QUESTÕES DE DIREITO CIVIL – 2 Parte1 (TJSC – 2003) 1ª Questão: Sob o prisma do Código Civil em vigor, assinale, no referentemente ao tema

INVALIDADE DO NEGÓCIO JURÍDICO (art. 166), a alternativa INCORRETA: a) O fato de ser indeterminável o seu objeto anula o negócio jurídico. b) É nulo o negócio jurídico quando a lei proíbe-lhe a prática, sem cominação de sanção. c) É nulo o negócio jurídico quando tiver ele por objetivo fraudar lei imperativa. d) O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação. e) O negócio jurídico nulo não convalesce pelo decurso do tempo.

(TJSC – 2003) 2ª Questão: É correto afirmar-se que, de acordo com o Código Civil atualmente em vigor: a) Comete ato ilícito aquele que, mesmo atuando com omissão, não causa danos de qualquer espécie a outrem. b) Comete ato ilícito aquele que causa danos a outrem, ainda que não tenha havido, de sua parte, ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência. c) Comete ato ilícito aquele que, ao exercer um direito do qual é titular, excede manifestamente os limites impostos pelo fim social desse direito. d) Não comete ato ilícito aquele que, ao exercer um direito do qual é titular, excede os limites da boa-fé. e) Todas as alternativas são incorretas. (TJSC – 2003) 3ª Questão: Assinale a alternativa correta: a) Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes. b) A prescrição só pode ser alegada, pela parte a quem aproveita, antes de ser proferida sentença de mérito na ação em que deve ser ela argüida. c) O protesto cambial não interrompe a prescrição. d) A prescrição só pode ser alegada pelo próprio titular do direito em via de ser por ela atingido. e) Todas as alternativas são incorretas. (TJSC – 2003) 4ª Questão: Assinale a alternativa correta: a) As prestações relativas a imóveis serão pagas, sempre, no lugar previsto contratualmente para o pagamento, ainda que diverso do local de situação do bem. b) Mesmo que ocorra motivo grave, o devedor não poderá efetuar o pagamento em lugar diverso do previsto contratualmente, ainda que não decorra prejuízo para o credor. c) O pagamento reiteradamente feito em outro local, faz presumir a renúncia do credor relativamente ao previsto no contrato. d) O pagamento será feito sempre no domicílio do devedor, não podendo as partes convencionar local diverso para o cumprimento da obrigação. e) Todas as alternativas são incorretas. (TJSC – 2003) 5ª Questão: Nos contratos de compra e venda, assinale, dentre as respostas abaixo, a única alternativa correta: a) É condição de validade do contrato a fixação de preço certo no próprio instrumento contratual. b) A fixação de preço não pode ser feita em função de índices e parâmetros, ainda que suscetíveis de objetiva determinação. c) O preço corrente nas vendas habituais do vendedor é critério válido de atribuição do preço, quando a venda foi feita sem fixação do preço ou de critérios válidos para a sua determinação e não houver tabelamento oficial para o objeto do contrato. d) Todas as alternativas são corretas. e) Nenhuma das alternativa é correta.

(TJSC – 2003) 6ª Questão: No que se refere aos contratos de SEGURO, assinale a alternativa correta: a) No seguro de pessoas, a apólice ou bilhete podem ser ao portador. b) Os agentes autorizados do segurador, presumem-se seus representantes para todos os atos relativos aos contratos que agenciarem. c) No seguro de responsabilidade civil, o segurador não garante o pagamento de perdas e danos devidos pelo segurado a terceiros. d) A instituição de companheiro como beneficiário não é válida, se o segurado era apenas separado de fato na época da instituição. e) É valida a cláusula que exclui o pagamento por suicídio, a qualquer tempo, do segurado. Gabarito: 1 - anulada; 2 - C; 3 - E; 4 - C; 5 - C; 6 - B. (TJSC – 2002) 1 a Questão: O casamento civil vincula cada um dos cônjuges aos parentes do outro pelo vínculo da afinidade, pelo que é correto concluir: a) A separação judicial dos cônjuges extingue a relação de afinidade do cônjuge inocente em relação ao culpado. b) A dissolução do casamento extingue sempre o parentesco por afinidade; c) A afinidade na linha reta não se extingue com a dissolução do casamento que a originou; d) A dissolução do casamento extingue as relações de parentesco por afinidade quando inexistentes filhos; e) A existência de culpa para a dissolução do casamento extingue as relações de afinidade entre os parentes do cônjuge culpado e o cônjuge inocente; (TJSC – 2002) 2ª Questão: Relativamente aos alimentos assinale a resposta correta: a) em nenhuma hipótese os irmãos são responsáveis pela prestação de alimentos ao irmão que deles necessite; b) o parente é obrigado a prestar alimentos ao parente que deles necessite, ainda que isso implique em desfalque do necessário ao seu sustento; c) a obrigação de prestar alimentos se transmite aos herdeiros do devedor; d) o devedor de alimentos terá que, obrigatoriamente, prestá-los em forma de pensionamento. e) Nenhuma das opções é correta. (TJSC – 2002) 3ª Questão: Com relação à tutela é correto afirmar-se que: a) o tutor pode adquirir bens do menor tutelado, desde que em hasta pública; b) o tutor só pode adquirir bens do tutelado caso sejam eles móveis; c) em hipótese alguma pode o tutor adquirir bens do menor tutelado; d) o tutor pode adquirir bens do menor tutelado, em hasta pública e desde que autorizado judicialmente; e) podem os bens do menor tutelado ser vendidos por contrato particular, quando houver manifesta vantagem para o menor; (TJSC – 2002) 4ª Questão: Nas locações, o abandono do imóvel locado por prazo indeterminado, na vigência do contrato: a) constitui infração contratual; b) rende ensejo à aplicação da pena de multa; c) sujeita o locatário ao pagamento dos alugueres que se vencerem até o termino do contrato; d) sujeito o locatário ao pagamento dos alugueres até a efetiva rescisão do contrato, via ação de despejo; e) rende ensejo à indenização, além da multa por infração contratual;

(TJSC – 2002) 5ª Questão: Com relação à posse de coisa indivisa, é correto afirmar-se que: a) se duas ou mais pessoas possuírem coisa indivisa, cada uma delas poderá exercer atos possessórios sobre a totalidade do objeto comum; b) na hipótese da alínea ‘a’, cada um dos compossuidores só poderá exercer atos de posse sobre a sua parte ideal no bem; c) os atos possessórios sobre a coisa indivisa somente terão eficácia acaso exercido por todos os compossuidores em conjunto; d) os atos possessórios praticados por um dos compossuidores excluem a possibilidade de os demais exercerem atos de posse sobre o mesmo bem; e) as coisas indivisas não são passíveis da prática de atos possessórios enquanto não definida a parte de cada um dos compossuidores; (TJSC – 2002) 6ª Questão: No que se refere às servidões, é correto afirma-se que: a) a servidão predial pode ser alvo de usucapião; b) o dono do prédio serviente pode embaraçar o uso da servidão predial; c) mesmo que às suas expensas e sem diminuição das vantagens não pode o proprietário do imóvel serviente remover a servidão predial de um lugar para outro; d) as servidões prediais são divisíveis; e) a servidão de passagem não se extingue, mesmo que tenha sido aberta estrada pública acessível ao prédio dominante. (TJSC – 2002) 7ª Questão: Nas obrigações alternativas, é correto afirmar-se que: a) a escolha cabe sempre ao credor; b) podem as partes convencionar que a escolha caiba ao credor; c) inexeqüíveis ambas as obrigações, o credor poderá reclamar o valor de ambas; d) tornadas impossíveis as prestações, ainda que inexistente culpa do credor, a obrigação não se extingue; e) em se tratando de prestações anuais, a opção, uma vez feita, é obrigatória para todas as prestações. (TJSC – 2002) 8a Questão: No que diz respeito à mora e aos seus efeitos, pode-se afirmar que: a) A renúncia dos direitos decorrentes da mora é forma de sua purgação; b) O devedor em mora responde pela impossibilidade da prestação, exceto nas hipóteses de caso fortuito e força maior; c) Ainda que agindo dolosamente, o devedor não tem responsabilidade pela conservação da coisa, na hipótese de mora do credor; d) A culpa do devedor não é requisito essencial à configuração da mora; e) Nas obrigações provenientes de delito, a mora se estabelece a partir da data da denúncia; (TJSC – 2002) 9ª Questão: Correspondentemente ao instituto da compensação, assinale-se a única alternativa correta: a) O nosso Código Civil admite a compensação de coisas infungíveis; b) Dívidas ilíquidas são passíveis de compensação; c) De regra, o fiador pode compensar a sua dívida com a de seu credor ou afiançado; d) É admissível a compensação de dívidas líquidas e vencidas, ainda que um dos devedores tenha a ela renunciado; e) Aquele que se obriga por terceiro pode compensar a dívida decorrente dessa obrigação com que o credor a ele dever; (TJSC – 2002)

(TJSC – 2002) 11ª Questão: Com relação aos contratos de compra e venda. que sejam primeiros excutidos bens do devedor. em eventual execução.cepcionada pela Constituição de 1988. examine as afirmações abaixo. Diante desta afirmativa. c) A transação entre o credor e um dos devedores solidários não extingue a obrigação quanto aos demais devedores. que manteve o comando legal quando posteriormente alterou requisito para a adoção. assinale a alternativa INCORRETA: a) A fiança não pode vincular bens do próprio afiançado. opte por uma das asserções seguintes. d) A fixação do preço pode ser deixada ao exclusivo arbítrio do adquirente.D.A. ainda que um dos transatores não tivesse conhecimento da sentença. 11 – B. 10 – B. d) obrigando-se o fiador como devedor solidário.C. 3 . o ato será declarado inteiramente nulo. Consoante o Código Civil. (TJSP – 169 – 1997) 3. 9 . 183. 4 . (A) ao conhecer do ato. 7 . o Juiz deve anulá-lo de ofício. Menor de 21 anos vem a obter o consentimento dos genitores para se casar. b) A transação entre o credor e o devedor principal só desobriga o fiador deste se as partes assim o estipularem expressamente. 6 . deverá ser preservada de qualquer constrição sua meação. b) A fixação do preço pode ser deixada à taxa do mercado.A.C. assinalando a correta: a) É nula a cláusula que deixar a fixação do preço ao arbítrio de terceiro. art. . como também todos os acessórios e as despesas judiciais desde a citação do fiador. em transação. c) A fiança sem limitação garante. c) A fixação do preço pode ser deixada ao exclusivo arbítrio do vendedor. (B) Caso inexistente a regra. 8 . se o fiador não renunciou expressamente ao benefício pode ele exigir.A. (D) A norma perdeu vigência. Outorgada fiança por marido. Gabarito: 1 . em eventual execução.B. (A) A regra legal tem em conta que o adotado já se achava totalmente integrado ao genitor quando do surgimento do filho biológico. V. (B) para que decretada seja a nulidade. o adotado não pode casar com o filho superveniente ao pai ou à mãe adotiva. a fiança que a garante é válida. perde ele o direito de exigir. os riscos do preço correm por conta do vendedor. 2 .E. é necessária a demonstração de prejuízo patrimonial para a esposa. (C) Houve mero lapso do legislador. primeiramente a excussão em bens do devedor. (TJSP – 169 – 1997) 2. e) A transação a respeito de litígio decidido por sentença passada em julgado é válida e eficaz. porquanto não re. d) Admite-se a imposição. b) Resultando a nulidade da obrigação de incapacidade pessoal do devedor. não só a obrigação principal. (C) mediante pedido da mulher. (D) se ela o pedir. sem a anuência da esposa.C. e) Até a tradição da coisa. (TJSP – 169 – 1997) 1.10ª Questão: Quanto ao instituto da “TRANSAÇÃO”. (TJSC – 2002) 12ª Questão: Referentemente à fiança. e) ainda que o devedor seja insolvente ou falido. esta subsiste íntegra quanto às demais. manifestar-se-ia mais incisivamente a ausência de vínculo consangüíneo entre o adotado e o filho superveniente ao pai ou à mãe adotiva. 5 . de pena convencional. podemos afirmar que: a) Nula uma das cláusulas da transação. 12 E.

diante a lavratura do pacto antenupcial. (C) Nada terá que entregar ao dono do cavalo por ter inexistido qualquer prejuízo para ele. e pretendeu inscrever hipoteca que recaía exatamente sobre o mesmo bem. (B) Pode optar por qualquer regime de bens. aí compareceu C. superava. o valor de ambos os créditos. como partícipe do benefício. (C) Terá que se casar no regime legal de comunhão parcial de bens. (TJSP – 169 – 1997) 8. (TJSP – 169 – 1997) 4. por meio de ação. para a inscrição de uma segunda hipoteca. B. hipoteca garantidora de seu crédito. o proprietário transferiu o domínio. alienou-o. (D) Será tida como improcedente a ação. para a lavratura de pacto antenupcial. Assinale a alternativa correta. exigir percentual sobre o valor do prêmio. Viúvo. durante viagem à Europa. (TJSP – 169 – 1997) 5. notoriamente. A contestação aduz que a posse é um fato material. D. ele mesmo. (B) Poderá. Apesar disso. tendo sido efetivado o registro e assegurada a posse para o adquirente. cavalo de corrida sob a guarda do amigo P. se ficar provado que o preço pago foi o de mercado e que nenhum prejuízo adveio para o alienante. (TJSP – 169 – 1997) 7. Aponte a alternativa correta. O serventuário não o fez. após a desocupação do imóvel pelo vendedor. ele alienou imóvel de sua propriedade. Sua filha. (A) O ato deve ser declarado nulo. Às 17:00 horas do mesmo dia. pelo que haveria falta de legitimidade para o autor da ação reintegrar-se por ainda não haver exercido qualquer posse. Por testamento. argüiu a nulidade da transferência. ele se opusesse ao pedido. em muito. No dia 04 de outubro de 1978. (A) Deve ser tida como nula a alienação. (A) A defesa deve ser acolhida pelo juiz. . Este o inscreveu em corrida de que o cavalo foi ganhador. (D) apenas poderá inscrever a segunda hipoteca se a primeira. ouvido o primeiro credor. (B) A alienação será anulável apenas se demonstrado que o adquirente conhecia a cláusula aludida. me. (B) apenas poderia manter a recusa se. dele se apossara. (D) O ato será validado se o comprador ignorava a interdição. veio. fora deixado para legatário. Tão logo obtido o formal de partilha. a argüir. dada a incapacidade. (D) Terá que se casar no regime de separação de bens. por entender que havia óbice legal. A. imóvel com a cláusula de inalienabilidade para que não pudesse se desfazer do bem. (C) O ato somente será anulado se comprovado que. deixou. em benefício próprio. o pródigo incidiu em erro. (C) inexiste qualquer amparo legal para a sua conduta. já falecidos os pais e destituído de filhos. Houve decreto judicial de interdição do pródigo. ao realizá-lo. (TJSP – 169 – 1997) 6. Na escritura de compra e venda do imóvel. Este ajuizou ação de reintegração de posse contra terceiro que. Sobre o serventuário é correto dizer que (A) conduziu-se corretamente. (B) O ato não é passível de anulação.(A) Na qualidade de menor púbere não se legitima. (A) Apenas teria que o entregar ao proprietário se demonstrado que agira abusivamente. F. (C) Será desacolhida a ação por ausência de legítimo interesse da filha. (D) Terá que entregar o prêmio ao proprietário. a nulidade do ato alienativo. inscreveu no registro de imóveis. pelo próprio valor do imóvel. consistente o prêmio em avultadíssimo valor.

Fundamentos. porque houve transmissão da posse na escritura. relativamente. Poderá ser alegada por qualquer interessado ou pelo MP. (C) O argumento da defesa é errôneo. relativamente. pois reclamaria a presença de um possuidor esbulhado.A. tutores ou curadores. (TJSP – 169 – 1997) 9. tentado retornar à posse do imóvel. 5 . correta e respectivamente. (B)Anulável. (B)São incapazes. por preço a ser pago mediante um pequeno sinal e mais trinta prestações. é nulo ou anulável? Quem poderá argüir o vício? (A)Nulo. porém. (TJSP 170 – 1998) 2. relativamente. (D) não quitara os tributos que incidiriam sobre o solo. 4 . São representados pelas pessoas a quem a lei determinar. (C) apenas deixara o autor placa fixada no imóvel.(B) Apenas se justificaria a ação se o autor houvesse. em que se arrogava a propriedade. A doutrina. argüido também por este um usucapião. 3 .D. Com 10 (dez) anos de exercício de posse foi proposto o pedido de usucapião. Foi estipulada cláusula de arrependimento. pode se opor ao desfazimento porque o direito de arrependimento se extingue com o pagamento do sinal e da primeira prestação. Poderá ser alegada somente pelo MP. quais são as pessoas relativamente incapazes e por quem é representado o relativamente incapaz. não pode se opor ao desfazimento porque o direito de arrependimento só se extingue quando pago todo o preço. (D) É impossível a ação.C. Assim.A validade do ato jurídico requer agente capaz. (D) G. São representados pelos pais. 7 . Discriminação e justificação em face do contexto legal. 9 . Conseqüências. . 6 . Recusa-se a novos pagamentos e deposita tudo quanto havia recebido com correção monetária e juros. comprometeu-se a vender um imóvel para G. Poderá ser alegada por qualquer interessado ou pelo MP. sem a devida representação. os maiores de 16 e os menores de 21.B. sendo certo que possuidor era o alienante do imóvel.Assinale a alternativa que indica. notificando o compromissário para desfazer o negócio. 2 . de ofício. os menores de 16 e os pródigos. (B) G. ou pelo Juiz. Gabarito: 1 . o ato praticado pelo absolutamente incapaz. (D)Anulável. podendo o compromitente vendedor desfazer o negócio com a devolução de tudo quanto recebera mais correção monetária e juros. Não poderá. na prática de um negócio. (TJSP 170 – 1998) 1. F. ser acolhido.C.D. objeto lícito e forma prescrita ou não defesa em lei. veio a exercer o direito de arrependimento. (TJSP – 169 – 1997) 10. 8 .C. não pode se opor ao desfazimento porque o direito de arrependimento só se extingue com o pagamento de mais da metade do preço.B. porque (A) em ação reintegratória de 3(três)anos antes. (A)São incapazes. Poderá ser alegada somente pelo MP. F. promovida a ação contra terceiro. (B) foi notificado o autor. (C)São incapazes. na incerteza da capacidade econômica do compromissário. (C) G.A. tendo-a cercado sem que concretizada estivesse sua posse. (C)Nulo. os menores de 16 e os pródigos. São representados só pelos pais. dois anos antes da propositura. mediante desforço imediato. 10 . fora a possessória julgada improcedente. (TJSP – 169 – 1997) DIREITO CIVIL Casos de casamento inexistente.D. (A) G. de que sua posse era ilegal. Depois de receber o sinal e 3 (três) prestações. não pode se opor ao desfazimento porque a previsão de arrependimento é expressa.

denominado casamento oculto. Ocorre quando o outro estiver acometido de doença mental de cura improvável. a seguir.Assinale a alternativa que indica a correta seqüência dos atos judiciais no procedimento inicial da separação judicial. os maiores de 16 e os menores de 21. (TJSP 170 – 1998) 6. em virtude de grave violação dos deveres do casamento. se assim considerar necessário. 192 do Código Civil. São assistidos pelas pessoas a quem a lei determinar. Por quê? Há exceção a essa regra? Qual? (A)Porque a puberdade sempre foi exigida como condição de casamento. (B)Porque o impedimento é absoluto. Não há exceção. (D)Separação-sanção. na busca de reconciliação. não se cumprirão todas as formalidades previstas no art. em virtude de grave violação dos deveres do casamento e que tornou insuportável a vida em comum. os pródigos e os silvícolas. Separação-remédio. manifestada antes do casamento e que torne impossível a continuação da vida em comum.Quais são as hipóteses de separação judicial e no que consistem? (A)Separação-sanção. imputada por um cônjuge a outro. Ocorre quando o outro estiver acometido de grave doença mental. Após essa fase. (B)O juiz deverá ouvir pessoal e separadamente cada uma das partes. ou seus representantes com a presença facultativa dos advogados. manifestada após o casamento. (A)O juiz deverá ouvir as partes. em virtude de violação dos deveres do casamento e que tornou insuportável a vida em comum. os advogados poderão participar dos entendimentos. a enfermidade tenha sido reconhecida de cura improvável. Não há exceção. (TJSP 170 – 1998) 5. em conjunto e na presença obrigatória dos advogados. (TJSP 170 – 1998) . na tentativa de reconciliação.Não podem casar as mulheres menores de 16 anos e os homens menores de 18.(D)São incapazes. reunilas em sua presença. imputada por um cônjuge a outro. (D)O Juiz deverá ouvir pessoal e separadamente cada uma das partes e. (TJSP 170 – 1998) 4. em virtude de violação dos deveres do casamento. também chamado de clandestino. Nela as partes discutem a culpa. na busca da reconciliação. presentes obrigatoriamente os advogados respectivos. que torne impossível a continuação da vida comum. Nela basta provar a ruptura da vida em comum há mais de um ano consecutivo. Há exceção única. para evitar a imposição de pena criminal. Nela as partes discutem culpa. Ocorre quando o outro estiver acometido de grave doença mental. Nela basta provar a ruptura da vida em comum há mais de cinco anos consecutivos. Há exceções. (C)Porque o impedimento é previsto na lei de registros públicos. (TJSP 170 – 1998) 3. Nela basta provar a ruptura da vida em comum há mais de um ano consecutivo e a impossibilidade de sua reconstituição. Separação-falência. Separação-falência. Para evitar a imposição ou o cumprimento de pena criminal e quando grávida a menor. (D)Porque a puberdade sempre foi exigida como condição do casamento. Nela as partes discutem culpa. desde que após uma duração de cinco anos. Separação-remédio. Nela basta provar a ruptura da vida em comum há mais de cinco anos consecutivos. relativamente. também chamado de “mão esquerda”.O casamento “nuncupativo” é (A)uma forma especial de celebração do ato nupcial em que. imputada por um cônjuge a outro. Separação-falência. (C)Separação-sanção. (D)uma forma especial de celebração do ato nupcial. em atenção à boa fé de um ou de ambos os consortes. (C)uma forma especial de celebração do ato nupcial. devido à urgência do caso e por falta de tempo. (B)Separação-sanção. sem a presença dos advogados. o matrimônio anulável produz efeitos civis válidos em relação aos conjuges e à prole. (B)quando. Nela as partes discutem culpa. Separação-remédio. imputada por um cônjuge a outro. bem como um certo grau de desenvolvimento intelectual. (C)O Juiz poderá ouvir as partes. denominado casamento morganático. Separação-falência.

A. A posse consiste na intenção de exercer sobre a coisa um poder no interesse próprio. em seu art. 226.96. mantendo a matéria no âmbito da responsabilidade civil. ingressando a matéria no campo do direito de família. (D)Ambas as leis estão com a vigência suspensa. 485.278 levou a matéria para o campo do direito de família. Dizer do que passaram a tratar. Poderá dispor da legítima. 2 . 9 .D. § 3º. 4 . Poderá dispor só da metade da herança.Diz o art. (C)São os descendentes por jus sanguinis.C. Seguiram-se as leis nºs 8.A. com sua teoria subjetiva. a visibilidade do domínio.A. (C)De Savigny.A. com sua teoria objetiva. A posse é conduta de dono. Conceituação e requisitos.971 veio regulamentar o direito dos companheiros a alimentos e à sucessão. (D)De Savigny. seja proveniente de reparação decorrente de homicídio. 3 . o uso econômico da coisa. em qualquer situação e sem limite. que. (B)Sim.971. (C)A lei 8. unicamente. Do que passaram a cuidar? (A)A lei 8. (TJSP 170 – 1998) Ação direta de divórcio.05. (D)Sim. não respondem por encargos superiores às forças de herança. desde que a indenização fixada. Respondendo os herdeiros pela indenização total.278 veio instituir a chamada união estável entre conviventes. de 29. no entanto. é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar. Normas da Constituição Federal e da Lei do Divórcio que cuidam dessa matéria.A. A lei 9. Porque se trata de obrigação personalíssima.Dissertação Dos alimentos.O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la transmitem-se com a herança? Por quê? (A)Não. (B)Igual acima. não sendo personalíssima. e 9.D. Poderá dispor só de um quarto da herança. com sua teoria subjetiva. Respondendo os herdeiros. A posse caracteriza-se pela conjugação de dois elementos: o corpus e o animus. (B)São apenas os descendentes do falecido. por decisão do Supremo Tribunal Federal. que “considera-se possuidor todo aquele que tem de fato o exercício pleno ou não de algum dos poderes inerentes ao domínio ou propriedade”. Porque a obrigação. (TJSP 170 – 1998) 10. de 10. O Código Civil adotou teoria de quem? Como se define? (A)De Ihering. devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. do Código Civil. 8 . É.7. então. (TJSP 170 – 1998) 8. 5 . de que parte da herança o testador poderá dispor? (A)São apenas os descendentes e ascendentes do falecido. Conceito de “família” perante a Constituição Federal.Quem são os herdeiros necessários? Em havendo.12. (TJSP 170 – 1998) 9. (C)Sim. opera entre os seus herdeiros que.278. A lei 9.tuando fora das forças da herança. Gabarito: 1 . (D)São apenas os descendentes até os filhos e os ascendentes até os pais. a exteriorização da propriedade. (B)De Ihering. o direito dos companheiros a alimentos. com a diferença de que a lei 9. Poderá dispor só da metade da herança. “para efeito da proteção do Estado.278 veio instituir a chamada união estável entre conviventes. com sua teoria objetiva.C.D. no entanto. 6 . A posse consiste na detenção física da coisa. 7 . (TJSP – 174 – 2002) Direito Civil . após a Constituição da República de 1988.Estabelece a Constituição Federal. União estável.94.971 veio regulamentar. (TJSP – 174 – 2002) . mesmo se si. Leis editadas sobre o tema “concubinato-convivência”. 10 .

(B) é instituto afeto exclusivamente ao Direito de Família. (C) depende sempre de decisão judicial. A obrigação natural (A) é instituto afeto exclusivamente ao Direito de Família. ao dispor que. sendo desprovida de . ato do outro genitor. sendo menor. (B) quando outorgada pelos pais. ou. assinale a resposta correta. (C) não é prevista no Código Civil. (A) não pode reaver dele o que haja pago. (A) É vitalício. ainda que o dano tenha sido cometido por menor. mas não a todos os campos do Direito Positivo. (D) seu credor não tem ação. (C) pode reaver dele o que haja pago. (TJSP – 174 – 2002) 6. A emancipação civil. abrange sempre a metade dos bens do cônjuge falecido. por morte ou interdição. desde que os pais do causador do dano sejam insolventes. Se avô ressarce dano causado por neto. 4o. (B) dirigida a todos os campos do Direito Positivo. (D) o direito a alimentos só é prescritível em relação aos capazes. o Juiz decidirá de acordo com a analogia e os costumes. (A) é ato exclusivo dos pais. no regime legal ora vigente. (TJSP – 174 – 2002) 3. quando civilmente capaz o neto e o dano tenha sido cometido após atingida a capacidade civil. Quanto aos alimentos. (B) as prestações periódicas das pensões alimentícias fixadas por sentença ou convencionadas entre as partes prescrevem em dois anos. (D) pode ser outorgada por escritura pública ou particular. é correto dizer que (A) as prestações periódicas das pensões alimentícias fixadas por sentença ou convencionadas entre as partes prescrevem em cinco anos. com exceção do Direito Penal. da Lei de Introdução ao Código Civil. (B) pode reaver dele o que haja pago. O art. (C) que se aplica ao campo do Direito Privado. (TJSP – 174 – 2002) 4. conjuntamente. ou por um deles. não podendo ser sujeitos passivos das obrigações naturais os absolutamente incapazes. (D) pode reaver dele o que haja pago. (D) Deriva do Direito Sucessório. dar-se-á a representação ou assistência. (C) Quando cabível. é norma (A) dirigida exclusivamente ao campo do Direito Privado. podendo ser sujeitos passivos das obrigações naturais os absolutamente incapazes. hipótese em que.1. (B) Cabe em relação a todos os regimes de bens no casamento. e não do Direito de Família. (D) que se aplica a todos os campos do Direito Positivo. depende de escritura pública. (TJSP – 174 – 2002) 5. hipótese em que este será representado ou assistido na ação respectiva. (TJSP – 174 – 2002) 2. ante a omissão da lei. Com relação ao usufruto vidual. fazendo cessar a incapacidade relativa do filho. (C) são imprescritíveis. na falta de um deles.

ou dos filhos brasileiros.A.D. companheiro ou companheira brasileiros legitimados à sucessão. 7 . tendo em vista o fato de ser ou não suscetível de se mover. de turbação de posse e ante justo receio de moléstia à posse. 8 . quanto aos bens não imóveis. 4 . (C) sempre pela lei brasileira. 10 . (C) bem incorpóreo. ou quem os represente. (D) cabe nos casos de esbulho. O direito à sucessão aberta considera-se para os efeitos legais (A) bem imóvel.exigibilidade. (TJSP – 174 – 2002) 8. 9 . (B) sempre pela lei brasileira. (C) cabe apenas nos casos de esbulho ou de turbação de posse. A sucessão de bens de estrangeiros. (TJSP – 174 – 2002) 10. (A) subsiste para todos o encargo de pagar o equivalente e as perdas e danos decorrentes da impossibilidade. quando situados tais bens no Brasil.C. 5 . (C) fica insubsistente a solidariedade passiva. (B) cabe apenas a quem seja. (TJSP – 174 – 2002) 9. e sempre pela lei do país onde era domiciliado o defunto ou o desaparecido. . o desforço imediato (A) cabe ao possuidor apenas nos casos de turbação de posse.D. passando o devedor que impossibilitou a prestação a responder isoladamente pelo encargo de pagar o equivalente e pelas perdas e danos decorrentes.D. (A) dispensa-se o consentimento dos pais. o consentimento do pai é suficiente. é mister o consentimento de ambos os pais”. (D) os devedores solidários não culpados respondem somente por perdas e danos decorrentes da impossibilidade. Supondo-se tratar-se de filho concebido e nascido fora do matrimônio.A. (B) bem móvel. conforme resulte de ser apreciado em si mesmo o que o integre. Na defesa da posse.D. 6 .A. quanto aos imóveis. apenas. 3 . será regulada (A) sempre pela lei do país em que era domiciliado o defunto ou o desaparecido. (TJSP – 171 – 1998) 01. sendo filhos legítimos. bastando a assistência do Ministério Público. O artigo 185 do Código Civil dispõe: “Para o casamento dos menores de 21 (vinte e um) anos. possuidor direto e indireto. (B) (C) necessário se torna o consentimento da mãe. em benefício do cônjuge brasileiro.B. Gabarito: 1 . sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do defunto ou desaparecido. ao mesmo tempo.C. por morte ou ausência. (TJSP – 174 – 2002) 7. (D) bem móvel ou imóvel. (B) os devedores solidários não culpados respondem somente pelo encargo de pagar o equivalente. Tornando-se impossível a prestação por culpa de um dos devedores solidários. 2 . desde que aqui aberta a sucessão (D) pela lei brasileira.

as partes estabelecem que a falta de pagamento de qualquer delas. será possível entender-se como antijurídica. Leia os itens abaixo. porém com pagamento à vista. (B) (C) (D) cláusula de arrependimento e registro no Cartório Imobiliário. A mulher casada legalmente passa a sofrer de incapacidade mental de caráter absoluto. são corretas apenas as afirmações dos itens I. II. Em um contrato de compromisso de compra e venda de bem imóvel. em face do Código de Proteção ao Consumidor. são corretas todas as afirmações. por novo casamento precedido de alvará judicial. poderá(ão) requerer a ação respectiva. encontra-se parcialmente correta. como representante de incapazes. à exceção do item III. a rescisão do contrato não se mostrará possível. (TJSP – 171 – 1998) . o juiz poderá decretar a perda parcial das prestações pagas. (TJSP – 171 – 1998) 03. Se os cônjuges divorciados pretenderem restabelecer a união conjugal. a afirmação. desde que não tenham partilhado os bens e permaneçam no mesmo domicílio conjugal. para assegurar à parte direito real deverá conter. a afirmação. que resultou em sua interdição. (TJSP – 171 – 1998) 04. A conclusão é no sentido de que (A) (B) (C) (D) mostra-se correta apenas a afirmação do item IV. além das assinaturas do vendedor e do comprador. do total das prestações anteriormente pagas. II e III. (TJSP – 171 – 1998) 02. que importe em causa para separação judicial. apenas. celebração por compromisso particular. (B) (C) (D) a mulher. (C) (D) por novo casamento. o Ministério Público. O contrato de compromisso de compra e venda de bem imóvel não loteado. desde que constituído em mora o comprador. IV. os filhos maiores da interdita. mesmo com pagamento em prestações. poderão fazê-lo (A) por petição conjunta endereçada ao juízo que decretou o divórcio. Se seu marido cometer ato grave.(D) os dois genitores devem consentir. (A) a própria mulher. referentes à situação exposta: I. celebração por escritura pública. ao tomar conhecimento do fato. (A) ausência de cláusula de arrependimento e registro no Cartório do Registro de Imóveis. em benefício do vendedor. são corretas todas as afirmações. (TJSP – 171 – 1998) 05. (B) por petição conjunta endereçada ao juízo do divórcio. III. representada pelo seu Curador. com pagamento do preço em prestações. acompanhada pelo Ministério Público. celebrado em 1988. implicará em sua rescisão com a perda.

O artigo 82 do Código Civil exige. Assim sendo. (B) (C) tenha a capacidade de fato. (C) (D) ocorra um acontecimento natural involuntário. (B) ela começa a existir com a promulgação. (A) apenas o ser humano é dotado de personalidade. a capacidade de aquisição. que possui normatização específica. É correto dizer que (A) somente no caso de Maria ter morrido antes de João. morre o casal João e Maria. é preciso que (A) simplesmente aconteça um fato. João tinha como parente vivo apenas um tio e Maria. quarenta e cinco dias depois de publicada. que o agente seja capaz. Fatos jurídicos são acontecimentos em virtude dos quais começam. Eles não possuem descendentes nem ascendentes vivos. seja dotado de personalidade jurídica. a massa falida e a herança jacente também são dotados de personalidade. a filha viva da prima falecida de Maria seria a única herdeira. (TJSP – 171 – 1998) 10. (D) no silêncio da lei editada. a herança de João beneficia seu tio e a herança de Maria caberá à filha viva de sua falecida prima. três meses depois da publicação. associações e fundações) são dotados de personalidade. (TJSP – 171 – 1998) 09. (D) os órgãos públicos. Tal disposição legal configura a exigência de que o agente (A) tenha a capacidade de gozo. (D) no caso de comoriência. (C) a “vacatio legis” é o intervalo entre a aprovação da lei e a sua entrada em vigor. (A) ela entra em vigor. (TJSP – 171 – 1998) 07. Num acidente automobilístico. e no país. (B) a filha viva da prima falecida de Maria será beneficiada se João tiver falecido primeiro. o tio de João receberá a herança. a capacidade de ação. para a validade do ato jurídico. o fato decorra de uma atividade voluntária do homem. se modificam ou se extinguem as relações jurídicas. (TJSP – 171 – 1998) 08. quando admitida. A idéia de personalidade exprime a aptidão genérica para adquirir direitos e contrair obrigações. (B) todos os seres humanos e os entes morais (sociedades. face ao direito positivo. apenas uma filha viva de uma prima falecida. no estrangeiro. se não contiver disposição expressa referente ao início de sua vigência. Assim sendo. pessoa física. (C) apenas o ser humano com capacidade plena é dotado de personalidade.06. para que os fatos produzam efeitos na ordem jurídica. a capacidade de direito. Editada uma lei que não seja orçamentária ou tributária. (B) aconteça um fato para o qual a ordem jurídica tenha estabelecido conseqüências jurídicas. o espólio. ela entra em vigor sessenta dias da data de sua publicação oficial. (C) se ocorreu a premoriência de Maria. entrando em vigor com a publicação oficial. . a capacidade de exercício.

(TJRN – 1998) 2.. a lei e o regulamenta entram em vigor na data da publicação.. Classificação e discriminação.. (TJRN – 1998) 1...... (TJRN – 1998) 4......... Empreiteira que mantém contrato com município. Código Civil "Artigo 1087 ..087 do Código Civil estão em vigor. § 2º.. da Lei de Introdução ao Código Civil e do artigo 1.C..... 2 .. (B) é nulo. no tocante ao termo inicial de vigência da lei e do regulamento.087 do Código Civil revogou o artigo 9º.(D) tenha sempre mais de vinte e um anos de idade.D. três (03) meses depois... porque os minerais do subsolo teriam de ser adquiridos pelo município mediante desapropriação para atender a empreiteira.. toda a argila existente no subsolo de uma propriedade particular....B.B... a contrato de compra e venda. a lei e o regulamento entram em vigor noventa (90) dias depois da publicação oficial. 6 . (A) no pais e na estrangeiro..C..A obrigação resultante do contrato reputa-se constituída no lugar em que residir o proponente".A. .. Gabarito: 1 ..... adquiriu. (A) é válido somente se for celebrado por instrumento público. Obrigações contraídas por menores. 7 . (C) no pais. (C) a absolvição no juízo criminal sempre isentará o agente de responsabilidade civil (D) a decisão de arquivamento do inquérito policial impede a propositura da ação civil..... (C) os textos acima do artigo 9º.... § 2º da Lei de Introdução ao Código Civil foi revogado por tratado internacional de que o Brasil é signatário. Distinção entre nulidade absoluta e nulidade relativa. 9 .D.... Salva disposição em contrário... A indenização por ato ilícito está limitada pela seguinte regra: (A) não é possível discutir no juízo civil sobre a existência do fato ou sua autoria.DISSERTAÇÃO (TJSP – 171 – 1998) Das nulidades dos atos jurídicos... por compra..087 do Código Civil revogam-se reciprocamente.. Neste caso. quando estas questões se acharem decididas no juízo criminal... (C) é válido.. (D) é nulo...... (E) os cúmplices do crime não respondem pela indenização... até então inexplorada pelo dono do imóvel... sendo repristinado o artigo 1. da Lei de Introdução ao Código Civil e do artigo 1. § 2º.A.087 do Código Civil..... 10 .... (E) é válido.Reputar-se-á celebrado a contrato no lugar em que foi proposto" Á face destes textos legais.. DIREITO CIVIL . porque o proprietária do imóvel não é proprietário dos minerais encontráveis no subsolo.087 do Código Civil. a lei entra em vigor quarenta e cinco (45) dias depois de oficialmente publicada e o regulamento na data de sua publicação. § 2º .. (E) o artigo 9º. 3 . é correto afirmar (A) o artigo 9º revogou o artigo1. (B) a condenação no juízo criminal não torna certa a obrigação de indenizar a dano... 4 .... para construção de casas populares. porque a causa do contrato atende a interesse público.B.. (D) na pais. 8 .. § 2º. a lei brasileira entra em vigor três (03) meses depois de oficialmente publicada e o regulamento na data de sua publicação. (TJRN – 1998) 3. 5 . (E) no pais. (B) os textos acima do artigo 9º.. (B) nas sedes das embaixadas da Brasil no exterior. se celebrado por instrumento particular....... a lei e o regulamento entram em rigor quarenta e cinco (45) dias depois da publicação oficial e.. Ratificação.. no estrangeiro...A.. da Lei de Introdução ao Código Civil.. (D) o artigo 1. Dispõem: Lei de Introdução ao Código Civil "Artigo 9º ....

(B) visa a transmissão da propriedade. (E) X continuará proprietário mas não poderá mover qualquer ação contra Y a fim de receber seu imóvel. Contrato real é o que: (A) tem por abjeto coisa imóvel. (A) pertencerão apenas àquele que os houver adquirido com o fruto do seu trabalho (B) não se comunicam se a aquisição ocorrer com o produto de bens adquiridos anteriormente ao inicio da união. salvo se imposto como termo final. (A) Y se tornou. (TJRN – 1998) 6. mas. impondo-lhe. é correto afirmar: (A) a pessoa jurídica pública não pode ser considerada fornecedor (B) pessoa jurídica que utiliza produto. o encargo de nele construir uma creche. porque a posse lhe foi garantida. embora tenha sido sucumbente na ação possessória. enquanto não cumprido. Deste modo. depois de dissolvido o casamento desta com o filho daquele. porque fora sucumbente na ação possessória. se for requerida a conversão de união estável em casamento. para haver seu imóvel (C) Y. embora pertencentes a ambos m conviventes. depositando o preço do imóvel. O juiz conheceu da pedido como se fosse ação de reintegração de posse. não pode ser . Na união estável. neste caso. equivocadamente. mesmo como destinatário final. X. Em matéria de proteção ao consumidor. X teve imóvel de sua propriedade invadido por seu vizinho Y. apenas. neste caso. (E) do cunhado com a cunhada. (D) X poderá mover ação reivindicatória para haver seu imóvel. (C) entre adotante e adotado (D) entre colaterais de qualquer grau. (TJRN – 1998) 7. de pleno direto. (B) o encargo. (TJRN – 1998) 8. enquanto não cumprido. pelo convivente que os adquirir com o fruto do seu trabalho. (D) visa conferir direito real de garantia (E) se perfaz com o simples acordo de vontades entre as paras. suspende o exercício do direito do donatário. moveu ação de manutenção de posse. salva se imposto como condição suspensiva. (E) o encargo não suspende a aquisição nem a exercício do direto do donatário. dissolvida a união.(TJRN – 1998) 5. (C) só se perfaz com a tradição do objeto. proprietário do imóvel. suspende a aquisição do direito pelo donatário ao objeto da doação. as bens adquiridas a titulo oneroso por um dos conviventes. se não for imposto expressamente como condição suspensiva. (B) entre pessoas separadas judicialmente. mas. (E) somente integrarão o patrimônio do convivente que não concorreu com o seu trabalho. É carreto afirmar: (A) o encargo. em razão da suculência de X (B) X deverá mover ação de reintegração de posse. corrigindo o equivoco. (C) serão administrados. tendo a sentença transitado definitivamente em julgado. sob o regime de comunhão universal de bens. (D) pertencerão apenas ao convivente que os adquirir. apenas. depois de dissolvido o casamento desta com o irmão daquele. É valido o casamento: (A) do sogro com a nora. (TJRN – 1998) 10. A doou um terreno à instituição B. face á fungibilidade das ações possessórias. se equipara ao termo inicial. (D) a encargo. tornar-se-á seu proprietário. julgou-a improcedente. porque o autor jamais fora possuidor. (C) a imposição de encargo. (TJRN – 1998) 9. terá o outro convivente direito de usufruto vitalício sobre a metade deles. no mérito. se equipara á condição resolutiva.

D. com prazo certo. posto que. c) a cláusula que objetiva a perda das importâncias pagas pelo promitente-comprador. homologado por sentença. A cláusula que autoriza o credor hipotecário a ficar com o abjeto da garantia. independentemente de ação revisional. o fato documentado pela sentença. deve ser examinada com moderação. pela ofensa aos diretos do consumidor. a faculdade do juiz de conhecer. efeitos reais. (C) positivas e líquidas. . 5 . apenas. (TJRN – 1998) 2. gera. c) o direito objetivo é a norma jurídica e o direito subjetivo a faculdade jurídica.A. b) o direito objetivo é embasamento legal de suporte das execuções.A. 3 . c) fixados em acordo. (TJSP – 167 – 1996) 2) O marido. 9 . antes ou no curso da lide principal. Gabarito: 1 . inexistindo solidariedade legal (E) poderá ser desconsiderada pelo juiz a personalidade jurídica da sociedade quando. se verificar violação dos estatutos ou contrato social. com a rescisão do compromisso. enquanto que o direito subjetivo. ao passo que o direito subjetivo.C. (B) nula.B. se a divida não for paga no vencimento. (TJSP – 167 – 1996) 7) Alimentos a) provisionais são aqueles concedidos provisoriamente ao alimentário. (D) essencial para a existência da garanta real (E) anulável. 8 . irá vendê-lo em melhores condições. se não for estipulada por escritura pública. (TJSP – 167 – 1996) 1) Assinale a alternativa correta quanto à distinção entre o direito objetivo e direito subjetivo. 2 .E. é (A) válida. de ofício. (D) provenientes de delito. d) as quantias pagas devem ser restituídas ao promissário-comprador. desde que interpelado pelo prejudicado. (TJRN – 1998) 1. 4 . responde cada qual proporcionalmente à sua culpa.C. d) o direito objetivo é a menção do ato processual. se o fato constituir crime. a prescrição. b) provisionais são alimentos provisórios. ocorrendo ofensa aos direitos da consumidor. também. (B) provenientes de delito. 2 . concedidos em reconvenção. 6 . 7 . Considera-se o devedor em mora nas obrigações (A) negativas. um ato preliminar ou preparatório do contrato de compra e venda. a promitente-vendedora.B. recuperando o imóvel. desde a sentença penal condenatória. o compromisso de venda e compra vale mesmo sem a outorga da mulher do promitentevendedor. (C) ineficaz. podem ser modificados. desde a citação. não poderá alienar bens imóveis a) a promessa de venda e compra.B. o direito subjetivo é a faculdade o devedor resistir à pretensão do credor. b) não sendo um contrato translativo de direitos reais sobre imóveis e constituindo. desde que interpelado pelo credor. a) o direito objetivo é a pretensão posta em juízo. em se tratando de transmissão de imóvel. (D) havendo mais de um autor. Gabarito: 1 . em caso de rescisão de contrato. desde o dia em que executar o ato de que se devia abster.D. sem o consentimento da mulher. se provada a coação do credor. (E) negativas.E.considerada consumidor (C) a responsabilidade do fornecedor de serviços é sempre dependente de culpa. 10 .E.

Tício e Caio.00.000. respectivamente: a) R$150. contra terceiros. é imutável. excepcionalmente.000. c) empréstimo é gênero.B. a) Reabilitação criminal.000. ativa e passivamente. a quem destinou a totalidade da parte da herança disponível.d) concedidos por sentença. ainda que o consorte-credor tenha contraído novo casamento. Por testamento nomeou Benício. . b) esses institutos não se confundem. temporariamente. extinção da insolvência civil.000.00 (TJSP – 168 – 1997) 3) A ausência. (TJSP – 167 – 1996) 9) Despersonalização das pessoas Nos crimes de aBR a) a teoria da desconsideração da pessoa jurídica só é aplicável em casos de abuso na utilização da entidade para prejudicar terceiros ou fraudar a lei. 5 . por transferir a propriedade do objeto.000. em caso de adoção a pedido do adotante. somaram R$100. 3 . Feita a partilha.C. c) No primeiro ano após ter atingido o interessado a maioridade civil. admite-se. incluídas as despesas de funeral. d) Reabilitação criminal. bens ou vantagens para o de outra.000. 8 .000.000. este. ao primeiro doara em vida R$200. tem eficácia "ex numc" não atingindo ou suprimindo os efeitos produzidos pelo casamento antes de seu pronunciamento.00. R$100. por seus diretores. no ato da conclusão d curso superior.A.000. c) modifica os direitos e deveres dos pais em relação aos filhos. por liberalidade.000. caracteriza-se como negócio. declarada por sentença: a) produz ipso iure a dissolução da sociedade conjugal. traduzindo emprerempção. empréstimo de uso. (TJSP – 167 – 1996) 8) O divórcio a) homologado ou decretado por sentença. na citação de pessoa jurídica. Afora as hipóteses de alterações por sentença. b) Extinção da insolvência. couberam a Tício e Caio.00 e R$125. o.00. c) poderá produzir tanto a dissolução da sociedade conjugal com a dissolução do vínculo matrimonial.00 e R$150. vale como negócio constitutivo-atributivo. ao segundo. em nome próprio. 9 . Gabarito: 1 .00 d) R$100. desde que inexistentes bens comuns. que não era seu parente. a critério do cônjuge do desaparecido. como regra.C. 4 . a aplicação da teoria da aparência.00 e R$200.C. assinale qual das opções abaixo encaixa as exceções à regra. 7 . transitada em julgado. pois. b) não se faz cessar os efeitos civis do casamento religioso. que os aceita. ou. 2 . têm legitimidade para defender os interesses da sociedade.000.A. d) todos configuram uma doação pura e simples. b) produz ipso iure a dissolução do vínculo matrimonial. transfere do seu patrimônio.00 e R$250. 10 . reabilitação falimentar. (TJSP – 167 – 1996) 40) Empréstimo. transferida. não se distinguem. não podem ser modificados através de ação revisional. o comodato e o mútuo. individualmente. pois o comodato implica na alienação do bem. c) os sócios. de que são espécies. Portanto. d) não extingue a obrigação do cônjuge-devedor de prestar pensão alimentícia.B. d) as pessoas jurídicas não têm existência distinta da dos seus membros. contrato pelo qual uma pessoa.000. 6 . consubstanciando. herdeiro. não os designando. e dois filhos.00 e. e.A. no ato do pedido de naturalização.00 b) R$75. b) serão representadas em juízo. por quem os respectivos estatutos designarem. (TJSP – 168 – 1997) 2) O autor de uma herança faleceu no estado de viúvo. As dívidas do de cujus.00 c) R$25. restituitório. reabilitação falimentar. comodato e mútuo a) são palavras sinônimas. deixando herança de R$1. juridicamente.A. as pessoas jurídicas. (TJSP – 168 – 1997) 1) O prenome.B.000.

d) não produz ipso iure nem a dissolução da sociedade conjugal nem a do vínculo matrimonial. b) Anulável. d) Teoria objetiva de Keisen e Teoria subjetiva de Ennecerus. (TJSP – 168 – 1997) 4) A teoria adotada pelo Código Civil sobre o momento da conclusão do contrato por correspondência (ou similar). c) poderá ser alterado.B.D. a interrupção da prescrição procedida contra um dos herdeiros do devedor solidário: a) prejudica os outros herdeiros ou devedores. b) Teoria subjetiva de Savigny e Teoria objetiva de Ihering.C. 5 . possibilitando aos prejudicados a composição por perdas e danos. b) Teoria da declaração. é devida ao empregado pelo empregador: a) por responsabilidade objetiva. sem que os outros descendentes expressamente consintam".C. (TJSP – 168 – 1997) 5) Sobre o conceito de posse as duas principais teorias são: a) Teoria objetiva de Planiol e Teoria subjetiva de Ripert. 10 . b) não poderá ser alterado. (TJSP – 168 – 1997) 10) Em matéria de direitos divisíveis. 3 . há discenso na doutrina e na jurisprudência. 1. (TJSP – 168 – 1997) 8) São atinentes ao registro da propriedade imóvel os seguintes princípios: a) da continuidade.132 do Código Civil : "Os ascendentes não podem vender aos descendentes. Gabarito: 1 . fundada no Direito Comum. d) Teoria da cognição. desde que o anterior era o de comunhão universal. d) Válido. c) Teoria da recepção. da equivalência e da simetria. salvo algumas exceções é a: a) Teoria da expedição. da eventualidade e da presunção de hominis. o regime de bens: a) poderá ser alterado. da especialidade e da presunção legal. d) Quando o empregador incorrer em dolo ou culpa. c) Teoria subjetiva de Ihering e Teoria objetiva de Savigny. d) poderá ser alterado. segundo entendimento pacífico. c) Nulo para uns e anulável para outros. (TJSP – 168 – 1997) 6) Art. desde que o anterior era o de comunhão parcial ou de separação total de bens.A. O negócio com transgressão a esse dispositivo é: a) nulo. incluído o destinatário da interrupção. 7 . d) da continuidade.D. 9 .D. segundo entendimento pacífico. c) prejudica apenas os outros herdeiros. b) da continuidade. 2 .D.B. b) Quando o empregador incorrer em dolo ou culpa grave. (TJSP – 172 – 1999) . 4 . c) Quando o empregador infringir normas de Engenharia do Trabalho ou de Medicina do Trabalho. 6 . da concentração e da verdade transcendental. (TJSP – 168 – 1997) 9) Reestabelecida a sociedade conjugal de casal legalmente separado. b) é tida por inexistente para todos os devedores. 8 . d) não prejudica os outros herdeiros ou devedores. (TJSP – 168 – 1997) 7) A indenização por responsabilidade civil por acidente do trabalho ou moléstia profissional.B. c) da continuidade.

O casamento válido somente se dissolve (A) pela morte de um dos cônjuges. (B) de registro de desenho industrial e de registro de marca. (TJSP – 172 – 1999) 02. (TJSP – 172 – 1999) 03. Para requerer separação judicial. efetua-se mediante concessão de patentes de invenção e de modelo de utilidade. pela separação judicial litigiosa ou pelo divórcio. (B) pela morte de um dos cônjuges. (B) (C) (D) ao Município. salvo proteção legal aos conhecimentos étnicos e tradicionais. à União. sua herança será transmitida (A) ao companheiro/à companheira. (TJSP – 172 – 1999) . as de autores falecidos sem sucessores e as de autor desconhecido. (C) pela morte de um dos cônjuges. (D) pela morte de um dos cônjuges ou pelo divórcio.01. considerado o seu interesse social e o desenvolvimento econômico do País. se houver ação de nulidade do casamento. (B) as obras em relação às quais tenha decorrido o prazo de proteção aos direitos patrimoniais. somente em relação aos nacionais ou pessoas domiciliadas no Brasil. (D) de registro de desenho industrial. A proteção dos direitos relativos à propriedade industrial. (C) as obras em relação às quais tenha decorrido o prazo de proteção aos direitos patrimoniais. (B) (C) (D) se o pedido for de separação judicial consensual. de registro de marca. mas deixando irmãos. aos irmãos. de registro de marca e de repressão à concorrência desleal. é indispensável o prazo de 2 (dois) anos do casamento (A) se um dos cônjuges estiver acometido de grave doença mental. sem deixar descendentes. (A) de registro de desenho industrial. Pertencem ao domínio público (A) as obras em relação às quais tenha decorrido o prazo de setenta anos de proteção aos direitos patrimoniais. (C) de registro de desenho industrial. (D) as obras em relação às quais tenha decorrido o prazo de proteção aos direitos patrimoniais e as de autores falecidos sem sucessores. Falecendo pessoa que vivia em união estável. (TJSP – 172 – 1999) 05. se houver filhos desse casamento. pendente de julgamento. pela nulidade ou anulação do casamento ou pelo divórcio. ascendentes ou cônjuge. de repressão às falsas indicações geográficas e de repressão à concorrência desleal. (TJSP – 172 – 1999) 04. as de autores falecidos sem sucessores e as de autor desconhecido. de registro de marca e de repressão à concorrência desleal. pela nulidade do casamento ou pelo divórcio.

(D) com devolução das parcelas a título de perdas e danos que forem provados em liquidação. Em contrato oneroso. só produz efeitos como impedimento impediente. (B) é permitido porque o casamento religioso não produziu efeitos civis por falta de registro. com a qual teve um filho. (A) com perda total das parcelas pagas. Descumprido o contrato pelo locatário. como compensação presumida de perdas e danos. Homem casado apenas no religioso e que enviuvou. e apesar da cláusula excludente. pretende contrair matrimônio com a sogra. mãe do filho falecido. (D) o imóvel não será penhorado. sem filhos desse matrimônio e sem ascendentes. por contrato celebrado na vigência do Código do Consumidor. mesmo não registrado. Compromissário comprador de imóvel. Neste caso. simultaneamente. (TJSP – 172 – 1999) 10. convencionam as partes excluir a garantia da evicção. pela viúva. (TJSP – 172 – 1999) 08. (D) é proibido porque o código civil veda casamento entre afins em linha reta. 53 do Código de Defesa do com perda total das parcelas. (B) (C) (D) pela companheira. o evicto . pago mais de 25% do preço. registrada. A ré. (C) o imóvel será penhorado porque os fiadores agiram de má-fé. Neste caso. ingressa em juízo dizendo não poder mais pagar e pedindo a rescisão do contrato e devolução das parcelas pagas. (TJSP – 172 – 1999) 07. em dia com os pagamentos. (B) com perda parcial das parcelas. pai e filho. pela viúva. Verificada a evicção. o locador executa o seu crédito e pede a penhora do imóvel em que residem os fiadores. como bem de família. segundo o Consumidor. antes da aceitação da fiança. Esse casal presta fiança em um contrato de locação. pois a natureza do primeiro casamento eqüivale a concubinato. com abatimento de perdas e danos se forem provados pela vendedora. A herança será recolhida (A) pela viúva e pela companheira. Homem casado. cabendo à companheira apenas sua meação. falecem. (TJSP – 172 – 1999) 09. Esse casamento (A) é proibido porque o casamento religioso. (C) art. manteve concubinato com outra mulher. obtendo certidões negativas.06. não constituindo impedimento dirimente. pois o credor deveria ter adotado precauções. seja o vínculo legítimo ou ilegítimo. Casal institui. sem comprovar perdas e danos. a sentença declara rescindido o contrato. por escritura pública. o imóvel em que reside. em reconvenção. (B) o imóvel não será penhorado porque a obrigação é posterior à sua instituição como bem de família. Em acidente. (C) é permitido. (A) o imóvel será penhorado por não incidir a regra da impenhorabilidade sobre o bem de família. pede a rescisão do contrato e a perda total das parcelas.

B. Usucapião. portanto nulo e assim declarado judicialmente. de interesse de particular que apenas objetiva uma sentença favorável para regularização do domínio. ao proclamar a putatividade do casamento.Modos .D. (D) A anulação do casamento faz cessar a emancipação do nubente. ainda que tenha agido de boa-fé. (TJSP – 173 – 2000) . destacando em que difere da "detenção'. 2 . então relativamente incapaz pela idade. não afetando os direitos já consumados.O ânimo de novar Expromissão e Delegação . 5 . realizado a despeito de impedimento absoluto. 10 .C.1999) 7ª Questão: Dê o conceito dogmático do instituto da "posse". provando que não soube do risco. (B) Área incluída em reserva florestal não podeser objeto de usucapião.1999) 41ª Questão: Os efeitos futuros de um contrato sujeitam-se ao princípio da intangibilidade do ato jurídico perfeito? As denominadas leis de ordem pública supervenientes sempre afastam a norma contemporânea ao momento da celebração do negócio jurídico? Justifique a resposta.B. ou.D. profere sentença com eficácia "ex nunc".A.(A) pode cobrar apenas despesas de conservação da coisa. 8 . pode decorrer só de erro de fato e não de direito. (TJSP – 172 – 1999) Novação . 9 . (TRF2 – 5 CONCURSO .Conceito antigo e conceito moderno . analisa especificamente a legitimação ativa ad causam do autor da ação. a respeito do mesmo imóvel. a intervenção do Ministério Público não é necessária.1999) 2ª Questão: Quando o Juiz de 1º Grau. 7 . (TRF2 – 5 CONCURSO .Conseqüências da novação.D. se dele informado. (C) pode cobrar apenas as custas e despesas.Requisitos . (TJSP – 173 – 2000) 2. Nas questões de números 1 a 3. (B) pode recobrar apenas as despesas dos contratos e dos prejuízos que foi obrigado a indenizar. acarreta a nulidade dos atos praticados até então e relacionados com essa situação. Novação e Solidariedade na obrigação anterior. (C) O juiz. (D) O usucapião é forma originária de aquisição da propriedade e não apenas exercício de posse por um lapso de tempo estipulado em lei. impede o reconhecimento do usucapião. suscetível de invalidar a relação matrimonial. (D) pode recobrar o preço que pagou pela coisa. 3 . Casamento putativo. Gabarito: 1 . assinale a alternativa correta. (A) O processo de arrecadação de herança jacente. não o assumiu.C. no inicio de sua atividade de saneamento.A. deve levar em consideração os Institutos da Capacidade Civil e da Representação? Por quê? (TRF2 – 5 CONCURSO . formulando exemplo. (B) A ignorância. 4 . 6 . (A) O casamento putativo.A. (TJSP – 173 – 2000) 1. (C) Nas ações de usucapião.

embora deva ser computado o lapso temporal já decorrido na vigência da norma revogada. Esta pode ser determinada (A) a critério do juiz. não poderá continuar vinculante. desde que não ofendam coisa julgada. Indenização devida diante do vínculo obrigacional de guarda e vigilância. (D) Vítima atropelada em via férrea ao se utilizar de passagem clandestina comumente usada por pedestres. exclui a possibilidade de incidência de juros. (TJSP – 173 – 2000) 6. Veículo de propriedade de terceiros. de crédito e de seguros. Se o prazo prescricional já se ultimou. desde que fundada no princípio da vulnerabilidade e da plausibilidade da alegação do consumidor. sem habilitação. § 1o). (TJSP – 173 – 2000) 7. Nas questões de números 6 a 8. (B) A irretroatividade da lei é um princípio constitucional. (D) Essa limitação é inaplicável aos contratos bancários. apesar de não ser absoluto. . por ter sido revogada. transporte gratuito. situando-se no campo de sua prudente discricionariedade. Mas pela LICC. a lei revogadora de outra lei revogadora não terá efeito repristinatório sobre a velha norma abolida. o novo prazo de prescrição começará a correr por inteiro a partir da lei revogadora. financeiros. ainda que o transportador não tenha atuado com dolo ou culpa grave. Contempla o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Responsabilidade solidária dos pais e dos titulares do bem. "as multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação" (art. só na hipótese de estar o consumidor no pólo ativo da demanda.3. surge a questão de se saber se a norma que fora revogada fica restabelecida. Indenização indevida. Existência de passarela em local distante. A norma não poderá ser eficaz. Convenção condominial omissa a respeito. (C) Condomínio. Responsabilidade civil. aqui prevista. não obstante conhecimento da companhia. (A) Essa limitação é válida só para o fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou cessão de financiamento ao consumidor. (B) pelo juiz. (C) A cláusula penal moratória. (B) Essa limitação incide nos contratos celebrados entre as escolas e seus alunos. (A) Morte da vítima. como norma de natureza processual. a não ser que haja pronunciamento expresso da lei a esse respeito. (D) a critério do juiz. porque revogada. a inversão do ônus da prova. Culpa da ferrovia não caracterizada. (C) a critério do juiz. 52. cancela ou guarda permanente. Furto de veículo na garagem do edifício. Indenização. Se o encurtar. Evento causado por menor púbere. já que as normas poderão retroagir. (A) É preciso não olvidar que uma norma não mais vigente. assinale a alternativa incorreta. Nos termos do Código de Defesa do Consumidor (CDC). (B) Acidente de trânsito. (D) Quando o legislador derroga ou ab-roga uma lei que revogou a anterior. em acidente de trânsito. recuperando sua vigência. (TJSP – 173 – 2000) 4. Local desprovido de sinalização. independentemente de declaração expressa. (TJSP – 173 – 2000) 5. Assinale a alternativa correta. a nova lei que o alterar não o atingirá. segundo as regras ordinárias de experiência. que estava sendo transportada a título de cortesia. direito adquirido e ato jurídico perfeito. (C) A nova lei sobre prazo prescricional aplica-se desde logo se o aumentar. nem com vigor para os casos anteriores à sua revogação. para aferição da veracidade e correção de informação ou comunicação publicitária.

(D) Sociedade de fato.B. 8 .A. caracterizada está a relação de consumo. (C) Chama-se evicção a perda da coisa. Benefício que não integra o patrimônio comum e. por conseqüência. 4 . Partilha. Posterior casamento com regime de total separação de bens. (B) A natureza jurídica da sentença que decreta a separação do casal é declaratóriae seus efeitos se operam a partir da data do trânsito em julgado ou da data da decisão concessiva na separação cautelar de corpos. mas há que se considerar como incorreto (A) que a mulher casada. 10 .C. no contrato. (B) Quando o pagamento é efetuado em quotas periódicas. a partilha de bens.A. ao mesmo tempo. tendo esta o intuito de revender esse bem. 7 . Se essa venda é realizada entre a construtora. (TJSP – 173 – 2000) 9. Dispõem: Lei de Introdução ao Código Civil . a obrigação alimentar.D. a impossibilidade de sua reconstituição. 3 . (D) O CDC consagra. (A) O CDC é um microssistema. Considerando-se que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) introduziu no ordenamento jurídico normas de direito material e processuais. (C) São efeitos do divórcio direto: a dissolução do vínculo conjugal. dependendo de termo ou de encargo. (TJSP – 173 – 2000) 8. por força de sentença judicial que a atribui a outrem. como destinatário final. e a empresa incorporadora. em mais de uma hipótese nas relações de consumo. Contrato de convivência com regra de comunhão de bens. vencidas e infungíveis.A.D. as partes estabeleçam que a inversão do ônus da prova só ocorra na hipótese de a responsabilidade ser transferida a terceiros.B. (D) que a aceitação da herança não pode ser presumida ou tácita. não pode recusá-la sem autorização marital. que regula a relação de consumo. devedora e credora uma da outra. (TJSP – 173 – 2000) 10.(A) Separação judicial. ainda assim é inoperante a cláusula de não indenizar. por direito anterior ao contrato. 5 . Reconhecimento. Partilha. (D) Tendo-se em consideração a autonomia de vontade e a liberdade contratual. a responsabilidade sem culpa. os direitos e deveres relativos à prole. mas a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa. visto que a incorporadora não se amolda à definição de consumidor. não está sujeito a partilha. o uso do nome. indique a alternativa incorreta. entre pessoas que são. (TRF5 – 1999) 1. dentro do macrossistema que é o CC. 6 . até onde se eqüivalerem. 9 . não está configurada a relação de consumo. Inadmissibilidade. (B) que a renúncia à herança não pode ser tácita ou presumida. a quitação da última estabelece a presunção "juris tantum" de estarem solvidas as anteriores.B. Pacto nupcial que é soberano como regra jurídica disciplinadora da partilha de bens adquiridos antes e depois do casamento. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). na condição de vendedora. Meação pretendida dos adquiridos na vigência do concubinato. recebendo herança de sua família.D. por dívidas líquidas. estabelecida por empresa que explora estacionamento de veículos. A abertura da sucessão hereditária ocorre com o falecimento do "de cujus". a cessação do impedimento matrimonial. Casamento sob regime de comunhão universal. (C) que a aceitação da herança não pode ser condicional. (A) A compensação é um modo de extinção de obrigação. como compradora. (C) Se alguém adquire um imóvel diretamente da construtora. (B) Nada impede que. Gabarito: 1 . 2 .

segundo a Constituição Federal em vigor. A é casado com B. dependendo da comprovação de dolo ou culpa do empregador. A. em 20/06/1991. A foi condenado por peculato cometido contra a União em 08/07/1999 e está sujeito a ressarcir os prejuízos. 6o . a arbítrio de outrem. por danos causados a seus empregados. argüiu prescrição." Considerando-se essas disposições legais. A União. A. A responsabilidade civil do empregador. em decorrência de acidente de trabalho."Art. X. (C) somente sua meação sobre o imóvel comercial. § 2o . havidos por A ou por B. da Lei de Introdução ao Código Civil. (B) sua meação sobre todos os bens mencionados. (D) domínio útil. enquanto esta se não verificar. (TRF5 – 1999) 4. (TRF5 – 1999) 2. da Lei de Introdução ao Código Civil repristinou legislação anterior sobre a condição suspensiva. da Lei de Introdução ao Código Civil revogou o artigo 118 do Código Civil. deixando o herdeiro. B e C eram servidores públicos federais. (B) bens móveis. é correto afirmar: (A) o artigo 6o. desde 20/01/1990. no ano de 1998. tendo a vítima proposto ação cautelar de arresto sobre os seguintes imóveis. B e C ajuizaram ação de cobrança do referido crédito contra a União ocorrendo a citação no prazo de dez (10) dias. NÃO se admite o usucapião de (A) bens pertencentes aos pródigos. (A) somente o imóvel rural. (B) as disposições legais transcritas revogam-se recipro-camente. em 20/06/1993 faleceu. (C) o artigo 118 do Código Civil revogou tacitamente o artigo 6o. § 2o – Consideram-se adquiridos assim os direitos que o seu titular. na constância do casamento: um imóvel rural decorrente da sucessão legítima dos genitores de B ocorrida no ano de 1993. É correto afirmar que a prescrição não atingiu a ação movida (A) somente por B. C. um prédio comercial comprado por A no ano de 1992. (E) o artigo 6o. (C) servidão não aparente. (E) o imóvel rural e sua meação sobre o prédio comercial.. cada um. à época com catorze (14) anos de idade. § 2o . a diferenças de vencimentos que teriam de ser pagas até o dia 20/06/1990 e não o foram. tendo direito. não se terá adquirido o direito. Em 20/05/1998. (C) somente por X. B em 20/06/1994 efetivou protesto judicial interruptivo da prescrição. B poderá opor embargos de terceiro para livrar da constrição. X. . a que ele visa. (TRF5 – 1999) 3. possa exercer. ou condição preestabelecida inalterável. (E) imóvel rural com área superior a cem hectares." Código Civil "Art. 118 – Subordinando-se a eficácia do ato à condição suspensiva. como aqueles cujo começo do exercício tenha termo prefixo. requereu administrativamente seu crédito. sendo que em 15/05/1995 obteve resposta negativa. (D) somente sua meação sobre o imóvel rural e sobre a casa de veraneio. § 2o . (D) ambas as disposições legais se acham em vigor. Desejando preservar os bens que lhe pertencem em razão do regime de casamento. (E) por todos. (A) é subjetiva. (TRF5 – 1999) 5. nas respostas. ou alguém por ele. uma casa de veraneio doada pelos pais de A para o filho. (B) somente por C. sob o regime da comunhão parcial de bens.. (D) somente por B e C.

(E) além das pessoas jurídicas políticas. Estão corretas SOMENTE as proposições: (A) I e III (B) (C) (D) (E) I e IV II e III II e IV III e IV (TRF5 – 1999) 9. necessariamente. quando a sociedade não tiver patrimônio para responder por suas dívidas. . (E) reconhecer a inimputabilidade do réu. em repulsa de agressão do ofendido. porque o ato foi praticado em legítima defesa. o Juiz (A) rescinde. quando os sócios agirem contrariamente a seus estatutos. O distrato e a quitação exigem a mesma forma observada no contrato. (C) exige comprovação cabal de dolo ou culpa grave do empregador. de ofício. A sentença penal não isenta necessariamente o causador do dano da responsabilidade civil se (A) absolver o réu.O empréstimo gratuito de coisa infungível caracteriza o comodato. (E) não pode desconsiderar a personalidade da pessoa jurídica. a negativa da autoria.A locação é. Pela aplicação da disregard doctrine. (C) extingue a personalidade jurídica da sociedade para atingir os bens dos sócios. Podem ter personalidade jurídica pública: (A) fundações instituídas pelo poder público. se assim dispuserem as leis que as criar. (B) as sociedades de economia mista. se a pessoa jurídica foi constituída para fins ilícitos ou imorais. (TRF5 – 1999) 8. de forma categórica. Instruções: As questões de números 19 e 20 apresentam quatro proposições que podem estar corretas ou incorretas. (D) absolver o réu. (TRF5 – 1999) 10.(B) é totalmente absorvida pela indenização previdenciária. nada sendo devido pelo empregador. (TRF5 – 1999) 7. porque contraria o artigo 20 do Código Civil. onerosa.A locação e o comodato são contratos reais. (C) absolver o réu quando tiver sido reconhecida. (E) é subjetiva. (D) responsabiliza criminalmente os sócios. IV. mas este não se descaracteriza se o comodatário se responsabilizar pelo pagamento de impostos incidentes sobre a coisa. Para respondê-las use a chave abaixo.O mútuo é contrato necessariamente gratuito. II. categoricamente. (D) é objetiva. (D) os partidos políticos. (C) as empresas públicas. (B) absolver o réu quando for reconhecida. (B) determina que os bens dos sócios respondam pelas dívidas da sociedade quando verificar que a pessoa jurídica servia de escopo para a prática de atos ilegais. porém. a inexistência material do fato. somente as autarquias. o contrato social das pessoas jurídicas. I. I. III. cabendo. ação regressiva contra o instituto de previdência para o empregador se ressarcir do que houver pago ao empregado ou a seus herdeiros (TRF5 – 1999) 6. porque o ato foi praticado no exercício regular de um direito reconhecido.

D) São infungíveis os móveis que se podem substituir por outros da mesma espécie. após essa idade. (TJPR – 1998) 1. mesmo se houvesse cumprido sua obrigação na forma contratada. e de acordo com disposições expressas do Código Civil. IV. é correto afirmar-0se que: A) A ninguém é dado adquirir a posse por meio de representante ou procurador. quantidade e qualidade. contados da tradição.direitos patrimoniais. C) A invalidade dos atos simulados poderá ser demandada pelos terceiros lesados pela simulação. embora dele tenha ciência uma das partes. recebida com vício redibitório. Quanto aos defeitos dos atos jurídicos e de acordo com disposições do Código Civil. pode o tutor adquirir. de acordo com disposições expressas do Código Civil. D) Prescreve em sessenta dias. a que se referir a declaração de vontade. Sobre a prescrição e a decadência. conhecer da prescrição de . Com relação às diferentes classes de bens.A. os tutores ficam desobrigados de prestar contas da sua administração. C) Mediante autorização judicial. e assisti-lo. (TJPR – 1998) 2. nos atos da vida civil. ou em hasta pública. e as ações que os asseguram. . a ação para haver o abatimento do preço de coisa móvel. B) Representar o menor. são considerados bens imóveis.A. pode-se afirmar que: A) Os direitos de autor. C) A prescrição interrompe-se pela citação pessoal feita ao devedor. não vicia o ato.A mora se caracteriza pelo descumprimento culposo da obrigação no lugar.B. (TJPR – 1998) 3. 6 . 9 . pertencentes ao tutelado. não autoriza a anulação do ato. não podendo. por seu contexto e pelas circunstâncias. é correto afirmar-se: A) O herdeiro sofre os efeitos da prescrição iniciada contra o autor da herança. o possuidor tem direito à retenção do imóvel até ser ressarcido pelas benfeitorias. 7 . B) A coação. B) Pode o juiz. viciará o ato. (TJPR – 1998) 5. (TJPR – 1998) 4. são direitos e obrigações do tutor: A) Todas despesas justificadas e reconhecidamente proveitosas ao tutelado serão levadas a crédito do tutor. por contrato particular. tempo e forma convencionados. necessárias nele introduzidas.II. suprir-lhe o consentimento. ainda que. nos atos em que for parte. III. D) Desde que expressamente dispensados pelos pais dos tutelados. até os dezesseis anos. inclusive o penhor agrícola. ou coisa.O devedor que já estiver em mora responde pelos prejuízos decorrentes de caso fortuito ou de força maior. B) Ainda que seja qualificado como possuidor de má fé.C. C) Consideram-se imóveis para todos os efeitos legais as apólices da dívida pública oneradas com cláusula de inalienabilidade.Nas obrigações periódicas a quitação da última parcela gera a presunção absoluta do pagamento das anteriores.E. D) O dolo de terceiro. é correto afirmar-se que: A) O erro na indicação da pessoa.D. quando exercida por terceiro. ou de raiz. mesmo que nula por vício de forma. Gabarito: 1 . para os efeitos legais. de acordo com o Código Civil. 2 . o direito à sucessão aberta e os direitos reais sobre imóveis. para nele mesmo se reempregarem. No exercício da tutela. possam ambas ser identificadas. 4 . 10 .E. são considerados bens móveis. 5 .B.C.E. 3 . de ofício. 8 . B) Os materiais provisoriamente separados de um prédio. contudo. bens móveis. salvo se provar que o dano ocorreria. No que concerne à aquisição e efeitos da posse segundo o disposto no Código Civil.

mútuo. D) A fiança não pode ser estipulada sem consentimento do devedor. C) Uma vez configurado o vício oculto da coisa. mas devem eles indenização ao dono do terreno por onde as águas abrigaram novo curso. mesmo que o perecimento ocorra estando ela em poder do alienatário. C) O credor pode receber coisa que não seja dinheiro. D) O álveo abandonado da corrente pública passa a pertencer aos proprietários ribeirinhos das duas margens. que. sobre comodato. a responsabilidade do alienante persiste. De acordo com o disposto no Código Civil. por outro lado. assinale a alternativa correta: A) O mandatário pode compensar os prejuízos a que deu causa com os proveitos. D) Embora o contrato contenha a cláusula de não valer sem instrumento público. ou pelo desvio das águas dos rios. no caso de condição suspensiva. De acordo com disposições do Código Civil e do Código de Águas no que se refere à aquisição da propriedade.C) Se não lhes deu causa. o possuidor de boa fé não responde pela perda ou deterioração da coisa. C) Todas as condições que a lei expressamente não vedar são lícitas. Sobre os modos especiais de extinção das obrigações. em substituição da prestação que lhe era devida. mesmo sabendo do risco da evicção. o prazo do mútuo de dinheiro será de trinta dias. B) Se a coisa perecer por vício oculto. até prova em contrário. ou o sujeitarem ao arbítrio de uma das partes. se os contratantes forem capazes. assinale a alternativa correta: A) A pessoa que se obrigar por terceiro tem o direito de compensar a dívida. aquelas que privarem de todo efeito o ato. assinale a alternativa correta: A) As benfeitorias necessárias ou úteis. De acordo com disposições do Código Civil. B) O comodatário pode recobrar do comodante as despesas feitas com o uso e gozo da coisa emprestada. o evicto tem o direito de recobrar o preço que pagou. (TJPR – 1998) 9. fiança e mandato. ainda que assim o exija expressamente a lei. abonadas ao que sofreu a evicção. porém. sendo-lhe defeso reclamar abatimento do preço. D) Não obstante haver cláusula que exclua a garantia contra a evicção. sendo defesas. de acordo com disposições do Código Civil. não é permitido exercer os atos destinados a conservá-lo. a cujo pagamento se obrigou. (TJPR – 1998) 7. B) O usucapião não é modo de aquisição da propriedade móvel. tenha granjeado ao seu constituinte. é correto afirmar-se que: A) Para completar o tempo exigido pelo usucapião. ainda que estes sejam navegáveis. desde que ambas sejam contínuas e pacíficas. B) A consignação tem lugar sempre que o credor se recusar a receber o pagamento. . D) O constituto possessório não é modo de aquisição da posse. (TJPR – 1998) 6. C) Avulsão são os acréscimos formados por depósitos e aterros naturais. com a que o credor dele lhe dever. o possuidor pode acrescentar a sua a posse do seu antecessor. é correto dizer-se que: A) Para a validade das declarações de vontade não há necessidade de forma especial. se esta se der. poderá validamente ser celebrado por instrumento particular. (TJPR – 1998) 10. Sobre vícios redibitórios e evicção. (TJPR – 1998) 8. B) Ao titular do direito eventual. existente quando da tradição. C) Se não houver convenção expressa em contrário. redibindo o contrato. o adquirente pode somente rejeitá-la. serão pagas pelo alienante. D) A novação por substituição do devedor não pode ser efetuada sem o consentimento deste. de acordo com disposições do Código Civil. pelo menos.

desde que o imóvel seja residência dos interessados par mais de cinco anos. gerais e não há limite de valor para a sua instituição. devendo a instituição constar de escritura pública ou particular e publicada na imprensa.C. É permitido aos chefes de família destinar um prédio para domicilio desta.C. relativos ao mesmo prédio. é pressuposto de validade da instituição do bem de família. igual valor. a regra geral. inclusive o de renda. poderão acionar seus membros e terceiros. ser acionadas e responsabilizadas pelos seus membros e por terceiros.A. interpretação lógica. 7 . (TJBA – 1999) 5.C. se. No que tange a vigência da lei. salvo as que provierem de impostos 01. (TJBA – 1999) 4. (TJBA – 1999) 3. destinada a correção. o prazo para sua vigência se inicia depois da nova publicação. as correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova. 04. integração da norma jurídica ou "praeter legem". não poderão acionar seus membros nem a terceiros. e a requerimento do instituidor. 64. poderão ser acionadas por terceiros. e a isenção durará enquanto viverem os cônjuges e os filhos. interpretação extensiva. antes de entrar a lei em vigor. não se destinando à vigência temporária. 9 . 02. por todos os seus atos. 04. 02. 10 . interpretação sistemática. gerais na caso de eliminação da cláusula de bem de família. por eventuais prejuízos que lhes tenham causado. com a cláusula de ficar isento de execução por dividas.B. 08. 4 . 18. 01. 02. 6 . relativos ao mesmo prédio e durará enquanto viverem os cônjuges e até que os filhos completem dezoito anos. se não reputarem pessoas jurídicas. a lei terá vigor até que outra a revogue ou estabeleça disposições a par das já existentes. poderão. ocorrer nova publicação de seu texto. os costumes e os principias gerais de direito". 8 . Este preceito se refere aos critérios relativas à 01. que por falta de autorização ou de registro.Gabarito: 1 . 08. ou remissão de divida. interpretação subsidiária. o juiz determinará que recaia ela em outro prédio de. (TJBA – 1999) 1. a inexistência de dívidas anteriores respectivo ato. gerais. As sociedades civis. 04. 32. 16. devendo a instituição constar de escritura pública registrada no cartório imobiliário e publicada na imprensa oficial. 32. quando . relativos ao mesmo prédio. 3 . 16. eqüidade. a cláusula de bem de família somente será eliminada por mandado do juiz. 4º da Lei de Introdução ao Código Civil. para o começo de vigência da lei é que esta passe a vigorar quarenta e cinco dias após a publicação oficial. no mínimo. 04.C.A. não poderão ser acionadas pelos seus membros e por terceiros.C. a lei revogada não se restaura no caso de a lei revogadora vir a perder a vigência.A. o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia. 2 . 02.C. Dispõe o art. 08. de renda e relativos ao mesmo prédio. 01. que "Quando a lei for omissa. mas não pelos seus membros. Os atos de transmissão gratuita de bens. (TJBA – 1999) 2. as correções a texto de lei em vigor passam a integrar a lei corrigida. 32. 16. 08. 5 .

fraude à execução. em condomínio e em partes iguais. é de prescrição. e neste passaram a residir. 32.No que concerne à adoção. fruto do trabalho e da colaboração de ambos. VI é verdadeira. 9278/96. Matheus André adquiriu. mas terá direito real de habitação. IV é verdadeira. fruto do trabalho e da colaboração de ambos. se Maria Fernanda comprovar que trabalhava e auxiliava na manutenção do lar. No oitavo ano desse convívio. como lesivos de seus direitos. diz-se que ela é expressa. por presunção legal. solteiros. 16. No décimo ano os conviventes se desavieram e resolveram de comum acordo. III e V são verdadeiras 32. Maria Fernanda não será considerada condômina. presunção jure et de jure de dolo. na proporção de 80% para Matheus André e 20% para Maria Fernanda. enquanto não constituir nova união ou casamento. incompatíveis com a prescrição. Não corre a prescrição pendendo ação de evicção. 08. fraude contra credores. Em decorrência dessa rescisão 01. considere as seguintes proposições: I. 32. o prazo para a ação do marido para anular o matrimônio contraído com a mulher já deflorada. os credores que já o sejam. 08. em seu nome e comprovadamente com dinheiro da venda de uma casa que possuía em Porto Seguro. lº da Lei n. II e III são verdadeiras.Maria Fernanda e Matheus André. haverá que se observar. e a sua declaração independe de ação. ou os que venham a sê-lo depois desses atos. 08. 04. 02. ou por eles reduzido à insolvência. O prazo para a ação para haver abatimento da preço de coisa móvel. 04 o imóvel em Salvador será considerado. VI. 02. 16 anos mais velho que o adotado. Quando a renúncia da prescrição se presume de fatos do interessado. colocar fim à união estável. o imóvel comprado ficará pertencendo exclusivamente a Matheus André. IV. (TJBA – 1999) 6. 64. (TJBA – 1999) 8. jure et de jure. o imóvel em Salvador será considerado.os pratique o devedor já insolvente. Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários. V e VI são verdadeiras. recebida com vicio redibitório é de decadência. pelo menos. nos termos do art. os seguintes requisitos: 01. I. dela se beneficiam. durante dez anos conviveram como se marido e mulher fossem em união estável. o imóvel em Salvador será considerado fruto do trabalho e da colaboração de ambos. entre outros. Trata-se aqui de 01 simulação. em se tratando de adotandos com mais de 18 anos. má-fé. em condomínio e em partes iguais. um móvel em Salvador. III é verdadeira 02. II. III. V. 01. I e V são verdadeiras 16. 04. e o adotante deve ser. só os maiores de 30 anos podem adotar. e podem pleitear-lhe a anulação. poderão ser anulados pelos credores quirografários. nenhum dos conviventes estará obrigado a prestar assistência material ao outro. antes do inicio do convívio. (TJBA – 1999) 7. os demais em qualquer caso. em condomínio. II. Das afirmativas acima. dolo. relativamente ao imóvel destinado à família. A renúncia da decadência só pode ser expressa. . A respeito da prescrição e da decadência. 16.

16. e a sentença conferirá ao adotado o nome do adotante. a cessão equivale à renúncia e produz os mesmos efeitos dela. na segunda só valerá se for feita por escritura pública registrada no cartório imobiliário competente. a titulo gratuito. os dois filhos (herdeiros) renunciaram a herança: (II) mas. 32. 9 . . em se tratando de criança e de adolescente. e poderá. e em dicisão fundamentada. 02. No que tange aos alimentos. observada a ordem da vocação hereditária. 16. não podem adotar os ascendentes e os irmãos do adotando. a adoção de criança e do adolescente é irrevogável. em qualquer caso. na falta de ascendentes. é admissível a desistência de alimentos pela mulher. (TJBA – 1999) 9. renunciar ou deixar de exercer o direito a alimentos. Considere as seguintes hipóteses: (I) Marcos. 04. que tenha condições de prestá-los. o adotante. a obrigação de pensionar o alimentando não pode ser substituída pela obrigação de dar em casa hospedagem e sustento.64. 8 . poderão vir à sucessão os filhos dos renunciantes. em linha reta ou colateral. No que tange à partilha e aos bens do falecido. seus descendentes e colaterais até o 4º grau. os maiores de dezoito anos não podem ser adotado por duas pessoas. e. na segunda.32. não se pode desistir. antes de consumada a adoção e no interesse da criança por pessoa estrangeira. com sentença transitada em julgado. o adotante. a morte do adotante restabelece o pátrio poder dos pais naturais. e o parentesco resultante da adoção. a cessão equivale à renúncia. beneficiada. 4 . 7 . apenas a viúva. casado sob o regime de comunhão universal de bens. salvo se forem marido e mulher. com duas testemunhas. mas não poderão vir à sucessão os filhos dos renunciantes. no caso de adolescente. a obrigação de prestar alimentos cabe a qualquer parente. os filhos cedessem seus direitos hereditários à mãe e viúva meeira. (TJBA – 1999) 10.41.02. 16.85. 6 . 08.10. 04. 08. uma vez que se trata de direito indisponível. em se tratando de criança e de adolescente. em qualquer caso. e havendo sonegação de 04. 64. poderá o juiz. e é recíproco o direito sucessório entre o adotado. na segunda poderá ser feita por documento escrito. seus descendentes. determinar a modificação do prenome. mas só valerá depois de homologada pelo juiz. independentemente da ordem. o casamento nulo e assim reconhecido por sentença transitada em julgado. e é recíproca a direito sucessório entre o adotado. seus descendentes e colaterais até o 4º grau. 2 .02. se ao invés de terem renunciado a herança. buscando-se aquele mais próximo. limita-se ao adotante e ao adotado. ocorrerá renúncia abdicativa. residente fora do país. 01. 5 . Gabarito: 1 . correriam as seguintes situações: na primeira hipótese. seus descendentes.10. autorizar a saída do adotando do território nacional. na segunda. 08. a pedido deste. poderão vir à sucessão os filhos dos renunciantes. observada a ordem da vocação hereditária. pode-se afirmar que 01.04. 32.17. a adoção do maior de 12 anos de idade exige o seu consentimento pessoal. não produz feito para a prestação de alimentos 02. 04. 3 . faleceu e deixou viúva e dois filhos (herdeiros) com Prole: de comum acordo. só valerá se feita por escritura pública. ocorrerá renúncia traslativa. 10 (TJBA – 1999) 1. só a adoção por estrangeiro depende de sentença judicial. só valerá se feita por termo nos autos e homologada pelo juiz. se pode deixar de exercer o direito a alimentos. na segunda.

autorizar a saída do adotando do território nacional. 02. o imóvel que não couber no quinhão de um só herdeiro. e poderá. 64. e que a área seja continua. foram constituídos usufrutuários de um imóvel quando de sua aquisição pelos nus-proprietários Nilo e Branca. 08. arrendatário de um imóvel rural. continuando Lúcio no imóvel. extinguir-se-à o usufruto em relação aos usufrutuários sobreviventes Dalton. o quinhão dela acrescerá aos usufrutuários sobreviventes Dalton. possibilidade de versar terras devolutas. foi renovado tacitamente e passou a vigorar por tempo indeterminado. inicialmente pelo prazo de dois anos. Júlio. os bens sonegados não estão sujeitos à sobrepartilha. o quinhão dela acrescerá aos nus-proprietários Nilo e Branca. Júlia e Lino. destacando-se. autorizou-o. embora lhe seja defeso pelo testador. poderá o juiz. o herdeiro que sonegar bens da herança não perderá a direito que sobre eles lhe cabia.bens. (TJBA – 1999) 4. (TJBA – 1999) 5. a 01. nus-proprietários. e dela removido se estiver nessa função. inocorrência de vedação ao proprietário urbano. não obsta à partilha estar um ou mais herdeiros na posse de certos bens do espólio. a adoção de criança e do adolescente é irrevogável. 04. ou não admitir divisão cômoda. a lei estabelece determinadas normas a serem observadas. 16. 08. em geral. a pedido deste. mas esse quinhão só se consolidará à nua propriedade quando do falecimento dos demais usufrutuários. proibição de ser o requerente proprietário rural ou urbano. A situação jurídica de Lúcio é de 01. será impedida de exercer a inventariança. 64. Júlia e Lino. todavia. consolidando-se a plena propriedade em Nilo e Branca. 04. Dallon. extinguir-se-à a pane em relação a Silvia. mediante remuneração. por 05 anos. 16. a cercar um pedaço das terras. 04. 02. a condição de situar-se ela em zona rural. sub-arrendatário. (TJBA – 1999) 3. residente fora do país. antes de consumada a adoção e no interesse da criança por pessoa estrangeira. . não poderá ser objeto de partilha em inventário. e a sentença conferirá ao adotado o nome do adotante. (TJBA – 1999) 2. caso até então não o seja. 04. 32. ainda que mais valiosa. necessidade de comprovação de justo titulo e boa fé. 16. O contrato. "naturalis possessio". Falecendo Silvia 01. pode-se afirmar que 01. ao redor da casa destinada à moradia da família. possuidor indireto. A respeito do usucapião especial. 08. salvo se da morte do proprietário houver decorrido vinte anos. 16. posse ininterrupta e sem oposição. contratou Lúcio como caseiro. possuidor direto. A respeito das obrigações é correto afirmar que 01. extinguir-se-à o usufruto em relação a Silvia. determinar a modificação do prenome. 32. em decisão fundamentada. limitação da área a 25 hectares. ainda. dando-se a imediata consolidação em Nilo e Branca. e a obrigação de o requerente torna-la produtiva. o credor de coisa certa não pode ser obrigado a receber outra. Silvia. 08. 02. o herdeiro pode requerer a partilha. com a incumbência de tomar conta e zelar. 02. e a cultivar uma pequena horta para uso próprio e consumo. Júlia e Lino. fâmulo da posse.

vencem a partir do julgamento definitivo das cantas 32. I. antes da escolha. (TJBA – 1999) 6. de seis por cento ao ano. compensação. Ao modo de extinção de obrigações. Considera-se inexistente a aceitação da proposta se depois dela. serão. II. pare ser tácita. 02. antes da escolha. 02. poderá o devedor alegar perda ou deterioração da coisa. III e IV estão corretas. chegar ao conhecimento da outra parte a retratação do proponente. Atente para as seguintes afirmações. como as prestações de outra natureza. e pai em vida.. Deixa de ser obrigatória a proposta se. 16. serão. ao mesmo tempo. mesmo que se não alegue prejuízo. 04. 04. de seis por cento ao ano. (TJBA – 1999) 8. . 16. se contam da citação. resolver-se-à a obrigação. responderá por perdas e danos.02. sempre. e as benéficos extensivamente. IV está correta. 04. resolver-se-à a obrigação. I e v estão corretas 64. 08. V está correta. em principio. devedora e credor uma da outra dá-se o nome de 01. II está carreta. se devido a motivo relevante 04. 64. 16. em principio. antes dela. IV. nas obrigações ilíquidas. e pode efetuar-se entre coisas fungíveis. I está correta. se por culpa do devedor. serão. se a prestação de fato se impossibilitar sem culpa do devedor. compensação. a solidariedade se presume 08. de seis por cento ao ano. III. quando a lei não exigir que seja expressa. 08. os contratos onerosos interpretar-se-ão estritamente. nas obrigações relacionadas ao saldo ou débito do tutor para com o tutelado. 16. e por ela podem ser validadas obrigações nulas ou extintas. desde que se comprove efetivo prejuízo do credor. A impossibilidade da prestação invalida o contrato. e só se opera em relação à divida toda. ou simultaneamente. I e IV estão corretas. (TJBA – 1999) 7. Não pode ser objeto de contrato a herança de pessoa viva. e pode ser feita independentemente do consentimento do credor. imputação do pagamento. na obrigação de dar coisa incerta. v. se por culpa do devedor. são compostos e devidos desde que o crime foi praticado. confusão. se fixado o valor pecuniário por arbitramento. até onde se equivalerem. não poderá o devedor alegar perda ou deterioração da coisa se devido a motivo relevante. chegar ao proponente a retratação do aceitante. V. havendo mais de um devedor numa mesma relação jurídica. se a prestação de fato se impossibilitar sem culpa do devedor. g. o credor de coisa ceda está obrigado a receber outra. e o devedor a eles está obrigado. responderá apenas por perdas e danos. não pode proceder à partilha de seus bens. nos contratos. 32. 08. Delas 01. e o devedor a eles está obrigado. Os juros moratórios legais 01. nas obrigações provenientes de delito. 32. novação. e só se efetiva entre dividas vencidas e coisas infungíveis. na obrigação de dar coisa incerta. compensação. entre pessoas que são. desde que mais valiosa. 02. e se contarão assim as dividas em dinheiro. A manifestação da vontade. e pode verificar-se sobre toda a divida ou só pane dela. 32.

(TJBA – 1999) 9. sobre a preferência entre eles disputada e sobre a nulidade. legalmente. após a formal constituição em mora do devedor. para que esta. 7 . os quais devem. fraude ou falsidade das dividas e dos contratos. a existência de vinculo de subordinação entre o franqueador e o franqueado. 10 38. pelo menos o franqueador deve ser comerciante. ficando ele sem seu instrumento de trabalho e sem meios de adquirir outro caminhão. (TJBA – 1999) 10.000. 3 . o qual não tem autonomia jurídica e financeira em relação ao franqueador. o caminhão de Valdir incendiou-se. de doze por cento ao ano. sobre a nulidade. apenas às dívidas em dinheiro. Valdir (A) acha-se impossibilitado de exigir.31.00 (um milhão e quinhentos mil reais) num jogo de loteria. Adquiriu um caminhão por R$500. fraude ou falsidade das dividas e dos contratos. 16. 02. dentre outras.18.01. Posteriormente. simulação.500. sobre a preferência dos direitos dos credores. gozando de privilégio geral. a obrigação de o franqueador prestar permanente assistência técnica e comercial ao franqueado. 04. 08. . No contrata de franquia. 32. por conta risco do franqueado. podendo a discussão versar 01. qualquer benefício por parte da Fundação. sobre a preferência entre eles disputada.32. toda vez que as dividas excedam à importância dos bens da devedor. Diante do exposto. 04. 6 . 01. apenas sobre a preferência entre eles disputada 08. a obrigação de o franqueador dispor de produto que tenha assegurada a comercialização e o franqueado tem autonomia jurídica e financeira. necessariamente ser comerciantes.21. dentre outros. (C) tem direito de que lhe seja devolvido o valor de R$1. e se contarão. inclusive no que se refere à publicidade dos produtos. em princípio. 02. 2 . 4 .90. simulação.42.00 (um milhão de reais) pela Fundação. Gabarito: 1 . aponta-se. o dever de o franqueador prestar assistência técnica e comercial durante certo período. que lhe dê condições de sobrevivência. serão. 8 . e. O restante do prêmio foi empregado na instituição de uma Fundação de amparo aos idosos. a comercialização do produto objeto da franquia. como sua característica. os créditos por custas judiciais e pelos salários dos criados.00 (quinhentos mil reais). dentre outros. mediante condições especiais.04. Procede-se ao concurso de credores. gozando de privilégio especial.000. a inexistência de vinculo de subordinação entre o franqueador e o franqueado. e o credor por benfeitorias necessárias ou úteis em relação à coisa beneficiada. 9 . com o qual iria trabalhar para se manter. (B) tem como exigir um emprego na Fundação. que se caracteriza por ligar uma pessoa a uma empresa. todavia sem estar obrigado à publicidade dos produtos. o credor de custas e despesas judiciais feitas com a arrecadação a liquidação relativa à coisa arrecadada e liquidada. 5 . conceda à primeira o direito de comercializar marcas ou produtos de sua propriedade.000.64.000. 16. (TJMG – 1999) 1) Valdir recebeu o prêmio acumulado de R$1.81.

Qual é a opção que completa corretamente o conceito acima? (A) reais / potestativos. firmaram um documento particular. (C) A sentença criminal absolve Julião por falta de provas. (E) A sentença criminal reconhece que Julião agiu em sua legítima defesa. é denominado (A) nulo. devido a algum impedimento externo extrínseco. (B) Julião morre logo após a sentença deixando espólio. que não gera efeitos para outras pessoas que dele não participaram. O que poderia impedir a procedência da ação? (A) Julião é beneficiado por um decreto de anistia. Viveram aparentemente bem durante 16 (dezesseis) anos e 4 (quatro) meses. (C) pessoais / que a lei determina. uma pensão vitalícia de 10 (dez) salários mínimos. a seguir. . (D) A sentença proferida no processo criminal julga extinta a punibilidade. (D) condenatórias / a uma prestação. (B) ilícito. (D) anulável. às vésperas do casamento. mensalmente. (E) constitutivo-condenatórias / que a lei determina.(D) passa a ter direito de receber. causando-lhe deformidade permanente. e. Januário pretende receber indenização de Julião e ingressa na Justiça com a ação competente. (TJMG – 1999) 3) Julião cometeu contra Januário um crime de lesão corporal. da Fundação. (TJMG – 1999) 5) Juliana e Mateus. (C) ineficaz. (TJMG – 1999) 2) O ato jurídico válido para quem o pratica. (TJMG – 1999) 4) A prescrição atinge as ações _______________________ que protegem os direitos __________________________. (E) tem amparo legal para que sua doação seja anulada pela Justiça e o patrimônio da Fundação retorne a sua pessoa. (E) inexistente. (B) constitutivas / potestativos. pelo qual optaram pelo regime de Separação de Bens.

(E) após a separação do adúltero. (A) aberta por um dos credores solidários.no início de 1999. NÃO é correto afirmar que a interrupção. em partes iguais. (C) distrato ou rescisão de contrato. que dispõe sobre ação de alimentos. estribada em provas irrefutáveis. (TJMG – 1999) 8) NÃO é admitida como extinta a parceria rural no caso de (A) morte do parceiro outorgante. (B) desapropriação total do imóvel. (B) Determinar o cumprimento do pacto antenupcial. envolve os herdeiros de outro devedor solidário. (TJMG – 1999) 7) Quanto à prescrição nas obrigações. (E) Decidir pela divisão do patrimônio comum. envolve os demais. (E) operada contra um dos herdeiros do devedor solidário. (D) aquisição do imóvel pelo parceiro outorgado. (D) efetuada contra um dos devedores solidários. (C) Aplicar as regras que tratam da Comunhão Universal de Bens. Juliana requereu Separação Litigiosa. Como deve proceder o Juiz na fase da partilha de bens? (A) Determinar a ratificação do pacto antenupcial. independentemente de sua forma e da data de aquisição. aproveita aos outros. . (C) ao limite da maioridade. (TJMG – 1999) 6) Com relação à Lei 5 478/68. (D) após o divórcio do adúltero. só prejudica os outros devedores quando se tratar de obrigação divisível. (B) depois de reconhecido. que foi julgada procedente. (D) Declarar nulo o pacto particular e aplicar as regras da Comunhão Parcial de Bens. (B) efetuada contra um dos devedores solidários. (C) operada contra um dos herdeiros do devedor solidário. nunca prejudica os outros herdeiros. somente pode o filho adulterino pleitear este direito (A) se for órfão de mãe.

É necessário que o posseiro tenha moradia na área usucapienda. Para postular os direitos de que se julga titular. (MPRJ – XXII – 1998) 8ª questão Constitui a LESÃO defeito do negócio jurídico? Em caso afirmativo.C. 7 . Raimundo terá de propor uma ação (A) rescisória. Raimundo filho reconhecido pelo falecido. 3 . (E) 1-2-4.D. 8 .A. Todavia. 5.96. (MPRJ – XXII – 1998) 9ª questão JOSÉ e ANA requereram. como deve posicionar-se o Promotor de Justiça? b) a pretensão de CLÁUDIA encontra tutela jurídica nos autos da ação de divórcio? Resposta objetivamente justificada.B. no dia seguinte. de qual espécie? Quais são seus requisitos e consequências? Resposta objetivamente justificada. 3.05. pode-se concluir que os requisitos comuns ao usucapião "pro moradia" e ao usucapião "pro labore" estão representados na seguinte seqüência: (A) 2-3-4. Pergunta-se : a) tendo em vista o falecimento de JOSÉ.D. (E) investigatória de paternidade. (C) 2-4-5. Em 29. 4 . 6 . 28 de maio. (D) anulatória de partilha. O posseiro não pode ser proprietário de outro imóvel urbano ou rural. Cinco meses após encerrado o inventário. 5 .D. JOSÉ veio a falecer. abriram o Inventário.96. 2 . 10 . 2.05. CLÄUDIA requereu fosse admitida a ingressar no feito. (D) 1-2-3. A área usucapienda tem sua metragem máxima fixada em norma jurídica. No dia 27 do mesmo mês e ano realizou-se a audiência de ratificação e o divórcio foi decretado. (TJMG – 1999) 10) Com o falecimento de Antônio Carlos .96.A.C. seus filhos. Os autos foram remetidos ao Ministério Público em 30. O tempo mínimo de uso da área usucapienda pelo posseiro é de 4 (quatro) anos.E. . Gabarito: 1 . (B) 2-3-5. sem testamento Patrícia e Pedro. 4. mas desconhecido de Patrícia e Pedro . em razão de força maior. o divórcio direto consensual do casal.05. partilharam entre si os bens e registraram o formal.(E) impossibilidade de execução. em 13.E.entra em juízo pretendendo receber seu quinhão na herança do pai. 9 . (TJMG – 1999) 9) 1. O usucapião somente será reconhecido uma única vez ao mesmo possuidor. (C) de petição de herança. Pela análise do quadro acima. (B) de alimentos. comprovando ser companheira do falecido e dizendo-se interessada na solução do processo.viúvo.

em 13. só então observaram que não ocorrera a sua inscrição no registro civil. a Transportadora Sol apresentou contestação. contínua e incontestadamente. ocorrida em julho de 1996. Pergunta-se: a) tendo em vista o falecimento de JOSÉ.96. encontrava-se com sua genitora em um coletivo da Transportadora Sol. comprovando ser companheira do falecido e dizendo-se interessada na solução do processo. Todavia. quando este foi atingido por um caminhão. Acionada por MARIA. quando este foi atingido por um caminhão. a Transportadora Sol apresentou contestação.05. 28 de maio. não havendo impugnação de terceiros. CARLOS é citado no exterior e queda-se inerte. a partir de maio de 1982. fato esse confirmado pela prova colhida. JOSÉ veio a falecer.1998. (MPRJ – XXII – 1998) 09ª questão JOSÉ e ANA requereram. não oferecendo contestação. no dia seguinte. Os autos foram remetidos ao Ministério Público em 30. citando os dispositivos legais aplicáveis. Os autos são remetidos ao Ministério Público. que sofreu graves lesões em razão do acidente. Encontrando-se fora do Brasil há vinte anos. e que ela. já separados de fato há três anos. fato esse confirmado pela prova colhida. CLÁUDIA requereu fosse admitida a ingressar no feito. ajuíza. ajuizaram ação de divórcio consensual.96. No dia 27 do mesmo mês e ano realizou-se a audiência de ratificação e o divórcio foi decretado. Opine a respeito. desde seu óbito. Em 10.96. são os autos remetidos ao Ministério Público. de qual espécie? Quais são seus requisitos e conseqüências? Resposta objetivamente justificada. ação de usucapião em face de CARLOS. RESPOSTA INTEGRALMENTE FUNDAMENTADA (MPRJ – XXII – 1998) 2ª Questão MARIA.01. Em 29. proprietário de um imóvel situado no Rio de Janeiro. menor impúbere.05. negando qualquer responsabilidade pelo evento e atribuindo culpa exclusiva ao motorista do caminhão. devidamente representada. em 1998. Comunicaram tal fato ao juiz e ratificaram o pedido de divórcio. cujo motorista trafegava imprudentemente pela contramão de direção. Os . (MPRJ – XXII – 1998) 10ª questão MARIA. Resposta objetivamente justificada.(MPRJ – XXII – 1998) 10ª questão MARIA. Cumpridas as regras dos artigos 942 e 943 do Código de Processo Civil e. Opine o candidato a respeito. negando qualquer responsabilidade pelo evento e atribuindo culpa exclusiva ao motorista do caminhão. exercera a posse sobre o imóvel como se dono fora. encontrava-se com sua genitora em um coletivo da Transportadora Sol. como deve posicionar-se o Promotor de Justiça? b) a pretensão de CLÁUDIA encontra tutela jurídica nos autos da ação de divórcio? Resposta objetivamente justificada. Os autos são remetidos ao Ministério Público. Acionada por MARIA. (MPRJ – XXII – 1998) 1ª Questão JOÃO e MARIA casaram-se em 20. companheira do finado PAULO. devidamente representada. com quem vivera nos seis anos anteriores à sua morte. Instados a apresentar a certidão de casamento. exerce a posse nas mesmas condições. cujo motorista trafegava imprudentemente pela contramão de direção. em serviço público da União. RESPOSTA INTEGRALMENTE FUNDAMENTADA (MPRJ – XXII – 1998) 08ª questão Constitui a LESÃO defeito do negócio jurídico? Em caso afirmativo. com justo título e boa-fé. o divórcio direto consensual do casal. que sofreu graves lesões em razão do acidente. Alega que PAULO. É tido como revel.03.05. Opine o candidato a respeito. menor impúbere.1989.

tendo por objeto imóvel de sua propriedade localizado na cidade de Recife. Ficou apurado no inquérito policial que o disparo fora efetuado por um homem que estava parado nas proximidades do ponto de ônibus e que tomou rumo ignorado após o fato. RESPOSTA INTEGRALMENTE FUNDAMENTADA (MPRJ – XXIII – 2000) 2ª Questão JOÃO. Em 1994. tratar-se exclusivamente de acidente do trabalho. ainda. Na data do vencimento. (MPRJ – XXIII – 1999) 8ª questão Explique a responsabilidade contratual da pessoa jurídica. companheira de JOÃO. (MPRJ – XXIII – 1999) 10ª questão Quais as diferenças entre pátrio poder e tutela? Resposta objetivamente justificada. Transitou em julgado. poderes jurídicos e direitos potestativos. PAULO. Opine sobre a pretensão de MARIA e de JOÃO JÚNIOR. localizado na cidade de Recife. a sentença que mandou abrir a sucessão provisória.. na cidade do Rio de Janeiro. Pergunta-se: . citando os dispositivos legais aplicáveis. ajuizou.. poderá o credor exigir de um dos seus herdeiros a dívida inteira? Resposta objetivamente justificada. (MPRJ – XXIII – 1999) 9ª questão Em uma obrigação indivisível no valor de R$ 3. em 15 de setembro de 1990. em 20 de outubro de 1993. A.autos são remetidos ao Ministério Público. Diante da recusa de JOÃO em receber o pagamento da quantia devida. embora comprovada a união estável. RESPOSTA OBJETIVAMENTE JUSTIFICADA (MPRJ – XXIV – 2000) 9ª questão JOÃO. e nomeado curador seu genitor PEDRO. Indaga-se: o referido contrato é válido? RESPOSTA INTEGRALMENTE FUNDAMENTADA (MPRJ – XXIV – 2000) 8ª questão Estabeleça a diferença entre as seguintes figuras afins dos direitos subjetivos: faculdades jurídicas. PAULO pretende efetuar o pagamento por consignação. procura JOÃO para efetuar o pagamento. Resposta objetivamente justificada. através de contrato escrito. foi declarada sua ausência por sentença judicial. desapareceu de seu domicílio. para administrar-lhe os bens. solteiro. Resposta objetivamente justificada. se um dos devedores vem a falecer. para descida de passageiros. celebra. Em face disso. maior de 28 anos de idade. sem dar notícias. e alegando. MARIA. que deveriam ser pagos no dia 30 de abril de 2000. (MPRJ – XXIII – 2000) 1ª Questão JOÃO. por si e representando seu filho menor JOÃO JÚNIOR. contrato de compra e venda com ANTONIO.000. amigo de longos anos de PEDRO. emprestou para PEDRO cem mil reais. por não ser esposa da vítima. vindo a falecer em seguida. motorista da Viação Velocidade Máxima S. que contestou suscitando a ilegitimidade de MARIA. JOÃO. ação de responsabilidade civil contra a Viação Velocidade Máxima S.00 (três mil reais). quando foi atingido por disparo de arma de fogo. parou o ônibus que conduzia em um ponto da estrada. Opine a respeito. por escritura pública. A. não deixando representante ou procurador.

MARIA pretende executar os provisórios fixados no início da lide. O juiz fixou os provisórios no percentual de 15%. entrando em vigor um ano após a sua publicação. em evento patrocinado pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro durante o Carnaval de 2002. Analise as questões de direito. (MPRJ – XXV – 2002) 08ª questão: O novo Código Civil foi publicado em 11 de janeiro de 2002. As partes interpuseram recursos de apelação. os alimentos definitivos foram fixados em 10%. publicadas em 1° de outubro de 2002. desnecessária a consulta ao novo Código Civil. (MPRJ – XXV – 2002) 1ª Questão O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) demandou. segundo a legislação vigente. JOÃO requer que prevaleça. ação de cobrança de direitos autorais pela execução de músicas em via pública. Na sentença de mérito. em face do Município do Rio de Janeiro. 407 do Código Civil pode ser rejeitada pelo juiz? RESPOSTA OBJETIVAMENTE JUSTIFICADA (MPRJ – XXIV – 2001) 1ª Questão MARIA propôs ação de alimentos em face de JOÃO. segundo a legislação vigente. para a execução. pode PAULO usar da ação de consignação em pagamento para compelir o credor a receber a quantia devida? quais os efeitos jurídicos do pagamento efetuado por PAULO. indaga-se quando entrarão em vigor: a) as normas alteradas? b) as normas relativas ao direito das obrigações? RESPOSTA OBJETIVAMENTE JUSTIFICADA. Durante a tramitação dos recursos. b. . (MPRJ – XXIV – 2001) 2ª Questão Disserte sobre as diferenças de tratamento normativo dos institutos da prescrição e da decadência. o percentual de10% fixado na sentença de mérito. Se. (MPRJ – XXV – 2002) 09ª questão O cônjuge sobrevivente que passa a viver em união estável perde o direito real de habitação? RESPOSTA OBJETIVAMENTE JUSTIFICADA. (MPRJ – XXV – 2002) 10ª questão Quais os efeitos jurídicos em decorrência do descumprimento do encargo? RESPOSTA OBJETIVAMENTE JUSTIFICADA. no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor. desnecessária a consulta ao novo Código Civil. seu marido. caso JOÃO tivesse concordado em aceitá-lo? RESPOSTA OBJETIVAMENTE JUSTIFICADA (MPRJ – XXIV – 2000) 10ª questão Na tutela testamentária.a. requerendo a fixação de alimentos em 20% dos vencimentos líquidos do Réu. segundo a legislação vigente. a nomeação feita por um dos legitimados do art. forem feitas correções em normas do direito de família. durante o período da vacatio legis. MARIA visando a majorar os alimentos definitivos para 20% e JOÃO pretendendo reduzi-los para 5%. desnecessária a consulta ao novo Código Civil.

em forma de parecer. sobre a pretensão do ECAD. a execução musical em eventos semelhantes decorre do princípio da necessidade de valorização da produção artística. Opine. (MPRJ – XXV – 2002) 2ª Questão Estabeleça a diferença entre fato do produto e vício do produto? . sem importar o lucro direto ou indireto.Argumenta que.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful