TROMBOSE 1. TROMBOSE VENOSA 1.

1 Definição Trombose é um distúrbio vascular causado pela formação de um coágulo de sangue (trombo) de ntro de um vaso sanguíneo, impedindo ou interrompendo o fluxo de sangue. Esses tro mbos podem obstruir a circulação no local ou, na pior hipótese, atingir os pulmões, bloq ueando a oxigenação do sangue (embolia pulmonar). Três fatores precedentes são importantes no desenvolvimento das tromboses (Tríade de V irchow). 1.2 Lesão Endotelial. A integridade estrutural e funcional do endotélio são essenciais para a manutenção da fl uidez do sangue. Principais causas: traumas mecânicos e ação de agentes bacteriano, le sões imunológicas, erosão da parede vascular por células neoplásicas. 1.3 Alterações do fluxo sanguíneo As principais são a estase (lentificação ou estagnação do fluxo sanguíneo) e a turbu lência (perda do fluxo laminar normal). Na lentificação do fluxo, os elementos figurados do sangue passam a circular mais próx imo do endotélio, aumentando a probabilidade de as plaquetas entrarem em contato c om o colágeno subendotelial (caso haja lesão endotelial); também a estase permite o acúm ulo de fatores de coagulação ativados por retardar a sua remoção. São exemplos: a trombose de veias de membros inferiores em pacientes acamados, ou por varizes, como também em pacientes com histórico recente de voos longos (mais de 4 horas). A turbulência do fluxo, por sua vez, traumatiza a túnica íntima vascular ou o endocárdio , e também predispõe a uma maior adesão de plaquetas. No fluxo sanguíneo laminar ou norm al, a porção mais periférica da coluna sanguínea está livre de todos os elementos figurado s, mas, no fluxo turbulento, as plaquetas tocam o endotélio com maior frequencia.

1.4 Hipercoagulabilidade do sangue São modificações na composição do sangue que facilitam a trombose, na grande maioria dos c asos é devido ao aumento dos níveis plasmáticos de tromboplastinas teciduais, que ativ am a coagulação pela via extrínseca, sendo de grande importância na Coagulação Intravascular Disseminada (CID) que ocorre, por exemplo, em politraumatizados graves, grandes queimados, pós-operatorio de grandes cirurgias - especialmente com circulação extra-c orpórea prolongada -, câncer disseminado, descolamento prematuro da placenta, feto m orto retido. Outras causas da hipercoagulabilidade do sangue são: a desidratação, em q ue há aumento da viscosidade do sangue; a anemia falciforme, os estrógenos (inserido s em contraceptivos orais), e a própria gravidez. 1.5 Sinais e Sintomas • Alterações na cor da pele (vermelhidão) • Aumento de calor • Dor • Sensibilidade • Pele que parece quente ao toque • Edema 1.6 Fatores de risco Existe um grande número de fatores que aumentam o risco de trombose venosa profund a, entre os quais: • período de descanso prolongado, seja deitado ou sentado; • lesões ou cirurgias nos membros inferiores; • tumores e respectivo tratamento;

O conhecimento que as lesões em mais de 50 % dos casos são bilaterais facilita o diagnóstico no exame físico da outra extremidade. A evolução do processo acabará afetando todo o or ganismo. hipertensão arterial. tal a suplência colateral que possuem. pode acarretar isquemia pequena. A natureza crônica da patolog ia arterial permite o desenvolvimento de circulação colateral que permite uma irrigação suficiente para manter a viabilidade do membro afetado. diabetes e o tabagismo. Geralmente existe uma históri a prévia de claudicação intermitente. O aparecimento súbito de sintomas isquêmicos. em paciente com boa circ ulação colateral pela artéria femoral profunda. 2. e freqüentemente no exame físico evidencia-se a pres ença de alteração de pulsos em outras regiões ou presença de sopros arteriais. acarretando grave isquemia. dando ênfase à palpação dos pulsos e à ausculta arterial e cardíaca. Certo s vasos da perna ou do antebraço podem sofrer oclusões sem que desencadeie qualquer manifestação clínica evidente. • uso de determinada medicação (por exemplo contraceptivos orais aumentam o fator de r isco em 2. A trombose arterial aguda envolve vasos previamente lesados pôr doença arterial dege nerativa. geralmente existe circul ação arterial abundante e a artéria termina em ponta de lápis. palidez de instalação menos aguda precedida de sensação de adormecimento da extremidade e progressivamente severa. A trombose secundária no sentido proximal e distal acaba destruindo a cir culação colateral. • obesidade e idade (o risco aumenta para o dobro por cada acréscimo de 10 anos a p artir dos 20).• gravidez e parto. Consequentemente. • distúrbios hematológicos.2 Fisiopatologia O grande determinante da gravidade da isquemia é o local da oclusão. A trombose arterial aguda ocorre sempre em local de lesão prévia arterioesclerótica. Em c ontrapartida.3 Sinais e sintomas Os pacientes acometidos de uma obstrução arterial aguda apresentam dor aguda na extr emidade. O paciente com suspeita de obstrução arterial aguda deve ser cuidadosamente examinad o. diminuição de temperatura. As causas mais frequentes são a atero sclerose. TROMBOSE ARTERIAL 2. portador de insuficiência arterial crônica sugere pôr sua v ez. Um êmbolo na bifu rcação aórtica obstrui não só os troncos vasculares como também impede a entrada em ação das s colaterais. em p acientes acima de 50 anos. maior a probabilidade de desenvolver uma trombose venosa profunda ou uma embolia pulmo nar. O aneurisma de artéria poplítea freqüentemente apresenta a trombose como complicação. Os achados angiográficos geralmente são típicos: nas embolias recentes. a circulação colateral é ausente ou insuficiente e aparece com freqüência a imagem de taça invertida: nas tromboses as paredes vascular es apresentam irregularidades parietais em grau variável. 2. a ausência de patologia cardíaca ou outra fonte óbvia de êmbolos.4 Fatores de risco . A parada da irrigação total de um membro leva a uma série de eventos com manifestações ini cialmente localizadas na área isquêmica. deve imediatamente sugerir a possibilidade de uma embolia arterial. um episódio de trombose arterial Os procedimentos cirúrgicos necessários para manter um membro com isquemia aguda de origem trombótica são muito mais extensos e complexos do que os necessários nas emboli as.9%). as paredes art eriais proximais são livres de alterações.1 Definição É a formação de trombos no interior de uma artéria. quantos mais fatores de risco a pessoa estiver sujeita. em pacientes com arritmia cardíaca ou co m infarto do miocárdio recente. 2. 2. com quadro clínico tão grave quanto às embolias. que tem suas origens também ocluídas. a obstrução de uma artéria femoral superficial.

dor a palpação muscular da panturrilha que deve ser feita com o polegar e os demais dedos e pela compressão da musculatur a contra o plano ósseo. as veias superficiais estarão visíveis no membro acometido. ele nos fornece poucos dados fisiológicos como a severidade da obstrução e graus de recanalização. repetir a mesma em 3 a 7 dias ou realizar a flebografia. se negativo. Poderá haver a lteração de coloração como cianose. a hipertensão arterial. evidencia-se edema de tecido s ubcutâneo com Cacifo ou Godet. Por ser um exame morfológico. Níveis elevados também são encontrados nas seguintes situ ações: infarto agudo do miocárdio. sepses. praticamente exclui a hipótese de tromboembolismo. Preparo para o exame: Perguntar à paciente se está grávida ou se já apresentou problemas de sangramento. • EcoDoppler (ultra-sonografia dúplex colorida) É exame de imagem padrão não invasivo que identifica os trombos e ainda permite locali zar exatamente a localização dos trombos. cânce r. Continua sendo o padrão ouro no diag nóstico da TVP. su gere a presença de um trombo ou embolia no organismo Nestes pacientes. paresia. o poderá ser solicitado exames compl ementares: laboratoriais e de imagem. Quando bem realizada. neoplasias. com dor presente à palpação da panturrilha e à dorsoflexão do pé. incluindo a spectos como saúde geral. mas. além a presença de veias varicosas ou veias superficiais dilatadas e edema de tornozelo . Paralelamente a essa entrevista. para uma maior segurança. dificultando seu diagnóstico. Valor de referência: > 500 ng/ml. edema muscular. apresenta alta especificidade e sensibilidad e. O primeiro passo é uma anamnese detalhada. coagu lação intravascular disseminada. Na palpação. insuficiência cardíaca e pneumonias. o tabagismo. . • Flebografia ou venografia Radiografia de uma veia ou de um grupo de veias após injeção de uma substância radiopaca (contraste) diretamente na veia com objetivo de estudar obstruções venosas. eritema ou palidez como em alguns casos de trombose ilíacofemoral. principalmente. Os itens de risco a serem co nsiderados são: história prévia de trombose venosa profunda e/ou embolia pulmonar. administrar um sedativo ou ana lgésico antes do procedimento. paralisia. que é nefrotóxico. deve-se realizar um exame físico cuidadoso em pac ientes com queixas de dor em membros inferiores e naqueles acamados de alto risc o. anemia falciforme. TVP (Trombose Venosa Profunda) e identificar e localizar trombos (coágulo s sanguíneos) nas veias da extremidade afetada. Observa-se também durante o exame físico que o membro afetado pode estar mais edemac iado que o colateral. dislipidemias e o diabetes mellitus. sendo eles respectivamente: • Dosagem sangüínea do dímero D: É fragmento produzido pela lise da fibrina avaliado neste teste de triagem que. dilatações venosas. que é detectado uma hora após formação do trombo e permanece elevado em média 7 dias. Entretanto. a fibrinólise endógena leva a formação do DD. Na maioria dos casos. retirar todas as jóias ou bijuterias. 3. Na inspeção. porém é um exame demorado e doloroso que pode causar tromboflebites e reações alérgicas ao contraste. se positivo. sensação dolorosa localizada ao longo da distribuição do sistema venoso profundo. dor a palpação do trajeto venoso dependente do processo inflam atório perivascular. DIAGNÓSTICO A Trombose Venosa Profunda (TVP) geralmente não apresenta sintomas tão exuberantes. devido ao espasmo arterial. ou imobilização recente do membro inferior. devemos ressalt ar sua baixa especificidade.Os fatores de risco para trombose arterial incluem. Nos casos em que a ultra-sonografia não confirmar a trombose. história familiar e sintomas. recente confiname nto no leito por mais que três dias ou uma grande cirurgia dentro de quatro semana s. reali zar anamnese. pós-operatórios (até 1 semana). velocidade do fluxo sanguíneo e visualizar a estrutura das veias.

4.Realização do exame: Paciente em decúbito dorsal. O curativo deve permanecer até o dia seguinte a punção e deve-se evitar mobil izar o membro puncionado. Após a alta hospitalar é recomendado o uso da meia elástica de alt a compressão. de tal forma que a checagem no númer . s em necessidade de monitorização com exames laboratoriais. Um tornique te pode ser colocado na perna para que o meio de contraste alcance as veias mais profundas. posição na qual a dor diminui. A síndrome pós-trombótica é a complicação frequente da trombose venosa. em caso de estabilização ou melhora do quadro. mantido em tratamento conservador . Como resultado dessas p ropriedades farmacocinéticas. As extremidades clinicamente inviáveis são realizadas amputações primária s. retira-se o cateter e aplica-se um curativo sobre o loca l da punção. No inicio do tratamento o paciente deve permanecer em repouso. • Heparina não Fracionada: Combina-se com antitrombina e catalisa sua atividade anti coagulante. Devendo ser realizado um hemograma completo. O meio de contraste é injetado na veia. Em uso su bcutâneo ou endovenoso em bolus inicialmente. o paciente que apresenta risco de perda de extremidade deve ser prontamente es tudado pôr angiografia. ou a morbidade da síndrome pós-trombótica. A veia é puncionada e uma agulha é inserida na veia. preferencialmente com o membro inferior elevado. tornando-a mais eficaz na ativação da trombina e dos fatores da coagulação. 4. além de diminuir a incidência. Um cateter é inserido na veia através da agulha. A área sobre a veia a ser utilizada é limpa.2 Tratamento Trombose Arterial A trombose arterial aguda exige uma conduta bastante diversa: o paciente com sua extremidade viável pode ser mantido em tratamento anticoagulante pôr um curto período e. Nesta s duas patologias o grande objetivo do tratamento é o alivio dos sintomas e evitar a reorganização do trombo. definida como insuficiência venosa crônica s ecundária à obstrução venosa pelo trombo ou secundária à lesão das válvulas venosas por ocasi reorganização do trombo.3 Tratamento Farmacológico O tratamento farmacológico é o mesmo para trombose venosa e trombose arterial. submetido a preparo pré-operatório mínimo em caráter de emergência e . e os rai os X são tirados seguindo o meio de contraste ao longo da extremidade. Em torno do 5º dia de heparinização é de extrema importância que se o btenha uma nova dosagem de plaquetas devido à possibilidade da ocorrência de uma com plicação bem conhecida relacionada ao uso da heparina: a trombocitopenia induzida pe la heparina. São utilizados os seguintes medicamentos: • Heparina: Encontra-se em duas formas: a Heparina não fracionada e a Heparina de ba ixo peso molecular. caso apresente situação anatômica favorável. seguida por terapia anticoagulante o ral por 3 a 6 meses. também inibe indiretamente a ativação dos fatores da trombina.1 Tratamento de Trombose Venosa Os objetivos do tratamento são o alívio dos sintomas agudos da doença. Em seguida. uma ou duas vezes ao dia. a tentativa de evitar a recorrência do evento trombótico e a progressão para embolia pulmonar. O tratamento deve ser i niciado tão logo quanto possível. (TTPa ) tempo de tromboplastina parcial ativada e (TP) tempo de protrombina. 4. realizado revascularização pelas técnicas da c rurgia vascular. um efeito anticoagulante estável e duradouro é atingido. quando essas drogas são ministradas por via subcutânea. Apresenta uma incidência men or de trombocitopenia induzida pela heparina. ou ser colocado na posição de Trendelenburg. • Heparina de Baixo Peso Molecular ou HBPM: Melhor biodisponibilidade após aplicação su cutânea e menor variabilidade de resposta a doses fixas. TRATAMENTO 4. e uma aneste sia local é aplicada.

• Anticoagulantes orais como Warfarina (Marevan). é realizada uma avaliação desta assistência. o que garante um atendimento de forma integral ao pacient e. • Terapia trombolítica: pode ser usada em situações de risco de morte ou de perda do me bro. diminui o e dema e alivia dor. o que interfere diretamente na qualidade de vida . SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A primeira etapa da sistematização consiste na investigação. relacionada à obstrução vascular. • Retirar as meias compressivas duas vezes/dia e verificar alterações na coloração da p . • Orientar o uso de meias de compressão (evita o edema. relacionada à obesida Risco de constipação. Conforto prejudicado. 5. Normal mente mais usado a warfarina pela meia-vida plasmática e com menor risco de superd osagem e controle mais fácil da anticoagulação. A seguir é feito o planejamento dos resulta dos esperados e a implementação da assistência de Enfermagem. relacionado ao tratamento farmacológico. Dor aguda. contribuindo para a prevenção de complicações. relacionada à circulação prejudicada. Risco de integridade da pele prejudicada. relacionado à dor e a procedimentos terapêuticos. ocasião em que se fazem ex . • Manter o paciente em Trendelemburg. dentre elas a mais relevante. • Iniciar exercícios ativos. relacionada à patologia. relacionada à dor. seguida dos diagnósticos de Enfermagem. Padrão de sono prejudicado. • Evitar massagear ou friccionar a área acometida. • Elevar os membros para promover a drenagem venosa e reduzir o edema. • • • • • • • • • • Diagnósticos de Enfermagem (NANDA) Nutrição desequilibrada: mais do que as necessidades corporais. Por último. • Observar a simetria dos membros. podendo levar a uma embolia. A assistência de enfermagem é desenvolvida com a finalidade de promover a atenção indivi dualizada e sistemática. previne manchas e ulceras). 5. exceto quando contra-indicado. Femprocumona (Marcoumar). para prom r a circulação e reduzir a dor. aonde os dados da investigação são anali sados e interpretados criteriosamente. pontos de pressão e hipersensibilidade dolorosa. aumenta a PA no interstício da perna. • Aplicar compressas mornas ou almofada térmica elétrica conforme orientação. Risco de infecção. Perfusão tissular periférica ineficaz. pois há o perigo de desprender o co agulo. sobre o estado de saúde do pa ciente. Deambulação prejudicada. Medir e registrar diariamente a circunferência do s mesmos. Risco de disfunção neurovascular periférica. pois diminui a pressão hidrostática. Risco de sangramento. relacionado ao uso de drogas anticoagulantes. relacionada à patologia.1 • e. • Examinar com as mãos os membros quanto a variações de temperatura. relacionado à dor a aos procedimentos terapêuticos. É mais eficaz em dissolver coágulos existentes dentro das primeiras 24h do even to trombolítico.o de plaquetas faz-se necessária apenas no do 7º dia de tratamento.2 Intervenções de Enfermagem (NIC) • Verificar sinais vitais. 5. relacionado a procedimentos invasivos. a Embolia Pulmonar.

sangramen to gengival.1 Manutenção da Saúde • Orientar o paciente a seguir as instruções cuidadosamente e usar as medicações exatam e conforme a prescrição. • Estimular a ingesta hídrica adequada. • Ter próximo ao leito do paciente os antídotos para. como folhas verdes. simular a deambulação se em decúbito dorsa . 5minutos a cada 2horas. • Pesar o paciente antes de iniciar a terapia com Heparina. que está fazendo uso de anticoagulantes. reverter os antico gulantes que estão sendo usados: Heparina (sulfato de protamina). chá verde e tomate. • Acompanhar diariamente os níveis de plaquetas no sangue (risco de trombocitopenia) . eletrólitos. • Evitar o consumo excessivo de álcool. evitar punções arteriais. bem como algumas formas de Heparina de baixo peso molecular são ca lculados pelo peso. antes que apareça o edema. • Auxiliar no banho. inclusive ao dentista. • Evitar alimentos que possam alterar os efeitos dos anticoagulantes. • Se o paciente estiver usando heparina endovenosa. • Auxiliar ou realizar mudanças de decúbito. • Observar e avaliar os locais de acessos venosos quanto a sinais flogisticos. • Evitar usar lâminas de barbear. • Se atentar para sinais de sangramento como hematúria. PTT entre outros. • Aplicar e manter pressão nos locais de acesso venoso por. TAP. • Se o paciente estiver de repouso no leito. utilizar sempre bomba de infusão . • Na presença de trombocitopenia. • Estimular a deambulação precoce associada à compressão elástica ou inelástica se não ntra-indicação (melhora a dor e edema mais rapidamente). epistaxe. dispnéia. E que devem ser us adas logo pela manhã. • Realizar ausculta pulmonar. ansiedade. • Se atentar para sinais de Embolia pulmonar: dor torácica. o paciente com Heparina de baixo peso molecular pode deambular. • Evitar participar de atividade nas quais há um alto risco de lesão. • Orientá-lo a notificar a todos os profissionais de saúde. • Instruir o paciente a estar atento para os sinais de recorrência da doença e de embo lia pulmonar. • Obter resultados dos exames de sangue e de coagulação antes de iniciar a terapia ant icoagulante para assegurar-se de que o paciente não possui discrasias sanguíneas.2. • Alertar para evitar esforço ou qualquer manobra que aumente a pressão venosa. • A higiene oral deve ser realizada com água e bochecho com antisséptico. • Estar atento para interações medicamentosas. fígado. se necessário. diminuição do flux . melena. entretanto. pelo menos 5 minutos. hemoptise. pois pode afetar a capacidade de coagulação. • Orientar quanto ao uso das meias de compressão e sua importância. glicemia. • Colher sangue para Hemograma. • Oferecer suporte emocional melhorando a ansiedade. dimin uição da Saturação de Oxigênio. 5.ercícios passivos. peixe. • Alertar o paciente quanto aos riscos do tabagismo (vasoconstrição. • Inspecionar a pele cuidadosamente para verificar se há presença de hematoma ou equim ose. já que a dose de Heparin a não fracionada. • Administrar analgésicos conforme prescrição e quando necessário para reduzir a dor. venosas e escovação dentári risco de sangramento. • Rodiziar o local de aplicação de heparina subcutânea. Warfarina (Fito nadiona – Vitamina K). • Manter o paciente que usa Heparina não fracionada em repouso no leito. • Não tomar qualquer nenhuma medicação sem prescrição médica.

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