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FIESC

SENAI

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL – SENAI CENTRO DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA

Disciplina: MEDIDAS ELÉTRICAS

INDUSTRIAL – SENAI CENTRO DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA Disciplina: MEDIDAS ELÉTRICAS INTRODUÇÃO VIDEIRA/SC julho, 2001
INDUSTRIAL – SENAI CENTRO DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA Disciplina: MEDIDAS ELÉTRICAS INTRODUÇÃO VIDEIRA/SC julho, 2001

INTRODUÇÃO

VIDEIRA/SC julho, 2001

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.2

O desenvolvimento tecnológico da área elétrica, quer no que diz respeito, como a eletrônica vem influenciando fundamentalmente na configuração do nosso modo de vida . Destaca-se compo de medição , que proporcionou extraordinária progresso nos meios que dispomos para acompanhar a natureza e permitir que a industria viabilize civilizações tecnicamente primitivas. As técnicas de medida e o domínio do conhecimento dos princípios aplicados ao setor da instrumentação são conteúdos indispensáveis para o desempenho do técnico em qualquer área industrial ou de pesquisa.

As grandezas elétricas envolvidas em fenômenos físicos. podem ser medidos ( ou

acompanhados ) cada vez mais com maior precisão ao desenvolvimento dos instrumentos

de medidas. É claro que nós conceitos básicos de medidas são também indispensáveis àquele que executa as medições.

A confiabilidade de uma medida esta ligada a precisão dos instrumentos e ao rigor

que empregamos ao fazê-la . Portanto o técnico de medidas deve saber solucionar os tipos de instrumentos de acordo com suas características de funcionamento e o tipo de medida

desejada, sem extrapolar a sofisticação dos instrumentos e os métodos de utilização. Três são os problemas cujas soluções traduzem a finalidade da medição elétrica :

1.0

: O que medir

2.0

: Como medir

3.0

: Como avaliar a medição

Isto implica em que o técnico deve conhecer as grandezas elétricas , a maneira de trata-los quanto as medidas e como interpreta-la .

01.0: Instrumentos de medidas

01.1: Classificação dos instrumentos de medida:

De maneira geral podemos classificar os instrumentos de medidas em dois tipos:

1.0

Instrumentos absolutos: Dão o valor da quantidade medida em termos de constantes instrumentais e da sua deflexão, na necessitando comparação com outro instrumento.

2.0

Instrumentos secundários: Dão o valor da quantidade medidas pela deflexão

do instrumento sendo necessário calibra-lo interiormente por comparações de instrumentos absolutos ou com um secundário já calibrado. Os instrumentos absolutos são utilizados apenas em laboratórios de padrões para aferição dos instrumentos secundários apenas.

01.2 : Classificação quanto ao tipo .

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MEDIDAS ELÉTRICAS

1.0

: Instrumentos de deflexão ou indicadores: São instrumentos que nas indicam os valores momentâneos das quantidades elétricas tais como tensão; corrente; potência e etc.

2.0

: Instrumentos registradores : São instrumentos que registram em papel graduado ( traçam gráficos ) com os valores medidos .

3.0

: Instrumentos integrados ou contadores : São os medidores de energia elétrica empregados comercialmente.

01.3 : Quanto a construção:

1.0

: Instrumentos de bobina móvel imã permanente ( BMIP ) : São instrumentos construídos por uma ou mais bobina que se movimentam sob ação de um campo magnético de um imã permanentemente quando percorridas por uma corrente. São utilizados somente para a corrente continua.

2.0

: Instrumentos de ferro móvel :possuem uma peça de material ferromagnético que se desloca quando submetido a um campo magnético produzido por uma

corrente circulando em bobina fixa ou por peça de ferro fixa magnetizada pela corrente. Podem der usados tanto em CA ou CC

3.0

: Instrumentos de imã móvel : Possuem um ou mais imãs que se deslocam quando submetidos a um campo magnético produzido por uma corrente circulando em uma ou mais bobina fixas. Só funcionam em CC

4.0

: Instrumentos eletrodinâmicos : Possuem uma ou mais bobinas fixas e uma ou mais bobinas móveis, que podem se deslocar quando percorridas por corrente. Estes instrumentos podem ser utilizados em CA e CC e não apresentam peças ferromagnéticas.

5.0

: Instrumentos de ferro dinâmicos : Apresentam núcleo de material ferromagnético para aumentar o efeito eletrodinâmico .

6.0

: Instrumentos de indução : Utilizam circuitos indutores em elementos que induzem corrente em elementos condutores móveis tais como discos, cilindros etc. Funcionam somente em CA

7.0 : Instrumentos térmicos ou de fios aquecido : São instrumentos onde a

dilatação que de um fio, provocada pelo aquecimento devido a corrente que nele circula, é transmitida a um ponteiro que desliza sobre a escala graduada. Servem para a corrente contínua e alternada .

8.0

: Instrumentos bimetálicos : O elemento móvel possui um bimetal se deforma pela ação térmica provocada pela corrente .

9.0

Instrumentos de laminas vibráveis : Possuem lâminas metálicas que vibram quando entram em ressonância da corrente alternada que percorre bobinas fixas combinadas ou não com imãs permanentes .

01. : Quanto a grandeza a medir .

Os instrumentos de deflexão classificam-se , segundo as grandezas a medir como:

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MEDIDAS ELÉTRICAS

2.0 : Amperímetro ( CC e CA ) Ampère : mede a corrente e é ligado em serio com

o circuito a medir.

3.0

: Wattimetro ( CC e CA ) Watt: Mede a potência útil . É constituído por uma bobina de corrente que é ligado em série com o circuito a medir e uma bobina de tensão ligada em paralela.

4.0

: Volt – ampère- Reativo ( CA ) Volt – Ampère - Reativo ( VAR) : Mede

potência reativa. A ligação é idêntica a do WATTIMETRO.

5.0

: Cossifimetro (CA) – cosF: Medir o fator de potência, ou seja, a diferença de fase entre tensão e corrente. A ligação é idêntica a do wattimetro .

6.0

: Freqüencímetro ( CA ) – HZ : Mede a freqüência e é ligado em paralelo ao circuito.

7.0

: Ohmimetro - : Mede a resistência elétrica. De ohmimetro são constituídos teoricamente para medir resistência porem, não é utilizados em circuitos devido

a imprecisão.

Para medir valores de resistência nós empregamos pontes, sendo a mais popular a ponte de WHEATSTONE.

8.0

: Medir a indutância ( CA ) – HENARY :Mede a indutância de uma bobina.

9.0

: Medir a capacitância ( CA ) – FARADAY : mede a capacitância de capacitores.

10.0

:UNIDADES DE GRANDEZA ELÉTRICA:

GRAND

NOM

SÍMBO

DEFINIÇÃO

OBSERVAÇÃO

 

E

 
     

Corrente elétrica invariável que mantida em dois condutores retilíneos, paralelos, de comprimento infinito e de areia de

1)Unidade

de

base:

definição

ratificada

pela9a CGPM/1948 2)O ampère é também

Corrente

ampé

A

seção transversal desprezível e

unidade

de

força

elétrica

re

situados no vácuo a 1 metro de distância um do outro, produz entre esses condutores uma força igual a 2x10 newton, por metro de comprimento desses condutores.

magnetomotriz;

nesses

casos,

se houver

possibilidade

de

confusão, poderá ser chamado ampére espira, porém sem alterar o sim bolo A

Carga elétrica

   

Carga elétrica que atravessa em 1 segundo uma seção transversal

 

(quantidade

de

Coulo

C

de um condutor percorrido por uma corrente invariável de

eletricidade)

mb

1ampere

Tenção

   

Tensão elétrica entre os terminais de um elemento possitivo de circuito que dissipa a potência de

 

elétrica,

diferença

de

potencial,

Volt

V

1 watt quando percorrido por uma corrente invariável de 1 ampére

Força

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MEDIDAS ELÉTRICAS

eletromotriz

       

Gradiente

de

   

Gradiente de potencial uniforme que se verifica em um meio homogêneo e isótropo, quando de 1 volt a diferença de potencial entre dois planos equipotenciais situados a um metro de distância um do outro

A intensidade de campo elétrico pode ser também expressa em newton por coulomb

potencial,

Volt

intensidade

por

V/m

de

campo

metro

elétrico

 
     

Resistência elétrica de um elemento passivo de circuito que é percorrido por uma corrente invariável de 1 ampére, quando uma tensão elétrica constante de 1 volt é aplicada aos seus terminais

O

ohm

é também

unidade de impedância

Resistência

e

de

reatância

em

elétrica

Ohm

ΩΩΩΩ

elementos de circuito percorrido por corrente

alternada

 

Resistividade

Ohm

 

Resistividade de um material homogêneo e isótropo, do qual 1

 

cubo com um metro de aresta apresenta uma resistência elétrica de um ohm entre faces opostas

metro

     

Condutância de um

elemento

O

siemens

é

também

passivo

de

circuito

cuja

unidade

de

admitância

Condutância

Sieme

S

resistência elétrica é de 1 ohm

de

susceptância

em

ns

 

elementos de circuito percorrido por corrente

alternada

 
 

Sieme

 

Condutividade de um material homogêneo e isótropo cuja resistividade é de 1 ohm –metro

 

Condutividade

ns

S/m

por

metro

 
     

Capacitância de um elemento passivo de circuito entre cujos

 

Capacitância

Farad

F

terminais a tensão elétrica varia uniformemente a razão de 1 volt por segundo, quando percorrido por uma corrente invariável de 1 ampére

     

Indutância de um elemento passivo de circuito entre cujos

 

Indutância

Henry

H

terminais se induz uma tensão constante de 1 volt, quando percorrido por uma corrente que varia uniformemente a razão de um ampére por segundo

Potência

Volt

 

Potência aparente de um circuito percorrido por uma corrente alternada senoidal com valor

 

aparente

ampé

VA

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MEDIDAS ELÉTRICAS

 

re

 

eficaz

de

1

ampére,

sob uma

tensão elétrica com valor eficaz

de 1 volt

 

Potência

Var

Var

Potência reativa de um circuito percorrido por uma corrente alternada senoidal com valor eficaz de 1 ampére, sob uma tensão elétrica com valor eficaz de 1 volt, defasada de P/2 radianos em relação á corrente

reativa

     

Indução magnética uniforme que produz uma força constante de1

Indução

Tesla

T

newton por mtro de um condutor retilíneo situado no vácuo e percorrido por uma corrente inváriavel de 1 ampére

magnética

     

Sendo perpendiculares entre si as direções da indução magnética, da força e da corrente

Fluxo

   

Fluxo magnético uniforme através de uma superfície plana de área igual a um metro quadrado,

magnético

Webe

Wb

r

perpendicular a direção de uma indução magnética uniforme de um tesla

Intensidade

Ampé

 

Intensidade de um campo magnético uniforme, criado por uma corrente invariável de 1 ampére, que percorre um condutor retilíneo, de comprimento infinito e de área de seção transversal desprezível, em qualquer ponto de uma superfície cilíndrica de diretriz circular com 1 metro de circunferência e que tem como eixo o referido condutor

de

campo

re por

A/m

magnético

metro

 

Ampé

A/Wb

Relutância de um elemento de circuito magnético, no qual uma força magnetomotriz invariável de 1 ampére produz um fluxo magnético uniforme de 1 weber

Relutância

re por

weber

Pg.7

MEDIDAS ELÉTRICAS

01.5: Principais símbolos encontrados nos mostradores dos instrumentos elétricos de medição.

Pg.7 MEDIDAS ELÉTRICAS 01.5: Principais símbolos encontrados nos mostradores dos instrumentos elétricos de medição.

Pg.8

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.8 MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.9

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.9 MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.10

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.10 MEDIDAS ELÉTRICAS
Pg.10 MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.11

MEDIDAS ELÉTRICAS

01.6 : Partes principais de um instrumento de medida;

1.0: Dispositivo de medição : parte fixa e parte móvel .

Parte fixa : É constituída de um imã permanente ou uma bobina fixa. Parte móvel : É constituído de um imã permanente ou uma bobina móvel ou uma lamina de ferro.

imã permanente ou uma bobina móvel ou uma lamina de ferro. A : Dispositivo restaurador ou

A : Dispositivo restaurador ou antôgonico : O dispositivo restaurador ou antôgonico gera um conjugado aposto ao conjugado elétrico gerado pela bobina móvel, aumentando com o ângulo de deslocamento da mesma . A relação entre os dois conjugados deve ser tal que para uma determinada medida, os conjugados se igualem numa posição que corresponda a medida, onde o ponteiro permaneça parado sobre a escala. O dispositivo restaurador e responsável por este equilíbrio do sistema .

Equacionando temos :

Onde temos :

CEL =

KEL C * I

CEL: conjugado constante KEL : constante I : corrente da bobina móvel

Pg.12

CR = KR *

Onde teremos :

CR : conjugado restaurador KR: constante : ângulo de deslocamento do ponteiro

Na posição de equilíbrio:

MEDIDAS ELÉTRICAS

CEL

I

=

KR

CR

*

KEL * I

=

KR *

(I

= K * )

=

KEL Os dispositivos restauradores usuais são molas espirais esticadas e dispositivos eletromagnéticos . As molas aspirais são construídas normalmente de bronze fosforoso ou

de uma liga de bronze, silício e cobre. Geralmente, estas molas são de seção retangular.

Os instrumentos que trabalham sob grandes variações de temperatura apresentando

uma Segunda mola com espiral em sentido contrário ao da outra para corrigir alguns

desvios provocados por esta variação térmica.

Pode-se também utilizar as molas para conduzir a corrente até a bobina móvel.

Já a fita esticada é uma fita metálica curta que constitui ela própria o eixo da bobina

móvel. Suas extremidade são presas a um dispositivo que a mantém tensionada possibilitando o conjugado restaurador. As grandes vantagens são a não existência de

atrito, possibilitando a utilização em instrumentos sensíveis, e a resistência a choques e vibrações fortes.

O dispositivo eletromagnético apresenta bobinas de efeito eletrodinâmico, que

providenciam o conjugado restaurador, geralmente usam em ohmimetros e megohmetros.

C - Dispositivo Amortecedor: com a presença dos conjugados elétrico e restaurador o ponteiro oscila bastante antes de alcançar a posição de equilíbrio. Isto provoca uma demora na leitura e em alguns casos pode ocorrer a danificação do

na leitura e em alguns casos pode ocorrer a danificação do dispositivo restautador. O dispositivo amortecedor

dispositivo restautador.

O dispositivo amortecedor permite ao sistema móvel atingir rapidamente o equilíbrio pois ele amortece as oscilações . Existem vários tipos de amortecimento dividido em duas categorias:

Pg.13

1 – Amortecimento a Ar:

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.13 1 – Amortecimento a Ar: MEDIDAS ELÉTRICAS 2 – Amortecimento Eletromagnético

2 – Amortecimento Eletromagnético

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MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.14 MEDIDAS ELÉTRICAS Observação: São três os conjugados envolvimento no deslocamento do sistema móvel: CEL =

Observação: São três os conjugados envolvimento no deslocamento do sistema

móvel:

CEL = KEL * I ( conjugados elétrico )

CR = KR * ( conjugado restaurador )

CA = KA*

t

Onde temos :

(conjugado

amortecedor)

KA = constante de amortecimento ∆∅ e t = é a variação do ângulo de deslocamneto no tempo.

O conjugado resultante então é:

C = CEL – CR CA

Pg.15

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.15 MEDIDAS ELÉTRICAS 01.7 : Erros de instrumentos de medição elétricas Os instrumentos de medição não

01.7 :

Erros de instrumentos de medição elétricas

Os instrumentos de medição não nos proporciona resultados absolutamente corretos. Sempre ocorrem erros devido a fabricação, inferência do ambiente , montagem e próprio operador. Um conhecimento dos diferentes tipos de erros e a maneira como eles se comportam ao longo da escala é essencial para permitir o uso inteligente dos instrumentos de medidas

Os erros podem ser classificados em dois grupos :

1.0: Erro do Grupo A:

São aquelas que se mantém constantes ao longo da escala ou seja, para qualquer posição em relação á escala, esses erros são aumentam e diminuem. São eles:

A: Erro de escala: A escala não pode Ter sido marcada corretamente, por deficiência de aparelhos de marcação ou de função operacional ( desenhista ) B: Erros de zero: O ponteiro defletor não ajustado corretamente no zero. Isso causará um erro em qualquer posição do ponteiro. Esse erro pode ser evitado ajustando-se o ponteiro no zero, antes de iniciar qualquer medição. C : Erros de leituras : Devida a diferença no ponteiro; interpolação erros devido a trações grossos nas escala. D: Erros paralaxe: É um tipo de erro de leitura devido ao operado e sua coleção em relação a indicação do ponteiro. Nos aparelhos de precisão, um espelho evita que se comenta esse tipo de erro, pois a leitura só deve ser efetuada quando o ponteiro e sua imagem estiverem coincidindo . E: Erros de atrito : O atrito entre o pivô e a jóia pode fazer com que o ponteiro pare um pouco antes do ponto de leitura correto. Esse é o bastante pequeno quando os

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.16

suportes, ou mancais de suspensão são bem feito e se mantém em boa condições. É um erro que assume bastante importância em instrumentos muito sensíveis.

2.0 : Erro do grupo B

São erros proporcionais a deflexão do ponteiro ou seja, são erros que aumentam com o aumento da deflexão do ponteiro ( erros variáveis )

A : Resistência inadequadas: Em voltímetros , amperímetros , etc

B : Resistência Alteradas : pela temperatura.

C : efeito da temperatura nas características das molas de restauração: Um

aumento da temperatura com que as molas se tornem mais flexíveis e o ponto de equilíbrio do conjunto se verifica para deflexões maiores.

D : Efeito da freqüência em instrumentos de CA : Em voltímetros por exemplo, a

freqüência influi na bobina de tensão.

01.9 : Erros absoluto e relativo:

A: Erro absoluto ( EAAB ): O erro asoluto é a diferença algébrica entre o valor indicado no instrumento de uma determinada grandeza ( Vm ) en seu valor verdadeiro ( Vv

)

EAAB = Vm - Vv

B : Erro relativo ( Er ) : O erro relativo é a definido como a relação entre o erro absoluto ( EAAB ) e o valor verdadeiro ( Vv ) da grandeza medida .

Er =

EAAB

Vv

Para efeito do Er pode-se, na maioria dos casos. Considerar Vm=Vv tendo-se em conta que estes valores são muito aproximadamente iguais entre si. O erro relativo percentual ou erro percentual ( e ) tem forma:

E = Er * 100

01.10 : Precisão exatidão:

Na pratica, geralmente emprega-se estes dois termo0s em distingui-los, ou seja, sem fazer uma diferenciação de seus significados. Na realidade eles têm significados distintos como veremos a seguir

Precisão: Características de um instrumento de medição determinada através de um processo estatístico de medições, que exprime o afastamento muito entre as diversas medidas obtidas de uma cada grandeza, em relação a média aritmética dessas medidas.

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.17

Exatidão : Características de um instrumento de medição que exprime o afastamento entre a medida nele efetuado e o valor de referencia verdadeiro. O valor de exatidão de um instrumento é definido pelos limites de erro da variação na indicação.

Um instrumento preciso não é necessariamente exato.

A exatidão está relacionada com as características do instrumento, com a forma que

foi projetado e construído.

A precisão está mais ligada a utilização, ao fato medir grandeza.

Para ter-se exatidão em medidas é necessário a precisão porém, a precisão em fazer tais medidas não garantem estas sejam exatas.

01.11 : Classe de exatidão:

Os erros apresentados aqui estão próximos de serem constantes em valor absoluto. Em vista disso, os fabricantes de instrumentos em percentagem da leitura de plena escala.

A classe de exatidão é uma classificação de instrumentos de medida para designar a

sua exatidão. O numero que designa chama-se índice de classe .

A classificação dos instrumentos conforme o índice de classe é :

Índice de

classes

Limite de erro

0.05

-0.05%

0.1

-0.10%

0.2

-0.20%

0.5

-0.50%

1.0

-1.00%

1.5

-1.50%

2.5

-2.50%

5.0

-5.00%

Para a tabela acima um instrumento da classe 0.5 poderá Ter no máximo um erro de –0.50%, isto é se o valor do fim da escala dos instrumento for de 100V, o erro poderá ser no máximo de 0.5 V, e isto compreendido dentro de toda a sua escala. Portanto o ponteiro do instrumento estiver indicando um valor de 50 V, o erro poderá permanecer na faixa de 49.35 a 50.5 V. Conclui-se que o erro expresso sempre em relação ao valor final da escala ou valor nominal. Segundo a classe de exatidão, existem três grupos de instrumentos :

Classificação

Laboratório

Ensaio

Serviço

Índices de classes 0.05 / 0.1 / 0.2 0.5 / 1.0 / 1.5 2.5 / 5.0 /

Índices de classes 0.05 / 0.1 / 0.2 0.5 / 1.0 / 1.5 2.5 / 5.0
Índices de classes 0.05 / 0.1 / 0.2 0.5 / 1.0 / 1.5 2.5 / 5.0
Índices de classes 0.05 / 0.1 / 0.2 0.5 / 1.0 / 1.5 2.5 / 5.0

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MEDIDAS ELÉTRICAS

Não existindo indicação do índice de classe o instrumento poderá ser considerado da classe de exatidão de 10%.

O erro absoluto é constante ao longo da escala, porem o erro relativo aumenta a

medida que a leitura for feita em frações menores de escala. Para melhor esclarecimento, pode-se dizer que os valores percentuais de erro relativo a medida que as leituras são realizadas na parte inicial da escala. Para o cálculo do erro absoluto pode-se empregar a seguinte formula:

Eaab =

G * e

100

Onde: Eaab = erro absoluto expresso na unidade da grandeza medida.

G

= Valor nominal do instrumento

E

= erro percentual

Exemplo:

Supomos que um voltímetro de 150V fim de escala, com classe de exatidão 1.5 e no qual desejamos determinar o erro absoluto no valor de 70V.

R: 2.25V

Isto significa que o voltímetro estará dentro da sua classe de exatidão se indicar valores na faixa entre 67.75 e 72.25V . Nos instrumentos de medição, classe de exatidão pelo seu índice é indicada na parte inferior da escala. Para instrumentos de índice de classe menor haverá um valor mais elevado da aquisição. Isto significa que a escolha do instrumento deverá ser criteriosa. Por exemplo para uma finalidade com grande precisão o valor do instrumento poderá ser alto. Inversamente economizado na aquisição dos instrumentos , poderá haver ou acidentes no processamento de medição industrial que serão muitas vezes maior que a economia pretendida.

02.0 : Instrumentos de bobina móvel e imã permanente ( BMIP )

02.1: Principio de funcionamento:

Os instrumentos de bobina móvel e imã permanente funcionam com base na ação reciproca entre uma bobina, na qual esta circulando uma corrente, eo campo magnético de um imã permanente.

Sistema de Ímã permanente ( Bobina Móvel )

Pg.19

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.19 MEDIDAS ELÉTRICAS Um magneto em forma de ferradura é usado para produzir o campo magnético

Um magneto em forma de ferradura é usado para produzir o campo magnético estacionário, ao centro há um núcleo de ferro doce no qual vai enrolado na bobina.

Pg.20

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.20 MEDIDAS ELÉTRICAS 02.2 : Porque funciona somente em corrente continua : Se aplicarmos uma corrente

02.2 : Porque funciona somente em corrente continua :

Se aplicarmos uma corrente alternada ( CA ), a cada vez que a corrente mudar de polaridade, a bobina tentará inverter seu sentido de deflexão. Se a corrente mudar de sentido mais do que algumas vezes por segundo, a bobina não conseguirá segui-la devido a inerca e o ponteiro ficará imobilizado.

Pg.21

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.21 MEDIDAS ELÉTRICAS 02.3 : Vantagens A : Bastante preciso B : alta sensibilidade C :

02.3 : Vantagens

A : Bastante preciso

B : alta sensibilidade

C : Baixo consumo próprio

D : Amortecimento perfeito, devido as correntes parasitas ( coretel de alumínio da bobina ).

E : São poucas sensiveis aos campos magnéticos externos .

02.4 : Desvantagens

A : alto preço

B : Não resiste a sobrecarga

C : São instrumentos polarizados

D : Só medem grandezas em DC

Pg.22

02.5 :Aplicações :

MEDIDAS ELÉTRICAS

São empregados nas medições diretas de corrente e tensão continua de baixos valores, resistências; medições indiretas tais como temperatura, umidade, pressão; medição de corrente e tensão alternada mediante emprego de retificadores.

03.0 : Instrumentos térmico:

03.1 : Principio de funcionamento:

O funcionamento deste instrumentos é baseado no efeito calorifico ( Efeito jaule ), ou seja, uma corrente ao percorrer um condutor aquece esse condutor provocando a dilatação; essa dilatação produz um desvio no ponteiro através de uma transmissão de calor elástica.

Primeiramente, vamos colocar um fio fino num circuito elétrico e vamos ligar o circuito em uma fonte DC.

circuito elétrico e vamos ligar o circuito em uma fonte DC. Observando que o condutor ao

Observando que o condutor ao ser percorrido por uma corrente DC, se aquece e

dilata.

Agora vamos inverter o sentido da corrente :

e dilata. Agora vamos inverter o sentido da corrente : O condutor se aqueceu e dilatou,

O condutor se aqueceu e dilatou, com isto podemos concluir que a dilatação do condutor independente do sentido da corente, em outras palavras, podemos ligar tanto em DC ou em CA.

Pg.23

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.23 MEDIDAS ELÉTRICAS Sabemos que a corrente ao percorrer um condutor aquece e se dilata o

Sabemos que a corrente ao percorrer um condutor aquece e se dilata o mesmo. Esta dilatação e proporcional a corrente que percorre o condutor.

PEQUENA CORRENTE

PEQUENA DILATAÇÃO

a corrente que percorre o condutor. PEQUENA CORRENTE PEQUENA DILATAÇÃO GRANDE CORRENTE GRANDE DILATAÇÃO RESUMINDO

GRANDE CORRENTE

GRANDE DILATAÇÃO

a corrente que percorre o condutor. PEQUENA CORRENTE PEQUENA DILATAÇÃO GRANDE CORRENTE GRANDE DILATAÇÃO RESUMINDO

RESUMINDO

Pg.24

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.24 MEDIDAS ELÉTRICAS 03.2: Vantagens: A : medem grandezas elétricas tanto em DC quanto em AC.

03.2: Vantagens:

A

: medem grandezas elétricas tanto em DC quanto em AC.

B

: Fácil de fabricação

D

: São relativos e baratos

E

: São insensíveis a campo magnéticos externos.

03.3 : Desvantagens:

A : Não são muitos precisos, pois se deixam influenciar pelas variações de temperaturas ambiente;

C : Não resistem a sobre carga

D : Alto consumo próprio

E: Não conservam calibragem por muito tempo

F : Escala não é linear.

03.4 : Aplicações:

As suas causas são limitadas devido as características acima citadas. São usados em medidas onde não se exigem muita precisão. Atualmente os instrumentos térmicos estão fora de uso e foram substituídos com grande vantagens pelos instrumentos de bobina móvel e ferro móvel.

04.0 : Instrumentos de ferro móvel:

São também conhecidos como ferromagnéticos e eletromagnéticos.

04.1 : Tipos

A : atração:

Pg.25

MEDIDAS ELÉTRICAS

Temos uma bobina fixa, que quando percorrida por uma corrente elétrica cria um

que quando percorrida por uma corrente elétrica cria um campo magnético, com as mesmas propriedades do

campo magnético, com as mesmas propriedades do campo magnético de um imã. Havendo dentro deste campo uma peça de ferro móvel esta extraída para a região de maior concentração de linhas. No momento em que a barra de ferro for atraída para o interior da bobina, ela deslocará o ponteiro sobre a escala graduada, marcando o valor da grandeza elétrica.

B : Repulsão :

São os mais utilizados. Possuem no interior do enrolamento da bobina duas laminas de ferro com formato indicado na fig: abaixo:

Quando a bobina for percorrida por uma corrente , o campo magnético produzido pela mesma magnetizará ambas as laminas com a mesma polaridade. Em uma das extremidades teremos pólos “N-N” e na outra pólos “S-S” . Podemos que as lâminas de ferro doce irão se repelir, devido ao principio de que pólos iguais se repelem.

A repulsão entre duas lâminas de ferro doce independe do sentido de corrente, por esta razão, esses instrumentos são usados em DC ou AC.

Pg.26

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.26 MEDIDAS ELÉTRICAS 04.2 : Vantagens A : Podem ser utilizados em DC ou AC. B

04.2 : Vantagens

A : Podem ser utilizados em DC ou AC.

B : Construção robusta e simples

C : O elemento móvel não conduz corrente, logo não é danificado por sobrecorrente

D : Baixo custo devido a facilidade de produção em serie

E : Em DC Apresenta uma precisão de 98% a 99% quando calibrado

F : São muitos apropriados como instrumentos de painéis

04.3 : Desvantagens:

A : São sensíveis a influencia de campos magnéticos externos

B : em DC podem apresentar erros devido ao magnetismo residual

C : menor precisão, em comparação aos do BMIP.

04.4 : Aplicações :

São empregados nas medições de corrente e tensão em CA e DC.

PARTE 02:

Pg.27

01.0 : Instrumentos eletrodinâmicos

01.1 : Principio de funcionamento

MEDIDAS ELÉTRICAS

É

um instrumento capaz de medir tanto a corrente continua quanto a alternada .

O

funcionamento é bastante na ação de duas bobinas através das quais circulam

correntes.

O movimento do conjugado móvel bobina móvel, resulta da interação entre o campo

magnético criado pela corrente da bobina fixa e a corrente da bobina móvel. Com a passagem das correntes as bobinas apresentam a mesma polaridade e assim levarão o penteiro a deflexão por repulsão. A inversão simultânea da corrente nas bobinas variará o sentido da força de interação. Por isso os instrumentos eletrodinâmicos são empregados tanto nas circuitos de corrente continua, como corrente alternada.

nas circuitos de corrente continua, como corrente alternada. Vantagens: A: Medem grandezas elétricas tanto em DC

Vantagens:

A: Medem grandezas elétricas tanto em DC como em CA

B: Boa precisão

Desvantagens:

A: Elemento móvel conduzindo corrente B: Alto consumo próprio C: Baixa sensibilidade D: Não resistem muito o sobrecarga E: Sensíveis a campos magnéticas externos

Aplicações:

Os instrumentos eletrodinâmicos podem ser utilizados como amperímetros, voltímetro, frequencímetro e medidores de potência em CA. O emprego mais freqüente é para a medição de potência em CA, como estudado neste capítulo.

Pg.28

MEDIDAS ELÉTRICAS

Como via de regra, nestes instrumentos usa-se o sistema amortecedor pneumático.

01.2 : Wattímetro Eletrodinâmico monofásico:

Como a potência de um determinado sistema está diretamente ligada, a intensidade da corrente e tensão, este instrumento possui uma bobina de tensão de corrente , sendo o torque sobre a bobina móvel diretamente proporcional as intensidade e a desafazem entre elas .

Devida a disposição destas bobinas o wattímetro é um instrumento capaz de medir a potência ativa de um circuito independente do tipo de carga que esta ligado ao circuito.

independente do tipo de carga que esta ligado ao circuito. A bobina móvel é composta por

A bobina móvel é composta por um fio muito, e possui muitas espiras, colocada no interior da bobina fixa.

Como podemos observar a bobina de corrente ( FIXA ) esta ligada em serie com a carga, enquanto a bobina de tensão ficará em paralelo com a carga. Ligado a bobina móvel temos o ponteiro que se deslocará sobre a escala, desde sua ligação seja corretamente executado.

Como a deflexão do ponteiro depende do campo magn’rtico criado nas bobinas, e elas estão dispostas de forma que para qualquer sentido de corrente haverá sempre repulsão entre elas, concluirmos que este instrumento pode ser utilizado tanto em DC como em CA

01.3 : Esquemas de ligação e leitura de instrumentos:

A : Wattímetro com escala em divisões.

Pg.29

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.29 MEDIDAS ELÉTRICAS Fator de multiplicação = Esc.de tensão * Esc de corrente Nº de divisões

Fator de multiplicação =

Esc.de tensão * Esc de corrente

Nº de divisões da escla

K = Fator de multiplicação ( constante do wattímetro )

PL

= K * Nº de divisões lidas

B : wattímetro com escala em Watts

Nº de divisões lidas B : wattímetro com escala em Watts Quando utilizamos o wattímetro é

Quando utilizamos o wattímetro é aconselhável utilizarmos um voltímetro e um amperímetro ligado ao circuito para podermos selecionar as escalas de tensão e corrente, evitando a ocorrência de erros relativos muitos elevados por utilizarmos a escala do wattímetro muito próximo a do inicio.

Pg.30

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.30 MEDIDAS ELÉTRICAS 01.5 : Utilização do wattímetro: 02.0 : Medidor de volt-ampere-reativo Eletrodinâmico: 02.1:

01.5 : Utilização do wattímetro:

Pg.30 MEDIDAS ELÉTRICAS 01.5 : Utilização do wattímetro: 02.0 : Medidor de volt-ampere-reativo Eletrodinâmico: 02.1:

02.0 : Medidor de volt-ampere-reativo Eletrodinâmico:

02.1: Introdução:

O medidor de volt-ampere-reativo é um instrumento eletrodinâmico que tem a finalidade de medir a potência reativa dos circuitos elétricos e possui o mesmo principio de funcionamento do wattímetro. Entretanto com a bobina de tensão ele possui um circuito defasador, que é composto por uma indutância em série com a bobina de tensão.

por uma indutância em série com a bobina de tensão. Devido a indutância colocada em série

Devido a indutância colocada em série com a bobina de tensão o torque sobre esta bobina será proporcional ao campo magnético criado pela componente da corrente da carga que esta defasada de 90 º em relação a tensão.

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.31

Como a maioria das cargas dos sistemas elétricos tem comportamento indutivo, estando corretamente ligado, o medidor de VAR é projetado para defletir no sentido da escala quando a carga é indutiva.

Quando tivermos uma carga capacitiva a sua deflexão será para traz neste caso, devemos inverter a ligação da bobina de tensão ou de corrente para que ele possa defletir corretamente, sempre que a carga é capacitiva.

03.0 : cossifimetro Monofásico

03.1: Introdução:

O cossefímetro é um instrumento com a finalidade de medir o fator de potência dos circuitos elétricos. Como o FP é uma função direta da defasazem entre tensão e a corrente, ele deve possuir pelo menos uma bobina de corrente e uma bobina de tensão, sendo o torque sobre as bobinas diretamente proporcionais ás intensidade de campo nas bobinas e a desafazem entre as duas grandezas.

de campo nas bobinas e a desafazem entre as duas grandezas. Este instrumento possui junto com

Este instrumento possui junto com a bobina de tensão um circuito defasado composto por um resistir r um indutor, conforme o esquema abaixo.

Como o fator de potência dos circuitos elétricos pode Ter comportamento resistido, indutivo ou capacitivo a deflexão do ponteiro pode ocorrer nos dois sentidos da escala.

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.32

A corrente que circula pelas bobinas de tensão está previamente definitivapor um projeto, sendo que a corrente de carga pode ser variável, desde que, não seja inferior a 30% da corrente do instrumento.

03.2: Esquema de ligação

a 30% da corrente do instrumento. 03.2: Esquema de ligação 03.3: Representação do cossefimetro no circuito

03.3: Representação do cossefimetro no circuito

ligação 03.3: Representação do cossefimetro no circuito 04.0: Medida de potência em circuitos trifásicos. 04.1:

04.0: Medida de potência em circuitos trifásicos.

04.1: Medida de potência trifásica utilizando um wattímetro monofásico.

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.33

Este método de medida de potência só poderá ser utilizado em circuitos trifásicos, para sistemas equilibrados, porque quando temos um sistema equilibrado as impedâncias são iguais, consequentemente terão a mesma potência dissipada em todos os ramos.

A : Carga ligada em estrela de 4 fios equilibrada.

ramos. A : Carga ligada em estrela de 4 fios equilibrada. Potência lida no wattímetro W

Potência lida no wattímetro

W

= Van * Ia * cosf

W

= Vf * If * cosf

Desde que a corrente na bobina de corrente do instrumento é a corrente de uma fase e a tensão da bobina de tensão é a tensão dessa fase, a leitura do wattímetro representa a potência dessa fase. Como a carga e equilibrada, a potência do sistema é 3 vezes o valor da leitura.

Evidentemente, se dispuser de 3 wattímetros e for instalado um cada fase, a soma das leituras também dá a leitura ptocurada.

Pg.34

MEDIDAS ELÉTRICAS

B: Carga ligada em estrela de 3 fios com ponto comum acessível.

ligada em estrela de 3 fios com ponto comum acessível. Sendo utilizado equilibrado, ele terá o

Sendo utilizado equilibrado, ele terá o mesmo comportamento do circuito a 4 fios. Logo as tensões e as correntes sobre as impedâncias são, Iguais e a somatória das correspondentes no ponto “O “é igual a zero.

W =Vao * Ia * cos f

W =Vf * If * cos f

P = 3 * Vf * If * cos f

C: Carga equilibrada ligada em triângulo.

P30 = 3 * W

f C: Carga equilibrada ligada em triângulo. P30 = 3 * W W = Vac *

W =Vac * Ica* cos f

Vac = Vl = Vf

Ica = If

04.2: Método dos dois wattímetros .

P30 = 3 * W

Pg.35

Este

MEDIDAS ELÉTRICAS

método de medida pode ser utilizado para qualquer sistema trifásico a três

pode ser utilizado para qualquer sistema trifásico a três condutores equilibrados ou desequilibrado; em triângulos ou

condutores equilibrados ou desequilibrado; em triângulos ou estrela. Por este método a potência trifásica é determinada pela soma das duas potências ligadas nos wattíometros .

Os dois wattímetros podem ser instalados conforme um dos esquema seguintes.

A potência total trifásica será a soma algébrica das potências lidas em cada um dos wattímetros. Considerando a conexão B:

P30 = Wa + Wc

Através da leitura feita dos wattíemtros podemos determinar a potência reativa do circuito e de posse destas duas potências podemos determinar o fator de potência do circuito.

Q =

podemos determinar o fator de potência do circuito. Q = 3(Wc - Wa) Para a seqüência

3(Wc - Wa)

Para a seqüência positiva:

Q30 =

Q = 3(Wc - Wa) Para a seqüência positiva: Q30 = 3(Wa - Wb) = 3(Wb

3(Wa - Wb)

=

3(Wc - Wa) Para a seqüência positiva: Q30 = 3(Wa - Wb) = 3(Wb - Wc)

3(Wb - Wc)

=

a seqüência positiva: Q30 = 3(Wa - Wb) = 3(Wb - Wc) = 3(Wc - Wa)

3(Wc - Wa)

Para seqüência negativa, basta trocar a ordem dos wattíemtros Wa, Wb e Wc.

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.36

A importância prática de colocar a o ponto “0 “em qualquer das 3 linhas reside no fato de permitir o uso de, apenas, dos wattímetros na medida do sistema trifásico.

04.3: Determinação do fator de potência utilizando os dois wattímetros.

Tg =

Q30

P30

Tg

=

3(Wa - Wb) Wa + Wb
3(Wa - Wb)
Wa
+ Wb

=

3(Wb - Wc) Wb + Wc
3(Wb - Wc)
Wb
+ Wc

=

3(Wc - Wa) Wc + Wa
3(Wc - Wa)
Wc
+ Wa

05.0: Transformadores para instrumentos de medidas.

Em circuitos de alta tensão e de intensidade de corrente muito elevado, não e praticável a ligação dos instrumentos diretamente a linha á linha por isso usa-se os transformadores de medidas. Há duas vantagens básicas apresentadas pela utilização dos instrumentos de medidas através dos transformadores. Primário, pode-se utilizar instrumentos com escalas padronizadas pora um campo muito vasto de medidas e em segundo lugar evita-se que o operador manuseie instrumentos submetidos a tensão muito elevados, diminuindo risco de acidentes.

Os transformadores de instrumentos são classificados de modo geral, wm dois

tipos:

A

: transformadores de potencial.

B

: Transformadores de corrente.

O

transformador de potencial, tem seu secundário ligado um ou vários voltímetros e

as bobinas de tensão de outros instrumentos. O transformador de corrente tem o seu

secundário ligado a um ou vários amperímetros e as bobinas de corrente de outros instrumentos.

O transformador de potencial, tem seu secundário ligado a um ou vários voltímetros

e as bobinas de tensão de outros instrumentos. O transformador de corrente tem seu secundário ligado a um ou vários amperímetros e as bobinas de corrente de outros

instrumentos .

Os transformadores de medidas podem ser utilizados em, voltímetros, amperímetros, fasímetro, medidores de VAR, wattímetro e também podem ser ligados a dispositivos de proteção a regulação, como também em dispositivos de controle.

05.1: transformadores de corrente (TC).

Os transformadores de corrente para a medição são utilizados para medir a corrente em uma linha de corrente alternada, cuja intensidade é muito elevada e desejamos utilizar um instrumento de escala padronizada. O enrolamento primário do TC é ligado em série com a linha, e o secundário fechado em curto circuito, ou através de um amperímetro ou bobina de corrente de outros instrumentos.

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.37

Como o secundário do TC está em curto ou possui uma impedância muito pequena a ele ligada, a tensão do secundário será muito pequena, então , o fluxo mútuo e a corrente de magnetização também serão muito pequenas e os efeitos de saturação serão

minimizados.

Se o transformador for removido do secundário do TC, ficando o trafo em aberto, não haverá oposição a passagem do fluxo magnético. Consequentemente, o fluxo no núcleos atingirá valores muito elevados e , tendo em vista que ele é um transformador, as tensões nos seus terminais atingirão valores perigosos. Por isso e para a proteção do operador o secundário do TC jamais deve ficar aberto quando ele estiver energizado. ( Geralmente

existe uma chave de curto circuito que só é aberta quando o amperímetro estiver colocado )

.

A corrente no secundário do TC, é determinada pela corrente que circula no primário,

sendo que o valor desta corrente é de acordo com o que a carga solicita. Os transformadores de corrente possuem sempre a corrente no primário T1 maior que a corrente no secundário I2 sendo por isto considerando, na pratica, como rebaixador de corrente .

O transformador de corrente pode ser considerado como uma fonte de corrente, pois

ele procura menter constante a corrente do secundario, independente da impedância a ele

ligado.

A relação de transformação de corrente para TC’s comerciais são estabelecidos por

norma, de acordo com a sua utilização.

05.2: Tipos de transformadores de corrente:

A : Portátil ( abrigado )

B : Enrolado

C : Janela ( com ou sem barra primária )

D : Ao tempo ( desabrigado ).

05.3 : esquema de ligação de um TC ao circuito.

Pg.38

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.38 MEDIDAS ELÉTRICAS 05.4 : transformador de potencial ( TP ). A teoria de funcionamento do

05.4 : transformador de potencial ( TP ).

A teoria de funcionamento do TP é a mesma para o transformador de força. A

diferença básica entre eles é que o TP transfere uma potência menor para o secundário.

E aceitável fazer uma comparação entre o TP e o trafo de força, pois ambos tem a

mesma relação de transformação: Como a energia elétrica a ser transferida do primário para o secundário no TP é bem menor, a corrente será muito pequena. Logo , possuirá maior numero de espiras fazendo com que o trafo funcione com menor densidade de fluxo magnético e, consequentemente, seu núcleo será menor do que o do trafo de força para a mesma relação de transformação.

O secundário do TP deve ser aterrado que se por ventura houver o rompimento do

isolante, o operador não fica sujeito a alta tensão.

05.5: Esquema de ligação do TP ao circuito.

alta tensão. 05.5: Esquema de ligação do TP ao circuito. 05.6: Cuidados na utilização do TC

05.6: Cuidados na utilização do TC e TP.

TC

A : O TC, quando energizado não [pode Ter o seu secundário aberto, pois, caso isto aconteça o operador corre perigo de vida e o equipamento será danificado.

B : Quando for necessário a retirada do instrumento ligado ao seu secundário do TC,

devemos curto circuitar os seus terminais para depois retirar o instrumento.

Pg.39

MEDIDAS ELÉTRICAS

C : O número de instrumentos ligados ao secundário do TC é limitado pela tensão

em seus terminais e pela potência que ele pode fornecer, que é sempre muito pequena.

TP

A : O secundário do TP jamais poderá ser curto circuitado, pois isto provocará uma elevação muito grande na corrente, danificando-o . O seu secundário deve ser sempre ser ligado a bobina de tensão dos instrumentos ou permanentemente aberto .

B : O número de instrumentos que pode ser ligado ao secundário do TP é limitado

pela potência que ele fornecerá .

Observações:

1.0

: O TP possui este nome porque ele transforma os níveis de tensão , mantendo a tensão secundário praticamente constante dentro dos seus limites , independente da carga.

2.0

: O TC possui este nome porque apenas transforma, níveis de corrente, mantendo-se constante no secundário mesmo quando ocorre variação da impediência no seu secundário. O valor da corrente no secundário só varia se houver uma variação de corrente no primário.

6.0

: Rigidez dielétrico de óleos isolante.

O poder dielétrico ou a rigidez dielétrico é a medida da capacidade do óleo de resistir

as tensões elétricas. É expresso pela máxima tensão que se pode aplicar sem que haja descargas disrruptivas entre os eletrodos de dimensões e distancias de separação especificadas quando imersos no óleo. A descarga disrruptiva se indentifica pela formação de um arco entre eles.

A tensão disrruptiva depende da forma e dimensões dos eletrodos e da distância

entre eles e das condições de ensaio.

06.1 : Características dos óleos isolante.

1.0 : Umidade.

A água, por menor que seja a quantidade em suspensão no óleo, reduz cinsideravelmente a sua capacidade de suportar tensões sobre ele aplicada. Por este fato é imprescindível evitar qualquer contaminação do óleo com a água, quer em serviço, quer durante o armazenamento. Deve separar-se do óleo a água ou qualquer impureza que por ventura exista misturada ou possam penetrar nos trafos e chaves onde ele está sendo utilizado. Para que suas propriedades sejam mantidas por um longo tempo.

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.40

Os óleos para trafos, chaves e disjuntores devem ser pouco viscosos para que possam circular mais rapidamente dissipando melhor calor e também podem atuar na exatidão do arco elétrico na operação dos disjuntores. Sendo o óleo pouco viscoso ele não impede a movimentação das partes móveis das chaves e disjuntores.

3.0 : Resistência a exatidão .

Os óleos dielétricos devem ter alta estabilidade á oxidação para evitar a formação de ácidos e borras, produtos estes altamente danosos ao equipamento. A borra prejudica o resfriamento e o isolante, e os ácidos contaminam a atmosfera sobre o óleo e o aumento da corrosão.

06.2 : Amostras de óleos dielétricos.

Cuidados especiais devem ser tomados na retirada das amostra para analise, para que não sejam contaminadas. Devemos utilizar recipiente de vidro, devidamente limpos e secos, de preferencia com rôlha de vidro e na folha desta pode-se usar uma cortiça recoberta com estanho com estanho ou folhas de alumínio. A rolha de ser de plástico.

Quando fizermos a retirada do óleo devemos deixar escorrer um pouco antes de recolhermos a amostra a fim de limpar o bico da drenagem.

As amostras devem ser envoltas em papel opção, afim de proteger o óleo da ação da luz. A amostras devem ser rotuladas com os seguintes dados:

A. marca do trafo

B. óleo usado

C. tempo de uso

D. potência do trafo

E.

nome e endereço do local onde o trafo está instalado

06.

Recuperação do óleo:

Quando for economicamente viável a recuperação do óleo esta pode ser feita pelos seguintes processos:

A. filtração ou tratamento a vácuo

B. centrifugação

06.4 : medidor de rigidez dieltrica de óleos isolante.

Estes aparelhos são basicamente construídos para produzir uma elevação de tensão em seus terminais. Onde estão ligados os eletrodos e não normalmente constituído de :

Pg.41

MEDIDAS ELÉTRICAS

2.0.

Um trafo elevador cujo primário é ligado ao secundário do auto-trafo e o secundário é ligado aos eletrodos.

3.0.

Um voltímetro que indicará o valor da tensão disrruptiva.

4.0.

Proteção através de fusíveis e disjuntores.

5.0.

Recipiente de ensaio ( cuba ) de material isolante e inatacável pela gasolina ou bensina.

de material isolante e inatacável pela gasolina ou bensina. 06.5: Metodo de ensaio: 1.0 Limpar a

06.5: Metodo de ensaio:

1.0

Limpar a cuba e os eletrodos com camurça ou papel e lavá-los com bensina ou gasolina ate que fique isentos de fibras.

2.0

Ajustar a distância da cuba e do óleo para o valor correspondente ao sistema de ensaio.

3.0

A temperatura da cuba e do óleo devem estar entre 20º a 30ºC e a de ambos devem ser a mesma. Para temperaturas fora destes limites os resultados não serão os corretos.

4.0

Colocar o óleo na cuba ate cobrir complemente os eletrodos. (o nivél normalmente vem indicado no recipiente )

5.0

Agitar o óleo em movimento circular a fim de que ele seja homogêneo antes de ensaio. Isto é fundamental em óleos já utilizados, pois as impurezas rendem a depositarem-se no fundo durante o ensaio.

6.0

Aguardar inicialmente três minutos antes de começar a variação de tensão para que as bolhas de ar sejam eliminadas

7.0

Reproduzir a variação de tensão na ordem de 3Kv por segundo ate que se verifique uma descarga continua a qual segue-se o desligamento automatico do aparelho. Desprezar as descargas ocasionais e momentâneas se possa verificar.

Pg.42

MEDIDAS ELÉTRICAS

9.0 Realizar cinco ensaios consecutivos com intervalos de um minuto para a mesma amostra. Após estes cinco ensaios o óleo deve ser renovado. Continuar o ensaio ate que de três séries de cinco ensaios não apresente uma diferença maior que

10%.

06.6 : Tabela constante “C “

Afastamneto

CEB

USE

VDE

ASE

BSS

ASA

1.0 mm

10.7

10.5

0.1

10.5

10.5

10

2.0 mm

5.7

5.6

5.2

5.6

5.6

5

3.0 mm

3.9

3.5

3.9

3.9

-----

4.0 mm

3.1

-----

3.1

3.0

----

Kv/Cm = * Kv ( lido )

Tipos de eletrodos:

1.0

CEB

ELETRODO ESFÉRICO COM DIAMETRO DE 10.0mm

2.0

USE/A

ELETRODO ESFÉRICO COM DIAMETRO DE 12.5 mm

SE

3.0

BSS

ELETRODO ESFÉRICO COM DIAMETRO DE 13.0 mm

4.0

VDE

CALOTA ESFÉRICA COM DIAMETRO DE 50.0 mm E RAIO DE 25.0mm

5.0

ASA

PLACAS PLANAS COM DIAMETRO DE 1.0 mm

Observação:

Para placas planas de 1”de diametro e afastamento de 0.1”, o valor minimo para ocorrer a tensão disrruptiva e de 22 KV.

07.0 Freqüencímetro.

A medição da freqüência da corrente alternada pode efetuar-se por comparação com uma ou outro freqüência conhecida e através de métodos denominados de ressonância. Os métodos comparativos são variados e de atenção a medidas de laboratórios . Os métodos de ressonância são usados na industria e nas aplicações comuns, permitindo os instrumentos deste tipo realizar leituras diretas.

07.1 freqüencimetros eletrodinâmicos.

Os freqüencimetros eletrodinâmicos são construídos com circuitos eletricamente ressonantes. Como regra geral possuem dois circuitos sintonizados: um deles em uma freqüência menor que pode indicar o instrumento, estando o segundo circuito, em uma freqüência ligeiramente superior á máxima. Estes sistemas ressonantes são combinados com sistemas eletrodinâmicos de bobina cruzadas. Funcionam baseado no fato de que a corrente que circula através de

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.43

uma reatância diminui ao aumentar a freqüência , ao passo que aumenta ao circular por uma reatância capacitiva.

passo que aumenta ao circular por uma reatância capacitiva. 07.2 Freqüência de lingüeta vibratória. Estes

07.2 Freqüência de lingüeta vibratória.

Estes instrumentos baseiam-se em um princípio de ressonância mecânica . A ressonância entre os períodos dos momentos vibratórios de um determinado

em um princípio de ressonância mecânica . A ressonância entre os períodos dos momentos vibratórios de

MEDIDAS ELÉTRICAS

Pg.44

corpo, o que é próprios dos momentos vibratórios de um determinado corpo, o que lhe é o próprio e o ele recebe isto é movimentos de vibrações forçadas cuja amplitude é a máxima. Assim, por um percurso qualquer , cria-se outro movimento oscilatório de igual freqüência, denominando-se excitador ao primeiro sistema e ressonância ao segundo. Uma lâmina de aço submetida á influencia de um campo magnético alternado vibrará com amplitude máxima quando a freqüência de campo magnético coincida com a freqüência própria da ressonância da lingüeta. Baseado neste principio constroen-se freqüencimetros denominados de liquetas vibratória as lingüetas destes instrumentos possuem as extremidades anteriores dobradas e de cor branca, ajustando-se mecanicamente para que possuam diferentes freqüências de oscilações própria, dispondo-se uma ao lado da a outra. Se são exiladas mediante um campo alternado de um eletroimã por ressonância, oscilará com o máximo de intensidade a lingüeta, cuja freqüência própria coincida com a corrente excitante. Estes freqüencímetros devido a sua construção simples e a sua exatidão ( toleranca entre 0.3 a 0.5 % ) são os maios empregados, tanto no campo como laboratório. Ajustagem dos aparelhos de lingüeta é relativamente simples, apresentado porém o inconveniente de desajustes quando o aço empregado na confecção das lingüetas não é de ótima qualidade e não é submetido a tratamento térmico .

08.0 ponte de WHEATSTONE.

É um instrumento que serve para diminuir o valor de resistência desconhecida com grande precisão.

08.3 Principio de funcionamento.

R1 e R2

Resistência fixa e de valor conhecido

R3

Resistência variável

Rx

Resistência desconhecida

R1 e R2 Resistência fixa e de valor conhecido R3 Resistência variável Rx Resistência desconhecida

Pg.45

MEDIDAS ELÉTRICAS

G

Galvanômetro

V

Bateria

08.3 Principio de funcinamento

1.0 Para que a ponte esteja em equilibrio I0=0 2.0 Para que o Ig seja igual a zero é necessário que o Vcd = 0 3.0 Para que a tensão Vcd=0, temos que Ter a queda de tensão Vac=Vad e Vcb=Vdb

 

I1

R2

(

tomando

Vac

=

Vad

=

 

I2

R1

I1

Rx

(

tomando

Vcb

=

Vdb

=

 

I2

R3

 

Substituindo

a

 

equação

2

na

 

Rx * R1

=

R2 * R3

 

1 )

2 )

equação

1, temos :

08.4 ponte Wheaststone de fio.

2 na   Rx * R1 = R2 * R3   1 ) 2 ) equação

Pg.46

09.0 luximetro.

MEDIDAS ELÉTRICAS

É um instrumento que se destina o nível de iluminamento ( lux ) em ambientes

abertos ou fechados onde existe iluminação natural e / ou artificial.

09.2 Fotocélula.

09.3 Tipos de levantamentos .

artificial. 09.2 Fotocélula. 09.3 Tipos de levantamentos . 1.0. Geral; É feita uma medida a cada

1.0.

Geral;

É feita uma medida a cada M2 com a fotocélula a 85 cm do piso. Depois é feita a

média das leitura efetuadas .

3.0 Local de trabalho ;

A medida é efetuada sobre o local de trabalho . pode-se também fazer uma media das leitura efetuadas.

Obs: Em ambos os casos devemos verificar se os valores obtidos estão de acordo com os previsto em norma.