P. 1
TSE-Codigo-Eleitoral-2012_e_Legislação_Complementar

TSE-Codigo-Eleitoral-2012_e_Legislação_Complementar

|Views: 35|Likes:
Publicado porCastoroil7

More info:

Published by: Castoroil7 on Nov 02, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

03/31/2014

pdf

text

original

Sections

  • Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965
  • Lei Complementar n° 64, de 18 de maio de 1990
  • Lei n° 9.096, de 19 de setembro de 1995
  • Lei n° 9.259, de 9 de janeiro de 1996
  • Lei n° 9.504, de 30 de setembro de 1997
  • Lei Complementar n° 35, de 14 de março de 1979
  • Lei Complementar n° 75, de 20 de maio de 1993
  • Lei Complementar n° 78, de 30 de dezembro de 1993
  • Lei Complementar n° 80, de 12 de janeiro de 1994
  • Lei n° 1.207, de 25 de outubro de 1950
  • Lei n° 4.410, de 24 de setembro de 1964
  • Lei n° 5.869, de 11 de janeiro de 1973
  • Lei n° 6.091, de 15 de agosto de 1974
  • Lei n° 6.236, de 18 de setembro de 1975
  • Lei n° 6.815, de 19 de agosto de 1980
  • Lei n° 6.996, de 7 de junho de 1982
  • Lei n° 6.999, de 7 de junho de 1982
  • Lei n° 7.115, de 29 de agosto de 1983
  • Lei n° 7.444, de 20 de dezembro de 1985
  • Lei n° 7.474, de 8 de maio de 1986
  • Lei n° 8.038, de 28 de maio de 1990
  • Lei n° 8.112, de 11 de dezembro de 1990
  • Lei n° 8.350, de 28 de dezembro de 1991
  • Lei n° 8.429, de 2 de junho de 1992
  • Lei n° 8.443, de 16 de julho de 1992
  • Lei n° 8.625, de 12 de fevereiro de 1993
  • Lei n° 9.049, de 18 de maio de 1995
  • Lei n° 9.265, de 12 de fevereiro de 1996
  • Lei n° 9.709, de 18 de novembro de 1998
  • Lei n° 10.522, de 19 de julho de 2002
  • Lei n° 10.609, de 20 de dezembro de 2002
  • Lei n° 10.842, de 20 de fevereiro de 2004
  • Lei n° 11.143, de 26 de julho de 2005
  • Lei n° 12.034, de 29 de setembro de 2009
  • Decreto n° 4.199, de 16 de abril de 2002
  • Decreto n° 5.296, de 2 de dezembro de 2004
  • Decreto n° 5.331, de 4 de janeiro de 2005
  • Decreto-Lei n° 201, de 27 de fevereiro de 1967
  • Resolução n° 4.510, de 29 de setembro de 1952
  • Resolução n° 23.308, de 2 de agosto de 2010
  • Portaria n° 129, de 30 de abril de 1996
  • Portaria n° 331, de 4 de novembro de 2003
  • Portaria n° 459, de 12 de novembro de 2004
  • Portaria n° 534, de 21 de setembro de 2006
  • Portaria n° 98, de 20 de fevereiro de 2008
  • Portaria n° 218, de 16 de abril de 2008
  • Portaria n° 249, de 25 de abril de 2008
  • Portaria n° 254, de 7 de maio de 2010
  • Portaria n° 275, de 14 de maio de 2010
  • Portaria n° 358, de 23 de junho de 2010
  • Portaria n° 397, de 20 de julho de 2010
  • Portaria n° 322, de 30 de junho de 2011
  • Portaria n° 410, de 19 de agosto de 2011
  • Portaria n° 521, de 18 de outubro de 2011
  • Instrução Normativa n° 6, de 17 de outubro de 2001
  • Instrução Normativa n° 3, de 21 de fevereiro de 2008
  • Instrução Normativa n° 1, de 3 de fevereiro de 2011
  • Instrução Normativa Conjunta n° 1.019, de 10 de março de 2010
  • Portaria Conjunta n° 74, de 10 de janeiro de 2006
  • Provimento-CGE n° 12, de 30 de outubro de 2001
  • Provimento-CGE n° 14, de 22 de novembro de 2001
  • Provimento-CGE n° 5, de 23 de abril de 2002
  • Provimento-CGE n° 1, de 11 de março de 2003
  • Provimento-CGE n° 5, de 4 de dezembro de 2003
  • Provimento-CGE n° 6, de 19 de dezembro de 2003
  • Provimento-CGE n° 7, de 19 de dezembro de 2003
  • Provimento-CGE n° 1, de 2 de março de 2004
  • Provimento-CGE n° 5, de 24 de junho de 2004
  • Provimento-CGE n° 1, de 18 de fevereiro de 2005
  • Provimento-CGE n° 3, de 25 de outubro de 2005
  • Provimento-CGE n° 4, de 13 de dezembro de 2005
  • Provimento-CGE n° 6, de 25 de setembro de 2006
  • Provimento-CGE n° 4, de 17 de maio de 2007
  • Provimento-CGE n° 6, de 11 de julho de 2007
  • Provimento-CGE n° 8, de 18 de outubro de 2007
  • Provimento-CGE n° 10, de 20 de novembro de 2007
  • Provimento-CGE n° 6, de 30 de abril de 2008
  • Provimento-CGE n° 7, de 27 de maio de 2008
  • Provimento-CGE n° 11, de 23 de setembro de 2008
  • Provimento-CGE n° 13, de 21 de novembro de 2008
  • Provimento-CGE n° 6, de 19 de junho de 2009
  • Provimento-CGE n° 2, de 9 de março de 2010
  • Provimento-CGE n° 3, de 29 de abril de 2010
  • Provimento-CGE n° 5, de 10 de junho de 2010
  • Provimento-CGE n° 9, de 16 de dezembro de 2010
  • Provimento-CGE n° 9, de 10 de dezembro de 2011
  • Provimento-CGE n° 17, de 13 de dezembro de 2011
  • Provimento-CGE n° 18, de 13 de dezembro de 2011
  • Protocolo de Cooperação Técnica n° 3/2010
  • SÚMULA N° 1
  • Súmula n° 1
  • SÚMULA N° 2
  • Súmula n° 2
  • SÚMULA N° 3
  • Súmula n° 3
  • SÚMULA N° 4
  • Súmula n° 4
  • SÚMULA N° 5
  • Súmula n° 5
  • SÚMULA N° 6
  • SÚMULA N° 7 (CANCELADA)
  • SÚMULA N° 8 (CANCELADA)
  • SÚMULA N° 9
  • Súmula n° 9
  • SÚMULA N° 10
  • Súmula n° 10
  • SÚMULA N° 11
  • Súmula n° 11
  • SÚMULA N° 12
  • Súmula n° 12
  • SÚMULA N° 13
  • SÚMULA N° 14 (CANCELADA)
  • SÚMULA N° 15
  • SÚMULA N° 16 (REVOGADA)
  • SÚMULA N° 17 (CANCELADA)
  • SÚMULA N° 18
  • SÚMULA N° 19
  • SÚMULA N° 20
  • SÚMULA N° 72
  • SÚMULA N° 728
  • SÚMULA VINCULANTE N° 18
  • SÚMULA N° 192
  • SÚMULA N° 368
  • SÚMULA N° 374
  • Súmula n° 374
  • Resolução do TCU n° 241, de 26 de janeiro de 2011

C ó d i g o E l e i t o r a l A n o t a d o

eL e g i s l a ç ã oC o mp l e me n t a r

C ó d i g o E l e i t o r a l C o n s t i t u i ç ã o F e d e r a l L e i d e I n e l e g i b i l i d a d e L e i d o s P a r t i d o s P o l í t i c o s L e i d a s E l e i ç õ e s L e g i s l a ç ã o C o r r e l a t a N o r m a s e d i t a d a s p e l o T S E S ú m u l a s d o T S E / S T J / S T F R e s o l u ç ã o d o T C U
a 1 0 e d i ç ã o
B r a s í l i a – 2 0 1 2

© Tribunal Superior Eleitoral Secretaria de Gestão da Informação Coordenadoria de Jurisprudência SAFS, Quadra 7, Lotes 1/2 70070-600 – Brasília/DF Telefone: (61) 3030-9229 Fac-símile: (61) 3316-3359 Atualização, anotações e revisão: Coordenadoria de Jurisprudência Editoração: Coordenadoria de Editoração e Publicações

As normas desta publicação tiveram abreviaturas, referências legislativas e grafias frequentes padronizadas de acordo com o estabelecido no Manual de Revisão e Padronização de Publicações do TSE.

Brasil. Tribunal Superior Eleitoral. Código eleitoral anotado e legislação complementar. – 10. ed. – Brasília : Tribunal Superior Eleitoral, Secretaria de Gestão da Informação, 2012. 1 v. ; 23 cm. 956 p. Conteúdo: Código eleitoral – Constituição Federal – Lei de Inelegibilidade – Lei dos Partidos Políticos – Lei das Eleições – Legislação correlata – Normas editadas pelo TSE – Súmulas do TSE/STJ/STF. ISBN 978-85-86611-87-2 1. Eleição – Legislação – Jurisprudência – Brasil. 2. Código eleitoral (1965) – Brasil. 3. Legislação eleitoral – Brasil. I. Título. CDDir 341.280981

Tribunal Superior Eleitoral Presidente Ministra Cármen Lúcia Vice-Presidente Ministro Marco Aurélio Mello Ministros Ministra Nancy Andrighi Ministro Gilson Dipp Ministro Marcelo Ribeiro Ministro Arnaldo Versiani Procurador-Geral Eleitoral Roberto Monteiro Gurgel Santos

Apresentação
Esta 10ª edição do Código Eleitoral Anotado e Legislação Complementar, que chega agora às mãos do leitor, foi organizada pelo Tribunal Superior Eleitoral em estreita observância à Lei n° 4.737/1965 e posteriores modificações, das quais se destacam a Lei n° 9.504/1997, que constitui norma especial para as eleições, além das normas permanentes editadas pelo TSE em regulamentação à legislação eleitoral e partidária. Assim como na edição anterior, esta obra permanece em volume único a fim de melhor atender às necessidades do leitor. Destacam-se, ainda, o emprego de capa dura, fitas de cetim para marcação de páginas, cabeçalho com identificação da norma e dos dispositivos constantes da página respectiva, além de cores diferentes entre as normas e as notas de edição. Deve-se também mencionar algumas relevantes inovações e atualizações de conteúdo. A atualização da legislação disposta no código levou em conta as alterações expressas na legislação em vigor, em especial as efetuadas pelas emendas constitucionais nos 65/2010 a 68/2011, pela Lei n° 12.034/2009, pela Lei Complementar n° 135/2010 e pelas resoluções nos 23.268/2010, 23.272/2010, 23.280/2010, 23.282/2010, 23.308/2010, 23.325/2010, 23.326/2010, 23.328/2010, 23.332/2010 e 23.333/2010. Foram inseridos, ainda, novas portarias do TSE, provimentos da CGE, uma resolução do TCU e o Protocolo de Cooperação Técnica n° 3/2010. A CF/88 continua reproduzida na íntegra, mas o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) passou a figurar em página distinta para melhor visualização. Por questão de economicidade, as súmulas do TSE, do STJ e do STF passam, nesta edição, a constar de forma corrida, sem que haja intercalação de páginas. Pelo mesmo motivo, as notas com redação original constam apenas da versão eletrônica do código. Foi procedida uma ampla revisão das abreviaturas. O índice alfabético-remissivo que constava nas versões passadas foi retirado até posterior atualização. Houve ampla revisão das redações das normas, tendo por base a ortografia dos textos publicados no Diário Oficial da União, no Diário da Justiça e no Diário da Justiça Eletrônico. Como novidade, há a seção Notas inaplicáveis às eleições de 2010, criada em decorrência da decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou a Lei Complementar n° 135/2010 inaplicável ao referido pleito. Aproximadamente 500 notas, novas ou atualizadas, foram incorporadas a esta edição, cujos objetivos consistem em esclarecer o leitor sobre os dispositivos com os quais a redação original da Lei no 4.737/1965 e a da legislação complementar se mostrem conflitantes, destacar norma modificada de forma indireta por disposições legais e retratar o entendimento jurisprudencial adotado pelo TSE (e residualmente pelo STF) sobre temas variados. O critério das notações baseia-se em dois tipos de convenção, sinalizados pelos seguintes marcadores:

ƒƒ (quadrado) – A nota que se segue a este marcador refere-se sempre ao sentido geral do artigo, parágrafo, alínea ou inciso antecedente. Ex.:

Art. 21. Para desligar-se do partido, o filiado faz comunicação escrita ao órgão de direção municipal e ao juiz eleitoral da zona em que for inscrito.
ƒƒ Res.-TSE n° 23.117/2009, art. 13, § 5°: comunicação apenas ao juiz da zona eleitoral em que inscrito o filiado na hipótese de inexistência de órgão municipal ou comprovada impossibilidade de localização do representante do partido político. 99 (ticado) – A nota que se segue a este marcador refere-se sempre ao sentido específico do termo ou da expressão grifada no artigo, parágrafo, alínea ou inciso antecedente. Ex.:

Art. 379. Serão considerados de relevância os serviços prestados pelos mesários e componentes das juntas apuradoras.
99 V. segunda nota ao art. 36, caput, deste código.

Outra novidade trazida nesta edição é o destaque em itálico dos dispositivos normativos que foram recepcionados ou não pela CF/88, que constem das notas desta publicação. Ex.:

Art. 5° Não podem alistar-se eleitores: [...] I – os analfabetos;
99 CF/88, art. 14, § 1° , II, a: alistamento e voto facultativos aos analfabetos. Ac.-TSE n° 23.291/2004: este dispositivo não foi recepcionado pela CF/88.

Com a edição desta obra, o Tribunal Superior Eleitoral reafirma o seu compromisso com o rigor das informações técnicas e a qualidade das publicações oferecidas ao leitor, ciente do seu papel na promoção e na consolidação da cidadania na sociedade brasileira.

Notas inaplicáveis às eleições de 2010
Tendo em vista a precária aplicação às Eleições de 2010 das inovações legislativas introduzidas na LC n° 64/90 pela LC n° 135/2010, inúmeras decisões foram prolatadas pelo TSE com base nessas mudanças. A diretriz adotada na edição do Código Eleitoral Anotado e Legislação Complementar autoriza apenas anotação de entendimentos atuais. Por isso, em consonância com a decisão do STF (Ac.-STF, de 23.3.2011, no RE n° 633.703, pendente de publicação até o fechamento desta edição) que julgou inaplicável a LC n° 135/2010 às eleições de 2010, optou-se por não anotar tais decisões no corpo legislativo do Código. Entretanto, com o objetivo de preservar a informação dessas decisões, consta desta seção uma lista de julgados do TSE exarados com base na LC n° 135/2010 e suas respectivas anotações de conteúdo, a saber: Notas da LC n° 64/1990: – Parte introdutória: Ac.-TSE, de 10.6.2010, na Cta n° 112026 e, de 17.6.2010, na Cta n° 114709: aplicabilidade da LC n° 135/2010 às eleições de 2010. – Art. 1°, I, d: 1. Ac.-TSE, de 1°.10.2010, no RO n° 491960 e, de 8.2.2011, no AgR-RO n° 462727: o prazo de inelegibilidade de oito anos, previsto nesta alínea, com a nova redação conferida pela LC n° 135/2010, não retroage para alcançar aqueles que, condenados pela prática de abuso, tenham, antes da entrada em vigor da nova lei, cumprido integralmente a sanção de inelegibilidade de 3 (três) anos fixada por decisão judicial. Ac.-TSE, de 16.11.2010, no RO n° 60283: representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral não alcança os que tenham contra si RCED. 3. Ac.-TSE, de 30.9.2010, no RO n° 254432: inadmissibilidade da retroação máxima do prazo de inelegibilidade trazido pela LC n° 135/2010. Ac.-TSE, de 30.9.2010, no RO n° 312894: a hipótese da alínea d do inciso I do art. 1° da LC n° 64/1990, modificada pela LC n° 135/2010, refere-se exclusivamente à representação de que trata o artigo 22 da Lei de Inelegibilidade.

4.

– Art. 1°, I, e: 1. Ac.-TSE, de 5.10.2010, no AgR-RO n° 68.417: a inelegibilidade prevista no item 10 da alínea e do art. 1° somente pode incidir após a publicação do acórdão condenatório; não impedimento de eventual ajuizamento de RCED. Ac.-TSE, de 28.10.2010, no AgR-RO n° 417432: incidência da inelegibilidade prevista no item 10 desta alínea quando o candidato tiver sido condenado, por órgão judicial colegiado, pela prática do crime capitulado no art. 1°, IV, do DL n° 201/1967. Ac.-TSE, de 13.10.2010, no AgR-RO n° 146124: incidência da inelegibilidade prevista no item 1 desta alínea quando o candidato tiver sido condenado, por órgão judicial colegiado, pela prática do crime previsto no art. 89, caput, da Lei das Licitações. Ac.-TSE, de 2.12.2010, no RO n° 169795: “A interpretação doutrinária dada ao tribunal do júri considera que este órgão judicial é colegiado.” (item 9). Ac.-TSE, de 30.9.2010, no AgR-RO n° 60998: “Tendo sido o candidato condenado, por órgão judicial colegiado, pela prática de crime contra o patrimônio privado, incide, na espécie, a causa de inelegibilidade a que se refere o art. 1°, inciso I, alínea e, 2, da Lei Complementar

2.

3.

4.

5.

2.

n° 64/1990, acrescentada pela Lei Complementar n° 135/2010. [...].” – Art. 1°, I, g: 1. Ac.-TSE, de 8.2.2011, no AgR-RO n° 462727: compete ao Poder Legislativo o julgamento das contas do chefe do Executivo, atuando o Tribunal de Contas como órgão auxiliar, na esfera opinativa (CF/88, art 71, I); na apreciação das contas do chefe do Executivo relativas a convênio, a competência dos tribunais de contas é de julgamento, e não opinativa (CF/88, art. 71, II); recebimento de recurso de reconsideração interposto perante o TCU com efeito suspensivo afasta o caráter definitivo da decisão da Corte de Contas e, por consequência, a inelegibilidade desta alínea. Ac.-TSE, de 14.12.2010, no AgR-RO n° 156633: não incidência da inelegibilidade prevista nesta alínea se a decisão que rejeitou as contas estiver pendente de recurso ordinário com efeito suspensivo admitido pelo TCE. Ac.-TSE, de 2.12.2010, no AgR-REspe n° 90166: liminar em pedido de revisão concedida por Tribunal de Contas não afasta a incidência desta alínea. Caracterização de irregularidade insanável apta a autorizar a rejeição das contas: Ac.-TSE, de 16.11.2010, no AgR-REspe n° 85412 (pagamento a vereadores acima de 5% da receita do município – art. 29, VII, da CF/88); Ac.-TSE, de 3.11.2010, no AgR-RO n° 323019 (dispensa indevida de licitação para contratação de serviços diversos e ausência de sua comprovação para aquisição de gêneros alimentícios). Ac.-TSE, de 30.6.2011, no ED-AgR-RO n° 452298: o limite temporal para alegação de fato superveniente ao registro de candidatura de que trata o § 10 do art. 11 da Lei n° 9.504/1997 é a data da diplomação.

todos os detentores de cargo na administração pública, abrangendo, assim, os agentes públicos ocupantes de cargo eletivo. – Art. 1°, I, j: 1. Ac.-TSE, de 28.10.2010, no AgR-RO n° 78847: possibilidade de reconhecimento da inelegibilidade da alínea j, ainda que não tenha havido a da alínea d, na mesma AIJE. Ac.-TSE, de 5.10.2010, no AgR-RO n° 97917: a incidência da inelegibilidade desta alínea pela condenação por captação ilícita de sufrágio independe de aplicação de sanção de cassação do registro ou do diploma cumulativamente com a aplicação de multa. Ac.-TSE, de 29.9.2010 no AgR-RO n° 16863: ”As inelegibilidades da Lei Complementar n° 135/2010 incidem de imediato sobre todas as hipóteses nela contempladas, ainda que o respectivo fato seja anterior à sua entrada em vigor, pois as causas de inelegibilidade devem ser aferidas no momento da formalização do pedido de registro da candidatura, não havendo, portanto, que se falar em retroatividade da lei. [...]. 4. Incide a causa de inelegibilidade prevista no art. 1°, I, j, da Lei Complementar n° 64/1990, acrescida pela Lei Complementar n° 135/2010, em face de decisão do Tribunal Superior Eleitoral que julgou procedente representação, por captação ilícita de sufrágio, alusiva às eleições de 2002, o que alcança as eleições de 2010. [...].”

2.

2.

3.

3.

4.

5.

– Art. 1°, I, k: 1. Ac.-TSE, de 26.10.2010, no RO n° 300722: não incidência da inelegibilidade desta alínea na hipótese de renúncia após a instalação de comissões parlamentares mistas de inquérito, quando inexistente petição ou representação contra o renunciante capaz de autorizar a abertura de processo.

– Art. 1°, I, h: 1. Ac.-TSE, de 16.11.2010, no RO n° 60283: a inelegibilidade da alínea h refere-se a

2.

Ac.-TSE, de 2.3.2011, no RO n° 214807: incidência da inelegibilidade prevista nesta alínea, quando remetido, previamente à renúncia, relatório elaborado por comissão parlamentar mista de inquérito assentando a necessidade de abertura de processo disciplinar contra deputado.

políticos por ato de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito. 4. Ac.-TSE, de 1°.10.2010, no RO n° 406971: a inelegibilidade do item 1 desta alínea constitui uma consequência do fato objetivo da condenação criminal, não implicando retroatividade da lei ou violação à coisa julgada.

– Art. 1°, I, l: 1. Ac.-TSE, de 1°.10.2010, no RO n° 892476: incidência da inelegibilidade desta alínea a candidato condenado à suspensão dos direitos políticos, em decisão colegiada de Tribunal de Justiça, por ato doloso de improbidade administrativa, com lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, apontando-se, ainda, a sua responsabilidade quanto aos fatos apurados. Ac.-TSE, de 26.10.2010, no AgR-RO n° 499541: “A inelegibilidade não constitui pena, mas sim requisito a ser aferido pela Justiça Eleitoral no momento do pedido de registro de candidatura. [...] Como consequência de tal premissa, não se aplicam à inelegibilidade os princípios constitucionais atinentes à eficácia da lei penal no tempo, tampouco ocorre antecipação da sanção de suspensão dos direitos políticos, prevista para a condenação com trânsito em julgado pela prática de ato de improbidade administrativa.”. Ac.-TSE, de 15.12.2010, no AgR-RO n° 381187: a incidência da inelegibilidade desta alínea pressupõe condenação do candidato à suspensão dos direitos

– Art. 1°, I, p: 1. Ac.-TSE, de 28.10.2010, no RO n° 148584: não incidência da causa de inelegibilidade do art. 1°, I, p, da LC n° 64/1990 se o rito seguido tiver sido o do art. 96 da Lei n° 9.504/1997 e não o do art. 22 da Lei de Inelegibilidades.

2.

Nota da Lei n° 9.504/1997: – Art. 11, § 10: 1. Ac.-TSE, de 8.2.2011, no AgR-RO n° 462727: “Nos termos do art. 11, § 10, da Lei n° 9.504/1997, inserido pela Lei n° 12.034/2009, a concessão da liminar, ainda que posterior ao pedido de registro, é capaz de afastar a inelegibilidade decorrente da rejeição de contas no exercício de cargos públicos.” Ac.-TSE, de 5.10.2010, no AgR-RO n° 68417: a inelegibilidade prevista no item 10 da alínea e do art. 1° da LC n° 64/1990 somente pode incidir após a publicação do acórdão condenatório; não impedimento de eventual ajuizamento de RCED.

2.

3.

Abreviaturas e Siglas
AC ADC ADCT ADI ADI-MC Ac. ADPF Ag AI AIME BE BI BTN c.c. CC CC/2002 CE/65 CF/46 CF/88 CGE CLT CNH CNJ CNPJ CPC CPP Cta Dec. DJ DL DLG Ação Cautelar* Ação Declaratória de Constitucionalidade Ato das Disposições Constitucionais Transitórias Ação Direta de Inconstitucionalidade Ação Direta de Inconstitucionalidade – Medida Cautelar Acórdão Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental Agravo de Instrumento* Agravo de Instrumento* Ação de Impugnação de Mandato Eletivo Boletim Eleitoral Boletim Interno Bônus do Tesouro Nacional Combinado com Conflito de Competência Código Civil – Lei n° 10.406/2002 Código Eleitoral – Lei n° 4.737/1965 Constituição dos Estados Unidos do Brasil de 1946 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Corregedoria-Geral Eleitoral Consolidação das Leis do Trabalho – Decreto-Lei n° 5.452/1943 Carteira Nacional de Habilitação Conselho Nacional de Justiça Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica Código de Processo Civil – Lei n° 5.869/1973 Código de Processo Penal – Decreto-Lei n° 3.689/1941 Consulta Decreto ou Decisão Diário da Justiça Decreto-Lei Decreto Legislativo

DOU EC ECR ELT EOAB Fundef GRU HC HD IN IN-RFB INC-RFB/TSE LC Loman LOTCU LT MC MI MP MS MSCOL NE OAB PA PP Pet Port. Prov. QO Rcl RCED Res. REsp REspe RFB

Diário Oficial da União Emenda Constitucional Emenda Constitucional de Revisão Encaminhamento de Lista Tríplice* Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil – Lei n° 8.906/1994 Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação Guia de Recolhimento da União Habeas Corpus Habeas Data Instrução Normativa Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal do Brasil Instrução Normativa Conjunta – Secretaria da Receita Federal do Brasil/Tribunal Superior Eleitoral Lei Complementar Lei Orgânica da Magistratura – Lei Complementar n° 35/1979 Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União – Lei n° 8.443/1992 Lista Tríplice* Medida Cautelar* Mandado de Injunção Medida Provisória Mandado de Segurança Mandado de Segurança Coletivo Nota de edição Ordem dos Advogados do Brasil Processo Administrativo Propaganda Partidária Petição Portaria Provimento Questão de Ordem Reclamação Recurso Contra Expedição de Diploma Resolução Recurso Especial Recurso Especial Eleitoral Receita Federal do Brasil

RHC RISTF RITCU RITSE RMS Rp SRF STF STJ STN Súm. Súv. s/n° TCU TCE TRE TSE Ufir V.

Recurso em Habeas Corpus Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal Regimento Interno do Tribunal de Contas da União – Res.-TCU n° 155/2002 Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral – Res.-TSE n° 4.510/1952 Recurso em Mandado de Segurança Representação Secretaria da Receita Federal Supremo Tribunal Federal Superior Tribunal de Justiça Secretaria do Tesouro Nacional Súmula Súmula vinculante Sem número Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas Estadual Tribunal Regional Eleitoral Tribunal Superior Eleitoral Unidade Fiscal de Referência Ver

__________
*A Res.-TSE n° 22.676/2007 passou a disciplinar as classes processuais no âmbito da Justiça Eleitoral, ocasionando duplicidade de classes e/ou siglas de algumas notas de edição, conforme a data em que proferida a decisão.

Sumário
Código Eleitoral
Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965........................................................................................................................................31 Institui o Código Eleitoral.

Constituição Federal
Artigos 1° ao 250....................................................................................................................................................................129 Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.....................................................................................................................245

Lei de Inelegibilidade
Lei Complementar n° 64, de 18 de maio de 1990...................................................................................................................277 Estabelece, de acordo com o art. 14, § 9°, da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências. Lei Complementar n° 135, de 4 de junho de 2010 (Lei da Ficha Limpa)..................................................................................297 Altera a Lei Complementar n° 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9° do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências, para incluir hipóteses de inelegibilidade que visam a proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato.

Lei dos Partidos Políticos
Lei n° 9.096, de 19 de setembro de 1995...............................................................................................................................301 Dispõe sobre partidos políticos, regulamenta os arts. 17 e 14, § 3°, inciso V, da Constituição Federal. Lei n° 9.259, de 9 de janeiro de 1996.....................................................................................................................................325 Acrescenta parágrafo único ao art. 10, dispõe sobre a aplicação dos arts. 49, 56, incisos III e IV, e 57, inciso III, da Lei n° 9.096, de 19 de setembro de 1995, e dá nova redação ao § 1° do art. 1° da Lei n° 1.533, de 31 de dezembro de 1951.

Lei das Eleições
Lei n° 9.504, de 30 de setembro de 1997...............................................................................................................................329 Estabelece normas para as eleições.

Legislação Correlata
Lei Complementar n° 35, de 14 de março de 1979.................................................................................................................407 Dispõe sobre a Lei Orgânica da Magistratura Nacional. Lei Complementar n° 75, de 20 de maio de 1993...................................................................................................................411 Dispõe sobre a organização, as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União. Lei Complementar n° 78, de 30 de dezembro de 1993...........................................................................................................417 Disciplina a fixação do número de deputados, nos termos do art. 45, § 1°, da Constituição Federal.

Lei Complementar n° 80, de 12 de janeiro de 1994................................................................................................................419 Organiza a Defensoria Pública da União, do Distrito Federal e dos territórios e prescreve normas gerais para sua organização nos estados, e dá outras providências. Lei n° 1.207, de 25 de outubro de 1950..................................................................................................................................423 Dispõe sobre o direito de reunião. Lei n° 4.410, de 24 de setembro de 1964...............................................................................................................................425 Institui prioridade para os feitos eleitorais e dá outras providências. Lei n° 5.869, de 11 de janeiro de 1973...................................................................................................................................427 Institui o Código de Processo Civil. Lei n° 6.091, de 15 de agosto de 1974....................................................................................................................................433 Dispõe sobre o fornecimento gratuito de transporte, em dias de eleição, a eleitores residentes nas zonas rurais e dá outras providências. Lei n° 6.236, de 18 de setembro de 1975...............................................................................................................................437 Determina providências para cumprimento da obrigatoriedade do alistamento eleitoral. Lei n° 6.815, de 19 de agosto de 1980....................................................................................................................................439 Define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil, cria o Conselho Nacional de Imigração e dá outras providências. Lei n° 6.996, de 7 de junho de 1982.......................................................................................................................................441 Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e dá outras providências. Lei n° 6.999, de 7 de junho de 1982.......................................................................................................................................445 Dispõe sobre a requisição de servidores públicos pela Justiça Eleitoral e dá outras providências. Lei n° 7.115, de 29 de agosto de 1983....................................................................................................................................447 Dispõe sobre prova documental nos casos que indica, e dá outras providências. Lei n° 7.444, de 20 de dezembro de 1985...............................................................................................................................449 Dispõe sobre a implantação do processamento eletrônico de dados no alistamento eleitoral e a revisão do eleitorado e dá outras providências. Lei n° 7.474, de 8 de maio de 1986........................................................................................................................................453 Dispõe sobre medidas de segurança aos ex-presidentes da República, e dá outras providências. Lei n° 8.038, de 28 de maio de 1990.....................................................................................................................................455 Institui normas procedimentais para os processos que especifica, perante o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal. Lei n° 8.112, de 11 de dezembro de 1990...............................................................................................................................457 Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. Lei n° 8.350, de 28 de dezembro de 1991...............................................................................................................................461 Dispõe sobre gratificações e representações na Justiça Eleitoral. Lei n° 8.429, de 2 de junho de 1992.......................................................................................................................................463 Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências.

Lei n° 8.443, de 16 de julho de 1992......................................................................................................................................471 Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União e dá outras providências. Lei n° 8.625, de 12 de fevereiro de 1993.................................................................................................................................475 Institui a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, dispõe sobre normas gerais para a organização do Ministério Público dos estados e dá outras providências. Lei n° 9.049, de 18 de maio de 1995......................................................................................................................................477 Faculta o registro, nos documentos pessoais de identificação, das informações que especifica. Lei n° 9.265, de 12 de fevereiro de 1996.................................................................................................................................479 Regulamenta o inciso LXXVII do art. 5° da Constituição, dispondo sobre a gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania. Lei n° 9.709, de 18 de novembro de 1998..............................................................................................................................481 Regulamenta a execução do disposto nos incisos I, II e III do art. 14 da Constituição Federal. Lei n° 10.522, de 19 de julho de 2002....................................................................................................................................483 Dispõe sobre o cadastro informativo dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais e dá outras providências. Lei n° 10.609, de 20 de dezembro de 2002.............................................................................................................................485 Dispõe sobre a instituição de equipe de transição pelo candidato eleito para o cargo de presidente da República, cria cargos em comissão, e dá outras providências. Lei n° 10.842, de 20 de fevereiro de 2004...............................................................................................................................487 Cria e transforma cargos e funções nos quadros de pessoal dos tribunais regionais eleitorais, destinados às zonas eleitorais. Lei n° 11.143, de 26 de julho de 2005....................................................................................................................................489 Dispõe sobre o subsídio de ministro do Supremo Tribunal Federal, referido no art. 48, inciso XV, da Constituição Federal, e dá nova redação ao caput do art. 2° da Lei n° 8.350, de 28 de dezembro de 1991. Lei n° 12.034, de 29 de setembro de 2009..............................................................................................................................491 Altera as leis nos 9.096, de 19 de setembro de 1995 – Lei dos Partidos Políticos, 9.504, de 30 de setembro de 1997, que estabelece normas para as eleições, e 4.737, de 15 de julho de 1965 – Código Eleitoral. Decreto n° 4.199, de 16 de abril de 2002................................................................................................................................493 Dispõe sobre a prestação de informações institucionais relativas à administração pública federal a partidos políticos, coligações e candidatos à Presidência da República até a data da divulgação oficial do resultado final das eleições. Decreto n° 5.296, de 2 de dezembro de 2004.........................................................................................................................495 Regulamenta as leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Decreto n° 5.331, de 4 de janeiro de 2005 .............................................................................................................................497 Regulamenta o parágrafo único do art. 52 da Lei n° 9.096, de 19 de setembro de 1995, e o art. 99 da Lei n° 9.504, de 30 de setembro de 1997, para os efeitos de compensação fiscal pela divulgação gratuita da propaganda partidária ou eleitoral.

Decreto-Lei n° 201, de 27 de fevereiro de 1967......................................................................................................................499 Dispõe sobre a responsabilidade dos prefeitos e vereadores, e dá outras providências.

Normas Editadas pelo TSE
Resolução n° 4.510, de 29 de setembro de 1952....................................................................................................................509 Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral. Resolução n° 7.651, de 24 de agosto de 1965........................................................................................................................539 Instruções fixando as atribuições dos corregedores da Justiça Eleitoral. Resolução n° 7.966, de 11 de outubro de 1966......................................................................................................................545 Instruções regulamentando o art. 242 do Código Eleitoral. Resolução n° 9.195, de 8 de maio de 1972.............................................................................................................................547 Instruções sobre o Estatuto da Igualdade. Resolução n° 9.407, de 14 de dezembro de 1972...................................................................................................................549 Aprova os formulários através dos quais deverão ser prestadas as informações a que se refere o art. 12 da Resolução n° 9.177. Resolução n° 9.641, de 29 de agosto de 1974........................................................................................................................553 Instruções sobre o fornecimento gratuito de transporte e alimentação, em dias de eleição, a eleitores residentes nas zonas rurais. Resolução n° 13.511, de 19 de dezembro de 1986.................................................................................................................557 Dispõe sobre o prazo de eficácia do comprovante de pedido de alistamento. Resolução n° 19.994, de 9 de outubro de 1997......................................................................................................................559 Estabelece normas para a criação e desmembramento de zonas eleitorais e dá outras providências. Resolução n° 20.034, de 27 de novembro de 1997.................................................................................................................561 Instruções para o acesso gratuito ao rádio e à televisão pelos partidos políticos. Resolução n° 20.505, de 16 de novembro de 1999.................................................................................................................567 Exercício da jurisdição eleitoral. Art. 32, parágrafo único, da Lei n° 4.737/1965. Critério objetivo para designação. Resolução n° 20.593, de 4 de abril de 2000............................................................................................................................569 Administrativo. Regulamentação do art. 1° da Lei n° 8.350, de 28 de dezembro de 1991. Sessões dos tribunais eleitorais. Gratificação de presença dos seus membros. Limites de pagamento. Resolução n° 20.843, de 14 de agosto de 2001......................................................................................................................571 Dispõe sobre o reembolso, aos oficiais de justiça, de despesas no cumprimento de mandados da Justiça Eleitoral. Resolução n° 20.958, de 18 de dezembro de 2001.................................................................................................................573 Instruções que regulam a investidura e o exercício dos membros dos tribunais eleitorais e o término dos respectivos mandatos. Resolução n° 21.008, de 5 de março de 2002.........................................................................................................................577 Dispõe sobre o voto dos eleitores portadores de deficiência. Resolução n° 21.009, de 5 de março de 2002.........................................................................................................................579 Estabelece normas relativas ao exercício da jurisdição eleitoral em primeiro grau.

....372................... Resolução n° 21....830.............................538..........461............377.............064............627 Disciplina a prestação de contas dos partidos políticos e a tomada de contas especial.............................................................Resolução n° 21....... de que trata o art...............................................843..... 2° do Decreto-Lei n° 1............................................. Resolução n° 21................... Resolução n° 21..406............................................................................................ 23.... ........... a regularização de situação de eleitor.477.......... pela Secretaria de Informática do TSE............................................................... de 22 de junho de 2004............................................................ de 8 de abril de 2003........................................................647 Dispõe sobre o alistamento eleitoral e o voto dos cidadãos portadores de deficiência......................621 Dispõe sobre a utilização de sistema de transmissão eletrônica de dados e imagens por fac-símile ou pela Internet............................875.... de 14 de outubro de 2003.. de 18 de março de 2004.................. do Código Eleitoral.........587 Dispõe sobre o encaminhamento de lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça ao Tribunal Superior Eleitoral e altera o formulário Modelo 2 (Res...................................... Resolução n° 21....... Disciplina os novos procedimentos a serem adotados...................... Resolução n° 21............................ de 19 de setembro de 2004........643 Dispõe sobre a requisição de força federal................. e sobre a aplicação do art........................ Resolução n° 21.............645 Regulamenta o recolhimento do percentual de participação de institutos ou fundações de pesquisa e de doutrinação e educação política nas verbas do Fundo Partidário....... de 22 de junho de 2004................920....... o sistema de alistamento eleitoral.................................................................................................... de 5...................................................................711..589 Dispõe sobre a formação do agravo de instrumento contra decisão que não admitir o processamento do recurso especial.......841... de 25 de março de 2003......................... a administração e a manutenção do cadastro eleitoral..... Resolução n° 21............... cuja natureza e situação impossibilitem ou tornem extremamente oneroso o exercício de suas obrigações eleitorais...... Resolução n° 21.................................................... Resolução n° 21.............. Resolução n° 21.....................................585 Revoga o § 10 do art............... Resolução n° 21....591 Dispõe sobre o alistamento e serviços eleitorais mediante processamento eletrônico de dados.... de 17 de junho de 2004. de 28 de agosto de 2003........................ funcionamento e extinção dos partidos políticos. nos casos de fusão ou incorporação dos partidos políticos....... inciso XIV.........581 Estabelece rotina para realização de correições nas zonas eleitorais do país............... entre outros..12....................... para a prática de atos processuais no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral....619 Dispõe sobre a utilização do serviço de emissão de certidão de quitação eleitoral por meio da Internet e dá outras providências............. n° 9.....625 Dispõe sobre a publicação eletrônica dos despachos e das decisões do Tribunal Superior Eleitoral na Internet e sobre o gerenciamento do Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos...407/1972).............................................................................. de 5 de agosto de 2004............. Resolução n° 21.......... 47 da Resolução-TSE n° 19...... de 22 de junho de 2004. de 19 de agosto de 2003..............1995 – instruções para fundação.............................................................................................................667.......641 Dispõe sobre o afastamento de magistrados na Justiça Eleitoral do exercício dos cargos efetivos........................... de 6 de abril de 2004... a revisão do eleitorado e a fiscalização dos partidos políticos..... organização... de 24 de outubro de 1969....................842....

... XVIII.............................................. mediante cruzamento entre dados do cadastro eleitoral e registros de óbitos fornecidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).............. Mensagem eletrônica................... de 19 de dezembro de 2006..675 Estabelece normas para cessão de urnas e sistema de votação específico....... de 13 de dezembro de 2007............. Partidos políticos......................667 Acrescenta parágrafo único ao art...............681 Estabelece normas e procedimentos para a distribuição do arquivo de Registro Digital do Voto para fins de fiscalização........ Uniformização......676..............604................................... de 18 de outubro de 2005.671 Dispõe sobre as classes processuais e as siglas dos registros processuais no âmbito da Justiça Eleitoral.............. Procedimentos.......... Resolução n° 22......... Resolução n° 22............... de 6 de junho de 2007........................... do Conselho Nacional de Justiça.......-TSE n° 21.................................. Desaprovação e não apresentação de contas........... no uso das atribuições que lhe confere o art...... do Código Eleitoral...... Resolução n° 22.669 Altera o art....... Comunicação....655 Dispõe sobre as regras de adequação de institutos ou fundações de pesquisa e de doutrinação e educação política de partidos políticos às normas estabelecidas no Código Civil de 2002........ 32............661 Dispõe sobre a residência do juiz eleitoral.... Acolhimento. de 18..................................685.... de 16 de dezembro de 2004............. 93..... Proposta........... de 30 de outubro de 2007............. que disciplina a prestação de contas dos partidos políticos e a tomada de contas especial..166................................. que dispõe sobre dispensa do serviço pelo dobro dos dias prestados à Justiça Eleitoral nos eventos relacionados à realização das eleições. de 22 de junho de 2004..... 29 da Res....................................... 26.504/1997................................503.667.. e da Resolução n° 37.... de 1° de dezembro de 2005.................. estudo e estatística.. do inciso V do art........ Resolução n° 22.................. e na observância do que decidiu o Supremo Tribunal Federal nos mandados de segurança nos 26............................. de 8 de novembro de 2007...........2004....................659 Altera os artigos 2°..............................649 Disciplina o recolhimento e a cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas e a distribuição do Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário)... Resolução n° 22.610..........034.............621..... Decisões.... 35......... de 17 de abril de 2008...... de 27 de novembro de 1997 – Instruções para o acesso gratuito ao rádio e à televisão pelos partidos políticos.........653 Comissão de Contas Eleitorais e Partidárias (Coep)..... e dá outras providências...-TSE n° 21................................................ de 9 de março de 2006...................................................3............975.602......... Resolução n° 22........... de 27 de março de 2008............................... 4° e 5° da Resolução-TSE n° 20... 23.................. conferência..............657 Estabelece providências a serem adotadas em relação a inscrições identificadas como de pessoas falecidas................... nos termos dos arts..841........... da Lei Orgânica da Magistratura Nacional.. Adoção................ Resolução n° 22............ bem como de justificação de desfiliação partidária. Utilização.... auditoria.................................................. art.... de 13 de dezembro de 2007.................... por empréstimo... 2° da Res..........................603 e 26.................108......Resolução n° 21...... de 18 de outubro de 2007.. ......663 O Tribunal Superior Eleitoral...................................679 Aprova instruções para aplicação do art............841......................121.............747...................... e 118... Resolução n° 22. Resolução n° 22...................... Resolução n° 22........................ de 25 de outubro de 2007. resolve disciplinar o processo de perda de cargo eletivo.................... Tribunais regionais e cartórios eleitorais...... Resolução n° 22... em eleições parametrizadas...............607.................................................... Art................................. Modelos................. 8° da Resolução-TSE n° 21.......655....... 3°........ da Constituição Federal.... Resolução n° 22........... do Código Eleitoral..... 98 da Lei n° 9.770............................................................... VII................

.......... via Internet..................... de 29 de abril de 2010.................................................................683 Disciplina os procedimentos para a atualização do cadastro eleitoral.................. de 10 de dezembro de 2009..........733 Estabelece instruções para a marcação de eleições suplementares........... Resolução n° 23. transferência e revisão.. Resolução n° 23.268..................................................695 Dispõe sobre o Sistema de Composição de Acórdãos e Resoluções no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral e dá outras providências.............. de 22 de junho de 2010....325........... de 2 de agosto de 2010.............................Resolução n° 23............731 Relação de devedores de multa.... Resolução n° 23..............................................................326...699 Dispõe sobre os procedimentos cartorários de registro e autuação dos feitos.................................... Aprovação...............255.....................................088........... Resolução n° 23.......................................... Sistemática de entrega aos partidos políticos..................... Resolução n° 23.......272................................................... de 19 de agosto de 2010............................................ de 1° de junho de 2010.................... mediante incorporação de dados biométricos e fotografia. de 27 de outubro de 2009................................................................. de 30 de junho de 2009..735 Disciplina a criação................................. de 26 de maio de 2009.....................725 Dispõe sobre a requisição de servidores públicos pela Justiça Eleitoral..................... decorrente da implantação.... que dispõe sobre a lavratura de acórdãos e resoluções do Tribunal.........................................687 Autoriza a expansão do projeto de modernização dos serviços eleitorais voltados ao pré-atendimento do cidadão...721 Dispõe sobre a utilização do Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos e sobre a numeração única de processos no âmbito da Justiça Eleitoral e dá outras providências..... organização.......... em municípios previamente selecionados pelos tribunais regionais eleitorais......... ....... incorporação e extinção de partidos políticos............................................. no âmbito da Justiça Eleitoral..... Resolução n° 23................. e dá outras providências... Resolução n° 23.... e dá outras providências.....................................172...................... aprova nova sistemática destinada ao encaminhamento de dados pelos partidos à Justiça Eleitoral e dá outras providências............................185.......... de 22 de junho de 2010..................................... de nova sistemática de identificação do eleitor........................ Resolução n° 23.... de 20 de agosto de 2009............................................................................................................................749 Dispõe sobre as diretrizes para a tramitação de documentos e processos sigilosos no âmbito da Justiça Eleitoral........745 Altera o § 3° do artigo 25 do Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral........................................184............................ de 7 de junho de 1982........689 Dispõe sobre a filiação partidária................. Resolução n° 23.................................................... Resolução n° 23................. de 10 de dezembro de 2009.................................................280........................... de 19 de agosto de 2010.............................................. Resolução n° 23............... fusão........ Circunscrição do pleito.........................061.....729 Dispõe sobre a Central do Eleitor no âmbito da Justiça Eleitoral................747 Dispõe sobre comunicação eletrônica no âmbito das secretarias judiciárias dos tribunais eleitorais e entre estas e os juízos eleitorais de primeiro grau de jurisdição e dá outras providências................ de 20 de maio de 2010.................................117..308....................................................999.................................... para requerimento de operações de alistamento. de que trata a Lei n° 6.. Utilização do sistema Filiaweb... Resolução n° 23.282............ Resolução n° 23............

de 4 de novembro de 2003............................................................................................................................................................................. de 25 de abril de 2008 ............................................................................................813 Estabelece procedimentos para a instrução prévia dos feitos de natureza administrativa.........................................................................................333....332....................................................................................................................................................... Instrução Normativa n° 3................................................................ de 20 de fevereiro de 2008....753 Dispõe sobre os procedimentos de intimação dos partidos políticos e respectivos representantes no âmbito da Justiça Eleitoral.............................................................................................................................................767 Estabelece normas e procedimentos visando à arrecadação..835 ............... de 17 de outubro de 2001...............................................................................................791 Portaria n° 218......... de 30 de abril de 1996........................................................................789 Portaria n° 98..................... de 2 de agosto de 2010..........807 Portaria n° 521...................................................................................................................................................................803 Portaria n° 322..........................795 Portaria n° 254........................................................ de 21 de setembro de 2006.................... de 10 de março de 2010......805 Portaria n° 410.......................................809 Instrução Normativa n° 6.................................793 Portaria n° 249. de 10 de janeiro de 2006...... Portaria Conjunta n° 74........................................................................................................... Resolução n° 23....... de 7 de maio de 2010................. de 18 de outubro de 2011............................... de 16 de abril de 2008................................................................................ Provimento-CGE n° 12........................763 Portaria n° 459...............019...................................... dos comitês financeiros de partidos políticos e de candidatos a cargos eletivos...................................................... de 9 de junho de 2005...............................................................................Resolução n° 23..................................................................................... de 30 de outubro de 2001................797 Portaria n° 275.. e à utilização da Guia de Recolhimento da União (GRU)......................................................... de 22 de novembro de 2001.................. inclusive vices e suplentes........................................................................... de 20 de outubro de 2010..............817 Instrução Normativa Conjunta n° 1............................................................................................................... Portaria n° 534......328.................................815 Instrução Normativa n° 1............................ de 14 de maio de 2010................................................................ de 3 de fevereiro de 2011...... de 20 de julho de 2010..........................801 Portaria n° 397.......................757 Altera o termo final do prazo para implantação do Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP) nos tribunais regionais e respectivos cartórios eleitorais............................ de 19 de agosto de 2011.............. perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).............................................................................................. de 12 de novembro de 2004..............823 Dispõe sobre atos...............................................................755 Dispõe sobre a realização de eleições suplementares em anos eleitorais.............. Resolução n° 23.................................................... de 23 de junho de 2010.................................829 Dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Secretaria da Receita Federal e dá outras providências........... Portaria n° 129...................................... recolhimento e cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas.......................................................... de 30 de junho de 2011........761 Portaria n° 331........................................................................................... de 21 de fevereiro de 2008 ..................................................833 Provimento-CGE n° 14.................... de 28 de setembro de 2010..........................................................................................................765 Portaria n° 288..............................................799 Portaria n° 358....

...... Provimento-CGE n° 4................... Provimento-CGE n° 3.......................883 Estabelece o procedimento a ser adotado relativamente ao tratamento dos registros de suspensão inativados pelo comando do código FASE 361....................... Provimento-CGE n° 6...........................875 Estabelece forma de controle de processamento de listas especiais...................................................Provimento-CGE n° 5.. de 2 de março de 2004...............................877 Disciplina o procedimento a ser observado para o acesso a dados do cadastro eleitoral.........................................................................859 Regulamenta os procedimentos relativos a regularização de inscrição cancelada e dá outras providências............... em substituição ao Anexo IV do manual Instruções para Preenchimento do RAE e altera sua redação.........................-TSE n° 21........................................................... de 25 de outubro de 2005........ de 30 de abril de 2008.................................... Provimento-CGE n° 1........ após ultrapassado o período destinado ao comparecimento dos eleitores para confirmação de domicílio......... de 4 de dezembro de 2003.................................843 Dispõe sobre a utilização do Sistema de Acompanhamento de Revisões de Eleitorado.......................863 Dispõe sobre o alcance da aplicação das regras que envolvem o conceito de quitação eleitoral.....841 Provimento-CGE n° 5..........................................845 Aprova formulários e manuais utilizados pelos cartórios eleitorais e tabela de códigos FASE............................................................... Provimento-CGE n° 7......... de 19 de dezembro de 2003.. de 13 de dezembro de 2005..................................................... Provimento-CGE n° 4.........................................................................865 Dispõe sobre a atualização de dados cadastrais relativos às zonas eleitorais........... Provimento-CGE n° 10.................................................................................. relativas à aplicação dos critérios concernentes ao rodízio eleitoral............................................................................................................. de 5 de março de 2002...............009..................... Provimento-CGE n° 6...... de 18 de fevereiro de 2005............................................................................................................. de 17 de maio de 2007.................. de 11 de março de 2003................................................................ de 23 de abril de 2002.. ................... de 19 de dezembro de 2003.................... Provimento-CGE n° 8................................885 Disciplina o tratamento das operações de transferência ou revisão no Sistema ELO nos municípios submetidos a revisão de eleitorado.......... de 20 de novembro de 2007................. de 24 de junho de 2004........................................................................... Provimento-CGE n° 1.........887 Estabelece padrões para registro de procedimentos no Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP) a serem observados no âmbito das zonas eleitorais..................................881 Acrescenta parágrafo único ao art............................ Provimento-CGE n° 6.................................................................................................................. estabelecidos na Res............ de 18 de outubro de 2007........................................ Provimento-CGE n° 6.................................... de 25 de setembro de 2006................................................867 Aprova Tabela de Ocupações............................................................................861 Regulamenta os procedimentos relativos a regularização de inscrição cancelada por código FASE 469 e dá outras providências.............................. 11 do Provimento-CGE n° 3/2003 e dá outras providências.........839 Recomenda observância de orientações que explicita.............................879 Estabelece normas para a atualização das anotações de crimes eleitorais efetuadas no cadastro eleitoral................. Provimento-CGE n° 1............................................................................... de 11 de julho de 2007.... Provimento-CGE n° 5.....

............... 11................................ de 10 de junho de 2010.........................................................................929 Regulamenta a utilização da Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos.............. de 21 de novembro de 2008................................................942 .942 Súmula n° 4......................................... § 9°..................................................................... Provimento-CGE n° 2.......................Provimento-CGE n° 7...... de 9 de março de 2010.................................... Provimento-CGE n° 6.............. de 13 de dezembro de 2011...................... prevista nos provimentos-CGE nos 6 e 7/2008...891 Disciplina a prestação de informações sigilosas às corregedorias eleitorais sobre interceptação de comunicações telefônicas e de sistemas de informática e telemática...................................................................... de 19 de junho de 2009....... Provimento-CGE n° 9...........................................889 Altera a tabela de registros de procedimentos no Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP) a serem observados no âmbito das zonas eleitorais e fixa os respectivos códigos............ de 30 de setembro de 1997...............................................................................925 Regulamenta o uso de funcionalidade do Sistema ELO destinada ao deferimento coletivo de Requerimentos de Alistamento Eleitoral (RAE).................................................................096/1995 para o mês de abril de 2010 e dá outras providências...................................................893 Altera os anexos do Provimento-CGE n° 11/2008..............................927 Define como de uso interno o espelho de consulta ao cadastro extraído do Sistema ELO e atribui às corregedorias regionais a definição da estratégia de identificação do servidor responsável pela entrega do título eleitoral nos cartórios...............941 Súmula n° 2............................................................... Provimento-CGE n° 17................ Provimento-CGE n° 9............... Provimento-CGE n° 13.............. Provimento-CGE n° 18....................... de 29 de abril de 2010............913 Dispõe sobre a utilização do Sistema de Inspeções e Correições Eleitorais (Sicel).........941 Súmula n° 3................................................................935 Súmulas do TSE Súmula n° 1........................911 Estabelece procedimento para o cadastramento de usuários no Filiaweb com a finalidade exclusiva de acessar a relação de devedores de que trata o art....................................................................................................................................... Provimento-CGE n° 3.....................504........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... de 27 de maio de 2008............................................. de 16 de dezembro de 2010.........................................................................................................................................................895 Aprova as instruções para utilização dos códigos de Atualização da Situação do Eleitor (ASE)............................................ 19 da Lei n° 9.......................................................... aprova o cronograma de tratamento dos dados sobre filiação partidária fornecidos pelos partidos políticos em cumprimento ao disposto no art.................................................................942 Súmula n° 5........................905 Regulamenta a sistemática de entrega de relações de filiados pelos partidos políticos via Internet........................................ Provimento-CGE n° 5...................... Provimento-CGE n° 11.......... da Lei n° 9................................................................................................. Protocolo de Cooperação Técnica n° 3/2010........... de 13 de dezembro de 2011........... de 23 de setembro de 2008.....................................................909 Altera a tabela de registros de procedimentos no Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP) a serem observados no âmbito das zonas eleitorais.......................................... de 10 de dezembro de 2011......................................................................... que disciplina a prestação de informações sigilosas às corregedorias eleitorais sobre interceptação de comunicações telefônicas e de sistemas de informática e telemática...............................................

............................................................................................................................................................................................................947 Súmulas do STF Súmula n° 72.942 Súmula n° 7 (cancelada)....................................................................................................... de 26 de janeiro de 2011................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................943 Súmula n° 11.....................944 Súmula n° 13...........................................................................................................................................................................................................................................................951 Súmula n° 368........943 Súmula n° 9............................949 Súmula n° 728......................................................943 Súmula n° 8 (cancelada)..........................................................945 Súmula n° 15.................................................................................................................951 Súmula n° 374............................................................................................................................................................................................................................................949 Súmula Vinculante n° 18........................................ ..............................................................945 Súmula n° 19..............................................................................................................................................................................................................................................................944 Súmula n° 12..............................................................................................................................................................................................................................................945 Súmula n° 18.................................................................................946 Súmula n° 20.......................................................................................................945 Súmula n° 16 (revogada)...................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................945 Súmula n° 17 (cancelada)........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................951 Resolução do TCU Resolução-TCU n° 241...............................946 Súmula n° 21........................................................................................................................................................943 Súmula n° 10.............944 Súmula n° 14 (cancelada)....................................................................................................................................Súmula n° 6.........................................................................................................................................................................................................................949 Súmulas do STJ Súmula n° 192.........................................................................................................955 Estabelece procedimentos para envio da relação de responsáveis que tiveram as contas julgadas irregulares à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral e dá outras providências..........................................................................................................

.

STF e STJ Resolução do TCU Lei das Eleições .Marcadores Código Eleitoral Constituição Federal Lei de Inelegibilidade Lei dos Partidos Políticos Lei das Eleições Legislação Correlata Normas Editadas pelo TSE Súmulas do TSE.

.

265 a 267) Capítulo III – Dos Recursos nos Tribunais Regionais (arts. 257 a 282) Capítulo I – Disposições Preliminares (arts. 71 a 81) Parte Quarta – Das Eleições (arts. 25 a 31) Título III – Dos Juízes Eleitorais (arts. 114 a 116) Capítulo I – Das Seções Eleitorais (arts. 55 a 61) Capítulo III – Dos Preparadores (arts. 82 a 86) Capítulo I – Do Registro dos Candidatos (arts. 1° a 11) Parte Segunda – Dos Órgãos da Justiça Eleitoral (arts. 159 a 196) Seção I – Disposições Preliminares (arts. 289 a 354) Capítulo III – Do Processo das Infrações (arts. 158 a 233) Capítulo I – Dos Órgãos Apuradores (art. 234 a 239) Título II – Da Propaganda Partidária (arts. 257 a 264) Capítulo II – Dos Recursos perante as Juntas e Juízos Eleitorais (arts. 105 a 113) Título II – Dos Atos Preparatórios da Votação (arts. 355 a 364) Título V – Disposições Gerais e Transitórias (arts. 32 a 35) Título IV – Das Juntas Eleitorais (arts. 197 a 204) Capítulo IV – Da Apuração no Tribunal Superior (arts. 158) Capítulo II – Da Apuração nas Juntas (arts. 153 a 157) Título V – Da Apuração (arts. 82 a 233) Título I – Do Sistema Eleitoral (arts. 52 a 54) Capítulo II – Da Transferência (arts. 173 a 187) Seção V – Da Contagem dos Votos pela Mesa Receptora (arts. 104) Capítulo IV – Da Representação Proporcional (arts. 219 a 224) Capítulo VII – Do Voto no Exterior (arts. 142 a 145) Capítulo IV – Do Ato de Votar (arts. 103) Capítulo III – Da Cédula Oficial (art. 119 a 130) Capítulo III – Da Fiscalização perante as Mesas Receptoras (arts. 234 a 383) Título I – Das Garantias Eleitorais (arts. 42 a 81) Título I – Da Qualificação e Inscrição (arts. 131 e 132) Título III – Do Material para Votação (arts. 205 a 214) Capítulo V – Dos Diplomas (arts. 283 a 364) Capítulo I – Disposições Preliminares (arts. 36 a 41) Parte Terceira – Do Alistamento (arts. 66) Capítulo V – Do Encerramento do Alistamento (arts. 16 a 24) Título II – Dos Tribunais Regionais (arts. 365 a 383) . 135 a 138) Capítulo II – Da Polícia dos Trabalhos Eleitorais (arts. 133 e 134) Título IV – Da Votação (arts. 87 a 102) Capítulo II – Do Voto Secreto (art. 268 a 279) Capítulo IV – Dos Recursos no Tribunal Superior (arts.Código Eleitoral Parte Primeira – Introdução (arts. 225 a 233) Parte Quinta – Disposições Várias (arts. 117 e 118) Capítulo II – Das Mesas Receptoras (arts. 215 a 218) Capítulo VI – Das Nulidades da Votação (arts. 67 a 70) Título II – Do Cancelamento e da Exclusão (arts. 62 a 65) Capítulo IV – Dos Delegados de Partido perante o Alistamento (art. 188 a 196) Capítulo III – Da Apuração nos Tribunais Regionais (arts. 135 a 157) Capítulo I – Dos Lugares da Votação (arts. 165 a 168) Seção III – Das Impugnações e dos Recursos (arts. 159 a 164) Seção II – Da Abertura da Urna (arts. 12 a 41) Título I – Do Tribunal Superior (arts. 146 a 152) Capítulo V – Do Encerramento da Votação (arts. 280 a 282) Título IV – Disposições Penais (arts. 169 a 172) Seção IV – Da Contagem dos Votos (arts. 42 a 51) Capítulo I – Da Segunda Via (arts. 139 a 141) Capítulo III – Do Início da Votação (arts. 283 a 288) Capítulo II – Dos Crimes Eleitorais (arts. 240 a 256) Título III – Dos Recursos (arts.

.

§ 1°. por mandatários escolhidos. 31 . Código Eleitoral Art. 14. e LC n° 64/1990. de 15 de julho de 1965 Institui o Código Eleitoral. a : alistamento e voto facultativos aos analfabetos. dos direitos políticos. 14. II. também. V. 1°. 3° Qualquer cidadão pode pretender investidura em cargo eletivo. 4°. sargentos ou alunos das escolas militares de ensino superior para formação de oficiais. Art. 1°. ƒƒ CF/88. temporária ou definitivamente. direta e secretamente. § 2°: alistamento vedado apenas aos conscritos. aprovada pelo Congresso Nacional. 81. art. §§ 3° e 8°: condições de elegibilidade. do Ato Institucional de 9 de abril de 1964: 18 anos. ressalvada a eleição indireta nos casos previstos na Constituição e leis específicas.-TSE n° 23. 2° Todo poder emana do povo e será II – os que não saibam exprimir-se na língua nacional. 6° e 7°. dentistas. Ac. III – os que estejam privados. 14. art. com as alterações dadas pela LC n° 135/2010: causas de inelegibilidade. caput. § 2°: alistamento vedado aos estrangeiros e aos conscritos. art. c: admissão do alistamento facultativo aos maiores de 16 e menores de Art. expedirá instruções para sua fiel execução. 99 CF/88. e § 8°: condições de elegibilidade do militar. nos termos do art. 14.Lei n° 4. art.-TSE n° 23. art.. 15: casos de perda ou de suspensão de direitos políticos. respeitadas as condições constitucionais e legais de elegibilidade e incompatibilidade. exercido. 99 CF/88. § 1°: caso de eleição pelo Congresso Nacional. 4° São eleitores os brasileiros maiores de 18 anos que se alistarem na forma da lei. em seu nome. art. 14.-TSE n° 15.274/2010: este dispositivo não foi recepcionado pela CF/88. deste código. caput: voto direto e secreto. II. 1° Este código contém normas destina- Parágrafo único. guardas-marinha. Art. 99 CF/88. §§ 4°. 14. aspirantes a oficiais. art. § 1°. segunda nota ao art.850/1989: a palavra “conscritos” alcança também aqueles matriculados nos órgãos de formação de reserva e os médicos. e art. art. por meio de representantes eleitos ou diretamente. parágrafo único: poder exercido pelo povo. 99 CF/88.737. 6° O alistamento e o voto são obrigatórios para os brasileiros de um e outro sexo. Art. I – os analfabetos. PARTE PRIMEIRA INTRODUÇÃO das a assegurar a organização e o exercício de direitos políticos precipuamente os de votar e ser votado. Res. ƒƒ CF/88. ƒƒ V. 99 CF/88.291/2004: este dispositivo não foi recepcionado pela CF/88. Faço saber que sanciono a seguinte Lei. 14. subtenentes ou suboficiais. art. 99 CF/88. art. Res.236/1975: “Determina providências para cumprimento da obrigatoriedade do alistamento eleitoral”. Os militares são alistáveis desde que oficiais. O Presidente da República. dentre candidatos indicados por partidos políticos nacionais. 5° Não podem alistar-se eleitores: ƒƒ CF/88. caput. Parágrafo único. 6°. O Tribunal Superior Eleitoral Art. durante o serviço militar obrigatório. farmacêuticos e veterinários que prestam serviço militar inicial obrigatório. salvo: ƒƒ Lei n° 6.

multiplicado pelo fator 33. art.-TSE n° 21. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. até que seja aprovado novo índice. Res. 99 CF/88. I – quanto ao alistamento: a) os inválidos. no caso de eleitor que esteja no exterior no dia da eleição.0641. autárquico ou paraestatal. b) os que se encontrem fora do seu domicílio. institutos e sociedades de qualquer natureza. art.-TSE n° 21. em conformidade com as regras de atualização dos débitos para com a União”. art. e com essas entidades celebrar contratos. 367. O § 4° do art.-TSE n° 21.920/2004. correspondentes ao segundo mês subseqüente ao da eleição. Art.522/2002. IV – obter empréstimos nas autarquias. será o último valor fixado para a Ufir. art. e Res. ou das respectivas autarquias. bem como fundações governamentais. art.538/2003. ƒƒ Res. V.383/1991. 80. art. ƒƒ Res. caixas econômicas federais ou estaduais.-TSE n° 21. c) os funcionários civis e os militares. 7° O eleitor que deixar de votar e não se justificar perante o Juiz Eleitoral até trinta dias após a realização da eleição incorrerá na multa de três a dez por cento sobre o salário mínimo da região. CÓDIGO ELEITORAL mínimo de 3% e o máximo de 10% desse valor para arbitramento da multa pelo não exercício do voto. tendo sido sua última reedição (MP n° 2. de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo. 80 da resolução citada estabelece o percentual II – receber vencimentos. 7° e 16. remuneração. arts. 14.176-79/2001) convertida na Lei n° 10. ƒƒ V.973-67/2000. parágrafo único: “Não estará sujeita a sanção a pessoa portadora de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais.02. § 1°. salário ou proventos de função ou emprego público. imposta pelo Juiz Eleitoral e cobrada na forma prevista no art. nos institutos e caixas de previdência social. art. 7°.961/1966. A Unidade Fiscal de Referência (Ufir). dos Estados. sociedades de economia mista. art. em serviço que os impossibilite de votar. 1°: alistamento eleitoral e voto obrigatórios para pessoas portadoras de deficiência. pagou a respectiva multa ou de que se justificou devidamente. 99 Lei n° 6. empresas. investir-se ou empossar-se neles. V – obter passaporte ou carteira de identidade. III – participar de concorrência pública ou administrativa da União. I: alistamento e voto obrigatórios para os maiores de dezoito anos. dos Territórios. foi extinta pela MP n° 1. 2° da Lei n° 4. mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado.091/1974. § 1° Sem a prova de que votou na última eleição. para os maiores de setenta anos e para os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. 231 deste código.538/2003. II – quanto ao voto: a) os enfermos. c) os que se encontrem fora do País. relativas ao alistamento e ao exercício do voto”. instituída pela Lei n° 8. ou de cuja administração este participe.920/2004. II: alistamento e voto facultativos para os analfabetos. bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo. bem como das de que trata esta resolução. prazo de trinta dias contados de seu retorno ao país.Art. 7° ƒƒ CF/88. § 1°. e seu último valor é R$1. § 1°: prazo de justificação ampliado para sessenta dias. não poderá o eleitor: I – inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública. IV: vedação da vinculação do salário mínimo para qualquer fim. 1°. do Distrito Federal ou dos Municípios. CF/88. 14. VI – renovar matrícula em estabelecimento 32 . b) os maiores de setenta anos. 85: “A base de cálculo para aplicação das multas previstas pelo Código Eleitoral e leis conexas.

quinta nota ao caput deste artigo. 91. deste código.-TSE n° 21. relativas ao alistamento e ao exercício do voto. 15. caput. 1° [. 6°.538/2003. art. maiores de 18 anos.-TSE n° 21. 99 Res. § 6°: eleitores excluídos do cancelamento. 20. ƒƒ Res. 8° do Código Eleitoral”. 2° O juiz eleitoral. não anulando a falta à eleição.236/1975: matrícula de estudante. ƒƒ CF/88. V. Art. determina em seu art. quinta nota ao caput deste artigo.-TSE n° 21. caput. I: brasileiros natos. e à utilização da Guia de Recolhimento da União (GRU)”. Art. não pagar a multa ou não se justificar no prazo de 6 (seis) meses. 2° não impede. ƒƒ V.] Art.-TSE n° 21.729/2000. parágrafo único: inaplicação da multa ao alistando que deixou de ser analfabeto. Art. imposta pelo Juiz e cobrada no ato da inscrição eleitoral através de selo federal inutilizado no próprio requerimento. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. ƒƒ V. caput: termo final do prazo para o eleitor requerer inscrição eleitoral ou transferência de domicílio. sem prova de estarem alistados não poderão praticar os atos relacionados no parágrafo anterior. poderá expedir. 4° a utilização obrigatória da GRU para recolhimento das multas eleitorais e penalidades pecuniárias. em favor do interessado. Não estará sujeita a sanção a pessoa portadora de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais. ƒƒ Res. certidão de quitação eleitoral. assim como doações de pessoas físicas ou jurídicas.143/1966. terceira nota ao art. § 2° Os brasileiros natos ou naturalizados. portanto. a regra contida nos arts. salvo os excetuados nos arts. Port. 1° da Lei n° 9.920/2004: Art. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 5° e 6°. A IN-STN n° 2/2009: “Dispõe sobre a Guia de Recolhimento da União (GRU).-TSE n° 288/2005: “Estabelece normas e procedimentos visando à arrecadação. recolhimento e cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas. n° I. 33 Código Eleitoral VII – praticar qualquer ato para o qual se Lei n° 4.961/1966.743/2000: a lei de anistia alcança exclusivamente as multas. com prazo de validade indeterminado. art. A Res. art. deste código. 12. exija quitação do serviço militar ou imposto de renda. 99 V.975/2004. 1° da Lei n° 7. acompanhado de documentação comprobatória da deficiência. 99 A Lei n° 5. 8° O brasileiro nato que não se alistar até os dezenove anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá na multa de três a dez por cento sobre o valor do salário mínimo da região. 80. 1° ou de seu representante legal ou procurador devidamente constituído.663/1988. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. Não se aplicará a pena ao não alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo primeiro dia anterior à eleição subseqüente à data em que completar dezenove anos. segunda nota ao art.-TSE n os 20. 7°. e 71. art. será cancelada a inscrição do eleitor que não votar em 3 (três) eleições consecutivas. 16. que não estará sujeito à penalidade prevista no art.733/2000 e 20. aboliu o imposto do selo. 3° da Lei n° 4. o alistamento eleitoral de seu beneficiário. ƒƒ Res.. que disciplina o recolhimento e a cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas e a distribuição do Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário). mediante requerimento de cidadão nas condições do parágrafo único do art.] Parágrafo único. e dá outras providências”. art. 8° 99 V. § 3°.CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Lei n° 6. mantida. 7°. Parágrafo único.041/1995.504/1997.737. a qualquer tempo. deste código. [. de 15 de julho de 1965 ..538/2003. 99 Lei n° 9. 3° A expedição da certidão a que se refere o caput do art.. a contar da data da última eleição a que deveria ter comparecido. § 3° Realizado o alistamento eleitoral pelo processo eletrônico de dados..

-TSE n° 21. art. mediante proposta do Tribunal Superior. Art. ƒƒ Res. II – um Tribunal Regional.c. em favor do interessado. no Distrito Federal e. O art. O eleitor que não votar e não pagar a multa. por aplicação analógica deste artigo.-TSE n° 21. o art.-TSE nos 14.920/2004.641/1996 e Res.-TSE n° 21. Ac. 10. deste código e arts. mas poderá ser elevado até nove. 11. Art. 82 e 85 da Res. 7°. art. O Juiz Eleitoral fornecerá aos que PARTE SEGUNDA DOs ÓRGÃOs DA JUsTIÇA ELEITORAL ƒƒ CF/88. deste código. 33. dos débitos decorrentes de sanções pecuniárias de natureza administrativa impostas com base no Código Eleitoral e na Lei n° 9. com sede na Capital da República e jurisdição em todo o País. relativas ao alistamento e ao exercício do voto”. ao que estiver quite com as obrigações eleitorais. 99 V. art. com redação dada pela Res. poderá expedir. 7° e 8° incorrerão na multa de 1 (um) a 3 (três) salários mínimos vigentes na Zona Eleitoral ou de suspensão disciplinar até 30 (trinta) dias. mediante requerimento de cidadão nas condições do parágrafo único do art. 99 V. 120. art. também.538/2003. § 1° A multa será cobrada no máximo 34 . art. caput. art. III – Juntas Eleitorais.-TSE n° 12. certidão de quitação eleitoral. 121: prescrição da organização e competência dos tribunais. 13. e 20. terceira nota ao art. CÓDIGO ELEITORAL § 2° Em qualquer das hipóteses. 120. na capital de cada Estado. deste código. quarta nota ao art.504/1997. na capital de Território. CF/88.504/1992: o Código Eleitoral foi recepcionado como lei complementar. do “pagamento. ao qual deve preceder consulta ao juízo de origem sobre o quantum a ser exigido do devedor”. 99 CF/88. Art. ƒƒ Res.-TSE nos 21. ƒƒ CF/88. salvo se o eleitor quiser aguardar que o Juiz da Zona em que se encontrar solicite informações sobre o arbitramento ao Juízo da inscrição. 2°. 8°. dispõe: “O juiz eleitoral. ƒƒ Res. § 3°: instituição de órgãos judiciários nos territórios federais.150/1994 e 18.-TSE n° 22. não votarem por motivo justificado e aos não alistados nos termos dos artigos 5° e 6°. efetuado o pagamento através de selos federais inutilizados no próprio requerimento. documento que os isente das sanções legais. art. IV – Juízes Eleitorais.497/1999: expedição de certidão de quitação eleitoral por juízo de zona eleitoral diversa da inscrição ao eleitor que estiver em débito e. e Res. art. poderá efetuar o pagamento perante o Juízo da Zona em que estiver. 12.-TSE n° 21. 96.823/2004: admissibilidade. § 1°: previsto. o Juiz que recolheu a multa comunicará o fato ao da Zona de inscrição e fornecerá ao requerente comprovante do pagamento. 82.Art. ƒƒ V. 9° Art. c. a: proposta de alteração do número de membros. I – o Tribunal Superior Eleitoral. se se encontrar fora de sua Zona e necessitar de documento de quitação com a Justiça Eleitoral. O número de Juízes dos Tribunais Regionais não será reduzido. 1° ou de seu representante legal ou procurador devidamente constituído. dos juízes de direito e das juntas eleitorais por lei complementar. São órgãos da Justiça Eleitoral: ƒƒ CF/88. perante qualquer juízo eleitoral. 367. caput.545/2007. mediante proposta do Tribunal Superior. II. com prazo de validade indeterminado”. 1°. 9° Os responsáveis pela inobservância do disposto nos arts.667/2004: “Dispõe sobre a utilização do serviço de emissão de certidão de quitação eleitoral por meio da Internet e dá outras providências”. acompanhado de documentação comprobatória da deficiência. n° I. e na forma por ele sugerida. I. parágrafo único: “Não estará sujeita a sanção a pessoa portadora de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais. 118. Art.538/2003.

16.94. na ADI-MC n° 1.. salvo motivo justificado. deste código. DO TRiBUnaL SUpERiOR TÍtULO I Art. § 1° Os biênios serão contados. sem o desconto de qualquer afastamento.-STF. 25 deste código.-TSE n° 20.407/1972. nem mesmo o decorrente de licença. a. não poderão servir como Juízes nos Tribunais Eleitorais.504/1997. na mesma ocasião e pelo mesmo processo. 99 CF/88. e ƒƒ CF/88. indicados pelo Supremo Tribunal Federal. caput: composição mínima de 7 (sete) membros.825/2008: impedimento de membro de tribunal regional eleitoral para desempenhar função eleitoral perante circunscrição em que houver parentesco com candidato a cargo eletivo.-TSE n° 9. art. até a apuração final da eleição.896/2001 e 21. apuração ou encerramento de alistamento. art. observar-se-ão as mesmas formalidades indispensáveis à primeira investidura. alterada pela Res.737. Art. art. V. I. de candidato a cargo eletivo registrado na circunscrição. também.-TSE n° 9. 14. ƒƒ CF/88. ƒƒ Lei n° 9. coincidir a realização de eleição. § 3° Da homologação da respectiva Convenção partidária. § 1° Não podem fazer parte do Tribunal Superior Eleitoral cidadãos que tenham entre si parentesco. Os substitutos dos membros efetivos dos Tribunais Eleitorais serão escolhidos. servirão obrigatoriamente por dois anos. Art. art. da Lei n° 8. 23. 121.177/1972. e nunca por mais de dois biênios consecutivos. § 2°. ƒƒ Parágrafos 1° ao 4° acrescidos pelo art. seja o vínculo legítimo ou 35 Código Eleitoral . ininterruptamente. § 2°. dentre os membros do Tribunal Federal de Recursos.127: advogados membros da Justiça Eleitoral não estão abrangidos pela proibição de exercício da advocacia contida no art. ƒƒ CF/88.. I – mediante eleição. art. art.906/1994 (EOAB). ficarão automaticamente afastados da Justiça Eleitoral pelo tempo correspondente. dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. nota ao art. o cônjuge. I. II – por nomeação do Presidente da República de dois dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. ou licença especial. II. ƒƒ Res. b: eleição dentre os ministros do Superior Tribunal de Justiça. § 2° Os Juízes afastados por motivo de licen- b) de dois Juízes. parente consangüíneo legítimo ou ilegítimo. 119. ƒƒ CF/88.-TSE n° 9. de suas funções na Justiça comum. 119. 121.961/1966. ƒƒ Ac. 16 § 4° No caso de recondução para o segundo biênio.CÓDIGO ELEITORAL composição dos tribunais regionais. ainda que por afinidade. ƒƒ Res. de 15 de julho de 1965 Art. VI. art. Lei n° 4. ou afim. II.10. 12 da Res. salvo no caso do § 3°. até o quarto grau. ça. férias e licença especial. pelo voto secreto: a) de três Juízes. com períodos de férias coletivas. art. Res. ou como Juiz Eleitoral.461/2003: aprova os formulários através dos quais deverão ser prestadas as informações a que se refere o art. sendo o § 4° correspondente ao primitivo parágrafo único. férias.177/1972. 28. de 6. ainda. até o segundo grau. 119. 95: juiz eleitoral como parte em ação judicial.958/2001: dispõe sobre “Instruções que regulam a investidura e o exercício dos membros dos tribunais eleitorais e o término dos respectivos mandatos”: essa resolução disciplina inteiramente o assunto tratado na Res. em número igual para cada categoria. 119. Compõe-se o Tribunal Superior Eleitoral: ƒƒ CF/88. Os Juízes dos Tribunais Eleitorais. V. 4° da Lei n° 4.-TSE n° 22. 15.-TSE nos 20. exceto quando.

que lhes devem dar imediato e preciso cumprimento.-TSE. excluindo-se neste caso o que tiver sido escolhido por último. ƒƒ V. O Tribunal Superior delibera por maioria de votos.-TSE n° 21. eleição do corregedor-geral dentre os ministros do Superior Tribunal de Justiça.-TSE n° 7. na Pet n° 337554: ilegitimidade de órgão regional do Ministério Público Federal para atuar perante o TSE. § 1° As atribuições do Corregedor-Geral serão fixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. 1° da Lei n° 7. e para Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral um dos seus membros. o Procurador-Geral da República. ƒƒ Res. como sobre quaisquer recursos que importem anulação geral de eleições ou perda de diplomas. § 2° No desempenho de suas atribuições. Res. será convocado o substituto ou o respectivo suplente. Se ocorrer impedimento de algum Juiz. Art. em sessão pública. com a presença da maioria de seus membros. cabendo ao outro a Vice-Presidência. ƒƒ Incisos I e II e §§ 1° e 2° com redação dada pelo art.329/2002: “Aprova a organização dos serviços da Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá para seu Presidente um dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. III – a requerimento de partido deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral. que seja diretor. só poderão ser tomadas com a presença de todos os seus membros. 99 CF/88.-TSE n° 19. 73 a 75 da LC n° 75/1993.372/2003: “Estabelece rotina para realização de correições nas zonas eleitorais do país”. isenção ou favor em virtude de contrato com a administração pública. as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União”. Art. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac. 17. e sem prejuízo das respectivas funções. 119. Art. que “dispõe sobre a organização. seu substituto legal. federal. define a competência das unidades e as atribuições dos titulares de cargos e funções”. 36 .-TSE n° 21. de 19. 18. CÓDIGO ELEITORAL IV – sempre que entender necessário. 19.651/1965: “Instruções que fixam as atribuições do corregedor-geral e dos corregedores regionais da Justiça Eleitoral”. junto ao Tribunal Superior Eleitoral. onde não poderão ter assento. Parágrafo único. II – a pedido dos Tribunais Regionais Eleitorais. I – por determinação do Tribunal Superior Eleitoral. funcionando. parágrafo único: eleição do presidente e do vice-presidente. proprietário ou sócio de empresa beneficiada com subvenção. 17 ilegítimo. assim na interpretação do Código Eleitoral em face da Constituição e cassação de registro de partidos políticos. em suas faltas e impedimentos.684/2000 e 612/2004: possibilidade de julgamento com o quorum incompleto em caso de suspeição ou impedimento do ministro titular da classe de advogado e impossibilidade jurídica de convocação de juiz substituto.10. art. As decisões do Tribunal Superior. vinculam os Corregedores Regionais. ƒƒ Res. § 3° Os provimentos emanados da Corregedoria-Geral.2010. o Corregedor-Geral se locomoverá para os Estados e Territórios nos seguintes casos: Parágrafo único. 99 Res. com exercício no Distrito Federal. à exceção apenas do termo “respectivo”. arts. para auxiliá-lo junto ao Tribunal Superior Eleitoral.-TSE nos 16. privilégio. § 2° A nomeação de que trata o inciso II deste artigo não poderá recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível ad nutum. ou que exerça mandato de caráter político. estadual ou municipal.Art. Exercerá as funções de Procurador-Geral.191/1984. O Procurador-Geral poderá designar outros membros do Ministério Público da União.740/1996: aplicabilidade deste parágrafo único aos TREs.

dos Ministros de Estado e dos Tribunais Regionais. Art. do Procurador-Geral ou de funcionários de sua Secretaria. 2°. art. c: competência do STF para processar e julgar.-TSE.239/1999.12. 37 Código Eleitoral . Lei n° 4. 14.098/1992. art. nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. mediante o processo previsto em regimento. deste código e art. arts. 97: “Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público”. os membros dos tribunais superiores. 102. Parágrafo único. praticar ato que importe aceitação do argüido. nos crimes comuns e nos de responsabilidade.737.-STF n° 72/63: “No julgamento de questão constitucional. I. c) a suspeição ou impedimento aos seus membros. ƒƒ Lei n° 9. instruções e outros atos emanados do Tribunal Superior Eleitoral.-TSE nos 13. mesmo que implique anulação de eleição ou perda de diploma.096/1995. 99 Súm. ƒƒ CF/88. sujeitando-se eventual agravo regimental ao disposto neste artigo.254. 105. nos casos previstos na lei processual civil ou penal e por motivo de parcialidade partidária. art. 20. ao Procurador-Geral e aos funcionários da sua Secretaria. 22. evitar a perda do diploma. art. em matéria eleitoral. quando houver perigo de se consumar a violência antes que o Juiz competente possa prover sobre a impetração. 19/2002 e 3. afinal. d) os crimes eleitorais e os comuns que lhes forem conexos cometidos pelos seus próprios Juízes e pelos Juízes dos Tribunais Regionais. a: competência do STJ para processar e julgar. 5.10. os membros dos tribunais regionais eleitorais. de 23.-TSE. 7° e 8°: aquisição da personalidade jurídica mediante registro no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. I: arguição de inelegibilidade perante o Tribunal Superior Eleitoral. Art. § 7°.2007. ou no processo originário”.561/2002. 15. Perante o Tribunal Superior.106/2002: admissibilidade de exceção de suspeição de magistrado para todo o processo eleitoral.-TSE nos 19.2007. mandados.282/2004 e Ac. art. o habeas corpus. na MC n° 2. 36. Ac.. no Ag n° 8.864 e.2007.10. ƒƒ CF/88.759: possibilidade de provimento de recurso por decisão monocrática.] na hipótese em que o agravo regimental busca. 95 da Lei n° 9. Os Tribunais e Juízes inferiores devem dar imediato cumprimento às decisões. ainda que inicialmente decidida no âmbito da Corte de origem”.CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Ac. ƒƒ LC n° 64/1990. 9°: registro do estatuto no Tribunal Superior Eleitoral. de 13. de 15 de julho de 1965 b) os conflitos de jurisdição entre Tribunais Regionais e Juízes Eleitorais de Estados diferentes.8.062: exigência de quorum completo inclusive “[. ou.2007. § 3°.-TSE. no RMS n° 526: inaplicabilidade do quorum de deliberação previsto neste dispositivo aos tribunais regionais eleitorais. 28: casos de cancelamento do registro civil e do estatuto dos partidos políticos. do RITSE. de 9. dos seus Diretórios Nacionais e de candidatos a Presidência e Vice-Presidência da República. Será ilegítima a suspeição quando o excipiente a provocar ou. Compete ao Tribunal Superior: I – processar e julgar originariamente: a) o registro e a cassação de registro de partidos políticos. no ED-AgR-Ag n° 8. de 25. relativos a atos do Presidente da República. art. parágrafo único. vinculada a decisão do Tribunal Superior Eleitoral. 22 Art. qualquer interessado poderá argüir a suspeição ou impedimento dos seus membros.11. depois de manifestada a causa.504/1997: impedimento de juiz por parentesco ou que for parte em ação judicial que envolva candidato. Art. I. ainda. com base no art.. ƒƒ Ac. art. ƒƒ V. e) o habeas corpus ou mandado de segurança.2007. 99 Ac. não estão impedidos os ministros do Supremo Tribunal Federal que ali tenham funcionado no mesmo processo. de 27. 21. no REspe n° 25.

vale dizer. VI: competência originária dos tribunais para julgar os mandados de segurança contra seus atos. Ac. ƒƒ Alínea acrescida pelo art.2011. 102. ƒƒ Dec. 22 99 A Res. g) as impugnações à apuração do resultado geral. §§ 1° e 2°. no HC n° 349682: incompetência do TSE para processar e para julgar habeas corpus impetrado contra sua decisão.3. primeira nota ao art.483/1999 e 3.4. j) a ação rescisória. art. no prazo de trinta dias a contar da conclusão.2009. quanto à sua contabilidade e à apuração da origem dos seus recursos.617/2002 e 19. III. proclamação dos eleitos e expedição de diploma na eleição de Presidente e VicePresidente da República. contra seus próprios julgados.961/1966. CF/88. h) os pedidos de desaforamento dos feitos não decididos nos Tribunais Regionais dentro de trinta dias da conclusão ao Relator. § 1°. 276. ƒƒ Lei n° 9. II – julgar os recursos interpostos das decisões dos Tribunais Regionais nos termos 38 . I.618/2002: cabimento de ação rescisória de julgado de TRE em matéria não eleitoral. art. de 17. ƒƒ Lei n° 9. deste código.8. ƒƒ Alínea acrescida pelo art. Ac. ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman). CF/88.409.-STF.4. na AR n° 339 e. inclusive.-TSE nos 19. monocrática do Min. de 11. incumbiu somente ao TSE seu processo e julgamento. ƒƒ Alínea com redação dada pelo art. § 4°.175/2004: competência dos tribunais regionais eleitorais tão somente para julgar os pedidos de segurança contra atos inerentes à sua atividade-meio.1983. suspendeu a locução “ou mandado de segurança”. aplicando-se a legislação processual civil. à hipótese de mandado de segurança contra ato.-TSE nos 106/2000 e 89/2001: TRE não é competente para o julgamento de ação rescisória.-TSE nos 2. 94.-STF. 6° da Lei n° 4.504/1997.1999. da Constituição Federal. de natureza eleitoral. I. i) as reclamações contra os seus próprios Juízes que.5. não houverem julgado os feitos a eles distribuídos. caput: exame pelo Tribunal Superior Eleitoral e pelos tribunais regionais eleitorais da escrituração do partido e apuração de qualquer ato que viole as prescrições legais ou estatutárias em matéria financeira. 1° da LC n° 86/1996.2008. de 7. na AR n° 262.459: declara inconstitucionais o trecho grifado e a expressão “aplicando-se. CF/88.961/1966. do presidente da República. na ADI n° 1. na AR n° 376. do Senado Federal. 21. mantida a competência do TSE para as demais impetrações previstas neste inciso.1994. 105. in fine: competência da Justiça Eleitoral para o mandado de injunção. I. de 5. n° 132/1984. no MS n° 20. que lhe deu causa. art. de 10. 99 Ac.096/1995. originariamente. 35.12. nos termos do art. V. desde que intentada dentro do prazo de cento e vinte dias de decisão irrecorrível. de 7. f) as reclamações relativas a obrigações impostas por lei aos partidos políticos.6.-TSE. art.Art.-TSE. Nesse sentido. 103-B. art. de 31. ƒƒ Ac. Entretanto. nos casos de inelegibilidade.2007: a competência para o julgamento das reclamações desta espécie passou ao Conselho Nacional de Justiça. CÓDIGO ELEITORAL formulados por partido. Ministério Público ou parte legitimamente interessada. ƒƒ Ac.727. h. no RE n° 163.-STF. art. 6° da Lei n° 4. candidato. d: competência do STF para processar e julgar mandado de segurança contra ato do presidente da República. o STF deu-lhe interpretação para restringir o seu alcance à verdadeira dimensão da declaração de inconstitucionalidade no Ac. ao introduzir a ação rescisória no âmbito da Justiça Eleitoral. Ac. de 22. b: competência do STJ para processar e julgar mandado de segurança contra ato de ministro de Estado.-TSE n° 124/2001: cabimento de ação rescisória contra decisão monocrática de juiz do TSE.10. às decisões havidas até cento e vinte dias anteriores à sua vigência”. 2° da LC n° 86/1996”. Ac. José Delgado na Rcl n° 475. constante do art. 105. ƒƒ A LC n° 86/1996. possibilitando-se o exercício do mandato eletivo até o seu trânsito em julgado.2008. no Ac.

ƒƒ CF/88. caput .-TSE. assim como afastamento do exercício dos cargos efetivos.-TSE s/n°. 23 V – propor a criação de Tribunal Regional na sede de qualquer dos Territórios. 12. ƒƒ Ac. 281. As decisões do Tribunal Art. IX – expedir as instruções que julgar convenientes à execução deste Código. art. quando não o tiverem sido por lei. 39 Código Eleitoral . Lei n° 4. IV – aprovar o afastamento do exercício dos cargos efetivos dos Juízes dos Tribunais Regionais Eleitorais. privativamente. salvo nos casos do art.2007. CF/88. arts. 96. dos Corregedores Regionais e auxiliares em diligência fora da sede. art.-TSE n° 3.644/1997: competência do TSE para apreciar recurso contra decisão judicial de Tribunal Regional sobre matéria administrativa não eleitoral. de 4.2010. e Lei n° 9.2007.-TSE n° 19. ƒƒ Res. § 1°: fixação de data para as eleições presidenciais. 23. 28. VIII – aprovar a divisão dos Estados em Zonas Eleitorais ou a criação de novas Zonas. § 1°: ausência de previsão de aumento do número de membros dos tribunais regionais eleitorais.386: competência do TSE para homologar divisão da circunscrição do estado em zonas eleitorais. estaduais e municipais. e 77. 276 inclusive os que versarem matéria administrativa. 99 Incompetência do Tribunal Superior Eleitoral para apreciar recurso contra decisão de natureza estritamente administrativa proferida pelos tribunais regionais: Ac. e competência do TRE para revisão de transferência de sede da zona. ainda. de 22. federais. e 2°. ƒƒ V. 32.-TSE. art. bem como a criação de novas zonas. Art. 8°. ao Tribunal Superior: I – elaborar o seu Regimento Interno. 120. art. ƒƒ CF/88.CÓDIGO ELEITORAL do art.836 (alteração de função de confiança).709/1998. ƒƒ Res. Ac. nos REspe nos 25. 96.11. Compete. ƒƒ CF/88. ƒƒ CF/88. no REspe n° 25. § 2°. art. indicando a forma desse aumento. I. a. de 22. Ac. I. Senadores e Deputados Federais. II. III – conceder aos seus membros licença e férias. nos limites de sua circunscrição. a: competência para alteração do número de membros dos tribunais inferiores. no AgR-REspe n° 340044: não equiparação de recurso especial a recurso ordinário em razão de o primeiro julgamento do requerimento de registro de candidatura ter sido realizado por TRE. I e II. 29.-TSE.416 e 25. 1°. ƒƒ CF/88. para fixar a data de plebiscito e referendo.842/2004: “Dispõe sobre o afastamento de magistrados na Justiça Eleitoral do exercício dos cargos efetivos”. 2°.994/1997: “Estabelece normas para a criação e desmembramento de zonas eleitorais e dá outras providências”. 96. art. I: competência da Justiça Eleitoral. II. nota ao art. 96. na Pet n° 1.2. b.737. porquanto não se refere à composição mínima.2. caput .10. I. de 7.2003. f. X – fixar a diária do Corregedor-Geral. art. Dec.-TSE n° 21. de 15 de julho de 1965 VI – propor ao Poder Legislativo o aumento do número dos Juízes de qualquer Tribunal Eleitoral.-TSE nos 10/1996 e 12. Parágrafo único.434 (concessão de auxílio-alimentação e auxílio-creche). propondo ao Congresso Nacional a criação ou extinção dos cargos administrativos e a fixação dos respectivos vencimentos. VII – fixar as datas para as eleições de Presidente e Vice-Presidente da República.504/1997. Ac. provendo-os na forma da lei. ƒƒ Lei n° 9. Superior são irrecorríveis. caput. arts.395/2005: legalidade de resolução do TSE que fixou data de referendo em dia diverso do previsto no DLG n° 780/2005. II – organizar a sua Secretaria e a CorregedoriaGeral. deste código.

quando a resposta ao questionamento incidir sobre fato abarcado nesse período). 38. gerais ou parciais. pois ainda inexistente a norma no ordenamento jurídico).-TSE n° 23. 23. do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados”.877/2008.-TSE n os 23. 188 deste código. ƒƒ Ac. ƒƒ LC n° 97/1999.404/2004: a consulta não tem caráter vinculante. ƒƒ Res. assim entendido como as convenções partidárias para escolha de candidatos.828/2008 e 22. em qualquer parte do território nacional”. nos termos do art. sempre que houver de se realizar eleições.515/2007: exigência de autorização específica ou documento que comprove estar o consulente CÓDIGO ELEITORAL habilitado a formular consultas em nome do partido político a que pertence. com redação dada pelo art. CPC) para o ajuizamento de consulta. XIII – autorizar a contagem dos votos pelas Mesas Receptoras nos Estados em que essa providência for solicitada pelo Tribunal Regional respectivo. XII – responder. de suas próprias decisões ou das decisões dos Tribunais Regionais que o solicitarem. às consultas que lhe forem feitas em tese por autoridade com jurisdição federal ou órgão nacional de partido político.247/2006 (deputado federal). de 1°. por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais.228/2006 (senador). § 7°. 23 XI – enviar ao Presidente da República a lista tríplice organizada pelos Tribunais de Justiça.135/2009.2011. ƒƒ Legitimidade para formular consulta ao TSE: Res. no PA n° 321007: insuficiência do pronunciamento do secretário de Segurança Pública para a requisição de forças federais. 22. 25. Res.-TSE n° 22.-TSE n° 23.-TSE n° 22. ƒƒ Hipóteses de descabimento de consulta: Res. mas pode servir de suporte para as razões do julgador. Res. ainda que formulada por parte ilegítima.-TSE n° 22. 15.10.-TSE nos 22. sobre matéria eleitoral.-TSE n° 14.488/2006 (após iniciado o processo eleitoral. como representante de órgão de direção nacional).314/2006: conhecimento de consulta sobre assuntos administrativos não eleitorais.035/2009 e 22. Res. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. e para garantir a votação e a apuração. art. Res.9. art. 124 da CF/88. de forma a impossibilitar o enfrentamento preciso da questão e dando margem a interpretações casuísticas).961/1966. 1° da LC n° 136/2010: a atuação do militar nas atividades de defesa civil a que se refere este dispositivo é considerada atividade militar para os fins do art.113/2009 e 23. Res.-TSE n° 23.-TSE n° 18.229/2006 (secretário-geral de comissão executiva nacional de partido político.504/1992: o poder de o TSE requisitar força federal prescinde da intermediação do presidente do Supremo Tribunal Federal. por intermédio dos presidentes do Supremo Tribunal Federal.-TSE n os 22.079/2009.-TSE. ƒƒ Ac. ƒƒ Res. § 1°: “Compete ao presidente da República a decisão do emprego das Forças Armadas. 2°: “O Departamento de Polícia Federal ficará à disposição da Justiça Eleitoral. Res. art. XIV – requisitar força federal necessária ao cumprimento da lei.-TSE n° 22. de 20.-TSE n° 23. 7° da Lei n° 4. ƒƒ LC n° 97/1999.-TSE n° 22. ƒƒ Res.084/2009 (questionamento com base em redação de ato normativo não mais vigente). na Cta n° 182354: o partido não precisa de instrumento de mandato com poderes específicos (art. Res.391/2006 (matéria processual).126/2009: consulta versando sobre matéria administrativa recebida como processo administrativo.064/1969. 23. dada a relevância do tema.016/2009 (projeto de lei em tramitação. Res. ƒƒ DL n° 1. Essa decisão foi proferida na 40 .035/2009 (formulação em termos genéricos. 15.853/2008 e 22.342/2006 (Defensoria Pública da União).-TSE. ƒƒ Ac. art.914/2008 (matéria interna corporis de partido político).-TSE nos 23.-TSE n° 22. dadas a relevância do tema e a economia processual. Res. Res. ƒƒ V.2010.623/1988: atribuições da Polícia Federal quando à disposição da Justiça Eleitoral.Art.

CÓDIGO ELEITORAL
vigência da LC n° 69/1991 (revogada pela LC n° 97/1999), que continha dispositivo de teor idêntico ao do referido § 1°. Dec.-TSE s/n°, de 16.9.2008, no PA n° 20.007, e de 12.8.2008, no PA n° 19.908: prévia manifestação de governador de estado, não vinculativa, para deferimento de requisição de forças federais nas eleições de 2008, em respeito ao princípio federativo e tendo em vista sua condição de chefe das polícias civil e militar do estado. V., contudo, Dec.-TSE s/n°, de 30.9.2008, no PA n° 20.082, e de 29.9.2008, no PA n° 20.051: dispensa de manifestação quanto aos pedidos formulados nas vésperas do pleito em virtude do exíguo lapso temporal disponível. ƒƒ Res.-TSE n° 21.843/2004: “Dispõe sobre a requisição de força federal, de que trata o art. 23, inciso XIV, do Código Eleitoral, e sobre a aplicação do art. 2° do DL n° 1.064/1969”.

Art. 24
parte no processo eleitoral. Oficiando como custos legis, o Ministério Público não pode intervir na qualidade de parte para postular interpretação incompatível com opinião antes manifestada, por aplicação do princípio da indivisibilidade e da preclusão lógica.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

I – assistir às sessões do Tribunal Superior e tomar parte nas discussões;
ƒƒ Ac.-TSE n° 11.658/1990: o modo como se dará a participação nas discussões é matéria que diz com o funcionamento dos tribunais a quem cabe a prerrogativa de disciplinar autonomamente.

II – exercer a ação pública e promovê-la até
final, em todos os feitos de competência originária do Tribunal;

jurisprudência;

XV – organizar e divulgar a súmula de sua XVI – requisitar funcionários da União e do

III – oficiar em todos os recursos encaminhados ao Tribunal;
ƒƒ RITSE, art. 13, c: compete ao procurador-geral “oficiar, no prazo de cinco dias, em todos os recursos encaminhados ao Tribunal, e nos pedidos de mandado de segurança”. ƒƒ Ac.-TSE, de 8.9.2011, nos ED-REspe n° 5410953: inaplicabilidade deste inciso aos recursos já em tramitação no TSE. ƒƒ Ac.-TSE n° 15.031/1997: desnecessidade de pronunciamento da Procuradoria-Geral nos embargos de declaração.

Distrito Federal quando o exigir o acúmulo ocasional do serviço de sua Secretaria;

ƒƒ Lei n° 6.999/1982 e Res.-TSE n° 23.255/2010: dispõem sobre a requisição de servidores públicos pela Justiça Eleitoral.

XVII – publicar um boletim eleitoral;
99 O Boletim Eleitoral foi substituído, em julho/1990, pela revista Jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (Res.-TSE n° 16.584/1990).

XVIII – tomar quaisquer outras providências que julgar convenientes à execução da legislação eleitoral.
ƒƒ Res.-TSE n° 22.931/2008: a competência do TSE para tomar as providências necessárias à execução da legislação eleitoral diz respeito especificamente ao seu poder normativo, não se enquadrando nessa hipótese controle prévio de ato ainda não editado.

IV – manifestar-se, por escrito ou oralmente, em todos os assuntos submetidos à deliberação do Tribunal, quando solicitada sua audiência por qualquer dos Juízes, ou por iniciativa sua, se entender necessário; V – defender a jurisdição do Tribunal; VI – representar ao Tribunal sobre a fiel observância das leis eleitorais, especialmente quanto à sua aplicação uniforme em todo o País; VII – requisitar diligências, certidões e esclarecimentos necessários ao desempenho de suas atribuições; VIII – expedir instruções aos órgãos do Ministério Público junto aos Tribunais Regionais;

Art. 24. Compete ao Procurador-Geral, como
chefe do Ministério Público Eleitoral:
ƒƒ Ac.-TSE, de 29.6.2006, no REspe n° 25.970: preponderância da conduta de fiscal da lei sobre a legitimação do Parquet para intervir como

41

Código Eleitoral

Art. 25
IX – acompanhar, quando solicitado, o Corre-

CÓDIGO ELEITORAL
ƒƒ Ac.-STF, de 29.11.1990, no MS n° 21.073 e, de 19.6.1991, no MS n° 21.060: a OAB não participa do procedimento de indicação de advogados para composição de TRE. ƒƒ V. segunda nota ao art. 16, II, deste código. ƒƒ Res.-TSE n° 22.222/2006 e Dec.-TSE s/n°, de 17.8.2006, no ELT n° 468: “O mesmo advogado somente poderá ser indicado simultaneamente para o preenchimento de um cargo efetivo e um de substituto”.

gedor-Geral, pessoalmente ou por intermédio de Procurador que designe, nas diligências a serem realizadas.
ƒƒ V. art. 18 deste código.

DOs TRiBUnais REGiOnais

TÍtULO II

Art. 25. Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: I – mediante eleição, pelo voto secreto:
a) de dois Juízes, dentre os Desembargadores do Tribunal de Justiça; e b) de dois Juízes de Direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça;

§ 1° A lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça será enviada ao Tribunal Superior Eleitoral.
ƒƒ Res.-TSE n° 21.461/2003: “Dispõe sobre o encaminhamento de lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça ao Tribunal Superior Eleitoral [...].” Res.-TSE n° 20.958/2001: “Instruções que regulam a investidura e o exercício dos membros dos tribunais eleitorais e o término dos respectivos mandatos”. Os modelos de formulários para a prestação das informações que devem acompanhar a lista tríplice são os aprovados pela Res.-TSE n° 9.407/1972, alterada pelas Res.-TSE n os 20.896/2001 e 21.461/2003. ƒƒ Dec.-TSE s/n°, de 1°.6.2004, na ELT n° 394: inadmissibilidade de lista contendo apenas um nome.

II – do Juiz Federal e, havendo mais de um, do que for escolhido pelo Tribunal Federal de Recursos; e
99 CF/88, art. 120, § 1°, II: de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital, ou, não havendo, de um juiz federal.

III – por nomeação do Presidente da República, de dois dentre seis cidadãos de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.
ƒƒ Incisos com redação dada pelo art. 2° da Lei n° 7.191/1984. 99 CF/88, art. 120, § 1°, III: nomeação dentre seis advogados. ƒƒ Res.-TSE nos 20.958/2001, art. 12, parágrafo único, VI; e 21.461/2003, art. 1°: exigência de 10 anos de prática profissional; art. 5°, desta última: dispensa da comprovação se já foi juiz de TRE. Ac.-STF, de 31.5.2005, no RMS n° 24.334 e, de 29.11.2005, no RMS n° 24.232: a regra geral prevista no art. 94 da Constituição – dez anos de efetiva atividade profissional – se aplica de forma complementar à regra do art. 120 da Constituição. Res.-TSE n° 21.644/2004: necessidade, ainda, de participação anual mínima em cinco atos privativos em causas ou questões distintas, nos termos do art. 5° do Regulamento Geral do EOAB.

§ 2° A lista não poderá conter nome de Ma-

gistrado aposentado ou de membro do Ministério Público.
ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 8° da Lei n° 4.961/1966. ƒƒ Ac.-STF, de 15.12.1999, no RMS n° 23.123: este dispositivo foi recepcionado pela CF/88 e não foi revogado pela Lei n° 7.191/1984.

§ 3° Recebidas as indicações o Tribunal Supe-

rior divulgará a lista através de edital, podendo os partidos, no prazo de cinco dias, impugná-la com fundamento em incompatibilidade.
99 Ac.-TSE, de 12.5.2011, na LT n° 351588: legitimidade ativa do Ministério Público para impugnar advogado indicado em lista tríplice.

§ 4° Se a impugnação for julgada procedente

quanto a qualquer dos indicados, a lista será

42

CÓDIGO ELEITORAL
devolvida ao Tribunal de origem para complementação.

Art. 27
regionais eleitorais, afasta a incidência do art. 102 da LC n° 35/1979 (Loman) nesse particular. Res.-TSE nos 20.120/1998, 22.458/2006, e Ac.-TSE, de 15.8.2006, na AgR-RP n° 982: impossibilidade de reeleição de presidente de tribunal regional, nos termos do art. 102 da LC n° 35/1979 (Loman). V., ainda, Ac.-STF, de 19.12.2006, na Rcl n° 4.587, que reformou o Ac.-TSE, de 15.8.2006, na AgR-RP n° 982 e Ac.-TSE, de 20.9.2011, no AgR-Rcl n° 121267: impossibilidade de alteração ou restrição, por qualquer norma infraconstitucional, da duração bienal de investidura e da possibilidade de recondução de juiz de TRE.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

§ 5° Não havendo impugnação, ou desprezada esta, o Tribunal Superior encaminhará a lista ao Poder Executivo para a nomeação. § 6° Não podem fazer parte do Tribunal Regional pessoas que tenham entre si parentesco, ainda que por afinidade, até o 4° grau, seja o vínculo legítimo ou ilegítimo, excluindo-se neste caso a que tiver sido escolhida por último.

§ 7° A nomeação de que trata o n° II deste artigo não poderá recair em cidadão que tenha qualquer das incompatibilidades mencionadas no art. 16, § 4°.
ƒƒ O DL n° 441/1969 revogou os §§ 6° e 7° do art. 25, passando os §§ 8° e 9° a constituir, respectivamente, os §§ 6° e 7°. ƒƒ A Lei n° 7.191/1984, ao alterar o art. 25, não fez nenhuma referência aos parágrafos constantes do artigo modificado. Segundo decisões do TSE (Res.-TSE nos 12.391/1985 e 18.318/1992, e Ac.-TSE n° 12.641/1996) e do STF (Ac.-STF, de 15.12.1999, no RMS n° 23.123), os referidos parágrafos não foram revogados pela lei citada. 99 A remissão ao § 4° do art. 16 deste código refere-se a sua redação original. Com redação dada pela Lei n° 7.191/1984, a matéria contida no § 4° do art. 16 passou a ser tratada no § 2°.

§ 1° As atribuições do Corregedor Regional

serão fixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral e, em caráter supletivo ou complementar, pelo Tribunal Regional Eleitoral perante o qual servir.
ƒƒ V. notas ao art. 17, § 1°, deste código.

§ 2° No desempenho de suas atribuições o

Corregedor Regional se locomoverá para as Zonas Eleitorais nos seguintes casos: Eleitoral ou do Tribunal Regional Eleitoral;

I – por determinação do Tribunal Superior II – a pedido dos Juízes Eleitorais; III – a requerimento de partido, deferido pelo Tribunal Regional; IV – sempre que entender necessário. Art. 27. Servirá como Procurador Regional
junto a cada Tribunal Regional Eleitoral o Procurador da República no respectivo Estado, e, onde houver mais de um, aquele que for designado pelo Procurador-Geral da República.
ƒƒ V. arts. 76 e 77 da LC n° 75/1993, que “Dispõe sobre a organização, as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União”, e Ac.-TSE n° 309/1996: “As normas da Lei Orgânica do Ministério Público da União revogaram o art. 27 e seus parágrafos do Código Eleitoral, porquanto regularam completamente a matéria”. V., ainda, a parte final da segunda nota ao § 4° deste artigo. ƒƒ Res.-TSE n° 22.458/2006: possibilidade de recondução de procuradores regionais

Art. 26. O Presidente e o Vice-Presidente do

Tribunal Regional serão eleitos por este dentre os três Desembargadores do Tribunal de Justiça; o terceiro Desembargador será o Corregedor Regional da Justiça Eleitoral.
99 CF/88, art. 120, § 2°, c.c. o § 1°, I, a: eleição dentre os dois desembargadores. Não havendo um terceiro magistrado do Tribunal de Justiça, alguns tribunais regionais atribuem a função de corregedor ao vice-presidente, cumulativamente, enquanto outros prescrevem a eleição dentre os demais juízes que o compõem. ƒƒ Ac.-TSE n° 684/2004: a regra contida no art. 120, § 2°, da CF/88, no tocante ao critério para eleição dos titulares dos cargos de presidente e vice-presidente dos tribunais

43

Código Eleitoral

Art. 28
eleitorais por uma vez, a teor do art. 76, § 1°, da LC n° 75/1993.

CÓDIGO ELEITORAL
ƒƒ V. quinta nota ao art. 19, parágrafo único, deste código. ƒƒ Ac.-TSE, de 2.8.2011, no REspe n° 35.627: a duplicidade do voto do presidente do regional no caso de empate conflita com o disposto neste artigo. ƒƒ Ac.-TSE, de 4.5.2010, no REspe n° 36.151: exigência do quorum previsto no caput, ainda que regimento interno de TRE disponha de forma diversa.

§ 1° No Distrito Federal, serão as funções de Procurador Regional Eleitoral exercidas pelo Procurador-Geral da Justiça do Distrito Federal.
ƒƒ V. primeira nota ao caput deste artigo: a função de procurador regional eleitoral será exercida por procurador regional da República.

§ 2° Substituirá o Procurador Regional, em

suas faltas ou impedimentos, o seu substituto legal.

§ 1° No caso de impedimento e não existindo
quorum, será o membro do Tribunal substituído por outro da mesma categoria, designado na forma prevista na Constituição.

§ 3° Compete aos Procuradores Regionais exercer, perante os Tribunais junto aos quais servirem, as atribuições do Procurador-Geral.
ƒƒ LC n° 75/1993, art. 79, parágrafo único, e Ac.-TSE n° 19.657/2004, dentre outras decisões: competência do procurador regional eleitoral para designar promotor eleitoral, por indicação do procurador-geral de justiça, nas hipóteses de impedimento, recusa justificada ou inexistência de promotor que oficie perante a zona eleitoral.

ƒƒ Res.-TSE n° 19.740/1996: “Juiz classe jurista. Impedimento ou suspeição. Convocação do substituto da mesma categoria por ordem de antigüidade, permanecendo o impedimento ou suspeição convoca-se o remanescente. Aplicação do art. 19, parágrafo único do CE”. ƒƒ Res.-TSE n° 22.469/2006: “Não há como convocar substitutos representantes de classe diversa para complementação de quorum em Tribunal Regional Eleitoral, dado ser exigível que tal ocorra entre membros da mesma classe, na esteira do estabelecido no art. 7° da Res.-TSE n° 20.958/2001”.

§

4° Mediante prévia autorização do Procurador-Geral, podendo os Procuradores Regionais requisitar, para auxiliá-los nas suas funções, membros do Ministério Público local, não tendo estes, porém, assento nas sessões do Tribunal.
99 O vocábulo “podendo” consta da redação original do dispositivo publicado no DOU. 99 LC n° 75/1993, art. 77, parágrafo único: designação pelo procurador-geral eleitoral, por necessidade de serviço, de outros membros do Ministério Público Federal para oficiar perante os tribunais regionais eleitorais. Res.-TSE n° 20.887/2001: admite a designação de promotor de justiça para auxiliar o procurador regional, em caso de dificuldade de contar apenas com membros do Ministério Público Federal para desempenho das funções eleitorais.

§ 2° Perante o Tribunal Regional, e com recur-

so voluntário para o Tribunal Superior qualquer interessado poderá argüir a suspeição dos seus membros, do Procurador Regional, ou de funcionários da sua Secretaria, assim como dos Juízes e escrivães eleitorais, nos casos previstos na lei processual civil e por motivo de parcialidade partidária, mediante o processo previsto em regimento.
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. ƒƒ V. nota ao art. 20, caput, deste código.

§ 3° No caso previsto no parágrafo anterior
será observado o disposto no parágrafo único do art. 20.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 9° da Lei n° 4.961/1966.

Art. 28. Os Tribunais Regionais deliberam por maioria de votos, em sessão pública, com a presença da maioria de seus membros.

44

CÓDIGO ELEITORAL
Art. 29. Compete aos Tribunais Regionais: I – processar e julgar originariamente:
a) o registro e o cancelamento do registro dos Diretórios Estaduais e Municipais de partidos políticos, bem como de candidatos a Governador, Vice-Governadores, e membro do Congresso Nacional e das Assembléias Legislativas;
ƒƒ LC n° 64/1990, art. 2°, parágrafo único, II: arguição de inelegibilidade perante os tribunais regionais eleitorais. 99 Lei n° 9.096/1995, art. 10, parágrafo único: “O partido comunica à Justiça Eleitoral a constituição de seus órgãos de direção e os nomes dos respectivos integrantes, bem como as alterações que forem promovidas, para anotação [...]”. Ac.-TSE n° 13.060/1996: “A finalidade dessa comunicação, entretanto, não é a de fazer existir o órgão de direção ou permitir que participe do processo eleitoral [...]. A razão de ser, pois, é a publicidade, ensejando, ainda, aos tribunais, verificar quem representa os partidos”.

Art. 30
grau de recurso, os denegados ou concedidos pelos Juízes Eleitorais; ou, ainda, o habeas corpus, quando houver perigo de se consumar a violência antes que o Juiz competente possa prover sobre a impetração; f) as reclamações relativas a obrigações impostas por lei aos partidos políticos, quanto à sua contabilidade e à apuração da origem dos seus recursos;
ƒƒ V. nota ao art. 22, I, f, deste código.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

g) os pedidos de desaforamento dos feitos não decididos pelos Juízes Eleitorais em trinta dias da sua conclusão para julgamento, formulados por partido, candidato, Ministério Público ou parte legitimamente interessada, sem prejuízo das sanções decorrentes do excesso de prazo;
ƒƒ Alínea com redação dada pelo art. 10 da Lei n° 4.961/1966.

II – julgar os recursos interpostos:
a) dos atos e das decisões proferidas pelos Juízes e Juntas Eleitorais; b) das decisões dos Juízes Eleitorais que concederem ou denegarem habeas corpus ou mandado de segurança.

b) os conflitos de jurisdição entre Juízes Eleitorais do respectivo Estado; c) a suspeição ou impedimentos aos seus membros, ao Procurador Regional e aos funcionários da sua Secretaria assim como aos Juízes e Escrivães Eleitorais;
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. ƒƒ Ac.-TSE, de 30.5.2006, no MS n° 3.423: a exceção de suspeição deve ser dirigida, inicialmente, ao juiz tido por suspeito pelo excipiente; acolhida pelo excepto, a ação há de ser submetida ao exame e julgamento de outro magistrado; não acolhida, deve a exceção ser mandada ao Tribunal a que submetido o magistrado.

Parágrafo único. As decisões dos Tribunais Regionais são irrecorríveis, salvo nos casos do art. 276. Art. 30. Compete, ainda, privativamente, aos Tribunais Regionais: I – elaborar o seu Regimento Interno;
ƒƒ CF/88, art. 96, I, a.

d) os crimes eleitorais cometidos pelos Juízes Eleitorais;
ƒƒ CF/88, art. 96, III.

e) o habeas corpus ou mandado de segurança, em matéria eleitoral, contra ato de autoridades que respondam perante os Tribunais de Justiça por crime de responsabilidade e, em

II – organizar a sua Secretaria e a Corregedoria Regional, provendo-lhes os cargos na forma da lei, e propor ao Congresso Nacional, por intermédio do Tribunal Superior a criação ou supressão de cargos e a fixação dos respectivos vencimentos;
ƒƒ CF/88, art. 96, I, b. ƒƒ Res.-TSE nos 21.902/2004 e 22.020/2005: não compete ao TSE homologar decisão de TRE

45

Código Eleitoral

Art. 30
que aprova criação de escola judiciária no âmbito de sua jurisdição.

CÓDIGO ELEITORAL
VIII – responder, sobre matéria eleitoral, às consultas que lhe forem feitas, em tese, por autoridade pública ou partido político;
ƒƒ V. inciso XII do art. 23 deste código: consulta no âmbito do TSE.

III – conceder aos seus membros e aos Juízes

Eleitorais licença e férias, assim como afastamento do exercício dos cargos efetivos, submetendo, quanto àqueles, a decisão à aprovação do Tribunal Superior Eleitoral;
ƒƒ CF/88, art. 96, I, f, e nota ao art. 23, IV, deste código.

IX – dividir a respectiva circunscrição em Zonas Eleitorais, submetendo esta divisão, assim como a criação de novas Zonas, à aprovação do Tribunal Superior;
ƒƒ V. nota ao art. 23, VIII, deste código.

IV – fixar a data das eleições de Governador e Vice-Governador, Deputados Estaduais, Prefeitos, Vice-Prefeitos, Vereadores e Juízes de Paz, quando não determinada por disposição constitucional ou legal;
ƒƒ CF/88, arts. 28 e 29, II, e Lei n° 9.504/1997, arts. 1°, caput; 2°, § 1°; e 3°, § 2°: fixação de datas para eleição de governador e vice-governador e de prefeito e vice-prefeito. ƒƒ Lei n° 9.504/1997, art. 1°, caput: fixação de datas para eleição de senador, deputado federal, deputado estadual, deputado distrital e vereador. ƒƒ CF/88, art. 32, § 2°: eleições de governador e vice-governador e de deputados distritais coincidentes com as de governadores e deputados estaduais. ƒƒ CF/88, arts. 14, § 3°, VI, c, e 98, II: criação da Justiça de Paz. ƒƒ V. notas ao art. 23, VII, deste código.

X – aprovar a designação do ofício de Justiça

que deva responder pela Escrivania Eleitoral durante o biênio;

XI – (Revogado pela Lei n° 8.868/94.); XII – requisitar a força necessária ao cumprimento de suas decisões e solicitar ao Tribunal Superior a requisição de força federal;
99 V. segunda a sexta notas ao art. 23, XIV, deste código.

XIII – autorizar, no Distrito Federal e nas
capitais dos Estados, ao seu Presidente e, no interior, aos Juízes Eleitorais, a requisição de funcionários federais, estaduais ou municipais para auxiliarem os Escrivães Eleitorais, quando o exigir o acúmulo ocasional do serviço;
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. ƒƒ V. nota ao art. 23, XVI, deste código.

V – constituir as Juntas Eleitorais e designar a
respectiva sede e jurisdição;

VI – indicar ao Tribunal Superior as Zonas

Eleitorais ou Seções em que a contagem dos votos deva ser feita pela Mesa Receptora;
ƒƒ V. art. 188 deste código.

XIV – requisitar funcionários da União e, ainda, no Distrito Federal e em cada Estado ou Território, funcionários dos respectivos quadros administrativos, no caso de acúmulo ocasional de serviço de suas Secretarias;
ƒƒ V. nota ao art. 23, XVI, deste código. ƒƒ V. art. 8°, parágrafo único, da Res.-TSE n° 23.255/2010.

VII – apurar, com os resultados parciais

enviados pelas Juntas Eleitorais, os resultados finais das eleições de Governador e ViceGovernador, de membros do Congresso Nacional e expedir os respectivos diplomas, remetendo dentro do prazo de 10 (dez) dias após a diplomação, ao Tribunal Superior, cópia das atas de seus trabalhos;

XV – aplicar as penas disciplinares de advertência e de suspensão até 30 (trinta) dias aos Juízes Eleitorais; instruções do Tribunal Superior;

XVI – cumprir e fazer cumprir as decisões e

46

CÓDIGO ELEITORAL
XVII – determinar, em caso de urgência, providências para a execução da lei na respectiva circunscrição; Estado;

Art. 32
membro do Ministério Público local que oficie perante o juízo incumbido do serviço eleitoral na zona ou, nas hipóteses de sua inexistência, impedimento ou recusa justificada, o que for designado pelo procurador regional eleitoral, por indicação do procurador-geral de justiça.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

XVIII – organizar o fichário dos eleitores do XIX – suprimir os mapas parciais de apuração, mandando utilizar apenas os boletins e os mapas totalizadores, desde que o menor número de candidatos às eleições proporcionais justifique a supressão, observadas as seguintes normas:
a) qualquer candidato ou partido poderá requerer ao Tribunal Regional que suprima a exigência dos mapas parciais de apuração; b) da decisão do Tribunal Regional qualquer candidato ou partido poderá, no prazo de três dias, recorrer para o Tribunal Superior, que decidirá em cinco dias; c) a supressão dos mapas parciais de apuração só será admitida até seis meses antes da data da eleição; d) os boletins e mapas de apuração serão impressos pelos Tribunais Regionais, depois de aprovados pelo Tribunal Superior; e) o Tribunal Regional ouvirá os partidos na elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar, acompanhados das sugestões ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior.
ƒƒ Inciso XIX e alíneas a a e acrescidos pelo art. 11 da Lei n° 4.961/1966.

Art. 32. Cabe a jurisdição de cada uma das

Zonas Eleitorais a um Juiz de Direito em efetivo exercício e, na falta deste, ao seu substituto legal que goze das prerrogativas do art. 95 da Constituição.
99 Refere-se à CF/46; corresponde, entretanto, ao mesmo artigo da CF/88. ƒƒ Ac.-TSE n° 19.260/2001: “O juiz de direito substituto pode exercer as funções de juiz eleitoral, mesmo antes de adquirir a vitaliciedade, por força do que disposto no art. 22, § 2°, da Loman.”. Ac.-TSE n° 15.277/1999: “A Lei Complementar n° 35 continua em vigor na parte em que não haja incompatibilidade com a Constituição, como sucede com seu art. 22, § 2°. Assim, podem atuar como juízes eleitorais os magistrados que, em virtude de não haver decorrido o prazo previsto no art. 95, I, da Constituição, não gozam de vitaliciedade”. ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman), art. 11, caput e § 1°. ƒƒ Res.-TSE n° 22.607/2007: dispõe sobre a residência do juiz eleitoral. ƒƒ Res.-TSE n° 22.916/2008: impossibilidade de juiz de direito, durante período de substituição de desembargador por convocação de Tribunal de Justiça, exercer o cargo de juiz eleitoral.

Parágrafo único. Onde houver mais de uma Vara, o Tribunal Regional designará aquela ou aquelas, a que incumbe o serviço eleitoral.
ƒƒ Res.-TSE n° 20.505/1999: sistema de rodízio na designação dos juízes ou varas para o exercício da jurisdição eleitoral; e Res.-TSE n° 21.009/2002: “Estabelece normas relativas ao exercício da jurisdição eleitoral em primeiro grau”; Prov.-CGE n° 5/2002: “Recomenda observância de orientações que explicita, relativas à aplicação dos critérios concernentes ao rodízio eleitoral, estabelecidos na Res.-TSE n° 21.009, de 5 de março de 2002”. ƒƒ Ac.-TSE, de 15.9.2009, no RMS n° 579: fixação de critério para definir a jurisdição de zona

Art. 31. Faltando num Território o Tribunal

Regional, ficará a respectiva circunscrição eleitoral sob a jurisdição do Tribunal Regional que o Tribunal Superior designar.

DOs JUÍZEs ELEitORais
ƒƒ LC n° 75/1993, arts. 78 e 79: cabe ao promotor eleitoral o exercício das funções eleitorais perante os juízes e juntas eleitorais; será ele o

TÍtULO III

47

Código Eleitoral

Art. 33
eleitoral cuja base territorial é abrangida por mais de um foro regional, qual seja, rodízio entre todas as varas que atuam no território correspondente ao da zona eleitoral.

CÓDIGO ELEITORAL
III – decidir habeas corpus e mandado de segurança, em matéria eleitoral, desde que essa competência não esteja atribuída privativamente à instância superior; IV – fazer as diligências que julgar necessárias
à ordem e presteza do serviço eleitoral;

Art. 33. Nas Zonas Eleitorais onde houver mais de uma serventia de Justiça, o Juiz indicará ao Tribunal Regional a que deve ter o anexo da Escrivania Eleitoral pelo prazo de dois anos. § 1° Não poderá servir como Escrivão Eleitoral, sob pena de demissão, o membro de Diretório de partido político, nem o candidato a cargo eletivo, seu cônjuge e parente consangüíneo ou afim até o segundo grau.
99 Lei n° 10.842/2004, art. 4°, caput: as atribuições da escrivania eleitoral passaram a ser exercidas privativamente pelo chefe de cartório eleitoral; art. 4°, § 1°: “Não poderá servir como chefe de cartório eleitoral, sob pena de demissão, o membro de órgão de direção partidária, nem o candidato a cargo eletivo, seu cônjuge e parente consangüíneo ou afim até o 2° (segundo) grau”.

V – tomar conhecimento das reclamações que lhe forem feitas verbalmente ou por escrito, reduzindo-as a termo, e determinando as providências que cada caso exigir; VI – indicar, para aprovação do Tribunal Regional, a serventia de Justiça que deve ter o anexo da Escrivania Eleitoral;

VII – (Revogado pela Lei n° 8.868/94.); VIII – dirigir os processos eleitorais e determinar a inscrição e a exclusão de eleitores;

IX – expedir títulos eleitorais e conceder
transferência de eleitor;

X – dividir a Zona em Seções Eleitorais; XI – mandar organizar, em ordem alfabética,
relação dos eleitores de cada Seção, para remessa à Mesa Receptora, juntamente com a pasta das folhas individuais de votação;
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 2° O Escrivão Eleitoral, em suas faltas e impedimentos, será substituído na forma prevista pela lei de organização judiciária local.
99 V. nota ao parágrafo anterior.

Art. 34. Os Juízes despacharão todos os dias
na sede da sua Zona Eleitoral.

Art. 35. Compete aos Juízes: I – cumprir e fazer cumprir as decisões e
determinações do Tribunal Superior e do Regional;

XII – ordenar o registro e cassação do registro dos candidatos aos cargos eletivos municipais e comunicá-los ao Tribunal Regional;
ƒƒ LC n° 64/1990, art. 2°, parágrafo único, III: arguição de inelegibilidade perante os juízes eleitorais.

II – processar e julgar os crimes eleitorais e os comuns que lhe forem conexos, ressalvada a competência originária do Tribunal Superior e dos Tribunais Regionais;
ƒƒ Ac.-STJ, de 11.6.2003, no CC n° 38.430: competência do juízo da vara da infância e da juventude, ou do juiz que exerce tal função na comarca, para processar e julgar ato infracional cometido por menor inimputável, ainda que a infração seja equiparada a crime eleitoral.

XIII – designar, até 60 (sessenta) dias antes
das eleições os locais das Seções;

XIV – nomear, 60 (sessenta) dias antes da eleição, em audiência pública anunciada com pelo menos 5 (cinco) dias de antecedência, os membros das Mesas Receptoras;
ƒƒ Lei n° 9.504/1997, art. 63, § 2°: vedada a nomeação, para presidente e mesários, de menores de 18 anos.

48

CÓDIGO ELEITORAL
XV – instruir os membros das Mesas Receptoras sobre as suas funções; XVI – providenciar para a solução das ocorrências que se verificarem nas Mesas Receptoras; XVII – tomar todas as providências ao seu alcance para evitar os atos viciosos das eleições;

Art. 37
dobro dos dias prestados à Justiça Eleitoral nos eventos relacionados à realização das eleições”.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

§ 1° Os membros das Juntas Eleitorais serão nomeados 60 (sessenta) dias antes da eleição, depois de aprovação do Tribunal Regional, pelo Presidente deste, a quem cumpre também designar-lhes a sede. § 2° Até 10 (dez) dias antes da nomeação, os nomes das pessoas indicadas para compor as Juntas serão publicados no órgão oficial do Estado, podendo qualquer partido, no prazo de 3 (três) dias, em petição fundamentada, impugnar as indicações. § 3° Não podem ser nomeados membros das
Juntas, escrutinadores ou auxiliares:
ƒƒ Lei n° 9.504/1997, art. 64: vedada a participação de parentes em qualquer grau ou de servidores da mesma repartição pública ou empresa privada na mesma mesa, turma ou junta eleitoral.

XVIII – fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento, um certificado que os isente das sanções legais;
ƒƒ V. nota ao art. 10 deste código.

XIX – comunicar, até as 12 horas do dia seguinte à realização da eleição, ao Tribunal Regional e aos Delegados de partidos credenciados, o número de eleitores que votarem em cada uma das Seções da Zona sob sua jurisdição, bem como o total de votantes da Zona.
Das JUntas ELEitORais
ƒƒ LC n° 75/1993, arts. 78 e 79: cabe ao promotor eleitoral o exercício das funções eleitorais perante os juízes e juntas eleitorais; será ele o membro do Ministério Público local que oficie perante o juízo incumbido do serviço eleitoral na zona ou, nas hipóteses de sua inexistência, impedimento ou recusa justificada, o que for designado pelo procurador regional eleitoral, por indicação do procurador-geral de justiça.

TÍtULO IV

I – os candidatos e seus parentes, ainda que por afinidade, até o segundo grau, inclusive, e bem assim o cônjuge; II – os membros de Diretórios de partidos políticos devidamente registrados e cujos nomes tenham sido oficialmente publicados; III – as autoridades e agentes policiais, bem
como os funcionários no desempenho de cargos de confiança do Executivo;

Art. 36. Compor-se-ão as Juntas Eleitorais de um Juiz de Direito, que será o Presidente, e de 2 (dois) ou 4 (quatro) cidadãos de notória idoneidade.
ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman), art. 11, § 2°. ƒƒ Lei n° 8.868/1994, art. 15: dispensa dos servidores públicos nomeados para compor as mesas receptoras ou juntas apuradoras pelo dobro dos dias de convocação. Lei n° 9.504/1997, art. 98: dispositivo de mesmo teor que, entretanto, utiliza a expressão “eleitores” em substituição a “servidores públicos”. V., ainda, Res.-TSE n° 22.747/2008: “Aprova instruções para aplicação do art. 98 da Lei n° 9.504/1997, que dispõe sobre dispensa do serviço pelo

IV – os que pertencerem ao serviço eleitoral. Art. 37. Poderão ser organizadas tantas Juntas quantas permitir o número de Juízes de Direito que gozem das garantias do art. 95 da Constituição, mesmo que não sejam Juízes Eleitorais.
ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman), art. 23. 99 Refere-se à CF/46; corresponde, entretanto, ao mesmo artigo da CF/88.

Parágrafo único. Nas Zonas em que houver de

ser organizada mais de uma Junta, ou quando estiver vago o cargo de Juiz Eleitoral ou estiver

49

Código Eleitoral

Art. 38
este impedido, o Presidente do Tribunal Regional, com a aprovação deste, designará Juízes de Direito da mesma ou de outras Comarcas, para presidirem as Juntas Eleitorais.

CÓDIGO ELEITORAL
IV – expedir diploma aos eleitos para cargos
municipais.

Art. 38. Ao Presidente da Junta é facultado
nomear, dentre cidadãos de notória idoneidade, escrutinadores e auxiliares em número capaz de atender à boa marcha dos trabalhos.

Parágrafo único. Nos Municípios onde houver mais de uma Junta Eleitoral, a expedição dos diplomas será feita pela que for presidida pelo Juiz Eleitoral mais antigo, à qual as demais enviarão os documentos da eleição. Art. 41. Nas Zonas Eleitorais em que for autorizada a contagem prévia dos votos pelas Mesas Receptoras, compete à Junta Eleitoral tomar as providências mencionadas no art. 195. PARTE TERCEIRA DO ALIsTAMENTO
ƒƒ Lei n° 6.996/1982: “Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e dá outras providências”. ƒƒ Lei n° 7.444/1985: “Dispõe sobre a implantação do processamento eletrônico de dados no alistamento eleitoral e a revisão do eleitorado e dá outras providências”. ƒƒ Res.-TSE n° 21.538/2003: “Dispõe sobre o alistamento e serviços eleitorais mediante processamento eletrônico de dados, a regularização de situação de eleitor, a administração e a manutenção do cadastro eleitoral, o sistema de alistamento eleitoral, a revisão do eleitorado e a fiscalização dos partidos políticos, entre outros”. ƒƒ Res.-TSE n° 21.920/2004: “Dispõe sobre o alistamento eleitoral e o voto dos cidadãos portadores de deficiência, cuja natureza e situação impossibilitem ou tornem extremamente oneroso o exercício de suas obrigações eleitorais”. ƒƒ V. notas ao art. 6°, caput, deste código. ƒƒ Res.-TSE n° 23.088/2009: “Autoriza a expansão do projeto de modernização dos serviços eleitorais voltados ao pré-atendimento do cidadão, via Internet, para requerimento de operações de alistamento, transferência e revisão”. Esse pré-atendimento foi implementado em caráter experimental pela Res.-TSE n° 22.754/2008. ƒƒ Súm.-STJ n° 368/2008: “Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar os pedidos

houver mais de dez urnas a apurar.

§ 1° É obrigatória essa nomeação sempre que

§ 2° Na hipótese do desdobramento da Junta em Turmas, o respectivo Presidente nomeará um escrutinador para servir como Secretário em cada Turma. § 3° Além dos Secretários a que se refere
o parágrafo anterior será designado pelo Presidente da Junta um escrutinador para Secretário-Geral competindo-lhe:

I – lavrar as atas; II – tomar por termo ou protocolar os recursos, neles funcionando como Escrivão; III – totalizar os votos apurados. Art. 39. Até 30 (trinta) dias antes da eleição o Presidente da Junta comunicará ao Presidente do Tribunal Regional as nomeações que houver feito e divulgará a composição do órgão por edital publicado ou afixado, podendo qualquer partido oferecer impugnação motivada no prazo de 3 (três) dias. Art. 40. Compete à Junta Eleitoral: I – apurar, no prazo de 10 (dez) dias, as eleições realizadas nas Zonas Eleitorais sob a sua jurisdição;
ƒƒ V. nota ao art. 159, caput, deste código.

II – resolver as impugnações e demais
incidentes verificados durante os trabalhos da contagem e da apuração;

III – expedir os boletins de apuração mencionados no art. 179;

50

CÓDIGO ELEITORAL
de retificação de dados cadastrais da Justiça Eleitoral”.

Art. 44
ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 6°, II; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, II. ƒƒ Res.-TSE n° 21.384/2003: inexigibilidade de comprovação de quitação com o serviço militar nas operações de transferência de domicílio, revisão de dados e segunda via, à falta de previsão legal. Res.-TSE n° 22.097/2005: inexigibilidade do certificado de quitação do serviço militar daquele que completou 18 anos para o qual ainda esteja em curso o prazo de apresentação ao órgão de alistamento militar.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

Da QUaLiFiCaÇÃO E InsCRiÇÃO

TÍtULO I

Art. 42. O alistamento se faz mediante a qualificação e inscrição do eleitor.

Parágrafo único. Para o efeito da inscrição,

é domicílio eleitoral o lugar de residência ou moradia do requerente, e, verificado ter o alistando mais de uma, considerar-se-á domicílio qualquer delas.
ƒƒ Ac.-TSE nos 16.397/2000 e 18.124/2000: o conceito de domicílio eleitoral não se confunde, necessariamente, com o de domicílio civil; aquele, mais flexível e elástico, identifica-se com a residência e o lugar onde o interessado tem vínculos (políticos, sociais, patrimoniais, negócios). DL n° 201/1967, art. 7°, II: cassação do mandato de vereador quando fixar residência fora do município.

III – certidão de idade extraída do registro civil;
ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 6°, IV; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, IV.

IV – instrumento público do qual se infira, por

direito ter o requerente idade superior a dezoito anos e do qual conste, também, os demais elementos necessários à sua qualificação;
99 V. nota ao art. 4° deste código. ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 6°, V; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, V.

Art. 43. O alistando apresentará em Cartório ou local previamente designado, requerimento em fórmula que obedecerá ao modelo aprovado pelo Tribunal Superior.
ƒƒ Lei n° 7.444/1985: alistamento também por processamento eletrônico. 99 Res.-TSE n° 21.538/2003, arts. 4° a 8°: para alistamento eleitoral, transferência, revisão ou segunda via, será utilizado o Requerimento de Alistamento Eleitoral (RAE).

V – documento do qual se infira a naciona-

lidade brasileira, originária ou adquirida, do requerente.
99 Lei n° 6.192/1974, que “Dispõe sobre restrições a brasileiros naturalizados, e dá outras providências”: “Art. 1°. É vedada qualquer distinção entre brasileiros natos e naturalizados. [...] Art. 4°. Nos documentos públicos, a indicação da nacionalidade brasileira alcançada mediante naturalização far-se-á sem referência a esta circunstância”. CF/88, art. 12, § 2°. ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 6°, VI; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, VI. ƒƒ Res.-TSE n° 21.385/2003: inexigibilidade de prova de opção pela nacionalidade brasileira para fins de alistamento eleitoral, não prevista na legislação pertinente.

Art. 44. O requerimento, acompanhado de 3 (três) retratos, será instruído com um dos seguintes documentos, que não poderão ser supridos mediante justificação:
99 Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 4°, c.c. o art. 1°, caput: dispensa de fotografias no alistamento por processamento eletrônico.

I – carteira de identidade expedida pelo órgão
competente do Distrito Federal ou dos Estados;
99 Lei n° 6.996/1982, art. 6°, I; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, I.

Parágrafo único. Será devolvido o requeri-

II – certificado de quitação do serviço militar;

mento que não contenha os dados constantes do modelo oficial, na mesma ordem, e em caracteres inequívocos.

51

Código Eleitoral

Art. 45
Art. 45. O Escrivão, o funcionário ou o Pre-

CÓDIGO ELEITORAL
bem como qualquer deles, se entregarem ao eleitor o título cuja assinatura não for idêntica à do requerimento de inscrição e do recibo ou o fizerem a pessoa não autorizada por escrito.
ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 12 da Lei n° 4.961/1966. 99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. 99 V. segunda e terceira notas ao caput deste artigo. 99 V. terceira nota ao art. 7°, caput, deste código.

parador recebendo a fórmula e documentos determinará que o alistando date e assine a petição e em ato contínuo atestará terem sido a data e a assinatura lançados na sua presença; em seguida, tomará a assinatura do requerente na folha individual de votação e nas duas vias do título eleitoral, dando recibo da petição e do documento.
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. 99 Lei n° 8.868/1994, art. 14: torna sem efeito a menção ao preparador, ao revogar o inciso XI do art. 30 e o inciso VII do art. 35, além dos arts. 62 a 65 e 294 deste código. 99 Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 1°: no caso de analfabeto, será feita a impressão digital do polegar direito. 99 V. nota ao § 9° deste artigo.

§ 5° A restituição de qualquer documento

não poderá ser feita antes de despachado o pedido de alistamento pelo Juiz Eleitoral.

§ 1° O requerimento será submetido ao despacho do Juiz nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes. § 2° Poderá o Juiz se tiver dúvida quanto à identidade do requerente ou sobre qualquer outro requisito para o alistamento, converter o julgamento em diligência para que o alistando esclareça ou complete a prova ou, se for necessário, compareça pessoalmente à sua presença. § 3° Se se tratar de qualquer omissão ou irregularidade que possa ser sanada, fixará o Juiz para isso prazo razoável.

§ 6° Quinzenalmente o Juiz Eleitoral fará publicar pela imprensa, onde houver, ou por editais, a lista dos pedidos de inscrição, mencionando os deferidos, os indeferidos e os convertidos em diligência, contando-se dessa publicação o prazo para os recursos a que se refere o parágrafo seguinte. § 7° Do despacho que indeferir o requerimento de inscrição caberá recurso interposto pelo alistando e do que o deferir poderá recorrer qualquer Delegado de partido.
ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 7°, § 1°: prazo de 5 dias para interposição de recurso pelo alistando e de 10 dias pelo delegado de partido nos casos de inscrição originária. Norma repetida na Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 17, § 1°.

§ 4° Deferido o pedido, no prazo de cinco

dias, o título e o documento que instruiu o pedido serão entregues pelo Juiz, Escrivão, funcionário ou Preparador. A entrega far-se-á ao próprio eleitor, mediante recibo, ou a quem o eleitor autorizar por escrito o recebimento, cancelando-se o título cuja assinatura não for idêntica à do requerimento de inscrição e à do recibo. O recibo será obrigatoriamente anexado ao processo eleitoral, incorrendo o Juiz que não o fizer na multa de um a cinco salários mínimos regionais, na qual incorrerão ainda o Escrivão, funcionário ou Preparador, se responsáveis,

§ 8° Os recursos referidos no parágrafo anterior serão julgados pelo Tribunal Regional Eleitoral dentro de 5 (cinco) dias. § 9° Findo esse prazo, sem que o alistando se manifeste, ou logo que seja desprovido o recurso em instância superior, o Juiz inutilizará a folha individual de votação assinada pelo requerente, a qual ficará fazendo parte integrante do processo e não poderá, em qualquer tempo, ser substituída, nem dele retirada, sob pena de incorrer o responsável nas sanções previstas no art. 293.
99 Lei n° 6.996/1982, art. 12, caput: substituição da folha individual de votação por listas de

52

CÓDIGO ELEITORAL
eleitores emitidas por computador no processamento eletrônico de dados.

Art. 46
apuração, ao respectivo Cartório, onde ficarão guardadas.
ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 12, c.c. o art. 3°, I e II; e Lei n° 7.444/1985, art. 6°, caput e § 1°: substituição de formalidades com a implantação do processamento eletrônico de dados. 99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

§ 10. No caso de indeferimento do pedido, o Cartório devolverá ao requerente, mediante recibo, as fotografias e o documento com que houver instruído o seu requerimento.
99 V. nota ao art. 44, caput, deste código.

§ 11. O título eleitoral e a folha individual

de votação somente serão assinados pelo Juiz Eleitoral depois de preenchidos pelo Cartório e de deferido o pedido, sob as penas do artigo 293.
ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 12 da Lei n° 4.961/1966. 99 V. nota ao § 9° deste artigo.

§ 3° O eleitor ficará vinculado permanentemente à Seção Eleitoral indicada no seu título, salvo: I – se se transferir de Zona ou Município, hipótese em que deverá requerer transferência; II – se, até 100 (cem) dias antes da eleição, provar, perante o Juiz Eleitoral, que mudou de residência dentro do mesmo Município, de um Distrito para outro ou para lugar muito distante da Seção em que se acha inscrito, caso em que serão feitas na folha de votação e no título eleitoral, para esse fim exibido, as alterações correspondentes, devidamente autenticadas pela autoridade judiciária.
99 V. nota ao art. 67 deste código.

§ 12. É obrigatória a remessa ao Tribunal Re-

gional da ficha do eleitor, após a expedição do seu título.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 13 da Lei n° 4.961/1966.

Art. 46. As folhas individuais de votação e os

títulos serão confeccionados de acordo com o modelo aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código. 99 O modelo do título eleitoral é o aprovado pela Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 22.

§ 4° O eleitor poderá, a qualquer tempo, re-

querer ao Juiz Eleitoral a retificação de seu título eleitoral ou de sua folha individual de votação, quando neles constar erro evidente, ou indicação de Seção diferente daquela a que devesse corresponder a residência indicada no pedido de inscrição ou transferência.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 14 da Lei n° 4.961/1966. 99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

eleitoral constará a indicação da Seção em que o eleitor tiver sido inscrito a qual será localizada dentro do distrito judiciário ou administrativo de sua residência e o mais próximo dela, considerados a distância e os meios de transporte.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 1° Da folha individual de votação e do título

§ 5° O título eleitoral servirá de prova de que
o eleitor está inscrito na Seção em que deve votar. E, uma vez datado e assinado pelo Presidente da Mesa Receptora, servirá também de prova de haver o eleitor votado.
ƒƒ Primitivo § 4° renumerado para § 5° pelo art. 14 da Lei n° 4.961/1966. ƒƒ Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 54: comprovante de votação emitido por computador. V., ainda, primeira nota ao art. 146, XIV, deste código.

§ 2° As folhas individuais de votação serão

conservadas em pastas, uma para cada Seção Eleitoral; remetidas, por ocasião das eleições, às Mesas Receptoras, serão por estas encaminhadas com a urna e os demais documentos da eleição às Juntas Eleitorais, que as devolverão, findos os trabalhos da

53

Código Eleitoral

Art. 47
Art. 47. As certidões de nascimento ou casamento, quando destinadas ao alistamento eleitoral, serão fornecidas gratuitamente, segundo a ordem dos pedidos apresentados em Cartório pelos alistandos ou Delegados de partido. § 1° Os Cartórios de registro civil farão, ainda, gratuitamente, o registro de nascimento, visando ao fornecimento de certidão aos alistandos, desde que provem carência de recursos, ou aos Delegados de partido, para fins eleitorais.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 2° da Lei n° 6.018/1974, com a consequente renumeração dos §§ 1° a 3°. Os antigos parágrafos haviam sido acrescidos pelo art. 15 da Lei n° 4.961/1966. ƒƒ Lei n° 9.534/1997: gratuidade do registro civil de nascimento e da certidão respectiva. ƒƒ V. art. 373 deste código.

CÓDIGO ELEITORAL
da lei respectiva”. Lei n° 8.112/1990: “Art. 97. Sem qualquer prejuízo, poderá o servidor ausentar-se do serviço: [...] II – por 2 (dois) dias, para se alistar como eleitor”.

Art. 49. Os cegos alfabetizados pelo sistema Braille, que reunirem as demais condições de alistamento, podem qualificar-se mediante o preenchimento da fórmula impressa e a aposição do nome com as letras do referido alfabeto. § 1° De forma idêntica serão assinadas a folha
individual de votação e as vias do título.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 2° Esses atos serão feitos na presença tam-

§ 2° Em cada Cartório de registro civil haverá um livro especial, aberto e rubricado pelo Juiz Eleitoral, onde o cidadão, ou o Delegado de partido deixará expresso o pedido de certidão para fins eleitorais, datando-o. § 3° O Escrivão, dentro de quinze dias da data
do pedido, concederá a certidão, ou justificará, perante o Juiz Eleitoral, por que deixa de fazê-lo.

bém de funcionários de estabelecimento especializado de amparo e proteção de cegos, conhecedor do sistema Braille, que subscreverá, com o Escrivão ou funcionário designado, a seguinte declaração a ser lançada no modelo de requerimento: “Atestamos que a presente fórmula bem como a folha individual de votação e vias do título foram subscritas pelo próprio, em nossa presença”.
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. 99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Art. 50. O Juiz Eleitoral providenciará para
que se proceda ao alistamento nas próprias sedes dos estabelecimentos de proteção aos cegos, marcando previamente, dia e hora para tal fim, podendo se inscrever na Zona Eleitoral correspondente todos os cegos do Município.
ƒƒ V. art. 136 deste código.

§ 4° A infração ao disposto neste artigo sujeitará o Escrivão às penas do art. 293.
ƒƒ Parágrafos 2° ao 4° acrescidos pelo art. 15 da Lei n° 4.961/1966, que os numerava como §§ 1° a 3°.

ção com 48 (quarenta e oito) horas de antecedência, poderá deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário e por tempo não excedente a 2 (dois) dias, para o fim de se alistar eleitor ou requerer transferência.
ƒƒ CLT: “Art. 473. O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário: [...] V – até 2 (dois) dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos termos

Art. 48. O empregado mediante comunica-

§ 1° Os eleitores inscritos em tais condições deverão ser localizados em uma mesma Seção da respectiva Zona. § 2° Se no alistamento realizado pela forma
prevista nos artigos anteriores, o número de eleitores não alcançar o mínimo exigido, este se completará com a inclusão de outros, ainda que não sejam cegos.

Art. 51. (Revogado pela Lei n° 7.914/89.)

54

CÓDIGO ELEITORAL
Da SEGUnda Via

Art. 55
caso o eleitor haja solicitado essa providência, ou ficará em Cartório aguardando que o interessado o procure.

CAPÍtULO I

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

Art. 52. No caso de perda ou extravio de seu

título, requererá o eleitor ao Juiz do seu domicílio eleitoral, até 10 (dez) dias antes da eleição, que lhe expeça segunda via.
ƒƒ V. nota ao art. 91-A da Lei n° 9.504/1997.

§ 4° O pedido de segunda via formulado nos termos deste artigo só poderá ser recebido até 60 (sessenta) dias antes do pleito. Art. 54. O requerimento de segunda via, em
qualquer das hipóteses, deverá ser assinado sobre selos federais, correspondentes a 2% (dois por cento) do salário mínimo da Zona Eleitoral de inscrição.
99 V. quarta nota ao art. 8°, caput, deste código. 99 V. terceira nota ao art. 7°, caput, deste código.

§ 1° O pedido de segunda via será apresen-

tado em Cartório, pessoalmente, pelo eleitor, instruído o requerimento, no caso de inutilização ou dilaceração, com a primeira via do título.

§ 2° No caso de perda ou extravio do título, o Juiz, após receber o requerimento de segunda via, fará publicar, pelo prazo de 5 (cinco) dias, pela imprensa, onde houver, ou por editais, a notícia do extravio ou perda e do requerimento de segunda via, deferindo o pedido, findo este prazo, se não houver impugnação.
ƒƒ V. parte final da segunda nota ao art. 57, § 2°, deste código.

Parágrafo único. Somente será expedida segunda via ao eleitor que estiver quite com a Justiça Eleitoral, exigindo-se, para o que foi multado e ainda não liquidou a dívida, o prévio pagamento, através de selo federal inutilizado nos autos.
99 V. quarta nota ao art. 8°, caput, deste código.

Art. 53. Se o eleitor estiver fora do seu domi-

cílio eleitoral poderá requerer a segunda via ao Juiz da Zona em que se encontrar, esclarecendo se vai recebê-la na sua Zona ou na em que requereu.
ƒƒ V. art. 69, parágrafo único, deste código.

Da TRansFERÊnCia

CAPÍtULO II

Art. 55. Em caso de mudança de domicílio,

cabe ao eleitor requerer ao Juiz do novo domicílio sua transferência, juntando o título anterior.

§ 1° O requerimento, acompanhado de um
novo título assinado pelo eleitor na presença do Escrivão ou de funcionário designado e de uma fotografia, será encaminhado ao Juiz da Zona do eleitor.
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. 99 V. nota ao art. 44, caput, deste código.

§ 1° A transferência só será admitida satisfeitas as seguintes exigências:

I – entrada do requerimento no Cartório Eleitoral do novo domicílio até 100 (cem) dias antes da data da eleição;
99 V. nota ao art. 67 deste código.

prevista no artigo anterior, o Juiz determinará que se confira a assinatura constante do novo título com a da folha individual de votação ou do requerimento de inscrição.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 2° Antes de processar o pedido, na forma

II – transcorrência de pelo menos 1 (um) ano
da inscrição primitiva;
99 Lei n° 6.996/1982, art. 8°, II, e Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 18, II. Ac.-TSE n° 4.762/2004: o prazo é contado da inscrição imediatamente anterior ao novo domicílio.

III – residência mínima de 3 (três) meses no
novo domicílio, atestada pela autoridade policial ou provada por outros meios convincentes.

ao Juiz da Zona que remeteu o requerimento,

§ 3° Deferido o pedido, o título será enviado

55

Código Eleitoral

Art. 56
99 Lei n° 6.996/1982, art. 8°, III: residência declarada, sob as penas da lei, pelo próprio eleitor. Ac.-TSE n° 196/1993: este inciso III foi derrogado pelo art. 8°, III, da lei citada. Lei n° 7.115/1983, art. 1°, caput: “A declaração destinada a fazer prova de vida, residência, pobreza, dependência econômica, homonímia ou bons antecedentes, quando firmada pelo próprio interessado ou por procurador bastante, e sob as penas da lei, presume-se verdadeira”; e Res.-TSE n° 11.917/1984: as regras de direito probatório contidas na Lei n° 7.115/1983 são aplicáveis ao processo eleitoral, com exceção do processo penal eleitoral. ƒƒ Ac.-TSE n° 16.397/2000: “O conceito de domicílio eleitoral não se confunde com o de domicílio do direito comum, regido pelo Direito Civil. Mais flexível e elástico, identifica-se com a residência e o lugar onde o interessado tem vínculos políticos e sociais”. No mesmo sentido, Ac.-TSE nos 21.829/2004 e 4.769/2004.

CÓDIGO ELEITORAL
podendo os interessados impugná-lo no prazo de dez dias.

§ 1° Certificado o cumprimento do disposto

neste artigo, o pedido deverá ser desde logo decidido, devendo o despacho do Juiz ser publicado pela mesma forma.
ƒƒ Caput e § 1° com redação dada pelo art. 17 da Lei n° 4.961/1966.

§ 2° Poderá recorrer para o Tribunal Regional Eleitoral, no prazo de 3 (três) dias, o eleitor que pediu a transferência, sendo-lhe a mesma negada, ou qualquer Delegado de partido, quando o pedido for deferido.
ƒƒ Ac.-TSE nos 10.725/1989 e 19.141/2001, dentre outros: reconhecimento de legitimidade recursal a partido político de decisão que indefere transferência de eleitor. ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 7°, § 1°: prazo de 5 dias para interposição de recurso pelo alistando e de 10 dias pelo delegado de partido nos casos de inscrição originária ou de transferência. Norma disposta nos arts. 17, § 1°, e 18, § 5°, da Res.-TSE n° 21.538/2003. Ac.-TSE n° 4.339/2003: “[...] o art. 7°, § 1°, da Lei n° 6.996/1982 não alterou o art. 57 do Código Eleitoral. Versam os artigos institutos diferentes – inscrição e transferência eleitorais, respectivamente”. Em sentido contrário, dec. monocráticas do corregedor-geral eleitoral, de 4.4.2006, no PA n° 19.536 e, de 19.3.2007, na Pet n° 1.817: “[...] as disposições contidas nos arts. 17, § 1°, e 18, § 5°, da Res.-TSE n° 21.538/2003, aprovadas em consonância com o art. 7°, § 1°, da Lei n° 6.996/1982, legitimamente alteraram o procedimento do art. 57 do Código Eleitoral, compatibilizando-o com a sistemática de prestação de serviços eleitorais introduzida com a implantação do processamento eletrônico no alistamento eleitoral (Lei n° 7.444/1985), ficando, por idênticas razões, parcialmente superado o disposto no § 2° do art. 52 do mesmo código, relativamente à segunda via”.

§ 2° O disposto nos incisos II e III do parágrafo
anterior não se aplica quando se tratar de transferência de título eleitoral de servidor público civil, militar, autárquico, ou de membro de sua família, por motivo de remoção ou transferência.
ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 16 da Lei n° 4.961/1966.

Art. 56. No caso de perda ou extravio do títu-

lo anterior declarado esse fato na petição de transferência, o Juiz do novo domicílio, como ato preliminar, requisitará, por telegrama, a confirmação do alegado à Zona Eleitoral onde o requerente se achava inscrito. (cinco) dias, responderá por ofício ou telegrama, esclarecendo se o interessado é realmente eleitor, se a inscrição está em vigor, e, ainda, qual o número e a data da inscrição respectiva.

§ 1° O Juiz do antigo domicílio, no prazo de 5

§ 2° A informação mencionada no parágrafo anterior, suprirá a falta do título extraviado, ou perdido, para o efeito da transferência, devendo fazer parte integrante do processo. Art. 57. O requerimento de transferência
de domicílio eleitoral será imediatamente publicado na imprensa oficial na capital, e em Cartório nas demais localidades,

§ 3° Dentro de 5 (cinco) dias, o Tribunal Regional Eleitoral decidirá do recurso interposto nos termos do parágrafo anterior.

§ 4° Só será expedido o novo título decorridos os prazos previstos neste artigo e respectivos parágrafos.

56

CÓDIGO ELEITORAL
Art. 58. Expedido o novo título o Juiz comunicará a transferência ao Tribunal Regional competente, no prazo de 10 (dez) dias, enviando-lhe o título eleitoral, se houver, ou documento a que se refere o § 1° do artigo 56. § 1° Na mesma data comunicará ao Juiz da Zona de origem a concessão da transferência e requisitará a folha individual de votação.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Art. 66
II – ordenará a retirada do fichário da segunda parte do título;

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

III – comunicará o cancelamento ao Tribunal Regional a que estiver subordinado, que fará a devida anotação na ficha de seus arquivos; IV – se o eleitor havia assinado ficha de registro de partido, comunicará ao Juiz do novo domicílio e, ainda, ao Tribunal Regional, se a transferência foi concedida para outro Estado.

§ 2° Na nova folha individual de votação ficará
consignado, na coluna destinada a anotações, que a inscrição foi obtida por transferência, e, de acordo com os elementos constantes do título primitivo, qual o último pleito em que o eleitor transferido votou. Essa anotação constará, também, de seu título.
ƒƒ V. primeira nota ao art. 46, § 2°, deste código. 99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Art. 60. O eleitor transferido não poderá vo-

tar no novo domicílio eleitoral em eleição suplementar à que tiver sido realizada antes de sua transferência. ao eleitor que estiver quite com a Justiça Eleitoral.

Art. 61. Somente será concedida transferência

§ 3° O processo de transferência só será

arquivado após o recebimento da folha individual de votação da Zona de origem, que dele ficará constando, devidamente inutilizada, mediante aposição de carimbo a tinta vermelha.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 1° Se o requerente não instruir o pedido de transferência com o título anterior, o Juiz do novo domicílio, ao solicitar informação ao da Zona de origem, indagará se o eleitor está quite com a Justiça Eleitoral, ou não o estando, qual a importância da multa imposta e não paga. § 2° Instruído o pedido com o título, e verificado que o eleitor não votou em eleição anterior, o Juiz do novo domicílio solicitará informações sobre o valor da multa arbitrada na Zona de origem, salvo se o eleitor não quiser aguardar a resposta, hipótese em que pagará o máximo previsto.

§ 4° No caso de transferência de Município ou Distrito dentro da mesma Zona, deferido o pedido, o Juiz determinará a transposição da folha individual de votação para a pasta correspondente ao novo domicílio, a anotação de mudança no título eleitoral e comunicará ao Tribunal Regional para a necessária averbação na ficha do eleitor.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 3° O pagamento da multa, em qualquer das
hipóteses dos parágrafos anteriores, será comunicado ao Juízo de origem para as necessárias anotações. DOs PREpaRadOREs

CAPÍtULO III

Art. 59. Na Zona de origem, recebida do Juiz

do novo domicílio a comunicação de transferência, o Juiz tomará as seguintes providências: do transferido e a remessa dentro de três dias, da folha individual de votação ao Juiz requisitante;
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Arts. 62 a 65. (Revogados pela Lei n° 8.868/94.)
DOs DELEGadOs dE PaRtidO pERantE O AListaMEntO

CAPÍtULO IV

I – determinará o cancelamento da inscrição

Art. 66. É lícito aos partidos políticos, por seus
Delegados:
ƒƒ Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 27, I: acompanhamento, pelos partidos políticos, dos pedidos

57

Código Eleitoral

Art. 67
de alistamento, transferência, segundas vias e quaisquer outros, até mesmo emissão e entrega de títulos eleitorais.

CÓDIGO ELEITORAL
99 Lei n° 9.504/1997, art. 91, caput: fixação em 150 dias.

I – acompanhar os processos de inscrição; II – promover a exclusão de qualquer eleitor inscrito ilegalmente e assumir a defesa do eleitor cuja exclusão esteja sendo promovida; III – examinar, sem perturbação do serviço e em presença dos servidores designados, os documentos relativos ao alistamento eleitoral, podendo deles tirar cópias ou fotocópias. § 1° Perante o Juízo Eleitoral, cada partido poderá nomear 3 (três) Delegados.
ƒƒ Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 28, caput: manutenção de dois delegados junto ao Tribunal Regional Eleitoral e de até três em cada zona eleitoral.

Art. 68. Em audiência pública, que se realizará às 14 (quatorze) horas do 69° (sexagésimo nono) dia anterior à eleição, o Juiz Eleitoral declarará encerrada a inscrição de eleitores na respectiva Zona e proclamará o número dos inscritos até às 18 (dezoito) horas do dia anterior, o que comunicará incontinênti ao Tribunal Regional Eleitoral, por telegrama, e fará público em edital, imediatamente afixado no lugar próprio do Juízo e divulgado pela imprensa, onde houver, declarando nele o nome do último eleitor inscrito e o número do respectivo título, fornecendo aos Diretórios Municipais dos partidos cópia autêntica desse edital. § 1° Na mesma data será encerrada a transferência de eleitores, devendo constar do telegrama do Juiz Eleitoral ao Tribunal Regional Eleitoral, do edital e da cópia deste fornecida aos Diretórios Municipais dos partidos e da publicação da imprensa, os nomes dos 10 (dez) últimos eleitores, cujos processos de transferência estejam definitivamente ultimados e o número dos respectivos títulos eleitorais.

§ 2° Perante os Preparadores, cada partido
poderá nomear até 2 (dois) Delegados, que assistam e fiscalizem os seus atos.

99 V. segunda nota ao art. 45, caput, deste código.

serão registrados perante os Juízes Eleitorais, a requerimento do Presidente do Diretório Municipal.

§ 3° Os Delegados a que se refere este artigo

§ 2° O despacho de pedido de inscrição, transferência, ou segunda via, proferido após esgotado o prazo legal, sujeita o Juiz Eleitoral às penas do art. 291. Art. 69. Os títulos eleitorais resultantes dos
pedidos de inscrição ou de transferência serão entregues até 30 (trinta) dias antes da eleição.

§ 4° O Delegado credenciado junto ao Tribu-

nal Regional Eleitoral poderá representar o partido junto a qualquer Juízo ou Preparador do Estado, assim como o Delegado credenciado perante o Tribunal Superior Eleitoral poderá representar o partido perante qualquer Tribunal Regional, Juízo ou Preparador.
ƒƒ Lei n° 9.096/1995, art. 11. 99 V. segunda nota ao art. 45, caput, deste código.

Parágrafo único. A segunda via poderá ser
entregue ao eleitor até a véspera do pleito.

Art. 70. O alistamento reabrir-se-á em cada Zona logo que estejam concluídos os trabalhos da sua Junta Eleitoral.
DO CanCELaMEntO E da ExCLUsÃO
ƒƒ Ac.-TSE nos 643/2004, 646/2004 e 653/2004: necessidade de instauração de processo específico para cancelamento de transferência considerada fraudulenta, observando-se os princípios do contraditório e da ampla defesa.

DO EnCERRaMEntO dO AListaMEntO

CAPÍtULO V

TÍtULO II

Art. 67. Nenhum requerimento de inscrição eleitoral ou de transferência será recebido dentro dos 100 (cem) dias anteriores à data da eleição.

58

CÓDIGO ELEITORAL
Art. 71. São causas de cancelamento: I – a infração dos arts. 5° e 42; II – a suspensão ou perda dos direitos políticos;
ƒƒ CF/88, art. 15: casos de perda ou suspensão dos direitos políticos.

Art. 75
Município, o Tribunal Regional poderá determinar a realização de correição e, provada a fraude em proporção comprometedora, ordenará a revisão do eleitorado, obedecidas as instruções do Tribunal Superior e as recomendações que, subsidiariamente, baixar, com o cancelamento de ofício das inscrições correspondentes aos títulos que não forem apresentados à revisão.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 19 da Lei n° 4.961/1966. ƒƒ Lei n° 9.504/1997, art. 92: casos de revisão e de correição nas zonas eleitorais. Res.-TSE n° 21.538/2003, arts. 58 a 76: hipóteses de revisão do eleitorado e procedimento para sua efetivação; e Res.-TSE n° 21.372/2003: “Estabelece rotina para realização de correições nas zonas eleitorais do país”.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

III – a pluralidade de inscrição; IV – o falecimento do eleitor;
ƒƒ Res.-TSE n° 22.166/2006: “Estabelece providências a serem adotadas em relação a inscrições identificadas como de pessoas falecidas, mediante cruzamento entre dados do cadastro eleitoral e registros de óbitos fornecidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS)”.

V – deixar de votar em 3 (três) eleições consecutivas.
ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. 2° da Lei n° 7.663/1988. ƒƒ V. art. 7°, § 3°, deste código.

Art. 72. Durante o processo e até a exclusão
pode o eleitor votar validamente.
ƒƒ V. nota ao art. 78, I, deste código.

§ 1° A ocorrência de qualquer das causas enumeradas neste artigo acarretará a exclusão do eleitor, que poderá ser promovida ex officio, a requerimento de Delegado de partido ou de qualquer eleitor.

§ 2° No caso de ser algum cidadão maior de 18 (dezoito) anos privado temporária ou definitivamente dos direitos políticos, a autoridade que impuser essa pena providenciará para que o fato seja comunicado ao Juiz Eleitoral ou ao Tribunal Regional da circunscrição em que residir o réu.
do art. 293, enviarão, até o dia 15 (quinze) de cada mês, ao Juiz Eleitoral da Zona em que oficiarem, comunicação dos óbitos de cidadãos alistáveis, ocorridos no mês anterior, para cancelamento das inscrições.
ƒƒ V. art. 79 e nota ao art. 71, IV, deste código.

Parágrafo único. Tratando-se de inscrições contra as quais hajam sido interpostos recursos das decisões que as deferiram, desde que tais recursos venham a ser providos pelo Tribunal Regional ou Tribunal Superior, serão nulos os votos se o seu número for suficiente para alterar qualquer representação partidária ou classificação de candidato eleito pelo princípio majoritário.
ƒƒ V. art. 175, § 3°, deste código.

Art. 73. No caso de exclusão, a defesa pode

ser feita pelo interessado, por outro eleitor ou por Delegado de partido. ex officio pelo Juiz Eleitoral, sempre que tiver conhecimento de alguma das causas do cancelamento.

§ 3° Os oficiais de registro civil, sob as penas

Art. 74. A exclusão será mandada processar

§ 4° Quando houver denúncia fundamentada de fraude no alistamento de uma Zona ou

Art. 75. O Tribunal Regional, tomando conhecimento através de seu fichário, da inscrição do mesmo eleitor em mais de uma Zona sob sua jurisdição, comunicará o fato ao Juiz competente para o cancelamento, que de preferência deverá recair:

59

Código Eleitoral

76.-TSE n° 21. § 3°.-TSE n° 21.Art. ainda que haja recurso. Art.-TSE n° 21. Art. micílio eleitoral. que poderão contestar dentro de 5 (cinco) dias. art. a folha de vo- TÍtULO I Art. 41 e 47: cancelamento da inscrição em caso de pluralidade.644/2004: legitimidade do Ministério Público Eleitoral para o recurso de que trata este artigo e do delegado de partido para recorrer também na hipótese de manutenção da inscrição eleitoral. art. 60 . 83. 76 99 Res. co) a 10 (dez) dias. 77. II – fará publicar edital com prazo de 10 (dez) dias para ciência dos interessados. Cessada a causa do cancelamento. PARTE QUARTA DAs ELEIÇÕEs DO SistEMa ELEitORaL I – retirará. o cancelamento. ƒƒ Ac. Excluído em período Art. por sentença. da respectiva pasta. No caso de exclusão por falecimento. para o Tribunal Regional. colecionando-as à parte. 82. adotar-se-á o princípio majoritário. 33. O Juiz Eleitoral processará a exclusão I – mandará autuar a petição ou representação com os documentos que a instruírem. ƒƒ V. Qualquer irregularidade determinante de exclusão será comunicada por escrito e por iniciativa de qualquer interessado ao Juiz Eleitoral. gue ao eleitor. art. serão dispensadas as formalidades previstas nos nos II e III do artigo 77. deste código. III – concederá dilação probatória de 5 (cinIV – decidirá no prazo de 5 (cinco) dias. Art. poderá o interessado requerer novamente a sua qualificação e inscrição. Da decisão do Juiz Eleitoral caberá recurso no prazo de 3 (três) dias. o eleitor não ficará sujeito às sanções pelo não exercício do voto. se requerida. Ac. III – excluirá dos fichários as respectivas IV – anotará. pela forma seguinte: Art. 71. dos fichários manuais. 81.-TSE n° 21. do para o exercício do voto na última eleição. 89 da mesma resolução: inutilização. registrará a ocorrência no local próprio para anotações e juntá-la-á ao processo de cancelamento. O sufrágio é universal e direto. o Cartório tomará as seguintes providências: tação. o voto. Na eleição direta para o Senado Federal. 40. caput: batimento ou cruzamento dos dados constantes do cadastro eletrônico realizado pelo TSE em âmbito nacional. CÓDIGO ELEITORAL que inviabilize a regularização no cadastro. e nota ao inciso IV do mesmo artigo. interposto pelo excluendo ou por Delegado de partido. que observará o processo estabelecido no artigo seguinte. a critério dos tribunais regionais. Art. obrigatório e secreto. para Prefeito e Vice-Prefeito. 78. e arts. fichas. 79. 80. V – comunicará o cancelamento ao Tribunal Regional para anotação no seu fichário. após a sentença de cancelamento.931/2004: admissibilidade da retirada do nome do eleitor da folha de votação. ƒƒ Res.611/2004: cabe recurso também da sentença que mantém a inscrição eleitoral. Art. Determinado. II – registrará a ocorrência na coluna de observações do livro de inscrição. os claros abertos na pasta de votação para o oportuno preenchimento dos mesmos. I – na inscrição que não corresponda ao doII – naquela cujo título não haja sido entreIII – naquela cujo título não haja sido utilizaIV – na mais antiga. tratando-se de caso notório. de forma sistemática.538/2003.

caput: escolha de candidatos pelos partidos no período de 10 a 30 de junho do ano em que se realizarem as eleições. § 2°. inserido no art. 23. também. 99 Ac. § 7°. 18.012/2005. simultaneamente. em todo o País. 99 Lei n° 9. 33. no REspe n° 64228: irrelevância do surgimento de fração.2006.534/1978. §§ 2° e 3°. art. 5° da Lei n° 6. art. ainda que afastado do órgão de origem e pretenda concorrer em estado diverso de seu domicílio profissional. membros dos tribunais de contas e do Ministério Público. 61 Código Eleitoral . A eleição para Deputados Federais. 19.096/1995.615/2000: Art. 93 deste código. 99 CF/88. 14. e §§ 1° e 2°: número de candidatos que cada partido ou coligação pode registrar.5% (meio por cento). Res. caput.-TSE.2010. no RO n° 993: prazo de filiação partidária igual ao de desincompatibilização para magistrados. § 3°: percentual de vagas reservado para candidaturas de cada sexo. art. 9°: prazo mínimo de um ano de filiação para eleições proporcionais e majoritárias. para presidente e vice-presidente da República e para governadores e vice-governadores de estado e do Distrito Federal. ƒƒ V.2008. § 2°: eleição. Governadores.737. ƒƒ Lei n° 9.-TSE. VII. ƒƒ CF/88. se o partido político deixar de esgotar as possibilidades de indicação de candidatos. ƒƒ V. Nas eleições presidenciais. a circuns- crição será o País.539/1999. Nas eleições realizadas pelo sistema proporcional o candidato deverá ser filiado ao partido.730: o vocábulo jurisdição.988/1997. Art. nas eleições federais e estaduais. parágrafo único.095/2005 e Ac. da CF/88. nas municipais. o respectivo Município. Somente podem concorrer às eleições candidatos registrados por partidos. e 32. 22. 8°. 32. Lei n° 9. Parágrafo único.787/2004: inexigência de prévia filiação partidária do militar da ativa. 22. c.504/1997.-TSE n os 20. Senadores e suplentes. 1°. 11. 77. também. em relação a quaisquer dos gêneros. 27 e 45: eleições. deste código. 87. I: eleição na mesma data. e Lei n° 9. 86. e as três primeiras notas ao art. no REspe n° 29. ainda que superior a 0.9. Art. Não é permitido registro de candidato embora para cargos diferentes.-TSE n° 11. art. Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais. ƒƒ Res. art. A eleição para a Câmara dos Deputados. na circunscrição em que concorrer. pelo tempo que for fixado nos respectivos estatutos. IV. art. para governador e vice-governador do Distrito Federal e deputados distritais.c. 20. Parágrafo único.-TSE n° 21.c.504/1997.504/1997. Res. deve ser interpretado no sentido do termo circunscrição contido neste dispositivo. por mais de uma circunscrição ou para mais de um cargo na mesma circunscrição. para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (deputados distritais). DO REGistRO dOs CandidatOs CAPÍtULO I Art. que dispõe sobre inelegibilidade reflexa.096/1995.-TSE. Presidente e Vice-Presidente da República.015/2005. ainda. obedecerá ao princípio da representação proporcional na forma desta Lei. e. 10. o Estado. Ac.CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Artigo com redação dada pelo art.-TSE n° 22.614/2000 e 20. art. Lei n° 4. os arts. 99 Lei n° 9. c. Art. 84.504/1997. art. § 3°: eleições para as câmaras territoriais. 85. art. de 21.-TSE n os 19. caput: possibilidade de o partido estabelecer no estatuto prazo mínimo superior a um ano. primeira nota ao art. 20. Nenhum registro será admitido fora do período de 6 (seis) meses antes da eleição.9. bastando o pedido de registro de candidatura após escolha em convenção partidária. 88 ƒƒ Ac. art. de 8.978/1997. art. 30. de forma a corresponder à área de atuação do titular do Poder Executivo. Vice-Governadores e Deputados Estaduais far-se-á. caput: prazo para pedido de registro: até as 19 horas do dia 5 de julho do ano que se realizarem as eleições. ƒƒ Lei n° 9.314/1990 e Res. os arts. de 18. 28.9. 22. de 15 de julho de 1965 Art. caput. 88.088/2005: servidor da Justiça Eleitoral deve se exonerar para cumprir o prazo legal de filiação partidária.

45. 89 militar da reserva deve se filiar em 48 horas. 89.. far-se-á sempre em chapa única e indivisível. dos candidatos serão realizadas. Governador e Vice-Governador e Deputado Estadual. inclusive os que tiverem sido impugnados. deste código. 178 deste código. O prazo da entrada em Cartório ou na Secretaria do Tribunal.504/1997. O registro pode ser promovido por Delegado de partido. limitada à atuação junto à Justiça Eleitoral. Art.504/1997. art. que podem exercer atividade político-partidária. 107 da Lei n° 9. de requerimento de registro de candidato a cargo eletivo terminará. 99 CF/88. Art. § 3°: registro com dois suplentes. 99 LC n° 64/1990. ao passar para a inatividade. deste código.2004. Art. caput: prazo para impugnação de candidatura. mas antes da escolha em convenção. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art. 92. art. 93. § 2°: fixação de quatro vagas para deputados.-TSE. inclusive telegrama de quem responda pela direção partidária e sempre com assinatura reconhecida por tabelião. no AgR-REspe n° 22. Deputado Federal. todos os requerimentos devem estar julgados. I – no Tribunal Superior Eleitoral os candidatos II – nos Tribunais Regionais Eleitorais os candidatos a Senador. ƒƒ Lei n° 9. caput: a escolha de candidato deverá ser feita no período de 10 a 30 de junho do ano em que se realizarem as eleições. de 23.504/1997. 99 Lei n° 9.9. § 1° Até o septuagésimo dia anterior à data marcada para a eleição.248: ausência de proibição da filiação partidária aos defensores públicos.504/1997.10.504/1997. de 19.2006. Lei n° 9. § 4°: requerimento de registro feito pelo próprio candidato. O registro de candidatos a Presidente e Vice-Presidente. caput. sujeitando-se à regra geral de filiação (até um ano antes do pleito no qual pretendam concorrer). 11. 62 . no RO n° 1. 8°. 90. Somente poderão inscrever candidatos os partidos que possuam Diretório devidamente registrado na circunscrição em que se realizar a eleição. que não reproduziu o primitivo § 3°.) Art. art. 11. Serão registrados: a Presidente e Vice-Presidente da República.941: necessidade de tempestiva filiação partidária de militar da reserva não remunerada. Art. Ac. art. segunda nota ao art.-TSE. ainda que resulte a indicação de aliança de partidos. (Revogado pelo art. § 1°: documentos que instruirão o pedido de registro. 11 da Lei n° 6. no máximo. Prefeito e Vice-Prefeito e Juiz de Paz. 91. ou Prefeito e Vice-Prefeito. ƒƒ Lei n° 9. quando esta ocorrer após o prazo limite de filiação partidária. improrrogavelmente.Art. 4°: partidos políticos que poderão participar das eleições. às dezoito horas do nonagésimo dia anterior à data marcada para a eleição. art. § 2° Nos Territórios far-se-á o registro do candidato a Deputado com o do suplente. 94. 99 CF/88. 99 V. parágrafo único. CÓDIGO ELEITORAL a suplente de deputado. 87. art. V.978/1982. conforme o caso. 46. art.504/1997: inexistência de previsão de registro de candidato § 1° O requerimento de registro deverá ser instruído: ƒƒ Lei n° 9. nota ao art. até dez dias antes do término do prazo do pedido de registro no Cartório Eleitoral ou na Secretaria do Tribunal. Ac. ƒƒ V. III – nos Juízos Eleitorais os candidatos a Vereador. § 2° As Convenções partidárias para a escolha Art. também. Governador e Vice-Governador. 3°. autorizado em documento autêntico. 105. art. § 1° O registro de candidatos a Senador far-se-á com o do suplente partidário.

O art. parágrafo único. para que se verifique se o candidato está no gozo dos direitos políticos (arts. a citação do dispositivo assinalada no art. da mesma forma. no caso de eleição municipal ou distrital. impugnação articulada por parte de candidato ou de partido político. 549/2002 e 23. pública ou ostensivamente. também. V. da declaração de seus bens. 96 deste código já se achava derrogado desde 1985. que houver feito a escolha do candidato. de 26. ƒƒ Lei n° 9. VI – com declaração de bens. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. ou com o nome abreviado. § 1° O edital será publicado na imprensa oficial. e afixado em Cartório. a qual deverá ser conferida com o original na Secretaria do Tribunal ou no Cartório Eleitoral. 99 Ac.-TSE nos 12. 96. 20 da Lei n° 4. e 135 da Constituição Federal). art.096/1995. 14.9. e Lei n° 9. corresponde aos arts. oferecendo prova do alegado. da Lei n° 9. fará publicar imediatamente edital para ciência dos interessados. § 3° Poderá. § 1°. entretanto. no REspe n° 27. art. Ac. § 3°. por força de emenda constitucional. 88. ou seja adepto de partido político cujo registro tenha sido cassado com fundamento no artigo 141. § 2° Do pedido de registro caberá. notas ao art. IV – com prova de filiação partidária. 99 CF/88. também. 96. § 13. 97 ƒƒ Lei n° 9. fusão. 99 CF/88. V – com folha corrida fornecida pelos Cartó- gistro. com § 2° A autorização do candidato pode ser dirigida diretamente ao órgão ou Juiz competente para o registro. nas demais Zonas. 99 V. 11. Será negado o registro a candidato II – com autorização do candidato. desde que a supressão não estabeleça dúvidas quanto à sua identidade. Lei n° 4. 14. de que constem a origem e as mutações patrimoniais. nas capitais. III. 14.807/1996. dentre outros: ilegitimidade de eleitor para impugnar registro de candidatura. V: exigência de filiação para qualquer candidatura. 99 Refere-se à CF/46. revogou tacitamente a parte final deste inciso. 17. incorporação e extinção de partidos políticos.. Senador e respectivo suplente. 99 LC n° 64/1990. Art. fundamento em inelegibilidade ou incompatibilidade do candidato ou na incidência deste no art. no local de costume. § 3°. Art. a contar da publicação ou afixação do edital. 132. faça parte. sem o prenome.2006. dentro do mesmo prazo. IV. salvo para os candidatos a Presidente e Vice-Presidente.-TSE. O candidato poderá ser registrado 63 Código Eleitoral . 99 Refere-se à CF/46. impugnar o pedido de registro. coligação e do Ministério Público. partido.737. de 15 de julho de 1965 Art. no prazo de 2 (dois) dias. § 3°.096/1995. 95. art. entre outros documentos. o Presidente do Tribunal ou o Juiz Eleitoral. art. 97. sem indicar os valores atualizados e/ou as mutações patrimoniais. qualquer eleitor.CÓDIGO ELEITORAL I – com a cópia autêntica da ata da Convenção Art. apresentar notícia de inelegibilidade. caput: prazo de cinco dias para impugnação e legitimidade de candidato. em documento com a assinatura reconhecida por tabelião.504/1997. da Constituição Federal. nota ao § 2° deste artigo. II.961/1966.375/1992. 97. deste código. que. art. podendo. Prefeito e Vice-Prefeito. em que conste que o registrando é eleitor. Governador e Vice-Governador. 12. 28: casos de cancelamento do registro dos partidos políticos. III – com certidão fornecida pelo Cartório Eleitoral da Zona de inscrição.556/2004.504/1997. e 15 da CF/88. art. Protocolado o requerimento de re- rios competentes. 2°: livre criação. passando a exigir apenas que o requerimento do candidato se faça acompanhar. caput: variações nominais indicadas para registro nas eleições proporcionais.160: o art. 3°.

estadual ou distrital ou a vereador para requerer novo número.504/1997. excluído do serviço ativo. 82. parágrafo único. Os militares alistáveis são elegíveis. O Juízo ou Tribunal que deferir o registro de militar candidato a cargo eletivo. ƒƒ V. independentemente do referido sorteio. 15. V. no ato da diplomação. 99 LC n° 64/1990. expresso acarretará a anulação do registro promovido. Nas eleições majoritárias poderá qualquer partido registrar na mesma circunscrição candidato já por outro registrado. 4°: prazo de sete dias para contestação pelo candidato. feita a respectiva intimação na forma do § 1°. o partido requerente do registro terá vista dos autos. Res. A falta de consentimento 99 CF/88. do serviço ativo. 14. art. 8°. por sorteio. caput: prazo para celebração de coligações partidárias. art.-TSE n° 20.504/1997. para que ao primeiro candidato do primeiro partido corresponda o número 101 (cento e 64 . II – o militar em atividade com 5 (cinco) ou Art. será. ƒƒ V.Art. Correspondia ao art.880/1980. § 3° Nas eleições para Deputado Federal. 3°). 99 Refere-se à EC n° 9/1964. como agregado. e § 4°: agregação de militar por motivo de candidatura a cargo eletivo. 138.504/1997. observadas as formalidades do art. art. 218 deste código. 99 Lei n° 9. se o número de partidos não for superior a 9 (nove). 98.229/1998: escolha dos números facultada aos partidos políticos. § 8°. I: se o militar contar menos de dez anos de serviço. XIV. ao se candidatar a cargo eletivo. reservará para cada partido. III – o militar não excluído e que vier a ser eleito. até 6 (seis) meses antes do pleito. 98 § 4° Havendo impugnação. § 3°. ao se candidatar a cargo eletivo. art. para tratar de interesse particular. por 2 (dois) dias. deverá afastar-se da atividade. a cada um corresponderá obrigatoriamente uma centena. 14. CF/88. 14. art. ƒƒ Lei n° 6. § 8°. CÓDIGO ELEITORAL desde que o outro partido e o candidato o consintam por escrito até 10 (dez) dias antes da eleição. quando lançar a candidatura. partido ou coligação. uma série de números a partir de 100 (cem). 99. o Tribunal Superior Eleitoral. 94. art. 6°. comunicará imediatamente a decisão à autoridade a que o mesmo estiver subordinado. art. I: na chapa da coligação. transferido para a reserva ou reformado (Emenda Constitucional n° 9. art. observados os critérios da lei citada. podem inscrever-se candidatos filiados a qualquer partido dela integrante. II. por sua vez. Art. § 8°. Art. § 1° A sessão a que se refere o caput deste artigo será anunciada aos partidos com antecedência mínima de 5 (cinco) dias. podendo o partido prejudicado requerê-la ou recorrer da resolução que ordenar o registro. ƒƒ Lei n° 9. será afastado. Nas eleições realizadas pelo sistema proporcional. nota ao caput deste artigo. mais anos de serviço. § 2°: permissão dada a deputado federal. Parágrafo único. em cada Estado e Município. art. atendidas as seguintes condições: I – o militar que tiver menos de 5 (cinco) anos de serviço. II: se o militar contar mais de dez anos de serviço. c. Parágrafo único. art. será. para falar sobre a mesma. da CF/46. será agregado pela autoridade superior. art. em sessão realizada com a presença dos Delegados de partido. ƒƒ Lei n° 9. § 2° As Convenções partidárias para escolha dos candidatos sortearão. temporariamente. 15: critérios para a identificação numérica dos candidatos. devendo a numeração dos candidatos ser sorteada a partir da unidade. 100. os números que devam corresponder a cada candidato. cabendo igual obrigação ao partido. 99 CF/88.

. o cancelamento do registro do seu nome. tanto em eleições proporcionais quanto majoritárias.101 (um mil cento e um). conforme o caso.2007. caput. 13. salvo na hipótese prevista no parágrafo anterior. a cada um corresponderá uma centena a partir de 1. para reiniciá-la em 2. se o registro do novo candidato estiver deferido Art. dará ciência imediata ao partido que tenha feito a inscrição. art. 17: substituição de candidato inelegível. art. Art. Art. § 5°: preenchimento de vagas no caso de as convenções para escolha de candidatos não indicarem o número máximo facultado a cada partido ou coligação. em petição com firma reconhecida. observadas todas as formalidades exigidas para o registro e desde que o novo pedido seja apresentado até 60 (sessenta) dias antes do pleito. art. renúncia. Lei n° 9. art. Pode qualquer candidato requerer. do Código Eleitoral) [. ocorrendo a hipótese prevista neste artigo. 99 Lei n° 9. 65 Código Eleitoral . o partido poderá substituí-lo. 101. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. § 5° Em caso de morte. observando. § 4° Nas eleições proporcionais. § 2°: substituição em caso de candidato pertencente a coligação. no que couber. o Tribunal Superior § 3° Considerar-se-á nulo o voto dado ao candidato que haja pedido o cancelamento de sua inscrição.504/1997. e §§ 1° e 3°: hipóteses de substituição de candidato e prazo.CÓDIGO ELEITORAL um). de 15 de julho de 1965 § 4° Concorrendo 10 (dez) ou mais partidos. in fine.-TSE. as normas constantes dos parágrafos anteriores. 13. ƒƒ Lei n° 9. e assim sucessivamente. § 2° Nas eleições majoritárias. 1° da Lei n° 6. 1° da Lei n° 6..737. 102. ƒƒ Lei n° 9. art. ao do segundo partido. se o candidato vier a falecer ou renunciar dentro do período de 60 (sessenta) dias mencionados no parágrafo anterior. 101.504/1997. 201 (duzentos e um). ƒƒ LC n° 64/1990. § 3°: previsão expressa do prazo de 60 dias somente para eleição proporcional.101 (dois mil cento e um).015/1982.568: “Observado o prazo de dez dias contado do fato ou da decisão judicial que deu origem ao respectivo pedido. e de maneira que a todos os candidatos. e efetivação condicionada à apresentação do pedido até 60 dias antes do pleito. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art.504/1997. § 2°. o Presidente do Tribunal ou o Juiz. Os registros efetuados pelo Tribunal Superior serão imediatamente comunicados aos Tribunais Regionais e por estes aos Juízes Eleitorais. caso contrário serão utilizadas as já impressas. ainda. a partir do décimo partido.504/1997. ƒƒ Lei n° 9.553/1978. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art.]”. 102 até 30 (trinta) dias antes do pleito. de 6.504/1997.553/1978. V. no REspe n° 25. Eleitoral sorteará as séries correspondentes aos Deputados Estaduais e Vereadores. 13. 10. de maneira que a todos os candidatos sejam atribuídos sempre 4 (quatro) algarismos. 14: cancelamento do registro de candidatos expulsos do partido. inelegibilidade e preenchimento de vagas existentes nas respectivas chapas. sejam atribuídos sempre números de 4 (quatro) algarismos. art. ƒƒ Ac. primeira nota ao § 2° deste artigo. as substituições e indicações se processarão pelas Comissões Executivas. art.. 13. serão confeccionadas novas cédulas. computandose para o novo candidato os votos dados ao anteriormente registrado.12. ao substituto será atribuído o número anteriormente dado ao candidato cujo registro foi cancelado. suprimindo-se a numeração correspondente à série 2. ao qual ficará ressalvado o direito de substituir por outro o nome cancelado.001 (dois mil e um) a 2. Lei n° 4. 1° da Lei n° 7. é possível a substituição de candidato a cargo majoritário a qualquer tempo antes da eleição (art. §§ 1° e 3°: registro requerido até dez dias contados do fato ou da decisão judicial que deu origem à substituição.100 (dois mil e cem). § 1° Desse fato. § 5° Na mesma sessão.

Art. 16: relação dos candidatos às eleições majoritárias e proporcionais a ser enviada pelos tribunais regionais ao Tribunal Superior. As cédulas oficiais serão confeccio- ƒƒ CF/88.Art. devendo os Delegados de partido ser intimados por ofício sob protocolo. Fica facultado a 2 (dois) ou mais partidos coligarem-se para o registro de candidatos comuns a Deputado Federal. § 5° Para as eleições realizadas pelo sistema III – verificação da autenticidade da cédula oficial à vista das rubricas. Deputado Estadual e Vereador. com redação dada pela EC n° 52/2006: autonomia dos partidos políticos para adotar os critérios de escolha e o regime 66 . Art. de 2. 103 e 104 deste código. 103. 82 a 89: aplicáveis. DO VOtO SECREtO ƒƒ Lei n° 9. IV – emprego de urna que assegure a inviolabilidade do sufrágio e seja suficientemente ampla para que não se acumulem as cédulas na ordem em que forem introduzidas. 103 Parágrafo único. O sigilo do voto é assegurado mediante as seguintes providências: ções. sem que seja necessário o emprego de cola para fechá-las. Arts.-TSE. Da CÉdULa OFiCiaL ƒƒ Lei n° 9.504/1997. art.504/1997. com tipos uniformes de letras. em audiência presidida pelo Juiz ou Presidente do Tribunal. II – se forem 3 (três). na presença dos candidatos e Delegados de partido. de acordo com modelo aprovado pelo Tribunal Superior. devendo ser impressas em papel branco. o afastamento do sigilo. fechá-la. na urna eletrônica. de um único voto. proporcional a cédula conterá espaço para que o eleitor escreva o nome ou o número do candidato de sua preferência e indique a sigla do partido. ainda que isso implique. 105.504/1997. em último lugar. III – se forem mais de 3 (três). CAPÍtULO II § 4° Havendo substituição de candidatos após o sorteio. ƒƒ Lei n° 9. dobradas. CÓDIGO ELEITORAL § 1° Os nomes dos candidatos para as eleições majoritárias devem figurar na ordem determinada por sorteio. I – uso de cédulas oficiais em todas as elei- IV – se permanecer apenas 1 (um) candidato e forem substituídos 2 (dois) ou mais. de maneira tal que. sendo realizado novo sorteio em relação aos demais. arts. § 3° A realização da audiência será anunciada com 3 (três) dias de antecedência. em segundo lugar. art. juntamente com as regras dos arts.2010.9. Os Tribunais Regionais comunicarão também ao Tribunal Superior os registros efetuados por eles e pelos Juízes Eleitorais. aquele ficará em primeiro lugar. 83 e parágrafos. no mesmo dia em que for deferido o último pedido de registro. art. o nome do novo candidato deverá figurar na cédula na seguinte ordem: I – se forem apenas 2 (dois). 17. § 1°. no PA n° 108906: cômputo. II – isolamento do eleitor em cabina indevas- sável para o só efeito de assinalar na cédula o candidato de sua escolha e. em seguida. 104. nadas e distribuídas exclusivamente pela Justiça Eleitoral. A impressão será em tinta preta. Da REpREsEntaÇÃO PROpORCiOnaL § 6° As cédulas oficiais serão confeccionadas CAPÍtULO III CAPÍtULO IV Art. ƒƒ Ac. resguardem o sigilo do voto. em penúltimo lugar. opaco e pouco absorvente. 59 a 62: sistema eletrônico de votação e totalização dos votos. ao sistema convencional. em tese. § 2° O sorteio será realizado após o deferimento do último pedido de registro.

“Não é absoluto. e parágrafo único. quando se tratar de eleição para a Câmara de Vereadores. Lei n° 4. art.T S E n ° 1 6 .-TSE n° 2. § 2° Só poderão concorrer à distribuição dos lugares os partidos e coligações que tiverem obtido quociente eleitoral. contam-se como votos válidos apenas os votos dados aos candidatos regularmente inscritos e às legendas partidárias.554: recepção deste parágrafo pela CF/88 e inexistência de conflito com os arts. 1°.-TSE n° 16. (Revogado pelo art. presentes 2/3 (dois terços) dos convencionais. interpretados sistematicamente. art. ƒƒ Res. Lei n° 9. dividindo-se pelo quociente eleitoral o número de votos válidos dados sob a mesma legenda ou coligação de legendas. . na ordem da votação nominal que cada um tenha recebido.504/1997.504/1997.T S E nos 11.844/1990: para o cálculo da média deverá ser considerada a fração. V. 3° da Lei n° 7.-TSE.504/1997. 7°: previsão de estabelecimento de normas sobre formação de coligação pelo estatuto do partido. ƒƒ Lei n° 9. Lei n° 9.4. equivalente a um. Determina-se o quociente eleitoral dividindo-se o número de votos válidos apurados pelo de lugares a preencher em cada circunscrição eleitoral. 6°: formação de coligações em eleições majoritárias e proporcionais. Art. desprezada a fração se igual ou inferior a meio. caput.504/97. 3°. art. § 2° Cada partido indicará em Convenção os seus candidatos e o registro será promovido em conjunto pela coligação. § 1° O preenchimento dos lugares com que cada partido ou coligação for contemplado far-se-á segundo a ordem de votação recebida pelos seus candidatos. II – repetir-se-á a operação para a distribuição de cada um dos lugares. no que se refere à eficácia quantitativa. Art.454/1985. quando se tratar de eleição para a Câmara dos Deputados e Assembléias Legislativas. I. LIV. caput. 8 4 4 / 1 9 9 0 e A c . considerar-se-á o partido ou coligação com maior votação. estabelecendo-se. ƒƒ R e s . e será aprovada mediante a votação favorável da maioria. 5°: nas eleições proporcionais.454/1985. Ac. em um 67 Código Eleitoral . ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. Determina-se para cada partido ou coligação o quociente partidário. e à Convenção Municipal. 108. 5°. na mesma oportunidade. Estarão eleitos tantos candidatos registrados por um partido ou coligação quantos o respectivo quociente partidário indicar.895/2001: no caso de empate na média entre dois ou mais partidos ou coligações. cabendo ao partido ou coligação que apresentar a maior média um dos lugares a preencher. e 45. no MS n° 3. da CF/88. ƒƒ Ac. mais um. Os lugares não preenchidos com a aplicação dos quocientes partidários serão distribuídos mediante observância das seguintes regras: I – dividir-se-á o número de votos válidos atribuídos a cada partido ou coligação de partido pelo número de lugares por ele obtido. até a 14ª casa decimal. art. desprezada a fração.) Parágrafo único. de 8. de 15 de julho de 1965 § 1° A deliberação sobre coligação caberá à Convenção Regional de cada partido. . 3° da Lei n° 7.778/1994 e 2.845/2001: no caso de empate na média e no número de votos. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art.CÓDIGO ELEITORAL de suas coligações eleitorais. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art.454/1985. § 3°: normas a serem observadas quanto à escolha e ao registro de candidatos em coligação e sua representação. ƒƒ Lei n° 9. o número de candidatos que caberá a cada partido. deve ser usado como terceiro critério de desempate o número de votos nominais. 109. não se aplicando o art. 3° da Lei n° 7. Art. 3° da Lei n° 7. 14. 107. 106. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art. 107 da Art.2010.454/1985.504/1997. 109 Art.737. se superior. ƒƒ Lei n° 9. 6°. 110 do CE/65.

caput: fixação. Art. de acordo com o art. 117. Se nenhum partido ou coligação alcançar o quociente eleitoral. 250. 11.454/1985. § 5°. A Justiça Eleitoral fará ampla divulgação. os candidatos mais votados. e de 200 nas seções do interior. § 5°. dos nomes dos candidatos registrados.. com indicação do partido a que pertençam. haver-se-á por eleito o candidato mais idoso. 33. deste código. I – os mais votados sob a mesma legenda e não eleitos efetivos das listas dos respectivos partidos. através dos comunicados transmitidos em obediência ao disposto no art. sob pena de Art.-TSE n° 14. art. Em caso de empate. 113. da redação original sofreu sucessivas renumerações até ser transformado em § 2°. caput. nem menos de 50 (cinqüenta) eleitores. 68 . não havendo suplente para preenchê-la. Será punido nos termos do art. no caso de vacância dos cargos de presidente e vice-presidente da República.250/1988: “[. o número de eleitores alistados. considerar-se-ão eleitos. inclusive para senador. Art. far-se-á eleição. parágrafo único: fixação pela Justiça Eleitoral.454/1985. pelo TSE. duas cabinas”. deste código. no caso dos candidatos a Deputado e a Vereador. 44 e 47 a 57: horário gratuito de propaganda eleitoral no rádio e na televisão. ƒƒ Lei n° 9.504/1997.504/1997. Na ocorrência de vaga. in fine: o disposto neste artigo aplica-se também à coligação partidária. já devem estar devidamente qualificados e os respectivos títulos prontos para a entrega.” CÓDIGO ELEITORAL Parágrafo único. art.. se deferidos pelo Juiz Eleitoral.Art. arts. 81. 114. 3° da Lei n° 7. do número de eleitores por seção eleitoral de acordo com o número de cabinas. Até 70 (setenta) dias antes da data marcada para a eleição. nas seções das capitais. II – em caso de empate na votação. § 2°: prazo de 15 meses para renovação de eleições por vacância. até serem preenchidos todos os lugares. 99 CF/88. o Preparador ou o funcionário responsável pela transgressão do preceituado neste artigo ou pela não-entrega do título pronto ao eleitor que o procurar. 99 V. Lei n° 9. 11 da Lei n° 6. o Escrivão Eleitoral. Considerar-se-ão suplentes da representação partidária: 99 Lei n° 7. 250. Das SEÇÕEs ELEitORais CAPÍtULO I DOs AtOs PREpaRatÓRiOs da VOtaÇÃO TÍtULO II Art. quando foi revogado pela Lei n° 9. até 30 (trinta) dias antes de cada eleição. bem assim por meio de cartazes afixados em lugares públicos. 45. 84. nota ao art. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. art. As Seções Eleitorais. e indireta se menos de dois anos para findar o período de mandato. ƒƒ Lei n° 6. 111. bem como do número sob que foram inscritos. 99 V. organizadas à medida em que forem sendo deferidos os pedidos de inscrição. no mínimo. comunicarão ao Tribunal Regional. caput e § 1° (e suas notas): eleição direta se faltarem mais de dois anos. 115. na ordem decrescente da idade. salvo se faltarem menos de nove meses para findar o período de mandato. 99 O art.504/1997. responsabilidade. Res. Os Juízes Eleitorais. Art. Art. Art. 110. pelo rádio e televisão. e art.996/1982. Art. o princípio da igualdade do voto. 116. não terão mais de 400 (quatrocentos) eleitores nas capitais e de 300 (trezentos) nas demais localidades. 4°. 110 sistema proporcional para o preenchimento das cadeiras do Poder Legislativo.996/1982”. art. segunda nota ao art. § 1°.] Fixação do número de 250 eleitores por cabina. todos os que requererem inscrição como eleitor. ou transferência. 56. 11: “Cada seção eleitoral terá. 112. parágrafo único do art. 293 o Juiz Eleitoral.

118. Art.-TSE n° 21. o Tribunal Regional poderá autorizar que sejam ultrapassados os índices previstos neste artigo. 133. Constituem a Mesa Receptora um Presidente.987/2008: a informação da ocupação exercida pelo eleitor nas operações de alistamento. Das MEsas RECEptORas uma Mesa Receptora de votos. § 1° Não podem ser nomeados Presidentes e Mesários: ƒƒ Lei n° 9.726/2004: nomeação de mesário ad hoc na hora da eleição somente no caso de faltar algum mesário já nomeado. ƒƒ Res. caput. nos termos da preferência definida neste dispositivo. o número de eleitores não alcançar o mínimo exigido. e bem assim o cônjuge. e intimará os Mesários através dessa publicação. inclusive.504/1997. não havendo. § 3° O Juiz Eleitoral mandará publicar no jornal oficial. este se completará com outros. § 2°. ƒƒ Res.-TSE n° 22. de 15 de julho de 1965 I – os candidatos e seus parentes ainda que por afinidade. de menores de 18 anos e proibida a participação de parentes em qualquer grau ou de § 5° Os nomeados que não declararem a exis- tência de qualquer dos impedimentos referidos no § 1° incorrem na pena estabelecida pelo art. e prescinde de prova. 119. 120 servidores da mesma repartição pública ou empresa privada na mesma mesa.411/2006: inexistência de amparo legal para dispensa de eleitor do serviço eleitoral por motivo de crença religiosa. um Primeiro e um Segundo Mesários. ainda que não sejam cegos. § 3°. 69 Código Eleitoral . dois Secretários e um suplente. deste código. Art. art. ƒƒ V.-TSE n° 22. 63. as nomeações que tiver feito. 120. nomeados pelo Juiz Eleitoral sessenta dias antes da eleição. para constituírem as Mesas no dia e lugares designados. A cada Seção Eleitoral corresponde Art. onde houver. II – os membros de Diretórios de partidos desde que exerçam função executiva. e 64: vedada a nomeação. os diplomados em escola superior.737. segunda nota ao art. para presidente e mesários.-TSE n° 22. salvo se sobrevindos depois desse prazo. a qual será remetida aos Presidentes das Mesas Receptoras para facilitação do processo de votação. e. Os Juízes Eleitorais organizarão relação de eleitores de cada Seção. devidamente justificados. às 7 horas. turma ou junta eleitoral. 310. arts. deste código e Res. art. em audiência pública. aproximando o eleitor do local designado para a votação. § 4° Os motivos justos que tiverem os nomeados para recusar a nomeação. CAPÍtULO II Art. § 2° Se em Seção destinada aos cegos. ƒƒ V. em Cartório. de preferência entre os eleitores da própria Seção. até o segundo grau. desde que essa providência venha facilitar o exercício do voto. 22 da Lei n° 4. revisão e transferência visa auxiliar a escolha e nomeação de mesários. IV – os que pertencerem ao serviço eleitoral. 36. os professores e os serventuários da Justiça. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. III – as autoridades e agentes policiais.098/2005: possibilidade de convocação de eleitor de zona eleitoral diversa em caráter excepcional e com prévia autorização do juízo da inscrição. deste código.961/1966. I. somente poderão ser alegados até 5 (cinco) dias a contar da nomeação. e que ficarão à livre apreciação do Juiz Eleitoral. bem como funcionários no desempenho de cargos de confiança do Executivo. § 2° Os Mesários serão nomeados. 99 Res. Lei n° 4. ƒƒ V. ainda que se trate de mesário voluntário. 123. dentre estes. e.CÓDIGO ELEITORAL § 1° Em casos excepcionais. anunciada pelo menos com cinco dias de antecedência.

Da nomeação da Mesa Recepto- CÓDIGO ELEITORAL § 2° Não comparecendo o Presidente até às ra qualquer partido poderá reclamar ao Juiz Eleitoral.504/1997. Art. ƒƒ V. art.504/1997. devendo a decisão ser proferida em igual prazo. a contar da audiência. sem justa causa apresentada ao Juiz Eleitoral até 30 (trinta) dias após.-TSE n° 21/1998. Art. 123. 344 do CE. o prazo se contará do ato da nomeação ou eleição. primeira e segunda notas ao art. 99 V. 344 deste código. assumirá a Presidência o Primeiro Mesário e. o qual não contém ressalva quanto à possibilidade de cumulação com sanção de natureza penal”. se o impedimento se der dentro desse prazo ou no curso da eleição. Os Juízes deverão instruir os Mesá- 99 V. sob esse fundamento. Os Mesários substituirão o Presidente. 120. a pena será de suspensão até 15 (quinze) dias. ou membro da § 1° Da decisão do Juiz Eleitoral caberá recurso para o Tribunal Regional. em reuniões para esse fim convocadas com a necessária antecedência. § 3° As penas previstas neste artigo serão aplicadas em dobro se a Mesa Receptora deixar de funcionar por culpa dos faltosos. e em virtude de fato superveniente. § 3° O partido que não houver reclamado contra a composição da Mesa não poderá argüir. 367. Ac. um dos Secretários ou o suplente. ƒƒ Ac.4. em dia e hora determinados para a realização de eleição. deste código. a nulidade da Seção respectiva. caput. deste código. caput. incorrerá na multa de 50% (cinqüenta por cento) a 1 (um) salário mínimo vigente na Zona Eleitoral. 98 da Lei n° 9. dentro de igual prazo. Mesa que assumir a Presidência. 7°. § 3° Poderá o Presidente. ser resolvido. 122. devendo. sete horas e trinta minutos. no HC n° 638: “O não comparecimento de mesário no dia da votação não configura o crime estabelecido no art. no prazo de 2 (dois) dias. de abertura e de encerramento da eleição. 124. Art. ƒƒ V. salvo força maior. o Segundo Mesário. comunicando o impedimento aos Mesários e Secretários. ou imediatamente. 121. rios sobre o processo de eleição. O membro da Mesa Receptora que não comparecer no local. de modo que haja sempre quem responda pessoalmente pela ordem e regularidade do processo eleitoral. a multa será arbitrada e cobrada na forma prevista no art. dentre os eleitores presentes e obedecidas as prescrições do § 1° do art. 121 Art. interposto dentro de 3 (três) dias. § 1° Se o arbitramento e pagamento da multa não for requerido pelo Mesário faltoso. 99 Lei n° 9. pelo menos 24 (vinte e quatro) horas antes da abertura dos trabalhos. e assinarão a ata da eleição. o prazo para reclamação será contado da publicação dos nomes dos candidatos registrados. notas ao art.Art. 120. 8°. caput. nomear ad hoc. 120. e o registro do candidato for posterior à nomeação do Mesário. os que forem necessários para completar a Mesa. 124 do referido diploma.-TSE. 63. § 2° Se o vício da constituição da Mesa resultar da incompatibilidade prevista no n° I do § 1° do art. Se resultar de qualquer das proibições dos nos II. terceira nota ao art. No mesmo sentido. pois prevista punição administrativa no art. terceira nota ao art. § 4° Será também aplicada em dobro observado o disposto nos §§ 1° e 2°. § 1° O Presidente deve estar presente ao ato § 2° Se o faltoso for servidor público ou autárquico.2009. na sua falta ou impedimento. de 28. caput: prazo de 5 dias e decisão em 48 horas. III e IV. cobrada mediante selo federal inutilizado no requerimento em que for solicitado o arbitramento ou através de executivo fiscal. e quarta nota ao art. a pena ao membro da 70 .

recolhendo-se os seus votos à urna da Seção em que deveriam votar. VIII – fiscalizar a distribuição das senhas e. § 2° O transporte da urna e dos documentos da Seção será providenciado pelo Presidente da Mesa. para se realizar no prazo máximo de 30 (trinta) dias. ou pessoa que ele designar para esse fim. acompanhando-a os Fiscais que o desejarem. Não se reunindo. as quais. § 9°. IX – anotar o não-comparecimento do eleitor no verso da folha individual de votação. Art. § 1° As assinaturas dos eleitores serão recolhidas nas folhas de votação da Seção a que pertencerem. Art. 125. verificando que não estão sendo distribuídas segundo a sua ordem numérica. em sua falta. 45. Mesário ou Secretário que comparecer. por qualquer motivo. Essa eleição deverá ser mar- Art. Compete ao Presidente da Mesa I – receber os votos dos eleitores. IV – comunicar ao Juiz Eleitoral. e. a Mesa Receptora. Art. Parágrafo único. II – lavrar a ata da eleição. 23 da Lei n° 4. com a sua rubrica.961/1966. juntamente com as cédulas oficiais e o material restante. II – decidir imediatamente todas as dificuldades ou dúvidas que ocorrerem. denciará imediatamente as ocorrências cuja solução deste dependerem.CÓDIGO ELEITORAL Mesa que abandonar os trabalhos no decurso da votação sem justa causa apresentada ao Juiz até 3 (três) dias após a ocorrência. incorrerá nas penas do art. ou pelo próprio Juiz. Art. Receptora. ƒƒ Inciso acrescido pelo art. nota ao art. O eleitor que inutilizar ou arrebatar as listas afixadas nas cabinas indevassáveis ou nos edifícios onde funcionarem Mesas Receptoras. Parágrafo único. III – manter a ordem. 129. pelo menos. Compete aos Secretários: I – distribuir aos eleitores as senhas de entrada previamente rubricadas ou carimbadas segundo a respectiva ordem numérica. 127. Parágrafo único. 99 V. VII – assinar as fórmulas de observações dos Fiscais ou Delegados de partido. deste código. Se no dia designado para o pleito deixarem de se reunir todas as Mesas de um Município. a quem o substituir: VI – autenticar. 129 V – remeter à Junta Eleitoral todos os papéis que tiverem sido utilizados durante a recepção dos votos. sobre as votações. o Presidente do Tribunal Regional determinará dia para se realizar o mesmo. as quais não se poderão mais distribuir. Nas eleições proporcionais os Presidentes das Mesas Receptoras deverão zelar pela preservação das listas de candidatos afixadas dentro das cabinas indevassáveis. instaurando-se inquérito para a apuração das causas da irregularidade e punição dos responsáveis. cada dentro de 15 (quinze) dias. Lei n° 4. que provi- 71 Código Eleitoral . III – cumprir as demais obrigações que lhes forem atribuídas em instruções. para o que disporá de força pública necessária. tomando imediatas providências para a colocação de nova lista no caso de inutilização total ou parcial. As atribuições mencionadas no n° I serão exercidas por um dos Secretários e os constantes dos nos II e III pelo outro. acaso retidas. as cédulas oficiais e numerá-las nos termos das instruções do Tribunal Superior Eleitoral. poderão os eleitores pertencentes à respectiva Seção votar na Seção mais próxima. acompanharão a urna. sob a jurisdição do mesmo Juiz. recolher as de numeração intercalada. 297. a qual será transportada para aquela em que tiverem de votar. 128.737. de 15 de julho de 1965 Art. 126.

art. que dispunham sobre a utilização dos estabelecimentos mencionados.504/1997. ƒƒ V. DO MatERiaL paRa a VOtaÇÃO TÍtULO III Art.914/1989. ƒƒ V. o Delegado de partido encaminhará as credenciais ao Cartório. que poderá ser dispensada. § 2°: expedição das credenciais. nota ao art. (dois) Delegados em cada Município e 2 (dois) Fiscais junto a cada Mesa Receptora. 65. foram revogados pela Lei n° 7. para que. caput: a escolha não poderá recair. nota ao § 3° deste artigo. § 7° O Fiscal de cada partido poderá ser substituído por outro no curso dos trabalhos eleitorais. ƒƒ V. § 3° As credenciais expedidas pelos partidos. § 2° A escolha de Fiscal e Delegado de partido não poderá recair em quem. no todo ou em parte. os Delegados e os Fiscais dos partidos. em menor de 18 anos. Da FisCaLiZaÇÃO pERantE as MEsas RECEptORas CAPÍtULO III Art. deste código.602/1989: considerou revogado este parágrafo pelo art.996/1982. II – relações dos partidos e dos candidatos registrados. Pelas Mesas Receptoras serão admitidos a fiscalizar a votação.504/1997. 51. 17 da Lei n° 6. pelo menos 72 (setenta e duas) horas antes da eleição. nota ao § 3° deste artigo. inclusive sobre a identidade do eleitor. § 1°. também. pelo respectivo Tribunal Regional Eleitoral em decisão fundamentada e aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral. juntamente com os títulos eleitorais dos Fiscais credenciados.504/1997.Art. mas o seu voto não será admitido. por nomeação do Juiz Eleitoral. o seguinte material: § 4° Para esse fim. Art. ƒƒ Lei n° 9. § 1°. 65 e parágrafos: nomeação de delegados e fiscais de partido. § 1° Quando o Município abranger mais de uma Zona Eleitoral cada partido poderá nomear 2 (dois) Delegados junto a cada uma delas. de todas as fases do processo de votação e apuração das eleições. deverão ser visadas pelo Juiz Eleitoral. da Lei n° 6. formular protestos e fazer impugnações. art. ƒƒ Lei n° 9. para os fins do parágrafo anterior. I – relação dos eleitores da Seção. Nos estabelecimentos de interna- CÓDIGO ELEITORAL § 5° As credenciais que não forem encami- ção coletiva de hansenianos os membros das Mesas Receptoras serão escolhidos de preferência entre os médicos e funcionários sadios do próprio estabelecimento. art. 65. ƒƒ Res. carimbe as credenciais e as apresente ao Juiz para o visto.504/1997. Os Juízes Eleitorais enviarão ao Pre- sidente de cada Mesa Receptora. já faça parte da Mesa Receptora. exclusivamente. pelos partidos ou coligações. pelos partidos e pelas coligações.055/1974. 66: fiscalização. 33. 118 deste código. os candidatos registrados. 12. 133. nhadas ao Cartório pelos Delegados de partido. art. poderão ser apresentadas pelos próprios Fiscais para a obtenção do visto do Juiz Eleitoral. 99 Lei n° 9.-TSE n° 15. 151 e 157. ƒƒ Os arts. Cada partido poderá nomear 2 § 6° Se a credencial apresentada ao Presidente da Mesa Receptora não estiver autenticada na forma do § 4°. para os Fiscais. funcionando um de cada vez. verificado pelo Escrivão que as inscrições correspondentes aos títulos estão em vigor e se referem aos nomeados. 130. as quais deverão ser afixadas 72 . art. 99 V. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. ƒƒ Lei n° 9. 130 Art. 132. 131. a não ser na Seção em que seu nome estiver incluído. o Fiscal poderá funcionar perante a Mesa.

na ordem escolhida pelo candidato. § 3° O Juiz Eleitoral.504/1997. nota ao art. ao Presidente da Junta Eleitoral e a da fenda. com as três variações de nome correspondentes a cada um. VIII – sobrecartas especiais para remessa à Junta Eleitoral dos documentos relativos à eleição. XIV – um exemplar das instruções do Tribunal Superior Eleitoral. com a lista dos respectivos candidatos em ordem numérica. 134 XII – modelo da ata a ser lavrada pela Mesa Receptora. necessários aos trabalhos. ƒƒ V. a fenda da urna. fechadas.737. e aporá sua assinatura. VII – cédulas oficiais. Nos estabelecimentos de internação coletiva para hansenianos serão sempre utilizadas urnas de lona. lápis e papel. 12. 24 da Lei n° 4. § 5°. sem prejuízo de os cartórios eleitorais manterem e divulgarem lista dos candidatos organizada pelos números com os quais concorrem. Art. ao Presidente da Mesa Receptora. devidamente acondicionadas. XVI – outro qualquer material que o Tribunal Regional julgue necessário ao regular funcionamento da Mesa. para uso na votação e apuração: I – a primeira. antes de fechar e lacrar as urnas. se houver. juntamente com a urna. de 15 de julho de 1965 XV – material necessário à contagem dos votos quando autorizada. IX – senhas para serem distribuídas aos eleitores. se estas estão completamente vazias. devidamente rubricada. Da VOtaÇÃO ƒƒ Lei n° 6. ƒƒ Lei n° 9. III – as folhas individuais de votação dos eleitores da Seção. ordenada por partidos. XI – folhas apropriadas para impugnação e folhas para observação de Fiscais de partidos. em virtude da revogação do primitivo inciso VI. 45.CÓDIGO ELEITORAL no recinto das Seções Eleitorais em lugar visível. e dentro das cabinas indevassáveis as relações de candidatos a eleições proporcionais. vedada pelo Juiz Eleitoral. § 2° Os Presidentes da Mesa que não tiverem recebido até 48 (quarenta e oito) horas antes do pleito o referido material deverão diligenciar para o seu recebimento. Art.607/2004: organização apenas de lista de candidatos em ordem alfabética. TÍtULO IV 73 Código Eleitoral . Lei n° 4.996/1982: utilização do processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais. ƒƒ Incisos VI a XVI renumerados pelo art. X – tinta. XIII – material necessário para vedar. 99 V.961/1966. I e II: “§ 5° A Justiça Eleitoral organizará e publicará. II – a segunda. mente designados. até trinta dias antes da eleição. verificará. VI – sobrecartas maiores para os votos impugnados ou sobre os quais haja dúvida. com tiras de papel ou pano forte.” Res. seguidos da respectiva legenda e número. após a votação.-TSE n° 21. § 9°. enviará uma das chaves. 130 deste código. § 1° O material de que trata este artigo deverá ser remetido por protocolo ou pelo correio acompanhado de uma relação ao pé da qual o destinatário declarará o que recebeu e como o recebeu. art. 134. com o índice onomástico e organizada em ordem alfabética. as seguintes relações. também em ordem alfabética. nota ao art. IV – uma folha de votação para os eleitores de outras Seções. em presença dos Fiscais e Delegados dos partidos. nela constando o nome completo de cada candidato e cada variação de nome. em dia e hora previa- V – uma urna vazia. também se houver. penas. canetas. deste código.

membro de Diretório de partido.961/1966. em caso de infringência. inclusive. mesmo existindo no local prédio público. recorrendo-se aos particulares se faltarem aqueles em número e condições adequadas. a proibição contida em seu § 5°. Delegado de partido ou autoridade policial. assim como nos estabelecimentos de internação coletiva.961/1966. incorrendo o Juiz nas penas do art. Art.296/2004. DOs LUGaREs da VOtaÇÃO CAPÍtULO I Art. e os Juízes Eleitorais. e dá outras providências”. Funcionarão as Mesas Receptoras nos lugares designados pelos Juízes Eleitorais 60 (sessenta) dias antes da eleição. § 1° A publicação deverá conter a Seção com § 2° Dar-se-á preferência aos edifícios públicos. 1° da Lei n° 10. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 135 ƒƒ Lei n° 9. ƒƒ Res.098/2000: “Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. farão ampla divulgação da localização das Seções. 25 da Lei n° 4. e nos leprosários onde haja.504/1997. a cada eleição. art. pelo menos.) § 7° Da designação dos lugares de votação poderá qualquer partido reclamar ao Juiz Eleitoral. 1° da Lei n° 6. § 8° Da decisão do Juiz Eleitoral caberá recurso para o Tribunal Regional. publicando-se a designação.-TSE n° 22. nas demais Zonas. 99 V. para orientá-los na escolha dos locais de votação de mais fácil acesso para o eleitor deficiente físico. 25 da Lei n° 4. § 6°A Os Tribunais Regionais Eleitorais Parágrafo único. dentro de três dias a contar da publicação. § 5° Não poderão ser localizadas Seções Elei- torais em fazenda. § 3° A propriedade particular será obrigatória e gratuitamente cedida para esse fim. ƒƒ Parágrafos 7° e 8° acrescidos pelo art. devendo a decisão ser proferida dentro de quarenta e oito horas. bem como dos respectivos cônjuges e parentes. as urnas das seções eleitorais devem ser adequadas ao uso com autonomia pelas pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida e estarem instaladas em local de votação plenamente acessível e com estacionamento próximo”.411/2006: escolas particulares de comunidade religiosa podem ser designadas como locais de votação. nas capitais. com a indicação da rua. 312. arts. ƒƒ V. § 9° Esgotados os prazos referidos nos §§ 7° e 8° deste artigo.226/2001. deverão.336/1976. interposto dentro de três dias. 21. A Mesa Receptora desig- nada para qualquer dos estabelecimentos 74 . 136. regulamentada pelo decreto citado e pelo Dec. no mesmo prazo. n° 5. 50 e 130 deste código. expedir instruções aos vilas e povoados. n° 5. nota ao parágrafo anterior. Lei n° 10. 135. no processo eleitoral. 50 (cinqüenta) eleitores. a numeração ordinal e local em que deverá funcionar. 59 a 62: sistema eletrônico de votação e totalização de votos. número e qualquer outro elemento que facilite a localização pelo eleitor. CÓDIGO ELEITORAL Juízes Eleitorais.Art. ƒƒ Lei n° 6. sítio ou qualquer propriedade rural privada. ƒƒ Dec. arts. parágrafo único: “No caso do exercício do direito de voto. até o 2° grau.626/2005. Deverão ser instaladas Seções nas § 6° Os Tribunais Regionais. consangüíneos ou afins. § 4° É expressamente vedado o uso de propriedade pertencente a candidato. inclusive para cegos. § 6°B (Vetado.091/1974: fornecimento de transporte e alimentação a eleitores em zonas rurais. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. ser resolvido. não mais poderá ser alegada. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. devendo.

961/1966. ou parte deles. ou nele penetrar. O Presidente. a Mesa ficará em recinto separado do público. 137. o mesmo critério será adotado para os estabelecimentos especializados para proteção dos cegos. sendo que os Delegados e Fiscais desde que a credencial esteja visada na forma do artigo 131. bem como se estão presentes os Fiscais de partido. § 3°. Art. procedendo-se em seguida à votação. depois que tiverem votado os eleitores que já se encontravam presentes no momento da abertura dos trabalhos. Ao Presidente da Mesa Receptora e ao Juiz Eleitoral cabe a polícia dos trabalhos eleitorais. 143. partido deverão votar no correr da votação. os enfermos e as mulheres grávidas. 140. 141. 138. nota ao art. Art. pelo menos. que é. Art. 145. que começará pelos candidatos e eleitores presentes. Art.737. ou no encerramento da votação. o Presidente da Mesa Receptora. um Fiscal. salvo o Juiz Eleitoral. fará retirar do recinto ou do edifício quem não guardar a ordem e compostura devidas e estiver praticando qualquer ato atentatório da liberdade eleitoral. suplentes e os Delegados e Fiscais de partido votarão perante as Mesas em que servirem. sem ordem do Presidente da Mesa. Da POLÍCia dOs TRaBaLHOs ELEitORais CAPÍtULO II Art. a resolução de que serão os respectivos edifícios. 99 V. O Juiz Eleitoral providenciará para que nos edifícios escolhidos sejam feitas as necessárias adaptações. de 15 de julho de 1965 CAPÍtULO III Art. § 1° Os membros da Mesa e os Fiscais de Parágrafo único. um Delegado de cada partido e. os candidatos. durante os trabalhos. 131. § 3°. arrendatários ou administradores das propriedades particulares. 99 V. A força armada conservar-se-á a cem metros da Seção Eleitoral e não poderá 75 Código Eleitoral . ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. Art. Art. § 2° Observada a prioridade assegurada aos candidatos. durante o tempo necessário à votação. seus auxiliares de serviço. a autoridade superior. DO InÍCiO da VOtaÇÃO Lei n° 4. quando eleitores de outras Seções. § 1° O Presidente da Mesa. No dia marcado para a eleição. à medida que comparecerem. 139. 27 da Lei n° 4. os eleitores de idade avançada. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 26 da Lei n° 4. salvo o disposto no art. às 7 (sete) horas. nota ao art. § 2° Nenhuma autoridade estranha à Mesa poderá intervir. Somente podem permanecer no recinto da Mesa Receptora os seus membros. 153. O recebimento dos votos começará às 8 (oito) horas e terminará. os Mesários e os Secretários verificarão se no lugar designado estão em ordem o material remetido pelo Juiz e a urna destinada a recolher os votos. o eleitor. ao lado haverá uma cabina indevassável onde os eleitores. 144. supridas as deficiências declarará o Presidente iniciados os trabalhos. têm preferência para votar o Juiz Eleitoral da Zona.CÓDIGO ELEITORAL de internação coletiva deverá funcionar em local indicado pelo respectivo diretor. comunicarão os Juízes Eleitorais aos chefes das repartições públicas e aos proprietários. Art. deste código. seus votos serão tomados em separado. Art. Às 8 (oito) horas. 117 deste código. com a consequente renumeração do primitivo parágrafo único para o atual § 1°. 145 aproximar-se do lugar da votação. 142. utilizados para o funcionamento das Mesas Receptoras. possam assinalar a sua preferência na cédula.961/1966. sob pretexto algum. Até 10 (dez) dias antes da eleição. Mesários. No local destinado à votação. às 17 (dezessete) horas. Secretários. em seu funcionamento.

nas quais poderá votar em qualquer Seção do Município em que for eleitor. 99 V. CÓDIGO ELEITORAL nelas somente poderão votar se inscritos no Município. ƒƒ V. uma senha numerada. nota ao art. § 2°. número de ordem da folha individual da pasta. depois de verificar pela relação dos eleitores da Seção.686/2000: somente pode votar o eleitor cujo nome conste na folha de votação da respectiva seção eleitoral. VII – os candidatos a Prefeito. no mesmo ato. 99 V. desde que eleitores do Estado. sendo que.-TSE n° 20. em qualquer Seção do Município em que estiver inscrito. em qualquer Seção do Município de que sejam eleitores. em qualquer Seção do Estado em que forem eleitores. terceira nota ao caput deste artigo. em qualquer Seção da Zona sob sua jurisdição. em qualquer Seção do Estado de que sejam eleitores. e Res. Observar-se-á na votação o seguinte: I – o eleitor receberá. o qual poderá Art. nas eleições de âmbito nacional e estadual.961/1966 revogou os primitivos §§ 1° e 3°. número esse que constará da relação enviada pelo Cartório à Mesa Receptora. deste código. Senador. 146 99 V. Vice-Prefeitos e Vereadores. ƒƒ Inciso acrescido pelo art. Com as cautelas constantes do art. Senadores. Deputado Federal e Estadual. 146. 147. V – os candidatos a Governador. ƒƒ O art. entregando. § 9°. no momento. localizará a folha individual de votação. I – o Juiz Eleitoral. passando para parágrafo único o antigo § 2°. que o Secretário rubricará. 102 da Lei n° 9. votar em qualquer Seção Eleitoral do País. Deputado Federal e Estadual. III – admitido a penetrar no recinto da Mesa. segundo a ordem numérica das senhas. e. 62. nas eleições de âmbito estadual. no caso de eleições municipais. e antes de penetrar no recinto da Mesa. nas eleições presidenciais. Lei n° 9. em qualquer Seção Eleitoral do País. o qual poderá ser examinado por Fiscal ou Delegado de partido.504/1997. caput . poderão ainda votar fora da respectiva Seção: e Vereador. o eleitor apresentará ao Presidente seu título. VI – os Prefeitos. V – achando-se em ordem o título e a folha individual e não havendo dúvida sobre a 76 . nota ao art. Vice-Prefeito Parágrafo único. Vice-Prefeito e Vereador. § 9°. desde que dele sejam eleitores. Senador. DO AtO dE VOtaR CAPÍtULO IV II – o Presidente da República. 45. poderão votar nas eleições para Presidente e Vice-Presidente da República na localidade em que estiverem servindo. deste código. nas eleições presidenciais. ca. VIII – os militares. salvo em eleições municipais. em qualquer Seção do Estado em que for eleitor nas eleições para Governador. a senha. art. deste código. que será confrontada com o título e poderá também ser examinada por Fiscal ou Delegado de partido. Deputados Federais e Estaduais. ou Mesário. 27 da Lei n° 4. que o seu nome consta da respectiva pasta. em qualquer Seção de Município. o Presidente. Vice-Governador. 147. 45. nas eleições municipais. IX – os policiais militares em serviço. nas eleições de âmbito nacional e estadual. em qualquer Seção do Estado. nas eleições para Prefeito. nota ao art. removidos ou transferidos dentro do período de 6 (seis) meses antes do pleito.504/1997. § 3°. ao apresentar-se na Seção. Vice-Governadores.Art. Vice-Governador. III – os candidatos à Presidência da Repúbli- II – no verso da senha o Secretário anotará o IV – os Governadores. IV – pelo número anotado no verso da senha. em qualquer Seção de Município que representarem.

nesse caso.996/1982. na verdade. 99 V. Como ato preliminar da apuração do voto. fazendo-o passar à cabina indevassável. 20. será aplicada ao responsável.434/1985.-TSE n° 15. 4° da Lei n° 6. ou o número do candidato de sua preferência nas eleições proporcionais. na segunda. caput: votação em momentos distintos. 147. caput. deste código. b) escrevendo o nome. § 9°. art. ƒƒ A alínea c havia sido revogada pelo art. desde que exiba o seu título eleitoral e dele conste que o portador é inscrito na Seção.504/1997. na hipótese referida. será o eleitor. ainda que deixe de exibir no ato da votação o seu título.632/2004: inadmissibilidade de certidões de nascimento ou casamento como prova de identidade de quem não apresentar título de eleitor no momento da votação. e. 146. deste código.737. a prova de ter votado será feita mediante certidão que obterá posteriormente. observadas as seguintes normas: 99 Lei n° 9. nota ao art. art. art. 83. permanecer mais de um minuto. uma para as eleições majoritárias e outra para as eleições proporcionais. a de suspensão até 30 (trinta) dias. nesta hipótese. V. 7°. caput. verificada no ato da votação. antes de encerrar os seus trabalhos. art. § 2°: admissão do eleitor a votar ainda que não esteja de posse do seu título. o quadrilátero correspondente ao candidato majoritário de sua preferência. trata-se do art. XI – ao depositar a cédula na urna o eleitor deverá fazê-lo de maneira a mostrar a parte rubricada à Mesa e aos Fiscais de partido. deste código. 12. § 9°. c) escrevendo apenas a sigla do partido de sua preferência. Res. parágrafo único: o tempo de votação será fixado pela Justiça Eleitoral. ƒƒ Alínea com redação dada pelo art. segunda nota ao art. sendo o seu voto. admitido a votar. ou de modo que torne expressa a sua intenção. a multa de até 2 (dois) salários mínimos. 99 Lei n° 7. 77 Código Eleitoral . X – ao sair da cabina o eleitor depositará na urna a cédula. averiguar-se-á se se trata de eleitor em condições de votar. inclusive se realmente pertence à Seção.. a Junta Eleitoral. conste da lista dos eleitores e exiba documento que comprove sua identidade.CÓDIGO ELEITORAL identidade do eleitor. uma vez que as listas emitidas são coincidentes com os assentamentos do cartório eleitoral. 99 V. de 15 de julho de 1965 VIII – verificada a ocorrência de que trata o número anterior. parágrafo único: caso de eleitor analfabeto. Se tiver havido culpa ou dolo. nota ao art.332/1985. primeira nota ao inciso V deste artigo. 99 V.504/1997. IX – na cabina indevassável. deste código. 1° da Lei n° 7. apurará a causa da omissão.332/1985. o Presidente da Mesa o convidará a lançar sua assinatura no verso da folha individual de votação. § 9°. em seguida entregar-lhe-á a cédula única rubricada no ato pelo Presidente e Mesários e numerada de acordo com as instruções do Tribunal Superior. 99 V. o prenome.-TSE n° 21. o eleitor indicará os candidatos de sua preferência e dobrará a cédula oficial. instruindo-o sobre a forma de dobrá-la.143/1998: incompatibilidade do voto em separado. ƒƒ Lei n° 6. VII – no caso da omissão da folha individual na respectiva pasta. 84. art. também. 146 99 Ac. no Juízo competente. na primeira hipótese. 99 V. tomado em separado e colhida sua assinatura na folha de votação modelo 2 (dois). cuja porta ou cortina será cerrada em seguida. nota ao art. 45. ƒƒ Lei n° 9. deste código. desde que seja inscrito na seção. onde não poderá VI – o eleitor será admitido a votar. 18. Art. 84. § 1°: duas cédulas distintas. art.989/1982 e foi restabelecida pela Lei n° 7. que cita o art. 45. terceira nota ao art. Lei n° 4. se pretender votar só na legenda. com o cadastro eletrônico. 145 quando. 45. a) assinalando com uma cruz. desde que seja inscrito na Seção e conste da respectiva pasta a sua folha individual de votação. ainda.

-TSE n° 12. O modelo em vigor é o aprovado pela Res. será sempre tomado na forma prevista no parágrafo anterior. CÓDIGO ELEITORAL 99 V. se não quiser tornar à cabina ser-lhe-á recusado o direito de voto. poderá pedir uma outra ao Presidente da Seção Eleitoral.Art. na presença da Mesa e dos Fiscais. deste código. em seguida rubricará.143/1998: incompatibilidade. deste código. o TSE. nota ao art. se não foi substituída. por imprudência. a folha individual de votação. no local próprio. dada a impossibilidade de voto em separado. formulada pelos membros da Mesa. 221.-TSE n° 21. e. 99 Com a implantação do processamento eletrônico de dados no alistamento eleitoral (Lei n° 7. porém. sem nela tocar.547/1986. assim como o seu título. XIV – introduzida a sobrecarta na urna. ficando o eleitor impedido de votar na urna eletrônica até decisão. deste código. a qual será imediatamente inutilizada à vista dos presentes e sem quebra do sigilo do que o eleitor haja nela assinalado. recolher-se à cabina de votação.-TSE n° 20. na hipótese de omissão do nome do eleitor Art. 19. XIII – se o eleitor. 78 . o Pre- sidente da Mesa devolverá o título ao eleitor. interrogá-lo sobre os dados constantes do título. antes de ser o mesmo admitido a votar. Delegados. sendo uma das alterações a eliminação do espaço reservado para o fim mencionado. a primeira. restituindo. a folha de impugnação e qualquer outro documento oferecido pelo impugnante. nela coloque a cédula oficial que assinalou. § 3° O voto em separado.205/2000 e Ac. art. 99 V.538/2003. 99 Res.3. estragar ou assinalar erradamente. I – escreverá numa sobrecarta branca o seguinte: “Impugnado por F”. ao receber a cédula ou ao § 2° Se persistir a dúvida ou for mantida a impugnação. sob pena de preclusão”. na falta desta. ƒƒ Ac. ou da folha individual de votação. do voto em separado. candidatos ou qualquer eleitor. § 9°. IV – anotará a impugnação na ata. III. III – determinará ao eleitor que feche a sobrecarta branca e a deposite na urna.444/1985).-TSE n° 21. verificar que a cédula se acha estragada ou. XII – se a cédula oficial não for a mesma. deverá exigir-lhe a exibição da respectiva carteira. pela Res. ƒƒ Res. imprevidência ou ignorância. confrontando a assinatura do mesmo com a feita na sua presença pelo eleitor. de qualquer modo. para que ele. ƒƒ Ac. depois de datá-lo e assiná-lo. a inutilizar. até o término da votação ou a devolução da cédula oficial já rubricada e numerada. 147. § 9°. nota ao art. II – entregará ao eleitor a sobrecarta branca. com o cadastro eletrônico. 45.998/1999. viciada ou assinalada ou se ele próprio.556: “A impugnação relativa à identidade do eleitor deve ser feita no momento da votação. tomará o Presidente da Mesa as seguintes providências: ƒƒ V. será o eleitor convidado a voltar à cabina indevassável e a trazer seu voto na cédula que recebeu. 45. por qualquer motivo.2007.638/2000 e instruções para as eleições: o presidente da mesa solicitará a presença do juiz para decidir.-TSE n° 15. 147 para que verifiquem. O Presidente da Mesa dispensará especial atenção à identidade de cada eleitor admitido a votar. § 1° A impugnação à identidade do eleitor. Fiscais. será apresentada verbalmente ou por escrito. de 6. no REspe n° 25. Existindo dúvida a respeito.632/2004: certidões de nascimento ou de casamento não são documentos hábeis para comprovar a identidade de quem não apresentar título de eleitor no momento da votação. anotando-se a ocorrência na ata e ficando o eleitor retido pela Mesa. aprovou novo modelo do título. e mencionando na ata a dúvida suscitada. e à sua disposição.-TSE nos 14.-TSE.

com base no art. no ato da votação. Art. os convidará. não será permitido votar sem a exibição do título. ƒƒ Lei n° 9. previamente. que autenticará com a sua assinatura. o Presiden- te fará entregar as senhas a todos os eleitores presentes e. Art.504/1997. rubricadas pelo Presidente e Mesários e. nos locais onde for realizada a votação por cédulas. Às 17 (dezessete) horas. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. a folha de votação modelo 2 (dois). o ƒƒ Parágrafos 4° e 5° revogados pelo art. para que constem: 79 Código Eleitoral . Art. e que lhe possibilite exercer o direito de voto. se não tiver havido impugnação perante a Mesa Receptora. e nas folhas de votação modelo 2 (dois). que poderá ser também assinada pelos Fiscais. O eleitor somente poderá votar na Seção Eleitoral em que estiver incluído o seu nome. no verso de cada uma delas. Presidente da Mesa Receptora verificará.737. primeira nota ao art. em seguida. tomará este as seguintes providências: I – vedará a fenda de introdução da cédula na urna. 149.-TSE n° 20. 31 da Lei n° 4. utilizando também qualquer sistema. Art. caput. 150.961/1966. por meio de breve registro. a ata da eleição. 62 da Lei n° 9. 151. a falta verificada. Res. nos locais em que adotada urna eletrônica. logo que tenha votado.686/2000: somente pode votar o eleitor cujo nome conste na folha de votação da respectiva seção eleitoral. e quando se tratar de Fiscal de partido. para que sejam admitidos a votar. Não será admitido recurso contra a votação. ƒƒ Lei n° 9. § 3° Quando se tratar de candidato. a critério e mediante regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral. (Revogado pela Lei n° 7. facultativamente. 145. na parte destinada à assinatura do eleitor. Art. se a credencial está devidamente visada pelo Juiz Eleitoral. § 2° Aos eleitores mencionados no art. preenchendo o modelo fornecido pela Justiça Eleitoral. contra as nulidades argüidas. 145 e seus parágrafos. nas quais lançarão suas assinaturas. 62. separará todas as folhas de votação correspondentes aos eleitores faltosos e fará constar. 154.638/2000: impossibilidade de voto em separado na hipótese de dúvida ou impugnação quanto à identidade de eleitor. O eleitor cego poderá: I – assinar a folha individual de votação em letras de alfabeto comum ou do sistema Braille. por um dos Secretários. somente poderá votar o eleitor cujo nome conste da folha de votação. A votação continuará na ordem numérica das senhas. 145 Parágrafo único. parágrafo único. III – mandará lavrar. Art. pelos Fiscais presentes.-TSE n° 20. Lei n° 4. arts. § 1° Essa exigência somente poderá ser dispensada nos casos previstos no art.-TSE n° 20. se o nome figura na relação enviada à Seção. e o título será devolvido ao eleitor.686/2000: impossibilidade de voto em separado.504/1997. DO EnCERRaMEntO da VOtaÇÃO CAPÍtULO V Art. a entregar à Mesa seus títulos.) Art. de modo a cobri-la inteiramente com tiras de papel ou pano forte.914/89. e Res. com a sua assinatura. art. 148. Terminada a votação e declarado o seu encerramento pelo Presidente. Poderão ser utilizadas máquinas de votar. ou lhe for fornecido pela Mesa. 99 V. II – encerrará. serão sempre anotadas na coluna própria as Seções mencionadas nos títulos retidos. deste código. 154 II – assinalar a cédula oficial.CÓDIGO ELEITORAL na folha de votação. de 15 de julho de 1965 III – usar qualquer elemento mecânico que trouxer consigo. 59 a 62: votação e totalização dos votos por sistema eletrônico. impedindo-o de votar na urna eletrônica até decisão do juiz eleitoral.504/1997. Res.961/1966. 153. em voz alta. 29 da Lei n° 4. 152.

CÓDIGO ELEITORAL VII – comunicará em ofício. mencionando esse fato na própria ata. 80 . 99 V. durante a permanência nas agências do correio e até a entrega à Junta Eleitoral. sob pena de responsabilidade e multa de 1 (um) a 2 (dois) salários mínimos. ao Juiz Eleitoral da Zona a realização da eleição. 154. h) os protestos e as impugnações apresentados pelos Fiscais. 155. e aos Delegados de partido perante ele credenciados. § 1° Os Tribunais Regionais poderão prescre§ 2° No Distrito Federal e nas capitais dos Estados poderão os Tribunais Regionais determinar normas diversas para a entrega de urnas e papéis eleitorais. com as cautelas destinadas a evitar violação ou extravio. O Presidente da Junta Eleitoral e as agências do correio tomarão as providências necessárias para o recebimento da urna e dos documentos referidos no artigo anterior. ou impresso próprio. IV – mandará. fará a comunicação constante deste artigo. VIII – enviará em sobrecarta fechada uma das vias do recibo do correio à Junta Eleitoral e a outra ao Tribunal Regional. Art. por extenso. n° VII. terceira nota ao art. ver outros meios de vedação das urnas. o Juiz Eleitoral. assim como as decisões sobre eles proferidas. caput. de eleitores de outras Seções que hajam votado e cujos votos hajam sido recolhidos ao invólucro especial. ou a outra vizinha que ofereça melhores condições de segurança e expedição. d) a causa. Secretários e Fiscais que quiserem. se tiver havido. ou a declaração de não existirem. f) o número. inclusive o suplente. sob recibo em triplicata com a indicação de hora. e o tempo de interrupção. V – assinará a ata com os demais membros da Mesa. tudo em seu inteiro teor. em caso de insuficiência de espaço no modelo destinado ao preenchimento. bem como o total de votantes da Zona. do retardamento para o começo da votação. a comunicar ao Tribunal Regional. 156. g) o motivo de não haverem votado alguns dos eleitores que compareceram. c) os nomes dos Fiscais que hajam comparecido e dos que se retiraram durante a votação. Até às 12 (doze) horas do dia seguinte à realização da eleição. prosseguir a ata em outra folha devidamente rubricada por ele. e) o número. i) a razão de interrupção da votação. § 1° Os Fiscais e Delegados de partidos têm direito de vigiar e acompanhar a urna desde o momento da eleição. 7°. emendas e entrelinhas porventura existentes nas folhas de votação e na ata. Mesários e Fiscais que o desejarem. o Juiz Eleitoral é obrigado. o número de eleitores que votaram e a remessa da urna e dos documentos à Junta Eleitoral. por extenso. deste código. § 1° Se houver retardamento nas medidas referidas no art. b) as substituições e nomeações feitas. o número de eleitores que votaram em cada uma das Seções da Zona sob sua jurisdição. assim que receba o ofício constante desse dispositivo. se houver. § 2° A urna ficará permanentemente à vista dos interessados e sob a guarda de pessoa designada pelo Presidente da Junta Eleitoral. 155 a) os nomes dos membros da Mesa que hajam comparecido.Art. j) a ressalva das rasuras. Art. dos eleitores da Seção que compareceram e votaram e o número dos que deixaram de comparecer. devendo aqueles documentos ser encerrados em sobrecartas rubricadas por ele e pelos Fiscais que o quiserem. VI – entregará a urna e os documentos do ato eleitoral ao Presidente da Junta ou à agência do correio mais próxima.

todo o material relativo à votação. que se revezem na fiscalização dos trabalhos. ƒƒ Lei n° 6. 14. ƒƒ Parágrafos 3° ao 5° acrescidos pelo art. em ofícios registrados de que o Juiz Eleitoral guardará cópia no arquivo da Zona. acompanhada do recibo do correio. 161. Art. A apuração começará no dia seguinte ao das eleições e. pelos resultados parciais remetidos pelos Tribunais Regionais. Art. a respectiva Junta Eleitoral perde a competência para prosseguir na apuração. ou não tendo havido em tempo hábil o pedido de prorrogação. aplicada pelo Tribunal Regional. ƒƒ V.961/1966.961/1966. o fato deverá ser imediatamente justificado perante o Tribunal Regional. competirá ao Tribunal Regional fazer a apuração. Vice-Governador. § 1° Iniciada a apuração. de 15 de julho de 1965 § 3° Qualquer candidato. todas presididas por algum dos seus componentes. caput. 161 § 2° Em caso de impossibilidade de obserLei n° 4. mencionando-se as horas ou dias necessários para o adiamento. II – aos Tribunais Regionais a referente às ções para Presidente e Vice-Presidente da República. Cada partido poderá credenciar perante as Juntas até 3 (três) Fiscais. Da ApURaÇÃO nas JUntas DisposiÇÕes Preliminares III – ao Tribunal Superior Eleitoral nas elei- CAPÍtULO II Seção I Art. pelo menos. de acordo com os resultados parciais enviados pelas Juntas Eleitorais. sendo defeso ao Juiz Eleitoral recusá-la ou procrastinar a sua entrega ao requerente. salvo motivo justificado. caput: início e duração da apuração. cada partido poderá credenciar até 3 (três) Fiscais para cada Turma. 32 da Lei n° 4.996/1982. 99 V. devendo a Junta funcionar das 8 (oito) às 18 (dezoito) horas. 159. a Junta poderá subdividir-se em Turmas. eleições para Governador.CÓDIGO ELEITORAL § 2° Essa comunicação será feita por via pos- Art. As dúvidas que forem levantadas em cada Turma serão decididas por maioria de votos dos membros da Junta.) Da ApURaÇÃO DOs ÓRGÃOs ApURadOREs TÍtULO V CAPÍtULO I § 3° Esgotado o prazo e a prorrogação estipulada neste artigo. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art.996/1982. 7°. vância do prazo previsto neste artigo. 157. deste código. nota ao art. Senador. 162 deste código. Delegado ou Fiscal de partido poderá obter. em razão do número de urnas a apurar. domingos e dias feriados. § 5° Os membros da Junta Eleitoral responsáveis pela inobservância injustificada dos prazos fixados neste artigo estarão sujeitos à multa de dois a dez salários mínimos. § 1° Em caso de divisão da Junta em Turmas. . Deputado Federal e Estadual. até o limite de 5 (cinco). (Revogado pela Lei n° 7. 160. que não poderá exceder a cinco dias. Art. 13: criação de juntas apuradoras regionais. devendo o seu Presidente remeter. os trabalhos não serão interrompidos aos sábados. 32 da Lei n° 4. 81 Código Eleitoral tal. terceira nota ao art. 158.914/89. A apuração compete: I – às Juntas Eleitorais quanto às eleições realizadas na Zona sob sua jurisdição. imediatamente. por certidão. § 4° Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior. ao Tribunal Regional. art. Parágrafo único.737. art. Art. o teor da comunicação a que se refere este artigo. ƒƒ Lei n° 6. Havendo conveniência. deverá terminar dentro de 10 (dez) dias.

504/1997. 45. sem fundamento legal. caput: garantia aos fiscais e delegados. e quarta nota ao art. 103 deste código. Art. ƒƒ V. de postarem-se a uma distância não superior a um metro da mesa. II – se o perito concluir pela existência de violação e o seu parecer for aceito pela Junta. § 2° Será considerada dívida líquida e certa. 147. § 1° Se houver indício de violação da urna. Parágrafo único. É vedada às Juntas Eleitorais a divul- gação. 99 V. 164. mais de 1 (um) Delegado perante a Junta. terceira nota ao art. 7°.Art. IX – se votou eleitor de outra Seção. Em caso de interrupção por motivo de força maior. deste código. as cédulas e as folhas de apuração serão recolhidas à urna e esta fechada e lacrada. Iniciada a apuração da urna. apostos ou contidos nas cédulas. caput. § 9°. 367 deste código. a que for arbitrada pelo Tribunal Regional e inscrita em livro próprio na Secretaria desse órgão. segunda nota ao Capítulo II – Do Voto Secreto. Art. nota ao art. a fiscalização de partidos aos atos eleitorais. 162. escrutinadores e auxiliares das Juntas que infringirem o disposto neste artigo será aplicada a multa de 1 (um) a 2 (dois) salários mínimos vigentes na Zona Eleitoral. por qualquer meio. ƒƒ Lei n° 9. deste código. Cada partido poderá credenciar III – se as folhas individuais de votação e as folhas modelo 2 (dois) são autênticas. 45. 99 V. 154. o Presidente da Junta indicará pessoa idônea para servir como perito e examinar a urna com assistência do representante do Ministério Público. Antes de abrir cada urna a Junta verificará: I – se há indício de violação da urna. na apuração. proceder-se-á da seguinte forma: I – antes da apuração. 87. VI – se a Seção Eleitoral foi localizada com infração ao disposto nos §§ 4° e 5° do art. nota ao art. VIII – se votou eleitor excluído do alistamento. 135. nota ao art. X – se houve demora na entrega da urna e dos documentos conforme determina o n° VI do art. 163. deste código.961/1966. 99 V. 99 V. deste código. sem ser o seu voto tomado em separado. § 1° Aos membros. ƒƒ V. de expressões. V – se foram infringidas as condições que resguardam o sigilo do voto. XI – se consta nas folhas individuais de votação dos eleitores faltosos o devido registro de sua falta. o que constará da ata. § 3°. CÓDIGO ELEITORAL II – se a Mesa Receptora se constituiu legalmente. Art. o 82 . caput. frases ou desenhos estranhos ao pleito. hora e local designados e se a votação não foi encerrada antes das 17 (dezessete) horas. Da ABertura da Urna Seção II Art. VII – se foi recusada. § 9°. 165. mas no decorrer da apuração só funcionará 1 (um) de cada vez. na Junta ou Turma. 8°. a atuação de mais de 1 (um) Fiscal de cada partido. IV – se a eleição se realizou no dia. art. para efeito de cobrança. ƒƒ Inciso acrescido pelo art. a não ser nos casos expressamente admitidos. localizada antes do art. 33 da Lei n° 4. não será a mesma interrompida. devendo ser concluída. cobrados através de executivo fiscal ou da inutilização de selos federais no processo em que for arbitrada a multa. 162 § 2° Não será permitida. art.

indicará expressamente a eleição a que se refere. anulando os votos referentes aos eleitores que não podiam votar. VII.737. 35 da Lei n° 4. § 4° Nos casos dos nos VI. quando não recebida pela junta. 83 Código Eleitoral . fará § 2° Se a Junta entender que a incoincidên- § 3° O recurso. § 1° A incoincidência entre o número de votantes e o de cédulas oficiais encontradas na urna não constituirá motivo de nulidade da votação. Aberta a urna.393/2004: aplicação do prazo previsto no art. os § 2° As impugnações fundadas em violação da urna somente poderão ser apresentadas até a abertura desta. § 3°. a Junta anulará a votação. com cópia da sua decisão. Art. emendas e entrelinhas nas folhas de votação e na ata da eleição. As questões relativas à existência de rasuras. Das ImpugnaÇÕes e dos Recursos III. 169 a apuração em separado e recorrerá de ofício para o Tribunal Regional. 258 deste código para recurso contra decisão da junta eleitoral nas hipóteses de. pedido de anulação da votação e retificação da ata geral de apuração. se a decisão não for unânime. VIII. n I a IV. cia resulta de fraude. deste código. ƒƒ Caput e § 1° com redação dada pelo art. IV – se apenas o representante do Ministério I – examinar as sobrecartas brancas contidas na urna. 69. II – misturar as cédulas oficiais dos que podiam votar com as demais existentes na urna. a Junta verificará se o número de cédulas oficiais corresponde ao de votantes. 36. a Junta decidirá. § 5° A Junta deixará de apurar os votos da urna que não estiver acompanhada dos documentos legais e lavrará termo relativo ao fato. 169. 166. Art. procedendo à apuração definitiva em caso afirmativo. À medida que os votos forem sendo decidirá se a votação é válida. que deverá ser fundamentado no prazo de 48 (quarenta e oito) horas para que tenha seguimento. para as providências de lei. ou na forma do parágrafo anterior. assim como os candidatos. § 3°. remetendo-a.961/1966.CÓDIGO ELEITORAL Presidente desta comunicará a ocorrência ao Tribunal Regional.401/2001 e 21. quando ocorrerem eleições simultâneas. ƒƒ Lei n° 9. respectivamente. anulará a votação. ƒƒ Incisos com redação dada pelo art. ƒƒ Ac. ao Tribunal Regional. se resolver pela nulidade da votação. Art. 167. Lei n° 4. apresentar impugnações que serão decididas de plano pela Junta. IX e X. 147. § 2° De suas decisões cabe recurso imediato. far-se-á a apuração. caput: impugnação perante o Tribunal Regional Eleitoral. desde que não resulte de fraude comprovada. Art. IV e V do artigo. fará a apuração dos votos em separado e recorrerá de ofício para o Tribunal Regional.504/1997. Resolvida a apuração da urna. nota ao art. revogados os incisos III e IV. 19. poderão os Fiscais e Delegados de partido.-TSE n os 15. § 1° As Juntas decidirão por maioria de votos as impugnações. de 15 de julho de 1965 III – se o perito e o representante do Ministério Público concluírem pela inexistência de violação. 99 V. § 3° Verificado qualquer dos casos dos nos II. interposto verbalmente ou por escrito. a Junta apurados. Seção III Art. 168. art. V – não poderão servir de peritos os referidos no art.308/1998. 34 da Lei n° 4. podendo aquele. deverá a Junta inicialmente: Público entender que a urna foi violada.961/1966. somente poderão ser suscitadas na fase correspondente à abertura das urnas. pedido de recontagem de votos. recorrer imediatamente para o Tribunal Regional.

a apuração. Serão nulas as cédulas: ƒƒ Os arts. 38 da Lei n° 4. incluiu o § 2° e renumerou os §§ 2° e 3° para 3° e 4°.504/1997. 59 a 62: votação e totalização de votos por sistema eletrônico. c. nota ao art. sob as penas do art. se não tiver havido impugnação perante a Junta. Parágrafo único. § 3°. Art.996/1982. 5° a 7° da Lei n° 6. § 4° As questões relativas às cédulas somente poderão ser suscitadas nessa oportunidade. poderá ser utilizado sistema eletrônico. ƒƒ Lei n° 6. que acompanhará o recurso e deverá ser rubricado pelo Juiz Eleitoral. art. vícios de cédulas ou de sobrecartas para votos em separado. um carimbo com a expressão “em branco”. § 9°. deste código.504/1997. no ato da apuração.961/1966 transformou o parágrafo único em § 3° e acrescentou os §§ 1° e 2°. constará também da certidão o trecho correspondente do boletim. 36 da Lei n° 4. 175. ƒƒ Lei n° 9.961/1966. deste código. o art. 99 V. § 3° Não poderá ser iniciada a apuração dos votos da urna subseqüente.055/1974 deu nova redação ao § 1°. 20 da Lei n° 7. 170 § 4° Os recursos serão instruídos de ofício. Art. arts. 223 deste código. serão resolvidas pelo confronto da assinatura tomada no verso da folha individual de votação com a existente no anverso. 11 da Lei n° 6. deste código. I – que não corresponderem ao modelo oficial. § 3°. além da rubrica do Presidente da Turma. 71. art. Não será admitido recurso contra § 2° O mesmo processo será adaptado para o voto nulo.332/1985 restabeleceu a redação anterior. pelo recorrente e pelos Delegados de partido que o desejarem. entretanto. a critério do 84 . caput: instrução dos recursos pelos partidos.Art. apresentadas no ato da votação. Art. 345. 171. 45. 14. parágrafo único. 170. art. ƒƒ Lei n° 9. se o eleitor votou em separado. ƒƒ O art. nota ao art. Sempre que houver recurso fundado em contagem errônea de votos. II – que não estiverem devidamente autenticadas. 175 a 177 foram alterados pelos arts. Da Contagem dos Votos Seção IV Art. 147. As impugnações quanto à identidade do eleitor. CÓDIGO ELEITORAL Tribunal Superior Eleitoral e na forma por ele estabelecida. o art. à medida em que forem sendo abertas. 1°: processamento eletrônico de cédulas programadas para a apuração. Art. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 99 V. se interpostos verbalmente. 174. 172. confrontando-se a assinatura da folha modelo 2 (dois) com a do título eleitoral. contra as nulidades argüidas. e o art. ƒƒ V. será aposto na cédula. As cédulas oficiais. com certidão da decisão recorrida. 173. Na apuração. no caso de omissão da folha individual na respectiva pasta. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. sem que os votos em branco da anterior estejam todos registrados pela forma referida no § 1°. 15 da Lei n° 6.989/1982. 147.961/1966. § 1° Após fazer a declaração dos votos em branco e antes de ser anunciado o seguinte. serão examinadas e lidas em voz alta por um dos componentes da Junta. pelas coligações e pelos candidatos. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. nota ao art. no lugar correspondente à indicação do voto.978/1982. deverão as cédulas ser conservadas em invólucro lacrado.c. Resolvidas as impugnações a Junta passará a apurar os votos. 99 V. 37 da Lei n° 4. Art.

ƒƒ A Lei n° 4. 175. 85 Código Eleitoral .185/1992 e Res.961/1966. ƒƒ V.. II – se o eleitor escrever o nome de mais de um candidato ao mesmo cargo.037/1990. de 30. Contar-se-á o voto apenas para a legenda. para todos os efeitos. ƒƒ V. revogou o primitivo § 2° deste artigo e renumerou os primitivos §§ 3° e 4° para 2° e 3°. não manifestando preferên- § 3° Serão nulos.737.6. desde que torne duvidosa a manifestação da vontade do eleitor. indicando apenas os números. nas eleições pelo sistema proporcional: ƒƒ Lei n° 9. 86: voto de legenda no sistema de votação convencional.-TSE. 176 ƒƒ Ac.112/2003 e 13. da Lei n° 9. II – se o eleitor escrever o nome de mais de um candidato do mesmo partido. 59. escrever duas ou mais legendas diferentes no espaço relativo à mesma eleição.-TSE n os 3.865/2001: parágrafo aplicável exclusivamente às eleições proporcionais. no AgR-AI n° 11.2011.326: impossibilidade de contagem para a legenda dos votos dados ao candidato com o registro indeferido à data da eleição.992/2008: “[. parágrafo único. votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados. terceira nota ao parágrafo anterior. em cada eleição pelo sistema proporcional: I – quando o candidato não for indicado. no MS n° 422341: “o art. art.-TSE. § 1° Serão nulos os votos. os I – se o eleitor escrever apenas a sigla partidária. não há prejuízo de que nova proclamação seja feita em razão de superveniente deferimento do registro de candidato que se encontrava sub judice”. não computados os votos nulos e os em branco. 1° da Lei n° 8. não indicando o candidato de sua preferência. indicar mais de um candidato do mesmo partido. ƒƒ Ac. o fizer também de candidatos de partidos diferentes. parágrafo único. § 4°. pertencentes a partidos diversos ou. de 1°. ƒƒ Ac.504/1997”. Art.504/1997. 16-A. 1° da Lei n° 7. III – se o eleitor. III – se o eleitor. do CE foi revogado pelo art. ou o fazendo de modo que não se possa identificar o de sua preferência. § 2°. ainda que a decisão no processo de registro só transite em julgado após o pleito. 39. aplica quando a decisão de inelegibilidade ou de cancelamento de registro for proferida após a realização da eleição a que concorreu o candidato alcançado pela sentença. 72.2011.2. em cada eleição majoritária: I – quando forem assinalados os nomes de dois ou mais candidatos para o mesmo cargo.-TSE n° 20. frases ou sinais que possam identificar o voto. de 15 de julho de 1965 § 4° O disposto no parágrafo anterior não se II – quando a assinalação estiver colocada fora do quadrilátero próprio. Art. Lei n° 4. art. Todavia. através do nome ou do número. 176. arts. e o eleitor não indicar a legenda. ƒƒ Res.-TSE n° 22.. caso em que os votos serão contados para o partido pelo qual tiver sido feito o seu registro. e 60: cômputo de votos para a legenda no sistema eletrônico de votação. com clareza suficiente para distingui-lo de outro candidato ao mesmo cargo.CÓDIGO ELEITORAL III – que contiverem expressões. IV – se o eleitor não indicar o candidato através do nome ou do número com clareza suficiente para distingui-lo de outro candidato do mesmo partido. cia por candidato. escrevendo apenas os números. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. art.179/1983. deste código. mas de outro partido.] A Junta Eleitoral deve proclamar eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos. ƒƒ Caput e incisos com redação dada pelo art. § 2° Serão nulos os votos.

podendo porém. e os boletins de apuração. ƒƒ Lei n° 9. § 2°. art. nota ao inciso II deste artigo. arts.Art. em local que possa ser copiado por qualquer pessoa. § 1° Os mapas. § 4°: caracterização de crime no caso de descumprimento. art. por intermédio do Delegado ou Fiscal presente. na sua falta. desde que seja possível a identificação do candidato. Concluída a contagem dos votos. c. § 4° Cópia autenticada do boletim de apuração será entregue a cada partido. e 87. conforme o registro. arts. I – transcrever nos mapas referentes à urna a II – expedir boletim contendo o resultado da II – se o eleitor escrever o nome de um candidato e o número correspondente a outro da mesma legenda ou não. bem como recursos. se houver. 68. Deputado Federal nos Territórios. 85: votos dados a homônimos. 14.504/1997. ƒƒ V. § 3° Um dos exemplares do boletim de apuração será imediatamente afixado na sede da Junta. ƒƒ Lei n° 9. podendo ser apresentado ao Tribunal Regional. contar-se-á o voto para o candidato cujo nome ou número foi escrito. omissão ou erro de grafia do nome ou prenome não invalidará o voto. em todas as suas folhas. § 6°: nome e número dos candidatos nos boletins de urna. contar-se-á o voto para o candidato cujo nome foi escrito. 68. § 2°. 178. 1° da Lei n° 8. sempre que o número de votos constantes dos mapas recebidos pela 86 . e 87. 46. CÓDIGO ELEITORAL Art. 177. § 2° O boletim a que se refere este artigo obe- V – se o eleitor escrever o nome ou o número de candidatos em espaço da cédula que não seja o correspondente ao cargo para o qual o candidato foi registrado.504/1997. nas eleições federais e estaduais. IV – se o eleitor escrever o nome ou o número de um candidato a Deputado Federal na parte da cédula referente a Deputado Estadual ou vice-versa. bem como para a legenda a que pertence. II: criação da Justiça de Paz. no qual serão consignados o número de votantes. 99 CF/88. § 1°. será o voto computado para o candidato e respectiva legenda. art. e 87.504/1997. ainda. VI. Na contagem dos votos para as eleições realizadas pelo sistema proporcional observar-se-ão. deste código. caput. 179. mediante recibo. 91. § 2°: cópia do boletim de urna aos partidos e coligações. § 3°: voto abrangendo os dois suplentes de senador. Prefeito e Juiz de Paz entender-se-á dado ao respectivo vice ou suplente. a Junta ou Turma deverá: votação apurada. CF/88. ƒƒ Caput e incisos com redação dada pelo art. ser substituído por qualquer outro expedido por Tribunal Regional ou pela própria Junta Eleitoral. § 5° O boletim de apuração ou sua cópia autenticada. Senador. 177 Art. III – se o eleitor escrever o nome ou o número de um candidato e a legenda de outro partido. o voto será contado para o candidato cujo nome ou número foi escrito. 68. a votação individual de cada candidato. com a assinatura do Juiz e pelo menos de um dos membros da Junta. respectiva Seção. art. serão assinados pelo Presidente e membros da Junta e pelos Fiscais de partido que o desejarem. as seguintes normas: I – a inversão. § 3°. os votos nulos e os em branco. decerá a modelo aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral.037/1990. O voto dado ao candidato a Presidente da República entender-se-á dado também ao candidato a Vice-Presidente. e 98. fará prova do resultado apurado. os votos de cada legenda partidária. 99 V. ƒƒ Lei n° 9. arts. Art. assim como o dado aos candidatos a Governador.

coincidente ou não com o que figurar no mapa enviado pela Junta. observadas somente as seguintes alterações: tado à Junta até 3 (três) dias depois de totalizados os resultados. Os títulos dos eleitores estranhos à Seção serão separados. todos os papéis eleitorais referentes às eleições estaduais ou federais. os quais somente poderão contestar o erro indicado com a apresentação de boletim da mesma urna. com a declaração dos motivos por que não o foram. § 7° Apresentado o boletim. da data em que começará a correr esse prazo.CÓDIGO ELEITORAL Comissão Apuradora não coincidir com os nele consignados. em recurso interposto imediatamente após a apuração de cada urna. devendo a recontagem ser procedida pela própria Junta. Art. sob qualquer pretexto. a fim de que seja anotado na folha individual de votação o voto dado em outra Seção. O descumprimento do I – o boletim de apuração poderá ser apresen- disposto no presente artigo. Art. as cédulas serão recolhidas à urna. depois de terminados os trabalhos da Junta. 99 V. juntamente com a ata geral dos seus trabalhos. sendo esta fechada e lacrada. devendo os partidos ser cientificados. se verificar incoincidência ou outro indício de fraude. acompanhados dos documentos referentes à apuração. Concluída a apuração. ƒƒ Lei n° 9. ao ser feita a anotação. a Junta II – apresentado o boletim. ao Juiz Eleitoral da Zona neles mencionada. 183. remeterá ao Tribunal Regional. § 8° Se o boletim apresentado na contestação consignar outro resultado. constitui o crime previsto no art. Em nenhuma outra hipóte- § 6° O partido ou candidato poderá apresentar o boletim na oportunidade concedida pelo art. salvo nos casos de recontagem de votos. 179. ƒƒ Lei n° 9. não podendo ser reaberta senão depois de transitada em julgado a diplomação. se durante os trabalhos da Comissão tiver conhecimento da incoincidência de qualquer resultado. nota ao art. 184.504/1997. será aberta vista aos demais partidos. 313. ou antes. revestido das mesmas formalidades. § 9°. e antes de se passar à subseqüente. serão autuados tais documentos e o Juiz determinará as providências necessárias para apuração do fato e conseqüentes medidas legais. 200. de 15 de julho de 1965 Parágrafo único. nota ao art. deste código. § 9°. § 5°: não poderão servir de prova os rascunhos ou qualquer outro tipo de anotação fora dos boletins de urna. se poderá a Junta determinar a reabertura de urnas já apuradas para recontagem de votos. Art. no prazo de vinte e quatro horas. nota ao art. Terminada a apuração. em sessão. Se. 45. art. 181. 184 poderá ser deferida pelos Tribunais Regionais. § 8°. 99 V. 45. Art. art. Salvo nos casos mencionados nos artigos anteriores. através de seus Delegados. § 9° A não-expedição do boletim imediatamente após a apuração de cada urna e antes de se passar à subseqüente. pelo prazo de 2 (dois) dias. O disposto no artigo anterior e em Parágrafo único. a urna será requisitada e recontada pelo próprio Tribunal Regional. 314. quando terá vista do relatório da Comissão Apuradora. a recontagem de votos só 87 Código Eleitoral . Art. 182. 99 V.737. Art. Parágrafo único. na qual serão consignadas as votações apuradas para cada legenda e candidato e os votos não apurados. Lei n° 4. deste código. 87. no confronto do título com a folha individual. constitui o crime eleitoral previsto no art. sob qualquer pretexto. todos os seus parágrafos aplica-se às eleições municipais. deste código.504/1997. 180. para remessa. será observado o disposto nos §§ 7° e 8° do artigo anterior. 88: casos de recontagem de urna.

Parágrafo único. Poderá ainda a Justiça Eleitoral.961/1966. art. a solução que lhes foi dada e os recursos interpostos. 29. Delegados e Fiscais de partido. ƒƒ Caput e § 1°. poderão alterar a representação de qualquer partido ou classificação de candidato eleito pelo 88 . dos Secretários. Art. determinará ao Corregedor Regional ou Juiz Eleitoral mais próximo que os faça apreender e enviar imediatamente. determinará o quociente eleitoral e os quocientes partidários e proclamará os candidatos eleitos. § 1° O Presidente da Junta fará lavrar. inclusive ao Juiz. lacrado e rubricado pelos membros da Junta. 186. 185 § 1° Essa remessa será feita em invólucro fechado. Sessenta dias após o trânsito em julgado da diplomação de todos os candidatos eleitos nos pleitos eleitorais realizados simultaneamente e prévia publicação de edital de convocação. 187. III – as Seções onde não houve eleição e os IV – as impugnações feitas. inclusive os votos em branco. Vice-Prefeito e a Juiz de Paz. ƒƒ Lei n° 9. vedado a qualquer pessoa. CÓDIGO ELEITORAL todas as urnas. autorizar a reciclagem industrial das cédulas. § 2° Cópia da ata geral da eleição municipal. na ordem da votação recebida. devidamente autenticada pelo Juiz. por um § 3° Decorridos quinze dias sem que o Tribunal Regional tenha recebido os papéis referidos neste artigo ou comunicação de sua expedição. o seu exame na ocasião da incineração. 16 da Lei n° 6. por via postal. caput: eleição do candidato a prefeito que obtiver a maioria dos votos. incluídos em cada lista registrada. os membros da Junta estarão sujeitos à multa correspondente à metade do salário mínimo regional por dia de retardamento. tomadas as medidas necessárias à garantia do sigilo. que também acrescentou os §§ 2° e 3°. ou sob protocolo. deste código. 7°. Art. motivos. será enviada ao Tribunal Regional e ao Tribunal Superior Eleitoral. 3°. art. Verificando a Junta Apuradora que os votos das Seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de votar. VII – a votação dos candidatos a Vereador. uma vez terminada a apuração de Art.Art. transferindo-se para o Tribunal Regional a competência para decidir sobre os mesmos. VIII – a votação dos candidatos a Prefeito. na ordem da votação recebida.504/1997. verificará o total dos votos apurados. 99 V. VI – o quociente eleitoral e os quocientes partidários. a Junta resolverá as dúvidas não decididas. II – as Seções anuladas. § 2° Se a remessa dos papéis eleitorais de que trata este artigo não se verificar no prazo nele estabelecido. V – a votação de cada legenda na eleição para Vereador. primitivamente parágrafo único. na presença do Juiz Eleitoral e em ato público. da qual constará o seguinte: I – as Seções apuradas e o número de votos apurados em cada urna. os motivos por que o foram e o número de votos não apurados. 185. II e III: exigência de alcance da maioria absoluta de votos na eleição de prefeito nos municípios com mais de 200. em proveito do ensino público de primeiro grau ou de instituições beneficentes. terceira nota ao art.055/1974. 42 da Lei n° 4.000 eleitores e posse no dia 1° de janeiro. caput. Com relação às eleições municipais e distritais. conforme for mais rápida e segura a chegada ao destino. CF/88. as cédulas serão retiradas das urnas e imediatamente incineradas. a ata geral concernente às eleições referidas neste artigo. 1° da Lei n° 7. com redação dada pelo art. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art.977/1989. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art.

da urna e do invólucro. 189. § 1° Em seguida. lacrada e entregue ao Juiz Eleitoral pelo Presidente da Mesa ou por um dos Mesários. 191. ƒƒ Ac. IV e V do art.737. em um ou outro caso. § 2° Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior. Art. Art. os diplomas somente serão expedidos depois de apuradas as eleições suplementares. Da Contagem dos Votos pela Mesa Receptora Seção V Art. 23. que deverá ser assinada pelos membros da Mesa e Fiscais e Delegados de partido.464/2003: não há incompatibilidade deste dispositivo com a Constituição Federal de 1988. proceder na Art. de acordo com modelo aprovado pelo Tribunal Superior e da qual constarão apenas as impugnações acaso apresentadas. Art. Terminada a votação. mediante recibo. nas eleições municipais. Art. e do qual se dará cópia aos Fiscais dos partidos. que marcará. procedendo. Art. cargos de Prefeito e Vice-Prefeito. 190. dia para a renovação da votação naquelas Seções. XIII. e apuradas pela própria Junta que. das Zonas em que a contagem não foi autorizada. observando-se o disposto nos arts. § 1° Se não houver coincidência entre o número de votantes e o de cédulas oficiais encontradas na urna e no invólucro. § 1° Nas eleições suplementares municipais observar-se-á. confirmará ou invalidará os diplomas que houver expedido. VI. em seguida. no que couber. se for o caso. § 2° Terminada a contagem dos votos. sendo esta fechada. 169 e seguintes. 194. 193. Lavrada e assinada a ata. devendo a Mesa. e 30. § 3° Havendo renovação de eleições para os § 4° Nas eleições suplementares. deverá a Mesa.-TSE n° 23. Após a lavratura da ata. nos Estados em que o Tribunal Regional indicar as Zonas ou Seções em que esse sistema deva ser adotado. nomeadas pelo Juiz Eleitoral. Fiscais e Delegados de partido. a votação e a apuração far-se-ão exclusivamente para as legendas registradas.280/2010: "Estabelece instruções para a marcação de eleições suplementares. quando se referirem a mandatos de representação proporcional.-TSE n° 3. proceder-se-á a abertura das cédulas e contagem dos votos. o Presidente da Mesa. III. 154. com as demais. VII e VIII do art. na forma recomendada pelas alíneas VI. fará imediata comunicação do fato ao Tribunal Regional. 194 forma determinada para as demais. Havendo coincidência entre o número de cédulas e o de votantes. Os Mesários das Seções em que for efetuada a contagem dos votos serão nomeados escrutinadores da Junta. misturar as cédulas contidas nas sobrecartas brancas. arts. será lavrada ata resumida." § 2° Essas eleições serão realizadas perante novas Mesas Receptoras. de 15 de julho de 1965 Art. os quais serão fechados e lacrados. no que couber. 192. ou se qualquer eleitor houver votado sob impugnação. O Tribunal Superior Eleitoral poderá autorizar a contagem de votos pelas Mesas Receptoras. na presença dos demais membros. 188. 89 Código Eleitoral . a Mesa Receptora não fará a contagem dos votos. inicialmente. as cédulas e as sobrecartas serão recolhidas à urna. abrirá a urna e o invólucro e verificará se o número de cédulas oficiais coincide com o de votantes. o Presidente da Mesa determinará que as cédulas e as sobrecartas sejam novamente recolhidas à urna e ao invólucro. deste código. Lei n° 4. o disposto no art. ƒƒ Res. o Presidente da Mesa tomará as providências mencionadas nas alíneas II. considerando os anteriores e os novos resultados. 154.CÓDIGO ELEITORAL princípio majoritário. Não será efetuada a contagem dos votos pela Mesa se esta não se julgar suficientemente garantida. 201. ƒƒ V. figurando os resultados no boletim que se incorporará à ata.

art.Art. as impugnações e demais incidentes verificados durante os trabalhos. VI – praticar todos os atos previstos na competência das Juntas Eleitorais. terceira nota ao art. Nesse caso cada partido Art. havendo possibilidade. uma só vez e por quinze dias. Na apuração. a fim de verificar se está aritmeticamente certo. Parágrafo único. § 1° Ocorrendo motivos relevantes. realizando-se esta sob a supervisão do Juiz e dos demais membros da Junta. Da ApURaÇÃO nOs TRiBUnais REGiOnais Regional: CAPÍtULO III Art. IV – proclamar os eleitos e expedir os respecV – fazer a apuração parcial das eleições para Presidente e Vice-Presidente da República. domingos e feriados. 195 § 1° O Juiz Eleitoral poderá. expostos com a necessária antecedência. ƒƒ O art. a Junta deverá: I – examinar a sua regularidade. inclusive nos sábados. durante a permanência nos postos arrecadadores e até a entrega à Junta. Art. bem como a distribuição das sobras. seus membros estarão sujeitos à multa correspondente à metade do salário mínimo regional por dia de retardamento. conferido. 196. Art. em horário previamente fixado. 198. 7°. ƒƒ Lei n° 9. Delegado.961/1966 substituiu o primitivo parágrafo único pelos atuais §§ 1° e 2°.504/1997. CÓDIGO ELEITORAL em cada caso. III – determinar os quocientes. eleitoral e partidário. 99 V. IV – proceder à apuração se da ata da eleição constar impugnação de Fiscal. Antes de iniciar a apuração. nenhum erro foi encontrado. em grau de recurso. devendo terminar 30 (trinta) dias depois da eleição. poderá credenciar um Fiscal para acompanhar a apuração de cada urna. o Tribunal Superior poderá conceder prorrogação desse prazo. De acordo com as instruções re- cebidas a Junta Apuradora poderá reunir os membros das Mesas Receptoras e demais componentes da Junta em local amplo e adequado no dia seguinte ao da eleição. 43 da Lei n° 4. e a proceder à apuração na forma estabelecida nos arts. com 3 (três) de 90 . II – rever o boletim de contagem de votos da Mesa Receptora. 195. de acordo com o horário previamente publicado. caput. fazendo dele constar que. II – verificar o total dos votos apurados entre os quais se incluem os em branco. § 2° Se o Tribunal Regional não terminar a apuração no prazo legal. candidato ou membro da própria Mesa em relação ao resultado de contagem dos votos. Recebida a urna e documentos. 159 e seguintes. 197. Art. aos quais caberá decidir. III – abrir a urna e conferir os votos sempre que a contagem da Mesa Receptora não permitir o fechamento dos resultados. tivos diplomas. § 2° Os Fiscais e Delegados de partido podem vigiar e acompanhar a urna desde o momento da eleição. deste código. 5°. V – resolver todas as impugnações constantes da ata da eleição. compete ao Tribunal I – resolver as dúvidas não decididas e os recursos interpostos sobre as eleições federais e estaduais e apurar as votações que haja validado. o Tribunal Regional constituirá. de uma só vez ou em duas ou mais etapas. A apuração pelo Tribunal Regional começará no dia seguinte ao em que receber os primeiros resultados parciais das Juntas e prosseguirá sem interrupção. designar funcionários para recolher as urnas e demais documentos nos próprios locais da votação ou instalar postos e locais diversos para seu recebimento. inclusive quanto ao funcionamento normal da Seção. 199.

desde que não tenha havido recurso contra a anulação das Seções. presidida por um destes. Parágrafo único. imediatamente. um boletim com a indicação dos trabalhos realizados e do número de votos atribuídos a cada candidato. no máximo. II – somente serão admitidos a votar os eleitores da Seção.CÓDIGO ELEITORAL seus membros. sem que. VI – a votação de cada partido. e. 200. antes de aprovar o § 5° Ao final dos trabalhos a Comissão Apuradora apresentará ao Tribunal Regional os mapas gerais da apuração e um relatório. As novas eleições obedecerão às seguintes normas: I – o Presidente do Tribunal fixará. IV – as Seções onde não houve eleição e os motivos. para exame dos partidos e candidatos interessados. poderão alterar a representação de qualquer partido ou classificação de candidato eleito pelo princípio majoritário. será lavrada ata resumida. 44 da Lei n° 4. neles intervenham com protestos. e. e os de outras Seções que ali houverem votado. tantos outros quantos julgar necessários. para que se realizem dentro de 15 (quinze) dias. dentro de 2 (dois) dias. e de 30 (trinta) dias. Lei n° 4. Art. V – as impugnações apresentadas às Juntas e como foram resolvidas por elas. voltará o relatório à Comissão para que sejam feitas as alterações resultantes da decisão.961/1966. 91 Código Eleitoral . O relatório a que se refere o artigo anterior ficará na Secretaria do Tribunal. ordenará a realização de novas eleições. VII – a votação de cada candidato. assim como os recursos que tenham sido interpostos. 201. relativos a cada eleição. com consequente renumeração do primitivo parágrafo único. pelo prazo de 3 (três) dias. II – as Seções apuradas e os votos nulos e III – as Seções anuladas. em três dias improrrogáveis. no dia seguinte. se verificar que os votos das Seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de votar. que poderão examinar também os documentos em que ele se baseou. relatório da Comissão Apuradora e. a contar do despacho que a fixar. uma Comissão Apuradora.737. impugnações ou recursos. § 4° Os trabalhos da Comissão Apuradora po- derão ser acompanhados por Delegados dos partidos interessados. se as deferir. para o conhecimento do total dos votos apurados. X – a distribuição das sobras. reunir-se-á o Tribunal. De posse do relatório referido no anulados de cada uma. que hajam comparecido à eleição anulada. IX – os quocientes partidários. entretanto. diariamente. julgará as impugnações e as reclamações não providas pela Comissão Apuradora. os motivos por que o foram e o número de votos anulados ou não apurados. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 201 Art. § 1° Terminado o prazo supra. § 2° O Tribunal Regional. § 2° De cada sessão da Comissão Apuradora § 3° A Comissão Apuradora fará publicar no órgão oficial. os partidos poderão apresentar as suas reclamações. VIII – o quociente eleitoral. artigo anterior. sendo estas submetidas a parecer da Comissão Apuradora que. apresentará aditamento ao relatório com a proposta das modificações que julgar procedentes. a data. Art. que mencione: I – o número de votos válidos e anulados em cada Junta Eleitoral. no prazo de 3 (três) dias. no mínimo. de 15 de julho de 1965 § 1° O Presidente da Comissão designará um funcionário do Tribunal para servir de Secretário e para auxiliarem os seus trabalhos. ou com a justificação da improcedência das argüições. em seguida.

III – as Seções onde não tenha havido eleição IV – as impugnações apresentadas às Juntas Art. ƒƒ V. servindo os Mesários e Secretários que pelo Juiz forem nomeados. fazendo tanto para aquelas como para esta. o Tribunal Regional proclamará os eleitos e os respectivos suplentes e marcará a data para a expedição solene dos diplomas em sessão pública. § 5° O Tribunal Regional comunicará o resultado da eleição ao Senado Federal. VI – as eleições assim realizadas serão apuradas pelo Tribunal Regional. V – as eleições realizar-se-ão nos mesmos locais anteriormente designados. 46. poderão votar todos os eleitores da Seção e somente estes. na ordem em que devem substituir ou suceder. § 1° Na mesma sessão. § 1° A Comissão Apuradora deverá. 202 III – nos casos de coação que haja impedido o CÓDIGO ELEITORAL X – os nomes dos suplentes. se ocorrer a hipótese prevista na Emenda Constitucional n° 13.Art. V – as Seções em que se vai realizar ou renovar a eleição. o Juiz Eleitoral respectivo presidirá a Mesa Receptora. o Tribunal Regional remeterá ao Tribunal Superior os resultados parciais das eleições para Presidente e Vice-Presidente da República. § 3°: dois suplentes. § 4° Um traslado da ata da sessão. VII – o quociente eleitoral e o partidário. autenticado com a assinatura de todos os membros do Tribunal que assinaram a ata original. nota ao § 1° deste artigo. salvo se a anulação for decretada por infração dos §§ 4° e 5° do art. 99 CF/88. acompanhados de todos os papéis que lhe digam respeito. II – as Seções anuladas. também. comparecimento dos eleitores às urnas. 203. § 2° Concluídos os trabalhos da apuração. assinada pelos seus membros e da qual constarão: § 2° O Vice-Governador e o suplente de Senador. pelo menos. Art.c. considerar-se-ão eleitos em virtude da eleição do Governador e do Senador com os quais se candidatarem. o Tribunal Regional desdobrará os seus trabalhos de apuração. in fine. uma ata geral. § 3°: hipótese de eleição em segundo turno. CF/88. será remetida ao Presidente do Tribunal Superior. com a antecedência de. 77. apresentar relatórios distintos. o Presidente do Tribunal Regional designará os Juízes-Presidentes das respectivas Mesas Receptoras. IV – nas Zonas onde apenas uma Seção for anulada. 28. o art. 99 Refere-se à CF/46. art. hora e lugar diferentes dos designados. no de encerramento da votação antes da hora legal. crescente dos votos. um dos quais referente apenas às eleições presidenciais. art. Da reunião do Tribunal Regional será lavrada ata geral. Câmara dos Deputados e Assembléia Legislativa. se houver mais de uma Seção anulada. as razões por que o foram e o número de votos não apurados. ções de âmbito estadual juntamente com eleições para Presidente e Vice-Presidente da República. c. salvo quanto a Governador e Vice-Governador. 202. § 3° Os candidatos a Governador e Vice-Governador somente serão diplomados depois de realizadas as eleições suplementares referentes a esses cargos. 135. 5 (cinco) dias. VI – a votação obtida pelos partidos. e quando a votação tiver sido realizada em dia. I – as Seções apuradas e o número de votos apurados em cada uma. e os motivos. VIII – os nomes dos votados na ordem deIX – os nomes dos eleitos. 92 . Sempre que forem realizadas elei- Eleitorais e como foram resolvidas.

que esclareça apenas a que Seções correspondem e quantas ainda faltam para completar a apuração da Zona. que dela ficarão fazendo parte integrante. pelo prazo de dois dias. dentre os Juízes. ao qual serão distribuídos todos os recursos e documentos da eleição referentes ao respectivo grupo.737. VIII – no caso de extravio de mapa o Juiz Eleitoral providenciará a remessa de 2ª via. VII – a Comissão Apuradora. Art. porém. 204. preenchida à vista dos Delegados de partido especialmente convocados para esse fim e pelos resultados constantes do boletim de apuração que deverá ficar arquivado no Juízo. 184. aguardando. O Tribunal Superior fará a apuração Parágrafo único. II – iniciada a apuração os Juízes Eleitorais remeterão ao Tribunal Regional. com as conclusões seguintes: I – os totais dos votos válidos e nulos do Estado. VI – cópia autenticada da ata. o Juiz fará constar do ofício. Antes da realização da eleição o Presidente do Tribunal sorteará. apenas esse esclarecimento: “houve recurso”. a chegada da cópia autêntica da ata para encerrar a totalização referente a cada Zona. no prazo de 2 (dois) dias. V – a ata final da Junta não mencionará. rão observadas as seguintes regras: Art. O Tribunal Regional julgando conveniente. a votação obtida pelos partidos e candidatos. Findo esse prazo. 208 CAPÍtULO IV Lei n° 4. dentro em 2 (dois) dias. II – os votos apurados pelo Tribunal Regional que devem ser anulados. diariamente. passará a totalizar os votos. Art. bem como dos recursos que hajam sido interpostos para o Tribunal Superior. será enviada ao Tribunal Regional na forma prevista no art. para exame dos partidos e candidatos interessados. Parágrafo único. III – os votos anulados pelo Tribunal Regional que devem ser computados como válidos. IV – havendo sido interposto recurso em relação à urna correspondente aos mapas enviados. aos Diretórios dos partidos e ao Tribunal Superior. os mapas de todas as urnas apuradas no dia. e julgados os recursos interpostos das decisões dos Tribunais Regionais. 207. com as respectivas decisões e indicação das implicações sobre os resultados. o Relator de cada grupo de Estados. em seguida à indicação da Seção. que será previamente anunciado. assinada por todos os que assinaram o original.CÓDIGO ELEITORAL Art. de 15 de julho de 1965 Art. que poderão examinar também os documentos em que ele se baseou e apresentar alegações ou documentos sobre o relatório. Ocorrendo essa hipótese se- I – a decisão do Tribunal será comunicada. os apresentará a julgamento. serão os autos conclusos ao Relator. 205. poderá determinar que a totalização dos resultados de cada urna seja realizada pela própria Comissão Apuradora. geral das eleições para Presidente e VicePresidente da República pelos resultados verificados pelos Tribunais Regionais em cada Estado. a qual ficará constando dos boletins de apuração do Juízo. entre parênteses. que. o Relator terá o prazo de 5 (cinco) dias para apresentar seu relatório. O relatório referente a cada Estado ficará na Secretaria do Tribunal. 93 Código Eleitoral Da ApURaÇÃO nO TRiBUnaL SUpERiOR . Recebidos os resultados de cada Estado. IV – a votação de cada candidato. Art. no seu texto. 206. III – os mapas serão acompanhados de ofício sucinto. 208. à medida em que for recebendo os mapas. até 30 (trinta) dias antes da eleição aos Juízes Eleitorais. sob registro postal ou por portador. V – o resumo das decisões do Tribunal Regional sobre as dúvidas e impugnações.

se houver. na ordem decrescente das votações. Na sessão designada será o feito chamado a julgamento de preferência a qualquer outro processo. após o visto do Relator. § 2° Os candidatos a Presidente e Vice- Presidente da República somente serão diplomados depois de realizadas as eleições suplementares referentes a esses cargos. e apresentará. Os mapas gerais de todas as circunscrições com as impugnações. serão autuados e distribuídos a um Relator-Geral. 2°. Art. § 1°. ƒƒ CF/88. Recebidos os autos. resolverá as impugnações relativas aos erros de conta ou de cálculo. 2°: eleição do candidato que obtiver a maioria absoluta dos votos. 212. ração geral. em todo o País. o § 3°. dentro de 48 (quarenta e oito) horas. caput. 77.504/1997. e Lei n° 9. Aprovada em sessão especial a apu- § 1° Se não ocorrer a maioria absoluta referida no caput deste artigo. até 30 (trinta) dias depois. CÓDIGO ELEITORAL § 1° O Vice-Presidente considerar-se-á eleito em virtude da eleição do Presidente com o qual se candidatar. à qual concorrerão os dois candidatos mais votados. c. devendo ser observado o disposto nos nos II a VI do parágrafo único do art. dentro de quinze dias após haver recebido a respectiva comunicação do Presidente do Tribunal Superior Eleitoral. 209 Art. § 1°: eleição direta em segundo turno. obtiver metade mais um dos votos dos seus membros. se for o caso. 2°. e a folha de apuração final levantada pela Secretaria. § 2°. ƒƒ CF/88. na apuração efetuada pelo Tribunal Regional. decorrente da própria sentença. art. o relatório final com os nomes dos candidatos que deverão ser proclamados eleitos e os dos demais candidatos. § 4°: a eleição do presidente importará a do vice-presidente com ele registrado. 201. cujos registros estarão automaticamente revalidados. 94 . 211.Art. § 1° Se o relatório tiver sido impugnado. bem como o mapa geral da respectiva circunscrição. 210. a seguir. art. em escrutínio secreto. no prazo de 15 (quinze) minutos. § 2° Na mesma sessão o Presidente do Tribu- § 2° Se do julgamento resultarem alterações nal Superior designará a data para a expedição solene dos diplomas em sessão pública. levante as folhas de apuração parcial das Seções cujos resultados tiverem sido alterados. e Lei n° 9. o Presidente anunciará a votação dos candidatos. mais votado que tiver obtido maioria absoluta de votos. Art. poderão alterar a classificação de candidato. Verificando que os votos das Seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de votar. no último domingo de outubro. o acórdão determinará que a Secretaria. não computados os em branco e os nulos. de acordo com as alterações decorrentes do julgado. para a apuração desta. art. ƒƒ CF/88. 77. § 1° Essas eleições serão marcadas desde § 3° A esse mapa admitir-se-á. ser publicado na Secretaria. art.504/1997.c. dentro em 48 (quarenta e oito) horas de sua publicação. art. os partidos interessados poderão. o Relator. designado pelo Presidente. o Congresso Nacional. proclamando a seguir eleito Presidente da República o candidato. sustentar oralmente as suas conclusões. Art. logo pelo Presidente do Tribunal Superior e terão lugar no primeiro domingo ou feriado que ocorrer após o 15° (décimo quinto) dia a contar da data do despacho. e Lei n° 9. audiência do Procurador-Geral. 209. 77. a eleição em todo o País. impugnação fundada em erro de conta ou de cálculo. que será considerado eleito se. dentro em 5 (cinco) dias. mandando fazer as correções. 99 V. nota ao caput deste artigo. excluídos. renovar-se-á. reunir-se-á em sessão pública para se manifestar sobre o candidato mais votado. ordenará o Tribunal Superior a realização de novas eleições. após a Art. Parágrafo único. os em branco e os nulos.504/1997. 213. Não se verificando a maioria absoluta. devendo o mapa. art.

art. expirando. observado o disposto no § 3° do art. 220. Apuradas as eleições suplementares. na AC n° 3. nota ao caput deste artigo. ƒƒ CF/88. Parágrafo único. terior. No caso do § 1° do artigo an- Parágrafo único. É nula a votação: I – quando feita perante Mesa não nomeada pelo Juiz Eleitoral. de 4. 217. poderá o diplomado exercer o mandato em toda a sua plenitude.-TSE n° 19. o juiz pode mudar o dia marcado para a diplomação. Das NULidadEs da VOtaÇÃO CAPÍtULO VI Art. após a diplomação. 98. concor- Art. Enquanto o Tribunal Superior não decidir o recurso interposto contra a expedição do diploma. a posse realizar-se-á dentro de 15 (quinze) dias a contar da proclamação do resultado da segunda eleição. Lei n° 4. será também revista a apuração anterior. receberão diploma assinado pelo Presidente do Tribunal Superior.-TSE. 216 do CE) se a inviabilidade da candidatura estiver confirmada em outro processo”.737. A declaração de nulidade não poderá ser requerida pela parte que lhe deu causa nem a ela aproveitar. ou constituída com ofensa à letra da lei. 216. outros dados a critério do Juiz ou do Tribunal. Parágrafo único.391.504/1997. a indicação da legenda sob a qual concorreu. para confirmação ou invalidação de diplomas. Os candidatos eleitos. confirmando ou invalidando os diplomas que houver expedido. assim como os suplentes. o nome do candidato. 21.CÓDIGO ELEITORAL § 2° No caso de renúncia ou morte. 215. conforme o caso. 99 CF/88. em sessão do Congresso Nacional. 261. excepcionalmente.237: “O recurso contra expedição de diploma não assegura o direito ao exercício do mandato eletivo até seu julgamento final (art.049/2002: inaplicabilidade deste dispositivo à ação de impugnação de mandato eletivo. do Tribunal Regional ou da Junta Eleitoral.-TSE nos 1. Parágrafo único. ou local diferentes do designado ou encerrada antes das 17 horas. de 28. 214.2006. na MC n° 1. o Juiz ou o Tribunal reverá a apuração anterior. 95 Código Eleitoral rerá à eleição prevista no parágrafo anterior o substituto registrado pelo mesmo partido político ou coligação partidária. 2°. 77. art. o mandato a 15 (quinze) de março do quarto ano. Art.6. ƒƒ Ac. DOs DipLOMas CAPÍtULO V Art. 218. porém. 220 1. § 2°: habilitação ao segundo turno do candidato remanescente mais votado. abstendo-se de pronunciar nulidades sem demonstração de prejuízo.6.2008. ƒƒ Res. § 4°.277/2003.403/2003 e II – quando efetuada em folhas de votação falsas. ƒƒ Ac. arts. Art. o cargo para o qual foi eleito ou a sua classificação como suplente. e Lei n° 9.2009. 219. respectivamente. O Presidente e o Vice-Presidente da República tomarão posse a 15 (quinze) de março. no REspe n° 28. Art. observadas a conveniência e oportunidade. ƒƒ V. facultativamente. Art.320/2004. O Presidente de Junta ou de Tribunal que diplomar militar candidato a cargo eletivo comunicará imediatamente a diplomação à autoridade a que o mesmo estiver subordinado. Do diploma deverá constar Art.766/1996: possibilidade de recebimento do diploma por procurador. III – quando realizada em dia. hora. para os fins do art.833 e Ac. e.3. de recurso contra o registro de candidato ou de recurso parcial. No caso de provimento. de 18. de 15 de julho de 1965 . Na aplicação da lei eleitoral o Juiz atenderá sempre aos fins e resultados a que ela se dirige. 1. 82 e 78: posse em 1° de janeiro e em sessão do Congresso Nacional.-TSE.

Art.-TSE. 220. também. § 3° A nulidade de qualquer ato. § 2°: a) eleitor excluído por sentença não cumprida por ocasião da remessa das folhas individuais de votação à Mesa. ƒƒ Ac. não lhe sendo lícito supri-la. A nulidade será pronunciada quando o órgão apurador conhecer do ato ou dos seus efeitos e a encontrar provada. parágrafo único. ainda que haja consenso das partes. ƒƒ Revogado o primitivo inciso I. sem as cautelas do art. nota ao art. baseada em motivo de ordem constitucional. no MS n° 3. V. 72. É também anulável a votação. quando viciada de falsidade. poderá ser argüida na primeira oportunidade que para tanto se apresente. Art..] para contemplar. 221. localizada antes do art. Art. 103 deste código. pelo art. a hipótese dos votos atribuídos aos cassados em AIME para declará-los nulos. fraude. deste código. 135. 46 da Lei n° 4. Parágrafo único. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do País nas eleições presidenciais. 47 da Lei n° 4. desde que haja oportuna reclamação de partido.649: “Os arts. CÓDIGO ELEITORAL Art.. ƒƒ V. 221. não poderá ser conhecida em recurso interposto fora do prazo. podendo as razões do recurso ser aditadas no prazo de 2 (dois) dias. V – quando a Seção Eleitoral tiver sido locali- ƒƒ Inciso acrescido pelo art. assim que se tornar conhecida. salvo a hipótese do art. décima segunda nota ao art. de 18. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° revogados pelo art. 222 e 224 devem ser interpretados de modo que as normas nele contidas se revistam de maior eficácia [. 45 da Lei n° 4. III – quando votar.Art.2007.961/1966. também. também. art. II – quando for negado ou sofrer restrição o direito de fiscalizar..12. c) alguém com falsa identidade em lugar do eleitor chamado. zada com infração do disposto nos §§ 4° e 5° do art. § 1°. ante a descoberta superveniente de que a vontade manifestada nas urnas não foi livre”. 147.. só poderá ser argüida quando de sua prática. 237. ƒƒ V. 223. constituía ele o inciso I do art. segunda nota ao Capítulo II – Do Voto Secreto. 48 da Lei n° 4. 145. 224 deste código. Perdido o prazo numa fase própria. uso de meios de que trata o art. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. deste código. anteriormente.961/1966. do Estado nas eleições federais e estaduais ou do Município nas eleições municipais. 224. e o fato constar da ata ou de protesto interposto. 147. o inciso I passou a constituir o inciso V do art. no momento. coação. só em outra que se apresentar poderá ser argüida. 222. § 2° Se se basear em motivo superveniente deverá ser alegada imediatamente. 96 . salvo se a argüição se basear em motivo superveniente ou de ordem constitucional. ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei.961/1966. e renumerados os demais incisos. não decretada de ofício pela Junta. b) eleitor de outra Seção. A nulidade de qualquer ato.961/1966. 221 IV – quando preterida formalidade essencial do sigilo dos sufrágios. É anulável a votação: I – quando houver extravio de documento reputado essencial. ƒƒ V. julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias. com a mesma redação. por escrito. § 1° Se a nulidade ocorrer em fase na qual não possa ser alegada no ato. não mais podendo ser alegada.

haver redução de prazos relacionados à propaganda eleitoral. no REspe n° 26. c. 77. de 12. eleições diretas devem ser realizadas. CE). Res. ƒƒ Ac. 14. 3.438: impossibilidade de conhecimento.6. o exame da aptidão de candidatura deve ocorrer no momento do pedido de registro.992/2008: “Os votos dados a candidatos cujos registros encontravam-se sub judice. Ac.10. de 1°.11.-TSE n° 23. a menos que ele tenha dado causa à anulação do pleito.2007. no MS n° 4.2008.2006.2008.2006. com base no art.6.” ƒƒ Ac. o Procurador Regional levará o fato ao conhecimento do Procurador-Geral. no MS n° 3.2009.3. ƒƒ Ac. no AgR-REspe n° 3919571: “O exame da aptidão de candidatura em eleição suplementar deve ocorrer no momento do novo pedido de registro. ainda que de ordem pública.9.-TSE n os 13.185/1992. art. Ac. os arts.2010. 224 do CE/65 em sede de ação de impugnação de mandato eletivo. de nítido caráter autônomo. 224 do Código Eleitoral. de 11.-TSE. no MS n° 162058: ausente disposição específica na lei orgânica municipal sobre a modalidade da eleição suplementar.-TSE. para fins de novas eleições (art.-TSE n° 22. às convenções partidárias e à desincompatibilização.228: “Cuidando-se de renovação das eleições. de forma a atender ao disposto neste artigo. no AgR-MS n° 57264: possibilidade de. de 2. na renovação do pleito. no REspe n° 28.2010. não se levando em conta a situação anterior do candidato na eleição anulada. governador e vice-governador. ƒƒ Ac.-TSE. da CF/88.10.-TSE.-TSE. no Ag n° 8. ƒƒ Ac. 224 votos nulos decorrentes de manifestação apolítica do eleitor”. ƒƒ Ac. sobre a condição de todos os postulantes aos cargos postos em disputa.8.-TSE. de 18.12.1998.5. de 4.140 e. no MS n° 3. não se levando em conta a situação anterior do candidato na eleição anulada.055.2007. tendo sido confirmados como nulos. ƒƒ Res. de 10.-TSE. ƒƒ Ac.2010.796. II: votos nulos e em branco não computados para o cálculo da maioria nas eleições de presidente da República e vice-presidente da República. o presidente do Legislativo Municipal é o único legitimado a assumir a chefia do Executivo Municipal interinamente. de 4.5.2006. de 29. ƒƒ Ac.10. de 29.2011. no REspe n° 35. no REspe n° 26.649: incidência do art.CÓDIGO ELEITORAL 99 CF/88.234: não há incompatibilidade entre este artigo e o art. no RMS n° 23. ƒƒ Ac. deixar de cumprir o disposto neste artigo.2009.-TSE.2011. no MS n° 3.7. de 18. ƒƒ Ac. que providenciará junto ao Tribunal Superior 97 Código Eleitoral .2006. 77.2007.5. no AgR-REspe n° 3919571: a renovação da eleição reabre todo o processo eleitoral e constitui novo pleito.-TSE de 11. e prefeito e vice-prefeito de municípios com mais de duzentos mil eleitores.113/2003 e Ac. no MS n° 3. de 4. 28 e 29.-TSE. no MS n° 3. de ofício.-TSE.116: impossibilidade de participação.624/1998. vedação da mitigação de prazos processuais relacionados às garantias constitucionais da ampla defesa e do devido processo legal. até a realização do novo pleito”. no REspe n° 36043: na renovação da eleição. do candidato que deu causa à nulidade da eleição anterior.585: “Para fins de aplicação do art. 224 do CE.438 e de 5. a menos que ele tenha dado causa à anulação.9.-TSE. de 4.737.709: observância do prazo mínimo de um ano de filiação partidária ainda que na renovação da eleição tratada neste dispositivo. não se somam aos votos anulados em decorrência da prática de captação ilícita de sufrágio os votos nulos por manifestação apolítica de eleitores”.-TSE. 224 do CE.c.018. § 7°.12. de 2. da matéria tratada neste dispositivo. da CF/88. sem mitigação.10.6. ainda que a dupla vacância dos cargos de prefeito e vice-prefeito se dê no segundo biênio da legislatura. ƒƒ Ac. de 15 de julho de 1965 § 1° Se o Tribunal Regional na área de sua competência. no REspe n° 303157: incidência do art.” ƒƒ Ac.2010. § 2°. §§ 2° e 3°. de 2. 224.2008. devem ser considerados os eleitores constantes do cadastro atual”. aos Art.5. no REspe n° 25.757: “No caso da aplicação do art. no caso de renovação de eleição. 2. não se somam. de 20.-STF. Lei n° 4. de 12. mesmo em se tratando de eleição suplementar.280/2010: "Estabelece instruções para a marcação de eleições suplementares.

art. estejam na sede das Seções Eleitorais. 225 para que seja marcada imediatamente nova eleição. a punição dos culpados. 231. as urnas serão enviadas pelos Cônsules-Gerais às sedes das Missões Diplomáticas. à proibição de requerer qualquer documento perante a repartição diplomática a que estiver subordinado. Art.538/2003. no que for aplicável. As Mesas Receptoras serão organiza- das pelo Tribunal Regional do Distrito Federal mediante proposta dos Chefes de Missão e Cônsules-Gerais. CÓDIGO ELEITORAL § 1° Com a relação dessas comunicações e § 2° Ocorrendo qualquer dos casos previstos neste Capítulo o Ministério Público promoverá. Parágrafo único. estando obrigado a votar. os eleitores poderão votar na Mesa Receptora mais próxima. Quando o número de elei- Exterior terão os seus títulos apreendidos pela Mesa Receptora. ao Ministério das Relações Exteriores. Encerrada a votação. DO VOtO nO ExtERiOR com os dados do registro consular. Para que se organize uma Seção Eleitoral no Exterior é necessário que na circunscrição sob a jurisdição da Missão Diplomática ou do Consulado-Geral haja um mínimo de 30 (trinta) eleitores inscritos. § 1°: prazo de 30 dias para justificação. Estas as remeterão. no dia. de acordo com a comunicação que lhes for feita. Parágrafo único. 228. art. contado da entrada do eleitor no país. 99 V. que ficarão investidos. 227. em carta. não o fizer. Será aplicável às Mesas Re- ceptoras o processo de composição e fiscalização partidária vigente para as que funcionam no Território nacional. imediatamente. além das penalidades previstas para o eleitor que não vota no território nacional. 7° deste código. residentes no estrangeiro. 98 . telegrama ou qualquer outra via. serão organizadas as folhas de votação. § 1° Para esse fim. que delas fará entrega ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. nas sedes das Embaixadas e Consulados-Gerais. 225. 80. art. Art. 229. Art. Todo o serviço de transporte do material eleitoral será feito por via aérea. 16. § 2° No dia da eleição só serão admitidos a CAPÍtULO VII Art. Art. Art. 230.Art. Art. tores não atingir o mínimo previsto no parágrafo anterior. Todo aquele que. serão organizadas Seções Eleitorais. A todo eleitor que votar no Exterior será concedido comprovante para a comunicação legal ao Juiz Eleitoral de sua Zona. Art. a quem competirá a apuração dos votos e julgamento das dúvidas e recursos que hajam sido interpostos. a sua condição de eleitor e sua residência. enquanto não se justificar. fica sujeito. comunicarão à sede da Missão Diplomática ou ao Consulado-Geral.-TSE n° 21. das funções administrativas de Juiz Eleitoral. Todo o processo eleitoral realizado no estrangeiro fica diretamente subordinado ao Tribunal Regional do Distrito Federal. 232. § 2°. Até 30 (trinta) dias antes da realização da eleição todos os brasileiros eleitores. e Res. votar os que constem da folha de votação e os passageiros e tripulantes de navios e aviões de guerra e mercantes que. Todos os eleitores que votarem no Parágrafo único. 99 Lei n° 6.091/1974. desde que localizada no mesmo País. Parágrafo único. 226. Nas eleições para Presidente e Vice-Presidente da República poderá votar o eleitor que se encontrar no Exterior. § 2° Sendo necessário instalar duas ou mais Seções poderá ser utilizado local em que funcione serviço do governo brasileiro. pela mala diplomática. e notificados os eleitores da hora e local da votação.

297 deste código. deste código: ação de impugnação de mandato eletivo e recurso contra expedição de diploma. Art. 233. inclusive de autarquia. Art. 234. trará obstáculo ao exercício do direito de voto.-STF.2010.-TSE n° 20. na sua liberdade de votar. serão coibidos e punidos. Parágrafo único. Lei n° 4. ou pelo fato de haver votado. 237. Art. se verificar a ilegalidade da detenção.467: liminar concedida para. PARTE QUINTA DIspOsIÇÕEs VÁRIAs Das GaRantias ELEitORais TÍtULO I Art. a relaxará e promoverá a responsabilidade do coator. na ADI n° 4. em favor do eleitor que sofrer violência.034/2009.CÓDIGO ELEITORAL Art. moral ou física. Aos eleitores em trânsito no território nacional é igualmente assegurado o direito de voto nas eleições para Presidente e Vice-Presidente da República. ainda.573/2000: procedimentos a serem adotados pelas missões diplomáticas e repartições consulares em situações de interesse da Justiça Eleitoral. e a nenhum servidor público.504/1997. no PA n° 245835: cabimento do uso do passaporte no dia da votação para fins de identificação do eleitor. 235. com fotografia. IV. durante o exercício de suas funções. CF/88. salvo o caso de flagrante delito. art. ƒƒ V. de entidade paraestatal e de sociedade de economia mista. ƒƒ Ac. desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade. prender ou deter qualquer eleitor. mediante interpretação conforme. de 5 (cinco) dias antes e até 48 (quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição. 22 e seguintes: representação por uso indevido. Ninguém poderá impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio. por desrespeito a salvo-conduto. de 15 de julho de 1965 . A interferência do poder econômico e o desvio ou abuso do poder de autoridade. 73. detidos ou presos. art. 233-A acrescido pelo art. 99 V. ƒƒ Art. de 2. O Juiz Eleitoral. 233-A. 74: abuso de autoridade. art. 236. Art. § 2° Ocorrendo qualquer prisão o preso será imediatamente conduzido à presença do Juiz competente que. ƒ ƒ Ac. 262. arts.9. 75 e 77: condutas vedadas aos agentes públicos em campanha eleitoral. reconhecer que somente a ausência de documento oficial de identidade. ƒƒ LC n° 64/1990. da mesma garantia gozarão os candidatos desde 15 (quinze) dias antes da eleição. ou o Presidente da Mesa Receptora. e pedir abertura de investigação para apurar 99 Código Eleitoral Ministério das Relações Exteriores baixarão as instruções necessárias e adotarão as medidas adequadas para o voto no Exterior. pode expedir salvoconduto com a cominação de prisão por desobediência até 5 (cinco) dias. § 10. O Tribunal Superior Eleitoral e o Art. nota ao § 2° deste artigo. des- ƒƒ Res.2010. e art. A medida será válida para o período compreendido entre 72 (setenta § 1° O eleitor é parte legítima para denunciar os culpados e promover-lhes a responsabilidade. não poderão ser. em urnas especialmente instaladas nas capitais dos Estados e na forma regulamentada pelo Tribunal Superior Eleitoral. 14. respectivamente. Nenhuma autoridade poderá. 237 e duas) horas antes até 48 (quarenta e oito) horas depois do pleito. art. será lícito negar ou retardar ato de ofício tendente a esse fim. e Lei n° 9. em desfavor da liberdade do voto.9.737. de 30. salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável. relatando fatos e indicando provas. 6° da Lei n° 12.-TSE. ou. § 1° Os membros das Mesas Receptoras e os Fiscais de partido. § 2° Qualquer eleitor ou partido político po- derá se dirigir ao Corregedor-Geral ou Regional.

arts. 238 uso indevido do poder econômico. arts. desde quarenta e ƒƒ LC n° 64/1990. ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social. tomada de depoimentos. mencionará 100 . qualquer propaganda política mediante radiodifusão.Art. § 3° O Corregedor. ƒƒ V. comícios ou reuniões públicas. art. 99 LC n° 64/1990.504/1997. 241. caput: legitimidade do partido político. desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade.504/1997. ou outros meios eletrônicos de comunicação do candidato. no sítio eleitoral. III. no que lhes for aplicável.300/2006: horário de comício e de utilização de aparelhagem de sonorização fixa e atos de propaganda eleitoral no dia da eleição que caracterizam crime. regendo-se estas. TÍtULO II Art. 36. art.504/1997. 45 a 49. notas ao art. 99 A Lei n° 1. observado o disposto no art. 239. sítio interativo ou social. nota ao caput deste artigo. do candidato e do Ministério Público para pedir apuração do uso indevido. 21 e 22: procedimento para apuração do uso indevido.034/2009: não será considerada propaganda eleitoral antecipada “a realização de prévias partidárias e sua divulgação pelos instrumentos de comunicação intrapartidária”. Art. com alterações da Lei n° 11. art. 36 a 57-I. requisições e apresentação de conclusões. 39. a presença de força pública no edifício em que funcionar Mesa Receptora. art. desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade. art. trata do cumprimento de diligências. em benefício de candidato ou de partido político. no REsp n° 663. ou no sítio do partido ou coligação. blog. É proibida. ƒƒ Lei n° 9. ƒƒ Lei n° 12. ƒƒ V. desvio ou abuso do poder de autoridade. 338 deste código. A propaganda. ƒƒ V. na redação dada pela Lei n° 12. da coligação.504/1997. art.034/2009. denúncia procederá ou mandará proceder a investigações. em benefício de candidato ou de partido político.579/1952. 22. Art. A propaganda de candidatos a cargos eletivos somente é permitida após a respectiva escolha pela Convenção. 240. durante o ato eleitoral. 17: responsabilidade dos partidos ou de seus candidatos pelas despesas de campanha eleitoral e formas de financiamento.11. Art. ƒƒ Ac. 36-A. permitida na quinzena anterior à escolha em convenção.096/1995. qualquer que seja a sua forma ou modalidade. 242. É vedada. e Lei n° 9.504/1997. CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Lei n° 9. verificada a seriedade da Parágrafo único. art. pela Lei n° 1. televisão. Art. Aos partidos políticos é assegurada a prioridade postal durante os 60 (sessenta) dias anteriores à realização das eleições. arts.504/1997.579 de 18/03/1952. inquirição de testemunhas. Da PROpaGanda PaRtidÁRia ƒƒ Lei n° 9. 7°: não aplicação da vedação constante deste parágrafo único à propaganda eleitoral veiculada gratuitamente na Internet. 141. convocações. para remessa de material de propaganda de seus candidatos registrados. que “Dispõe sobre as comissões parlamentares de inquérito”. em benefício de candidato ou partido político. imputando-se-lhes solidariedade nos excessos praticados pelos seus candidatos e adeptos. 238. Toda propaganda eleitoral será realizada sob a responsabilidade dos partidos e por eles paga. 36-A da Lei n° 9.887: responsabilidade solidária do candidato por dano moral causado pela utilização não autorizada de fotografia na propaganda eleitoral. 57-B da Lei n° 9. nas formas previstas no art. caput: propaganda eleitoral permitida após 5 de julho do ano da eleição.2005.-STJ. de 23. §§ 4° e 5°. ou nas imediações. § 1°: propaganda intrapartidária do postulante a candidatura a cargo eletivo. oito horas antes até vinte e quatro horas depois da eleição. ƒƒ Lei n° 9.

de 14.801: prevalência do disposto na lei de postura municipal sobre o art. nos termos do art. Sem prejuízo do proces- pessoa inexperiente ou rústica possa confundir com moeda. deve o julgador advertir – à falta de norma sancionadora – o autor da conduta ilícita. a Justiça Eleitoral adotará medidas para fazer impedir ou cessar imediatamente a propaganda realizada com infração do disposto neste artigo. 6°. 96 da Lei n° 9.2006. § 3°.3. VII – por meio de impressos ou de objeto que so e das penas cominadas. não devendo empregar meios publicitários destinados a criar. IX – que caluniar. Ac. de 19. ƒƒ Res.134.-TSE. ao dar nova redação ao caput. emocionais ou passionais.-TSE n° 301/2004 e Ac. ajuizar. no REspe n° 24.2011. Lei n° 4. a reparação do dano moral respondendo por este o ofensor e. de 15 de julho de 1965 VI – que perturbe o sossego público.2. ƒƒ Ac. solidariamente. 101 Código Eleitoral . bem como órgãos ou entidades que exerçam autoridade pública. IV – de instigação à desobediência coletiva ao cumprimento da lei de ordem pública. Não será tolerada propaganda: I – de guerra. 446/2002 e Ac.9. de 17. 39. 335 deste código.2006. haja de qualquer modo contribuído para ele.-TSE nos 439/2002. ou delas contra as classes e instituições civis. não lhe suprimiu o parágrafo único. arts. no AgR-REspe n° 35. art. de 13. VIII – que prejudique a higiene e a estética Art. de 1°. no Juízo Cível. Parágrafo único. difamar ou injuriar quaisquer pessoas. 324 a 326 deste código. na opinião pública.182: este inciso foi recepcionado pela CF/88. ƒƒ Res. poderá demandar.698/1992: mantém este dispositivo por entender que o legislador.3. na hipótese de inobservância do que prescreve este dispositivo e o correspondente da lei citada. dádiva.069: na propaganda eleitoral gratuita. estados mentais. impossibilidade de a multa por infração à legislação eleitoral decorrer unicamente do poder de polícia.504/1997. das legendas de todos os partidos que a integram na eleição majoritária. eventualmente. Art.-TSE. Ac. II – que provoque animosidade entre as Forças Armadas ou contra elas.-TSE n° 18. sorteio ou vantagem de qualquer natureza. quando responsável por ação ou omissão.8. artificialmente.2011. urbana ou contravenha a posturas municipais ou a outra qualquer restrição de direito. devendo resultar do regular processamento judicial. a ordem política e social ou de preconceitos de raça ou de classes. daquela lei. no AgR-REspe n° 35.504/1997.-TSE. § 2°: uso. § 1° O ofendido por calúnia. pela coligação. sem prejuízo e independentemente da ação penal competente. 242 do Código Eleitoral”.2010.-TSE n° 7. 99 V. no REspe n° 28. e quem quer que favorecido pelo crime. de processos violentos para subverter o regime. 99 Lei n° 9. o partido político deste. 1° da Lei n° 7. ƒƒ Ac. 243 V – que implique em oferecimento. sob pena de crime de desobediência.476/1986. na Rp n° 1. ƒƒ Caput com redação dada pelo art.504/1997 na hipótese de conflito. promessa ou solicitação de dinheiro.CÓDIGO ELEITORAL sempre a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional. na proporcional. art. difamação ou injúria. 243.-TSE. III – de incitamento de atentado contra pessoa ou bens. rifa. ƒƒ V.966/1966: “Instruções regulamentando o art.737.478: competência do juiz eleitoral e não do Ministério Público para o exercício do poder de polícia para fazer cessar a propaganda irregular.-TSE. ƒƒ Ac. cada partido usará apenas sua legenda sob o nome da coligação. representação por descumprimento do art. com algazarra ou abusos de instrumentos sonoros ou sinais acústicos. cabendo ao MPE. 37 da Lei n° 9.

na fachada de suas sedes II – instalar e fazer funcionar. Art. 99 Lei n° 9. § 3° É assegurado o direito de resposta a quem for injuriado. foi. § 3°: distância inferior a 200 metros para propaganda em recinto aberto ou fechado. 49 da Lei n° 4. 245. ƒƒ O art. nos locais referidos. art. deverá ser feita comunicação à autoridade policial.117. os arts. 244 § 2° No que couber. I – fazer inscrever.504/1997.207/1950. I – das sedes do Executivo Federal. 99 V. 99 Lei n° 9. O assunto neles tratado já se encontrava regulamentado pela Lei n° 5. nos três meses que antecederem as eleições.4. difamado ou caluniado através da imprensa. 3°: fixação de locais de comício. e Lei n° 9. O processo e julgamento do direito de resposta. art. duais e Municipais. ƒƒ V. dos Esta- dos. 90 e 96 da Lei n° 4. em recinto aberto ou fechado. de 27 de agosto de 1962. aplicar-se-ão na reparação do dano moral. independentemente de licença da autoridade pública e do pagamento de qualquer contribuição: e dependências. V – das escolas. 39. É assegurado aos partidos políticos registrados o direito de. 5°. art. da Lei n° 9. 36. 322 deste código previa penalidade para o descumprimento deste artigo. VI – dos quartéis e outros estabelecimentos militares. A realização de qualquer ato de Art. 39. na forma do disposto no art.Art. ou alto-falante. entretanto.250/1967. aplicando-se. EstaIII – dos Tribunais Judiciais. referido no parágrafo anterior. rádio. o nome que os designe.207. caput: em recinto aberto ou fechado. alto-falantes ou amplificadores de voz.504/1997. de 27 de agosto de 1962. § 3°: funcionamento de alto-falantes ou amplificadores de som em recinto aberto ou fechado no horário das 8h às 22h. 3° da Lei n° 1. propaganda partidária ou eleitoral. com observância da legislação comum.-STF. revogado pelo art.961/1966. § 1°: prazo para comunicação à autoridade policial da realização de qualquer ato de propaganda partidária ou eleitoral. que “Institui o Código Brasileiro de Telecomunicações”. não depende de licença da polícia.504/1997. foram revogados pelo art.504/1997. pela forma que melhor lhes parecer. Parágrafo único. IV – dos hospitais e casas de saúde. a menos de 500 metros: 99 Lei n° 9. segunda nota ao parágrafo seguinte. caput: propaganda permitida após o dia 5 de julho do ano § 1° Quando o ato de propaganda tiver de realizar-se em lugar designado para a celebração de comício. os arts. de 30. passou a ser regulamentado pelos arts. normalmente. pelo menos 24 (vinte e quatro) horas antes de sua realização. art. 47. televisão. na ADPF n° 130. 244. ou à sua disposição. 39. 81 a 88 da Lei n° 4. V: garantia do direito de resposta. ƒƒ CF/88. das quatorze às vinte e duas horas. de 25 de outubro de 1950. quando em funcionamento. no que couberem.504/1997. ƒƒ Parágrafos 1° a 3° acrescidos pelo art.504/1997. em recinto aberto.504/1997. Os meios de propaganda a que se refere o n° II deste artigo não serão permitidos.117/1962. ƒƒ Lei n° 1. art. 39. 58: ofensa por meio de qualquer veículo de comunicação social. 102 .117. bibliotecas públicas. 107 da Lei n° 9.504/1997. segunda nota ao art. 99 Lei n° 9. art. em território nacional.2009. 3° do DL n° 236/1967. art. assim como em veículos seus. 58 e 58-A da Lei n° 9. II – das Câmaras Legislativas Federais. CÓDIGO ELEITORAL da eleição. 99 Os dispositivos citados da Lei n° 4. igrejas e teatros. na Justiça Eleitoral. mas esta não foi recepcionada pela CF/88 em decorrência do Ac. art. caput. Territórios e respectivas Prefeituras Municipais.

-STF. 220. (Revogado pelo art. arts. de resultados de prévias ou testes préeleitorais. 257.9. 35-A. 51 da Lei n° 4. de 15 de julho de 1965 Lei n° 9. 255. 249.CÓDIGO ELEITORAL § 2° Não havendo local anteriormente fixado para a celebração de comício. art. nem inutilizar. 246 e 247. 256. alterar ou perturbar os meios lícitos nela empregados.504/97. 331 e 332 deste código. devendo a autoridade policial. de 6. ou sendo impossível ou difícil nele realizar-se o ato de propaganda eleitoral. Art. as facilidades permitidas para a respectiva propaganda. 107 da Lei n° 9.) § 2° O Tribunal Superior Eleitoral baixará as Art. 252 a 254. com antecedência de 72 (setenta e duas) horas.364/2011.741. (Revogados pelo DL Art.737.) instruções necessárias ao cumprimento do disposto no parágrafo anterior fixando as condições a serem observadas. 248. art. na ADI n° 3. a comunicação a que se refere o parágrafo anterior será feita. designar local amplo e de fácil acesso. no mínimo. Nos 15 (quinze) dias anteriores ao DOs RECURsOs DispOsiÇÕEs PRELiMinaREs TÍtULO III CAPÍtULO I pleito é proibida a divulgação. os serviços telefônicos. em igualdade de condições. art. 257 ƒƒ Lei n° 9. 12. e também conforme decisão administrativa do TSE de 23. 107 da Art. ƒƒ Lei n° 9. Art. na sede dos Diretórios devidamente registrados. ou havendo pedido para designação de outro local.2006. dispositivo considerado inconstitucional conforme Ac. ƒƒ V. Lei n° 4. 251. inde- Art. 250. Arts. n° 1.305/1988: incompatibilidade. § 3° Aos órgãos da Justiça Eleitoral compete julgar das reclamações sobre a localização dos comícios e providências sobre a distribuição eqüitativa dos locais aos partidos.2006 (ata da 57ª sessão. inclusive no dia das eleições. em qualquer desses casos. As autoridades administrativas fe- Art. Art. art. No período destinado à propaganda eleitoral gratuita não prevalecerão quaisquer contratos ou ajustes firmados pelas empresas que possam burlar ou tornar inexeqüível qualquer dispositivo deste Código ou das instruções baixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.-TSE n° 10. Ac. 103 Código Eleitoral .5. com a CF/88. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art.300/2006: proibição de divulgação de pesquisas eleitorais do décimo quinto dia anterior até as dezoito horas do dia da eleição. de modo que não impossibilite ou frustre a reunião.538/77. ƒƒ Lei n° 9. oficiais ou concedidos. farão instalar. § 1° No período da campanha eleitoral. 41: proibição de aplicação de multa e cerceamento da propaganda sob alegação do exercício do poder de polícia. ƒƒ CF/88. nas 24 (vinte e quatro) horas seguintes. pendentemente do critério de prioridade. desde que respeitado o prazo de 5 (cinco) dias para o registro. porta restrição ao poder de polícia quando este deva ser exercido em benefício da ordem pública. caput: possibilidade de divulgação de pesquisa eleitoral a qualquer momento. art. mediante requerimento do respectivo Presidente e pagamento das taxas devidas. estaduais e municipais proporcionarão aos partidos.961/1966. telefones necessários.504/1997. (Revogados pelo art. acrescido pela Lei n° 11. da norma que proíbe divulgação de resultados de pesquisas eleitorais.504/97.-TSE n° 23. O direito de propaganda não im- derais.) Arts.504/1997. § 1°: liberdade de informação. DJ de 30.504/1997. por qualquer forma. Ninguém poderá impedir a propaganda eleitoral. Os recursos eleitorais não terão efeito suspensivo. 33: registro de pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos junto à Justiça Eleitoral. Res.5.2006).

30-A.-TSE. daí por que o estado fica prevento ao relator daquele processo. aos recursos parciais interpostos contra a votação e apuração. os seguintes dispositivos. arts. o recurso deverá ser interposto em três dias da publicação do ato. só em outra que se apresentar poderá ser interposto. § 8°: prazo de 24 horas para a interposição de recurso em sede de representação fundada neste artigo. art. telegrama. 2° da LC n° 135/2010. 41-A. de 3. ƒƒ Ac. art. interpostos para os Tribunais Regionais no caso de eleições municipais. ƒƒ V. da LC n° 64/1990. salvo se o julgamento dos demais importar em alteração do resultado do pleito que não tenha relação com o recurso já julgado. aguardará a comunicação de todas as decisões para cumpri-las. contudo. serão julgados à medida que derem entrada nas respectivas Secretarias. 258 Parágrafo único. respectivamente. ƒƒ V. o Juiz Eleitoral ou o Presidente do Tribunal Regional. 96. A execução de qualquer acórdão será feita imediatamente. através de comunicação por ofício. Art. é dada exatamente pelo primeiro processo em que se discute a eleição. de 2. ou se todos. acrescido pelo art. 73.-TSE. ƒƒ V. e para o Tribunal Superior no caso de eleições estaduais ou federais. 260. § 2°. ƒƒ LC n° 64/1990. CÓDIGO ELEITORAL Art.8. 15..2011. § 1°. ainda na citada lei. Port. exclusivamente.504/1997. resolução ou despacho. 81.2006.571/1983. ƒƒ Ac. 96. 259. parágrafo único. na AgR-MC n° 1. § 4° Em todos os recursos. § 2° As decisões com os esclarecimentos necessários ao cumprimento serão comunicadas de uma só vez ao Juiz Eleitoral ou ao Presidente do Tribunal Regional. no despacho que determinar a remessa dos autos à instância 104 . que estabelecem prazo de três dias para recurso: art. 261. ƒƒ Ac. Os recursos parciais. § 5° (prestação de contas de campanha eleitoral). já estiverem no Tribunal Regional ou no Tribunal Superior. ou. Perdido o prazo numa fase própria. 191 do CPC (contagem de prazo em dobro) aos feitos eleitorais que tratam de litisconsortes com diferentes procuradores. 8°.. entre os quais não se incluem os que versarem matéria referente ao registro de candidatos. art. ƒƒ Lei n° 9. para efeito de prevenção. a critério do Presidente do Tribunal. em uma ou mais sessões. § 8°: publicação em cartório ou sessão nos processos de registro de candidatos e nas representações ou reclamações por descumprimento da última lei citada. serão eles julgados seguidamente.380/2004: a prevenção diz respeito. art.-TSE n° 410/2011. 276. sendo julgados separadamente.-TSE n os 7. V. São preclusivos os prazos para interposição de recurso. Art. 13. inclusive os de diplomação.3. Sempre que a lei não fixar prazo especial. § 13 (condutas vedadas aos agentes públicos em campanhas eleitorais).504/1997. notas ao art. caput. deste código. O recurso em que se discutir matéria constitucional não poderá ser interposto fora do prazo. através de cópia do acórdão. e 14. § 1° Havendo dois ou mais recursos parciais de um mesmo Município ou Estado. 216 deste código e art. 260 do CE. salvo quando neste se discutir matéria constitucional. § 4° (captação ilícita de sufrágio). e Lei n° 9. e não pelo tipo de processo”. Parágrafo único. em casos especiais.850: “[. A distribuição do primeiro recurso que chegar ao Tribunal Regional ou Tribunal Superior prevenirá a competência do Relator para todos os demais casos do mesmo Município ou Estado. art. § 3° (apuração de condutas relativas à arrecadação e gastos de recursos). 11. 30. § 4° (doações e contribuições de pessoas jurídicas para campanhas eleitorais). Art. § 3° Se os recursos de um mesmo Município ou Estado deram entrada em datas diversas.Art. art.] a aplicação do art.854/1993 e 21. no AgR-REspe n° 36. art. 258.693: inaplicabilidade do art..

deputado federal e seus suplentes. 646/2004. o Juízo a quo esclarecerá quais os ainda em fase de processamento e. dentre outros: descabimento em hipótese de condição de elegibilidade.10.6. em virtude do trânsito em julgado de sentença condenatória em ação civil pública. quais os anteriormente remetidos.472. ƒƒ Ac.2011. de 20. no AgR-REspe n° 35. no último.-TSE.-TSE. Ac. Ac.-TSE nos 643/2004. no AgR-REspe n° 35.2011.-TSE. 610/2004. 655/2004.439/2004.-TSE.521/2005 (condutas vedadas pelo art. de 15 de julho de 1965 § 5° Ao se realizar a diplomação.504/1997).2006.2009. não sendo possível a propositura de RCED. ƒƒ Descabimento de recurso contra expedição de diploma.328/2002.2.-TSE n° 21. de 28.6. de 6. Ac.845: as condições de elegibilidade não se incluem no rol taxativo deste dispositivo. no REspe n° 25. e Ac. 99 Ac. será consignado que os resultados poderão sofrer alterações decorrentes desse julgamento. Ac.460 (conduta vedada pelo art. no AgR-AI n° 11.2. prazo para recurso.-TSE n° 11.438/2004 e 21. art.845: a interposição do RCED pressupõe a existência de uma inelegibilidade superveniente ao registro de candidatura ou uma inelegibilidade de índole constitucional ou. ƒƒ V.CÓDIGO ELEITORAL superior. nos RCED nos 694 e 728: “Quem perdeu os direitos políticos não tem legitimidade para interpor recurso contra a expedição de diploma”. no RCEd n° 703: competência do TSE para julgar RCED expedido em favor de senador.997 e Ac. de 5.-TSE.9.2011. no ED-AgR-Ag n° 6. na ADPF n° 167: ação de arguição de descumprimento de preceito fundamental proposta em razão de decisões judiciais do TSE que reconheceram sua competência originária para processar e julgar os recursos contra expedição de diploma de candidatos eleitos em eleições estaduais e federais. no REspe n° 25. no RCED n° 731 (condutas em desacordo com o art. o Juiz ou Presidente do Tribunal Regional comunicará à instância superior se foi ou não interposto recurso. 99 Ac.450: o prazo para propositura do RCED tem natureza decadencial.2006.-TSE n° 12.-TSE. Ac.-TSE. governador e vice-governador. de 22. 38.284: não há litisconsórcio passivo necessário do partido político ou coligação no recurso contra expedição de diploma de candidatos da eleição proporcional.2009. O recurso contra expedição de diploma caberá somente nos seguintes casos: ƒƒ Ac.504/1997). mas a superveniência do recesso forense autoriza a prorrogação de seu termo final para o primeiro dia útil subsequente. de 16. 99 Ac. § 6° Realizada a diplomação.2006.10.605/1993 (prefeito) e Ac.-TSE. de 7.-TSE. se ainda houver recurso pendente de decisão em outra instância. 262. 30-A da Lei n° 9.2.2006. ainda.3.2.9.5. no REspe n° 25. de 21. 262 ƒƒ Ac.-TSE.2011. 21. 647/2004. no AgR-REspe n° 35. ainda. 77 da Lei n° 9.284 (vereador).-STF. que havia determinado o sobrestamento desses recursos no âmbito do TSE.-TSE nos 643/2004 e 647/2004.735: a inelegibilidade infraconstitucional e preexistente deve ser suscitada no âmbito do processo atinente ao pedido de registro.255/1992: ilegitimidade ativa de eleitor.504/1997). V.2.-TSE. de 28.2011. 652/2004.-TSE nos 3.2009. ƒƒ Ac.-TSE. 653/2004. 99 Ac. e Ac..6.-TSE. uma incompatibilidade. de 1°. O Plenário do STF não referendou a liminar concedida em 10. no ED-AgR-REspe n° 950098718: se a decisão de rejeição de 105 Código Eleitoral . Sobre a competência do TRE para julgar recurso de diplomação. Ac. e decorrido o Art.516/1999. 73 da Lei n° 9. de 7. no AgR-REspe n° 35. de 3.2010. de 24.2008. RITSE. Ac.6. no REspe n° 25.8. I – inelegibilidade ou incompatibilidade de candidato. 99 Ac. de 23.-TSE. Art.830: a superveniência de suspensão dos direitos políticos. e Ac. tendo em vista o rol exaustivo das hipóteses previstas neste dispositivo: Ac. Lei n° 4. 647/2004 e 652/2004: a coligação partidária tem legitimidade concorrente com os partidos políticos e candidatos para a interposição de recurso de diplomação.737. de 16.2009.-TSE n° 15. impede a posterior diplomação pela incompatibilidade a que se refere este dispositivo.2006.

612/2004. de 13. Dos atos.-TSE n° 12. de 10. impossibilidade de emenda à inicial e consequente extinção do feito sem resolução de mérito se o prazo para a propositura de AIME tiver decorrido sem inclusão do vice no polo passivo da demanda. resoluções ou despachos dos respectivos Presidentes. de 29. ƒƒ Ac. no RCED n° 773 e. 41-A da Lei n° 9. 106 . ainda. V.2006. o Ac. que pode ser arguida em RCED.4. de 23.2.2009. Art.518/2001. no REspe n° 25. citado por força de litisconsórcio passivo necessário.-TSE.-TSE. Ac.840/1999. 265. nos termos do art. 599/2002. quanto à determinação do quociente eleitoral ou partidário. ƒƒ Ac. não exige tenha havido pronunciamento judicial sobre ela ou trânsito em julgado da decisão.2011.2008.756: descabimento do recurso inominado contra decisão interlocutória.238/2005 e Ac.038. No mesmo sentido. de 17. Ac. IV – concessão ou denegação do diploma em manifesta contradição com a prova dos autos.8.2011.-TSE nos 646/2004.968: o recurso contra expedição de diploma deve admitir todos os meios de prova.6.-TSE. no RCED n° 671: ao vice.2007. desde que a parte tenha requerido e a indique na petição inicial. dentre outros: a prova pré-constituída. no AgR-REspe n° 36.5.478: número de testemunhas limitado a seis por litisconsorte. contagem de votos e classificação de candidato. de 19.504. Ac. 653/2004 e 655/2004: a fraude a ser alegada em recurso de diplomação fundado neste inciso é aquela que se refere à votação. No julgamento de um mesmo pleito eleitoral. ou a sua contemplação sob determinada legenda. é facultado pleitear a produção de prova testemunhal.3. 3. 630/2005 e Ac. no Ag n° 7.-TSE.2008. as decisões anteriores sobre questões de direito constituem prejulgados para os demais casos. CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Prova: questão de ordem no Ac. de 30 de setembro de 1997. diploma ou mandato (AIJE. 655/2004.4. 222 desta lei. 270 deste Código. 3° da Lei n° 9. ƒƒ Ac. nas ações eleitorais em que é prevista a pena de cassação de registro. no RCED n° 787. 264.2008.501/1992: inconstitucionalidade deste artigo desde a CF/46.-TSE nos 613/2003. nas hipóteses do art.2006.4. é de se reconhecer configurada causa de inelegibilidade infraconstitucional superveniente. independentemente de requerimento do titular em sentido idêntico. 263.-TSE. 607/2003 e 638/2004: este inciso refere-se a erro na própria apuração.-TSE nos 586/2001. no REspe n° 25.-TSE n os 19. II – errônea interpretação da lei quanto à aplicação do sistema de representação proporcional. para os fins deste inciso. 263 contas de candidato se tornar irrecorrível somente após o prazo para impugnação do registro de candidatura. no REspe n° 25. DOs RECURsOs pERantE as JUntas E JUÍZOs ELEitORais CAPÍtULO II Art. de 25.Art. assegurando-se ao recorrido a contraprova pertinente. resoluções ou despachos dos Juízes ou Juntas Eleitorais caberá recurso para o Tribunal Regional. desde que particularizadamente especificados na petição inicial ou nas contrarrazões. III – erro de direito ou de fato na apuração final.301: admissibilidade de produção de prova no recurso de diplomação. 646/2004. ƒƒ Ac.3. 25. de 24. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. de 17. Art. ƒƒ Ac. e do art.-TSE. de 24. Ac. 586/2001.-TSE nos 574/1999. salvo se contra a tese votarem dois terços dos membros do Tribunal. no AgR-AI n° 254928: existência de litisconsórcio passivo necessário entre o titular e o vice. dentro de 3 (três) dias. 607/2003 e 638/2004: cabimento de recurso de diplomação fundado neste inciso quando houver erro no resultado final da aplicação dos cálculos matemáticos e das fórmulas prescritos em lei e na interpretação dos dispositivos legais que os disciplinam.-TSE.2.9. recurso dos atos. RCED e AIME). no REspe n° 25. Para os Tribunais Regionais e para o Tribunal Superior caberá.095/2001.2009.2007.601. de 27. no RCED n° 671. ƒƒ Ac.-TSE.. representação. tendente a comprometer a lisura e a legitimidade do processo eleitoral.

ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. dentro de quarenta e oito horas. de novos documentos. § 1° Feita a distribuição. 269. requerer suba o recurso como se por ele interposto. No Tribunal Regional nenhuma alegação escrita ou nenhum documento poderá ser oferecido por qualquer das partes.-TSE n° 3/1992: possibilidade de juntada de documento com o recurso ordinário em processo de registro de candidatos quando o juiz não abre prazo para suprimento de defeito de instrução do pedido. devendo o Procurador. nesse caso. oferecer razões. contado o prazo na forma deste artigo. esta última exigência sob pena de nulidade de qualquer ato ou decisão do Relator ou do Tribunal. de 15 de julho de 1965 rágrafos anteriores. sujeito à multa de dez por cento do salário mínimo regional por dia de retardamento. 54 da Lei n° 4. subir os autos ao Tribunal Regional com a sua resposta e os documentos em que se fundar. poderá o recorrido. proferir parecer oral na assentada do julgamento. § 1° A intimação se fará pela publicação da notícia da vista no jornal que publicar o expediente da Justiça Eleitoral. 269 § 6° Findos os prazos a que se referem os paLei n° 4. O recurso independerá de termo e será interposto por petição devidamente fundamentada. 270. a Secretaria do Tribunal abrirá vista dos autos à Procuradoria Regional.961/1966. Art. a intimação se fará por edital afixado no foro.737. ƒƒ Súm. se a publica- Art. Recebida a petição. § 4° Todas as citações e intimações serão feitas na forma estabelecida neste artigo. se não for encontrado o recorrido dentro de 48 (quarenta e oito) horas. mandará o Juiz intimar o recorrido para ciência do recurso. acompanhadas ou não de novos documentos. e nos demais lugares. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. ção não ocorrer no prazo de 3 (três) dias. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 268. Se o recorrente se reportar § 7° Se o Juiz reformar a decisão recorrida. soal. poderá a parte interessada requerer a inclusão do processo na pauta.961/1966. terceira nota ao art. a coação. 53 da Lei n° 4. a intimação se fará pessoalmente ou na forma prevista no parágrafo seguinte. salvo se entender de reformar a sua decisão. Os recursos serão distribuídos a um § 3° Nas Zonas em que se fizer intimação pes- Relator em 24 (vinte e quatro) horas e na ordem rigorosa da antigüidade dos respectivos membros. 7°. 267. no local de costume. se o entender o recorrente. deste código. 99 V. salvo o disposto no art. independente de iniciativa do recorrente. deste código. em prazo igual ao estabelecido para a sua interposição. 107 Código Eleitoral . fraude. dirigida ao Juiz Eleitoral e acompanhada. 169 e seguintes. Os recursos das decisões das Juntas serão processados na forma estabelecida pelos arts. Art. 237 ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedada por lei. 266. Art. que deverá emitir parecer no prazo de 5 (cinco) dias. abrindo-se-lhe vista dos autos a fim de. Parágrafo único. § 5° Se o recorrido juntar novos documentos. 33. bastar-lhe-á indicar os meios a elas conducentes. dependentes de prova a ser determinada pelo Tribunal. terá o recorrente vista dos autos por 48 (quarenta e oito) horas para falar sobre os mesmos. nota ao art. onde houver.CÓDIGO ELEITORAL Parágrafo único. 52 da Lei n° 4. § 2° Onde houver jornal oficial. pessoalmente pelo Escrivão. dentro de 3 (três) dias. 99 V.961/1966. caput. uso de meios de que trata o art. § 1°. § 2° Se a Procuradoria não emitir parecer no prazo fixado. DOs RECURsOs nOs TRiBUnais REGiOnais CAPÍtULO III Art. o Juiz Eleitoral fará.

se não forem encontradas no prazo de 48 (quarenta e oito) horas. Ac. improrrogável de 8 (oito) dias para. uma vez feito o relatório pelo Relator. ou o Relator designado para redigir o acórdão. presentes à primeira sessão do Tribunal. Na sessão do julgamento. ao recorrente e ao recorrido para dizerem a respeito.6. no prazo improrrogável de dez minutos. sustentar oralmente as suas conclusões.3. 55 da Lei n° 4. com citação dos partidos que concorreram ao pleito e do representante do Ministério Público. seguidamente. serão conclusos ao Juiz imediato em antigüidade como revisor. obedecendo-se rigorosamente à ordem da devolução dos mesmos à Secretaria pelo Relator. ressalvadas as preferências determinadas pelo Regimento do Tribunal. valendo como tal a inserção da sua conclusão no órgão oficial.961/1966. por vinte e quatro horas. § 2° As pautas serão organizadas com um número de processos que possam ser realmente julgados. devidamente assinado.-TSE. os autos. 270 do Código Eleitoral. § 3° Protocoladas as diligências probatórias.Art. § 2° O disposto no parágrafo anterior aplicarse-á a todos os casos de citação ou intimação. Parágrafo único. se o Tribunal dispuser de serviço taquigráfico. no Ag n° 8. 273. O acórdão. 55 da Lei n° 4.041: “No recurso contra a diplomação. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei dependente de prova indicada pelas partes ao interpô-lo ou ao impugná-lo. nos recursos contra a expedição de diploma. realizando-se ela no prazo improrrogável de cinco dias. Não se exige a produção da prova e a apuração dos fatos em autos apartados”. ser o caso incluído na pauta de julgamento do Tribunal. ou com a juntada das justificações ou diligências. fraude. basta ao recorrente apresentar prova suficiente ou indicar. o Relator. as que pretende ver produzidas. o qual deverá devolvê-los em 4 (quatro) dias. as partes serão intimadas pessoalmente e. no local de costume.2007. Art. nos termos do art. § 2° Indeferindo o Relator a prova serão os autos. 274. dentro em 5 (cinco) dias. Art. No mesmo sentido.2008. ou revisor. § 4° Findo o prazo acima. § 1° Admitir-se-ão como meios de prova para apreciação pelo Tribunal as justificações e as perícias processadas perante o Juiz Eleitoral da Zona. 271. no momento da interposição do recurso. 270 Art. sem demora. serão os autos conƒƒ Parágrafos 1° a 4° acrescidos pelo art. a intimação se fará por edital afixado no Tribunal.062. cada parte terá vinte minutos para sustentação oral. Realizado o julgamento. nas vinte e quatro horas seguintes. vista dos autos. CÓDIGO ELEITORAL § 1° Tratando-se de recurso contra a expedição de diploma. uso de meios de que trata o art. 237. § 1° Se o órgão oficial não publicar o acórdão no prazo de 3 (três) dias. que deliberará a respeito. Art. Art. 270. ƒƒ Ac. clusos ao Relator. de 19. Quando se tratar de julgamento de recursos contra a expedição de diploma. a Secretaria do Tribunal abrirá. o mais tardar. serão juntas ao processo as notas respectivas.961/1966. apresentará a redação deste. § 1° O acórdão conterá uma síntese das questões debatidas e decididas. se vitorioso. § 2° Sem prejuízo do disposto no parágrafo anterior. O Relator devolverá os autos à Secre- taria no prazo. será publicado. nas 24 (vinte e quatro) horas seguintes.-TSE. 108 . uma vez devolvidos pelo Relator. de 6. 272. o Relator no Tribunal Regional deferi-la-á em vinte e quatro horas da conclusão. a requerimento do interessado. no REspe n° 26. Se o recurso versar sobre coação. cada uma das partes poderá.

661/2004.504/1997. pois a dúvida apresenta caráter eminentemente subjetivo.4.254/2006: não cabem embargos de declaração em sede de consulta. outro será designado § 4° Os embargos de declaração suspendem o prazo para a interposição de outros recursos.2007. 121.504/1997.407.836 (alteração de função de confiança).2.-STF.8.737. 276 salvo se manifestamente protelatórios e assim declarados na decisão que os rejeitar.644/1997: “Competência do TSE para apreciar recurso contra decisão judicial de Tribunal Regional sobre matéria administrativa não eleitoral”.2. 276. em petição dirigida ao Relator. não caracteriza insuficiência de fundamentação”.-TSE n° 5.2008. habeas data ou mandado de injunção”. de 19. Ac. no REspe n° 26. de 22. I. salvo os casos seguintes em que cabe recurso para o Tribunal Superior: ƒƒ CF/88.2007. art. de 6. 99 Incompetência do Tribunal Superior Eleitoral para apreciar recurso contra decisão de natureza estritamente administrativa proferida pelos tribunais regionais: Ac.117/2005: não se aplica a regra de interposição simultânea de recurso especial e extraordinário.6. nota ao art. mandado de segurança. 99 Ac. de 20.-TSE.9.2007. mesmo que se discuta matéria constitucional.2007.2. 275. São admissíveis embargos de ƒƒ Res.281 e. ƒƒ Ac-TSE.062 e. de 12.117: descabimento de recurso extraordinário contra acórdão de TRE.416 e 25. nos REspe nos 25. no Ag n° 5.2007. para lavrar o acórdão. nos ED-ED-REspe n° 26.11.071/1994 e 714/1999: a hipótese é de interrupção. de 14. da ação penal. duvidoso.209: prazo de 24 horas para oposição de embargos de declaração contra acórdão de Tribunal Regional em sede de representação fundada no art.-TSE.-TSE nos 4. contradição ou omissão.-TSE nos 12. ƒƒ Ac.11. em embargos declaratórios. dúvida ou contradição. § 1° Os embargos serão opostos dentro em 3 (três) dias da data da publicação do acórdão. As decisões dos Tribunais Regionais são terminativas. quando aguarda manifestação do dominus litis acerca da instauração. IV – anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais.2007. 538. 99 V.664/2005 e Ac.CÓDIGO ELEITORAL Art. 275. Ac. na qual será indicado o ponto obscuro. III – versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais.462: cabimento de embargos de declaração tão somente nas hipóteses de obscuridade. 99 Ac. de 23. no RO n° 912 e.904.030: “Deixar o acórdão.-TSE.2005. § 3° Vencido o Relator. 96 da Lei n° 9.902: os embargos de declaração protelatórios não interrompem o prazo para a interposição de outros recursos e sujeitam o embargante à multa prevista no art.2009. Ac. no Ag n° 164. no Ag n° 5. ƒƒ Ac. de 22. II – ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais tribunais eleitorais. no Ag n° 6.6.491. 109 Código Eleitoral . Ac. II – quando for omitido ponto sobre que devia pronunciar-se o Tribunal. segunda nota ao § 4° do art. de 15. no REspe n° 26.95. no REspe n° 25.2007. declaração: Lei n° 4. do CPC. no AgR-AI n° 369422. cabe recurso para o TSE. de se pronunciar sobre alegação de contradição. § 2° O Relator porá os embargos em Mesa para julgamento.-TSE nos 10/1996 e 12.-TSE. parágrafo único.3.6.12.-TSE.3. de 27.2011. deste código. ou não. Art.-TSE. § 4°: “Das decisões dos tribunais regionais eleitorais somente caberá recurso quando: I – forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei. no REspe n° 28. contraditório ou omisso. 41-A da Lei n° 9. 5.-TSE. ƒƒ V. de 27. ƒƒ Ac. no Ag n° 8. de 10. Ac.2007. V – denegarem habeas corpus.434 (concessão de auxílio-alimentação e auxílio-creche). na primeira sessão seguinte proferindo o seu voto.-TSE n° 22.2006. no REspe n° 25. de 18. Art. de 23. de 15 de julho de 1965 I – quando há no acórdão obscuridade.

Ac. feita a apuração das Seções renovadas.-TSE. II – ordinário: ƒƒ Ac. primeira nota ao caput deste artigo. contado da publicação da decisão nos casos dos nos I.5. § 3°. 15. ƒƒ Ac. de 9.-TSE. no REspe n° 31. Ac. no REspe n° 27.-TSE. § 1° É de 3 (três) dias o prazo para a interposição do recurso. Ac. desde que todas as provas já tenham sido produzidas. 2. de 3.-TSE n° 17.2010.2. 541 do CPC. 2. na MC n° 2.094/2005: julgado do STJ não é apto a comprovar dissídio. de 6.155/2000: tratando-se de ato praticado a propósito da atividade-meio da Justiça Eleitoral – matéria de direito comum –. contar-se-á da sessão em que. de 4.323: cabimento de recurso especial na hipótese de perda de mandato eletivo municipal. no REspe n° 26. no RO n° 2. no AgR-REspe n° 27. 5. no AgR-REspe 340044: não equiparação de recurso especial a recurso ordinário em razão de o primeiro julgamento do requerimento de registro de candidatura ter sido realizado por TRE.208/2005: julgados do mesmo Tribunal não são aptos a comprovar dissídio. o prazo para a interposição dos recursos.11.-TSE. no AgR-RO n° 89490: incumbe à da parte comprovar a tempestividade do recurso especial no momento de sua interposição. ƒƒ Ac. letra b e da sessão da diplomação no caso do n° II. b) quando ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais Tribunais Eleitorais. a) quando versarem sobre expedição de diplomas nas eleições federais e estaduais.2007. do art. no REspe n° 26. § 2° Sempre que o Tribunal Regional determinar a realização de novas eleições. ainda que não haja condenação nesse sentido. no caso do n° II.11. CÓDIGO ELEITORAL excertos de pareceres do Ministério Público Eleitoral não é apta a caracterizar dissenso jurisprudencial.2010. ƒƒ V. no AgR-RESPE n° 403877: enunciado de súmula de tribunal superior não se equipara a lei federal para fins de interposição de recurso especial. o processo rege-se pela legislação processual comum. 99 Ac. terceira nota ao caput deste artigo. nos termos do art. Ac.171: resolução oriunda de consulta administrativa não é apta à comprovação de dissídio. que possibilita ao Tribunal julgar de plano a lide nos casos de extinção do processo sem julgamento do mérito na instância a quo.721/2001.512: súmula do TSE não é apta a comprovar dissídio jurisprudencial. de 19. ƒƒ Ac. 515.-TSE.-TSE nos 4.722/2001 e 16. Ac. de 15.-TSE n° 13.-TSE n° 11.2009.504/1997. no RO n° 1.-TSE n° 6. ƒƒ Ac.888/2005 e 6. § 6° do art. a) quando forem proferidas contra expressa disposição de lei.-TSE.2008.2010. quanto aos recursos ordinários de competência do TSE. de 3.2009. Ac. letras a e b e II. 118/2000.839: prazo de 24 horas para a interposição de recurso especial contra decisão de juiz auxiliar em pedido de direito de resposta.577/2001: julgado de Tribunal de Justiça não é apto a comprovar dissídio.11. letra a. Ac. ƒƒ Ac.-TSE n os 93/1998. de 28.713/2000: julgado do STF não é apto a comprovar dissídio.11.-TSE.208/99. ƒƒ Ac.573/2004 e 25.507/1993: julgado do STF em matéria eleitoral é apto a comprovar dissídio.2009.-TSE. Ac.3.663/1994: acórdão do mesmo Tribunal pode comprovar dissídio quando verificada a diversidade de componentes. de 9. 276 I – especial: ƒƒ V.9.10. no âmbito da Justiça Eleitoral.3. 110 . ƒƒ Ac-TSE.11.-TSE n° 2. do CPC. de 5. 124/2000.Art.498: cabimento de recurso ordinário se o feito versa sobre inelegibilidade ou envolve cassação de diploma ou mandato atinente a eleições federais ou estaduais. a.171: a interposição de REspe e de RE deve ser feita em peças recursais distintas. de 8.061/2006: decisão monocrática não se presta para a configuração de dissenso jurisprudencial. 30 da Lei n° 9.-TSE nos 15.339: incidência.2008.2006. Ac.-TSE. ƒƒ Ac. ƒƒ V.947: a transcrição de b) quando denegarem habeas corpus ou mandado de segurança.2006.-TSE.724/99.

9. no mesmo prazo. ainda.447/2000: não estão sujeitos a juízo de admissibilidade. ao Presidente. § 2° Serão obrigatoriamente trasladadas a decisão recorrida e a certidão da intimação. II – as razões do pedido de reforma da decisão. do CPC): transforma o agravo de instrumento interposto contra decisão que não admite recurso extraordinário ou especial em agravo nos próprios autos.-TSE n° 5.-TSE n° 129/1996. recorrido.668: “A assistência é cabível em qualquer fase do processo. pelo presidente do TRE. de 4.259/2005 e Ac. o recorrente poderá interpor. no Ag n° 7. contudo. 99 Lei n° 12. Interposto recurso ordinário contra decisão do Tribunal Regional. ƒƒ V. Denegado o recurso especial. no Ag n° 8. os recursos especiais relativos a registro de candidaturas. 12. caput.-TSE. 278. Ac. de 23. 276.2006.CÓDIGO ELEITORAL for proclamado o resultado das eleições suplementares. § 6° Se o agravo de instrumento não for conhecido. de 15 de julho de 1965 Art. podendo.197 e.-TSE. na própria petição. § 1° O agravo de instrumento será interposto por petição que conterá: I – a exposição do fato e do direito. 278. ƒƒ Ac. porque interposto fora do prazo legal. de 21. § 1°. no Ag n° 7. 15. de 7. Port.2. deste código. § 2° Admitido o recurso. Art.477/2003. inclusive na bifurcação revelada em instrumento decorrente da interposição de agravo”. ƒƒ V. o Presidente poderá.329: a juntada de procuração outorgando poderes ao advogado substabelecente é indispensável..8. III – a indicação das peças do processo que devem ser trasladadas. § 1° O Presidente.322/2010 (alteradora do art. ainda que interposto fora do prazo legal. apresentar as suas razões e indicar as peças dos autos que serão também trasladadas. 544. de 22. ordenar a extração e a juntada de peças não indicadas pelas partes. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac. 279. § 3° Em seguida serão os autos conclusos § 4° Concluída a formação do instrumento o Presidente do Tribunal determinará a remessa dos autos ao Tribunal Superior. no Ag n° 5. admitindo ou não o recurso. 111 Código Eleitoral . Parágrafo único.11. dentro em 48 (quarenta e oito) horas do recebimento dos autos conclusos. a primeira nota ao art. Juntadas as razões do Art. no prazo de 3 (três) dias.964/1999 e 2. a petição será juntada nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes e os autos conclusos ao Presidente dentro de 24 (vinte e quatro) horas.-TSE. deste código.-TSE n os 12. § 2°. Interposto recurso especial contra decisão do Tribunal Regional. V. no mesmo prazo. 277. dentro em 3 (três) dias. o Tribunal Superior imporá ao recorrente multa correspondente ao valor do maior salário Art. serão os autos remetidos ao Tribunal Superior. será intimado o recorrido para.322/2010 no processo eleitoral. 279. Res. apresente as suas razões. segunda nota ao art. ƒƒ Ac. será aberta vista dos autos ao recorrido para que.2011.11. 279 no AgR-AI n° 839248: incidência da Lei n° 12. nota ao art.2007.2007.-TSE. ofereça as suas razões. ƒƒ V. deste código. § 5° O Presidente do Tribunal não poderá negar seguimento ao agravo.074/1991. ƒƒ V.-TSE n° 21.265/1994.2006. que mandará remetê-los ao Tribunal Superior. proferirá despacho fundamentado.887: abertura de prazo para contrarrazões ao recurso especial no âmbito do TSE quando provido o agravo de instrumento.737. Lei n° 4. § 3° Deferida a formação do agravo. mandar abrir vista ao recorrido para que. agravo de instrumento.

admitindo ou não o recurso. apresente as suas razões. terceira nota ao art.-STF. nos termos do art. 12 da Lei n° 6. art. 112 . São irrecorríveis as decisões do DispOsiÇÕEs PEnais DispOsiÇÕEs PRELiMinaREs TÍtULO IV ƒƒ CF/88. além dos indicados no presente artigo. que não foi revogado pela Lei n° 8. os autos serão remetidos ao Supremo Tribunal Federal. Súm. § 1° Considera-se funcionário público. § 1° Juntada a petição nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes.-STF n° 472/2011. IV – os funcionários requisitados pela Justiça Eleitoral. 273. os autos serão conclusos ao Presidente do Tribunal. embora transitoriamente ou sem remuneração.-TSE n° 129/96 e Port. Lei n° 6.-STF n° 728/2003: “É de três dias o prazo para a interposição de recurso extraordinário contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Para os efeitos penais são considerados membros e funcionários da Justiça Eleitoral: I – os Magistrados que. multa essa que será inscrita e cobrada na forma prevista no art. no Ag n° 504. aplicada a multa a que se refere o § 6° pelo Supremo Tribunal Federal.322/2010 no processo eleitoral. Port. CAPÍtULO I Art. 121. 367. pagas as despesas. ƒƒ Port. a. em relação às peças que indicarem.-TSE n° 331/2003. 7°. 283. alterada pela Res. Aplicam-se ao Tribunal Superior as disposições dos arts.055/1974. 282. ƒƒ V. do CPC): transforma o agravo de instrumento interposto contra decisão que não admite recurso extraordinário ou especial em agravo nos próprios autos.Art. quando for o caso. interposto no prazo de 3 (três) dias. 280 mínimo vigente no País. 280. 281. quem. art.11.598: recurso ordinário cabível apenas de decisão denegatória de habeas corpus ou mandado de segurança. Ac. mesmo não exercendo funções eleitorais. na própria sessão de julgamento. das quais caberá recurso ordinário para o Supremo Tribunal Federal.-STF n° 451/2010.2011. III – os cidadãos que hajam sido nomeados para as Mesas Receptoras ou Juntas Apuradoras. agravo de instrumento. que. no AgR-AI n° 839248: incidência da Lei n° 12. observado o disposto no art. II. pelas partes. 271 (caput). 269. 12: prazo de três dias para interposição de recurso extraordinário. 544. Denegado o recurso. exerce cargo. contado. e III: cabimento de recurso ordinário e extraordinário. 279 e seus parágrafos. Art. o recorrente poderá interpor. 99 V. caput. 99 Ac. e art. CÓDIGO ELEITORAL § 3° Findo esse prazo.2004.-TSE n° 331/2003.-TSE. para os efeitos penais. § 3°: irrecorribilidade das decisões do TSE. deste código. emprego ou função pública. estejam presidindo Juntas Apuradoras ou se encontrem no exercício de outra função por designação de Tribunal Eleitoral. Res. § 2° Admitido o recurso. o instrumento deverá ser formado com fotocópias ou processos semelhantes. 270. caput. dentro de 3 (três) dias. 272. 1°. ƒƒ V. 99 Lei n° 12. salvo as que declararem a invalidade de lei ou ato contrário à Constituição Federal e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança. proferirá despacho fundamentado. § 7° Se o Tribunal Regional dispuser de apa- relhamento próprio. DOs RECURsOs nO TRiBUnaL SUpERiOR CAPÍtULO IV Art. de 23. será aberta vista dos autos ao recorrido para que. art. pelo preço do custo. Art. Tribunal Superior. 102. de 22. 274 e 275.055/1974.950/1994”. dentro de 3 (três) dias. 268. II – os cidadãos que temporariamente integram órgãos da Justiça Eleitoral. a partir da publicação do acórdão. no mesmo prazo.322/2010 (alteradora do art.11.

parágrafo único: “a retenção de título eleitoral ou do comprovante do alistamento eleitoral constitui crime. sem fundamento legal. Art. 292. do rádio ou da televisão. de 15 de julho de 1965 .177/1998: inscrição ou transferência. com a alternativa de prestação de serviços à comunidade por igual período. entende-se que será ele de quinze dias para a pena de detenção e de um ano para a de reclusão. guardados os limites da pena cominada ao crime. Art. Seu montante é. Art. § 1° O montante do dia-multa é fixado segundo o prudente arbítrio do Juiz. no mínimo. ao crime de que se trate. 287. deste código. nota ao artigo anterior. 99 V. embora não possa exceder o máximo genérico (caput). Quando a lei determina a agravação ou atenuação da pena sem mencionar o quantum. Pena – detenção de 15 dias a 6 meses ou pagamento de 30 a 60 dias-multa. Perturbar ou impedir de qualquer forma o alistamento: § 2° A multa pode ser aumentada até o triplo.” Art.-TSE n° 15. 91. 293. aplicam-se exclusivamente as normas deste Código e as remissões a outra lei nele contempladas. Art.737. 294. 289. que é fixada em dias-multa. aproveitando-se de sua ingenuidade ou de sua ignorância. 291. fraudulentamente. em virtude da situação econômica do condenado. e multa no valor de cinco mil a dez mil Ufirs. Art. Sempre que este Código não indi- car o grau mínimo. Inscrever-se fraudulentamente eleitor: 113 Código Eleitoral exerce cargo. art. emprego ou função em entidade paraestatal ou em sociedade de economia mista. Lei n° 4. Induzir alguém a se inscrever eleitor com infração de qualquer dispositivo deste Código: Pena – reclusão até 2 anos e pagamento de 15 a 30 dias-multa. 99 Ac.-TSE n° 68/2005: induzir alguém abrange as condutas de instigar. (Revogado pelo art. de uma soma de dinheiro. incitar ou auxiliar terceiro a alistar-se fraudulentamente. devendo este ter em conta as condições pessoais e econômicas do condenado. Negar ou retardar a autoridade ju- diciária. terceira nota ao art. 288. se o Juiz considerar que. nem superior ao valor de um salário mínimo mensal. no máximo. Art.504/1997. Art. Reter título eleitoral contra a vontade do eleitor: Pena – detenção até dois meses ou pagamento de 30 a 60 dias-multa. de um a três meses. 285. 300 (trezentos) dias-multa. 99 Ac. punível com detenção. Art. 1 (um) dia-multa e. 295 Pena – reclusão até 5 anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa. 290. a inscrição de alistando: Pena – reclusão até 5 anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa. Efetuar o Juiz. ƒƒ Lei n° 9. 284. DOs CRiMEs ELEitORais CAPÍtULO II Art. 295. mas não pode ser inferior ao salário mínimo diário da região. a inscrição requerida: Pena – pagamento de 30 a 60 dias-multa. A pena de multa consiste no pagamento ao Tesouro Nacional. 14 da Lei n° 8. 99 V. deve o Juiz fixá-lo entre um quinto e um terço. ainda que no máximo. 7°.868/94.CÓDIGO ELEITORAL § 2° Equipara-se a funcionário público quem Art. é ineficaz a cominada. 286. Nos crimes eleitorais cometidos por meio da imprensa. caput. Art.) Art. Aplicam-se aos fatos incriminados nesta Lei as regras gerais do Código Penal.

ƒƒ Ac. membro de Mesa Receptora.-TSE. Art. ƒƒ Ac. sendo o resultado mero exaurimento da conduta criminosa”. 299 do Código Eleitoral –.-TSE. de 18. no processo em que o é. de 2. 302.2. no Ag n° 6. Ac.504/1997 não alterou a disciplina deste artigo e não implicou abolição do crime de corrupção eleitoral aqui tipificado. Art. não admite a forma tentada. no que. ainda que acobertada Parágrafo único.905: “O crime de corrupção eleitoral. 300. CÓDIGO ELEITORAL pelo manto da coisa julgada. no ED-REspe n° 58245: a configuração do delito previsto neste artigo não exige pedido expresso de voto.-TSE. 41-A da Lei n° 9. prometer. 299.-TSE.2010.2007. inclusive o fornecimento gratuito de alimento e transporte coletivo: 114 . Dar. ou qualquer outra vantagem. 297. com o fim de impedir.388: “Esta Corte tem entendido que.553: “A absolvição na representação por captação ilícita de sufrágio. de 27. do Código Eleitoral”. em determinado candidato ou partido. solicitar ou receber. para a configuração do crime descrito no art. envolvido na prática criminosa – compra de votos. de 28. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac. art.2010.11. não obsta a persecutio criminis pela prática do tipo penal descrito no art. terceira nota ao art. de 17.11. oferecer. no HC n° 78048: ”A regra segundo a qual o corréu não pode figurar. Pena – reclusão até quatro anos e pagamento ƒƒ Ac. e de 8. Art. como testemunha há de ser tomada de forma estrita.-TSE.2007. no REspe n° 25. 296 Art. HC n° 672: “exige-se para a configuração do ilícito penal que o corruptor eleitoral passivo seja pessoa apta a votar. ainda que a oferta não seja aceita: de 5 a 15 dias-multa. ƒƒ Ac. Impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 60 a 100 dias-multa.3. 236: Pena – reclusão até quatro anos. 299 do CE.2.” Art. de 15.8. ainda que os fins visados não sejam conseguidos: Pena – reclusão até quatro anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa. no Ag n° 6.3. a finalidade de obter ou dar voto ou prometer abstenção”. não cabendo partir para ficção jurídica. no AgR-REspe n° 5163598: não exigência de que o crime deste artigo tenha sido praticado necessariamente durante o período eleitoral. não veio a ser denunciado.-TSE.Art. Fiscal.2011. mas sim a comprovação da finalidade de obter ou dar voto ou prometer abstenção. no AgR-AI n° 10672: inaplicabilidade do princípio da insignificância. por ser crime formal. qual seja. 380 deste código. 301. no Ag n° 8.014. Se o agente é membro ou funcionário da Justiça Eleitoral e comete o crime prevalecendo-se do cargo a pena é agravada. na esfera cível-eleitoral. Promover. Art.-TSE n° 81/2005: o art. ƒƒ V. para si ou para outrem. dádiva. 298. de 23.2011.-TSE. ƒƒ Ac. 299. no dia da eleição.2007. dinheiro. para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção. Delegado de partido ou candidato.-TSE. com violação do disposto no art. Art. a ausência de poder de gestão de programa social não afasta eventual configuração do delito deste artigo. embaraçar ou fraudar o exercício do voto a concentração de eleitores.” ƒƒ Ac.2011. é necessário o dolo específico que exige o tipo penal.10. Valer-se o servidor público da sua autoridade para coagir alguém a votar ou não votar em determinado candidato ou partido: Pena – detenção até 6 meses e pagamento de 60 a 100 dias-multa. sob qualquer forma.3. Promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais: Pena – detenção até dois meses e pagamento de 60 a 90 dias-multa. de 27. Prender ou deter eleitor. 296.2007. Usar de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar. ou não votar.

no seu funcionamento sob qualquer pretexto: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 60 a 90 dias-multa. alimentação e meios de transporte. ƒƒ V.CÓDIGO ELEITORAL Pena – reclusão de quatro (4) a seis (6) anos e pagamento de 200 a 300 dias-multa. Praticar.091/1974. ƒƒ Lei n° 6. 304. Art. Art. Art. salvo o Juiz Eleitoral. sonegar. o Presidente da Mesa Receptora. ou em lugar de outrem: Lei n° 4.401/2004 e 4. 310. Majorar os preços de utilidades e serviços necessários à realização de eleições. publicidade e divulgação de matéria eleitoral: Pena – pagamento de 250 a 300 dias-multa. qualquer irregularidade que determine a anulação de votação.504/1997. 313. 307. ou conceder exclusividade dos mesmos a determinado partido ou candidato: Pena – detenção até um mês ou pagamento de 5 a 15 dias-multa para o eleitor e de 20 a 30 dias-multa para o Presidente da Mesa. que o voto seja admitido: Art. Votar em Seção Eleitoral em que não está inscrito. Parágrafo único. Delegados ou candidatos presentes: Pena – pagamento de 90 a 120 dias-multa.091/1974. 312. Intervir autoridade estranha à Mesa Receptora. art. 311.723/2004: este dispositivo teve somente revogada a sua parte final pelo disposto na Lei n° 6. Art. § 1°: entrega obrigatória de cópia do boletim de urna aos partidos e às coligações pelo presidente da mesa receptora. 305. art.091/1974. Deixar o Juiz e os membros da Junta de expedir o boletim de apuração imediatamente após a apuração de cada urna e antes de passar à subseqüente. art. Pena – pagamento de 250 a 300 dias-multa. açambarcar ou recusar no dia da eleição o fornecimento. III. impressão. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. Art. salvo nos casos expressamente previstos. 11: infrações sobre fornecimento de transporte e alimentação a eleitor. Art. e permitir. Violar ou tentar violar o sigilo do voto: Pena – detenção até dois anos. Rubricar e fornecer a cédula oficial em outra oportunidade que não a de entrega da mesma ao eleitor: Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 60 a 90 dias-multa. 308. 99 Ac. salvo no caso do art. Não observar a ordem em que os eleitores devem ser chamados a votar: Pena – pagamento de 15 a 30 dias-multa. 11. sob qualquer pretexto e ainda que dispensada a expedição pelos Fiscais. 311: Pena – detenção até seis meses ou pagamento de 90 a 120 dias-multa. art.737. Nas Seções Eleitorais em que a contagem for procedida pela Mesa Receptora incorrerão na mesma pena o Presidente e os Mesários que não expedirem imediatamente o respectivo boletim. de utilidades. III. Ocultar. Fornecer ao eleitor cédula oficial já assinalada ou por qualquer forma marcada: Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa.-TSE nos 21. Art. ou permitir o membro da Mesa Receptora que seja praticada. Art. 313 Art. 1° do DL n° 1. normalmente a todos. 115 Código Eleitoral . ƒƒ Lei n° 6. nota ao artigo anterior. Art. 306. 11.064/1969. 68. ƒƒ Lei n° 9. Art. 303. Votar ou tentar votar mais de uma vez. 309. de 15 de julho de 1965 Pena – reclusão até três anos. tais como transporte e alimentação de eleitores.

319. 316. Pena – detenção de seis meses a dois anos e ƒƒ Ac. Art.2009. ƒƒ Lei n° 9.-TSE. 324.) Art. 323. simultaneamente. rádio ou televisão. ƒƒ Lei n° 9. (Revogado pelo art. Colher assinatura do eleitor em mais de uma ficha de registro de partido: Pena – detenção até dois meses ou pagamento de 20 a 40 dias-multa.-TSE. no AgR-REspe n° 35. parágrafo único.10. Nas Seções Eleitorais em Pena – pagamento de 10 a 20 dias-multa.250/1967. Inscrever-se o eleitor. em dois ou mais partidos: Pena – detenção até dois meses ou pagamento Parágrafo único. Efetuar a Mesa Receptora a conta- Pena – detenção até um mês ou pagamento de 30 a 60 dias-multa. 318. de 23. Divulgar. Pena – reclusão até cinco anos e pagamento Art. A pena é agravada se o crime é cometido pela imprensa. Art. Deixar o Juiz e os membros da Junta CÓDIGO ELEITORAL Art.2010. em relação a partidos ou candidatos e capazes de exercerem influência perante o eleitorado: Pena – detenção de dois meses a um ano ou pagamento de 120 a 150 dias-multa. de 5 a 15 dias-multa. sob qualquer pretexto e ainda que dispensada a providência pelos Fiscais.Art.096/1995. Art. de 15. o STF declarou não recepcionado pela CF/88 a Lei n° 5. Violar ou tentar violar o sigilo da urna ou dos invólucros: Pena – reclusão de três a cinco anos. 15: incorrerá nas penas do art. que a contagem dos votos for procedida pela Mesa Receptora incorrerão na mesma pena o Presidente e os Mesários que não fecharem e lacrarem a urna após a contagem.977: necessidade de que os textos imputados como inverídicos sejam fruto de matéria paga para tipificação do delito previsto neste dispositivo. 322. ou visando fins de propaganda. Caluniar alguém. art. 315 quem alterar resultados no processamento eletrônico das cédulas. 22. Art. Subscrever o eleitor mais de uma ficha de registro de um ou mais partidos: Pena – detenção até um mês ou pagamento de 10 a 30 dias-multa. na propaganda Art. assim que terminar a apuração de cada Seção e antes de passar à subseqüente.504/1997. na propaganda. 314 Art. 107 da Lei n° 9. 321. no HC n° 258303: no julgamento da ADPF n° 130. Alterar nos mapas ou nos boletins de apuração a votação obtida por qualquer candidato ou lançar nesses documentos votação que não corresponda às cédulas apuradas: de 5 a 15 dias-multa. 72: crimes relacionados ao sistema de tratamento automático de dados usado pelo serviço eleitoral e a equipamento usado na votação ou na totalização de votos. Pena – reclusão até cinco anos e pagamento ƒƒ Lei n° 6. Delegados ou candidatos presentes: de 90 a 120 dias-multa. gem dos votos da urna quando qualquer eleitor houver votado sob impugnação (art. 116 . 314. ƒƒ Ac.11. fatos que sabe inverídicos.504/97. art. 190): eleitoral. Art. 320. imputando-lhe falsamente fato definido como crime: pagamento de 10 a 40 dias-multa. Art. Não receber ou não mencionar nas atas da eleição ou da apuração os protestos devidamente formulados ou deixar de remetê-los à instância superior: Parágrafo único. de recolher as cédulas apuradas na respectiva urna. fechá-la e lacrá-la. 317. o que não alcança o crime de calúnia previsto neste artigo. 315.996/1982. art.

Lei n° 9. no R HC n° 761681: o deferimento do direito de resposta e a interrupção da divulgação da ofensa não excluem a ocorrência dos crimes de difamação e de divulgação de fatos inverídicos na propaganda eleitoral. Art. 331 Pena – detenção até seis meses. ou por meio que facilite a divulgação da ofensa. por sua natureza ou meio empregado. Parágrafo único. Art. o ofendido. 107 da Art. mas ao contexto eleitoral em que é realizada. § 2° Se a injúria consiste em violência ou vias de fato.12. no HC n° 187635: desnecessidade de que a ofensa seja praticada contra candidato para a tipificação do crime previsto neste artigo. 99 Artigos revogados pelo art.) Arts. se qualquer dos crimes é cometido: Pena – detenção de três meses a um ano e 99 Ac. Injuriar alguém. que consista em outra injúria. a propala ou divulga.504/1997. de 15 de julho de 1965 I – se. no HC n° 114080: a tipificação deste delito está relacionada não ao sujeito da conduta. provocou diretamente a injúria.2010. na propaganda Pena – detenção até seis meses ou pagamento de 90 a 120 dias-multa. de 17. Difamar alguém. Nos casos dos arts. bastando que a difamação seja praticada no âmbito de atos típicos de propaganda eleitoral ou visando à propaganda. embora de ação pública. se considerem aviltantes: Pena – detenção de três meses a um ano e pagamento de 5 a 20 dias-multa.CÓDIGO ELEITORAL § 1° Nas mesmas penas incorre quem. 324. de 14. 331. ou pagamento de 30 a 60 dias-multa. ƒƒ Ac. (Revogados pelo art.504/97. 327. de 13. 99 Ac. ƒƒ Ac. no HC n° 187635: desnecessidade de que a ofensa seja praticada contra candidato para a tipificação do crime previsto neste artigo. Lei n° 4.-TSE.5. imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação: pagamento de 5 a 30 dias-multa. II – contra funcionário público. na propaganda eleitoral. 326. além das penas correspondentes à violência prevista no Código Penal. 117 Código Eleitoral . de 14. alterar ou perturbar meio de propaganda devidamente empregado: eleitoral. suas funções. de forma reprovável.737. 325. 107 da Lei n° 9. ou visando a fins de propaganda. não foi condenado por sentença irrecorrível. o Juiz pode reduzir a pena.-TSE. 328 e 329 se o agente repara o dano antes da sentença final. ou visando a fins de propaganda. I – contra o Presidente da República ou chefe de governo estrangeiro. 328 e 329.10. que. ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: Art.-TSE. Inutilizar. 330. As penas cominadas nos arts. em razão de III – na presença de várias pessoas. mas não é admitida: Art. constituindo o fato imputado crime de ação privada. o ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível.12. II – se o fato é imputado ao Presidente da III – se do crime imputado. Art.2011.2010. § 2° A prova da verdade do fato imputado exclui o crime. aumentam-se de um terço. República ou chefe de governo estrangeiro. independentemente do ambiente em que é exteriorizada.-TSE. sabendo falsa a imputação. A exceção da verdade somente se admite se o ofendido é funcionário público e a ofensa é relativa ao exercício de suas funções.2011. § 1° O Juiz pode deixar de aplicar a pena: I – se o ofendido. II – no caso de retorsão imediata. 325 e 326.

suprimir ou ocultar urna contendo votos. 333. não se aplicam as normas sobre propaganda eleitoral previstas na Lei n° 9. 323. Art. Se o agente é membro ou funcionário da Justiça Eleitoral e comete o crime prevalecendo-se do cargo. por qualquer dos seus membros. Art. em língua estrangeira: Parágrafo único. 332. a infração ao presente artigo importa a apreensão e perda do material utilizado na propaganda. 341. 332 Art. a pena é agravada. prêmios e sorteios para propaganda ou aliciamento de eleitores: Pena – detenção de seis meses a um ano e cassação do registro se o responsável for candidato. Art. 324. Participar. ou dela se beneficiou conscientemente. 329.504/97. Se o agente é membro ou funcionário da Justiça Eleitoral e comete o crime prevalecendo-se do cargo.Art.504/1997 e nas instruções que regulam as eleições brasileiras. mapas. 329 e 333 revogados pelo art.815/1980. Retardar a publicação ou não publicar. 336. 331. qualquer que seja a sua forma. Nesse caso. CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Lei n° 6. Art. Destruir. 337. Art. 99 Arts. 325. 107 da Lei n° 9. 339. imporá o Juiz ao Pena – reclusão até três anos e pagamento de Parágrafo único. 322. agravada até o dobro nas reincidências. Art.) Art. distribuição de mercadorias. de atividades partidárias. 333. (Revogado pelo art.-TSE n° 21. 322. adquirir. de efetuar no Brasil campanha eleitoral de candidatos do país de origem. 107 da Lei n° 9. 332. Na mesma pena incorrerá o responsável pelas emissoras de rádio ou televisão que autorizar transmissões de que participem os mencionados neste artigo. a pena é agravada. Art. 338. 335. 340.831/2004: inexistência de proibição a estrangeiros. Não assegurar o funcionário postal a prioridade prevista no art. bem como o diretor de jornal que lhes divulgar os pronunciamentos. ƒƒ Res. Além da pena cominada. Parágrafo único. art. 328. 118 . Fabricar. ainda que gratuitamente. Pena – detenção de três a seis meses e pagamento de 30 a 60 dias-multa. mandar fabricar. as decisões. ou municipal. o diretor ou qualquer outro funcionário de órgão oficial federal. deve o Juiz verificar. o estrangeiro ou brasilei- ro que não estiver no gozo dos seus direitos políticos. fornecer. estadual. se o Diretório local do partido.504/1997. Parágrafo único. ou documentos relativos à eleição: Pena – reclusão de dois a seis anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa. citações ou intimações da Justiça Eleitoral: Diretório responsável pena de suspensão de sua atividade eleitoral por prazo de 6 a 12 meses. Art. 107: vedações a estrangeiros. inclusive comícios e atos de propaganda em recintos fechados ou abertos: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 90 a 120 dias-multa. Fazer propaganda. subtrair ou guardar urnas. 328. Impedir o exercício de propaganda: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 30 a 60 dias-multa. 334. Utilizar organização comercial de vendas. 239: Pena – pagamento de 30 a 60 dias-multa. cédulas ou papéis de uso exclusivo da Justiça Eleitoral: 3 a 15 dias-multa. 326. 334 e 335. Na sentença que julgar ação penal Parágrafo único. objetos. exceto o asilado político. pela infração de qualquer dos arts. concorreu para a prática de delito. de acordo com o seu livre convencimento.

2007.961/1966. 357: da autoridade responsável. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. Pena – pagamento de 30 a 90 dias-multa. ƒƒ Ac. ordens ou instruções da Justiça Eleitoral ou opor embaraços à sua execução: Pena – detenção até dois meses ou pagamento de 90 a 120 dias-multa. de 6. Falsificar. Lei n° 4.2007. no HC n° 579: necessidade.410/1964. 124 do referido diploma. 2°. 11. ƒƒ Ac.10. expedida ao agente. que tenha havido ordem judicial.-TSE n° 21/1998. ƒƒ Dec. os deveres impostos por este Código. de 6. cumento público o emanado de entidade paraestatal. ou alterar documento público verdadeiro. equipara-se a do- 119 Código Eleitoral . 343. para configuração do crime. 58. 377: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 30 a 60 dias-multa. Recusar alguém cumprimento ou obediência a diligências. No mesmo sentido. caput e § 2°: infração às normas que preveem prioridade para os feitos eleitorais. pois prevista punição administrativa no art. nos prazos legais.-CGE n° 6/2009]. Art. de 28. Parágrafo único. Ac. membros ou diretores de partido que derem causa à infração. Art. no HC n° 130882: o tipo penal deste artigo aperfeiçoa-se apenas na sua forma dolosa.504/1997. 348. no todo ou em parte. direta e individualizada. 342.556. 357 deste código. § 2° Para os efeitos penais.2009. também. 346.11.8.2006 no PA n° 19. Tais multas somente podem ser aplicadas aos membros das mesas receptoras de votos ou de justificativas. 245/1995 e Ac.737. Não cumprir a autoridade judiciária. de 60 a 90 dias-multa. Pena – detenção de três meses a um ano e pagamento de 10 a 20 dias-multa. para fins eleitorais: Pena – reclusão de dois a seis anos e pagamento de 15 a 30 dias-multa. Não cumprir o Juiz o disposto no § 3° do art. aos eleitores convocados para as funções constantes do Manual FASE [ASE. 348 ƒƒ Lei n° 4. no prazo legal.-TSE. ƒƒ Ac. art. da última lei citada. Violar o disposto no art. Incorrerão na pena..-TSE.-TSE nos 240/1994.4. no HC n° 638: “O não comparecimento de mesário no dia da votação não configura o crime estabelecido no art. primeira nota ao art. documento público. o qual não contém ressalva quanto à possibilidade de cumulação com sanção de natureza penal”. art. Pena – detenção até dois meses ou pagamento Art. além Art. § 1° Se o agente é funcionário público e comete o crime prevalecendo-se do cargo. Não apresentar o órgão do Ministé- rio Público. conforme Prov.-TSE. 347. ƒƒ Ac.-TSE. art. 345. os servidores que prestarem serviços e os candidatos. ou qualquer funcionário dos órgãos da Justiça Eleitoral. de multa por ausência injustificada aos trabalhos eleitorais ou abandono desses no decorrer da votação. de 18. no HC n° 579: impossibilidade de imputação do crime de desobediência a candidatos caso a determinação judicial de observância às regras de propaganda eleitoral tenha sido dirigida exclusivamente a partidos e a coligações. 94. de 60 a 90 dias-multa. monocrática de 22. V.2011. e Lei n° 9. inclusive fundação do Estado. denúncia ou deixar de promover a execução de sentença condenatória: Art. Pena – detenção até dois meses ou pagamento ƒƒ V.CÓDIGO ELEITORAL Pena – detenção até um mês ou pagamento de 30 a 60 dias-multa.11. 56 da Lei n° 4.650/1994. se a infração não estiver sujeita a outra penalidade: Art. a pena é agravada. § 7°. 344. Recusar ou abandonar o serviço eleitoral sem justa causa: Art. por falta de previsão legal. 344 do CE. do corregedor-geral eleitoral: inaplicabilidade. de 15 de julho de 1965 Art.

6. Art. 350. 120 . no AgR-REspe n° 36. prevista na CF/88. CAPÍtULO III Art. prevalecendo a definição decorrente do art.-STJ n° 192/1997: “Compete ao Juízo das Execuções Penais do Estado a execução das penas impostas a sentenciados pela Justiça Federal.2006. ƒƒ Ac.2010. no ED-AI n° 181917: a queixa-crime em ação penal privada subsidiária somente pode ser aceita caso o representante do Ministério Público não tenha oferecido denúncia.417: eventuais omissões em declaração de bens para fins de registro de candidatura não configuram a hipótese típica versada neste artigo. art. LIX. para fins eleitorais: exercício da função pública. o disco fonográfico ou fita de ditafone a que se incorpore declaração ou imagem destinada à prova de fato juridicamente relevante.-TSE. e não por terceiro.-TSE n° 21.418: para a adequação do tipo penal previsto neste dispositivo é necessário que a declaração falsa prestada para fins eleitorais seja firmada pelo próprio eleitor interessado. 355. do- CÓDIGO ELEITORAL Art. 349.417 e 25. se o documento é público. Pena – a cominada à falsificação ou à alteraArt.”). Fazer uso de qualquer dos documentos falsificados ou alterados. material ou ideologicamente falso para fins eleitorais: Pena – a cominada à falsificação ou à alteração. DO PROCEssO das InFRaÇÕEs ƒƒ Ac. Reconhecer. de 18. e reclusão até três anos e pagamento de 3 a 10 dias-multa se o documento é particular.2011.3. não constitui ilicitude”. de 2. e reclusão até três anos e pagamento de 3 a 10 dias-multa. 72 do CPP (“Não sendo conhecido o lugar da infração. ƒƒ Ac. Equipara-se a documento (348. 349 Art. Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa se o documento é público. o fato de haver sido o documento utilizado em certa localidade. ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita. para uso próprio ou de outrem.-TSE. a fotografia. em vez da Polícia Federal. quando recolhidos a estabelecimentos sujeitos a administração estadual”. ƒƒ Ac. Ac. para fins eleitorais: Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 3 a 10 dias-multa.2006. declaração que dele devia constar. descabendo potencializar. 353. ƒƒ Súm. 352. Art.-TSE. requerido diligências ou solicitado o arquivamento de inquérito policial no prazo legal. de 8.295/2003: cabimento de ação penal privada subsidiária no âmbito da Justiça Eleitoral. a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu. no todo ou em parte. Art. para os efeitos penais. documento público ou particular. Parágrafo único. 354. 348 a 352: ção. em documento público ou particular.9.2. ƒƒ Ac.5. para fins eleitorais: Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa. a que se referem os arts.-TSE. Militar ou Eleitoral. 5°.Art. 351. como verdadeira. por tratar-se de garantia constitucional. Se o agente da falsidade documental é funcionário público e comete o crime prevalecendo-se do cargo ou se a falsificação ou alteração é de assentamentos de registro civil. de 28.2011. no HC n° 537: “O fato de a Polícia Civil haver feito o auto de prisão. Obter. o filme cinematográfico. em virtude do interesse público que envolve a matéria eleitoral. Omitir. para definir-se a atribuição de autoridade policial. Inadmissibilidade da ação penal pública condicionada a representação do ofendido.-TSE. se o documento é particular. de 24. Falsificar. no RHC n° 19088: o crime deste artigo é de natureza formal. As infrações penais definidas neste Código são de ação pública. 349 e 350). firma ou letra que o não seja. a pena é agravada. nos REspe n os 25. no cumento particular ou alterar documento particular verdadeiro.

a qualificação do acusado ou esclarecimentos pelos quais se possa identificá-lo. Parágrafo único.337/1998.137/2005: aplicabilidade das leis n os 9.099/1995 e 10. 15. 358 ƒƒ Ac. os § 2° A denúncia conterá a exposição do fato criminoso com todas as suas circunstâncias. no HC n° 78048: possibilidade de o Ministério Público. art. não agir de ofício.CÓDIGO ELEITORAL Art.-TSE n° 21. no mesmo prazo. e a remeterá ao órgão do Ministério Público local.2011. 99 Ac. que tenha recebido benefício para votar em determinado candidato.-STJ. desde que promovida por parte legítima ou satisfeita a condição. § 1° Quando a comunicação for verbal. no caso de considerar improcedentes as razões invocadas. III – for manifesta a ilegitimidade da parte ou faltar condição exigida pela lei para o exercício da ação penal. salvo para crimes que contam com sistema punitivo especial. § 5° Qualquer eleitor poderá provocar a representação contra o órgão do Ministério Público se o Juiz.4.-TSE n os 15. § 2° Se o Ministério Público julgar necessários maiores esclarecimentos e documentos complementares ou outros elementos de convicção. que procederá na forma deste Código. fará remessa da comunicação ao Procurador Regional. a rejeição da denúncia não obstará ao exercício da ação penal.737. 435/2002 e 523/2005: aplicação do art. ao in- vés de apresentar a denúncia. como ocorre no tipo corrupção do art.-TSE n° 25. a classificação do crime e.259/2001 (transação penal e suspensão condicional do processo) no processo penal eleitoral. Lei n° 4. Art.4.504/1997. no REspe n° 25. 357. 95 da Lei n° 9. 121 Código Eleitoral mento de infração penal deste Código deverá comunicá-la ao Juiz Eleitoral da Zona onde a mesma se verificou.-TSE. ƒƒ Res. A denúncia será rejeitada quando: I – o fato narrado evidentemente não constituir crime. pela prescrição ou outra causa. requerer o arquivamento da comunicação. deixar de acionar certos envolvidos. de 10. em caso de recusa do órgão do Ministério Público em propor suspensão condicional do processo. 358. o Ministério Público oferecerá a denúncia dentro do prazo de 10 (dez) dias. cujo teor é semelhante ao deste dispositivo. designará outro Promotor para oferecê-la.294/2002. o rol das testemunhas. Verificada a infração penal. Art. quando necessário. de 9. 299 do CE quanto ao eleitor. Ac.-TSE n 234/1994 e 4.2003.030: compete às Câmaras de Coordenação e Revisão manifestar-se sobre o arquivamento de inquérito policial (LC n° 75/1993. titular da ação penal pública. Todo cidadão que tiver conheci- Art. 62. § 4° Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior o Juiz solicitará ao Procurador Regional a designação de outro Promotor. ƒƒ V.2007. assinado pelo apresentante e por duas testemunhas.8.106/1998. no CC n° 37. que. 356. 28 do CPP. no prazo de 10 (dez) dias.-TSE. § 3° Se o órgão do Ministério Público não oferecer a denúncia no prazo legal representará contra ele a autoridade judiciária. e Ac. segunda nota ao art. ao qual só então estará o Juiz obrigado a atender. ou insistirá no pedido de arquivamento. geralmente de baixa escolaridade e menos afortunado. objeto de pedido do procurador regional eleitoral e rejeitado pelo Tribunal Regional. oferecerá a denúncia. ƒƒ Ac. o Juiz.595.692/2004: a inobservância do prazo para denúncia não extingue a punibilidade. mandará a autoridade judicial reduzi-la a termo. deverá requisitá-los diretamente de quaisquer autoridades ou funcionários que possam fornecê-los. Nos casos do n° III. IV). II – já estiver extinta a punibilidade. de 15 de julho de 1965 . § 1° Se o órgão do Ministério Público. de 18. e este oferecerá a denúncia. ƒƒ Ac. sem prejuízo da apuração da responsabilidade penal.

-TSE.. de 11.2006. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. 266 e 268 deste código. devendo ser observados os arts. § 4°. no AgR-Ag n° 6.] Interrogatório.Art.-TSE n° 4. caput. contados da data da vista ao Ministério Público. de 6. a qual é aplicável apenas aos atos processuais praticados a partir da data de sua publicação”. Art. CÓDIGO ELEITORAL Parágrafo único.2003. assim como nos recursos e na execução.3. não sendo atingidos pela redação dada pela Lei n° 10. de 5. 359. O serviço eleitoral prefere a qualquer outro. ƒƒ V. Das decisões finais de condenação ou absolvição cabe recurso para o Tribunal Regional. a ser interposto no prazo de 10 (dez) dias. 4° e 5° do art. 36. ƒƒ Lei n° 6. de 12.570/2003: filiação partidária proibida ao servidor da Justiça Eleitoral. eleito prefeito em primeiro mandato.732/2003. ordenando a citação deste e a notificação do Ministério Público. e conclusos os autos ao Juiz dentro de quarenta e oito horas. 363. sob pena de demissão. no REspe n° 29. ƒƒ Ac. abrir-se-á o prazo de 5 (cinco) dias a cada uma das partes – acusação e defesa – para alegações finais.732/2003.732. Parágrafo único. no HC n° 557. 365.590/2004: cabimento de embargos infringentes e de nulidade previstos no CPP. parágrafo único. de 25. No processo e julgamento dos crimes eleitorais e dos comuns que lhes forem conexos. baixarão imediatamente os autos à instância inferior para a execução da sentença. Os funcionários de qualquer órgão da Justiça Eleitoral não poderão pertencer a Diretório de partido político ou exercer qualquer atividade partidária. 359 do Código Eleitoral são válidos. ƒƒ Ac. inaplicabilidade do CPP.999/1982 e Res. no HC n° 475: “[. antes de entrar em efetivo exercício.-TSE n° 11. tendo se licenciado. como lei subsidiária ou supletiva. Art. é obrigatório e não interrompe o interstício de promoção dos funcionários para ele requisitados. o Código de Processo Penal. Art.-TSE.-TSE n° 23.12. 609. Art. 366.9. Art. segunda nota ao art. que será feita no prazo de 5 (cinco) dias. 359 Art. foi aprovado e empossado em concurso público realizado por Tribunal Regional Eleitoral.088/2005: servidor da Justiça Eleitoral deve se exonerar para cumprir o prazo legal de filiação partidária. Recebida a denúncia.2006. no HC n° 511. ainda que afastado do órgão de origem e pretenda concorrer em estado diverso de seu domicílio profissional. 357. ƒƒ Ac.2. 1° da Lei n° 10. V.12. de 28. 361. Se a decisão do Tribunal Regional for condenatória.769: deferimento de pedido de registro de candidato que. 364. aplicar-se-á. que lhes digam respeito.198 e.-TSE n° 22. O réu ou seu defensor terá o DispOsiÇÕEs GERais E TRansitÓRias TÍtULO V prazo de 10 (dez) dias para oferecer alegações escritas e arrolar testemunhas. terá o mesmo 10 (dez) dias para proferir a sentença. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 600. 1° da Lei n° 10.2004. para prosseguir na chefia do Poder Executivo Municipal.. ƒƒ Res.255/2010: dispõem sobre a requisição de servidores públicos pela Justiça Eleitoral.-TSE n° 21. Ac.953/1995: incabível a apresentação de razões recursais na instância superior. art. ƒƒ Res. Art. Se o órgão do Ministério Público deixar de promover a execução da sentença serão aplicadas as normas constantes dos parágrafos 3°.. 122 . Decorrido esse prazo. contudo.2008. Os atos processuais praticados sob a vigência da redação anterior do art. o juiz designará dia e hora para o depoimento pessoal do acusado.3. Art. art. 362. deste código. Ouvidas as testemunhas de acusação e da defesa e praticadas as diligências requeridas pelo Ministério Público e deferidas ou ordenadas pelo Juiz. 360.2007.

ou Tribunal considerar que. §§ 1° e 2°. VIII – as custas. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 2° pelo art. a importância total das multas impostas nesse período e quanto foi arrecadado através de pagamentos feitos na forma dos nos II e III. VI – os recursos cabíveis. correndo a ação perante os Juízos Eleitorais.-STJ n° 374/2009: “Compete à Justiça Eleitoral processar e julgar a ação para anular débito decorrente de multa eleitoral”. de 22. Distrito Federal e Territórios serão cobradas nos termos dos respectivos Regimentos de Custas. IV – a cobrança judicial da dívida será feita por ação executiva. deste código e nota ao caput deste artigo.1999. obedecerão às seguintes normas: Art.1999. 57 da Lei n° 4. A imposição e a cobrança de qualquer multa. 367.” mais de um Promotor de Justiça.752/1996: “Procedimento adotado pela Justiça Eleitoral para recolhimento à União de custas processuais. VII – em nenhum caso haverá recurso de ofício. nos Estados. ƒƒ Súm. pagamento de honorários advocatícios e diligências de oficial de justiça” em caso concreto em que houve condenação aos ônus de sucumbência. deste código. ƒƒ Res.4. a cobrança da dívida far-se-á por intermédio do que for designado pelo Procurador Regional Eleitoral.539 e. 164.-TSE n° 19. Res. IX – os Juízes Eleitorais comunicarão aos III – se o eleitor não satisfizer o pagamento no prazo de 30 (trinta) dias. ƒƒ Parágrafo 1° acrescido pelo art. serão interpostos para a instância superior da Justiça Eleitoral. Port.8.132: competência da Justiça Eleitoral para a execução fiscal de multa eleitoral. I – no arbitramento será levada em conta a condição econômica do eleitor.-TSE n° 21.-TSE. nos processos para cobrança da dívida decorrente de multa.-STJ.-TSE n° 5.843/2001: “Dispõe sobre o reembolso. caput. 99 V.764/2005: legitimidade da Procuradoria da Fazenda Nacional para a execução fiscal de multa eleitoral. 8°. ƒƒ Ac. em virtude da situação econômica do infrator.” II – arbitrada a multa de ofício ou a requerimento do eleitor. § 1° As multas aplicadas pelos Tribunais Eleitorais serão consideradas líquidas e certas. a que for inscrita em livro próprio no Cartório Eleitoral. e à utilização da Guia de Recolhimento da União (GRU)”. na forma prevista para a cobrança da dívida ativa da Fazenda Pública. é ineficaz. o qual acrescentou o termo“ou Tribunal.-TSE n° 288/2005: “Estabelece normas e procedimentos visando à arrecadação. 57 da Lei n° 4. o pagamento será feito através de selo federal inutilizado no próprio requerimento ou no respectivo processo. no CC n° 22. de despesas no cumprimento de mandados da Justiça Eleitoral”. no CC n° 23. será considerada dívida líquida e certa. recolhimento e cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas. 367 ƒƒ Ac. para efeito de cobrança mediante executivo fiscal. V – nas capitais e nas comarcas onde houver 123 Código Eleitoral . Lei n° 4. no R-Rp n° 98696: “A multa fixada dentro dos limites legais não ofende os princípios da proporcionalidade e razoabilidade. de 25.737. salvo no caso das condenações criminais. aos oficiais de justiça. Tribunais Regionais. trimestralmente. quarta nota ao art. de 15 de julho de 1965 ƒƒ Res.6. art.961/1966.2010. § 2° A multa pode ser aumentada até dez vezes. ƒƒ V. Ac. de 28. embora aplicada no máximo.CÓDIGO ELEITORAL Art. para efeito de cobrança mediante executivo fiscal desde que inscritas em livro próprio na Secretaria do Tribunal competente.961/1966.975/2004: “Disciplina o recolhimento e a cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas e a distribuição do Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário)”.-TSE n° 20. X – idêntica comunicação será feita pelos Tribunais Regionais ao Tribunal Superior. se o Juiz.

367. ƒƒ Lei n° 9. art. Os atos requeridos ou propostos em tempo oportuno. ficará isento do pagamento de multa. LXXVII). São isentos de selo os requerimentos e todos os papéis destinados a fins eleitorais e é gratuito o reconhecimento de firma pelos tabeliães para os mesmos fins. ressalvados os casos de calamidade pública e os previstos nos atos internacionais devidamente ratificados. Art. 99 V. art. VIII. As transmissões de natureza eleitoral. Art. 124 . de 10. preços e prêmios ad valorem. 5°. na forma do disposto em regulamento”. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. custas. telegráfica.491: inaplicabilidade dessa isenção a candidatos. aprovados pelo Ministério das Comunicações”. deste código. deste código. deste código. nos ED-AI n° 11. 369. XXXIV. quais sejam. 370. 32: “O serviço postal e o serviço de telegrama são remunerados através de tarifas de preços. Art. 14 da CF/88. além de prêmios ad valorem com relação ao primeiro.” 99 Lei n° 7. Art. O Governo da União fornecerá. quarta nota ao art. destinados ao pagamento de emolumentos. radiotelegráfica ou radiotelefônica. despesas e multas.. para ser distribuído por intermédio dos Tribunais Regionais. gozam de franquia postal.115/1983. tanto as administrativas como as penais. 99 Lei n° 6. § 4° Fica autorizado o Tesouro Nacional a Art. aos representantes de partidos ou a qualquer alistando as informações e certidões que solicitarem relativas à matéria eleitoral. quarta nota ao art.265/1996 (regulamenta a CF/88. 372. corrupção ou fraude. 8°. feitas por autoridades e repartições competentes. 5°. 57 da Lei n° 4. 99 V. 34: “É vedada a concessão de isenção ou redução subjetiva das tarifas. art. caput. e LXXVII: gratuidade de certidões em repartições públicas e ações de habeas corpus e habeas data. art. caput.961/1966.538/1978.2011. os pedidos de informação ao poder público. 57 da Lei n° 4.]. 57 da Lei n° 4. devidas à Justiça Eleitoral. a fornecer às autoridades. mesmo que não sejam apreciados no prazo legal. 373. as ações de impugnação de mandato eletivo por abuso do poder econômico. aqueles referentes ao alistamento militar. ƒƒ CF/88. em linhas oficiais ou nas que sejam obrigadas a serviço oficial. as firmas de pessoas de seu conhecimento. todo o material destinado ao alistamento eleitoral e às eleições. 1°: dispõe. nota ao art.961/1966.961/1966. e art. sob a designação “Selo Eleitoral”. não prejudicarão aos interessados. Os tabeliães não poderão deixar de reconhecer nos documentos necessários à instrução dos requerimentos e recursos eleitorais. b.Art. entre outras. 371. objetivando a instrução de defesa ou denúncia de irregularidade administrativa na órbita pública. ou das que se apresentarem com 2 (dois) abonadores conhecidos. As repartições públicas são obrigadas. que comprovar devidamente o seu estado de pobreza. ƒƒ V. os que capacitam o cidadão ao exercício da soberania popular a que se reporta o art. desde que os interessados manifestem especificamente as razões e os fins do pedido. 99 Ac. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. § 5° Os pagamentos de multas poderão ser feitos através de guias de recolhimento. ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art.-TSE. 8°. art. CÓDIGO ELEITORAL telefônica. 368.. emitir selos. em todos os seus âmbitos. 1°: gratuidade de atos considerados necessários ao exercício da cidadania. ou o eleitor. no prazo máximo de 10 (dez) dias. 368 § 3° O alistando.2. se a Justiça Eleitoral não dispuser de selo eleitoral em quantidade suficiente para atender aos interessados. sobre a prova de pobreza. Art. “a alegação de ausência de recursos financeiros não é apta para ilidir a multa aplicada em representação por propaganda eleitoral irregular [.

O Tribunal Superior organizará. 374. representante partidário ou de qualquer eleitor. de acordo com as propostas parciais que lhe forem remetidas pelos Tribunais Regionais. de 13. no AgR-REspe n° 25. Parágrafo único. 99 V. 8°. autarquia.-TSE n° 21. 367. 51: utilização de escolas públicas ou casas legislativas pelos partidos políticos para realização de suas reuniões e convenções. assim na Secretaria como nas diligências.-TSE. art. sociedade de economia mista. Lei n° 9. durante o exercício. ƒƒ Res. municipal.096/1995. ƒƒ V.CÓDIGO ELEITORAL quaisquer requerimentos ou petições que visem às garantias individuais e à defesa do interesse público. não tiverem as férias que lhes couberem. as atribuições de titular de ofício de Justiça. deste código. caput.2007. § 2°: utilização de prédios públicos para realização de convenção para escolha de candidato. 376.504/1997. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. caput. art. 377. rais. A proposta orçamentária da Justiça Eleitoral será anualmente elaborada pelo Tribunal Superior. serão encaminhados em relação trimestral à Câmara dos Deputados.2. em benefício de partidos ou organização de caráter político”. e dentro das normas legais vigentes. mediante proposta do Corregedor-Geral. por intermédio do Tribunal Superior. quarta nota ao art. funcionários efetivos do seu quadro e transformando o cargo de um deles. 47 deste código. O serviço de qualquer repartição. a cuja nomeação serão inerentes. 8°. que revogou-lhe o parágrafo único. para desempenhá-los. VIII. 58 da Lei n° 4. deste código. 346 deste código. Os dispositivos visam coibir o uso efetivo e abusivo de serviços ou dependências de entes públicos ou de entidades mantidas ou subvencionadas pelo poder público. pelo órgão competente da Justiça Eleitoral. Lei n° 4. poderão gozá-las no ano seguinte. far-se-ão as eleições sob a jurisdição do Tribunal Regional da circunscrição eleitoral em que. designando. deste código. símbolo PJ-1. do ponto de vista da administração judiciária estadual. Os pedidos de créditos adicionais que se fizerem necessários ao bom andamento dos serviços eleitorais. ou que realiza contrato com este. entidade mantida ou subvencionada pelo Poder Público. fundação do Estado. os Juízes Eleitorais e os servidores públicos requisitados para os órgãos da Justiça Eleitoral que. ƒƒ V. mediante representação fundamentada de autoridade pública. federal. §§ 1° e 2°. 378 Art. 99 V. 99. inclusive o respectivo prédio e suas dependências. conforme o âmbito nacional. Art. Art. estadual. diplomado em Direito e de conduta moral irrepreensível. Os membros dos Tribunais Eleito- Art. ou que com este contrata. Nas áreas contestadas. no de Escrivão da Corregedoria. de 15 de julho de 1965 Parágrafo único. 375. art. enquanto não forem fixados definitivamente os limites interestaduais. art. Art.737. quarta nota ao art. nota ao art. O disposto neste artigo será tornado efetivo. CE. 378. sendo as devidas à União pagas através de selos federais inutilizados nos autos. ƒƒ V. não poderá ser utilizado para beneficiar partido ou organização de caráter político. mas sim o uso efetivo das instalações. ƒƒ CF/88. acumuladas ou não. 8°.983: “Não caracteriza o crime dos arts. regional ou municipal do órgão infrator. art. em virtude de suas funções nos mencionados órgãos.961/1966.c. I. os serviços da Corregedoria. não se exige potencialidade do ato. ƒƒ Ac. 346 c. a qualquer tempo. 377. Nos processos-crimes e nos executivos fiscais referentes a cobrança de multas serão pagas custas nos termos do Regimento de Custas de cada Estado. ƒƒ Lei n° 9.329/2002: “Aprova a organização dos serviços da Corregedoria-Geral da Parágrafo único. 125 Código Eleitoral . a simples visita dos candidatos à sede da entidade que recebe subvenção da municipalidade. Art. estejam elas incluídas.

1°. arts 1°. Res. 126 . serão as eleições marcadas para um domingo ou dia já considerado feriado por lei anterior. a prova de haver prestado tais serviços será levada em consideração para efeito de desempate. deputado federal. 99 Refere-se à CF/46.504/1997.1965. ƒƒ Dec. salvo a ocorrência de outros motivos de ordem legal ou constitucional que as prejudiquem. 297 deste código. caput: fixação de datas para eleição de senador. 381. 15 de julho de 1965. no dia do referendo de 2005. Garantia aos funcionários do exercício do voto”. deputado distrital e vereador. depois de observados os critérios já previstos em leis ou regulamentos. __________ Publicada no DOU de 19. nas Pet nos 1. deputado estadual. caput. 1°. art.504/1997. 77. 382. define a competência das unidades e as atribuições dos titulares de cargos e funções”. Se o registro requerido se referir isoladamente a Presidente ou a VicePresidente da República e a Governador ou Vice-Governador de Estado.Art. art.1965. Art. para a promoção. e Lei n° 9. Feriado nacional. em caso de promoção. deste código. Esta Lei não altera a situação das candidaturas a Presidente ou Vice-Presidente da República e a Governador ou ViceGovernador de Estado. Serão considerados de relevância os serviços prestados pelos Mesários e componentes das Juntas Apuradoras. Lei n° 9. Art. caput. sob pena de configuração do delito previsto no art. devendo o empregador garantir ao empregado o direito de votar. e 3°. arts. desde que resultante de Convenções partidárias regulares e já registradas ou em processo de registro. retificada no DOU de 30. de 22.7. nos demais casos. Impossibilidade de abertura do comércio em geral.718 e 1. o funcionário que tenha servido maior número de vezes.-TSE n° 22. Parágrafo único. e Lei n° 9. art. Revogam-se as disposições em Brasília. 2°. 99 V. CASTELLO BRANcO Milton Soares Campos.2005. § 2°: fixação de datas para eleição de governador e vice-governador e de prefeito e vice-prefeito. terá preferência.7. a validade respectiva dependerá de complementação da chapa conjunta na forma e nos prazos previstos neste Código (Constituição. 36. CF/88. 380.10. e 2°. e 29. arts.422/2006: posicionamento idêntico nas eleições de 2006. CÓDIGO ELEITORAL comércio. caput. 28. desde que obedecidas as normas e convenções trabalhistas sobre remuneração e horários de trabalho. ƒƒ CF/88. § 1°. Será feriado nacional o dia em que se realizarem eleições de data fixada pela Constituição Federal.963/2008: entendimento aplicado nas eleições municipais de 2008 no sentido de haver feriado apenas nos municípios em que se realizar segundo turno. 379 Justiça Eleitoral. 32.504/1997. com a redação dada pela Emenda Constitucional n° 9). 383. ƒƒ Dispositivo transitório. § 2° Persistindo o empate de que trata o parágrafo anterior. CF/88. 144° da Independência e 77° da República. excetuando-se os estabelecimentos que trabalham no ramo de alimentação e entretenimento. § 1°: fixação de datas para eleição de presidente e vice-presidente da República. § 2°: eleições de governador e vice-governador e de deputados distritais coincidentes com a de governadores e de deputados estaduais. Art. segunda nota ao art. ƒƒ Res. Art. § 3° O disposto neste artigo não se aplica aos membros ou servidores da Justiça Eleitoral. bem como asseguradas aos empregados as condições necessárias para votar.-TSE n° 21. Este Código entrará em vigor 30 dias após a sua publicação. caput.255/2002: “Funcionamento de shopping center em dia de eleição. H. Res.-TSE n° 22. segundo as normas legais locais. com possibilidade de funcionamento do comércio. 81. II. art. § 1° Tratando-se de servidor público. contrário.719: possibilidade de funcionamento do Art.-TSE s/n°. 379.

Constituição Federal .

.

Parágrafo único. X – concessão de asilo político. pluralista e sem preconceitos.Constituição da República Federativa do Brasil Preâmbulo Nós. II – prevalência dos direitos humanos. o desenvolvimento. destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais. VI – defesa da paz. independentes e harmônicos entre si. V – igualdade entre os Estados. VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo. a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna. o Legislativo. VII – solução pacífica dos conflitos. sob a proteção de Deus. o bem-estar. nos termos desta Constituição. V – o pluralismo político. sem preconceitos de origem. fundada na harmonia social e comprometida. IX – cooperação entre os povos para o progresso da humanidade. visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações. IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa. IV – promover o bem de todos. II – garantir o desenvolvimento nacional. justa e solidária. 1° A República Federativa do Brasil. raça. a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil. reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica. idade e quaisquer outras formas de discriminação. III – autodeterminação dos povos. Parágrafo único. 4° A República Federativa do Brasil regese nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: I – independência nacional. o Executivo e o Judiciário. a segurança. Art. II – a cidadania. social e cultural dos povos da América Latina. cor. 3° Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre. Art. Art. 2° São Poderes da União. promulgamos. DOs PRinCÍpiOs FUndaMEntais Art. a liberdade. III – a dignidade da pessoa humana. IV – não-intervenção. Todo o poder emana do povo. sexo. na ordem interna e internacional. formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal. política. que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. representantes do povo brasileiro. com a solução pacífica das controvérsias. TÍtULO I III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais. constituise em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I – a soberania. 129 Constituição Federal .

Art. nos termos desta Constituição. permanecer ou dele sair com seus bens. DOs DiREitOs E GaRantias FUndaMEntais DOs DiREitOs E DEvEREs IndividUais E COLEtivOs CAPÍtULO I IX – é livre a expressão da atividade intelectual. nos termos da lei. VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política. quando necessário ao exercício profissional. XIV – é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte. por ordem judicial.251/2010: candidato que exerce a profissão de cantor. 5° Todos são iguais perante a lei. fixada em lei. art. ou para prestar socorro. 130 . VII – é assegurada. ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador. III – ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante. XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas.Art. X – são invioláveis a intimidade. podendo qualquer pessoa. garantindose aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. à igualdade. à segurança e à propriedade.-TSE n° 23. V – é assegurado o direito de resposta. salvo. 58 da Lei n° 9. ou. XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho. pro- VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença.-TSE n° 23. independentemente de autorização. nos termos seguintes: e obrigações. independentemente de censura ou licença. sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida. no último caso. salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta XV – é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz. XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo. XVII – é plena a liberdade de associação para fins lícitos. desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local.241/2010: a exigência de quitação eleitoral para que sentenciados cumprindo penas nos regimes semiaberto e aberto obtenham emprego – sem explícito amparo em lei – representa ofensa a este inciso. salvo em caso de flagrante delito ou desastre. na forma da lei. nos termos da lei. porcional ao agravo. I – homens e mulheres são iguais em direitos II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. ofício ou profissão. sem distinção de qualquer natureza. vedada a de caráter paramilitar. XVI – todos podem reunir-se pacificamente. de dados e das comunicações telefônicas. IV – é livre a manifestação do pensamento.504/1997. científica e de comunicação. durante o dia. em locais abertos ao público. a vida privada. sem armas. a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. além da indenização por dano material. moral ou à imagem. à liberdade. ƒƒ Res. artística. ƒƒ V. Res. por determinação judicial. assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. ƒƒ V. 5° TÍtULO II CONSTITUIÇÃO FEDERAL e recusar-se a cumprir prestação alternativa. a honra e a imagem das pessoas. sendo vedado o anonimato. sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente. nele entrar.

tos industriais privilégio temporário para sua utilização. no primeiro caso. XXXIII – todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular. ou por interesse social. na forma da lei. XXIII – a propriedade atenderá a sua função social. publicação ou reprodução de suas obras. XXXI – a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros. quando expressamente autorizadas. dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento. sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento. na forma da lei. XXIX – a lei assegurará aos autores de inven- XXI – as entidades associativas. XXII – é garantido o direito de propriedade. têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente. transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar. sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus. a de cooperativas independem de autorização. XXXVI – a lei não prejudicará o direito adquirido. a autoridade competente poderá usar de propriedade particular. bem como proteção às criações industriais. à propriedade das marcas. não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva. sob pena de responsabilidade. para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. Art. XXXVII – não haverá juízo ou tribunal de exceção. ou de interesse coletivo ou geral. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. XXIV – a lei estabelecerá o procedimento para XXV – no caso de iminente perigo público. ressalvados os casos previstos nesta Constituição. assegurada ao proprietário indenização ulterior. inclusive nas atividades desportivas. assim definida em lei. exigindo-se. XXXIV – são a todos assegurados. nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas. XX – ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado. Constituição da República Federativa do Brasil XXX – é garantido o direito de herança. desde que trabalhada pela família. o trânsito em julgado. que serão prestadas no prazo da lei. XIX – as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial. independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. XXXV – a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. 131 Constituição Federal . XXXII – o Estado promoverá. XXVII – aos autores pertence o direito ex- clusivo de utilização. a defesa do consumidor. 5° b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores. desapropriação por necessidade ou utilidade pública. b) a obtenção de certidões em repartições públicas. aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas. se houver dano. XXVIII – são assegurados. XXVI – a pequena propriedade rural. tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País. aos nomes de empresas e a outros signos distintivos.CONSTITUIÇÃO FEDERAL XVIII – a criação de associações e.

praticado antes da naturalização. L – às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação. LIII – ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente. XXXIX – não há crime sem lei anterior que o defina. ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. b) o sigilo das votações. nos termos do art. XLV – nenhuma pena passará da pessoa do condenado. d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. de 31. b) perda de bens. nos termos da lei. d) de banimento.3. XLIV – constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados.233: ato de Presidência de Assembleia Legislativa que nega a suplente o direito à assunção ao cargo de deputado. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. de acordo com a natureza do delito. a idade e o sexo do apenado. nos termos da lei. LIV – ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. 132 . c) a soberania dos veredictos. XIX. 84. XLI – a lei punirá qualquer discriminação aten- XLVIII – a pena será cumprida em estabelecimentos distintos. salvo em caso de guerra declarada.2009. podendo evitá-los. LII – não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião. XLVI – a lei regulará a individualização da pena e adotará. o terrorismo e os definidos como crimes hediondos. na forma da lei. se omitirem. CONSTITUIÇÃO FEDERAL d) prestação social alternativa. assegurados: a) a plenitude de defesa. com os meios e recursos a ela inerentes. civis ou militares. até o limite do valor do patrimônio transferido. consubstancia usurpação da competência da Justiça Eleitoral. na AC n° 3. sob o fundamento de infidelidade partidária. XLIII – a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura. XLIX – é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral. por eles respondendo os mandantes. com a organização que lhe der a lei. 5° XXXVIII – é reconhecida a instituição do júri. entre outras. c) multa. sujeito à pena de reclusão. nem pena sem prévia cominação legal. estendidas aos sucessores e contra eles executadas. LV – aos litigantes. tatória dos direitos e liberdades fundamentais. LI – nenhum brasileiro será extraditado. salvo o naturalizado. XLII – a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível. XLVII – não haverá penas: a) de morte. podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser. c) de trabalhos forçados. contra a ordem constitucional e o Estado Democrático. ƒƒ Ac.Art. as seguintes: a) privação ou restrição da liberdade. e) cruéis. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa. XL – a lei penal não retroagirá.-TSE. os executores e os que. e) suspensão ou interdição de direitos. salvo para beneficiar o réu. b) de caráter perpétuo. em processo judicial ou administrativo. em caso de crime comum.

salvo nas hipóteses previstas em lei. quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público. LXIII – o preso será informado de seus direitos. Ac. nota ao inciso anterior.2.2011. 5° LXVI – ninguém será levado à prisão ou nela Constituição da República Federativa do Brasil LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória.-TSE. LXXI – conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel.9. 99 Lei n° 12.016/2009: “Disciplina o mandado de segurança individual e coletivo e dá outras providências”. sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado. LXIV – o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial. salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar. requerido diligências ou solicitado o arquivamento de inquérito policial. delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente. mantido. prevista neste inciso. LXXII – conceder-se-á habeas data: LXV – a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária. entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano. no MS n° 100250: ilegitimidade da Defensoria Pública para a impetração. de 24. b) organização sindical. à soberania e à cidadania. as provas obtidas por meios ilícitos. não amparado por habeas corpus ou habeas data. pre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção. Art. ƒƒ Ac. entre os quais o de permanecer calado. 99 V. submetido a identificação criminal.295/2003: cabimento de ação penal privada subsidiária no âmbito da Justiça Eleitoral. 133 Constituição Federal LVIII – o civilmente identificado não será LXVII – não haverá prisão civil por dívida.-TSE. no ED-AI n° 181917: a queixa-crime em ação penal privada subsidiária somente pode ser aceita caso o representante do Ministério Público não tenha oferecido denúncia. se esta não for intentada no prazo legal. LXVIII – conceder-se-á habeas corpus sem- LIX – será admitida ação privada nos crimes de ação pública. no prazo legal.CONSTITUIÇÃO FEDERAL LVI – são inadmissíveis. LX – a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem. de 29. LXIX – conceder-se-á mandado de segu- rança para proteger direito líquido e certo. definidos em lei. quando a lei admitir a liberdade provisória.2010. LXX – o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: 99 Ac.-TSE n° 21. por tratar-se de garantia constitucional. . no processo. por ilegalidade ou abuso de poder. LXI – ninguém será preso senão em flagrante LXII – a prisão de qualquer pessoa e o local a) partido político com representação no Congresso Nacional. onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. com ou sem fiança. em defesa dos interesses de seus membros ou associados.

ƒƒ Art. II – seguro-desemprego. 7° São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. corpus e habeas data. a assistência aos desamparados. e. 6° com redação dada pelo art. transporte e previdência social. o lazer. que preverá indenização compensatória. nos termos de lei complementar. § 3° Os tratados e convenções internacionais LXXIII – qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. salvo comprovada má-fé. ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. em cada Casa do Congresso Nacional. lazer. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: I – relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa. alimentação. b) a certidão de óbito. LXXVII – são gratuitas as ações de habeas Art. a saúde. a segurança. judicial ou administrativo. em dois turnos. a previdência social. por três quintos dos votos dos respectivos membros. isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência. educação. na forma da lei. 1° da EC n° 64/2010. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. fixado em lei. CONSTITUIÇÃO FEDERAL decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados. 5° da Constituição. constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público. em caso de desemprego involuntário. ficando o autor. 1° da EC n° 45/2004. os atos necessários ao exercício da cidadania. vestuário. b) para a retificação de dados. ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. LXXVI – são gratuitos para os reconhe- a alimentação. § 2° Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros 134 . na forma da lei: a) o registro civil de nascimento. LXXVIII – a todos. 6° São direitos sociais a educação. o trabalho. assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença. 6° a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante. DOs DiREitOs SOCiais CAPÍtULO II Art. a moradia. a proteção à maternidade e à infância.265/1996: “Regulamenta o inciso LXXVII do art. dispondo sobre a gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania”. § 4° O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. LXXIV – o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos. com ƒƒ Lei n° 9. LXXV – o Estado indenizará o condenado por erro judiciário. na forma desta Constituição. no âmbito judicial e administrativo. saúde. 1° da EC n° 45/2004. serão equivalentes às emendas constitucionais. capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia. III – fundo de garantia do tempo de serviço. ƒƒ Inciso acrescido pelo art. à moralidade administrativa. IV – salário mínimo.Art. são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. cidamente pobres. higiene. dentre outros direitos. 1° da EC n° 45/2004. sobre direitos humanos que forem aprovados. nacionalmente unificado. quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso. § 1° As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata.

sendo vedada sua vinculação para qualquer fim. 1° da EC n° 53/2006. salvo negociação coletiva. desvinculada da remuneração. XXIII – adicional de remuneração para as ati- XXIV – aposentadoria. mínimo. IX – remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. V – piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. para os que percebem remuneração variável. participação na gestão da empresa. higiene e segurança. um terço a mais do que o salário normal. ƒƒ Inciso XXIX com redação dada pelo art. prefeXVI – remuneração do serviço extraordinário superior. X – proteção do salário na forma da lei. Art. e. 1° da EC n° 20/1998. ƒƒ Inciso XXV com redação dada pelo art. sendo no mínimo de trinta dias.CONSTITUIÇÃO FEDERAL reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo. XXVIII – seguro contra acidentes de trabalho. por meio de normas de saúde. mediante incentivos específicos. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. 7° XVII – gozo de férias anuais remuneradas com. VII – garantia de salário. constituindo crime sua retenção dolosa. nos termos fixados em lei. na forma da lei. XII – salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei. na forma da lei. sem prejuízo do emprego e do salário. XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho. XIX – licença-paternidade. XVIII – licença à gestante. realizado em turnos ininterruptos de revezamento. ƒƒ Inciso XII com redação dada pelo art. com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais. rencialmente aos domingos. XXI – aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. facultada a compensação de horários e a redução da jornada. com a duração de cento e vinte dias. insalubres ou perigosas. quando incorrer em dolo ou culpa. XXVII – proteção em face da automação. a cargo do empregador. 1° da EC n° 28/2000. XXIX – ação. 135 Constituição Federal VI – irredutibilidade do salário. excepcionalmente. em cinqüenta por cento à do normal. nos termos da lei. VIII – décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria. nunca inferior ao XX – proteção do mercado de trabalho da mulher. pelo menos. vidades penosas. nos termos da lei. quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho. até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho. no mínimo. XI – participação nos lucros. conforme definido em lei. XIV – jornada de seis horas para o trabalho XV – repouso semanal remunerado. rior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais. Constituição da República Federativa do Brasil . XXV – assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas. XIII – duração do trabalho normal não supe- XXVI – reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho. mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. sem excluir a indenização a que este está obrigado. ou resultados.

10. XXXIV – igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. na mesma base territorial. IV – a assembléia geral fixará a contribuição que. 1° da EC n° 28/2000). XXXII – proibição de distinção entre traba- XXXIII – proibição de trabalho noturno. perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos. Art. atendidas as condições que a lei estabelecer. Parágrafo único. Art. VII – o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais. técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos. V – ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato. XVII. em se tratando de categoria profissional. 8° É livre a associação profissional ou sindical. XV. 11. § 2° Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei. será descontada em folha. ainda que suplente. vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical. ƒƒ Inciso XXXIII com redação dada pelo art. inclusive em questões judiciais ou administrativas. competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. Nas empresas de mais de duzentos empregados. XXX – proibição de diferença de salários. a partir de quatorze anos. bem como a sua integração à previdência social. lho manual. representativa de categoria profissional ou econômica. VI – é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho. b) (Revogada pelo art.Art. Parágrafo único. ressalvado o registro no órgão competente. XIX. As disposições deste artigo aplicam-se à organização de sindicatos rurais e de colônias de pescadores. salvo na condição de aprendiz. independentemente da contribuição prevista em lei. 9° É assegurado o direito de greve. observado o seguinte: tado para a fundação de sindicato. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. não podendo ser inferior à área de um Município. XVIII. 1° da EC n° 28/2000). XXI e XXIV. § 1° A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. idade. Art. É assegurada a participação dos tra- balhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação. 8° a) (Revogada pelo art. se eleito. I – a lei não poderá exigir autorização do Es- II – é vedada a criação de mais de uma organização sindical. salvo se cometer falta grave nos termos da lei. XXXI – proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. cor ou estado civil. 1° da EC n° 20/1998. CONSTITUIÇÃO FEDERAL III – ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria. até um ano após o final do mandato. VIII – é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e. VIII. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV. VI. é assegurada a eleição de um 136 . de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. Art. em qualquer grau. que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados.

exigidas aos originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral. ƒƒ Parágrafo com redação dada pela ECR n° 3/1994. no RO n° 1. ƒƒ Ac. em qualquer tempo.391/1972. salvo nos casos previstos nesta Constituição. de 29. de 12.122: inexigência de apresentação de portaria do Ministério da Justiça no momento do registro de candidato. ƒƒ Alínea com redação dada pelo art. São brasileiros: Constituição da República Federativa do Brasil . salvo os casos previstos nesta Constituição. desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil.-TSE. 12 em favor dos brasileiros.11. entre a República Federativa do Brasil e a República Portuguesa. n° 3. que dispõe. de pai brasileiro ou mãe brasileira. b) os nascidos no estrangeiro. 1° da EC n° 54/2007. pela nacionalidade brasileira. c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira. Cooperação e Consulta. desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem. § 2° A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados.2008. pois a posse do título de eleitor gera presunção de que tal documento tenha sido apresentado no alistamento eleitoral.195/1972: “Instruções que regulamentam a situação dos que hajam adquirido o gozo dos direitos políticos nos termos da Convenção sobre Igualdade de Direitos e Deveres entre Brasileiros e Portugueses”. cargos: § 3° São privativos de brasileiro nato os I – de Presidente e Vice-Presidente da República. § 1° Aos portugueses com residência permanente no País. ainda que de pais estrangeiros. ƒƒ Dec. Ac. ƒƒ Alínea com redação dada pela ECR n° 3/1994. na forma da lei. O art. O gozo de direitos políticos por brasileiros em Portugal e por portugueses no Brasil só será reconhecido aos que tiverem três anos de residência habitual e depende de requerimento à autoridade competente. no REspe n° 29.-TSE n° 9. desde que estes não estejam a serviço de seu país. A igualdade quanto aos direitos políticos não abrange as pessoas que. 12. se houver reciprocidade 137 Constituição Federal Art. 17 do Dec. 2. n° 70. CAPÍtULO III I – natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil. 3. n° 70. ƒƒ Res.2006.927/2001 dispõe: “1. O gozo de direitos políticos no Estado de residência importa na suspensão do exercício dos mesmos direitos no Estado da nacionalidade”. II – naturalizados: a) os que. entre outros temas. desde que requeiram a nacionalidade brasileira.436/1972 e regulamentada pelo Dec.200: a sentença judicial homologatória da opção pela nacionalidade brasileira possui efeitos ex tunc e. houverem sido privadas de direitos equivalentes. sobre o “Estatuto de Igualdade entre Brasileiros e Portugueses” e cujo art.-TSE. celebrado em Porto Seguro em 22 de abril de 2000”. b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal. Da NaCiOnaLidadE Art. n° 3. depois de atingida a maioridade.9. no Estado da nacionalidade.CONSTITUIÇÃO FEDERAL representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores.927/2001: “Promulga o Tratado de Amizade. adquiram a nacionalidade brasileira. 78 revoga a Convenção sobre Igualdade de Direitos e Deveres entre Brasileiros e Portugueses aprovada pelo Dec. permite o deferimento superveniente desse pedido. serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro. ainda que prolatada em momento posterior ao pedido de registro de candidatura.

mediante: 138 .9. com valor igual para todos. farmacêuticos e veterinários que prestam serviço militar inicial obrigatório. 13. ƒƒ Ac. ƒƒ Inciso acrescido pela EC n° 23/1999. inciso II. do brasileiro que: § 4° Será declarada a perda da nacionalidade I – tiver cancelada sua naturalização. o hino. I – plebiscito. pela norma estrangeira.709/1998: “Regulamenta a execução do disposto nos incisos I. II – referendo. e. ƒƒ Alíneas a e b acrescidas pela ECR n° 3/1994. nota ao art. que o candidato tenha quitação eleitoral (inciso VI). Art. III – iniciativa popular. VI – de oficial das Forças Armadas. b) de imposição de naturalização. § 4°. §§ 7° ao 9°. II e III do art.504/1997.920/2004: “Dispõe sobre o alistamento eleitoral e o voto dos cidadãos portadores de deficiência. dentistas. nos termos da lei. no REspe n° 190323: as condições de elegibilidade não estão previstas somente neste parágrafo.-TSE n° 21. 13 II – de Presidente da Câmara dos Deputados. § 1° São símbolos da República Federativa do Brasil a bandeira. CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ V. cuja natureza e situação impossibilitem ou tornem extremamente oneroso o exercício de suas obrigações eleitorais”. VII – de Ministro de Estado da Defesa. ao brasileiro residente em Estado estrangeiro. mas também na Lei n° 9. 60. § 2° Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. 11. na forma da lei: ƒƒ V.-TSE. ƒƒ Res. § 1°. DOs DiREitOs POLÍtiCOs CAPÍtULO IV Art. II – facultativos para: a) os analfabetos. ƒƒ Lei n° 9. V – da carreira diplomática. art. o Distrito Federal e os Municípios poderão ter símbolos próprios.850/1989: a palavra “conscritos” constante deste dispositivo alcança também aqueles matriculados nos órgãos de formação de reserva e os médicos. III – de Presidente do Senado Federal. desta Constituição. A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil. a qual. casos: II – adquirir outra nacionalidade. a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira. no art. salvo nos ƒƒ Inciso com redação dada pela ECR n° 3/1994. as armas e o selo nacionais. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. estabelece. por sen- § 1° O alistamento eleitoral e o voto são: I – obrigatórios para os maiores de dezoito anos. 11.-TSE n° 15. 14. 99 Res. da Lei n° 9. os conscritos. § 2° Os Estados. 14 da Constituição Federal”. b) os maiores de setenta anos. § 3° São condições de elegibilidade. durante o período do serviço militar obrigatório.2010. entre outras condições.504/1997. de 15. em virtude de atividade nociva ao interesse nacional.Art. IV – de Ministro do Supremo Tribunal Federal. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. tença judicial. como condição para permanência em seu território ou para exercício de direitos civis.

§ 4° São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos.-TSE. no AgR-REspe n° 35. inciso V. ƒƒ Lei n° 9. no REspe n° 442363: a apresentação das contas de campanha é suficiente para se obter quitação eleitoral. ƒƒ Res.10. candidato à reeleição.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Ac. Prefeito. sucessivamente.2008.-TSE n° 23. ascende à titularidade.-TSE n° 22. na eleição imediatamente seguinte.-TSE. 11. IV – o domicílio eleitoral na circunscrição. c) vinte e um anos para Deputado Federal. § 2°: “A idade mínima constitucionalmente estabelecida como condição de elegibilidade é verificada tendo por referência a data da posse”.504/1997. por força de liminar.112/1990.-TSE. 17 e 14.10. também do vice-presidente da República. § 3°. a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador. mas sim frações de um mesmo período de mandato. d) dezoito anos para Vereador.2011.2008.560 e.” ƒƒ Res. ƒƒ Ac. § 5° O Presidente da República. II – o pleno exercício dos direitos políticos. em razão de mandato tampão não constitui dois mandatos sucessivos. desvinculadas de partido.12.043: vice que. no REspe n° 62796: “o exercício do cargo de forma interina e.-TSE n° 21. no REspe n° 34. nos REspe nos 32. V – a filiação partidária. 139 Constituição Federal . Ac.5. uma vez que se interpreta o acesso anterior ao cargo do titular como se derivasse de eleição específica”.2010. regulamenta os arts.9.053/2009: impossibilidade de chefe do Poder Executivo. 14 ƒƒ Parágrafo com redação dada pela EC n° 16/1997. de 27. ƒƒ V.9. os Gover- nadores de Estado e do Distrito Federal.-TSE n° 19. Ac. Deputado Estadual ou Distrital. Constituição da República Federativa do Brasil VI – a idade mínima de: ƒƒ Lei n° 9. ƒƒ Res. de 7.757/2008: “O vice-prefeito que substituiu o titular nos seis meses anteriores ao pleito e foi eleito prefeito no período subseqüente não poderá concorrer à reeleição.-TSE.2010.880. no sistema eleitoral vigente. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac. no AgR-REspe n° 224358: ausência de previsão de candidaturas avulsas. sendo possível concorrer aos cargos eletivos somente os filiados que tiverem sido escolhidos em convenção partidária. de 28. no REspe n° 31. Vice-Prefeito e juiz de paz.952/1997: reelegibilidade. afastar-se temporariamente do cargo para disputa do pleito mediante licença para atividade política prevista no art.-TSE. inexigibilidade de desincompatibilização dos titulares para disputarem a reeleição.507 e 32. para um único período subsequente. III – o alistamento eleitoral. 86 da Lei n° 8.993/2005: a renovação da eleição preconizada no art. assume a chefia do Poder Executivo em caráter substitutivo por exíguo período de tempo e. ƒƒ Res.096/1995: “Dispõe sobre partidos políticos.2010. de 29.4. solução que se estende ao vice-presidente da República. de 28.2008. Art. não havendo que se falar em terceiro mandato consecutivo. 224 do CE/65 não afasta a inelegibilidade daquele que exerceu a chefia do Poder Executivo por dois períodos consecutivos.539: a inelegibilidade de chefe do Poder Executivo para exercício de terceiro mandato consecutivo para esse mesmo cargo estende-se a todos os níveis da Federação. no AgR-REspe n° 4198006 e Ac. sendo desnecessária sua aprovação. em razão da inaplicabilidade desse regime jurídico aos agentes políticos. aos vice-governadores e aos vice-prefeitos. art. parágrafo anterior e suas notas. I – a nacionalidade brasileira. de 18. os Prefeitos e quem os houver sucedido ou substituído no curso dos mandatos poderão ser reeleitos para um único período subseqüente. de 2.-TSE. b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal.-TSE. pode candidatar-se à reeleição. de 17.2010. da Constituição Federal”. dos vice-governadores e dos vice-prefeitos.12.

2003. até o segundo grau ou por adoção. ƒƒ LC n° 64/1990. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Ac.-STF. se eleito. de 15. passará automaticamente. 99 Ac. V. deverá afastar-se da atividade. ƒƒ Res. parágrafo único.2004.-TSE nos 3. quando este for reelegível e tiver se afastado definitivamente do cargo até seis meses antes da eleição. o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins.2. ƒƒ CC/2002. de Governador de Estado ou Território. no RE n° 409.2008.-TSE n os 21. 99 Ac.459: aplicação apenas aos titulares de cargo eletivo e candidatos à reeleição. preservando os seus mandatos respectivos. de concubinato e de casamento.Art. Res. no REspe n° 29. arts. 1°. gera direitos e deveres inerentes ao parentesco. arts.-TSE n° 19. nos termos do art. desta Constituição. 14. ƒƒ Ac. candidatarem-se aos cargos de prefeito e vice-prefeito. em razão de sua influência na realidade social.730: o vocábulo jurisdição deve ser interpretado no sentido de circunscrição. de 11. desde que. sem mitigação. § 7°. sobre a condição de todos os postulantes aos cargos postos em disputa. 1. eis que na data da promulgação da CF/88 não havia previsão de reeleição para cargos do Poder Executivo. no ato da diplomação.2010.595 (relações de parentesco). Res. § 3°. o vice-governador e o vice-prefeito poderão candidatar-se a outros cargos. § 1°. ƒƒ LC n° 64/1990.9. do Presidente da República. de 20. § 7° São inelegíveis. I – se contar menos de dez anos de serviço. 21.087/2009: possibilidade de cônjuges.-TSE. de forma a corresponder à área de atuação do titular do Poder Executivo. no REspe n° 5410103: o vínculo de relações socioafetivas.442/2001 e Ac. 1. 1°. não detentores de mandato eletivo.564/2004: “Os sujeitos de uma relação estável homossexual.336: a ressalva diz respeito à reeleição de senadores.-STF n° 18/2009: “A dissolução da sociedade ou do vínculo conjugal. será agregado pela autoridade superior e. ƒƒ V.4.406/2004. não afasta a inelegibilidade prevista no § 7° do art.882. dentre outros: elegibilidade de cônjuge e parentes de chefe do Executivo para cargo diverso.6.-TSE n° 23. que diz respeito à hipótese em que um dos cônjuges ocupa cargo eletivo. à semelhança do que ocorre com os de relação estável. salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição. os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito. submetem-se à regra de inelegibilidade prevista no art.723 a 1. de 18.-TSE n os 22. § 9° Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação. § 8° O militar alistável é elegível.-TSE n° 22. art. não se estendendo aos respectivos suplentes.-TSE.043/2001. de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito. 14 da Constituição Federal”. dentre outros: elegibilidade de cônjuge e parentes do chefe do Executivo para o mesmo cargo do titular.2011. ƒƒ Ac.-TSE. 142.775/2008. 99 Ac.-STF.727 (união estável e concubinato). mesmo em se tratando de eleição suplementar. a fim de proteger a probidade 140 . art. Ac. 14 § 6° Para concorrerem a outros cargos.422/2001 e Ac. no REspe n° 25. para a inatividade. da Constituição Federal”. e 98. o Presidente da República. II – se contar mais de dez anos de serviço. desde que este se afaste definitivamente até seis meses antes da eleição.508/2003 e Ac.591 a 1. § 2°: “O vice-presidente. art. ƒƒ Súv. no REspe n° 303157: incidência deste parágrafo. no território de jurisdi- ção do titular. no curso do mandato.4. nos últimos 6 (seis) meses anteriores ao pleito. do Distrito Federal. no RE n° 344. deputados federais e estaduais e vereadores. 5°.-TSE. inclusive para fins da inelegibilidade prevista neste parágrafo. 19. sem que tal situação configure a inelegibilidade prevista neste dispositivo. atendidas as seguintes condições: ƒƒ CE/65. de 7.661/2004 e 21.-TSE n° 193/1998.599/2007. Res. de 6.-TSE n° 24. não tenham sucedido ou substituído o titular”. 86 do CE/65.11.2006.

no AgR-REspe n° 35. na ADPF n° 144.2008. no REspe n° 191868: impossibilidade de se vincular a procedência de AIME. ƒƒ Ac. no ED-AI n° 265320: afastamento de alegação de fraude se o último ato de propaganda eleitoral realizado pelo candidato originário tiver ocorrido antes do pedido de substituição de sua candidatura. esta considerada no sentido coloquial).-TSE n° 888/2005). no Ag n° 6.3.2008.TSE n° 13/1996. de 17. impossibilidade de emenda à inicial e consequente extinção do feito sem resolução de mérito se o prazo para a propositura de AIME tiver decorrido sem inclusão do vice no polo passivo da demanda. sem imputação direta aos réus de conduta tendente a iludir eleitores para obtenção de resultado favorável no pleito por meio de fraude”).2. Ac. no REspe n° 36. Impossibilidade de indeferimento de pedido de registro de candidatura com fundamento exclusivo na existência de ações judiciais em curso contra candidato. de 6. cargo ou emprego na administração direta ou indireta. com as alterações dadas pela LC n° 135/2010: “Estabelece. Súm. de acordo com o art.-TSE.-TSE. no REspe n° 28.8.-TSE. O mandato eletivo poderá ser impugna- do ante à Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação. e Res. podendo-se configurar.009/2001). com possibilidade de influenciar sua vontade no momento do voto.697 e Ac. ƒƒ Ac. sob pena de serem excluídos sumariamente de programa social.276/2003 (captação ilícita de sufrágio).3.2011.3. 99 Conceito de fraude para os fins deste parágrafo: é aquela que tem reflexos na votação ou na apuração de votos (Ac.10.-TSE nos 4.725 e Ac. instruída a ação com provas de abuso do poder econômico.171/2003 Constituição da República Federativa do Brasil § 10. Ac. considerada a vida pregressa do candidato. corrupção ou fraude.2007. de 28.842/2008: necessidade de lei complementar para regulamentação da inelegibilidade por vida pregressa. Ac.-TSE.-TSE n° 4.-TSE n° 22.8. a moralidade para o exercício do mandato.-STF. de 20. de 22. fundada em abuso de poder econômico. no AgR-REspe n° 39974: necessidade de verificar a potencialidade lesiva do ato ilícito.-TSE.9.-TSE n° 1. de 13. de 12.335: (“Alegações genéricas. art. de 8.-TSE.2011. bem como quando há contratação de cabos eleitorais para obrigar eleitores a retirar a propaganda de adversário e a realizar propaganda do candidato impugnado. casos de inelegibilidade.4. Ac. nas ações eleitorais em que é prevista a pena de cassação de registro. desnecessidade de comprovação do nexo de causalidade para a configuração do abuso de poder econômico.420. por qualquer artifício ou ardil que induza o eleitor a erro. Ac. no REspe n° 28. 1°. de 31.-TSE.2006.2010. no caso de apuração da captação ilícita de sufrágio – espécie do gênero corrupção – em sede de AIME. 99 Ac. favorecendo candidato ou prejudicando seu adversário (Ac.311/2004 e 4.265/1996.-TSE n° 3.4. de 13.069.8. da Constituição Federal.5. no RO n° 2. 14 candidato. prazos de cessação e determina outras providências”. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac.2007. ƒƒ LC n° 64/1990.2009. quando há coação de eleitores a fim de que votem em candidato à reeleição.-TSE. representação.737: configuração de abuso do poder econômico.2010. também. no RO n° 1. apto a viciar a vontade do eleitorado. no AgR-AI n° 254928: existência de litisconsórcio passivo necessário entre o titular e o vice. não se restringe àquela sucedida no exato momento da votação ou da apuração dos votos. e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função. ƒƒ Lei n° 9.661/2004). no REspe n° 27. § 9°. ƒƒ Ac. de 4.2010.-TSE. 14.CONSTITUIÇÃO FEDERAL administrativa. de 9.2010.040 (abuso de poder político que consista em “conduta configuradora de abuso de poder econômico ou corrupção”. ao resultado positivo ou negativo de exame técnico sobre as contas de campanha de 141 Constituição Federal . RCED e AIME). ƒƒ Parágrafo com redação dada pela ECR n° 4/1994.-TSE. Descabimento da ação: Ac. de 11.-TSE n° 893/2005 (boca de urna e captação ilícita de sufrágio). Art.4. diploma ou mandato (AIJE. ƒƒ Cabimento da ação: Ac. tendente a comprometer a legitimidade do pleito (Ac.-TSE. IV: gratuidade das ações de impugnação de mandato eletivo.2010.522.

no REspe n° 35.2011.-TSE.085/1999 (corrupção administrativa).6.649: incidência do art.-TSE n° 21. até a sentença. 15.378 (duplicidade de filiação partidária).2009. de 25.2008. ƒƒ Ac. seja pela legitimação conferida a candidato pelo art.10. de 2.504/1997 na hipótese de procedência de ação de impugnação de mandato eletivo. III – condenação criminal transitada em julgado. de 31. 11. 224 do CE/65 em sede de ação de impugnação de mandato eletivo.4.-TSE.2. Art. art. no RE n° 179.2008). de 10. de 8. de 26. ocorrida no DJ de 3.2.2006. enquanto durarem seus efeitos. de 13.-TSE no ERCEd n° 703. 21. Ac. ƒƒ Ac.2.2008. § 11. 15 (condutas vedadas a agentes públicos).186: impossibilidade de aplicação da multa prevista no art. A ação de impugnação de mandato tramitará em segredo de justiça.Art. seja pela possibilidade de ascensão à chefia do Poder Executivo.3.5.-TSE. de 31. 16.2011.121: segundo colocado em pleito majoritário possui interesse jurídico para recorrer em ação de impugnação de mandato eletivo proposta pelo Ministério Público Eleitoral. no REspe n° 28.276: “Estando a diplomação suspensa de fato e de direito.12. em AIME. I: extinção do mandato de prefeito e de vereador declarado pelo presidente da Câmara.-TSE. 41-A da Lei n° 9. suspende-se a fluência do prazo para o ajuizamento da AIME até que sejam restabelecidos os efeitos daquela”.919/1994 e 11. 142 .10.2008. no REspe n° 28.6.-TSE. 24.4.4. no REspe n° 462673364: desnecessidade de o vice ingressar na lide na condição de litisconsorte passivo necessário.-TSE n° 31/1998 e Res.-TSE. Ac.2009.835/1994. ƒƒ Ac. no REspe n° 29.2006. no Ag n° 6.916 e. de 14.677. no tocante ao prazo para propositura de AIME.-TSE.502. no MS n° 3.283/2002: deve ser processada em segredo de justiça.291/2003 (pesquisa eleitoral). 184. I. no REspe n° 28. ƒƒ Ac. II – incapacidade civil absoluta.208 (abuso de poder político ou de autoridade stricto sensu). de 23. de 29. no REspe n° 35.-TSE. se temerária ou de manifesta má-fé. 6°.2009.9. 1. de 26. à míngua de previsão neste dispositivo.6. no caso de chapa majoritária una (nova orientação jurisprudencial válida para as ações que pudessem importar em cassação de mandato propostas após a publicação do Ac. Ac. 22 da LC n° 64/1990). ƒƒ Ac.-TSE nos 11. Ac. no REspe n° 32. ƒƒ Rito: Res. Ac. e Res.12.-TSE n° 23. de 17. no REspe n° 1627288: indispensabilidade da instrução do processo. e art.869 (utilização indevida dos meios de comunicação social).-TSE.2. ƒƒ Legitimidade ativa: Ac. se tanto os autores como os réus. no Ag n° 8.055 e.2008. formularam pedido de provas e indicaram testemunhas a serem ouvidas.2006.226.241/2010: autoaplicabilidade deste dispositivo. no RMS n° 466.595/1996 (inelegibilidade). observando-se subsidiariamente o CPC.2009. ƒƒ Ac.-TSE.863/1999 e 21. 22 da LC n° 64/1990 para ajuizamento da ação. Ac. no REspe n° 26. na forma da lei. de 2.2007. respondendo o autor. de 31. inclusive plantões para atendimento de casos urgentes.2008. por determinação judicial.839: incidência do art. 12.443: aplica-se o rito ordinário previsto na LC n° 64/1990 para o registro de candidaturas. mas seu julgamento é público. É vedada a cassação de direitos polí- ticos.-TSE. CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Ac. quando ocorrer cassação dos direitos políticos ou condenação por crime funcional ou eleitoral.9. Ilegitimidade ativa: Ac. § 1°.-TSE.939. prorrogando-se o termo final para o primeiro dia útil seguinte caso recaia em feriado ou dia em que não haja expediente normal no Tribunal. do CPC. Ac.363/1995 e 12. 8°. cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de: 99 DL n° 201/1967.-TSE n° 21.046/1990 (recontagem de votos).2008. 99 Ac. no REspe n° 25.806/2005 (condição de elegibilidade).-TSE.-STF.-TSE.218/2003 (pessoas elencadas no art. de 7. I – cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado.10. no Ag n° 8.1995.634/2004 e Ac.-TSE n° 498/2001 (eleitor).2007. de 6.-TSE. de 18. Ac. no REspe n° 28.

44. ƒƒ Res. no MS n° 3.2006. a natureza da pena. durante a sua vigência. pelos crimes nela elencados. A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação. não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência. I – caráter nacional. Constituição da República Federativa do Brasil DOs PaRtidOs POLÍtiCOs CAPÍtULO V Art. § 4°. e.3.4. no REspe n° 28.193/2006: aplicação deste dispositivo quando imposta medida de segurança.338/1999.-STF. de certidões que reflitam a suspensão de direitos políticos. Ac. resguardados a soberania nacional. 37. 2° da LC n° 135/2010: inelegibilidade desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena. Ac. pendente de publicação até o fechamento desta edição: inaplicabilidade da LC n° 135/2010 às eleições de 2010 com fundamento no art.-TSE n° 9/1992: “A suspensão de direitos políticos decorrente de condenação criminal transitada em julgado cessa com o cumprimento ou a extinção da pena.803 e Res. I. 252/2003 e Ac. de 6. de 15.293/1996: incidência.2009. 16.031.241/2010: a suspensão dos direitos políticos prevista neste dispositivo constitucional é efeito automático da condenação criminal transitada em julgado.2011. ƒƒ Artigo com redação dada pela EC n° 4/1993. e. 143 Constituição Federal . 1°.-TSE nos 13. ƒƒ Ac.-TSE n° 13. de 12. sobre condenação por prática de contravenção penal.390: a suspensão dos direitos políticos decorrente de condenação criminal não se confunde com o disposto no art. é irrelevante a espécie de crime. o pluripartidarismo. II – proibição de recebimento de recursos financeiros de entidades ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes. independendo de reabilitação ou de prova de reparação dos danos”. Art.-TSE.3. § 3°. 99 Inaplicabilidade do princípio da anualidade: Res.5. no AgR-REspe n° 409850: para incidência deste dispositivo.-TSE n° 22. 2. I.-TSE. de 3. ƒƒ Res.685: aplicação deste dispositivo também a emenda constitucional. ainda. da Constituição Federal”. ƒƒ CC/2002: art. 302/1998. 1°.027/1996. da LC n° 64/1990. É livre a criação. possibilidade de fornecimento.-STF.-TSE. ƒƒ LC n° 64/1990.241/2010: impossibilidade de expedição de certidão de quitação eleitoral para que os sentenciados cumprindo penas nos regimes semiaberto e aberto obtenham emprego. no AgR-AC n° 19326: “A decisão da Justiça Eleitoral de comunicação de perda de direitos políticos ao Poder Legislativo tem eficácia imediata”. inciso V.096/1995: “Dispõe sobre partidos políticos. bem como a suspensão condicional dessa.-TSE.-TSE n° 23. VIII. do exercício do voto e da regularização da situação eleitoral. 16 da CF/88. ƒƒ Súm. incorporação e extinção de partidos políticos. os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: ƒƒ Lei n° 9.2007.2010. no RE n° 633703. na ADI n° 3. Ac. 15. IV – funcionamento parlamentar de acordo com a lei.10.-TSE. § 1° É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna. e art.10. 5°.2008. das quais constem a natureza da restrição e o impedimento. independentemente de declaração expressa ou de qualquer outro procedimento à sua aplicação.2011. 99 Ac.3.548 (decisões judiciais). pela Justiça Eleitoral. nos termos do art. ƒƒ Ac.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Ac. V e § 3°. art. de 22. de 23. no REspe n° 35. parágrafo único. fusão. o regime democrático.-TSE n° 23.-TSE n° 22. III – prestação de contas à Justiça Eleitoral. regulamenta os arts. com a redação dada pelo art. organização e funcionamento e para adotar os IV – recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa. 17 e 14. de 13. Ac. 17. 17 V – improbidade administrativa. nos termos do art. Art.556/2007 (alteração do número de vereadores).

contra o art. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União. 1° da EC n° 52/2006. após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal. A relação institucional com o parlamento. 18 critérios de escolha e o regime de suas coligações eleitorais. É vedado à União.685. a fusão e o desmembramento de Municípios. através de plebiscito.11. ƒƒ V. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. no REspe n° 31. e sua criação. distrital ou municipal. entre os diretórios regional e municipal de partido político. na forma da lei civil.. segundo o qual “Esta emenda constitucional entra em vigor na data de sua publicação. aplicando-se às eleições que ocorrerão no ano de 2002”: julgada procedente a ação para fixar que o § 1° do art. embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus 144 .-TSE de 12.2008.Art. devendo seus estatutos estabelecer normas de disciplina e fidelidade partidária. ƒƒ Res. ƒƒ Ac.913: possibilidade de a Justiça Eleitoral examinar ilegalidades e nulidades na hipótese de conflito de interesses. 99 Ac. 2° da EC n° 52/2006. 17 da Constituição Federal é a fidelidade encarada nas [. e dependerão de consulta prévia. após adquirirem personalidade jurídica.-STF. com redação dada pela EC n° 52/2006. § 4° É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar. ƒƒ Lei n° 9. a incorporação.] relações entre o partido e o afiliado. registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral. por lei complementar. 19. mediante plebiscito. 18.-TSE n° 22. § 3° Os partidos políticos têm direito a recursos do Fundo Partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão.504/1997. ƒƒ Lei n° 10. nos termos desta Constituição. CONSTITUIÇÃO FEDERAL TÍtULO III Da ORGaniZaÇÃO dO EstadO Da ORGaniZaÇÃO POLÍtiCOAdMinistRativa CAPÍtULO I Art. com reflexos no pleito. ou formarem novos Estados ou Territórios Federais. ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas. aos Estados. 14 da Constituição Federal”.866/2008: “A fidelidade partidária a que se refere o § 1° do art. até porque cada um deles poderia disciplinar de forma diversa”. subvencioná-los. às populações dos Municípios envolvidos.2006. Art. os Estados. estadual. subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros. § 3° Os Estados podem incorporar-se entre si. todos autônomos. art.521/2002: “Assegura a instalação de municípios criados por lei estadual”. somente. § 2° Os partidos políticos. não se aplicaria às eleições de 2006. e do Congresso Nacional. 17 da Constituição. de 22. Lei n° 9. far-se-ão por lei estadual. sem obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional. transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar.709/1998: “Regulamenta a execução do disposto nos incisos I. II e III do art. § 4° A criação. 6°: formação de coligações em eleições majoritárias e proporcionais. com a conseqüência jurídica da perda do mandato por efeito de infidelidade partidária. na ADI n° 3.. não pode ser objeto da disciplina estatutária de partido político. § 2° Os Territórios Federais integram a União. mediante aprovação da população diretamente interessada. na forma da lei. apresentados e publicados na forma da lei. dentro do período determinado por lei complementar federal. o Distrito Federal e os Municípios. § 1° Brasília é a Capital Federal. ƒƒ Parágrafo com redação dada pela EC n° 15/1996.3.

X – as cavidades naturais subterrâneas e os 145 Constituição Federal . 20. Art. IV – as ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros países. III – criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si. bem como as de seguros e de previdência privada. é considerada fundamental para defesa do território nacional. ou que banhem mais de um Estado. 21 XI – as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios. sirvam de limites com outros países. III – os lagos. ao Distrito Federal e aos Municípios. VI – autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico. ao longo das fronteiras terrestres. VII – os terrenos de marinha e seus acrescidos. exceto aquelas áreas afetadas ao serviço público e a unidade ambiental federal. destas. V – os recursos naturais da plataforma contiVI – o mar territorial. VIII – os potenciais de energia hidráulica. 21. câmbio e capitalização. ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham. São bens da União: I – os que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribuídos. definidas em lei. Art. Constituição da República Federativa do Brasil CAPÍtULO II Da UniÃO Art. Compete à União: I – manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais. § 1° É assegurada. § 2° A faixa de até cento e cinqüenta quilômetros de largura. plataforma continental. bem como os terrenos marginais e as praias fluviais. nos casos previstos em lei complementar. sítios arqueológicos e pré-históricos. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território. na forma da lei. ou compensação financeira por essa exploração. a colaboração de interesse público. o estado de defesa e a intervenção federal. II – as terras devolutas indispensáveis à defesa das fronteiras. das fortificações e construções militares. V – decretar o estado de sítio. inclusive os do subsolo. nental e da zona econômica exclusiva.CONSTITUIÇÃO FEDERAL representantes relações de dependência ou aliança. IV – permitir. aos Estados. e as referidas no art. 26. nos termos da lei. as que contenham a sede de Municípios. rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. as ilhas oceânicas e as costeiras. VII – emitir moeda. II – recusar fé aos documentos públicos. designada como faixa de fronteira. e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei. excluídas. bem como a órgãos da administração direta da União. mar territorial ou zona econômica exclusiva. IX – elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social. II. as praias marítimas. ressalvada. VIII – administrar as reservas cambiais do País e fiscalizar as operações de natureza financeira. II – declarar a guerra e celebrar a paz. especialmente as de crédito. 1° da EC n° 46/2005. participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural. que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. IX – os recursos minerais. das vias federais de comunicação e à preservação ambiental. III – assegurar a defesa nacional.

a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados. ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. XVII – conceder anistia. agrícolas e industriais. os serviços de telecomunicações. a polícia militar e o corpo de bombeiros militar do Distrito Federal. c) a navegação aérea. 1° da EC n° 19/1998. 1° da EC n° 49/2006. saneamento básico e transportes urbanos. de diversões públicas e de programas de rádio e televisão. para efeito indicativo. que disporá sobre a organização dos serviços. o enriquecimento e reprocessamento. c) sob regime de permissão. aeroespacial e a infraestrutura aeroportuária. ou que transponham os limites de Estado ou Território. diretamente ou mediante autorização. atendidos os seguintes princípios e condições: a) toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional. o Ministério Público e a Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios. CONSTITUIÇÃO FEDERAL XV – organizar e manter os serviços oficiais de estatística. XXIII – explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa. bem como prestar assistência financeira ao Distrito Federal para a execução de serviços públicos. aeroportuária e de fronteiras. 1° da EC n° 19/1998. XXI – estabelecer princípios e diretrizes para o sistema nacional de viação. XX – instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano. b) os serviços e instalações de energia elétrica e o aproveitamento energético dos cursos de água. e) os serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros. f) os portos marítimos. especialmente as secas e as inundações. XVI – exercer a classificação. fluviais e lacustres. XIII – organizar e manter o Poder Judiciário. geologia e cartografia de âmbito nacional. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. 21 X – manter o serviço postal e o correio aéreo nacional. concessão ou permissão. 1° da EC n° 8/1995.Art. diretamente ou mediante autorização. XII – explorar. geografia. XIV – organizar e manter a polícia civil. b) sob regime de permissão. inclusive habitação. ƒƒ Inciso XXII com redação dada pelo art. nos termos da lei. em articulação com os Estados onde se situam os potenciais hidroenergéticos. são autorizadas a produção. XI – explorar. d) os serviços de transporte ferroviário e aquaviário entre portos brasileiros e fronteiras nacionais. XXII – executar os serviços de polícia marítima. por meio de fundo próprio. 1° da EC n° 8/1995. ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. XIX – instituir sistema nacional de gerencia- mento de recursos hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso. são autorizadas a comercialização e a utilização de radioisótopos para a pesquisa e usos médicos. XVIII – planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades públicas. ƒƒ Inciso XIV com redação dada pelo art. concessão ou permissão: a) os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens. a lavra. comercialização e utilização de 146 . a criação de um órgão regulador e outros aspectos institucionais.

XXII – competência da polícia federal e das polícias rodoviária e ferroviária federais. XXVII – normas gerais de licitação e contratação. Art. XX – sistemas de consórcios e sorteios. XVII – organização judiciária. autárquicas e fundacionais da União. marítima. fluvial. agrário. cidadania e naturalização. Art. ƒƒ Inciso XXVII com redação dada pelo art. nos termos do art. IX – diretrizes da política nacional de transportes. garantias. XII – jazidas. IV – águas. Estados. VI – sistema monetário e de medidas. cações e radiodifusão. XXV – estabelecer as áreas e as condições para o exercício da atividade de garimpagem. 37. 22. 1° da EC n° 49/2006. navegação lacustre. entrada. Constituição da República Federativa do Brasil . manter e executar a inspeção do trabalho. espacial e do trabalho. XXI – normas gerais de organização. informática. sistema cartográfico e de geologia nacionais. 1° da EC n° 19/1998. natureza. XIX – sistemas de poupança. III. 1° da EC n° 49/2006. do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios. eleitoral. convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares. ƒƒ Alínea d incluída pelo art. em forma associativa. outros recursos minerais e metalurgia. extradição e expulsão de estrangeiros. energia. para as administrações públicas diretas. XXIV – organizar. comercial. § 1°. XVIII – sistema estatístico. 147 Constituição Federal d) a responsabilidade civil por danos nucleares independe da existência de culpa. nacional. penal. 22 XIII – nacionalidade. Distrito Federal e Municípios. XI – trânsito e transporte. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. Compete privativamente à União legislar sobre: I – direito civil. em caso de iminente perigo e em tempo de guerra. títulos VII – política de crédito. bem como organização administrativa destes. XIV – populações indígenas. XXVI – atividades nucleares de qualquer X – regime dos portos. III – requisições civis e militares. e garantias dos metais. e para as empresas públicas e sociedades de economia mista. telecomuniV – serviço postal. XXIV – diretrizes e bases da educação XXV – registros públicos. obedecido o disposto no art. XXI. XXIII – seguridade social. aérea e aeroespacial. minas. captação e garantia da poupança popular. em todas as modalidades. câmbio. XVI – organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões.CONSTITUIÇÃO FEDERAL radioisótopos de meia-vida igual ou inferior a duas horas. II – desapropriação. VIII – comércio exterior e interestadual. 173. efetivos. marítimo. XV – emigração e imigração. seguros e transferência de valores. material bélico. aeronáutico. processual.

IX – promover programas de construção de X – combater as causas da pobreza e os fato- XI – procedimentos em matéria processual. artístico e cultural. dos Estados. defesa do solo e dos recursos naturais. turístico e paisagístico. promovendo a integração social dos setores desfavorecidos. defesa marítima. moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico. 23.Art. VII – preservar as florestas. VIII – responsabilidade por dano ao meio ambiente. res de marginalização. caça. Art. Parágrafo único. os monumentos. financeiro. as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos. cultura. cultural. X – criação. Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a União e os Estados. XIII – assistência jurídica e defensoria pública. defesa civil e mobilização nacional. Parágrafo único. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I – direito tributário. III – juntas comerciais. I – zelar pela guarda da Constituição. turístico e paisagístico. 23 XXVIII – defesa territorial. penitenciário. IV – impedir a evasão. defesa aeroespacial. VI – florestas. VII – proteção ao patrimônio histórico. estético. proteção e defesa da saúde. à educação e à ciência. artístico ou cultural. II – cuidar da saúde e assistência pública. a bens e direitos de valor artístico. pesca. do Distrito Federal e dos Municípios: CONSTITUIÇÃO FEDERAL XII – estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito. econômico e urbanístico. Compete à União. artístico. IX – educação. ra. XI – registrar. e das instituições democráticas e conservar o patrimônio público. conservação da natureza. V – produção e consumo. 148 . da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. as obras e outros bens de valor histórico. VIII – fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar. histórico. fauna. III – proteger os documentos. 24. XII – previdência social. ao consumidor. acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios. ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo art. das leis Art. a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico. É competência comum da União. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo. proteção do meio ambiente e controle da poluição. funcionamento e processo do juizado de pequenas causas. II – orçamento. V – proporcionar os meios de acesso à cultuVI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas. ensino e desporto. a fauna e a flora. 1° da EC n° 53/2006. IV – custas dos serviços forenses. XIV – proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência. XXIX – propaganda comercial. o Distrito Federal e os Municípios. tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional.

Art. Art. 28 neste caso. § 2° A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. licença. O número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e. ressalvadas. nas ilhas oceânicas e costeiras. Incluem-se entre os bens dos I – as águas superficiais ou subterrâneas. atingido o número de trinta e seis. no que lhe for contrário. 28. na razão de. § 3° Os Estados poderão. observados os princípios desta Constituição. polícia e serviços administrativos de sua secretaria. Deputados Estaduais. 39. Art. mediante lei complementar. instituir regiões metropolitanas. em espécie. garantias. inviolabilidade. e prover os respectivos cargos. Municípios ou terceiros. § 4°. imunidades. impedimentos e incorporação às Forças Armadas. aplicando-se-lhes as regras desta Constituição sobre sistema eleitoral. do ano anterior ao do Art. 150. na forma da lei. para os Deputados Federais. Constituição da República Federativa do Brasil § 3° Inexistindo lei federal sobre normas gerais. excluídas aquelas sob domínio da União. 25. 149 Constituição Federal . DOs EstadOs FEdERadOs CAPÍtULO III § 1° Será de quatro anos o mandato dos Art. § 2° Cabe aos Estados explorar diretamente. § 1° No âmbito da legislação concorrente. Estados: § 3° Compete às Assembléias Legislativas dispor sobre seu regimento interno. para integrar a organização. Os Estados organizam-se e regem-se pelas Constituições e leis que adotarem. a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais. realizar-se-á no primeiro domingo de outubro. vedada a edição de medida provisória para a sua regulamentação. as decorrentes de obras da União. e no último domingo de outubro. remuneração.CONSTITUIÇÃO FEDERAL XV – proteção à infância e à juventude. na forma da lei. direitos e deveres das polícias civis. se houver. A eleição do Governador e do Vice-Governador de Estado. setenta e cinco por cento daquele estabelecido. será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze. III. aglomerações urbanas e microrregiões. I. em segundo turno. IV – as terras devolutas não compreendidas entre as da União. § 4° A lei disporá sobre a iniciativa popular no processo legislativo estadual. perda de mandato. os Estados exercerão a competência legislativa plena. II – as áreas. o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. os serviços locais de gás canalizado. 57. III – as ilhas fluviais e lacustres não pertencentes à União. § 1° São reservadas aos Estados as competências que não lhes sejam vedadas por esta Constituição. 26. fluentes. II. e 153. observado o que dispõem os arts. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo artigo único da EC n° 5/1995. 153. § 4° A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual. 27. § 7°. § 2° O subsídio dos Deputados Estaduais será fixado por lei de iniciativa da Assembléia Legislativa. no máximo. em primeiro turno. XVI – organização. que estiverem no seu domínio. para atender a suas peculiaridades. § 2°. constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes. 2° da EC n° 19/1998. ou mediante concessão. para mandato de quatro anos. emergentes e em depósito.

153. ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. DOs MUniCÍpiOs CAPÍtULO IV a) 9 (nove) Vereadores. 2° da EC n° 19/1998. pelo art. 38. de 1°. observado o que dispõem os arts. de 11. I.000 (trinta mil) habitantes. II. eleições diretas devem ser realizadas.3. nos Municípios de mais de 120. III. O Município reger-se-á por lei orgânica.Art. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. I. 99 Ac. 77 no caso de Municípios com mais de duzentos mil eleitores. atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição. c) 13 (treze) Vereadores.000 (quinze mil) habitantes.000 (quinze mil) habitantes e de até 30. 1° da EC n° 58/2009.000 (cento e sessenta mil) habitantes. “a partir do processo eleitoral de 2008”. CONSTITUIÇÃO FEDERAL II – eleição do Prefeito e do Vice-Prefeito realizada no primeiro domingo de outubro do ano anterior ao término do mandato dos que devam suceder.000 (cento e vinte mil) habitantes. IV e V. que a promulgará.-TSE.000 (oitenta mil) habitantes.2011: ausente disposição específica na lei orgânica municipal sobre a modalidade da eleição suplementar. b) 11 (onze) Vereadores. para sustar os efeitos do inciso I do art. assumir outro cargo ou função na administração pública direta ou indireta. que prevê produção de efeitos. nos Municípios de mais de 160.307: deferida liminar. nos Municípios de até 15. f) 19 (dezenove) Vereadores. será observado o limite máximo de: ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art.10. na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos: I – eleição do Prefeito.2011. IV – para a composição das Câmaras Municipais. e 153. g) 21 (vinte e um) Vereadores. ƒƒ Alíneas a a c com redação dada pelo art. pelo que descabe a realização de pleito específico para instituir vigência de mandato mais curto.-TSE no MS n° 162058. XI. e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal. ressalvada a posse em virtude de concurso público e observado o disposto no art. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. § 2° Os subsídios do Governador. d) 15 (quinze) Vereadores.000 (cinquenta mil) habitantes. 99 Ac. votada em dois turnos. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. mediante pleito direto e simultâneo realizado em todo o País.000 (trinta mil) habitantes e de até 50. 1° da EC n° 58/2009. para mandato de quatro anos. 77. com o interstício mínimo de dez dias. e a posse ocorrerá em primeiro de janeiro do ano subseqüente. o disposto no art. com efeito ex tunc. § 4°. aplicadas as regras do art. 39. nos Municípios de mais de 50. nos Municípios de mais de 80. 150. ainda que a dupla vacância dos cargos de prefeito e vice-prefeito se dê no segundo biênio da legislatura. 29 término do mandato de seus antecessores. 1° da EC n° 16/1997.000 (cento e sessenta mil) 150 . § 2°. quanto ao mais. 1° da EC n° 16/1997. 2° da EC n° 19/1998. 37. observado. 1° da citada emenda. § 1° Perderá o mandato o Governador que III – posse do Prefeito e do Vice-Prefeito no dia 1° de janeiro do ano subseqüente ao da eleição.000 (cento e vinte mil) habitantes e de até 160. e) 17 (dezessete) Vereadores. 3° da EC n° 58/2009. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 29.000 (oitenta mil) habitantes e de até 120. do ViceGovernador e dos Secretários de Estado serão fixados por lei de iniciativa da Assembléia Legislativa. no MS n° 3969103: inexistência de distinção entre município criado e município instalado. nos Municípios com mais de 30. referendada pelo Plenário do STF. Art. nos Municípios de mais de 15.000 (cinquenta mil) habitantes e de até 80. ƒƒ ADI n° 4.

nos Municípios de mais de 1. e 153.000. nos Municípios de mais de 1. p) 39 (trinta e nove) Vereadores. t) 47 (quarenta e sete) Vereadores.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes. Art. nos Municípios de mais de 2.000.350. u) 49 (quarenta e nove) Vereadores. n) 35 (trinta e cinco) Vereadores. ƒƒ V. nos Municípios de mais de 750.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes e de até 1.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes e de até 3.200.000 (oito milhões) de habitantes.000. 2° da EC n° 19/1998.000. 39.000. observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos: 151 Constituição Federal .000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes e de até 2. nos Municípios de mais de 1. I. Constituição da República Federativa do Brasil V – subsídios do Prefeito.400. 37. 1° da EC n° 58/2009.000. 150.800.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes.050.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes e de até 1.000 (novecentos mil) habitantes e de até 1. ƒƒ Alíneas d a x acrescidas pelo art.400.000 (seiscentos mil) habitantes e de até 750. nos Municípios de mais de 4. h) 23 (vinte e três) Vereadores. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art.200.000.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes.000 (trezentos mil) habitantes. nos Municípios de mais de 1. nos Municípios de mais de 3.000.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes e de até 1. 153. XI.000 (seis milhões) de habitantes e de até 7. k) 29 (vinte e nove) Vereadores.CONSTITUIÇÃO FEDERAL habitantes e de até 300.000 (oito milhões) de habitantes.000 (cinco milhões) de habitantes. do Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais fixados por lei de iniciativa da Câmara Municipal.000 (três milhões) de habitantes.000 (novecentos mil) habitantes.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes e de até 600. nos Municípios de mais de 5. nos Municípios de mais de 8.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes.000 (quatro milhões) de habitantes e de até 5. observado o que dispõem os arts.000 (seiscentos mil) habitantes.500. nos Municípios de mais de 6. o) 37 (trinta e sete) Vereadores.500. m) 33 (trinta e três) Vereadores. s) 45 (quarenta e cinco) Vereadores.000. q) 41 (quarenta e um) Vereadores. v) 51 (cinquenta e um) Vereadores. III. l) 31 (trinta e um) Vereadores. § 2°. nos Municípios de mais de 7.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes.000 (sete milhões) de habitantes.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes.000. segunda nota ao inciso IV deste artigo. observado o que dispõe esta Constituição.000 (quatro milhões) de habitantes.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes.350.000 (seis milhões) de habitantes.000 (trezentos mil) habitantes e de até 450. § 4°.000 (sete milhões) de habitantes e de até 8. e x) 55 (cinquenta e cinco) Vereadores.000 (cinco milhões) de habitantes e de até 6. VI – o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subseqüente.000. nos Municípios de 1. w) 53 (cinquenta e três) Vereadores. nos Municípios de mais de 300.800.000. II. i) 25 (vinte e cinco) Vereadores.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes e de até 1. nos Municípios de mais de 600.050. 29 r) 43 (quarenta e três) Vereadores. j) 27 (vinte e sete) Vereadores.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes e de até 900. nos Municípios de mais de 450.000 (três milhões) de habitantes e de até 4. nos Municípios de mais de 900.

o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. nos termos do art. 2° da EC n° 25/2000. nos termos do art. d) em Municípios de cem mil e um a trezentos mil habitantes. efetivamente realizado no exercício anterior: ƒƒ Art. 29-A ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. pelo menos. e) em Municípios de trezentos mil e um a quinhentos mil habitantes. b) em Municípios de dez mil e um a cinqüenta mil habitantes. no exercício da vereança. c) em Municípios de cinqüenta mil e um a cem mil habitantes. parágrafo único.-TSE nos 519/2005 e 520/2005: cessa a prerrogativa de foro com a cessação do mandato. 2° da emenda constitucional referida somente 152 . 28. XIII – iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município. IX e X correspondem respectivamente aos primitivos incisos VI. através de manifestação de. similares. 2° da EC n° 1/1992. ƒƒ EC n° 58/2009. ƒƒ Inciso VII acrescido pelo art. cinco por cento do eleitorado. palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município. da cidade ou de bairros. incluídos os subsídios dos Vereadores e excluídos os gastos com inativos. não poderá ultrapassar os seguintes percentuais. VII – o total da despesa com a remunera- ção dos Vereadores não poderá ultrapassar o montante de cinco por cento da receita do município. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a quarenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. renumerados pela EC n° 1/1992. II: as alterações introduzidas neste dispositivo pelo art. ƒƒ Os incisos XI a XIV correspondem respectivamente aos primitivos incisos IX a XII. 28. 1° da EC n° 25/2000. CONSTITUIÇÃO FEDERAL X – julgamento do Prefeito perante o Tribunal de Justiça. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a sessenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. pelo menos. ƒƒ Os incisos VIII. 2° da EC n° 1/1992. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a setenta e cinco por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. relativos ao somatório da receita tributária e das transferências previstas no § 5° do art. 153 e nos arts.-TSE n° 469/2003: competência do TRE para processar e julgar prefeito por crime eleitoral. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a trinta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. 158 e 159. a) em Municípios de até dez mil habitantes. renumerados pelo art. IX – proibições e incompatibilidades. O total da despesa do Poder Legislativo Municipal.Art. Art. XIV – perda do mandato do Prefeito. 1° da EC n° 25/2000. ƒƒ Alíneas a a f acrescidas pelo art. através de manifestação de. XIII – iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município. XIV – perda do mandato do Prefeito. para os membros da Assembléia Legislativa. 29-A acrescido pelo art. XII – cooperação das associações representativas no planejamento municipal. na Constituição do respectivo Estado. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a cinqüenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. VIII – inviolabilidade dos Vereadores por suas opiniões. f) em Municípios de mais de quinhentos mil habitantes. 3°. 29-A. art. XI – organização das funções legislativas e fiscalizadoras da Câmara Municipal. no que couber. cinco por cento do eleitorado. parágrafo único. VII e VIII. ao disposto nesta Constituição para os membros do Congresso Nacional e. 99 Ac. da cidade ou de bairros. Ac. 99 O parágrafo único mencionado foi renumerado como § 1° pela EC n° 19/1998.

000. Compete aos Municípios: I – legislar sobre assuntos de interesse local. 1°. 2° da EC n° 58/2009. ƒƒ Ac. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. ƒƒ Inciso VI acrescido pelo art. sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei. com população entre 3. no que couber. população de até 100. III – enviá-lo a menor em relação à proporção fixada na Lei Orçamentária. com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado. bem como aplicar suas rendas. observada a legislação estadual. incluído o de transporte coletivo.5% (três inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com população acima de 8. organizar e suprimir distritos. 2° da EC n° 58/2009. IV – 4. III – instituir e arrecadar os tributos de sua competência. 1° da EC n° 53/2006. 30 § 2° Constitui crime de responsabilidade do Prefeito Municipal: I – efetuar repasse que supere os limites definidos neste artigo. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. III – 5% (cinco por cento) para Municípios com população entre 300. I – 7% (sete por cento) para Municípios com ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. adequado ordenamento territorial. 2° da EC n° 58/2009.001 (quinhentos mil e um) e 3. ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. § 3° Constitui crime de responsabilidade do Presidente da Câmara Municipal o desrespeito ao § 1° deste artigo.001 (trezentos mil e um) e 500. com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado. por configurar irregularidade insanável. Art. 2° da EC n° 58/2009.000 (cem mil) habitantes. VII – prestar.000 (quinhentos mil) habitantes. ou Constituição da República Federativa do Brasil .11. de 19. que tem caráter essencial. V – 4% (quatro por cento) para Municípios VI – 3. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. § 1° A Câmara Municipal não gastará mais de setenta por cento de sua receita com folha de pagamento. ƒƒ Parágrafos 1° a 3° acrescidos pelo art.-TSE. os serviços públicos de interesse local. diretamente ou sob regime de concessão ou permissão. V – organizar e prestar.2008. II – suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. II – 6% (seis por cento) para Municípios com população entre 100. 30. 2° da EC n° 58/2009. VI – manter.000.000.000.000 (cem mil) e 300. 2° da EC n° 25/2000. no REspe n° 31. IV – criar.000 (três milhões) de habitantes. incluído o gasto com o subsídio de seus Vereadores. ƒƒ Inciso V acrescido pelo art. VIII – promover.CONSTITUIÇÃO FEDERAL produzirão efeitos “a partir de 1° de janeiro do ano subsequente ao da promulgação desta emenda”.012: a não observância dos limites de gastos previstos nos incisos deste artigo atrai a inelegibilidade do art.000 (trezentos mil) habitantes. g. programas de educação infantil e de ensino fundamental.001 (oito milhões e um) habitantes. Art.000 (oito milhões) de habitantes. 2° da EC n° 58/2009.001 (três milhões e um) e 8. serviços de atendimento à saúde da população. da LC n° 64/1990.5% (quatro inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com população entre 500. I. mediante planejamento 153 Constituição Federal II – não enviar o repasse até o dia vinte de cada mês.

observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e estadual.791 e. § 1° O controle externo da Câmara Municipal DO DistRitO FEdERaL E dOs TERRitÓRiOs Do Distrito Federal CAPÍtULO V Seção I § 2° O parecer prévio. § 1° Ao Distrito Federal são atribuídas as competências legislativas reservadas aos Estados e Municípios. A fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal.-TSE. 33. 31 e controle do uso. V. V. pelo Governo do Distrito Federal.-TSE. atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição. Ac.-TSE n° 23. na forma da lei. reger-se-á por lei orgânica. 31. vedada sua divisão em Municípios.11. no AgR-RO n° 173170: ineficácia de decreto legislativo que revoga outro sem qualquer motivação. § 1° Os Territórios poderão ser divididos em Municípios. no REspe n° 35. de 30. no REspe n° 29. só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal.Art. votada em dois turnos com interstício mínimo de dez dias. no REspe n° 35. A lei disporá sobre a organização administrativa e judiciária dos Territórios.280 e. que a promulgará. à disposição de qualquer contribuinte. será exercido com o auxílio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Município ou dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios. te sessenta dias.2009. observadas as regras do art.111: impossibilidade de aprovação do parecer da Corte de Contas pelo mero decurso do prazo conferido à Câmara Municipal para julgamento. Conselhos ou órgãos de Contas Municipais.12. o qual poderá questionar-lhes a legitimidade.258/2010: afronta este dispositivo constitucional a mera revogação do decreto legislativo por critérios de oportunidade e conveniência. anualmente. no REspe n° 33. Res. § 3° Aos Deputados Distritais e à Câmara Legislativa aplica-se o disposto no art. e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo Municipal. no RO n° 1. O Distrito Federal. no que couber. Dos Territórios Seção II Art. no REspe n° 29. de 26. de 16. de 22. das polícias civil e militar e do corpo de bombeiros militar. ƒƒ Ac. para mandato de igual duração.2008.540 e. e dos Deputados Distritais coincidirá com a dos Governadores e Deputados Estaduais.9. § 2° A eleição do Governador e do ViceGovernador.2006. no REspe n° 31. § 4° É vedada a criação de Tribunais. 27.684: a edição de decreto legislativo rejeitando as contas do chefe do Poder Executivo Municipal. emitido pelo órgão competente sobre as contas que o Prefeito deve anualmente prestar. § 4° Lei federal disporá sobre a utilização.9.12. 77. ainda. o disposto no Capítulo IV deste Título.2009. desconsiderando o anterior e aprovando as contas. Ac. duran- Art. para exame e apreciação.-TSE.476: possibilidade de a Câmara Municipal declarar a nulidade do decreto legislativo em razão de vício de natureza formal. contudo. nos termos da lei. de 10. Ac. IX – promover a proteção do patrimônio his- tórico-cultural local. 32..2008.-TSE.11.2010.247: a rejeição de contas de prefeito em razão do decurso do prazo conferido à Art. mediante controle externo. do parcelamento e da ocupação do solo urbano.-TSE. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Câmara Municipal para apreciar o parecer do Tribunal de Contas não atrai a inelegibilidade cominada neste dispositivo. § 3° As contas dos Municípios ficarão. devidamente antecedido de parecer de Corte ou conselho de contas. de 6.2008. impossibilita à Câmara Municipal proferir novo decreto.10. de 19.2008.11. onde houver. de 16. e aprovada por dois terços da Câmara Legislativa. aos quais se aplicará. 154 . ƒƒ Ac.

III – pôr termo a grave comprometimento da ordem pública. III – de provimento. salvo motivo de força maior. c) autonomia municipal. nem a União nos Municípios localizados em Território Federal. I – manter a integridade nacional. exceto para: I – deixar de ser paga. ou para prover a execução de lei. ordem ou decisão judicial. direta e indireta. dependerá: Art. II – não forem prestadas contas devidas. de requisição do Supremo Tribunal Federal. ƒƒ Alínea e com redação dada pelo art. na hipótese do art. 34. III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde. V – reorganizar as finanças da unidade da Federação que: a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de dois anos consecutivos. 1° da EC n° 29/2000. IV – garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da Federação. 35. de solicitação do VI – prover a execução de lei federal. II – no caso de desobediência a ordem ou decisão judiciária. § 3° Nos Territórios Federais com mais de cem mil habitantes. 34. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. do Superior Tribunal de Justiça ou do Tribunal Superior Eleitoral. haverá órgãos judiciários de primeira e segunda instância. com parecer prévio do Tribunal de Contas da União. por dois anos consecutivos. se a coação for exercida contra o Poder Judiciário. Art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° As contas do Governo do Território serão submetidas ao Congresso Nacional. A decretação da intervenção I – no caso do art. de representação do ProcuradorGeral da República. sistema representativo e regime democrático. sem motivo de força maior. além do Governador nomeado na forma desta Constituição. b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição. a lei disporá sobre as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa. 36. IV – o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual. de ordem ou de decisão judicial. e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais. b) direitos da pessoa humana. Poder Legislativo ou do Poder Executivo coacto ou impedido. pelo Supremo Tribunal Federal. membros do Ministério Público e defensores públicos federais. II – repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra. a dívida fundada. na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde. VII – assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais: a) forma republicana. O Estado não intervirá em seus Municípios. 36 d) prestação de contas da administração pública. ou de requisição do Supremo Tribunal Federal. dentro dos prazos estabelecidos em lei. compreendida a proveniente de transferências. IV. 2° da EC n° 29/2000. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal. Da IntERvEnÇÃO Constituição da República Federativa do Brasil Art. 34. 155 Constituição Federal . na forma da lei. exceto quando: CAPÍtULO VI Art.

no prazo de vinte e quatro horas. 3° da EC n° 19/1998. far-se-á convocação extraordinária. chefia e assessoramento. e os cargos em comissão. 34. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. também.Art. o decreto limitar-se-á a suspender a execução do ato impugnado. 1° da EC n° 45/2004. o prazo e as condições de execução e que. destinam-se apenas às atribuições de direção. 3° da EC n° 19/1998. no mesmo prazo de vinte e quatro horas. as autoridades afastadas de seus cargos a estes voltarão. na forma prevista em VIII – a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. Art. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego. prorrogável uma vez. que especificará a amplitude. moralidade. se essa medida bastar ao restabelecimento da normalidade. condições e percentuais mínimos previstos em lei. Da AdMinistRaÇÃO PÚBLiCa DisposiÇÕes Gerais CAPÍtULO VII Seção I VI – é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical. e no caso de recusa à execução de lei federal. 3° da EC n° 19/1998. § 4° Cessados os motivos da intervenção. 9° da EC n° 45/2004). blico depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. 37 VII. ao seguinte: são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. por igual período. sempre na mesma data e sem distinção de índices. a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos. na carreira. impessoalidade. nomeará o interventor. publicidade e eficiência e. V – as funções de confiança. 37. será submetido à apreciação do Congresso Nacional ou da Assembléia Legislativa do Estado. se couber. exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 35. dispensada a apreciação pelo Congresso Nacional ou pela Assembléia Legislativa. III – o prazo de validade do concurso públi- co será de até dois anos. assim como aos estrangeiros. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. § 2° Se não estiver funcionando o Congresso Nacional ou a Assembléia Legislativa. na forma da lei. ou do art. dos Estados. IV – durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. observada a iniciativa privativa em cada caso. assegurada revisão geral anual. salvo impedimento legal. IX – a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. § 1° O decreto de intervenção. IV – (Revogado pelo art. empregos e funções públicas II – a investidura em cargo ou emprego pú- 156 . aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. IV. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. ƒƒ Caput e incisos I e II com redação dada pelo art. § 3° Nos casos do art. VII – o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica. VI e VII. CONSTITUIÇÃO FEDERAL lei. X – a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4° do art. I – os cargos.

a) a de dois cargos de professor. aplicando-se como limite. por servidor público não serão computados nem acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores. XVIII – a administração fazendária e seus servidores fiscais terão. XII – os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. precedência 157 Constituição Federal .-TSE. no âmbito do Poder Judiciário. em espécie. ressalvado o disposto nos incisos XI e XIV deste artigo e nos arts. não poderão exceder o subsídio mensal. ƒƒ Inciso XVII com redação dada pelo art. dentro de suas áreas de competência e jurisdição. incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza. percebidos cumulativamente ou não. técnico ou científico. no REspe n° 25. b) a de um cargo de professor com outro. de 13. e sociedades controladas. 1° da EC n° 34/2001. sociedades de economia mista. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. autárquica e fundacional. empresas públicas. pelo poder público. quando houver compatibilidade de horários. 3° da EC n° 19/1998. pensões ou outra espécie remuneratória. dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos. 153. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI: ƒƒ Inciso XVI com redação dada pelo art.129: impossibilidade de considerar simultaneamente. 3° da EC n° 19/1998. direta ou indiretamente. o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo. c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde. § 2°. 3° da EC n° 19/1998. XV – o subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são irredutíveis. suas subsidiárias. ƒƒ Inciso XIII com redação dada pelo art. aos Procuradores e aos Defensores Públicos. ƒƒ Ac. 1° da EC n° 41/2003. 3° da EC n° 19/1998. XVI – é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. exceto. III. e nos Estados e no Distrito Federal. o subsídio do Prefeito. em espécie. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal. bem como de pensão decorrente da morte de cônjuge. para fins de aferição do referido teto constitucional e consequente limitação dos valores auferidos. I.2009. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. 150. fundações. 3° da EC n° 19/1998.8. § 4°. 39. dos Estados. II. XVII – a proibição de acumular estende-se XIII – é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. 3° da EC n° 19/1998. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. a percepção de aposentadoria. aplicável este limite aos membros do Ministério Público. 3° da EC n° 19/1998. 3° da EC n° 19/1998. com profissões regulamentadas. dos membros de qualquer dos Poderes da União. Art. ƒƒ Inciso XIV com redação dada pelo art. ƒƒ Alínea a acrescida pelo art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Inciso X com redação dada pelo art. do Distrito Federal e dos Municípios. 37 XIV – os acréscimos pecuniários percebidos Constituição da República Federativa do Brasil XI – a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos. ƒƒ Inciso XV com redação dada pelo art. nos Municípios. ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. a empregos e funções e abrange autarquias. e 153. funções e empregos públicos da administração direta.

74: a infringência ao disposto neste parágrafo configura abuso de autoridade. 3° da EC n° 19/1998.504/1997. inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais. dela não podendo constar nomes. desta Constituição. em cada caso. ƒƒ V. da qualidade dos serviços. obras. 3° da EC n° 19/1998. § 3° A lei disciplinará as formas de participa- ção do usuário na administração pública direta e indireta. exercidas por servidores de carreiras específicas. dos Estados. cabendo à lei complementar. 5°. 1° da EC n° 42/2003. art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Lei n° 9. observado o disposto no art. cargo. definir as áreas de sua atuação. 158 . o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. da Lei n° 9. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. 37 sobre os demais setores administrativos. XX – depende de autorização legislativa. asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica. emprego ou função na administração pública. do Distrito Federal e dos Municípios. programas. terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada. 15. 73. na forma da lei ou convênio.Art. na forma da lei. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento. serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo. nos termos da lei. atividades essenciais ao funcionamento do Estado. I – as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral. mantidas as condições efetivas da proposta. b. as obras. XXI – ressalvados os casos especificados na legislação. assim como a participação de qualquer delas em empresa privada. VI. indireta ou fundacional e dá outras providências. § 4° Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos. § 2° A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável. a perda da função pública. emprego ou função na administração pública direta. XIX – somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública. externa e interna. regulando especialmente: ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. X e XXXIII. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. ƒƒ Inciso XIX com redação dada pelo art. sem prejuízo da ação penal cabível. serviços.504/1997: restrição à publicidade institucional nos três meses que antecedem a eleição. de sociedade de economia mista e de fundação. neste último caso. art. § 1° A publicidade dos atos. 3° da EC n° 19/1998. trativos e a informações sobre atos de governo.” (Lei de Improbidade Administrativa). ƒƒ V. compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. II – o acesso dos usuários a registros adminis- III – a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo.429/1992: “Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato. ƒƒ Inciso XXII acrescido pelo art. na forma e gradação previstas em lei. informativo ou de orientação social. a criação de subsidiárias das entidades mencionadas no inciso anterior. V. nos termos da lei. XXII – as administrações tributárias da União. ƒƒ Lei n° 8. art.

direitos. causarem a terceiros. Constituição da República Federativa do Brasil § 5° A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente. mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Orgânica. Ao servidor público da administração direta. como limite único. que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade. Art. depende de aplicação expressa e motivada pelo juízo competente e requer trânsito em julgado da decisão. emprego ou função pública. Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste artigo. 38 § 9° O disposto no inciso XI aplica-se às empresas públicas e às sociedades de economia mista.429. aplicam-se as seguintes disposições: ƒƒ Caput com redação dada pela EC n° 19/1998. e suas subsidiárias. É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. III – a remuneração do pessoal.. para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste artigo. a Lei n° 8. ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento. que receberem recursos da União. 3° da EC n° 19/1998. no exercício de mandato eletivo.92.-TSE nos 23. orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. § 8° A autonomia gerencial. ƒƒ Parágrafo 11 acrescido pelo art. que causem prejuízos ao erário. obrigações e responsabilidade dos dirigentes. autárquica e fundacional. 38. do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral. § 6° As pessoas jurídicas de direito público e § 11. 159 Constituição Federal . os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração. ƒƒ Parágrafo 9° acrescido pelo art.6. 3° da EC n° 19/1998.. 42 e 142 com a remuneração de cargo. ƒƒ Parágrafo 7° acrescido pelo art. em seu âmbito. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. Em seu art. § 12. as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei. ƒƒ Parágrafo 10 acrescido pelo art. 40 ou dos arts. 1° da EC n° 47/2005. servidor ou não. Art. § 7° A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas. a ser firmado entre seus administradores e o poder público. ƒƒ Ac.]”. 1° da EC n° 47/2005. fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar.. nessa qualidade.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ LC n° 101/2000: “Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências”. cabendo à lei dispor sobre: I – o prazo de duração do contrato.347/2004 e 811/2004: a suspensão dos direitos políticos. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores. ƒƒ Parágrafo 8° e incisos I a III acrescidos pelo art. por meio de ação de improbidade administrativa. II – os controles e critérios de avaliação de desempenho. o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça. § 10.]. ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição. dos Estados.. as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. 3° da EC n° 19/1998. 73 dispõe: “As infrações dos dispositivos desta lei complementar serão punidos segundo [. de 2. 1° da EC n° 20/1998. [. Não serão computadas. ƒƒ Parágrafo 12 acrescido pelo art.

será aplicada a norma do inciso anterior. autarquia e fundação. adicional. 160 . sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. XIX. VII. do Distrito Federal e dos Municípios disciplinará a aplicação de recursos orçamentários provenientes da economia com despesas correntes em cada órgão. ficará afastado de seu cargo. prêmio. sendolhe facultado optar pela sua remuneração. em qualquer caso. X e XI. ƒƒ Caput e §§ 1° e 2° com redação dada pelo art. I – a natureza. seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais. facultada. Seção II § 5° Lei da União. XVIII. em qualquer caso. estadual ou distrital. 39. reaparelhamento e racionalização do serviço público. emprego ou função. CONSTITUIÇÃO FEDERAL e o aperfeiçoamento dos servidores públicos. VIII. dos Estados. exceto para promoção por merecimento. os valores serão determinados como se no exercício estivesse. os Estados e o Distrito Federal manterão escolas de governo para a formação § 8° A remuneração dos servidores públicos organizados em carreira poderá ser fixada nos termos do § 4°. XI. IX. havendo compatibilidade de horários. dos Estados. III – as peculiaridades dos cargos. do Distrito Fe- Art. obedecido. e. obedecido. no caso de afastamento. verba de representação ou outra espécie remuneratória. o disposto no art. § 4° O membro de Poder. XVI. A União. DOS SERVIDORES PÚBLICOS ƒƒ Seção com a denominação alterada pelo art. o disposto no art. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. 5° da EC n° 19/1998.Art. 5° da EC n° 19/1998. os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única. III – investido no mandato de Vereador. II – investido no mandato de Prefeito. § 2° A União. 37. § 6° Os Poderes Executivo. XX. não havendo compatibilidade. perceberá as vantagens de seu cargo. Legislativo e Judiciário publicarão anualmente os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos. 37. 2° da EC n° 18/1998. IV – em qualquer caso que exija o afastamento para o exercício de mandato eletivo. deral e dos Municípios poderá estabelecer a relação entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos. para aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e produtividade. XXII e XXX. 7°. XVII. o detentor de mandato eletivo. o Distrito Federal e os Municípios instituirão conselho de política de administração e remuneração de pessoal. abono. a celebração de convênios ou contratos entre os entes federados. integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes. XIII. para isso. XII. inclusive sob a forma de adicional ou prêmio de produtividade. os Estados. emprego ou função. XV. emprego ou função. § 1° A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará: a complexidade dos cargos componentes de cada carreira. vedado o acréscimo de qualquer gratificação. § 3° Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. será afastado do cargo. 39 I – tratando-se de mandato eletivo federal. o grau de responsabilidade e II – os requisitos para a investidura. modernização. § 7° Lei da União. treinamento e desenvolvimento. constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira. podendo a lei estabelecer requisitos diferenciados de admissão quando a natureza do cargo o exigir. V – para efeito de benefício previdenciário. IV.

calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3° e 17: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. na forma da lei. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição. se mulher. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. do Distrito Federal e dos Municípios. 1° da EC n° 41/2003. 40. se mulher. e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição. por ocasião da sua concessão. mediante contribuição do respectivo ente público. § 5° Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. nos termos definidos em leis complementares. tadoria. e sessenta anos de idade. dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. § 4° É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo. 1° da EC n° 41/2003. 5° da EC n° 19/1998. moléstia profissional ou doença grave. 40 ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. § 3° Para o cálculo dos proventos de aposen- I – por invalidez permanente. por ocasião de sua concessão. no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. Art. 1° da EC n° 20/1998. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. aos setenta anos de idade. Art. ressalvados. se homem. observadas as seguintes condições: ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. § 1° Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados. 1° da EC n° 47/2005. 161 Constituição Federal . na forma da lei. II – que exerçam atividades de risco. III – voluntariamente. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário. 201. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. 1° da EC n° 20/1998. 1° da EC n° 20/1998. dos Estados. 1° da EC n° 20/1998. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. III – cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. incluídas suas autarquias e fundações. serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam este artigo e o art. exceto se decorrente de acidente em serviço. contagiosa ou incurável. I – portadores de deficiência. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Parágrafos 3° a 8° acrescidos pelo art. 1° da EC n° 41/2003. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 1° da EC n° 47/2005. os casos de servidores: ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. b) sessenta e cinco anos de idade. se homem. Constituição da República Federativa do Brasil § 2° Os proventos de aposentadoria e as pensões. 1° da EC n° 20/1998. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor. desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria. II – compulsoriamente. 1° da EC n° 41/2003.

de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público. aplica-se o regime geral de previdência social. 1° da EC n° 41/2003. o regime de previdência dos servidores públicos titulares de cargo efetivo observará. por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar. e de cargo eletivo. ƒƒ Parágrafo 8° com redação dada pelo art. 1° da EC n° 41/2003. 1° da EC n° 20/1998. e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição. ou II – ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento. 202 e seus parágrafos. para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este artigo. à soma total dos proventos de inatividade. XI. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. ƒƒ Parágrafos 9° a 14 acrescidos pelo art. em caráter permanente. 1° da EC n° 41/2003. § 12. o Distrito Federal e os Municípios. § 13. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social. esta- dual ou municipal será contado para efeito de que trata o § 14 será instituído por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo. III. conforme critérios estabelecidos em lei. CONSTITUIÇÃO FEDERAL aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. poderão fixar. caso aposentado à data do óbito.Art. A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. Além do disposto neste artigo. observado o disposto no art. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste artigo. 201. ƒƒ Parágrafo 5° com redação dada pelo art. desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo. 40 em relação ao disposto no § 1°. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. no que couber. tes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição. os Estados. § 11. os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social. caso em atividade na data do óbito. no que couber. O regime de previdência complementar de § 9° O tempo de contribuição federal. I – ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido. A União. 1° da EC n° 20/1998. § 14. 201. 37. de natureza 162 . o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. § 8° É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes. o valor real. exclusivamente. cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. § 6° Ressalvadas as aposentadorias decorren- § 7° Lei disporá sobre a concessão do benefício de pensão por morte. 201. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. a. Ao servidor ocupante. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. § 15. que será igual: ƒƒ Parágrafo 7° com redação dada pelo art. inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos. 1° da EC n° 20/1998. § 10. Aplica-se o limite fixado no art.

III. 41 proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. § 19. O servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1°. sem direito a indenização. § 3°. na forma da lei. será ele reintegrado. na forma da lei.CONSTITUIÇÃO FEDERAL pública. § 2° Invalidada por sentença judicial a demis- são do servidor estável. ƒƒ Caput e §§ 1° a 3° com redação dada pelo art. o disposto nos §§ 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar. e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no § 1°. ƒƒ Parágrafo 16 acrescido pelo art. 6° da EC n° 19/1998. Art. II – mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. ressalvado o disposto no art. assegurada ampla defesa. III – mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. sa opção. até seu adequado aproveitamento em outro cargo. com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos. se estável. ƒƒ Parágrafos 17 a 20 acrescidos pelo art. Art. § 17. § 1° O servidor público estável só perderá o cargo: siderados para o cálculo do benefício previsto no § 3° serão devidamente atualizados. é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. 201 desta Constituição. for portador de doença incapacitante. 142. quando o beneficiário. a. § 18. e de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal. e o eventual ocupante da vaga. 201. X. § 21. 1° da EC n° 41/2003. II. § 20. com remuneração proporcional ao tempo de serviço. ƒƒ Parágrafo 15 com redação dada pelo art. 163 Constituição Federal § 16. reconduzido ao cargo de origem. Todos os valores de remuneração con- I – em virtude de sentença judicial transitada em julgado. Somente mediante sua prévia e expres- Constituição da República Federativa do Brasil . 1° da EC n° 47/2005. ƒƒ Parágrafo 21 acrescido pelo art. que oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida. 1° da EC n° 20/1998. 1° da EC n° 41/2003. na forma de lei complementar. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de § 4° Como condição para a aquisição da estabilidade. § 3° Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade. o servidor estável ficará em disponibilidade. 41. 6° da EC n° 19/1998.

ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pela EC n° 20/1998. § 5° (Revogado pela EC n° 18/98). de fontes de água e de pequena irrigação. 14. 164 . IV – prioridade para o aproveitamento econômico e social dos rios e das massas de água represadas ou represáveis nas regiões de baixa renda. Art. 6° da EC n° 19/1998. sujeitas a secas periódicas. na forma da lei: I – igualdade de tarifas. § 2° Os incentivos regionais compreenderão. § 11. na forma da lei. 142. § 3°. § 3° (Revogado pela EC n° 18/98). do art. (Revogado pela EC n° 18/98). em suas glebas. Para efeitos administrativos. § 7° (Revogado pela EC n° 18/98). (Revogado pela EC n° 18/98). § 1° Lei complementar disporá sobre: I – as condições para integração de regiões em desenvolvimento. do Distrito Federal e dos Territórios aplica-se o que for fixado em lei específica do respectivo ente estatal. § 8°. §§ 2° e 3°. 42. IV. a União incentivará a recuperação de terras áridas e cooperará com os pequenos e médios proprietários rurais para o estabelecimento. II – a composição dos organismos regionais que executarão. § 2° Aos pensionistas dos militares dos Es- tados. do Distrito Federal e dos Territórios. III – isenções. 142. § 1° Aplicam-se aos militares dos Estados. e do art. visando a seu desenvolvimento e à redução das desigualdades regionais. § 4° (Revogado pela EC n° 18/98). sendo as patentes dos oficiais conferidas pelos respectivos Governadores. reduções ou diferimento temporário de tributos federais devidos por pessoas físicas ou jurídicas. 43. 1° da EC n° 41/2003. instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina. § 10. § 6° (Revogado pela EC n° 18/98). ƒƒ Caput com redação dada pelo art. integrantes dos planos nacionais de desenvolvimento econômico e social. § 8° (Revogado pela EC n° 18/98). CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 9° (Revogado pela EC n° 18/98). 2° da EC n° 18/1998. as disposições do art. § 9°. do Distrito Federal e dos Territórios ƒƒ Seção com a denominação alterada pela EC n° 18/1998. II – juros favorecidos para financiamento de atividades prioritárias. fretes. são militares dos Estados. além de outros. 40. inciso X. além do que vier a ser fixado em lei. aprovados juntamente com estes. § 3° Nas áreas a que se refere o § 2°. Seção III Seção IV Art. seguros e outros itens de custos e preços de responsabilidade do Poder Público. 42 ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. do Distrito Federal e dos Territórios. cabendo a lei estadual específica dispor sobre as matérias do art. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. Das RegiÕes Dos Militares dos Estados. os planos regionais.Art. a União poderá articular sua ação em um mesmo complexo geoeconômico e social. Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares.

O Poder Legislativo é exercido pelo a sanção do Presidente da República. as deliberações de cada Casa e de suas Comissões serão tomadas por maioria XI – criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública. 165 Constituição Federal Art. 49. 45. dívida pública e emissões de curso forçado. 44. 46. eleitos. com mandato de oito anos. alternadamente. em cada Estado. b. observado o que estabelece o art. Salvo disposição constitucional em contrário. de quatro anos. § 1° Cada Estado e o Distrito Federal elegerão três Senadores. bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal. III – fixação e modificação do efetivo das Forças Armadas. da Constituição Federal”. de representantes do povo. 45. § 1° O número total de Deputados. transformação e extinção de cargos. será estabelecido por lei complementar. VII – transferência temporária da sede do Governo Federal. 51 e 52. Art. IV – planos e programas nacionais. II – plano plurianual. V – limites do território nacional. O Senado Federal compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Federal. com Constituição da República Federativa do Brasil . 48 dos votos. operações de crédito. espaço aéreo e marítimo e bens do domínio da União. no ano anterior às eleições. ƒƒ LC n° 78/1993: “Disciplina a fixação do número de deputados. não exigida esta para o especificado nos arts. para que nenhuma daquelas unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de setenta Deputados. Art. VI. orçamento anual. eleitos segundo o princípio majoritário. judiciária. em cada Território e no Distrito Federal. 47. do Ministério Público e da Defensoria Pública da União e dos Territórios e organização judiciária. por um e dois terços. X – criação. § 3° Cada Senador será eleito com dois suplentes. ouvidas as respectivas Assembléias Legislativas. CAPÍtULO I Seção I Seção II Art. IX – organização administrativa. empregos e funções públicas. Cada legislatura terá a duração Art. que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. especialmente sobre: Parágrafo único. dispor sobre todas as matérias de competência da União. do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal. proporcionalmente à população. arrecadação e distribuição de rendas. Cabe ao Congresso Nacional. 1° da EC n° 32/2001. procedendo-se aos ajustes necessários. 84.CONSTITUIÇÃO FEDERAL TÍtULO IV Art. A Câmara dos Deputados compõe-se I – sistema tributário. § 2° A representação de cada Estado e do Distrito Federal será renovada de quatro em quatro anos. diretrizes orçamentárias. § 2° Cada Território elegerá quatro Deputados. VIII – concessão de anistia. regionais e setoriais de desenvolvimento. Das AtriBuiÇÕes do Congresso Nacional Da ORGaniZaÇÃO dOs POdEREs DO POdER LEGisLativO Do Congresso Nacional Congresso Nacional. 48. subdivisão ou desmembramento de áreas de Territórios ou Estados. § 1°. presente a maioria absoluta de seus membros. ƒƒ Inciso X com redação dada pelo art. VI – incorporação. nos termos do art. pelo sistema proporcional.

a celebrar a paz. 37. IV – aprovar o estado de defesa e a intervenção federal. ou qualquer de suas Comissões. ƒƒ Inciso VIII com redação dada pelo art. II. poderão convocar Ministro de Estado ou quaisquer titulares de órgãos diretamente subordinados à Presidência da República para prestarem. XI. XVII – aprovar. 153. XIV – aprovar iniciativas do Poder Executivo referentes a atividades nucleares. III. 49 ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. 153. XIV – moeda. XIII – escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União. informações sobre assunto previamente determinado. e 153. § 4°. incluídos os da administração indireta. XIII – matéria financeira. observado o que dispõem os arts. IX – julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo. XII – apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. VI – mudar temporariamente sua sede. ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. a alienação ou concessão de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares. a exploração e o aproveitamento de recursos hídricos e a pesquisa e lavra de riquezas minerais. observado o que dispõem os arts. ou suspender qualquer uma dessas medidas. II – autorizar o Presidente da República a declarar guerra. quando a ausência exceder a quinze dias. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. V – sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa. 1° da EC n° 41/2003. XV – autorizar referendo e convocar plebiscito. I. 150. 8° da EC n° 19/1998. importando em crime de responsabilidade a ausência sem justificação adequada. e 153. diretamente. pessoalmente. III – autorizar o Presidente e o Vice-Presidente da República a se ausentarem do País. 39. e montante da dívida mobiliária federal. observado o que dispõem os arts. 166 . 150. I – resolver definitivamente sobre tratados. XVI – autorizar. previamente. VII – fixar idêntico subsídio para os Deputados Federais e os Senadores. XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes. instituições financeiras e suas operações. § 2°. § 4°. os atos do Poder Executivo. II. autorizar o estado de sítio. 49. cambial e monetária. ressalvados os casos previstos em lei complementar. XI. § 2°. Vice-Presidente da República e dos Ministros de Estado. É da competência exclusiva do Congresso Nacional: acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. III. Art. X – fiscalizar e controlar.Art. 8° da EC n° 19/1998. 153. § 2°. CONSTITUIÇÃO FEDERAL VIII – fixar os subsídios do Presidente e do XII – telecomunicações e radiodifusão. 50. XV – fixação do subsídio dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. 39. 37. e 153. Art. II. 1° da EC n° 32/2001. a permitir que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. I. III. § 4°. 150. 39. I. A Câmara dos Deputados e o Senado Federal. seus limites de emissão. em terras indígenas. ou por qualquer de suas Casas.

II – proceder à tomada de contas do Presidente da República. V – autorizar operações externas de natureza ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público. Compete privativamente ao Senado Federal: I – processar e julgar o Presidente e o Vice- Presidente da República nos crimes de responsabilidade. observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. Compete privativamente à Câmara dos Deputados: III – aprovar previamente. 9° da EC n° 19/1998. por voto secreto. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. Art. a escolha de: a) Magistrados. IV – aprovar previamente. por sua iniciativa e mediante entendimentos com a Mesa respectiva. I – autorizar. bem como a prestação de informações falsas. 1° da EC n° 45/2004. 51. funcionamento. b) Ministros do Tribunal de Contas da União indicados pelo Presidente da República. limites globais para o montante da 167 Constituição Federal § 1° Os Ministros de Estado poderão comparecer ao Senado Federal. VII. empregos e funções de seus serviços. financeira. no prazo de trinta dias. c) Governador de Território. bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha. ou a qualquer de suas Comissões. dos Estados. V – eleger membros do Conselho da República. por voto secreto. Art. para expor assunto de relevância de seu Ministério. . do Distrito Federal. nos casos estabelecidos nesta Constituição. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. dos Territórios e dos Municípios. a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado. IV – dispor sobre sua organização. por proposta do Presidente da República. 1° da EC n° 23/1999. 52 Seção IV Constituição da República Federativa do Brasil DO SENADO FEDERAL § 2° As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal poderão encaminhar pedidos escritos de informação a Ministros de Estado ou a qualquer das pessoas referidas no caput deste artigo. e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração. de interesse da União.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Caput com redação dada pelo art. após argüição pública. III – elaborar seu regimento interno. VI – fixar. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. importando em crime de responsabilidade a recusa. após argüição em sessão secreta. e) Procurador-Geral da República. 89. 52. o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade. do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles. a escolha dos chefes de missão diplomática de caráter permanente. 2° da ECR n° 2/1994. polícia. quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. 1° da ECR n° 2/1994. f) titulares de outros cargos que a lei determinar. criação. à Câmara dos Deputados. transformação ou extinção dos cargos. por dois terços de seus mem- bros. Da CÂmara dos Deputados Seção III II – processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal. ou o não atendimento. Art. nos termos do art. d) Presidente e diretores do banco central.

que. desde a expedição do diploma. dependerá de prévia licença da Casa respectiva. XV – avaliar periodicamente a funcionalidade do Sistema Tributário Nacional. nos termos do art. e o desempenho das administrações tributárias da União. no todo ou em parte. de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal. os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos. salvo em flagrante de crime inafiançável. empregos e funções de seus serviços. resolva sobre a prisão. serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros. dos Estados. § 6° Os Deputados e Senadores não serão obrigados a testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato. § 1° Os Deputados e Senadores. 89. civil e penalmente. por oito anos. limitando-se a condenação. do ProcuradorGeral da República antes do término de seu mandato. por maioria absoluta e por voto secreto. § 2° Desde a expedição do diploma. embora militares e ainda que em tempo de guerra. X – suspender a execução. pelo voto da maioria de seus membros. § 3° Recebida a denúncia contra Senador ou Deputado. a exoneração. VII. dos Estados. XI – aprovar. IX – estabelecer limites globais e condições para o montante da dívida mobiliária dos Estados. Nos casos previstos nos incisos I e II. polícia. enquanto durar o mandato. XIV – eleger membros do Conselho da República. CONSTITUIÇÃO FEDERAL do Supremo Tribunal Federal. 1° da EC n° 42/2003. 53 dívida consolidada da União. dos Estados e do Distrito Federal e dos Municípios. criação. nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações. Dos Deputados e dos Senadores VII – dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União. de ofício. Os Deputados e Senadores são invio- láveis. do Distrito Federal e dos Municípios. ƒƒ Inciso XIII com redação dada pelo art. do Distrito Federal e dos Municípios. com inabilitação. por crime ocorrido após a diplomação. ƒƒ Inciso XV acrescido pelo art. § 4° O pedido de sustação será apreciado pela Casa respectiva no prazo improrrogável de quarenta e cinco dias do seu recebimento pela Mesa Diretora. sustar o andamento da ação. do Distrito Federal e dos Municípios. para que. sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis. à perda do cargo.Art. Parágrafo único. 10 da EC n° 19/1998. o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva. XII – elaborar seu regimento interno. § 5° A sustação do processo suspende a prescrição. funcionamento. os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Casa respectiva. em sua estrutura e seus componentes. por quaisquer de suas opiniões. funcionará como Presidente o § 7° A incorporação às Forças Armadas de Deputados e Senadores. que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal. e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração. de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal. 53. até a decisão final. palavras e votos. poderá. Seção V VIII – dispor sobre limites e condições para a concessão de garantia da União em operações de crédito externo e interno. 168 . transformação ou extinção dos cargos. para o exercício de função pública. observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. XIII – dispor sobre sua organização. Art. Nesse caso.

§ 1° É incompatível com o decoro parlamentar. sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público. de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros. II e VI.5.526/2007: preservação.600/2007: entendimento aplicável às vagas obtidas pelo sistema majoritário. salvo licença ou missão por esta autorizada. b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis ad nutum. de 12. a. Perderá o mandato o Deputado ou ƒƒ Res. a perda Art. no caso de transferência para agremiação partidária integrante da coligação pela qual o candidato elegeu-se. ƒƒ Ac. Senador: VI – que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.2011. II – desde a posse: a) ser proprietários.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 8° As imunidades de Deputados ou Art. controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público. Art. mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional.-TSE n° 22.610/2007: regulamentação dos processos de perda de cargo eletivo e de justificação de desfiliação partidária. Res. ou de partido 169 Constituição Federal Senadores subsistirão durante o estado de sítio. inclusive os de que sejam demissíveis ad nutum. Res. à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer. Constituição da República Federativa do Brasil . também. c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I. 55 nos 22. do direito à vaga obtida pelo sistema proporcional na hipótese de pedido de cancelamento de filiação ou de transferência do candidato eleito para agremiação partidária diversa. o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas. que sejam incompatíveis com a execução da medida. por voto secreto e maioria absoluta. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art. do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal. V – quando o decretar a Justiça Eleitoral.563/2007 e 22. a perda será declarada pela Mesa da Casa respectiva. em cada ses- são legislativa. no AgR-AC n° 19326: “A decisão da Justiça Eleitoral de comunicação de perda de direitos políticos ao Poder Legislativo tem eficácia imediata”. nos casos previstos nesta Constituição.-TSE. Os Deputados e Senadores não poderão: I – desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo. só podendo ser suspensas mediante o voto de dois terços dos membros da Casa respectiva. III – que deixar de comparecer. II – cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar. autarquia.-TSE n° 22. ou função ou emprego remunerado. 55. empresa pública. além dos casos definidos no regimento interno. b) aceitar ou exercer cargo.-TSE § 3° Nos casos previstos nos incisos III a V. nas entidades constantes da alínea anterior: I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior.580/2007: preservação da vaga. ou nela exercer função remunerada. a. 54. salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes. IV – que perder ou tiver suspensos os direitos políticos. nas entidades referidas no inciso I. 1° da EC n° 35/2001. pelos partidos políticos e coligações partidárias. ƒƒ Res. § 2° Nos casos dos incisos I.-TSE n° 22. assegurada ampla defesa. nos casos de atos praticados fora do recinto do Congresso Nacional.

na Capital Federal. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. III – receber o compromisso do Presidente e do Vice-Presidente da República. nos termos deste artigo. § 2° Ocorrendo vaga e não havendo suplente. a partir de 1° de fevereiro.Art. II – pelo Presidente da República. I – pelo Presidente do Senado Federal. § 1° O suplente será convocado nos casos de vaga. o Deputado ou Senador poderá optar pela remuneração do mandato. desde que. alternadamente. Secretário de Estado. 99 Depreende-se do contexto que. de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1° de agosto a 22 de dezembro. pelos Presidentes da Câmara dos Deputados e do 170 . no primeiro ano da legislatura. a Câmara dos Deputados e o Senado Federal reunir-se-ão em sessão conjunta para: I – inaugurar a sessão legislativa. 1° da EC n° 50/2006. do texto original. na expressão “de faltarem mais de quinze meses”. II – licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença. vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subseqüente. § 4° Cada uma das Casas reunir-se-á em sessões preparatórias. para a posse de seus membros e eleição das respectivas Mesas. 1° da EC n° 50/2006. far-se-á eleição para preenchê-la de faltarem mais de quinze meses para o término do mandato. pelos ocupantes de cargos equivalentes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. ƒƒ Parágrafo acrescido pela ECR n° 6/1994. anualmente. para mandato de 2 (dois) anos. Das ReuniÕes § 6° A convocação extraordinária do Congresso Nacional far-se-á: Seção VI Art. de interesse particular. II – elaborar o regimento comum e regular a criação de serviços comuns às duas Casas. do Distrito Federal. quando recaírem em sábados. IV – conhecer do veto e sobre ele deliberar. de pedido de autorização para a decretação de estado de sítio e para o compromisso e a posse do Presidente e do Vice-Presidente da República. § 5° A Mesa do Congresso Nacional será presidida pelo Presidente do Senado Federal. ou para tratar. 56. Governador de Território. sem remuneração. Art. domingos ou feriados. terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os §§ 2° e 3°. § 3° Além de outros casos previstos nesta Constituição. de investidura em funções previstas neste artigo ou de licença superior a cento e vinte dias. de Território. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. serão transferidas para o primeiro dia útil subseqüente. 56 político representado no Congresso Nacional. § 2° A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias. o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa. de Prefeitura de capital ou chefe de missão diplomática temporária. Não perderá o mandato o Deputado ou Senador: I – investido no cargo de Ministro de Estado. O Congresso Nacional reunir-se-á. 57. no lugar da conjunção “se”. assegurada ampla defesa. o vocábulo “de” foi usado. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° As reuniões marcadas para essas datas § 4° A renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do mandato. § 3° Na hipótese do inciso I. neste caso. e os demais cargos serão exercidos. em caso de decretação de estado de defesa ou de intervenção federal. por engano.

Congresso Nacional somente deliberará sobre a matéria para a qual foi convocado. em caso de urgência ou interesse público relevante. I – emendas à Constituição. cuja composição reproduzirá. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. em razão da convocação. § 7° Na sessão legislativa extraordinária. para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Senado Federal ou a requerimento da maioria dos membros de ambas as Casas. 1° da EC n° 50/2006. eleita por suas Casas na última sessão ordinária do período legislativo. cabe: Seção VIII Subseção I Art. § 3° As comissões parlamentares de inquérito. 59 III – convocar Ministros de Estado para Constituição da República Federativa do Brasil prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições. Art. ressalvada a hipótese do § 8° deste artigo. tanto quanto possível. com atribuições definidas no regimento comum. serão elas automaticamente incluídas na pauta da convocação. O processo legislativo compreende a elaboração de: I – discutir e votar projeto de lei que dispen- sar. salvo se houver recurso de um décimo dos membros da Casa. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas. se for o caso. planos nacionais. 1° da EC n° 50/2006. Do Processo Legislativo DisposiÇão Geral § 8° Havendo medidas provisórias em vigor na data de convocação extraordinária do Congresso Nacional. mediante requerimento de um terço de seus membros. quanto possível. serão criadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. sendo suas conclusões. § 4° Durante o recesso. a representação proporcional dos partidos ou dos blocos parlamentares que participam da respectiva Casa. . § 2° Às comissões. para a apuração de fato determinado e por prazo certo. II – realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil. IV – leis delegadas. vedado o pagamento de parcela indenizatória. 1° da EC n° 32/2001. a competência do Plenário. reclamações. é assegurada. 171 Constituição Federal IV – receber petições. O Congresso Nacional e suas Casas terão comissões permanentes e temporárias. 58. encaminhadas ao Ministério Público. ƒƒ Parágrafo 8° acrescido pelo art. além de outros previstos nos regimentos das respectivas Casas. que terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. VI – apreciar programas de obras. § 1° Na constituição das Mesas e de cada Comissão. ƒƒ Parágrafo 7° com redação dada pelo art. Das ComissÕes Seção VII Art. regionais e setoriais de desenvolvimento e sobre eles emitir parecer. em razão da matéria de sua competência. na forma do regimento. haverá uma Comissão representativa do Congresso Nacional. III – leis ordinárias. II – leis complementares. 59. o V – solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. constituídas na forma e com as atribuições previstas no respectivo regimento ou no ato de que resultar sua criação. em todas as hipóteses deste inciso com a aprovação da maioria absoluta de cada uma das Casas do Congresso Nacional. em conjunto ou separadamente. a proporcionalidade da representação partidária.

na urna eletrônica. c) servidores públicos da União e Territórios. em tese. I – fixem ou modifiquem os efetivos das II – disponham sobre: a) criação de cargos. 60. ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos. Subseção II Subseção III Das Leis Art. Art.-TSE. secreto. em dois turnos. § 5° A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. II – o voto direto. VI. redação. 84. VI – decretos legislativos. manifestando-se. 172 . três quintos dos votos dos respectivos membros. de estado de defesa ou de estado de sítio. IV – os direitos e garantias individuais. do Senado Federal ou do Congresso Nacional. de 2. funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração. com o respectivo número de ordem. b) organização administrativa e judiciária. matéria tributária e orçamentária. ƒƒ Ac. cada uma delas. observado o disposto no art. 3° da EC n° 18/1998. alteração e consolidação das leis. III – de mais da metade das Assembléias Legislativas das unidades da Federação.Art. bem como normas gerais para a organização do Ministério Público e da Defensoria Pública dos Estados. do Distrito Federal e dos Territórios. § 1° A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal. ao Presidente da República.9. § 3° A emenda à Constituição será promulga- da pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. universal e periódico. ao Supremo Tribunal Federal. § 1° São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que: Forças Armadas. de emenda tendente a abolir: § 4° Não será objeto de deliberação a proposta I – a forma federativa de Estado. 61. aos Tribunais Superiores. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. provimento de cargos. o afastamento do sigilo. de um único voto. 60 V – medidas provisórias. estabilidade e aposentadoria. seu regime jurídico. no PA n° 108906: cômputo. Lei complementar disporá sobre a elaboração. VII – resoluções. no mínimo. dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. pela maioria relativa de seus membros. § 2° A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional. considerando-se aprovada se obtiver. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta: I – de um terço. A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados. II – do Presidente da República. d) organização do Ministério Público e da Defensoria Pública da União. na forma e nos casos previstos nesta Constituição. em ambos. ainda que isso implique. Parágrafo único. Da Emenda À ConstituiÇão CONSTITUIÇÃO FEDERAL III – a separação dos Poderes.2010. e) criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública. serviços públicos e pessoal da administração dos Territórios.

1° da EC n° 32/2001. IV. ressalvado o previsto no art. ƒƒ Alínea f acrescida pelo art. 1° da EC n° 32/2001. provimento de cargos. suspendendo-se durante os períodos de recesso do Congresso Nacional. b) direito penal. as relações jurídicas delas decorrentes. § 2° Medida provisória que implique instituição ou majoração de impostos. § 3° As medidas provisórias. distribuído pelo menos por cinco Estados. Art. II.709/1998: “Regulamenta a execução do disposto nos incisos I. cidadania. § 1° É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte se houver sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada. no prazo de sessenta dias. de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro. 167. 62. devendo o Congresso Nacional disciplinar. ressalvado o disposto nos §§ 11 e 12 perderão eficácia. partidos políticos e Direito Eleitoral. 62 II – que vise a detenção ou seqüestro de Constituição da República Federativa do Brasil f) militares das Forças Armadas. c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Alínea e com redação dada pelo art. II e III do art. devendo submetêlas de imediato ao Congresso Nacional. por decreto legislativo. IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. remuneração. § 4° O prazo a que se refere o § 3° contar-se-á I – relativa a: a) nacionalidade. uma vez por igual período. em cada uma das Casas do Congresso Nacional. processual penal e processual civil. um por cento do eleitorado nacional. prorrogável. § 7° Prorrogar-se-á uma única vez por igual período a vigência de medida provisória que. 1° da EC n° 32/2001. estabilidade. desde a edição. ƒƒ Inciso I e alíneas a a d acrescidos pelo art. orçamento e créditos adicionais e suplementares. no mínimo. 1° da EC n° 32/2001. § 2° A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por. da publicação da medida provisória. exceto os previstos nos arts. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. V. até que se ultime a votação. e 154. nos termos do § 7°. 1° da EC n° 32/2001. III – reservada a lei complementar. a carreira e a garantia de seus membros. seu regime jurídico. ƒƒ Incisos II a IV acrescidos pelo art. II. com força de lei. entrará em regime de urgência. d) planos plurianuais. promoções. ficando sobrestadas. Em caso de relevância e urgência. subseqüentemente. 153. 14 da Constituição Federal”. Art. ƒƒ Lei n° 9. reforma e transferência para a reserva. todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando. o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias. § 3°. § 6° Se a medida provisória não for apreciada em até quarenta e cinco dias contados de sua publicação. direitos políticos. contado de sua 173 Constituição Federal . § 5° A deliberação de cada uma das Casas do Congresso Nacional sobre o mérito das medidas provisórias dependerá de juízo prévio sobre o atendimento de seus pressupostos constitucionais. bens. diretrizes orçamentárias. 3° da EC n° 18/1998. se não forem convertidas em lei no prazo de sessenta dias. I. com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles.

66. dentro de quarenta e oito horas. Sendo o projeto emendado. I – nos projetos de iniciativa exclusiva do Pre- § 1° Se o Presidente da República considerar o sidente da República. projeto. voltará à Casa iniciadora. § 8° As medidas provisórias terão sua votação iniciada na Câmara dos Deputados. de inciso ou de alínea. Art. o sancionará. que. A Casa na qual tenha sido concluída a Art. esta manter-se-á integralmente em vigor até que seja sancionado ou vetado o projeto. no todo ou em parte. Aprovado projeto de lei de conversão alterando o texto original da medida provisória. o silêncio do Presidente da República importará sanção. ƒƒ Parágrafos 2° a 12 acrescidos pelo art. ou arquivado. de lei de iniciativa do Presidente da República. § 4° Os prazos do § 2° não correm nos períodos de recesso do Congresso Nacional.Art. 1° da EC n° 32/2001. cada qual sucessivamente. § 1° O Presidente da República poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa. em um só turno de discussão e votação. do Senado Federal. em até quarenta e cinco dias. de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo. se a Casa revisora o aprovar. na mesma sessão legislativa. §§ 3° e 4°. as relações jurídicas constituídas e decorrentes de atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidas. A discussão e votação dos projetos § 2° O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. 166. observado quanto ao mais o disposto no parágrafo anterior. não tiver a sua votação encerrada nas duas Casas do Congresso Nacional. 63. Art. a Câmara dos Deputados e o Senado Federal não se manifestarem sobre a proposição. dentro de trinta dias a contar de seu 174 . ressalvado o disposto no art. Não será admitido aumento da despesa prevista: votação enviará o projeto de lei ao Presidente da República. do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores terão início na Câmara dos Deputados. inconstitucional ou contrário ao interesse público. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° Se. É vedada a reedição. com exceção das que tenham prazo constitucional determinado. II – nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara dos Deputados. aquiescendo. ao Presidente do Senado Federal os motivos do veto. § 10. no prazo de quinze dias úteis. § 12. sobrestar-se-ão todas as demais deliberações legislativas da respectiva Casa. pelo plenário de cada uma das Casas do Congresso Nacional. Art. O projeto de lei aprovado por uma Casa será revisto pela outra. § 9° Caberá à comissão mista de Deputados e Senadores examinar as medidas provisórias e sobre elas emitir parecer. § 3° A apreciação das emendas do Senado Federal pela Câmara dos Deputados far-se-á no prazo de dez dias. 65. até que se ultime a votação. dos Tribunais Federais e do Ministério Público. se o rejeitar. § 3° Decorrido o prazo de quinze dias. em sessão separada. Parágrafo único. 1° da EC n° 32/2001. 64. antes de serem apreciadas. vetá-lo-á total ou parcialmente. de parágrafo. contados da data do recebimento. § 4° O veto será apreciado em sessão conjunta. Não editado o decreto legislativo a que se refere o § 3° até sessenta dias após a rejeição ou perda de eficácia de medida provisória. no caso do § 1°. e comunicará. nem se aplicam aos projetos de código. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. e enviado à sanção ou promulgação. § 11. 63 publicação.

até sua votação final. para promulgação. § 5° Se o veto não for mantido. operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta. I – organização do Poder Judiciário e do Mi- II – nacionalidade. com a redação dada pelo art. A matéria constante de projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. ao qual compete: ƒƒ Lei n° 8. financeira. As leis delegadas serão elaboradas pelo Presidente da República. ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo art. art. mediante proposta da maioria absoluta dos membros de qualquer das Casas do Congresso Nacional. que deverá solicitar a delegação ao Congresso Nacional. ou que. 68. será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. III – planos plurianuais. o Presidente do Senado a promulgará. guarde. e pelo sistema de controle interno de cada Poder. nem a legislação sobre: nistério Público. pública ou privada. caberá ao Vice-Presidente do Senado fazê-lo. que utilize. Constituição da República Federativa do Brasil § 6° Esgotado sem deliberação o prazo estabelecido no § 4°. Da FiscaliZaÇão ContÁBil. nos casos dos §§ 3° e 5°. LC n° 64/1990. sobrestadas as demais proposições. 67. § 3° Se a resolução determinar a apreciação do projeto pelo Congresso Nacional. ao Presidente da República.443/1992: “Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União e dá outras providências”. Art. só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores. direitos individuais. 1° da EC n° 32/2001. mediante controle externo. orçamentária. diretrizes orçamentárias e orçamentos. gerencie ou administre dinheiros. A fiscalização contábil. 175 Constituição Federal . e. a cargo do Congresso Nacional. Parágrafo único. que especificará seu conteúdo e os termos de seu exercício. em nome desta. a carreira e a garantia de seus membros. de competência exclusiva do Congresso Nacional.CONSTITUIÇÃO FEDERAL recebimento. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica. § 1° Não serão objeto de delegação os atos Art. será o projeto enviado. este a fará em votação única. bens e valores públicos ou pelos quais a União responda. § 2° A delegação ao Presidente da República terá a forma de resolução do Congresso I – apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República. As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta. assuma obrigações de natureza pecuniária. mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento. O controle externo. economicidade. I. 1°. em escrutínio secreto. Art. a matéria reservada à lei complementar. arrecade. os de competência privativa da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. será exercida pelo Congresso Nacional. 71. quanto à legalidade. g. 71 Nacional. na mesma sessão legislativa. Art. 2° da LC n° 135/2010: inelegibilidade em razão de rejeição de contas relativas ao exercício de cargos e funções públicas que configure ato doloso de improbidade administrativa. se este não o fizer em igual prazo. 70. Financeira e OrÇamentÁria Seção IX § 7° Se a lei não for promulgada dentro de quarenta e oito horas pelo Presidente da República. 69. o veto será colocado na ordem do dia da sessão imediata. legitimidade. 12 da EC n° 19/1998. vedada qualquer emenda. Art. políticos e eleitorais. cidadania. Art.

-TSE. inspeções e auditorias de natureza contábil. o Tribunal decidirá a respeito. de 12.2. de 14. de 10. ajuste ou outros instrumentos congêneres. 72 ƒƒ Ac. II – julgar as contas dos administradores VIII – aplicar aos responsáveis. por qualquer de suas Casas. orçamentária.2009. no REspe n° 32. multa proporcional ao dano causado ao erário. ou por qualquer das respectivas Comissões. 1° da Res. § 4° O Tribunal encaminhará ao Congresso Nacional. a legalidade § 1° No caso de contrato. de Comissão técnica ou de inquérito. de imediato. XI – representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.Art. no REspe n° 31. 166. VII – prestar as informações solicitadas e demais responsáveis por dinheiros. ainda que no exercício da função de ordenador de despesas. pelo Congresso Nacional.494/2007. de 6. se não atendido. as sanções previstas em lei. do Senado Federal.2009.4. incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. bem como a das concessões de aposentadorias. no REspe n° 34. operacional e patrimonial. de 6. por iniciativa própria. X – sustar. no REspe n° 32. dos atos de admissão de pessoal.-TCU n° 241/2011.2009. de forma direta ou indireta. 72. ao Poder Executivo as medidas cabíveis. ƒƒ Ac.424/1996 e 11. e demais entidades referidas no inciso II. § 2° Se o Congresso Nacional ou o Poder Executivo. ao Distrito Federal ou a Município. financeira. ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório. orçamentária.-TSE. Art.488 e. art.10.772: competência dos tribunais de contas dos estados caso inexistente repasse de recursos financeiros pela União para complementação do valor mínimo por aluno a que alude as leis nos 9. §1°. IV – realizar. sobre a fiscalização contábil.516. V – fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe. operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas. em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas. excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão. que estabelecerá. a Estado. relatório de suas atividades. IX – assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. bens e valores públicos da administração direta e indireta.11.2.160 e. no prazo de noventa dias. trimestral e anualmente.11. no REspe n° 29. da Câmara dos Deputados. Executivo e Judiciário. e as contas daqueles que derem causa a perda. acordo. Ac. que solicitará. incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal. reformas e pensões. extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público. comunicando a decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo. não efetivar as medidas previstas no parágrafo anterior.981: competência do Poder Legislativo para julgamento das contas de gestão prestadas pelo chefe do Poder Executivo. III – apreciar.2008. na administração direta e indireta. financeira. A Comissão mista permanente a que se refere o art. de 25. ƒƒ V. diante de indícios de despesas não autorizadas.-TSE. a qualquer título. se verificada ilegalidade. ainda que sob a 176 . no REspe n° 30. nos termos do tratado constitutivo. § 3° As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de título executivo. entre outras cominações. CONSTITUIÇÃO FEDERAL VI – fiscalizar a aplicação de quaisquer re- cursos repassados pela União mediante convênio.019: competência do Tribunal de Contas da União para processar e julgar as contas relativas à aplicação de recursos do Fundef. o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional.2008.2008. a execução do ato impugnado. para fins de registro.

impedimentos.CONSTITUIÇÃO FEDERAL forma de investimentos não programados ou de subsídios não aprovados. 1° da EC n° 20/1998. segundo os critérios de antigüidade e merecimento. ou considerados estes insuficientes. poderá solicitar à autoridade governamental responsável que. financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal. Art. 96. prerrogativas. exercendo. quanto à aposentadoria e pensão. União serão escolhidos: § 1° Os responsáveis pelo controle interno. bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado. 74 II – dois terços pelo Congresso Nacional. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade. quando em substituição a Art. terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e. as normas constantes do art. III – notórios conhecimentos jurídicos. I – mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União. vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça. indicados em lista tríplice pelo Tribunal. 177 Constituição Federal § 1° Não prestados os esclarecimentos. quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional. sob pena de responsabilidade solidária. aplicando-se-lhes. quanto à eficácia e eficiência. Constituição da República Federativa do Brasil . tem sede no Distrito Federal. associação ou sindicato é parte legítima para. da gestão orçamentária. no que couber. se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão à economia pública. no prazo de trinta dias. a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União. a Comissão. partido político. 74. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. § 1° Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos: Ministro. IV – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional. § 2° Entendendo o Tribunal irregular a § 4° O auditor. na forma da lei. no prazo de cinco dias. Executivo e Judiciário manterão. IV – mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior. com aprovação do Senado Federal. O Tribunal de Contas da União. avais e garantias. econômicos e financeiros ou de administração pública. proporá ao Congresso Nacional sua sustação. denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União. integrado por nove Ministros. § 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias. § 2° Os Ministros do Tribunal de Contas da I – um terço pelo Presidente da República. § 2° Qualquer cidadão. contábeis. as atribuições previstas no art. preste os esclarecimentos necessários. Art. Os Poderes Legislativo. II – idoneidade moral e reputação ilibada. sistema de controle interno com a finalidade de: I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual. quando no exercício das demais atribuições da judicatura. II – comprovar a legalidade e avaliar os resultados. despesa. III – exercer o controle das operações de crédito. 73. as de juiz de Tribunal Regional Federal. a Comissão solicitará ao Tribunal pronunciamento conclusivo sobre a matéria. sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal. 40. bem como dos direitos e haveres da União. de forma integrada.

no MS n° 77186: este § 4° Se. Art. em segundo lugar. o Vice-Presidente. dentre os remanescentes. 78. de 7. 79. auxiliará o Presidente. concorrendo os dois candidatos mais votados e considerando-se eleito aquele que obtiver a maioria dos votos válidos. CAPÍtULO II Seção I Parágrafo único. e no último domingo de outubro. § 1° Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial.2011. § 1° A eleição do Presidente da República importará a do Vice-Presidente com ele registrado. fixa a data. o de maior votação. de 9. promover o bem geral do povo brasileiro. Se. Art. desistência ou impedimento 178 . far-se-á nova eleição em até vinte dias após a proclamação do resultado.10. Substituirá o Presidente. As normas estabelecidas nesta seção CONSTITUIÇÃO FEDERAL legal de candidato. sustentar a união.-STF. obtiver a maioria absoluta de votos. far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga. § 2° Será considerado eleito Presidente o candidato que. O Presidente e o Vice-Presidente da República tomarão posse em sessão do Congresso Nacional. ou vacância dos respectivos cargos.298 e Ac. na forma da lei. pelo Congresso Nacional. DO POdER ExECUtivO Do Presidente e do VicePresidente da RepúBlica Presidente da República. simultaneamente. salvo motivo de força maior. mais de um candidato com a mesma votação. Parágrafo único. Art. 77. antes de realizado o segundo turno. Art. serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados. e suceder-lhe-á. aplicam-se. O Vice-Presidente da República. As Constituições estaduais disporão sobre os Tribunais de Contas respectivos. o Presidente ou o Vice-Presidente. prestando o compromisso de manter. observar as leis. do ano anterior ao do término do mandato presidencial vigente. 76. 80. ƒƒ Caput com redação dada pela EC n° 16/1997. no que couber. na redação original não havia a previsão. 99 O caput.2009. na ADI-MC n° 4. Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República. no caso de impedimento. decorridos dez dias da Art. ocorrer morte. em segundo turno. § 5° Se. ƒƒ Ac. A eleição do Presidente e do Vice-Presidente da República realizar-se-á. não tiver assumido o cargo.-TSE. além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei complementar. com redação dada pela EC n° 16/1997.Art. 75 Art. não computados os em branco e os nulos. no de vaga. na hipótese dos parágrafos anteriores. registrado por partido político. remanescer. que serão integrados por sete conselheiros. § 3° Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação. sempre que por ele convocado para missões especiais. a integridade e a independência do Brasil. no primeiro domingo de outubro. 81. se houver.6. em primeiro turno. qualificarse-á o mais idoso. convocar-se-á. este será declarado vago. 75. bem como dos Tribunais e Conselhos de Contas dos Municípios. composição e fiscalização dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente. O Poder Executivo é exercido pelo data fixada para a posse. o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal. defender e cumprir a Constituição. a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga. à organização. Parágrafo único. Art. auxiliado pelos Ministros de Estado.

com o auxílio dos Ministros de Estado. X – decretar e executar a intervenção federal.2011: ausente disposição específica na lei orgânica municipal sobre a modalidade da eleição suplementar.10. com Art. do Exército e da Aeronáutica. sobre: XIV – nomear. promover seus oficiais-generais e nomeá-los para os cargos que lhes são privativos. os eleitos deverão completar o período de seus antecessores. Das AtriBuiÇÕes do Presidente da RepúBlica Seção II XII – conceder indulto e comutar penas. de 11. XIII – exercer o comando supremo das Forças Armadas. os Governadores de Territórios. Compete privativamente ao Presidente da República: audiência. b) extinção de funções ou cargos públicos. quando determinado em lei. o presidente e os diretores do banco central e outros servidores. ƒƒ Inciso XIII com redação dada pelo art. XI – remeter mensagem e plano de governo ao Congresso Nacional por ocasião da abertura da sessão legislativa. 1° da EC n° 32/2001. sob pena de perda do cargo. Art. promulgar e fazer publicar as leis. 84 ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. 179 Constituição Federal . O Presidente e o Vice-Presidente da República não poderão. sujeitos a referendo do Congresso Nacional. eleições diretas devem ser realizadas. se necessário. Art. 1° da EC n° 32/2001. dos órgãos instituídos em lei. 1° da EC n° 23/1999. III – iniciar o processo legislativo. bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução. ausentar-se do País por período superior a quinze dias. 84. ƒƒ Artigo com redação dada pela ECR n° 5/1994 e pela EC n° 16/1997. a) organização e funcionamento da administração federal. IX – decretar o estado de defesa e o estado de sítio. VII – manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos. Constituição da República Federativa do Brasil § 2° Em qualquer dos casos. após aprovação pelo Senado Federal. o ProcuradorGeral da República. mediante decreto. O mandato do Presidente da Repú- VIII – celebrar tratados. nomear os Comandantes da Marinha. quando vagos. total ou parcialmente. os Ministros do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores. Art. VI – dispor. expondo a situação do País e solicitando as providências que julgar necessárias. blica é de quatro anos e terá início em primeiro de janeiro do ano seguinte ao da sua eleição. 82. II – exercer. ƒƒ Ac. ainda que a dupla vacância dos cargos de prefeito e vice-prefeito se dê no segundo biênio da legislatura.-TSE no MS n° 162058. quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. V – vetar projetos de lei. IV – sancionar. I – nomear e exonerar os Ministros de Estado. na forma e nos casos previstos nesta Constituição. sem licença do Congresso Nacional.CONSTITUIÇÃO FEDERAL parágrafo não é norma de reprodução obrigatória pelos entes estaduais e municipais (competência da Lei Orgânica Municipal para dispor acerca da modalidade de eleição no caso de dupla vacância no Poder Executivo Municipal). a direção superior da administração federal. ƒƒ Alíneas a e b acrescidas pelo art. convenções e atos internacionais. 83.

II – o livre exercício do Poder Legislativo. na forma da lei. ao Congresso Nacional. XXIII – enviar ao Congresso Nacional o pla- XXIV – prestar. Admitida a acusação contra o Presidente da República. 89. XVII – nomear membros do Conselho da República. decretar. no plurianual. VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais. honoríficas. autorizado ou com o referendo do Congresso Nacional. dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. XXVI – editar medidas provisórias com força de lei. especialmente. nos termos do art. autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele. Parágrafo único. os Ministros do Tribunal de Contas da União. as contas referentes ao exercício anterior. contra: estrangeira. XVIII – convocar e presidir o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional. o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição. nos casos previstos nesta Constituição. e. nos termos do art.Art. a mobilização nacional. VI – a lei orçamentária. aos Parágrafo único. Da ResponsaBilidade do Presidente da RepúBlica XVI – nomear os magistrados. que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. V – a probidade na administração. ou perante o Senado Federal. que estabelecerá as normas de processo e julgamento. nas mesmas condições. 86. XXI – conferir condecorações e distinções XXII – permitir. do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação. 73. Seção III Art. primeira parte. XX – celebrar a paz. no caso de agressão atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Ministros de Estado. 62. 85. por dois terços da Câmara dos Deputados. individuais e sociais. Esses crimes serão definidos em lei especial. O Presidente da República 180 . anualmente. IV – a segurança interna do País. XXVII – exercer outras atribuições previstas nesta Constituição. ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União. que observarão os limites traçados nas respectivas delegações. do Poder Judiciário. VII. e o Advogado-Geral da União. poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI. § 1° O Presidente ficará suspenso de suas funções: I – nas infrações penais comuns. 85 XV – nomear. será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. São crimes de responsabilidade os XIX – declarar guerra. I – a existência da União. III – o exercício dos direitos políticos. nos crimes de responsabilidade. total ou parcialmente. nas infrações penais comuns. observado o disposto no art. XII e XXV. nos casos previstos em lei complementar. Art. XXV – prover e extinguir os cargos públicos federais. quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas. se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal.

§ 1° O Presidente da República poderá convocar Ministro de Estado para participar da reunião do Conselho. 88 com redação dada pelo art. nas infrações comuns. quando constar da pauta questão relacionada com o respectivo Ministério. V – os líderes da maioria e da minoria no Senado Federal. VI – o Ministro da Justiça. Parágrafo único. Art. sem prejuízo do regular prosseguimento do processo. 88. decorrido o prazo de cento e oitenta dias. decretos e regulamentos. II – o Presidente da Câmara dos Deputados. com mais de trinta e cinco anos de idade. Art. na vigência de seu mandato. ƒƒ Art. todos com mandato de três anos. vedada a recondução. O Conselho de Defesa Nacional é órgão de consulta do Presidente da República 181 Constituição Federal Art. cessará o afastamento do Presidente. O Conselho da República é órgão . estado de defesa e estado de sítio. sendo dois nomeados pelo Presidente da República. IV – os líderes da maioria e da minoria na Câmara dos Deputados. não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.CONSTITUIÇÃO FEDERAL II – nos crimes de responsabilidade. e dele participam: I – o Vice-Presidente da República. 90. o julgamento não estiver concluído. VII – seis cidadãos brasileiros natos. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos. § 2° Se. A lei disporá sobre a criação e extin- § 2° A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho da República. § 3° Enquanto não sobrevier sentença condenatória. além de outras atribuições estabelecidas nesta Constituição e na lei: pervisão dos órgãos e entidades da administração federal na área de sua competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Presidente da República. 1° da EC n° 32/2001. Compete ao Conselho da República pronunciar-se sobre: I – intervenção federal. § 4° O Presidente da República. 89. III – o Presidente do Senado Federal. III – apresentar ao Presidente da República relatório anual de sua gestão no Ministério. Do ConselHo de Defesa Nacional ção de Ministérios e órgãos da administração pública. Dos Ministros de Estado Seção IV Art. após a instauração do processo pelo Senado Federal. 91. o Presidente da República não estará sujeito a prisão. ções que lhe forem outorgadas ou delegadas pelo Presidente da República. dois eleitos pelo Senado Federal e dois eleitos pela Câmara dos Deputados. 87. I – exercer a orientação. coordenação e su- II – expedir instruções para a execução das leis. II – as questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas. 91 Seção V Constituição da República Federativa do Brasil Do ConselHo da RepúBlica e do ConselHo de Defesa Nacional Do ConselHo da RepúBlica Subseção I superior de consulta do Presidente da República. Compete ao Ministro de Es- tado. Subseção II Art. IV – praticar os atos pertinentes às atribui- Art.

182 .Art. cujo cargo inicial será o de juiz substituto. I-A – o Conselho Nacional de Justiça. exigindo-se do bacharel em direito. Art. e dele participam como membros natos: CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO POdER JUdiCiÁRiO DisposiÇÕes Gerais CAPÍtULO III Seção I I – o Vice-Presidente da República. VI – os Tribunais e Juízes Militares. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. observados os seguintes princípios: ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman). propor e acompanhar o desenvolvimento de iniciativas necessárias a garantir a independência nacional e a defesa do Estado democrático. I – ingresso na carreira. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. VII – os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. III – os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais. do estado de sítio e da intervenção federal. 93. São órgãos do Poder Judiciário: I – o Supremo Tribunal Federal. especialmente na faixa de fronteira e nas relacionadas com a preservação e a exploração dos recursos naturais de qualquer tipo. defesa. V – os Tribunais e Juízes Eleitorais. 92 nos assuntos relacionados com a soberania nacional e a defesa do Estado democrático. II – o Superior Tribunal de Justiça. nos termos desta Constituição. VII – o Ministro do Planejamento. VIII – os Comandantes da Marinha. § 2° O Supremo Tribunal Federal e os Tribu- II – opinar sobre a decretação do estado de III – propor os critérios e condições de utilização de áreas indispensáveis à segurança do território nacional e opinar sobre seu efetivo uso. § 1° O Supremo Tribunal Federal. mediante concurso público de provas e títulos. à ordem de classificação. II – o Presidente da Câmara dos Deputados. três anos de atividade jurídica e obedecendo-se. nas nomeações. V – o Ministro de Estado da Defesa. 92. IV – estudar. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. do Exército e da Aeronáutica. Lei complementar. o Conselho I – opinar nas hipóteses de declaração de Nacional de Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na Capital Federal. § 1° Compete ao Conselho de Defesa Nacional: guerra e de celebração da paz. 1° da EC n° 45/2004. nais Superiores têm jurisdição em todo o território nacional. § 2° A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho de Defesa Nacional. IV – o Ministro da Justiça. 1° da EC n° 23/1999. 1° da EC n° 23/1999. VI – o Ministro das Relações Exteriores. IV – os Tribunais e Juízes do Trabalho. III – o Presidente do Senado Federal. Art. ƒƒ Inciso I-A acrescido pelo art. ƒƒ Inciso VIII acrescido pelo art. no mínimo. 1° da EC n° 45/2004.

VII – o juiz titular residirá na respectiva comarca. II – promoção de entrância para entrância. c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento. conforme procedimento próprio. não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. alternadamente. autorizar os juízes de direito. em nível federal e estadual. 93 processo de vitaliciamento a participação em curso oficial ou reconhecido por escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados. alternadamente. obedecido. III – o acesso aos tribunais de segundo grau far-se-á por antigüidade e merecimento. injustificadamente. constituindo etapa obrigatória do VIII – o ato de remoção. em caráter excepcional. atendidas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento. ƒƒ Alínea e acrescida pelo art. Constituição da República Federativa do Brasil V – o subsídio dos Ministros dos Tribunais Superiores corresponderá a noventa e cinco por cento do subsídio mensal fixado para os Ministros do Supremo Tribunal Federal e os subsídios dos demais magistrados serão fixados em lei e escalonados. 1° da EC n° 20/1998. salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago. 1° da EC n° 45/2004. por antigüidade e merecimento. § 1°: “Compete aos tribunais de justiça. IV – previsão de cursos oficiais de prepara- ção. conforme as respectivas categorias da estrutura judiciária nacional. não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão. 1° da EC n° 45/2004. o tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros. 1° da EC n° 45/2004. repetindo-se a votação até fixar-se a indicação. XI. e) não será promovido o juiz que. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. por interesse público.-TSE n° 22. salvo autorização do tribunal. 40. e assegurada ampla defesa. em qualquer caso. disponibilidade e aposentadoria do magistrado. ƒƒ Alínea d com redação dada pelo art. 37. § 4°.607/2007: dispõe sobre a residência do juiz eleitoral. e não aos tribunais regionais eleitorais. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. a residirem fora da comarca”. 1° da EC n° 45/2004. fundar-se-á em decisão por voto da maioria absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. d) na apuração de antigüidade. 1° da EC n° 45/2004. e 39. 1° da EC n° 45/2004. b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta. 183 Constituição Federal .CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. 1°. Art. nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros dos Tribunais Superiores. retiver autos em seu poder além do prazo legal. 13 da EC n° 19/1998. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. apurados na última ou única entrância. ƒƒ Res. o disposto nos arts. Art. 1° da EC n° 45/2004. VI – a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no art. aperfeiçoamento e promoção de magistrados. assegurada ampla defesa.

II – inamovibilidade. 120. Os juízes gozam das seguintes garantias: e cinco julgadores. 153. para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. XII – a atividade jurisdicional será ininterrup- III – irredutibilidade de subsídio. de sentença judicial transitada em julgado. ƒƒ Inciso VIII-A acrescido pelo art. 1° da EC n° 45/2004. § 1°. § 2°. Parágrafo único. 95. com mais de dez anos de carreira. às próprias partes e a seus advogados. X – as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública. e. nos dias em que não houver expediente forense normal. sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros. no que couber. 1° da EC n° 45/2004. indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes. CONSTITUIÇÃO FEDERAL XIII – o número de juízes na unidade jurisdicional será proporcional à efetiva demanda judicial e à respectiva população. VIII. III.Art. com o mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros. e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros. dependendo a perda do cargo. provendo-se metade das vagas por antigüidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno. em todos os graus de jurisdição. em determinados atos. Juízes em plantão permanente. nesse período. Recebidas as indicações.2009. em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação. podendo a lei limitar a presença. 184 . IX – todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos. 93 da Constituição Federal exige apenas que o julgador indique de maneira clara as razões de seu convencimento. e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada. Art.11.589: “O inciso IX do art. enviando-a ao Poder Executivo. 1° da EC n° 45/2004. salvo por motivo de interesse público. ressalvado o disposto nos arts. de 12. ao disposto nas alíneas a. XI – nos tribunais com número superior a vinte I – vitaliciedade. desta Constituição. 1° da EC n° 45/2004. ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. dos Tribunais dos Estados. VIII-A – a remoção a pedido ou a permuta de magistrados de comarca de igual entrância atenderá. segunda nota ao art. e 153. § 4°. escolherá um de seus integrantes para nomeação. c e e do inciso II. no RO n° 1. de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado. não impondo a exigência de exaustiva fundamentação da decisão judicial”. 150. ƒƒ Incisos IX e X com redação dada pelo art. do Ministério Público. Art. que. no primeiro grau. X e XI. e fundamentadas todas as decisões. 94. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. 99 V. sob pena de nulidade. XIV – os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e atos de mero expediente sem caráter decisório. só será adquirida após dois anos de exercício. ta. I. nos demais casos. 39. III.-TSE. o tribunal formará lista tríplice. 1° da EC n° 45/2004. II. que. ou somente a estes. Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais. funcionando. nos vinte dias subseqüentes. 13 da EC n° 19/1998. 93. 94 ƒƒ Inciso VIII com redação dada pelo art. b. sendo vedado férias coletivas nos juízos e tribunais de segundo grau. 37. XV – a distribuição de processos será imediata. 99 Ac. na forma do art. ƒƒ Incisos XII a XV acrescidos pelo art. poderá ser constituído órgão especial.

c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores. II – receber. por concurso público de provas. oriundos da classe dos juristas. e) prover. ƒƒ Ac. onde houver. a qualquer título ou pretexto. de 8. dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos. e os Estados criarão: Art. b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados. a qualquer título ou pretexto. A União. entidades públicas ou privadas. d) propor a criação de novas varas judiciárias.2010. 169. nas hipóteses previstas em lei. b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados. observado o disposto no art. 97. Art. inclusive dos Tribunais Inferiores. 169: a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores. d) a alteração da organização e da divisão judiciárias. obedecido o disposto no art. permitidos. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. ainda que em disponibilidade. mediante os procedimentos oral e sumariíssimo. Compete privativamente: I – aos tribunais: a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos. Territórios. custas ou participação em processo. férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhes forem imediatamente vinculados.-TSE. Art. 1° da EC n° 45/2004. 98. IV – receber. f) conceder licença. aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo. II – ao Supremo Tribunal Federal. Constituição da República Federativa do Brasil V – exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. 98 à administração da Justiça. ƒƒ Alínea b com redação dada pela EC n° 41/2003. 185 Constituição Federal . exceto os de confiança assim definidos em lei. na QO-Pet n° 3. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. na forma prevista nesta Constituição. ou togados e leigos. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes. no Distrito Federal e nos I – juizados especiais. com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. os cargos de juiz de carreira da respectiva jurisdição. a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau. os cargos necessários III – aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios. competentes para a conciliação. ƒƒ Incisos IV e V acrescidos pelo art. o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo.020: não aplicação desta restrição aos ex-membros de tribunais eleitorais. Art. outro cargo ou função. 96. velando pelo exercício da atividade correicional respectiva. Aos juízes é vedado: I – exercer. nos crimes comuns e de responsabilidade. providos por juízes togados. ressalvadas as exceções previstas em lei.6. c) prover. ou de provas e títulos. parágrafo único. salvo uma de magistério.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Parágrafo único. bem como os membros do Ministério Público. III – dedicar-se à atividade político-partidária.

ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. ouvidos os outros Tribunais interessados. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. II – no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios. 1° da EC n° 45/2004. com a aprovação dos respectivos tribunais. universal e secreto. benefícios previdenciários e indenizações por morte ou por invalidez. § 2° O encaminhamento da proposta. zendas Públicas Federal. § 1° Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. de ofício ou em face de impugnação apresentada. exceto sobre aqueles referidos no § 2° deste artigo. Distrital e Municipais. § 3° Se os órgãos referidos no § 2° não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias. trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma do § 1°. em virtude de sentença judicial transitada em julgado. e serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos. remunerada. Estaduais. proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim. Os pagamentos devidos pelas Fa- Art. o Poder Executivo considerará. § 5° Durante a execução orçamentária do exercício. exceto se previamente autorizadas. dos exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. vencimentos. § 1° Os débitos de natureza alimentícia com- preendem aqueles decorrentes de salários. § 1° Lei federal disporá sobre a criação de juizados especiais no âmbito da Justiça Federal.Art. composta CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 4° Se as propostas orçamentárias de que de cidadãos eleitos pelo voto direto. proventos. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1° deste artigo. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. celebrar casamentos. na forma da lei. far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos. ou sejam portadores de doença grave. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. além de outras previstas na legislação. sem caráter jurisdicional. pensões e suas complementações. 1° da EC n° 62/2009. com mandato de quatro anos e competência para. 100. em virtude de sentença judiciária. aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos tribunais superiores. serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos. compete: I – no âmbito da União. 1° da EC n° 62/2009. § 2° Os débitos de natureza alimentícia cujos titulares tenham 60 (sessenta) anos de idade ou mais na data de expedição do precatório. fundadas em responsabilidade civil. ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. verificar. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. 1° da EC n° 45/2004. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. definidos na forma da lei. até o valor equivalente ao triplo do fixado em lei para os fins do disposto no § 3° 186 . § 2° As custas e emolumentos serão destina- Art. ƒƒ Parágrafos 3° a 5° acrescidos pelo art. 99 II – justiça de paz. com a aprovação dos respectivos tribunais. aos Presidentes dos Tribunais de Justiça. 1° da EC n° 45/2004. o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias. 99. os valores aprovados na lei orçamentária vigente.

ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. incidirão juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança. admitido o fracionamento para essa finalidade. ressalvados aqueles cuja execução esteja suspensa em virtude de contestação administrativa ou judicial. quando terão seus valores atualizados monetariamente. e. para os fins nele previstos. por leis próprias. § 4° Para os fins do disposto no § 3°. a requerimento do credor e exclusivamente para os casos de preterimento de seu direito de precedência ou de não alocação orçamentária do valor necessário à satisfação do seu débito. a entrega de créditos em precatórios para compra de imóveis públicos do respectivo ente federado. Antes da expedição dos precatórios. por ato comissivo ou omissivo. sendo que o restante será pago na ordem cronológica de apresentação do precatório. ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. conforme estabe- lecido em lei da entidade federativa devedora. retardar ou tentar frustrar a liquidação regular de precatórios incorrerá em crime de responsabilidade e responderá. para fins de compensação da mora. ficando excluída a incidência de juros compensatórios. 1° da EC n° 62/2009. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. 1° da EC n° 62/2009. no orçamento Tribunal solicitará à Fazenda Pública devedora. § 5° É obrigatória a inclusão. constantes de precatórios judiciários apresentados até 1° de julho. ƒƒ Parágrafo 5° com redação dada pelo art. O credor poderá ceder. § 10. até o efetivo pagamento. o sequestro da quantia respectiva. abertos serão consignados diretamente ao Poder Judiciário. cabendo ao Presidente do Tribunal que proferir a decisão exequenda determinar o pagamento integral e autorizar. segundo as diferentes capacidades econômicas. 1° da EC n° 62/2009. 1° da EC n° 62/2009. § 9° No momento da expedição dos precatórios. a título de compensação. oriundos de sentenças transitadas em julgado. poderão ser fixados. seus créditos em precatórios a terceiros. sendo o mínimo igual ao valor do maior benefício do regime geral de previdência social. será feita pelo índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança. bem como o fracionamento. informação sobre os débitos que preencham as condições estabelecidas no § 9°. sob pena de perda do direito de abatimento. a atualização de valores de requisitórios. repartição ou quebra do valor da execução para fins de enquadramento de parcela do total ao que dispõe o § 3° deste artigo. § 11. valores distintos às entidades de direito público. de verba necessária ao pagamento de seus débitos. deles deverá ser abatido. A partir da promulgação desta Emenda § 13. inscritos ou não em dívida ativa e constituídos contra o credor original pela Fazenda Pública devedora. para resposta em até 30 (trinta) dias.CONSTITUIÇÃO FEDERAL deste artigo. o das entidades de direito público. incluídas parcelas vincendas de parcelamentos. Constituição da República Federativa do Brasil § 3° O disposto no caput deste artigo relati- vamente à expedição de precatórios não se aplica aos pagamentos de obrigações definidas em leis como de pequeno valor que as Fazendas referidas devam fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado. É facultada ao credor. 1° da EC n° 62/2009. fazendo-se o pagamento até o final do exercício seguinte. total ou parcialmente. Art. perante o Conselho Nacional de Justiça. 100 § 7° O Presidente do Tribunal competente que. § 8° É vedada a expedição de precatórios complementares ou suplementares de valor pago. também. após sua expedição. independentemente de regulamentação. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. independentemente de sua natureza. 187 Constituição Federal . valor correspondente aos débitos líquidos e certos. Constitucional. § 6° As dotações orçamentárias e os créditos § 12.

d) o habeas corpus. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República. 22 do CE/65. CONSTITUIÇÃO FEDERAL b) nas infrações penais comuns. § 16. os membros do Congresso Nacional. 101. a União e o Distrito Federal. ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. o mandado de segurança e o habeas data contra atos do Presidente da República. do Exército e da Aeronáutica. refinanciando-os diretamente. 2° da EC n° 22/1999. não se aplicando ao cessionário o disposto nos §§ 2° e 3°. 102. c) nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. ƒƒ Parágrafos 7° a 16 acrescidos pelo art. sendo paciente qualquer das pessoas referidas nas alíneas anteriores. 1° da EC n° 62/2009. i) o habeas corpus. e) o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e a União. Parágrafo único. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros. das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. 52. quando o coator for Tribunal Superior ou quando o coator ou o paciente for autoridade ou funcionário cujos atos estejam sujeitos diretamente à jurisdição do Supremo Tribunal Federal. do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal. g) a extradição solicitada por Estado estrangeiro. os do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática de caráter permanente. Sem prejuízo do disposto neste artigo. o Presidente da República. escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. os membros dos Tribunais Superiores. Art. o Distrito Federal ou o Território. A cessão de precatórios somente pro- duzirá efeitos após comunicação. originariamente: a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal. de Estados. do Tribunal de Contas da União. ou se trate de crime sujeito à mesma jurisdição em uma única instância. a União poderá assumir débitos. 1° da EC n° 53/2006. dispondo sobre vinculações à receita corrente líquida e forma e prazo de liquidação. cabendo-lhe: I – processar e julgar. terceira nota à alínea e do inciso I do art. Do Supremo TriBunal Federal Seção II Art. ao tribunal de origem e à entidade devedora. Distrito Federal e Municípios. § 15. precipuamente. h) (Revogado pelos arts. o Vice-Presidente. I. A seu critério exclusivo e na forma de lei. a guarda da Constituição. 101 independentemente da concordância do devedor.Art. ou entre uns e outros. inclusive as respectivas entidades da administração indireta. ƒƒ Alínea c com redação dada pela EC n° 23/1999. § 14. o Estado. de notável saber jurídico e reputação ilibada. os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha. f) as causas e os conflitos entre a União e os Estados. oriundos de precatórios. por meio de petição protocolizada. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. Compete ao Supremo Tribunal Federal. ƒƒ V. Distrito Federal e Municípios. lei complementar a esta Constituição Federal poderá estabelecer regime especial para pagamento de crédito de precatórios de Estados. ƒƒ Alínea i com redação dada pelo art. j) a revisão criminal e a ação rescisória de seus julgados. 1° e 9° da EC n° 45/2004). ressalvado o disposto no art. 188 .

da Câmara dos Deputados. II – a Mesa do Senado Federal. facultada a delegação de atribuições para a prática de atos processuais. III – a Mesa da Câmara dos Deputados. nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade produzirão eficácia contra todos e efeito vinculante. de um dos Tribunais Superiores. 1° da EC n° 45/2004. § 3° No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso. se denegatória a decisão. decorrente desta Constituição. Art. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. estadual e municipal. II – julgar. n) a ação em que todos os membros da magistratura sejam direta ou indiretamente interessados. nas esferas federal. do Senado Federal. 103 c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. 189 Constituição Federal . na forma da lei. 1° da EC n° 3/1993. 103. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Presidente da República. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. das Mesas de uma dessas Casas Legislativas. III – julgar. nos termos da lei. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. 1° da EC n° 45/2004.CONSTITUIÇÃO FEDERAL l) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. do Tribunal de Contas da União. b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. proferidas pelo Supremo Tribunal Federal. e aquela em que mais da metade dos membros do tribunal de origem estejam impedidos ou sejam direta ou indiretamente interessados. ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. será apreciada pelo Supremo Tribunal Federal. 1° da EC n° 45/2004. 5° da EC n° 19/1998. r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público. I – o Presidente da República. q) o mandado de injunção. do Congresso Nacional. § 2° As decisões definitivas de mérito. ƒƒ Alínea d acrescida pelo art. as causas decididas em única ou última instância. a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso. ou do próprio Supremo Tribunal Federal. ƒƒ Alínea r acrescida pelo art. entre Tribunais Superiores ou entre estes e qualquer outro tribunal. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. IV – a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal. em recurso ordinário: a) o habeas corpus. p) o pedido de medida cautelar das ações diretas de inconstitucionalidade. o habeas data e o mandado de injunção decididos em única instância pelos Tribunais Superiores. o mandado de segurança. 1° da EC n° 45/2004. b) o crime político. Art. m) a execução de sentença nas causas de sua competência originária. somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros. o) os conflitos de competência entre o Superior Tribunal de Justiça e quaisquer tribunais. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. mediante recurso extraordinário. Constituição da República Federativa do Brasil § 1° A argüição de descumprimento de pre- ceito fundamental.

caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que. a interpretação e a eficácia de normas determinadas. cial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar. omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional. 1° da EC n° 45/2004. VII – o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. em se tratando de órgão administrativo. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. V – o Governador de Estado ou do Distrito Federal. VIII – partido político com representação no IX – confederação sindical ou entidade de § 3° Do ato administrativo ou decisão judi- classe de âmbito nacional. Art. VI – um juiz de Tribunal Regional Federal. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. § 3° Quando o Supremo Tribunal Federal apreciar a inconstitucionalidade. O Supremo Tribunal Federal po- derá. mediante decisão de dois terços dos seus membros. indicado pelo respectivo tribunal. acerca das quais haja controvérsia atual entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. V – um juiz estadual. Congresso Nacional. citará. nas esferas federal. conforme o caso. revisão ou cancelamento de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade. 103-B. IV – um desembargador de Tribunal de Justiça. admitida 1 (uma) recondução. II – um Ministro do Superior Tribunal de Justiça. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° A súmula terá por objetivo a validade. § 2° Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei. 1° da EC n° 61/2009. 2° da EC n° 45/2004. na forma estabelecida em lei. a partir de sua publicação na imprensa oficial. sendo: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. estadual e municipal. de norma legal ou ato normativo. anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada. terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. 103-A ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. julgando-a procedente. e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula. bem como proceder à sua revisão ou cancelamento. a aprovação. § 2° Declarada a inconstitucionalidade por Art. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros com mandato de 2 (dois) anos. § 4° (Revogado pelo arts. VI – o Procurador-Geral da República. ƒƒ Art. 103-A. 1° e 9° da EC n° 45/2004). será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e. o Advogado-Geral da União. 1° da EC n° 61/2009. § 1° O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal. para fazê-lo em trinta dias. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. previamente. III – um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho.Art. I – o Presidente do Supremo Tribunal Federal. 103-A e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. que defenderá o ato ou texto impugnado. em tese. 1° da EC n° 45/2004. indicado pelo Supremo Tribunal Federal. indicado pelo respectivo tribunal. 190 . aprovar súmula que. de ofício ou por provocação. indicado pelo Supremo Tribunal Federal.

103-B Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes. VII – elaborar relatório anual. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. cabendo-lhe. II – zelar pela observância do art. indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho. XIII – dois cidadãos. no caso de crime contra a administração pública ou de abuso de autoridade. V – rever. XII – dois advogados. inclusive contra seus serviços auxiliares. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL VII – um juiz federal. além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: IX – um juiz do trabalho. sobre a situação do Poder Judiciário no País e as atividades do Conselho. por unidade da Federação. sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União. caberá a escolha ao Supremo Tribunal Federal. de ofício ou mediante provocação. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário. podendo expedir atos regulamentares. nomeados pelo Presidente da República. de notável saber jurídico e reputação ilibada. 37 e apreciar. ou recomendar providências. § 1° O Conselho será presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal e. § 3° Não efetuadas. podendo desconstituí-los. Constituição da República Federativa do Brasil . as indicações previstas neste artigo. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. nas suas ausências e impedimentos. no prazo legal. § 2° Os demais membros do Conselho serão IV – representar ao Ministério Público. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. ƒƒ Incisos II a XII acrescidos pelo art. assegurada ampla defesa. III – receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. indicado pelo Procurador-Geral da República. pelo VicePresidente do Supremo Tribunal Federal. Art. 2° da EC n° 45/2004. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. de ofício ou mediante provocação. podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção. 2° da EC n° 45/2004. propondo as providências que julgar necessárias. Tribunal Superior do Trabalho. ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. VI – elaborar semestralmente relatório estatístico sobre processos e sentenças prolatadas. XI – um membro do Ministério Público estadual. nos diferentes órgãos do Poder Judiciário. escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual. VIII – um juiz de Tribunal Regional do Trabalho. no âmbito de sua competência. 1° da EC n° 61/2009. serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. 1° da EC n° 61/2009. o qual deve integrar § 4° Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder 191 Constituição Federal I – zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura. os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais julgados há menos de um ano. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais. indicado pelo X – um membro do Ministério Público da União.

§ 6° Junto ao Conselho oficiarão o ProcuradorGeral da República e o Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. inclusive nos Estados. além das atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura. ou contra seus serviços auxiliares. 104. os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. 1° da EC n° 23/1999. 2° da EC n° 45/2004. 105. inclusive no Distrito Federal e nos Territórios. representando diretamente ao Conselho Nacional de Justiça. criará ouvidorias de justiça. de II – um terço. de inspeção e de correição geral. no mínimo. dos Comandantes da Marinha. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho. as seguintes: qualquer interessado. 94. dentre brasileiros 192 . nestes e nos de responsabilidade.Art. indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal. e requisitar servidores de juízos ou tribunais. indicados na forma do art. Justiça: Art. os Desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. os Governadores dos Estados e do Distrito Federal. competindo-lhe. em partes iguais. § 5° O Ministro do Superior Tribunal de Justiça exercerá a função de Ministro-Corregedor e ficará excluído da distribuição de processos no Tribunal. do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal. vogados e membros do Ministério Público Federal. Parágrafo único. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República. O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de. § 7° A União. ƒƒ Parágrafo 4° e incisos I a VII acrescidos pelo art. do Distrito Federal e Territórios. do Exército ou da Aeronáutica. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. III – requisitar e designar magistrados. relativas aos magistrados e aos serviços judiciários. trinta e três Ministros. quando o coator ou paciente for qualquer das pessoas mencionadas na alínea a. I – receber as reclamações e denúncias. e. delegando-lhes atribuições. Do Superior TriBunal de JustiÇa Seção III Art. c) os habeas corpus. I – um terço dentre juízes dos Tribunais Regio- nais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça. 2° da EC n° 45/2004. ƒƒ Parágrafo 5° e incisos I a III acrescidos pelo art. originariamente: a) nos crimes comuns. os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. os dos Tribunais Regionais Federais. Ministro de Estado ou comandante da Marinha. Estadual. 2° da EC n° 45/2004. CONSTITUIÇÃO FEDERAL com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. ƒƒ Parágrafos 6° e 7° acrescidos pelo art. de notável saber jurídico e reputação ilibada. Distrito Federal e Territórios. sendo: ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo 1° da EC n° 45/2004. por ocasião da abertura da sessão legislativa. Compete ao Superior Tribunal de I – processar e julgar. alternadamente. dentre ad- II – exercer funções executivas do Conselho. 104 mensagem do Presidente do Supremo Tribunal Federal a ser remetida ao Congresso Nacional. ou quando o coator for Tribunal sujeito à sua jurisdição.

entidade ou autoridade federal. I – a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. dentre outras funções. II – o Conselho da Justiça Federal. ou entre as deste e da União. ƒƒ Alínea i acrescida pelo art. ressalvado o disposto no art. da administração direta ou indireta. a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. quando a decisão for denegatória. em recurso especial. do Distrito Federal e Territórios. b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. no mínimo. i) a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. 1° da EC n° 45/2004. pelos 193 Constituição Federal . 106. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão. do Distrito Federal e Territórios. sendo: III – julgar. 107 Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. excetuados os casos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos órgãos da Justiça Militar. da Justiça Eleitoral. as causas decididas. 102. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de. Dos TriBunais Regionais Federais e dos JuÍZes Federais Seção IV Art. g) os conflitos de atribuições entre autoridades administrativas e judiciárias da União. Município ou pessoa residente ou domiciliada no País. cujas decisões terão caráter vinculante. da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal. cabendo-lhe. 1° da EC n° 45/2004. bem como entre Tribunal e Juízes a ele não vinculados e entre Juízes vinculados a tribunais diversos. de um lado.CONSTITUIÇÃO FEDERAL d) os conflitos de competência entre quaisquer Tribunais. em recurso ordinário: a) os habeas corpus decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. f) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. em única ou última instância. quando denegatória a decisão. recrutados. na forma da lei. c) as causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. 1° da EC n° 45/2004. Constituição da República Federativa do Brasil c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. I. 1° da EC n° 45/2004. São órgãos da Justiça Federal: I – os Tribunais Regionais Federais. II – os Juízes Federais. Parágrafo único. sete juízes. Art. II – julgar. h) o mandado de injunção. cabendolhe exercer. ou entre autoridades judiciárias de um Estado e administrativas de outro ou do Distrito Federal. o. e) as revisões criminais e as ações rescisórias de seus julgados. na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. do Distrito Federal e Territórios. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça: ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo art. Art. quando possível. do outro. 107. ou negar-lhes vigência. como órgão central do sistema e com poderes correicionais. e.

exceto as de falência. d) os habeas corpus. quando. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. § 1° A lei disciplinará a remoção ou a permuta Art. e os membros do Ministério Público da União. VII – os habeas corpus. Compete aos Tribunais Regionais Federais: IV – os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens. nos crimes comuns e de responsabilidade. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral. constituindo Câmaras regionais. 194 . assistentes ou oponentes. ou reciprocamente. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. III – as causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou organismo internacional.Art. 1° da EC n° 45/2004. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. ƒƒ Inciso V-A acrescido pelo art. Aos juízes federais compete processar e julgar: I – as causas em que a União. serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. 108 I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos de carreira. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. I – processar e julgar. incluídos os da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho. alternadamente. b) as revisões criminais e as ações rescisórias de julgados seus ou dos juízes federais da região. contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. 109. as causas deci- didas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. II – as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa domiciliada ou residente no País. ƒƒ Parágrafos 2° e 3° acrescidos pelo art. VI – os crimes contra a organização do trabalho e. 1° da EC n° 45/2004. por antigüidade e merecimento. o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro. c) os mandados de segurança e os habeas data contra ato do próprio Tribunal ou de juiz federal. mediante promoção de juízes federais com mais de cinco anos de exercício. nos casos determinados por lei. de juízes dos Tribunais Regionais Federais e determinará sua jurisdição e sede. quando a autoridade coatora for juiz federal. originariamente: a) os juízes federais da área de sua jurisdição. 108. iniciada a execução no País. V – os crimes previstos em tratado ou convenção internacional. CONSTITUIÇÃO FEDERAL e) os conflitos de competência entre juízes federais vinculados ao Tribunal. V-A – as causas relativas a direitos humanos a que se refere o § 5° deste artigo. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras. rés. § 2° Os Tribunais Regionais Federais instalarão a justiça itinerante. em grau de recurso. § 3° Os Tribunais Regionais Federais poderão funcionar descentralizadamente. Art. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. em matéria criminal de sua competência ou quando o constrangimento provier de autoridade cujos atos não estejam diretamente sujeitos a outra jurisdição. 1° da EC n° 45/2004. II – julgar. II – os demais.

§ 5° Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos. 1° da EC n° 24/1999. 111. poderá suscitar. 1° e 9° da EC n° 45/2004). II – os Tribunais Regionais do Trabalho. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal. sendo: tadual. ou. com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado. irregular de estrangeiro. 110. o recurso cabível será sempre para o Tribunal Regional Federal na área de jurisdição do juiz de primeiro grau. e. Art. Art. excetuados os casos de competência dos tribunais federais. observado o disposto no art. a jurisdição e as atribuições cometidas aos juízes federais caberão aos juízes da justiça local. ressalvada a competência da Justiça Militar. perante o Superior Tribunal de Justiça. Cada Estado. as causas referentes à nacionalidade. § 2° As causas intentadas contra a União poderão ser aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o autor. naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa. 94. § 4° Na hipótese do parágrafo anterior. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. e à naturalização. I – (Revogado pelo art. na forma da lei. constituirá uma seção judiciária que terá por sede a respectiva Capital. § 2° (Revogado pelos arts. 111-A ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. 195 Constituição Federal . IX – os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves. se verificada essa condição. a execução de carta rogatória. 1° da EC n° 24/99). Parágrafo único. e varas localizadas segundo o estabelecido em lei. ainda. escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. no Distrito Federal. III – Juízes do Trabalho. em qualquer fase do inquérito ou processo. após o exequatur. sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal. no foro do domicílio dos segurados ou beneficiários. 1° e 9° da EC n° 45/2004). após a homologação. § 3° Serão processadas e julgadas na justiça es- § 1° (Revogado pelos arts.CONSTITUIÇÃO FEDERAL VIII – os mandados de segurança e os habeas data contra ato de autoridade federal. § 1° As causas em que a União for autora serão aforadas na seção judiciária onde tiver domicílio a outra parte. 1° da EC n° 24/99). a lei poderá permitir que outras causas sejam também processadas e julgadas pela justiça estadual. Art. II – (Revogado pelo art. inclusive a respectiva opção. Art. Nos Territórios Federais. § 3° (Revogado pelos arts. 1° da EC n° 45/2004. São órgãos da Justiça do Trabalho: I – o Tribunal Superior do Trabalho. Dos TriBunais e JuÍZes do TraBalHo Constituição da República Federativa do Brasil X – os crimes de ingresso ou permanência Seção V XI – a disputa sobre direitos indígenas. 1° e 9° da EC n° 45/2004). bem como o Distrito Federal. 111-A. e de sentença estrangeira. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros. I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. o Procurador-Geral da República.

respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho. IV – os mandados de segurança. na forma da lei. podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito. decorrentes da relação de trabalho. cabendo-lhe exercer. Trabalho. 112 com redação dada pelo art. II – o Conselho Superior da Justiça do Trabalho. entre sindicatos. jurisdição. investidura. 102. bem como as convencionadas anteriormente. de comum acordo. habeas corpus e habeas data. IX – outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho. § 1° A lei disporá sobre a competência do Tribunal Superior do Trabalho. § 2° Recusando-se qualquer das partes Art. com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho. 196 . I. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. ressalvado o disposto no art. indicados pelo próprio Tribunal Superior. do Trabalho: CONSTITUIÇÃO FEDERAL União. na forma da lei. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição.Art. § 2° Funcionarão junto ao Tribunal Superior I – a Escola Nacional de Formação e Aper- feiçoamento de Magistrados do Trabalho. 1° da EC n° 45/2004. 113 com redação dada pelo art. 1° da EC n° 45/2004. entre sindicatos e trabalhadores. a. é facultado às mesmas. 112. 113. 111-A. garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: ƒƒ Art. ƒƒ Art. competência. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. orçamentária. e seus acréscimos legais. A lei criará varas da Justiça do Art. VI – as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. do Distrito Federal e dos Municípios. 114. 195. 1° da EC n° 45/2004. à negociação coletiva ou à arbitragem. nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. e II. VIII – a execução. dos Estados. 112 II – os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho. 114 com redação dada pelo art. II – as ações que envolvam exercício do direito de greve. decorrentes das sentenças que proferir. cabendo-lhe. 1° da EC n° 45/2004. financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. ƒƒ Art. e entre sindicatos e empregadores. I. III – as ações sobre representação sindical. 2° da EC n° 45/2004. cujas decisões terão efeito vinculante. ƒƒ Incisos I a IX acrescidos pelo art. § 1° Frustrada a negociação coletiva. 1° da EC n° 24/1999. A lei disporá sobre a constituição. o. V – os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. parágrafos e incisos acrescidos pelo art. VII – as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho. as partes poderão eleger árbitros. de ofício. dentre outras funções. Art. oriundos da magistratura da carreira. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da I – as ações oriundas da relação de trabalho. das contribuições sociais previstas no art. ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica. como órgão central do sistema. podendo. ƒƒ Art. a supervisão administrativa. atribuí-la aos juízes de direito.

Art. 118. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. quando possível. no mínimo. mediante promoção de juízes III – (Revogado pelo art. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. 116. b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. Parágrafo único. e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. Art. 119 Art. o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo. notas ao art. § 1°. pelo voto secreto: a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. sete juízes. § 2° Os Tribunais Regionais do Trabalho poderão funcionar descentralizadamente. do trabalho por antigüidade e merecimento. § 1° Os Tribunais Regionais do Trabalho instalarão a justiça itinerante. ou no processo originário”. sendo: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 4° da EC Constituição da República Federativa do Brasil . III – os Juízes Eleitorais. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. desta Constituição. 115. observado o disposto no art. IV – as Juntas Eleitorais. vinculada a decisão do Tribunal Superior Eleitoral. 1° da EC n° 45/2004. compõem-se de.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 3° Em caso de greve em atividade essencial. 117. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. 197 Constituição Federal n° 24/1999). com possibilidade de lesão do interesse público. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. constituindo Câmaras regionais. ƒƒ V. a jurisdição será exercida por um juiz singular. Os Tribunais Regionais do Trabalho Dos TriBunais e JuÍZes Eleitorais Seção VI Art. recrutados. indicados pelo Supremo Tribunal Federal. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. 120. São órgãos da Justiça Eleitoral: I – o Tribunal Superior Eleitoral. na respectiva região. Art. 1° da EC n° 24/1999. III. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o VicePresidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito. dois Juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. com a realização de audiências e demais funções de atividade jurisdicional. I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. alternadamente. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. não estão impedidos os ministros do Supremo Tribunal Federal que ali tenham funcionado no mesmo processo. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. 119. II – os demais. escolhidos: I – mediante eleição. no mínimo. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á. 1° da EC n° 45/2004. II – por nomeação do Presidente da Repúbli- ca. 1° da EC n° 45/2004. (Revogado pelo art.-STF n° 72/1963: “No julgamento de questão constitucional. II – os Tribunais Regionais Eleitorais. de sete membros. 94. 1° da EC n° 45/2004. 1° da EC n° 45/2004. Nas Varas do Trabalho. 1° da EC n° 24/99). Art. ƒƒ Súm.

e no que lhes for aplicável. no REspe n° 28. art. V – denegarem habeas corpus. § 1° Os Tribunais Regionais Eleitorais comporse-ão: CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Ac. desta última: dispensa da comprovação se já foi juiz de TRE. de 6. e 21. ou.334 e.1994. pelo Tribunal Regional Federal respectivo. no RMS n° 24. 198 . da Lei n° 8. 121.1990. dos juízes de direito e das juntas eleitorais. no mínimo. 28.478: incompetência da Justiça Eleitoral para processar e julgar representação por descumprimento de termo de compromisso de ajustamento de conduta.-TSE n° 684/2004: a regra contida neste parágrafo afasta a incidência do art. salvo 99 Ac.-STF. art. II – de um Juiz do Tribunal Regional Federal § 1° Os membros dos Tribunais. mandado de segurança. no RMS n° 24. no MS n° 21. ƒƒ Ac. 1°: exigência de 10 anos de prática profissional.232: a regra geral prevista no art. pelo Presidente da República. parágrafo único. com sede na capital do Estado ou no Distrito Federal. 120 Art. não havendo.2011. ƒƒ Res. ƒƒ Ac. de 19. gozarão de plenas garantias e serão inamovíveis. VI. indicados pelo Tribunal de Justiça. art. 94 da Constituição – dez anos de efetiva atividade profissional – se aplica de forma complementar à regra do art.5. e nunca por mais de dois biênios consecutivos. sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo.073 e. 12. de dois Juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. habeas data.10. 276: hipóteses de cabimento de recurso especial e recurso ordinário.461/2003.906/1994 (EOAB). 120. na ADI-MC n° 1.2005. IV – anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. na LT n° 351588: possibilidade de o Ministério Público Eleitoral trazer ao conhecimento do TSE notícia a respeito de algum fato que possa ter relevância para o exame da idoneidade moral. III – por nomeação. II. escolhidos pelo Tribunal de Justiça. § 2° Os Juízes dos Tribunais Eleitorais. 120 da Constituição Federal.-TSE nos 20. § 4° Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando: ƒƒ CE/65. motivo justificado. I – mediante eleição. servirão por dois anos. II – ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais Tribunais Eleitorais. I – forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei. ƒƒ Ac.-STF. escolhido. salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança.11. § 2° O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os desembargadores. em número igual para cada categoria. pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os Desembargadores do Tribunal de Justiça. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e no Distrito Federal. ou mandado de injunção.6.3.958/2001. de Juiz Federal. de 29. de 31. art.-TSE. Ac. de 12. III – versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais. Art.127: advogados membros da Justiça Eleitoral não estão abrangidos pela proibição de exercício da advocacia contida no art.5.-STF.Art. b) de dois juízes.-TSE. Lei complementar disporá sobre a organização e competência dos tribunais.1991. no exercício de suas funções. § 3° São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral. 102 da LC n° 35/1979 (Loman). 5°. de 1°. dentre juízes de Direito.11. de 29. os Juízes de Direito e os integrantes das Juntas Eleitorais.2011. no MS n° 21.2005. em qualquer caso.060: a OAB não participa do procedimento de indicação de advogados para composição de TRE.

com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. II – dois. § 4° Compete à Justiça Militar estadual processar Parágrafo único. ƒƒ V. A lei disporá sobre a organi- Seção VIII Art. quatro dentre oficiais-generais do Exército. quinta nota ao inciso XIV do art. Os Ministros civis serão escolhidos pelo Presidente da República dentre brasileiros maiores de trinta e cinco anos. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. Os Estados organizarão sua Justiça. nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. Dos TriBunais e JuÍZes dos Estados Parágrafo único. cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. 1° da EC n° 45/2004. pelo próprio Tribunal de Justiça. o funcionamento e a competência da Justiça Militar. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. 1° da EC n° 45/2004. nomeados pelo Presidente da República. São órgãos da Justiça Militar: I – o Superior Tribunal Militar. 1° da EC n° 45/2004. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. todos da ativa e do posto mais elevado da carreira. § 5° Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar. zação. Art. Art. constituída.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Dos TriBunais e JuÍZes Militares Art. dentre juízes auditores e membros do Ministério Público da Justiça Militar. 123. 125. constituindo Câmaras regionais. por escolha paritária. os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. cabendo ao Conselho de Justiça. em primeiro grau. 124. sob a presidência de juiz de direito. À Justiça Militar compete processar e julgar os crimes militares definidos em lei. § 3° A lei estadual poderá criar. sendo três dentre oficiais-generais da Marinha. a Justiça Militar estadual. por lei. O Superior Tribunal Militar compor-se-á de quinze Ministros vitalícios. observados os princípios estabelecidos nesta Constituição. Seção VII Art. ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. depois de aprovada a indicação pelo Senado Federal. 122. § 6° O Tribunal de Justiça poderá funcionar descentralizadamente. ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil. três dentre oficiais-generais da Aeronáutica. ƒƒ Parágrafos 5° a 7° acrescidos pelo art. vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão. sendo a lei de organização judiciária de iniciativa do Tribunal de Justiça. 23 do CE/65. § 1° A competência dos tribunais será definida na Constituição do Estado. sendo: I – três dentre advogados de notório saber jurídico e conduta ilibada. 199 Constituição Federal II – os Tribunais e Juízes Militares instituídos Constituição da República Federativa do Brasil . em segundo grau. e julgar os militares dos Estados. pelos juízes de direito e pelos Conselhos de Justiça e. mediante proposta do Tribunal de Justiça. processar e julgar os demais crimes militares. 125 § 2° Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual. § 7° O Tribunal de Justiça instalará a justiça itinerante. singularmente. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. ou por Tribunal de Justiça Militar nos Estados em que o efetivo militar seja superior a vinte mil integrantes. e cinco dentre civis.

II – os Ministérios Públicos dos Estados. b) o Ministério Público do Trabalho.5. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. § 2° Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa. nomeado pelo Presidente da República dentre § 3° O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. 128. as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União”. 14 da EC n° 19/1998. O Ministério Público é instituição permanente. tério Público a unidade. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3°. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. ta este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3°. o CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 4° Se o Ministério Público não encaminhar Tribunal de Justiça proporá a criação de varas especializadas. incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica. provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos. § 1° São princípios institucionais do Minis- Art. tendo em vista o princípio da independência funcional do Parquet. a indivisibilidade e a independência funcional. ƒƒ Parágrafos 4° a 6° acrescidos pelo art. ƒƒ V. § 5° Se a proposta orçamentária de que tra- CAPÍtULO IV Das FUnÇÕEs EssEnCiais À JUstiÇa Do MinistÉrio PúBlico Seção I Art. 25 do CE/65. exceto se previamente autorizadas. nota ao § 3° do art. de 15. Parágrafo único. dispõe sobre normas gerais para a organização do Ministério Público dos Estados. 169. O Ministério Público abrange: ƒƒ LC n° 75/1993: “Dispõe sobre a organização. e dá outras providências”. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares. observado o disposto no art. 127. d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. a política remuneratória e os planos de carreira. § 6° Durante a execução orçamentária do exercício. 9 9 Ac. com competência exclusiva para questões agrárias. 1° da EC n° 45/2004. no REspe n° 28. 126. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. que compreende: a) o Ministério Público Federal. Para dirimir conflitos fundiários. 126 Art.Art.2008. a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias. os valores aprovados na lei orçamentária vigente. o Poder Executivo considerará. do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. 1° da EC n° 45/2004. Sempre que necessário à eficiente prestação jurisdicional.511: a manifestação de membro do Ministério Público em um dado momento do processo não vincula o agir de outro membro.-TSE. e Lei n° 8. 200 . não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. c) o Ministério Público Militar. essencial à função jurisdicional do Estado. I – o Ministério Público da União. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. o juiz far-se-á presente no local do litígio. § 1° O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República.625/1993: “Institui a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público. podendo. a lei disporá sobre sua organização e funcionamento. no mesmo processo.

no RO n° 999.CONSTITUIÇÃO FEDERAL integrantes da carreira.6. no RE n° 597. 37. optado pelo regime anterior no prazo de 2 anos da promulgação da lei complementar. desempenhando o cargo de prefeito. para mandato de dois anos. 153. mesmo após a EC n° 45/2004. 15 da EC n° 19/1998. salvo uma de magistério. Ac. República.-TSE. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. maiores de trinta e cinco anos. fixado na forma do art. após dois anos de exercício. 1° da EC n° 45/2004. de 4. § 2° A destituição do Procurador-Geral da Constituição da República Federativa do Brasil § 3° Os Ministérios Públicos dos Estados e o do Distrito Federal e Territórios formarão lista tríplice dentre integrantes da carreira. c) participar de sociedade comercial. ainda que em disponibilidade. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado. pode candidatar-se à reeleição. da LC n° 75/1993. assentou que a norma do parágrafo único do art. após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal. entidades públicas ou privadas.2006.994: membro do Ministério Público que ingressou na carreira após a promulgação da CF/88 e que. ƒƒ Alínea f acrescida pelo art.9. 201 Constituição Federal . na forma da lei. cuja iniciativa é facultada aos respectivos Procuradores-Gerais. 29. permitida a recondução. ƒƒ Alínea e com redação dada pelo art. § 3°. 281.9. 153.2006. aos membros do Ministério Público da União que ingressaram na carreira antes da Constituição Federal de 1988 e que tenham. b) exercer a advocacia. salvo por motivo de interesse público.768: permissão de atividade político-partidária.-STF. o art. no REspe n° 26. a qualquer título e sob qualquer pretexto. 150. a opção de que trata o § 3° do art. para escolha de seu Procurador-Geral. no âmbito do Ministério Público dos Estados. e de 20. a qualquer título ou pretexto. assegurada ampla defesa. permitida uma recondução. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. de 12. § 2°. 29 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. estabelecerão a organização. § 5° Leis complementares da União e dos Estados. 128 II – as seguintes vedações: a) receber.2006. as atribuições e o estatuto de cada Ministério Público. ressalvadas as exceções previstas em lei. é formalizável a qualquer tempo”. d) exercer. deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal.836/RJ. Art. mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. X e XI.c. parágrafo único. à época da EC n° 45/2004. qualquer outra função pública. encontrava-se licenciado das suas atividades. nos termos do art. para mandato de dois anos. de 19. 281 da Lei Complementar n° 75/93 não se aplica aos membros do MP Estadual. § 4° Os Procuradores-Gerais nos Estados e no Distrito Federal e Territórios poderão ser destituídos por deliberação da maioria absoluta do Poder Legislativo.-TSE. Sendo assim. I. no RO n° 1070: “O Supremo Tribunal Federal. na forma da lei complementar respectiva. 1° da EC n° 45/2004. e ressalvado o disposto nos arts. II. honorários. III. percentagens ou custas processuais. observadas. e) exercer atividade político-partidária.2009. na forma da lei respectiva. Ac. 39. do ADCT c. ƒƒ Ac.12. f) receber. por ocasião do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 2. § 4°. relativamente a seus membros: I – as seguintes garantias: a) vitaliciedade. c) irredutibilidade de subsídio. b) inamovibilidade. 1° da EC n° 45/2004. por iniciativa do Presidente da República. que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo.

Art. conferidas. salvo autorização do chefe da instituição. 1° da EC n° 45/2004. CONSTITUIÇÃO FEDERAL impede a de terceiros. assegurada a representação de cada uma de suas carreiras. VI – expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência. a ação penal pública. exigindo-se do bacharel em direito. parágrafo único. privativamente. ƒƒ Parágrafo 6° acrescido pelo art. O Conselho Nacional do Ministério Público compõe-se de quatorze membros nomeados pelo Presidente da República. far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização. para a proteção do patrimônio público e social. 130. 1° da EC n° 45/2004. Art. nos casos previstos nesta Constituição. do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos. sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas. § 2° As funções do Ministério Público só podem Art. desde que compatíveis com sua finalidade. 130-A. 95. 129 § 6° Aplica-se aos membros do Ministério Público o disposto no art. sendo: preside. São funções institucionais do Ministério Público: ser exercidas por integrantes da carreira. no mínimo. VII – exercer o controle externo da atividade VIII – requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial. vedações e forma de investidura. na forma da lei. IV – promover a ação de inconstitucionalidade ou representação para fins de intervenção da União e dos Estados. 202 . Estados. indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais. 93. indicados um pelo Supremo § 1° A legitimação do Ministério Público Tribunal Federal e outro pelo Superior Tribunal de Justiça. policial. § 3° O ingresso na carreira do Ministério Público § 4° Aplica-se ao Ministério Público. para as ações civis previstas neste artigo não I – o Procurador-Geral da República. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos. que o II – quatro membros do Ministério Público da IX – exercer outras funções que lhe forem União. nas mesmas hipóteses. Art. V. I – promover. a ordem de classificação. III – promover o inquérito civil e a ação civil pública. na forma da lei complementar respectiva. ƒƒ Parágrafos 2° a 4° com redação dada pelo art. 129. que deverão residir na comarca da respectiva lotação. nas nomeações. III – três membros do Ministério Público dos IV – dois juízes. V – defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas. admitida uma recondução. para um mandato de dois anos. II – zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição. promovendo as medidas necessárias a sua garantia. o disposto no art. no que couber. 1° da EC n° 45/2004. três anos de atividade jurídica e observando-se. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. requisitando informações e documentos para instruí-los. segundo o disposto nesta Constituição e na lei. § 5° A distribuição de processos no Ministério Público será imediata. na forma da lei complementar mencionada no artigo anterior. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.

A Advocacia-Geral da União é a instituição que. de ofício ou mediante provocação.CONSTITUIÇÃO FEDERAL V – dois advogados. além das atribuições que lhe forem conferidas pela lei. 2° da EC n° 45/2004. 84. no âmbito de sua competência. e requisitar servidores de órgãos do Ministério Público. ciar. vedada a recondução. podendo expedir atos regulamentares. as seguintes: qualquer interessado. os processos disciplinares de membros do Ministério Público da União ou dos Estados julgados há menos de um ano. sem prejuízo da competência dos Tribunais de Contas. 131. em votação secre- Ministério Público serão indicados pelos respectivos Ministérios Públicos. ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I a III acrescidos pelo art. § 5° Leis da União e dos Estados criarão ouvidorias do Ministério Público. I – zelar pela autonomia funcional e administrativa do Ministério Público. relativas aos membros do Ministério Público e dos seus serviços auxiliares. Seção II Art. 2° da EC n° 45/2004. na forma da lei. competindo-lhe. cabendo-lhe: II – exercer funções executivas do Conselho. ou recomendar providências. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. 1° da EC n° 45/2004. de inspeção e correição geral. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Ministério Público da União e dos Estados. 37 e apre- § 4° O Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil oficiará junto ao Conselho. Constituição da República Federativa do Brasil § 1° Os membros do Conselho oriundos do § 3° O Conselho escolherá. um Corregedor nacional. 2° da EC n° 45/2004. o qual deve integrar a mensagem prevista no art. de ofício ou mediante provocação. II – zelar pela observância do art. ƒƒ Parágrafos 4° e 5° acrescidos pelo art. 131 V – elaborar relatório anual. podendo desconstituí-los. representa a União. 16 da EC n° 19/1998. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. de tério Público o controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público e do cumprimento dos deveres funcionais de seus membros. III – requisitar e designar membros do Ministério Público. 2° da EC n° 45/2004. representando diretamente ao Conselho Nacional do Ministério Público. delegando-lhes atribuições. XI. § 2° Compete ao Conselho Nacional do Minis- I – receber reclamações e denúncias. ƒƒ Caput e incisos I a VI acrescidos pelo art. Da Advocacia PúBlica ƒƒ Seção com denominação dada pelo art. judicial e 203 Constituição Federal . determinar a remoção. VI – dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada. propondo as providências que julgar necessárias sobre a situação do Ministério Público no País e as atividades do Conselho. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional da instituição. IV – rever. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. inclusive contra seus serviços auxiliares. assegurada ampla defesa. Art. inclusive contra seus serviços auxiliares. ƒƒ Parágrafo 1° acrescido pelo art. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I a V acrescidos pelo art. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Ministério Público. ta. diretamente ou através de órgão vinculado. podendo avocar processos disciplinares em curso. III – receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Ministério Público da União ou dos Estados. dentre os membros do Ministério Público que o integram. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas.

exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. em cargos de carreira. 132 extrajudicialmente. 17 da EC n° 19/1998.9. Art. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases. ƒƒ Ac. § 1° A Advocacia-Geral da União tem por chefe o Advogado-Geral da União. 1° da EC n° 45/2004. nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento. Art. 39.2010. § 3° Na execução da dívida ativa de natureza tributária. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. mediante concurso público de provas e títulos. O advogado é indispensável à admi- nistração da justiça. nos limites da lei. de notável saber jurídico e reputação ilibada. a representação da União cabe à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. observado o disposto em lei. 135. Os servidores integrantes das carreiras disciplinadas nas Seções II e III deste Capítulo serão remunerados na forma do art. após relatório circunstanciado das corregedorias. assegurada a seus integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado o exercício da advocacia fora das atribuições institucionais. 135 com redação dada pelo art. dos necessitados. na forma do art. ƒƒ Art. 133. as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo. ouvidos o Conselho da República e o Conselho 204 . 134. na classe inicial. 132. O Presidente da República pode. organizados em carreira. LXXIV. § 1° Lei complementar organizará a Defen- § 2° O ingresso nas classes iniciais das carreiras da instituição de que trata este artigo far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. ƒƒ Caput com redação dada pelo art.-TSE. A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado. 18 da EC n° 19/1998. § 2° Às Defensorias Públicas Estaduais são asseguradas autonomia funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art. Aos procuradores referi- dos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício. ƒƒ Parágrafo único acrescido pelo art. 99. em todos os graus. de 29. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal. sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão.Art. Da Advocacia e da Defensoria PúBlica Seção III Da DEFEsa dO EstadO E das InstitUiÇÕEs DEMOCRÁtiCas DO EstadO dE DEFEsa E dO EstadO dE SÍtiO Do Estado de Defesa TÍtULO V CAPÍtULO I Seção I Art. 5°. soria Pública da União e do Distrito Federal e dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua organização nos Estados. 136. ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. de livre nomeação pelo Presidente da República dentre cidadãos maiores de trinta e cinco anos. § 4°. incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa. § 2°. Art. providos. 17 da EC n° 19/1998. 1° da EC n° 45/2004. no MS n° 100250: ilegitimidade da Defensoria Pública para impetrar mandado de segurança coletivo. Parágrafo único. cabendo-lhe. mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios. na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos.

por prazo superior. Constituição da República Federativa do Brasil § 1° O decreto que instituir o estado de defe- I – restrições aos direitos de: a) reunião. b) sigilo de correspondência. § 7° Rejeitado o decreto. II – ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos. determinada pelo executor da medida. ao solicitar autorização para decretar o estado de sítio ou sua prorrogação.CONSTITUIÇÃO FEDERAL de Defesa Nacional. dentre as seguintes: Art. 137. submeterá o ato com a respectiva justificação ao Congresso Nacional. se persistirem as razões que justificaram a sua decretação. § 5° Se o Congresso Nacional estiver em recesso. nem prorrogado. o Presidente da República designará o executor das medidas específicas e as áreas abrangidas. I. depois de publicado. extraordinariamente. de cada vez. no do inciso II. devendo continuar funcionando enquanto vigorar o estado de defesa. ainda que exercida no seio das associações. § 1° O estado de sítio. 138 § 4° Decretado o estado de defesa ou sua prorrogação. facultado ao preso requerer exame de corpo de delito à autoridade policial. declaração. se não for legal. decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer. não será superior a trinta dias. respondendo a União pelos danos e custos decorrentes. devendo o Congresso Nacional decidir por maioria absoluta. em locais restritos e determinados. cessa imediatamente o estado de defesa. § 3° Na vigência do estado de defesa: I – a prisão por crime contra o Estado. poderá ser decretado 205 Constituição Federal . O decreto do estado de sítio indicará sua duração. as normas necessárias a sua execução e as garantias constitucionais que ficarão suspensas. será por este comunicada imediatamente ao juiz competente. podendo ser prorrogado uma vez. especificará as áreas a serem abrangidas e indicará. II – a comunicação será acompanhada de III – a prisão ou detenção de qualquer pes- soa não poderá ser superior a dez dias. IV – é vedada a incomunicabilidade do preso. Art. § 2° O tempo de duração do estado de defesa I – comoção grave de repercussão nacional II – declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira. que decidirá por maioria absoluta. Do Estado de SÍtio Seção II Art. 137. será convocado. Parágrafo único. as medidas coercitivas a vigorarem. e. 138. § 6° O Congresso Nacional apreciará o decreto dentro de dez dias contados de seu recebimento. por igual período. relatará os motivos determinantes do pedido. ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional. do estado físico e mental do detido no momento de sua autuação. no prazo de cinco dias. que a relaxará. na hipótese de calamidade pública. nos termos e limites da lei. c) sigilo de comunicação telegráfica e telefônica. a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza. no caso do art. salvo quando autorizada pelo Poder Judiciário. O Presidente da República. não poderá ser decretado por mais de trinta dias. sa determinará o tempo de sua duração. pela autoridade. o Presidente da República. solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar o estado de sítio nos casos de: ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa. O Presidente da República pode. dentro de vinte e quatro horas.

141. ao sigilo das comunicações. juntamente com os demais membros. são instituições nacionais permanentes e regulares. 139. aplicando-se-lhes. da lei e da ordem. cessarão também seus efeitos. direitos e de- Seção III veres a elas inerentes. pelo Exército e pela Aeronáutica. ouvidos os líderes partidários. o Presidente do Senado Federal. 142. A Mesa do Congresso Nacional. as medidas aplicadas em sua vigência serão relatadas pelo Presidente da República. com prerrogativas. § 2° Não caberá habeas corpus em relação a punições disciplinares militares. no preparo e no emprego das Forças Armadas. emprego ou 206 . 139 por todo o tempo que perdurar a guerra ou a agressão armada estrangeira. da reserva ou reformados. II – detenção em edifício não destinado a acusados ou condenados por crimes comuns. constituídas I – obrigação de permanência em localidade determinada. o uso dos uniformes das Forças Armadas. Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio. em mensagem ao Congresso Nacional. 137. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. Parágrafo único. III – O militar da ativa que. as seguintes disposições: VI – intervenção nas empresas de serviços VII – requisição de bens. na forma da lei. Na vigência do estado de sítio de- CAPÍtULO II cretado com fundamento no art. § 3° Os membros das Forças Armadas são denominados militares. sendo-lhes privativos os títulos e postos militares e. Art.Art. públicos. sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes. As Forças Armadas. designará Comissão composta de cinco de seus membros para acompanhar e fiscalizar a execução das medidas referentes ao estado de defesa e ao estado de sítio. de imediato. II – o militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente será transferido para a reserva. III – restrições relativas à inviolabilidade da correspondência. I. convocará extraordinariamente o Congresso Nacional para se reunir dentro de cinco dias. com especificação e justificação das providências adotadas. IV – suspensão da liberdade de reunião. § 3° O Congresso Nacional permanecerá em funcionamento até o término das medidas coercitivas. tomar posse em cargo. à prestação de informações e à liberdade de imprensa. e destinam-se à defesa da Pátria. a fim de apreciar o ato. DisposiÇÕes Gerais I – as patentes. nos termos da lei. com relação nominal dos atingidos e indicação das restrições aplicadas. à garantia dos poderes constitucionais e. de acordo com a lei. sob a autoridade suprema do Presidente da República. Parágrafo único. pela Marinha. 140. desde que liberada pela respectiva Mesa. Art. Das FORÇas ARMadas § 2° Solicitada autorização para decretar o estado de sítio durante o recesso parlamentar. Logo que cesse o estado de defesa ou o estado de sítio. por iniciativa de qualquer destes. § 1° Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização. são conferidas pelo Presidente da República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa. radiodifusão e televisão. além das que vierem a ser fixadas em lei. V – busca e apreensão em domicílio. Não se inclui nas restrições do inciso III a difusão de pronunciamentos de parlamentares efetuados em suas Casas Legislativas. organizadas com base na hierarquia e na disciplina. só poderão ser tomadas contra as pessoas as seguintes medidas: Art.

ƒƒ CF/88. XII. CAPÍtULO III V – o militar. II – prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior. serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas. XIV e XV. 207 Constituição Federal . 144 § 1° Às Forças Armadas compete. II – polícia rodoviária federal. III – polícia ferroviária federal. na forma da lei. 19 da EC n° 19/1998. IV – polícias civis. consideradas as peculiaridades de suas atividades. a remuneração. 10 da EC n° 41/2003). direito e responsabilidade de todos. instituída por lei como órgão permanente. assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme. atribuir serviço alternativo aos que. X – a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas. art. 143. XIII. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira. através dos seguintes órgãos: I – polícia federal. em tempo de guerra. V – polícias militares e corpos de bombeiros militares. sendo depois de dois anos de afastamento. Art. VII – o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos. enquanto permanecer nessa situação. o contrabando e o descaminho. ou de tribunal especial. Art. porém. IX – (Revogado pelo art. 4° da EC n° 18/1998. ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá. VIII – aplica-se aos militares o disposto no art. entendendo-se como tal o decorrente de crença religiosa e de convicção filosófica ou política. por decisão de tribunal militar de caráter permanente. nos termos da lei. 37. 14. após alistados. por sentença transitada em julgado. em tempo de paz. tado. I – apurar infrações penais contra a ordem po- lítica e social ou em detrimento de bens. sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas respectivas áreas de competência. os deveres. Art. não pode estar filiado a partidos políticos. enquanto em serviço ativo. para se eximirem de atividades de caráter essencialmente militar. § 8°. ƒƒ Inciso X acrescido pelo art. contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva. os direitos. XVIII. A segurança pública.CONSTITUIÇÃO FEDERAL função pública civil temporária. incisos XI. dever do Es- VI – o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível. Da SEGURanÇa PÚBLiCa Constituição da República Federativa do Brasil IV – ao militar são proibidas a sindicalização e a greve. contínuos ou não transferido para a reserva. 7°. incisos VIII. segundo se dispuser em lei. alegarem imperativo de consciência. a estabilidade e outras condições de transferência do militar para a inatividade. ainda que da administração indireta. inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra. as prerrogativas e outras situações especiais dos militares. 144. é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. não eletiva. destina-se a: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. sujeitos. ser promovido por antigüidade. 4° da EC n° 18/1998. ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I a VIII acrescidos pelo art. § 2° As mulheres e os eclesiásticos ficam isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz. em tempo de paz. XIX e XXV e no art. § 1° A polícia federal. os limites de idade. O serviço militar é obrigatório nos termos da lei. a outros encargos que a lei lhes atribuir. XVII.

aos Governadores dos Estados. entre a União. respeitados os direitos individuais e nos termos da lei. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. serviços e instalações. ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. § 4° Às polícias civis. ƒƒ Parágrafo 9° acrescido pelo art. os Estados. 145 III – exercer as funções de polícia marítima. subordinam-se. III – contribuição de melhoria. destina-se. conforme dispuser a lei. § 8° Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens. incumbem. § 2° As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. dirigidas por delegados de polícia de carreira. as funções de polícia judiciária da União. A União. 19 da EC n° 19/1998. forças auxiliares e reserva do Exército. destina-se. 19 da EC n° 19/1998. II – regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 9° A remuneração dos servidores poli- ciais integrantes dos órgãos relacionados neste artigo será fixada na forma do § 4° do art. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. Cabe à lei complementar: I – dispor sobre conflitos de competência. Da TRiBUtaÇÃO E dO ORÇaMEntO DO SistEMa TRiBUtÁRiO NaCiOnaL Dos PrincÍpios Gerais TÍtULO VI CAPÍtULO I Seção I manente. Art. em matéria tributária. facultado à administração tributária. § 3° A polícia ferroviária federal. especialmente para conferir efetividade a esses objetivos. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: I – impostos. 145. órgão per- manente. 19 da EC n° 19/1998. de serviços públicos específicos e divisíveis. os Estados. as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais. de maneira a garantir a eficiência de suas atividades. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. o patrimônio. 19 da EC n° 19/1998. com exclusividade. efetiva ou potencial. órgão per- Art. na forma da lei. juntamente com as polícias civis. identificar. além das atribuições definidas em lei. § 7° A lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública. § 5° Às polícias militares cabem a polícia § 6° As polícias militares e corpos de bombeiros militares. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira. 208 . ostensiva e a preservação da ordem pública. aos corpos de bombeiros militares. exceto as militares. § 1° Sempre que possível. os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte. 146. incumbe a execução de atividades de defesa civil. 39. os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte. IV – exercer. ressalvada a competência da União. § 2° A polícia rodoviária federal. ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais. na forma da lei. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira.Art. do Distrito Federal e dos Territórios. o Distrito Federal e os Municípios. aeroportuária e de fronteiras. II – taxas. decorrente de obras públicas.

a dos respectivos fatos geradores. decorrentes de calamidade pública. 146. 148. ƒƒ Alínea d acrescida pelo art. a fiscalização e a cobrança poderão ser compartilhadas pelos entes federados. observado o disposto no art. Parágrafo único. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. se o Território não for dividido em Municípios. 3° da EC n° 41/2003. observado que: I – será opcional para o contribuinte. d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte. em Território Constituição da República Federativa do Brasil . II – no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. cumulativamente. e da contribuição a que se refere o art. Lei complementar poderá estabelecer critérios especiais de tributação. 147. dos Estados. em benefício destes. lançamento. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. sem prejuízo da competência de a União. prescrição e decadência tributários. Federal. poderá instituir empréstimos compulsórios: Art. bem como. 239. 155. por lei. 146-A. 150. 1° da EC n° 42/2003. do regime previdenciário de que trata o art. crédito. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. 195. ao Distrito Federal cabem os impostos municipais. relativamente às contribuições a que alude o dispositivo. I – para atender a despesas extraordinárias. cobrada de seus servidores. Art. § 1° Os Estados. § 6°. observado o disposto nos arts. 146-A acrescido pelo art. IV – a arrecadação. III. o Distrito Federal e os Municípios instituirão contribuição. estabelecer normas de igual objetivo. e sem prejuízo do previsto no art. vedada qualquer retenção ou condicionamento. para o custeio. ƒƒ Art. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. inclusive regimes especiais ou simplificados no caso do imposto previsto no art. os impostos estaduais e. os impostos municipais. I e §§ 12 e 13. como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas. e 150. III. com o objetivo de prevenir desequilíbrios da § 2° As contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico de que trata o caput deste artigo: 209 Constituição Federal Art. também poderá instituir um regime único de arrecadação dos impostos e contribuições da União. A União. Art. 149. das contribuições previstas no art. b) obrigação. cuja alíquota não será inferior à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da União. mediante lei complementar. III – o recolhimento será unificado e centralizado e a distribuição da parcela de recursos pertencentes aos respectivos entes federados será imediata. I e III. d. adotado cadastro nacional único de contribuintes. 195. bases de cálculo e contribuintes. II. 1° da EC n° 42/2003. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. A lei complementar de que trata o inciso III. b. de guerra externa ou sua iminência. II – poderão ser estabelecidas condições de enquadramento diferenciadas por Estado. Competem à União. Art. Parágrafo único. 149 concorrência. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. ƒƒ Parágrafo único e incisos I a IV acrescidos pelo art. A aplicação dos recursos provenientes de empréstimo compulsório será vinculada à despesa que fundamentou sua instituição. do Distrito Federal e dos Municípios. 1° da EC n° 42/2003.CONSTITUIÇÃO FEDERAL III – estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. 40.

das instituições de educação e de assistência social. no caso de importação. na forma da lei. uns dos outros. 153. VI – instituir impostos sobre: a) patrimônio. títulos ou direitos. 148. ao Distrito Federal e aos Municípios: § 1° A vedação do inciso III. não se aplica aos tributos previstos nos arts. Os Municípios e o Distrito Federal po- derão instituir contribuição. b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. II – incidirão também sobre a importação de produtos estrangeiros ou serviços. o valor aduaneiro. contribuição a que se refere o caput. observado o disposto no art. aos Estados. 1° da EC n° 39/2002. por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. 1° da EC n° 33/2001. 1° da EC n° 42/2003. observado o disposto na alínea b. renda ou serviços. § 4° A lei definirá as hipóteses em que as contribuições incidirão uma única vez. 1° da EC n° 33/2001. II – instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. 1° da EC n° 33/2001. IV e V. II. V – estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. I – não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação. III – poderão ter alíquotas: a) ad valorem. § 3° A pessoa natural destinatária das operações de importação poderá ser equiparada a pessoa jurídica. CONSTITUIÇÃO FEDERAL I – exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça. 149-A ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. 149-A e parágrafo único acrescidos pelo art. I. 1° da EC n° 42/2003. b. É facultada a cobrança da Das LimitaÇÕes do Poder de TriButar Seção II Art. I e III. ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público. na fatura de consumo de energia elétrica. b) específica. 149-A.Art. periódicos e o papel destinado a sua impressão. na forma das respectivas leis. para o custeio do serviço de iluminação pública. ƒƒ Inciso I acrescido pelo art. ƒƒ Parágrafos 3° e 4° acrescidos pelo art. proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. 150. tendo por base o faturamento. não se aplica 210 . renda ou serviços dos partidos políticos. jornais. c) patrimônio. e a vedação do inciso III. sem fins lucrativos. e 154. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. IV – utilizar tributo com efeito de confisco. III – cobrar tributos: a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. 1° da EC n° 33/2001. I. ƒƒ Inciso III e alíneas a e b acrescidos pelo art. inclusive suas fundações. ƒƒ Art. b) templos de qualquer culto. a receita bruta ou o valor da operação e. atendidos os requisitos da lei. das entidades sindicais dos trabalhadores. II. Parágrafo único. c. ƒƒ Alínea c acrescida pelo art. d) livros. é vedado à União. tendo por base a unidade de medida adotada.

bem como a remuneração e os proventos dos respectivos agentes públicos. taxas ou contribuições. V – operações de crédito. em detrimento de outro. § 2°. II. § 4° As vedações expressas no inciso VI. câmbio e seguro. caso não se realize o fato gerador presumido. III.CONSTITUIÇÃO FEDERAL aos tributos previstos nos arts. para o exterior. relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. a renda e os serviços. ƒƒ Parágrafo 7° acrescido pelo art. Seção III § 6° Qualquer subsídio ou isenção. em razão de sua procedência ou destino. ao Distrito Federal ou a Município. de produtos nacionais ou nacionalizados. § 7° A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição. no que se refere ao patrimônio. redução de base de cálculo. à renda e aos serviços. cujo fato gerador deva ocorrer 211 Constituição Federal Art. I. 1° da EC n° 42/2003. à renda e aos serviços. e 154. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. do Distrito Federal e dos Municípios. III – renda e proventos de qualquer natureza. nem à fixação da base de cálculo dos impostos previstos nos arts. Compete à União instituir impostos sobre: I – importação de produtos estrangeiros. só poderá ser concedido mediante lei específica. federal. em níveis superiores aos que fixar para suas obrigações e para seus agentes. I. admitida a concessão de incentivos fiscais destinados a promover o equilíbrio do desenvolvimento sócio-econômico entre as diferentes regiões do País. 152. e 156. XII. compreendem somente o patrimônio. 1° da EC n° 3/1993. estadual ou municipal. II – exportação. Art. § 2° A vedação do inciso VI. a. 1° da EC n° 3/1993. g. 153. IV – produtos industrializados. alí- § 5° A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços. ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços. relativos a impostos. vinculados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes. II – tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados. é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. § 3° As vedações do inciso VI. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. VI – propriedade territorial rural. relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas. 148. assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga. É vedado aos Estados. que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição. 153 posteriormente. Art. de qualquer natureza. 153. anistia ou remissão. III – instituir isenções de tributos da competência dos Estados. I – instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional ou que implique distinção ou preferência em relação a Estado. 155. III e V. II. 151. 155. Art. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. concessão de crédito presumido. sem prejuízo do disposto no art. nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativamente ao bem imóvel. É vedado à União: Constituição da República Federativa do Brasil . do Distrito Federal ou dos Municípios. Dos Impostos da União neas b e c. a. e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio. I.

II – operações relativas à circulação de mer- III – será fiscalizado e cobrado pelos Municípios que assim optarem. a alíquota mínima será de um por cento. que suprimiu as alínea a a c. em função da essencialidade II – será não-cumulativo. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. § 1° É facultado ao Poder Executivo. 1° da EC n° 42/2003. Dos Impostos dos Estados e do Distrito Federal I – será seletivo. impostos extraordinários. assegurada a transferência do montante da arrecadação nos seguintes termos: I – trinta por cento para o Estado. I – será progressivo e terá suas alíquotas fixadas de forma a desestimular a manutenção de propriedades improdutivas. II. nos termos de lei complementar. devido na operação de origem. I – será informado pelos critérios da generali- II – (Revogado pelo art. 1° da EC n° 3/1993. IV e V. na forma da lei. impostos não previstos no artigo anterior. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° O ouro. cessadas as causas de sua criação. cadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. na forma da lei. 1° da EC n° 42/2003. alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos incisos I. desde que não implique redução do imposto ou qualquer outra forma de renúncia fiscal. ƒƒ Inciso IV acrescido pelo art. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores. 154. definidas em lei. 1° da EC n° 42/2003.Art. 17 da EC n° 20/98). os quais serão suprimidos. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. II – setenta por cento para o Município de origem. da universalidade e da progressividade. II – na iminência ou no caso de guerra externa. o Distrito Federal ou o Território. gradativamente. II – não incidirá sobre pequenas glebas rurais. na forma da lei. desde que sejam não-cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos discriminados nesta Constituição. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei. 212 . conforme a origem. quando as explore o proprietário que não possua outro imóvel. I – transmissão causa mortis e doação. A União poderá instituir: I – mediante lei complementar. 154 VII – grandes fortunas. 1° da EC n° 3/1993. sujeita-se exclusivamente à incidência do imposto de que trata o inciso V do caput deste artigo. III – não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior. 155. IV – terá reduzido seu impacto sobre a aquisição de bens de capital pelo contribuinte do imposto. compreendidos ou não em sua competência tributária. de quaisquer bens ou direitos. § 3° O imposto previsto no inciso IV: do produto. Art. § 2° O imposto previsto no inciso III: dade. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. Art. Seção IV § 4° O imposto previsto no inciso VI do caput: ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. 1° da EC n° 3/1993.

em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. IV – terá suas alíquotas máximas fixadas pelo Senado Federal. qualquer que seja a sua finalidade. assim como sobre o serviço 213 Constituição Federal va do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. era residente ou domiciliado ou teve o seu inventário processado no exterior. b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. V – é facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. quando o destinatário for contribuinte do imposto. VIII – na hipótese da alínea a do inciso ante- II – a isenção ou não-incidência. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. IX – incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. compete ao Estado da situação do bem. Constituição da República Federativa do Brasil . Art. aprovada pela maioria absoluta de seus membros. ditos. títulos e cré- III – terá competência para sua instituição regulada por lei complementar: a) se o doador tiver domicilio ou residência no exterior. VII – em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. b) se o de cujus possuía bens. ou ao Distrito Federal. g. I – será não-cumulativo. não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. 1° da EC n° 3/1992. salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes.CONSTITUIÇÃO FEDERAL III – propriedade de veículos automotores. rior. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. II – relativamente a bens móveis. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. as alíquotas internas. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. IV – resolução do Senado Federal. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. 155 III – poderá ser seletivo. quando o destinatário não for contribuinte dele. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual. interestaduais e de exportação. 1° da EC n° 3/1993. § 2° O imposto previsto no inciso II atenderá ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. 1° da EC n° 3/1993. compete ao Estado onde se processar o inventário ou arrolamento. § 1° O imposto previsto no inciso I: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. b) a alíquota interna. nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços. ao seguinte: VI – salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal. ou tiver domicílio o doador. de iniciati- I – relativamente a bens imóveis e respectivos direitos. nos termos do disposto no inciso XII. ƒƒ Inciso III acrescido pelo art. ou ao Distrito Federal.

de serviços e de mercadorias. inclusive lubrificantes. g) regular a forma como. com gás natural e seus derivados. nas exportações para o exterior. I e II. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. observar-se-á o seguinte: I – nas operações com os lubrificantes e combustíveis derivados de petróleo. b) dispor sobre substituição tributária. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. 2° da EC n° 33/2001. configure fato gerador dos dois impostos. 153. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. qualquer que seja a sua finalidade. também na importação do exterior de bem. bem ou serviço. serviços de telecomunicações. em sua base de cálculo.Art. h. derivados de petróleo. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. 2° da EC n° 33/2001. f) prever casos de manutenção de crédito. b) sobre o valor total da operação. § 3° À exceção dos impostos de que tratam o XI – não compreenderá. ƒƒ Alíneas h e i acrescidas pelo art. hipótese em que não se aplicará o disposto o inciso X. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. mercadoria ou serviço. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. b. 2° da EC n° 33/2001. combustíveis e minerais do País. e lubrificantes e combustíveis 214 . X – não incidirá: a) sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. nenhum outro imposto poderá incidir sobre operações relativas a energia elétrica. a. CONSTITUIÇÃO FEDERAL d) fixar. h) definir os combustíveis e lubrificantes sobre os quais o imposto incidirá uma única vez. e) excluir da incidência do imposto. de modo que o montante do imposto a integre. 1° da EC n° 42/2003. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. entre contribuintes. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. d) nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. 153. ƒƒ Alínea d acrescida pelo art. 1° da EC n° 42/2003. o imposto caberá ao Estado onde ocorrer o consumo. isenções. quando a operação. 155 prestado no exterior. e energia elétrica. II – nas operações interestaduais. ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. § 5°. XII – cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. § 4° Na hipótese do inciso XII. c) sobre o ouro. b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. i) fixar a base de cálculo. o montante do imposto sobre produtos industrializados. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. inciso II do caput deste artigo e o art. nas hipóteses definidas no art. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior.

IV – (Revogado pelo art. 155. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. 182. exceto os de garantia.CONSTITUIÇÃO FEDERAL não incluídos no inciso I deste parágrafo. inciso II. nos termos do § 2°. IV – as alíquotas do imposto serão definidas mediante deliberação dos Estados e Distrito Federal. salvo se. ƒƒ Parágrafo 4°. incisos I a IV e alíneas a a c acrescidos pelo art. Compete aos Municípios instituir impostos sobre: I – propriedade predial e territorial urbana. § 2° O imposto previsto no inciso II: I – não incide sobre a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio de pessoa jurídica em realização de capital. bem como cessão de direitos a sua aquisição. por ato oneroso. II – transmissão inter vivos. e de direitos reais sobre imóveis. 156 Seção V Constituição da República Federativa do Brasil Dos Impostos dos MunicÍpios Art. 156. III – serviços de qualquer natureza. § 4°. incidindo sobre o valor da operação ou sobre o preço que o produto ou seu similar alcançaria em uma venda em condições de livre concorrência. 1° da EC n° 3/1993. 150. o imposto caberá ao Estado de origem. por natureza ou acessão física. nesses casos. destinadas a não contribuinte. Art. XII. nos termos do § 2°. 6° da EC n° 3/93). 3° da EC n° 29/2000. II – ter alíquotas diferentes de acordo com a localização e o uso do imóvel. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. e lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste parágrafo. II – poderá ter alíquotas diferenciadas em função do tipo e utilização. o imposto será repartido entre os Estados de origem e de destino. de bens imóveis. § 1° Sem prejuízo da progressividade no tempo a que se refere o art. por unidade de medida adotada. e § 5° As regras necessárias à aplicação do disposto no § 4°. g. não se lhes aplicando o disposto no art. 3° da EC n° 29/2000. c) poderão ser reduzidas e restabelecidas. III. definidos em lei complementar. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. o imposto previsto no inciso I poderá: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. incorporação. não compreendidos no art. III – nas operações interestaduais com gás natural e seus derivados. 2° da EC n° 33/2001. ƒƒ Parágrafo 6° e incisos I e II acrescidos pelo art. ou ad valorem. b. 215 Constituição Federal . II. § 6° O imposto previsto no inciso III: I – terá alíquotas mínimas fixadas pelo Senado Federal. 1° da EC n° 42/2003. 2° da EC n° 33/2001. cisão ou extinção de pessoa jurídica. serão estabelecidas mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil. podendo ser diferenciadas por produto. mantendo-se a mesma proporcionalidade que ocorre nas operações com as demais mercadorias. a qualquer título. XII. inclusive as relativas à apuração e à destinação do imposto. nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrente de fusão. II – compete ao Município da situação do bem. I – ser progressivo em razão do valor do imóvel. g. b) poderão ser específicas. a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos. observando-se o seguinte: a) serão uniformes em todo o território nacional.

para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte. arrecadação do imposto da União sobre a a) vinte e um inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal. 1° da EC n° 42/2003. incidente na fonte. a qualquer título. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. 157 § 3° Em relação ao imposto previsto no CONSTITUIÇÃO FEDERAL propriedade territorial rural. 2° da EC n° 37/2002. 157. no mínimo. na proporção do Art. Nordeste e Centro-Oeste. Pertencem aos Estados e ao Distrito I – o produto da arrecadação do imposto da valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços. 158. § 4° (Revogado pelo art. 154. I. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. no caso dos Territórios. ƒƒ Inciso II acrescido pelo art. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. 2° da EC n° 37/2002. IV – vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. III – cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios. União sobre renda e proventos de qualquer natureza. através de suas instituições financeiras de caráter II – cinqüenta por cento do produto da 216 . I – fixar as suas alíquotas máximas e mínimas. III. por eles. II – excluir da sua incidência exportações de serviços para o exterior. sobre rendimentos pagos. realizadas em seus territórios. a qualquer título. ƒƒ Incisos III acrescido pelo art. cabe à lei complementar: ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. II – até um quarto. cabendo a totalidade na hipótese da opção a que se refere o art. 1° da EC n° 3/1993. incidente na fonte. mencionadas no inciso IV.Art. Da RepartiÇão das Receitas TriButÁrias Federal: Seção VI I – três quartos. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. Art. 159. por eles. II – vinte por cento do produto da arrecadação do imposto que a União instituir no exercício da competência que lhe é atribuída pelo art. Art. 2° da EC n° 37/2002. inciso III do caput deste artigo. de acordo com o que dispuser lei estadual ou. 153. serão creditadas conforme os seguintes critérios: III – regular a forma e as condições como isenções. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. As parcelas de receita pertencentes aos Municípios. sobre rendimentos pagos. relativamente aos imóveis neles situados. § 4°. c) três por cento. Pertencem aos Municípios: I – o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. 1° da EC n° 55/2007. 6° da EC n° 3/93). b) vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo de Participação dos Municípios. Parágrafo único. A União entregará: I – do produto da arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados quarenta e oito por cento na seguinte forma: ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. lei federal.

Cabe à lei complementar: I – definir valor adicionado para fins do disposto no art. II – ao cumprimento do disposto no art. A vedação prevista neste artigo não impede a União e os Estados de condicionarem a entrega de recursos: ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo art. recursos de que trata o art. 4° da EC n° 29/2000. 157. ficando assegurada ao semi-árido do Nordeste a metade dos recursos destinados à Região. c. Constituição da República Federativa do Brasil III do produto da arrecadação da contribuição de intervenção no domínio econômico prevista no art. 177. Parágrafo único. na forma da lei a que se refere o mencionado inciso. II – estabelecer normas sobre a entrega dos § 2° A nenhuma unidade federada poderá ser destinada parcela superior a vinte por cento do montante a que se refere o inciso II. efetuada de acordo com o previsto no inciso I. e 158. nesta seção. vinte e cinco Art. objetivando promover o equilíbrio sócio-econômico entre Estados e entre Municípios. 1° da EC n° 44/2004. I. aos Estados. Municípios vinte e cinco por cento dos recursos que receberem nos termos do inciso II. ao Distrito Federal e aos Municípios. devendo o eventual excedente ser distribuído entre os demais participantes. em relação a esses. 1° da EC n° 55/2007. Art. § 3° Os Estados entregarão aos respectivos § 4° Do montante de recursos de que trata o inciso III que cabe a cada Estado. ƒƒ Alínea d acrescida pelo art. 160. 161. parágrafo único. 162 por cento serão destinados aos seus Municípios. A União. O Tribunal de Contas da União efetuará o cálculo das quotas referentes aos fundos de participação a que alude o inciso II. especialmente sobre os critérios de rateio dos fundos previstos em seu inciso I. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos industrializados. 158 e 159. § 1° Para efeito de cálculo da entrega a ser Art. Art. na forma que a lei estabelecer. de acordo com os planos regionais de desenvolvimento. III – dispor sobre o acompanhamento. ao Distrito Federal e aos Municípios. distribuídos na forma da lei. 159. d) um por cento ao Fundo de Participação dos Municípios. até o último dia do mês subseqüente ao da 217 Constituição Federal . neles compreendidos adicionais e acréscimos relativos a impostos. 158. os Estados. II – do produto da arrecadação do imposto sobre produtos industrializados. que será entregue no primeiro decêndio do mês de dezembro de cada ano. I e II. dez por cento aos Estados e ao Distrito Federal.CONSTITUIÇÃO FEDERAL regional. 158. parágrafo único. nos termos do disposto nos arts. o Distrito Federal e os Municípios divulgarão. do cálculo das quotas e da liberação das participações previstas nos arts. § 4°. Parágrafo único. I. 1° da EC n° 42/2003. 29% (vinte e nove por cento) para os Estados e o Distrito Federal. inclusive de suas autarquias. 157. pelos beneficiários. § 2°. observada a destinação a que se refere o inciso II. I. 162. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. 198. do referido parágrafo. 4° da EC n° 29/2000. É vedada a retenção ou qualquer restrição à entrega e ao emprego dos recursos atribuídos. o critério de partilha nele estabelecido. incisos II e III. excluir-se-á a parcela da arrecadação do imposto de renda e proventos de qualquer natureza pertencente aos Estados. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. mantido. observados os critérios estabelecidos no art. – I – ao pagamento de seus créditos.

ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. resguardadas as características e condições operacionais plenas das voltadas ao desenvolvimento regional. 165. II – as diretrizes orçamentárias. § 1° A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá. § 2° A lei de diretrizes orçamentárias compreen- VI – operações de câmbio realizadas por órgãos e entidades da União. do Distrito Federal. incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente. os montantes de cada um dos tributos arrecadados. V – fiscalização financeira da administração pública direta e indireta. de forma regionalizada. disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. do Distrito Federal e dos Municípios. 163 arrecadação. III – concessão de garantias pelas entidades públicas. por Município. § 4° Os planos e programas nacionais. dos Estados. Lei complementar disporá sobre: I – finanças públicas. § 1° É vedado ao banco central conceder. regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional. com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros. orientará a elaboração da lei orçamentária anual. em instituições financeiras oficiais. 164. até trinta dias após o encerramento de cada bimestre.Art. Art. Os dados divulgados pela União serão discriminados por Estado e por Município. Art. os dos Estados. os recursos recebidos. dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas. as diretrizes. IV – emissão e resgate de títulos da dívida pública. 218 . III – os orçamentos anuais. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I – o plano plurianual. Das FinanÇas PÚBLiCas Normas Gerais CAPÍtULO II Seção I Seção II Art. ressalvados os casos previstos em lei. os valores de origem tributária entregues e a entregar e a expressão numérica dos critérios de rateio. 1° da EC n° 40/2003. relatório resumido da execução orçamentária. Dos OrÇamentos Parágrafo único. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° O banco central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional. II – dívida pública externa e interna. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo banco central. direta ou indiretamente. as dos Estados. empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira. VII – compatibilização das funções das instituições oficiais de crédito da União. 163. fundações e demais entidades controladas pelo Poder Público. incluída a das autarquias. derá as metas e prioridades da administração pública federal. § 3° As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central. objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. § 3° O Poder Executivo publicará.

58. I – examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente da República. segundo critério populacional. b) serviço da dívida. a elaboração e a organização do plano plurianual. I e II. ou b) com os dispositivos do texto do projeto de lei. 219 Constituição Federal I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União. direta ou indiretamente. deste artigo. na forma do regimento comum. II – estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta. § 6° O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito. Constituição da República Federativa do Brasil . decorrente de isenções. nos termos da lei. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. na forma regimental. § 8° A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. detenha a maioria do capital social com direito a voto. c) transferências tributárias constitucionais para Estados. admi- tidos apenas os provenientes de anulação de despesa. os prazos. ou § 9° Cabe à lei complementar: I – dispor sobre o exercício financeiro. e apreciadas. § 7° Os orçamentos previstos no § 5°. abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados. órgãos e entidades da administração direta e indireta. anistias. terão entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais. 166. II – examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais. da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. compatibilizados com o plano plurianual. § 4° As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual. ainda que por antecipação de receita. subsídios e benefícios de natureza financeira. § 3° As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso: I – sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual. sobre as receitas e despesas. não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito. II – indiquem os recursos necessários. às diretrizes orçamentárias. ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional. da administração direta ou indireta. excluídas as que incidam sobre: a) dotações para pessoal e seus encargos. bem como condições para a instituição e funcionamento de fundos. remissões. regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária. seus fundos. que sobre elas emitirá parecer. tributária e creditícia.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° A lei orçamentária anual compreen- Art. criadas de acordo com o art. 166 Art. III – o orçamento da seguridade social. § 1° Caberá a uma Comissão mista permanente de Senadores e Deputados: derá: II – o orçamento de investimento das empresas em que a União. III – sejam relacionadas: a) com a correção de erros ou omissões. § 2° As emendas serão apresentadas na Comissão mista. sem prejuízo da atuação das demais comissões do Congresso Nacional e de suas Casas. a vigência. pelo Plenário das duas Casas do Congresso Nacional. Municípios e Distrito Federal.

aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta. 167 § 5° O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional para propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação. III – a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital. São vedados: incluídos na lei orçamentária anual. 165. bem como o disposto no § 4° deste artigo. conforme o caso. de recursos dos orçamentos fiscal e da seguridade social para suprir necessidade ou cobrir déficit de empresas. 165. nos termos da lei complementar a que se refere o art. Art. ou sem lei que autorize a inclusão. I. do Distrito Federal e dos Municípios. reza. para pagamento de despesas com pessoal ativo. VI – a transposição. sob pena de crime de responsabilidade. ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. § 2°. fundações e fundos. § 9°. pelos arts. inclusive por antecipação de receita. ƒƒ Inciso XI acrescido pelo art. e a prestação XI – a utilização dos recursos provenien- tes das contribuições sociais de que trata o art. mediante créditos especiais ou suplementares. VII – a concessão ou utilização de créditos ilimitados. § 5°. IV – a vinculação de receita de impostos a órgão. § 8°. § 8° Os recursos que. VIII – a utilização. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL de garantias às operações de crédito por antecipação de receita. o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro. a destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde. 212 e 37. IX – a instituição de fundos de qualquer natuX – a transferência voluntária de recursos e a concessão de empréstimos. em decorrência de veto. como determinado. ƒƒ Inciso X acrescido pelo art. da parte cuja alteração é proposta. das diretrizes orçamentárias e do orçamento anual serão enviados pelo Presidente da República ao Congresso Nacional. dos Estados. 158 e 159. § 6° Os projetos de lei do plano plurianual. 165. ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados. a. inativo e pensionista. inclusive dos mencionados no art. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa. fundo ou despesa. 195. V – a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes. as demais normas relativas ao processo legislativo. 20 da EC n° 19/1998. pelos Governos Federal e Estaduais e suas instituições financeiras. emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual. 220 . 198. § 1° Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual. XXII. previstas no art. sem autorização legislativa específica. § 7° Aplicam-se aos projetos mencionados neste artigo. com prévia e específica autorização legislativa. 1° da EC n° 20/1998. e II. I – o início de programas ou projetos não II – a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais. 1° da EC n° 42/2003.Art. no que não contrariar o disposto nesta seção. na Comissão mista. sem prévia autorização legislativa. 201. respectivamente. para a realização de despesas distintas do pagamento de benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. sem prévia autorização legislativa. para manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de atividades da administração tributária. 167.

1° da EC n° 45/2004. § 2° Decorrido o prazo estabelecido na lei § 4° É permitida a vinculação de receitas pró- complementar referida neste artigo para a adaptação aos parâmetros ali previstos. Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias. para a prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° Os créditos especiais e extraordinários terão Art. bem como a admissão ou contratação de pessoal. empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras. 158 e 159. do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar. Art. e II. compreendidos os créditos suplementares e especiais. 21 da EC n° 19/1998. dos Estados. na forma da lei complementar a que se refere o art. 168 com redação dada pelo art. Art. 155 e 156. serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente. 169. II – exoneração dos servidores não estáveis. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. 169 I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes. a criação de cargos. 1° da EC n° 3/1993. § 6° O cargo objeto da redução prevista nos parágrafos anteriores será considerado extinto. § 5° O servidor que perder o cargo na forma do parágrafo anterior fará jus a indenização correspondente a um mês de remuneração por ano de serviço. comoção interna ou calamidade pública. 221 Constituição Federal vigência no exercício financeiro em que forem autorizados. e dos recursos de que tratam os arts. os Estados. o órgão ou unidade administrativa objeto da redução de pessoal. Correspondiam aos incisos I e II do parágrafo único originário. durante o prazo fixado na lei complementar referida no caput. caso em que. emprego ou função com atribuições iguais ou assemelhadas pelo prazo de quatro anos. a e b. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público. 21 da EC n° 19/1998. II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias. reabertos nos limites de seus saldos. 157. 168. observado o disposto no art. § 4° Se as medidas adotadas com base no parágrafo anterior não forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo. serão imediatamente suspensos todos os repasses de verbas federais ou estaduais aos Estados. prias geradas pelos impostos a que se referem os arts. o Distrito Federal e os Municípios adotarão as seguintes providências: I – redução em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comissão e funções de confiança. A despesa com pessoal ativo e inati- vo da União. o servidor estável poderá perder o cargo. § 3° A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes. do Ministério Público e da Defensoria Pública. I. 165. vedada a criação de cargo. desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional. destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. como as decorrentes de guerra. ser-lhes-ão entregues até o dia 20 de cada mês. a qualquer título. só poderão ser feitas: ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° e com redação dada pelo art. a União. § 9°. Constituição da República Federativa do Brasil . ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. 62. pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta. ao Distrito Federal e aos Municípios que não observarem os referidos limites. em duodécimos. § 1° A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. § 3° Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo. ƒƒ Art.

os investimentos de capital estrangeiro. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. A ordem econômica. I – sua função social e formas de fiscalização pelo Estado e pela sociedade. 22 da EC n° 19/1998. 3° da EC n° 6/1995). da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços. conforme os ditames da justiça social. incentivará os reinvestimentos e regulará a remessa de lucros. conforme definidos em lei. ƒƒ Inciso IX com redação dada pelo art. III – licitação e contratação de obras. economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado. comerciais. VIII – busca do pleno emprego. observados os princípios da administração pública. 1° da EC n° 6/1995. independentemente de autorização de órgãos públicos. observados os seguintes princípios: I – soberania nacional. (Revogado pelo art. 222 . serviços. ƒƒ Parágrafos 2° a 7° acrescidos pelo art. IV – a constituição e o funcionamento dos conselhos de administração e fiscal. VI – defesa do meio ambiente. inclusive quanto aos direitos e obrigações civis. 22 da EC n° 19/1998. 172. V – defesa do consumidor. CAPÍtULO I Art. Art. 170. 170 § 7° Lei federal disporá sobre as normas gerais a serem obedecidas na efetivação do disposto no § 4°. 173. ƒƒ Incisos I a V acrescidos pelo art. trabalhistas e tributários. II – a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas. VII – redução das desigualdades regionais e sociais. 171. II – propriedade privada. fundada na va- lorização do trabalho humano e na livre iniciativa. dispondo sobre: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. A lei disciplinará. inclusive me- ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. IV – livre concorrência. Da ORdEM ECOnÔMiCa E FinanCEiRa DOs PRinCÍpiOs GERais da AtividadE ECOnÔMiCa TÍtULO VII Art. com a participação de acionistas minoritários. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição. a avaliação de desempenho e a responsabilidade dos administradores. 1° da EC n° 42/2003. com base no interesse nacional. § 3° A lei regulamentará as relações da empresa pública com o Estado e a sociedade. tem por fim assegurar a todos existência digna. diante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação. § 1° A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública.Art. V – os mandatos. salvo nos casos previstos em lei. 21 da EC n° 19/1998. pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo. III – função social da propriedade. IX – tratamento favorecido para as empresas de § 2° As empresas públicas e as sociedades de Parágrafo único. compras e alienações.

§ 3° O Estado favorecerá a organização da ati- § 2° É assegurada participação ao proprietário do solo nos resultados da lavra. em lavra ou não. § 3° A autorização de pesquisa será sempre por prazo determinado. sujeitando-a às punições compatíveis com sua natureza. Art. § 5° A lei. estrangeiro. 175. XXV. à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros. levando em conta a proteção do meio ambiente e a promoção econômico-social dos garimpeiros. § 2° A lei apoiará e estimulará o cooperativismo e outras formas de associativismo. na forma § 4° Não dependerá de autorização ou concessão o aproveitamento do potencial de energia renovável de capacidade reduzida. § 1° A pesquisa e a lavra de recursos minerais e o aproveitamento dos potenciais a que se refere o caput deste artigo somente poderão ser efetuados mediante autorização ou concessão da União. por brasileiros ou empresa constituída sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administração no País. incentivo e planejamento. 177 Constituição da República Federativa do Brasil co que vise à dominação dos mercados. § 1° A lei estabelecerá as diretrizes e bases do planejamento do desenvolvimento nacional equilibrado. 174. 176.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 4° A lei reprimirá o abuso do poder econômiII – os direitos dos usuários. total ou parcialmente. bem como as condições de caducidade. estabelecerá a responsabilidade desta. Incumbe ao Poder Público. 177. sem prejuízo da responsabilidade Art. o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação. as funções de fiscalização. e as autorizações e concessões previstas neste artigo não poderão ser cedidas ou transferidas. sem prévia anuência do poder concedente. e naquelas fixadas de acordo com o art. nas áreas onde estejam atuando. nos atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular. § 4° As cooperativas a que se refere o parágrafo anterior terão prioridade na autorização ou concessão para pesquisa e lavra dos recursos e jazidas de minerais garimpáveis. 223 Constituição Federal . Art. IV – a obrigação de manter serviço adequado. sempre através de licitação. Art. II – a refinação do petróleo nacional ou III – a importação e exportação dos produtos e derivados básicos resultantes das atividades previstas nos incisos anteriores. fiscalização e rescisão da concessão ou permissão. garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra. o qual incorporará e compatibilizará os planos nacionais e regionais de desenvolvimento. na forma da lei. para efeito de exploração ou aproveitamento. e pertencem à União. diretamente ou sob regime de concessão ou permissão. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. na forma da lei. sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado. no interesse nacional. III – política tarifária. da lei. vidade garimpeira em cooperativas. Art. que estabelecerá as condições específicas quando essas atividades se desenvolverem em faixa de fronteira ou terras indígenas. As jazidas. Como agente normativo e regulador da atividade econômica. 21. Constituem monopólio da União: I – a pesquisa e a lavra das jazidas de petróleo e gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. a prestação de serviços públicos. na forma e no valor que dispuser a lei. 1° da EC n° 6/1995. o Estado exercerá. individual dos dirigentes da pessoa jurídica. A lei disporá sobre: I – o regime das empresas concessionárias e permissionárias de serviços públicos. e demais recursos minerais e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta da do solo. Parágrafo único. na forma da lei.

a industrialização e o comércio de minérios e minerais nucleares e seus derivados. A União. por meio de conduto. ƒƒ Primitivo § 2° renumerado como § 3° pelo art. os Estados. estatais ou privadas a realização das atividades previstas nos incisos I a IV deste artigo. II – os recursos arrecadados serão destinados: a) ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível. b) reduzida e restabelecida por ato do Poder Executivo. o Distrito Federal e os Municípios promoverão e incentivarão o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico. 150. gás natural e seus derivados e álcool combustível deverá atender aos seguintes requisitos: 224 . o enriquecimento. visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas. 1° da EC n° 7/1995. tributárias. o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte. de petróleo bruto. 179. assim definidas em lei. aquático. tratamento jurídico diferenciado. Na ordenação do transporte II – as condições de contratação. Parágrafo único.Art. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. 178. comercialização e utilização poderão ser autorizadas sob regime de permissão. a lavra. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I a III acrescidos pelo art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL I – a alíquota da contribuição poderá ser: a) diferenciada por produto ou uso. aquático e terrestre. devendo. com exceção dos radioisótopos cuja produção. c) ao financiamento de programas de infraestrutura de transportes. previdenciárias e creditícias. Art. bem assim o transporte. observar os acordos firmados pela União. 178 IV – o transporte marítimo do petróleo bruto de origem nacional ou de derivados básicos de petróleo produzidos no País. A lei disporá sobre a ordenação dos transportes aéreo. 21 desta Constituição Federal. o reprocessamento. § 4° A lei que instituir contribuição de inter- Art. 3° da EC n° 33/2001. ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei. a lei estabelecerá as condições em que o transporte de mercadorias na cabotagem e a navegação interior poderão ser feitos por embarcações estrangeiras. 1° da EC n° 7/1995. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. observadas as condições estabelecidas em lei. ƒƒ Parágrafo 4° e incisos I e II acrescidos pelo art. seus derivados e gás natural de qualquer origem. b. A União. venção no domínio econômico relativa às atividades de importação ou comercialização de petróleo e seus derivados. ƒƒ Parágrafo único acrescido pelo art. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. atendido o princípio da reciprocidade. conforme as alíneas b e c do inciso XXIII do caput do art. § 1° A União poderá contratar com empresas Art. 180. § 2° A lei a que se refere o § 1° disporá sobre: I – a garantia do fornecimento dos derivados de petróleo em todo o território nacional. III. b) ao financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás. III – a estrutura e atribuições do órgão regulador do monopólio da União. 1° da EC n° 9/1995. V – a pesquisa. os Estados. 2° da EC n° 9/1995. quanto à ordenação do transporte internacional. gás natural e seus derivados e derivados de petróleo. não se lhe aplicando o disposto no art. § 3° A lei disporá sobre o transporte e a uti- lização de materiais radioativos no território nacional. 2° da EC n° 9/1995. 2° da EC n° 49/2006.

III – desapropriação com pagamento § 5° São isentas de impostos federais. § 1° O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à mulher. com prazo de resgate de até dez anos. II – imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo. subutilizado ou não utilizado. Aquele que possuir como sua área urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados. para fins de reforma agrária. teresse social. 183. 181. § 2° O decreto que declarar o imóvel como de interesse social. § 2° Esse direito não será reconhecido ao mesmo possuidor mais de uma vez. nos termos da lei federal. feita por autoridade administrativa ou judiciária estrangeira. utilizando-a para sua moradia ou de sua família. de: I – parcelamento ou edificação compulsórios. § 1° As benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro. por cinco anos. iguais e sucessivas. § 3° Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião. aprovado pela Câmara Municipal. para o processo judicial de desapropriação. mediante títulos da dívida pública de emissão previamente aprovada pelo Senado Federal. § 4° É facultado ao Poder Público municipal. em parcelas anuais. ininterruptamente e sem oposição. a partir do segundo ano de sua emissão. A política de desenvolvimento urbano. documento ou informação de natureza comercial. função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor. 184. adquirir-lhe-á o domínio. do proprietário do solo urbano não edificado. § 3° Cabe à lei complementar estabelecer procedimento contraditório especial. e cuja utilização será definida em lei. 182. assim como o montante de recursos para atender ao programa de reforma agrária no exercício. que promova seu adequado aproveitamento. para fins de reforma agrária. o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social. Compete à União desapropriar por in- § 2° A propriedade urbana cumpre sua § 3° As desapropriações de imóveis urbanos serão feitas com prévia e justa indenização em dinheiro. de rito sumário. com cláusula de preservação do valor real. 184 Art. Da POLÍtiCa URBana Art. obrigatório para cidades com mais de vinte mil habitantes. 225 Constituição Federal CAPÍtULO II Constituição da República Federativa do Brasil . conforme diretrizes gerais fixadas em lei. independentemente do estado civil. é o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana. O atendimento de requisição de Art. a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no País dependerá de autorização do Poder competente. resgatáveis no prazo de até vinte anos. exigir. mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária. estaduais e municipais as operações de transferência de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária. executada pelo Poder Público municipal. assegurados o valor real da indenização e os juros legais.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. § 4° O orçamento fixará anualmente o volume total de títulos da dívida agrária. Da POLÍtiCa AGRÍCOLa E FUndiÁRia E da REFORMa AGRÁRia § 1° O plano diretor. autoriza a União a propor a ação de desapropriação. desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. sob pena. mediante lei específica para área incluída no plano diretor. sucessivamente. ou a ambos. CAPÍtULO III Art. tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.

V – o seguro agrícola. levando em conta. O sistema financeiro nacional. DO SistEMa FinanCEiRO NaCiOnaL CAPÍtULO IV Art. por cinco anos ininterruptos. 192. Art. possua como seu. Art. imóveis rurais pela reforma agrária receberão títulos de domínio ou de concessão de uso. produção e a garantia de comercialização. I – a pequena e média propriedade rural. Art. A lei garantirá tratamento especial à propriedade produtiva e fixará normas para o cumprimento dos requisitos relativos a sua função social. 187. A destinação de terras públicas e devolutas será compatibilizada com a política agrícola e com o plano nacional de reforma agrária. IV – exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores. segundo critérios e graus de exigência estabelecidos em lei. Parágrafo único. tornando-a produtiva por seu trabalho ou de sua família. VII – a eletrificação rural e irrigação.Art. em zona rural. Aquele que. São insuscetíveis de desapropriação para fins de reforma agrária: CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° Incluem-se no planejamento agrícola as atividades agro-industriais. § 2° Excetuam-se do disposto no parágrafo anterior as alienações ou as concessões de terras públicas para fins de reforma agrária. sem oposição. 185 Art. § 1° A alienação ou a concessão. Art. desde que seu proprietário não possua outra. 189. especialmente: I – os instrumentos creditícios e fiscais. II – os preços compatíveis com os custos de III – o incentivo à pesquisa e à tecnologia. não superior a cinqüenta hectares. A lei regulará e limitará a aquisição ou o arrendamento de propriedade rural por pessoa física ou jurídica estrangeira e estabelecerá os casos que dependerão de autorização do Congresso Nacional. ou a ambos. Art. inegociáveis pelo prazo de dez anos. com a participação efetiva do setor de produção. agropecuárias. área de terra. § 2° Serão compatibilizadas as ações de política agrícola e de reforma agrária. envolvendo produtores e trabalhadores rurais. a qualquer título. A função social é cumprida quando a propriedade rural atende. Parágrafo único. 188. 185. tendo nela sua moradia. aos seguintes requisitos: I – aproveitamento racional e adequado. Art. II – a propriedade produtiva. simultaneamente. II – utilização adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente. não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano. O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à mulher. pesqueiras e florestais. de armazenamento e de transportes. assim definida em lei. VI – o cooperativismo. bem como dos setores de comercialização. estru- turado de forma a promover o desenvolvimento 226 . Parágrafo único. Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião. nos termos e condições previstos em lei. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei. ainda que por interposta pessoa. Os beneficiários da distribuição de III – observância das disposições que regulam as relações de trabalho. de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares a pessoa física ou jurídica. 191. VIII – a habitação para o trabalhador rural. 190. 186. adquirir-lhe-á a propriedade. IV – a assistência técnica e extensão rural. dependerá de prévia aprovação do Congresso Nacional. independentemente do estado civil.

2° da EC n° 40/2003). A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade. inclusive. IV – irredutibilidade do valor dos benefícios. 2° da EC n° 40/2003). 2° da EC n° 40/2003). 2° da EC n° 40/2003). Art. a) (Revogada pelo art. A ordem social tem como base o primado do trabalho. V – eqüidade na forma de participação no custeio. nos termos da lei. mediante gestão quadripartite. VIII – (Revogado pelo art. b) (Revogada pelo art. III – seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços. de forma direta e indireta. 1° da EC n° 20/1998. Parágrafo único. 2° da EC n° 40/2003). VII – (Revogado pelo art. abrangendo as cooperativas de crédito. Da ORdEM SOCiaL DispOsiÇÃO GERaL VI – diversidade da base de financiamento. VI – (Revogado pelo art. Constituição da República Federativa do Brasil . com base nos seguintes objetivos: I – (Revogado pelo art. com participação dos trabalhadores. Compete ao Poder Público. em todas as partes que o compõem. TÍtULO VIII CAPÍtULO I Art. 2° da EC n° 40/2003). incidentes sobre: ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados. dos Estados. destinadas 227 Constituição Federal I – universalidade da cobertura e do atendimento. 2° da EC n° 40/2003). § 2° (Revogado pelo art. § 1° (Revogado pelo art. sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram. 193. 2° da EC n° 40/2003). Art. 1° da EC n° 20/1998. c) o lucro. 194. 195 a assegurar os direitos relativos à saúde. IV – (Revogado pelo art. VII – caráter democrático e descentralizado da administração. mediante recursos provenientes dos orçamentos da União. à pessoa física que lhe preste serviço. 2° da EC n° 40/2003). Da SEGURidadE SOCiaL DisposiÇÕes Gerais CAPÍtULO II Seção I a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados. nos termos da lei. III – (Revogado pelo art. a qualquer título. V – (Revogado pelo art. Art. 2° da EC n° 40/2003). organizar a seguridade social. b) a receita ou o faturamento. II – (Revogado pelo art. § 3° (Revogado pelo art. dos empregadores. A seguridade social será financiada por toda a sociedade. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. 2° da EC n° 40/2003). do Distrito Federal e dos Municípios. à previdência e à assistência social. será regulado por leis complementares que disporão. 2° da EC n° 40/2003). II – uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. mesmo sem vínculo empregatício. e como objetivo o bemestar e a justiça sociais. 195. 2° da EC n° 40/2003. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei. e das seguintes contribuições sociais: I – do empregador.CONSTITUIÇÃO FEDERAL equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade. 2° da EC n° 40/2003).

contribuirão para a seguridade social mediante a aplicação de uma alíquota sobre o resultado da comercialização da produção e farão jus aos benefícios nos termos da lei. e dos Municípios destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. É vedada a concessão de remissão ou anistia das contribuições sociais de que tratam os incisos I. o parceiro. para débitos em montante superior ao fixado em lei complementar. 1° da EC n° 20/1998. observada a respectiva contrapartida de recursos. A lei definirá os critérios de transferência de recursos para o sistema único de saúde e ações de assistência social da União para os Estados. ƒƒ Parágrafo 8° com redação dada pelo art. ou de quem a lei a ele equiparar. e II deste artigo. ƒƒ Inciso IV acrescido pelo art. não incidindo contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de previdência social de que trata o art. ridade social poderá ser criado. § 7° São isentas de contribuição para a se- guridade social as entidades beneficentes de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei. não integrando o orçamento da União. II – do trabalhador e dos demais segurados da previdência social. ƒƒ Parágrafo 9° com redação dada pelo art. § 3° A pessoa jurídica em débito com o sistema § 10. 201. § 8° O produtor. da utilização intensiva de mão-de-obra. A lei definirá os setores de atividade econômica para os quais as contribuições incidentes na forma dos incisos I. sem empregados permanentes. b. que exerçam suas atividades em regime de economia familiar. 1° da EC n° 20/1998. 195 ƒƒ Alíneas a a c acrescidas pelo art. assegurada a cada área a gestão de seus recursos. 1° da EC n° 42/2003. IV – do importador de bens ou serviços do exterior. § 5° Nenhum benefício ou serviço da segu- § 6° As contribuições sociais de que trata este artigo só poderão ser exigidas após decorridos noventa dias da data da publicação § 12. previdência social e assistência social. ƒƒ Parágrafos 10 e 11 acrescidos pelo art. § 1° As receitas dos Estados. não poderá contratar com o Poder Público nem dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios. CONSTITUIÇÃO FEDERAL da lei que as houver instituído ou modificado. bem como os respectivos cônjuges. I. como estabelecido em lei. § 4° A lei poderá instituir outras fontes desti- nadas a garantir a manutenção ou expansão da seguridade social. 1° da EC n° 20/1998. e IV do caput. o Distrito Federal e os Municípios. 150. obedecido o disposto no art. do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho. a. tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias. não se lhes aplicando o disposto no art. III – sobre a receita de concursos de prognósticos. em razão da atividade econômica. da seguridade social. III. serão não-cumulativas. 1° da EC n° 47/2005. e dos Estados para os Municípios. § 11. majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total. 1° da EC n° 20/1998. § 9° As contribuições sociais previstas no inciso I do caput deste artigo poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas. b. do Distrito Federal § 2° A proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde. 228 . o meeiro e o arrendatário rurais e o pescador artesanal. 154.Art.

proteção e recuperação. 198 I – no caso da União. III – participação da comunidade. Art. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. 6° da EC n° 29/2000. do Distrito Federal e dos Municípios. 155 e dos recursos de que tratam os arts. o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. que será reavaliada pelo menos a cada cinco anos. com recursos do orçamento da seguridade social. inciso I. inciso I. § 4° Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público. 157 e 159. garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção. 198. ao Distrito Federal e aos Municípios. sem prejuízo dos serviços assistenciais. Aplica-se o disposto no § 12 inclusive na hipótese de substituição gradual. da União. Art. os Estados. distrital e municipal. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I a III acrescidos pelo art. 195. nos termos do art. II – atendimento integral. estabelecerá: I – os percentuais de que trata o § 2°. além de outras fontes. alínea b e § 3°. pela incidente sobre a receita ou o faturamento. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. estadual. Art. as 229 Constituição Federal II – no caso dos Estados e do Distrito Federal. 1° da EC n° 42/2003. § 1° O sistema único de saúde será financiado. da contribuição incidente na forma do inciso I.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 13. dos Estados. organizado de acordo com as seguintes diretrizes: § 3° Lei complementar. por pessoa física ou jurídica de direito privado. devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e. aplicado pela União. objetivando a progressiva redução das disparidades regionais. avaliação e controle das despesas com saúde nas esferas federal. também. de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação. 6° da EC n° 29/2000. 197. IV – as normas de cálculo do montante a ser ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I a IV acrescidos pelo art. ƒƒ Parágrafos 12 e 13 acrescidos pelo art. A saúde é direito de todos e dever do Estado. o Distrito Federal e os Municípios aplicarão. fiscalização e controle. § 2° A União. 6° da EC n° 29/2000. 1° da EC n° 51/2006. 156 e dos recursos de que tratam os arts. nos termos da lei. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único. com direção única em cada esfera de governo. I – descentralização. alínea a. o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 196. na forma definida nos termos da lei complementar prevista no § 3°. com prioridade para as atividades preventivas. em ações e serviços públicos de saúde recursos mínimos derivados da aplicação de percentuais calculados sobre: § 5° Lei federal disporá sobre o regime jurídico. o piso salarial profissional nacional. e inciso II. total ou parcial. deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios. Constituição da República Federativa do Brasil . III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal. cabendo ao Poder Público dispor. 158 e 159. Da Saúde Seção II Art. sobre sua regulamentação. II – os critérios de rateio dos recursos da União vinculados à saúde destinados aos Estados. a. São de relevância pública as ações e serviços de saúde. anualmente. e dos Estados destinados a seus respectivos Municípios. III – as normas de fiscalização.

com- Art. tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. A previdência social será organizada reta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País. para o cumprimento do referido piso salarial. 1° da EC n° 63/2010. processamento e transfusão de sangue e seus derivados. § 1° As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde. fixados em lei. a: I – cobertura dos eventos de doença. 199. invalidez. nele compreendido o do trabalho. pesquisa e tratamento.Art. nos na área de saúde. 41 e no § 4° do art. produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos. V – incrementar em sua área de atuação o desenvolvimento científico e tecnológico. IV – salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda. salvo nos casos previstos em lei. 201. competindo à União. II – executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica. tecidos e substâncias humanas para fins de transplante. hemoderivados e outros insumos. morte e idade avançada. ao Distrito Federal e aos Municípios. Art. 199 diretrizes para os Planos de Carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. tóxicos e radioativos. de caráter contributivo e de filiação obrigatória. III – proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário. nos termos da lei. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. § 3° É vedada a participação direta ou indi- sob a forma de regime geral. o servidor que exerça funções equivalentes às de agente comunitário de saúde ou de agente de combate às endemias poderá perder o cargo em caso de descumprimento dos requisitos específicos. bem como as de saúde do trabalhador. nos termos da lei. sendo vedado todo tipo de comercialização. imunobiológicos. e atenderá. transporte. Ao sistema único de saúde compete. art. 200. além de outras atribuições. ƒƒ Parágrafo 5° com redação dada pelo art. § 4° A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de órgãos. guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos. Da PrevidÊncia Social VIII – colaborar na proteção do meio Seção III § 2° É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. III – ordenar a formação de recursos humaIV – participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico. para o seu exercício. nos termos da lei: II – proteção à maternidade. Art. ambiente. VII – participar do controle e fiscalização da produção. 1° da EC n° 51/2006. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial. bem como a coleta. § 6° Além das hipóteses previstas no § 1° do VI – fiscalizar e inspecionar alimentos. 230 . especialmente à gestante. segundo diretrizes deste. CONSTITUIÇÃO FEDERAL I – controlar e fiscalizar procedimentos. equipamentos. bem como bebidas e águas para consumo humano. mediante contrato de direito público ou convênio. preendido o controle de seu teor nutricional. prestar assistência financeira complementar aos Estados. 169 da Constituição Federal.

se § 1° É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social. homem Art. 1° da EC n° 20/1998. § 10. observado o disposto no § 2°. obedecidas as seguintes condições: § 12. ƒƒ Caput e incisos I a V com redação dada pelo art. § 2° Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo. na qualidade de segurado facultativo. a qualquer título. nos casos e na forma da lei. 1° da EC n° 20/1998. Lei disciplinará a cobertura do risco de acidente do trabalho. reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar. § 7° É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social. nestes incluídos o produtor rural. § 8° Os requisitos a que se refere o inciso I do parágrafo anterior serão reduzidos em cinco anos. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. desde que pertencentes a famílias de baixa renda.CONSTITUIÇÃO FEDERAL V – pensão por morte do segurado. se mulher. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. § 3° Todos os salários de contribuição considerados para o cálculo de benefício serão devidamente atualizados. serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios. nos termos definidos em lei complementar. se mulher. I – trinta e cinco anos de contribuição. 1° da EC n° 20/1998. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. 1° da EC n° 20/1998. § 9° Para efeito de aposentadoria. 1° da EC n° 47/2005. 1° da EC n° 20/1998. na forma da lei. 231 Constituição Federal homem. conforme critérios definidos em lei. ƒƒ Parágrafo 8° com redação dada pelo art. Constituição da República Federativa do Brasil . segundo critérios estabelecidos em lei. rural e urbana. a ser atendida concorrentemente pelo regime geral de previdência social e pelo setor privado. ao cônjuge ou companheiro e dependentes. Lei disporá sobre sistema especial ƒƒ Parágrafo 7° com redação dada pelo art. § 6° A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano. de pessoa participante de regime próprio de previdência. ƒƒ Parágrafos 9° ao 11 acrescidos pelo art. ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física e quando se tratar de segurados portadores de deficiência. 1° da EC n° 20/1998. nos termos da lei. § 5° É vedada a filiação ao regime geral de previdência social. se de inclusão previdenciária para atender a trabalhadores de baixa renda e àqueles sem renda própria que se dediquem exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência. 201 homem. e trinta anos de contribuição. ƒƒ Parágrafos 2° a 6° com redação dada pelo art. é asse- § 4° É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes. gurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada. hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente. o valor real. garantindo-lhes acesso a benefícios de valor igual a um salário-mínimo. Os ganhos habituais do empregado. ou mulher. e sessenta anos de idade. II – sessenta e cinco anos de idade. em caráter permanente. o garimpeiro e o pescador artesanal. § 11.

ƒƒ Parágrafos 1° e 2° com redação dada pelo art. fundações. § 1° A lei complementar de que trata este artigo assegurará ao participante de planos de benefícios de entidades de previdência privada o pleno acesso às informações relativas à gestão de seus respectivos planos. às empresas privadas permissionárias ou concessionárias de prestação de serviços públicos.Art. situação na qual. sociedades de economia mista e outras entidades públicas. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. V – a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. O regime de previdência privada. O sistema especial de inclusão previden- ciária de que trata o § 12 deste artigo terá alíquotas e carências inferiores às vigentes para os demais segurados do regime geral de previdência social. 202 ƒƒ Parágrafo 12 com redação dada pelo art. II – o amparo às crianças e adolescentes carentes. III – a promoção da integração ao mercado de trabalho. § 13. Art. 203. 204. § 6° A lei complementar a que se refere o § 4° deste artigo estabelecerá os requisitos para a designação dos membros das diretorias das entidades fechadas de previdência privada e disciplinará a inserção dos participantes nos colegiados e instâncias de decisão em que seus interesses sejam objeto de discussão e deliberação. 202. nos termos da lei. § 3° É vedado o aporte de recursos a entidade de previdência privada pela União. à infância. à adolescência e à velhice. regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes. As ações governamentais na área da assistência social serão realizadas com recursos do orçamento da seguridade social. A assistência social será prestada a quem dela necessitar. à maternidade. os be- nefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos. CONSTITUIÇÃO FEDERAL controladas direta ou indiretamente. sua contribuição normal poderá exceder a do segurado. Da AssistÊncia Social Seção IV § 2° As contribuições do empregador. não integram a remuneração dos participantes. fundações. inclusive suas autarquias. no que couber. conforme dispuser a lei. à exceção dos benefícios concedidos. sociedades de economia mista e empresas Art. 1° da EC n° 47/2005. será facultativo. 232 . salvo na qualidade de patrocinador. empresas públicas. Estados. 1° da EC n° 20/1998. e suas respectivas entidades fechadas de previdência privada. baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado. ƒƒ Parágrafo 3° a 6° acrescidos pelo art. em hipótese alguma. e tem por objetivos: I – a proteção à família. Art. ƒƒ Parágrafo 13 acrescido pelo art. assim como. Estados. independentemente de contribuição à seguridade social. quando patrocinadoras de entidades fechadas de previdência privada. 1° da EC n° 20/1998. 1° da EC n° 20/1998. IV – a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária. Distrito Federal ou Municípios. § 5° A lei complementar de que trata o parágrafo anterior aplicar-se-á. Distrito Federal e Municípios. de caráter complementar e organizado de forma autônoma em relação ao regime geral de previdência social. e regulado por lei complementar. § 4° Lei complementar disciplinará a relação entre a União. suas autarquias. 1° da EC n° 47/2005. enquanto patrocinadoras de entidades fechadas de previdência privada.

além de outras fontes. I – descentralização político-administrativa. e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino. vedada a aplicação desses recursos no pagamento de: I – despesas com pessoal e encargos sociais. V – valorização dos profissionais da educação II – participação da população. VII – garantia de padrão de qualidade. na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis. da CULtURa E dO DEspORtO Da EducaÇão CAPÍtULO III gorias de trabalhadores considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira. I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. no âmbito da União. a arte e o saber. e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino. bem como a entidades beneficentes e de assistência social. § 1° É facultado às universidades admitir professores. As universidades gozam de autonomia didático-científica. escolar. será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade. Seção I Art. cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal. pesquisa e extensão. 205. 207. III – pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas. dos Estados. 1° da EC n° 53/2006. Art. 1° da EC n° 53/2006. seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular a programa de apoio à inclusão e promoção social até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida. II – serviço da dívida. VI – gestão democrática do ensino público. aos das redes públicas. planos de carreira. A educação. na forma da lei. ƒƒ Inciso VIII acrescido pelo art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL previstos no art. ensinar. e organizadas com base nas seguintes diretrizes: Art. 1° da EC n° 42/2003. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. 233 Constituição Federal IV – gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. 207 II – liberdade de aprender. técnicos e cientistas estrangeiros. A lei disporá sobre as cate- Da EdUCaÇÃO. do Distrito Federal e dos Municípios. pesquisar e divulgar o pensamento. Constituição da República Federativa do Brasil . direito de todos e dever do Estado e da família. visando ao pleno desenvolvimento da pessoa. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: Art. § 2° O disposto neste artigo aplica-se às instituições de pesquisa científica e tecnológica. 1° da EC n° 53/2006. III – qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente aos investimentos ou ações apoiados. 206. 195. com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos. administrativa e de gestão financeira e patrimonial. Parágrafo único. ƒƒ Parágrafo único e incisos I a III acrescidos pelo art. ƒƒ Parágrafo único acrescido pelo art. por meio de organizações representativas. na forma da lei. Parágrafo único. VIII – piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública. garantidos. nos termos de lei federal. na forma da lei.

Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental. por meio de programas suplementares de material didático-escolar. assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. 2° da EC n° 14/1996. constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. IV – educação infantil. 210. de matrícula facultativa. de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos. transporte. Art. importa responsabilidade da autoridade competente. 1° da EC n° 59/2009. A União.Art. adequado às condições do educando. ao Distrito Federal e aos Municípios. pela freqüência à escola. alimentação e assistência à saúde. 1° da EC n° 59/2009. em creche e pré-escola. § 3° Os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no ensino fundamental e médio. 211. 1° da EC n° 11/1996. o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino. às crianças até 5 (cinco) anos de idade. VII – atendimento ao educando. § 1° A União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. § 1° O ensino religioso. § 2° Os Municípios atuarão prioritariamente ƒƒ Parágrafos 1° e 2° com redação dada pelo art. § 2° O ensino fundamental regular será mi- V – acesso aos níveis mais elevados do ensino. VI – oferta de ensino noturno regular. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 3° Compete ao Poder Público recensear os educandos no ensino fundamental. II – autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público. em matéria educacional. 234 . 1° da EC n° 53/2006. Art. Art. fazer-lhes a chamada e zelar. 209. no ensino fundamental e na educação infantil. § 1° O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo. III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. Art. nistrado em língua portuguesa. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. segundo a capacidade de cada um. § 2° O não-oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público. preferencialmente na rede regular de ensino. nacionais e regionais. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. I – educação básica obrigatória e gratuita dos II – progressiva universalização do ensino médio gratuito. atendidas as seguintes condições: I – cumprimento das normas gerais da educação nacional. em todas as etapas da educação básica. junto aos pais ou responsáveis. financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá. os Estados. O ensino é livre à iniciativa privada. ou sua oferta irregular. 208 ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. 3° da EC n° 14/1996. função redistributiva e supletiva. da pesquisa e da criação artística. 208.

definidas em lei. quando houver falta de vagas e cursos regulares da rede pública na localidade da residência do educando. 212. ao Distrito Federal e aos Municípios. Art. da receita resultante de impostos. 214 § 4° Os programas suplementares de Constituição da República Federativa do Brasil § 4° Na organização de seus sistemas de ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. no que se refere a universalização. VII. a União. § 5° A educação básica pública terá como fonte adicional de financiamento a contribuição social do salário-educação. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. o Distrito Federal e os Municípios definirão formas de colaboração. serão financiados com recursos provenientes de contribuições sociais e outros recursos orçamentários. 2° da EC n° 59/2009. serão considerados os sistemas de ensino federal. estadual e municipal e os recursos aplicados na forma do art. transferida pela União aos Estados. § 2° As atividades universitárias de pesquisa e extensão poderão receber apoio financeiro do Poder Público. de modo a assegurar a universalização do ensino obrigatório. o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento. com o 235 Constituição Federal ensino. . no caso de encerramento de suas atividades. de 28. A lei estabelecerá o plano nacional de educação.-TSE. A União aplicará. 3° da EC n° 59/2009. garantia de padrão de qualidade e equidade. 208. os Estados. 1° da EC n° 53/2006. no REspe n° 30. no mínimo. compreendida a proveniente de transferências. receita do governo que a transferir. não é considerada. na forma da lei. § 6° As cotas estaduais e municipais da arrecada- Art. filantrópica ou confessional. e os Estados. de duração decenal.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. para efeito do cálculo previsto neste artigo. to no caput deste artigo. § 5° A educação básica pública atenderá prioƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. ƒƒ Parágrafo 6° acrescido pelo art. 214. na manutenção e desenvolvimento do ensino. Art. nos termos do plano nacional de educação. podendo ser dirigidos a escolas comunitárias. anualmente. Os recursos públicos serão destina- dos às escolas públicas. ƒƒ Parágrafo 5° com redação dada pelo art. derão ser destinados a bolsas de estudo para o ensino fundamental e médio. 1° da EC n° 53/2006.169: a não aplicação do percentual mínimo destinado à educação constitui irregularidade de natureza sanável. ção da contribuição social do salário-educação serão distribuídas proporcionalmente ao número de alunos matriculados na educação básica nas respectivas redes públicas de ensino. alimentação e assistência à saúde previstos no art. confessionais ou filantrópicas. ƒƒ Ac. 3° da EC n° 14/1996. Art. para os que demonstrarem insuficiência de recursos. ficando o Poder Público obrigado a investir prioritariamente na expansão de sua rede na localidade. II – assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária. nun- ca menos de dezoito. ou ao Poder Público. que: § 1° A parcela da arrecadação de impostos I – comprovem finalidade não-lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação.4. 213.2009. ritariamente ao ensino regular. § 2° Para efeito do cumprimento do dispos- § 1° Os recursos de que trata este artigo po- § 3° A distribuição dos recursos públicos assegurará prioridade ao atendimento das necessidades do ensino obrigatório. ou pelos Estados aos respectivos Municípios. 213. recolhida pelas empresas na forma da lei. 1° da EC n° 53/2006.

à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. III – melhoria da qualidade do ensino. 4° da EC n° 59/2009. 215. I – erradicação do analfabetismo. fazer e viver. portadores de referência à identidade. Art. Da Cultura Seção II IV – as obras. 215 objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes. 216. na forma da lei. IV – formação para o trabalho. ecológico e científico. paleontológico. registros. a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem. visando ao desenvolvimento cultural do País e à integração das ações do poder público que conduzem à: brasileiro. etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. § 1° O Estado protegerá as manifestações das culturas populares. III – as criações científicas. 236 . edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais. § 2° A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para os diferentes segmentos étnicos nacionais. I – defesa e valorização do patrimônio cultural § 4° Os danos e ameaças ao patrimônio cultural serão punidos. § 3° A lei estabelecerá o Plano Nacional de Cultura. promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro. indígenas e afro-brasileiras. documentos. tomados individualmente ou em conjunto. Art. por meio de inventários. § 1° O Poder Público. Constituem patrimônio cultural bra- sileiro os bens de natureza material e imaterial. ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I a V acrescidos pelo art. objetos. metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis. de duração plurianual. na for- § 3° A lei estabelecerá incentivos para a produção e o conhecimento de bens e valores culturais. V – valorização da diversidade étnica e regional. e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. artísticas e tecnológicas. e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional. III – formação de pessoal qualificado para a gestão da cultura em suas múltiplas dimensões. paisagístico. V – promoção humanística. objetivos. nos quais se incluem: I – as formas de expressão. § 2° Cabem à administração pública. à ação. II – os modos de criar. promoção e difusão de bens culturais. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional. 4° da EC n° 59/2009. V – os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico. 1° da EC n° 48/2005. e de outras formas de acautelamento e preservação. tombamento e desapropriação. arqueológico. II – universalização do atendimento escolar. VI – estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto. IV – democratização do acesso aos bens de cultura. ma da lei. com a colaboração da comunidade. ƒƒ Inciso VI acrescido pelo art. científica e tecnológica do País. vigilância. CONSTITUIÇÃO FEDERAL II – produção.Art. artístico.

IV – a proteção e o incentivo às manifesta§ 1° O Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva. § 2° A pesquisa tecnológica voltar-se-á preponderantemente para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° Ficam tombados todos os documentos e Art. § 3° O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas áreas de ciência. a criação. observados: I – a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações. vedada a aplicação desses recursos no pagamento de: Da CiÊnCia E TECnOLOGia CAPÍtULO IV Art. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais. § 4° A lei apoiará e estimulará as empresas que invistam em pesquisa. para a do desporto de alto rendimento. contados da instauração do processo. pesquisa e tecnologia. desvinculada do salário. quanto a sua organização e funcionamento. o bem-estar da população e a autonomia tecnológica do País. III – o tratamento diferenciado para o desporto profissional e o não. § 5° É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular parcela de sua receita orçamentária a entidades públicas de fomento ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica. III – qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente aos investimentos ou ações apoiados. a pesquisa e a capacitação tecnológicas. formação e aperfeiçoamento de seus recursos humanos e que pratiquem sistemas de remuneração que assegurem ao empregado. A manifestação do pensamento. em casos específicos. como forma de promoção social. 220. para o financiamento de programas e projetos culturais. I – despesas com pessoal e encargos sociais. sob qualquer forma. participação nos ganhos econômicos resultantes da produtividade de seu trabalho. ƒƒ Parágrafo 6° e incisos I a III acrescidos pelo art. 218. Da COMUniCaÇÃO SOCiaL Do Desporto Seção III Art. Art. 217. a expressão e a informação. processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico. CAPÍtULO V Art. § 1° A pesquisa científica básica receberá tratamento prioritário do Estado. § 2° A justiça desportiva terá o prazo máximo de sessenta dias. para proferir decisão final. 220 § 3° O Poder Público incentivará o lazer. criação de tecnologia adequada ao País. II – serviço da dívida. 219. os sítios detentores de reminiscências históricas dos antigos quilombos. 237 Constituição Federal § 6° É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular a fundo estadual de fomento à cultura até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida. ções desportivas de criação nacional. como direito de cada um. O mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado de modo a viabilizar o desenvolvimento cultural e sócio-econômico. e concederá aos que delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho. 1° da EC n° 42/2003. regulada em lei. observado o disposto nesta Constituição. tendo em vista o bem público e o progresso das ciências. II – a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional e. nos termos de lei federal. Constituição da República Federativa do Brasil .profissional.

221. cabendo ao Poder Público informar sobre a natureza deles. 5°.-TSE n° 1. pelo menos setenta por cento do capital total e do capital votante das empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens deverá pertencer. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios: I – preferência a finalidades educativas. advertência sobre os malefícios decorrentes de seu uso. segunda nota ao art. X. IV. § 3° Compete à lei federal: I – regular as diversões e espetáculos públicos. nos termos do inciso II do parágrafo anterior. ideológica e artística. § 5° Os meios de comunicação social não po- § 6° A publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade. que também garantirá a prioridade de profissionais brasileiros na execução de produções nacionais. direta ou indiretamente. práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente. Art. I. § 3° Os meios de comunicação social eletrônica. a brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. 222. ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País. unicamente. ser objeto de monopólio ou oligopólio. direta ou indiretamente. bebidas alcoólicas. 57-C. e conterá. deverão observar os princípios enunciados no art. 238 . artística e jornalística. ƒƒ Ac.504/1997. na forma de lei específica. locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada. bem como da propaganda de produtos. III – regionalização da produção cultural. 221. § 2° É vedada toda e qualquer censura de natureza política.Art. observado o disposto no art. agrotóxicos. II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no art. 1° da EC n° 36/2002. 221. V. § 2° A responsabilidade editorial e as atividades de seleção e direção da programação veiculada são privativas de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. ƒƒ Caput e parágrafos 1° e 2° com redação dada pelo art.241/2002: a diversidade de regimes constitucionais a que se submetem a imprensa escrita. independentemente da tecnologia utilizada para a prestação do serviço. medicamentos e terapias estará sujeita a restrições legais. § 1° Em qualquer caso. ƒƒ V. § 1°. A propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens é privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. salvo. as faixas etárias a que não se recomendem. culturais e informativas. artísticas. II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação. da Lei n° 9. 221 § 1° Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social. § 4° A propaganda comercial de tabaco. em qualquer meio de comunicação social. às relativas à publicidade paga e à garantia do direito de resposta. IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família. o rádio e a televisão se reflete na diferença de restrições por força da legislação eleitoral. conforme percentuais estabelecidos em lei. sempre que necessário. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. que exercerão obrigatoriamente a gestão das atividades e estabelecerão o conteúdo da programação. incompetência da Justiça Eleitoral para impor restrições ou proibições à liberdade de informação e à opinião da imprensa escrita. dem. § 4° Lei disciplinará a participação de capital estrangeiro nas empresas de que trata o § 1°. XIII e XIV.

a qualidade de vida e o meio ambiente.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° As alterações de controle societário Art. 223. § 1° O Congresso Nacional apreciará o ato no prazo do art. provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade. o Conselho de Comunicação Social. em todas as unidades da Federação. as práticas que coloquem em risco sua função ecológica. incumbe ao Poder Público: 239 Constituição Federal patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético. 225 I – preservar e restaurar os processos ecolóConstituição da República Federativa do Brasil das empresas de que trata o § 1° serão comunicadas ao Congresso Nacional. permissão dependerá de aprovação de. espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos. para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens. DO MEiO AMBiEntE VI – promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente. na forma da lei. § 2° A não renovação da concessão ou § 3° O ato de outorga ou renovação somente produzirá efeitos legais após deliberação do Congresso Nacional. a sanções penais e administrativas. a contar do recebimento da mensagem. sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei. IV – exigir. o Congresso Nacional instituirá. III – definir. II – preservar a diversidade e a integridade do Art. . em votação nominal. dois quintos do Congresso Nacional. público e estatal. § 3° As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores. independentemente da obrigação de reparar os danos causados. antes de vencido o prazo. de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente. VII – proteger a fauna e a flora. V – controlar a produção. observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado. o Pantanal MatoGrossense e a Zona Costeira são patrimônio CAPÍtULO VI Art. § 4° A Floresta Amazônica brasileira. § 5° O prazo da concessão ou permissão será de dez anos para as emissoras de rádio e de quinze para as de televisão. Art. bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida. Todos têm direito ao meio ambien- te ecologicamente equilibrado. §§ 2° e 4°. ƒƒ Parágrafos 3° a 5° acrescidos pelo art. métodos e substâncias que comportem risco para a vida. estudo prévio de impacto ambiental. impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. § 2° Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado. na forma dos parágrafos anteriores. Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão. na forma da lei. a comercialização e o emprego de técnicas. vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção. § 4° O cancelamento da concessão ou permissão. § 1° Para assegurar a efetividade desse direito. no mínimo. depende de decisão judicial. a Serra do Mar. 64. como seu órgão auxiliar. Para os efeitos do disposto neste capítulo. gicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas. na forma da lei. na forma da lei. vedadas. 224. pessoas físicas ou jurídicas. a Mata Atlântica. 225. a que se dará publicidade. 1° da EC n° 36/2002.

227. arrecadadas pelos Estados. por ações discriminatórias. A família. familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes. Art. do Estado assegurar à criança. com absoluta prioridade. devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. 1° da EC n° 65/2010. 226 nacional. como entidade § 5° Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher. bem como de integração social do adolescente e do jovem portador de deficiência. e a facilitação do acesso aos bens e serviços coletivos. à alimentação. competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito.Art. além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência. também. DO JOVEM E DO IDOSO ƒƒ Capítulo VII com denominação dada pelo art. ao lazer. o planejamento familiar é livre decisão do casal. na forma da lei. violência. I – aplicação de percentual dos recursos públicos destinados à saúde na assistência materno-infantil. admitida a participação de entidades não governamentais. deverão ter sua localização definida em lei federal. § 4° Entende-se. É dever da família. § 2° O casamento religioso tem efeito civil. à saúde. à educação. o direito à vida. é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar. com a eliminação de obstáculos arquitetônicos e de todas as formas de discriminação. mediante o treinamento para o trabalho e a convivência. Art. discriminação. II – criação de programas de prevenção e atendimento especializado para as pessoas portadoras de deficiência física. DA FAMÍLIA. à liberdade e à convivência familiar e comunitária. CONSTITUIÇÃO FEDERAL forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas. § 8° O Estado assegurará a assistência à famí- § 5° São indisponíveis as terras devolutas ou lia na pessoa de cada um dos que a integram. § 7° Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável. da sociedade e § 6° As usinas que operem com reator nuclear CAPÍtULO VII especial proteção do Estado. dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente. vedada qualquer § 2° A lei disporá sobre normas de construção dos logradouros e dos edifícios de uso público e de fabricação de veículos de transporte 240 . ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. e sua utilização far-se-á. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. § 6° O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio. 2° da EC n° 65/2010. 226. ao respeito. exploração. crueldade e opressão. ao adolescente e ao jovem. 2° da EC n° 65/2010. DA CRIANÇA. necessárias à proteção dos ecossistemas naturais. sensorial ou mental. mediante políticas específicas e obedecendo aos seguintes preceitos: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. do adolescente e do jovem. sem o que não poderão ser instaladas. criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações. DO ADOLESCENTE. à dignidade. à profissionalização. 1° da EC n° 66/2010. 2° da EC n° 65/2010. § 3° Para efeito da proteção do Estado. inclusive quanto ao uso dos recursos naturais. base da sociedade. tem § 1° O casamento é civil e gratuita a celebração. § 1° O Estado promoverá programas de assistência integral à saúde da criança. à cultura. nos termos da lei.

competindo à União demarcá-las. incentivos fiscais e subsídios. destinado a regular os direitos dos jovens. 229. trabalhistas. 231 § 6° Os filhos. 231. São penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos. V – obediência aos princípios de brevidade. ƒƒ Parágrafo 8° e incisos I e II acrescidos pelo art. na forma da lei. assegurando sua participação na comunidade. 7°. sob a forma de guarda. que estabelecerá casos e condições de sua efetivação por parte de estrangeiros. a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência. proteger e fazer respeitar todos os seus bens. VII – programas de prevenção e atendimento especializado à criança. excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. a violência e a exploração sexual da criança e do adolescente. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. ou por adoção. 241 Constituição Federal . § 3° O direito a proteção especial abrangerá os seguintes aspectos: admissão ao trabalho. nos termos da lei. segundo dispuser a legislação tutelar específica. costumes. proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação. e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice. igualdade na relação processual e defesa técnica por profissional habilitado. CAPÍtULO VIII DOs ÍndiOs Art. A família. ao acolhimento. é garantida a gratuidade dos transportes coletivos urbanos. 204. terão os mesmos direitos e qualificações. São reconhecidos aos índios sua organização social. línguas. § 2° Aos maiores de sessenta e cinco anos § 4° A lei punirá severamente o abuso. IV – garantia de pleno e formal conhecimen- to da atribuição de ato infracional. criar e educar os filhos menores. havidos ou não da relação do casamento. a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas. I – idade mínima de quatorze anos para Constituição da República Federativa do Brasil II – garantia de direitos previdenciários e III – garantia de acesso do trabalhador adolescente e jovem à escola. Art. Art. Art. quando da aplicação de qualquer medida privativa da liberdade. XXXIII. de duração decenal. sujeitos às normas da legislação especial. § 5° A adoção será assistida pelo Poder Público. 228. defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida. de criança ou adolescente órfão ou abandonado. Art. 230. 2° da EC n° 65/2010.CONSTITUIÇÃO FEDERAL coletivo. § 1° Os programas de amparo aos idosos serão executados preferencialmente em seus lares. II – o plano nacional de juventude. § 7° No atendimento dos direitos da criança e do adolescente levar-se-á em consideração o disposto no art. VI – estímulo do Poder Público. ao adolescente e ao jovem dependente de entorpecentes e drogas afins. observado o disposto no art. 2° da EC n° 65/2010. visando à articulação das várias esferas do poder público para a execução de políticas públicas. Os pais têm o dever de assistir. crenças e tradições. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. através de assistência jurídica. carência ou enfermidade. e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam. § 8° A lei estabelecerá: I – o estatuto da juventude. 2° da EC n° 65/2010.

§ 3° O aproveitamento dos recursos hídricos. direta ou indire- incluídos os potenciais energéticos. obedecido o procedimento fixado na Constituição. não gerando a nulidade e a extinção direito a indenização ou a ações contra a União. após deliberação do Congresso Nacional. 2° da EC Art. não produzindo efeitos jurídicos. as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural. e organizações são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses. tamente. imprescritíveis. em exercício na área do novo Estado ou do Estado originário. 232 § 1° São terras tradicionalmente ocupadas CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. em decorrência da criação de Estado. suas comunidades pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente. de exercício profissional. as utilizadas para suas atividades produtivas. pelo Governador eleito. segundo o que dispuser lei complementar. IV – o Tribunal de Justiça terá sete Desembargadores. b) dois dentre promotores. ressalvado relevante interesse público da União. escolhidos da seguinte forma: a) cinco dentre os magistrados com mais de trinta e cinco anos de idade. §§ 3° e 4°. cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo. intervindo o Ministério Público em todos os atos do processo. na forma da lei. segundo seus usos. nas mesmas condições. e de vinte e quatro se igual ou superior a esse número. o retorno imediato logo que cesse o risco. quanto às benfeitorias derivadas da ocupação de boa fé. 235. na forma da lei. (Revogado pelo art. ficando-lhes assegurada participação nos resultados da lavra. os atos que tenham por objeto a ocupação.Art. 242 . § 4° As terras de que trata este artigo são inalienáveis e indisponíveis. encargos referentes a despesas com pessoal inativo e com encargos e amortizações da dívida interna ou externa da administração pública. pelos índios destinam-se a sua posse permanente. § 5° É vedada a remoção dos grupos indígenas de suas terras. § 6° São nulos e extintos. Nos dez primeiros anos da criação de Estado. e advogados de comprovada idoneidade e saber jurídico. dos rios e dos lagos nelas existentes. e os direitos sobre elas. É vedado à União. inclusive da indireta. salvo. 232. § 7° Não se aplica às terras indígenas o disposto no art. dos rios e dos lagos nelas existentes. costumes e tradições. o domínio e a posse das terras a que se refere este artigo. serão observadas as seguintes normas básicas: I – a Assembléia Legislativa será composta de dezessete Deputados se a população do Estado for inferior a seiscentos mil habitantes. em caso de catástrofe ou epidemia que ponha em risco sua população. ad referendum do Congresso Nacional. V – os primeiros Desembargadores serão nomeados pelo Governador eleito. 174. II – o Governo terá no máximo dez Secretarias. com dez anos. 234. Os índios. garantido. Art. Art. 233. ouvidas as comunidades afetadas. ou a exploração das riquezas naturais do solo. § 2° As terras tradicionalmente ocupadas Das DispOsiÇÕEs COnstitUCiOnais GERais TÍtULO IX n° 28/2000). em qualquer hipótese. nomeados. até um milhão e quinhentos mil. a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras indígenas só podem ser efetivados com autorização do Congresso Nacional. ou no interesse da soberania do País. dentre brasileiros de comprovada idoneidade e notório saber. no mínimo. assumir. salvo. III – o Tribunal de Contas terá três membros.

no mínimo. essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais. § 1° Dos recursos mencionados no caput deste artigo. pelo menos quarenta por cento serão destinados a financiar programas de desenvolvimento econômico. responderão pela Procuradoria-Geral. o programa do seguro-desemprego e o abono de que trata o § 3° deste artigo. álcool carburante e outros combustíveis derivados de matériasprimas renováveis. ficando ainda o restante sob a responsabilidade da União. b) no sétimo ano. A fiscalização e o controle sobre o comércio exterior. os encargos do Estado serão acrescidos de trinta por cento e. 236. pela Advocacia-Geral e pela Defensoria-Geral do Estado advogados de notório saber. criado pela Lei Complementar n° 8. de 3 de dezembro de 1970. o Estado assumirá vinte por cento dos encargos financeiros para fazer face ao pagamento dos servidores públicos. Art. para depósito nas contas individuais dos participantes. A arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração Social. Art. Os serviços notariais e de registro são § 1° Lei regulará as atividades. § 2° Os patrimônios acumulados do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público são preservados. Art. por mais de seis meses. com exceção da retirada por motivo de casamento.CONSTITUIÇÃO FEDERAL VI – no caso de Estado proveniente de Território Federal. de 7 de setembro de 1970. mantendo-se os critérios de saque nas situações previstas nas leis específicas. não se permitindo que qualquer serventia fique vaga. para os cargos mencionados neste artigo. 239 § 2° Lei federal estabelecerá normas gerais Constituição da República Federativa do Brasil para fixação de emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro. dos restantes cinqüenta por cento. a partir da promulgação desta Constituição. por delegação do Poder Público. serão disciplinadas na Constituição Estadual. e definirá a fiscalização de seus atos pelo Poder Judiciário. no oitavo. Art. a transferência de encargos financeiros da União para pagamento dos servidores optantes que pertenciam à Administração Federal ocorrerá da seguinte forma: a) no sexto ano de instalação. X – as nomeações que se seguirem às primei- ras. 243 Constituição Federal . A lei ordenará a venda e revenda de combustíveis de petróleo. IX – se o novo Estado for resultado de transformação de Território Federal. a financiar. passa. serão exercidos pelo Ministério da Fazenda. e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. ficando vedada a distribuição da arrecadação de que trata o caput deste artigo. exercidos em caráter privado. o primeiro Juiz de Direito. VII – em cada Comarca. com critérios de remuneração que lhes preservem o valor. dos oficiais de registro e de seus prepostos. os cinco primeiros Desembargadores poderão ser escolhidos dentre juízes de direito de qualquer parte do País. criado pela Lei Complementar n° 7. sem abertura de concurso de provimento ou de remoção. o primeiro Promotor de Justiça e o primeiro Defensor Público serão nomeados pelo Governador eleito após concurso público de provas e títulos. disciplinará a responsabilidade civil e criminal dos notários. XI – as despesas orçamentárias com pessoal não poderão ultrapassar cinqüenta por cento da receita do Estado. 239. respeitados os princípios desta Constituição. VIII – até a promulgação da Constituição Estadual. 237. § 3° O ingresso na atividade notarial e de registro depende de concurso público de provas e títulos. 238. nomeados pelo Governador eleito e demissíveis ad nutum. com trinta e cinco anos de idade. Art. através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. nos termos que a lei dispuser.

Todo e qualquer bem de valor econômico apreendido em decorrência do tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins será confiscado e reverterá em benefício de instituições e pessoal especializados no tratamento e recuperação de viciados e no aparelhamento e custeio de atividades de fiscalização. § 4° O financiamento do seguro-desemprego receberá uma contribuição adicional da empresa cujo índice de rotatividade da força de trabalho superar o índice médio da rotatividade do setor. até dois salários mínimos de remuneração mensal. A lei disporá sobre as hipóteses e condições em que o Poder Público dará assistência aos herdeiros e dependentes carentes de pessoas vitimadas por crime doloso. 245. autorizando a gestão associada de serviços públicos. Parágrafo único. bem como a transferência total ou parcial de encargos. art. 247. computado neste valor o rendimento das contas individuais. Art. ƒƒ Art. Art. 244 . Art. o Distrito Federal Art. controle. Art. até a data da promulgação desta Constituição. Art. § 2° O Colégio Pedro II. Art. Na hipótese de insuficiência de desempenho. dos edifícios de uso público e dos veículos de transporte coletivo atualmente existentes a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência. 41 e no § 7° do art. para o cultivo de produtos alimentícios e medicamentosos. que não sejam total ou preponderantemente mantidas com recursos públicos. 240 § 3° Aos empregados que percebam de em- CONSTITUIÇÃO FEDERAL plantas psicotrópicas serão imediatamente expropriadas e especificamente destinadas ao assentamento de colonos. § 2°. 246. 169 estabelecerão critérios e garantias especiais para a perda do cargo pelo servidor público estável que. 241. não se aplica às instituições educacionais oficiais criadas por lei estadual ou municipal e existentes na data da promulgação desta Constituição. prevenção e repressão do crime de tráfico dessas substâncias. serviços. conforme o disposto no art. O princípio do art. sem qualquer indenização ao proprietário e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. em decorrência das atribuições de seu cargo efetivo. Art. 24 da EC n° 19/1998.Art. 1° da EC n° 32/2001. IV. sem prejuízo da responsabilidade civil do autor do ilícito. Ficam ressalvadas do disposto no e os Municípios disciplinarão por meio de lei os consórcios públicos e os convênios de cooperação entre os entes federados. 240. 227. no caso daqueles que já participavam dos referidos programas. 244. § 1° O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro. ƒƒ Art. A União. 241 com redação dada pelo art. é assegurado o pagamento de um salário mínimo anual. destinadas às entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical. será mantido na órbita federal. É vedada a adoção de medida provisória na regulamentação de artigo da Constituição cuja redação tenha sido alterada por meio de emenda promulgada entre 1° de janeiro de 1995 até a promulgação desta emenda. na forma estabelecida por lei. inclusive. 195 as atuais contribuições compulsórias dos empregadores sobre a folha de salários. pregadores que contribuem para o Programa de Integração Social ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. As leis previstas no inciso III do § 1° do art. A lei disporá sobre a adaptação dos logradouros. localizado na cidade do Rio de Janeiro. a perda do cargo somente ocorrerá mediante processo administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa. os Estados. 246 com redação dada pelo art. 243. pessoal e bens essenciais à continuidade dos serviços transferidos. 242. As glebas de qualquer região do País onde forem localizadas culturas ilegais de Parágrafo único. 206. desenvolva atividades exclusivas de Estado.

248 acrescido pelo art. contados da promulgação da Constituição.235/1994: segundo essa resolução. em sessão unicameral. passou a ser o mínimo. __________ Publicada no DOU de 5. no ato e na data de sua promulgação. Art. e os não sujeitos ao limite máximo de valor fixado para os benefícios concedidos por esse regime observarão os limites fixados no art. Os benefícios pagos. direitos e ativos de qualquer natureza. em adição aos recursos dos respectivos tesouros. 37. direitos e ativos de qualquer natureza. o número [de deputados federais por estado] então existente. 1° O Presidente da República. 5° § 1° Será assegurada gratuidade na livre diConstituição da República Federativa do Brasil Art. 4° O mandato do atual Presidente da República terminará em 15 de março de 1990.8. VicePrefeitos e Vereadores terminarão no dia 1° de janeiro de 1989. do Supremo Tribunal Federal e os membros do Congresso Nacional prestarão o compromisso de manter. promulgada a Constituição. o Presidente dos Vice-Governadores eleitos em 15 de novembro de 1986 terminarão em 15 de março de 1991. Com o objetivo de assegurar recursos § 2° É assegurada a irredutibilidade da atual representação dos Estados e do Distrito Federal na Câmara dos Deputados. 77 da Constituição. Art. a forma e o sistema de governo que devem vigorar no País. XI. ƒƒ Res. mas que “na verdade. para o pagamento dos benefícios concedidos pelo regime geral de previdência social. externa entendimento do STF no sentido de que este dispositivo não se endereçava apenas àquela legislatura em cuja vigência se deu a edição da norma. . Com o objetivo de assegurar recursos para o pagamento de proventos de aposentadoria e pensões concedidas aos respectivos servidores e seus dependentes. 2° da EC n° 20/1998. § 4° Os mandatos dos atuais Prefeitos. os Estados. 247 e parágrafo único acrescidos pelo art. de 2. defender e cumprir a Constituição. não se lhe aplicando o disposto no art. 248.1990. 32 da EC n° 19/1998. Art. 2° No dia 7 de setembro de 1993 o eleitorado definirá. em adição aos recursos de sua arrecadação. vulgação dessas formas e sistemas. § 1° A primeira eleição para Presidente da Re- pública após a promulgação da Constituição será realizada no dia 15 de novembro de 1989. ƒƒ Art. 2° da EC n° 20/1998. após cinco anos. a União. a União poderá constituir fundo integrado por bens. o Distrito Federal e os Municípios poderão constituir fundos integrados pelos recursos provenientes de contribuições e por bens. no MI n° 233. Art. 16 e as regras do art. o Ac. 250 acrescido pelo art.1988. pelo órgão responsável pelo regime geral de previdência social. 249. Art. 16 da Constituição.-STF. 245 Constituição Federal Art. através dos meios de comunicação de massa cessionários de serviço público. expedirá as normas regulamentadoras deste artigo. mediante lei que disporá sobre a natureza e administração desses fundos. Art. ƒƒ Art. pelo voto da maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional. 5° Não se aplicam às eleições previstas para 15 de novembro de 1988 o disposto no art. AtO das DispOsiÇÕEs COnstitUCiOnais TRansitÓRias TÍtULO X § 3° Os mandatos dos Governadores e Art.-TSE n° 14.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Art. com a posse dos eleitos. mediante lei que disporá sobre a natureza e administração desse fundo. ainda que à conta do Tesouro Nacional. 250. podendo ser feitos cálculos proporcionais depois de respeitado tal limite”. 3° A revisão constitucional será realizada ƒƒ Art. e que é o atual. 2° da EC n° 20/1998.10. 249 acrescido pelo art. a qualquer título. § 2° O Tribunal Superior Eleitoral. através de plebiscito.

na forma que a lei dispuser. obedecidos os prazos de permanência em atividade previstos nas leis e regulamentos vigentes. nos termos deste artigo. da Constituição. por atos de exceção. 6° § 1° Para as eleições de 15 de novembro de CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° O novo partido perderá automaticamente seu registro provisório se. defere ao novo partido todos os direitos. atividade profissional específica. são inelegíveis para qualquer cargo. sob legenda própria. dirigentes e representantes sindicais que. belecidos neste artigo aos trabalhadores do setor privado. na forma que dispuser lei 246 . entre eles o de participar. § 1° O disposto neste artigo somente gerará efeitos financeiros a partir da promulgação da Constituição. asseguradas as promoções. § 4° O número de vereadores por município será fixado. 8° É concedida anistia aos que. pelo respectivo Tribunal Regional Eleitoral. por motivos exclusivamente políticos. caberá ao Tribunal Superior Eleitoral editar as normas necessárias à realização das eleições de 1988.Art. do Presidente da República. no prazo de vinte e quatro meses. ter seu registro efetivado pela Justiça Eleitoral após a promulgação da Constituição. posto ou graduação a que teriam direito se estivessem em serviço ativo. § 3° Aos cidadãos que foram impedidos de exercer. § 3° Os atuais parlamentares federais e estaduais eleitos Vice-Prefeitos. ressalvados os que já exercem mandato eletivo. do Governador do Distrito Federal e do Prefeito que tenham exercido mais da metade do mandato. vedada a remuneração de qualquer espécie em caráter retroativo. poderão requerer ao Tribunal Superior Eleitoral o registro de novo partido político. e n° S-285-GM5 será concedida reparação de natureza econômica. aos que foram abrangidos pelo Decreto Legislativo n° 18. Art. 7° O Brasil propugnará pela formação § 2° Na ausência de norma legal específica. o estatuto e o programa devidamente assinados pelos requerentes. e aos atingidos pelo Decreto-Lei n° 864. em decorrência de motivação exclusivamente política. demitidos ou compelidos ao afastamento das atividades remuneradas que exerciam. em decorrência das Portarias Reservadas do Ministério da Aeronáutica n° S-50-GM5. respeitada a legislação vigente. para a representação a ser eleita em 1988. tenham sido punidos. das eleições que vierem a ser realizadas nos doze meses seguintes a sua formação. bem como aos que foram impedidos de exercer atividades profissionais em virtude de pressões ostensivas ou expedientes oficiais sigilosos. do Governador de Estado. emprego. foram atingidos. 29. institucionais ou complementares. parlamentares federais. Art. ou por adoção. podendo os candidatos que preencham este requisito. respeitados os limites estipulados no art. no período de 18 de setembro de 1946 até a data da promulgação da Constituição. de 19 de junho de 1964. promulgação da Constituição. na vida civil. não perderão o mandato parlamentar. até o segundo grau. ao cargo. juntando ao requerimento o manifesto. que será concedido de plano pelo Tribunal Superior Eleitoral. § 5° Para as eleições de 15 de novembro de 1988. não obtiver registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral. de 15 de dezembro de 1961. respeitadas as características e peculiaridades das carreiras dos servidores públicos civis e militares e observados os respectivos regimes jurídicos. atendidas as demais exigências da lei. deveres e prerrogativas dos atuais. contados de sua formação. no território de jurisdição do titular. Art. se convocados a exercer a função de Prefeito. reunidos em número não inferior a trinta. o cônjuge e os parentes por consangüinidade ou afinidade. na inatividade. de um tribunal internacional dos direitos humanos. de 12 de setembro de 1969. IV. 1988 será exigido domicílio eleitoral na circunscrição pelo menos durante os quatro meses anteriores ao pleito. 6° Nos seis meses posteriores à § 2° Ficam assegurados os benefícios esta- § 1° O registro provisório.

Cada Assembléia Legislativa. 12.632. foram cassados ou tiveram seus direitos políticos suspensos no período de 15 de julho a 31 de dezembro de 1969. a Comissão submeterá ao Congresso Nacional os resultados de seus estudos para. os respectivos períodos. § 4° Aos que. § 1° Até que a lei venha a disciplinar o disposto no art. caberá à Câmara Municipal. XIX. Será criada. da Lei n° 5. com a finalidade de apresentar estudos sobre o território nacional e anteprojetos relativos a novas unidades territoriais. após a promulgação da Constituição. obedecidos os princípios desta. desde que comprovem terem sido estes eivados de vício grave. de 13 de setembro de 1966. 7°. por força de atos institucionais. § 2° Até ulterior disposição legal. Até que seja promulgada a lei complementar a que se refere o art. Art. empresas públicas ou empresas mistas sob controle estatal. com dez membros indicados pelo Congresso Nacional e cinco pelo Poder Executivo. caput e § 1°. Promulgada a Constituição do Estado. por motivos exclusivamente políticos. elaborará a Constituição do Estado. O Supremo Tribunal Federal proferirá a decisão no prazo de cento e vinte dias. observado o disposto no § 1°. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 5° A anistia concedida nos termos deste artigo aplica-se aos servidores públicos civis e aos empregados em todos os níveis de governo ou em suas fundações. nos termos da Constitui- 247 247 Constituição ADCT Federal . da Constituição. § 3° Na primeira comprovação do cumprimento das obrigações trabalhistas pelo empregador rural.CONSTITUIÇÃO FEDERAL de iniciativa do Congresso Nacional e a entrar em vigor no prazo de doze meses a contar da promulgação da Constituição. dentro de noventa dias I – fica limitada a proteção nele referida ao aumento. 7°. exceto nos Ministérios militares. para quatro vezes. ou por motivos exclusivamente políticos. com poderes constituintes. a contar do pedido do interessado. contado da promulgação da Constituição Federal. no prazo de seis meses. na forma do art. tenham exercido gratuitamente mandato eletivo de vereador serão computados. 9° Os que. pelo mesmo órgão arrecadador. assegurada a readmissão dos que foram atingidos a partir de 1979. poderão requerer ao Supremo Tribunal Federal o reconhecimento dos direitos e vantagens interrompidos pelos atos punitivos. 11. Art.107. Parágrafo único. 10. I. Art. 6°. Art. será certificada perante a Justiça do Trabalho a regularidade do contrato e das atualizações das obrigações trabalhistas de todo o período. da Constituição: Art. justa causa: II – fica vedada a dispensa arbitrária ou sem § 1° No prazo de um ano. 233. em dois turnos de discussão e votação. notadamente na Amazônia Legal e em áreas pendentes de solução. 12 a) do empregado eleito para cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes. Parágrafo único. desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. votar a Lei Orgânica respectiva. que tenham sido punidos ou demitidos por atividades profissionais interrompidas em virtude de decisão de seus trabalhadores. no prazo de um ano. desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. da porcentagem prevista no art. da promulgação da Constituição. a cobrança das contribuições para o custeio das atividades dos sindicatos rurais será feita juntamente com a do imposto territorial rural. por ato do então Presidente da República. bem como em decorrência do DecretoLei n° 1. o prazo da licença-paternidade a que se refere o inciso é de cinco dias. respeitado o disposto na Constituição Federal e na Constituição Estadual. Comissão de Estudos Territoriais. b) da empregada gestante. para efeito de aposentadoria no serviço público e previdência social. de 4 de agosto de 1978.

na mesma data. o Vice-Governador. 248 . a critério do Tribunal Superior Eleitoral. Minaçu. no prazo de três anos. Piauí. a contar da promulgação da Constituição. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 3° O Governador. em calendário especial. extinguindo-se logo após. Monte Alegre de Goiás e Campos Belos. mas não antes de 1° de janeiro de 1989. os § 2° Os Estados e os Municípios deverão. § 4° Se. 13. nos termos e para os fins previstos na lei. tar da promulgação da Constituição. a con- § 5° Ficam reconhecidos e homologados os atuais limites do Estado do Acre com os Estados do Amazonas e de Rondônia. § 4° Os mandatos do Governador. de apresentação de requerimento de registro dos candidatos escolhidos e dos demais procedimentos legais serão fixadas. e dará posse. e os dos outros dois. IV – ficam mantidos os atuais diretórios regionais dos partidos políticos do Estado de Goiás. as seguintes normas: I – o prazo de filiação partidária dos candidatos será encerrado setenta e cinco dias antes da data das eleições. conservando a leste. cabendo às comissões executivas nacionais designar comissões provisórias no Estado do Tocantins. obedecidas. ao Governador e ao Vice-Governador eleitos. 13 ção. Porangatu. É criado o Estado do Tocantins. Cavalcante. promover. sob a presidência do Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás. conveniências administrativas e comodidade das populações limítrofes. setenta e cinco dias antes da data das eleições previstas neste parágrafo. Senadores. pela Justiça Eleitoral. juntamente com os dos Senadores eleitos em 1986 nos demais Estados. os Deputados Federais e os Deputados Estaduais serão eleitos. entre outras. III – são inelegíveis os ocupantes de cargos estaduais ou municipais que não se tenham deles afastado. norte e oeste as divisas atuais de Goiás com os Estados da Bahia. podendo para isso fazer alterações e compensações de área que atendam aos acidentes naturais. Maranhão. até setenta e cinco dias após a promulgação da Constituição. dando-se sua instalação no quadragésimo sexto dia após a eleição prevista no § 3°. o mandato do Senador eleito menos votado extinguir-se-á nessa mesma oportunidade. Formoso. Art. § 3° Havendo solicitação dos Estados e Municípios interessados. § 2° O Poder Executivo designará uma das cidades do Estado para sua Capital provisória até a aprovação da sede definitiva do governo pela Assembléia Constituinte. conforme levantamentos cartográficos e geodésicos realizados pela Comissão Tripartite integrada por representantes dos Estados e dos serviços técnico-especializados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. pelo desmembramento da área descrita neste artigo. decorrido o prazo de três anos. em um único turno. mediante acordo ou arbitramento. Pará e Mato Grosso. em caráter definitivo. serem apreciados nos doze meses subseqüentes. § 5° A Assembléia Estadual Constituinte será instalada no quadragésimo sexto dia da eleição de seus integrantes. a demarcação de suas linhas divisórias atualmente litigiosas.Art. dos Deputados Federais e Estaduais eleitos na forma do parágrafo anterior extinguir-se-ão concomitantemente aos das demais unidades da Federação. § 1° O Estado do Tocantins integra a Região Norte e limita-se com o Estado de Goiás pelas divisas norte dos Municípios de São Miguel do Araguaia. mas não antes de 15 de novembro de 1988. os trabalhos demarcatórios não tiverem sido concluídos. do ViceGovernador. II – as datas das convenções regionais partidárias destinadas a deliberar sobre coligações e escolha de candidatos. critérios históricos. mas não antes de 1° de janeiro de 1989. a União poderá encarregar-se dos trabalhos demarcatórios. caberá à União determinar os limites das áreas litigiosas.

a remuneração. as normas legais disciplinadoras da divisão do Estado de Mato Grosso. Art. do Distrito Federal e dos Municípios. Até que se efetive o disposto no § 1° A competência da Câmara Legislativa do Distrito Federal. II. respeitado o disposto na Constituição e neste Ato. da administração direta. será exercida pelo Senado Federal. 249 Constituição ADCT Federal orçamentária. I. mediante controle externo. com a aprovação do Senado Federal. Art. Ficam extintos os efeitos jurídicos art. as vantagens e os adicionais. em exercício na data da promulgação da Constituição. da Constituição. observado o disposto no art. 19 § 2° A fiscalização contábil. com o auxílio do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Art. § 2° É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde que estejam sendo exercidos na administração pública direta ou indireta. e autorizada a União. observado o disposto no art. a assumir os referidos débitos. § 4° Enquanto não concretizada a transformação em Estados. lavrado a partir da instalação da Assembléia Nacional Constituinte. a. indicar o Governador e o Vice-Governador do Distrito Federal. até que se instale. inclusive das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. neste caso. de qualquer ato legislativo ou administrativo. § 2° Aplicam-se à transformação e instalação dos Estados de Roraima e Amapá as normas e critérios seguidos na criação do Estado de Rondônia. nos termos deste artigo. 19. e 34. encaminhará à apreciação do Senado Federal os nomes dos governadores dos Estados de Roraima e do Amapá que exercerão o Poder Executivo até a instalação dos novos Estados com a posse dos governadores eleitos. há pelo menos cinco anos continuados. 159. § 7° Fica o Estado de Goiás liberado dos débitos e encargos decorrentes de empreendimentos no território do novo Estado. Os Territórios Federais de Roraima e do Amapá são transformados em Estados Federados. Fica extinto o Território Federal de Fernando de Noronha. § 1° A instalação dos Estados dar-se-á com a posse dos governadores eleitos em 1990. até quarenta e cinco dias após a promulgação da Constituição. 32. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias tado do Tocantins. são considerados estáveis no serviço público. da administração direta ou indireta. no que couber. caberá ao Presidente da República. § 2°. 18. será exercida pelo Senado Federal. § 3° Incluem-se entre os bens do Distrito Federal aqueles que lhe vierem a ser atribuídos pela União na forma da lei. 234 da Constituição. Art. da Constituição. autárquica e das fundações públicas. não se admitindo. deste Ato. Art. invocação de direito adquirido ou percepção de excesso a qualquer título. § 1° É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de médico que estejam sendo exercidos por médico militar na administração pública direta ou indireta. Os vencimentos.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 6° Aplicam-se à criação e instalação do Es- Art. os Territórios Federais de Roraima e do Amapá serão beneficiados pela transferência de recursos prevista nos arts. § 3° O Presidente da República. operacional e patrimonial do Distrito Federal. 37. financeira. 16. mantidos seus atuais limites geográficos. 15. e que não tenham sido admitidos na forma regulada no art. sendo sua área reincorporada ao Estado de Pernambuco. a seu critério. enquanto não for instalada a Câmara Legislativa. Os servidores públicos civis da União. 17. . 14. § 2°. bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituição serão imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes. que tenha por objeto a concessão de estabilidade a servidor admitido sem concurso público. dos Estados. da Constituição. Art. 72 da Constituição.

prerrogativas e restrições da legislação a que se achavam submetidos. 39 da Constituição e à reforma administrativa dela decorrente. Os juízes togados de investidura limi- § 1° Os decretos-leis em tramitação no Congresso Nacional e por este não apreciados até a promulgação da Constituição terão seus efeitos regulados da seguinte forma: I – se editados até 2 de setembro de 1988. todos os dispositivos legais que atribuam ou deleguem a órgão do Poder Executivo competência assinalada pela Constituição ao Congresso Nacional. 23. observado o estágio probatório. Até que se edite a regulamentação do art. Dentro de cento e oitenta dias. Art. e II. proceder-se-á à revisão dos direitos dos servidores públicos inativos e pensionistas e à atualização dos proventos e pensões a eles devidos. A lei referida disporá sobre o aproveitamento dos Censores Federais. legislar sobre os efeitos deles remanescentes. no prazo de dezoito meses. podendo o Congresso Nacional. Art. professores de nível superior. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Parágrafo único. A aposentadoria dos juízes de que trata este artigo regular-se-á pelas normas fixadas para os demais juízes estaduais. parágrafo único. 134. adquirem estabilidade. Art. exceto se se tratar de servidor. contados da sua promulgação. parágrafo único. nesta data. da Constituição. os atuais ocupantes do cargo de censor federal continuarão exercendo funções com este compatíveis. mantidas as competências. 21. serão apreciados pelo Congresso Nacional no prazo de até cento e oitenta dias a contar da promulgação da Constituição. 25. 250 . terão plena validade os atos praticados na vigência dos respectivos decretos-leis. 62. nos termos deste artigo. nos termos da lei. nem aos que a lei declare de livre exoneração. os Estados. 24. § 2° O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes de cargos.Art. É assegurado aos defensores públicos e não havendo apreciação. aplicando-se-lhes as regras estabelecidas no art. salvo as inerentes à transitoriedade da investidura. admitidos mediante concurso público de provas e títulos e que estejam em exercício na data da promulgação da Constituição. o Distrito Federal e os Municípios editarão leis que estabeleçam critérios para a compatibilização de seus quadros de pessoal ao disposto no art. a fim de ajustá-los ao disposto na Constituição. em medidas provisórias. sujeito este prazo a prorrogação por lei. Art. A União. III – nas hipóteses definidas nos incisos I Art. funções e empregos de confiança ou em comissão. e passam a compor quadro em extinção. a partir de cento e oitenta dias da promulgação da Constituição. se necessário. observadas as disposições constitucionais. XVI. 21. 20. Ficam revogados. Parágrafo único. no Departamento de Polícia Federal. II – decorrido o prazo definido no inciso anterior. 20 § 1° O tempo de serviço dos servidores referidos neste artigo será contado como título quando se submeterem a concurso para fins de efetivação. § 3° O disposto neste artigo não se aplica aos Art. investidos na função até a data de instalação da Assembléia Nacional Constituinte o direito de opção pela carreira. não computado o recesso parlamentar. cujo tempo de serviço não será computado para os fins do caput deste artigo. especialmente no que tange a: I – ação normativa. os decretos-leis ali mencionados serão considerados rejeitados. II – alocação ou transferência de recursos de qualquer espécie. 22. com a observância das garantias e vedações previstas no art. tada no tempo. na forma da lei. § 2° Os decretos-leis editados entre 3 de setembro de 1988 e a promulgação da Constituição serão convertidos. da Constituição.

a partir da promulgação da § 1° Até que se instale o Superior Tribunal de Justiça. a ação cabível. 28. mediante lista tríplice. Art. o tempo de serviço desses juízes será computado a partir do dia de sua posse. o Tribunal Federal de Recursos exercerá a competência a eles atribuída em todo o território nacional. Constituição. quando de sua nomeação. 251 Constituição ADCT Federal Federais. ção. o Congresso Nacional promoverá. o Supremo Tribunal Federal exercerá as atribuições e competências definidas na ordem constitucional precedente. através de Comissão mista. § 2° A composição inicial do Superior Tribunal de Justiça far-se-á: I – pelo aproveitamento dos Ministros do Tribunal Federal de Recursos. § 10. automaticamente. proceder-se-á ao desdobramento das varas existentes. e aos Tribunais Regionais Federais bem como ao Superior Tribunal de Justiça julgar as ações rescisórias das decisões até então proferidas pela Justiça Federal. Art. tendo em conta o número de processos e sua localização geográfica. os atuais Ministros do Tribunal Federal de Recursos serão considerados pertencentes à classe de que provieram. Enquanto não aprovadas as leis complementares relativas ao Ministério Público e à § 5° Os Ministros a que se refere o § 2°. cabendo-lhe promover sua instalação e indicar os candidatos a todos os cargos da composição inicial. o provimento de vagas de Ministros do Tribunal Federal de Recursos. 27. II. § 2°. . na inexistência de vagas. 29 § 6° Ficam criados cinco Tribunais Regionais Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 7° Até que se instalem os Tribunais Regio- § 2° Apurada irregularidade. § 9° Quando não houver juiz federal que conte o tempo mínimo previsto no art. Os juízes federais de que trata o art. com a jurisdição e sede que lhes fixar o Tribunal Federal de Recursos. 104. Compete à Justiça Federal julgar as ações nela propostas até a data da promulgação da Constituição. da Constituição de 1967. II. Ministros aposentados do Superior Tribunal de Justiça. No prazo de um ano a contar da promulgação da Constituição. Para efeito de promoção por antigüidade. 107. II – pela nomeação dos Ministros que sejam necessários para completar o número estabelecido na Constituição. 29. inclusive daquelas cuja matéria tenha passado à competência de outro ramo do Judiciário. Parágrafo único. § 1° A Comissão terá a força legal de Comissão parlamentar de inquérito para os fins de requisição e convocação. a promoção poderá contemplar juiz com menos de cinco anos no exercício do cargo. o Congresso Nacional proporá ao Poder Executivo a declaração de nulidade do ato e encaminhará o processo ao Ministério Público Federal. instalado sob a Presidência do Supremo Tribunal Federal. os Ministros apo- sentados do Tribunal Federal de Recursos tornar-se-ão. O Superior Tribunal de Justiça será § 8° É vedado. 123. com a redação dada pela Emenda Constitucional n° 7. podendo desta constar juízes federais de qualquer região. de 1977. § 3° Para os efeitos do disposto na Constitui- § 4° Instalado o Tribunal. e atuará com o auxílio do Tribunal de Contas da União. Art. da Constituição. ficam investidos na titularidade de varas na Seção Judiciária para a qual tenham sido nomeados ou designados. 26. observado o disposto no art. observado o disposto no § 9°. Art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. parágrafo único. que formalizará. exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento externo brasileiro. a serem instalados no prazo de seis meses a contar da promulgação da Constituição. no prazo de sessenta dias. se- rão indicados em lista tríplice pelo Tribunal Federal de Recursos. da Constituição. nais Federais.

a opção de que trata o § 3° do art. Parágrafo único. 30 Advocacia-Geral da União. e pelas posteriores.768: permissão de atividade político-partidária. no âmbito do Ministério Público dos Estados. 281. de 19. respeitando-se o direito de seus servidores. 98. títulos de dívida pública não computáveis para efeito do limite global de endividamento. de forma irretratável. Art. 34. § 3°. com atualização. em cada ano. do ADCT c. Art. o membro do Ministério Público admitido antes da promulgação da Constituição. Sendo assim. que pode ser ao Ministério Público Estadual. O sistema tributário nacional entra- § 4° Os atuais integrantes do quadro suplementar dos Ministérios Públicos do Trabalho rá em vigor a partir do primeiro dia do quinto mês seguinte ao da promulgação da Constituição. no RO n° 1. assim definidas em lei.-TSE. entre as carreiras do Ministério Público Federal e da Advocacia-Geral da União. a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. 236 não se aplica aos serviços notariais e de registro que já tenham sido oficializados pelo Poder Público.2006. mesmo após a EC n° 45/2004. 29 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. observandose. até então. Art. por ocasião do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 2. a partir de 1° de julho de 1989. o da Constituição de 1967. no RO n° 999 e.12. em prestações anuais. O disposto no art. será facultada a opção. representar judicialmente a União nas causas de natureza fiscal. na área da respectiva competência. assentou que a norma do parágrafo único do art. até a promulgação das leis complementares previstas neste artigo.2006. por decisão editada pelo Poder Executivo até cento e oitenta dias da promulgação da Constituição. 252 . incluído o remanescente de juros e correção monetária. mantido. o art. o valor dos precatórios judiciais pendentes de pagamento na data da promulgação da Constituição. no prazo de cento e vinte dias. 32. iguais e sucessivas. com a redação dada pela Emenda n° 1. aos membros do Ministério Público da União que ingressaram na carreira antes da Constituição Federal de 1988 e que tenham. 31. diretamente ou por delegação. § 5° Cabe à atual Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. nos termos da lei complementar. a situação jurídica na data desta. no prazo máximo de oito anos. Poderão as entidades devedoras. A legislação que criar a justiça de paz manterá os atuais juízes de paz até a posse dos novos titulares. Art. 281 da Lei Complementar n° 75/1993 não se aplica aos membros do MP Estadual. optado pelo regime anterior no prazo de 2 anos da promulgação da lei complementar. o Ministério Público Federal.-TSE. 30.836/RJ. parágrafo único. respeitados os direitos dos atuais titulares. no que respeita às garantias e vantagens. emitir. e designará o dia para a eleição prevista no art.2006. CONSTITUIÇÃO FEDERAL e Militar que tenham adquirido estabilidade nessas funções passam a integrar o quadro da respectiva carreira. encaminhará ao Congresso Nacional projeto de lei complementar dispondo sobre a organização e o funcionamento da Advocacia-Geral da União. § 1° O Presidente da República. no exato montante do dispêndio. Ac. foro judicial. poderá ser pago em moeda corrente. da Constituição.9.c. quanto às vedações. Art. II. ƒƒ Ac. de 1969. da LC n° 75/1993. de 20. § 2° Aos atuais Procuradores da República.070: “O Supremo Tribunal Federal. 33.9. 29. para o cumprimento do disposto neste artigo. nos termos do art. as Procuradorias e Departamentos Jurídicos de autarquias federais com representação própria e os membros das Procuradorias das Universidades fundacionais públicas continuarão a exercer suas atividades na área das respectivas atribuições. é formalizável a qualquer tempo”. de 12. as Consultorias Jurídicas dos Ministérios. Ressalvados os créditos de natureza alimentar.Art. no REspe n° 26. Serão estatizadas as serventias do § 3° Poderá optar pelo regime anterior. assegurando-lhes os direitos e atribuições conferidos a estes.

conforme o local onde deva ocorrer essa operação. 156. 150. por ocasião da saída do produto de seus estabelecimentos. e 159. III e IV. os Estados e o Distrito Federal. b. ticipação dos Municípios. III – o percentual relativo ao Fundo de Par- § 3° Promulgada a Constituição. § 8° Se. não for editada a lei complementar necessária à instituição do imposto de que trata o art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° Entrarão em vigor com a promulgação da Constituição os arts. calculados sobre o produto da arrecadação dos impostos referidos no art. os percentuais serão. 155. I. § 5° Vigente o novo sistema tributário nacional. atingindo em 1993 o percentual estabelecido no art. II e § 11. respectivamente. o Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste. III. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias . através do Banco do Brasil S. através do Banco do Nordeste do Brasil S. I. de 7 de janeiro de 1975. Fica criado. 34 III. até atingir o estabelecido no art. 150. III – seis décimos por cento na Região CentroOeste. § 4° As leis editadas nos termos do parágrafo anterior produzirão efeitos a partir da entrada em vigor do sistema tributário nacional previsto na Constituição.. calculado o imposto sobre o preço então praticado na operação final e assegurado seu recolhimento ao Estado ou ao Distrito Federal. cuja promulgação se fará até 31 de dezembro de 1989.A. inclusive.A. 149. fixarão normas para regular provisoriamente a matéria. é assegurada a aplicação dos recursos previstos naquele dispositivo da seguinte maneira: I – seis décimos por cento na Região Norte. à razão de meio ponto por exercício. ainda que destinado a outra unidade da Federação. b. II – um inteiro e oito décimos por cento na Região Nordeste. II – o percentual relativo ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal será acrescido de um ponto percentual no exercício financeiro de 1989 e. o disposto no art. § 2° O Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e o Fundo de Participação dos Municípios obedecerão às seguintes determinações: I – a partir da promulgação da Constituição. a partir de 1990. 25. o Distrito Federal e os Municípios poderão editar as leis necessárias à aplicação do sistema tributário nacional nela previsto. na condição de contribuintes ou de substitutos tributários. inclusive. não se aplica aos impostos de que tratam os arts. III. a partir de 1989. Art. 148. através do Banco da Amazônia S. que podem ser cobrados trinta dias após a publicação da lei que os tenha instituído ou aumentado. 159. as empresas distribuidoras de energia elétrica. fica assegurada a aplicação da legislação anterior. inclusive.A. de dezoito por cento e de vinte por cento. I. no prazo de sessenta dias contados da promulgação da Constituição. no que não seja incompatível com ele e com a legislação referida nos §§ 3° e 4°. desde a produção ou importação até a última operação. 154. § 6° Até 31 de dezembro de 1989. 155. I. serão as responsáveis. I. 161. nos termos da lei. I. os Estados. para 253 Constituição ADCT Federal § 7° Até que sejam fixadas em lei complementar. Enquanto não entrar em vigor a lei prevista no art. a e b. e 156. III. a. mediante convênio celebrado nos termos da Lei Complementar n° 24. a União. 159. as alíquotas máximas do imposto municipal sobre vendas a varejo de combustíveis líquidos e gasosos não excederão a três por cento. § 9° Até que lei complementar disponha sobre a matéria. até 1992. 153. revogadas as disposições em contrário da Constituição de 1967 e das Emendas que a modificaram. mantidos os atuais critérios de rateio até a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o art. b. será elevado à razão de meio ponto percentual por exercício financeiro. 159. especialmente de seu art. c.. pelo pagamento do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias incidente sobre energia elétrica. II. I. § 10. c.

da Constituição. Art.Art. a União. É mantida a Zona Franca de Manaus. O Congresso Nacional deverá votar no prazo de doze meses a lei complementar prevista no art. Os fundos existentes na data da prido de forma progressiva. quando a respectiva despesa de pessoal exceder o limite previsto neste artigo. após a promulgação da Constituição. 36. (Eletrobrás). com as alterações posteriores. 159.156. 169. no prazo de até dez anos. 148. 35 dar cumprimento. § 12. CONSTITUIÇÃO FEDERAL devolvido para sanção até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa. para vigência disposições constitucionais que impliquem variações de despesas e receitas da União. § 7°. A adaptação ao que estabelece o art. em benefício das Centrais Elétricas Brasileiras S. distribuindo-se os recursos entre as regiões macroeconômicas em razão proporcional à população. se não forem ratificados pelo Congresso Nacional no prazo de dois anos. Art. os Estados. 165. III – à manutenção dos órgãos federais no Distrito Federal. A urgência prevista no art. trito Federal e os Municípios. III. extinguir-se-ão. será encaminhado até quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa. excetuados os resultantes de isenções fiscais que passem a integrar patrimônio privado e os que interessem à defesa nacional. 167. o Poder Executivo deverá elaborar e o Poder Legislativo apreciar projeto de revisão da lei orçamentária referente ao exercício financeiro de 1989. será cum- promulgação da Constituição. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público federal. II. o Dis- V – ao serviço da dívida da administração direta e indireta da União. pelo prazo de vinte II – o projeto de lei de diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro e 254 . deverá processar-se no prazo de cinco anos. § 1° Para aplicação dos critérios de que trata este artigo. não III – o projeto de lei orçamentária da União prejudica a cobrança do empréstimo compulsório instituído. c. Até a promulgação da lei complementar referida no art. pelo menos. serão obedecidas as seguintes normas: até o final do primeiro exercício financeiro do mandato presidencial subseqüente. excluem-se das despesas totais as relativas: plano plurianual. 40. Art. 161. § 2°. A União. e de incentivos fiscais. ao que determinam os arts. Art. § 9°. um quinto por ano. ao Tribunal de Parágrafo único. § 2° Até a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o art. 165. Art. Parágrafo único. o Distrito Federal e os Municípios não poderão despender com pessoal mais do que sessenta e cinco por cento do valor das respectivas receitas correntes. I e II. com suas características de área livre de comércio. de exportação e importação. Para efeito do cumprimento das I – o projeto do plano plurianual. deverão retornar àquele limite. os Estados. será encaminhado até quatro meses antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa. I. O disposto no art. na referida região. 39. a partir da situação verificada no biênio 1986-87. de 28 de novembro de 1962. reduzindo-se o excesso à base de. 38.A. 35. IV – ao Congresso Nacional. I – aos projetos considerados prioritários no II – à segurança e defesa nacional. pela Lei n° 4. 37. II. Contas da União e ao Poder Judiciário. reduzindo o percentual excedente à razão de um quinto por ano. e 192. Art.

no prazo de até quatro anos da data da promulgação da Constituição. 1° da EC n° 43/2004. a partir da data da promulgação da Constituição. desde que. da Constituição as refinarias em funcionamento no País amparadas pelo art. Art. a partir da promulgação da Constituição. a contar da promulgação da Constituição. em relação a incentivos concedidos sob condição e com prazo certo. os incentivos que não forem confirmados por lei.CONSTITUIÇÃO FEDERAL e cinco anos. 176. I – vinte por cento na Região Centro-Oeste. Art. com a redação da Emenda Constitucional n° 1.A. Art. ou no prazo de um ano. que estejam em vigor na data da promulgação da Constituição. dos Estados. as empresas brasileiras titulares de concessão de energia hidráulica para uso em seu processo de industrialização. 45. para pesquisa de petróleo. 43. tenham o produto de sua lavra e beneficiamento destinado a industrialização no território nacional. § 2° Ficarão também dispensadas do cumprimento do disposto no art. 45 da Lei n° 2. 177. Os Poderes Executivos da União. 176. tornar-se-ão sem efeito as autorizações. do Distrito Federal e dos Municípios reavaliarão todos os incentivos fiscais de natureza setorial ora em vigor. São sujeitos à correção monetária desde o vencimento. § 1°. § 3° As empresas brasileiras referidas no § 1° somente poderão ter autorizações de pesquisa e concessões de lavra ou potenciais de energia hidráulica. Art. os contratos de risco feitos com a Petróleo Brasileiro S. § 1°. concessões e demais títulos atributivos de direitos minerários. celebrados nos termos do art. as empresas brasileiras ficarão dispensadas do cumprimento do disposto no art. comprovadamente iniciados legais ou estejam inativos. § 1°. Art. a União aplicará. 46. 176. Art. 41. os 255 Constituição ADCT Federal . Art. preferencialmente no semi-árido. Na data da promulgação da lei que disciplinar a pesquisa e a lavra de recursos e jazidas minerais. § 2° A revogação não prejudicará os direitos que já tiverem sido adquiridos. 42. Durante 25 (vinte e cinco) anos. § 1°. Ficam excluídas do monopólio estabelecido pelo art. 44. de 17 de outubro de 1969. 43 e nas condições do art. àquela data. As atuais empresas brasileiras titulares de autorização de pesquisa. 46 nos prazos Parágrafo único. § 6°. 23. também deverão ser reavaliados e reconfirmados nos prazos deste artigo. para cumprir os requisitos do art. 177. a partir da promulgação da Constituição. (Petrobrás). II – cinqüenta por cento na Região Nordeste. II. da Constituição de 1967. Ficam ressalvados da vedação do art. concessão de lavra de recursos minerais e de aproveitamento dos potenciais de energia hidráulica em vigor terão quatro anos. em seus próprios estabelecimentos ou em empresa industrial controladora ou controlada. desde que a energia e o produto da lavra sejam utilizados nos respectivos processos industriais. Somente por lei federal podem ser modificados os critérios que disciplinaram ou venham a disciplinar a aprovação dos projetos na Zona Franca de Manaus. de 3 de outubro de 1953. dos recursos destinados à irrigação: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. sem interrupção ou suspensão. § 3° Os incentivos concedidos por convênio entre Estados.004. até seu efetivo pagamento. caso os trabalhos de pesquisa ou de lavra não hajam sido Parágrafo único. nacional previstas no texto constitucional. propondo aos Poderes Legislativos respectivos as medidas cabíveis. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 1° Ressalvadas as disposições de interesse § 1° Considerar-se-ão revogados após dois anos.

efetivação de garantia de depósitos do público ou de compra de obrigações passivas. refinanciamento. IV – se o financiamento inicial não ultrapassar o limite de cinco mil Obrigações do Tesouro Nacional. § 5° No caso de operações com prazos de vencimento posteriores à data-limite de liquidação da dívida. aplica-se também: CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° A classificação de mini. havendo interesse do mutuário. não liquidados até 1° de janeiro de 1988. não existirá correção monetária desde que o empréstimo tenha sido concedido: I – se a liquidação do débito inicial. § 3° A isenção da correção monetária a que se refere este artigo só será concedida nos seguintes casos: Parágrafo único. pequeno e médio produtor rural será feita obedecendo-se às normas de crédito rural vigentes à época do contrato. II – se a aplicação dos recursos não contrariar a finalidade do financiamento. cabendo o ônus da prova à instituição credora. os bancos e as instituições financeiras promoverão. Na liquidação dos débitos. microempresas as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receitas anuais de até dez mil Obrigações do Tesouro Nacional. por instrumento próprio. O disposto neste artigo I – às operações realizadas posteriormente à decretação dos regimes referidos no caput deste artigo. ainda que ajuizados. vier a ser efetivada no prazo de noventa dias. 47. excluído desta demonstração seu estabelecimento. a casa de moradia e os instrumentos de trabalho e produção. e pequenas empresas as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receita anual de até vinte e cinco mil Obrigações do Tesouro Nacional. mais de cinco módulos rurais. ainda que através de refinanciamento e repasse de recursos pelo banco central. 47 créditos junto a entidades submetidas aos regimes de intervenção ou liquidação extrajudicial. pequenos e médios produtores rurais no período de 28 de fevereiro de 1986 a 31 de dezembro de 1987. IV – aos créditos das entidades da administração pública anteriores à promulgação da Constituição. suas renegociações e composições posteriores. estabelecimentos no período de 28 de fevereiro de 1986 a 28 de fevereiro de 1987. inclusive V – se o beneficiário não for proprietário de § 4° Os benefícios de que trata este artigo não se estendem aos débitos já quitados e aos devedores que sejam constituintes. 256 . desde que relativos a crédito rural. § 6° A concessão do presente benefício por bancos comerciais privados em nenhuma hipótese acarretará ônus para o Poder Público. I – aos micro e pequenos empresários ou seus II – aos mini. financiamento. cessão ou subrogação de créditos ou cédulas hipotecárias. III – se não for demonstrado pela instituição credora que o mutuário dispõe de meios para o pagamento de seu débito. mesmo quando esses regimes sejam convertidos em falência. a contar da data da promulgação da Constituição. § 1° Consideram-se. alteração nas condições contratuais originais de forma a ajustá-las ao presente benefício. acrescido de juros legais e taxas judiciais. para efeito deste artigo.Art. o ônus recairá sobre a fonte de recursos originária. III – aos créditos anteriores à promulgação da Constituição. II – às operações de empréstimo. § 7° No caso de repasse a agentes financeiros oficiais ou cooperativas de crédito. inclusive as realizadas com recursos de fundos que tenham essas destinações. assistência financeira de liquidez. Art. decorrentes de quaisquer empréstimos concedidos por bancos e por instituições financeiras.

planejamento de safras. do Distrito Federal ou dos Municípios. 48. 257 Constituição ADCT Federal . de 12 de setembro de 1967. Até que sejam fixadas as condições do art. nos três anos a contar da data da promulgação da Constituição. 51. situados na faixa de segurança. 192. A vedação a que se refere este artigo não se aplica às autorizações resultantes de acordos internacionais. no caso de sua extinção. Art. sendo inacumulável com quaisquer rendimentos recebidos dos cofres públicos. § 3° Nas hipóteses previstas nos parágrafos anteriores. Serão revistos pelo Congresso Nacional. no capital de instituições financeiras com sede no País. pensão à viúva ou companheira ou dependente. sob pena de responsabilidade. a revisão será feito III – em caso de morte.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 3° da EC n° 40/2003. Lei agrícola a ser promulgada no prazo de um ano disporá. ressalvado o direito de opção. 50. de novas agências de instituições financeiras domiciliadas no exterior. Art. comprovada a ilegalidade. II – pensão especial correspondente à deixada por segundo-tenente das Forças Armadas. nos termos da Constituição. de reciprocidade. § 3° A enfiteuse continuará sendo aplicada aos terrenos de marinha e seus acrescidos. de forma proporcional. Art. 52. realizadas no período de 1° de janeiro de 1962 a 31 de dezembro de 1987. elaborará código de defesa do consumidor. 53. O Congresso Nacional. sobre os objetivos e instrumentos de política agrícola. com estabilidade. são vedados: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. vendas e concessões de terras públicas com área superior a três mil hectares. com base exclusivamente no critério de legalidade da operação. comercialização. dentro de cento e vinte dias da promulgação da Constituição. serão assegurados os seguintes direitos: I – aproveitamento no serviço público. através de Comissão mista. tos ficam assegurados pela aplicação de outra modalidade de contrato. sendo facultada aos foreiros. a partir da orla marítima. de valor igual à do inciso anterior. Art. ou de interesse do Governo brasileiro. Ao ex-combatente que tenha efetivamente participado de operações bélicas durante a Segunda Guerra Mundial. 53 99 Depreende-se do contexto que a aludida revisão será feita com base exclusivamente no critério de legalidade da operação. 49. nos termos da Lei n° 5. a remição dos aforamentos mediante aquisição do domínio direto. na conformidade do que dispuserem os respectivos contratos. Art. serão adotados os critérios e bases hoje vigentes na legislação especial dos imóveis da União. Art. a revisão obedecerá aos critérios de legalidade e de conveniência do interesse público. todas as doações. no País. fiteuse em imóveis urbanos. A lei disporá sobre o instituto da en- § 2° No caso de concessões e doações. § 1° No tocante às vendas. sem a exigência de concurso. no prazo de noventa dias. dos Estados. de pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior. prioridades. mercado externo e instituição de crédito fundiário. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 1° Quando não existir cláusula contratual. as terras reverterão ao patrimônio da União.315. Parágrafo único. II – o aumento do percentual de participação. ou havendo interesse público. o antigo titular do domínio direto deverá. § 4° Remido o foro. confiar à guarda do registro de imóveis competente toda a documentação a ele relativa. que poderá ser requerida a qualquer tempo. § 2° Os direitos dos atuais ocupantes inscri- I – a instalação. exceto os benefícios previdenciários. abastecimento interno.

Art. hospitalar e educacional gratuita. Art. desde que os devedores requeiram o parcelamento e iniciem seu pagamento no prazo de cento e oitenta dias a contar da promulgação da Constituição. 56. I. V – aposentadoria com proventos integrais aos vinte e cinco anos de serviço efetivo. trinta por cento. de 1° de agosto de 1983. e amparados pelo DecretoLei n° 9. passa Art. 55. § 2° A liquidação poderá incluir pagamentos na forma de cessão de bens e prestação de serviços. art. no mínimo. os Estados e os Municípios consignarão. a arrecadação decorrente de. § 4° Descumprida qualquer das condições estabelecidas para concessão do parcelamento. nos respectivos orçamentos as dotações necessárias ao pagamento de seus débitos. de 8 de julho de 1987. 57. sendo o restante dividido em parcelas mensais de igual valor. em cento e vinte parcelas mensais. expresso em número de salários mínimos. Art. Os débitos dos Estados e dos Parágrafo único. com correção monetária. qualquer outra pensão já concedida ao ex-combatente. CONSTITUIÇÃO FEDERAL a integrar a receita da seguridade social. parcela dos recursos correspondentes aos Fundos de Participação. extensiva aos dependentes. a fim de que seja restabelecido o poder aquisitivo. dispensados os juros e multas sobre eles incidentes. sobre ele incidindo juros de mora. exclusivamente no exercício de 1988. 54 IV – assistência médica. lamento. Os benefícios de prestação continuada. serão destinados ao setor de saúde. alterada pelo Decreto-Lei n° 2. ressalvados. nesta hipótese. que tinham na data de sua concessão. pensão mensal vitalícia no valor de dois salários mínimos.611. Até que seja aprovada a lei de diretrizes orçamentárias. destinada aos Estados e Municípios devedores. A concessão da pensão especial do inciso II substitui.940. durante a Segunda Guerra Mundial. trabalhando na produção de borracha. na Região Amazônica. atendendo a apelo do Governo brasileiro. anualmente. Municípios relativos às contribuições previdenciárias até 30 de junho de 1988 serão liquidados. receberão.813. de 14 de setembro de 1943. 54. § 2° Os benefícios estabelecidos neste artigo § 3° A concessão do benefício far-se-á conforme lei a ser proposta pelo Poder Executivo dentro de cento e cinqüenta dias da promulgação da Constituição. os compromissos assumidos com programas e projetos em andamento. pelo Decreto n° 91. em qualquer regime jurídico. Os seringueiros recrutados nos termos do Decreto-Lei n° 5. Art. o débito será considerado vencido em sua totalidade. mantidos pela previdência social na data da promulgação da Constituição. quando carentes. terão seus valores revistos. Até que a lei disponha sobre o 258 . para os que não a possuam ou para suas viúvas ou companheiras.882. § 1° O benefício é estendido aos seringueiros que. 195. do orçamento da seguridade social. § 3° Em garantia do cumprimento do parce- são transferíveis aos dependentes reconhecidamente carentes.578. cinco dos seis décimos percentuais correspondentes à alíquota da contribuição de que trata o Decreto-Lei n° 1. obedecendo-se a esse critério de atualização até a implantação do plano de custeio e benefícios referidos no artigo seguinte.236. Art. no mínimo. nos termos da Lei n° 7. de 8 de maio de 1985. § 1° O montante a ser pago em cada um dos dois primeiros anos não será inferior a cinco por cento do total do débito consolidado e atualizado. VI – prioridade na aquisição da casa própria. contribuíram para o esforço de guerra. 58.049. será bloqueada e repassada à previdência social para pagamento de seus débitos. para todos os efeitos legais. de 23 de dezembro de 1986. de 16 de setembro de 1946. e pela Lei n° 7. de 25 de maio de 1982. excluído o seguro-desemprego.

todos da Constituição Federal. Aprovados pelo Congresso Nacional. 159. 259 Constituição ADCT Federal . vedada a utilização dos recursos a que se refere o § 5° do art. Art. os incisos II. 59. 212 da Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento da educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da educação. e) prazo para fixar. nos respectivos âmbitos de atuação prioritária estabelecidos nos §§ 2° e 3° do art. bem como as metas do Plano Nacional de Educação. III e IV do caput do art. de natureza contábil. as diferenças e as ponderações quanto ao valor anual por aluno entre etapas e modalidades da educação básica e tipos de estabelecimento de ensino. e distribuídos entre cada Estado e seus Municípios. 157. 60. conforme estabelecido nos §§ 2° e 3° do art. I – a distribuição dos recursos e de responsa- IV – os recursos recebidos à conta dos Fundos instituídos nos termos do inciso I do caput deste artigo serão aplicados pelos Estados e Municípios exclusivamente nos respectivos âmbitos de atuação prioritária. o Distrito Federal e os Municípios destinarão parte dos recursos a que se refere o caput do art. 155. 211 da Constituição Federal. o valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. respeitadas as seguintes disposições: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. VI – até 10% (dez por cento) da complementação da União prevista no inciso V do caput deste artigo poderá ser distribuída para os Fundos por meio de programas direcionados para a melhoria da qualidade da educação. a distribuição proporcional de seus recursos. no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal. Até o 14° (décimo quarto) ano a partir da promulgação desta Emenda Constitucional. II – os Fundos referidos no inciso I do caput deste artigo serão constituídos por 20% (vinte por cento) dos recursos a que se referem os incisos I. 211 da Constituição Federal. b) a forma de cálculo do valor anual mínimo por aluno. o inciso II do caput do art. de um Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. os Estados. II. matriculados nas respectivas redes. observados os arts. fixado em observância ao disposto no inciso VII do caput deste artigo. a lei disporá sobre: a) a organização dos Fundos. proporcionalmente ao número de alunos das diversas etapas e modalidades da educação básica presencial. os Estados e seus Municípios é assegurada mediante a criação. Parágrafo único. d) a fiscalização e o controle dos Fundos. 60 III – observadas as garantias estabelecidas nos incisos I. 208 e 214 da Constituição Federal. V – a União complementará os recursos dos Fundos a que se refere o inciso II do caput deste artigo sempre que. 208 da Constituição Federal e as metas de universalização da educação básica estabelecidas no Plano Nacional de Educação. Art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Parágrafo único. II e III do art. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias bilidades entre o Distrito Federal. os planos serão implantados progressivamente nos dezoito meses seguintes. no Distrito Federal e em cada Estado. c) os percentuais máximos de apropriação dos recursos dos Fundos pelas diversas etapas e modalidades da educação básica. Os projetos de lei relativos à organização da seguridade social e aos planos de custeio e de benefício serão apresentados no prazo máximo de seis meses da promulgação da Constituição ao Congresso Nacional. na forma da lei a que se refere o inciso III do caput deste artigo. As prestações mensais dos benefícios atualizadas de acordo com este artigo serão devidas e pagas a partir do sétimo mês a contar da promulgação da Constituição. 2° da EC n° 53/2006. piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. III e IV do caput do art. 158. que terá seis meses para apreciá-los. 212 da Constituição Federal. em lei específica. e as alíneas a e b do inciso I e o inciso II do caput do art. Art.

de forma a preservar. § 4° Para efeito de distribuição de recursos dos Fundos a que se refere o inciso I do caput deste artigo. e das alíneas a e b do inciso I e do inciso II do caput do art. no primeiro ano de vigência dos Fundos. a melhoria 260 . no segundo ano de vigência dos Fundos.66% (dezesseis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento). § 1° A União. no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. no segundo ano. os Estados. levar-se-á em conta a totalidade das matrículas no ensino fundamental e considerar-se-á para a educação infantil. a partir da promulgação desta Emenda Constitucional. § 2° O valor por aluno do ensino fundamen- tal.000. X – aplica-se à complementação da União o disposto no art. o Distrito Federal e os Municípios deverão assegurar. do inciso IV do caput do art.000. a partir do quarto ano de vigência dos Fundos. 159 da Constituição Federal: a) 16. no financiamento da educação básica. § 3° O valor anual mínimo por aluno do VIII – a vinculação de recursos à manuten- ção e desenvolvimento do ensino estabelecida no art.33% (dezoito inteiros e trinta e três centésimos por cento).000. c) R$ 4. no mínimo: a) R$ 2.000. anualmente. e c do inciso VII do caput deste artigo serão atualizados.000. em caráter permanente. IX – os valores a que se referem as alíneas a. 2° da EC n° 53/2006. 160 da Constituição Federal. de forma a garantir padrão mínimo definido nacionalmente. § 5° A porcentagem dos recursos de constituição dos Fundos. não poderá ser inferior ao praticado no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF. d) 10% (dez por cento) do total dos recursos a que se refere o inciso II do caput deste artigo.000. conforme o inciso II do caput deste artigo. para o ensino médio e para a educação de jovens e adultos 1/3 (um terço) das matrículas no primeiro ano. no terceiro ano de vigência dos Fundos. não poderá ser inferior ao valor mínimo fixado nacionalmente no ano anterior ao da vigência desta Emenda Constitucional. ensino fundamental.000.00 (três bilhões de reais).00 (dois bilhões de reais).000. considerando-se para os fins deste inciso os valores previstos no inciso VII do caput deste artigo. da seguinte forma: ƒƒ Parágrafos 1° a 5° com redação dada pelo art. XI – o não-cumprimento do disposto nos incisos V e VII do caput deste artigo importará crime de responsabilidade da autoridade competente. será alcançada gradativamente nos primeiros 3 (três) anos de vigência dos Fundos. 30% (trinta por cento) da complementação da União. 158. a partir do terceiro ano.Art. I – no caso dos impostos e transferências constantes do inciso II do caput do art. 60 VII – a complementação da União de que CONSTITUIÇÃO FEDERAL da qualidade de ensino. trata o inciso V do caput deste artigo será de. b. XII – proporção não inferior a 60% (sessenta por cento) de cada Fundo referido no inciso I do caput deste artigo será destinada ao pagamento dos profissionais do magistério da educação básica em efetivo exercício. ƒƒ Incisos I a XII acrescidos pelo art. no Fundo de cada Estado e do Distrito Federal. c) 20% (vinte por cento).500. no máximo. 2° da EC n° 53/2006. b) R$ 3. b) 18.00 (quatro bilhões e quinhentos milhões de reais). 2/3 (dois terços) no segundo ano e sua totalidade a partir do terceiro ano. 155. no primeiro ano. no ano anterior à vigência desta Emenda Constitucional. o valor real da complementação da União. 212 da Constituição Federal suportará.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Inciso I e alíneas a a c acrescidos pelo art. 71 social. 62. 67. econômica e cultural do País. 213. nos termos da lei. § 1°. a partir do terceiro ano. No desenvolvimento de suas atribuições. devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos. 158 da Constituição Federal: a) 6. A lei criará o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) nos moldes da legislação relativa ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e ao Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (SENAC). Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva. gratuitamente. que será posta à disposição das escolas e dos cartórios. dos Estados. Art. 68. A União concluirá a demarcação das terras indígenas no prazo de cinco anos a partir da promulgação da Constituição. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. com o objetivo de saneamento financeiro da 261 Constituição ADCT Federal . o art. Parágrafo único. nos exercícios financeiros de 1994 e 1995. 125. 2° da EC n° 53/2006). a Comissão promoverá estudos. 61. Art. § 7° (Revogado pelo art. da Constituição. c) 20% (vinte por cento). 63. na data da promulgação da Constituição. sem prejuízo das atribuições dos órgãos públicos que atuam na área. bem assim nos períodos de 1° de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997 e 1° de julho de 1997 a 31 de dezembro de 1999. promoverão edição popular do texto integral da Constituição. que preencham os requisitos dos incisos I e II do referido artigo e que. no segundo ano. desdobrar-se em tantas subcomissões quantas forem necessárias. no prazo de doze meses. desde que. ƒƒ Inciso II e alíneas a a c acrescidos pelo art. II – no caso dos impostos e transferências constantes dos incisos I e III do caput do art. 157. para promover as comemorações do centenário da proclamação da República e da promulgação da primeira Constituição republicana do País. 71. salvo disposição legal em contrário. Art. de modo que cada cidadão brasileiro possa receber do Estado um exemplar da Constituição do Brasil. 69. dos sindicatos. É instituído. 155. das igrejas e de outras instituições representativas da comunidade. do Distrito Federal e dos Municípios. As entidades educacionais a que Art. 220. três do Poder Judiciário e três do Poder Executivo. 65. É criada uma Comissão composta de nove membros. podendo. podendo articular-se com os governos estaduais e municipais e com instituições públicas e privadas que desejem participar dos eventos.33% (treze inteiros e trinta e três centésimos por cento). 64. Art. nos últimos três anos. § 4°. Art. 2° da EC n° 53/2006. e dos incisos II e III do caput do art. sendo três do Poder Legislativo. A Imprensa Nacional e demais gráficas da União. Art. da administração direta ou indireta. bem como as fundações de ensino e pesquisa cuja criação tenha sido autorizada por lei. o Fundo Social de Emergência. 2° da EC n° 53/2006. Art. no primeiro ano.66% (seis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento). dos quartéis. Art. b) 13. 2° da EC n° 53/2006). debates e avaliações sobre a evolução política. se refere o art. São mantidas as concessões de serviços públicos de telecomunicações atualmente em vigor. Art. Será permitido aos Estados manter consultorias jurídicas separadas de suas Procuradorias-Gerais ou Advocacias-Gerais. Art. a seu critério. tenham órgãos distintos para as respectivas funções. Art. Fica mantida a atual competência dos tribunais estaduais até que a mesma seja definida na Constituição do Estado. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 6° (Revogado pelo art. 66. 70. poderão continuar a recebê-los. tenham recebido recursos públicos. nos termos do art. O Poder Legislativo regulamentará. do inciso II do caput do art.

1° da ECR n° 1/1994. e despesas orçamentárias associadas a programas de relevante interesse econômico e social. inclusive suas autarquias e fundações. 153. de 7 de setembro de 1970.212. § 3° A parcela de que trata o inciso IV será IV – vinte por cento do produto da arrecadação de todos os impostos e contribuições da União. § 5°. 1° da ECR n° 1/1994. ou relativas a títulos e valores mobiliários. ƒƒ Parágrafo 1° acrescido pelo art.848. 2° da EC n° 10/1996. e pelas Leis nos 8. sujeita a alteração por lei ordinária. II – a parcela do produto da arrecadação do § 1° As alíquotas e a base de cálculo previstas nos incisos III e V aplicar-se-ão a partir do primeiro dia do mês seguinte aos noventa dias posteriores à promulgação desta Emenda. decorrente das alterações produzidas pela Lei n° 8. sujeita a alteração por lei ordinária posterior. 2° da EC n° 17/1997. CONSTITUIÇÃO FEDERAL previsto nos incisos I. e 159 da Constituição. mediante a aplicação da alíquota de setenta e cinco centésimos por cento. VI – outras receitas previstas em lei específica. previamente deduzida da base de cálculo das vinculações ou participações constitucionais previstas nos arts. Integram o Fundo Social de Emergência: ƒƒ Caput acrescido pelo art. nos exercícios financeiros de 1994 a 1995. 158. e modificações posteriores. 159. 1° da EC n° 17/1997. passa a ser de trinta por cento. 72. 72 Fazenda Pública Federal e de estabilização econômica. 262 . de 15 de dezembro de 1988. excetuado o § 4° O disposto no parágrafo anterior não se aplica aos recursos previstos nos arts. 1° da ECR n° 1/1994.689. cujos recursos serão aplicados prioritariamente no custeio das ações dos sistemas de saúde e educação. III III – a parcela do produto da arrecadação e V serão previamente deduzidas da base de cálculo de qualquer vinculação ou participação constitucional ou legal. II. a qualquer título.Art. I – o produto da arrecadação do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza incidente na fonte sobre pagamentos efetuados. bem assim no período de 1° de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997. II. já instituídos ou a serem criados. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza e do imposto sobre operações de crédito. 22 da Lei n° 8. 1° da ECR n° 1/1994. resultante da elevação da alíquota da contribuição social sobre o lucro dos contribuintes a que se refere o § 1° do art. sobre a receita bruta operacional. a qual será calculada. devida pelas pessoas jurídicas a que se refere o inciso III deste artigo. bem assim nos períodos de 1° de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997 e de 1° de julho de 1997 a 31 de dezembro de 1999. ƒƒ Incisos II a IV com redação dada pelo art. pela União. de 24 de julho de 1991. mantidas as demais normas da Lei n° 7. de 21 de junho de 1994. ƒƒ Inciso I acrescido pelo art. § 2° As parcelas de que tratam os incisos I. II e III. Art. 157. não se lhes aplicando o disposto nos arts. ambas de 28 de janeiro de 1994. II. nos exercícios financeiros de 1994 e 1995. como definida na legislação do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza.894. 212 e 239 da Constituição. a qual.849 e 8. incluindo a complementação de recursos de que trata o § 3° do art. ƒƒ Inciso VI acrescido pelo art. câmbio e seguro. observado o disposto nos §§ 3° e 4°. benefícios previdenciários e auxílios assistenciais de prestação continuada. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 212 e 239 da Constituição. V – a parcela do produto da arrecadação da contribuição de que trata a Lei Complementar n° 7. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. inclusive liquidação de passivo previdenciário.

vida pública interna. É prorrogada. I – no caso do imposto sobre propriedade territorial rural. ƒƒ Parágrafos 2° a 5° com redação dada pelo art. § 6°. de 24 de outubro de 1996. a cinco inteiros e seis décimos por cento do total do produto da sua arrecadação. nos meses subseqüentes.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° A parcela dos recursos provenientes Art. A União poderá instituir contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. 74. decorrente da alteração da alíquota. e 154. 74. já instituídos ou que vierem a ser criados até a referida data. nos primeiros doze meses. modificada pela Lei n° 9. 75 e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. ƒƒ Art. a cobrança da contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira de que trata o art. II – no caso do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza. nos exercícios financeiros de 1999. 73. § 1° Observado o disposto no § 6° do art.539. instituída pela Lei n° 9. § 3° É a União autorizada a emitir títulos da dí- Art. seus adicionais e respectivos acréscimos legais. fundo ou despesa. 1° da EC n° 21/1999. 76. por trinta e seis meses. cujos recursos serão destinados ao custeio da saúde e da previdência social. 75. § 2° A contribuição de que trata este artigo não se aplica o disposto nos arts. prevista e não realizada em 1999. 2° da EC n° 10/1996.311. total ou parcialmente. da Constituição. São desvinculados de órgão. § 3° O produto da arrecadação da contribuição de que trata este artigo será destinado integralmente ao Fundo Nacional de Saúde. Na regulação do Fundo Social de Emergência não poderá ser utilizado o instrumento previsto no inciso V do art. 76 no art. até 31 de dezembro de 2015. nos limites aqui definidos. da Constituição. 73 acrescido pelo art. 1° da ECR n° 1/1994. § 1° A alíquota da contribuição de que trata este artigo não excederá a vinte e cinco centésimos por cento. Art. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. para financiamento das ações e serviços de saúde. § 4° A contribuição de que trata este artigo § 1° O disposto no caput não reduzirá a base de cálculo das transferências a Estados. a alíquota da contribuição será de trinta e oito centésimos por cento. 195. facultado ao Poder Executivo reduzi-la ou restabelecê-la. Distrito Federal e Municípios. ƒƒ Art. 1° da EC n° 68/2011. na forma do § 5º 263 Constituição ADCT Federal do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza. contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico. ƒƒ Art. 20% (vinte por cento) da arrecadação da União de impostos. § 2° O resultado do aumento da arrecadação. e de trinta centésimos. destinada ao Fundo Social de Emergência. será destinado ao custeio da previdência social. I. Art. 59 da Constituição. cuja vigência é também prorrogada por idêntico prazo. nas condições e limites fixados em lei. de 12 de dezembro de 1997. terá sua exigibilidade subordinada ao disposto Art. 74 e §§ 1° a 4° acrescidos pelo artigo único da EC n° 12/1996. nos termos do inciso II deste artigo. 195 da Constituição Federal. § 5°. e não poderá ser cobrada por prazo superior a dois anos. 153. facultado ao Poder Executivo reduzi-la total ou parcialmente. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias . em montante equivalente ao produto da arrecadação da contribuição. 2000 e 2001. 1° da ECR n° 1/1994. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. a oitenta e seis inteiros e dois décimos por cento do total do produto da sua arrecadação. não poderá exceder a cinco inteiros e seis décimos por cento do total do produto da sua arrecadação.

§ 4° Na ausência da lei complementar a que se refere o art. cinco por cento. alínea a. § 2° As prestações anuais a que se refere o caput deste artigo terão. o Distrito Federal e os Municípios que apliquem percentuais inferiores aos fixados nos incisos II e III deverão elevá-los gradualmente. 157 e 159. deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios. Art. 1° da EC n° 68/2011. o montante empenhado em ações e serviços públicos de saúde no exercício financeiro de 1999 acrescido de. se não liquidadas até 264 . quinze por cento do produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. do inciso I do art. na forma da lei. Ressalvados os créditos definidos em lei como de pequeno valor. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art.Art. no mínimo. acrescido de juros legais. a critério do credor. doze por cento do produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. ƒƒ Art. e inciso II. 1° da EC n° 68/2011. § 3°. sem prejuízo do disposto no art. aos Estados. corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto – PIB. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. 78. em moeda corrente. inciso I. § 1° É permitida a decomposição de parcelas. o percentual referido no caput será nulo. no mínimo. 159 da Constituição Federal. 1° da EC n° 68/2011. § 3° Os recursos dos Estados. 157. sendo que. § 2° Dos recursos da União apurados nos termos deste artigo. b) do ano 2001 ao ano 2004. 212 da Constituição Federal. 155 e dos recursos de que tratam os arts. um quinto por ano. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° Os Estados. e §§ 1° a 4° acrescidos pelo art. dos incisos I e II do art. ao Distrito Federal e aos Municípios o disposto neste artigo. 158 e 159. 77 do art. o valor apurado no ano anterior. os precatórios pendentes na data de promulgação desta Emenda e os que decorram de ações iniciais ajuizadas até 31 de dezembro de 1999 serão liquidados pelo seu valor real. Até o exercício financeiro de 2004. b e d do inciso I e do inciso II do art. 212 da Constituição Federal. incisos I a III. a partir de 2000. serão aplicados nos Municípios. no prazo máximo de dez anos. o caput a arrecadação da contribuição social do salário-educação a que se refere o § 5º do art. § 2° Excetua-se da desvinculação de que trata § 3° Para efeito do cálculo dos recursos para manutenção e desenvolvimento do ensino de que trata o art. até o exercício financeiro de 2004. 198. em prestações anuais. os de que trata o art. a aplicação será de pelo menos sete por cento. a partir do exercício financeiro de 2005. pelo menos. aplicar-se-á à União. 7° da EC n° 29/2000. 77. 159 da Constituição Federal. inciso I. Art. permitida a cessão dos créditos. do Distrito Federal e dos Municípios destinados às ações e serviços públicos de saúde e os transferidos pela União para a mesma finalidade serão aplicados por meio de Fundo de Saúde que será acompanhado e fiscalizado por Conselho de Saúde. reduzida a diferença à razão de. 74 da Constituição Federal. 77. II – no caso dos Estados e do Distrito Federal. e III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal. segundo o critério populacional. iguais e sucessivas. em ações e serviços básicos de saúde. 156 e dos recursos de que tratam os arts. os de natureza alimentícia. alínea b e § 3°. 33 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e suas complementações e os que já tiverem os seus respectivos recursos liberados ou depositados em juízo. os recursos mínimos aplicados nas ações e serviços públicos de saúde serão equivalentes: I – no caso da União: a) no ano 2000. quinze por cento. nem a base de cálculo das destinações a que se refere a alínea c do inciso I do art. 153. 158 e das alíneas a.

80 e incisos I a VI acrescidos pelo art. gerados a partir de 18 de junho 265 Constituição ADCT Federal . 1° da EC n° 31/2000. na alíquota da contribuição social de que trata o art. 159 e 167. § 2° A arrecadação decorrente do disposto no inciso I deste artigo. Parágrafo único. nos casos de precatórios judiciais originários de desapropriação de imóvel residencial do credor. inciso VII. reforço de renda familiar e outros programas de relevante interesse social voltados para melhoria da qualidade de vida. 81. 80. pelos recursos recebidos pela União em decorrência da desestatização de sociedades de economia mista ou empresas públicas por ela controladas. será integralmente repassada ao Fundo. progressivamente resgatáveis após 18 de junho de 2002. VI – outras receitas. 1° da EC n° 67/2010. no âmbito do Poder Executivo Federal. a requerimento do credor. 153. preservado o seu valor real. de qualquer natureza. incidente sobre produtos supérfluos e aplicável até a extinção do Fundo. educação. direta ou indiretamente. cujos recursos serão aplicados em ações suplementares de nutrição. ou do imposto que vier a substituí-lo. ou preterição ao direito de precedência. ou de participação societária remanescente após a alienação. Art. 1° da EC n° 31/2000. 81 II – a parcela do produto da arrecadação correspondente a um adicional de cinco pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. de pessoas físicas ou jurídicas do País ou do exterior. no período compreendido entre 18 de junho de 2000 e o início da vigência da lei complementar a que se refere a art. § 3° O prazo referido no caput deste artigo fica reduzido para dois anos. ƒƒ Art. O Fundo previsto neste artigo terá Conselho Consultivo e de Acompanhamento que conte com a participação de representantes da sociedade civil. 78 e §§ 1° a 4° acrescidos pelo art. É instituído Fundo constituído Art. assim como qualquer desvinculação de recursos orçamentários. V – doações. saúde. vencido o prazo ou em caso de omissão no orçamento. cujos rendimentos. Compõem o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza: I – a parcela do produto da arrecadação correspondente a um adicional de oito centésimos por cento. 75 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Art. a serem definidas na regulamentação do referido Fundo. suficientes à satisfação da prestação. para vigorar até o ano de 2010. aplicável de 18 de junho de 2000 a 17 de junho de 2002. habitação. ƒƒ Art. da Constituição. 79. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. requisitar ou determinar o seqüestro de recursos financeiros da entidade executada. 2° da EC n° 30/2000. na forma da lei. desde que comprovadamente único à época da imissão na posse. 1° da EC n° 31/2000. poder liberatório do pagamento de tributos da entidade devedora. quando a operação envolver a alienação do respectivo controle acionário a pessoa ou entidade não integrante da Administração Pública. IV – dotações orçamentárias. a ser regulado por lei complementar com o objetivo de viabilizar a todos os brasileiros acesso a níveis dignos de subsistência. 99 Prazo de vigência prorrogado por tempo indeterminado pelo art. 79. III – o produto da arrecadação do imposto de que trata o art. inciso IV. ƒƒ Art. em títulos públicos federais. § 1° Aos recursos integrantes do Fundo de que trata este artigo não se aplica o disposto nos arts. 79 e parágrafo único acrescidos pelo art. da Constituição. o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. Art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL o final do exercício a que se referem. É instituído. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 4° O Presidente do Tribunal competente deverá. nos termos da lei.

§ 1° Fica prorrogada até a data referida no caput deste artigo. não alcance o valor de quatro bilhões de reais. da Constituição. o Distrito Federal e os Municípios devem instituir Fundos de Combate á Pobreza. 2° da EC n° 42/2003. sobre os produtos e serviços supérfluos e nas condições definidas na lei complementar de que trata o art. 1° da EC n° 31/2000. Art. 155. com os recursos de que trata este artigo e outros que vierem a destinar. 80 e 81 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Lei federal definirá os produtos e ser- viços supérfluos a que se referem os arts. sobre serviços supérfluos. XII. § 3° A constituição do Fundo a que se refere o caput. I. § 2° Do produto da arrecadação da con- tribuição social de que trata este artigo será destinada a parcela correspondente à alíquota de: I – vinte centésimos por cento ao Fundo Nacional de Saúde. 80. 75 e 80. e 82. 1° da EC n° 31/2000. sobre este percentual. IV. 82 de 2002.Art. duais e Distrital. ƒƒ Art. 80. 83 com redação dada pelo art. 84. será cobrada até 31 de dezembro de 2004. 83. Os Estados. a vigência da Lei n° 9. Art. § 2°. far-se-á complementação na forma do art. A contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. 2° da EC n° 42/2003.311. da Constituição. devendo os referidos Fundos ser geridos por entidades que contem com a participação da sociedade civil. 3° da EC n° 37/2002. ƒƒ Art. poderá ser criado adicional de até meio 266 . ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. e suas alterações. CONSTITUIÇÃO FEDERAL ponto percentual na alíquota do Imposto sobre serviços ou do imposto que vier a substituí-lo. § 2° Para o financiamento dos Fundos Municipais. 74. 1° da EC n° 31/2000. § 2°. na forma deste artigo. 165. § 9°. § 1° Para o financiamento dos Fundos Esta- III – oito centésimos por cento ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. não se aplicando. não se aplicando o disposto no art. de 24 de outubro de 1996. § 2° Sem prejuízo do disposto no § 1°. de que tratam os arts. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I a III acrescidos pelo art. poderá ser criado adicional de até dois pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. ƒƒ Art. deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 3° da EC n° 37/2002. a transferência de recursos ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza e as demais disposições referentes ao § 1° deste artigo serão disciplinadas em lei. 84 e § 1° acrescido pelo art. ƒƒ Caput acrescido pelo art. prevista nos arts. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 3° da EC n° 37/2002. o Poder Executivo poderá destinar ao Fundo a que se refere este artigo outras receitas decorrentes da alienação de bens da União. inciso II. reverterão ao Fundo de Combate e Erradicação de Pobreza. para financiamento das ações e serviços de saúde. § 3° A alíquota da contribuição de que trata este artigo será de: ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. o disposto no art. Art. 82. § 1° Caso o montante anual previsto nos rendimentos transferidos ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. da Constituição. II – dez centésimos por cento ao custeio da previdência social. 81 e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. II. inciso IV. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. 158.

II – ter sido definidos como de pequeno valor pela lei de que trata o § 3° do art. II – (Revogado pelo art. Art. 85. 3° da EC n° 37/2002.514. b) companhias securitizadoras de que trata a Lei n° 9. cialmente abertas e exclusivamente utilizadas para operações de: a) câmaras e prestadoras de serviços de compensação e de liquidação de que trata o parágrafo único do art. 86. se assim dispuser a lei. ou os respectivos saldos.214. § 2° O disposto no inciso I deste artigo aplica-se somente às operações relacionadas em ato do 267 Constituição ADCT Federal § 3° O disposto no inciso II deste artigo aplica-se somente a operações e contratos efetuados por intermédio de instituições financeiras. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias . relativos a entradas no País e a remessas para o exterior de recursos financeiros empregados. c) sociedades anônimas que tenham por objeto exclusivo a aquisição de créditos oriundos de operações praticadas no mercado financeiro. serão pagos na ordem cronológica de apresentação dos respectivos precatórios. pendentes de pagamento na data da publicação desta Emenda Constitucional. nos exercícios financeiros de 2002 e 2003. a partir do trigésimo dia da data de publicação desta Emenda Constitucional.CONSTITUIÇÃO FEDERAL I – trinta e oito centésimos por cento. 100 da Constituição Federal. Estadual. poderão ser pagos em duas parcelas anuais. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. ƒƒ Inciso I acrescido pelo art. em suas diversas modalidades. III – estar. dentre aquelas que constituam o objeto social das referidas entidades. Distrital ou Municipal oriundos de sentenças transitadas em julgado. 6° da EC n° 42/2003). nos lançamentos: I – em contas correntes de depósito espe- ƒƒ Art. que preencham. § 1° Os débitos a que se refere o caput deste artigo. cumulativamente. sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e sociedades corretoras de mercadorias. Art. de mercadorias e de futuros. Serão pagos conforme disposto no art. total ou parcialmente. nos termos do art. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias não incidirá. se ainda não tiverem sido objeto de pagamento parcial. de 20 de novembro de 1997. relativos a: a) operações de compra e venda de ações. negociados em bolsas de valores. exclusivamente. II – em contas correntes de depósito. § 2° Os débitos a que se refere o caput deste artigo. A contribuição a que se refere o art. 87 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Art. III – em contas de investidores estrangeiros. as seguintes condições: I – ter sido objeto de emissão de precatórios judiciários. com precedência sobre os de maior valor. em operações e contratos referidos no inciso II deste artigo. sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários. de 27 de março de 2001. 86 Poder Executivo. § 3° Observada a ordem cronológica de sua apresentação. os débitos da Fazenda Federal. § 1° O Poder Executivo disciplinará o disposto neste artigo no prazo de trinta dias da data de publicação desta Emenda Constitucional. não se lhes aplicando a regra de parcelamento estabelecida no caput do art. realizadas em recintos ou sistemas de negociação de bolsas de valores e no mercado de balcão organizado. 3° da EC n° 37/2002. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 100 da Constituição Federal ou pelo art. 85 e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. 2° da Lei n° 10. b) contratos referenciados em ações ou índices de ações. os débitos de natureza alimentícia previstos neste artigo terão precedência para pagamento sobre todos os demais.

86 e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. § 2° Até a data referida no caput deste artigo. o imposto a que se refere o inciso III do caput do mesmo artigo: exceto para os serviços a que se referem os itens 32. Enquanto lei complementar não disciplinar o disposto nos incisos I e III do § 3° do art. 89. Se o valor da execução § 1° Os membros da Polícia Militar continuarão prestando serviços ao Estado de Rondônia. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias serão considerados de pequeno valor. na condição de cedidos. mediante opção. caput deste artigo. 36 da Lei Complementar n° 41. vedado o pagamento. os débitos ou obrigações consignados em precatório judiciário. em 15 de março de 1987. 90 e §§ 1° e 2° acrescidos pelo art. Os integrantes da carreira policial militar e os servidores municipais do ex-Território 268 .Art. na redução da alíquota mínima estabelecida no inciso I. constituirão. a vigência da Lei n° 9. sendo facultada à parte exeqüente a renúncia ao crédito do valor excedente. que resulte. ƒƒ Art. e aqueles admitidos regularmente nos quadros do Estado de Rondônia até a data de posse do primeiro Governador eleito. 1° da EC n° 60/2009. incentivos e benefícios fiscais. 87 e parágrafo único acrescidos pelo art. 3° da EC n° 37/2002. sempre. 88 e incisos I e II acrescidos pelo art. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. de diferenças remuneratórias. para que possa optar pelo pagamento do saldo sem o precatório. até a data referida no II – não será objeto de concessão de isenções. a qualquer título. ƒƒ Art. O prazo previsto no caput do art. ultrapassar o estabelecido neste artigo. se encontravam no exercício regular de suas funções prestando serviço àquele ex-Território na data em que foi transformado em Estado. 1° da EC n° 60/2009. submetidos às corporações da Polícia Militar. observado o disposto no § 4° do art. § 1° Fica prorrogada. Parágrafo único. continuarão prestando serviços ao Estado de Rondônia na condição de cedidos. perante a Fazenda dos Estados e do Distrito Federal. observadas as atribuições de função compatíveis com o grau hierárquico. 87. 100 da Constituição Federal e o art. a alíquota da contribuição de que trata o art. Art. perante a Fazenda dos Municípios. direta ou indiretamente. 3° da EC n° 37/2002. até seu aproveitamento em órgão ou entidade da administração federal direta. de 24 de outubro de 1996. 84 I – terá alíquota mínima de dois por cento. II – trinta salários-mínimos. 3° da EC n° 42/2003. e suas alterações. bem como os servidores e os policiais militares alcançados pelo disposto no art. 3° da EC n° 37/2002. da forma prevista no § 3° do art. por meio de precatório. 156 da Constituição Federal. assegurados os direitos e as vantagens a eles inerentes. comprovadamente. 100 da Constituição Federal. o pagamento far-se-á. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. 87 ƒƒ Art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Federal de Rondônia que. deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias fica prorrogado até 31 de dezembro de 2007. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias será de trinta e oito centésimos por cento. ƒƒ Art. § 2° Os servidores a que se refere o caput Art. de 31 de dezembro de 1968. Art. autárquica ou fundacional. que tenham valor igual ou inferior a: I – quarenta salários-mínimos. até que se dê a publicação oficial das respectivas leis definidoras pelos entes da Federação. Para efeito do que dispõem o § 3° do art. 100. 90. Art. 33 e 34 da Lista de Serviços anexa ao Decreto-Lei n° 406.311. 88. quadro em extinção da administração federal. de 22 de dezembro de 1981.

ƒƒ Caput acrescido pelo art. estejam em mora na quitação de precatórios vencidos. setenta e cinco por cento pertencem ao próprio Estado. 159. 12. 1° da EC n° 57/2008. incorporação e desmembramento de Municípios. 158. A União entregará aos Estados e ao Distrito Federal o montante definido em lei complementar. 91. 3° da EC n° 42/2003. de 13 de setembro de 1996. Até que seja editada a lei complementar de que trata o § 15 do art. 93. poderão ser registrados em repartição diplomática ou consular brasileira competente ou em ofício de registro. permanecerá vigente o sistema de entrega de recursos previsto no art. Art. 10. 9°. 155. da Constituição. Art. ƒƒ Art. 40 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. São acrescidos dez anos ao prazo fixado no art. Art. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 2° A entrega de recursos prevista neste artigo perdurará. ƒƒ Art. parágrafo único. conforme definido em lei complementar. II. Art. 97. da Constituição. com a redação dada pela Lei Complementar n° 115. 3° da EC n° 42/2003. III. 31 e Anexo da Lei Complementar n° 87. Os regimes especiais de tributação para microempresas e empresas de pequeno porte próprios da União. e vinte e cinco por cento. 13 e 14. 11. 146. de 26 de dezembro de 2002. ƒƒ Art. bens ou serviços. A vigência do disposto no art. até que o imposto a que se refere o art. 96. exceto em seus §§ 2°. os Estados.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. do Distrito Federal e dos Municípios cessarão a partir da entrada em vigor do regime previsto no art. 2° da EC n° 54/2007. farão esses pagamentos de acordo com as normas a seguir estabelecidas. 92 acrescido pelo art. Os nascidos no estrangeiro entre 7 de junho de 1994 e a data da promulgação desta Emenda Constitucional. o Distrito Federal e os Municípios que. 269 Constituição ADCT Federal . 95. e § 4°. relativos às suas administrações direta e indireta. 3° da EC n° 42/2003. tenha o produto de sua arrecadação destinado predominantemente. filhos de pai brasileiro ou mãe brasileira. as informações relativas ao imposto de que trata o art. 3° da EC n° 42/2003. em substituição ao sistema de entrega de recursos nele previsto. 155. distribuídos segundo os critérios a que se refere o art. inclusive os emitidos durante o período de vigência do regime especial instituído por este artigo. 93 acrescido pelo art. declaradas pelos contribuintes que realizarem operações ou prestações com destino ao exterior. cuja lei tenha sido publicada até 31 de dezembro de 2006. fusão. ao Estado onde ocorrer o consumo das mercadorias. ƒƒ Art. 100 da Constituição Federal. Art. 97 Art. na data de publicação desta Emenda Constitucional. Ficam convalidados os atos de criação. II. X. prazos e condições nela determinados. sendo inaplicável o disposto no art. nos termos das instruções baixadas pelo Ministério da Fazenda. 100 desta Constituição Federal. e sem prejuízo dos acordos de juízos conciliatórios já formalizados na data de promulgação desta Emenda Constitucional. § 2°. se vierem a residir na República Federativa do Brasil. a relação entre as exportações e as importações. ƒƒ Art. em proporção não inferior a oitenta por cento. iniciará somente após a edição da lei de que trata o referido inciso III. Art. a. aos seus Municípios. 94. dos Estados. de acordo com critérios. 91 e §§ 1° a 4° acrescidos pelo art. § 3° Enquanto não for editada a lei complementar de que trata o caput. 94 acrescido pelo art. 92. d. ƒƒ Art. § 1° Do montante de recursos que cabe a cada Estado. § 4° Os Estados e o Distrito Federal deverão apresentar à União. 3°. 96 acrescido pelo art. os créditos decorrentes de aquisições destinadas ao ativo permanente e a efetiva manutenção e aproveitamento do crédito do imposto a que se refere o art. 155. 2° da EC n° 62/2009. podendo considerar as exportações para o exterior de produtos primários e semi-elaborados. atendidos os requisitos estabelecidos na legislação do respectivo Estado à época de sua criação. 95 acrescido pelo art. III.

ƒƒ Parágrafo 1° e incisos I e II acrescidos pelo art. § 2° Para saldar os precatórios. b) de. os Estados. para Municípios das regiões Norte. I – para os Estados e para o Distrito Federal: a) de. as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional. cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a mais de 35 % (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. em conta especial criada para tal fim. II – nos Estados. II – para Municípios: a) de. 270 . incluindo as oriundas do § 1° do art. ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I e II acrescidos pelo art.5% (um inteiro e cinco décimos por cento). industriais. ou cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a até 35% (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. para os fins de que trata este artigo. 2° da EC n° 62/2009. excluída a incidência de juros compensatórios. o Distrito Federal e os Municípios devedores depositarão mensalmente. diminuído das amortizações e dividido pelo número de anos restantes no regime especial de pagamento. 1.5% (um inteiro e cinco décimos por cento). para os Estados das regiões Sul e Sudeste. acrescido do índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança e de juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança para fins de compensação da mora. excluídas as duplicidades. no Distrito Federal e nos Municípios. cujo estoque de precatórios pendentes das suas § 4° As contas especiais de que tratam os §§ 1° e 2° serão administradas pelo Tribunal de Justiça local. patrimoniais. de contribuições e de serviços. caso em que o percentual a ser depositado na conta especial a que se refere o § 2° deste artigo corresponderá. apuradas no segundo mês anterior ao mês de pagamento. 97 § 1° Os Estados. 2° da EC n° 62/2009. ou CONSTITUIÇÃO FEDERAL administrações direta e indireta corresponder a mais de 35% (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. 201 da Constituição Federal. anualmente. ao saldo total dos precatórios devidos. 1% (um por cento). no mínimo. I – pelo depósito em conta especial do valor II – pela adoção do regime especial pelo prazo de até 15 (quinze) anos. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. Nordeste e Centro-Oeste. para pagamento de precatórios expedidos pelos tribunais. o Distrito Federal e os Municípios sujeitos ao regime especial de que trata este artigo optarão. pelo regime especial. além do Distrito Federal. no mínimo. será: § 3° Entende-se como receita corrente líquida. agropecuárias. no mínimo. a contribuição dos servidores para custeio do seu sistema de previdência e assistência social e as receitas provenientes da compensação financeira referida no § 9° do art. sendo que esse percentual. no mínimo. Nordeste e Centro-Oeste. transferências correntes e outras receitas correntes. 2% (dois por cento). 2° da EC n° 62/2009. 1/12 (um doze avos) do valor calculado percentualmente sobre as respectivas receitas correntes líquidas.Art. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I e II acrescidos pelo art. vencidos e a vencer. e deduzidas: I – nos Estados. 2° da EC n° 62/2009. calculado no momento de opção pelo regime e mantido fixo até o final do prazo a que se refere o § 14 deste artigo. o somatório das receitas tributárias. b) de. por meio de ato do Poder Executivo: referido pelo § 2° deste artigo.1. 20 da Constituição Federal. para os Estados das regiões Norte. para Municípios das regiões Sul e Sudeste. verificado no período compreendido pelo mês de referência e os 11 (onze) meses anteriores. ou cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a até 35% (trinta e cinco por cento) do total da receita corrente líquida.

VIII – o mecanismo de formação de preço constará nos editais publicados para cada leilão. IX – a quitação parcial dos precatórios será homologada pelo respectivo Tribunal que o expediu. ressalvados aqueles cuja exigibilidade esteja suspensa nos termos da legislação. para requisitórios de todos os anos. recurso ou impugnação de qualquer natureza. inscritos ou não em dívida ativa e constituídos contra devedor originário pela Fazenda Pública devedora até a data da expedição do precatório. deste artigo: § 9° Os leilões de que trata o inciso I do § 8° 271 Constituição ADCT Federal . em relação aos quais não esteja pendente. ou parcela de cada precatório indicada pelo seu detentor. ƒƒ Parágrafo 8° e incisos I a III acrescidos pelo art. 97 I – serão realizados por meio de sistema eletrônico administrado por entidade autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários ou pelo Banco Central do Brasil. podendo ser fixado valor máximo por credor. 2° da EC n° 62/2009. IV – considerarão automaticamente habilitado o credor que satisfaça o que consta no inciso II. associado ao maior volume ofertado cumulado ou não com o maior percentual de deságio. obedecendo à seguinte forma. III – ocorrerão por meio de oferta pública a todos os credores habilitados pelo respectivo ente federativo devedor. ƒƒ Parágrafo 7° acrescido pelo art. pelo maior percentual de deságio. I – destinados ao pagamento dos precatórios por meio do leilão. VII – ocorrerão na modalidade deságio. cessário em função do valor disponível. 100. § 7° Nos casos em que não se possa estabelecer a precedência cronológica entre 2 (dois) precatórios.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° Os recursos depositados nas contas Art. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 6° Pelo menos 50% (cinquenta por cento) dos recursos de que tratam os §§ 1° e 2° deste artigo serão utilizados para pagamento de precatórios em ordem cronológica de apresentação. Distrito Federal e Municípios devedores. 2° da EC n° 62/2009. no âmbito do Poder Judiciário. que poderá prever criação e forma de funcionamento de câmara de conciliação. II – admitirão a habilitação de precatórios. permitida por iniciativa do Poder Executivo a compensação com débitos líquidos e certos. ou por outro critério a ser definido em edital. Distrito Federal e Municípios devedores. na forma estabelecida por lei própria da entidade devedora. II – destinados a pagamento a vista de precatórios não quitados na forma do § 6° e do inciso I. § 8° A aplicação dos recursos restantes dependerá de opção a ser exercida por Estados. 100 da Constituição Federal. respeitadas as preferências definidas no § 1°. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. ƒƒ Parágrafo 1° e incisos I a IX acrescidos pelo art. 2° da EC n° 62/2009. para os requisitórios do mesmo ano e no § 2° do art. em ordem única e crescente de valor por precatório. que poderá ser aplicada isoladamente ou simultaneamente: V – serão realizados tantas vezes quanto neVI – a competição por parcela do valor total ocorrerá a critério do credor. 2° da EC n° 62/2009. com deságio sobre o valor desta. especiais de que tratam os §§ 1° e 2° deste artigo não poderão retornar para Estados. pagar-se-á primeiramente o precatório de menor valor. 2° da EC n° 62/2009. III – destinados a pagamento por acordo direto com os credores. ƒƒ Parágrafo 6° acrescido pelo art. por ato do Poder Executivo. ou que já tenham sido objeto de abatimento nos termos do § 9° do art.

§ 15. Enquanto Estados. a regra do § 3° do art. em relação a Estados. 2° da EC n° 62/2009. por credor. No caso de precatórios relativos a diversos credores. ambos deste artigo. § 13. O regime especial de pagamento de precatório previsto no inciso I do § 1° vigorará enquanto o valor dos precatórios devidos for superior ao valor dos recursos vinculados. o valor terá automaticamente poder liberatório do pagamento de tributos de Estados. não se aplicando. ƒƒ Parágrafo 14 acrescido pelo art. Distrito Federal e Municípios devedores. e os depositará nas contas especiais referidas no § 1°. bem como o saldo dos acordos judiciais e extrajudiciais. 272 . na forma da legislação de responsabilidade fiscal e de improbidade administrativa. e. 97 § 10. Distrito Federal e Municípios devedores. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e ainda pendentes de pagamento ingressarão no regime especial com o valor atualizado das parcelas não pagas relativas a cada precatório. Se a lei a que se refere o § 4° do art. a habilitação do valor total a que art. direito líquido e certo. para os fins referidos. III – o chefe do Poder Executivo responderá IV – enquanto perdurar a omissão. no caso da opção prevista no inciso II do § 1°. 2° da EC n° 62/2009. nos termos do § 2°. exceto no caso de não liberação tempestiva dos recursos de que tratam o inciso II do § 1° e o § 2° deste artigo. ƒƒ Parágrafo 11 acrescido pelo art. § 12. até onde se compensarem. contados da data de publicação desta Emenda Constitucional. ƒƒ Parágrafo 13 acrescido pelo art. 33 ou do art. ou pelo prazo fixo de até 15 (quinze) anos. 2° da EC n° 62/2009. em favor dos credores de precatórios. ƒƒ Parágrafo 12 e incisos I e II acrescidos pelo art. neste caso. 2° da EC n° 62/2009. em litisconsórcio. Distrito Federal e Municípios devedores estiverem realizando pagamentos de precatórios pelo regime especial. por ordem do Presidente do Tribunal requerido. por este. CONSTITUIÇÃO FEDERAL tem direito. ambos deste artigo. § 14. alternativamente. omissos na regulamentação. à compensação automática com débitos líquidos lançados por esta contra aqueles. admite-se o desmembramento do valor. por ordem do Presidente do Tribunal referido no § 4°. ƒƒ Parágrafo 10 e incisos I a V acrescidos pelo art.Art. até o limite do valor não liberado. Distrito Federal e Municípios devedores. b) ficará impedida de receber transferências voluntárias. 2° da EC n° 62/2009. II – 30 (trinta) salários mínimos para Municípios. será considerado. Distrito Federal e Municípios devedores. a entidade devedora: a) não poderá contrair empréstimo externo ou interno. não poderão sofrer sequestro de valores. ƒƒ Parágrafo 15 acrescido pelo art. o valor de: I – 40 (quarenta) salários mínimos para Estados e para o Distrito Federal. II – constituir-se-á. V – a União reterá os repasses relativos ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios. No caso de não liberação tempestiva dos recursos de que tratam o inciso II do § 1° e os §§ 2° e 6° deste artigo: I – haverá o sequestro de quantia nas contas de Estados. 2° da EC n° 62/2009. devendo sua utilização obedecer ao que prescreve o § 5°. 100 não estiver publicada em até 180 (cento e oitenta) dias. e. havendo saldo em favor do credor. Os precatórios parcelados na forma do § 11. 100 da Constituição Federal. contra Estados. autoaplicável e independentemente de regulamentação. realizado pelo Tribunal de origem do precatório.

Constitucional. gozarão também da preferência a que se refere o § 6° os titulares originais de precatórios que tenham completado 60 (sessenta) anos de idade até a data da promulgação desta Emenda Constitucional. 100 da Constituição Federal será pago. independentemente de sua natureza. até o efetivo pagamento. 2° da EC n° 62/2009. 2° da EC n° 62/2009. A partir da promulgação desta Emenda Art. ficando excluída a incidência de juros compensatórios. ƒƒ Parágrafo 16 acrescido pelo art. II e III do § 8° deste artigo. devendo __________ Publicado no DOU de 5. ƒƒ Parágrafo 18 acrescido pelo art. na forma prevista nos §§ 6° e 7° ou nos incisos I. ƒƒ Parágrafo 17 acrescido pelo art.1988. para fins de compensação da mora. 100 da Constituição Federal serem computados para efeito do § 6° deste artigo. 97 os valores dispendidos para o atendimento do disposto no § 2° do art.10. será feita pelo índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança. O valor que exceder o limite previsto no § 2° do art. incidirão juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança. 273 Constituição ADCT Federal . § 17. durante a vigência do regime especial. 2° da EC n° 62/2009.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 16. a atualização de valores de requisitórios. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 18. Durante a vigência do regime especial a que se refere este artigo. e.

.

Lei de Inelegibilidade .

.

apesar de não ser coletivo. não restringe o direito de votar. ƒƒ Alínea d com redação dada pelo art.2011. traz constrangimento ao candidato. por meio de questão de ordem. pendente de publicação até o fechamento desta edição: inaplicabilidade da LC n° 135/2010 às eleições de 2010 com fundamento no art. dentre outros: nas hipóteses de dúvida fundada. hajam perdido os respectivos mandatos por infringência do disposto nos incisos I e II do art. o exame ou teste não pode ser realizado em audiência pública por afrontar a dignidade humana. cujo prazo de inelegibilidade foi alterado pelo art. c) o Governador e o Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal e o Prefeito e o VicePrefeito que perderem seus cargos eletivos por infringência a dispositivo da Constituição Estadual. de acordo com o art. ƒƒ Ac. 55 da Constituição Federal. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. 1° São inelegíveis: ƒƒ Ac. 14. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. 2° da LC n° 135/2010. Ac. 2° da LC n° 135/2010. dos dispositivos equivalentes sobre perda de mandato das Constituições Estaduais e Leis Orgânicas dos Municípios e do Distrito Federal.349/2002: aplicabilidade do novo prazo também àqueles cujo mandato foi cassado anteriormente à vigência da LC n° 81/1994.014/2004: a inelegibilidade atinge somente a capacidade eleitoral passiva. da Constituição Federal. prazos de cessação e determina outras providências.-STF.-TSE n° 20. XIV. Ac. bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes. em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político. art.5. da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município. das Assembléias Legislativas. determinar-se a reforma de decisão mediante a qual o candidato foi considerado analfabeto”. para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos oito anos subseqüentes ao término da legislatura. ƒƒ Súm.-TSE n° 15/1996: “O exercício de cargo eletivo não é circunstância suficiente para. para as eleições que se realizarem durante o período remanescente e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término do mandato para o qual tenham sido eleitos.343/2004: ilegitimidade do teste de alfabetização quando. 1° da LC n° 81/1994. 2° da LC b) os membros do Congresso Nacional. O Presidente da República.-TSE. para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados. ƒƒ V.-TSE n° 24. de 26. de 23. da Câmara Legislativa e das Câmaras Municipais que 277 Lei de Inelegibilidade . 22.371/1992 e 22.Lei Complementar n° 64. ƒƒ V. 21. I – para qualquer cargo: a) os inalistáveis e os analfabetos. a aferição da alfabetização se fará individualmente. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado. § 9°. na QO-RO n° 409047: realização de juízo de retratação das decisões do TSE pelo Colegiado.-TSE nos 12. de 18 de maio de 1990 Estabelece. 16 da CF/88. desta lei complementar. ƒƒ Ac. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Art. d) os que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral. sem constrangimentos. segunda nota à parte introdutória da LC n° 135/2010.-TSE nos 318/2004.920/2004.3. em recurso especial. casos de inelegibilidade. no RE n° 633703. ƒƒ Ac.2011. tendo em vista a decisão do STF que considerou inaplicável às eleições de 2010 a LC n° 135/2010.707/2004 e 21.

contra o patrimônio privado. de lavagem ou ocultação de bens. 9. e) os que forem condenados. e por decisão irrecorrível do órgão competente.9. em edifício público. e 10. eleitorais. de 30. contra o meio ambiente e a saúde pública. de abuso de autoridade. 71 da Constituição Federal. decidir a prescrição da pretensão punitiva. bem como aferir o acerto ou desacerto da decisão da Justiça Comum Criminal que a declarou. ƒƒ Alínea f com redação dada pelo art. a todos os ordenadores de despesa.Art. a fé pública.2010. para os quais a lei comine pena privativa de liberdade. 6. pelos crimes: 1. não alcança os chefes do Poder Executivo. no AgR-RO n° 63913: a ressalva final constante desta alínea de que se aplica o disposto no art.11. 4. 1° n° 135/2010.-TSE. de 3. III: suspensão dos direitos políticos enquanto durarem os efeitos da condenação criminal transitada em julgado. direitos e valores.148/2004: o art. aplicando-se o disposto no inciso II do art. e.742/2000 e 22.-TSE n° 19/2000 (editada antes da vigência da LC n° 135/2010): a contagem do prazo de inelegibilidade começa a partir da data da eleição em que se verificou. o sistema financeiro. ou com ele incompatíveis. de 28. Súm. contra a vida e a dignidade sexual. cujo termo inicial será a data em que declarada a extinção da punibilidade. ƒƒ Alínea g com redação dada pelo art. 8. terrorismo e hediondos. da CF/88 a todos os ordenadores de despesa. ƒƒ Alínea e com redação dada pelo art. principalmente quando exauridos ainda na vigência da norma antiga. tortura.2008. nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado. 2. contra a economia popular. 14. desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena. 15.-TSE. ƒƒ Ac.9. art. 99 Ac. no REspe n° 30. 2° da LC n° 135/2010. 2° da LC n° 135/2010. 15. no REspe n° 28. da Constituição não torna inconstitucional este dispositivo. salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário.-TSE nos 16. II. 7.390: ainda que reconhecida a prescrição da pretensão executória. Ac. 71. f) os que forem declarados indignos do oficialato. a administração pública e o patrimônio público. da Lei Complementar n° 64/1990”.252: “Embora o delito de incêndio esteja inserido no Título VIII – Dos Crimes contra a Incolumidade Pública – do Código Penal. § 9°. 3. da Constituição. LEI DE INELEGIBILIDADE ƒƒ Ac. no RO n° 86514: não incidência da lei nova (LC n° 135/2010) sobre os efeitos produzidos pela lei anterior.2011. pelo prazo de 8 (oito) anos. g) os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa. 278 . ƒƒ Ac. I. 1°. seus efeitos no processo penal ante a pendência de recurso da acusação. 5.-TSE. isto é. no AgR-RO n° 160446: incompetência da Justiça Eleitoral para.2009. de tráfico de entorpecentes e drogas afins. no processo de registro de candidatura. a circunstância de ter sido cometido no fórum da cidade. de 29. o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência. III. praticados por organização criminosa. quadrilha ou bando. o inclui entre os crimes contra o patrimônio público a que faz referência o art.-TSE. ƒƒ CF/88. de redução à condição análoga à de escravo.2008. 2° da LC n° 135/2010. que tem apoio no art. para as eleições que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes. incide a inelegibilidade prevista neste dispositivo.-TSE.4. sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição. racismo. ƒƒ Ac. sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição. de 12. contados a partir da data da decisão.4.

no REspe n° 36.2011. 29-A da CF/88). no RO n° 252356: “a interpretação teleológica direciona à conclusão de não se exigir que o pronunciamento do Tribunal de Contas tenha sido implementado em prestação de contas”. de 14.92.-TSE. 815/2004.174/1996: as contas de todos os demais responsáveis por dinheiros e bens públicos são julgadas pelo Tribunal de Contas e suas decisões a respeito geram inelegibilidade (CF/88. V. no Ag n° 6. Ac.563 (não pagamento de precatórios. a glosa parcial. à proclamação dos eleitos e às vésperas da diplomação. também. de 1°.11.516. ainda. no REspe n° 1108395: os embargos de declaração relativos aos recursos do TCU também não afastam o aludido caráter definitivo da decisão que rejeita as contas.11. de 17. II). Ac.11. no RO n° 1. ƒƒ Ac.10.2006.9.9. Lei Complementar n° 64. Ac.LEI DE INELEGIBILIDADE 99 Caracterização de irregularidade insanável.942 e. no RO n° 1. não acolhendo o Art.2006. 212.2006.2006. no REspe n° 35. de 6.204/1998. art. no REspe n° 30. no RO n° 1. dentre outros: a mera propositura da ação anulatória.2008. de 16. 24.11.-TSE.9.2008.-TSE.510 (não recolhimento de contribuições previdenciárias). de 24. de 16. mesmo diante da comprovada existência de recursos) e Ac. de 19. de 17. não suspende a inelegibilidade. de 11.2008.-TSE n os 15. ainda.2008. de 12. de 10. art.4.-TSE. 15.247: a rejeição de contas de prefeito em razão do decurso do prazo conferido à Câmara Municipal para apreciar o parecer do Tribunal de Contas não atrai a inelegibilidade cominada neste dispositivo.. e não opinativa (CF/88. de 13.-TSE. no REspe n° 28.-TSE. 1° pedido.944: na apreciação das contas do chefe do Executivo relativas a convênio.209/1998.-TSE. no AgR-RO n° 452298: irrelevância da natureza do procedimento utilizado pelo órgão competente para aferir irregularidades em convênio com a União.747: compete ao Poder Legislativo o julgamento das contas do chefe do Executivo.2006.2009.2008.314 (despesa de Câmara Municipal com folha de pagamento em percentual superior a 70% de sua receita.-TSE.2008. no REspe n° 31. 99 V.637: “A ausência de intimação da decisão do TCE que rejeitou as contas do candidato configura cerceamento de defesa e justifica a propositura de pedido de reconsideração e obtenção de provimento liminar após o pedido de registro de candidatura”. § 1°. 71. necessidade tão somente da confirmação da irregularidade insanável por decisão irrecorrível do órgão competente que não tenha sido suspensa por decisão judicial.-TSE n° 1/1992: proposta a ação para desconstituir a decisão que rejeitou as contas antes da impugnação.-TSE.10.-TSE.8. de 25. Ac. de 20. fica suspensa a inelegibilidade.-TSE.-TSE. 15. de 17. 71.TSE.12. a competência dos tribunais de contas é de julgamento.11. pois o dispositivo aplica-se às eleições que vierem a se realizar.-TSE nos 237/1998. de 18 de maio de 1990 279 Lei de Inelegibilidade . de 29.208/1999 e Ac. art.11. no RO n° 965 e no REspe n° 26. no REspe n° 31.012 (não observância dos limites de gastos previstos nos incisos do art.2009.-TSE. de 26. no RO n° 912.-TSE. 15.2007.8. 99 Súm. II).10. atuando o Tribunal de Contas como órgão auxiliar. Ac.2011.169 (não aplicação do percentual mínimo destinado à educação. da CF/88).2008.239: “A revogação de tutela antecipada que suspendeu os efeitos de decisão de rejeição de contas. Ac.111: impossibilidade de aprovação do parecer da Corte de Contas pelo mero decurso do prazo conferido à Câmara Municipal para julgamento. ainda que se trate de reeleição. volta a correr o prazo. ƒƒ Ac.2010. caput. na esfera opinativa (CF/88. de 6.148/1997. no REspe n° 29. no REspe n° 30.199/2004 e Ac. 99 Ac.6. de 28. não tem o condão de alterar a situação do candidato que concorreu na eleição já respaldado pela referida tutela”. alcança. Ac. Ac.067.11. persistindo a inelegibilidade pelo tempo que faltar. no REspe n° 33. 71.6.791 e. Ac. no REspe n° 31.12. no RE n° 132. e não às já realizadas.2008. I).10. apta a autorizar a rejeição das contas: Ac. Ac.-STF. conforme art.11.. ocorrida após a realização do pleito. da CF/88). Irregularidade sanável: Ac. sem a obtenção de provimento liminar ou tutela antecipada.2009.-TSE. 29-A.9. de 8. no RO n° 963. ƒƒ Ac.2006. no REspe n° 32.104: transitada em julgado a sentença. ƒƒ Ac. de 19.3. nos termos do art. no REspe n° 29.316: não incidência da cláusula de inelegibilidade na hipótese de rejeição de contas supervenientes ao registro de candidatura. de 28.-TSE.2008.280 e. Ac.-TSE n° 13. ƒƒ Ac. de 31.942: o recurso de revisão ou de rescisão do TCU não afasta o caráter definitivo da decisão que rejeita as contas.-TSE.2006. no RO n° 1.

pelo abuso do poder econômico ou político. ou Eleitoral. ƒƒ Alínea j acrescida pelo art. da CF/88.443/1992.12.2010.Art. ƒƒ Ac. sem fixação de prazo. 2° da LC n° 135/2010.504/1997. de 13.2008.138/1996: o abuso deve vincular-se a finalidades eleitorais. indireta ou fundacional.2008. por corrupção eleitoral.316 e Res. Ac.-TSE n° 22. art.-TSE.10. j) os que forem condenados. o que corresponde à previsão da letra d deste inciso. por captação ilícita de sufrágio. no REspe n° 32. embora não a um concreto processo eleitoral em curso.563/2003: a mera inclusão do nome do administrador público na lista remetida à Justiça Eleitoral por tribunal ou conselho de contas não gera inelegibilidade. § 2°. os membros do Congresso Nacional. ƒƒ Lei n° 9. LEI DE INELEGIBILIDADE i) os que. § 10 da Lei n° 9. financiamento ou seguro. 11. Ac.627. no REspe n° 34.2010. o Governador de Estado e do Distrito Federal. Lei n° 8. reconhecida em publicidade institucional.-TSE n° 13. 91: envio ao Ministério Público Eleitoral. ƒƒ Alínea k acrescida pelo art. 2° da LC n° 135/2010. hajam exercido. ƒƒ Ac. ƒƒ V. art. captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma. pelo TCU. k) o Presidente da República.-TSE n° 21. pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da eleição. que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado. primeira nota ao art. em estabelecimento de crédito. cargo ou função de direção.984. que tenham sido ou estejam sendo objeto de processo de liquidação judicial ou extrajudicial. ƒƒ Alínea h com redação dada pelo art. que beneficiarem a si ou a terceiros.-TSE. que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal. de 2. dos nomes dos responsáveis cujas contas houverem sido julgadas irregulares nos cinco anos imediatamente anteriores à realização de cada eleição.11. h) os detentores de cargo na administração pública direta. no AgR-RO n° 303704: imposição de multa por propaganda eleitoral antecipada. art. ƒƒ Ac. considera-se o lapso de tempo correspondente a um ano e não o ano civil. o Prefeito.2008. pelos tribunais e conselhos de contas. da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado. das Assembléias Legislativas. para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados.-TSE nos 19. administração ou representação.739/2004: este dispositivo não é inconstitucional ao condicionar a duração da inelegibilidade à exoneração de responsabilidade. § 5°: disponibilização à Justiça Eleitoral. 2° da LC n° 135/2010. ƒƒ Ac. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral. l) os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos.9. no REspe n° 29. 11. da relação dos que tiveram suas contas rejeitadas. de 14. por doação. no ED-RO n° 60283: a incidência da inelegibilidade desta alínea independe do órgão prolator da condenação – se Justiça Comum apenas. por se tratar de procedimento meramente informativo.533/2002 e 23. 31. de 1°. 1° ƒƒ V.347/2004: exigência de finalidade eleitoral para incidência da inelegibilidade prevista neste dispositivo. de 12. começando a fluir tão logo findo o mandato. da Constituição Estadual.504/1997. nos 12 (doze) meses anteriores à respectiva decretação. para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término da legislatura. para o cômputo do prazo de três anos. da Câmara Legislativa. enquanto não forem exonerados de qualquer responsabilidade. não implica inelegibilidade desta alínea.12. desde a condenação ou o trânsito em julgado 280 . das Câmaras Municipais. bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes. por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito.-TSE.

civil e militar. 2 – os Chefes dos órgãos de assessoramento direto. Diretores e Superintendentes de autarquias. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado. 4 – o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.2010. deverá afastar-se definitivamente do cargo de reitor quatro meses antes do pleito. e fundações públicas e as mantidas pelo Poder Público. de 25. Art. de 18 de maio de 1990 . de 7. n) os que forem condenados. 99 Não incidência da inelegibilidade deste item: Ac. que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar.793/2008: “O professor de carreira em instituição federal de ensino que exerça o cargo de reitor e venha a se candidatar ao cargo de prefeito ou de vice-prefeito. p) a pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais tidas por ilegais por decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral.-TSE. pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão. ƒƒ Res.2010. 7 – os Comandantes do Exército. de 8. contado da decisão. empresas públicas. 22. salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário. 2° da LC n° 135/2010. sociedades de economia mista. da Presidência da República. 2° da LC n° 135/2010. em decorrência de infração ético-profissional. 1° a) até 6 (seis) meses depois de afastados definitivamente de seus cargos e funções: 1 – os Ministros de Estado.-TSE n° 22. 99 Ac. do Distrito Federal e de Territórios. q) os magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por decisão sancionatória. pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão que reconhecer a fraude. observando-se o procedimento previsto no art. salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário. o) os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial. no REspe n° 420382: inaplicabilidade da LC n° 135/2010 em caso de condenação de candidato à suspensão de direitos políticos apenas por juiz singular. pelo prazo de 8 (oito) anos.2008.539 e Ac. ƒƒ Alíneas m a q acrescidas pelo art. 281 Lei de Inelegibilidade m) os que forem excluídos do exercício da profissão. do Exército e da Aeronáutica. 99 Ac. no REspe n° 30. 9 – os Presidentes. pelo prazo de 8 (oito) anos. no REspe n° 30.2008. 8 – os Magistrados. de 25.9.10. bem como licenciar-se das funções de magistério até três meses antes do pleito”. no RO n° 442592: as entidades mantidas pelo poder público são aquelas cuja soma das verbas públicas totaliza mais da metade de suas receitas. pelo prazo de 8 (oito) anos. Lei Complementar n° 64.-TSE. 3 – o Chefe do órgão de assessoramento de informações da Presidência da República. por decisão sancionatória do órgão profissional competente. em razão de terem desfeito ou simulado desfazer vínculo conjugal ou de união estável para evitar caracterização de inelegibilidade.-TSE.2010. 5 – o Advogado-Geral da União e o Consultor-Geral da República.11.539 (dirigente de entidade privada sem fins lucrativos que receba recursos públicos) e Ac.11. ƒƒ Alínea l acrescida pelo art. de 7.-TSE. no RO n° 442592 (presidente de fundo social municipal).LEI DE INELEGIBILIDADE até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena.-TSE. II – para Presidente e Vice-Presidente da República: 10 – os Governadores de Estado. 6 – os Chefes do Estado-Maior da Marinha. Marinha e Aeronáutica.10.

livre concorrência. até 6 (seis) meses depois de afastados das funções. administração ou representação em pessoa jurídica ou em empresa que mantenha contrato de execução de obras. g) os que tenham. taxas e contribuições de caráter obrigatório.-TSE n os 19.) d) os que.. nas condições monopolísticas previstas no parágrafo único do art. nos Estados. membros do Ministério Público. h) os que. salvo no caso de contrato que obedeça a cláusulas uniformes. LEI DE INELEGIBILIDADE constitucionais de liberdade de iniciativa.-TSE n° 18. do poder econômico. c) (Vetado. a prova de que fizeram cessar o abuso apurado.Art. salvo se decorrentes de contratos que obedeçam a cláusulas uniformes. b) os que tenham exercido. possam tais empresas influir na economia nacional. mantidas.137. total ou parcialmente. não se tenham afastado das suas funções até 6 (seis) meses anteriores ao pleito. os Secretários Nacionais. quando. Res. 15 – o Diretor-Geral do Departamento de Polícia Federal. Diretor ou Superintendente de sociedades com objetivos exclusivos de operações financeiras e façam publicamente apelo à poupança e ao crédito. 16 – os Secretários-Gerais. i) os que.-TSE n° 23. 12 – os Secretários de Estado. tenham exercido cargo de Presidente. por força regular. orientada pelos ditames 282 . ou para aplicar multas relacionadas com essas atividades. ocupado cargo ou função de direção. inclusive parafiscais. o controle de referidas empresas ou grupo de empresas. ƒƒ Res. defesa dos consumidores e repressão ao abuso do poder econômico”. à míngua de previsão legal de remuneração nos primeiros 3 meses de afastamento. no lançamento. os Secretários Executivos.] prevenção e a repressão às infrações contra a ordem econômica. sujeito à aprovação prévia do Senado Federal. sob qualquer forma. de 10 de setembro de 1962. 5° da Lei citada na alínea anterior. cargo ou função. dos Estados e do Distrito Federal. administração ou representação nas empresas de que tratam os arts. 3° e 5° da Lei n° 4. de prestação de serviços ou de fornecimento de bens com órgão de Poder Público ou sob seu controle. f) os que. direta. ƒƒ Res. Territórios e em qualquer dos Poderes da União. pelo âmbito e natureza de suas atividades. até 6 (seis) meses antes da eleição tiverem competência ou interesse.136/1992: remuneração assegurada apenas durante o trimestre imediatamente anterior ao pleito. até 6 (seis) meses antes da eleição tenham exercido cargo ou função de direção. de vantagens asseguradas pelo Poder Público. nos 6 (seis) meses anteriores à eleição. ou de que transferiram. não apresentarem à Justiça Eleitoral. e) os que. por contribuições impostas pelo poder público ou com recursos arrecadados e repassados pela Previdência Social. dentro de 6 (seis) meses anteriores ao pleito.. no Distrito Federal. 13 – os Prefeitos Municipais. 14 – os membros do Tribunal de Contas da União. detendo o controle de empresas ou grupo de empresas que atuem no Brasil.232/2010: desincompatibilização de dirigentes de serviços sociais e de formação profissional autônomos.506/1996 e 22.884/1994. V. os Secretários Federais dos Ministérios e as pessoas que ocupem cargos equivalentes.. 1° 11 – os Interventores Federais. indireta ou eventual. administração ou representação em entidades representativas de classe. hajam exercido cargo ou função de direção. arrecadação ou fiscalização de impostos. j) os que. de nomeação pelo Presidente da República. 92 da Lei n° 8. em sentido diverso.627/2007: afastamento não remunerado dos servidores que se enquadrarem neste dispositivo. que dispõe sobre a “[. 99 A lei citada foi revogada pelo art. até 6 (seis) meses antes do pleito. função social da propriedade. inclusive através de cooperativas e da empresa ou estabelecimentos que gozem. dentro dos 4 (quatro) meses anteriores ao pleito.

d. inclusive parafiscais. b) os membros do Ministério Público e Defensoria Pública em exercício na Comarca. dos Estados. no tocante às demais alíneas. 1°. no AgR-RO n° 161574: tempestividade de pedido de afastamento de cargo público realizado no primeiro dia útil subsequente ao fim do prazo. nota ao art. e Ac.286/2004: incidência do art. Região Militar e Zona Aérea. ou para aplicar multas relacionadas com essas atividades. ƒƒ Ac.11. somente pelo período de três meses”. os inelegíveis para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República. desta lei complementar. como candidato a cargo eletivo. com exercício no Município. arrecadação ou fiscalização de impostos. chefia. assegurados os vencimentos do cargo efetivo. observados os mesmos prazos. não se afastarem até 3 (três) meses anteriores ao pleito. taxas e contribuições de caráter obrigatório. ƒƒ Lei n° 8. a partir do dia imediato ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. 86. dos Municípios e dos Territórios.141/2006: o direito à percepção dos vencimentos ou remuneração do defensor público estadual. ƒƒ V. § 1° O servidor candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de direção. d. V – para o Senado Federal: 283 Lei de Inelegibilidade .377: “Ao estudante estagiário não se aplica a regra do art. II. 1°. sem prejuízo dos vencimentos integrais. ƒƒ Ac-TSE. 1° III – para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal: a) os inelegíveis para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República especificados na alínea a do inciso II deste artigo e.835/1996. garantido o direito à percepção dos seus vencimentos integrais. Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal.2008. do Distrito Federal. dos órgãos ou entidades da administração direta ou indireta da União.-TSE nos 19. inclusive das fundações mantidas pelo Poder Público. 16.2010. dele será afastado. c) as autoridades policiais. O servidor terá direito a licença.2010. ƒƒ Res.11.734/2000 e 22. § 2° A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição. 3 – os Diretores de órgãos estaduais ou sociedades de assistência aos Municípios. nos 4 (quatro) meses anteriores ao pleito. Art. 1°.135/1998.-TSE. 4 – os Secretários da administração municipal ou membros de órgãos congêneres. e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral.LEI DE INELEGIBILIDADE l) os que. sem remuneração. Lei Complementar n° 64. de 18 de maio de 1990 IV – para Prefeito e Vice-Prefeito: a) no que lhes for aplicável.112/1990 (regime jurídico dos servidores públicos federais): “Art. observado o prazo de 4 (quatro) meses para a desincompatibilização. alínea l. assessoramento. II. aos servidores públicos que tenham competência ou interesse no lançamento. até o décimo dia seguinte ao do pleito. por identidade de situações. da Lei Complementar n° 64/1990”. de 12. arrecadação ou fiscalização. associação ou empresas que operem no território do Estado ou do Distrito Federal. de 25.-TSE. se este recair em dia não útil. de 25.506/1996 e 20. inciso II. quando se tratar de repartição pública. civis ou militares. 2 – os Comandantes do Distrito Naval. estatutários ou não. no Ag-RO n° 132527: comunicação feita à direção da unidade em que o servidor exerce suas funções pode ser suficiente como prova de desincompatibilização.11. no REspe n° 32. ƒƒ Ac. servidores públicos. 99 Res. nos 4 (quatro) meses anteriores ao pleito. candidato a vereador. b) até 6 (seis) meses depois de afastados definitivamente de seus cargos ou funções: 1 – os Chefes dos Gabinetes Civil e Militar do Governador do Estado ou do Distrito Federal.-TSE n° 22. o servidor fará jus à licença. deverá ser analisado à luz da LC n° 80/1994 e das leis orgânicas das defensorias públicas estaduais.-TSE nos 12. durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária.

442/2001 e Ac. os inelegíveis para os cargos de Governador e Vice-Governador. de Governador de Estado ou Território. por identidade de situações. § 1° Para concorrência a outros cargos. no curso do mandato.508/2003.591 a 1.723 a 1. no RE n° 344. os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até 6 (seis) meses antes do pleito. Res. de concubinato e de casamento.952/1997: reelegibilidade. nas mesmas condições estabelecidas. para um único período subsequente. desde que.4. não tenham sucedido ou substituído o titular. os inelegíveis para o Senado Federal. b) em cada Município. 1. art. inexigibilidade de desincompatibilização dos titulares para disputarem a reeleição.564/2004: “Os sujeitos de uma relação estável homossexual. LEI DE INELEGIBILIDADE outros cargos. o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins. da Constituição Federal”. solução que se estende ao vice-presidente da República. no tocante às demais alíneas. Assembléia Legislativa e Câmara Legislativa. nos últimos 6 (seis) meses anteriores ao pleito. art. § 7°. observados os mesmos prazos. nas mesmas condições estabelecidas. VII – para a Câmara Municipal: a) no que lhes for aplicável. observado o prazo de 6 (seis) meses para a desincompatibilização. 1° a) os inelegíveis para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República especificados na alínea a do inciso II deste artigo e. 14.595 (relações de parentesco).-TSE n° 23.727 (união estável e concubinato).-STF. arts. de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos 6 (seis) meses anteriores ao pleito. 19. os inelegíveis para os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito. dentre outros: elegibilidade de cônjuge e parentes do chefe do Executivo para o mesmo cargo do titular. Res. e Ac.-TSE n° 19.087/2009: possibilidade de cônjuges. § 7°. observado o prazo de 6 (seis) meses para a desincompatibilização. ƒƒ CF/88. sem que tal situação configure a inelegibilidade do art. à semelhança do que ocorre com os de relação estável. quando se tratar de repartição pública. § 3° São inelegíveis. no que lhes for aplicável. não afasta a inelegibilidade prevista no § 7° do art. 14. ƒƒ CF/88. b) em cada Estado e no Distrito Federal. que diz respeito à hipótese em que um dos cônjuges ocupa cargo eletivo. o Presidente da República. § 5°: possibilidade de reeleição para um único período subsequente. 14 da Constituição Federal”. de 7. ƒƒ Res.-TSE n° 24. aos vice-governadores e aos vice-prefeitos. ƒƒ V. 1. até o segundo grau ou por adoção. o Vice-Governador e o Vice-Prefeito poderão candidatar-se a 284 .882. § 2° O Vice-Presidente. quando este for reelegível e tiver se afastado definitivamente do cargo até seis meses antes da eleição.Art. no território de VI – para a Câmara dos Deputados. ƒƒ Súv. da CF/88.120/1989 e 21. dos vice-governadores e dos vice-prefeitos.043/2001. CC/2002.-STF n° 18/2009: “A dissolução da sociedade ou do vínculo conjugal. por identidade de situações. não detentores de mandato eletivo. associação ou empresa que opere no território do Estado. observados os mesmos prazos. 14. também do vice-presidente da República. jurisdição do titular. salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.-TSE n os 3. submetem-se à regra de inelegibilidade prevista no art.2003. dentre outros: elegibilidade de cônjuge e parentes do chefe do Executivo para cargo diverso. segunda nota ao parágrafo anterior. desde que este se afaste definitivamente até seis meses antes da eleição. do Presidente da República. os inelegíveis para o Senado Federal e para a Câmara dos Deputados. do Distrito Federal. observados os mesmos prazos. preservando os seus mandatos respectivos. § 7°. 14.-TSE n° 193/1998.-TSE n os 15. ƒƒ Ac. candidatarem-se aos cargos de prefeito e vice-prefeito. ƒƒ Ac.

2008. se não se tratar apenas de matéria de direito e a prova protestada for relevante.-TSE. indicar rol de testemunhas e requerer a produção de outras provas. Ac. Art.375/1992 (eleitor. § 2° Nos 5 (cinco) dias subseqüentes. 19. 4° A partir da data em que terminar o prazo para impugnação.2008. Art. Deputado Federal. § 2° Não poderá impugnar o registro de candidato o representante do Ministério Público que. de 20. tenha disputado cargo eletivo.162 (partido político ou coligação partidária em virtude de irregularidade em convenção de agremiação adversária).-TSE.LEI DE INELEGIBILIDADE § 4° A inelegibilidade prevista na alínea e do inciso I deste artigo não se aplica aos crimes culposos e àqueles definidos em lei como de menor potencial ofensivo. Deputado Estadual e Deputado Distrital. 5° municipal em eleição federal e estadual). nem aos crimes de ação penal privada. Lei Complementar n° 64. 2° Compete à Justiça Eleitoral conhecer e decidir as argüições de inelegibilidade. de 18 de maio de 1990 . de 29. juntar documentos.10. procederá a todas as diligências 285 Lei de Inelegibilidade § 5° A renúncia para atender à desincompatibilização com vistas a candidatura a cargo eletivo ou para assunção de mandato não gerará a inelegibilidade prevista na alínea k. coligação ou ao Ministério Público. contados da publicação do pedido de registro de candidato. não impede a ação do Ministério Público no mesmo sentido. Vice-Prefeito e Vereador. no prazo de 5 (cinco) dias. as quais comparecerão por iniciativa das partes que as tiverem arrolado. a partido político. de 17.-TSE. Art. por parte do candidato. Art. que se encontrarem em poder de terceiros. ou o Relator. impugnálo em petição fundamentada.556/2004.2008. salvo os processos em tramitação em segredo de Justiça.807/1996 e 12.9. desde logo. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. Ac. § 3° O impugnante especificará. de repartições públicas ou em procedimentos judiciais. após devida notificação. 5° Decorrido o prazo para contestação. no REspe n° 30. 2° da LC n° 135/2010. 20. Ac. não se impondo que seja aferida em processo próprio. se for o caso. Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal. 2° da LC n° 135/2010. III – os Juízes Eleitorais. no REspe n° 34.861 (diretório Art. A argüição de inelegibilidade será feita perante: I – o Tribunal Superior Eleitoral. passará a correr.-TSE. os meios de prova com que pretende demonstrar a veracidade do alegado. 14. inclusive documentais. § 1° As testemunhas do impugnante e do impugnado serão ouvidas em uma só assentada. integrado Diretório de partido ou exercido atividade político-partidária. quando se tratar de candidato a Senador. quando se tratar de candidato a Prefeito. nos 4 (quatro) anos anteriores. serão designados os 4 (quatro) dias seguintes para inquirição das testemunhas do impugnante e do impugnado. ƒƒ Ilegitimidade para impugnar registro de candidatura: Ac. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. o Juiz.12. contudo. com notificação judicial. II – os Tribunais Regionais Eleitorais.9. a menos que a Justiça Eleitoral reconheça fraude ao disposto nesta Lei Complementar. 16. § 1° A impugnação.2006. quando se tratar de candidato a Presidente ou VicePresidente da República. Ac. de 13. de apresentação de notícia de inelegibilidade). arrolando testemunhas. possibilidade. 3° Caberá a qualquer candidato.578/2004. partido político ou coligação possa contestá-la. o prazo de 7 (sete) dias para que o candidato.867/2000 e 345/1998 (partido político coligado isoladamente). ƒƒ Ac. 549/2002. Parágrafo único. no máximo de 6 (seis). no REspe n° 26.267/2002. ou administrativos. no REspe n° 31.532: a duplicidade de filiação partidária pode ser conhecida de ofício no curso do processo de registro de candidatura.-TSE n os 23.960/2002.-TSE n os 23.842. partido político ou coligação.

os que motivaram seu convencimento. o Juiz.100: na ação de impugnação de mandato eletivo. passando a correr deste momento o prazo de 3 (três) dias para a interposição de recurso para o Tribunal Regional Eleitoral. ou não comparecer a Juízo. no dia imediato. § 4° Quando qualquer documento necessário à formação da prova se achar em poder de terceiro. ƒƒ Ac. como conhecedores dos fatos e circunstâncias que possam influir na decisão da causa.-TSE n° 11/1992: ilegitimidade do partido que não impugnou o registro de candidato para recorrer da sentença que o deferiu. poderá o Juiz contra ele expedir mandado de prisão e instaurar processo por crime de desobediência.-TSE n° 10/1992: a contagem do prazo de recurso não se altera quando a sentença é entregue antes dos 3 (três) dias previstos. os autos serão enviados ao Relator. fluindo o prazo independentemente de intimação ou vista. se houver necessidade. passará a correr o prazo de 3 (três) dias para a apresentação de contrarazões. salvo se cuidar de matéria constitucional. poderá ainda. atendendo aos fatos e às circunstâncias constantes dos autos. a aplicação da penalidade cabível. a iniciativa para a apresentação de alegações finais é das partes e do Ministério Público. Art. § 3° No prazo do parágrafo anterior. a critério do juiz.2007. o Juiz Eleitoral 286 . ƒƒ Súm. de ofício. que. 10. ainda que não alegados pelas partes. referidos pelas partes. 7° Encerrado o prazo para alegações. poderá ouvir terceiros.-TSE n° 3/1992: não tendo o juiz aberto prazo para o suprimento de defeito da instrução do pedido. de 21.8.. sem justa causa. os distribuirá a um Relator e mandará abrir vistas ao Procurador Regional pelo prazo de 2 (dois) dias.Art. ou o Relator. na decisão. as partes. § 5° Se o terceiro. 8° Nos pedidos de registro de candidatos a eleições municipais. Súm.-TSE n° 22. de ofício ou a requerimento das partes. correndo as despesas do transporte por conta do recorrente. ser juntado com o recurso ordinário. cujo termo inicial está vinculado “[. ƒƒ Súm.. no mesmo prazo. ou o Relator. Parágrafo único. a abertura de prazo para alegações finais é opcional. formará sua convicção pela livre apreciação da prova.785/2004: no processo de registro de candidatura. ou o Tribunal. decorrente da exigüidade de prazo. o Juiz. serão os Art.] ou ao término da dilação probatória ou a uma decisão do juiz indeferindo-a por não ser relevante ‘a prova protestada’ ou requerida (art. apurará o motivo do retardamento e proporá ao Tribunal Regional Eleitoral. se for o caso. autos imediatamente remetidos ao Tribunal Regional Eleitoral. nos termos do artigo anterior. para sentença ou julgamento pelo Tribunal. Parágrafo único. em Cartório. ou ao Relator. § 2° Apresentadas as contra-razões. o prazo para recurso só começará a correr após a publicação da mesma por edital. cuja falta houver motivado o indeferimento. estes serão autuados e apresentados no mesmo dia ao Presidente. 6° Encerrado o prazo da dilação probatória. 6° que determinar. LEI DE INELEGIBILIDADE apresentará a sentença em Cartório 3 (três) dias após a conclusão dos autos. mencionando. Parágrafo único. com ou sem parecer. inclusive o Ministério Público. ordenar o respectivo depósito. 9° Se o Juiz Eleitoral não apresentar a sentença no prazo do artigo anterior. não exibir o documento. os autos serão conclusos ao Juiz. no REspe n° 26. pode o documento. inclusive por portador. o Corregedor Regional. ou testemunhas. Recebidos os autos na Secretaria do Tribunal Regional Eleitoral. § 1° A partir da data em que for protocolizada a petição de recurso. também na mesma data. Art. 5°)”.-TSE. se tiver condições de pagá-las. Art. O Juiz. ƒƒ Ac. poderão apresentar alegações no prazo comum de 5 (cinco) dias. Ocorrendo a hipótese prevista neste artigo. Art. Findo o prazo.

§§ 6° e 7°. Parágrafo único. possibilidade. Art. 6° desta Lei Complementar.693/1992. proferirá o Relator o seu voto e serão tomados os dos demais Juízes. 10 e 11 desta Lei Complementar. o Tribunal se reunirá para lavratura do acórdão. caput. 11 desta Lei Complementar e.249/2006 e 22. com redação dada pelo art. Na sessão do julgamento. 14. independentemente de publicação em pauta. independentemente da apresentação de recurso.074/1991.890/2001. primeira nota ao art. improcedente. observado o disposto no art. A decisão a que se refere o caput. manifestamente inadmissível. de 18 de maio de 1990 § 2° Terminada a sessão.007/1992.. ƒƒ V. com ou sem impugnação.-TSE n° 20.265/1994. 36. de prover. 15 21. Lei Complementar n° 64. ƒƒ Ac. Proceder-se-á ao julgamento na forma estabelecida no art.518/2003. ƒƒ V.LEI DE INELEGIBILIDADE que os apresentará em mesa para julgamento em 3 (três) dias. V.089/2009 (calendário eleitoral para as eleições de 2010): data limite a partir da qual as decisões não mais são publicadas em sessão coincidente com a data da diplomação dos eleitos. 12. do STF ou de Tribunal Superior. ƒƒ RITSE. com redação dada pela Res. havendo recurso para o Tribunal Superior Eleitoral.595/2000: possibilidade de o relator negar seguimento a pedido ou recurso intempestivo. da decisão cabe agravo regimental. 15. se já tiver sido feito. Parágrafo único. notificado por telegrama o recorrido. ƒƒ Art.-TSE n os 12. Res. far-se-á a leitura e a publicação do acórdão. art. no qual serão indicados o direito. No Tribunal Superior Eleitoral. terceira nota ao inciso I do art.-TSE n os 20. caput . ao Ministério Público Eleitoral e ao órgão da Justiça Eleitoral competente para o registro de candidatura e expedição de diploma do réu. 2. contudo. 11. Transitada em julgado ou publica- Art.923/2004: recurso especial em processo de registro de candidato não está sujeito a juízo de admissibilidade pelo presidente do TRE. 21. Parágrafo único. os recursos sobre registro de candidatos serão processados e julgados na forma prevista nos arts. conforme previsto no § 8° do mesmo artigo. os fatos e as circunstâncias com base nos fundamentos do Relator ou do voto vencedor. Art. a partir da data em que for protocolizada a petição passará a correr o prazo de 3 (três) dias para a apresentação de contra-razões. salvo prestação de contas de campanha. Em qualquer hipótese. Tratando-se de registro a ser julgado originariamente por Tribunal Regional Eleitoral. 13.579/2007 (calendários eleitorais): a data limite para proclamação dos candidatos eleitos tem sido considerada também a data a partir da qual as decisões não mais serão publicadas em sessão. Apresentadas as contra-razões. também. 287 Lei de Inelegibilidade . prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do TSE. 12.-TSE n° 23. Art. em petição fundamentada. o recurso se a decisão recorrida estiver na situação descrita por último. Art. ou cancelado. desde logo. o pedido de registro. Art.447/2000 e da a decisão proferida por órgão colegiado que declarar a inelegibilidade do candidato. ƒƒ Res. será julgado em 3 (três) dias. independentemente de publicação em pauta. ser-lhe-á negado registro. 22. facultada a palavra às partes e ouvido o Procurador Regional. 13. observar-se-á o disposto no artigo anterior. 2° da LC n° 135/2010. feito o relatório. Havendo recurso para o Tribunal Superior Eleitoral. se já expedido. 276 do CE/65. passando a correr dessa data o prazo de 3 (três) dias. 12. serão os autos imediatamente remetidos ao Tribunal Superior Eleitoral. ou declarado nulo o diploma. deverá ser comunicada. 8°. para a interposição de recurso para o Tribunal Superior Eleitoral. de imediato. 15. desta lei complementar. § 1° Proclamado o resultado. que poderá se realizar em até 2 (duas) reuniões seguidas.

de 26. Parágrafo único. atinge o seu vice. acrescidos pelo art.. art.] incabível a aplicação do art. LEI DE INELEGIBILIDADE econômico ou político.]. Vice-Governador ou VicePrefeito. abuso do poder 288 . Art. 21. sem qualquer prejuízo ao vice.181 e. a nenhum servidor público. após o pleito. e Lei n° 9. cargo ou emprego na administração direta. indireta e fundacional da União. A declaração de inelegibilidade do candidato à Presidência da República. relatando fatos e indicando provas.2007. 13. no REspe n° 25. candidato ou Ministério Público Eleitoral poderá representar à Justiça Eleitoral.116: “O art. 17. art. As transgressões pertinentes a ori- gem de valores pecuniários. em detrimento da liberdade de voto. 16. sob pena de crime funcional. Art. na MC n° 2. Art. nos termos das Leis nos 1.579.. art. mesmo que a decisão passada em julgado tenha sido proferida após o termo final do prazo de registro. art. indícios e circunstâncias e pedir abertura de investigação judicial para Art.8. 30-A: investigação judicial para apurar condutas relativas à arrecadação e gastos de recursos de campanha. perdendo este. ƒƒ Lei n° 9. As transgressões a que se refere o art..5. ƒƒ Ac.Art..2006. do Distrito Federal e dos Municípios. Isso com fundamento no princípio da indivisibilidade da chapa única majoritária [.. Desse modo. não se suspendem aos sábados. 18. a partir da data do encerramento do prazo para registro de candidatos.504/1997. É facultado ao partido político ou coligação que requerer o registro de candidato considerado inelegível dar-lhe substituto. Assim. 2° da LC n° 135/2010.586: “[. de 18 de março de 1952. a cassação do registro ou diploma do titular. de 2. caso em que a respectiva Comissão Executiva do partido fará a escolha do candidato. com as modificações desta Lei Complementar. realizada pelo CorregedorGeral e Corregedores Regionais Eleitorais. 16 ƒƒ Parágrafo único acrescido pelo art. nos processos de registro de candidatura. 4. Qualquer partido político. 3° e seguintes desta Lei Complementar são peremptórios e contínuos e correm em Secretaria ou Cartório e. 15 da Lei Complementar n° 64/1990. O candidato. de 10. 19 desta Lei Complementar serão apuradas mediante procedimento sumaríssimo de investigação judicial.410. 22 desta lei complementar. de entidade paraestatal e de sociedade de economia mista será lícito negar ou retardar ato de ofício tendente a esse fim. art. 18 da LC n° 64/1990. coligação. 19. Entretanto. §§ 3° e 4°. A apuração e a punição das Art. também. 25: caracterização de abuso do poder econômico pelo descumprimento das normas referentes à arrecadação e aplicação de recursos nas campanhas eleitorais. diretamente ao Corregedor-Geral ou Regional. domingos e feriados. a candidata a prefeita teve seu registro indeferido posteriormente às eleições”. § 5°. o partido tem a faculdade de substituir o titular. dos Estados.] o art. aplica-se apenas às hipóteses em que se discute inelegibilidade”. 22. ƒƒ Ac. 18 da LC n° 64/1990 é aplicável aos casos em que o titular da chapa majoritária teve seu registro indeferido antes das eleições.. o seu diploma. 20. Art. 101.10. de 24 de setembro de 1964.2007. porquanto maculada restou a chapa. ƒƒ CE/65. inclusive de autarquias.300/2006: remessa de cópia do processo em que rejeitadas as contas de campanha ao Ministério Público Eleitoral para os fins do art. [. serão apuradas mediante investigações jurisdicionais realizadas pelo Corregedor-Geral e Corregedores Regionais Eleitorais. transgressões mencionadas no caput deste artigo terão o objetivo de proteger a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou do abuso do exercício de função. partido político ou co- ligação são parte legítima para denunciar os culpados e promover-lhes a responsabilidade. no REspe n° 28. Art. 1° da Lei n° 11. Os prazos a que se referem os arts.-TSE. 22. assim como a destes não atingirá aqueles. pois. no caso dos autos.504/1997. Governador de Estado e do Distrito Federal e Prefeito Municipal não atingirá o candidato a Vice-Presidente.-TSE.

de 6. no REspe n° 433079: “a concessão de uma única entrevista não caracteriza uso indevido dos meios de comunicação social”.015/2005 e 24.504/1997.721 e Ac. Ac.-TSE.2010. Lei n° 9.4.315: a adoção do rito deste artigo para a representação prevista no art. no RO n° 1. de 30. ƒƒ Ac. Ac. de 8. em benefício de candidato ou de partido político.504/1997 pode ser ajuizada até a data da diplomação.5. obedecido o seguinte rito: 99 Ac. da Lei n° 9. V. de 19. ƒƒ Ac.6. sendo desnecessária a repercussão direta na esfera política do autor”). de 25.8.-TSE. de 17.012 (partido político que não tenha participado das eleições.2008. Ac. arts. § 3°.9. que deve ocorrer no prazo assinado para formalização da investigação eleitoral.2011.694/2008: inexistência de previsão legal específica quanto à forma de remuneração. ainda. de 25.-TSE. terceira nota ao inciso XIV deste artigo. de 19.2006. tenha sido registrado para o pleito e os fatos motivadores da Art.504/1997. no AgR-REspe n° 28.537: (candidato que “[. diploma ou mandato (AIJE.8. 782/2004 e 373/2005: ilegitimidade de pessoa jurídica para figurar no polo passivo da investigação judicial eleitoral. ƒƒ Legitimidade ativa: Ac..-TSE nos 717/2003.-TSE. Res.-TSE. 22 pretensão se relacionem à mesma eleição.-TSE.530: possibilidade de propositura de ação de investigação judicial eleitoral antes de iniciado o período eleitoral. Ac.-TSE. nas ações eleitorais em que é prevista a pena de cassação de registro. que terá as mesmas atribuições do Relator em processos judiciais.002/2005 e 5. ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social. ƒƒ V.2010. no AgR-REspe n° 35. acrescidos pela Lei n° 12. desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade. no RO n° 1. ƒƒ Ac.706: “A condenação pela prática de abuso não está condicionada à limitação temporal das condutas vedadas descritas no art. de 21. de 18.-TSE.-TSE. representação.-TSE nos 25. 41-A da Lei n° 9.11. Ilegitimidade ativa: Ac. de 17.-TSE.982/2005 (partido coligado atuando isoladamente).2006.-TSE.2011.11. não indicando candidatos).-TSE nos 25.2.2006. RCED e AIME).-TSE.3. na espécie.960/2001: possibilidade de convocação ou designação de juízes de direito pelo corregedor para realização de atos relativos à instrução processual. 30-A da Lei n° 9.821: possibilidade de propositura de ação de investigação judicial eleitoral fundada em abuso do poder político após a data do pleito.-TSE n° 20. o entendimento consubstanciado em questão de ordem no REspe n° 25. de 29. não incidindo.834: inexigência de formação de litisconsórcio passivo necessário entre o beneficiado e os que contribuíram para a realização da conduta abusiva. 74: abuso de autoridade.485/2005 (nulidade da investigação judicial suscitada sem aprovação de todos os partidos coligados). Lei Complementar n° 64. de 19. Ac. no REspe n° 28.] pertença à circunscrição do réu. impossibilidade de emenda à inicial e consequente extinção do feito sem resolução de mérito se o prazo para a propositura de AIME tiver decorrido sem inclusão do vice no polo passivo da demanda. no AI n° 11. no MS n° 3. na Rp n° 1.935/2006.-TSE n° 22. e 73.3.-TSE. ƒƒ Ac.469: a AIJE proposta com base no art. adotará as seguintes providências: ƒƒ Res. ƒƒ V. ƒƒ Ac.8. art.2008.2008.2006.2008.2010.034/2009: as representações fundadas em captação de sufrágio e condutas vedadas a agentes públicos em campanha eleitoral podem ser ajuizadas até a data da diplomação. no AgR-REspe n° 34693: a intimação para o vice-prefeito integrar a lide na fase recursal não afasta o defeito de citação. 99 Ac. § 12. na Rp n° 963 e. ƒƒ Ac. no AgR-AI n° 254928: existência de litisconsórcio passivo necessário entre o titular e o vice.. ao despachar a inicial.251 (eleitor). 41-A.504/1997 não implica o deslocamento da competência para o corregedor. no REspe n° 26.504/1997”.8. de 18 de maio de 1990 I – o Corregedor.8.LEI DE INELEGIBILIDADE apurar uso indevido. no Ag n° 6.-TSE..2011. no AgR-REspe n° 36020: declaração de inelegibilidade e cassação do registro de candidatura refogem à competência da Justiça Comum. 73 da Lei n° 9. 289 Lei de Inelegibilidade . nota ao caput do art.2011. 19 desta lei complementar. ƒƒ Ac.8. de 2. de 1°.

a fim de que sejam tomadas as providências necessárias.2006.148: “[. que resolverá dentro de 24 (vinte e quatro) horas. circunstâncias e fundamentos novos em relação aos que já foram apresentados e analisados pela corregedoria regional. gedor poderá ouvir terceiros.-TSE. ƒƒ V. III – o interessado. quando não for caso de representação ou lhe faltar algum requisito desta Lei Complementar. a invocação do inciso III deste artigo.-TSE.-TSE n os 19. poderá levar o fato ao conhecimento do Tribunal Superior Eleitoral. o Corre- IV – feita a notificação. ƒƒ Ac. a fim de que. ex officio ou a requerimento das partes. juntada de documentos e rol de testemunhas. como conhecedores dos fatos e circunstâncias que possam influir na decisão do feito. no caso de demora.2009.2010. de 18. b) determinará que se suspenda o ato que deu motivo à representação. em uma só assentada. as quais comparecerão independentemente de intimação. de 4. VI – nos 3 (três) dias subseqüentes. quando for relevante o fundamento e do ato impugnado puder resultar a ineficiência da medida. o Corregedor procederá a todas as diligências que determinar. presente a possibilidade de o próprio Estado julgador implementar a providência.5. a Secretaria do Tribunal juntará aos autos cópia autêntica do ofício endereçado ao representado.. se cabível. no REspe n° 272506: irrelevância de o requerimento objetivando a diligência ter sido veiculado fora dos três dias previstos neste inciso. ƒƒ Ac.2006. caso seja julgada procedente. poderá o interessado renová-la perante o Tribunal.022/2005: inaplicabilidade deste inciso quando se tratar de eleições municipais. notas ao inciso anterior. excetuando-se essa regra quando o corregedor retardar a solução da investigação judicial. V – findo o prazo da notificação. II – no caso do Corregedor indeferir a reclamação ou representaç