A densidade de cada ponto de uma placa semicircular é proporcional a distância ao centro do círculo.y) portanto a densidade ρ(x. Leia mais e veja mais exemplos em III.20/04/12 Aplicações da Integral Dupla O momento de inércia com relação ao eixo y é O momento de inércia polar (ou com relação à origem) é definido por Um exemplo.ime. Calculemos primeiramente a massa M Como a região é simétrica com relação ao eixo y temos que .y) é ao centro (origem) é para alguma constante K.usp.

Assim é natural pensarmos que a Massa Total de P deve ser o LIMITE destas somas. Seja P um paralelepípedo feito de um material com densidade de massa constante ρ.20/04/12 Integrais Triplas Integrais Triplas em Paralelepípedos Definição Vamos agora considerar funções de três variáveis . zi).n com densidade de massa ρi então Massa Total é a soma das massas Mi = ρi . onde V(P) denota o volume de P. Se tivessemos um conjuto de Pi parelelepípedos. P2 ..y.. definida em P..V(Pi) . zi) de Pi . Num sestema de coordenadas Oxyz o paralelepípedo P é o produto cartesiano de segmentos [a.q].. Intuitivamente a aproximação deve melhorar quanto menores forem os retângulos Pi . yi .ime. e a densidade pontual de massa é uma função ρ(x. Já não podemos visualizar o gráfico desse tipo de função pois é um subconjunto do R4..b]×[c.. Podemos generalizar e temos assim a seguinte definição DEFINIÇÃO: Seja f uma função definida em P.z). Portanto a massa de P é aproximadamente a soma das massas de cada Pi Como no caso das funções de duas variáveis. Neste caso se diz que www. i = 1. ou seja. isto é.html 1/2 . estas somas são conhecidas como Somas de Riemann. [c. e é o mesmo para qualquer escolha de (xi . yi . Como calcular sua massa total? Vamos tentar obter esse valor por aproximações. contínua e positiva. Como estes Pi são pequenos podemos dizer que a massa de Pi é aproximadamente ρ(x i . se o limite existir.V(Pi) . Isto é. f é uma função que a cada terna (x.V(P). Suponha que a densidade de massa depende de cada ponto de P .n escolha um ponto (x i . dividindo os intervalos [a.usp..y.. quando as dimensões de Pi vão para zero.. mas podemos definir uma integral. Particione P em pequenos paralelepípedos P1 .q] .z) em R. Pn . yi . Então a massa total de P é ρ.z) de um subconjunto do R3 associa-se um valor f(x. zi) em P.. Para cada i =1. Agora suponha que o paralelepípedo P não é feito de um material com densidade de massa constante .d] e [p.d]×[p. a massa total deve ser onde d(Pi) denota a diagonal de Pi. ou seja.b] .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def..y. Vamos motivar a definição usando o cálculo de massa de um paralelepídedo. que será a integral tripla de f. A integral tripla de f sobre P é se tal limite existe.

Propriedades: Se f e g são funções integráveis em P então sempre que Como no caso de integrais duplas. Temos que TEOREMA Se f é contínua em P então f é integrável em P. Como no caso de integrais duplas existem funções que não são integráveis.z) for uma função contínua e positiva e representar a densidade de massa de cada ponto (x. Contudo as funções "bem comportadas" são integráveis. existem funções que não são integráveis.y. Mas como calcular integrais triplas? Usaremos também as integrais iteradas.z) de P. Cristina Cerri . Também veremos como definir e calcular a integral tripla em diferentes regiões do espaço. É claro que os domínios das funções não são sempre paralelepípedos. a massa total de P deverá ser a integral tripla acima (caso existir).2010 www.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-inttripla-def. As mesmas propriedades operatórias que valem para integrais duplas valem para integrais triplas.html 2/2 .20/04/12 Integrais Triplas f é integrável em P. Veja como nos próximos textos da disciplina.usp. Portanto.y. que podem ser feitas em qualquer ordem. Veja aqui um exemplo. se f(x.ime.

para todo ( ) em . existe M > 0 tal que | ( )| < M.y.1]X[0.1]x[0. Basta calcular a soma de Riemann para convenientes escolhas de (x i . Para a demonstração veja Teorema IV. Desafio: encontre um exemplo de função não é limitada em [0. se x.20/04/12 Funções Integráveis e Não Integráveis Exemplos de funções não-integráveis Existem funções de três variáveis que não são integráveis. y e z são racionais e 0 caso contrário. zi ) que teremos somas com valor 1 e outras que valem 0. Um exemplo de função não integrável: Considere a função f definida em R=[0.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-1-1-inttripla-naointegra.1]x[0.html 1/1 .z) = 1.4 de [BCHS].) Um resultado útil: Usando a definição pode-se mostrar que se é uma função integrável em é limitada em . isto é.1] (cubo de lado 1) da seguinte forma: f(x.1]. então Como para funções de duas variáveis o resultado acima é útil para encontrar exemplos.2010 www.usp. Se uma função não é limitada em então ela não é integrável em .1. Cristina Cerri . e assim você terá um exemplo de função não integrável. yi. Portanto o limite não existe. (Lembre-se do exemplo que demos para integrais duplas.1]x[0.ime.

mas não em S. Como você sabe existem funções que não são integráveis. Como no caso das integrais duplas.z) em S e F(x. a definição acima não depende da escolha do paralelepípedo P. S está contida num paralelepípedo P.y. Defina F(x.z) sobre S como sendo .U Pn e a soma dos volumes Temos então o seguinte resultado. .. não pode ter volume em R3.z) = f(x. se dado ε > 0 arbitrário. de arestas paralelas aos planos coordenados.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões Integrais Triplas sobre Regiões Considere uma região limitada S do R3. Por isso trabalharemos com regiões S cujo bordo é formado por gráficos de funções contínuas. ou seja.y. Logo para existir a integral esse bordo deve ser "magrinho". assim como para funções de duas variáveis. As mesmas propriedades válidas para integrais duplas são também válidas para integrais triplas (veja Integrais Duplas sobre Regiões). Contudo.. O próximo resultado nos dá varios exemplos de conjuntos desse tipo.y.usp.z) = 0 nos pontos que estão em P. Como fizemos para integrais duplas vamos definir a integral tripla de f em S usando a integral tripla de uma função auxiliar F(x. Seja D um subconjunto limitado do plano. TEOREMA.ime. como F é nula nos pontos de P-S.. se F é integrável em P e definimos a integral tripla de f(x.html 1/2 . a integrabilidade da f pode ser garantida quando f é contínua em S e a região S é de um tipo especial.z) uma função definida em S. existem paralelepípedos P1 .. Note que se f é contínua em S a função F definida acima será descontínua num conjunto que contém o bordo de S. www. Formalmente um conjunto A tem conteúdo nulo. Se g é uma função contínua e limitada em D. então seu gráfico é um subconjunto de conteúdo nulo no R3. tais que A está contido na união P1 U P2 U . isto é.y. Superfícies parametrizadas também são exemplos de conjuntos de volume nulo. P2 . Pn . com bordo de conteúdo nulo.y. Vamos destacar alguns tipos dessas regiões que aparecem com mais frequência. e seja f(x.y. Por exemplo. PROPOSIÇÃO. Estes são os tais conjuntos de conteúdo nulo. um segmento de reta ou um pedaço de plano são conjuntos com volume nulo.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao. Dizemos que f é integrável em S. .z) em P.

São regiões do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-2-inttripla-regiao. Um exemplo: 2. São regiões do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz.usp. Regiões Tipo II. Um exemplo: 3. Veja no texto sobre Cálculo de Integrais Triplas como calcular integrais deste tipo. Cristina Cerri . Região Tipo III. Observação importante: O bordo de S é contituído da união dos dois gráficos e das superfícoes que constituem as "laterias" pois S é um sólido no espaço. (exercício: faça um desenho deste tipo de região).2010 www. Região do Tipo I. São regiões do espaço da forma onde u1 e u2 são funções contínuas em D.20/04/12 Integrais triplas sobre regiões 1.ime.html 2/2 .

se f está definida num paralalelepípedo temos as integrais iteradas.y.2010 www.z) = xyz2 então Exemplo 2: A integral tripla da função f(x.3] e f(x. Este resultado também é devido a Fubini. onde P é o cubo de arestas os segmentos [0.q] então Exemplo 1: Se P = [0.1]× [-1.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-inttripla-calculo.2] × [0.usp. II e III? Veja clicando aqui. E como podemos calcular a integral tripla em regiões dos tipos I. Cristina Cerri .z) = x sen(y+z) em P. Teorema de Fubini.ime.y e z é . Só que neste caso como temos três variáveis teremos 6 combinações possíveis.b]×[c.d]×[p.1] nos eixos x. Se f é uma função integrável em P = [a.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas Cálculo de Integrais Triplas Como calcular integrais triplas? Como no caso de Integrais Duplas.html 1/1 . E como antes não importa a ordem que fazemos o cálculo.y.

usp. dependendo da região D podemos ter ou 2. Regiões Tipo III.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao.html 1/3 . www. Regiões Tipo II.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Como no caso de integrias duplas para calcular integrais triplas usamos as integrais iteradas e o Teorema de Fubini. Vamos ver como fica a integral tripla no caso de S ser do tipo I. Região Tipo I. dependendo da forma da região D. 1. II ou III. ou 3. Também nesse caso E pode-se ter dois tipos de integração.ime. Seja S do tipo onde v 1 e v 2 são funções contínuas em D ( D é a projeção de S no plano yz) e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. e D é como as regiões vistas anteriormente em Integrais Duplas. Seja S do tipo onde w1e w2 são funções contínuas em D onde D é a projeção de S no plano xz. Então Da mesma forma que antes. podemos ter dois tipos de integração. Seja S do tipo onde u1 e u2 são funções contínuas em D (D é a projeção de S no plano xy). Então Assim usando integração iterada. dependendo da forma da região D.

y) está nesta região D então E assim Entretanto a integral que temos que calcular é um pouco complicada (vai ter que fazer mudança de variável).ime.usp.html 2/3 .z) em D temos que y varia entre v 1(x. Projetando S no plano xy temos a região D limitada pela parábola y = x 2 (z = 0) e a reta y = 4. onde S é a região limitada pela parábola y = x 2 + z2 e pelo plano y = E se (x.z) = 4. Pode-se descrever esta região de várias formas. Projetando S no plano xz temos um disco D de raio 2 e centro na origem (pois encontramos a intersecção fazendo x 2 + z2 = 4). Para (x.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. Exemplo. Lembre sempre que S é o sólido “cheio”. Vamos tentar escapar disto vendo S de outra maneira.z) = x 2 + z2 e v 2(x. www. Calcule 4.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões ou Melhor mesmo é ver um exemplo.

html 3/3 .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-3-1-inttripla-calculo-regiao. O resultado de integração dupla ou tripla é sempre um número. Crisitna Cerri-2010 www. e o que sobra é apenas função das variáveis restantes.20/04/12 Cálculo de Integrais Triplas sobre Regiões Então fazendo a mudança para coordenadas polares temos Importante: Na integração dupla ou tripla cada vez que se integra com relação a uma determinada variável ela deve "desaparecer". pois estamos fazendo uma integral definida.ime.usp.

z transformamos a região D no paralelepípedo [1. x + y . u .v.y . v = x + y .2] × [0.y.v ) é uma mudança de coordenadas.y e z. www. podemos fazer mudança de variáveis em integrais triplas para facilitar os cálculos.usp. Por isso quando fazemos uma mudança de variáveis temos que fazer uma correção para manter a ingualdade na integração.v.z = 0.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar. a mesma região descrita com as variávies u.w). Seja ϕ uma transformação de uma aberto Ω de R3 em R3 de classe C1 onde ϕ(u.html 1/2 . O Jacobiano de ϕ é Numa transformação o volume de sólidos nem sempre é presenvado. Seja Duvw subconjunto de Ω limitado. y(u.y . x + y . v . Duvw.ime.2] no sistema de coordenadas Ouvw.z = 2.w) = (x(u.y . y(u.v e w .w)).w). x .z = 1. Note que D é uma região limitada por planos. Atenção: na fórmula aparece o módulo do Jacobiano! Exemplo. Uma mudança de coordenadas em R3 é uma transformação ϕ de um aberto do R3 em R3 . x .w). Suponha que ϕ é injetora e o Jacobiano Jϕ(u. com bordo de conteúdo nulo também em Ω. Por exemplo. Se f é contínua em Dxy então onde Dxyz é a região de integração descrita nas variáveis x. Vale o seguinte TEOREMA. x + y + z = 2.z = 2.v.w . e Dxyz = ϕ(Duvw). Calcule para D limitada por: x + y + z = 1. Solição.v.w)) = (u + w. Fazendo u = x + y + z. que é contínua e injetora. ϕ(u.w).v.v.20/04/12 Mudança de Variável Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Como nas integrais duplas. z(x.y.w) não é nulo o interior de Duvw.z e w = x . z(x.v.2] × [1. w) = (x(u.

5 de [BCHS].br/mat/mat2455/2-inttripla/2-4-inttripla-mudavar.9 de [S] e III.2010 www. Veja em outros textos detalhes sobre essas mudanças de coordenadas .ime.20/04/12 Mudança de Variável Então Como usamos o módulo do Jacobiano temos As mudanças de variáveis mais comuns são as mudanças por coordenadas cilíndricas e coordenadas esféricas.html 2/2 .5 e IV. Leia mais em 15. Cristina Cerri .usp.

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Cilíndricas
Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas (x,y,z), mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas cilíndricas. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas (x,y,z) , podemos descrever (x,y) em coordenadas polares, no plano Oxy. Então temos uma terna (r, θ, z) onde x = r cos θ e y = r sen θ e z = z.

Para obter todos os ponto do espaço basta variar θ entre 0 e 2π, tomar r real positivo e z qualquer número real. Nesse caso, se fazemos essa mudança de variáveis, como Jϕ (r,θ, z) = r (verifique! ) então da fórmula geral de mudança de variável em integral tripla temos

Exemplo 1: Calcule 2.

onde S é a região interior ao cone z2 = x 2 + y2 para z entre 0 e

Note que

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

onde D é o disco de centro 0 e raio 2. Em coordenadas cilíndricas temos

Exemplo 2 (questão da 1ª prova de 2000). Seja D a região do espaço interior ao cilindro x2 + y2 = 16 e exterior ao cilindro x2 + y2 - 4x = 0 , compreendida entre os planos z = 0 e z = y + 6. Calcule

Solução: A região D é

Para calcular a integral percebemos que a região D é mais facilmente descrita em coordenadas cilindricas. Contudo temos que separá-la em duas regiões. Considere D1 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro maior e D2 a região compreendida entre os planos e interior ao cilindro menor. Usando coordenadas cilíndricas temos as seguintes parametrizações (em r, θ , z)

Então

=0

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Integrais Tripla - Coordenadas Cilindricas

Portanto

OBS: O nome coordenadas cilindricas vem do fato de que um retângulo em 0rθ z é transformado em um setor de cilindro. Verifique que se 0 < r < a, 0 < θ < 2π e 0 < z < b , então temos um cilindro de raio a e altura h.

Não esqueça: na mudança de coordenadas cilíndricas o Jacobiano é r.
Cristina Cerri-2010

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Coordenadas Esfericas Mudança de Variáveis em Integrais Triplas Coordenadas Esféricas Um ponto P do espaço pode ser descrito em coordenadas cartesianas ( ). φ) . Um ponto P do espaço pode ser escrito tanto em coordenadas cartesianas ( ) como em coordenadas esféricas (ρ. Para representar todos os pontos fazemos ρ qualquer real positivo. Dado um sistema de coordenadas cartesiano e um ponto P de coordenadas ( ) . Por isso essas coordenadas são chamadas de esféricas. Como vimos. θ . Se queremos calcular uma integral tripla sobre uma região que é mais facilmente descrita em coordenadas esféricas devemos fazer uma mudança de variável.html 1/2 . Então x = ρ senφ cosθ y = ρ senφ senθ z = ρ cosφ .θ. φ é o ângulo que este forma com o eixo e θ representa o ângulo que a projeção de OP forma com o eixo . podemos descrever ( . mas também pode ser descrito com coordenadas chamadas esféricas.2π].π]×[0.. no caso geral temos que No caso de coordenadas esféricas temos que o Jacobiano é ρ 2 senφ .usp.z) usando variáveis ρ . θ variando de 0 a 2π e φ de 0 a π.a]×[0.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica.ime.20/04/12 Integrais Triplas . Note que no sistema de coordenadas cartesianas uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0. φ . Note que um retângulo no sistema Ορθφ se transforma num setor esférico em . www. onde ρ é o comprimento do segmento OP.

20/04/12 Integrais Triplas . onde Considerando que ∆ρ ∆φ ∆θ são as variações das respectivas coordenadas e supondo que são pequenos temos que o volume da região é aproximadamente ρ2 senφ∆ρ∆θ∆φ (e não apenas ∆ρ∆θ∆φ).ime. Logo o volume não é preservado através da mudança de coordenadas esféricas. Sabemos que o volume da esfera é 4πa3/3.html 2/2 . Veja exemplos e aplicações clicando aqui. Vamos particionar o domínio em pequenos setores esféricos. Gostariamos de estabelecer alguma relação entre o volume de um “pedaço” da esfera.π]×[0. Uma esfera de raio é o conjunto que em coordenadas esféricas passa a ser o paralelepípedo [0.2π]. Portanto é razoável que este seja o fator de correção quando se passa de coordenadas cartesianas para esféricas numa integração. mas o volume do paralelepípedo é 2π 2 a . já que o volume por esta mudança não é preservado. .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-6-inttripla-esferica.2010 www.usp.a]×[0. Quando definimos integral fizemos partições do domínio de integração.Coordenadas Esfericas E então Como no caso das integrais duplas o Jacobiano fará a correçào necessária para manter a igualdade das integrais.

Então nossa região que é o interior do “sorvete” é Logo Exemplo 2.Exemplos Integrais Triplas em Coordenadas Esféricas Exemplos Exemplo 1. O ângulo φ varia de 0 até o encontro da esfera com o cone que é quando z = 1 e daí temos que o ângulo φ é π/4.html 1/2 . (questão da 1ª prova de 2000) Seja z2 = 4 e pelos planos y = 0 e Solução: .20/04/12 Coordenadas Esfericas . Calcule sendo S a região interior ao cone 2 = 2 + 2 .ime. com positivo. e limitada pela esfera 2 + 2 + 2 = 2 (esfera de centro (0. Solução: A equação 2 + 2 + 2 = 2 em polares fica ρ= 2cosφ. A intersecção do cone com a esfera é quando z = 1 e x2 + y2 = 1. Calcule a região do primeiro octante limitada pela esfera x2 + y2 + www.1) e raio 1).usp.0.br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos.

20/04/12 Coordenadas Esfericas . .Exemplos Em coordenadas esféricas a parametrização de é Portanto Não se esqueça o Jacobiano é ρ2 senφ nas mudança para coordenadas esféricas.usp.html 2/2 .2010 www.br/mat/mat2455/…/2-6-inttripla-esferica-exemplos.ime.

e tal que a densidade de massa do material é uma função ρ(x. Então a massa de S é definida por Se a densidade é constantemente 1.usp. y e z .20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas Aplicações de Integrais Triplas 1. Se S é como antes e ρ(x. e se então ou seja como já tinhamos anteriormente. Considere um sólido S que pode ser descrito como uma região S limitada do R3 cujo bordo tem conteúdo nulo (do Tipo I.y. então a massa coincide com o volume de S. 2. Momento de Inércia Também podemos definir os momentos de inércia de um sólido S com relação aos eixos coordenados.y. II ou III. por exemplo).y) é uma funçào contínua e positiva em D.ime.z) é uma função positiva e contínua em S que representa a densidade do material então o centro de massa de S é um ponto de coordenadas onde 3. z = 0 e x = 1.z) positiva e contínua em S. que é definido por Note que em particular se D é uma região plana com bordo de conteúdo nulo e se f (x. respectivamente são Exercício: Seja S o sólido limitado pela "calha" x = y2 e pelos planos x = z.html 1/2 . Centro de Massa De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular o centro de massa de sólidos usando integrais triplas. As fórmulas de cada momento de inércia em relação aos eixos x.br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica. www. Massa e Volume De forma análoga ao que fizemos para lâminas planas podemos calcular a massa de sólidos usando integrais triplas.

z) são simétricas com relação ao plano xz então a segunda coordenada do centro de massa é 0.V(S). Solução: A região S é Projetando S no plano xy temos a região Então (a) O volume de S é (b) Como a densidade é constante k em S (isto é. OBS: Veja mais sobre isso em 15. Calculado as outras temos que que não dependem de k.usp.y. ρ(x.ime. Cristina Cerri . Como a região e a função ρ(x.20/04/12 Aplicações de Integrais Triplas (a) Calcule o volume de S (b) Encontre o centro de massa de S considerando que a densidade é constante.6 de [BCHS]. E faça os exercícios da Lista 1.7 de [S] e IV.z) = k) a massa de S será simplesmente k.2010 www.html 2/2 .br/mat/mat2455/2-inttripla/2-7-inttripla-aplica.y.

html 1/2 . A imagem de γ (traço de γ ). é chamado de curva. Então para cada valor de t em I temos vetores γ(t) = (x(t).y(t) e z(t) são deriváveis. γ(t) = (x(t). y'(t). I2 . a curva plana formada pelos pontos (x. y(t) e z(t) são as chamadas de parametrizações de γ. dizemos que γ é derivável.y(t)) ou γ(t) = (x(t).20/04/12 Curvas Curvas Seja γ uma aplicação de um intervalo I da reta em R2 ou R3. γ '(t) = (x'(t).y(t).y(t). A curva dada por x(t) = t cos(t) . Nesse caso. (2) x(t) = sen(2t) . se γ' é contínua e se γ'(t) é diferente do vetor nulo no interior de I. se x(t).usp. z(t)). onde t varia de 0 a 2π . Uma curva pode ser vista como a trajetória de uma partícula no plano ou no espaço num intervalo de tempo I.y(t) e z(t) são contínuas. y(t) = cos(2t). y(t) = t sen(t) e z(t) = t está contida no cone z2 = x 2 + y2 www. Exemplos. que é o conjunto dos pontos γ(t) = (x(t). dizemos que γ é contínua.y(t)) ou γ(t) = (x(t). Dizemos que uma curva é “lisa”.y) tais que x 2 + y2 = 1 pode ser parametizada de várias maneiras: (1) x(t) = cos(t) e y(t) = sen(t)... Uma curva pode ter várias parametrizações. z'(t)) é chamado de vetor tangente a curva no ponto γ(t). então dizemos que é lisa por partes. As funções x(t). z(t)) é a posição da partícula no instante t.. Por exemplo.ime. y(t) = sen(t) e z(t) = 2-sen(t) onde t varia de 0 a 2π. 1. Se o intervalo I é união finita de intervalos I1 . Nesse caso. 2.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva. Uma parametrização da curva dada pela intersecção do cilindro x 2 + y2 = 1 e o plano y + z = 2 é x(t) = cos(t) . onde t pertence a I. onde t varia de 0 a π . Se as funções x(t).y(t). z(t)).In e se a curva γ é contínua e lisa em cada intervalo Ik .

20/04/12 Curvas Cristina Cerri .ime.html 2/2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-1-intlinha-curva.2010 www.usp.

y(t)) onde t pertence ao intervalo [a. Esta integral é semelhante a integral de Riemann de funções que foi vista no Cálculo 1. que γ' é contínua e que γ'(t) é diferente do vetor nulo. Este tipo de integral foi desenvolvida no início do século 19 para resolver problemas envolvendo escoamento de fluidos. fazendo o limite para ∆t i vai a zero temos uma integral.b]). O comprimento da curva é então dado por Vamos generalizar. isto é. ∆sn .. A imagem do intervalo [ti -1 .html 1/3 .y(t)) está contido em D. Desejamos calcular a massa total do arame.y(t i)). Vamos assumir que a curva é “lisa”. Vamos começar tomando uma curva γ(t) = (x(t). ti] é o pedaço da curva (arco) que vai de Pi-1 a Pi . Mas com arcos bem pequenos podemos dizer que . magnetismo etc.b] em k subintervalos [t i -1 .20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Integral de Linha de Campo Escalar Definiremos aqui a chamada Integral de Linha de uma função f a valores reais. Particionando o intervalo [a. o domínio D de f é um subconjunto do plano ou do espaço e a imagem de f é um subconjunto da reta real. www. t i] temos os correspondentes pontos na curva Pi = γ (x(t i).. eletricidade. Considere a função . ∆s2. .ime.b]. Portanto para obter o comprimento da curva basta somar todos os comprimentos dos arcos. Vamos denotar por ∆si o comprimento de cada um desses arcos.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. para todo t em [a. n = 2 ou 3.usp. Suponha que o domínio D contém a curva γ (lembre que isto quer dizer que a imagem γ(t)=(x(t). isto é. A diferença é que em vez de fazermos a integração sobre um intervalo faremos a integração sobre uma curva γ . Suponha que γ representa um arame fino com densidade de massa variável dada por uma função f positiva e contínua definida num aberto que contem o traço de γ . A curva γ fica dividida em sub-arcos de comprimentos ∆s1.

Mas o comprimento de um pequeno arco da curva é aproximadamente o tamanho do vetor tangente.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. Então a integral de linha de sobre γ é Se f representa a densidade de massa. Prove que a integral de linha não depende da parametrização de γ .20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Calculando f em Pi . assim lembrando que ou u Se f for uma função contínua o limite acima sempre existe. Mas seria estranho já que a massa total não deve depender na parametrização.usp. Note que a soma acima é tipo uma Soma de Riemann. Fazendo o limite para partições de forma que os intervalos [ti -1 . Então a massa procurada deve ser esse limite (quando existir). mas apenas do formato da curva. Definição: A integral de linha de ao longo de γ é quando tal limite existe. Temos então a seguinte definição. Exercício importante: Aparentemente a definição acima depende da particular parametrização da curva.ime.html 2/3 . ti] sejam de tamanho cada vez menores devemos melhorar a aproximação. multiplicando pelos comprimentos do arco ∆si e somando tudo temos uma aproximação da massa total. Chamada de integral de linha de um campo escalar (que é a função ). www. a integral acima nos dá a massa total do arame.

Cristina Cerri .2010 www.ime. então definimos a integral de f ao longo de γ por Exercício. isto é. se γ é a união finita de curvas lisas γ1 . Mostre que integrais de linha são iguais.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-intlinha-escalar. . γ2 .html 3/3 .20/04/12 Integral de Linha de Campo Escalar Note que comprimento de uma curva é que uma integral de linha pois Se temos uma curva “lisa por partes”. Clique aqui e veja exemplos e aplicações deste tipo de integral.. γn onde o ponto inicial de γι+1 coincide com o ponto final de γι .usp. Denota-se por -γ a curva que tem os mesmo pontos de γ mas com orientação contrária..

20/04/12 Integral de Linha . Seja um cabo que é dobrado na forma de um semi-círculo x 2 + y2 = 4 para x positivo.y(t)) é uma curva lisa onde t percorre o intervalo [a. Parametrizando a curva temos γ(t) = (2cos t .ime.z)) a massa e o centro de massa do cabo podem ser calculadas. Solução: onde γ é a hélice circular de equação x(t) = cos t .plano direito e é uma semicircunferência. Derivando temoso vetor tangente a curva γ : γ'(t) = (-2sen t . sendo a densidade constante ρ(x. Portanto. para t entre 0 e 2 π .usp. 2cos t ) então |γ'(t)| = 2. O comprimento do cabo é o comprimento da curva γ e é a integral A massa do cabo M é O centro de massa do cabo é definido como sendo o ponto de coordenadas Alguns Exemplos 1.Exemplos e Aplicações Integral de Linha de Campo Escalar Exemplos e Aplicações Algumas Aplicações Considere um cabo delgado entortado em forma de uma curva γ de R2 (ou R3).y) = K.html 1/2 .y. Calcule .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex. 2 sen t ) para t entre -π/2 e π/2. temos que: Massa: Centro de massa: www. determine a massa e o centro de massa do cabo. Se a densidade linear é uma função contínua δ(x. Se a densidade linear é uma constante K. Solução: O traço da curva x 2 + y2 = 4 que nos dá o cabo está no semi.b].y) (ou δ(x. pois x é positivo. Suponha que γ(t) = (x(t). y(t) = sin t e z(t) = t 2.

Mas cuidado: se a densidade não for constante isto pode não ocorrer.20/04/12 Integral de Linha . 0).usp.Exemplos e Aplicações Por simetria temos que a coordenada y do cntro de massa é 0 (verifique!). Portanto o centro de massa é. (π/4. Você deve estudar pelo livro ( por exemplo [S] ) e fazer os exercícios da Lista 2. OBS: Como a densidade é constante e a curva é simétrica com relação ao eixo x nem pecisariamos calcular para saber que o centro de massa do cabo estaria do eixo x.html 2/2 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-2-1-intlinha-escalar-ex. Cristina Cerri .ime.2010 www. Apresentamos aqui apenas um resumo da teoria com alguns exercícios. ATENÇÃO: Para aprender bem estes conceitos e obter um bom aproveitamento os textos na WEB acima não é suficiente.

direção e sentido. Em linguagem matemática um campo de vetores do R2 . obtendo-se uma função. ou do R3. Assim uma boa representação do "vento" em cada instante e em cada ponto do espaço é um vetor.2010 www. Um campo é dito contínuo se as funções P.z). de uma região D .Também pode-se calcular o divergente de um campo.y. Q e R são funções de D em no conjunto dos numeros reais R.usp. E de classe C1 se P. que tem intensidade. um sentido e uma intensidade. é uma função que associa a cada ponto (x. Cristina Cerri . Outro exemplo é um campo de força: a cada ponto associa-se um vetor "força". Clique em cada link e recorde.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-campos.ime. São muitos os exemplos de campos vetoriais. principalmente em Física. Um tipo importante de campo é o campo gradiente e os campos conservativos.y).20/04/12 Campos Vetoriais Campos Vetoriais O "vento" possui uma direção. Podemos escrever onde P e Q são funções de D no conjunto dos numeros reais R. Este é um típico exemplo de um campo de vetores. Q e R são C1. Q e R são contínuas. ou do R3 . Associado a um campo temos outro campo chamado de rotacional.html 1/1 . ou (x. Ou escrevemos onde P. um vetor do R2.

chamado de campo gravitacional.y. Obs: É comum e prática a notação com versão análoga para o caso R2 .ime. Se o objeto de massa m está no ponto (x. o campo gradiente de f é o campo que a cada ponto (x. Um campo de vetores é chamado campo conservativo se ele é um campo gradiente de alguma função f. Este é um exemplo de campo conservativo pois é um potencial para . onde r é a distância entre os objetos e g é a constante gravitacional. Nesta situação chamamos de f potencial de .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-1-gradiente. isto é.Campos Conservativos Dada uma função f de D subconjunto do R2 (ou R3) a valores em R (conjunto dos números reais) com derivadas parciais.z) então a força gravitacional que está agindo em m é Temos aqui um exemplo importante de campo vetorial.usp.20/04/12 Campos gradientes O Campo Gradiente .html 1/2 . ( verifique !) Para pensar: Todo campo é conservativo? Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os pontenciais de um campo conservativo? www. Um exemplo: Da Lei de Gravitação de Newton a intensidade da força gravitacional entre dois objetos de massa M e m é F = mMg/r2.y) (ou (x. se existe uma função f tal que .y. Vamos assumir que um objeto de massa M está localizado na origem de R3 (por exemplo M pode ser a massa da Terra e a origem seu centro).z)) de D associa-se o vetor ou .

que é um campo de vetores defindo em D.2010 www.usp. Se então . verifique que Cristina Cerri . Um exercício: Tomando uma função f de classe C2 . Q e R possuam derivadas parciais em D. Simbolicamente podemos denotá-lo como um “produto vetorial” ou o determinante de uma "matriz": . tal que P.20/04/12 Rotacional O Rotacional Dado um campo vetorial definido em D. subconjunto do R3 .htm 1/1 .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-2-rotacional. então o rotacional de é .ime.

2010 www. subconjunto do R2 . Um exercício: Se que é um campo de classe C2 . Analogamente. então o divergente de . Q e R . Simbolicamente o divergente pode ser expresso como o “produto interno” . isto é.20/04/12 Divergente O Divergente Dado um campo vetorial definido em D.ime. é tal que P e Q possuam derivadas parciais em D.html 1/1 . se possuam derivadas parciais tal que P.usp. Note que o divergente é uma função de D a valores em R (conjunto dos números reais). as funções P.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-3-3-divergente. Q e R são de classe C2 . verifique Cristina Cerri .

ime.y(t)) (ou γ(t) = (x(t). Aplicando o TVM podemos dizer que o trabalho total é Assim uma definição razoável de trabalho é Pode-se fazer raciocínio análogo para o caso de R3. Assim o trabalho neste trecho será aproximadamente onde ∆x i = x(t i) . Se também a variação de ao longo do arco γ([t i-1 . t i]) for muito pequena podemos pensar que é quase constante. onde t pertence ao intervalo [a. quando a partícula se desloca de γ(a) até γ(b). A integral de linha de www.x(t i-1) e ∆yi = y(t i) . t i] criamos pequenos arcos na curva γ(t): γ([t i-1 .b] em pequenos subintervalos [t i-1 . em cada instante t a partícula encontra-se na posição γ(t). Se fosse uma força constante e se a partícula se deslocasse sob um segmento de reta AB então o trabalho W é Dividindo o intervalo [a.y(t).y(t)).usp. Suponha que ela está sob a ação de um campo de forças Queremos calcular o trabalho realizado pela força dado pelo produto escalar .z(t)) ) curva lisa por partes e cujo domínio contém a curva. Definição: Sejam γ(t) = (x(t).20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais Integrais de Linha de Campos Vetoriais Considere uma partícula que se move no plano ao longo da curva γ(t) = (x(t).br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial.htm campo contínuo ao longo de γ é dt 1/2 .y(t i-1) .b]. Se estamos com intervalos pequenos o deslocamento de Ai-1 = γ(t i-1) a Ai = γ(t i) é aproximadamente um deslocamento ao longo do segmento Ai-1Ai .t i]) . isto é.

dy = y'(t)dt e dz = z'(t)dt podemos escrever que ou Importante: Não é difícil provar que a integral de linha não depende da particular parametrização da curva. clicando aqui. Cristina Cerri.20/04/12 Integrais de Linha de Campos Vetoriais dt No caso R2 fica No caso R3 fica Usando a notação dx = x'(t)dt . www.usp. Veja alguns exercícios resolvidos. desde que não se inverta a orientação da curva.2010.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-4-intlinha-vetorial.ime.htm 2/2 .

partindo de (1.0)). Calcule para entre 0 e 2π.1)) . Solução: Neste caso www.1) até (1. para t entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1.cos( )).sin .ime. Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (sin( ). ).20/04/12 Integrais de Linha . Solução: 3. sendo e a curva é a hélice γ( ) = (cos .usp.br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. Calcule o trabalho realizado pelo campo de força quando uma partícula se move ao longo da curva γ( ) = (cos .sin ).htm 1/2 . partindo de (0.Exercicios Integrais de Linha de Campos Vetoriais Exemplos 1. Solução: 2.0) até (0. para entre 0 e π/2 (a quarta parte da circunferência 2 + 2 = 1.

sin(2 )). As respostas dos exercícios 2 e 5 são iguais.htm 2/2 . desde que não se inverta sua orientação. Nos dois exemplos anteriores temos o mesmo campo e curvas com o mesmo traço. A integral de linha não depende da parametrização. mas a curva γ( ) = (cos(2 ). mas no exemplo 2 estamos percorrendo-a no sentido antihorário enquanto no exemplo 3 no sentido horário.br/mat/mat2455/…/3-4-1-intlinha-vetorial-exemplos. vale que . para entre 0 e π.20/04/12 Integrais de Linha . Em geral.usp. 2010 www. Considere o mesmo campo do exemplo 2. Calcule a integral de linha .Exercicios 4.Verifique isto ! 5. Solução: 6. Como se explica isso? Resposta: As curvas dos dois exercícios são iguais (traço e sentido) só foram parametrizadas de formas diferentes.ime. Por que as integrais são diferentes? Resposta: As curvas tem o mesmo traço.

denotado por δ é formada por um número finito γ 1 . fechadas. se os pontos inicial e final coincidem.html 1/3 . Para compreendê-lo precisamos de algumas definições.. γ n de curvas simples..br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo sobre as curvas da fronteira de e a integral dupla sobre a região da componente do rotacional deste campo. Seja um campo vetorial de classe C1 (as derivadas parciais de P e Q são contínuas) em um aberto que contem . Formalmente. Então www. Uma curva é chamada de simples se a curva não se auto-intercepta entre o ponto inicial e final. duas a duas disjuntas. fechadas e lisa por partes. uma curva γ é simples se γ( ) é diferente de γ( ) . Um exemplo de região assim é a região ao lado. para todo . Uma curva γ em [ ] é dita fechada. lisas por partes.20/04/12 O Teorema de Green O Teorema de Green O Teorema de Green nos dá uma relação entre integrais de linha sobre curvas fechadas e integrais duplas sobre regiões limitadas pela curva. Teorema de Green Seja uma região fechada e limitada de R2 cuja fronteira (ou bordo). isto é. γ( ) = γ( ). Veja alguns exemplos de curvas planas: As regiões que vamos considerar nas hipóteses do Teorema de Green são regiões planas fechadas e limitadas cuja fronteira (ou bordo) é composto por um número finito de curvas simples. duas a duas disjuntas orientadas no sentido que deixa à esquerda das curvas..usp. É um resultado muito importante e com muitas aplicações.γ 2 .ime..

ime. quando se trata de integrais de linha de curvas Exercícios: Clique aqui é veja alguns exercícios resolvidos... A prova deste Teorema é bem complicada.usp.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-intlinha-teogreen. + γ n. www.20/04/12 O Teorema de Green ou pode-se escrever onde a integral de linha é a soma de integrais sobre as curvas componentes da fronteira (ou bordo) de . A orientação das curvas que compoem a fronteira de para o Teorema acima seja válido é aquela que deixa a região à esquerda.html 2/3 . Vale a pena ler estas demostrações para compreender por que o resultado vale. Ou seja. ao caminharmos sobre a curva a região fica sempre à esquerda. mas no caso de regiões simples é mais fácil e pode ser encontrada em [BCHS] (veja página 230). isto é. Esta orientação definimos como positiva. Vamos ver nos próximos textos algumas aplicações do Teorema de Green. Na região ao lado o bordo de é formado por 4 curvas e a orientação do bordo para que o Teorema seja verdadeira é a indicada na figura. δ = γ 1 + γ 2 + . em [S] ou em muitos outros livros. Atenção. Faça também os exercícios da Lista 2. Obs: Alguns textos usam a notação fechadas.

Exercícios O Teorema de Green . (1. Calcule onde onde γ é o gráfico de y = cos x percorrido de (-π/2. Assim vamos usar o Teorema de Green.0) . Com isso criamos uma região D do plano (a região amarela) que tem como bordo (ou fronteira) a curva γ e o www. (1.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex.0). (1. Portanto usando o Teorema de Green temos que onde γ é o círculo de raio 3 O Teorema de Green nos permite passar de integrais de linha complicadas para integrais de linha mais simples de se calcular.usp. (1. Solução: Claramente poderíamos calcular diretamente esta integral: quando se trata de integrais de linha de curvas Usando o Teorema de Green: seja o quadrado de vértices (0. 7 + ( 4 + 1)1/2 ) está definido em e as funções e tem derivadas parciais contínuas.0) .1) e (0. Exercício 3.0).1). Para isso temos que criar uma região cujo bordo (ou fronteira) contenha a γ.ime.html 1/3 .1) e (0. Calcule centrado na origem orientado no sentido anti-horário.1) orientado positivamente (anti-horário) . Solução: Tentado calcular diretamente a integral de linha iremos encontrar funções cujas integrais não são simples. Solução: Ao se tentar calcular diretamente a integral de linha acima logo se chega a integrais complicadas (verifique isso!). Então aplicando o Teorema de Green vale que É claro que o Teorema é mais útil quando alguma das integrais envolvidas é muito difícil de calcular. π/2].Exercícios Resolvidos Exercício 1. ( )) está definida em D. Uma saída é tentar usar o Teorema de Green. As funções e tem derivada parciais contínuas F( ) = ( 2 em e a curva está orientada de forma a deixar a região D a esquerda. O campo ( ) = (3 + sin .0). Obs: Alguns textos usam a notação fechadas. 0) a (π/2. Uma idéia é obter uma curva fechada usando o segmento [ -π/2. Exercício 2. Note que o campo 3 ) = ( ( ).20/04/12 Teorema de Green . Calcule para γ o bordo do quadrado de vértices (0. Tome o disco de raio 3 centrado na origem (interior do círculo).

percorrida uma vez no sentido antihorário.usp.html 2/3 . usando o Teorema.0).ime. π/2]. Calcule a integral de linha de sobre γ uma curva fechada. www. Solução: Temos que (verifique!!).br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex.20/04/12 Teorema de Green . simples. Mas o campo em questão não está definido na origem! E (0. entretanto que podemos pegar outra região que "isola" o ponto (0. É comum os alunos se esquecerem de verificar se a região D está contida no domínio do campo. Orientando as curvas de forma que a região fica a esquerda (no desenho indicamos a orientação) podemos usar o Teorema de Green. Exercício 4. Todas as hipóteses devem ser verificadas. O aluno apressado vai concluir que a integral de linha é zero.Exercícios segmento [ -π/2. Por isso aparece o sinal "-" na frente da integral de linha de γ. Note. Errado!!!!! O aluno deve ter pensado em usar como região a região interior a curva γ.0) pertence a onde o campo não está definido!!!! Não podemos usar o Teorema de Green para esta região. lisa por partes qualquer que contem a origem no seu interior. Muito cuidado ao se usar o Teorema de Green. E assim temos que Note que a orientação da curva γ dada não é a que deve ser usada no Teorema de Green.

e assim OBS: Para curvas contínuas. r sin ) para t em [0.html 3/3 .ime.20/04/12 Teorema de Green . Agora sim pelo Teorema de Green Portanto sendo γr ( ) = (r cos .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-5-1-intlinha-teogreen-ex. fechada e simples vale um Teorema (de Jordan) que afirma que a curva divide o plano em duas partes: uma região fechada e limitada. que é o interior da curva e outra não limitada. 2010 www.2π] temos uma parametrização de γr no sentido antihorário.Exercícios Tomemos um círculo γr de centro na origem e raio r que está no interior da curva γ (sempre existe?). em ambas o bordo é a curva dada.usp.

subconjunto de R2 (ou R3 ). temos Portanto se temos um campo vetorial contínuo tal que então vale. a e b seriam substituidos por pontos A e B do plano ou do espaço. lisa por partes.Definição Para funções de uma variável real o Teorema Fundamental do Cálculo nos dá a seguinte igualdade para funções f tais que f´ é função integrável. nas condições acima.z) de três variáveis. ou conservativo contínuo em Ω .2) : γ1 (t) = (2cos t . Atenção: Não é verdade que todo campo é conservativo: sejam e dois caminhos ligando os pontos (-2.0) a (0.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo. Neste caso. e uma função f de classe C1 cujo domínio Ω contém a curva γ . Calculando. Mas o que substituiria a derivada? Vamos fazer algumas contas. se é chamado de .usp.b] em R2 (ou R3 ) curva lisa por partes contida em Ω então Note que o valor da integral de linha de um campo gradiente sobre uma curva só depende do ponto inicial e final da curva e não da particular curva. pois podemos pensar em vários caminhos que ligam A a B.0) a (0.20/04/12 Campos Conservativos Campos Conservativos . π] e γ2 o segmento ligando (-2. 2sin t ) para t em [π/2. isto é. que Um campo de vetores função . Nesta situação chamamos de se ele é um campo gradiente de alguma Assim o que mostramos acima pode ser escrito da seguinte forma: Se é um campo gradiente. www.0) a (0. Tomemos uma curva γ de [a. Vamos estabelecer um resultado semelhante para funções f(x.y) de duas ou f(x.b] em R2 ou R3. E portanto a integral de linha de um campo gradiente sobre qualquer curva fechada lisa por partes é 0.y.ime. e se γ é uma curva de [a.0) e de (0.2). A integral que faria sentido seria a integral de linha.html 1/2 .

usp.2010. Clique aqui e leia sobre isso. Mas e se temos um campo cujas integrais ao longo de qualquer curva são iguais podemos concluir que o campo é conservativo? Vamos estudar esta questão.ime.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-intlinha-conservativo.html 2/2 . www.20/04/12 Campos Conservativos Então Como os valores são diferentes concluimos que o campo não é conservativo. Cristina Cerri .

Lembramos que um subconjunto Ω do R2 ou R3 é dito aberto se para todo ponto P de Ω existe uma “bola” (disco ou esfera) de centro P contida em Ω . Portanto parece que a resposta é sim.4 ou em [S] ou em [G]). Assim o que fizemos funciona em certas regiões que são chamadas de conexas. Para funções reais sabemos do TFC que . Mas será que sempre existe uma curva ligando A a X em D ? Veja a seguinte região D: Para esta região não existe uma curva ligando A a X toda contida em Ω . De fato.20/04/12 Campos Conservativos . ( para uma prova mais detalhada veja [BCHS] VI. Desta forma o que vimos acima é um esboço da prova do seguinte Teorema. Será que o campo é conservativo? Queremos encontrar uma função potencial f tal que . o valor das integrais de linha do campo sobre curvas ligando A a B em Ω não dependem da curva. ou seja.Caracterizações Tome um campo definido em Ω subconjunto do R2 que tem a seguinte propriedade: dados dois pontos A e B do domínio Ω . Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω do R2 ou R3 tal que para cada www. importante e útil. Usando essa idéia vamos definir f da seguinte forma: se X = (x.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. Um conjunto Ω é dito conexo se para dois pontos quaisquer de Ω existe uma curva curva lisa por partes contida em Ω ligando esses pontos .html 1/2 . Mas para provar usamos que existe uma curva γ ligando A a X em D. só dependem dos pontos finais e iniciais.ime.usp. resumidamente teriamos e analogamente podemos mostrar que .Caracterizações Campos Conservativos .y) e γ uma curva qualquer ligando A a X tome Note que por hipótese a integral não depende da particular curva o valor não depende de γ.

p. Sejam β e α curvas lisas p.html 2/2 . o que prova que a integral de linha não depende do caminho que liga A a B.p.usp.B) a integral de linha de é a mesma ao longo de qualquer curva lisa contida em Ω ligando A e B. Será que vale a recíproca? Vamos tentar responder.br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-1-intlinha-conservativo-car. Logo a integral de linha sobre β é igual a integral de linha sobre α . e somente se. forma uma curva .ime. entao é conservativo se.. Cristina Cerri . para um campo contínuo num domínio aberto conexo e conservativo então para qualquer curva lisa por partes fechada em Ω . A união das duas curvas β e −α . entao é conservativo se. Como já vimos. entao o campo é conservativo.2010 www. Porém um resultado mais forte também vale.Caracterizações par de pontos (A.B) em Ω a integral de linha de de qualquer curva lisa ligando A e B contida em Ω . para cada par de pontos (A. ligando dois pontos A e B do domínio Ω. e é a mesma ao longo somente se.20/04/12 Campos Conservativos . Clique aqui e veja alguns exercícios e problemas. para toda curva fechada SIMPLES lisa por partes em Ω a integral de linha de é ugual a 0. Portanto . fechada lisa p. que denotaremos por γ . Juntando os resultados temos que Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω . Se é um campo contínuo num domínio aberto conexo Ω .

Mostre que Solução: Como é conservativo então e daí um campo conservativo.usp. Exercício resolvido.20/04/12 Campos Conservativos .Exercícios Campos Conservativos .Exercícios Exercício resolvido.ime. Em caso afirmativo ache uma função potencial. Quais dos campos abaixo são conservativos? Justifique a resposta. onde P e Q Mas e então Exercício proposto. Seja são funções C1 em um aberto conexo Ω .br/mat/mat2455/3-intlinha/3-6-2-intlinha-conservativo-ex. Sugestão: Em cada caso procure uma função que seja potencial do campo. Quando o campo é conservativo só existe um potencial para este campo? Como são todos os potenciais de um campo conservativo? Solução: Se o domínio do campo conservativo é conexo então os potenciais diferem de constante.html 1/1 . isto é. se e são potencial então 2010 www.

isto é. Podemos descrever o cone com a equações: X(u.v) .2π]x[0. Desejamas trabalhar com superfícies parametrizadas.v) pertence a uma região plana D contida em R2. Note que X(u. Exemplo 1.v). onde (u. y(u.y) também é uma superfície.v)). Por exemplo. y(u.v) = a cos u sen v . Uma superfície é uma região do espaço R3 que pode ser vista como uma região plana "deformada". y = y(u. o cone reto dado pela equação z2 = x 2 + y2 é uma superfície parametrizada.usp.v) são chamadas de equações paramétricas de S. superfícies que possuem parametrizações.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param. uma esfera ou elipsóide são superfícies.2π] e u no intervalo [0.v) e z(u.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Superfícies Parametrizadas Sabemos que uma curva é uma "linha" do plano ou do espaço que pode ser vista como um segmento "deformado".v) leva um retângulo na superfície do cone. y(u.v) .v)? Temos que fazer (u.π].v) = a sen u sen v e z = z(u.v) = a cos v onde D = [0.html 1/3 . São as parametrizações. As função x(u. Então podemos Parametrização 2: usando coordenadas esféricas x = x(u. Parametrização 1: como z é positivo podemos escrever que parametrizar esta superfície tomando Mas qual a variação de (u. A parametrização de uma superfície é única? Ou seja. www. O gráfico de uma função de duas variávies f(x. Por exemplo. assim (u. um plano. Uma superfície parametrizada S é a imagem de X no espaço.v) = (u cos v . temos funções que descrevem as superfícies. Aqui sempre as funções x(u.ime.v). u) Variando v no intervalo de [0. um parabolóide. z(u.h] obtemos a parte do cone desenhada acima.v) = (x(u. Assim como nas curvas..v) pertence a . S = X(D).v) e z(u.v) variar no disco de raio a. isto é. Vamos exibir duas parametrizações da parte superior (z positivo) da esfera x 2 + y2 +z2 = a2 . u sen v. Uma parametrização é uma função X (u.v) são de classe C1. só existe uma maneira de descrever os pontos de uma superfície S usando duas variáveis? Veja o exemplo a seguinte.

para se desenhar superfícies é preciso conhecer suas parametrizações.ime. No Winplot as variáveis estão sempre dentro de intervalos. Exemplo 3. www. como o Winplot.v o )). Já na outra as curvas coordenadas são cortes por planos paralelos aos planos x = 0 e y = 0.20/04/12 Superfícies Parametrizadas Observação: num programa gráfico. temos a curva γ(v) = (x(uo . Podemos desenhar a superfície esférica usando cada uma das parametrizações acima. se z = f(x. De fato. Exemplo 2. z(u. São as chamados curvas coordenadas.v).usp.v o ).1]x[0. que é uma parte da anterior. Como no caso das curvas. Veja os desenhos acima.(u.html 2/3 . z(uo . Gráficos de funções de duas variáveis são sempre superfícies parametrizadas.v) em D. fixe uo e faça variar o v.v o ).v) em D = R2 descreve o cilindro infinito de raio 2 com eixo no y. Note a diferença. Um uma parametrização as curvas coordenadas são os meridianos e os paralelos. isto é D é sempre retângulo.v)) fixe v o e faça variar o u: temos a curva α(u) = (x(u. podemos escrever a parametrização de uma superfície na forma vetorial.v).4] temos outra superfície.y) onde (x. y = v e z = f(u. usando coordenadas cartesianas Pode-se perceber que esses programas desenham as superfícies usando curvas. A equação vetorial com (u.y) pertence a D que é o domínio de f (D é uma região do plano xy) uma parametrização do gráfico de f (que está no R3) é x = u.v) para (u. y(uo . Se mudamos a região D e tomamos D = [-1. Temos então sua equação vetorial.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.

v) = u sen v .v) = cos u + ln(tg(v/2)) .v) em [0.2π]x[0.4]x[0.2] (d) x(u.v) = 2+4u+5v . 6.v) = v e z = z(u. y(u.v) = u2 . uma parametrização de S.v) = cos3 u cos3 v.v) em [0. y(u. Observe as curvas coordenadas.v) = u sen u cos v. com (u.v) em [0. que é uma reta (ou segmento de reta).v) = -u + 3v . u+cos v) para (u. variando u. com (u. Quais destas superfícies são gráficos de funções de duas variáveis f(x.v) em [0. z(u.v) em [0. (2+sin v) sin u.v) = u cos v .2π]x[1.4]x[0.v) .7] (c) x(u.2π] (e) x(u.π]x[0. com (u. com (u.v) = 1+2u . com (u. temos a curva α(u) = X(u. y(u.v) em [-3.2π] (f) x(u.π] (b) x(u.y)? Quais são superfícies conhecidas? (a) x(u. ou.2010 www. z(u. γ(v) = X(uo .html 3/3 .v) = 2cos(u) . com (u.v) em [0.v) = u cos u cos v . Dê uma parametrização desse tipo de superfícies. Note que para essa parametrização deixando u = uo constante e fazendo v variar na superfícies uma curva.v) = sen3 u cos3 v .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-1-intsuper-param.usp. Estas curvas são as curvas coordenadas nessa superfície. y(u.v) = sin3 v .v) = u cos v.v) = ((2 +sin v) cos u. y(u.π] Exercício: Recorde que no Cáculo 1 e 2 você viu suoerfícies de revolução.4π]x[0.ime.2π]. z(u.20/04/12 Superfícies Parametrizadas As equações x = x(u.v o ) que é uma circunferência.π]x[0. y = y(u.v) = sen u cos v.v) = u sen v. Usando o Winplot desenhamos a superfície parametrizada dada por X(u. Obtem-se essas superfícies "rodando" o gráfico de uma função f(x) em torno do eixo z. Exemplo 4. z(u.v) = sen u sen v .v) = u sen v . Analogamente se fixamos v = v o temos. z(u. Cristina Cerri . Exercício: Use o Winplot (ou outro programa gráfico) para desenhar as seguintes superfícies parametrizadas e identifique as curvas coordenadas. y(u. z(u.v) = u .v) = 2sin(v) são equações paramétricas de S.

No caso do cilindro ou do cone uma "planificação" justifica a fórmula. Cada pedaço Si é proveniente de um pequeno retângulo em D obtido de partições: [ +1 ] x [ +1 ]. Sabemos que a área do paralelogramo formado por dois vetores é dada pelo módulo do produto vetorial. Sendo cada Si bem pequeno sua área é aproximadamente a área de paralelogramos Pi sobre Si como na figura. A fim de calcular a área do telhado podemos dividi-lo em pequenos pedaços Si tão pequenos que são quase planos. ). volume de sólidos e comprimento de curva. Cada curva tem seus vetores tangentes (são curvas no espaço). ). como é o caso das superfície de um cilindro.usp. São os vetores no ponto ( .2]. O tamanho de cada um deses vetores pode não ser apropriado para o calculo da área de Pi . Tomemos uma parametrização de S : X( ( )=( ( )= . E assim a área do telhado é aproximadamente a soma 1/2 . ( ( ). Como calcular a área de cada um desses paralelogramos? Temos dois vetores que extraímos de cada curva coordenada e que são tangentes a estas curvas. como justificar a fórmula? Poderiamos usar a idéia de planificação? E para uma superfície qualquer? O procedimento para obter uma forma de calcular (e definir) área de uma superfície é semelhante ao que já fizemos antes para área de regiões planas.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area.20/04/12 Área de uma Superfície Área de uma Superfície Parametrizada Como calcular a área de uma superfície? Para algumas superfícies conhecemos uma fórmula. Mas e a área da superfície da esfera. de um cone e de uma esfera.5]x[0.5]x[0. Vejamos um exemplo.2] . ( )) onde ( ) = 2 – 2/4 )= e para ( ) em D = [0. Para cada fixado temos uma curva coordenada e para cada outra curva coordenada na superfície.2/4 para ( ) em [0. Mas uma aplicação do TVM nos permite afirmar que a área de cada Si é aproximadamente onde ∆ e ∆ são as dimensões do retângulo [ das áreas de cada pequeno paralelogramo: www.html +1 ] x [ +1 ]. O telhado de uma estrutura tem o formato da superfície S dada por = 2.ime.

20/04/12 Área de uma Superfície Intuitivamente parece que quanto menor a partição (divisão) mais próximos estamos da área "real" do telhado. Precisamos ter o paralelogramo. com cada Sk superfície lisa parametrizada então Área (S) = Área(S1) + Área(S2) + .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-intsuper-area. para uma superfície parametrizada S qualquer parece razoável definir sua área como fizemos acima. Assim nos restringimos a superfícies parametrizadas S onde certas condições são satisfeitas.v) onde (u. temos que ter .html 2/2 . 2010.. Uma superfície assim chamaremos de duas disjuntas. Segue então a seguinte definição. (u. isto é. As superfícies mais usadas e as que veremos aqui são deste tipo.. Ou seja . + Área(Sn ). A área de S é dada pela integral (u. não é? Veja demostração deste fato em [BCHS]. Resumidamente temos que ter uma região limitada e fechada cuja fronteira é composta de um número finito de curvas lisas por partes.3 de [BCHS].. Veja mais sobre isto em VII. se S = S1 U S2U . Para calcular a área total basta calcular a área de cada parte de S e no final soma-las.2 e VII. Assim é razoável dizer que a “área da superfície” é No caso do exemplo: Assim sendo a área do nosso telhado deve ser Exercício: calcule esta integral! Portanto. U Sn . E às vezes também aquela que temos não satisfaz as condições (não é globalmente lisa). Observação: Às vezes S não pode ser descrita globalmente usando apenas uma única parametrização. que satisfazem as hipóteses. duas a no interior de e biunívoca. www.v) .. Podemos então procurar dividir S em pedaços. com parametrização tal que superfície lisa parametrizada. simples e fechadas.v) pertence a D A definição de área de superfície depende da parametrização de S? A resposta é não e seria uma definição estranha se dependesse .ime. Definição: Seja S uma superfície lisa parametrizada dada por de R2 . É claro que temos alguns probleminhas aqui.v) e (u.usp.

podemos descrever um ponto do toro projentand0-o nos exixos. Se a superfície é o gráfico de uma função f(x. Portanto a superfície que queremos é o conjunto dos pontos onde usando coordenadas polares ATENÇÃO: Não confunda paramentrização de superfície com mudança de variáveis!!! Exemplo 2. O plano intercepta o parabolóide no circunferência x 2 + y2=9.0. Determine uma representação paramétrica dessa superfície e calcule sua área.y) em D. região do R2. y = y e z = f(x.v) = (b + a cos v) cos u . Portanto a área da superfície é Aplicando num caso particular. z = 9. Teremos x = x(u.0) e raio a < b em torno do eixo z.usp.y) para (x. então uma parametrização natural é x = x. usando esses ângulos. z = a sen v www. Ao rodar uma circunferência podemos ver dois parâmetros: o ângulo u que a circunferência forma com o eixo x e o ângulo que um ponto da circunferência forma com o segmento que liga o seu centro a origem. y = (b + a cos v) sen u .html 1/3 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.ime.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Exemplos de Cálculo de Área de uma Superfície Parametrizada Exemplo 1. Veja o desenho abaixo: Portanto.y) (não precisamos trocar o nome das variáveis). vamos calcular a área de parte do parabolóide z = x 2 + y2 que está abaixo do plano z = 9. O TORO é uma superfície obtida pela rotação da circunferência no plano xz com centro (b.

20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Note que para obter todo o toro devemos varia u e v de 0 a 2π.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.x 2 . Atenção: um erro comum é não ler com cuidado o enunciado e tomar outra superfície.y2 limitada por .usp.y2 e as outras equações são para limitar a superfície.html 2/3 . Para o cálculo da área da superfície vamos calcular Então Exemplo 3.ime.x 2 . Aqui queremos a PARTE DO PARABOLÓIDE z = 4 . www. (questão de prova) Calcule a área da parte da superfície z = 4 .

html 3/3 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-2-1-intsuper-area-ex.usp.20/04/12 Exemplos de Calculo de Area de Superfícies Uma parametrização é dada por Então a área da superfície é Cristina Cerri .ime.2010 www.

z = v para (u.y.yi .y.v) no disco de raio 1 e centro 0 D1 . Exemplo 1.zi )Area(Si) . De fato quando f(x. A integral de superfície de f em S é a integral dupla que é denotada por Para definir a integral acima usamos uma parametrização de S. Note que acima temos uma soma de Riemann. S1 e S3 respectivamente (veja o desenho). definida em S.z) contínua definida em S. onde a superfície S que é a fronteira da região limitada pelo cilindro x 2 + z2 = 1 e pelos planos y = 0 e x A superfície S é a união de 3 superfícies: o cilindro e as duas “tampas”. Mas a massa de Si é aproximadamente f(x i .y. sendo f(x. Assim. Portanto temos a seguinte definição geral.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar.yi .z) uma função real contínua. Fazendo o limite temos uma integral dupla. Fazemos uma aproximação: dividindo S em pequenos pedaços Si a massa total é a soma das massas de cada pedaço. Um cálculo simples mostra que conhecido como “elemento de área” de S.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Integrais de Superfície de Campos Escalar Desejamos calcular a massa de uma placa fina cujo formato é dado por uma superfície parametrizada S e cuja densidade pontual de massa é dada por uma função f(x.z) = 1 a área de S é dada pela integral dupla da função .ime. Existe um modo prático de calcular . www. onde (x i . que chamaremos de S2 . Definição. Seja f(x. y = 0 .usp.y. Seja S um superfície parametrizada lisa com domínio D. Então a massa procurada é Calcularemos cada integral separadamente S1 : x = u .html 1/3 .zi ) é um ponto qualquer de Si . porém seu valor não depende da particular parametrização. a integral existe.z) = xy. Calcule + y = 2. Como a função é contínua.

Portanto Exemplo 2.1]x[0. z = u senv para (u.html 2/3 .ime. Como vimos antes nesta situação www.v) em [0. Vamos mostrar duas maneiras de parametrizar a superfície. Calcule Solução: Vamos desenhar a superfície onde S é a parte de z = (x 2 + y2)1/2 limitada por x 2 + y2 = 2y.1) e raio 1). (exercício da lista 4).20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar S3 : x = u cos v . y = v e z = (u2 + v 2)1/2 onde (u.usp.2π]. S2 : x = cosu .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. z = senu para (u.v) para u em [0. y = 2-u cosv . y = v . 1ª maneira: temos o gráfico de uma função e então podemos parametrizar da forma x = u .v) pertencem a região D (disco de centro (0. 2-cosu].2π] e v em [0.

html 3/3 . e só se.20/04/12 Integrais de Superfícies de Campo Escalar Portanto O mais indicado agora é fazer uma mudança de coordenadas: u = rcosθ .1] e θ em [0.π] e u varia em [0.2senv] (pois x2 + y2 = 2y se.usp. v = 1 + rsenθ para r em [0. onde v varia em [0.2π].ime. 2ª maneira: podemos parametrizar S da forma x = ucosv .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-3-intsuper-escalar. Então neste caso e daí Cristina Cerri . y = usenv e z = u .2010 www. u2 = 2usenv).

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Queremos só considerar superfícies orientáveis. Vamos formalizar matematicamentente este conceito.y. Considere um fluido com densidade ρ(x. Logo em cada ponto tem-se www. Veja a figura abaixo. Afinal “atravessar” significa passar de um lado para outro de S.z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. Esta é uma superfície dita não orientável. Considere uma superfície S que em cada ponto tem um plano tangente. O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S. Pode parecer estranho mas algumas superfícies não tem "dois lados". superfícies que "tem dois lados". A faixa de Möbius é um exemplo deste tipo de superfície (ela é assim chamada em homenagem ao geômetra alemão August Möbius (17901868)). Pegue uma tira de papel torça e cole. Assim a nossa superfície deve ter dois lados apenas. Um outro problema físico motiva a definição de integral de superfífice de um campo vetorial. isto é.html 1/3 .usp. O primeiro problema que aparece é o de definir qual a direção e o sentido que nos interessa.ime. Você terá uma faixa que não tem lado de fora ou lado de dentro. Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca.20/04/12 Superfícies Orientáveis Superfícies Orientáveis A integral de linha de um campo vetorial sobre uma curva orientada γ e é dada por que pode significar o trabalho de um campo de forças ao longo da curva γ.

Solução. Se for possível definir um campo de vetores normais que varia continuamente sobre S. As superfícies mais comuns. Atenção: em geral nos exercícios a orientação de S é fixada (é dada no enunciado) e daí você depois de parametrizar S deve escolher qual das duas possíveis é para ser usada.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel. Não se www. Podemos também escolher Assim temos duas orientações para S. y = rsenθ . que usamos neste curso.usp. e assim mostrar que esta é uma superfície orientável.html 2/3 . Dada a parametrização acima em cada ponto o vetor é normal a superfície. Escolhemos conforme o caso. Encontrar um campo de vetores normais a superfície z = x2 + y2. são orientáveis. Exemplo 1. Para uma superfície deste tipo só temos duas orientações possíveis. z = r2 . então S é chamada de superfície orientável. Uma parametrização de S : x = rcosθ .20/04/12 Superfícies Orientáveis dois vetores normais unitários: e . Mais detalhes sobre este assunto veja em [BCHS].ime.

usp.20/04/12 Superfícies Orientáveis desoriente: nos próximos textos você verá isto com mais detalhes.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-4-super-orientavel.ime.html 3/3 . Cristina Cerri.2010 www.

usp. Da definição de integral sobre um campo escalar temos que se X(u. ou seja.1] união o disco x 2 + z2 = 1. Dividindo S em pequenos pedaços Si quase planos podemos dizer que neste pedaço a massa de fluido que atravessa Si na direção do vetor normal por unidade de tempo é aproximadamente onde ρ . o disco. Agora o sentido de percurso é dado pelo vetor normal. Considere um fluido com densidade ρ(x. Solução A superfície S é a união de duas superfícies S1 . Pense numa superfície que não impede a passagem do fluxo do fluido tipo uma rede de pesca. Somando tudo e diminuindo a partição de S aparece uma integral.y.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo.v)) é uma parametrização de S. que nos dá a orientação da curva. O problema é como calcular o volume (massa) de fluido que atravessa S. www. Uma parametrização para S1 é x = u cos v . para y em [0.y(u. y = 1 (união de duas superfícies lisas).ime. Se e são calculados em algum ponto de Si.v). A superfície S é lisa por parte. Calcule (ou o fluxo de através de S ) sendo e S é o parabolóide y = x 2 + z2 . y = u2 .z(u. e S2 . então e daí sendo que se é + ou – vai depender da orientação de S .z)e cujo campo dos vetores velocidade é através de S. z = u sen v com u variando de 0 a 1 e v de 0 a 2π.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Seja S uma superfície (parametrizada e lisa) orientável e fixe uma orientação para S.v).v) = (x(u. lisa por partes e orientável S a integral de sobre S é com vetores normais Compare esta definição com a da integral de linha de um campo: fazemos o produto escalar do campo com o vetor tangente a curva. orientada com a normal exterior a S. o parabolóide.html 1/3 . Definição. Exemplo. em que sentido a estamos percorrendo. é um campo de vetores contínuo sobre uma superfície paramtrizada.

html 2/3 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo.1] e v em [0.ime. Assim Portanto Algumas notações úteis : Perceba que Uma notação usual para cada determinante deste é uma notação para a integral de superfície de uma campo é onde www. Assim Uma parametrização para S2 é x = u cos v.2π]. Note que a componente na direção do versor j é sempre negativa. Novamente este vetor aponta para dentro da região.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Só que este vetor não é exterior.usp. y = 1 e z = u sen v com u em [0.

Dica: use o Winplot para visualizar as superfícies e compreender melhor as parametrizações. Cristina Cerri . É necessário fazer muitos exercicios para dominar esta matéria.2π].2] e v em [0.2010 www.usp. tal que . y = u sen v . Faça uma parametrização e depois verifique se ela fornece a orientação pedida. orientada com o Considere a seguinte parametrização de S: x = u cos v . Então Vale a pena lembrar novamente: cuidado com a orientação da superfície. Faça os exercícios da lista e discuta-os com os monitores. z = 5-u sen v para u em [0. Se você não observar isto a integral pode ficar com o sinal trocado! Complemente seus estudos com a leitura de [S] ou [BCHS] e veja os exercícios resolvidos dos livros.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-5-intsuper-campo.20/04/12 Integrais de Superfície de Campos Vetoriais Exemplo.html 3/3 . limitada pelo cilindro x 2 + y2 = 4. A componente k do vetor é que é positiva. sendo S a parte do plano z = 5 . Calcule campo Solução.ime.y.

como o cálculo do fluxo de um fluido através de S.z) o Teorema de Gauss nos diz que a taxa de variação do volume de fluido que ocupa o sólido R é igual ao volume de fluido que atravessa seu bordo. Vamos aplicar o teorema de Gauss. mas aplicando o Teorema de Gauss sobre a esfera unitária x2 + y2 + z2 = 1.y. Calcule onde é a superfície do cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z=0 e z=x+2 (incluindo as tampas) . O Teorema de Gauss é uma generalização no sentido que nos dá uma relação entre integral tripla de uma região fechada do espaço com a integral de superfície do seu bordo. Podemos calcular diretamente. Pars tal temos que ter uma região fechada do espaço. a superfície S.ime. Exemplo 1. Mas a principal motivação do resultado vem da Física e o resultado é um modelo matemático para alguns fenômenos físicos. Pelo Teorema de Gauss se R é o interior da esfera de raio 1 onde e S esfera de raio 1 orientada com a normal exterior. Tome R o cilindro x2 + y2 = 1 entre os planos z = 0 e z = x+2 com as duas tampas e orientado com a normal exterior.20/04/12 Teorema de Gauss O Teorema de Gauss O Teorema de Green nos fornece uma relação entre integral dupla de uma região fechada plana com a integral de linha do bordo dessa região. Encontre o fluxo de exterior. Solução. Exemplo 3. orientada com a normal passamos para uma integral tripla na esfera cheia R (um sólido) de 1. Então www. Então Exemplo 2. Teorema de Gauss. orientada com a normal exterior. É complicado calcular diretamente esta integral (tente!). pois o divergente do campo é 1. Calcule Solução.usp. Seja R é uma região fechada simples contida em A e cujo bordo (ou fronteira) S =δ R é composta de um número finito de superfícies lisas por partes.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss.html 1/2 . Solução. Se é a normal de S exterior a R (aponando para fora de R) então Pensando em um fluido em movimento com velocidade em cada ponto (x. Queremos calcular onde S é a esfera. Seja A um aberto conexo de R3 e seja a um campo de classe C1 em A.

br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-gauss.usp.20/04/12 Teorema de Gauss Para ver mais exercícios resolvidos clique aqui Cristina Cerri .ime.html 2/2 .2010 www.

Vamos usar Teorema de Gauss pois O Teorema nos diz que onde R é uma região fechada do R3 e a normal aponta para fora de R.usp. Então aplicando o Teorema de Gauss temos ou seja www.Exercícios Resolvidos Exercício 1 . Considerando R a região (sólida) interior ao cone com z positivo limitada pelo plano z = y + 3 temos que o bordo de R é a união de duas superfícies : S e S1 .ime.html 1/4 . (exercício de prova) Calcule superfície z2 = x 2 + 2y2 entre z = 0 e z = y + 3.20/04/12 Teorema de Gauss . Solução onde e S é a parte da . É complicado calcular a integral diretamente pela definição (tente!).exercícios O Teorema de Gauss . sendo que S1 é a parte do plano z = y + 3 limitada pelo cone.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. Atenção: S é uma parte do cone.

y = u senv + 3 . Então . Neste caso Xu ^Xv = (0. Primeiramente vamos estudar a variação de x e y. (um exercício de prova) Calcule onde sendo e o campo de vetores unitários normais a S tal que Solução.0) do cone. Vamos aplicar o Teorema d Gauss.v) em Duv = { (u.0.exercícios onde a orientação de S é tal que (aponta para baixo) e a orientação de S1 é tal que (aponta para cima).usp. z = v + 3 com (u. Obs: note que não há vetor normal no ponto (0. z = u senv+6 onde e u).v) : u2 + (v-3)2 = 18 }. Neste caso Xu ^Xv = (0.ime.html 2/4 . que concorda com a orientação do teorema. mas isso não vai atrapalhar. Fica complicado tentar palcular diretamente. y = v . v = 3 + rsenθ (Jacobiano é r). Vamos parametrizar S1 de duas maneiras 1ª maneira : x = u.20/04/12 Teorema de Gauss .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. -u. Portanto Exercício 2. Primeramente note que onde e www. Como z2 = x 2 + 2y2 e z = y + 3 temos que (y+3)2 = x 2 + 2y2 e daí x 2 + (y .1) apontando para cima.-1. Então Fizemos a mudança de variável u = r cosθ .3)2 = 18. 2ª maneira : x = u cosv . Vamos parametrizar S1 .

Vamos tomar a uma semi-esfera centrada na origem de raio convenientemente pequeno para ficar dentro do elipsóide. é de classe C1 em Ω 2 = R3 com em Ω 2.exercícios O campo é de classe C1 em Ω 1 = R3 -{(0. pois o campo não está definido em (0.0.20/04/12 Teorema de Gauss .0. Aplicando o Teorema de Gauss ao obtemos www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios.usp. a semi-esfera e o plano z = 0. Veja como deve ser feito. E vamos aplicar o Teorema de Gauss para o sólido limitado pelo semi-elipsoide.0). mas de modo que O campo conjunto . Não podemos simplesmente usar o Teorema de Gauss para o sólido interior a S fechando com parte do plano z = 0 (tampa). Temos que escolher um sólido R que tem S como parte do bordo.ime.0)} e seu divergente é 0 em Ω 1 .html 3/4 . Assim considere pelo Teorema de Gauss obtemos Onde e .

Cristina Cerri .2010 www.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-6-1-gauss-exercicios. E não deixe de fazer os exercícios da lista 3.ime.20/04/12 Teorema de Gauss .html 4/4 .usp. Veja mais sobre a teoria e exercícios resolvidos nos livros texto.exercícios de modo que concluímos de (1) e (2) que Exercício: Obtenha o Teorema de Green a partir do Teorema de Gauss.

html 1/5 .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. O Teorema de Green estabelece uma relação entre a integral de linha de um campo F sobre as curvas da fronteira de D e a integral dupla sobre a região D da componente z do rotacional deste campo. Vamos enunciar o Teorema de Stokes. Aplicando o Teorema de Stokes teremos o teorema de Green. orientada pelo campo . Seja S uma superfície lisa por partes. Exemplo 1. Porém nossa posição na superfície será definida pelo vetor normal. Agora pense que a região plana D foi deformada e virou uma superfície. cujo bordo δ ε S é a união de curvas lisas por parte. Teorema de Stokes. Leia sobre orientação induzida no bordo de uma superfície orientável clicando aqui. Junte-se ao vetor normal da superfície e caminhe sobre a curva. Lembre também que a orientação das curvas que compoem a fronteira de D é aquela que deixa a região D à esquerda. com a orientação induzida de S. Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano y + z = 2 e o cilindro x 2 + y2 = 1. O sentido de percurso do bordo induzido pela normal é aquele que deixa S a esquerda.ime.usp. Dado um campo de vetores de classe C1 cujo domínio contém S. Logo a integral dupla virou uma integral de superfície. Como orientar agora o bordo da superfície? Vamos também caminhar sobre o bordo de S de modo que a região deve ficar sempre à esquerda. simples e fechadas. www. então Como então podemos escrever Note que se é um campo e S uma região plana no Oxy podemos ver S no espaço sendo o vetor normal unitário o versor k .20/04/12 O Teorema de Stokes O Teorema de Stokes Seja S uma superfície orientável. orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido anti-horário. que generaliza o Teorema de Green.

Note que o domínio de é R3-{(0. Errado! Essa superfície escolhida não está contida no domínio de . Mas agora o bordo de S é formado pelas curvas γ e α. Solução. Para que a orientação de γ de S apontando “para cima”. Claro que esta integral pode ser calculada diretamente pela definição de integral de linha. O aluno afobado vai pegar a superfície que é a parte do plano que tem a curva como bordo e concluir que então a integral de linha é zero. Vamos escolher uma orientação conveniente para S.html 2/5 . ou seja R3 menos o eixo z .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. Quando tentamos resolver diretamente caímos numa integral complicada.v) = (u.0.v) em D.y. disco de raio 1. Tome S = {(x.usp. Calcule para e γ a curva dada pela intersecção do plano x + y + z = 4 e o cilindro x 2 + y2 = 1. x2 + y2 = 1}. Temos que escolher uma superfície S que tenha como bordo a curva γ. Mas o rotacional do campo é zero! (confira!). orientada de forma que sua projeção no plano xy fique orientada no sentido horário.v.z)}.z) : y + z = 2 .ime. Então vamos usar o Teorema de Stokes. Portanto Exemplo 2. www. Temos que pegar outra superfície! Seja S a parte do cilindro entre os planos z = 0 e z = 4-x-y. temos que que de fato aponta para cima. Parametrizando S da seja a induzida pela orientação de S. Mas vamos usar o Teorema de Stokes. Agora a curva faz parte do bordo de S e o campo está definido em S. devemos ter o vetor normal forma X(u.2-v) com (u.20/04/12 O Teorema de Stokes Solução.

Precisamos de uma superfície que tenha a curva como parte do bordo. Calcule Solução.0) temos que Exemplo 3. www. y = 4. x = -2. y = -4.sent. Vamos usar o teorema de Stokes. O campo é Note que seu domínio é R3 -{(0.2. Se tomamos a normal apontando para fora do cilindro temos que γ está orientada como queremos e α está orientada no sentido anti-horário.ime.20/04/12 O Teorema de Stokes Vamos orientar S convenientemente. z real}. (questão de prova) Seja a curva de intersecção do prisma (superfície) de faces x = 2.z) .2).br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.html 3/5 . o espaço menos a reta paralela ao eixo z que passa por (0. orientada de modo que sua projeção no plano xy seja percorrida no sentido anti-horário. Se tentarmos calcular a integral de linha diretamente pela definição ficaremos com integrais muito complicadas.usp. isto é. Usando o Teorema de Stokes Como α(t) = (cost. com o plano z = -x +5.

O que hoje chamamos de Teorema de Stokes foi na verdade descoberto pelo físico escocês Sir William Thomson (1824-1907). Tome β é uma circunferência e então de centro (0.e .Se orientarmos S de forma que a normal aponte para fora então temos que onde α está orientada no sentido anti-horário. e . Calculando temos que pois α está orientada no sentido anti-horário. Portanto Resta calcular contida no plano z = 0.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes. O Teorema de Stokes é chamado assim por causa do físico-matemático irlandês Sir George Stokes (1819-1903).2+sent.20/04/12 O Teorema de Stokes Consideremos O bordo de S é composto de Γ e da curva α. Não se sabe se algum daqueles estudantes conseguiu fazê-lo! www. Sendo β(t) = (cost. Novamente calcular diretamente envolve muitas contas e integrais complicadas. intersecção de S com z = 0 (base do prisma) que é um retângulo.u. só devemos calcular as integrais nos da forma X(u.usp. percorrida no sentido anti-horário.2π] temos que Finalmente.v) e assim Parametrizamos a face Assim que não está no sentido correto.v) . Então da forma X(u. Então .u. Parametrizamos a face que está no sentido correto. Stokes foi professor da Universidade de Cambridge e ocupou a mesma posição de Newton.v) = (-2. Calculando Como a normal aos planos y = 4 e y = -4 está na direção de planos x = -2 e x = 2. Stokes teve conhecimento deste resultado através de uma carta de Thomson em 1850 e pediu que estudantes o provasse num exame da Universidade de Cambridge em 1854.2. Como α está podemos usar o Teorema de |Green (que é apenas uma caso particular do Teorema de Stokes).0) para t em [0.html 4/5 .ime.0) e raio 1.v) = (2. Lucasian Professor of Mathematics.

8 de [S] (de onde extraímos a nota histórica) e VIII.2010 www. Kaplan. Veja também o livro de W.ime.20/04/12 O Teorema de Stokes Veja mais sobre o Teorema de Stokes e suas aplicações em 17. Cálculo Avançado – volume 1. E não deixe de fazer os exercícios da Lista.html 5/5 .2 de [BCHS]. Cristina Cerri . Ed.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-stokes.usp. Edgar Blücher Ltda.

html 1/2 . ao caminhar sobre a superfície com a cabeça no sentido do vetor normal. Escolhendo a www. o sentido de percurso da curva deve ser tal que a superfície fica sempre a esquerda. Supondo que S é orientável.20/04/12 Orientação do Bordo Orientação do Bordo Seja S uma superfície parametrizada. fechadas e simples. Numa superficie fechada orientável há duas orientações possíveis: com a normal exterior ou interior. fixe uma orientação para S. isto é. lisa por partes. O bordo de S é composto por curvas lisas por parte. o bordo é um conjunto vazio.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo. Por exemplo. Superfícies orientáveis não fechadas podem ser fechadas "colando-se" superfícies. informalmente. Se X é uma parametrização de S. Essa é a chamada orienação induzida. a imagem das curvas do bordo de D que são percorridas apenas uma vez. As curvas do bordo de S terão uma orientação (sentido de percurso) induzida pela orientação do bordo.usp. Informalmente. com domínio D. Já o bordo de uma semi-esfera é apenas uma curva e a esfera não tem bordo. o bordo do cilindro é composto por duas curvas: duas circunferências. o bordo de S é. Por exemplo: Uma superfície é dita fechada se não tem bordo.ime.

com z entre 1 e 2. Colando-se as duas tampas que são círculos e orientando convenientemente teremos um asuperfície fechada orientável com a normal apontando para fora. A figura a esquerda representa uma superfície orientável aberta z = x 2 + y2 . É importante saber se orientar para não se perder no teorema de Stokes! Cristina Cerri-2010 www. Veja as figuras abaixo.usp.20/04/12 Orientação do Bordo orientação certa o resultado será uma superfície fechada orientada.ime.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-7-bordo.html 2/2 .

Parametrizando a superfície temos Domínio de integração .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.ime. Calcule a massa da superfície cuja densidade superficial é dada por Solução.Questões de Prova 3a Prova de 1995. 3a Prova de 1996.usp.html 1/4 . Calcule onde S é a porção do elipsóide com www.20/04/12 Exercicios resolvidos Exercicios Resolvidos .

usp. onde esta orientada com a normal satisfazendo .ime. temos A intersecção do plano com o elipsóide é dada pela solução de Eliminando . Solução e é a normal Seja temos a porção do plano interior ao elipsóide e V o sólido limitado por .20/04/12 Exercicios resolvidos e exterior ao elipsóide.Pelo teorema de Gausss.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios. Portanto www. Parametrizando a '' tampa'' A normal a é dada por .html 2/4 . Como .

Calcule onde é a normal exterior ao parabolóide com m a porção do parabolóide abaixo do plano z = 2x + 4y + 3 e Solução Seja .20/04/12 Exercicios resolvidos QUESTÃO 2. Do teorema de Gausss. temos a porção do plano z = 2x + 4y + 3 limitada pelo parabolóide e V o sólido limitado por A normal (unitária) ao plano e exterior a V é dada por .usp. Como temos A intersecção do plano com o parabolóide é: Eliminando O sólido V é dado em coordenadas cilíndricas por . Calcule onde e γ é a intersecção do cilindro x2 + y2 = 4 com a superfície z = cos(y2) + 5 orientada de modo que sua projeção no plano xy tenha sentido anti-horário.html 3/4 . Solução www.ime. 3a prova de 1996.br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.

usp. z = 0 onde www. Portanto Paramentrizando γ∗ : x = 2 cosθ . y = 2 senθ . Pelo teorema de Stokes temos .20/04/12 Exercicios resolvidos Seja γ∗ a intersecção do cilindro com o plano Oxy com orientação anti-horária e S a porção do cilindro limitada pelas curvas γ e γ∗ .br/mat/mat2455/4-intsuper/4-8-exercicios.ime.html 4/4 . orientada com normal "exterior''.

C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 1 . (1.5 ponto) O volume do s´lido limitado pelo parabol´ide z = 4 − 2x2 − y 2 e a o o pelo plano z = 3 − y (acima do plano e abaixo do parabol´ide) o V (S) = D f (x.5) Descreva e esboce a regi˜o D. . y. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. a Os Trabalhos s˜o individuais. z) | 0 ≤ x ≤ 2. e e As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 15 de mar¸o e c ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio.5 ponto) Calcule o volume do s´lido a o S = {(x. ——————————————————————————– Quest˜o 1.0) Obtenha f (x. (1.MAT 2455 . 0 ≤ z ≤ sen(y 4 )}. 3 x ≤ y ≤ 1. y) dx dy (a) (0. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. y) e calcule o volume de S.1o semestre de 2010 Este ´ o primeiro trabalho escrito valendo nota para compor a m´dia de trabalhos T. a (b) (1. 2 Quest˜o 2.

y) | 0 ≤ x ≤ 2. 0 ≤ z ≤ 2 Ó Ô Ð × Ù ÒØ ÒØ × Ò (y 4 )} S ÔÓ × Ö Ð ÙÐ Ö Ð V = D f (x. y) = ¹× ¸ × Ò (y 4 ) D = {(x. ËÓÐÙ Ó Ç ÚÓÐÙÑ Ó × Ð Ó x ≤ y ≤ 1. z) | 0 ≤ x ≤ 2. y)dxdy x ≤ y ≤ 1}º 2 ÒØ Ö Ð × Ö ×ÓÐÚ ÓÖÑ ØÖ Ú Ð × Ò Ó ÈÓ f (x. 0 ≤ y ≤ 1} 1 2y 3 V = D × Ò (y 1 4 )dxdy = 0 0 4 × Ò (y 1 0 4 )dxdy = 1 = 2 4y 0 3 × − cos(y 4 ) Ò (y )dy = 2 = 1 − cos 1 2 ½ . y) | 0 ≤ x ≤ 2y 3. y. Ö Ó 3 ÒØ Ó¸ Ö × Ö Ú Ö D ÓÖÑ ÕÙ D = {(x.ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ Å Ì¾ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ½ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Ó × Ð 3 Ó S = {(x.

y) f (x. y) | 1 y− 2 2 + 2x2 = 5 4 5 + 2x2 ≤ } 4 ´ µ ÙÒ Ó ÙÒ Ó × Ö × Ö ÒØ Ö ÔÓÖ Ò Ñ × Ó ÕÙ ÐØÙÖ Ó × Ð Ó Ñ ÕÙ ×Ø Óº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ f (x.ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´½¸ z = 3−y ÔÓ ´ µ ´¼¸ µ ÔÓÒØÓµ Ç ÚÓÐÙÑ Ó ÔÓÖ Ó× Ð ÓÐÑØ Ó Ô ÐÓ Ô Ö ÓÐ × Ö Ð ÙÐ z = 4 − 2x2 − y 2 Ô ÐÓ ÔÐ ÒÓ V (S) = D f (x. y)dxdy × Ö Ú × Ó Ö Ó º ´ µ ´½¸¼µ Ç Ø Ò f (x. y) = zparabolide − zplano = (4 − 2x2 − y 2 ) − (3 − y) = 1 − 2x2 − y 2 + y ¾ . y) Ð ÙÐ Ó ÚÓÐÙÑ Sº ËÓÐÙ Ó ´ µ × Ù × Ö ÕÙ Ó D × Ô Ö Ô Ð ÒØ Ö× ÙÖÚ Ó ÓÔ Ö Ò ÓÐ ÓÑ Ó ÔÐ ÒÓº Ë Ò Ó ×× Ñ¸ ÔÓ ¹× Ù Ð Ö Ò ÓÒØÖ Ö ÕÙ D y− 1 2 2 4 − 2x2 − y 2 = 3 − y ⇔ y 2 + 2x2 − y = 1 ⇔ D = {(x.

= 8 2 64 0 √ 5 2 1 − ρ cos θ − ρ × 1 Òθ + 2 2 +ρ × Òθ + 1 2 ρ √ dρdθ 2 ¿ .ÒØ Ö Ð ÔÓ × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ V = D Þ Ò Ó ÙÑ ÑÙ Ò 1 − 2x2 − y 2 + y dxdy 1 √ ρ cos θ 2 ÚÖ Ú ×   x=  y− 1 2 =ρ × Òθ 1 Jacobiano = √ ρ 2 ÓÒ ÓÑ ×× ÑÙ Ò ¸ V = 0 0≤ρ≤ √ 5 2 0 ≤ θ ≤ 2π º 2π 0 √ 5 2 ÒØ Ö Ð 2 ×Ø ÒØ × ÑÔÐ × 2 2π = 0 = 2π √ 5 ρ 2 − ρ2 dρdθ 4 2√ 0 √ √ √ 5 5 2 2 2 4 25π 2 8 ρ − ρ .

co (b) (1.}).. (b) (1. a Os Trabalhos s˜o individuais. g1 (x.0) Calcule o volume de E usando a f´rmula acima.0) Calcule B ydxdydz Quest˜o 2.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 2 .. u ——————————————————————————– Quest˜o 1.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos na forma B = {(x.. N˜o a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.5) Determine D e as fun¸˜es g1 (x. acima do plano 0xy e ´ limitada a a a e pelas superf´ ıcies y = x2 . y) e g2 (x. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 26 de mar¸o ao monitor no seu hor´rio de e c a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio.MAT 2455 . O volume da regi˜o E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser a a calculado assim D g2 (x. z) | .. o .. y). Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.y) 1dz dxdy. y = 0 e x = 1.y) (a) (0. Seja B regi˜o que est´ abaixo de z = x + 2y. (a) (0. y. Podem ser entregues antes.

. y. Semestre de 2010 Questão 1. √ y ≤ x ≤ 1} (0. 25) 1 . 0 ≤ x ≤ 1} (0.. (1. y. 0 ≤ y ≤ 1. (a) (0. y. z)|. acima do plano 0xy e é limitada pelas superfícies y = x2 . z)|0 ≤ z ≤ x + 2y.Cálculo Diferencial e Integral III para Engenharia Trabalho 2 . z)|0 ≤ z ≤ x + 2y.}) (b) (1. 25) ou B = {(x. região B mostrada no gráfico pode ser descrita das seguintes formas: B = {(x.Instituto de Matemática e Estatística da USP MAT2455 . y = 0 e x = 1.5) Descreva B na forma de subconjunto do R3 de duas maneiras diferentes (queremos B = {(x.5 ponto) Seja B região que está abaixo de z = x + 2y.1o. 0 ≤ y ≤ x2 .0) Calcule B ydxdydz Solução: (a) Temos a seguinte região B: Dessa maneira.

y) e g2 (x.5) Determine D e as funções g1 (x. 25) Abaixo a região E: 2 . A intersecção é uma circunferência descrita por: x2 + y 2 ≤ 2y ⇔ x2 + y 2 − 2y ≤ 0 ⇔ (y − 1)2 + x2 ≤ 1 (0. temos: 1 x2 0 1 x2 0 1 0 x+2y ydxdydz = B 0 ydydx (0. y). 5) xy + 2y 2 dy = 0 = 0 = = x6 12 1 12 x5 2x6 + dx 2 3 2x7 1 + 21 0 2 5 + = (0.0) Calcule o volume de E usando a fórmula acima.5 ponto) O volume da região E que satisfaz x2 + y 2 ≤ 2y e x2 + y 2 + z 2 ≤ 4 pode ser calculado assim g2 (x.y) 1dxdydz D g1 (x. Solução: (a) A região D é a projeção no plano 0xy do sólido. 5) 21 28 Questão 2.y) (a) (0. (1. (b) (1. A intersecção do cilindro x2 + y 2 = 2y com a esfera x2 + y 2 + z 2 = 4 é uma curva que projetada no plano 0xy e nos dá o bordo de D.(b) Resolvendo a integral pedida.

25) (b) O volume de E. as funções g1 (x. Assim.y) Para tornar a integração mais fácil. de posse de g1 (x. Logo.y) 1dzdxdy D g1 (x. y) e g2 (x. − 4 − x2 − y 2 ≤ z ≤ 4 − x2 − y 2 . y) = 4 − x2 − y 2 = (0. θ e z são   0 ≤ r ≤ 2 sen θ 0≤θ≤π √  √ − 4 − r 2 ≤ z ≤ 4 − r 2 (0. fica: g2 (x.g2 (x.Como D já foi achado. tem-se: g1 (x. 25) π 2 0 sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ (0. y) = − 4 − x2 − y 2 g2 (x. que pode ser calculado com a formula já vista. tem-se: π 2 0 π 2 0 sen θ sen θ √ 4−r 2 V = 0 √ − 4−r 2 rdzdrdθ = 0 2r 4 − r 2 drdθ Fazendo-se a mudança de variáveis. 25) Com essa mudança. y) variam do hemisfério inferior da esfera até o hemisfério superior. pode-se fazer a seguinte mudança de coordenadas cilíndricas:   x = r cos θ   y = r sen θ  z=z   |J| = r Como x2 + y 2 ≤ 2y então 0 ≤ r ≤ 2 sen θ Portanto a variação de r. y) . y) e D. 4 − r2 = u −2rdr = du 2r 4 − r 2 dr a integral indefinida pode ser simplificada da seguinte maneira: 2r 4 − r 2 dr = −u 2 du = −u 2 · 3 1 3 2 2 = − · 4 − r2 3 3 4 − r2 .

5) 3 3 3 9 4 . tem-se: π 0 0 2 sen θ 2r π 4 − r 2 drdθ = = 0 π 0 = = 16π 3 16π 3 2 sen θ 2 − · 4 − r2 4 − r2 dθ 3 0 16 2 − 4 − 4( sen θ)2 4 − 4( sen θ)2 dθ 3 3 16 π 1 − ( sen θ)2 1 − ( sen θ)2 dθ − 3 0 16 π − 1 − ( sen θ)2 | cos θ| dθ 3 0 Note que cos(θ) é negativo para então π 2 ≤ θ ≤ π. 1 − u2 du = u− u3 3 1 0 = 4 3 Com a integral calculada. = . Como cos θ = − cos(π − θ) (translação) para π 2 ≤θ≤π π 0 1 − ( sen θ) 2 π 2 | cos θ| dθ = 2. 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ Faz-se a seguinte mudança de variáveis:   sen θ = u   cos θdθ = du  θ=0→u=0   θ= π →u=1 2 1 0 Por fim. o volume final é: V = 16π 16 4 16 − . 0 1 − ( sen θ)2 cos θ dθ = 2.(3π − 4) (0. a integral fica dada por: π 2 2.Retornando à integral dupla.

u ——————————————————————————– Quest˜o 1. v. w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1. u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} sendo a densidade δ(u. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Quest˜o 2. (2 pontos) Calcule a massa da regi˜o R que est´ limitada por x2 + y 2 = 1 + z 2 a a a e 4z 2 = x2 + y 2 e com densidade δ(x.MAT 2455 . (2 pontos) Calcule a massa do s´lido dado por a o S = {(u.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. . a a Os Trabalhos s˜o individuais. w) = u. v. y. z) = |z|. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 3 . As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 05 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME.

z = 1 1 0 ≤ θ ≤ 2π .θ. y.Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¿ ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ Ñ ×× Ö Ó 4z 2 = x2 + y 2 ËÓÐÙ Ö ÓÒ ´4z 2 ÓÑ Ò× δ(x. θ. z) = |z|º Ê ÕÙ ×Ø ÐÑØ ÔÓÖ x2 + y 2 = 1 + z 2 Ó Ó = x2 Ê ×Ø ÓÑÔÖ Ò ÒØÖ Ó Ò Ó ÒØ Ö ÓÖ ÙÖ Ó ÜÓ Ô Ö ÓÐ ´x2 + y2 = 1 + z2µ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó + y 2 µ¸ ÓÑÓ ÑÓ×ØÖ Ñ ×× Ö Ó Ê ÔÓ × Ö Ð ÙÐ ÔÓÖ M assa = R δ(x. z)| = r Ó Ó   Ç ÓÑ Ò Ó ÒØ ÄÑØ ÄÑØ Î Ö Ó Ó  √ : r2 ≤ 1 + z2 ⇔ r ≤ 1 + z2 Ó ÓÒ : r 2 ≥ 4z 2 ⇔ r ≥ 2|z| 1 z : 1 + z 2 = 4z 2 ⇔ z 2 = 1 ⇔ z = ± √3 3 Ó À Ô Ö ÓÐ Ò × ÐÒ Ö × Ö Ñ ÓÓÖ Dr. − √ ≤ z ≤ √ 3 3 2|z| ≤ r ≤ 1 + z2 ´¼¸ µ ÄÓ Ó . z) dx dy dz Þ¹× ÑÙ Ò Ô Ö ÓÓÖ Ò × ÐÒ Ö × × Ö × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ   x = r · cos θ   y = r · sen θ  z=z   |Jac(r. y.

M assa =
1 √ 3

δ(x, y, z) dx dy dz =
R √ 1+z 2 2π

Dr,θ,z 1 √ √ 1+z 2 3

δ(r, θ, z) · |Jac(r, θ, z)| dr dθ dz 2π · |z| · r dr dz

=
1 −√

|z| · r dθ dr dz =
2|z|
1 √ 3

0 √ r= 1+z 2

3

1 −√

2|z|
1 √ 3

3

= 2π
1 −√ 1 √ 3 3

|z| 2 ·r 2

dz = 2π
r=2|z|
1 −√ 3

|z| · 1 + z 2 − 4z 2 dz 2

= π
1 −√ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz
´¼¸ µ

ÓÑÓ ÒØ ÔÓ× Ø ÚÓ

Ö Ð ÔÓ

|z|

× Ö Ð ÙÐ

(1 − 3z 2 )

× Ó ÙÒ ×

× Ô Ö × Ù ÒØ

ÒØ Ó

ÓÖÑ ¸ Ð

|z| · (1 − 3z 2 ) Ø Ñ Ñ Ö Ò Ó ÕÙ |z| = z

Ñ ×

ÙÑ

ÙÒ

Ó Ô Öº ÒØ Ö

×× Ñ Ó ÓÖ

Ó ÒØ ÖÚ ÐÓ

1 √ 3

1 √ 3

1 √ 3

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
1 −√

|z| · 1 − 3z 2 dz = 2
0 0

z · 1 − 3z 2 dz

3

´¼¸ µ ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×

1 √ 3

1 √ 3

M assa = 2π
0

z · 1 − 3z 2 dz = 2π
0

z − 3z 3 dz 1 1 3 1 · − · 2 3 4 32 = π 6
´¼¸ µ

= 2π

1 2 3 4 ·z − ·z 2 4

1 √ 3

= 2π
0

ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ
× Ò Ó Ò×

Ð ÙÐ

Ñ ××

Ó × Ð

Ó

Ó ÔÓÖ

B = {(u, v, w) | u2 + v 2 + w2 ≥ 1, u2 + v 2 + w2 ≤ 2u} δ(u, v, w) = uº

ËÓÐÙ Ó
Ç × Ð Ó ×Ø ÓÑÔÖ Ò Ó ÒØÖ Ó ÜØ Ö ÓÖ Ó × Ö

E1 ´u2 + v 2 + w2 = 1µ

Ó ÒØ Ö ÓÖ

× Ö

E2

ÕÙ

×Ø ÓØ Ò Ó

×ÐÓ

Ñ Ù ´u2

+

v2

+

w2

= 2uµº
Ó Ö ÔÖ × ÒØ Ó Ò ÙÖ ÜÓ

u = z¸ v = y

w = x¸

Ø ÑÓ× Ó × Ð

Ñ ××

Ó × Ð

Ó ÔÓ

× Ö Ð ÙÐ

ÔÓÖ

M assa =
Du,v,w

δ(u, v, w) du dv dw
× Ö × ÜØ Ö ÓÖ × Ö ½ × Ñ × Ö Ø × ÔÓÖ

Þ¹×

ÑÙ

Ò

Ô Ö

ÓÓÖ

Ò

×

   u = z = ρ · cos φ    v = y = ρ · sen φ · sen θ =⇒    w = x = ρ · sen φ · cos θ  |Jac(ρ, θ, φ)| = ρ2 · sen φ
×× Ñ Ó ÓÑ Ò Ó ÒØ Ö Ó

: ρ2 ≥ 1 ⇒ ρ ≤ 1 ÁÒØ Ö ÓÖ ¾ : ρ2 ≤ 2ρ cos φ ⇒ ρ ≤ 2 cos φ 1 ½ ∩ ¾ ⇒ 2u = 1 ⇒ u = 2 ⇒ cos φmax =
Ò × × Ö ×

1 2

⇒ φmax =

π 3

Ñ ÓÓÖ

Dρ,θ,φ = 0 ≤ θ ≤ 2π , 1 ≤ ρ ≤ 2 cos φ

0≤φ≤

π 3
´¼¸ µ

ÄÓ Ó
M assa =
Du,v,w
π 3

δ(u, v, w) du dv dw =
Dρ,θ,φ
π 3

δ(ρ, θ, φ) · |Jac(ρ, θ, φ)| dρ dθ dφ
2 cos φ

2 cos φ 2π

=
0 1
π 3

ρ · cos φ · ρ2 · sen φ dθ dρ dφ =
0 0 1
π 3

2π · ρ3 · cos φ · sen φ dρ dφ 2π 4
0

= 2π
0
π 3

cos φ · sen φ

1 4 ·ρ 4

ρ=2 cos φ

dφ =
ρ=1

cos φ. sen φ 24 · cos4 φ − 1 dφ

=

π 2
0

16 · cos5 φ − cos φ · sen φ dφ

´¼¸ µ Þ Ò Ó × Ù ÒØ ÑÙ Ò ÚÖ Ú ×
cos φ = t =⇒ − sen φ · dφ = dt
b a

φ=0⇒t=1 φ= π ⇒t= 1 3 2

×

Ò Ó ÕÙ
a
π 3

f (s)ds = −
b

f (s)ds¸

Ø ÑÓ× ÕÙ
1 2

ÒØ Ö Ð
1

16 · cos φ − cos φ · sen φ dφ =
0 1

5

16 · t − t · (−1) dt =
1 2

5

16 · t5 − t dt

ÎÓÐØ Ò Ó Ó Ð ÙÐÓ
1

Ñ ×× ¸ Ø ÑÓ×
5

M assa =

π 2
1 2

π 16 · t − t dt = 2

16 6 1 2 ·t − ·t 6 2 = π 2

t=1

=
t= 1 2

π 8 1 · 1− 6 2 3 2

1 1 · 1− 2 2 2

= =

π 8 64 − 1 1 4−1 · − · 2 3 64 2 4 π 21 3 π 18 9π − = · = 2 8 8 2 8 8

8 63 1 3 · − · 3 64 2 4

´¼¸ µ

u ——————————————————————————– Quest˜o 1. 2sen(t)). z) = (x2 − z 2 )i + 2y k e γ ´ a ca intersec¸˜o das superf´ ca ıcies x2 + y 2 − z 2 = 3 e y = 2z. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 22 de abril ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou das 16hs `s 17h30min na sala a a e a 109A (1o andar do Bloco A) do IME. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a a Os Trabalhos s˜o individuais.5 pontos) Calcule a a γ e F .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 4 . (1. z) = z 2 .1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Quest˜o 2. para 0 ≤ t ≤ π com densidade δ(x. orientada de forma que sua proje¸˜o no plano 0xy seja percorrida no sentido anti-hor´rio. 2 cos(t).MAT 2455 . (1 ponto) Calcule a massa de um arame cujo formato ´ da h´lice γ(t) = a e e (3t. a . y.dr onde F (x. y. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.

5) √ = 4. 2 × Ò (t))¸ 0≤t≤π Ó ÔÓ ÓÑ Ò× δ(x. 25) ÎÓÐØ Ò Ó ÒØ Ö Ð π π M = 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt = t − 2 × Ò (t) (2 0 π 0 × Ò (t)) 2 √ . 13 2 √ = 2π 13 (0.3 + (−2 √ = 9+4 √ = 13 × Ò (t)).Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸¼ ÔÓÒØÓµ Ô Ö Ð ÙÐ Ñ ×× ÙÑ Ö Ñ Ù Ó ÓÖÑ ØÓ Ð γ(t) = (3t. 25) ½ .(−2 × Ò (t)) + 2 cos(t). −2 ×× Ñ Ø ÑÓ× ÕÙ × Ò (t). y. 13 4 √ π = 4. 13 dt = 0 π √ 4 13.2 cos(t) (0. 2 cos(t). z) = z2º ËÓÐÙ Ç Ö Ñ × Ö × Ó Ó Ñ ×× Ó Ö Ñ ÔÓÖ π M= 0 δ(γ(t))|γ(t)′ | dt Ó¸ Ò Ó Ç Ø ÑÓ× Ó Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ γ ′ (t) Ô ÖØ Ö γ(t) γ ′ (t) = (3. 2 cos(t)) |γ ′ (t)| = 3. × Ò 2 (t) dt (0.

z) = (x2 − z 2 )i + 2y k ÕÙ Ô Ó ×Ù ÔÖÓ Ó ÒÓ ÔÐ ÒÓ γ × ÒØ Ö× Ô Ö ÓÖÖ Ó × ×ÙÔ Ö × ÒÓ × ÒØ ÙÖÚ ÙÑ ÓÐ Ó x2 + y 2 − ËÓÐÙ Ó È Ö Ú ¹× z2 = 3 y = 2z ¸ ÓÖ ÒØ ÒØ ÔÖÓ 0xy ÒØ ¹ ÓÖ Ö Óº Ð ÙÐ Ö Ò ÓÒØÖ Ö Ú ¹× ¸ ÔÖ Ñ Ö Ñ ÒØ ¸ ÒØÖ × ×ÙÔ Ö ×¸ÙÑ Ò Ö ÕÙ Ð γº È Ö ××Ó¸ ÒØ Ö× Ô Ö ÓÐ ÙÑ ÔÐ ÒÓ  2 2 2  x +y −z =3 y = 2z  Hiperboloide ∩ P lano → x2 + y 2 − Î ¹× Ö ÕÙ ÔÖÓ Ó Ó ÒØ Ö× Ó ÒÓ × ÒØ ÒØ ¹ ÓÖ Ö Ó z2 4 =3→ x2 3 + y2 4 = 1 (0.ÉÙ ×Ø Ó ¾ ´½¸ ÔÓÒØÓ×µ Ð ÙÐ γ F dr ÓÒ ÓÖÑ Ö Ð Ó ÐÒ F (x. cos t) (0. y. × Ò t) √ γ(t) = ( 3 cos t. 5) Ñ ÙÑ Ð Ô× ¸ Ö ÔÖ × ÒØ ÜÓ¸ Ô Ö ÓÖ¹ × ×ÙÔ Ö × Ö ×ÙÐØ ÙÖÚ γ Ô Ö Ñ ØÖ Þ × Ù ÒØ ÓÖÑ × Ò t. 2 × Ù Ú ØÓÖ Ø Ò ÒØ √ γ ′ (t) = (− 3 × Ò t. 5) ¾ . 2 cos t.

cos t) dt = 0 √ −3 3 cos2 t × Ò 3 t + 4 × Ò t cos t dt 2π 0 = √ cos3 t 3 3.γ ′ (t) dt 0 2π = 0 2π (3 cos2 t − × Ò 2 t. 3 + cos3 t cos 2t − cos t + − 3 2 =0 (0.(− × Òt + √ 3 √ 3 √ 3 × Ò t.ÓÑ ××Ó¸ γ ÒØ Ö Ð F dr = Ð Ò × Ö Ð ÙÐ 2π ÜÓ F (γ(t)). 0. 4 × Ò t). 5) ¿ . 2 cos t.

y) = arctg(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j e γ(t) = (cos t.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.5 ponto) Calcule a (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 γ onde γ ´ a curva (x − 1)2 + 2(y − 2)2 = 13 orientada no sentido hor´rio. e a Quest˜o 2. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. a e ca a N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados.MAT 2455 .dr γ onde F (x. (1.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 5 . a a Os Trabalhos s˜o individuais. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 7 de maio ao monitor no seu hor´rio de plant˜o e a a (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e local). 2 2 . Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. t) para − π ≤ t ≤ π . u ——————————————————————————– Quest˜o 1. (2 pontos) Calcule a F .

2 2 + y2 x x + y2 − → F (x2 + y 2 ) − 2x2 (2xy − 1)(x2 + y 2 ) − (xy 2 − y + x3 )(2y) − (x2 + y 2 )2 (x2 + y 2 )2 y 2 − x2 y 2 − x2 − 2 =0 2 + y 2 )2 (x (x + y 2 )2 k=0 Ò ÔÓ×× ÓÖ × Ö ÙØ Ð Þ Ó Ó¸ ÔÖ ×Ó ×ÓÐ Ö ÓÖ Ö Ó Ñ¸ ÔÓ × Ó ÑÔÓ ∂Q ∂P − ∂x ∂y = = ÄÓ Ó È Ö Ò ÓÒØ Rot(F ) = ÕÙ ∂Q ∂P − ∂x ∂y Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ñ ×Ñ º Á×ÓÐ Ò Ó − → F Ò Ó ×Ø ×Ø Ö Ó Ò Ñ ÓÑ ÙÑ Ö ÙÒ Ö Ò α(t) r Ô ÕÙ ÒÓ ×Ù ÒØ Ô Ö ÒÓ ÒØ Ö ÓÖ γ¸ α(t) = r(cos(t). cos(t)) Ø Ö ÑÓ× × Ù ÒØ × ØÙ × Ò (t)). α′ (t) = r(− × Ò (t).Š̾ ÁÒ×Ø ØÙØÓ Å Ø Ñ Ø ×Ø Ø ×Ø ÍËÈ ¹ Ð ÙÐÓ Ö Ò Ð ÁÒØ Ö Ð ÁÁÁ Ô Ö Ò ÌÖ Ð Ó ¹ ½Óº Ë Ñ ×ØÖ ¾¼½¼ Ò Ö ÉÙ ×Ø Ó ½º ´½¸ ÔÓÒØÓµ Ð ÙÐ γ (xy 2 − y + x3 )dx + xdy x2 + y 2 ÓÖ ÒØ ÒÓ × ÒØ Ó ÓÖ Ö Óº ÓÒ γ ÙÖÚ (x − ËÓÐÙ Ó Ì ÑÓ× Ó + 2(y − − → Ó ÑÔÓ F 1)2 2)2 = 13 ÔÓÖ − → F (x. −π ≤ t ≤ π ÓÑ Ö Ð Ë Ò Ó ÕÙ Ó R¸ Ú ÑÓ× ÕÙ Ó ÑÔÓ − → F α Ò γ Ó ×Ø Ó ÓÖ ÒØ × Ò Ø Ú Ñ ÒØ º Ö Ó ×Ø Ñ ØÓ Ó× Ó× ÔÓÒØÓ× R¸ Ô ÐÓ Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ø Ö ÑÓ× − → Rot( F ) · kdA = − R α − − → → F · dr − γ − − → → F · dr − − → → F · dr = − γ R 0dA − α − − → → F · dr = − α − − → → F · dr ½ . y) = Ð ÙÐ Ò Ó Ó ÖÓØ ÓÒ Ð xy 2 − y + x3 x .

r2 r2 · r(− × Ò (t). t) Ô Ö − π ≤ t ≤ π º 2 2 ËÓÐÙ Ó È Ö ÙØ Ð Þ Ö Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò¸ Ú ¹× Ø Ö ÙÑ Ö ÓR Ë Ò Ó ×× Ñ¸ Ö ¹× ÙÑ ÙÖÚ α(t) ÓÑ Ó ÒØÙ ØÓ × Ó Ø Ö ÙÑ Ö α(t) = (0. y) = arctan(x5 + 3x + 1)i + (y ln(y 2 + 3) + x2 − 1)j γ(t) = (cos(t). ÒØ Ö Ð ÐÒ π −π π − → α ÒÓ ÑÔÓ F ÔÓ − → F (α(t)) · α′ (t) dt × Ö ÐÑ ÒØ Ð ÙÐ − − → → F · dr = α = −π π r 3 cos(t) × Ò 2 (t) − r × Ò (t) + r 3 cos3 (t) r cos(t) . − π ≤ t ≤ 2 α′ (t) = (0. −t)). −1) π 2 Ó ¸ Ù ÖÓÒØ Ö ÓÒØ Ò ¸ Ø Ð ÕÙ γ(t)º ¾ . cos(t)) dt = −π π −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) + × Ò 2 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + cos2 (t) dt −r 2 cos(t) × Ò 3 (t) − r 2 × Ò (t) cos3 (t) + 1 dt = −π × Ö Ä Ñ Ö Ò Ó ÕÙ ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒØ Ö × − − → → F · dr = α π ÙÒ × ÑÔ Ö × × Ó ÒÙР׸ ÒØ Ö Ð ÐÒ α 1dt = 2π −π ÓÑÓ Ú ×ØÓ¸ ÓÑ Ó Ì ÓÖ Ñ Ö Ò γ − − → → F · dr = −2π ÉÙ ×Ø Ó ¾º ´¾ ÔÓÒØÓ×µ ÓÒ Ð ÙÐ − − → → F · dr γ − → F (x.

−t ln(t2 + 3) + 1 · (0. −1) dt t ln(t + 3) dt − 2 π 2 −π 2 − − → → F · dr = = = 1 dt ÆÓØ ÕÙ ÒØ Ö Ð ÙÒ Ó ÑÔ Ö ÒÓ ÒØ ÖÚ ÐÓ × Ñ ØÖ Ó × ÒÙÐ ¸ − − → → F · dr = − α π 2 −π 2 ÑÓ× ÓÑ 1dt = −π ÈÓÖ Ñ¸ ÙØ Ð Þ Ò Ó ÙÐ γ Ó Ì ÓÖ Ñ − − → → F · dr = R Ö ÒÓ Ø − → Rot( F )dA − ÒØ Ö ÓÖÑ ÒØ − − → → F · dr α − − → → π π F · dr = − π = − 2 2 γ ¿ .ÆÓØ ÕÙ ¸ ×× Ñ¸ Ø ÑÓ× ØÓ × × Ô Ø × × Ó Ì ÓÖ Ñ   Ê ⊂ Int(γ ∪ α) γ α Ø Ñ ÓÖ ÒØ Ó ÔÓ× Ø Ú  → ÓÑ´− ) ⊂ R F − → Rot( F ) · k dA = R α Ö Ò × Ø × Ø ×¸ Ó Ø ÓÖ Ñ ÔÓ × Ö ÙØ Ð Þ Óº − − → → F · dr + γ − − → → F · dr Ð ÙÐ Ò Ó ÒØ Ö Ð ÙÔÐ Ó ÖÓØ ÓÒ Ð Ñ R − → Rot( F ) · k dA = R R 2x dxdy π 2 −π 2 π 2 −π 2 cos(y) = = = 2x dxdy 0 cos2 (y) dy y + 2 × Ò (2y) 4 π 2 −π 2 = π 2  ÒØ Ö Ð ÐÒ α ÙÖÚ α ×Ö π 2 −π 2 π 2 −π 2 π 2 −π 2 ÔÓÖ − → F (α(t)) · α′ (t) dt P (α(t)).

5) F (x.MAT 2455 . (1. z) = x2 −y x .C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 6 . (1 ponto) Calcule a a) (0. a a Os Trabalhos s˜o individuais. determine se o campo F ´ ou n˜o conservativo a e a no dom´ ınio indicado.5) F (x. 2 . 3x2 y 2 + ey senz . e b) (0. . As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 20 de maio ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local). Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos.5) Calcule 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey senz) dy + ey cos z dz γ onde γ(t) = (t cos t. Quest˜o 2. c) (0. ey cos z) ´ conservativo e e dˆ um potencial. y) = (4x ln(x2 + 1) . (1 ponto) O campo a F (x. Bons estudos! Profa. (Use o item a) ) 2 Quest˜o 3. 2 a) (0. determine um potencial. z) = (2xy 3 . u Observe que a data de entrega ´ posterior a P2 de C´lculo III. y. y x em R2 − (0.5) Mostre que o campo F (x.z 2 + 2y x + 2y 2 em R3 − {(0.1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T.5) F (x. Por´m sugiro que os exerc´ e a e ıcios desse Trabalho sejam elaborados antes da P2. 0). Em caso afirmativo. z ∈ R} ´ conservativo? Justifique sua resposta (leia atentamente a teoria e antes de responder). y. N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. . y) = 2 + y2 2 x x +y 2 b) (0. t) para 0 ≤ t ≤ π . Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1.5 ponto) Em cada caso abaixo. 0. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 senx + 2yz)k em R3 . 2y) em R2 . y. t sent. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. z).

F (x. pode-se buscar diretamente um potencial para cada campo. e o campo F é conservativo: φ(x.5) (b) (0. e caso este seja encontrado. determine se o campo vativo no domínio indicado. ∂x ∂y ∂z F: =F ∇φ = =F (a) Buscando por uma função potencial de Integrando a primeira equação com relação a  x  ∂φ =  ∂x x2 + y 2 y ∂φ   = 2 ∂y x + y2 x e derivando-a com relação a y: φ(x. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + K 2 . ∂x ∂y ∂φ ∂φ ∂φ .5) é ou não conser- F (x.1o semestre de 2010 Questão 1. y) = y x 2 . 2y) R2 . Porém isso não garante que o campo é conservativo. 2 2 +y x +y 2 F (x. ele é conservativo. y) = (4x ln(x2 + 1) .5 ponto) Em cada caso abaixo. z) = (y z cos x + 1)i + (2yz senx + z 2 )j + (y 2 x2 em senx + 2yz)k em R3 . Também temos um Teorema que diz que se o campo é conservativo ENTÃO o Rotacional é nulo. determine um potencial.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 6 . temos a função potencial φ. Solução: Sabe-se que. Em caso armativo. y. .5) (c) (0. Facilmente se calcula o Rotacional de cada campo dos itens da questão e se verica que em cada caso o Rotacional não é nulo. Sendo assim. 0). o campo é conservativo no domínio e: ∇φ = ou ∂φ ∂φ . 2 em R − (0. (a) (0. y) = 1 ln(x2 + y 2 ) + g(y) 2 ∂φ y = 2 + g ′ (y) ∂y x + y2 Comparando com a segunda equação chega-se a seguinte conclusão g ′ (y) = 0 ⇒ g(y) = K Sendo assim. se o campo vetorial apresenta uma função potencial. F (1. Assim se o campo tiver rotacional não nulo ele não é conservativo.MAT 2455 .

z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 +K (c) Novamente. y. y. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + g(y) ∂φ = g ′ (y) ∂y g ′ (y) = 2y ⇒ g(y) = y 2 + K φ(x. z) = y 2 z sen(x) + x + yz 2 + h(z) ∂φ = y 2 sen(x) + 2yz + h′ (z) ∂z h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K Portanto. z) = y 2 z sen(x) + x + g(y.(b) Resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. y. z) ∂φ ∂g(y. z) = z2 ∂y g(y. z) = yz 2 + h(z)   ∂φ = y 2 z cos x + 1   ∂x   ∂φ = 2yz senx + z 2  ∂y   ∂φ   = y 2 senx + 2yz ∂z φ(x. z) = 2yz sen(x) + ∂y ∂y ∂g(y. y) = 2(x2 + 1) ln(x2 + 1) − 1 + y 2 + K   ∂φ = 4x ln(x2 + 1)  ∂x  ∂φ = 2y  ∂y . resolvendo com o mesmo formato do item (a): φ(x. φ(x.

. 3x2 y 2 + ey senz . (b) (0. z) = 3x2 y 2 + ∂y ∂y com relação a y: Comparando com a segunda equação ∂g(y. se o campo ele é conservativo. y.Questão 2. z) = ey φ. ∂x ∂y ∂z =F Integrando a primeira equação   ∂φ = 2xy 3    ∂x  ∂φ = 3x2 y 2 + ey senz  ∂y    ∂φ  = ey cos z ∂z com relação a x e derivando-a φ(x. ca-se com a seguinte função que pode ser derivada com relação a senz φ(x.5) Mostre que o campo e dê um potencial. (1 ponto) Calcule (a) (0. ey cos z) é conservativo 2xy 3 dx + (3x2 y 2 + ey γ senz) dy + ey cos z dz onde γ(t) = (t cos t.5) Calcule F (x. y. senz + h(z) z: Desta forma. z) = ey ∂y senz ⇒ g(y. t sent. z) ∂φ ∂g(y. (Use o item a) ) 2 Solução: (a) Da mesma forma que na questão anterior. z) = x2 y 3 + ey Portanto +K F é um campo vetorial conservativo. . t) para 0≤t≤ π . y. y. z) = x2 y 3 + g(y. z) tal que ∇φ = Sendo assim ∂φ ∂φ ∂φ . z) = (2xy 3 . φ(x. z) = x2 y 3 + ey + h(z) ∂φ = ey cos z + h′ (z) ∂z E comparando com a terceira equação h′ (z) = 0 ⇒ h(z) = K A função potencial para o campo F ca sendo: senz φ(x. y. Então procuramos F apresentar uma função potencial.

temos: a=0 b= π 2 γ(0) = (0 . E. do enunciado. 0) γ( π ) = (0 . a integral de linha independe do caminho γ que liga os pontos extremos.(b) Sendo o campo F conservativo. 2 π 2 . π) 2 φ (γ(0)) = 0 + K φ γ( π ) = e 2 + K 2 π Sendo que a integral de linha ca sendo: γ F · dr = e 2 + K − (0 + K) = e 2 π π . 0 . e pode ser calculada como: γ F · dr = φ (γ(b)) − φ (γ(a)) Veja que o valor na integral depende exclusivamente dos pontos nal e inicial.

z 2 + 2y x + 2y 2 antes de responder). Vamos calcular γ F · dr para uma curva γ com (0. Note que se o domínio de F não for simplesmente conexo nada se pode armar. 0 . 2 . Veja o item (a) da Questão 1 acima. pode-se dizer que o campo não é conservativo. sent . F é nulo. R3 − {(0. 0 dt = π π = π √ 2π = E como a integral de linha não é nula. centrada na origem. 0) ∈ Int(γ). calculando a integral de linha √ t π π γ F · dr = = π π π π F (γ(t)) · γ ′ (t) dt √ 2 cos t . cos t. o campo não é conservativo. Escolhendo z = 0. obtemos: 2 cos t . (1 ponto) O campo F (x. z) que não é simplesmente conexo. 0. −π √ γ ′ (t) = − 2 sent . √ sent. Porém isso não garante que o campo Da teoria sabemos que se o domínio de F for simplesmente conexo e se o Rotacional for nulo ENTÃO o campo é conservativo. z). Apesar do rotacional ser nulo (calcule) não podemos armar que o campo é ou não conservativo. z ∈ R} é conservativo? Justique sua resposta (leia atentamente a teoria Solução: Sabe-se que o rotacional do campo é conservativo.Questão 3.0 · − 2 2 2 √ √ 2 2 2 sen t + cos2 t dt 2 2 √ 2 dt 2 − sent . . 0. γ como uma elipse no plano Se γ F · dr = 0. z) = em x2 x −y . 0. 0 γ(t) = E. O domínio de F da questão 3 é o R3 menos a reta (0. por exemplo. y. cos t .

y.k < 0 . Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. (1.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 7 .5 ponto) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. Coloque seu nome e n´mero USP em todas as folhas entregues.N dS onde F (x. x2 . N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a a Os Trabalhos s˜o individuais. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 10 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio (aten¸˜o: apenas nesses hor´rio e a a e ca a local).5 ponto) Calcule a S e F . z) = (y.MAT 2455 . Quest˜o 2. z) = z. veja os exerc´ ıcios resolvidos e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3. orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N .1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. Bons estudos! Profa. y. y 2 ) e S ´ parte do parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y. Cristina ——————————————————————————– Quest˜o 1. (1. u Leia a teoria.

1 + v 2 sen u. ca e ´ conveniente utilizar a seguinte parametriza¸˜o: E ca  √  x = √ 1 + v 2 cos u y = 1 + v 2 sen u  z=v onde 0 ≤ u ≤ 2π e 1 ≤ v ≤ 3.5 pontos) Calcule a massa de parte do hiperbol´ide x2 + y 2 − z 2 = 1 com a o 1 ≤ z ≤ 3 e densidade δ(x. y. (1. pois 2 ≤ x2 + y 2 ≤ 4. 1 ≤ v ≤ 3} Dessa forma o c´lculo da massa fica dado por: a O dom´ ınio de integra¸˜o fica: ca 1 . √ sen u. z) = z . Assim: √ √ X(u.Instituto de Matem´tica e Estat´ a ıstica da USP MAT2455 . Solu¸˜o: ca A massa da superf´ em quest˜o ´ dada por: ıcie a e M= δ dS Para o c´lculo da massa. v) Xv = ( √ 1 + v2 1 + v2 √ ||Xu × Xv || = 1 + 2v 2 D = {(u.C´lculo Diferencial e Integral III para Engenharia a Trabalho 7 . 1 + v 2 cos u. deve-se encontrar uma parametriza¸˜o da superf´ cuja massa a ca ıcie ser´ calculada. v)|0 ≤ u ≤ 2π. a A proje¸˜o de x2 + y 2 = z 2 + 1 para 1 ≤ z ≤ 3 no plano xy ´ um anel. 0) v v cos u. v) = ( 1 + v 2 cos u. v) √ √ Xu = (− 1 + v 2 sen u. Semestre de 2010 Quest˜o 1.1o.

1) X(u. 1. x2 . y. Solu¸˜o: ca Parametrizando a superf´ ıcie:   x=u y=v  z = 1 − u2 − v 2 Xu = (1.5 pontos) Calcule a parabol´ide z = 1 − x2 − y 2 limitado pelo cilindro x2 + y 2 = 2y. −2u) Xv = (0.(19 19 − 3 3) = 3 F . v)) · ||Xu × Xv || dv du √ v. dt = 4vdv e 3 ≤ w ≤ 19. 0. 2v. 1 + 2v 2 dv du = 0 = 2π √ v. 1 + 2v 2 Faz-se a mudan¸a de vari´vel w = 1 + 2v 2 .k < 0. z) = (y. −2v) Xu × Xv = (2u. (1. y 2 ) e S ´ parte do e Quest˜o 2.2π 3 1 M = 0 2π 3 1 3 1 δ(X(u. 1 − u2 − v 2 ) 2 . O c´lculo da integral fica c a a M = π 19 1 w 2 dw 2 3 π 3 19 w2 = 3 3 √ √ π . v. orientada de forma que o campo o de vetores normais N satisfaz N .N dS onde F (x. v) = (u.

θ)|0 ≤ r ≤ 1.r4 .r2 . 2v.sen θ + 1  J =r D = {(r. cos θ+2.k > 0. vem: 2uv + 2u2 v + v 2 du dv Duv 2π 1 = 0 0 2r3 cos θ.N dS = Duv (v. v 2 ) · (2u. ´ poss´ notar que (Xu × Xv ). cos θ y = r.r3 . u2 . cos2 θsen θ+2. cos2 θ+r3 . Com isso: = F .sen θ 1 + + + + + + dθ 4 3 5 2 4 3 2 0 π π 7π = + +π = 2 4 4 e Deve-se ainda verificar o sentido do vetor normal utilizado.sen θ+2. 1) du dv 2uv + 2u2 v + v 2 du dv = Duv E o dom´ ınio de integra¸˜o fica dado por: ca Faz-se a seguinte mudan¸a de coordenadas: c   x = r. 2v.sen 2 θ+2r2 sen θ+r dr dθ 2π sen 2θ 2 cos θ 1 cos2 θsen θ cos2 θ sen 2 θ 2. 1).N dS = −7π 4 3 . Como Xu × Xv = (2u.O c´lculo da integral ´ dado por: a e F . que ´ contr´ria ` orienta¸˜o dada no exerc´ ıvel e a a ca ıcio. 0 ≤ θ ≤ 2π} Substituindo na integral de superficie.

u Antes de iniciar o Trabalho 8. leia atentamente a teoria.MAT 2455 . Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. Cristina .1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T. As resolu¸˜es dos exerc´ e co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 21 de junho ao monitor no seu hor´rio de e a plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio ou na sala 109A do IME das 15hs a a e as 17hs. veja os exerc´ ıcios resolvidos (do material e de provas antigas) e fa¸a os exerc´ c ıcios da Lista 3.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 . N˜o ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. a a Os Trabalhos s˜o individuais. A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 8 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Bons estudos! Profa.

MAT 2455 .N dS onde F (x.C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 8 . (preste aten¸˜o no e o enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ıcie a e . z) = (x + arctan(z 2 ) . y. cos(x2 + y 2 )) ca e S ´ parte do parabol´ide z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1. (2 pontos) Calcule a S No USP: F .1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. ex + sen(z) .

y) 6 F (x. x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 e a curva γ ´ a intersec¸˜o do cilindro x2 + y 2 = 4 e a superf´ z = y 2 + 1 orientada de modo e ca ıcie que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido anti-hor´rio.Nome: Quest˜o 2. ey . y. z) = −y x z6 . ca e a .dr onde + (ln(1 + x4 ) . 2 . (2 pontos) Calcule a γ No USP: F .

y. z) dx dy dz. Escolhemos uma superfície o disco no plano Temos que z=1 limitado pelo parabolóide S1 pode ser descrita por: z = x2 + y 2 − 1. é σ1 (x. y) ∈ D A normal desta superfície é o vetor D = (x. temos F .N dS1 = R div F (x.N dx dy = D cos(x2 + y 2 ) dx dy Faz-se a mudança para coordenadas polares: E o domínio de integração em coordenadas polares ca:   x = ρ · cos θ y = ρ · sen θ  |Jac(ρ. cos (x2 + y 2 )) e S é a parte do parabolóide orientação de S. (x. 0.N dS1 : Temos que: F (σ1 ) = (x + arctan(1) .N dS + S S1 F . onde Seja R a região interna a S1 .z = 0 ≤ θ ≤ 2π √ 2 2π 0≤ρ≤ √ √ 2 2 F .N dS1 = S1 D F (σ1 ). y.Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III Trabalho 8 . com normal externa. 1). OBS: Adotando N . 1) Cálculo de S1 F . y . 1). cos (x2 + y 2 )) =⇒ F (σ1 ). ex + sen (z) . z) = (x + arctan(z 2 ) .N = cos(x2 + y 2 ) N = (0. Pelo teorema de Gauss. Semestre de 2010 Questão 1. (2 pontos) Calcule S F . 1) Assim: F . 0. z = x2 + y 2 − 1 limitado pelo plano z = 1.θ. que S e S1 .1o. y) ∈ R2 / x2 + y 2 ≤ 2 k : N1 = (0.MAT2455 . z) = (x . θ)| = ρ e Dρ. ex + sen 1 .N dS onde F (x. y.k < 0 como Solução: A superfície não é fechada e então não é bordo de um sólido.N dS1 = S1 0 0 cos(ρ ) · ρ dθ dρ = 2π 0 2 cos(ρ2 ) · ρ dρ .

θ.θ.z = 0 ≤ θ ≤ 2π . z) dx dy dz 1 dx dy dz R R Faz-se a mudança para coordenadas cilíndricas:   x = ρ · cos θ   y = ρ · sen θ  z=z   |Jac(ρ.N dS1 = π(2 − sen 2) . −1 ≤ z ≤ 1 1 √ z+1 2π e 0≤ρ≤ √ z+1 div F (x. z) dx dy dz R : = 1.Fazendo a mudança de variáveis: ρ2 = u ρ · dρ = 2 1 2 · du =⇒ ρ = √⇒ u = 0 0 ρ= 2⇒u=2 u=2 F . y. y. z)| = ρ E o domínio de integração em coordenadas cilíndricas ca: Rρ. y. z) dx dy dz = R −1 0 0 √ z+1 1 1 · ρ dθ dρ dz 1 = −1 0 1 2π · ρ dρ dz = 2π −1 1 2 ·ρ 2 z=1 √ ρ= z+1 dz ρ=0 = π −1 (z + 1) dz = π 1 2 ·z +z 2 = 2π z=−1 = π 1 1 + 1 − − (−1) 2 2 Logo temos que: F . y.N dS = S R div F (x. z) dx dy dz − S1 F .N dS1 = 2π S1 0 1 · cos u 2 du = π (sen u) u=0 = π · sen (2) 2) Cálculo de Sabemos que divF div F (x. então: div F (x.

Questão 2. (2 pontos) Calcule
F (x, y, z) =
e a curva

F .dr
γ

onde

−y x z6 , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2 x2 + y 2 = 4

+ (ln(1 + x4 ) , ey , y) z = y2 + 1
orientada de modo que a

6

γ

é a intersecção do cilindro

e a superfície

projeção no plano

0xy

é percorrida no sentido anti-horário.

Solução: (esboço)

Vamos estudar separadamente os campos

F1 (x, y, z) =

x z6 −y , 2 , x2 + y 2 x + y 2 2 + z 2
6

F2 (x, y, z) = (ln(1 + x4 ) , ey , y)
Para calcular a integral usa-se o teorema de Stokes.

x2 + y 2 = 1 com 0 ≤ z ≤ y 2 + 1. Esta superfície está contida no domínio desse campo que é R3 − {(0, 0, z)}. O bordo de S é composto por duas curvas: γ e α, onde α é a circunferência x2 + y 2 = 4 no plano z = 0, orientada no sentido anti-horário. Para o campo F1 temos
Tome

S

a superfície do cilindro

F1 .dr +
α −γ

F1 .dr =
S

Rot(F1 ).N dS

onde a normal aponta para fora do cilindro. Teremos

F1 .dr =
γ α

F1 .dr = 2π

(deve-se calcular a última integral) No caso do campo cilindro x2

F2

pode-se escolher a superfície

S1

que é parte da

z = y2 + 1

limitada pelo

+

y2

=

4, pois ela está contida do domínio do campo que é o R3 . Então F2 .dr =
γ S1

Rot(F2 ).N dS

onde a normal aponta para cima". Uma parametrização de

S1

é

x = u, y = v, z = v 2 + 1

onde

(u, v) ∈ D = {(u, v) : u2 + v 2 ≤ 4.

Daí

Rot(F2 ).N dS =
S1 D

(1, 0, 0).(0, −2v, 1)dudv = 0

Portanto

F .dr =
γ γ

F1 .dr = 2π

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Este trabalho vale nota para compor a m´dia de trabalhos T e vale 4,5 pontos. Veja no e For´m de Not´ u ıcias como a m´dia T ser´ calculada. e a As resolu¸˜es dos exerc´ co ıcios abaixo devem ser redigidas e entregues at´ dia 30 de junho e ao monitor no seu hor´rio de plant˜o (das 11hs `s 13hs) na sala de Monitoria do Biˆnio. N˜o a a a e a ser˜o aceitos trabalhos entregues atrasados. a A resolu¸˜o das quest˜es do Trabalho 9 dever˜o ser feitas nas folhas com as ca o a quest˜es. Tire uma c´pia e resolva as quest˜es nas pr´prias folhas. Coloque seu o o o o nome e n´mero USP em todas as folhas entregues. u Os Trabalhos s˜o individuais. Quando houver suspeita de c´pia os envolvidos ser˜o chamaa o a dos para esclarecimentos. Profa. Cristina

MAT 2455 - C´lculo Diferencial e Integral para Engenharia III a Trabalho 9 - 1o semestre de 2010 Nome: Justifique todos os c´lculos a Quest˜o 1. (2,5 pontos) Calcule a
S

No USP:

x dy ∧ dz + z 2 ln(z 8 + 1) dz ∧ dx + z dx ∧ dy onde S ´ parte e

da superf´ z = 1 − y 2 limitada pelos planos x = 3, x = 0 e z = 0, orientada com N .k ≥ 0. ıcie (preste aten¸˜o no enunciado: a superf´ n˜o ´ fechada) ca ıcie a e

orientada de modo que a proje¸˜o no plano 0xy ´ percorrida no sentido ca e Quest˜o 2. a .Nome: 3 No USP: 1dx + xdy + ez dz sendo γ a intersec¸˜o de z = x2 + 4y 2 ca x2 + y 2 γ e z = 4 − 4x2 − y 2 . (2 pontos) Calcule a anti-hor´rio.

± 75.$  .GHQWLGDGHV )XQGDPHQWDLV    FRWJ [ WJ[  VHF [ FRV [  FRVVHF [  WJ [ VHQ [ FRV [ . ± È/*(%5$   VHQ [ )yUPXOD %LQRPLDO [  \...*2120(75.

Q Q˜ Q .

˜ Q   .

 [Q  Q  [Q ±  \  Q˜ Q .

 ˜ [ Q ˜ \    FRWJ [    VHQ[  FRV[   WJ[ VHF[  FRWJ[ FRVVHF[ )yUPXODV GH 5HGXomR  VHQ S  r [.

FRV [ FRV S  r [.

# VHQ [ WJ S  r [.

# FRWJ [  VHQ S r [.

# VHQ [ FRV S r [.

 FRV [ WJ S r [.

r WJ [  VHQ  S r [.

r VHQ [ FRV  S r [.

FRV [ WJ  S r [.

r WJ [ )XQomR GD 6RPD H 'LIHUHQoD GH  ÆQJXORV  VHQ [ r \.

VHQ [  FRV \ r VHQ \  FRV [  FRV [ r \.

FRV [  FRV \ # VHQ [  VHQ \  WJ [ r \.

FRV [ VHQ [ ˜ [ Q  ˜ \     Q ˜ [\ Q   \ Q  RQGH Q p XP Qž SRVLWLYR H Q Q IDWRULDO.

p Q Q  Q ± .

 Q ± .

      3URGXWRV (VSHFLDLV  [  \.

 [  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  \  [  \.

 [  [\  [\  \  [ ± \.

 [ ± [\  [\ ± \  [ ± \ [ ± \.

[  \.

 [ ± \ [ ± \.

[  [\  \.

 [  \ [  \.

[ ± [\  \.

  D[  E[  F D [  [ .

 [  [ .

 (TXDomR GR ž *UDX $V UDt]HV GD HTXDomR GR ž JUDX D[  E[  F VmR GHWHUPLQDGDV SRU [  E r E    DF D  RQGH ' E   DF WJ[ r WJ\  # WJ[WJ\ [ \ [ \   FRV  [ \ [ \   FRV   VHQ  [ \ [ \   FRV   FRV  [ \ [ \ VHQ   VHQ   )yUPXODV GH )DWRUDomR  VHQ [  VHQ \  VHQ [ ± VHQ \  FRV [  FRV \  FRV [ ± FRV \    VHQ 6H 6H 6H '   o UDt]HV LPDJLQiULDV '  o UDt]HV LJXDLV ' !  o UDt]HV UHDLV H GLIHUHQWHV 6H [ H [ VmR UDt]HV HQWmR [[  E H [[ D $EVFLVVD GR YpUWLFH GD SDUiEROD [ Y .

 [  [  F D E D RX [ Y .

3URSULHGDGHV GD 3RWHQFLDomR H 5DGLFLDomR  DSDT  DS.

T  D ± S   Q WJ[ r WJ \  ˜ VHQ [ r \ .

FRV [ FRV \ DS  T DS  T  DS  DS DT DS ± T  D  D z   D  E.

S DS  ES  Q D E Q S Q Q Q  5HODomR HQWUH DV IXQo}HV GH [ H [  VHQ [   VHQ [  FRV [  FRV [ FRV[ ± VHQ[ FRV[ ±   ± VHQ[  VHQ[ ò   ± FRV [.

 FRV[ ò    FRV [.

 WJ [ DP D Q E DPQ Q Q D E Q S Q S Q DE   D D WJ[   WJ  [   D.

Q P DP DP D P S  ([SUHVV}HV SDUD TXDOTXHU 7ULkQJXOR  /HL GR FRVVHQR D E  F ± EFFRV Æ D E F  /HL GR VHQR VHQ $ VHQ % VHQ &  ÈUHD ò EF  VHQ Æ  S  /RJDUtWPR 6H 1 D[ RQGH D p XP Q~PHUR SRVLWLYR GLIHUHQWH GH  HQWmR [ ORJD1 p FKDPDGR ORJDUtWPR GH 1 QD EDVH D RQGH 1 !  3URSULHGDGHV GRV /RJDUtWPRV  ORJD01 ORJD0  ORJD1  ORJD 0 ORJD0 ± ORJD1  ORJDD   ORJD1Q Q  ORJD1  ORJD  ± ORJD1  ORJD   ORJED  ORJE1 1 1 5DG *UDX 6HQ &RV 7J &RWJ 6HF &RVHF  R    S  S  S  S R    S  R   R     R     R   R            f  f   Q f      f  ORJ D 1  ORJ D E  Q ˜ ORJ D 1 ORJ D 1 ORJ D E       f  f  ORJD1  ORJED 1 f  f  ORJDD1 1  ORJDD  OQ H1 HOQ 1 1 2UJDQL]DGR SRU 3URIž 0DULD +HOHQD 6 .DYLHU H 6DUD 5HJLQD GH 2OLYHLUD %LEOLRJUDILD &iOFXOR $QWRQ %R\FH /HLWKROG 6WHZDUW 6ZRNRZVNL  .

a and b are constants.Table of Derivatives Throughout this table. F (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) f (x)g(x) f (x)g(x)h(x) f (x) g(x) 1 g(x) F ′ (x) = af ′ (x) + bg (x) f ′ (x) + g ′ (x) f ′ (x) − g ′ (x) af ′ (x) f ′ (x)g(x) + f (x)g ′ (x) f ′ (x)g(x)h(x) + f (x)g ′ (x)h(x) + f (x)g(x)h′ (x) f ′ (x)g(x)−f (x)g ′ (x) g(x)2 g ′ (x) − g(x)2 dF dx ′ f g(x) 1 a xa g(x)a sin x sin g(x) cos x cos g(x) tan x csc x sec x cot x ex eg(x) ax ln x ln g(x) loga x arcsin x arcsin g(x) arccos x arctan x arctan g(x) arccsc x arcsec x arccot x f ′ g(x) g ′ (x) 0 0 axa−1 ag(x)a−1 g ′ (x) cos x g (x) cos g(x) − sin x ′ −g (x) sin g(x) sec2 x − csc x cot x sec x tan x − csc2 x ′ ex g ′ (x)eg(x) (ln a) ax 1 x g (x) g(x) 1 x ln a √ 1 1−x2 g ′ (x) ′ 1−g(x)2 1 − √1−x2 1 1+x2 g ′ (x) 1+g(x)2 1 − x√1−x2 √1 x 1−x2 1 − 1+x2 √ . independent of x.

a and b are given constants. independent of x and C is an arbitrary constant.Table of Indefinite Integrals Throughout this table. f (x) af (x) + bg(x) f (x) + g(x) f (x) − g(x) af (x) u(x)v ′ (x) f y(x) y ′ (x) 1 a xa g(x) g (x) sin x g (x) sin g(x) cos x tan x csc x sec x cot x sec2 x csc2 x sec x tan x csc x cot x ′ 1 x a ′ xa+1 a+1 F (x) = a f (x) dx f (x) dx + b g(x) dx + C f (x) dx + g(x) dx + C f (x) dx − g(x) dx + C a f (x) dx + C u′ (x)v(x) dx + C f (y) dy x+C ax + C + C if a = −1 ln |x| + C F y(x) where F (y) = u(x)v(x) − g(x)a+1 a+1 + C if a = −1 ex eg(x) g ′ (x) eax ax ln x √ √ 1 1−x2 g ′ (x) − cos x + C − cos g(x) + C sin x + C ln | sec x| + C ln | csc x − cot x| + C ln | sec x + tan x| + C ln | sin x| + C tan x + C − cot x + C sec x + C − csc x + C ex + C eg(x) + C 1 ax +C a e 1 x a +C ln a x ln x − x + C arcsin x + C arcsin g(x) + C arcsin x + C a arctan x + C arctan g(x) + C 1 a 1−g(x)2 √ 1 a2 −x2 1 1+x2 ′ g (x) 1+g(x)2 1 a2 +x2 √1 x 1−x2 arctan x + C a arcsec x + C .

x→∞ x→−∞ 1 eax dx = a eax + C if a = 0 7) lim ex = ∞. = axy = g ′ (x)eg(x) . lim ax = ∞ if 0 < a < 1 6 4 2 1 −3 −2 −1 1 2 x 3 . d ax dx d g(x) e dx = (ln a) ax ex dx = ex + C. 1 ax a−x = y = exy . a0 = 1 2) ex+y = ex ey . to ten decimal places. 1) e0 = 1. y y = 2x lim a = 0. ax = ex . for any a > 1. a and b are arbitrary constants that are strictly bigger than zero and e is 2.7182818284. lim ex = 0 x→∞ x→−∞ x lim ax = ∞. The graph of ax .Properties of Exponentials In the following. x and y are arbitrary real numbers. ax+y = ax ay 3) e−x = 4) ex 5) 6) y d x e dx 1 ex . is similar. lim ax = 0 if a > 1 x→−∞ x x→∞ 8) The graph of 2 is given below.

loga = − ln y. for any a > 1.0 y = ln x 0.5 y 1.5 −1. a is an arbitrary constant that is strictly bigger than one and e is 2. aloga x = x. loga (xy) = loga x + loga y 4) ln ln d dx x y 1 y ln x ln a loga x = = ln x − ln y. = − loga y. loga d dx 1 y x y = loga x − loga y 5) ln(xy ) = y ln x. The graph of loga x. to ten decimal places. lim ln x = −∞ x→∞ lim loga x = ∞.Properties of Logarithms In the following. lim loga x = −∞ x→0 9) The graph of ln x is given below. loga 1 = 0 ln e = 1. x→0 ln x dx = x ln x − x + C 8) lim ln x = ∞. loga a = 1 3) ln(xy) = ln x + ln y.7182818284.5 x 1 −0. loga (xy ) = y loga x 6) 7) 1 ln x = x . ln ex = x ln 1 = 0. g ′ (x) d g(x) .5 2 3 4 . 1) eln x = x. 1. x and y are arbitrary real numbers that are strictly bigger than 0. is similar.0 −1. dx ln(g(x)) = loga x = 1 x ln a 1 dx x x→∞ = ln |x| + C. loge x = ln x. 2) loga ax = x.

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