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10/15/2013

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Transpiração nos vegetais

Biologia
PV Frente 3 Módulo 10 Profª Aline Marcelino

Transpiração vegetal
• Vapor de água • Principalmente nas folhas

Finalidade da transpiração
• Evaporação: retirada de calor • Água ganha energia térmica da planta

Órgãos de transpiração
• Estômatos • processo voluntário • depende da abertura dos estômatos • 90%

• Cutícula • processo involuntário • contínuo • 10%

Transpiração

Cutícula foliar
• Composta de substâncias hidrofóbicas • Possui pequenos poros •

Cutícula foliar

Estômatos

Parede espessa Parede fina

Estômatos

Estômatos

Localização dos estômatos
• Hipoestomáticas • Epiestomáticas

Estômatos
• Funções: • trocas gasosas • transpiração • Na transpiração: • vapor gera aumento na pressão interna • vapor sai por difusão
Folha Ambiente

MUITO H2Ov
H2Ov

POUCO H2Ov

Mecanismos de abertura e fechamento dos estômatos
1. Mecanismo fotoativo: ambiente com luz - muita fotossíntese - grande consumo de CO2 - baixa concentração de CO2 dentro das folhas - ambiente básico - ação da enzima fosforilase - AMIDO GLICOSE - aumento da pressão osmótica - entrada de água - ostíolo abre

Mecanismos de abertura e fechamento dos estômatos

Mecanismos de abertura e fechamento dos estômatos
1. Mecanismo fotoativo: ambiente sem luz - sem fotossíntese - não há consumo de CO2 - grande concentração de CO2 dentro das folhas - ambiente ácido - ação da enzima fosforilase - GLICOSE AMIDO - diminuição da pressão osmótica - saída de água - ostíolo fecha

Mecanismos de abertura e fechamento dos estômatos

Mecanismos de abertura e fechamento dos estômatos
2. Mecanismo hidroativo: água em baixa quantidade - planta perde mais do que consegue ganhar no solo - estômatos fecham

Mecanismos de abertura e fechamento dos estômatos
3. Plantas CAM - abrem estômato apenas a noite - ambiente desértico Influência da temperatura

Fatores ambientais que interferem na transpiração
1. Temperatura - temperaturas extremas: estômatos fecham - aumento da temperatura: aumento da transpiração

Fatores ambientais que interferem na transpiração
2. Umidade do ar - evaporação depende da diferença de concentração - pressão osmótica - ambiente muito úmido baixa transpiração - ambiente muito seco alta transpiração*

Fatores ambientais que interferem na transpiração
3. Umidade do solo - solo úmido = maior absorção de água - maior transpiração - solo seco = menor absorção de água - menor tranpiração

Fatores ambientais que interferem na transpiração
4. Intensidade luminosa - Muita luz: estômato abre - Muita luz = calor - Pouca luz: estômato fecha

Fatores ambientais que interferem na transpiração
5. Vento - Vento: retira vapor de água diminui pressão ao redor aumenta pressão osmótica - vento: maior transpiração

Fatores morfofisiológicos que interferem na transpiração
1. Superfície de contato 2. Quantidade e distribuição dos estômatos

Fatores morfofisiológicos que interferem na transpiração
3. Espessura da cutícula 4. Pelos

Como verificar a transpiração
1. Pesagem seriada 2. Potômetro 3. Condensação

Transporte vegetal
Biologia
PV Frente 3 Módulo 11 Profª Aline Marcelino

Vasos
1. Xilema (lenho) - Tecido morto lignificado - Células: Traqueídes (P, G e A) e elementos de vaso (G e A)

Vasos
1. Xilema - Transporte de seiva bruta - MECANISMO: Teoria de Dixon / Teoria da sucção-tensão-coesão e adesão

Vasos

Condução via xilema
Teoria da Tensão-Coesão

Folha

Menor pressão

Raiz

Maior pressão

Vasos

Raiz absorve íons ativamente Raiz absorve água passivamente

Vasos
2. Floema (líber) - Tecido vivo - Células: Elemento de tubo crivado (anucleado) e células anexas (plasmodesmos)

Condução de seiva via floema
• Modelo de Münch / Teoria do equilíbrio osmótico • Gradiente decrescente de concentração

Seiva bruta Caule

Folha

Raiz

Condução via floema
Modelo de Münch / Teoria do equilíbrio osmótico

Condução via floema
Floema

Xilema

Folha

Corpo / raiz

Anel de Malpighi
• • • Cintamento Interrupção do floema (mais externo/casca) Raiz sem nutrientes morte progressiva

Vasos condutores

Xilema / Lenho • Raiz Planta • Seiva bruta • Mais interno • Células mortas • Longos e estreitos

Floema / Líber • Locais fotossintetizantes Planta e raiz • Seiva elaborada • Mais externo • Células vivas

Hormônios vegetais
Biologia
PV Frente 3 Módulo 12 Profª Aline Marcelino

Auxinas • AIA: ácido indoliacético • Produzido: • ponta do caule, da raiz e coleóptilos • embriões de sementes • folhas e frutos • Transporte • ápice base

Auxinas

Auxinas

Auxinas • Ações: • Célula: elasticidade e multiplicação • Caule: crescimento • Raiz: crescimento • Gemas laterais: inibição na presença de gema apical • Folha: manutenção ou abscição • Flor: formação de fruto sem fecundação; manutenção ou queda

Auxinas

Auxinas: Dominância apical

Auxinas: Frutos partenocárpicos

Auxina: Tropismos • Crescimento e/ou curvatura da planta em resposta a um estímulo • Mediado pelo deslocamento de auxina no órgão

Fototropismo • No caule: positivo • Na raiz: negativo

Geotropismo • No caule: negativo • Na raiz: positivo

Quimiotropismo • Tubo polínico

Tigmotropismo

Nastismos • Fotonastismo • Tigmonastismo • Quimionastismo • Sismonastia

Outros hormônios • Etileno • Gasoso • Principal ação: amadurecimento de frutos • Inibido por baixas temperaturas

Outros hormônios • Giberelina • Principais ações: • alongamento caulinar e foliar • aumento de tamanho do fruto • quebra dormência de sementes

Outros hormônios • Citocininas • Principais ações: • atuam na divisão celular • regula ação de auxina e dominância apical • regulam queda foliar

Outros hormônios • Ácido abscísico • Principais ações: • dormência de gemas em situações desfavoráveis • fechamento estomático • inibe germinação da semente

Fotoperiodismo •Duração do dia X duração da noite •Plantas de dias curtos •Plantas de dias longos •Plantas neutras

Planta de dia curto •Florescem quando o tempo na luz é menor que o valor crítico • Ex: orquídea e crisântemos • Flash de luz a noite: impede floração

Planta de dia longo •Florescem quando o tempo na luz é maior que o valor crítico •Ex: cravo e trigo

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