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Contabilizando

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Amostras Grátis - Classificação Contábil Ações em tesouraria – Aquisição e alienação - Contabilização Adiantamento para futuro aumento de capital - Tratamento

Adiantamentos de despesas de viagens - Registro Adiantamentos recebidos de clientes - Registro Ajuste de exercícios anteriores - Conceito Ajuste de períodos anteriores – Ausência de reflexo no resultado Alienação Fiduciária - Considerações Aluguel recebido antecipadamente – Classificação contábil Amortização de programas para computador Aplicação do princípio da competência Aplicações financeiras de renda fixa - Tratamento Aquisição de ações próprias – Registro contábil Aquisição de bem novo para o imobilizado, dando um usado como parte do pagamento Aquisição de hardware e software - Tratamento Aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional - Registro Aquisição de imóvel para investimento - Tratamento Aquisição de semoventes - Registro Aquisições com cheques pré-datados - Classificação contábil Arrendamento mercantil – Registro contábil na arrendatária Aspectos Contábeis das Culturas Temporárias Aspectos contábeis do vale-transporte Assinatura de periódicos, jornais e revistas - Contabilização Assinatura em conjunto em Laudo Pericial Contábil – Interpretação Técnica NBC T 13 – IT - 03 Assinatura nos Termos de Abertura e Encerramento dos Livros Contábeis Atividade agrícola - Aspectos contábeis das culturas temporárias Atividade pecuária - Nascimento de bezerros Atividade rural - Criação de animais - Registro do rebanho existente Ativo Imobilizado - A identificação dos bens Ativo Imobilizado - Alienação e baixa de bens Ativo Imobilizado - Bem fabricado pela própria empresa - Custo de aquisição Ativo Imobilizado - Bens em construção Ativo imobilizado - Compra de bem novo, dando um usado como parte do pagamento Ativo Imobilizado - Controle Ativo imobilizado - Distinção entre manutenção, reparos e reformas Ativo Imobilizado - Fabricação de bem pela própria empresa - Custo Ativo Imobilizado - Fichas de controle de bens Ativos que podem ser reavaliados Auxílio-creche – Tratamento contábil Avaliação dos produtos acabados e em elaboração, nas empresas industriais, devem ser com base no custeio por absorção Avaliação na baixa do investimento Avalista de Empresa Concordatária Baixa de bens imprestáveis Baixa de bens sinistrados com perda total Baixa de créditos não liquidados Baixa de investimento avaliado pela equivalência patrimonial Baixa do registro no CRC - Procedimentos Balancete de verificação - Critérios de elaboração Balanço - Visto do juiz no balanço Balanço de abertura - Retorno ao lucro real Balanço de abertura pela PJ tributada pelo lucro presumido - Hipótese

Balanço e demais demonstrações contábeis – Transcrição no Diário Balanço Social Balanço Social - Informação sobre recursos humanos Balanço Social - Responsabilidade técnica pelas informações e revisão da demonstração Bem fabricado pela própria empresa – Custo de aquisição Bem não destinado à atividade da empresa - Classificação Benfeitorias realizadas pela locatária - Ativo Imobilizado Bens adquiridos por meio de consórcio - Registro Bens do Ativo Imobilizado - Identificação Bens do ativo imobilizado não podem ser transferidos para o ativo circulante para serem vendidos Bens do ativo imobilizado retirados de operação - Registro contábil Bens do Imobilizado em construção Bens registrados como custo ou despesa Bens registrados no Ativo Imobilizado - Características Bens totalmente depreciados - Permanência nos registros contábeis Bonificação de mercadorias - Conceito Bônus de adimplência fiscal - Registro Brindes - Aquisição e distribuição - Tratamento Brindes - Registro contábil desses gastos Capital de giro, capital de giro próprio e capital em giro – Diferenças Capital social - Subscrição e integralização - Conceituação Cestas básicas distribuídas a empregados - Classificação contábil Cestas de natal distribuídas a empregados – Exemplo de contabilização CFC - Contrato de prestação de serviços contábeis - Regulamentação CFC reafirma disposição em apoiar padronização de normas contábeis no Brasil CFC regulamenta Prêmio de Gestão Fiscal Responsável Cheque pré-datado - Classificação contábil Cheques devolvidos – Registro contábil Cide-Royalties - Aproveitamento de créditos Classificação - Contas contábeis Classificação Contábil – Procedimentos básicos Classificação contábil dos gastos com reparos, conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado Classificação das amostras grátis Codificação de contas contábeis - Graduação Codificação e abreviatura de históricos contábeis Comissões cuja liberação ao vendedor esteja condicionada ao recebimento da venda Tratamento Comodato de bens móveis entre empresas Composição do lançamento contábil Compra de bem novo, utilizando usado como parte de pagamento - Contabilização Compras com cheques pré-datados - Classificação contábil Comprovação da habilitação e registro do contador Comprovação de despesas por documentos idôneos Conciliação bancária - Objetivo Conselho fiscal x Comitês de auditoria Conservação de livros e documentos - Disposições Conservação ou substituição de partes e peças - Ativação dos gastos Consignação Mercantil - Tratamento Contábil Consórcio de empresas - Procedimentos a serem adotados a partir de 1º.01.2006 Constituição de empresas - Lançamentos contábeis Contabilidade - Despesas incorridas - Conceito

Contabilidade - Diário, Razão e Registros auxiliares Contabilidade - Notas explicativas - Indicações Contabilidade - Previsões Contabilidade ajuda pequenas empresas a vencerem a crise Contabilidade de custos - Custeio por Absorção – O que significa Contabilidade de Custos – Distinção entre custos e despesas Contabilidade descentralizada de empresas com filiais Contabilidade: Uma obrigação, uma necessidade ou uma aliada? Contabilista - Práticas vedadas Contabilista aposta na especialização Contabilização da remuneração de sócios ou dirigentes (pro-labore) Contabilização das doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Contabilização de bem novo, utilizando usado como parte de pagamento Contabilização de doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Contabilização de Exportações - Momento do reconhecimento da receita Contabilização de Marcas Contabilização de uma operação de ―Factoring‖ Contabilização do aluguel recebido antecipadamente Contabilização do arrendamento mercantil a partir de 2002 Contabilização do depósito judicial de tributos discutidos em juízo Contabilização durante o período de liquidação da empresa Contas de compensação - Características Contas de compensação - Registro de valores - Aspectos práticos Contas de luz, água e telefone não devem ser registradas como provisão Contas do Ativo - Conceito de liquidez Controle dos bens registrados no Ativo Imobilizado Convênio de Assistência Médica – Tratamento contábil Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário CPMF - Tratamento Cresce a preocupação das empresas com rigor contábil Critérios gerais de escrituração Critérios para elaboração de balancete de verificação CSL - Crédito sobre a depreciação dos bens do Ativo Imobilizado CSL/Cofins/PIS-Pasep retidos na fonte - Tratamento Culturas temporárias - Aspectos contábeis Custos diretos e indiretos - Conceituação Declaração de Habilitação Profissional (DHP) - Finalidade Decore - Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos - Documentos que fundamentam a emissão da declaração Decore - Emissão por meio eletrônico DECORE - Fornecimento por contabilista - Procedimentos Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental - Finalidade Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados - Conceito Demonstrações contábeis - Adoção de livro próprio Demonstrações contábeis no livro diário e periodicidade de elaboração Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) – Objetivo Demonstrações exigidas pelas legislações fiscal e comercial Demonstrações Financeiras – Notas explicativas Demonstrações Financeiras - Quem pode assinar? Demonstrações Financeiras - Responsáveis pela assinatura Demonstrações Financeiras - Transcrição em Livro Próprio Demonstrações Financeiras - Transcrição no Livro Diário

Demonstrações financeiras e a apuração do lucro real - Transcrição Demonstrações financeiras obrigatórias Depósitos judiciais em garantia - Tratamento Depreciação - A depreciação de bens não é obrigatória Depreciação – Adoção de taxas diferentes Depreciação - Ausência de reconhecimento da depreciação - Conseqüências Depreciação - Bens não depreciáveis Depreciação - Bens que podem ser depreciados Depreciação - Bens totalmente depreciados - Permanência nos registros contábeis Depreciação - Contabilização Depreciação - Falta de reconhecimento da depreciação - Conseqüências Depreciação - Periodicidade de registro Depreciação - Registro contábil – Periodicidade a ser observada Depreciação - Taxas diferentes das fixadas pela Receita Federal Depreciação acelerada - Coeficientes aplicáveis Depreciação acelerada de bens adquiridos por empresas rurais Depreciação de bens que operem em mais de um turno diário de oito horas Depreciação de semoventes - Registro Descentralização da contabilidade Desconto de duplicatas - Conceito Desconto de duplicatas – Contabilização Desconto de duplicatas - Registro contábil Desconto financeiro - Registro contábil Descontos Financeiros - Concessão e pagamento - Classificação contábil Despesas antecipadas – Conceito Despesas com convênio médico - Registro contábil Despesas com festas de confraternização - Contabilização Despesas de viagens – Adiantamento – Registro contábil Despesas incorridas - Conceito Despesas pagas antecipadamente e despesas pré-operacionais - Diferença Despesas pré-operacionais - Conceito Despesas pré-operacionais ou pré-industriais - Registro Determinação do valor contábil do investimento Deveres do contabilista Devolução de Capital em Bens - Avaliação dos bens entregues Devolução de cheques - Registro contábil Devolução de mercadorias efetuadas em período posterior ao da venda - Registro Devolução de mercadorias recebidas no próprio exercício - Registro Devolução não é Cancelamento de Vendas DHP - Emissão por meio eletrônico Dispensa de escrituração contábil para efeito do Imposto de Renda Dissolução de sociedade – Responsabilidade do liquidante Doações recebidas em mercadorias para revenda - Tratamento Documentação contábil Editores, distribuidores e livreiros - Constituição de provisão para perdas de estoque de livros Embalagens - Custo ou despesa? Empresa tributada pelo lucro presumido que não mantém escrituração contábil Empresas dispensadas de escrituração comercial Empresas industriais - Registro do ICMS incidente sobre o consumo de energia elétrica Empresas terão que guardar arquivos magnéticos Empréstimo compulsório sobre combustíveis e veículos - Juros e atualização monetária Classificação Contábil

Avaliação de Estoque – Custeio por absorção Estoques .Conservação de livros e documentos Escrituração comercial e fiscal .Livre escolha do contribuinte Escrituração do Livro Diário pode ser mensal Escrituração do Livro Registro de Inventário Escrituração eletrônica Escrituração eletrônica .Avaliação de estoques das empresas optantes pelo lucro presumido e pelo SIMPLES Estoques .Permissão Estoques .Método das partidas dobradas Exaustão .Impossibilidade de registro contábil Falta de emissão de nota fiscal caracteriza omissão de receita Fatos contábeis – Classificação Faturamento Antecipado e Venda para Entrega Futura .Critérios Gerais de Escrituração Contábil Escrituração – Novo Código Civil Escrituração .Registro contábil Erros de soma por inversão .Definição Fundos de Investimentos Regionais .Divergências entre o estoque físico e o contábil .Formalidades Escrituração contábil .Reconhecimento da receita Férias antecipadas .A escrituração faz prova a favor do contribuinte Escrituração .Avaliação dos estoques de produtos com base em contabilidade de custos Estoques .Entidades desportivas .Momento da contabilização .Responsabilidade Escrituração comercial .Uso de códigos e abreviaturas Escrituração de livros comerciais Escrituração do Diário por partidas mensais Escrituração do Livro Diário .Procedimentos Fixação do valor dos serviços profissionais Forma de contabilização dos descontos financeiros Formas de classificação de documentos para fins de registro na contabilidade Função do contador na prevenção de fraudes Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil .Registro permanente .Síntese dos métodos e critérios previstos legalmente Escrituração contábil .Levantamento e avaliação Estoques .Publicação das demonstrações financeiras .Regularização Estoques .Transcrição das Demonstrações Financeiras Escrituração por processamento eletrônico de dados Escrituração resumida do Livro Diário .Processamento eletrônico de dados Escrituração contábil .Documentos digitalizados Escrituração mecanizada ou eletrônica .Dispensa Escrituração Contábil .Procedimentos para legalização Factoring – Registro contábil Falta de documentação idônea .Abertura .Contabilização Fiança – Aspectos gerais Firma Individual .FIDES Fundo fixo de Caixa Fundos .Como localizar Escrituração .Quebras ou Perdas de estoque – Imputação ao custo de produção Estoques .Classificação contábil Extinção de sociedades Extravio de documentos .Escrituração Estrutura do lançamento contábil .Obrigatoriedade Entidades sem fins lucrativos .Regras básicas Escrituração .Critérios gerais de execução Escrituração contábil .

A rasura pode desclassificar a escrita Livro Diário .Registro contábil Gastos de implantação de sistemas e métodos .Classificação como custo ou despesa operacional IRPJ/CSL .12) Lucros apurados a partir de 1º.Tratamento IPVA .Escrituração por partidas mensais Livro Diário – Lançamentos com data anterior ao seu registro e autenticação Livro Diário .Transcrição das demonstrações Livro Razão .Esclarecimento Livro Diário .Obrigatoriedade Livro Razão .Formas de retificação Lançamentos contábeis .Obrigatoriedade de escrituração Livro Registro de Duplicatas.Estrutura Leasing .1996 – Tratamento contábil Lucros ou dividendos recebidos .Utilização IPI incidente sobre vendas .Aprovada normas de contabilidade Identificação dos bens do Ativo Imobilizado Imobilizado .Tratamento Liquidez .Livre escolha da forma de escrituração Livro Diário – Local de registro e autenticação Livro Diário .Escrituração com data anterior ao seu registro e autenticação Livro Diário .Dedutibilidade Gorjetas de fim de ano – Registro contábil Grupos do Passivo .Atividade imobiliária Livro Diário .Admitida a escrituração mensal Livro Diário .Autenticação Livro Diário .Bens em construção Imobilizado em andamento .Considerações Goodwill (Fundo de Comércio) .Aplicação do imposto em investimentos regionais (Finor.01.Tratamento Lançamentos contábeis .Estimativa mensal .Registro Imóvel não destinado à atividade da empresa .Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Livro Diário .Antecipação do valor residual .Dispensa de impressão e de encadernação .Classificação contábil Gastos Gerais de Fabricação .Observações Livros exigidos das sociedades cooperativas Lucro Presumido .Classificação contábil .Conceito Livro Caixa .Escrituração .Aspectos formais Livro de Inventário .Tratamento Luvas .Classificação contábil Incentivos fiscais .Classificação das contas Hotelaria .Rasura pode desclassificar a escrita Livro Diário .Ajustes para efeito da legislação societária (Balanço de 31. Livros Auxiliares e Livro Razão .Ganho ou Perda de Capital na alienação de bem .Encadernação Livro Razão .Lucro Presumido/Simples .Custo a ser atribuído Importação em andamento .Autenticação após a entrega tempestiva da declaração Livro Diário .Classificação Importação de bens destinados ao Ativo Imobilizado .Apuração Gastos com convênio de assistência médica .Conceito Gorjetas de fim de ano .02 Laudo pericial contábil .Padronização de históricos Laudo e Parecer de Leigos .Acréscimo do valor da reavaliação de bens ao custo de aquisição Lucro real das sociedades em conta de participação Lucro real trimestral .Interpretação Técnica NBC T 13 . Finam e Funres) Informações geradas pela contabilidade .IT .

PER/DCOMP Peritos contra a abertura de atividades a outros setores Permuta de imóvel com recebimento de torna .Registro contábil Reavaliação de Ativo Imobilizado .Contabilização Previsões .Elaboração por sociedades em geral Notas explicativas – O que deve ser indicado Novas regras para elaboração e publicação de balanços Novas Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade Opção pelo Lucro Presumido é definitiva Os gastos com cestas básicas podem ser deduzidos Pagamento de dívidas com cheques ou duplicatas de terceiros .Baixa por ocasião da contabilização da folha Provisão do 13º salário .Registro contábil Mercadorias destinadas à revenda .Comunicação ao Fisco Perdas decorrentes de furtos praticados por empregados .Contabilização Mudança de opção do lucro presumido para o lucro real nos 3º e 4º trimestres/2004 Balanço de abertura Mutações patrimoniais .Normas aplicáveis Reavaliação de Ativos – Notas explicativas Recebimento antecipado de aluguéis .Registro contábil Normas Contábeis .Marcas e patentes .Regularização Provisão para o Imposto de Renda .Decisão permite reduzir autuação Prêmio de seguro .Registro Plano de Contas .Conceito Principios Fundamentais da Contabilidade Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT) – Utilização de restaurante de terceiro – Tratamento contábil Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) .Cálculo e Contabilização Provisão de Férias – Momento de sua constituição Provisão e classificação contábil do 13º salário Provisão do 13º salário .Registro PROUNI .Registro contábil Programas para computador – Amortização Pró-labore .Conteúdo Notas explicativas .Registro contábil Parcela de participação no PAT descontada dos empregados Patrimônio .Classificação Contábil Provisões .Contabilização Prejuízos fiscais .Conceito Princípio Contábil da Competência Princípio da entidade .Registro Receita. extravio ou deterioração de documentos .IASB prevê unificação mundial das normas contábeis em 2007 Notas Explicativas .Considerações Práticas vedadas ao contabilista Prejuízo apurado no exercício .Contabilização Perguntas e Respostas sobre o Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação .Conceito Patrimônio Líquido – Conceituação Perda.Conceitos Receitas Financeiras . Custo e Despesa .Ausência de registro ou contabilização por valor menor que o devido .Pagamento parcelado Prêmios de seguro .Falta da constituição Provisão para o Imposto de Renda .Conceito Quotas liberadas adquiridas pela sociedade .Vale-refeição .Conceito .

Arquivos Contábeis Sistema Integrado de Coleta (Sinco) – Obrigatoriedade de utilização Sociedades cooperativas . IPI e ISS – Regra geral Tratamento contábil dos tributos e contribuições sub judice . restaurante e atividades similares . diretores e titulares de sociedade podem assinar as demonstrações financeiras Superávit das entidades sem fins lucrativos Tabela para localizar erros de soma por inversão Técnico em Contabilidade .Estimativa mensal Tratamento contábil do ICMS.Obrigatoriedade de contrato Serviços de hotelaria.Mudanças Títulos a receber e a pagar – Conceitos Transcrição de demonstrações financeiras em livro próprio Transformação de sociedades Tratamento contábil de IRPJ/CSL .Registro contábil Vendas recebidas por meio de cartão de crédito .Documento hábil para contabilização como despesa Recolhimento estimado .Indenização recebida de seguradora Sistema Integrado de Coleta (Sinco) .Registro contábil Vendas para entrega futura . mesa e banho SINCO (Sistema Integrado de Coleta) – Obrigatoriedade de utilização Sinistro de bens .Depósitos judiciais em garantia Tributação pelo Lucro Presumido – Obrigações acessórias Troca de mercadorias em garantia .Aquisição de louças e guarnições de cama.Composição Resolução do Conselho Federal de Contabilidade estabelece a revisão de trabalhos de auditoria pelos concorrentes Responsabilidade pela escrituração contábil Resultados de Exercícios Futuros Retificação de lançamentos Retirada pró-labore – Registro contábil Roubo ou furto de bem do Ativo Imobilizado .Operações realizadas com não associados Sócios.Registro Vendas recebidas por meio de cheque pré-datado .Recibo .Contabilização Registro contábil da aquisição de bens duráveis de valor irrelevante Registro contábil da provisão para perda de estoques de livros Registro contábil das Duplicatas Descontadas Registro contábil do ganho na alienação de bem do Ativo Imobilizado Registro contábil do ICMS sobre vendas Registro contábil do Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) Registro das mutações patrimoniais Registro do imposto retido na fonte sobre aplicações financeiras Regras básicas para sabermos se uma despesa é dedutível Regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil Regularização de cópias ilegíveis dos registros contábeis Reservas .Registro em contas de compensação Troca de mercadorias em garantia .Classificação .Indenização recebida da seguradora Tratamento Serviços contábeis . acionistas.Tratamento Uso de códigos e abreviaturas Usuários da contabilidade Vale-transporte – Apropriação como custo e/ou despesa operacional Venda de imóveis a prazo ou em prestações – Reconhecimento do lucro Vendas mediante recebimento de cheque pós-datado (ou pré-datado) .Não concessão de registro profissional .

no ativo circulante.Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (PC/ELP) AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante ELP = Exigível a Longo Prazo (Pareceres Normativos CST nºs 23/1981 e 28/1994) . Portanto. normalmente no Ativo Circulante. Essa última exceção é. finalmente. e a crédito dessa conta específica ―Adiantamento para Futuro Aumento de Capital‖. nas reduções do capital e. a empresa deve registrar o recurso recebido. no subgrupo de despesas com vendas. no caso das companhias abertas.404/1976): nas operações de resgate. reembolso ou amortização dessas ações.Tratamento Publicado em 03/11/2005 Os adiantamentos para futuro aumento de capital são os recursos recebidos pela empresa. quando a empresa possui saldos de reservas em seu Patrimônio Líquido suficientes para suportar essas aquisições. a não ser nos casos em que a Lei das S. no período da distribuição das amostras grátis. Contabilização das ações em tesouraria – Aquisição e alienação Publicado em 24/11/2004 Uma companhia não pode. debitando-se ―Amostras Grátis‖ em despesas com vendas e creditando-se ―Estoque de Amostras Grátis‖.Amostras Grátis . Observe-se. há de se respeitar as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). que. Contabilidade . Na realidade. bem abrangente. No recebimento de tais recursos. negociar com suas próprias ações. 30 da Lei nº 6.A. todavia. os valores devem permanecer em contas do Passivo Circulante e/ou Exigível a Longo Prazo. a serem utilizados com a finalidade de aumentar o capital social. nos recebimentos por doação. essa exceção acaba permitindo às companhias. Exemplo: D . pois permite à companhia adquirir suas próprias ações para futuro cancelamento ou mesmo para mantê-las em tesouraria e posteriormente aliená-las. enquanto não for celebrada a alteração contratual e o respectivo registro perante os órgãos competentes. desde que tenham reservas suficientes. só que. subconta ―Amostras Grátis‖. com a observância do regime de competência.Bancos Conta Movimento (AC) C . A apropriação dos custos ao resultado deve ser feita. como regra normal.Adiantamento para futuro aumento de capital .Classificação Contábil Publicado em 15/07/2003 A distribuição de amostras grátis está diretamente relacionada à divulgação do produto. explicitamente o permita (art. de seus acionistas ou quotistas. conta ―Propaganda e Publicidade‖. na verdade. a melhor classificação das amostras grátis distribuídas é como despesa operacional. negociar com suas próprias ações.

quando vencerem até o término do exercício seguinte. é que o valor do adiantamento registrado no Passivo será transferido para o resultado do período.Registro Publicado em 17/11/2005 Os valores correspondentes aos adiantamentos concedidos a empregados para suprir gastos com viagens.Pela apropriação das despesas realizadas durante a viagem: D . ainda.20X1.Pelo registro do adiantamento concedido: D C Adiantamentos para Viagens (AC) Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) R$ 2.10.00 R$ 2.800.Registro Publicado em 23/06/2005 As obrigações da empresa são classificadas: a) no Passivo Circulante.800.Adiantamentos de despesas de viagens . . pela entrega de parte dos produtos encomendados). se tiverem vencimento em prazo maior. poderá intitular-se ―Adiantamentos para Viagens‖. quando este prestar contas à empresa. devem ser lançados em conta do Ativo Circulante que. podem ser criadas. No retorno do empregado ou dirigente.20X1.000.00 na viagem.Despesas com Viagens (CR) D . Por representarem uma obrigação que a empresa assume com o cliente. Exemplo: Consideremos que determinada empresa comercial tenha concedido.00 Contabilidade . Nesse caso ocorreu o recebimento. os valores efetivamente dispendidos durante a viagem serão. da prestação de serviços ou do fornecimento de mercadorias devem ser classificados no Passivo Circulante ou.00 R$ 200.00 II . conforme o caso. ainda que parcialmente (por exemplo.Adiantamentos para Viagens (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado R$ 1. ou b) no Passivo Exigível a Longo Prazo. ainda. Somente a partir do momento em que for caracterizada a receita. que segreguem os adiantamentos concedidos a empregados.Contabilidade . os adiantamentos recebidos de clientes por conta da produção de bens. teríamos os seguintes lançamentos: I . em 1º .10. registrados na(s) conta(s) de despesa(s) correspondente(s). Fizemos referência aqui ao tratamento aplicável aos adiantamentos recebidos de clientes porque estes representam os recebimentos mais comumente confundidos com Resultados de Exercícios Futuros. um adiantamento no valor de R$ 2.000. tendo como contrapartida a conta do Ativo supramencionada. a título de sugestão. o que só se efetivará quando os bens ou os serviços forem fornecidos ao cliente. então. Neste caso. a receita. mas não se caracterizou.Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) C . daqueles concedidos a dirigentes. no Exigível a Longo Prazo.00 para suprir os gastos com viagem a ser realizada por um de seus vendedores e que este houvesse retornado em 05. À opção da empresa.Adiantamentos recebidos de clientes .000. tendo dispendido R$ 1. subcontas distintas.

b) o emprestador do numerário (ou financiador). (Art. deverá ter como contrapartida a conta de lucros ou prejuízos acumulados (art. em estabelecimento de crédito. obtém. ao disciplinar que o credor fiduciário tem o domínio resolúvel da coisa. 66 da Lei nº 4. na operação de alienação fiduciária interferem três partes: a) o vendedor. por não dispor do capital necessário para o pagamento do preço pretendido pelo vendedor.Ajuste de exercícios anteriores – Conceito Publicado em 29/08/2005 Como ajustes de exercícios anteriores devem ser considerados apenas aqueles decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil. da Lei nº 6. para o adquirente. a legislação estipulou a existência do domínio enquanto não forem pagas as prestações e os encargos devidos pelo alienante. 186. financiamento capaz de satisfazer a obrigação. Note-se que. na redação que lhe foi dada pelo Decreto-lei nº 911/1969. determinada pessoa adquire um veículo em uma revendedora e. (Perguntas e Respostas IRPJ/2004 – Questão nº 322) Alienação Fiduciária . assim dispõe: "A alienação fiduciária em garantia transfere ao credor o domínio resolúvel e a posse indireta da coisa móvel alienada. Isto porque. o ajuste lançado contra uma conta patrimonial do ativo ou passivo. da Lei no 6. o vendedor desaparece totalmente da relação jurídica. § 1º. 186. mesmo que indicando a fonte da despesa ou receita objeto da regularização.404/1976). não sendo de competência do período da escrituração em que ocorrer a regularização. . ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior. Concretizada a operação. e que não possam ser atribuídos a fatos subseqüentes. uma linha de financiamento. que subsistirá entre o financiado ou adquirente e o credor fidejussório. sem que haja a entrega da coisa faticamente.728/1965. Assim." Se. e c) o adquirente. o adquirente original estará alienando fiduciariamente o bem adquirido sem que ocorra a tradição ao credor. O art. O adquirente propõe ao vendedor a aquisição do bem móvel de seu interesse e este diligencia com o agente de crédito de modo a obter.Contabilidade . isto é. por exemplo. § 1º. a despesa ou a receita não deve afetar o lucro líquido desse período de apuração. independentemente da tradição efetiva do bem. tornando-se o alienante ou devedor em possuidor direto e depositário com todas as responsabilidades e encargos que lhe incumbem de acordo com a lei civil e penal.Considerações Publicado em 28/05/2004 Sinteticamente.404/1976) Ajuste de períodos anteriores – Ausência de reflexo no resultado Publicado em 13/01/2005 A regularização como ajustes de períodos anteriores não provoca reflexo no resultado do período em que ocorre a sua escrituração.

000.. Exemplo: Empresa ―A‖ aluga um imóvel à empresa ―B‖ para a realização de um evento.... recebendo antecipadamente o valor de R$ 12. Dezembro/20x2) 3 ... Anteriormente.. desde que não haja compromisso....20x2 D . Este grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial. devem ser ativados... em resposta a consulta formulada por contribuinte.000.12. acrescentando que o prazo mínimo admitido para sua amortização é de cinco anos. O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro.... por um período de 2 meses....Por ocasião do recebimento do aluguel D . Aplicação do princípio da competência Publicado em 20/08/2001 O art. R$ 6... O Princípio de Competência é aplicado a situações concretas altamente variadas.20x2 a 31. devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros..Receitas de Exercícios Futuros (REF) C ...No exercício seguinte.. R$ 6.. pois ..Receita de Exercícios Futuros (REF). no grupo de Resultados de Exercícios Futuros.00 2 ......... de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado.Receitas de Exercícios Futuros (REF) C ... podendo ser amortizados no prazo mínimo de cinco anos (IN SRF nº 4/85).....404/1976 (S/A) determina em seu art. antes do Patrimônio Líquido...20x3)....12.000. 181 que..... diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes.Receitas de Aluguel (RE) .00 Amortização de programas para computador Publicado em 25/07/2003 Os custos e as despesas de aquisição e desenvolvimento de logiciais (software) utilizados em processamento de dados.... o Fisco afirmou (Parecer CST nº 957/83 – parecer interno... ao final do mês de Jan/20x3.... não publicado no DOU).... 1 ... R$ 12.00 (Ref.Receitas de Aluguel (RE) ....Caixa/Banco (AC) C .... devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência.. por parte da empresa locadora.... com obediência aos preceitos da legislação comercial e desta lei e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos... 177 da Lei nº 6.. deverá ser apropriado o restante das receitas D .Por ocasião do fechamento do Balanço Patrimonial em 31...01....00 (prazo de locação: 1º..... que o valor dos custos de aquisição de programas de computador deve ser registrado no ativo imobilizado...404/76 estabelece que ―a escrituração da companhia será mantida em registros permanentes...Aluguel recebido antecipadamente – Classificação contábil Publicado em 11/01/2005 A Lei nº 6...000...

Exemplo: Consideremos determinada empresa que.Tratamento Publicado em 26/10/2005 As aplicações financeiras de renda fixa são utilizadas principalmente para as empresas investirem folgas temporárias de caixa. Da mesma forma.50* R$ 1. Essas aplicações financeiras são classificadas: a) no Ativo Circulante. efetuou uma aplicação financeira no valor de R$ 130.Aplicações financeiras de renda fixa .Bancos Conta Movimento (AC) D .033/2004).500. sem vinculação a prazo predeterminado ou. a despesa correspondente a prestação de serviços deve ser contabilizada quando o serviço for efetivamente prestado.000.20X1.162.00 (*) R$ 1. deve ser registrada contabilmente. caso este ocorra após o término do exercício social seguinte.00 x 22.Rendimentos de Aplicações Financeiras (CR) C .5% (alíquota para aplicações financeiras com prazo de até 180 dias .Bancos Conta Movimento (AC) 2) Pelo resgate da aplicação: D .50 R$ 337.00 para ser resgatada em 31. 1º. AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Aquisição de ações próprias – Registro contábil Publicado em 26/11/2004 Quando a companhia adquire ações próprias não pode mantê-las no seu ativo .Aplicações Financeiras de Renda Fixa (AC) R$ 131.000. em 1º.00 R$ 130. auferindo nessa operação um rendimento bruto de R$ 1.Aplicações Financeiras de Renda Fixa (AC) C .IRRF a Recuperar (AC) C . independentemente da emissão da nota fiscal ou da entrada da mercadoria. por exemplo. ou b) no Realizável a Longo Prazo. a aquisição de mercadorias. ou da emissão da nota fiscal de serviços. caso este ocorra até o término do exercício social seguinte. teríamos os seguintes lançamentos: 1) Pelo registro da aplicação: D . por ocasião da compra. I.20X1 (30 dias). se resgatáveis em prazo determinado.art. Diante disso.00 R$ 130. caso sejam resgatáveis em prazo determinado.07. caso sejam resgatáveis a qualquer momento. Por esta razão é a Competência o Princípio que tende a suscitar o maior número de dúvidas na atividade profissional dos contabilistas.500. independentemente do contrato firmado antes da prestação do serviço.07. como regra geral. de forma que o dinheiro não fique parado e seja remunerado pelos juros até o momento de sua utilização. em função dos objetivos destas.000. com base no pedido de compra. Contabilidade . As modalidades de aplicações financeiras de renda fixa mais comuns atualmente são os Fundos de Investimentos de Renda Fixa e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs). da Lei nº 11.00.são muito diferenciadas as transações que ocorrem nas empresas. Nesse caso.500.

00 Esse destaque. se a empresa adquirir 100.Aquisição de hardware e software . pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento.000. e assim deve ser registrado.00) 950. Por essa razão. dando um usado como parte do pagamento Publicado em 23/12/2004 Por ocasião da aquisição de um bem novo. é obrigatório por força do art. ou outro semelhante. o que ocorre.circulante.Disponibilidades (Ativo Circulante) 50.Tratamento Publicado em 10/08/2005 A aquisição de computadores e periféricos (hardware) e software de aplicação deve ser contabilizada no Ativo Permanente. no caso de veículos. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. Note-se que o valor do lançamento corresponde ao valor pago pelas ações.Ações em Tesouraria (Patrimônio Líquido) 50. Segue exemplo de contabilização dessa operação: 1. no plano de contas deve haver uma conta com o título ―Ações em Tesouraria‖.00. mesmo que tenham grandes chances de negociação em mercado. podendo ser respectivamente depreciada ou amortizada.00 (50. da Lei nº 6. Pela aquisição de um computador: .404/1976.000. 182. que funcione como retificadora. Por exemplo. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. Contabilidade .00 Continuando com o exemplo. poderá então fazer aparecer no seu Patrimônio Líquido: Reservas Estatutárias Ações em Tesouraria 1. subconta do Imobilizado.000. já que representam direitos contra seu próprio patrimônio líquido. deverá registrar: D . A dedutibilidade da depreciação ou amortização está condicionada a que a utilização dos bens esteja relacionada à atividade desenvolvida pela empresa.00 C . deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. não importando seu valor nominal.000. Aquisição de bem novo para o imobilizado. dentro do patrimônio líquido.000 ações próprias por R$ 0.000. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. Deve-se atentar que. se a empresa possuir reservas estatutárias com saldo de R$ 1.50 cada uma. Para representar a verdadeira essência da operação. Essa avaliação. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa.000. valor patrimonial ou valor de cotação no mercado. sob o ponto de vista contábil.000. apesar de a negociação ser de ―troca‖. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. § 5º. como retificação do Patrimônio Líquido. Essa compra corresponde a uma devolução de capital aos acionistas e assim deve ser tratada: como redução do patrimônio líquido.000.

Contabilidade . Se. dessa forma.Registro Publicado em 21/06/2005 Os dispêndios com a aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional deverão ser tratados como tal. não classificáveis no Ativo Circulante e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. todavia. Contabilidade . sujeitando-se à taxa de depreciação usualmente aplicável a partir do início da sua efetiva utilização.Software (Ativo Permanente .Registro Publicado em 06/09/2005 Classificam-se como semoventes os animais que a empresa adquira com a finalidade de prestar-lhe algum tipo de serviço (por exemplo: animais de tração destinados à produção).404/1976) Contabilidade . ou seja.Software (Ativo Permanente Imobilizado) (Art.Amortização acumulada de sistemas aplicativos . 179 e 183 da Lei nº 6.404/1976 (Lei das S/A).Aquisição de imóvel para investimento .Tratamento Publicado em 22/03/2005 De acordo com o inciso III do art. Não se cogita.Aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional .Caixa/Bancos (Ativo Circulante) 3.Aquisição de semoventes .Sistemas aplicativos . o início da efetiva utilização do bem ocorrer antes do início das atividades da empresa ou da implementação de novo projeto. do registro do valor do bem no Ativo Diferido. .Imobilizado) 2. Pela apropriação da despesa de amortização: D .Imobilizado) C . o seu registro será feito no Ativo Permanente Imobilizado. os encargos de depreciação desse período deverão ser registrados no Ativo Diferido e amortizados. Assim.Amortização (Conta de Resultado) C . devem ser registrados em conta do Ativo Permanente.Depreciação (CR) C .Equipamentos de processamento eletrônico de dados (Ativo Permanente Imobilizado) C . Pela aquisição de um programa de computador: D .Caixa/Bancos (Ativo Circulante) Pela apropriação da despesa de depreciação: D .Depreciação acumulada de equipamentos de processamento eletrônico de dados (Ativo Permanente . no subgrupo Investimentos.D . 179 da Lei nº 6. os imóveis de propriedade da pessoa jurídica não destinados à manutenção das atividades da empresa. classificamse como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de qualquer natureza. 305 do RIR/1999 e arts. quando houver a intenção de permanência.

Todavia. o registro contábil dessa operação pode ser assim efetuado: D .Ativo Permanente PC . com cheque pré-datado: a) se houver fundos suficientes no banco sacado: D . Na aquisição de um determinado animal. 179.Fornecedores (PC) C . entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação.Bancos Conta Movimento (AC) b) se não houver fundos suficientes no banco sacado: D . é largamente adotada no comércio a prática de realizar compras e vendas mediante cheque prédatado. ser depreciados a partir do momento em que passem efetivamente a ser utilizados.Fornecedores (PC) C .Ativo Circulante AP . por se enquadrarem nesse conceito.Fornecedores (PC) Pelo pagamento ao fornecedor.Bancos Conta Movimento (AC) AC .Cheques a Pagar (PC) C . ainda. por definição. ou seja. devem ser registrados no Ativo Permanente (subgrupo Imobilizado) e podem.404/1976) Aquisições com cheques pré-datados .Classificação contábil Publicado em 09/03/2005 O cheque é. inciso IV da Lei nº 6. inclusive. uma ordem de pagamento à vista.Semoventes (AP) C .Os semoventes. Dessa forma. levando-se em conta opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico). na hipótese de realização de compras por meio de cheques pré-datados. sugerimos os seguintes lançamentos contábeis: Pelo registro da compra efetuada: D .Estoque ou Ativo Imobilizado (AC/AP) C . como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa.Passivo Circulante .Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) AP = Ativo Permanente AC = Ativo Circulante (Art. Embora inexista previsão legal para o cheque pré-datado e.Cheques a Pagar (PC) c) quando for providenciado fundo suficiente para a cobertura do cheque: D . sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior.

da seguinte forma: a) o valor do bem arrendado integra o Ativo Permanente . que aprovou a NBC T 10.Imobilizado da arrendatária. em função do prazo de vencimento das contraprestações pelo critério pro rata dia. b) a depreciação desse bem deve ser consistente com a depreciação aplicável a outros ativos de natureza igual ou semelhante. c) a diferença entre o valor total das contraprestações. de que trata o art.00 Valor residual a ser pago na opção de compra (final do contrato): R$ 130. e) o pagamento antecipado do valor residual deve ser considerado como uma contraprestação. 5º da Resolução Bacen nº 2.000. teríamos: . e o valor do bem arrendado. entendemos que o registro contábil dos bens objeto de arrendamento mercantil financeiro. observada a competência. devendo ser identificado como objeto de arrendamento financeiro em contrapartida ao valor total das contraprestações e do valor residual que deve ser registrado no Passivo Circulante ou no Exigível a Longo Prazo.2 – Arrendamento Mercantil. sendo-lhe atribuído tratamento semelhante. Exemplo Suponhamos que determinada empresa contratasse o arrendamento mercantil de um bem para o seu Ativo Imobilizado nas seguintes condições: Prazo do arrendamento: 24 meses Valor das contraprestações: R$ 671.00 Neste caso. d) o encargo financeiro deve ser apropriado ao resultado. adicionado do valor residual.Arrendamento mercantil – Registro contábil na arrendatária Publicado em 10/01/2005 De acordo com a Resolução CFC nº 921/2001.66 Valor do bem: R$ 13. deve ser efetuado pela pessoa jurídica arrendatária. de que trata a letra ―a‖. mediante a utilização do método exponencial. deve ser registrada como encargo financeiro a apropriar em conta retificadora das contraprestações e do valor residual.309/1996 (leasing financeiro).

...249.1 ................Pelo registro dos encargos financeiros a apropriar D .. R$ 16......Pela apropriação dos encargos financeiros incorridos D ...................00 Subtotal ..................R$ 150.............R$ 135.........Pela apropriação dos encargos de depreciação D ....No recebimento do bem objeto de arrendamento D ....Arrendamento Mercantil a Pagar (PC/ELP) ............... R$ 130....84* *O cálculo dos encargos financeiros a apropriar foi assim efetuado: Valor total das contraprestações (24 x R$ 671.00** .....249.Arrendamento Mercantil a Pagar (PC/ELP) ...000.....Ativo Imobilizado (AP) C .Depreciação Acumulada (AP) ..00 2 ...41** 4 .Encargos Financeiros (CR) C ..Encargos a Financeiros Apropriar (Conta Redutora do PC/ELP) C ........... ............. R$ 16....000. R$ 13..Encargos a Apropriar (Conta Redutora do PC/ELP) ... ......249.Encargos de Depreciação (CR) C .............. R$ 3.............84 Valor residual a ser pago no final do contrato ..84 3 .. R$ 13............84 (-) Valor do bem . R$ 3..........66) .....00 Encargos financeiros a apropriar .........119.........

Pelo pagamento das contraprestações D .Arrendamento Mercantil a pagar (PC) C ...... após a colheita. por exemplo..5.. os custos são acumulados no Ativo Circulante.. com clareza e . Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖..Caixa/Bancos conta Movimento (AC) .... trigo etc. Após o término da colheita. R$ 671... Durante sua formação.. e com subconta com o tipo do produto. Aspectos contábeis do vale-transporte Publicado em 21/02/2005 09:32 A pessoa jurídica deve registrar as despesas efetivamente realizadas na aquisição de vale-transporte em contas específicas que possibilitem determiná-las. AP = Ativo Permanente PC = Passivo Circulante PC/ELP = Passivo Circulante/Exigível a Longo Prazo CR = Conta de Resultado Aspectos Contábeis das Culturas Temporárias Publicado em 08/09/2004 09:49 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem período de vida curta e normalmente..66 **Valores hipotéticos. que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida... são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio. essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖.... na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como. também do Ativo Circulante. arroz..

dependendo do prazo de vigência da assinatura (até ou após o término do exercício seguinte). ou a conta do Passivo Circulante que registrar a obrigação assumida pela contratação da assinatura. torna-se necessário distribuir o gasto efetuado ao longo do período de vigência.Contabilização Publicado em 22/09/2005 09:07 O registro dos gastos com assinaturas de periódicos. manutenção. bem como os gastos com empresas contratadas para esse fim. observado o regime de competência. na aquisição dos vales-transportes.Assinatura de periódicos. Por sua vez. destinados exclusivamente ao transporte dos empregados. no caso de pagamento a vista. Portanto. anual etc. é recomendável que. Se proporcionar aos seus empregados o deslocamento residência-trabalho e viceversa por meios próprios ou contratados de terceiros. que venha a ser recuperada pela empresa. assim como as assinaturas de edições técnicas para o setor de engenharia industrial serão registradas como custo de produção. deve ser deduzida do montante das despesas efetuadas no período-base (trimestral ou anual) mediante lançamento a crédito das contas que registrem os custos relativos ao benefício. reparos e depreciação dos veículos próprios. jornais e revistas deve ser efetuado de acordo com a utilização destes. Por essa razão. por exemplo. Assim. jornais e revistas . semestral. e caso este ocorra até o término do exercício seguinte. trimestral. caso esta tenha sido contratada para pagamento a prazo. deverão ser comprovados os dispêndios e encargos com o transporte do beneficiário. o registro seja efetuado em conta de "Despesas pagas antecipadamente". Por exemplo.exatidão. as assinaturas de jornais e revistas para a administração serão apropriadas como despesa administrativa. O valor do dispêndio será levado à conta de resultado somente por ocasião do fornecimento dos vales aos empregados. adotando-se os seguintes procedimentos: a) registra-se o gasto com assinaturas em conta ou subconta própria do subgrupo de despesas antecipadas. vales adquiridos em novembro para serem utilizados pelos empregados em dezembro somente nesse mês (dezembro) serão efetivamente despesa dedutível. cuja contrapartida poderá ser a conta de disponibilidade que sofrer o desembolso. caso o pagamento da assinatura ocorra em . tais como: aquisição de combustível. A vigência de uma assinatura pode ser mensal. ou no Realizável a Longo Prazo. assinaturas destinadas ao departamento comercial serão registradas como despesas de vendas. no Ativo Circulante ou no Realizável a Longo Prazo. A parcela equivalente a 6% do salário básico do empregado. A despesa com o vale-transporte é dedutível no período-base de competência. Contabilidade .

item 13.‖ ASPECTOS CONCEITUAIS 1. em laudo pericial contábil. nem sempre a redação dada pelo perito contador é idêntica àquela entendida correta. dividese o valor total do gasto pelo prazo contratado e apropria-se. tomada em conjunto com a parte que o contratou. correspondente aos Procedimentos. ―13. Assinatura em conjunto em Laudo Pericial Contábil – Interpretação Técnica NBC T 13 – IT .2. em conjunto com o perito-contador. Cria-se. a fração correspondente ao período transcorrido. divulgada em 2002. 2. optar pela forma que entenderem mais correta de se manifestarem. assinará em conjunto o laudo pericial contábil que tiver acompanhado os procedimentos técnicos desenvolvidos para a elaboração do laudo pericial pelo perito-contador e/ou que tenha examinado todo o seu conteúdo e conclusões. entendendo estar de acordo com estas. não deve emitir parecer pericial contábil contrário a esse laudo. mesmo sendo a perícia-contábil uma prova técnica.prazo superior. por parte do perito-contador assistente exclui a possibilidade da emissão de parecer pericial contábil contrário. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. b) para a distribuição do gasto incorrido pelo período de vigência da assinatura.4. A opção por apresentar parecer pericial contábil em separado é de exclusiva responsabilidade do perito-contador assistente.2.4. ao apor a assinatura. as assinaturas com prazo de vigência superior a um ano terão o valor correspondente ao período que ultrapassar o término do exercício seguinte transferidos para o Realizável a Longo Prazo. Ao perito-contador assistente. Lembra-se que. um impedimento à assinatura em conjunto do laudo pericial contábil. .3. O perito-contador assistente não tem obrigação de assinar conjuntamente o laudo pericial contábil. resta analisando o laudo pericial contábil elaborado pelo perito-contador. A assinatura em conjunto no laudo pericial contábil. pois. pelo peritocontador assistente. e terem-se valido os profissionais dos mesmos procedimentos. no caso de levantamento de balanços. não devendo entender o perito-contador que tal atitude constitua descrédito ao trabalho realizado ou ao profissional que o apresentou. 4. mensalmente.3 – O perito-contador assistente.03 Publicado em 18/02/2003 14:45 A Interpretação Técnica (IT) NBC T 13 – IT – 03. creditando-se a conta de despesa antecipada e debitando-se a conta de despesa operacional ou custo de produção a que se referir à assinatura. O perito-contador assistente. neste caso. ou mais adequada. APLICABILIDADE E PROCEDIMENTO 5. 3.4. em separado. visa a explicitar o item 13.

6. O perito-contador assistente, emitirá parecer pericial contábil em separado que, uma vez analisadas as conclusões trazidas pelo laudo pericial contábil, não concordar total ou parcialmente com elas ou discordar da forma como foram transmitidos os procedimentos utilizados para fundamentá-lo. 7. O perito-contador assistente, emitirá parecer pericial contábil em separado que assim entender cabível, tendo em vista a comprovação, de forma técnica, das teses levantadas pela parte que o contratou. 8. O perito-contador assistente poderá, ainda, assinar em conjunto com o peritocontador o laudo pericial contábil elaborado por este último e, também, apresentar, em separado, parecer pericial contábil, destacando e/ou desenvolvendo, de forma técnica, algum ponto relevante do trabalho, desde que não haja contrariedade com o contido no laudo pericial contábil. CONCLUSÃO 9. A participação de mais de um Contador, desempenhando as funções de peritocontador e de perito-contador assistente, no mesmo processo, deve ser entendida como reconhecimento e valorização da Profissão, motivo pelo qual o relacionamento ético e respeitoso entre eles é encarado como pressuposto do engrandecimento profissional.

Assinatura nos Termos de Abertura e Encerramento dos Livros Contábeis Publicado em 09/08/2001 13:08 Quando a empresa adotar a escrituração do Livro Diário Geral e do Razão por meio de processamento eletrônico de dados (computador), as folhas impressas devem ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente. Após o processamento, as folhas deverão ser destacadas e encadernadas em forma de livro, com a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e submetidos à autenticação da Junta Comercial. Essa encadernação deverá ser feita, no máximo, anualmente, para efeito de atender o regime fiscal e contábil. Esse procedimento deverá também ser adotado por todas as empresas obrigadas à escrituração contábil, ainda que tenham iniciado as suas atividades no 2º semestre/99. Os termos de abertura, de encerramento e o Balanço deverão ser datados e assinados por duas pessoas (art.268 do RIR/99): a) pelo sócio responsável tributário ou administrador da sociedade; e

b) pelo contabilista legalmente habilitado, com indicação do número de sua inscrição no CRC. Contudo, somente o sócio da sociedade poderá assinar os termos de abertura, de encerramento e o Balanço da empresa, também na qualidade de contabilista, e assumir a responsabilidade pela escrituração, desde que legalmente habilitado para o

exercício profissional, com registro no CRC (§ 2º do art. 268, do RIR/99).

Atividade agrícola - Aspectos contábeis das culturas temporárias Publicado em 24/01/2005 08:21 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem período de vida curta e normalmente, após a colheita, são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio. Durante sua formação, os custos são acumulados no Ativo Circulante, na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como, por exemplo, arroz, trigo etc. Após o término da colheita, essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖, também do Ativo Circulante, e com subconta com o tipo do produto. Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖, que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida. Exemplo 1) D - Cultura Temporária (AC) Tipo de Plantação C - Disponível (AC) ou Contas a Pagar (PC) Pelo registro dos gastos com a formação e a colheita da cultura, tais como adubação, sementes, mão-de-obra, irrigação, produtos químicos etc. 2) D - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação C - Cultura Temporária (AC) Tipo de Plantação Pela baixa após o término da colheita. 3) D - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação C - Disponível (AC) ou Contas a Pagar (PC)

Pela agregação aos produtos colhidos dosgastos com beneficiamento, acondicionamento, armazenamento etc. 4) D - Custo do Produto Vendido (CR) C - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação Pelo reconhecimento do custo no resultado, por ocasião da venda do produto. AC – Ativo Circulante PC – Passivo Circulante CR – Conta de Resultado

Contabilidade - Atividade pecuária - Nascimento de bezerros Publicado em 24/05/2004 10:52 Conforme entendimento do Fisco, por meio do Parecer Normativo CST nº 57/76, o nascimento de bezerros deverá ser contabilizado a débito de conta do ativo circulante e a crédito de superveniências ativas pelo valor real de custo ou pelo valor corrente no mercado. Superveniências ativas significam acréscimos ganhos em relação ao ativo da empresa. São acréscimos que ocorrem em virtude de nascimento de animais e ganhos decorrentes do crescimento natural do gado. São variações patrimoniais positivas. Mesmo que a empresa tenha a intenção de manter, total ou parcialmente, o rebanho emformação para produção, ele será classificado no ativo circulante, pois nem sempre épossível identificar se o bezerro ou a bezerra possui todos atributos genéticos necessários para a reprodução. Suponhamos que tenham nascido 50 bezerros(as) a um custo unitário de R$ 100,00.Teremos: D - Estoques Rebanho Bovino em Formação Bezerros de 0 a 12 meses C - Receita de Gado Bovino Variação Patrimonial Líquida Superveniências Ativas........................................... 5.000,00

(CD 45/1997)

Contabilidade - Atividade rural - Criação de animais - Registro do rebanho existente Publicado em 28/07/2005 09:51 Devem ser consideradas como integrantes do Ativo Imobilizado as contas a seguir indicadas, que podem atender à discriminação mais apropriada a cada tipo de criação: a) Rebanho reprodutor - indica o rebanho bovino, suíno, eqüino, ovino etc., destinado à reprodução, inclusive por inseminação artificial; b) Rebanho de renda - representa bovinos, suínos, ovinos e eqüinos que a empresa explora para produção de bens que constituem objeto de suas atividades; c) Animais de trabalho - compreende eqüinos, bovinos, muares, asininos destinados a trabalhos agrícolas, sela e transporte. Podem ser classificados no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo, em conta apropriada, aves, gado bovino, suínos, ovinos, eqüinos, caprinos, coelhos, peixes e pequenos animais, destinados a revenda, ou ao consumo na produção de bens para revenda. (PN CST nº 57/1976 e nº 7/1982)

A identificação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 11/09/2001 08:09 Na escrituração contábil, os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. No Razão Contábil temos, por exemplo, as contas ―Veículos‖, ―Móveis e Utensílios‖ etc., que registram bens de mesma natureza, adquiridos pela empresa ao longo dos anos. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem, pois, para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa, é necessário que se saiba, no mínimo, a data e o valor da aquisição do bem. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. Para tanto, além do controle exercido por meio dos registros contábeis, torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis, de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. Na maioria das empresas, o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação, às quais são atribuídos números que obedecem, tão-somente, à ordem cronológica de aquisição. Esse critério de identificação não é obrigatório, mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação, porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da

deverá ser acrescido ao custo do bem o valor . relacionados com a produção do bem. por outro lado. desde que no referido ano a empresa tenha sido tributada pelo Imposto de Renda com base no lucro real. Se.Ativo Imobilizado . acrescido.Custo de aquisição Publicado em 22/08/2005 10:25 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖.entidade. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo. na escrituração contábil. e c) demais custos. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha. deverão ser baixadas a correção monetária complementar pela diferença IPC/BTNF de 1990 e as respectivas depreciação. Neste caso. b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais.1991. diretos e indiretos. para eventual comprovação do valor imobilizado. Contabilidade . Lembra-se que: a) no caso de bens adquiridos até 1990. amortização ou exaustão acumulada. se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção. e as respectivas depreciação. o valor dessa correção também deverá ser baixado. Desse modo. além da correção monetária normal.1995. tratando-se de empresa industrial. porém. composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem.Bem fabricado pela própria empresa .Alienação e baixa de bens do ativo imobilizado Publicado em 13/09/2004 08:26 Na alienação de um bem do ativo imobilizado devem ser baixados.01. reportada à data de 1º. Mesmo nesta segunda hipótese. amortização ou exaustão acumulada.12. o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖. o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da empresa. se houver. do IPI incidente sobre os materiais consumidos. a correção monetária desses valores. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . no caso de bens adquiridos ou acréscimos registrados até 31. que foi autorizada para ajustar defasagens nos índices de correção monetária utilizados. b) se o bem baixado foi submetido à correção monetária especial facultativa. o custo de aquisição e os acréscimos posteriores e/ou as reavaliações.

pois estes eram destinados. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. dando um usado como parte do pagamento Publicado em 27/09/2004 08:36 Por ocasião da aquisição de um bem novo. apesar de a negociação ser de ―troca‖. também. todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra. Após a sua conclusão. Importa salientar que. Contabilidade . no caso de veículos. e assim deve ser registrado. passando a construção a ser utilizada. Ativo Imobilizado . juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados. que. Essa avaliação. por ocasião da aquisição. então. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. Ativo imobilizado . pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento.Compra de bem novo. o que ocorre. tenha havido o crédito na escrita fiscal. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. Deve-se atentar que. à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra.Bens em construção Publicado em 24/07/2003 08:04 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se. quando prontos. os bens em construção. Para representar a verdadeira essência da operação. sob o ponto de vista contábil.correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. deve-se. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação. em princípio. serão destinados à manutenção da atividade da empresa.Controle do Ativo Imobilizado Publicado em 12/05/2005 08:38 .

que a empresa mantenha registros extracontábeis que permitam identificar os bens. reparos e reformas podem até ser vistos como sinônimos. lubrificação. dentro de padrões técnicos de qualidade. . pois. as contas ―Veículos‖.O controle do patrimônio da entidade é atribuição da contabilidade. Para tanto. Na escrituração contábil. manutenção. mas é necessário ao seu funcionamento normal. No Razão Contábil. Todavia. na qual são feitas limpeza. determinar a data e o custo de aquisição. o que normalmente não envolve acréscimo da vida útil. no mínimo. para a análise dos gastos com reparos. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados.conserto ou substituição de parte ou peças em razão de quebra ou avaria do equipamento. assim como posteriores acréscimos e baixas parciais a eles referentes. Normalmente esse tipo de manutenção não está vinculado ao aumento de vida útil do bem.Pequenos reparos . conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado. necessários para que o bem retorne à sua condição normal de funcionamento. peças para substituição e materiais necessários para a manutenção são mantidos em almoxarifado. adquiridos pela empresa ao longo dos anos.Manutenção . por imperícia ou outro problema técnico qualquer. por exemplo. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. reparos e reformas Publicado em 13/10/2004 09:13 Em alguns casos. Em alguns casos. Ativo imobilizado . tais como os dos bens do Ativo Imobilizado e da respectiva depreciação. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. além da escrituração contábil. faremos as seguintes distinções: 1. a data e o valor da aquisição do bem. é necessário que se saiba. porém é necessário distingui-los dos kits de reposição ou manutenção que acompanham alguns equipamentos por ocasião de sua aquisição. 2.. que registram bens de mesma natureza. é indispensável. normas de segurança etc.Distinção entre manutenção. ―Móveis e Utensílios‖ etc. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. que integram o ativo imobilizado. inclusive para efeitos fiscais. Como na prática torna-se difícil obter os dados de determinado bem do Ativo Imobilizado diretamente da escrituração contábil. temos. substituição de peças desgastadas etc.revisão sistemática e periódica do bem.

3.Fabricação de bem pela própria empresa . contado da data de sua aquisição. não coberta por seguro. de discos de embreagem. se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção.Custo Publicado em 10/09/2004 09:46 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖. composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem. se após dois ou três anos de uso. acrescido. e c) demais custos.Ativo Imobilizado . troca de um pára-choque ou de um pára-lama. ou por ter sofrido uma pequena avaria. de pneus etc. o qual necessita periodicamente de trocas de óleo. A peça substituída coloca o bem nas condições de uso que ele possuía antes da quebra ou da avaria. tratando-se de empresa industrial. mas não traz nenhum acréscimo de vida útil. Essas são manutenções que devem ser feitas para o bom funcionamento do veículo. do IPI incidente sobre os materiais consumidos. Ou seja. porém. ou mesmo a substituição do motor por outro novo. O próprio Código Nacional de Trânsito prevê a necessidade de o veículo estar em bom estado para poder circular. de amortecedores e de molas.Grandes reparos e/ou reformas . b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais.substituição ou recuperação de partes e peças isoladas e/ou em conjunto em bens desgastados pelo tempo (totalmente depreciados ou não). em função de o caminhão apresentar um certo desgaste. como. Desse modo. ele certamente terá uma sobrevida que ultrapassará o prazo de vida útil restante. Agora. com a reforma. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha. por outro lado. diretos e indiretos. Se. Vejamos o exemplo de um caminhão adquirido novo (zero quilômetro). mas que não aumentam sua vida útil. houve aumento da previsão do prazo de utilização desse bem. de pastilhas e lonas de freio. o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da . por exemplo. forem procedidas reformas completas de motor e funilaria. de rolamentos diversos. uma bomba de combustível -.por exemplo. Admitamos agora que esse caminhão necessite de reparo por ter apresentado defeito em uma peça já fora da garantia . o que contribuirá para o aumento de vida útil do equipamento. Contabilidade . relacionados com a produção do bem.

por ocasião da aquisição. Neste caso. § 3º.empresa. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. no mínimo. além da escrituração contábil. assim como os posteriores acréscimos e baixas parciais a eles referentes. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo. temos. que a empresa mantenha registros extracontábeis que permitam identificar os bens. dessa forma é indispensável. tais como os dos bens do Ativo Imobilizado e da respectiva depreciação. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. o que pode dar o entendimento de abranger não só itens do Imobilizado como também de Investimentos e do Ativo Diferido. pois. determinar a data e o custo de aquisição. o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖. para eventual comprovação do valor imobilizado. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. Finalidade do controle Com na prática torna-se difícil obter os dados de determinado bem do Ativo Imobilizado diretamente da escrituração contábil. Ativo Imobilizado .Ativos que podem ser reavaliados Publicado em 17/06/2005 08:43 O art. Mesmo nesta segunda hipótese. é necessário que se saiba. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. Para tanto. . à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. 182. Na escrituração contábil. deverá ser acrescido ao custo do bem o valor correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais.Fichas de controle de bens Publicado em 09/12/2004 08:35 O controle do patrimônio da entidade é atribuição da contabilidade.. No Razão Contábil. Contabilidade . além de estoques.404/1976 menciona que a reavaliação pode ser feita para os "elementos do Ativo". por exemplo. em princípio. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. que registram bens de mesma natureza. as contas ―Veículos‖. a data e o valor da aquisição do bem. inclusive para efeitos fiscais. da Lei nº 6. ―Móveis e Utensílios‖ etc. tenha havido o crédito na escrita fiscal porque destinados.

as respectivas reservas de reavaliação e a provisão dos tributos incidentes sobre a reavaliação. deve ser incorporado ao salário para efeito de incidência do IR Fonte.Salário a pagar (PC) C – IR Fonte a recolher (PC) 3) pelo pagamento do salário e recolhimento do IR Fonte: D .Auxílio-creche (CR) C . não abrangendo. 43 do RIR/1999). A descontinuidade operacional de bens reavaliados implica a necessidade de alteração do critério de avaliação para o registro pelo valor original. portanto. Por sua vez. estornando-se a parcela da reavaliação incluída no Ativo.Salário a pagar (PC) 2) pela retenção do IR Fonte: D . sugerimos os seguintes lançamentos: 1) pela apropriação da folha de pagamento: D . de acordo com a tabela progressiva do mês do pagamento dos salários. desde que não esteja prevista sua descontinuidade operacional.Salário a pagar (PC) D – IR Fonte a recolher (PC) . No entanto. os estoques ou outros Ativos constantes do Circulante ou Realizável a Longo Prazo. a legislação do Imposto de Renda (caput do art. por se tratar de um rendimento tributável (art. Contabilmente. 434 do RIR/1999) é mais restritiva e refere-se somente aos bens do Ativo Permanente. o entendimento do Ibracon e do CFC é de que a reavaliação seja restrita a bens tangíveis do Ativo Imobilizado.entre outros. Auxílio-creche – Tratamento contábil Publicado em 19/01/2005 08:43 O auxílio-creche pago aos empregados.

a qual não será computada na determinação do lucro real (art. no máximo. 389 do RIR/99). Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Avalista de Empresa Concordatária . com base no chamado Custeio por Absorção.C . nas empresas industriais. 427 do RIR/99). Avaliação dos produtos acabados e em elaboração. Custeio por Absorção significa a apropriação aos produtos elaborados pela empresa de todos os custos incorridos no processo de fabricação. A diferença entre o valor da equivalência patrimonial determinado na data da alienação ou liquidação do investimento e o valor pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade será lançada a débito (se positiva) ou a crédito (se negativa) da conta do investimento. antes dessa data (art. Em síntese. com base em balanço patrimonial ou balancete de verificação da coligada ou controlada levantado na data da alienação ou liquidação ou até 30 (trinta) dias. Avaliação na baixa do investimento Publicado em 24/09/2001 09:09 A baixa de investimento relevante e influente em coligada ou controlada deverá ser precedida de avaliação pelo valor de patrimônio líquido. quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente. mão-de-obra direta e materiais diretos ou componentes). O segundo grupo de custos (custos indiretos) compreende os chamados gastos gerais de fabricação. assim como os princípios fundamentais de contabilidade.Caixa/Bancos (AC) CR: Conta de Resultado (despesa) PC: Passivo Circulante AC: Ativo Circulante. nas empresas industriais. exigem a avaliação do estoque de produtos (acabados e em elaboração). isto é. quer estejam diretamente vinculados ao produto (matérias-primas. mediante rateios. devem ser com base no custeio por absorção Publicado em 18/12/2001 09:12 As legislações societária e fiscal. em contrapartida à conta de resultado (de receita ou despesa).

nenhuma dificuldade existe no tocante à sua baixa. não se vincula à operação realizada. ainda que antes de decorrido o prazo de vida útil previsto (em virtude de obsolescência anormal ou ocorrência de caso fortuito ou de força maior). Isso significa que o credor. nesse caso.Publicado em 25/02/2002 10:02 O aval é a garantia eminentemente cambial. a seu critério. não desconta a franquia (que corresponde a um valor mínimo não coberto). mas sim à obrigação consubstanciada no título creditício em que for dado. fato que deverá ser comprovado por documentos de idoneidade indiscutível. pode optar pela execução do devedor ou de seu avalista. a companhia seguradora indeniza a empresa pelo valor total segurado. formalmente. a sua baixa contábil somente será admitida para efeitos fiscais. sem qualquer benefício ou preferência em relação aos demais credores. Tal procedimento impõe-se porque. Importa salientar que não aproveita ao avalista o instituto do benefício de ordem. somente podem ser baixados do Ativo Imobilizado por ocasião da efetiva saída do patrimônio da empresa. saído em definitivo do patrimônio da empresa. o que realmente ocorre é uma venda . O processo de recebimento da indenização pode demorar um pouco. Entretanto. 418 do RIR/1999) Baixa de bens sinistrados com perda total Publicado em 24/09/2004 08:43 No caso de bem sinistrado com perda total. o ganho ou perda de capital será apurado como numa venda qualquer. O avalista na condição de credor. isto é. se o bem tiver sido baixado fisicamente. mas desde que a seguradora reconheça. isto é. Nesse caso. como credor quirografário. há necessidade da baixa do bem com o concomitante reconhecimento do valor da indenização a ser pago pela seguradora. sujeitar-se-á às condições gerais da concordata. ainda que como sucata. (PN CST nº 146/1975 e art. se não restar ao bem nenhum valor econômico apurável. pois a Nota Fiscal de Venda será o documento hábil à comprovação de sua saída do patrimônio da empresa. Autônomo por excelência. a perda total. No caso de venda dos bens imprestáveis. Contabilidade – Baixa de bens imprestáveis Publicado em 26/09/2005 08:42 Os bens do Ativo Imobilizado que se tenham tornado imprestáveis.

em função da regra do conservadorismo ou da prudência. A comprovação da efetiva saída do bem do patrimônio da empresa. . não sendo necessário aguardar o seu efetivo recebimento. abaixo descrevemos o registro contábil da baixa dos créditos não liquidados. admitida como despesa dedutível pela legislação do Imposto de Renda. ao valor da indenização a receber contrapõe-se à soma do valor contábil do bem (custo corrigido menos depreciação acumulada) com o saldo do prêmio de seguro não apropriado como custo ou despesa operacional. Essa parcela do prêmio. conforme a situação do valor contábil do bem. será produzida pela nota fiscal de venda emitida à companhia seguradora. no momento da baixa do bem. pois a apólice já oferece à empresa segurada. Esse saldo deverá ser baixado. Sob o ponto de vista da boa técnica contábil. em substituição à provisão para créditos de liquidação duvidosa. não apropriada como custo ou despesa operacional. tendo perecido o bem segurado. condições para o registro da indenização a receber. tem a natureza de um custo da indenização a ser recebida. que restará na conta de despesa antecipada do ativo circulante. Contabilidade . embora ela não seja mais dedutível fiscalmente. a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa ainda pode ser necessária. Para efeito de apuração do resultado da baixa do bem sinistrado. não há mais que cogitar a fluência no tempo do benefício da garantia oferecida pela seguradora. os valores contabilizados como perdas de créditos não liquidados. Outra questão a considerar é com relação ao saldo do prêmio pago.do veículo sinistrado à seguradora. como despesa operacional. como tal. a empresa tributada com base no lucro real pode considerar dedutíveis. desde que obedecidos os limites estabelecidos. ainda não apropriado como custo ou despesa operacional. visto que. Assim. podemos ter uma perda ou um ganho de capital. Todavia.Baixa de créditos não liquidados Publicado em 05/10/2004 08:42 Desde o ano-calendário de 1997. que deixou de ser dedutível para fins fiscais. ser baixada contabilmente. que poderá vir a ser exigida pelo Fisco. devendo.

Registro contábil das perdas Conforme preconizado pela lei fiscal.00 até R$ 30. vencidos há mais de dois anos. 427 do RIR/99). sem garantia. tendo como contrapartida: a) a conta que registrou o crédito. no máximo.1) créditos sem garantia. o registro contábil das perdas dedutíveis deve ser efetuado a débito da conta de resultado. Baixa de investimento avaliado pela equivalência patrimonial Publicado em 28/03/2002 09:03 A baixa de investimento relevante e influente em coligada ou controlada deverá ser precedida de avaliação pelo valor de patrimônio líquido. de valor acima de R$ 5. com base em balanço patrimonial ou balancete de verificação da coligada ou controlada levantado na data da alienação ou liquidação ou até 30 (trinta) dias.3) créditos com garantia (reserva de domínio do bem vendido.2) a parcela do crédito cujo compromisso de pagar não houver sido honrado pela empresa concordatária poderá também ser deduzida como perda. observado o seguinte: b.00 por operação.000. A diferença entre o valor da equivalência patrimonial determinado na data da alienação ou liquidação do investimento e o valor pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade será lançada a débito (se positiva) ou a crédito (se negativa) da conta do .000. desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento. b) a conta redutora do crédito. b. b. desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para seu recebimento ou arresto das garantias. antes dessa data (art. de valor até R$ 5. no caso de créditos. vencidos há mais de um ano. de valor superior a R$ 30. alienação fiduciária ou outra garantia real).2) créditos sem garantia. vencidos há mais de seis meses.000.4. vencidos há mais de um ano. nas demais hipóteses previstas na lei fiscal.00 (trinta mil reais). que estejam em cobrança administrativa.00. relativamente à parcela que exceder o valor que esta tenha se comprometido a pagar. quais sejam: b. por operação.1) a dedução da perda será admitida a partir da data da decretação da falência ou da concessão da concordata.000. b.4.4) créditos contra devedor declarado falido ou pessoa jurídica declarada concordatária. b. desde que a credora tenha adotado os procedimentos judiciais necessários para o recebimento do crédito.

O balancete de verificação do razão é a relação de contas. De acordo com a NBC T. b) data a que se refere.7 . 31 a 34 da Resolução CFC nº 867/1999) Balancete de verificação . a anuidade será devida proporcionalmente ao número de meses decorridos. por meio da Resolução nº 685/90.295/46). aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Após essa data. Caso a baixa seja solicitada até 31 de março. O grau de detalhamento do balancete deve ser adequado à sua finalidade. com seus respectivos saldos. c) abrangência.Critérios de elaboração Publicado em 21/05/2004 14:03 Os critérios que devem ser observados pelas pessoas jurídicas para efeito de elaboração do balancete de verificação. em contrapartida à conta de resultado (de receita ou despesa). . mediante requerimento dirigido ao CRC. Observe-se que.Do Balancete‖. assim como infração ao Código de Ética Profissional do Contabilista. contendo o motivo que originou a solicitação e acompanhado da carteira de identidade de contabilista. 389 do RIR/99). que será inutilizada. Cumpre salientar que a inobservância da Norma Brasileira de Contabilidade aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade constitui infração ao exercício legal da profissão (alínea ―c‖ e caput do art. são regidos pela ―NBC T.Procedimentos Publicado em 10/11/2005 09:02 A baixa do registro profissional será concedida ao contabilista que interromper ou cessar suas atividades profissionais. a qual não será computada na determinação do lucro real (art. a anuidade será devida integralmente. somente será concedida a baixa ao contabilista que estiver em dia com suas obrigações perante o CRC. 27 do Decreto-lei nº 9. extraída dos registros contábeis em determinada data.investimento.7. Contabilista .Solicitação de baixa do registro no CRC .2.2. os elementos mínimos que devem constar do balancete são: a) identificação da Entidade. (Arts.

deverá ser utilizada a Declaração de Habilitação Profissional (DHP). levá-lo àpresença do Juiz de Direito sob cuja jurisdição estiver subordinado o seu estabelecimento principal. confeccionada na forma de etiqueta autoadesiva. VII).7. art. não tiver sido possível submeter o balanço à rubrica do Juiz dentro dos sessenta dias seguintes à data do encerramento do exercício social. de acordo com a Resolução CFC nº 871/2000. o motivo do atraso e pedir para que seja rubricado o balanço. especialmente nas demonstrações contábeis. indicando se são devedores ou credores. Esse requerimento pode ser firmado pelo próprio titular. após a transcrição e a assinatura do balanço no livro Diário. Para a obtenção do referido visto. no mínimo. de ter sua escrituração atrasada ou de não haver cumprido um dever que a lei lhe impõe. Estabelece ainda a NBC T. sócio ou diretor da empresa. apor o seu visto após decorrido o referido prazo. cujo valor e forma de recolhimento (guia) são fixados na legislação de cada Unidade da Federação. em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica. Declarações de Percepções de Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC. mensalmente. em linhas gerais. . o interessado deverá fazer um requerimento ao Juiz em que exponha. pareceres. O balancete que se destinar a fins externos à Entidade deve conter nome e assinatura do contabilista responsável. que o balancete de verificação deve ser elaborado. laudos. em princípio.. Se. f) soma dos saldos devedores e credores. no caso de falência. A exigência é favorável à empresa. deverá previamente ser recolhida uma taxa. Lembramos que. sua categoria profissional e número de registro no CRC. este poderá.d) identificação das contas e dos respectivos grupos. que não poderá ser acusada.661/45. Nesse caso. Visto do juiz no balanço Publicado em 05/04/2004 08:29 Segundo dispositivo da Lei de Falências em vigor (Decreto-lei nº 7. a seu critério. 186.2. e) saldos das contas. as empresas devem. por motivo relevante. dentro dos sessenta dias seguintes à data do encerramento do exercício social. para que este aponha a sua rubrica.

bem como o valor do capital social. amortização ou exaustão acumulada. O levantamento patrimonial para início ou reinício da escrituração deverá reportar-se à data de 1º de janeiro do ano-calendário em que a empresa ficar sujeita à tributação com base no lucro real. corrigidos monetariamente desde a data de aquisição e da integralização do capital até 31.12. lançar a diferença entre o ativo e o passivo como lucros ou prejuízos acumulados e em seguida levantar o balanço de abertura. se a empresa nunca efetuou registros contábeis nas condições exigidas para fins do Imposto de Renda. punível com a pena de detenção de 6 meses a 3 anos. por opção própria ou por não mais se enquadrar nos requisitos exigidos para adoção daquele regime. . deverá. efetuar um levantamento patrimonial a fim de proceder ao balanço de abertura e iniciar ou reiniciar a escrituração. dar lugar à caracterização de crime falimentar. b) considerar como utilizadas as quotas de depreciação.Retorno ao lucro real Publicado em 25/03/2004 09:21 A empresa optante pela tributação do Imposto de Renda com base no lucro presumido que tiver de retornar à tributação com base no lucro real. no caso de bens adquiridos ou capital integralizado até essa data. Balanço de abertura . caso houvesse sido tributada pelo lucro real. a ser lançado na conta própria do ativo permanente.95. c) após as providências descritas nas letra "a" e "b". Segundo orientação fiscal contemplada no Parecer Normativo CST nº 33/78. obrigatoriamente. se nunca manteve ou houver abandonado a escrituração contábil. efetuar os registros contábeis dos valores apurados no levantamento patrimonial.O não-cumprimento dessa formalidade poderá. O valor dessas quotas constituirá o montante da depreciação. amortização ou exaustão de bens do ativo permanente que seriam cabíveis no(s) período(s)-base anterior(es) àquele em que se realizar o balanço de abertura. em caso de falência. no balanço de abertura deverá: a) tomar o custo dos bens do ativo imobilizado e dos investimentos permanentes.

do RIR/1999). Esse procedimento aplica-se a todas as demonstrações contábeis.4 da Norma Brasileira de Contabilidade NBC-T 2. aprovada pela Resolução nº 563.10. complementará o sistema de informação contábil. a fim de elaborar balanço de abertura e iniciar escrituração contábil. levantamento patrimonial. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questão nº 544) Balanço e demais demonstrações contábeis – Transcrição no Diário Publicado em 04/11/2004 09:43 O subitem 2. 230. A legislação fiscal prevê que as demonstrações financeiras (contábeis) levantadas no encerramento de cada período de apuração do lucro real devem ser transcritas no livro Diário (IN SRF nº 77/1986. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da empresa. subitem 4.4 e § 2º do art.1983. 274 do RIR/1999). do Conselho Federal de Contabilidade.000. contratuais ou estatutárias. ou seja.1. quando então deverá adotar a tributação com base no lucro real.1. Observe-se que.Hipótese Publicado em 07/07/2005 09:25 Se a receita bruta total da pessoa jurídica tributada pelo lucro presumido em determinado ano-calendário for superior a R$ 48. ela estará automaticamente excluída do regime para o ano-calendário seguinte. de 28. estiver escriturando apenas o livro Caixa. no qual demonstra se o custo-benefício da empresa é positivo.00. permitindo aos usuários . Devem também ser transcritos no livro Diário os balanços ou balancetes mensais que servirem de base para a suspensão ou redução do pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social por estimativa das pessoas jurídicas que apuram o lucro real anual (art. Balanço Social Publicado em 23/11/2001 09:11 O Balanço Social é um instrumento de informação da empresa para a sociedade. § 1º. no dia 1º de janeiro do respectivo ano-calendário. determina que o balanço e demais demonstrações contábeis de encerramento de exercício devem ser transcritos no livro Diário.Balanço de abertura pela PJ tributada pelo lucro presumido . se respeita os direitos humanos de seus colaboradores e se desenvolve todo o seu processo operacional sem agredir o meio ambiente. deverá obrigatoriamente realizar.Contabilidade .000. se agrega valor à economia e à sociedade. se não estiver mantendo escrituração regular. Enfim. I.

por meio da Resolução nº 1. seu posicionamento perante a comunidade e o meio ambiente. . Contabilidade Ambiental . Com relação a remuneração e benefícios concedidos aos empregados. benefícios concedidos. administradores. considerando os empregados e os administradores. terceirizados e autônomos. administradores. b) relação entre a maior e a menor remuneração da entidade. Na informação sobre recursos humanos devem constar dados referentes a remuneração.Informação sobre recursos humanos Publicado em 12/07/2005 10:34 O Conselho Federal de Contabilidade. Para fins de aplicação das disposições estabelecidas nessa norma.003/2004. d) a interação com o meio ambiente. d) gastos com alimentação. cujo objetivo é demonstrar à sociedade a participação e a responsabilidade social da entidade. aprovou a NBC T 15. b) os recursos humanos. c) gastos com encargos sociais. devem constar: a) remuneração bruta segregada por empregados. entende-se por informação de natureza social e ambiental: a) a geração e a distribuição de riqueza. c) a interação da entidade com o ambiente externo.conhecer a atuação social da empresa. terceirizados e autônomos. bem como o seu relacionamento com os empregados. composição do corpo funcional e as contingências e os passivos trabalhistas da entidade.Balanço Social . que institui a Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental.

h) gastos com segurança e medicina do trabalho. f) gastos com previdência privada. l) gastos com capacitação e desenvolvimento profissional. Estas informações devem ser expressas monetariamente pelo valor total do gasto com cada item e a quantidade de empregados. i) gastos com educação (excluídos os de educação ambiental). devem ser evidenciados: a) total de empregados no final do exercício. d) total de estagiários no final do exercício. e) total de empregados portadores de necessidades especiais no final do exercício. . terceirizados e administradores beneficiados. g) gastos com saúde. g) total de empregados por sexo. autônomos.e) gastos com transporte. Nas informações relativas à composição dos recursos humanos. m) gastos com creches ou auxílios-creches. j) gastos com cultura. c) total de demissões. f) total de prestadores de serviços terceirizados no final do exercício. n) participações nos lucros ou resultados. b) total de admissões.

Balanço Social . cujo objetivo é demonstrar à sociedade a participação e a responsabilidade social da .h) total de empregados por faixa etária. que institui a Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental.2) de 18 a 35 anos. devem ser evidenciados: a) número de processos trabalhistas movidos contra a entidade.1) analfabetos.4) com ensino técnico.5) com ensino superior. Contabilidade Ambiental . Nas informações relativas às ações trabalhistas movidas pelos empregados contra a entidade. h.6) pós-graduados. por sexo. j) percentual de ocupantes de cargos de chefia. i.4) acima de 60 anos. nos seguintes intervalos: h.2) com ensino fundamental.1) menores de 18 anos.3) com ensino médio. segregados por: i. c) número de processos trabalhistas julgados improcedentes. h.3) de 36 a 60 anos. b) número de processos trabalhistas julgados procedentes. i. i. d) valor total de indenizações e multas pagas por determinação da justiça. i. i) total de empregados por nível de escolaridade.003/2004.Responsabilidade técnica pelas informações e revisão da demonstração Publicado em 20/07/2005 10:14 O Conselho Federal de Contabilidade. i. h. por meio da Resolução nº 1. aprovou a NBC T 15.

à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. quando a entidade for submetida a esse procedimento. diretos e indiretos. acrescido. por ocasião da aquisição. evidenciando o critério e o controle utilizados para garantir a integridade da informação. devendo ser indicadas aquelas cujos dados foram extraídos de fontes não-contábeis.Classificação Publicado em 11/04/2005 09:34 De acordo com o art. deverá ser acrescido ao custo do bem o valor correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais. As informações contábeis. Nesse caso. Se. tenha havido o crédito na escrita fiscal porque destinados. em princípio. e c) demais custos. Bem fabricado pela própria empresa – Custo de aquisição Publicado em 28/02/2005 10:21 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖.entidade. contidas na Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental. e ser publicada com o relatório deste. tratando-se de empresa industrial. da Lei nº 6. o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖. A Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental deve ser objeto de revisão por auditor independente. por outro lado. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha. classificam-se como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de . Contabilidade . Desse modo. 179.Bem não destinado à atividade da empresa . Mesmo nesta segunda hipótese. relacionados com a produção do bem. A responsabilidade por informações não-contábeis pode ser compartilhada com especialistas. b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais. são de responsabilidade técnica de contabilista registrado em Conselho Regional de Contabilidade. se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção. do IPI incidente sobre os materiais consumidos.404/1976. inciso III. para eventual comprovação do valor imobilizado. porém. composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo. o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da empresa.

se o contrato de locação ou arrendamento for de prazo indeterminado ou. do RIR/1999 e PN CST nº 210/1973). não classificáveis no Ativo Circulante e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. Contabilidade . pelo valor constante na nota fiscal pela qual o bem foi faturado . se esse tiver prazo determinado e estipular expressamente que as benfeitorias não serão indenizadas (art. ou b) depreciado à taxa normal. a critério exclusivo da pessoa jurídica. alínea ―d‖. quando a intenção for a de permanência.Benfeitorias realizadas pela locatária . o registro no Circulante ou Realizável a Longo Prazo. 325. podendo o respectivo valor ser: a) amortizado durante o prazo de vigência do contrato de locação ou arrendamento. os desembolsos iniciais como adiantamento a fornecedores. de acordo com o prazo de vida útil admitido para a espécie de benfeitoria. Contabilidade . remanescendo ou não saldo devedor. sendo admissível. em conta específica e definitiva do Ativo Permanente. 301. por ocasião do recebimento do bem. b) na segunda fase. do RIR/1999). o custo de benfeitorias com prazo de vida útil superior a um ano (art. a segunda surge com o recebimento do bem. seja mediante sorteio ou antecipação de quotas (lance). em conta do Ativo Imobilizado. I. as aplicações em bens ou direitos não destinados à atividade da empresa.Ativo Imobilizado Publicado em 14/04/2005 11:31 Como regra. § 2º. não vedar à empresa locatária o direito de pleitear indenização pelas benfeitorias realizadas (PN CST nº 104/1975). realizadas pela empresa em bens locados ou arrendados de terceiros. mas que implica desembolso efetivo do consorciado. que refletem necessariamente procedimentos diversos: a primeira evidencia o período que antecede o recebimento do bem. no grupo do Ativo Permanente.qualquer natureza. deve ser registrado em conta do Ativo Imobilizado. considerando-se os princípios contábeis recomendados para cada caso específico. deverá registrar: a) na primeira fase. as parcelas pagas antes do efetivo recebimento do bem. Nessas condições.Bens adquiridos por meio de consórcio . Assim. mesmo tendo prazo certo. ou seja. são classificadas como investimento.Registro Publicado em 13/06/2005 10:14 A pessoa jurídica que adquirir bens por meio de consórcio poderá se defrontar com duas fases distintas.

mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação. pois. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. No Razão Contábil temos. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. baixa ou liquidação. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. é necessário que se saiba.(PN CST nº 1/1983). o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação. vedada sua transferência para o ativo circulante. Esse critério de identificação não é obrigatório. devendo observar rigorosamente os critérios da Lei nº 6. Para tanto. ―Móveis e Utensílios‖ etc.Questão nº 257) Bens do Ativo Imobilizado . Na maioria das empresas. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. as contas ―Veículos‖. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. segundo critérios subjetivos de sua conveniência. no mínimo. . que registram bens de mesma natureza. Assim. a data e o valor da aquisição do bem. Bens do ativo imobilizado não podem ser transferidos para o ativo circulante para serem vendidos Publicado em 14/03/2002 10:03 O Parecer Normativo CST nº 3/80 esclarece que o contribuinte não tem faculdade de classificar as contas ou reclassificá-las. por exemplo.. à ordem cronológica de aquisição. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa.404/76. às quais são atribuídos números que obedecem. sob a alegação de que se pretende aliená-los. tão-somente. os bens que se destinem à exploração do objeto social ou à manutenção das atividades da pessoa jurídica devem permanecer classificados em conta do ativo permanente até o momento de sua alienação.Identificação Publicado em 14/07/2003 09:06 Na escrituração contábil. porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade.

os bens em . na prática observa-se a preferência pela manutenção desses bens no ativo imobilizado. é a sua transferência para conta do ativo circulante. a qual. inclusive a correção monetária até 31. ou seja. inclusive. esses bens não poderão mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. Todavia. Caso o valor realizável no mercado seja inferior ao valor contábil residual do bem. para que o seu saldo seja demonstrado como dedução do saldo da conta "Bens Fora de Uso". no caso de bens adquiridos até essa data. o mais adequado. todavia. tecnicamente.Registro contábil Publicado em 30/09/2004 10:03 No caso de bens retirados de operação por não estarem mais sendo utilizados. o seu valor contábil residual somente poderá ser baixado por ocasião da sua baixa física. se existir mercado para esses bens e a intenção da empresa for vendê-los. a constituição de uma provisão para ajuste ao valor de mercado. Importa alertar que. em virtude de obsolescência ou desativação parcial de linha de produção.95. para a qual serão transferidos os valores relativos ao custo de aquisição e posteriores acréscimos. Bens do Imobilizado em construção Publicado em 31/01/2002 08:01 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se. também. cabe. por exemplo). recomenda-se que os bens sejam mantidos em uma conta que indique tratar-se de bens que não estão mais em operação ("Bens Fora de Uso". A depreciação.Bens do ativo imobilizado retirados de operação . amortização ou exaustão acumulada relativa a esses bens serão transferidas para conta própria ("Depreciação Acumulada de Bens Fora de Uso").12. Em qualquer hipótese. sob o ponto de vista técnico. Mesmo que mantidos no ativo imobilizado. a partir do instante em que saem de operação. não será dedutível para efeitos fiscais. e mesmo que o bem tenha-se tornado totalmente imprestável e sem nenhum valor econômico apurável. fato que precisa ser comprovado por documentação idônea. quando ele sair do patrimônio da empresa. em virtude de implicações fiscais por ocasião da sua alienação.

Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação.construção. deve-se. observando-se que: b. Portanto. do conjunto de bens. ou b) se o bem adquirido tiver valor unitário não superior a R$ 326. na aquisição de uma mesa para o escritório. independentemente de seu custo de aquisição. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. é imprescindível que o bem. juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados. pois cada um (em sentido econômico). preste ou tenha condições de prestar utilidade. se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra.1) para efeito da dedução direta como custo ou despesa.2) a dedutibilidade do custo diretamente como custo ou despesa não se aplica se a atividade exercida pela empresa exigir utilização de um conjunto dos bens.61. não é necessário o registro do bem no Ativo Imobilizado para posterior depreciação): a) se o prazo de vida útil do bem adquirido não ultrapassar um ano. ou seja. b. por si só. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. Bens registrados como custo ou despesa Publicado em 01/04/2004 09:18 O custo de aquisição de bens pode ser diretamente deduzido como custo ou despesa operacional nas seguintes hipóteses (observando-se que. não perfaz o critério de utilidade. a construção deverá ser registrada no Ativo Imobilizado e poderá ser depreciada. na aquisição de telhas. o bem (a mesa). que. Por outro lado. que resultará da construção. mesmo que o prazo de vida útil seja superior a um ano. tais como: • engradados. Assim. serão destinados à manutenção da atividade da empresa. passando a construção a ser utilizada. Importa salientar que. Após a sua conclusão. quando prontos. atende às necessidades a que se presta. embora cumpram individualmente a utilidade funcional. o que significa que a permissão não abrange imobilizações relacionadas com atividades constitutivas do objeto da pessoa jurídica que requeiram o emprego simultâneo de uma certa quantidade de bens. somente atingem o objeto da atividade explorada em razão da pluralidade de seu uso. vasilhames e barris utilizados por empresas distribuidoras de águas . singularmente considerado. individualmente. todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra. os quais. então. nestes casos. por exemplo. tijolos e cimento para construção não pode ser tomado o valor unitário de cada um desses bens.

cervejas e chopes. que são aqueles que. móveis. patentes. d) no caso de formas para calçados. facas e matrizes (moldes) para confecção de partes de calçados. como. • cadeiras que as empresas de diversões públicas utilizam em cinemas e teatros. máquinas. imóveis. b) bens incorpóreos ou intangíveis.minerais. • botijões usados por distribuidoras de gás liqüefeito de petróleo. ou seja. aqui se enquadram os direitos sobre marcas. ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial.Permanência nos registros contábeis Publicado em 14/10/2005 08:29 . no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade. (Art. o que caracteriza o Imobilizado é a finalidade da aplicação. c) no caso de louças e guarnições de cama.Bens totalmente depreciados .. utilizadas pelas indústrias calçadistas. inclusive os de propriedade industrial ou comercial.Características Publicado em 18/04/2005 11:02 São registrados. Contabilidade . Portanto. embora não possuam existência física. restaurantes e atividades similares. direitos autorais etc. instalações etc. Assim. que possuem expressão física. mesa e banho utilizadas por empresas que exploram serviços de hotelaria. por exemplo. refrigerantes. contabilmente. 301 do RIR/1999) Bens registrados no Ativo Imobilizado . representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores. no Ativo Imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis.

Lembra-se. a baixa física de um bem do Ativo Imobilizado decorre da sua venda. hipótese em que a nota fiscal de venda será o documento hábil para comprovar a baixa física e lastrear a baixa contábil. independentemente da forma de tributação pelo lucro real ou presumido. que apesar de permanecerem registrados no Ativo Imobilizado. § 3º.12. No caso da mercadoria ser destinada ao ativo imobilizado. sair em definitivo do patrimônio da empresa. ainda que o bem tenha se tornado imprestável para a finalidade a que se destinava.1995 (caso o bem tenha sido adquirido até essa data). os bens cuja depreciação acumulada já tenha atingido 100% do seu custo de aquisição não devem mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. (Art. No caso da não comprovação em que essas bonificações estejam relacionadas com a . portanto não tendo valores a serem incluídos na base de cálculo do PIS e da COFINS. O custo da mercadoria será rateado pelo total recebido. do RIR/1999 e PN CST nº 146/1975) Bonificação de mercadorias . Normalmente. não autoriza a sua baixa contábil. Enquanto isso não ocorrer. entendemos que somente poderá ser enquadrada como bonificação se realmente for comprovada que esta bonificação esta atrelada à compra das mercadorias para fins de rateio do custo de aquisição pela quantidade entregue pelo fornecedor. inclusive as bonificadas pelo valor unitário pago por cada mercadoria. A baixa contábil só poderá ser efetuada quando o bem for baixado fisicamente. corrigido monetariamente até 31. Caso as bonificações não constem do mesmo documento fiscal de compra das mercadorias. não há lançamento em conta de receita operacional.Conceito Publicado em 19/08/2003 09:57 Desconto comercial dado dentro do documento fiscal por meio de entrega de quantidade maior de mercadorias ao mesmo preço (chamada dúzia de 13 ou quilo de 1. ainda que como sucata. ainda. Atente-se que nesta hipótese. isto é. devem permanecer registrados na escrituração o custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada do bem. será substituída a conta Estoque para conta do Imobilizado. todo o valor obtido na sua venda constitui ganho de capital tributável. embora o seu valor contábil (custo corrigido menos depreciação acumulada) seja zero. Estando o bem totalmente depreciado.O simples fato de a depreciação acumulada de um bem do Ativo Imobilizado haver atingido 100% do custo do bem. segundo entendemos.200 Kg). 305. mas com nota fiscal separada com a mesma data da nota fiscal de compra.

c) inscrição em dívida ativa. não se enquadrou em qualquer das seguintes hipóteses. Contabilidade . a) lançamento de ofício. em relação a tributos e contribuições administrados pela RFB.aquisição das mercadorias.Bônus de adimplência fiscal . todavia. Observe-se.2003. onde estará sujeita a tributação pelo IRPJ e CSL. No caso de opção pelo lucro presumido. beneficiar-se do bônus de adimplência fiscal.Pela aquisição do direito ao bônus: D C - Bônus de Adimplência Compensar (AC) a Fiscal a Lucros ou Prejuízos Acumulados (PL) . adimplentes com os tributos e contribuições federais administrados pela Receita Federal do Brasil (RFB). O referido bônus pode ser registrado da seguinte forma: I . b) débitos com exigibilidade suspensa.718/98) (MC2). e) falta ou atraso no cumprimento de obrigação acessória.Registro Publicado em 16/11/2005 08:38 Desde 1º. considera-se adimplente a pessoa jurídica que. nos últimos 5 anoscalendário. Deverá classificar contabilmente na conta outras receitas operacionais. entende-se que será caracterizada como doação. Para esse efeito. que o período de 5 anos-calendário será computado por ano completo. d) recolhimentos ou pagamentos em atraso. o valor da doação será crescido a base de cálculo do IRPJ e CSL. pelo lucro Real ou presumido.01. conforme for à opção. Os valores dessa doação também deverão ser incluídos na base de cálculo das contribuições para o PIS e a COFINS (Lei 9. determinada segundo as regras do lucro presumido (ainda que a pessoa jurídica beneficiária não esteja sujeita à esse regime de tributação). inclusive aquele em relação ao qual dar-se-á o aproveitamento do bônus. correspondente a 1% da base de cálculo da CSL. passou a ser admitido às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real ou presumido.

Pela utilização do bônus: D C - Provisão para a CSL a Pagar (PC) Bônus de Adimplência Compensar (AC) Fiscal a (Art. teríamos os seguintes lançamentos: 1 . funcionários.00 R$ 246.Brindes . por R$ 300.00 R$ 54. no Ativo Circulante.00 . Exemplo Vamos supor que determinada empresa tenha adquirido 600 canetas para distribuição como brinde. e arts. 114. Neste caso.Aquisição e distribuição .Lançamento pela distribuição dos brindes: D .Lançamento pela aquisição do brinde: D .ICMS a Recolher (PC) C . quando. serão levados a débito da conta de despesa correspondente.Estoques de Brindes (AC) D . colaboradores etc.637/2002. onde permanecerão até sua efetiva distribuição. devem ser registradas em conta do subgrupo ―Estoques‖.Fornecedores (PC) R$ 246.ICMS a Recuperar (AC) C .Tratamento Publicado em 15/09/2005 08:59 Os valores relativos às aquisições de brindes para distribuição gratuita a clientes.Estoques de Brindes (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante R$ 300. então.00 R$ 54.00 R$ 300. 115.II .00 2 . 117 e 119 da IN SRF nº 390/2004) Contabilidade . 38 da Lei nº 10.Despesas com Brindes (CR) C .00 com ICMS incluso de 18%.

da Lei nº 9. . desde 1º. respectivamente. que compreendem. para efeito do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro. VII. Se a empresa não adotar registro permanente de estoques. para efeito de determinação do lucro real (base de cálculo do IRPJ) e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. capital de giro próprio e/ou capital em giro.01. c) Capital em giro: o capital em giro corresponde à soma dos capitais próprios mais os capitais de terceiros aplicados na empresa. b) Capital de giro próprio: o capital de giro próprio ou capital circulante líquido corresponde à diferença positiva entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante.1996. na qual permanecerão até a sua efetiva distribuição. É importante salientar que. no Ativo Circulante. por ocasião do levantamento de seus estoques. o qual será levado a débito da conta própria do Ativo Circulante e a crédito da conta de despesa operacional. é vedada a dedução das despesas com brindes (art.249/1995). o Passivo Circulante e o Exigível.Registro contábil desses gastos Publicado em 07/12/2004 08:51 As aquisições de brindes para distribuição direta a consumidor ou usuário final devem ser registradas em conta do subgrupo ―Estoques‖.Brindes . Capital de giro. 13. apurar o estoque de brindes porventura remanescente. poderá contabilizar o valor em conta de resultado (despesa operacional) e. o Patrimônio Líquido. Estes quesitos podem ser diferenciados da seguinte forma: a) Capital de giro: o capital de giro ou capital circulante corresponde ao valor total do Ativo Circulante da empresa. capital de giro próprio e capital em giro – Diferenças Publicado em 21/01/2005 10:15 Os cadastros bancários geralmente pedem para a empresa informar o valor do seu capital de giro. quando os valores serão levados a débito da conta de despesa correspondente. o que significa que os valores da espécie que forem levados a débito de conta de despesa operacional devem ser adicionados ao lucro líquido.

Capital social . a promessa do sócio de conferir determinado montante de fundos para a formação do capital social. devem levar em conta a possibilidade econômica de formarem o capital social da empresa tendo em vista fatores como a necessidade financeira para o início do negócio e o retorno que o investimento poderá proporcionar. b) nas demais empresas.2) como despesa operacional. da promessa de entrega do montante com o qual se comprometeu para a formação do capital social. Contabilidade . inclusive as comerciais. vendas e de outros setores da empresa não ligados direta ou indiretamente à produção de bens ou serviços. assim. O prazo para integralização é estipulado no contrato social ou em ata de assembléia.Conceituação Publicado em 24/10/2005 09:19 Ao decidirem constituir uma sociedade. ou seja. como despesa operacional. e b) a integralização. quando relativo a cestas distribuídas ao pessoal dos setores de produção. existem duas maneiras de caracterizar a formação do capital das sociedades: a) a subscrição.Classificação contábil Publicado em 10/10/2005 08:07 O encargo suportado pela empresa com a concessão de cestas básicas a todos os empregados é um gasto com pessoal que deve ser classificado: a) nas empresas industriais ou prestadoras de serviços: a. mas não o integralizam totalmente. em dinheiro ou em bens. os sócios. Na prática. que comprova a dívida do sócio para com a empresa.Contabilidade .Cestas básicas distribuídas a empregados .1) como custos da produção. surgindo. a figura do ―capital a integralizar‖. .Subscrição e integralização . a. que é a realização pelo sócio. relativamente às cestas distribuídas ao pessoal das áreas de administração. Quando os sócios subscrevem o capital social. é ajustado um prazo para a integralização da parcela restante.

ICMS sobre Cestas de Natal (Conta de Resultado) 720.280.000.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) 720. . assim.Despesas Administrativas – Cestas de Natal (Conta de Resultado) 3.Contabilidade – Cestas de natal distribuídas a empregados – Exemplo de contabilização Publicado em 03/12/2004 08:38 Para fins de contabilização de cestas de Natal adquiridas para distribuição aos empregados. considerando tratar-se de empresa que adota registro permanente de estoques teríamos os seguintes lançamentos: a) aquisição das cestas de Natal D .ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 720.00.00 C .000. permitindo.00 D .280.Fornecedores (Passivo Circulante) 4.Estoques . cujo objetivo é a comprovação dos limites e da extensão da responsabilidade técnica. para serem distribuídas gratuitamente aos seus empregados e que essa operação estivesse sujeita à incidência do ICMS (incluso no preço) no valor de R$ 720.Regulamentação Publicado em 24/03/2005 08:43 De acordo com a Resolução CFC nº 987/2004. sugerimos o seguinte: Vamos admitir que determinada empresa comercial adquirisse a prazo 100 cestas de Natal.Estoques .00 C .00 CFC . Nesse caso.Cestas de Natal (Ativo Circulante) 3.280.00 C .00 c) distribuição das cestas de Natal D .Cestas de Natal (Ativo Circulante) 3.00 b) ICMS destacado na nota fiscal de saída D .Contrato de prestação de serviços contábeis . o contabilista ou a organização contábil deve manter contrato por escrito de prestação de serviços.00 (sem incidência de IPI). ao custo total de R$ 4.

do tamanho da empresa. O contrato de prestação de serviços deve conter.As. com o qual a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deverá celebrar convênio para a elaboração de normas de interesse específico do mercado de valores mobiliários. no mínimo. independentemente. com regras claras de transparência que possam ser compreendidas e aceitas nos principais mercados de valores mobiliários. durante audiência pública na Câmara dos Deputados. elaboração e divulgação dos princípios. por meio do seu presidente. Alcedino Gomes Barbosa. o CFC sugere a criação do Comitê de Padrões Contábeis. No dia 20 de agosto. e) honorários profissionais. o CFC enviou ao relator da proposta. c) duração do contrato. os seguintes dados: a) identificação das partes contratantes. "O próprio CFC não resiste ao convite de que todas as entidades que militam ao redor da . b) relação dos serviços a serem prestados. normas e padrões de Contabilidade e de Auditoria. três sugestões de emenda para complementar a proposta. Irineu De Mula. h) foro para dirimir os conflitos. entidade sem fins lucrativos. d) cláusula rescisória com a fixação de prazo para a assistência. indicados pelo Conselho e pelas entidades representativas. g) responsabilidade das partes. Essa nova entidade seria coordenada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e integrada por contadores. eles participaram de um encontro promovido pela Comissão de Finanças e Tributação. reafirmou.a segurança das partes e o regular desempenho das obrigações assumidas. Ainda no início deste ano. a disposição da entidade em apoiar um projeto de harmonização das normas de contabilidade para sociedades comerciais. Aos membros da comissão. que tem por objeto social o estudo. exemplificou Alcedino. algo que já acontece em países com economia mais avançada. A proposta cria condições para que haja um processo de harmonização entre os procedimentos de demonstrações contábeis adotados no Brasil e aqueles aceitos e praticados pelos principais mercados financeiros mundiais. deputado Armando Monteiro (PTB-PE). f) prazo para seu pagamento. o presidente do CFC afirmou que a padronização das normas é uma necessidade natural. "O Brasil é um grande receptor de capitais externos e devemos estar preparados para enfrentar essas exigências". de autoria do Poder Executivo. também conhecido como Lei das S. após a denúncia do contrato. e do vice-presidente Técnico do CFC. Em uma delas. CFC reafirma disposição em apoiar padronização de normas contábeis no Brasil Publicado em 26/08/2003 08:22 O Conselho Federal de Contabilidade (CFC). que discute o Projeto de Lei nº 3741/00.

org. Já o Certificado de Gestor Consciente vai para as prefeituras que melhor atingirem os índices de aplicação de recursos na área de saúde e na manutenção e desenvolvimento do ensino. O Certificado de Gestão Fiscal Responsável premia aquelas administrações públicas que melhor atingirem índices de despesa com pessoal.Contabilidade venham a estar presentes. disse se referindo ao processo de transparência que deve fazer parte de toda sociedade comercial. venham a participar dessas normas".cfc. O vice-presidente também defendeu a obrigatoriedade da apresentação de contas por parte das grandes empresas. concluiu. afirmou o vice-presidente do CFC. esforço para eliminação do déficit financeiro.concedida às prefeituras que comprovarem comportamento evolutivo na sua arrecadação. "Mostramos aqui que não há espírito coorporativo e sim a busca por uma padronização das normas. Fonte: CFC CFC regulamenta Prêmio de Gestão Fiscal Responsável Publicado em 18/03/2003 09:49 Um novo regulamento do Prêmio CFC de Gestão Fiscal Responsável está disponível no site do CFC (www.br). (Conselho Federal de Contabilidade – CFC) . Irineu De Mula.concedida às prefeituras que comprovarem comportamento evolutivo na adaptação à LRF . Estados e prefeituras que estiverem interessados em concorrer às premiações têm até o dia 10 de abril de 2003 para encaminhar ao CFC a documentação necessária. índice de endividamento. Na avaliação do presidente Alcedino Barbosa. pois esclareceu aos deputados e demais presentes pontos altamente técnicos no que se refere aos procedimentos contábeis adotados no Brasil. "É sabido no mundo todo que as empresas auditadas são as que melhor recolhem seus impostos". O Prêmio CFC de Gestão Fiscal Responsável foi concebido com a finalidade de estimular administrações estaduais e prefeituras a se adaptarem a dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O presidente do CFC afirmou ainda que o Conselho está em sintonia com as demais entidades quanto à criação do Comitê de Padrões Contábeis. Um outro tipo de premiação são as menções honrosas ―Rumo à LRF‖ .e ―Campeão de Arrecadação‖ . aos membros da Comissão. deputado Armando Monteiro (PTB-PE). a audiência foi bastante positiva. O relator da proposta. realização de audiências públicas e atuação do controle interno. afirmou que o Conselho Federal de Contabilidade é o órgão mais preparado para ser a referência no assunto no País se referindo à criação do Comitê de Padrões Contábeis. preservando a identidade brasileira". Armando Monteiro disse ainda que pretende finalizar o seu parecer sobre a matéria até meados de setembro para que o texto possa ser votado na comissão logo em seguida.

06. o mais adequado é o registro em conta do Passivo Circulante. uma vez que não houve desfazimento do negócio.Classificação contábil Publicado em 03/05/2004 13:55 O cheque pré-datado não tem previsão legal. o cheque nº 98765.00. foi devolvido pela instituição financeira em 02. depositado na mesma data. não no ―Disponível‖. de cheque recebido em pagamento (de duplicata. O procedimento adequado é o registro do respectivo valor a débito de conta do Ativo Circulante (―Cheques em Cobrança‖. . não oponível a terceiros (por exemplo. por exemplo) e a crédito da conta ―Bancos Conta Movimento‖. Tratando-se de pagamentos feitos pela empresa com cheque pré-datado.Cheque pré-datado . as importâncias recebidas nessa modalidade de pagamento não devem ser classificadas no subgrupo do "Disponível" e sim em conta distinta do "Ativo Circulante". por falta ou insuficiência de fundos ou por qualquer outro motivo. pelo banco sacado. mas cuja obrigatoriedade de respeito. No caso de devolução. e que esse cheque. Sublinhe-se que a conta ―Cheques em Cobrança‖ classifica-se no subgrupo ―Outros Créditos‖. em que permanecerão até o efetivo recebimento. de sua emissão. Exemplo Vamos supor que determinada empresa recebeu.20x1. de venda a vista ou de qualquer outra transação). no valor de R$ 1.05. Cheques devolvidos – Registro contábil Publicado em 22/11/2004 08:53 Quando a empresa recebe em pagamento cheques que venham a ser devolvidos pelo banco sacado. em 31. na data combinada). apenas. à data pactuada tem sido confirmada pela jurisprudência. que melhor caracterizará a obrigação assumida.000. deve registrar contabilmente esse fato conforme exemplificado a seguir. Trata-se de ato de liberalidade entre as partes (o emitente e o beneficiário). não cabe estorno do lançamento original que registrou o pagamento. ao banco sacado). pelo beneficiário. em pagamento da duplicata nº 32456. Como não são valores dos quais a empresa vá dispor a qualquer tempo (mas.20x1.

instituída pela Lei nº 10. b) ―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖.Nesse caso teríamos os seguintes lançamentos: a) pelo recebimento da duplicata D . sobre as importâncias pagas. A Cide deve ser paga até o último dia útil da quinzena subseqüente ao mês de ocorrência do fato gerador. é feito por orientação do próprio emitente).Aproveitamento de créditos Publicado em 15/10/2004 08:37 A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). se o cliente quitar seu débito mediante novo pagamento.000. entregues. firmados com residentes ou domiciliados no exterior. Essa contribuição incide. por meio de Darf.000. tendo como contrapartida (a débito): a) ―Bancos Conta Movimento‖.Cheques em cobrança (Ativo Circulante) 1. se o cheque for novamente depositado (o que. Dos valores recolhidos. bem como pela signatária de contratos que impliquem transferência de tecnologia. prestação de serviços de assistência técnica. em geral. a título de royalties ou remuneração previstos nos respectivos contratos relativos a fornecimento de tecnologia. creditadas.000.Clientes .00 C .00 1. é devida pela pessoa jurídica detentora de licença de uso ou adquirente de conhecimentos tecnológicos. cessão e licença de uso de marcas e cessão e licença de exploração de patentes.195/2002.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1.Comercial ―X‖ (Ativo Circulante) b) pelo registro da devolução do cheque D .168/2000 e regulamentada pelo Decreto nº 4. o responsável poderá tomar crédito para utilizá-lo como dedução .00 C . à alíquota de 10%.000.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1.00 O valor registrado em ―Cheques em Cobrança‖ será baixado (mediante crédito). empregadas ou remetidas a cada mês a residentes ou domiciliados no exterior. Contabilidade .Cide-Royalties . utilizando-se o código 8741.

pelo Fisco.00 100. tanto quanto possível. observados os requisitos gerais previstos na Lei nº 6. clara. a recuperação (dedução) foi de 100%. Na hipótese de aproveitamento desses créditos. O título de uma conta deve expressar o significado adequado das operações nela registradas.Cide . para facilidade de seus acionistas em particular e do mercado em geral. segue exemplo de contabilização: D . Até o ano de 2003.Royalties a Recuperar (AC) D . fornecedores.das futuras e subseqüentes operações semelhantes.Cide . da MP nº 2.159-70/2001).2004 esse crédito fica limitado a 70% do valor recolhido e os 30% restantes são considerados como despesas tributárias (art.Royalties a Recolher (PC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante 70.Classificação Publicado em 27/04/2004 08:24 No balanço. § 1º. é claro. 4º.404/76 (Lei das S/A). I. são também analisadas por auditores. se a empresa for uma sociedade anônima de capital aberto (com ações negociadas em bolsas de valores).Despesas com Cide-Royalties (CR) C . as contas são classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da empresa. . mas a partir de 1º.00 Contas contábeis . é fundamental que suas demonstrações tenham uma linguagem precisa e. Além disso. A importância da adequada denominação das contas decorre do fato de que as demonstrações contábeis não são de utilização apenas da própria empresa.01. instituições financeiras e.00 30.

Desse modo. c) ser capaz de identificar e interpretar a natureza do fato. as quais devem distinguir-se. d) conhecer os elementos patrimoniais ou do resultado envolvidos no fato. assim como os programadores e operadores de sistemas descentralizados de registro. devem estar atentos a elementos básicos de classificação e registro contábil. e) estar de posse do documento que dá suporte ao lançamento. pois geram o agrupamento em uma só conta de fatos diversos que deveriam estar registrados em contas específicas. quando necessário. f) conhecer os valores monetários a serem debitados e creditados em cada rubrica. à atividade específica de cada empresa.) a que se refere o lançamento. principalmente quando seu setor presta serviços internos a mais de uma empresa do grupo. em tese. deve ser preservado o respeito às peculiaridades dos vários ramos de atividade. Embora seja. o classificador contábil. Já vimos que as demonstrações contábeis são compostas de contas patrimoniais e de resultado. normalmente. sociedade etc. dos diversos Planos de Contas das diversas empresas). . Denominações do tipo ―Despesas Gerais‖ ou ―Despesas Diversas‖ devem ser evitadas tanto quanto possível. Classificação Contábil – Procedimentos básicos Publicado em 05/03/2004 08:51 Para uma adequada classificação contábil. desejável certa padronização geral das contas (e. b) ter pleno conhecimento do fato a ser registrado. tais como: a) identificação da entidade (empresa. a denominação de uma conta deve ser adaptada. assim.O conceito de conta é atrelado à sua finalidade. por sua própria denominação. que é a representação de fatos e valores.

g) indicar local e data do lançamento. ou despesa operacional (se referentes a bens utilizados nos setores comercial e administrativo). Por sua vez. os gastos incorridos em reformas e/ou grandes reparos. os gastos com manutenção e conservação de bens que estiverem intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização. h) indicar a(s) conta(s) a ser(em) debitada(s). serão contabilizados parte como ativo imobilizado e parte como despesa operacional ou custo de produção. segundo prescreve a legislação do Imposto de Renda. na apuração do lucro real ou da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. O valor a ser ativado e a parcela a ser registrada como despesa ou custo. são obtidos mediante os seguintes procedimentos: a) aplicar sobre os custos de substituição das partes e peças o percentual de depreciação correspondente à parte não depreciada do bem e escriturar o valor apurado a débito de conta de resultado. i) indicar a(s) conta(s) a ser(em) creditada(s). conforme mostrado nos itens seguintes. que aumentem o prazo de vida útil do bem. j) descrever corretamente o fato no histórico. Contabilidade . o qual terá seu novo valor contábil depreciado no novo prazo de vida útil previsto.Classificação contábil dos gastos com reparos. conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado Publicado em 11/10/2004 14:56 A manutenção de rotina e os pequenos reparos eventuais não contribuem para o aumento de vida útil do bem e devem ser registrados em conta de "Manutenção e Conservação". em custos de produção (se referentes a bens utilizados na produção de bens ou serviços). b) apurar a diferença entre o total dos custos de substituição e o valor determinado no cálculo descrito na letra "a" e escriturar o valor dessa diferença a débito da conta do ativo imobilizado que registra o bem. livre ou padronizado. . Somente são dedutíveis como custo ou despesa operacional.

95 se adquirido anteriormente a essa data. Observe-se que. está se considerando a baixa da peça ou partes substituídas por estimativa.É oportuno lembrar que a parte não depreciada do bem corresponde ao valor residual ou valor contábil (custo de aquisição. Portanto. na hipótese de o bem estar totalmente depreciado. a melhor classificação das amostras grátis distribuídas é como despesa operacional. Registro no ativo diferido Podem ocorrer casos de distribuição gratuita de amostras para divulgação. tecnicamente. debitando-se ―Amostras Grátis‖ em despesas com vendas e creditando-se ―Estoque de Amostras Grátis‖. estudos e pesquisas de mercado de produtos ainda não lançados no mercado. subconta ―Amostras Grátis‖. e até da impossibilidade. Esse procedimento também atende à aplicação da boa técnica contábil. menos a depreciação acumulada).Classificação das amostras grátis Publicado em 23/09/2004 15:32 A distribuição de amostras grátis está diretamente relacionada à divulgação do produto. ao ser registrado no ativo imobilizado o valor proporcional à depreciação sofrida pelo bem. Todavia. no período da distribuição das amostras grátis. Contabilidade . Essa prática se caracteriza como atividade de desenvolvimento do produto. se admite registrar no ativo diferido os gastos dessa natureza. o valor total da reforma será registrado no ativo imobilizado. com a observância do regime de competência. o que se torna uma alternativa bastante útil diante das dificuldades. Vale lembrar que a materialidade e a relevância dos valores . conta ―Propaganda e Publicidade‖. corrigido monetariamente até 31.12. Contabilmente. porque. somente com muita ou total segurança quanto à capacidade de o produto em desenvolvimento gerar receitas é que. de atribuirlhes valores específicos. no subgrupo de despesas com vendas. no ativo circulante. A apropriação dos custos ao resultado deve ser feita. é possível o registro de gastos dessa natureza no ativo diferido para a apropriação ao resultado em períodos subseqüentes por meio de amortização em prazo não superior a dez anos.

que. exemplificamos um critério de graduação dos códigos: X.Graduação Publicado em 16/02/2005 08:03 A codificação das contas.envolvidos também devem ser levadas em consideração na opção pelo diferimento. Onde: X. abreviadamente ou codificados. A seguir. por exigência da legislação do Imposto de Renda. Contabilidade . revestido das formalidades legais aplicáveis aos livros da escrituração mercantil. o trabalho de classificação de documentos. é elemento indispensável para efeito do processamento de dados. É importante salientar.X. XXX. que . na prática. X. = 3º grau (um dígito que indica o subgrupo). além de agilizar.X. = 2º grau (um dígito que indica o grupo).Codificação e abreviatura de históricos contábeis Publicado em 08/06/2005 09:30 Na escrituração do livro Diário. = 1º grau (um dígito que indica a estrutura). XX. todavia. as pessoas jurídicas que adotarem escrituração contábil codificada ou códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos ficam obrigadas à adoção de livro próprio. X. = 4º grau (dois dígitos que indicam a conta objeto de lançamento). os históricos podem figurar por extenso.XX.XXX. Codificação de contas contábeis . = 5º grau (três dígitos que indicam a conta objeto de lançamento).

. como fecho do conjunto. 269. 3ª edição. São Paulo. que não incluam. segundo a boa técnica contábil. Esse livro poderá ser: a) o próprio livro Diário. no caso das empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. 1991) já recomendava em seu item 26. cujo conjunto de fichas ou formulários contínuos contenha inscritas as demonstrações financeiras. as demonstrações financeiras. a transcrição das demonstrações financeiras. deverão estar registrados todos os custos. despesas. como é o caso das comissões de vendas. não está vinculado à restrição ao seu pagamento eventualmente prevista em contrato. encargos e riscos correspondentes àquelas receitas.. previsto no art. o reconhecimento da despesa de comissão. Anteriormente a esta Resolução. desde que revestido das formalidades legais. 9º da Resolução CFC nº 750/1993..‖ (grifos nossos) Como se observa. é admitida como comprovante hábil. Alternativamente. quando utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. mais bem identificáveis com as receitas correspondentes. para as empresas que empreguem escrituração manual.Tratamento Publicado em 26/07/2005 09:34 O reconhecimento de qualquer despesa de vendas é feito segundo o Princípio da Competência. o Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações (Editora Atlas. no caso das empresas com sistema de escrituração mecanizada ou por meio de processamento eletrônico de dados.Comissões cuja liberação ao vendedor esteja condicionada ao recebimento da venda . nos mesmos períodos em que forem registradas as receitas e rendimentos. que deverá conter necessariamente.1: ―. no encerramento de cada período-base.contenha a descrição das contas e os códigos correspondentes. com emprego de fichas soltas ou formulários contínuos. do RIR/1999 e item 7 do PN CST nº 11/1985) Contabilidade . § 1º. mas sim ao reconhecimento da receita que lhe deu origem. perante a legislação do Imposto de Renda. sendo as despesas de venda. (Art. quaisquer que sejam os livros acima mencionados. a adoção de livro distinto daqueles.2. c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos. para as empresas em geral. em geral. b) o mesmo livro específico que for adotado para inscrição das demonstrações financeiras.

do Banco "Y" S/A: . Os bens objeto de contrato de comodato pertencem ao Ativo Imobilizado da empresa comodante. qualidade e quantidade). mediante contrato. que deverá ser devolvido após o uso ou dentro de prazo predeterminado. a comodante irá transferir o bem para conta própria do imobilizado em operação. os quais. de bem infungível (que não pode ser substituído por outro de mesma espécie. e • data.000. Deve ser observado que essa provisão não é dedutível para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). • histórico (que é a descrição do fato registrado). a título gratuito. • valor(es). Por ocasião da entrega do bem à comodatária. no qual a pessoa que empresta o bem é chamada de comodante e a pessoa que recebe é chamada de comodatária. que pode intitular-se ―Bens Cedidos em Comodato‖. tais como congeladores e geladeiras cedidos por fabricantes de bebidas e de sorvetes a estabelecimentos comerciais para exposição e acondicionamento de seus produtos.. o débito em conta de resultado terá como contrapartida uma conta de provisão classificável no Passivo Circulante. por ocasião da sua aquisição. no prazo. Exemplo: vejamos como pode ser feito.Quando se tratar de comissões cuja liberação esteja condicionada ao recebimento da venda. • conta(s) credora(s). por meio de cheque no valor de R$ 1. que pode ser intitulada ―Bens Reservados para Comodato‖. Composição do lançamento contábil Publicado em 11/02/2005 09:37 Um lançamento completo deve conter: • conta(s) devedora(s). devem ser registrados em uma conta própria do Ativo Imobilizado. O comodato de bens móveis entre empresas é muito comum nos casos em que a utilização do bem pela comodatária traz benefícios a ela e à comodante. o lançamento relativo ao pagamento da duplicata emitida pelo fornecedor Comercial "X" Ltda. integralmente.00. Comodato de bens móveis entre empresas Publicado em 04/06/2002 10:06 Comodato é o empréstimo para uso temporário.

é largamente adotada no comércio a prática de realizar compras e vendas mediante cheque prédatado. por meio do cheque nº 102. Todavia.00 São Paulo. levando-se em conta opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico).. sugerimos os seguintes lançamentos contábeis: Pelo registro da compra efetuada: .. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. ou seja.Contabilização Publicado em 12/05/2003 09:32 Por ocasião da aquisição de um bem novo. sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior. Essa avaliação.Débito: FORNECEDORES Crédito: BANCOS CONTA MOVIMENTO Pagto. R$1. na hipótese de realização de compras por meio de cheques pré-datados. 10 de outubro de 200X Compra de bem novo. utilizando usado como parte de pagamento . de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. sob o ponto de vista contábil. ainda. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. o que ocorre. como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa. Embora inexista previsão legal para o cheque pré-datado. entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação.Duplicata 123. do Banco ―Y‖ . uma ordem de pagamento à vista. e. Esse procedimento é comum na substituição de veículos.Classificação contábil Publicado em 19/03/2004 09:26 O cheque é. Para representar a verdadeira essência da operação. no caso de veículos. Compras com cheques pré-datados . é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem.000. e assim deve ser registrado. Deve-se atentar que. apesar de a negociação ser de "troca". de Coml ―X‖ Ltda. por definição. Dessa forma.

conferida pela norma da letra ―c‖ do art. de acordo com o art. 15 do Decreto-lei nº 9.Fornecedores (PC) Pelo pagamento ao fornecedor. 10 do Decreto-lei nº 9. As empresas que possuem contabilidade própria farão a prova.Fornecedores (PC) C . de que seus profissionais.Estoque ou Ativo Imobilizado (AC/AP) C . são habilitados e registrados na forma da lei.Bancos conta movimento (AC) b) se não houver fundos suficientes no banco sacado: D .Ativo Circulante AP .295/46.D .Bancos conta movimento (AC) AC .Fornecedores (PC) C . perante os conselhos regionais de contabilidade. Contabilidade .295/46. responsáveis pela execução dos serviços de contabilidade.Passivo Circulante Comprovação da habilitação e registro do contador Publicado em 24/04/2003 08:18 A fiscalização do exercício da profissão de contador é uma das atribuições dos conselhos regionais de contabilidade.Cheques a Pagar (PC) c) quando for providenciado fundo suficiente para a cobertura do cheque: D . com cheque pré-datado: a) se houver fundos suficientes no banco sacado: D .Cheques a Pagar (PC) C .Comprovação de despesas por documentos idôneos .Ativo Permanente PC .

etc. fazê-la mensalmente. Dependendo do porte da empresa ou.Objetivo Publicado em 20/06/2005 09:17 A conciliação bancária.Publicado em 01/07/2005 08:22 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 10/1976. isto é. recibos. independentemente de seu porte.. de sua movimentação bancária. visando estabelecer normas mais rígidas de governança corporativa nas companhias com ações nas bolsas de valores de Nova Iorque. contudo. Contabilidade . entendemos que. tem como objetivo principal apurar e explicar as eventuais diferenças encontradas entre o saldo apresentado pelo banco. Tycon e WorldCom. o Congresso norte-americano resolveu promulgar a Lei Sarbanes-Oxley instituindo maior transparência e confiabilidade . por meio do extrato bancário. tanto a nota fiscal como o conhecimento de transporte são documentos hábeis para comprovar a receita da pessoa jurídica. a comprovação de despesas e receitas. Conselho fiscal x Comitês de auditoria Publicado em 28/08/2003 10:18 Em 2002. notas fiscais. no mesmo período. qualquer que seja a sua natureza. foi promulgada nos Estados Unidos da América a Lei Sarbanes-Oxley. e aquele apurado pela empresa. Preocupados com a saída de muitos investidores. O importante é que os documentos sejam de idoneidade indiscutível. para os efeitos do Imposto de Renda. Diante disso. Basicamente. a conferência dos registros contábeis com os extratos pode até ser diária. são duas as formas mais usuais de conciliação bancária: a) partindo do saldo do Razão e chegando ao saldo do extrato. Trata-se de uma espécie de resposta do Congresso do país contra o impacto negativo causado pelos escândalos empresariais de manipulação de dados contábeis em gigantes como a Enron. há de ser feita com os documentos de praxe. é mais usual. contratos.Conciliação bancária . b) partindo do saldo do extrato e chegando ao saldo do Razão. mais especificamente. por intermédio do Razão. desde que a lei (estadual ou municipal) não imponha forma especial. conhecimentos. além de ser um controle interno eficiente para toda e qualquer empresa.

por membros não-integrantes do conselho de administração. Ainda que com algumas mudanças solicitadas pela SEC. como o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa ("IBGC"): até que ponto a tolerância da SEC em relação ao conselho fiscal das companhias brasileiras foi benéfica para tais sociedades? O comitê de auditoria deve ser formado exclusivamente por membros do conselho de administração e deve ser independente. O comitê de auditoria. do conselho fiscal. que vem gerando polêmica no mercado de capitais brasileiro. No início deste ano. Dentre os exemplos mencionados em referido parecer de órgãos similares ao comitê de auditoria. que a constituição do comitê de auditoria nas companhias brasileiras iria encarecer muito seu custo de capital. 161. Nesse sentido. O Brasil possui cerca de 50 empresas com papéis negociados nos Estados Unidos. não podendo ser afiliado da companhia ou de qualquer de suas eventuais subsidiárias. caso as companhias optem por não adotar o comitê de auditoria. LSA). sem prejudicar a atual estrutura das empresas. Portanto. emitiu parecer isentando as companhias estrangeiras de constituir o comitê de auditoria em sua estrutura interna. para que torne obrigatório o funcionamento permanente do conselho fiscal para determinadas companhias.nas empresas com ações nas referidas bolsas de valores. Trata-se da obrigatoriedade da existência de um comitê de auditoria (audit committee) permanente nas companhias que possuam American Depositary Receipts ("ADRs") listadas nos níveis 2 e 3 da Bolsa de Nova Iorque. alguns especialistas brasileiros. Frise-se que os membros de tal órgão não devem ser eleitos pela administração e não devem ser diretores da companhia. Cabe também mencionar que o conselho fiscal. iria suprir as funções principais do comitê de auditoria. acompanhamento e avaliação dos controles internos da empresa e do trabalho dos auditores independentes. ainda que parcialmente. Referido documento foi recebido pela SEC que. foi solicitado que. alegaram. há uma determinação. devem ter um comitê de auditores ou órgão similar separado do conselho de administração ou composto. ainda. Ainda assim. em 9 de abril deste ano. por sua vez. como é eleito pela assembléia geral (art. já com as duas atribuições mencionadas pode-se notar que o comitê de auditoria difere. Alegaram. contestando referida determinação.404/76 ("LSA"). São funções que o conselho fiscal não pode desempenhar. dentre outros fatores. pode contribuir para o controle de riscos e para a qualidade das informações fornecidas ao próprio conselho de administração e ao mercado. no mínimo controversa. órgão que regula o mercado de capitais norte-americano. Nesse contexto. e mais da metade delas estão sujeitas às novas regras trazidas pela Sarbanes-Oxley. responde à própria assembléia e não . juntamente com a Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"). surge uma questão já abordada por alguns órgãos de notório conhecimento técnico no assunto. Para tanto. a SEC expressamente citou o conselho fiscal brasileiro. o conselho fiscal não será um instrumento tão poderoso quanto seria o comitê de auditoria. § 1º. como o fato de ser um órgão independente e contar com profissional especializado em finanças. e muito. no exercício de sua função de supervisão da gestão. Desse modo. enviaram documento à Securities and Exchange Commission ("SEC"). alguns especialistas que defendem a substituição do comitê de auditoria pelo conselho fiscal apontam por uma mudança no artigo 161 da Lei nº 6. que a existência de um conselho fiscal permanente.

a pessoa jurídica fará publicar. ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou passam vir a modificar sua situação patrimonial. a SEC prorrogou os prazos finais para a adoção dos procedimentos de controles internos para abril de 2005. kicker: SEC prorrogou os prazos para adoção dos controles internos para abril de 2005 Fonte: Gazeta Mercantil Contabilidade . dentro de 48 horas. no último mês de abril. isto é.Conservação ou substituição de partes e peças . superior a um ano. Ainda assim. relativos a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros.ao conselho de administração. d) os comprovantes da escrituração da pessoa jurídica. fichas. da conservação ou da substituição de partes e peças resultar aumento. como deve ser o comitê de auditoria. Todas as companhias estrangeiras a qual a Lei Sarbanes-Oxley faz alusão tiveram até 30 de junho deste ano para a adequação àqueles dispositivos. documentos ou papéis de interesse da escrituração. serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios. terão de certificar tais procedimentos de controle interno a partir de junho de 2006. deterioração ou destruição de livros.Disposições Publicado em 17/05/2005 09:23 Sobre a conservação de livros e documentos de escrituração comercial e fiscal. desempenhar muitas das funções de tal comitê. enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. incorporadas ao valor do .Conservação de livros e documentos . as despesas correspondentes deverão ser capitalizadas. 264 do RIR/1999 dispõe que: a) a pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. Não pode. b) ocorrendo extravio. ao órgão competente do Registro do Comércio. c) a legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de cumprida a exigência referida na letra "b". remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição.Ativação dos gastos Publicado em 01/06/2005 09:19 Se dos reparos. o art. do prazo de vida útil previsto no ato de aquisição do bem. documentos e papéis relativos a sua atividade. aviso concernente ao fato e deste fará minuciosa informação. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. Especificamente as companhias brasileiras. livros. Contabilidade . portanto.

§ 1º. e c) consignatário é aquele que recebe mercadorias de alguém para que as negocie. haverá o correspondente crédito fiscal dos referidos . é admitido à empresa adotar os seguintes procedimentos (art.bem. mas apenas da posse das mercadorias. do RIR/1999): a) aplicar sobre os custos de substituição das partes e peças o percentual de depreciação correspondente à parte não depreciada do bem e escriturar o valor apurado a débito de conta de resultado. para servir de base a depreciações futuras (art. b) apurar a diferença entre o total dos custos de substituição e o valor determinado no cálculo descrito na letra ―a‖ e escriturar o valor dessa diferença a débito da conta do Ativo Imobilizado que registra o bem. a forma mais adequada de registrá-la (tanto na consignante quanto na consignatária) é por meio de contas de compensação. na empresa consignante. Na empresa consignatária. a incidência do ICMS e do IPI (débito fiscal do imposto).Tratamento Contábil Publicado em 08/06/2004 11:01 Conceitos a) consignação mercantil é a operação na qual o consignante envia ao consignatário mercadorias para que as negocie. Consignação Mercantil . 346. Ocorrendo a saída das mercadorias. Observe-se. b) consignante é aquele que envia ou confia mercadorias a alguém para que as negocie. que tais operações não envolvem apenas o valor das mercadorias. nesse caso. este último somente quando se tratar de produtos fabricados pela própria empresa. normalmente por conta própria e em seu próprio nome. ou no caso de esta ser equiparada a estabelecimento industrial pela legislação pertinente (e desde que as mercadorias e/ou produtos objeto de consignação estejam sujeitos a essa tributação). entretanto. haverá. Todavia. § 2º. Registro contábil Como no momento em que se realiza a consignação mercantil não há a transferência da propriedade. 346. o qual terá seu novo valor contábil depreciado no novo prazo de vida útil previsto. do RIR/1999).

b) o sócio ―B‖ integralizou a sua parte mediante incorporação à sociedade de um imóvel .000. A realização do capital subscrito pode-se dar em dinheiro e/ou em bens suscetíveis de avaliação em dinheiro.00 comprometeu-se a realizar no prazo de 60 dias. desse capital. estas devem ser tratadas.2006.404/1976 (Lei das S/A). Quando da liquidação do consórcio. contabilmente. de imediato. total ou parcial. Contabilidade . pois não se pode admitir que a empresa comece a funcionar sem que ao menos parte do capital subscrito pelos seus participantes seja realizada.20 . em contas patrimoniais.Constituição de empresas . de acordo com o contrato entre as consorciadas. a realização (integralização).Consórcio de Empresas De acordo com o subitem 10. Caso as empresas consorciadas forneçam ou adquiram materiais ou serviços em transações operacionais com o consórcio. se for o caso. mas os impostos incidentes são registrados.impostos. 278 e 279 da Lei nº 6. Para exemplificar. como fornecedores ou clientes. subscrevendo cada uma 50% do capital e integralizando-o da seguinte forma: a) o sócio ―A‖ integralizou de sua parte R$ 200.000. a remessa ou o recebimento da mercadoria) é registrada em contas de compensação. constituídos nos termos dos arts. no ato. Assim.000. em seguida.2 da citada NBC T 10. a operação de consignação mercantil propriamente (ou seja.053/2005.01. estabelecidos pela Resolução CFC nº 1. vamos admitir que duas pessoas (que designaremos como ―A‖ e ―B‖) resolvam constituir uma sociedade limitada. Contabilidade .20. podendo as empresas consorciadas efetuarem os registros por operação ou saldo das contas. devem.Consórcio de empresas . os ativos e os passivos remanescentes devem ser transferidos. o saldo apurado na demonstração de resultado do consórcio de empresas deve ser transferido às empresas consorciadas na proporção prevista no contrato.Procedimentos a serem adotados a partir de 1º. que aprovou a NBC T 10.00. baixados ou liquidados.20.Lançamentos contábeis Publicado em 03/10/2005 08:10 Por ocasião da constituição de uma empresa.2006 Publicado em 18/11/2005 08:45 Os consórcios de empresas. a partir de 1º.00. mediante entrega de cheque de sua emissão contra o ―Banco X S. observar os critérios e procedimentos específicos de avaliação e registro contábil e de informações mínimas a serem divulgadas em notas explicativas.‖ (compensado no mesmo dia) e os restantes R$ 200.01.A. tem-se como lançamento de abertura da escrita a subscrição do capital e. com o capital social de R$ 800.

000.000. Teríamos então os seguintes lançamentos: 1) Pela subscrição do capital dos Sócios ―A‖ e ―B‖: D . avaliado conforme laudo pericial em R$ 400.000.000.Caixa (AC) C .Capital Social a Integralizar (PL) R$ 160.Edifícios (AP) C .00 AC = Ativo Circulante AP = Ativo Permanente PL = Patrimônio Líquido Após esses lançamentos.Capital Social a Integralizar (PL) R$ 200.000.Capital Social a Integralizar (PL) C . temos a seguinte posição patrimonial da sociedade: Ativo Passivo Ativo Circulante .00.00 R$ 400.00 para as edificações.00 para o terreno e R$ 240.Capital Social Subscrito (PL) R$ 800.000.Terrenos (AP) D .000.00 R$ 240.de sua propriedade.00 2) Pela integralização em dinheiro do Sócio ―A‖: D .000.00 3) Pela integralização em bens do Sócio ―B‖: D . com destaque para as seguintes parcelas: R$ 160.

Conceito Publicado em 04/08/2005 10:10 Despesas incorridas são aquelas de competência do período de apuração.000.00 (-) Capital Social (200. Os registros auxiliares.Diário.00 Total 200. Despesas incorridas são.000. ou seu vencimento.000.00 Contabilidade .000. todas as operações ocorridas.Despesas incorridas . já se verificaram todos os pressupostos materiais que a tornaram incondicional. inclusive as de .00 240. devem obedecer aos preceitos gerais da escrituração comercial.00 Patrimônio Líquido Capital Social Capital Subscrito Social 800. exigível independentemente de qualquer prestação por parte do respectivo credor. clareza e referência ao documento probante.Disponibilidade Caixa Permanente Imobilizado Terrenos Edifícios Total 160.000.00 400. com individuação.00 600. portanto. A obrigação de pagar determinada despesa nasce quando.000.000. ou outra circunstância qualquer. quando adotados.00) a Integralizar 600. em face da relação jurídica que lhe deu causa. embora nascida a obrigação correspondente. relativas a bens empregados ou serviços consumidos nas transações ou operações exigidas pela atividade da empresa. observadas as peculiaridades da sua função. (PN CST nº 58/1977) Contabilidade . em ordem cronológica. Razão e Registros auxiliares Publicado em 30/06/2004 08:04 O Diário e o Razão constituem os registros permanentes das empresas e entidades em geral. vale dizer. tenham sido pagas ou não. aquelas em relação às quais. No Diário devem ser lançadas.000. determinam que o respectivo pagamento venha a ocorrer em período subseqüente. o momento ajustado para pagá-las.

as demonstrações financeiras da companhia devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. as notas explicativas deverão indicar: a) os principais critérios: a. por totais que não excedam ao período de um mês (partidas mensais). desde que haja escrituração analítica lançada em registros auxiliares. . mas somente com relação a contas para registro de operações numerosas ou para registro de operações realizadas fora do estabelecimento. entre outros. De acordo com a legislação de regência (§ 5º do art. com valores totais que não excedam a operações de um mês. As sociedades limitadas também podem adotar as notas explicativas como forma de facilitar a análise de suas demonstrações financeiras por sócios. Importa observar que a legislação do Imposto de Renda também admite a escrituração resumida do livro Diário. fornecedores e instituições financeiras. amortização e exaustão. 259 do RIR/1999. 176 da Lei nº 6.4) dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do ativo. especialmente estoques. 06/1979 e 11/1985) Contabilidade .3) de constituição de provisões para encargos ou riscos.1) de avaliação dos elementos patrimoniais. 258. (Art. e Pareceres Normativos CST nºs 127/1975. auditores. Se a empresa elaborar demonstrações financeiras consolidadas.2) dos cálculos de depreciação.Indicações Publicado em 31/05/2005 09:42 De acordo com o § 4º do art.natureza aleatória.404/1976). a. a. § 1º e art.404/1976 (Lei das S/A). a. e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais. ou a sua escrituração resumida ou sintética. É admitida a escrituração do Diário por partidas mensais. 97/1978. 176 da Lei nº 6. estas também deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados consolidados.Notas explicativas .

404/1976).2) ocorrência de sinistro em estabelecimento da empresa. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. h) os ajustes de exercícios anteriores. 186. . quando aplicável. efeito relevante sobre a situação financeira e sobre os resultados futuros da empresa. da Lei nº 6. Notas (1) Em nota explicativa às demonstrações financeiras das companhias abertas devem ser informados os critérios utilizados para determinação dos juros sobre o capital próprio (art. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham.249/1995). f) o número. por meio das Resoluções nº 876 e 877. g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício. c) o aumento de valor de elementos do ativo resultante de novas avaliações. as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo. tais como: i. i. quando relevantes. i. e que não possa ser atribuído a fatos subseqüentes (art. os seus efeitos sobre os dividendos obrigatórios.b) os investimentos em outras sociedades. o montante do Imposto de Renda incidente e. 9º da Lei nº 9. (2) As informações mínimas a serem incluídas nas notas explicativas das entidades financeiras e das entidades sem finalidade lucrativa foram objeto de normatização específica do Conselho Federal de Contabilidade. e) a taxa de juros. ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior. as espécies e as classes das ações do capital social. as políticas adotadas para sua distribuição.3) modificações na política de comércio exterior ou cambial com influência significativa para a empresa. d) os ônus reais constituídos sobre elementos do ativo.1) redução ou ampliação de atividades sociais. § 1º. assim considerados os decorrentes de efeitos de mudança de critério contábil. ou possam vir a ter.

entre outras finalidades. de compras. Para ele. a contabilidade pode se tornar uma arma estratégica e dar à empresa um diferencial competitivo. é pré-requisito‖. Por isso. ―Ter qualidade não é mais argumento. é feitoextracontabilmente. ―O preço de venda deve levar em conta quanto o consumidor está disposto a pagar‖. da RCS Consultores. Formação de preços A técnica mais comum de formação de preços é aquela em que se coloca a margem de lucro sobre o custo: paguei R$ 10 na mercadoria. Raul Corrêa. numa conjuntura econômico-administrativa. Segundo ele. o preço é quase o único determinante da compra para o consumidor. citamos as previsões de Caixa. na crise o consumidor ―dispensa o chantilly. quero 15% de lucro. esse tipo de cálculo não é o mais eficiente. Isso porque. então vou vender por R$ 11. empresas devem apostar também no atendimento para ganhar o consumidor. ao cálculo estimado das provisões para as exigibilidades e perdas no Ativo cujos valores não sejam líquidos e certos. em períodos recessivos. Muitas micros e pequenas empresas já descobriram as vantagens da contabilidade estratégica. Contabilidade ajuda pequenas empresas a vencerem a crise Publicado em 10/09/2003 08:50 Em tempos de crise. os erros mais comuns dos micros e pequenos empresários na hora de . pois hoje quem define é o mercado. Portanto. mas não o bolo‖. No entanto. mas servem.50. explica. a saída é reduzir custos sem perder qualidade: ―Vale. De acordo com o administrador e conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade (CRC–SP). as previsões não fazem parte da terminologia contábil. de re-sultados etc. Fazendo análises e cálculos corretos é possível detectar espaço para redução de custos e adequação de seus preços ao mercado. trocar a matéria-prima por outra mais simples‖. ressalta.Previsões Publicado em 17/06/2004 10:50 O ato de prever.Contabilidade . de vendas. Como exemplos. de custo de fabricação. por exemplo. embora fundamentado na estrutura dos registros contábeis.

estimada em 12% sobre a venda. o que dá 57%. 20% do faturamento. Para fazer o cálculo de um preço no comércio. diz o contador. Assim. é preciso subtrair 43% de 100%. ele adota como custo variável o valor de R$ 10. Lobrigatti diz que é mais fácil calcular o preço de venda com os valores anuais fechados. Para achar o mark-up. em primeiro lugar. como aluguel. que é faturamento mínimo para cobrir as despesas. Ele alerta que não vale a pena reduzir aleatoriamente o preço. propaganda. da competitividade e das estratégias promocionais. depreciações. enfim. contador. em média. matéria-prima e serviços. a expectativa de lucro líquido. diz o consultor. sintetiza Luís Alberto Lobrigatti. por exemplo. manutenções. Também devem ser consideradas as despesas financeiras — que correspondem a cerca de 3% sobre valor da venda — e a previsão de lucro líquido. pois a empresa pode ficar sem lucro e não cobrirá o custo fixo.54. se o preço foi bem calculado. diz. Segundo Lobrigatti. Há ainda as despesas variáveis — como os impostos sobre vendas. O primeiro é o custo variável. consultor financeiro do Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae–SP). a empresa terá de calcular que margem teria com o preço do mercado e qual a produção e o faturamento adequado. um custo estimado em R$ 10 dá um preço final de R$ 17. pro labore. mas ele deve ser adequado ao mercado‖. é justo‖. ―Eles sempre acham que está caro. O empresário tem que ter ciência de que. que dependerá da concorrência. comissões em geral e a taxa de administração do cartão de crédito e tíquete —. o que resulta em um índice de 43%. se o mercado estiver vendendo abaixo do preço calculado. etc. valorizar demais a opinião do vendedor. relativo à aquisição de mercadorias. O segundo erro mais comum é não ter visão interna: ―Tem de olhar para o custo fixo‖. ―Esse deveria ser o preço de venda. encargos trabalhistas.calcular o preço de venda é. Como calcular ―Fazer preço é planejar a empresa‖. que é o fator de formação do preço. Ele varia de acordo com a produção. as despesas financeiras. relativas às vendas a prazo e. para achar o ponto de equilíbrio. o preço é composto essencialmente por cinco itens. . Para calcular o preço de venda é preciso somar os percentuais. insumos. Para calcular o preço é preciso dividir o custo variável pelo mark-up. A despesa variável nesse setor corresponde a 8% do preço de venda e as despesas fixas são de. ―O preço de venda é relacionado diretamente com o nicho de mercado atendido e depende do momento da compra‖. Segundo ele. O segundo item são as despesas fixas. telefone.

Passam a integrar o valor contábil dos produtos acabados. relacionando-se mais com a criação das condições de produção). afetando o resultado do período. quando forem vendidos. tanto os custos que são variáveis (que só existem quando cada unidade é feita) quanto os fixos (que independem de cada unidade. quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente.Corrêa conclui: ―Hoje não há mais atividades de alta lucratividade. e vai para o estoque. da mão-de-obra direta.) ou de rateios (mão-de-obra indireta. de todos os custos incorridos no processo de fabricação. ao deduzi-la das receitas. . Despesa é o sacrifício feito para obter receitas que vai para o resultado exatamente para. dos componentes etc. No Custeio por Absorção é como se a empresa estivesse separada em duas partes: a fábrica e a atividade comercial. no processo de produção. inclusive. quer estejam diretamente vinculados ao produto. É atribuído aos produtos acabados. e é como se esta última adquirisse da fábrica os produtos por ela elaborados por um valor tal que cobrisse tudo o que a fábrica tenha gasto para produzi-los. A totalidade desses custos de fabricação é atribuída a todos os produtos e só será descarregada para despesas. nesse método de custeio.). Deriva dessa concepção. aos produtos elaborados pela empresa. mediante rateio. Fonte: FENACON Contabilidade de custos . Contabilidade de Custos – Distinção entre custos e despesas Publicado em 08/11/2004 08:14 Custo é o que se gasta na fábrica. O que há é gerenciamento na ponta do lápis e a presença do dono‖. isso é ficção. materiais indiretos etc. depreciação. isto é. a distinção entre custo e despesa na empresa industrial. dos serviços de terceiros. seguros. fazer aparecer o lucro ou prejuízo.Custeio por Absorção – O que significa Publicado em 05/11/2004 08:53 Custeio por Absorção significa a apropriação. por meio de medições efetuadas (como no caso da matéria-prima.

orçamentos. Não há penalidade prevista para a falta de autenticação do Livro Diário. Nesta hipótese. Métodos de avaliação e controles de estoques. no Registro Civil de Pessoas Jurídicas (art. Para fins de apuração do lucro real. do RIR/99). ficando a critério do Fisco desclassificar a escrita e arbitrar o lucro. portanto. ao se vender o produto. que são tributadas pelo imposto de renda com base no lucro real. fluxos de caixa. ou. esse valor corresponde a uma despesa). o que era o custo do estoque transformase numa despesa e é agora jogado para o resultado como valor a ser diminuído da receita de venda (apesar de ser chamado de custo dos produtos vendidos. § 4º. ao final de cada mês deverão incorporar na escrituração da matriz os resultados apurados nos demais estabelecimentos (art. à administração. ao uso dos recursos de terceiros (financeiras) etc. Ela serve. uma necessidade ou uma aliada? Publicado em 23/04/2003 08:49 As legislações fiscal e societária exigem a apresentação de escrituração contábil completa das sociedades anônimas e daquelas empresas. . do RIR/99). qualquer que seja o tipo de sociedade. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Contabilidade: Uma obrigação. poderá ser aceita pelos órgãos da Secretaria da Receita Federal. quando bem feita. há as demais despesas relacionadas às vendas. e. Logicamente. quando se tratar de sociedade civil. análises de rentabilidade e de capacidade financeira são alguns exemplos de ferramentas contábeis. Veja que a contabilidade não serve apenas para o Fisco tributar a empresa ou para as sociedades anônimas informarem seus acionistas sobre suas condições econômicofinanceiras. 252 do RIR/99). a escrituração do Livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. A empresa com filiais pode manter contabilidade descentralizada Publicado em 21/08/2001 08:08 As pessoas jurídicas que tenham filiais.No caso da indústria. para o controle do patrimônio. é uma aliada do empresário e do administrador. inciso I. principalmente. 530. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da declaração de rendimentos do correspondente exercício financeiro (Instrução Normativa SRF nº 16/84). e mantêm contabilidade descentralizada. as filiais deverão manter Livro Diário Auxiliar devidamente autenticado no órgão competente do Registro do Comércio. 258. se a mesma não for mantida na forma das leis comerciais e fiscais (art.

alterando ou deturpando o exato teor de documentos. comprovadamente confiados à sua guarda. ato definido como crime ou contravenção. l) recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem. por qualquer meio. de empregador ou de terceiros. especializações. papéis ou documentos. é vedado ao contabilista (art. quando impedido. m) reter abusivamente livros.Contabilidade . serviços oferecidos. c) auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita. e) exercer a profissão. mediante participação deste nos honorários a receber. o seu exercício aos não habilitados ou impedidos. serviços de qualquer natureza. confiadas. q) emitir referência que identifique o cliente ou empregador. o ) exercer atividade ou ligar seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas. direta ou indiretamente. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. da organização contábil ou da classe. p) revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que. em qualquer modalidade ou veículo de comunicação. comprovadamente. h) concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar.CEPC): a) anunciar. culposa ou dolosamente.Contabilista . alheios a sua orientação. interesse confiado a sua responsabilidade profissional. 3º do Código de Ética Profissional do Contabilista . supervisão e fiscalização. . com quebra de sigilo profissional. tenha tido conhecimento. b) assumir. d) assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem. com prejuízo moral ou desprestígio para a classe. salvo quando autorizado por eles. trabalhos realizados e relação de clientes. g) valer-se de agenciador de serviços.Práticas vedadas Publicado em 26/08/2005 09:06 No desempenho de suas funções. i) solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. no exercício da profissão. ou facilitar. comprovadamente. f) manter organização contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente. j) prejudicar. sendo sempre admitida a indicação de títulos. r) iludir ou tentar iludir a boa-fé de cliente. n) aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios Fundamentais e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. conteúdo que resulte na diminuição do colega.

u) elaborar demonstrações contábeis sem observância dos Princípios Fundamentais e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC. presidente do Comitê de Investigação Contábil da Assessoria Interamericana Contábil . apenas os contadores que exercem a função de Auditores Independentes de forma individual ou como responsáveis por empresas do ramo. afirma Olívio Koliver. são obrigados a cumprir a contínua atualização. deixará de ser uma prática isolada de vontade de cada contabilista para tornar-se quase uma obrigatoriedade. t) intitular-se com categoria profissional que não possua. ―Todos os contadores que praticam a função têm como princípio fundamental se manterem atualizados. x) publicar ou distribuir. Cursando o primeiro ano de direito na Universidade Nove de Julho . A novidade é que o CFC. com cadastro junto ao Conselho de Valores Mobiliários (CVM). Assi sabe que esse diploma será mais um diferencial na sua carreira. depois de regularmente notificado. daqui para frente. e diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade . só os profissionais que se mantiverem sempre informados e procurando fazer cursos de especialização e atualização vão garantir um lugar ao sol‖. ele resolveu voltar à sala de aula. de acordo com a Resolução CFC nº 45. de 27 de setembro de 2002. devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e a correção de seu trabalho. em seu nome. v) renunciar à liberdade profissional. ―Dada a competição quase selvagem por um espaço no mercado. determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade. ressalta Koliver. diz. Por enquanto. doutor em ciências contábeis. na profissão contábil. 14 deles dedicados à contabilidade. Contabilista aposta na especialização Publicado em 03/10/2003 08:21 A exigência do mercado por uma constante atualização fez com o que contabilista Glauco Martins Bou Assi tomasse uma importante decisão: com 32 anos de vida. que fala sobre as normas para a educação profissional continuada. principalmente em um País onde as transformações são constantes na legislação‖. ―Foi por isso que a educação continuada foi implementada inicialmente para os profissionais da área fiscal‖. A preocupação com a educação dos contabilistas tem motivos. O caso de Assi reflete uma tendência nesse segmento: o estudo e a atualização contínua.s) não cumprir. empresa americana que divulgou o balanço com informações fraudulentas. os Conselhos Regionais de Contabilidade e o Instituto Brasileiro dos Auditores Independentes (Ibracom) estão coordenando os procedimentos previstos nas normas para que a educação continuada seja obrigatória para todos. Conscientização . Um deles é o famoso escândalo da Enron . trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. no prazo estabelecido.

observando-se que essa segunda é facultativa. bem como ao valor da contribuição ao FGTS de dirigentes não-sócios. Fonte: DCI Contabilização da remuneração de sócios ou dirigentes (pro-labore) Publicado em 19/04/2004 09:40 O valor da remuneração dos sócios ou dirigentes das pessoas jurídicas (pro labore) classifica-se como: a) custos da produção. utilizando usado como parte de pagamento . De acordo com Nelson Rocha. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. qualquer que seja sua origem. sendo que 130 mil têm curso superior. b) despesa operacional. nas empresas industriais ou de prestação de serviços. Igual classificação deve ser dada ao valor da contribuição previdenciária da empresa incidente sobre a remuneração dos dirigentes. por não haver a obrigação de pagamento. por compra ou doação. Contabilização de bem novo. No Estado de São Paulo. São mais de 400 de graduação e outros 442 cursos técnicos. nos demais casos. o País está bem distribuído em relação a cursos. considerando que 52% têm nível técnico e o restante. 30% deles não sabem da importância de estar sempre estudando. Atualmente são 340 mil contabilistas registrados no Brasil. presidente do Conselho Regional do Rio de Janeiro (CRC-RJ) . As mercadorias recebidas em doação. deverão ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. no caso de dirigentes ligados diretamente à produção.Mas nem todos os contabilistas têm noção da importância da atualização. superior completo. As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. Para atender a esta demanda. Contabilização das doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Publicado em 23/07/2002 11:07 As mercadorias destinadas à revenda. eles somam 92 mil profissionais.

a exemplo do que ocorre com as vendas no mercado interno. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. deverão ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. Deve-se atentar que. posteriormente. Para representar a verdadeira essência da operação. Essa avaliação. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. a qual determina que a receita bruta de vendas nas exportações deve ser aferida pela conversão em moeda nacional de seu valor expresso em moeda estrangeira à taxa cambial fixada pelo Banco Central do Brasil (para compra) na data do embarque dos produtos para o exterior. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. por compra ou doação. As mercadorias recebidas em doação. pela Portaria MF nº 81/82 e. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. no caso de veículos. apesar de a negociação ser de "troca". sob o ponto de vista contábil. a transferência da propriedade de mercadorias exportadas ocorre por ocasião do embarque. é quando se configura a transferência da propriedade. cabendo nesse momento o registro contábil da respectiva receita. Normalmente. por não haver a obrigação de pagamento. no caso das exportações de mercadorias. o momento do reconhecimento da receita. Esse entendimento praticado em nosso país é corroborado pelas normas internacionais de contabilidade ou práticas existentes em outros países.Publicado em 20/10/2003 15:30 Por ocasião da aquisição de um bem novo. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. Contabilização de Exportações . As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. o que ocorre. É oportuno lembrar que o Fisco ratificou esse entendimento. preliminarmente. Contabilização de doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Publicado em 06/05/2002 09:05 As mercadorias destinadas à revenda. sendo .Momento do reconhecimento da receita Publicado em 04/06/2004 10:49 Sob o aspecto contábil. pela Portaria MF nº 356/88. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. qualquer que seja sua origem. e assim deve ser registrado.

no ativo imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis. o que caracteriza o imobilizado é a finalidade da aplicação. contabilmente. o valor despendido será registrado em conta própria. representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores. aqui se enquadram os direitos sobre marcas. máquinas. que possuem expressão física. inclusive os de propriedade industrial ou comercial. imóveis. Em todas essas hipóteses. como. no ativo imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade. poderão ser feitos gastos com o registro da marca do produto a ser fabricado. instalações etc. classificável no ativo imobilizado. Pode ocorrer também a hipótese de a empresa adquirir de terceiros determinada marca. Portanto. podendo essa aquisição ser definitiva ou apenas referir-se ao direito de exploração da marca por determinado período. patentes. b) bens incorpóreos ou intangíveis. Contabilização de uma operação de ―Factoring‖ Publicado em 24/08/2001 10:08 O Ato Declaratório (Normativo) COSIT nº 51/94. ou exercidos com essa finalidade. II . que são aqueles que.a diferença entre o valor de face e o valor de venda do título de crédito à empresa de factoring será computada como despesa operacional na data da transação. Assim. São registrados. por exemplo. ou seja. Contabilização de Marcas Publicado em 09/06/2003 09:18 Por ocasião do início das atividades da empresa ou em qualquer outra ocasião. definiu que na alienação de duplicatas à empresa de factoring deve ser observado o seguinte: I . se o direito ao uso ou à exploração da marca tiver duração limitada. podendo também ser objeto de amortização.a receita obtida pela empresa de factoring. embora não possuam existência física. deverá ser reconhecida.tratadas como variações monetárias as diferenças verificadas a partir dessa data em virtude de alterações na taxa cambial. ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial. representada pela diferença entre a quantia expressa no título de crédito adquirido e o valor pago. para efeito de apuração do . móveis. direitos autorais etc.

12. por parte da empresa locadora. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilização do aluguel recebido antecipadamente Publicado em 04/07/2002 09:07 O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro. na data da operação. Contabilização do depósito judicial de tributos discutidos em juízo Publicado em 13/01/2004 10:45 Enquanto discute-se a questão em juízo. a empresa irá baixar de sua conta de duplicatas a receber. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes. Ao alienar a sua carteira de duplicatas. havendo ou não depósito judicial em garantia. aprovou a NBC T 10 estabelecendo critérios e procedimentos específicos de avaliação e registro contábil dos componentes patrimoniais. quando não existir compromisso. o valor facial dos títulos vendidos. tendo como contrapartida conta de disponibilidade. conseqüentemente. Este grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial. pelo valor da diferença entre o valor facial e o valor recebido.2001. que poderá intitular-se deságio na alienação de duplicatas ou simplesmente despesa de ―faturização‖. . no grupo de despesas e receitas financeiras. tanto como arrendatário como arrendadora. de 13. não poderá ser computado como despesa. Essa determinação fiscal é tecnicamente correta. e uma conta de resultado.lucro líquido do período-base. fica suspensa a exigibilidade do crédito tributário e.404/76 (S/A) determina em seu art. devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros. através da Resolução nº 921. pelo valor recebido. no grupo de Resultados de Exercícios Futuros. e as informações mínimas a serem incluídas nas notas explicativas de entidades que operam com arrendamento mercantil. de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado. antes do Patrimônio Líquido. Contabilização do arrendamento mercantil a partir de 2002 Publicado em 30/01/2002 09:01 O Conselho Federal de Contabilidade. no ativo circulante. 181 que. A Lei nº 6.

Assim. a pessoa jurídica deverá transferir o saldo do depósito judicial. que estava sendo discutido judicialmente (contabilizado no resultado. mediante conferência nos extratos emitidos mensalmente. e arts. a pessoa jurídica deverá verificar junto à instituição financeira onde está sendo efetuado o depósito. será dedutível para fins de determinação do lucro real. atualizado monetariamente (contabilizado no Realizável a Longo Prazo). as mutações patrimoniais . Neste caso não haverá nenhum ajuste a ser feito na parte "A". deverá. e o valor registrado em obrigações. a pessoa jurídica deverá transferir o saldo do depósito judicial. 7° do Decreto-lei nº 1. 344 e 375 do RIR/99) Contabilização durante o período de liquidação da empresa Publicado em 20/08/2003 09:36 Por ocasião do início da liquidação da empresa encerram-se todas as contas ativas e passivas e reabrem-se outras similares com o acréscimo da expressão "conta liquidação" ao título de cada uma. o valor total atualizado monetariamente. De acordo com essa técnica. ser baixado na parte "B". O valor do imposto. para efetuar a atualização. 8º da Lei nº 8. Esta receita será considerada não tributada. adicionado na parte "A" do LALUR. e controlado na parte "B"). para a conta de Bancos Conta Movimento. da seguinte maneira: D C Depósito Variação Judicial (AC Monetária ou Ativa RLP) (CR) No período-base que o processo for julgado desfavoravelmente. art. Havendo depósito judicial. o valor do tributo discutido judicialmente deverá ser atualizado e contabilizado da seguinte forma: D C Depósito Judicial (AC Disponibilidades ou RLP) (AC) A atualização monetária ocorrerá à conta da Caixa Econômica Federal e será feita da data em que houver sido efetuado o depósito até a data da sua efetiva devolução ou transferência.541/92. será transferido para uma conta do resultado da empresa. Contabilmente.Se não houver depósito judicial. devendo ser excluída na parte "A" do LALUR. no período-base em que o processo foi julgado favoravelmente. (Art.737/79. no Passivo Circulante. atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo). registrado no resultado no período-base em que o processo for julgado desfavorável. para a conta de obrigações no passivo circulante. os índices de atualização utilizados. A pessoa jurídica deverá apropriar mensalmente as variações monetárias ativas destes depósitos pelo regime de competência.

no Balanço Patrimonial. razão pela qual são também denominadas ―contas extrapatrimoniais‖ e se posicionam em separado. Ainda de acordo com esse ato do Conselho Federal de Contabilidade (subitem 2. tem característica eminentemente de controle. ressalvada a hipótese de empresa que vinha sendo tributada com base no lucro real trimestral definitivo. os atos mencionados. no Balanço Patrimonial. Encerrada a liquidação. ainda que essa tenha se iniciado após o mês de janeiro.2. Tais contas constituem um sistema que registra operações não modificadoras do . Contas de compensação . Contas de compensação . Entretanto. Isso é o que determina a NBC T. cujos efeitos possam traduzir-se em modificações no patrimônio da entidade. principalmente de eventos que possam influenciar no patrimônio da empresa.decorrentes das operações de vendas de ativos e pagamento de passivos.5. portanto. apura-se o respectivo resultado numa conta similar à de resultado do exercício. logo após as contas do Ativo e do Passivo e seus valores totais não podem ser adicionados aos totais destes.Características Publicado em 02/05/2005 08:59 As contas de compensação constituem sistema próprio e devem conter o registro de atos relevantes cujos efeitos possam se traduzir em modificações no patrimônio da entidade. são refletidas nas contas de resultado (receitas e despesas da liquidação) de acordo com a sua natureza. deverá apurar. Essas contas constituem um sistema que registra operações não modificadoras do patrimônio. o resultado relativo ao período de 1º de janeiro do ano em curso até a data em que se encerrar a liquidação. Posicionamento no Balanço Patrimonial As contas de compensação posicionam-se.2. aprovada pela Resolução CFC nº 612/1985.Registro de valores . realizadas durante a liquidação. observamos que.5. aprovada pela Resolução CFC nº 612/1985. ainda que abranja período em que a empresa esteve em atividade normal. ―a escrituração das contas de compensação será obrigatória nos casos que se obrigue especificamente‖. se a empresa se submeter à tributação com base no lucro real no encerramento da liquidação. caracterizadores de expectativas. a débito e a crédito.Aspectos práticos Publicado em 26/01/2005 08:16 Conforme preconizado pela NBC T. Ou seja. no ano da liquidação apura-se um único resultado. A denominação ―contas de compensação‖ decorre do fato de registrarem por idêntico valor. O sistema de contas de compensação. as contas de compensação constituem sistema próprio e devem conter o registro de atos relevantes.3).5. logo após a totalização do Ativo e do Passivo (pois não podem ser a estes somadas). englobadamente. que poderá intitular-se "Resultado da Liquidação".

A obrigatoriedade legal de elaboração de notas explicativas (Lei nº 6.500.patrimônio. D . razão pela qual são também denominadas ―contas extrapatrimoniais‖ e se posicionam em separado.500.500. apresentamos a seguir o registro de alguns eventos em contas de compensação.00 .Contas de Compensação Passivas Contratos de Seguros C . com dados meramente ilustrativos.404/1976.00 Lançamento nº 2 . efetivamente.00 2. o segundo registra fatos cujos efeitos ainda não causaram. tecnicamente. Não se recomenda a soma dos totais (do sistema patrimonial e do extrapatrimonial) porque. no Balanço.Pela contratação de seguro. mas seus valores totais não podem ser adicionados aos totais destes. como já referido. logo após as contas do Ativo e do Passivo.500.Contas de Compensação Ativas Seguros Contratados C . modificações no patrimônio da entidade.Contas de Compensação Ativas Seguros Contratados 2.Pela baixa de apólice de seguro por ocasião de seu vencimento. art. § 4º) não significa impedimento à adoção do sistema de compensação nem o substitui. no Balanço.Contas de Compensação Passivas Contratos de Seguros 2.00 2. Registro e baixa de contratos e empenhos Lançamento nº 1 . D . Para exemplificar. 176. logo após a totalização do Ativo e do Passivo (pois não podem ser a estes somadas). As contas de compensação posicionam-se.

00 Registro de valores relativos a operações com materiais próprios Lançamento nº 5 .00 1.000.000.Contas de Compensação Passivas Hipotecas de Imóveis C .000. . D .000.000.000.Registro de contrato de hipoteca. D .00 210.00 Lançamento nº 4 .00 C .Contas de Compensação Passivas Remessas para Industrialização 210.Registro e baixa de valores constitutivos de riscos e ônus patrimoniais Lançamento nº 3 .000.00 Lançamento nº 6 .000.Contas de Compensação Ativas Imóveis Hipotecados 1.Pela remessa de matéria-prima a fornecedor para industrialização.Contas de Compensação Ativas Imóveis Hipotecados 1.Registro do retorno parcial da matéria-prima remetida para Industrialização.Contas de Compensação Ativas Matérias Remetidas para Industrialização C .000.Registro do levantamento da hipoteca.Contas de Compensação Passivas Hipotecas de Imóveis 1.000. D .

Prazo. mas cujo valor ainda não está determinado. nos seguintes grupos: a) b) c) c. como no Ativo "as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nela registrados". e dividido em: Investimentos e Diferido liquidez: Ativo Ativo Longo Ativo Ativo de Imobilizado.Conceito de liquidez Publicado em 14/08/2003 10:11 No Ativo as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados.00 70.00 Contas de luz.Contas de Compensação Passivas Remessas para Industrialização C . Portanto. a primeira conta que aparece é sempre o .2) c.3) Conceito Ativo Realizável a Permanente. água e telefone não devem ser registradas como provisão Publicado em 13/08/2003 10:31 Provisão é uma estimativa de perdas de ativos ou de obrigações reconhecidas na apuração do resultado em virtude de observância do regime de competência.000.1) c. não devem ser registradas como provisão obrigações cujo valor efetivo já é conhecido. Assim.Contas de Compensação Ativas Matérias Remetidos para Industrialização 70. telefone. Liquidez significa a condição que o bem tem de se transformar em moeda corrente. Esses valores devem ser registrados como obrigações a pagar e não como provisões. Circulante. água. Contas do Ativo . embora o seu pagamento deva ocorrer posteriormente como as contas de consumo de luz. gás etc. segundo o conceito contábil desse.000.D .

que representa o dinheiro em poder da empresa. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade. Controle dos bens registrados no Ativo Imobilizado Publicado em 29/03/2004 11:15 Na escrituração contábil. a data e o valor da aquisição do bem. pois. é necessário que se saiba. mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. às quais são atribuídos números que obedecem. as da contas são mais relacionadas no líquida Ativo partindo-se: (Caixa) . que registram bens de mesma natureza.. 290 do RIR/1999. Na maioria das empresas. surgem os depósitos a vista em banco e assim por diante. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. No Razão Contábil temos.Caixa. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. por exemplo. à ordem cronológica de aquisição. as contas ―Veículos‖. Para tanto. o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação. tão-somente. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. que se converte em moeda corrente somente se e quando a empresa o vender). Portanto. Esse critério de identificação não é obrigatório. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. Convênio de Assistência Médica – Tratamento contábil Publicado em 22/02/2005 10:49 De acordo com o art. o custo de produção de bens ou serviços vendidos compreende. obrigatoriamente: . no mínimo. ―Móveis e Utensílios‖ etc. Em seguida.para as menos líquidas (por exemplo: um bem do Ativo Imobilizado.

. Contabilidade . c) os custos de locação.....como despesa operacional. manutenção e reparo e os encargos de depreciação dos bens aplicados na produção...... não deve ser computada na formação dos custos.. via apuração do "Custo dos Produtos Vendidos".. o Parecer Normativo CST nº 183/1971 estabelece que a prestação de assistência social a empregados. tem a vantagem de viabilizar a dedução imediata dos dispêndios...... tratando-se de empresa que ainda utilize na sua escrituração mercantil processo de reprodução.. sim....... (contador ou técnico de contabilidade).. emendas ou rasuras... se a clareza e a nitidez dos lançamentos resultarem comprometidas..... Contudo. Essa linha adotada pelo Fisco. e) os encargos de exaustão dos recursos naturais utilizados na produção.. venho refazer os lançamentos nºs . b) o custo do pessoal aplicado na produção... nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC)........Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Publicado em 29/07/2005 09:43 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração. a classificação desses encargos . sob qualquer forma. a ressalva poderá ter o seguinte teor: TERMO DE REGULARIZAÇÃO Eu. a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados. sem borrões. inclusive de supervisão direta. Todavia...... o contabilista deve efetuar ressalva.em qualquer caso . manutenção e guarda das instalações de produção.. A título de sugestão..... d) os encargos de amortização diretamente relacionados com a produção. contabilizada como despesa operacional...a) o custo de aquisição de matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção... em geral. pois os valores registrados como custo somente são deduzidos por ocasião da venda do produto ao qual estão agregados. na melhor forma de direito. mas... autenticada por sua assinatura. cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados........ a questão não tem relevância porque....... .. originalmente ... Para a maioria das empresas. ou seja...

inclusive...Tratamento Publicado em 05/08/2005 09:09 Desde a sua instituição.2007. . devem ser alocados em contas da mesma natureza das que registraram o valor da transação que originou o fato gerador da contribuição. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) (Art.. como medida de simplificação de procedimentos.CPMF . Como boa prática contábil. o elevado custo de manutenção de controles internos para individualização das operações que deram origem à retenção da CPMF certamente conduzirá ao registro dessa contribuição diretamente como despesa operacional (subgrupo ―Despesas Tributárias‖). empresa presente em 35 países e que fornece infra-estrutura de rede para o mercado corporativo. reinicia-se o registro das operações normais.. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) Em seguida ao último lançamento de correção. Isso significa. é bastante aceitável. Segundo João Paulo Felix. na maioria das empresas (sobretudo nas de menor porte).12. Todavia. diretor de planejamento da Enterasys . do Livro Diário nº .... A norma exige mais rigor no controle contábil das 15 mil empresas cujas ações estão listadas na Bolsa de Nova York. o contabilista fará outra declaração. Cresce a preocupação das empresas com rigor contábil Publicado em 02/02/2004 10:57 A recente crise da Parmalat elevou a procura por escritórios de advocacia e de contabilidade. nºs. por estarem ilegíveis. Tal declaração poderá ser redigida como se segue: Efetuadas as devidas correções. os encargos relativos à CPMF. o caso serviu para deixar claro às empresas que um maior controle do sistema financeiro utilizado. matérias-primas e outros insumos adquiridos.567/1969) Contabilidade .. em virtude das disposições contidas na Emenda Constitucional nº 42/2003. agregar a CPMF ao custo de mercadorias.escriturados nas fls. existe a previsão legal de sua incidência sobre os fatos geradores ocorridos até 31. Atualmente... a nosso ver. em princípio. por parte de empresas que buscam se adaptar às exigências da lei norteamericana Sarbanes-Oxley.. cujo pagamento deu ensejo à incidência da contribuição. 4º do Decreto nº 64.. para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais. a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF) teve sua vigência prorrogada inúmeras vezes. o que.

A Resolução 3. a preocupação com a adaptação se tornou geral‖. foi prorrogado a pedido das instituições financeiras. O prazo de adequação à norma para as norte-americanas termina no final desse ano. Como forma de garantir o cumprimento da lei. Além deste caso. a Enterasys já investiu cerca de U$ 700 mil para adaptar-se à lei em todo o mundo. a empresa criou um sistema financeiro unificado que permite à matriz norte-americana e a todas as filiais estarem cientes da contabilidade das demais unidades. Pela lei norte-americana esta função cabia ao Comitê de Auditores. diretor-financeiro da empresa. explica Homem de Mello. como determina a lei. Fonte: DCI . agora. até setembro. até então.081 do Conselho Monetário Nacional. que tem função parecida ao Conselho Fiscal das empresas brasileiras. no final de 2005. conta o diretor. de maio de 2003. ―Havia uma diferença nas duas leis sobre a quem cabe a competência de escolher o auditor externo que deve fiscalizar a empresa. O Conselho ainda está estudando o pedido‖. Agora. ―Muitas empresas. ―Pretendemos estar adaptados à norma até o final de junho para. A Enterasys também já escolheu um comitê de auditoria qualificado. sendo que o Brasil é responsável por 4% deste total. em caso de condenação por descumprimento das determinações da norma. são pesadas. ―Da forma como está.Critérios gerais de escrituração Publicado em 25/08/2005 09:09 Conforme dispõem as Resoluções CFC nº 563/1983 e nº 848/1999.como exige a lei. exige que os bancos com patrimônio líquido acima de R$ 200 milhões possuam um conselho de auditores em pleno funcionamento até 31 de março deste ano. Por enquanto. Além das filiais de empresas norte-americanas localizadas no Brasil. Só no Brasil. Entretanto. é essencial até nas menores filiais. a Embraer e a Bolsa de Mercados Futuros de São Paulo. a competência era do Conselho Administrativo. praticamente todos são atingidos. conta o advogado. para as estrangeiras. do Pinheiro Neto Advogados . A lei foi flexibilizada e. a escrituração deve ser executada: . conferir se ainda precisam ser feitas adaptações‖. já foi resolvido. Entre os principais clientes da empresa no país estão o Bank Boston . O prazo inicial. foram U$ 100 mil. dezembro passado. De acordo com dados da Bolsa de Nova York. Os presidentes e diretores financeiros das empresas podem ser penalizados com detenção de 10 a 20 anos ou multas que vão de U$ 5 milhões a U$ 25 milhões. cerca de 40 brasileiras também estão sujeitas às exigências da norma por possuírem ações na Bolsa de Nova York. a norma norte-americana teve outra influência na legislação brasileira. o faturamento mundial da empresa no último ano fiscal foi de U$ 450 milhões. não haviam percebido a importância da lei.Clarice Chiquetto Contabilidade . As punições. diz Mike Barry. é o confronto entre determinações da legislação nacional e da Sarbanes-Oxley. que também solicitaram ao Conselho um piso maior de patrimônio. o principal empecilho à adequação das empresas brasileiras. Segundo o advogado José Luiz Homem de Mello. no Brasil. permite ao Fiscal sugerir o auditor externo ao Administrativo‖. responsável por fiscalizar ou nomear fiscais locais para verificar as atividades das filias dos 35 países. entendiam que a adequação era necessária apenas para aquelas localizadas nos Estados Unidos.

d) sem espaços em branco. deverá constar do livro Diário ou de registro especial revestido das formalidades extrínsecas. perante a legislação do Imposto de Renda. borrões. b) em forma contábil. para as empresas que empreguem escrituração manual. emendas ou transporte para as margens.Do Balancete‖. rasuras. art. qualquer que seja o seu enquadramento nas letras acima. c) em ordem cronológica de dia. § 1º. item 7). que contenha a descrição das contas e dos códigos correspondentes. que poderá ser: a) o próprio livro Diário. . na sua falta. PN CST nº 347/1970 e art. a adoção de livro distinto dos mencionados. aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). (Arts. é admitida como meio de comprovação hábil. Cabe assinalar que. 1. a transcrição das demonstrações financeiras.183 da Lei nº 10. desde que permanentes e uniformes. por meio da Resolução nº 685/1990. no caso das empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada/maquinizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. que não incluam. para as empresas em geral. mês e ano.7 . desde que revestido das formalidades legais. 270 e 923 do RIR/1999. elenco identificador dos códigos/abreviaturas.406/2002) Critérios para elaboração de balancete de verificação Publicado em 25/02/2005 10:03 Os critérios que devem ser observados pelas pessoas jurídicas para efeito de elaboração do balancete de verificação são regidos pela ―NBC T. de acordo com a legislação tributária (RIR/1999. A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações. entrelinhas. 269. quando utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados.2. que deverá conter necessariamente. e) com base em documentos de origem externa ou interna ou.a) em idioma e moeda corrente nacionais. como fecho do conjunto. no encerramento de cada período-base. c) o próprio conjunto das fichas ou formulários contínuos. cujo conjunto de fichas ou formulários contínuos contenha inscritas as demonstrações financeiras. no caso das empresas com sistema de escrituração mecanizada/maquinizada ou por meio de processamento eletrônico de dados. É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. Nesse caso. Alternativamente. as pessoas jurídicas que adotarem escrituração contábil codificada ou códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos ficam obrigadas à adoção de livro próprio. b) o mesmo livro específico que for adotado para inscrição das demonstrações financeiras. 269. e Parecer Normativo CST nº 11/1985. as demonstrações financeiras. com emprego de fichas soltas ou formulários contínuos. revestido das formalidades legais. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos.

O balancete que se destinar a fins externos à entidade deve conter nome e assinatura do contabilista responsável. 1º da Lei nº 11. e) saldos das contas. De acordo com a NBC T.2. 34 da MP nº 252/2005 (que deu nova redação ao art. Lembramos que.Crédito sobre a depreciação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 13/07/2005 09:27 Conforme estabelecido no art. d) identificação das contas e dos respectivos grupos. laudos.7.222/2004. deverá ser utilizada a Declaração de Habilitação Profissional (DHP). tratados no Decreto nº 5. os elementos mínimos que devem constar do balancete são: a) identificação da entidade.7. 27 do Decreto-lei nº 9. que o balancete de verificação deve ser elaborado. indicando se são devedores ou credores.10. O grau de detalhamento do balancete deve ser adequado à sua finalidade.295/1946).. c) abrangência. CSL . as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem utilizar crédito relativo à CSL. no mínimo. assim como infração ao Código de Ética Profissional do Contabilista. novos. Estabelece ainda a NBC T.Cumpre salientar que a inobservância da Norma Brasileira de Contabilidade aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade constitui infração ao exercício legal da profissão (alínea ―c‖ e caput do art. b) data a que se refere.12. com seus respectivos saldos. O balancete de verificação do Razão é a relação de contas. especialmente nas demonstrações contábeis. confeccionada na forma de etiqueta auto-adesiva. instrumentos e equipamentos.2004 a 31. f) soma dos saldos devedores e credores. extraída dos registros contábeis em determinada data.2006. em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica. adquiridos no período de 1º. destinados ao Ativo Imobilizado e empregados no processo industrial do adquirente. pareceres. Lembra-se que anteriormente o benefício era aplicável em relação aos bens adquiridos . de acordo com a Resolução CFC nº 871/2000.2.051/2004). à razão de 25% sobre a depreciação contábil de máquinas. aparelhos. sua categoria profissional e número de registro no CRC. Declarações de Percepções de Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC. mensalmente.

que será creditada por ocasião da retenção das contribuições e que será debitada. bem como pela remuneração de serviços profissionais devem registrar a CSL. Contabilidade . individualizadamente. vigilância. individualizar as contribuições retidas. e com subconta com o tipo do produto. transporte de valores e locação de mão-de-obra. os custos são acumulados no Ativo Circulante. que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida. essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖. na semana subseqüente. portanto. administração de contas a pagar e a receber. por ocasião do seu efetivo recolhimento. por exemplo. arroz. Pode ser utilizada. conservação. 30 da Lei nº 10. após a colheita. também do Ativo Circulante. . não sendo necessário.CSL/Cofins/PIS-Pasep retidos na fonte .12.Culturas temporárias . Durante sua formação. por sua vez.833/2003. Após o término da colheita. na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como. seleção e riscos.2004 e 31. pela prestação de serviços de assessoria creditícia. Cofins a Recolher e PIS a Recolher). trigo etc. A tomadora dos serviços deve. uma conta intitulada ―Contribuições Retidas na Fonte a Recolher‖.Aspectos contábeis Publicado em 16/05/2005 08:56 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem curto período de vida e normalmente. PIS a Compensar e Cofins a Compensar). a Cofins e o PIS-Pasep retidos na fonte na forma do art. Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖.entre 1º. mercadológica.10. manutenção.Tratamento Publicado em 11/10/2005 09:48 As prestadoras de serviços de limpeza. registradas no Passivo Circulante (CSL a Recolher. segurança.2005. Contabilidade . registrar essa obrigação em conta única no Passivo Circulante. para posterior compensação das respectivas contribuições devidas. em contas do Ativo Circulante (CSL a Compensar. são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio. por exemplo. gestão de crédito.

Contabilidade - Custos diretos e indiretos - Conceituação Publicado em 01/11/2005 09:32 Consideram-se custos diretos, aqueles que podemos identificar como pertencendo a este ou àquele produto, pois há como mensurar quanto pertence a cada um, de forma objetiva e direta. É o caso, por exemplo, das matérias-primas, das embalagens, da mão-de-obra direta (se de fato há verificação e medição de quanto se está gastando em cada produto), dos serviços executados por terceiros, da energia elétrica consumida (quando há medidores que identificam quanto se está consumindo em cada item) etc. Esses custos são apropriados aos produtos sem que seja necessário fazer rateios e não oferecem dúvidas quanto a serem deste ou daquele item que está sendo produzido. Os custos indiretos, por sua vez, também chamados de gastos gerais de fabricação, são aqueles incorridos dentro do processo de produção, mas que, para serem apropriados aos produtos, nos obrigam ao uso de rateios. Estes são artifícios que usamos para distribuir os custos que não conseguimos ver com objetividade e segurança a que produtos se referem. Com base neles, estimamos, por exemplo, o quanto dos encargos de depreciação, dos gastos com o pessoal que não trabalha diretamente sobre o produto, da energia elétrica (quando não há medidores específicos para a medição da energia consumida no processo industrial e nos demais departamentos da empresa) é consumida por item fabricado. Existem muitos custos que poderiam ser mensurados e identificados com cada produto, mas que, por sua irrelevância, pela dificuldade de fazer a medição ou, ainda, pelo quanto se gastaria para fazer todo o controle, acabam sendo considerados como indiretos e, por isso, rateados. É o caso do consumo de alguns materiais, como brocas, serras, produtos químicos, ou então a energia elétrica, entre outros. Às vezes até o custo com o pessoal direto da produção (que está de fato produzindo cada item) acaba, ou por ser de pequena monta em relação aos custos totais ou, até em virtude certa desorganização da empresa, por ser rateado em vez de medido, o que faz com que se esteja transferindo esse tipo de custo do grupo dos diretos para o dos indiretos. Fica claro que isso reduz a confiabilidade dos valores obtidos como custo final de fabricação de cada bem.

Declaração de Habilitação Profissional (DHP) - Finalidade Publicado em 23/02/2005 09:09 A Declaração de Habilitação Profissional (DHP) foi instituída por meio da Resolução CFC nº 871/2000 para comprovar a regularidade do contabilista perante os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) e, desde 1º.08.2000, é de utilização obrigatória em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica, especialmente nas demonstrações contábeis, laudos, pareceres, Declarações de Percepção de

Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC. A DHP será confeccionada pelo CFC sob a forma de etiquetas auto-adesivas, conforme modelo e especificações constantes do Anexo I da Resolução CFC nº 871/2000, e será distribuída aos CRCs, que, por sua vez, fornecerão essas etiquetas gratuitamente aos contabilistas, já impressas com os dados necessários, mediante requerimento elaborado segundo o Anexo II da citada Resolução. Por autorização do CFC, a DHP poderá ser confeccionada pelos próprios Conselhos Regionais. O fornecimento da DHP é limitado ao número de 50 por requerimento. Os fornecimentos subseqüentes, igualmente limitados a 50, estão condicionados à apresentação de demonstrativo que especifique a finalidade para a qual foram utilizadas as DHPs relativas ao fornecimento anterior, conforme modelo que consta do Anexo III da Resolução CFC nº 871/2000. Deverão ser devolvidas as etiquetas não utilizadas. Importa salientar que a DHP somente será fornecida se o requerente e a organização contábil da qual participe estiverem regulares perante o CRC, inclusive quanto a débito de qualquer natureza.

Decore - Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos - Documentos que fundamentam a emissão da declaração Publicado em 20/10/2004 08:56 Conforme consta da Resolução CFC nº 872/2000, são exemplos de documentos que poderão fundamentar a emissão da DECORE, de acordo com o tipo de rendimento a que se referir: I - retirada de pró-labore: escrituração no livro Diário; II - distribuição de lucros: a) escrituração no livro Diário; b) demonstrativo da distribuição; III - honorários (profissionais liberais/autônomos): a) escrituração no livro Caixa; b) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão) com recolhimento regular; ou

c) RPA ou recibo com o contrato de prestação de serviços; IV - atividades rurais, extrativistas etc.: a) escrituração no livro Caixa ou no livro Diário; b) nota de produtor; c) recibo e contrato de arrendamento; d) recibo e contrato de armazenagem; e) recibo e contrato de prestação de serviço de lavração, safra, pesqueira etc.; V - prestação de serviços diversos ou comissões: a) escrituração no livro Caixa; b) escrituração no livro ISSQN; c) RPA com contrato de prestação de serviço ou com declaração do pagador; d) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão), com recolhimento regular; VI - aluguéis ou arrendamentos diversos: a) contrato (particular ou público); b) escrituração no livro Caixa, se for o caso; c) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão), com o recolhimento regular; VII - rendimento de aplicações financeiras: a) extrato bancário; ou

b) resumo de aplicações; VIII - venda de bens imóveis, móveis, valores mobiliários etc.: a) contrato de compra e venda; b) nota fiscal; c) escritura etc.; IX - vencimentos de funcionários públicos, aposentados e pensionistas: documento da entidade pagadora

Contabilidade - Decore - Emissão por meio eletrônico Publicado em 04/10/2005 08:05 Por meio da Resolução nº 1.047/2005, que alterou a Resolução nº 872/2000, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) alterou as normas para a emissão da Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (DECORE), permitindo a emissão de Decore-Eletrônica por intermédio de serviço informatizado disponibilizado pelo CRC, autorizado pelo CFC, a ser emitido via Internet no site do CRC de cada Estado, com a possibilidade de uso da certificação digital. A 1ª via da Decore-Eletrônica será autenticada mediante Declaração de Habilitação Profissional - DHP-Eletrônica (cuja emissão passou a ser autorizada por meio da Resolução nº 1.046/2005, que alterou a Resolução nº 871/1000) e a 2ª via, que conterá o numero da DHP utilizado na 1ª via, deve ser arquiva pelo contabilista no prazo mínimo de 5 anos, acompanhada de cópia da base legal, memória de cálculo, quando o rendimento for decorrente de mais de uma fonte pagadora. Observe-se que o CRC não poderá desconsiderar a possibilidade da emissão convencional da Decore.

DECORE - Fornecimento por contabilista - Procedimentos Publicado em 07/10/2004 09:05 Declaração formalizada por contabilista A prova da percepção de rendimentos pagos ou creditados a sócios, gerentes ou administradores de pessoas jurídicas ou titulares de firmas individuais, bem como a pessoas físicas interessadas em comprovar rendas, constitui documento contábil

a elaboração e publicação da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos somente é obrigatória para todas as companhias abertas e para as companhias fechadas cujo patrimônio líquido na data do balanço seja superior a R$ 1. b) os recursos humanos. inclusive quanto a débito de qualquer natureza. devendo ser indicadas aquelas cujos dados foram extraídos de fontes não contábeis. cujos procedimentos para expedição.457/97).2000. em situação regular. prescritos pela Resolução CFC nº 872/2000. c) a interação da entidade com o ambiente externo.Finalidade Publicado em 01/11/2004 08:13 Para os efeitos da Demonstração de Informações Sociais e Ambientais. evidenciando o critério e o controle utilizados para garantir a . devendo preservar as informações e as características do modelo que consta do anexo à Resolução CFC nº 872/2000. poderá expedir a Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (DECORE) por meio de sistema eletrônico. a vigorar a partir de 1º. contidas na Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental.08. são de responsabilidade técnica de contabilista registrado em Conselho Regional de Contabilidade. entende-se por informações de natureza social e ambiental: a) a geração e a distribuição de riqueza.404/76 (caput e § 6º. e d) a interação com o meio ambiente. esse com a redação da Lei nº 9. Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental .00 (um milhão de reais).000. Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Publicado em 18/03/2002 11:03 Segundo o disposto no art. As informações contábeis.000.formalizado por declaração de contabilista. denominado ―Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos‖ (DECORE). 176 da Lei nº 6. Expedição por meio de sistema eletrônico O contabilista.

para efeito de comparação. aprovada pela Resolução nº 686/1990 do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).01.1995. 2) ser efetuada como informação complementar às demonstrações contábeis.404/1976). a correção monetária do saldo inicial. 274 do RIR/1999).003/2004.12. inclusive para fins societários. Observamos. pelo art. A correção monetária das demonstrações financeiras foi revogada. ainda. Neste caso. não se confundindo com as notas explicativas. As normas de elaboração das demonstrações financeiras constam da Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6. em relação aos períodos-base encerrados até 31. com as informações do exercício atual e do exercício anterior. mas aplicam-se aos demais tipos societários. A Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental deve: 1) evidenciar os dados e as informações de natureza social e ambiental da entidade. que a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados também está disciplinada pela NBC T 3. A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados deve discriminar: a) o saldo do início do período e os ajustes de exercícios anteriores. e 3) ser apresentada.integridade da informação. A responsabilidade por informações não contábeis pode ser compartilhada com especialistas. indicava-se. extraídos ou não da contabilidade.Conceito Publicado em 15/12/2004 08:25 A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados é uma das demonstrações financeiras cuja elaboração é obrigatória para todas as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real (caput do art. (Resolução CFC nº 1. que aprovou a NBC T 15) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados . 4º . também.4.1996. a partir de 1º.

158 do RIR/1999).4 da NBC T 2. (§ 2º e caput do art. que deverá ser autenticado no órgão de registro competente (§ 6º do art.249/1995. contratuais ou estatutários. Fica dispensada a adoção desse livro desde que. aliás. deve ser adotado livro próprio para inscrição das demonstrações contábeis obrigatórias. assim como o balanço e as demais demonstrações contábeis de encerramento do exercício.da Lei nº 9. Igual procedimento. no encerramento do período de apuração do lucro real. aprovada pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade nº 563/1983. os dividendos. submetidos esses instrumentos à autenticação do órgão competente (PN CST nº 11/1985). como fecho.1 .Adoção de livro próprio Publicado em 23/03/2004 08:16 No sistema de escrituração por meio de fichas ou folhas soltas ou por processamento eletrônico de dados. sejam inseridas as demonstrações contábeis obrigatórias. a parcela dos lucros incorporada ao capital e o saldo ao fim do período. deve ser adotado quanto às demais demonstrações contábeis elaboradas por força de dispositivos legais. nas próprias fichas ou folhas de escrituração ou nos formulários impressos por meio de processamento eletrônico de dados. A legislação fiscal (caput do art.1. b) as reversões de reservas e o lucro líquido do exercício. ao fim de cada . A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados também deverá indicar (quando for o caso) o montante do dividendo por ação do capital social. complementando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade. c) as transferências para reservas. a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. 186 da Lei nº 6. 274 do RIR/1999) estabelece que. Demonstrações contábeis no livro diário e periodicidade de elaboração Publicado em 14/01/2005 08:34 De acordo com o subitem 2.Das formalidades da Escrituração Contábil. deve ser transcrita no livro Diário.404/1976) Demonstrações contábeis .

é Capital Circulante Líquido. Demonstrações exigidas pelas legislações fiscal e comercial Publicado em 05/05/2003 09:11 As pessoas jurídicas (firmas individuais ou sociedades) devem apurar seu lucro líquido mediante a elaboração.457/1997. Cabe esclarecer que a Lei nº 6. 176. com observância das disposições da lei comercial.00. Inclusão na demonstração das mutações do patrimônio líquido O § 2º do art.404/1976 autoriza a inclusão da Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. do Balanço Patrimonial. das seguintes demonstrações financeiras (ou demonstrações contábeis): . o contribuinte deve apurar o lucro líquido mediante a elaboração. 186 da Lei nº 6. estará incluída naquela. quando esta for elaborada e publicada pela companhia. sendo que o significado de recursos aqui não é simplesmente o de dinheiro.000. e os investimentos pelas aplicações de recursos. conforme disposto no seu art. e evidenciar as alterações na posição financeira da empresa. o § 6º do mesmo artigo elimina a obrigatoriedade de elaboração e publicação para as companhias fechadas com patrimônio líquido inferior a R$ 1. como seu próprio nome indica. tem por objetivo apresentar de forma ordenada e sumariada principalmente as informações relativas às operações de financiamento e investimento da empresa durante o exercício. representa capital de giro líquido que. ou de disponibilidades. pois abrange um conceito mais amplo. item IV.000. as empresas que elaborarem e publicarem essa demonstração de apresentar em separado a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. dispensando. limite este já atualizado pela Lei nº 9.404/1976 tornou obrigatória essa demonstração para todas as companhias. com observância das disposições da lei comercial. da Demonstração do Resultado do período e da Demonstração de Lucros ou Prejuízos acumulados.período de incidência do Imposto de Renda (trimestral ou anual). assim. Todavia. na denominação dada pela lei. obrigatoriamente. Os financiamentos estão representados pelas origens de recursos. Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) – Objetivo Publicado em 26/08/2004 08:37 A Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR). que.

Quem pode assinar as Demonstrações Financeiras Publicado em 04/07/2003 08:48 A legislação societária determina que as Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados. estas também deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados consolidados.a) b) c) Demonstrações Demonstrações Balanço do Resultado de Lucros ou Patrimonial.404/76. Isto se estende para os titulares. Na prática. As sociedades por quotas de responsabilidade limitada também podem adotar as notas explicativas como forma de facilitar a análise de suas demonstrações financeiras por sócios. entre outros. A elaboração dessas demonstrações é obrigatória tanto por determinação da legislação comercial (Lei nº 6. as expressões ―demonstrações financeiras‖ e ―demonstrações contábeis‖ têm o mesmo significado. guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados. sócios. O conteúdo das notas explicativas consta do § 5º do art. fornecedores e instituições financeiras. acionistas ou diretores de sociedade. que sejam . A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas dispõe que o Balanço Patrimonial. com indicação do número dos respectivos registros.404/76 (Leis das S/A). 176 da Lei nº 6. Se a empresa elaborar demonstrações financeiras consolidadas. as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis. embora a segunda seja mais apropriada. atuários. 176. os extratos. 176 da Lei 6.404/76. auditores. as Demonstrações do Resultado do período-base. do Exercício (DRE). contadores. tratando-se de pessoas jurídicas submetidas ao regime de tributação com base no lucro real (as quais ficam obrigadas a manter escrituração completa). I a III) quanto da legislação do Imposto de Renda (art. as demonstrações financeiras da companhia devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. peritos-contadores. art. Demonstrações Financeiras – Notas explicativas Publicado em 20/05/2003 08:49 De acordo com o § 4º do art. e Prejuízos Acumulados (DLPA). 274 do RIR/99).

as Demonstrações do Resultado do período-base. § 4º da Lei nº 6404/76. não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente. estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações. Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados. como fecho. devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente. contadores. a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. satisfeitas as demais exigências . desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio. e art. Isto se estende para os titulares.legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão. § 4º da Lei nº 6404/76. (Art. com indicação do número dos respectivos registros. desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e. 819 do RIR/99) Responsáveis pela assinatura das Demonstrações Financeiras Publicado em 10/12/2003 08:48 A legislação societária determina que as Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados. e art. as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis. sejam encadernadas em forma de livro. atuários. com número de ordem e de folhas escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa. empregando formulários contínuos. se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas. as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sis-tema eletrônico de processamento de dados. após a escrituração. acionistas ou diretores de sociedade. que sejam legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão. com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam.177.177. Porém. 274 do RIR/99. item 6. guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados. A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas dispõe que o Balanço Patrimonial. cujas fichas são encerradas sem conter. devidamente registrado e autenticado. os extratos. peritos-contadores. folhas soltas ou cartões. (Art. sócios. 819 do RIR/99) Transcrição de Demonstrações Financeiras em Livro Próprio Publicado em 10/10/2002 08:10 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/85. esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional.

Demonstrações financeiras obrigatórias . deverão ser transcritas: a) no livro Diário ou no Lalur. Transcrição das Demonstrações Financeiras no Livro Diário Publicado em 31/08/2001 08:08 Ao final de cada período-base de apuração do lucro real. e. das seguintes demonstrações financeiras ou contábeis (art. a pessoa jurídica deverá apurar o lucro líquido mediante a elaboração. 258. levantadas no encerramento de cada período-base de apuração do lucro real. § 4º. a demonstração do lucro real (art. quando se tratar de sociedade civil. 274 do RIR/99): a) b) c) Demonstração Demonstração de Balanço do Lucros Resultado ou do Prejuízos Patrimonial.Demonstrações financeiras e a apuração do lucro real . O Livro Diário deverá ser submetido à autenticação no órgão competente do Registro do Comércio. no Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou no Cartório de Títulos e Documentos (art. as demonstrações financeiras previstas no § 2º do art. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Contabilidade . com observância da lei comercial.Transcrição Publicado em 04/01/2005 09:33 Ao final de cada período de incidência do imposto de renda (trimestral ou anual).4). Acumulados. devem ser transcritas no Livro Diário (Instrução Normativa SRF nº 77/86.contidas na IN DNRC nº 65/97. do RIR/99). 275 do RIR/1999). e b) no Lalur. 274 do RIR/1999. item 4. Exercício. As demonstrações financeiras.

Demonstração do Resultado do Exercício). Contabilidade .Tratamento Publicado em 14/09/2005 09:37 Para contestar judicialmente a legalidade de alguma exigência tributária ou mesmo a constitucionalidade da disposição legal que exija o tributo. c) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. existe ainda a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). observando-se que somente os valores mobiliários de companhia registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) podem ser distribuídos no mercado e negociados na bolsa ou no mercado de balcão.Depósitos judiciais em garantia . 274 do RIR/1999. o contribuinte pode ser obrigado a depositar o valor do tributo questionado. com observância das disposições da lei comercial.000.Publicado em 02/03/2005 09:16 De acordo com o caput do art. I a III. 4º da Lei nº 6. que. 1. das seguintes demonstrações financeiras: a) Balanço Patrimonial.404/1976). deve ser elaborada: a) por todas as companhias de capital aberto. . ficando a respectiva importância à disposição do juízo até a decisão final da ação. De acordo com o art.404/1976. a companhia é aberta ou fechada conforme os valores mobiliários de sua emissão estejam ou não admitidos à negociação em bolsa ou em mercado de balcão.000. Além das demonstrações financeiras supramencionadas. b) Demonstração do Resultado do Período de Apuração (nos termos da legislação comercial. as pessoas jurídicas submetidas ao regime de tributação com base no lucro real devem apurar o lucro líquido mediante a elaboração. da Lei nº 6. Importa observar que a elaboração dessas demonstrações é obrigatória. b) pelas companhias de capital fechado com Patrimônio Líquido superior a R$ 1. também. 176. em face da legislação comercial (art. ao final de cada período-base de incidência do Imposto de Renda.179 do Novo Código Civil e art.00 na data do balanço. conforme determina a legislação comercial.

Caixa ou Bancos Conta Movimento (CR) O montante depositado deve ser atualizado monetariamente e apropriado mensalmente pelo regime de competência. em cada período de apuração. 344 e 375 do RIR/1999) A depreciação de bens não é obrigatória Publicado em 19/10/2001 08:10 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 79/76. o valor do tributo discutido judicialmente pode ser contabilizado da seguinte forma: D -Depósitos Judiciais (AC ou RLP) C . Todavia. pois. dispõe que ― ―poderá‖ ser computada. A legislação tributária fixa percentuais máximos e períodos mínimos de depreciação. e arts. Portanto. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Depreciação – Adoção de taxas diferentes Publicado em 02/04/2003 08:51 . O registro contábil da atualização monetária pode ser efetuado da seguinte maneira: D -Depósitos Judiciais (AC ou RLP) C .Variação Monetária Ativa (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante RLP = Realizável a Longo Prazo (Art. ou mesmo deixar de depreciar. não há obrigatoriedade de se efetuar a depreciação em todos os exercícios financeiros de atividade da empresa. 305 do RIR/99. art. 7º do Decreto-lei nº 1. a depreciação dos bens do ativo é uma faculdade. não proibindo a empresa de apropriar quotas inferiores às permitidas. as importâncias não apropriadas não poderão ser recuperadas posteriormente através da utilização de taxas superiores às máximas anualmente permitidas para cada exercício e cada bem em especial.‖. o art.Neste caso.. não uma obrigação.. ou mesmo deixar de depreciar.541/1992. se a empresa adotar qualquer taxa de depreciação inferior à permitida.737/1979. 8º da Lei nº 8. como custo ou encargo.

não há nenhuma implicação de natureza fiscal quanto a deixar de efetuá-la. a legislação fiscal faculta à pessoa jurídica efetuar depreciação para fins de apuração do Imposto de Renda e. consideramos que a entidade poderá deixar de depreciar os bens pertencentes ao seu Ativo Imobilizado por um certo período. prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições. enquanto não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial. embora não seja o procedimento mais adequado.Conseqüências Publicado em 22/12/2004 09:55 A diminuição de valor dos elementos do Ativo Imobilizado será registrada periodicamente nas contas de depreciação quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso. a pessoa jurídica deverá efetuar a depreciação total dos bens do Ativo Imobilizado em todos os períodos. os profissionais deverão refletir bastante antes de adotar determinado procedimento de avaliação a fim de haver a maior seqüência possível de exercícios com a utilização dos mesmos procedimentos de avaliação. em laudo técnico idôneo (§ 2º do art. baseadas. mas. Podemos concluir que.É assegurado à empresa o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens. ação da natureza ou obsolescência. 310 do RIR/99). porém devem observar que qualquer mudança de procedimento e seus efeitos decorrentes devem ser claramente evidenciados em notas explicativas. No caso de dúvida. Entretanto. de tal forma que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear sua tendência com o menor grau de dificuldade possível. deve-se efetuar a depreciação de todos os bens pertencentes ao Ativo Imobilizado. em atendimento à convenção da consistência e à legislação societária. desde que faça prova dessa adequação (§ 1º do art. Diante dessas considerações. igualmente. Ausência de reconhecimento da depreciação . A convenção contábil da consistência (ou uniformidade) dispõe que todos os critérios utilizados contabilmente em determinado período contábil devem ser mantidos ao longo do tempo. . por outro lado. não podendo deixar de realizá-la por determinados períodos. a empresa poderá pedir perícia da Divisão de Avaliação Tecnológica do Ministério da Ciência e Tecnologia. Neste caso. ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica. mediante utilização de taxas diferentes das fixadas pelas SRFs. Isso não quer dizer que não possam adotar mudança de critérios com o intuito de introduzir melhoria para a entidade. 310 doRIR/99). tecnicamente. nesse sentido. pois o cômputo dos encargos de depreciação na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSL é facultativo.

se o respectivo custo não puder ser amortizado durante o prazo da locação. b) prédios e construções não alugados nem utilizados na produção dos rendimentos da empresa ou destinados à revenda. o que ocorre quando: b.404/1976. c) bens que normalmente aumentam de valor com o tempo.Bens não depreciáveis Publicado em 27/02/2003 09:42 Não a) podem terrenos.1) o contrato de locação não tiver prazo determinado ou não proibir à empresa locatária o direito à indenização pelas benfeitorias realizadas. participantes nos lucros ou respectivos parentes ou dependentes. c) bens cedidos em comodato (empréstimo gratuito). por exemplo. b) construções ou benfeitorias em imóvel alugado de terceiros.2) o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. a. 183. acionistas. e 305 do RIR/1999) Depreciação . os bens cedidos em comodato por .2) o imóvel for alugado de sócios. § 2º.1) a quota de depreciação é dedutível a partir da época da conclusão das obras e do início da sua utilização. transações ou atividades da comodante e não mera liberalidade desta.Bens que podem ser depreciados Publicado em 22/10/2003 08:37 Podem ser objeto de depreciação todos os bens físicos sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal. da Lei nº 6. no caso de imóvel adquirido construído. b. admitindo-se. inclusive: a) edificações e construções. o destaque baseado em laudo pericial.(Arts. como. ser salvo depreciados em (§ único aos do art. Depreciação . 307 ou do RIR/99): relação melhoramentos construções. dirigentes. observando-se que: a. desde que o empréstimo de tais bens seja usual nos tipos de operações. d) bens para os quais sejam registradas quotas de exaustão (florestas destinadas ao corte e jazidas minerais). como obras de arte e antiguidades.

Estando o bem totalmente depreciado. Enquanto isso não ocorrer. não autoriza a sua baixa contábil. ainda que como sucata. A baixa contábil só poderá ser efetuada quando o bem for baixado fisicamente. ainda. projetos para florestais os destinados não à pode exploração ser ser relação aos melhoramentos ou dos respectivos a frutos. todo o valor obtido na sua venda constitui ganho de capital tributável. corrigido monetariamente até 31. hipótese em que a nota fiscal de venda será o documento hábil a comprovar a baixa física e lastrear a baixa contábil. embora o seu valor contábil (custo corrigido menos depreciação acumulada) seja zero. como as obras de arte e as antigüidades. do RIR/1999 e PN CST nº 146/1975) . d) Bens Não a) os terrenos. devem permanecer registrados na escrituração o custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada do bem. quais podem exceto registrada depreciação depreciados: construções. (Art. que apesar de permanecerem registrados no Ativo Imobilizado.Permanência nos registros contábeis Publicado em 13/10/2005 08:46 O simples fato de a depreciação acumulada de um bem do Ativo Imobilizado haver atingido 100% do custo do bem. aos comerciantes revendedores de seus produto.fabricantes de bebidas ou sorvetes ou distribuidores de derivados de petróleo. d) bens para os quais sejam registradas quotas de exaustão (florestas destinadas ao corte e jazidas minerais). os bens cuja depreciação acumulada já tenha atingido 100% do seu custo de aquisição não devem mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. 305.12. c) os bens que normalmente aumentam de valor com o tempo.Bens totalmente depreciados . a baixa física de um bem do Ativo Imobilizado decorre da sua venda. Contabilidade . ainda que o bem tenha se tornado imprestável para a finalidade a que se destinava. Lembra-se. § 3º.1995 (caso o bem tenha sido adquirido até essa data). isto é. em b) os prédio e as construções não alugados nem utilizados na produção dos rendimentos da empresa ou destinados à revenda. sair em definitivo do patrimônio da empresa. Normalmente.

pois o cômputo dos encargos de depreciação na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSL é facultativo. reduzindo-a. de tal forma que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear sua tendência com o menor grau de dificuldade possível. Neste caso. embora não seja o procedimento mais adequado. ela é uma despesa (ou um custo). ação da natureza ou obsolescência.Contabilização Publicado em 17/05/2005 14:31 Na prática. Mas. esse não é o procedimento que se adota. Isso não quer dizer que não possam adotar mudança de critérios com o intuito de introduzir melhoria para a entidade. porém devem observar que qualquer mudança de procedimento e seus efeitos decorrentes devem ser claramente evidenciados em notas explicativas. Contabilidade . Podemos concluir que.Contabilidade . A convenção contábil da consistência (ou uniformidade) dispõe que todos os critérios utilizados contabilmente em determinado período contábil devem ser mantidos ao longo do tempo. Diante dessas considerações. Entretanto. a pessoa jurídica deverá efetuar a depreciação total dos bens do Ativo Imobilizado em todos os períodos. Portanto. a depreciação registra a diminuição do valor do bem. consideramos que a entidade poderá deixar de depreciar os bens pertencentes ao seu Ativo Imobilizado por um certo período. como o valor do bem está registrado a débito de conta do Ativo Permanente Imobilizado. não há nenhuma implicação de natureza fiscal quanto a deixar de efetuá-la. por uma questão de técnica contábil. nesse sentido. b) creditando-se uma conta denominada ―Depreciação Acumulada‖. o valor dos encargos de depreciação contabilizados ao longo dos exercícios. deve-se efetuar a depreciação de todos os bens pertencentes ao Ativo Imobilizado. a crédito. . os profissionais deverão refletir bastante antes de adotar determinado procedimento de avaliação a fim de haver a maior seqüência possível de exercícios com a utilização dos mesmos procedimentos de avaliação. Nesse caso. tecnicamente.Conseqüências Publicado em 12/08/2005 10:00 A diminuição de valor dos elementos do Ativo Imobilizado será registrada periodicamente nas contas de depreciação quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso. por outro lado. Seria razoável admitir que seu registro fosse feito em contrapartida da conta que registra o valor do próprio bem. creditaríamos essa conta pelo valor da depreciação. em atendimento à convenção da consistência e à legislação societária.Falta de reconhecimento da depreciação . A contabilização da depreciação é feita: a) debitando-se a conta que registra a despesa (ou custo) relativa ao encargo. mas. não podendo deixar de realizá-la por determinados períodos.Depreciação . a legislação fiscal faculta à pessoa jurídica efetuar depreciação para fins de apuração do Imposto de Renda e. que registrará.

ou c) por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do pagamento do imposto mensal.caso submetidas à apuração trimestral do lucro real. II . fusão. da Lei nº 6. b) no encerramento do período de apuração do lucro real. 183. § 2º.Periodicidade de registro Publicado em 24/08/2005 10:05 Nas empresas industriais. poderão contabilizar o encargo: a) mensalmente.caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa. cisão ou encerramento de atividades. II . As pessoas jurídicas não enquadradas nessa hipótese: I .404/1976. Registro contábil da depreciação – Periodicidade a ser observada Publicado em 14/07/2004 08:48 Nas empresas industriais. As pessoas jurídicas não enquadradas nessa hipótese: I . cisão ou encerramento de atividades.Encargos de depreciação .caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa. a manutenção do sistema de contabilidade de custos integrado e coordenado com o restante da escrituração exige que os encargos de depreciação dos bens empregados na produção sejam contabilizados mensalmente.(Arts. b) no encerramento do período de apuração do lucro real. poderão contabilizar o encargo mensalmente ou no encerramento de cada trimestre de apuração do lucro real. em 31 de dezembro ou por ocasião de incorporação. e 305 do RIR/1999) Contabilidade . ou .caso submetidas à apuração trimestral do lucro real. fusão. poderão contabilizar o encargo: a) mensalmente. a manutenção de sistema de contabilidade de custos integrado e coordenado com o restante da escrituração exige que os encargos de depreciação dos bens empregados na produção sejam contabilizados mensalmente. poderão contabilizar o encargo mensalmente ou no encerramento de cada trimestre de apuração do lucro real. em 31 de dezembro ou por ocasião de incorporação.

vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições. instruindo a sua solicitação com a relação dos bens (essa relação deve conter a descrição dos bens e o setor em que são utilizados). O IPT localiza-se na Cidade Universitária. CEP 20081-310 . mediante utilização de taxas diferentes das fixadas pelas SRF.c) por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do pagamento do imposto mensal.gov. ou pela Internet. pelo fax (0xx21) 206-1075. ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . devendo o interessado enviar sua consulta para a sede desse órgão. do RIR/99). O Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) também é uma entidade habilitada a atestar a adequação de taxas de depreciação em função das condições de uso dos bens. igualmente. a empresa poderá pedir perícia da Divisão de Avaliação Tecnológica do Ministério da Ciência e Tecnologia.br ou carloste@int. sala 209. enquanto não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial. Taxas de depreciação diferentes das fixadas pela Receita Federal Publicado em 21/09/2001 09:09 É assegurado à empresa o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens.gov. 310.Rio de Janeiro (RJ). em função do número de horas diárias de operação.Depreciação acelerada .br. § 1º. os seguintes coeficientes de depreciação acelerada sobre as taxas normalmente utilizáveis: . por escrito. No caso de dúvida. na Av. Venezuela. desde que faça prova dessa adequação (art. parecer técnico da mencionada entidade. avatec@ int. em São Paulo. em laudo técnico idôneo (§ 2 º do art. 310 do RIR/99). Para tanto. e os pedidos de parecer sobre taxas de depreciação devem ser encaminhados à Divisão de Engenharia Mecânica. ou fazê-la pelos telefones (0xx21) 206-1072 e 206-1100. nos endereços.Coeficientes aplicáveis Publicado em 08/09/2005 09:12 No que diz respeito a bens móveis podem ser adotados. emite parecer técnico sobre o uso de taxas de depreciação diferentes das admitidas. A Divisão de Avaliação Tecnológica. a empresa interessada deve solicitar. baseadas. 82.

5%. o contribuinte poderá ser solicitado. 312 do RIR/99): a) b) dois três turnos turnos de de oito oito horas: horas: 1. Nessas condições. somada à taxa utilizada na depreciação anormal contabilizada. cobrando-se o imposto com os acréscimos cabíveis. e Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questões nºs 375 e 376) Depreciação acelerada de bens adquiridos por empresas rurais Publicado em 02/10/2001 10:10 As pessoas jurídicas que explorem atividade rural poderão promover a depreciação acelerada dos bens do ativo imobilizado. (Art. b) 1. Entretanto. no ano da aquisição. ainda. 314 do RIR/99). a qualquer tempo.5. um bem cuja taxa normal de depreciação seja de 10% ao ano poderá ser depreciado em 15% ao ano se operar 16 horas por dia. para um turno de 8 horas de operação. c) 2. se em regime de operação de 24 horas por dia. Por exemplo: um equipamento para o qual seja admitida a taxa normal de 10% ao ano poderá ser depreciado à taxa de 15% ao ano se operar regularmente dezesseis horas por dia. 312 do RIR/1999. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Depreciação de bens que operem em mais de um turno diário de oito horas Publicado em 30/05/2003 14:50 Para a depreciação de bens móveis que operem em mais de um turno de oito horas diárias. poderá ser depreciado à taxa de 20% ao ano. para três turnos de 8 horas de operação. mediante aplicação.0%. as taxas normais admitidas poderão ser majoradas mediante aplicação dos seguintes coeficientes (art. caso seja utilizada a depreciação acelerada.0. ou 20% ao ano. para dois turnos de 8 horas de operação.0.a) 1. Cabe observar. totalize 100% do custo de aquisição do bem (art. que não é necessária autorização prévia da autoridade competente para adoção do regime de depreciação acelerada. sob pena de ver glosado o excesso em relação à taxa normal. 2. Se esse equipamento operar regularmente vinte e quatro horas por dia. . exceto a terra nua. adquiridos para uso nessa atividade. a justificar convenientemente tal procedimento. de taxa que.

ainda que o prazo de vida útil seja superior a 1 ano. cujos gastos de criação até sua fase adulta (momento em que estiver apto para o trabalho).000.). A legislação do Imposto de Renda leva em consideração. § 1º. e a vida útil do animal esteja estimada em 5 anos: D . inclusive. assegurado ao contribuinte o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens. ser depreciados a partir do momento em que passem. Os semoventes devem ser registrados no Ativo Permanente (no subgrupo do Imobilizado) e podem. as condições normais ou médias de sua utilização. na fixação do prazo de vida útil admissível para cada espécie de bem. 310.00 AP = Ativo Permanente CR = Conta de Resultado (Art. do RIR/1999 e IN SRF nº 162/1998) . desde que faça a prova dessa adequação.00. totalizem o valor de R$ 10. a ser utilizados. efetivamente. Demonstramos a seguir o registro contábil da quota de depreciação de um cavalo de sela para a administração da fazenda. ficando.000.61. animais destinados à produção etc.Depreciação de semoventes .Contabilidade . cujo custo unitário de aquisição não seja superior a R$ 326.Depreciação Eqüinos (AP) Acumulada R$ 2.Registro Publicado em 28/11/2005 09:20 Classificam-se como semoventes os animais que a pessoa jurídica adquire com a finalidade de prestar-lhe algum tipo de serviço (por exemplo: animais de tração. Podem ser computados diretamente como custo ou despesa operacional. os animais. quando adotar taxa diferente.Depreciação de Eqüinos (CR) C . desde que sua aquisição esteja intrinsecamente relacionada com a produção ou a comercialização de bens e serviços. todavia.

e cobra novos . Para sua efetivação. ―b‖. além de cobrar as tarifas de cobrança e o IOF. ao final de cada mês deverão ser incorporados na escrituração da matriz os resultados apurados nos demais estabelecimentos (art. Caso o devedor (sacado) não quite seu débito. Isso significa que. dois ou três dias após. e repassa à empresa tomadora os recursos pelo valor líquido (valor nominal dos títulos menos os encargos financeiros).Conceito Publicado em 16/06/2005 10:13 O desconto de duplicatas é uma das formas mais comuns de obtenção de capital de giro pela empresa e consiste basicamente na "compra" à vista de tais títulos pelo banco.Desconto de duplicatas . Contabilidade . Nesse caso. a empresa (cedente) é responsável pelo pagamento do título. Nessa operação. é preciso realizar vendas a prazo. 252 do RIR/1999). Em caso de exercício dessa opção. e 791 do RIR/1999). com cobrança de despesas bancárias e de juros correspondentes (geralmente. Caso haja mais de um estabelecimento no Brasil. 212. caberá a opção pela descentralização contábil. o banco fica com o valor pago pelo sacado. I. a instituição financeira aplica uma taxa de desconto sobre o valor nominal do título.Descentralização da contabilidade Publicado em 01/06/2004 08:30 As pessoas jurídicas que tenham filiais. obtendo as duplicatas de venda mercantil. Desconto de duplicatas – Contabilização Publicado em 07/04/2004 09:01 O desconto de duplicatas é uma operação financeira de curto prazo. o banco debita a duplicata na conta da empresa que fez o desconto. o qual ficará responsável pela apuração. desde que os resultados apurados individualmente. enquanto a duplicata não for quitada. opcionalmente. na qual a empresa obtém recursos perante os bancos. Não ocorrendo o pagamento no vencimento. o valor será debitado na conta corrente da cedente. em cada estabelecimento. manter contabilidade descentralizada. sucursais ou agências podem. os de mercado para esse tipo de operação). pelo pagamento e pela declaraçãodo Imposto de Renda no seu domicílio fiscal (arts. No vencimento da duplicata. a empresa tem uma obrigação para com o banco. quando esta for liquidada em dia. sejam incorporados ao resultado de um deles.

de tais títulos. segue exemplo de contabilização: Registro do desconto: D . decorrentes de títulos cujo vencimento ultrapasse a data de encerramento do período-base.Registro contábil Publicado em 24/02/2005 09:20 A operação de desconto de duplicatas consiste basicamente na compra à vista. pelo banco. Com base em valores e dados meramente ilustrativos. também no ativo circulante. retificadora do saldo da conta de duplicatas a receber.Duplicatas Descontadas (AC) C .encargos financeiros da empresa cedente dos títulos pela mora da liquidação.000. alertamos que a legislação do Imposto de Renda impõe que as despesas financeiras.00 800. nos períodos-base a que competirem (art.00 1. e apropriadas em contas de resultado a medida que forem sendo incorridos.00 .Bancos conta Movimento (AC) D . deve contabilizar o seu valor em conta específica.Despesas Financeiras a Apropriar (AC) C . Os encargos cobrados pelo banco representam despesas antecipadas. Quando uma empresa desconta duplicatas de sua emissão nos bancos. no ativo circulante.Duplicatas Descontadas (AC) Registro da baixa pelo recebimento: D . do RIR/99). inciso I. que devem ser registradas em conta própria. mediante a cobrança de despesas bancárias e dos juros correspondentes. devem ser apropriadas pro rata tempore. A propósito. em conformidade com o regime de competência.Clientes (AC) AC = Ativo Circulante 1.000. Desconto de duplicatas . geralmente os de mercado para esse tipo de operação.00 200. 374.

O registro contábil do desconto. dentro do grupo de "Despesas Financeiras Líquidas". em contrapartida. debitando-se a conta de "Duplicatas a Pagar" ou "Fornecedores" pelo valor bruto das duplicatas e. e a conta "Descontos Financeiros Obtidos" pelo valor do desconto. Normalmente. tanto no aspecto de "liquidez" quanto no burocrático. Descontos Financeiros . se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de "Receitas Financeiras". em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto ("Caixa" ou "Bancos Conta Movimento") e a conta de "Descontos Financeiros Concedidos" no resultado pelo valor do desconto. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Obtidos". no resultado. Classificação contábil 1 . normalmente. dessa forma.Concessão e pagamento . é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata. transtornos para o credor. que sofreu o desembolso.Desconto financeiro . em contrapartida. irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. 2 . creditamos a conta "Clientes" ou "Duplicatas a Receber" pelo valor bruto da duplicata. ou outro título de crédito qualquer. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Concedidos". dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas.Na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. creditando-se a de disponibilidade. e. pelo valor da duplicata líquido do desconto. por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão.Registro contábil Publicado em 27/08/2004 08:37 O desconto financeiro tem como objetivo principal estimular o devedor a quitar o débito com antecedência. evitando.Classificação contábil Publicado em 20/05/2004 08:46 Na empresa que concede o desconto .Na empresa que concede o desconto A empresa que concede o desconto financeiro. o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo.

creditando-se a de disponibilidade. por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão. Normalmente. O registro contábil do desconto. que pode intitular-se ―Descontos Financeiros Obtidos‖. são normalmente apresentadas pelo seu valor total.A empresa que concede o desconto financeiro. motivo pelo qual. normalmente. 179 da Lei das S. . Há casos especiais em que as despesas antecipadas não significam desembolso imediato de recursos. é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata. no resultado. normalmente. dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas. no Balanço. creditamos a conta ―Clientes‖ ou ―Duplicatas a Receber‖ pelo valor bruto da duplicata. irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto (―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖) e a conta de ―Descontos Financeiros Concedidos‖ no resultado pelo valor do desconto. que sofreu o desembolso. Despesas antecipadas – Conceito Publicado em 23/06/2003 09:30 As aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte são classificadas no Ativo Circulante e geralmente representam uma parcela não muito significativa. dentro do grupo de ―Despesas Financeiras Líquidas‖. De fato. em contrapartida. o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo. referem-se a ―aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte‖ e. cujos benefícios ou prestação de serviço à empresa se farão durante o exercício seguinte. não serão recebidos em dinheiro e nem representam bens fisicamente existentes como é o caso de pelas. e a conta ―Descontos Financeiros Obtidos‖ pelo valor do desconto. ou outro título de crédito qualquer. Na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. e sim valores ainda a pagar a curto prazo.A. em contrapartida.. Esses ativos representam pagamentos antecipados. segundo o art. e. em comparação com os demais ativos. pelo valor da duplicata líquido do desconto. se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de ―Receitas Financeiras‖. que pode intitular-se ―Descontos Financeiros Concedidos‖. materiais etc. debitando-se a conta de ―Duplicatas a Pagar‖ ou ―Fornecedores‖ pelo valor bruto das duplicatas e.

Essa parcela representará uma redução da despesa e será registrada como se segue.Caixa/Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 100.00 C .00 Vejamos o registro do pagamento da mensalidade. Fonte: FIPECAFI Contabilidade .00 Valores descontados dos empregados Há empresas que descontam dos salários de seus empregados uma parcela a título de participação nos gastos com convênios de assistência médica.00 .00 C . D .Os prêmios de seguros.000.Empresa ―X‖ Ltda.Salários e Ordenados a Pagar (Passivo Circulante) 100. exemplificaremos a seguir o registro contábil dos gastos com convênio de assistência médica.000. Iniciaremos pelo registro da mensalidade devida pela empresa.Despesas com convênio médico .Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100.000. quando parcelados ou financiados. (Passivo Circulante) 100. 360 do RIR/1999).Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100. Isso ocorre.Empresa ―X‖ Ltda. D . farmacêutica e social. Com base em dados e valores meramente ilustrativos. de padrão superior àquele oferecido pela empresa. representam exemplo prático dessa hipótese.000. destinados indistintamente a todos os seus empregados e dirigentes são considerados despesas operacionais (art. odontológica.000. (Passivo Circulante) 100. sobretudo. quando o empregado opta por plano diferenciado.00 C .Registro contábil Publicado em 20/05/2005 09:57 Os gastos realizados pelas empresas com serviços de assistência médica.000. D .

Os valores entregues aos funcionários ou dirigentes são registrados na conta ―Adiantamento para Despesas de Viagens‖. no mês de dezembro.000.2003. A dúvida maior que poderá surgir em relação à contabilização de gasto incorrido com a realização de festas de confraternização é em que conta lançá-lo. no Ativo Circulante. Nessas condições. em contrapartida à conta de disponibilidade que sofreu o desembolso. recepções.Despesas com festas de confraternização .. devidamente comprovados com documentação hábil. invariavelmente. por exemplo "Outras Despesas Administrativas".00.2003.. pode ser utilizada uma conta de despesa. no Resultado do Exercício. conforme nota fiscal nº. O registro contábil dos gastos com festas de confraternização é feito em conta de Despesas Operacionais.2. podem enquadrar-se como despesa de relações públicas em geral. Exemplificando. sendo pouco provável que no plano de contas haja uma conta ou subconta específica para ele.. Para efeitos fiscais (empresa tributada com base no lucro real). o lançamento contábil poderia ser: D C Outras Caixa Despesas ou Administrativas Bancos (Conta de Resultado) (Ativo Circulante). trata-se de valor inexpressivo e que. visto que. .. que tenha alguma relação com esse tipo de gasto. existente no plano. os funcionários ou dirigentes que viajam a serviço da empresa recebem adiantamento por conta de suas despesas. de despesa com festa de confraternização com os funcionários no dia 15. promovem festas de congraçamento para seus empregados. supondo-se que uma empresa contrate a realização de um evento de confraternização com os seus funcionários. desde que em nível moderado e compatível com o porte da empresa e comprovadas com documentação hábil. Os gastos efetivos são baixados da conta ―Adiantamento para Despesas de Viagens‖.12. só ocorre uma vez por ano.. da entidade "X" Despesas de viagens – Adiantamento – Registro contábil Publicado em 29/11/2004 08:34 Normalmente..12. tais como almoços. pagando por isso R$ 2. coquetéis e festas de congraçamento (Parecer Normativo CST nº 322/71).. as empresas. no dia 15.Contabilização Publicado em 21/11/2003 12:47 Ao final de cada ano. por tradição. as despesas com festas de congraçamento para empregados.00 Pagto...000. de acordo com a regra contábil da materialidade ou relevância. normalmente.

00 para suas despesas. Os saldos não utilizados são restituídos.2004.000.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 1. complementa-se o adiantamento ou.00 • pela restituição do saldo.00 • pela prestação de contas. No seu regresso.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 200. em 31.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 200.01. registra-se o reembolso ao funcionário ou dirigente a débito da conta de despesa.000. em 31. em 21.2004: D . apresenta relatório e comprovantes de despesas no valor de R$ 800.000.2004: D .com base nos relatórios de prestações de contas.01.01.00 Hipótese II Admitindo-se que o valor das despesas constantes do relatório apresentado foi de R$ .2004: D .Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 1.01. em 31. Nos casos de insuficiência do numerário adiantado. Exemplos Hipótese I O encarregado do setor de vendas da empresa ―Alfa‖ viaja para o norte do País a fim de resolver certas pendências com o representante e. em 21.01. simplesmente.00 C . Contabilização: • pelo registro do adiantamento.00 em dinheiro à empresa.00 e restitui R$ 200.00 C . debitando-se a conta ―Despesas de Viagens‖ no resultado.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 800.00 C . efetuando-se lançamento inverso ao da concessão do adiantamento. recebe um adiantamento de R$ 1.Despesas de Viagens (Resultado) 800.2004.

Importa observar que as impropriamente denominadas ―provisão para férias‖. por terem nascido as obrigações correspondentes. Obviamente. de acordo com um dos princípios básicos da contabilidade. que. cuja observância. que é o regime de competência. como um todo.00. contas de consumo de água. . mas sim contas que registram despesas incorridas. devida em determinado mês.00 C . na verdade.Despesas de Viagens (Resultado) 1.00 ao funcionário. se completa em determinado período de tempo. por ocasião da prestação de contas. tendo a empresa reembolsado R$ 100. razão pela qual. independentemente de seu pagamento. devem ser reconhecidas na apuração do resultado. não são efetivamente provisões. nele não tenham sido pagas por isso o valor que corresponde à obrigação a ser paga figura no passivo da empresa.). somente será paga até o quinto dia útil do mês seguinte. despesas incorridas são aquelas que. Portanto.100. conforme antes mencionado.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 100.000. no encerramento do mês a que ela se refere.100. seu valor será lançado a débito da conta de resultado que registra a despesa (―Salários e Ordenados‖) e a crédito da conta de Passivo Circulante (―Salários e Ordenados a Pagar‖) onde a obrigação ficará registrada até a baixa pelo pagamento. Exemplo clássico de despesa incorrida é a folha de pagamento de salários. é determinada pelas legislações comercial e fiscal. Entendem-se como despesas incorridas as relacionadas a uma contraprestação de serviços ou obrigação contratual e que. aluguéis. serviços prestados por terceiros etc.00 C .1. esse critério de reconhecimento é aplicável qualquer que seja o tipo da despesa (impostos e contribuições. telefone. serão efetuados os seguintes lançamentos contábeis: D . energia elétrica e outras. após o qual sobrevém tributação definitiva segundo a legislação do Imposto de Renda vigente no período-base competente .Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 1.00 Despesas incorridas . As despesas incorridas são parte integrante desse conjunto de fatos. embora caracterizadas e quantificadas no período-base.Conceito Publicado em 28/06/2004 08:33 A apuração do resultado tem natureza complexiva e constitui um conjunto de fatos que . ―provisão para 13º salário‖ e outras de natureza semelhante.

honorários profissionais e despesas relacionadas com a constituição da empresa etc. e) gastos com estudos de viabilidade econômica.(Parecer Normativo CST nº 07/1976) Diferença entre despesas pagas antecipadamente e despesas pré-operacionais Publicado em 29/04/2003 09:44 As despesas pré-operacionais ou pré-industriais não devem ser confundidas com as despesas pagas antecipadamente. tais como ordenados.Conceito Publicado em 08/05/2003 09:27 Todas as despesas necessárias a organização ou ampliação de empresas. portanto. viagens. por antecederem ao início das atividades sociais da empresa ou por serem relativas à ampliação de seus empreendimentos. d) gastos administrativos. na fase inicial da operação. encargos e despesas operacionais registrados como Ativo Diferido durante o período em que a empresa. honorários da administração. encargos trabalhistas. . conforme o caso) representam a aplicação de recursos em despesas ainda não incorridas. recrutamento e treinamento de pessoal. financeiros. A título de exemplo. elaboração de projetos técnicos. inclusive aquelas de cunho administrativo. Já as despesas pagas antecipadamente (que são classificadas no Ativo Circulante ou no Realizável a Longo Prazo. devem ser registradas no Ativo Diferido e amortizadas. Despesas pré-operacionais . publicidade. É importante ficar claro que as despesas pré-operacionais ou pré-industriais são despesas já incorridas que. podemos citar: a) juros eventualmente pagos ou creditados a acionistas na fase de implantação. utilizou apenas parcialmente o seu equipamento ou as suas instalações. beneficiarão exercícios futuros e. são despesas pré-operacionais. as quais serão computadas na apuração de resultados de exercícios futuros. b) c) despesas de instalação encargos e de organização.. f) parte dos custos.

constituída até 31.95. V. 2º do Código de Ética Profissional do Contabilista CEPC): .Contabilidade . 426 do RIR/99): a) valor do patrimônio líquido pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade da investidora. excluídos os computados na determinação do lucro real nos exercícios financeiros de 1979 e 1980. que houver sido computada na determinação do lucro real. as aplicações de recursos em despesas que contribuirão para a formação do resultado de mais de um exercício social (inclusive os juros pagos ou creditados aos acionistas durante o período que anteceder o início das operações sociais) devem ser classificadas no Ativo Diferido (divisão do Ativo Permanente). Determinação do valor contábil do investimento Publicado em 17/09/2001 09:09 O valor contábil. da Lei nº 6. 179. c) provisão para perdas prováveis na realização do investimento. b) ágio ou deságio na aquisição do investimento.404/1976. Portanto.Registro Publicado em 27/06/2005 09:06 Nos termos do art. ainda que tenha sido amortizado na escrituração comercial do contribuinte. no período que antecede o início das atividades sociais da empresa ou relativos à ampliação de seus empreendimentos). para efeito de determinar o ganho ou a perda na alienação ou liquidação do investimento. todos os gastos com características de despesas. efetuados na fase préoperacional ou pré-industrial (ou seja. Conheça a Consultoria Eletrônica Netiob Deveres do contabilista Publicado em 21/07/2004 08:22 São deveres do contabilista (art.12. será a soma algébrica dos seguintes valores (art. deverão ser classificados no Ativo Permanente Diferido.Despesas pré-operacionais ou pré-industriais .

a) exercer a profissão com zelo. f) renunciar às funções que exerce.Avaliação dos bens entregues Publicado em 02/09/2004 11:01 A devolução de capital aos sócios ou acionistas pode ocorrer na dissolução da sociedade ou no caso de redução do seu capital social. e) inteirar-se de todas as circunstâncias. h) manifestar. d) comunicar. contudo. em documento reservado. a fim de habilitá-lo para o bom desempenho das funções a serem exercidas. entre estas os Conselhos Regionais de Contabilidade. desde logo. Devolução de Capital em Bens . logo que se positive falta de confiança por parte do cliente ou empregador. informar ao substituto sobre fatos que devam chegar ao conhecimento deste. para que os interesses daquelas pessoas não sejam prejudicados e evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia. seja zelando por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético-profissional da Contabilidade e seu aprimoramento técnico. diligência e honestidade. zelando. g) se substituído em suas funções. eventual circunstância adversa que possa influir na decisão daquele que lhe formular consulta ou lhe confiar trabalho. observado o que houver sido deliberado pelos sócios ou pela assembléia geral de acionistas. ressalvados os casos previstos em lei ou quando solicitado por autoridades competentes. seja propugnando por remuneração condigna. a quem deverá notificar com trinta dias de antecedência. . c) zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica dos serviços a seu cargo. observada a legislação vigente e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores. antes de emitir opinião sobre qualquer caso. estendendo-se a obrigação a sócios e executores. inclusive no âmbito do serviço público. ao cliente ou empregador. b) guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional lícito. a qualquer tempo. sem prejuízo da dignidade e independência profissionais. a existência de impedimento para o exercício da profissão. i) ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional.

22. a diferença entre este e o valor contábil dos bens ou direitos será considerada ganho de capital e. pelo valor contábil da participação societária extinta. 22 da Lei nº 9. §§ 2º e 3º. Caso a devolução de capital não se dê em dinheiro. por falta ou insuficiência de fundos ou por qualquer outro motivo. b) na sua declaração de bens correspondente ao ano-calendário da devolução. Nesse caso. pelo valor contábil dos bens. de cheque recebido em pagamento (de duplicata. Se a devolução de capital for realizada pelo valor contábil dos bens ou direitos não há nenhum efeito tributário. § 1º.Devolução de cheques .Essa devolução de capital tanto pode ser feita em dinheiro ou em bens do ativo da sociedade em dissolução ou que teve o seu capital reduzido. se tributada pelo lucro real. deverá (art. No caso de devolução. que forem entregues ao titular ou ao sócio ou acionista.Registro contábil Publicado em 10/05/2005 09:43 Quando a empresa recebe em pagamento cheques que venham a ser devolvidos pelo banco sacado. os bens ou direitos do ativo da pessoa jurídica. Contabilidade .249/1995). ou b) adicionada à base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro devidos pela pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido ou arbitrado. se pessoa jurídica. não cabe estorno do lançamento original que registrou o pagamento. de venda a vista ou de qualquer outra transação). sócio ou acionista que receber os bens. da Lei nº 9. Caso a devolução se realize pelo valor de mercado. pelo banco sacado. uma vez que não houve desfazimento do . 22. deve registrar contabilmente esse fato conforme exemplificado a seguir. sócio ou acionista deverá registrar os bens recebidos (art. poderão ser avaliados pelo valor contábil ou de mercado (art. o titular. se pessoa física. a título de devolução de sua participação no capital social.249/1995): a) na sua escrituração.249/95): a) ser computada nos resultados da pessoa jurídica. nem para a pessoa jurídica que efetuar a devolução de capital nem para o titular. da Lei nº 9. como tal.

O procedimento adequado é o registro do respectivo valor a débito de conta do Ativo Circulante (―Cheques em Cobrança‖.00 C .Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1.000. é feito por orientação do próprio emitente).000. depositado na mesma data.00 1. se o cheque for novamente depositado (o que.00.00 C . por exemplo) e a crédito da conta ―Bancos Conta Movimento‖.negócio. o cheque nº 98765. em geral.05. tendo como contrapartida (a débito): a) ―Bancos Conta Movimento‖.000.Clientes . teríamos os seguintes lançamentos: a) pelo recebimento da duplicata D . de sua emissão.Cheques em Cobrança (Ativo Circulante) 1. não no ―Disponível‖. no valor de R$ 1.000. foi devolvido pela instituição financeira em 02.Devolução de mercadorias efetuadas em período posterior ao da venda Registro . em pagamento da duplicata nº 32456. Exemplo Vamos supor que determinada empresa recebeu.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1. Contabilidade .06.000.20X1. se o cliente quitar seu débito mediante novo pagamento. Nesse caso. e que esse cheque. em 31.20X1. b) ―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖.Comercial ―X‖ (Ativo Circulante) b) pelo registro da devolução do cheque D . Sublinhe-se que a conta ―Cheques em Cobrança‖ classifica-se no subgrupo ―Outros Créditos‖.00 O valor registrado em ―Cheques em Cobrança‖ será baixado (mediante crédito).

totalizando-as em um único grupo de ―Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior‖.Pelo registro da devolução em período posterior ao da venda e do IPI incidente: D .Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) D . que ora será tratado como uma despesa operacional. o registro deve ser feito na forma de cancelamento de um lucro bruto apurado no exercício anterior.ICMS a Recolher (PC) C . não sendo admissível. falarse em cancelamento da receita.Pela reentrada da mercadoria no estoque: D .Publicado em 23/11/2005 08:36 As devoluções recebidas em período-base posterior ao da realização da venda não devem ser registradas como dedução das vendas relativas ao período em curso. podemos abrir uma conta especial para o registro da receita do exercício anterior perdida e outra para o registro do custo recuperado. Isso porque a conta que registrou a receita cor-respondente às vendas devolvidas foi encerrada por ocasião do balanço do período-base anterior.Clientes (AC) II .IPI a Recolher (PC) C .Pelo registro do ICMS incidente sobre a devolução: D .Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) III .PIS-Pasep a Recuperar (AC) . Nesses casos.Estoques (AC) D . Caso a empresa esteja no regime não cumulativo. mas em ―Conta de Resultado‖. a contabilização se dará da seguinte forma: I . como ocorre na situação de devolução normal (devolução e venda dentro do mesmo exercício social). Desse modo.

Registro Publicado em 21/11/2005 10:38 Há várias razões pela qual a empresa pode receber em devolução mercadorias anteriormente vendidas: problemas de qualidade.Devoluções de Vendas (CR) D .ICMS Incidente sobre as Vendas (CR) III .Estoques (AC) .Pelo registro do ICMS incidente sobre a devolução: D .Cofins a Recuperar (AC) C .ICMS a Recolher (PC) C .Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Contabilidade . demora na entrega etc. especificação técnica. o registro contábil será assim efetuado: I .IPI a Recolher (PC) C .Mercadorias recebidas em devolução no próprio exercício . e se a empresa estiver no regime não cumulativo.Pela reentrada das mercadorias devolvidas no estoque: D . Para o caso de mercadorias devolvidas dentro do mesmo exercício social.D .Pelo registro da devolução e do IPI incidente: D .Clientes (AC) II .

c) se tiveram sua venda em exercício anterior.Cofins a Recuperar (AC) C .D . entre outros. válida tanto para a receita anterior perdida como para o custo recuperado. como Prejuízo na Devolução de Vendas. é o procedimento mais simples. o correto é registrar numa conta específica de resultados. poderá ser aceito seu registro como abatimento da receita. de que trata a Resolução CFC nº 871/2000.046/2005. por problemas de demora na entrega ou qualidade. por meio de serviço informatizado disponibilizado pelo CRC e aprovado pelo CFC. Todavia. tem para sua contabilização duas possibilidades: a) se tiverem sua venda no mesmo exercício. foram modificadas as normas para a emissão da Declaração de Habilitação Profissional (DHP). b) se tiverem sua venda em exercício anterior e o valor não for relevante. não haverá limite quando for emitida por meio eletrônico. Observe-se que o CRC não emissão convencional da DHP. como citado anteriormente. Contabilidade .DHP .Emissão por meio eletrônico Publicado em 05/10/2005 08:50 Por meio da Resolução CFC nº 1. O CFC limitou o fornecimento da DHP para 30 (anteriormente 50) por requerimento.Custo das Mercadorias Vendidas (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Devolução não é Cancelamento de Vendas Publicado em 16/09/2002 09:09 A reentrada de mercadorias anteriormente vendidas. passando a ser permitida a emissão de DHP-Eletrônica. ou seja. devoluções de valor extremamente pequenos. poderá ser utilizada uma conta retificadora de vendas. poderá desconsiderar a possibilidade da Dispensa de escrituração contábil para efeito do Imposto de Renda . e seu valor for relevante.PIS-Pasep a Recuperar (AC) D .

as mercadorias recebidas em doação. individual ou coletiva.Publicado em 14/01/2002 08:01 Conforme é sabido. cessa a responsabilidade do liquidante. devem ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. A propósito. tendo em vista os interesses societários e creditícios envolvidos na atividade empresarial. Acrescente-se. poderá ser substituído judicialmente. hipótese em que não fará jus a nenhuma retribuição). Contabilidade . manter escrituração contábil completa ou escriturar somente os livros Caixa e Registro de Inventário. a legislação do Imposto de Renda faculta às empresas não obrigadas à apuração do lucro real. sendo ambas aprovadas pelos sócios.Tratamento Publicado em 05/09/2005 09:38 As mercadorias destinadas à revenda. vale lembrar que. que optarem pela tributação com base no lucro presumido. Dissolução de sociedade – Responsabilidade do liquidante Publicado em 23/01/2002 09:01 De acordo com os arts. por não haver a obrigação de pagamento.Doações recebidas em mercadorias para revenda . qualquer que seja sua origem. As mercadorias recebidas por compra devem ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. além de se prestar ao atendimento de uma exigência da legislação do Imposto de Renda.Estoque de Mercadorias (AC) C . por compra ou doação. que uma contabilidade bem planejada e bem executada constitui uma fonte segura de informações para tomada de decisões por empresários e administradores. é também exigida pela legislação comercial. a escrituração contábil de uma empresa. Todavia. Acabada a liquidação e proposta a forma de liquidação e partilha. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para venda.347 e 348 do Código Comercial Brasileiro. ainda.Mercadorias Recebidas em Doação (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado . o liquidante responde perante ao acervo patrimonial em virtude de negligência no desempenho de suas funções e por qualquer abuso dos efeitos da sociedade (no caso de omissão ou negligência culpável. Segue exemplo de contabilização de mercadoria recebida em doação: D .

Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . é aquele que comprova os atos ou fatos que originam lançamento(s) na escrituração contábil da Entidade.Documentação contábil Publicado em 30/10/2001 09:10 Através da Resolução nº CFC 597/85. quando revestida das características intrínsecas ou extrínsecas essenciais. quando proveniente de terceiros. distribuidor e livreiro. com o seguinte teor: I – a documentação contábil compreende todos os documentos.2 – Da documentação contábil. Documento contábil.Constituição de provisão para perdas de estoque de livros Publicado em 30/09/2005 08:42 As pessoas jurídicas e aquelas que são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda que exercem atividades de editor. stricto sensu. que apóiam ou compõem a escrituração contábil. papéis. quando gerada na própria Entidade. registros e outras peças. calculada no último dia de cada período de apuração do Imposto de Renda e da Contribuição Social dobre o Lucro.Provisão para Perdas de Estoque de . IV – a Entidade é obrigada a manter em boa ordem a documentação contábil. II – a documentação contábil é hábil.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CR) C . à perda efetiva do estoque e à sua recuperação devem ser efetuados da seguinte forma: 1) Pela constituição da provisão: D . correspondente a 1/3 do valor do estoque existente naquela data. distribuidores e livreiros . à reversão dessa provisão. III – a documentação contábil pode ser de origem interna. o Conselho Federal de Contabilidade aprovou a NBC T 2.Editores. na técnica contábil ou aceitas pelos ―usos e costumes‖. Os registros contábeis relativos à constituição da provisão para perdas de estoques. livros. podem constituir provisão para perdas de estoques. definidas na legislação. ou externa.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CRAC) 2) Pelo reconhecimento da perda no estoque de livros: D .

Embalagens .Custo ou despesa? Publicado em 28/10/2005 08:32 Contabilmente. e arts.Estoque de Livros (AC) 3) Pela reversão da provisão: D . fazem parte do custo de produção. 3º e 4º da IN SRF nº 412/2004) Contabilidade . na teoria contábil.753/2003. As embalagens. as embalagens são parte integrante do custo de produção ou são despesas de vendas? Essa dúvida é bastante comum na empresa industrial. por isso devem integrar o custo dos estoques e o custo dos produtos vendidos no momento da transação de venda. A solução para essa dúvida é teoricamente simples.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CRAC) C . mas na prática costumam ocorrer situações em que se tem muita dificuldade para a aplicação da regra teórica. 85 da Lei nº 10. . 5º e 8º da Lei nº 10.Livros (CRAC) C .833/2003. com redação dada pelo art. nas situações em que são utilizadas antes de o produto estar em condições de venda.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C .Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CR) 4) Pela recuperação da perda: D .Recuperação de Perdas de Estoque de Livros (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado CRAC = Conta Redutora do Ativo Circulante (Arts.

se tiver de passar para o regime do lucro real por ter-se desenquadrado das condições exigidas para se manter no lucro presumido ou por opção.Estoque de Embalagens (AC) Se o produto já é considerado pronto para a venda sem a embalagem. o procedimento indicado é considerar esse gasto como parte da despesa de venda e sua apropriação contábil dar-se-á no momento da sua utilização por meio do seguinte lançamento: D .Custo de Produção . em 1º de janeiro do ano em que ficar sujeita à tributação pelo lucro real. bem como as microempresas e as empresas de . não estando obrigadas à apuração do lucro real. deverá proceder. ao sair da área de produção e se destinar à comercialização.Embalagens (CR) C . Essa embalagem é parte integrante do custo de produção e precisa ser contabilizada no mês de sua utilização. optarem pela tributação com base no lucro presumido. ao levantamento patrimonial e elaboração do balanço de abertura para início ou reinício da escrituração comercial. que acaba sendo uma opção na hora da entrega.Estoque de Embalagens (AC) AC = Ativo Circulante CR = Contas de Resultado Empresa tributada pelo lucro presumido que não mantém escrituração contábil Publicado em 07/01/2002 08:01 A empresa submetida à tributação com base no lucro presumido que não mantiver escrituração contábil na forma prevista nas leis comercial e fiscal. como se segue: D .Isso significa que. o produto já vai embalado.Despesas com Vendas (CR) C . Empresas dispensadas de escrituração comercial Publicado em 23/05/2003 14:41 As pessoas jurídicas que.

317/96): a) livro Caixa. 527 do RIR/99 e 7º da Lei nº 9. caput. ―b‖. 20. em boa ordem e guarda e enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes (arts.pequeno porte optantes pelo Simples. no qual deverá ser registrada toda a movimentação financeira. No caso das empresas que possuem sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração.Empresas industriais . 23. O registro contábil da fatura de energia elétrica será assim efetuado: D . e art. ficam dispensadas da manutenção de escrituração comercial. no qual deverão registrar os estoques existentes no término de cada ano-calendário. O direito ao crédito está condicionado. com as alterações promovidas pela Lei Complementar nº 102/2000) . Contabilidade . c) todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração dos livros referidos nas letras ―a‖ e ―b‖. o direito a creditar-se do imposto incidente sobre a energia elétrica consumida no processo de industrialização. A parcela restante (cujo ICMS não gera direito ao crédito) deve ser contabilizada diretamente como despesa operacional. à idoneidade da documentação e à escrituração nos prazos e nas condições estabelecidos na legislação de cada Unidade de Federação. ainda. a energia elétrica consumida no setor industrial deve ser registrada como custo. às pessoas jurídicas contribuintes do ICMS. 33 da Lei Complementar nº 87/1996.Registro do ICMS incidente sobre o consumo de energia elétrica Publicado em 28/09/2005 08:45 É assegurado.Energia Elétrica (CR) D . b) livro Registro de Inventário.ICMS a Recuperar (AC) C .Contas a Pagar (PC) AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado (Art. desde que mantenham. II. art. inclusive a realizada por via bancária.

de que trata a Lei nº 9.Obrigatoriedade Publicado em 20/12/2004 08:36 As ligas desportivas. do Decreto-lei nº 2. ficam dispensadas do cumprimento desta obrigação. os respectivos arquivos digitais e sistemas.317/96. ficam obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal. as entidades de administração de desporto e as de prática desportiva envolvidas em qualquer competição de atletas profissionais. à taxa de 0. Entidades desportivas .Investimentos devem ser ajustados.Classificação Contábil Publicado em 07/10/2005 09:26 Os saldos dos empréstimos compulsórios sobre combustíveis e veículos existentes em conta do Ativo Realizável a Longo Prazo ou. O valor da atualização monetária e dos juros será contabilizado a débito da conta do ativo (―Empréstimos Compulsórios‖).Empréstimo compulsório sobre combustíveis e veículos . pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária (IN-SRF nº 86 de 22/10/2001). As empresas optantes pelo Simples (Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).288/1986 e ADN CST nº 15/1992). Os juros são calculados sobre o valor atualizado. .Publicação das demonstrações financeiras .Empresas terão que guardar arquivos magnéticos Publicado em 05/11/2001 09:11 As pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras.Juros e atualização monetária . 16. escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal. eventualmente. pelo reconhecimento de atualização monetária e juros calculados com base nos mesmos critérios de apuração dos rendimentos da caderneta de poupança com data de aniversário no primeiro dia de cada mês (art. tendo como contrapartida as seguintes contas de resultado do grupo de receitas financeiras: a) ―Variações Monetárias Ativas‖. Contabilidade . mensalmente. Estas normas aplicam-se a partir de 1º de Janeiro de 2002. § 1º. pelo valor da atualização monetária. b) ―Juros Ativos‖. em conta do Ativo Permanente . pelo valor dos juros.5% ao mês.

b) para as entidades de prática desportiva.18 - . as entidades desportivas devem apresentar suas contas juntamente com os relatórios da auditoria ao Conselho Nacional do Esporte (CNE). ainda. com a redação dada pelo art. em quaisquer das entidades ou dos órgãos referidos no parágrafo único do art. e d) à nulidade de todos os atos praticados por seus dirigentes em nome da entidade após a prática da infração. por 5 anos. a inelegibilidade.Registro contábil Publicado em 07/06/2005 09:23 Aplicam-se às entidades sem fins lucrativos os Princípios Fundamentais da Contabilidade.672/2003) Contabilidade .615/1998. 2º pela Lei nº 10.independentemente da forma jurídica adotada. definidas pela Lei nº 6. previdenciária. c) ao afastamento de seus dirigentes. a inelegibilidade. O prazo de elaboração e publicação é até o último dia útil do mês de abril do ano seguinte ao do ano-calendário em referência.Fundações. cambial e das conseqüentes responsabilidades civil e penal. de seus dirigentes para cargos ou funções eletivas ou de livre nomeação em qualquer entidade ou empresa direta ou indiretamente vinculada às competições profissionais da respectiva modalidade desportiva.4 . Por se tratar de entidades sujeitas aos mesmos procedimentos contábeis. Além da publicação das demonstrações contábeis. editados pelo Conselho Federal de Contabilidade. que a infringência dessa obrigação.615/1998. A publicação deve ocorrer somente após auditoria feita por auditores independentes contratados para esse fim. estão obrigadas a elaborar e publicar as suas demonstrações financeiras. (Art. devem ser aplicadas. 46-A da Lei nº 9. por 10 anos. sempre que forem beneficiárias de recursos públicos. 13 da Lei nº 9. trabalhista.Entidades sem fins lucrativos .404/1976. de seus dirigentes para o desempenho de cargos ou funções eletivas ou de livre nomeação. as diretrizes da NBC T 10. implicará: a) para as entidades de administração do desporto e ligas desportivas. Cabe alertar. sem prejuízo da aplicação das penalidades previstas na legislação tributária. no que couber. bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações Técnicas e Comunicados Técnicos. e NBC T 10.

As receitas de doações. deve ser transferido para a conta Patrimônio Social. publicada no Boletim IOB nº 22/2000. as subvenções e as contribuições para custeio são contabilizadas em contas de receita. reproduzimos a tabela a seguir. As entidades sem fins lucrativos devem constituir provisão em montante suficiente para cobrir as perdas esperadas. inclusive as arrecadadas na constituição da entidade. pág. Erros de soma por inversão . são contabilizadas no patrimônio social. Para auxiliar na localização de tais diferenças. as subvenções e as contribuições patrimoniais. As doações. O valor do superávit ou do déficit do exercício deve ser registrado na conta Superávit ou Déficit do Exercício enquanto não aprovado pela assembléia dos associados e. 11. e baixar os valores prescritos. com base em estimativas de seus prováveis valores de realização. Caderno Temática Contábil e Balanços: Números Invertidos 09 18 Valor da diferença 01/10 12/21 23/32 34/43 45/54 56/65 67/76 78/87 89/98 02/20 13/31 24/42 35/53 46/64 57/75 68/86 79/97 - . As doações. respeitando-se os Princípios Fundamentais de Contabilidade.Como localizar Publicado em 02/12/2004 08:34 Muitas daquelas pequenas diferenças que atormentam os profissionais de contabilidade na hora de conciliar o saldo de uma conta ou de fechar um balanço são originadas de erros de soma por inversão de números. incobráveis e anistiados. após a sua aprovação.Entidades Sindicais e Associações de Classe. em especial os Princípios da Oportunidade e da Competência. subvenções e contribuições para custeio ou investimento devem ser registradas mediante documento hábil. As receitas e as despesas devem ser reconhecidas mensalmente.

caberá à autoridade administrativa a prova da inveracidade dos fatos nela registrados. borrões. • em ordem cronológica de dia. exceto nos casos em que a lei. • em forma contábil. por disposição especial. . • sem espaços em branco. segundo sua natureza ou assim definidos em preceitos legais (art. 924 e 925 do RIR/99). mês e ano. rasuras. Critérios Gerais de Escrituração Contábil Publicado em 27/10/2004 08:23 Conforme dispõem a Resolução nº 563/1983 (subitem 2. emendas ou transporte para as margens. a escrituração deve ser executada: • em idioma e moeda corrente nacionais. entrelinhas.1.27 36 45 54 63 72 81 03/30 14/41 25/52 36/63 47/74 58/85 69/96 04/40 15/51 26/62 37/73 48/84 59/95 05/50 16/61 27/72 38/83 49/94 06/60 17/71 28/82 39/93 07/70 18/81 29/92 08/80 19/91 09/90 - - - A escrituração faz prova a favor do contribuinte Publicado em 09/07/2003 08:38 A escrituração mantida com observância das disposições legais faz prova a favor do contribuinte dos fatos nela registrados e comprovados por documentos hábeis. Se a escrituração estiver em conformidade com as regras que lhe são aplicáveis. 923 do RIR/99).2) e a Resolução nº 848/1999. atribua ao contribuinte o ônus da prova (arts.

179 e seguintes). e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico (arts. mês e ano. enquanto não ocorrer prescrição ou decadência no tocante aos atos neles consignados. elenco identificador dos códigos/abreviaturas. emendas ou transportes para as margens. A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações. e será efetuada em idioma e moeda corrente nacionais e em forma contábil. o empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa guarda toda a escrituração. borrões. com base na escrituração uniforme de seus livros. São dispensados dessas exigências o pequeno empresário e o empresário rural. É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. deverá constar. aos quais são assegurados tratamentos diferenciados14 (art. em correspondência com a documentação respectiva. na sua falta.• com base em documentos de origem externa ou interna ou. . correspondência e mais papéis concernentes à sua atividade. por ordem cronológica de dia. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos. A escrituração ficará sob a responsabilidade de contabilista legalmente habilitado. sem intervalos em branco. Dessa forma. do livro Diário ou de registro especial re-vestido das formalidades extrínsecas. 970). 1. salvo se nenhum houver na localidade. nem entrelinhas. Nesse caso. Escrituração – Novo Código Civil Publicado em 02/03/2004 09:45 Determina o novo Código Civil que o empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade. mecanizado ou não. rasuras. desde que permanentes e uniformes.

Todavia. Não cabe ao Fisco opinar sobre processos de escrituração. nesse caso. sem intervalos em branco nem entrelinhas. Para efeitos fiscais. junto com o titular da empresa individual. os quais só ficarão sujeitos à impugnação quando estiverem em desacordo com as normas e os padrões de contabilidade geralmente aceitos ou se puderem levar a um resultado diferente do legítimo. • a forma de escriturar suas operações é de livre escolha de cada empresa. mês e ano. sócios-gerentes ou administradores da pessoa jurídica. em idioma e moeda corrente nacionais. que deverá assinar. por ordem cronológica de dia. as demonstrações financeiras obrigatórias (Balanço Patrimonial. nas localidades em que não houver contabilista qualificado. 268 e 819 do RIR/99).Regras básicas da escrituração Publicado em 01/03/2004 10:17 A escrituração deve ser completa.Conservação de livros e documentos Publicado em 07/04/2005 10:03 Sobre a conservação de livros e documentos de escrituração comercial e fiscal. em forma mercantil. com a indicação do seu número de registro no Conselho Regional de Contabilidade. a designação de pessoa não qualificada não eximirá o contribuinte da sua responsabilidade pela escrituração (arts. nos termos da legislação específica. desde que obedecidos os princípios e as técnicas ditados pela contabilidade. Demonstração do Resultado do Exercício e Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados). Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Escrituração comercial . emendas e transporte para as margens. o art. Responsabilidade pela Escrituração Publicado em 13/09/2001 08:09 A escrituração da pessoa jurídica tributada com base no lucro real deve ficar sob a responsabilidade de profissional qualificado (contador ou técnico em contabilidade). borraduras. a escrituração contábil pode ficar a cargo do próprio contribuinte ou de pessoa por ele designada. 264 do RIR/1999 dispõe que: . rasuras. Observe-se que: • os registros contábeis devem estar lastreados em documentos hábeis segundo a sua natureza ou assim definidos em preceitos legais. com individuação e clareza.

livros.Critérios gerais de execução Publicado em 21/12/2004 08:47 . mecânica ou tipograficamente. dentro de 48 horas. 255 e 263 do RIR/1999): a) as folhas impressas deverão ser numeradas. aviso concernente ao fato e deste fará minuciosa informação. a pessoa jurídica fará publicar. d) os comprovantes da escrituração da pessoa jurídica. ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou passam vir a modificar sua situação patrimonial. documentos e papéis relativos a sua atividade. documentos ou papéis de interesse da escrituração. Escrituração contábil . remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurísdição.Processamento eletrônico de dados Publicado em 18/08/2004 09:27 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados. b) ocorrendo extravio. serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios. em ordem seqüencial. seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação.a) a pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. ao órgão competente do Registro do Comércio. c) a legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de cumprida a exigência referida na letra "b". em formulários contínuos. enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. quando exigida essa formalidade. b) após o processamento. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. Escrituração comercial e fiscal . relativos a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros. fichas. os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro. deterioração ou destruição de livros. observado o seguinte (arts.

deve constar do livro Diário ou de registro especial revestido das formalidades extrínsecas elenco identificador dos códigos/abreviaturas. e b) após o processamento. A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos. emendas ou transportes para as margens. com as alterações promovidas pelas Resoluções CFC nºs 790/1995 e 848/1999) SIMPLES – Dispensa da escrituração contábil . Nota O livro Diário. rasuras. c) em ordem cronológica de dia. 255. 263 e 269 do RIR/1999. subitem 2. mecânica ou tipograficamente. desde que permanentes e uniformes. b) em forma contábil. d) com ausência de espaços em branco.A escrituração contábil deve ser executada: a) em idioma e moeda corrente nacionais. É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos.2 da Resolução CFC nº 563/1983. os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro. quando exigida essa formalidade. na sua falta. assim como os demais livros comerciais e fiscais escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados deverá ser apresentado em formulários contínuos. entrelinhas. e e) com base em documentos de origem externa ou interna ou. seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação. (Arts. borrões.1. Nesse caso. mês e ano. observando que: a) as folhas impressas deverão ser numeradas em ordem seqüencial.

1 . rasuras. mecanizado ou eletrônico. no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término de cada anocalendário. entrelinhas.2 . b) Livro de Registro de Inventário. Segue teor da norma: ―NBC-T 2 . d) com ausência de espaços em branco.1.1 .Publicado em 08/11/2001 08:11 A microempresa e a empresa de pequeno porte.1. emendas ou . com alterações promovidas pelas Resoluções CFC nº 790/1995 e nº 848/1999.A entidade deve manter um sistema de escrituração uniforme dos seus atos e fatos administrativos por meio de processo manual. 2. borrões. Formalidades da Escrituração Contábil Publicado em 23/07/2004 08:49 A escrituração contábil das empresas foi normatizada por meio da Resolução CFC nº 563/1983. estão dispensadas da escrituração contábil desde que mantenham em boa ordem e guarda e enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes: a) Livro Caixa. optantes pelo SIMPLES.A escrituração será executada: a) em idioma e moeda corrente nacionais. no qual deverá estar escriturada toda a sua movimentação financeira. c) em ordem cronológica de dia.Das Formalidades da Escrituração Contábil 2. b) em forma contábil. c) Todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração dos livros fiscais referidos nas letras ―a‖ e ―b‖ acima. mês e ano. que aprovaram a NBC-T 2. inclusive bancária.Da Escrituração Contábil NBCT 2.

1.4 . deverá ser adotado o registro ―Balancetes Diários e Balanços‖.1 . devendo constar.5.2. observadas as peculiaridades da sua função.transporte para as margens. todas as operações ocorridas. b) a escrituração resumida ou sintética do ―Diário‖. contratuais ou estatutárias.1.1. clareza e referência ao documento probante. análises e mapas demonstrativos e demonstrações contábeis são de atribuição e responsabilidade exclusivas de contabilista legalmente habilitado. em ordem cronológica. 2. 2.Admite-se o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos.Observado o disposto na caput. 2.O ―Diário‖ e o ―Razão‖ constituem os registros permanentes da entidade. no ―Diário‖ ou em registro especial revestido das formalidades extrínsecas.Quando o ―Diário‖ e o ―Razão‖ forem feitos por processo que utilize fichas ou folhas soltas.2 . desde que haja escrituração analítica lançada em registros auxiliares. em elementos que comprovem ou evidenciem fatos e a prática de atos administrativos. na sua falta. Igual procedimento será adotado quanto às Demonstrações Contábeis elaboradas por força de disposições legais.5.A escrituração contábil e a emissão de relatórios. peças. 2.1. devem obedecer aos preceitos gerais da escrituração contábil. Os registros auxiliares quando adotados. e) com base em documentos de origem externa ou interna. 2.5.3 . admite-se: a) a escrituração do ―Diário‖ por meio de partidas mensais. 2. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade. incluídas as de natureza aleatória.2 .O Balanço e demais Demonstrações Contábeis de encerramento de exercício serão transcritos no ―Diário‖. 2.1. com individuação.1. ou. em elenco identificador. com valores totais que não excedam a operações de um mês.A terminologia utilizada deverá expressar o verdadeiro significado das transações. desde que permanentes e uniformes. No ―Diário‖ serão lançadas.1 .1. .2. e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais.

5.‖ Escrituração contábil . mês e ano. Os erros cometidos serão corrigidos por meio de lançamentos de estorno. 2. análises e mapas demonstrativos e demonstrações contábeis são de atribuição e responsabilidade exclusiva de Contabilista legalmente habilitado. serão destacados e encadernados em forma de livro. devendo ser observados métodos e critérios contábeis uniformes no tempo. com obediência às disposições legais pertinentes e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos (Princípios Fundamentais de Contabilidade). Os registros contábeis que forem necessários para a observância de preceitos da lei tributária. como elemento integrante. 177 da Lei nº 6.O livro Diário será registrado no Registro Público competente.1. borraduras. numerados mecânica ou tipograficamente. a consignação expressa.No caso de a entidade adotar para sua escrituração contábil o processo eletrônico. peças. art. Essas disposições a respeito de métodos e critérios de escrituração contábil constam dos seguintes dispositivos legais: art. As mutações patrimoniais serão registradas segundo o regime de competência. Os registros devem ser feitos com individuação e clareza. em idioma e moeda corrente nacionais.1.4 . das características principais dos documentos ou papéis que lhe deram origem. 2º do Decreto nº 64.5. e das . 2º do Decreto-lei nº 486/1969. serão feitos apenas no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). A escrituração contábil e a emissão de relatórios. art.567/1969. por sua natureza exclusivamente fiscal. emendas ou transporte para as margens. relativos à determinação do lucro real. rasuras. os formulários contínuos. por ordem cronológica de dia. de acordo com a legislação vigente. no lançamento. arts.2. constar da escrituração comercial ou forem diferentes dos lançamentos dessa escrituração.3 . Na escrituração comercial é admitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas. desde que estes constem de livro próprio. em forma mercantil.Síntese dos métodos e critérios previstos legalmente Publicado em 03/11/2004 08:49 A escrituração contábil deverá ser mantida em registros permanentes.404/1976. quando não devam. revestidos das formalidades a que estão sujeitos os livros comerciais. A individuação da escrituração compreende. sem intervalos em branco nem entrelinhas. 251 a 274 do RIR/1999.

Técnica (NBC T) 2. as demonstrações contábeis. que mostra todos os valores lançados a débito (lado esquerdo do ―T‖) e/ou a crédito (lado direito) da conta num determinado período. dia a dia. esse livro pode ser: a) o próprio livro Diário. Nota O ―Razonete‖ (ou ―Conta T‖) é uma representação gráfica e resumida do livro Razão. o livro Razão reflete exatamente aquilo que foi lançado no livro Diário. 790/1995 e 848/1999. no fecho do conjunto. desde que estes constem de livro próprio. . b) o Livro Razão é o livro (ou fichas) utilizado para resumir e totalizar. do RIR/1999). Escrituração de livros comerciais Publicado em 08/12/2003 09:07 A escrituração comercial deve seguir ordem uniforme. mas de forma individualizada (por conta ou subconta). Contabilidade .Escrituração contábil . que tratam da Norma Brasileira de Contabilidade . como fecho. desde que revestido das formalidades legais (registro e autenticação).1 . ou seja. os lançamentos efetuados no livro Diário. necessariamente.―Das Formalidades da Escrituração Contábil‖. Nele devem ser lançados. no encerramento do período-base.Uso de códigos e abreviaturas Publicado em 21/10/2005 09:14 Na escrituração contábil é permitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas. c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos. utilizada basicamente para fins didáticos. que deverá conter. com a utilização de livros e papéis adequados. as demonstrações contábeis. quando neles estiverem incluídas. no caso de empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. d) o livro utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. 269. De acordo com o PN CST nº 11/1985. todos os atos ou operações da atividade que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica. com o emprego de fichas soltas ou formulários contínuos que não incluam.Resoluções CFC nºs 563/1983. por conta ou subconta. cujos número e espécie ficam a critério da empresa. revestido das formalidades de registro e autenticação (art. a transcrição das demonstrações contábeis. cabendo observar que: a) o Livro Diário é o registro básico de toda a escrituração contábil. b) o mesmo livro específico que for adotado para a inscrição das demonstrações contábeis. § 1º.

Por outro lado. a demonstração do lucro real a ser transcrita no Lalur deverá ser elaborada de acordo com o modelo aprovado pela IN SRF nº 28/78. com relação a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento. as demonstrações financeiras deverão ser elaboradas em conformidade com o que dispõe a Lei nº 6. por força da legislação em vigor.1 da NBC-T-2 . se for devedor. assim como a Legislação Comercial e as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). ou no lado direito. desde que a mesma seja mantida em registros permanentes com obediência aos preceitos da legislação comercial e fiscal e aos Princípios Fundamentais de Contabilidade. admite a escrituração resumida do livro Diário por totais que não excedam ao período de um mês. se credor). desde que utilizados livros auxiliares para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. conforme determinado pelo Decreto-lei nº 1. e registre as mutações patrimoniais segundo o regime de competência.Livre escolha do contribuinte Publicado em 01/10/2003 15:28 É livre a forma de escrituração do livro diário. obrigação esta estendida a toda pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real.Da Escrituração Contábil) Escrituração do Livro Diário . d) outros livros auxiliares: há outros livros auxiliares da escrituração mercantil utilizados de acordo com as necessidades de controle da empresa. tais como os livros Caixa (que registra a movimentação de numerário – recebimentos e pagamentos – da empresa) e Conta-Corrente (que registra a movimentação bancária).Escrituração do Diário por partidas mensais Publicado em 23/03/2005 09:16 A legislação do Imposto de Renda. Resolução CFC nº 563/1982 e item 2.5. c) Livro Registro de Duplicatas: a escrituração desse livro é obrigatória caso a empresa realize vendas a prazo com emissão de duplicatas.404/76. 274 do RIR/99). § 1º. 258. (Art. observando-se métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo. Todavia. Escrituração do Livro Diário pode ser mensal .1.além do respectivo saldo (indicado no lado esquerdo.598/77 (Art. do RIR/1999. Contabilidade .

Publicado em 23/08/2001 11:08 De acordo com o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 258 do RIR/99, é admitida a escrituração resumida do Diário, por totais que não excedam o período de um mês, relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento, desde que utilizados livros auxiliares (devidamente autenticados na forma prevista para o Diário) para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. Neste caso, nos lançamentos resumidos Diário deverão ser feitas referências às páginas dos livros auxiliares (ou fichas que os substituírem) onde operações estejam registradas de forma individualizada.

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Escrituração do Livro Registro de Inventário Publicado em 01/08/2002 10:08 O Registro de Inventário destina-se ao arrolamento das mercadorias, dos produtos manufaturados, das matérias-primas, dos produtos em fabricação e dos bens em almoxarifado existentes na data do balanço patrimonial levantado ao fim de cada período de apuração. Deverão ser escriturados também nesse livro os estoques existentes no encerramento de período de apuração em virtude de fusão, incorporação ou cisão. Assim, as empresas tributadas com base no lucro real estão obrigadas a registrar no livro Registro de Inventário os estoques existentes ao final de cada trimestre (31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro), se apurarem o lucro real trimestralmente, ou em 31 de dezembro, caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa (arts. 220 e 221 do RIR/99), observando-se que as empresas optantes pelo pagamento mensal do imposto por estimativa que levantarem balanços ou balancetes durante o ano, para efeito de suspensão ou redução do pagamento mensal do imposto, embora devam levantar e avaliar os estoques existentes na data desses balanços ou balancetes, estão dispensadas da escrituração do livro Registro de Inventário nessas ocasiões. As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido e as optantes pelo SIMPLES também estão obrigadas a registrar no livro Registro de Inventário os estoques existentes em 31 de dezembro de cada ano-calendário. (IN SRF nº 93/97, art. 12, § 3º, e arts. 190, parágrafo único, II, e 527, II, do RIR/99)

Escrituração eletrônica Publicado em 06/11/2003 09:10 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados, em formulários contínuos, observado o seguinte (arts. 255 e 263 do RIR/99):

a) as folhas impressas deverão ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente; b) após o processamento, os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro, seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação, quando exigida essa formalidade.

Contabilidade - Escrituração eletrônica - Documentos digitalizados Publicado em 30/06/2005 10:22 Os documentos em papel podem ser digitalizados e armazenados em meio eletrônico ou magnético, desde que assinados e autenticados, conforme segue: a) Os documentos digitalizados devem ser assinados pela pessoa física ou jurídica responsável pelo processo de digitalização, pelo contabilista responsável e pelo empresário ou sociedade empresária, que utilizarão certificado digital expedido por entidade devidamente credenciada pela ICP - Brasil; e b) Os documentos digitalizados, com assinatura digital de contabilista, do empresário ou da sociedade empresária e da pessoa física ou jurídica responsável pelo processo de digitalização, devem ser apresentados aos serviços notariais para autenticação nos termos da lei. (Resolução CFC nº 1.020/2005)

Escrituração mecanizada ou eletrônica - Transcrição das Demonstrações Financeiras Publicado em 17/09/2004 08:51 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/1985, item 6, as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sistema eletrônico de processamento de dados, empregando formulários contínuos, folhas soltas ou cartões, cujas fichas são encerradas sem conter, como fecho, a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. 274 do RIR/1999, estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações, devidamente registrado e autenticado, não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. Porém, se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas, devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente, com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam, com número de ordem e de folhas

escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa, esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional, desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio. Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados, desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e, após a escrituração, sejam encadernadas em forma de livro, o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente, satisfeitas as demais exigências contidas na IN DNRC nº 65/1997.

Escrituração por processamento eletrônico de dados Publicado em 16/06/2003 09:09 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados, em formulários contínuos, observado o seguinte (arts. 255 e 263 do RIR/99): a) as folhas impressas deverão ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente; b) após o processamento, os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro, seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação, quando exigida essa formalidade.

Contabilidade - Escrituração resumida do Livro Diário - Permissão Publicado em 12/04/2005 09:06 No Livro Diário deverão ser lançados, dia a dia, os atos ou operações da atividade mercantil, bem como os que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial do contribuinte. Entretanto, relativamente a determinadas contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento, admite-se a escrituração do Livro Diário por totais que não excedam a um mês, desde que utilizados livros auxiliares para registro individual dessas operações, como, entre outros, os livros Caixa, Registros de Entrada e de Saída de Mercadorias, Registro de Duplicatas etc., os quais, nessa hipótese, tornamse obrigatórios. Nesses casos, transportar-se-ão para o livro Diário somente os totais mensais, fazendose referência às páginas em que as operações se encontrem lançadas nos livros auxiliares, que deverão encontrar-se devidamente registrados, permanecendo a obrigação de serem conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação,

observado, ainda, o regime de competência. (Art. 258, § 1º, do RIR/1999 e PN CST nº 127/1975)

Avaliação de Estoque – Custeio por absorção Publicado em 07/07/2003 10:26 As legislações societária e fiscal, assim como os princípios fundamentais de contabilidade, exigem a avaliação do estoque de produtos (acabados e em elaboração), nas empresas industriais, com base no chamado Custeio por Absorção. Em síntese, Custeio por Absorção significa a apropriação aos produtos elaborados pela empresa de todos os custos incorridos no processo de fabricação, quer estejam diretamente vinculados ao produto (matérias-primas, mão-de-obra direta e materiais diretos ou componentes), quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente, isto é, mediante rateios. O segundo grupo de custos (custos indiretos) compreende os chamados gastos gerais de fabricação.

Avaliação de estoques das empresas optantes pelo lucro presumido e pelo SIMPLES Publicado em 13/11/2001 08:11 As pessoas jurídicas tributadas pelo Imposto de Renda com base no lucro presumido, bem como as microempresas e as empresas de pequeno porte que optaram pelo regime tributário do SIMPLES ficam obrigadas a proceder, em 31 de dezembro de cada anocalendário, ao levantamento e à avaliação dos estoques, tendo em vista que a lei lhes impõe o dever de escriturar, nessa data, o livro Registro de Inventário (art. 190, II, e art. 527, II, do RIR/99).

Avaliação dos estoques de produtos com base em contabilidade de custos Publicado em 06/05/2003 08:25 O § 1º do art. 294 do RIR/99, dispõe que a empresa industrial que mantiver sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração poderá utilizar os custos apurados contabilmente para avaliação dos estoques de produtos acabados e em elaboração. Considera-se sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração aquele que, cumulativamente: a) seja apoiado em valores originados da escrituração contábil (matéria-prima, mão-de-

obra

direta

e

gastos

gerais

de

fabricação);

b) permita a determinação contábil, ao fim de cada mês, do valor dos estoques de matérias-primas e outros materiais, produtos em elaboração e produtos acabados; c) seja apoiado em livros auxiliares, ou fichas, ou formulários contínuos, ou mapas de apropriação ou rateio, tido em boa guarda e de registros coincidentes com aqueles constantes da escrituração principal; d) permita avaliar os estoques existentes na data de encerramento do período de apropriação de resultados segundo os custos efetivamente incorridos. Os lançamentos contábeis de custos poderão ser feitos mensalmente ou em períodos menores, desde que apoiados em comprovantes e demonstrativos adequados.

Contabilidade - Divergências entre o estoque físico e o contábil - Regularização Publicado em 30/03/2005 09:17 Eventualmente, pode ocorrer que o volume dos estoques registrados na escrituração contábil da pessoa jurídica e aquele apurado mediante inventário físico apresentem divergências. Na contabilidade, a regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil é efetuada mediante registro a débito ou a crédito da conta de Estoques, conforme sejam apuradas faltas ou sobras, respectivamente. Na maioria das vezes, tais divergências, além de serem pouco significativas, são decorrentes de erros no registro da movimentação dos estoques e, desse modo, o lançamento relativo ao ajuste terá como contrapartida a conta de Custo das Mercadorias Vendidas. Pode ocorrer, todavia, que sejam de grande monta as faltas detectadas no confronto entre os saldos apurados no inventário físico e aqueles registrados nas fichas de estoque (e conseqüentemente na escrituração contábil). Nesse caso, é de se supor que as divergências sejam decorrentes de eventos não relacionados com as operações normais da empresa, ou seja, que provenham de furto, roubo, desvio etc. Se confirmada tal suspeita, a contrapartida do ajuste dos saldos dos estoques deverá ser registrada como Despesa Não-Operacional (numa conta intitulada ―Perdas por Faltas no Inventário‖, por exemplo).

Levantamento e avaliação dos estoques Publicado em 05/11/2003 13:54 A pessoa jurídica deverá promover o levantamento e a avaliação dos seus estoques ao final de cada período-base de apuração do imposto (trimestral ou anual). Observe-se que a escrituração do livro de Inventário deverá obedecer à mesma

periodicidade (art. 292 do RIR/99).

do

levantamento

físico

dos

estoques.

Quebras ou Perdas de estoque – Imputação ao custo de produção Publicado em 09/05/2003 09:43 A legislação do Imposto de Renda dispõe que integrará também o custo de produção de bens ou serviços o valor: I – das quebras e perdas razoáveis, de acordo com a natureza dobem e da atividade, ocorridas na fabricação, no transporte e no manuseio; II – das quebras ou perdas de estoque por deterioração ou obsolescência ou pela ocorrência de riscos não cobertos por seguros, desde que comprovadas: a) por laudo ou certificado de autoridade sanitária ou de segurança que especifique e identifique as quantidades destruídas ou inutilizadas e as razões da providência; b) por certificado de autoridade competente, nos casos de incêndios, inundações ou outros eventos semelhantes; c) mediante laudo de autoridade fiscal chamada a certificar a destruição de bens obsoletos, invendáveis ou danificados, quando não houver valor residual apurável.

Registro permanente de estoques - Escrituração Publicado em 10/05/2004 09:18 O registro permanente de estoques pode ser feito em livros, fichas ou formulários contínuos emitidos por sistema de processamento de dados, cujos modelos são de livre escolha da empresa.

Para cada espécie de bem estocado deve ser aberta ficha própria (ou página do livro, se for o caso), na qual as entradas e as saídas serão registradas em ordem cronológica.

O custo das mercadorias vendidas ou das matérias-primas utilizadas na produção deverá corresponder à soma dos valores lançados durante o período de apuração de resultado na coluna ―Saídas‖. Sublinhe-se que:

a) no registro de estoque de matérias-primas, as saídas são lançadas com base nas requisições de materiais transferidos para a produção; b) nos casos de devolução de mercadorias ao fornecedor ou de recebimento de devolução de clientes, ocorridos após terem sido efetuados os registros de entrada ou de saída, respectivamente, na ficha de estoque, devem ser observados os seguintes procedimentos:

b.1) as devoluções ao fornecedor são lançadas na ficha de estoque na coluna ―Entradas‖, negativamente (entre parênteses), e não na coluna ―Saídas‖;

b.2) as devoluções recebidas de clientes são lançadas na coluna ―Saídas‖, também negativamente.

c) o valor da devolução ao fornecedor será o mesmo pelo qual houver sido registrada a compra das mercadorias devolvidas;

d) o valor da devolução de cliente será aquele pelo qual foi registrada a respectiva saída, sendo irrelevante o preço médio (se adotado esse critério de avaliação de estoque) vigente na data do registro da devolução;

e) o livro ou as fichas de estoque não necessitam ser autenticados, mas os respectivos registros deverão ser mantidos em boa guarda durante o prazo prescricional aplicável ao Imposto de Renda, para eventual exibição aos agentes do Fisco;

Estrutura do lançamento contábil - Método das partidas dobradas Publicado em 17/02/2005 07:41 Lançamento contábil é a forma como a Contabilidade registra os fatos que afetam (ou que possam vir a afetar) o patrimônio da empresa. A estrutura do lançamento tem por alicerce o secular método das "partidas dobradas", segundo o qual todo débito corresponde a um crédito de mesmo valor, ou seja: em todo lançamento contábil são utilizadas no mínimo duas contas - uma para débito, outra para crédito do mesmo valor. Dissemos "no mínimo" porque há inúmeros casos em que o lançamento contém, por exemplo, uma conta a débito e duas a crédito.

... no Passivo... a soma das duas contas creditadas será sempre exatamente igual ao valor lançado na conta debitada.....70 (+) Crédito na conta ―C‖ no valor de......30 100 3) Duas contas a débito e uma conta a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de. Por exemplo: a conta de depreciação acumulada é classificada no Ativo......... na Contabilidade...100 Crédito na conta ―B‖ no valor de... o total do Ativo é sempre igual ao total do Passivo. aquelas que têm saldo credor... no Balanço Patrimonial. que são as chamadas "contas redutoras"........ mas seu saldo é credor.... as de receita. contas que têm saldo devedor........ basicamente.. classificam-se...100 Crédito na conta ―B‖ no valor de.. Conseqüentemente... porque ela reduz o valor do Imobilizado ao qual se refere. nesse caso...20 (+) Débito na conta ―B‖ no valor de................... As contas de despesa são debitadas.. No Ativo..... Há exceções.. a soma de todos os valores debitados é sempre igual à soma de todos os valores creditados. creditadas.... se em determinado período a diferença entre receitas e despesas for: . Exemplificando 1) Uma conta a débito e uma conta a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de..100 2) Uma conta a débito e duas contas a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de.......Mas. 100 100 O método das partidas dobradas é a razão pela qual. E é também por isso que...........80 Crédito na conta ―C‖ no valor de ...........

Contabilidade . a exaustão se relaciona com a perda de valor dos bens ou direitos do ativo. III. liquidar uma empresa é realizar (transformar em dinheiro) o Ativo.404/1976. decorrentes de sua exploração (extração ou aproveitamento).) estabelece que o liquidante deve elaborar de imediato o balanço patrimonial da companhia. saldar as obrigações com terceiros (Passivo) e restituir aos sócios a parte que cabe a cada um no Patrimônio Líquido remanescente. § 2º. o resultado será prejuízo (saldo devedor).404/1976.Exaustão . art. art.Classificação contábil Publicado em 06/04/2005 11:00 Exaurir significa esgotar completamente. • devedora (despesas maiores do que as receitas). No balanço. os direitos serão classificados no ativo imobilizado e deverão ser avaliados pelo custo de aquisição. ou pelo juiz. quando corresponder à perda do valor decorrente da sua exploração. deduzido do saldo da respectiva conta de exaustão acumulada (Lei nº 6. ou bens aplicados nessa exploração (Lei nº 6. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. Contabilidade .103. V). ao longo do tempo.Extinção de sociedades Publicado em 27/10/2005 08:32 Contabilmente. no caso de a liquidação ser deliberada em assembléia. é necessário o levantamento de inventário e de um balanço de início de liquidação nos 15 dias imediatos à nomeação do liquidante (art.• credora (receitas maiores do que as despesas).404/1976 (Lei das S/A. 1. O balanço levantado servirá de ponto de partida para a liquidação.Novo Código Civil). .geral. Nas sociedades anônimas. Em termos contábeis. da Lei nº 10. 183. III. É preciso que os sócios tenham informações adequadas sobre a situação patrimonial da empresa no momento em que decidirem dissolver a sociedade. o art. em prazo não superior ao fixado pela assembléia. A diminuição de valor dos elementos do ativo imobilizado será registrada periodicamente nas contas de exaustão. Para tanto. "c"). 183.406/2002 . o resultado será lucro (saldo credor). 210. do da Lei nº 6.

em . c) com ausência de espaços em branco. a diferença entre o valor de face e o valor de venda da duplicata à empresa de factoring deve ser computada pela empresa faturizada como despesa operacional na data da transação. do RIR/99). §§ 1º e 2º.Falta de documentação idônea . fichas. Desse modo. A legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de observado o disposto acima. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição. a receita obtida pelas empresas de factoring. documentos ou papéis de interesse da escrituração. representada pela diferença entre a importância expressa no título de crédito adquirido e o valor pago. Factoring – Registro contábil Publicado em 05/06/2003 09:51 Nos termos do Ato Declaratório Normativo Cosit nº 51/94. aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação. entrelinhas. Contabilidade . 264. a pessoa jurídica fará publicar. b) em ordem cronológica de dia. do RIR/99 (pro rata tempore nos períodos-base a que competirem). borrões. nas operações de factoring não se cogita da apropriação dos encargos correspondentes nos termos estabelecidos pelo art. I. d) com base em documentos de origem externa ou interna ou. 374. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. dentro de 48 horas.Procedimentos para legalização Publicado em 06/07/2004 08:14 Ocorrendo extravio. para efeito de apuração do lucro líquido do período-base. também deve ser reconhecida na data da operação. (Art. ao órgão competente do Registro do Comércio.1): a) em idioma e moeda corrente nacionais. na sua falta. deterioração ou destruição de livros. rasuras. mês e ano.Impossibilidade de registro contábil Publicado em 08/04/2005 09:52 Lembramos que a escrituração contábil será executada (Normas Brasileiras de Contabilidade T-2.Extravio de documentos . Ainda de acordo com o citado Ato Declaratório. emendas ou transportes para as margens.

no momento da efetivação das operações de venda de mercadorias. da prestação de serviços e de quaisquer outras operações (art. mas não há a correspondente entrada de qualquer outro bem. apuradas em procedimento fiscal. o Caixa da empresa aumenta em 100 (pelo recebimento do valor correspondente ao preço). 283 do RIR/99). não forem emitidos nota fiscal. mas aumenta o valor de seu estoque. por 100. locação de bens móveis e imóveis ou quaisquer outras transações realizadas com bens ou serviços. recibo ou documento equivalente. em decorrência da entrada da mercadoria. 284 do RIR/1999). para efeito de determinação da base de cálculo sujeita à incidência do imposto. operações de alienação de bens móveis. pela mesma importância. o que representa uma diminuição do patrimônio. Atente-se que. correspondentes ao movimento diário das vendas. que podem ser: a) Modificativos: aqueles que efetivamente modificam o valor do patrimônio líquido. ao mesmo tempo. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Fatos contábeis – Classificação Publicado em 31/03/2004 10:12 A Contabilidade registra uma série de fatos. tomando por base as receitas. na hipótese de a empresa não ter documentação idônea da operação.elementos que comprovem ou evidenciem fatos e a prática de atos administrativos. arbitrar a receita do contribuinte. diminuem suas disponibilidades em Caixa. inclusive ganhos de capital. há uma saída de dinheiro do Caixa. e c) Mistos: aqueles. permutativos e modificativos. Nesse caso. prestação de serviços. Falta de emissão de nota fiscal caracteriza omissão de receita Publicado em 01/10/2001 09:10 Fica caracterizada a omissão de receita ou de rendimentos. Por exemplo: quando a empresa adquire mercadoria à vista. Por exemplo: venda à vista. ou se forem emitidos com valor inferior ao da operação (art. Dessa forma. a autoridade tributária poderá. Por exemplo: quando a empresa paga uma despesa à vista. sem alterar o valor do patrimônio. de uma mercadoria adquirida por 80. não será possível efetuar o registro contábil. o estoque diminui em 80 (que representa o valor da mercadoria vendida) e há um lucro de 20 (diferença entre o valor da venda e o valor de custo da mercadoria). se. b) Permutativos: aqueles que apenas modificam os saldos das contas patrimoniais. se for verificada omissão de receita. .

caso este não a cumpra. as férias antecipadas devem ser registradas a débito da conta ―Adiantamento de Férias‖ (Ativo Circulante) e a crédito de Disponibilidade (Ativo Circulante). quando ocorrer a entrega efetiva da mercadoria. Férias antecipadas . ou seja. Por outro lado.Reconhecimento da receita Publicado em 23/07/2003 08:39 Na operação considerada faturamento antecipado. a receita de vendas será reconhecida contabilmente em conta de resultado. aquela em que a empresa vendedora emite nota fiscal e fatura de mercadoria que ainda não produziu ou ainda não adquiriu de seu fornecedor. a fiança passa a ter os seguintes aspectos (arts. ainda que sem consentimento do devedor ou contra a sua vontade. uma pessoa garante satisfazer ao credor uma obrigação assumida pelo devedor. a receita de venda será realizada para fins tributários. Fiança – Aspectos gerais Publicado em 17/02/2003 16:26 Com o advento do novo Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.Faturamento Antecipado e Venda para Entrega Futura . no momento em que foi emitido o primeiro documento fiscal. na operação de venda para entrega futura. 827 a 836): a) pelo contrato de fiança. c) pode-se estipular a fiança. assim considerada aquela em que a empresa vende mercadoria já produzida ou adquirida (mercadoria em estoque).406/2002). inclusive para a incidência das contribuições para o PIS e COFINS.Contabilização Publicado em 28/01/2004 09:21 Considerando que a legislação trabalhista não prevê a concessão de férias antes do funcionário completar um ano de trabalho. até mesmo para a incidência das contribuições em questão. continua em poder do vendedor. . e não admite interpretação extensiva. mas que. b) a fiança dar-se-á por escrito. por conveniência ou interesse do comprador.

o termo firma individual somente é pertinente a quem pratica atos de comércio. bem como as alterações do nome empresarial. f) a fiança pode ser de valor inferior ao da obrigação principal e contraída em condições menos onerosas.Procedimentos Publicado em 11/08/2003 08:25 Esclarecemos que Firma Individual é a pessoa física registrada na Junta Comercial como empresário mercantil individual. A exceção estabelecida neste artigo não abrange o caso de mútuo feito a menor. i) e o fiador se tornar insolvente ou incapaz. domiciliada no município onde tenha de prestar a fiança. inclusive as despesas judiciais. 1153. o credor não pode ser obrigado a aceitá-lo se não for pessoa idônea. h) quando alguém houver de oferecer fiador. Portanto. neste caso. e) não sendo limitada. ou for mais onerosa que ela. conforme enunciado da Junta Comercial de São Paulo: 1 ASSINATURA NO REQUERIMENTO DO EMPRESÁRIO O Empresário deverá apresentar cópia autenticada do documento de identidade do signatário para verificação da autenticidade e veracidade da assinatura. não valerá senão até ao limite da obrigação afiançada. quando exceder o valor da dívida. Código Civil. 2 BUSCA DE NOME COMERCIAL A constituição de Empresário. a fiança compreenderá todos os acessórios da dívida principal. observando-se o seguinte. não será demandado senão depois que se fizer certa e líquida a obrigação do principal devedor. Inicialmente deverá ser procedido ao registro na Junta Comercial através do registro de empresário. desde a citação do fiador. art. poderá o credor exigir que seja substituído.d) as dívidas futuras podem ser objeto de fiança. e não possua bens suficientes para cumprir a obrigação. devem .Abertura . mas o fiador. Firma Individual . e. exceto se a nulidade resultar apenas de incapacidade pessoal do devedor. g) as obrigações nulas não são suscetíveis de fiança.

Contabilidade . Código Civil.Contabilista . art. a firma for constituída pelo nome civil abreviado ou à ele for acrescentada designação mais específica de sua pessoa ou atividade. porém. 5 OUTROS ARQUIVAMENTOS – EMPRESÁRIO Também serão objeto de arquivamento o seguintes documentos do Empresário: Nomeação de Gerente por Representante ou Assistente. e) a peculiaridade de tratar-se de cliente eventual. Código Civil. Pacto Antenupcial. habitual ou permanente.br).Fixação do valor dos serviços profissionais Publicado em 17/08/2005 09:03 O contabilista deve fixar previamente o valor dos serviços. art. Sentença de decretação ou homologação de separação judicial. designação mais precisa da sua pessoa ou do gênero de atividade". Sentença de homologação do ato de reconciliação. 942 e 950/2002): a) a relevância. 6 – FIRMA O empresário que adotar firma idêntica ao seu nome. 4 DATA DE INÍCIO DAS ATIVIDADES A data de início de atividade não pode ser anterior à data da lavratura do requerimento. art. com a sua caligrafia. Contrato de Alienação ou arrendamento de estabelecimento. completo ou abreviado. considerados os seguintes elementos (Resoluções CFC nºs 803/1996. . a complexidade e a dificuldade do serviço a executar. Se. b) o tempo que será consumido para a realização do trabalho. usará a sua assinatura.gov. Após a obtenção do registro de empresário. aditando-lhe se quiser. o vulto. Emancipação.estar acompanhadas de Busca de Nome Comercial (Deliberação JUCESP 05/86). Declaração Antenupcial. 967. o empresário deverá assinar. 967. Título de Legado de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade. Código Civil. a firma que usará na prática de atos jurídicos na condição de empresário e esta deverá ser diferente da assinatura de seu nome civil. Título de Herança de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade. c) a possibilidade de ficar impedido da realização de outros serviços.fazenda. 3 COMPOSIÇÃO DO NOME EMPRESARIAL "O empresário opera sob a firma constituída por seu nome. Título de Doação de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade. 1156. deverá ser providenciada a inscrição no CNPJ através do programa CNPJ que pode ser obtido no site da Receita Federal (www. por contrato escrito.receita. d) o resultado lícito favorável que para o contratante advirá com o serviço prestado.

sempre por escrito. dessa forma. mantendo sempre como sua a responsabilidade técnica. com a anuência do cliente. debitando-se a conta de "Duplicatas a Pagar" ou "Fornecedores" pelo valor bruto das duplicatas e. O contabilista pode transferir o contrato de serviços a seu cargo a outro contabilista. e a conta "Descontos Financeiros Obtidos" pelo valor do desc . ou outro título de crédito qualquer. A Contabilização na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. normalmente. no resultado. É vedado ao Contabilista oferecer ou disputar serviços profissionais mediante aviltamento de honorários ou em concorrência desleal. Forma de contabilização dos descontos financeiros Publicado em 02/04/2004 17:30 O desconto financeiro tem como objetivo principal estimular o devedor a quitar o débito com antecedência. transtornos para o credor. irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Concedidos". dentro do grupo de "Despesas Financeiras Líquidas". creditamos a conta "Clientes" ou "Duplicatas a Receber" pelo valor bruto da duplicata. creditando-se a de disponibilidade. dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas. em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto ("Caixa" ou "Bancos Conta Movimento") e a conta de "Descontos Financeiros Concedidos" no resultado pelo valor do desconto.f) o local em que o serviço será prestado. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Obtidos". e. evitando. ainda. O registro contábil do desconto. transferir parcialmente a execução dos serviços a seu cargo a outro contabilista. que sofreu o desembolso. é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata. tanto no aspecto de "liquidez" quanto no burocrático. Normalmente. em contrapartida. A Contabilização na empresa que concede o desconto A empresa que concede o desconto financeiro. em contrapartida. o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo. É admitido. pelo valor da duplicata líquido do desconto. se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de "Receitas Financeiras".

do constante aprendizado das ferramentas de Auditoria e Perícia Contábil. a. Quanto aos documentos de termos variáveis. de acordo com o sistema de escrituração adotado. a. da Sociologia e da Psicologia irão auxiliar o Contador na sua capacidade de identificar padrões de conduta alterada e indícios de distúrbios comuns aos fraudadores. O atual contexto determina que este profissional agregue conhecimentos à sua formação com o objetivo de pensar em novos rumos para prevenção de fraudes contra as empresas. a classificação deve ser feita com absoluta clareza. Caso não o façam. Os documentos de termos constantes podem ser classificados em planilhas próprias. a uma função reduzida na busca do objetivo proposto: garantir a legalidade nas transações entre as empresas e a sociedade. Há três anos. Função do contador na prevenção de fraudes Publicado em 12/09/2003 08:39 O crescente índice de fraudes dentro das empresas e as conseqüências penais e sociais decorrentes obrigam os Contadores a assumir a vanguarda desta discussão. Os estudos de Criminologia. de Sociologia. tais como: a. uma vez que é a partir da classificação que se desenvolvem todas as demais tarefas pertinentes ao setor. de Psicologia e. Isto irá exigir conhecimento das Leis e Códigos Processuais. a de Contador Investigador de Fraudes. os históricos a serem utilizados e os valores correspondentes.Formas de classificação de documentos para fins de registro na contabilidade Publicado em 27/05/2004 15:00 O método pelo qual se procede à classificação dos documentos a serem registrados na contabilidade é de grande importância. Conhecer as Leis e Códigos é também subsidiar aqueles que buscam a verdade no sucesso de suas decisões. elaboradas previamente para atender às finalidades de classificação e de planilhamento simultaneamente.3) relatório de consumo de materiais. Promotores e Advogados para encontrar os meios necessários de identificar a ação de criminosos. Isso servirá de elemento para que as áreas de Recursos Humanos preparem-se melhor para gerenciar colaboradores e para .2) folha de pagamento de pro labore. como os demonstrados a seguir. como categoria profissional. Para agilizar a informação a ser registrada. defendo uma nova especialização na atividade. A continuidade na legalidade delas levará à melhora da saúde para a sociedade. Podemos agrupar os documentos em duas categorias.1) folha de pagamento de salários. a classificação poderá ser efetuada mediante a aposição de carimbo. tais como os que correspondem ao movimento de caixa e ao movimento bancário. estarão correndo o risco. levando-se em conta a freqüência com que eles surgem no dia-a-dia da atividade empresarial: a) documentos de termos constantes. de modo geral. de Criminologia. principalmente. O debate sobre o papel do contador e suas responsabilidades avança para a sua formação e aprimoramento profissional. de modo a traduzir de fato as contas envolvidas. O Contador deve caminhar lado a lado com Juízes. b) documentos de termos variáveis.

penalidades para se prevenir à ação de fraudadores. O valor da informação e a exposição da imagem da empresa estão distantes das demonstrações contábeis. assim como uma série de evidências que circulam ao largo da empresa. correios. recomenda-se observar se o numerário existente em seu poder representa o saldo apontado no boletim de Caixa. Contabilidade .Bancos Conta Movimento (AC) 2) Recomposição do fundo fixo de Caixa (e. autenticações etc. Os pagamentos efetuados com recursos do fundo fixo de Caixa não são lançados diretamente na escrituração contábil.07) no Diário Oficial da União. Periodicamente. dispondo sobre o Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil – FIDES. Por isso. a Sociologia.Caixa . Além disso. a Psicologia.FIDES Publicado em 07/07/2003 13:45 O Conselho Federal de Contabilidade divulgou hoje (07. a Economia e com a Administração. (Gazeta Mercantil) (Marcelo Alcides Carvalho Gomes . Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo com a tese "Uma Contribuição à Prevenção de Fraudes Contra as empresas". seja ela privada ou pública. é necessário determinar como melhor documentar e localizar recursos que teriam sido apropriados indebitamente. Referido Fundo é destinado ao apoio e desenvolvimento de projetos ou ações de interesse da profissão contábil.Doutor em Contabilidade pela Faculdade de Economia. Todo esse conhecimento dará ao Contador Investigador de Fraudes condições de propor alternativas. ao final do dia. tais como refeições. na busca de alternativas de combate e prevenção à fraude. menos justificativas terão para dizer que foram enganados pelos criminosos.Fundo Fixo (AC) C . o fundo fixo de Caixa deve ser recomposto.Fundo fixo de Caixa Publicado em 27/09/2005 09:14 Muitas empresas mantêm um fundo fixo de Caixa destinado ao pagamento de pequenas despesas. Quanto mais souberem sobre fraude e como detectá-la. conduções. Adotado o sistema. prevenindo-se da ação criminosa de seus colaboradores ou de terceiros. de outro. perito investigador de fraudes e sócio-diretor da GBE Peritos & Investigadores Contábeis) Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil . conseqüentemente. Conhecer e aprimorar cada vez mais as ferramentas de auditoria e perícia é uma necessidade que gerará uma contingência para os Contadores. gorjetas. Contador. As instituições deveriam constituir centrais de inteligência capazes de capturar e analisar essas informações. a Resolução nº 968. tais valores serão reconhecidos contabilmente de uma só vez. as importâncias recebidas (em dinheiro ou em cheques) devem ser depositadas em conta bancária diariamente e. de 27 de junho de 2003. Por ocasião da recomposição do fundo fixo. Os lançamentos contábeis relativos à movimentação do fundo fixo serão assim efetuados: 1) Constituição do fundo fixo de Caixa: D . O Contador Investigador de Fraudes será um profissional requisitado e procurado por todo o tipo de entidade. previamente aprovados pelo comitê gestor do FIDES (COFIDES). mas apenas registrados no boletim de Caixa.gerar informações aos bancos de dados de inteligência da empresa. reconhecimento contábil das . de cuja conclusão baseia-se este artigo. trabalhando. O sistema contábil que conhecemos hoje está preocupado com ativos tangíveis e resultados da variação patrimonial destes após algumas transações econômicas financeiras. Isso ocorrerá quando os valores colocados à sua disposição chegarem a níveis mínimos que impossibilitem a cobertura de futuros gastos. de um lado. na formação de dados estratégicos para o desenvolvimento dos seus negócios e. advogo o início do relacionamento da Ciência Contábil com o Direito.

para fins de apuração do lucro real.12.despesas): D . Portanto. . por exemplo. no momento em que a pessoa jurídica fizer a respectiva indicação na declaração de informações correspondente. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 .Momento da contabilização Publicado em 18/05/2005 09:08 A contabilização dos incentivos fiscais. não é apropriada a utilização.95) e creditada pela baixa da respectiva depreciação. e b) em seguida. raramente as empresas (de finalidade lucrativa) se utilizam da classificação de valores a título de fundos. Contabilidade . a qual: a) em primeiro lugar. quando passíveis de movimentação imediata. a nosso ver. inclusive a correção monetária (no caso de bens adquiridos até 31. destinados aos fundos. na conta Investimentos. será feita do seguinte modo: a) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real anual. Em caso de alienação do investimento objeto do referido incentivo. Os fundos são mais peculiares às entidades sem fins lucrativos e representam doações financeiras recebidas. fundo tem a característica de Ativo e não de Passivo ou de retificador do Ativo.Fundos de Investimentos Regionais .Ganho ou Perda de Capital na alienação de bem . vinculadas à aquisição de determinado bem. dos títulos: Fundo de Depreciação e Fundo de Reserva. Esses valores costumam figurar no Ativo de suas demonstrações contábeis como fundos para finalidades específicas. Assim.Apuração Publicado em 14/09/2004 08:47 O ganho ou a perda de capital na alienação do bem são apurados em uma conta de resultado.Fundos . quase sempre temporárias. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . este será considerado indedutível. b) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real trimestral. é debitada pela baixa do custo do bem e seus acréscimos e/ou reavaliações (se houver). cuja disponibilidade não é imediata.Bancos Conta Movimento (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Contabilidade . no momento do depósito de cada parcela. é creditada pela contrapartida do registro do valor obtido na venda do bem (debitado em conta de disponibilidades ou de créditos a receber). deverão ser registrados no Ativo Permanente. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . relativos às aplicações nos Fundos de Investimentos Regionais. se a pessoa jurídica incorrer em prejuízo.Reserva de Incentivos Fiscais.Definição Publicado em 16/06/2004 13:17 Fundos são bens financeiros que figuram no Ativo da empresa e representam disponibilidades.Reserva de Incentivos Fiscais. no Ativo Permanente.Despesas Administrativas (CR) C . amortização ou exaustão acumulada. Na prática. com relação aos valores relativos aos depósitos efetuados em Darf específico. que pode intitular-se ―Ganhos ou Perdas de Capital‖. Os fundos também são constituídos por aplicações financeiras.Questão nº 500) Contabilidade . na conta Investimentos.

Empresa ―X‖ Ltda.00 Valores descontados dos empregados Há empresas que descontam dos salários de seus empregados uma parcela a título de participação nos gastos com convênios de assistência médica. de padrão superior àquele oferecido pela empresa.00 C . sobretudo. Exemplo D .000. os gastos relevantes realizados com a implantação de sistemas e métodos.Gastos de Implantação de Sistemas e Métodos (AD) C . em certas situações. 360 do RIR/1999. exemplificaremos a seguir o registro contábil dos gastos com convênio de assistência médica. Iniciaremos pelo registro da mensalidade devida pela empresa.000. odontológica.000. D . D .Caixa/Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 100.Classificação contábil Publicado em 02/02/2005 09:40 Esses gastos são freqüentemente contabilizados como despesas operacionais. destinados indistintamente a todos os seus empregados e dirigentes são considerados despesas operacionais.00 C . farmacêutica e social.00 Vejamos o registro do pagamento da mensalidade. (Passivo Circulante) 100. devem ser registrados no Ativo Diferido e amortizados durante o período em que a empresa espera produzir tais resultados. D .00 Gastos de implantação de sistemas e métodos .Gastos com convênio de assistência médica . Com base em dados e valores meramente ilustrativos. tendo em vista o conservadorismo e sua grande dificuldade de conexão com os benefícios futuros. representam um gasto que irá abranger diversos exercícios no futuro.Amortização Acumulada . Essa parcela representará uma redução da despesa e será registrada como segue.Empresa ―X‖ Ltda.Salários e Ordenados a Pagar (Passivo Circulante) 100. Nesse caso. Isso ocorre. os gastos realizados pelas empresas com serviços de assistência médica.Gastos de Implantação de Sistemas e Métodos (CR) C .000.000.000. quando o empregado opta por plano diferenciado.00 C . Por conseguinte.Caixa/Bancos/Fornecedores (AC) No momento da amortização: D .Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100. para a organização da empresa. quando abrangerem exercícios futuros.Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100.Registro contábil Publicado em 12/11/2004 09:30 De acordo com o art. (Passivo Circulante) 100.Implantação de Sistemas e Métodos (AD) AD = Ativo Diferido .

e 2º . Gorjetas de fim de ano . tecnologia de produção. . localização etc. mão-de-obra indireta e outros gastos de fabricação. tintas. fidelidade de sua clientela. Departamento de Controle de Qualidade etc. em alguns casos. água. Abrange essa acepção todo o conjunto de fatores que o comerciante tem à sua disposição para exercer sua atividade. transporte. não faz parte fisicamente destes produtos ou. Materiais indiretos Os materiais indiretos são comumente identificados com os produtos específicos com base no formulário de requisição de material. parafusos etc. parte esta composta pelos fatores intangíveis. No entanto. Mão-de-obra indireta Em uma fábrica existem os operários que trabalham diretamente na transformação das matérias-primas em produtos acabados e os que não têm nenhuma interferência física nesse processo. Outros gastos de fabricação Outros gastos de fabricação que representam custos incorridos na industrialização dos produtos. Note que. tais como reputação. clientela. noutras vezes.Dedutibilidade .Considerações Publicado em 08/09/2003 09:55 Os gastos gerais de fabricação estão divididos em materiais indiretos. energia elétrica (luz e força) e fone.empregados dos departamentos que prestam serviços aos departamentos fabris (Departamento de Manutenção.empregados no nível de supervisão dos departamentos fabris. venda ou distribuição.). contratos de exclusividade. Departamento de Laboratório. Nesses casos. conquanto o seu trabalho seja de vital importância para industrialização dos produtos. seguros. Esses últimos representam a mão-de-obra indireta. o custo do controle (maior grau de requinte do sistema de custeio) normalmente é bem superior aos benefícios. Departamento de Almoxarifado. localização. Goodwill (Fundo de Comércio) . incluindo seus estoques. a empresa poderia tornar esses materiais indiretos em diretos por meio de controles adicionais que possibilitassem a medição da sua utilização nos departamentos fabris. entre outros. nome. esses materiais são tratados como gastos gerais de fabricação. então. imposto predial.). ocorre de o valor envolvido ser pequeno. que a ajudam a obter lucros.AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Gastos Gerais de Fabricação . são: materiais de consumo. marcas.. a seguir exemplificada: . aluguéis.Encontramos a expressão algumas vezes abarcando o conjunto de ativos de um comerciante. muitas vezes um material é requisitado para atender a diversos produtos de natureza diferente (lubrificantes. independentemente de serem ou não ativos no conceito contábil. marca etc. dois conceitos diversos: 1º . imóveis.Encontramos a expressão Fundo de Comércio representando apenas parte dos ativos de uma sociedade. entretanto.Conceito Publicado em 12/03/2003 10:16 A expressão Fundo de Comércio tem sido utilizada para significar. A segunda concepção é a que de fato coincide com o conceito de goodwill. alimentação. depreciação. de forma resumida.

Publicado em 21/12/2001 08:12 A legislação do Imposto de Renda estabelece que não são dedutíveis as importâncias declaradas como pagas ou creditadas a título de comissões. Nesse caso. o número do CPF e do RG do beneficiário. b) Passivo Exigível a Longo Prazo: as obrigações da empresa. Sr. enquanto não utilizado para aumento de capital (mediante alteração do Contrato Social). como forma de proporcionar a identificação do beneficiário e a quantificação do valor pago. água. entregadores de jornais e revistas e outros. bonificações. enquanto não-capitalizado. • no caso de sociedades anônimas: o ágio na emissão de ações.01. emita um recibo simplificado. carteiros. e que tenha adotado a sugestão de fazer um recibo simples.00 C . que são contas que registram: • o resultado da correção monetária do capital realizado.). as contas são classificadas do seguinte modo: a) Passivo Circulante: as obrigações da empresa. tributos a pagar. Gorjetas de fim de ano – Registro contábil Publicado em 30/11/2004 08:42 Recomenda-se que. ou seja. etc. o qual estará devidamente assinado pelo beneficiário. bem como as subvenções porventura concedidas pelo Governo. inclusive financiamentos para aquisição de bens e direitos do Ativo Permanente. c) Resultados de Exercícios Futuros: as receitas de exercícios futuros. é recomendável que.1996. . inclusive financiamentos para aquisição de bens e direitos do Ativo Permanente. • as doações eventualmente recebidas pela empresa.00 ao carteiro. o produto da alienação de partes beneficiárias e os bônus de subscrição. o qual deve ser assinado pelo beneficiário da gorjeta e do qual devem constar seu nome e o número de um documento (CPF ou RG). desde que o seu montante seja razoável. vem sendo aceita pelo fisco as despesas realizadas pela empresa com gorjetas de fim de ano. quando não for indicada a operação ou a causa que deu origem ao rendimento e quando o comprovante do pagamento não individualizar o beneficiário do rendimento (art. Exemplo Admitamos que determinada empresa dê uma gratificação de R$ 20. entregadores de jornais. Todavia. cujo vencimento ocorrerá no exercício seguinte (aqui se incluem dívidas com fornecedores de mercadorias.Caixa (Ativo Circulante) 20. gratificações ou semelhantes. a empresa emita um recibo no qual deverá constar a assinatura. e o prêmio recebido na emissão de debêntures.2) as Reservas de Capital. d.1) a conta do Capital Social (que deve discriminar o montante subscrito e. cujo vencimento ocorrerá após o término do exercício seguinte. o registro da gratificação de fim de ano paga ao carteiro será contabilizado como segue: D . José da Silva..Classificação das contas Publicado em 24/05/2005 10:39 No Passivo. aluguel a ser pago. para fins de comprovação junto ao Imposto de Renda. quando a empresa pagar pequenas gratificações a coletores da limpeza pública. Assim..00 Contabilidade . d) Patrimônio Líquido: d. matérias-primas etc. a partir de 1º. observando que foi revogada. ao pagar essas gratificações a carteiros. por dedução. energia elétrica e telefone a pagar etc. a parcela ainda não realizada pelos sócios ou acionistas).Gorjetas e Gratificações de Fim de Ano (Conta de Resultado) 20.Grupos do Passivo . a autorização para que as empresas façam a correção do balanço. 304 do RIR/99). diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes.

também.3) as Reservas de Reavaliação.2003 . Na maioria das empresas. de salas de reuniões e de auditórios para eventos. alimentação de copa. Para tanto. de registro dos componentes e variações patrimoniais e de estruturação das demonstrações contábeis. as contas “Veículos”.6.4) as Reservas de Lucros. é necessário que se saiba. A partir do item 10. Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis. que é a conta que registra os resultados acumulados pela empresa: • ainda não distribuídos ao titular. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. Bens do Imobilizado em construção Publicado em 03/07/2003 08:40 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se. os bens em construção. dormitórios. d. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. motéis. por exemplo. as quais registram os aumentos de valor atribuídos a elementos do Ativo em virtude de novas avaliações feitas pela empresa com base em laudo. Quanto as Demonstrações Contábeis destas entidades. Elas podem assumir diversas formas ou denominações. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. dentre outras. mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação. que. estão estabelecidos os procedimentos de registro dos fatos contábeis. aluguel de equipamentos. aos sócios ou ao acionista (no caso de lucros).d. o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação. de restaurante e bar.6 – que estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação. tão-somente. Ao registrar os fatos contábeis.03. Conteúdo. “Móveis e Utensílios” etc. flats.5) Lucros ou Prejuízos Acumulados. no mínimo. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações Técnicas e Comunicados Técnicos. observe a NBC T 3 – Conceito.2003) Identificação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 02/07/2003 14:30 Na escrituração contábil. a data e o valor da aquisição do bem. No Razão Contábil temos. editados pelo Conselho Federal de Contabilidade. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. spas. tais como hotéis. além de outras como lazer. e a sua divulgação. serão destinados à manutenção da atividade da empresa. e as informações mínimas a serem divulgadas em nota explicativa das entidades hoteleiras. comunicações. bem como do aluguel de suas instalações para outras finalidades específicas. à ordem cronológica de aquisição. ou • ainda não absorvidos por lucros posteriores (no caso de prejuízos). que registram bens de mesma natureza. d. porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade.DOU 11. quando prontos. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. . lavanderia.. às quais são atribuídos números que obedecem.CFC aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade NBC T 10. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. pois. pela NBC T 6 – Da Divulgação das Demonstrações Contábeis.2 desta norma.Aprovada normas de contabilidade Publicado em 12/03/2003 10:22 O Conselho Federal de Contabilidade . os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. (Resolução CFC nº 956 de 21.02. hospedarias e albergues. turismo. Hotelaria . que são as contas constituídas pela apropriação de lucros da empresa. elas devem observar aos Princípios Fundamentais de Contabilidade. Define-se como entidades hoteleiras as prestadoras de serviços cujas atividades principais são a hospedagem. pousadas. Esse critério de identificação não é obrigatório.

inciso III. Contabilidade . . 179.Custo a ser atribuído Publicado em 21/09/2004 09:13 O custo a ser atribuído aos bens do Ativo Imobilizado adquiridos no mercado externo é composto. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. alguns impostos e contribuições incidentes. juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados. todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra. no Ativo Circulante ou Ativo Realizável a Longo Prazo. classificam-se como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de qualquer natureza. Assim. AC = Ativo Circulante AP = Ativo Permanente PC = Passivo Circulante Contabilidade . se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra. seguros. etc. Com referência aos impostos e às contribuições incidentes na importação. então.Classificação Publicado em 14/05/2004 15:45 De acordo com o art. Registro de gastos incorridos com a obra: DCConstruções em Andamento (AP) Caixa ou Bancos (AC) ou Fornecedores (PC) Concluída a obra.Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação. caput. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. III.Imobilizado em andamento . tarifas aduaneiras etc. e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. quando a intenção for a de permanência. arts. da Lei nº 6. 20. mãode-obra e respectivos encargos sociais.). no grupo do Ativo Permanente. com a nova redação dada pela Lei Complementar nº 102/2000). Importa salientar que. Após a sua conclusão. o saldo da conta “Construções em Andamento” será transferido para a conta definitiva do Ativo Imobilizado. deve-se. observa-se que: a) o IPI e o Imposto de Importação caracterizam-se como impostos não recuperáveis e compõem o custo de aquisição. passando a construção a ser utilizada. além do próprio valor dos bens. Segue exemplo de registro contábil dos gastos incorridos na construção de um determinado imóvel que comporá o Ativo Permanente. por todos os gastos incorridos (tais como fretes. as aplicações em bens ou direitos não destinados à atividade da empresa. b) o ICMS caracteriza-se como um imposto recuperável e não compõe o custo de aquisição.Registro Publicado em 11/08/2005 11:03 Na conta que registra a imobilização em andamento serão lançados todos os gastos relativos a obra (materiais. não classificáveis no Ativo Circulante. calculadas à proporção das saídas tributadas da pessoa jurídica (Lei Complementar nº 87/1996.) até a entrada no estabelecimento da empresa importadora. e 33. Importação de bens destinados ao Ativo Imobilizado . o valor do tributo a ser aproveitado deve ser lançado na correspondente conta de impostos a recuperar.Imóvel não destinado à atividade da empresa . cujo crédito será aproveitado em 48 parcelas mensais. Desse modo. são classificadas como investimento.404/76.

que pode ser intitulada "Importação em Andamento". Contabilidade . b) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real trimestral. se a pessoa jurídica incorrer em prejuízo.981/1995. não podem ser objeto de restituição. De acordo com o disposto no art.Reserva de Incentivos Fiscais. da Lei das S.Reserva de Incentivos Fiscais. Finam e Funres). assim como os gastos pagos ou incorridos referentes à importação. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . relativos às aplicações nos Fundos de investimentos regionais (Finor. em face do inciso V do art. os adiantamentos realizados para aquisição de bens devem ser classificados segundo a destinação que se pretende dar aos bens que estão sendo adquiridos. 32 da Lei nº 10. incluído pelo art. conforme § 6º do art. c) a contribuição para o PIS-Pasep e a Cofins incidentes sobre a importação compõem o custo de aquisição dos bens. Finam e Funres) será feita da seguinte forma: a) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real anual. no momento em que a pessoa jurídica fizer a respectiva indicação na declaração de informações correspondente.Utilização Publicado em 03/05/2005 09:38 O objetivo da contabilidade é a geração de informações que serão utilizadas por determinados usuários em decisões que buscam a realização de interesses e objetivos próprios. Atualmente. dentro do subgrupo do imobilizado. Em caso de alienação do investimento objeto do referido incentivo.Aplicação do imposto em investimentos regionais (Finor.865/2004. são registrados em uma conta transitória.Incentivos fiscais . são registrados no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da companhia e da empresa ou exercidos com essa finalidade. 15 da Lei nº 10.A. na conta Investimento. Contabilidade . Informações geradas pela contabilidade . equipamentos e outros bens incorporados ao Ativo Imobilizado para fins de determinação dessas contribuições em relação às importações sujeitas ao pagamento da Cofins-Importação e do PIS-Pasep-Importação. no Ativo Permanente.conforme o caso. 179. os valores recolhidos em decorrência de opções de aplicação do imposto sobre a renda em investimentos regionais (Finor. no momento do depósito de cada parcela. inciso IV. 41 da Lei nº 8. na Conta Investimentos..Classificação contábil Publicado em 08/07/2005 12:37 Conforme o art. para fins de apuração do lucro real. Concluída a importação. Portanto. devem ser registrados no Ativo Permanente. 6º e parágrafo único da IN nº 460/2004. Finam e Funres) Publicado em 02/08/2005 10:49 A contabilização dos incentivos fiscais. as pessoas jurídicas sujeitas à modalidade não cumulativa da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep poderão descontar créditos apurados sobre a aquisição de máquinas. inclusive aos valores cuja opção por aplicação em investimentos regionais tenha sido manifestada na Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido .Importação em andamento . que tenham sido efetuados até a data do desembaraço do bem. este será considerado indedutível. com relação aos valores relativos aos depósitos efetuados em Darf específico destinados aos fundos. . Os adiantamentos ao fornecedor estrangeiro. o saldo apurado nessa conta será transferido para a conta definitiva do bem.865/2004.

pois implica omitir na Demonstração do Resultado do Exercício.IPI incidente sobre vendas .Faturamento Bruto (CR) D .00 R$ 5. Como forma alternativa.00 mais 10% de IPI seria contabilizada da seguinte forma: D . Assim.Essas informações são apresentadas geralmente sob a forma de: a) balancetes. Utilizando-se essa alternativa a contabilização da hipotética operação mencionada seria efetuada da seguinte forma: D . essa forma usual pode ser vista com certas restrições. ou seja.Caixa/Bancos Conta Movimento ou Clientes (AC) C . na receita bruta de vendas não deve ser incluído o valor do IPI. uma venda de mercadorias por R$ 5.IPI a Recolher (PC) R$ 5. b) balanços. para fins do Imposto de Renda (na Declaração de Rendimentos).00 Caso seja adotado este procedimento para o registro das vendas com incidência do IPI. o valor do faturamento bruto (entendido como tal o valor das vendas. e em seguida debitar o IPI em conta de resultado.000.00 R$ 500. sendo as vendas contabilizadas a débito de conta do Ativo Circulante (caixa/bancos ou clientes). que corresponde à diferença entre o saldo credor da conta “Faturamento Bruto” e o saldo devedor da conta “IPI Faturado”.00 R$ 500. a qualquer momento pode ser demonstrado contabilmente o valor da receita bruta segundo o conceito fiscal. a prática é não registrar o IPI em conta de Resultado. sob o título de “IPI Faturado”. em virtude da conveniência de adotar procedimentos contábeis que facilitem a demonstração de valores que devam produzir efeitos fiscais.Tratamento Publicado em 06/10/2005 08:18 De acordo com a legislação do Imposto de Renda.IPI Faturado (CR) D . pelo valor líquido da operação. b) a conta de IPI a Recolher (no Passivo Circulante). AC = Ativo Circulante . Contabilidade . sem o IPI incidente. inclusive o IPI).Clientes (AC) D . pelo valor do imposto debitado.000.Receita de Vendas (CR) C .500.IPI a Recolher (PC) R$ 5.500. tendo como contrapartidas: a) a conta de receita de vendas.00 Sob o ponto de vista técnico. Por exemplo. pode-se registrar a receita pelo valor total cobrado do cliente numa conta sob o título de “Faturamento Bruto”. a receita bruta deve ser considerada sem o IPI e o valor desse imposto não deve constar da conta de Resultado. c) demonstrações de resultados. e d) outras demonstrações e relatórios. Desse modo.

000. relativas ao mês de setembro/20x1.PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado CR = Conta de Resultado IPVA . e com boa justificativa técnica. Tecnicamente. anualmente. a faculdade de redução ou suspensão da estimativa. que. mensalmente. Nesse caso. para que o dispêndio seja distribuído.00 e R$ 80. Nesse caso. por exemplo. as parcelas de estimativa devem ser registradas em contas do Ativo Circulante. Exemplo Consideremos determinada pessoa jurídica tributada pelo lucro real e optante pela estimativa mensal. a título de exemplo. podem denominar-se “IR Devido por Estimativa” e “CSL Devida por Estimativa”.Tratamento Publicado em 18/10/2005 08:56 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem efetuar o pagamento do IRPJ a e da CSL devidos com base no resultado efetivamente apurado em balanços/balancetes trimestrais (lucro real trimestral) ou por estimativa mensal. no caso de veículos utilizados na produção de bens ou serviços como. e a obrigatoriedade de apuração do lucro real por ocasião do final do ano-calendário (lucro real anual). cujas parcelas de estimativa do IRPJ e da CSL. durante o período de competência. ser apropriado como despesa operacional ou como custo de produção. Adotada a sistemática de pagamento mensal. os veículos que compõem a frota das empresas transportadoras ou locadoras de veículos. recomenda-se que as parcelas sejam registradas no próprio mês a que se referirem e não somente por ocasião do efetivo pagamento. a ser registrada no Ativo Circulante para. as contrapartidas dos valores correspondentes à estimativa devida devem ser registradas em conta do Passivo Circulante (em um grupo de “Obrigações Tributárias” “Impostos e Contribuições a Recolher” ou semelhante). Para que a estimativa devida fique evidenciada no Passivo. é que o IPVA se caracteriza como uma despesa antecipada. O IPVA pago constitui um gasto periódico necessário à manutenção do veículo em condições legais de uso e. de forma que não distorça os custos. assim. R$ 100. ou b) como custo da produção. Contabilidade .IR Devido por Estimativa a Recuperar (AC) . similarmente aos gastos com o seguro dos veículos.000. respectivamente. totalizassem.IRPJ/CSL . Pode-se argüir.Estimativa mensal . observada nesse caso. no caso de veículos utilizados nas áreas administrativas e de vendas. teríamos os seguintes lançamentos: 1) Pelo registro do IRPJ devido por estimativa devido no mês: D . deve ser registrado: a) como despesa operacional. esse procedimento é imprescindível nos casos em que o IPVA deva ser imputado aos custos da produção (como nas empresas prestadoras de serviços de transportes ou locadoras de veículos). de acordo com a legislação de cada Estado.00. uniformemente.Classificação como custo ou despesa operacional Publicado em 08/03/2005 08:58 O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é pago por ocasião da compra de veículo zero quilômetro e.

Lançamentos contábeis .00 R$ 180.Em qualquer das modalidades referidas no item II.000.CSL Devida por Estimativa a Recolher (PC) R$ 80.IR Devido por Estimativa a Recolher (PC) D . VII .000.Os lançamentos realizados fora da época devida deverão consignar.00 Considerando-se que o pagamento seja efetuado na data do vencimento.Formas de retificação Publicado em 23/05/2005 08:57 O Conselho Federal de Contabilidade. o valor anteriormente registrado. o histórico do lançamento deverá precisar o motivo da retificação.Lançamento de complementação é aquele que vem.10. VI . c) a complementação. V .CSL Devida por Estimativa a Recolher (PC) C . IV . II .Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) R$ 100. então: D .000.IR Devido por Estimativa a Recolher (PC) R$ 100. nos seus históricos.CSL Devida por Estimativa (AC) C . aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade . ou seja.São formas de retificação: a) o estorno. por intermédio da Resolução nº 596/1985. que trata da retificação de lançamentos contábeis nos seguintes termos: I .C .00 2) Pelo registro da CSL devida por estimativa devida no mês: D .Retificação de lançamento é o processo técnico de correção de um registro realizado com erro na escrituração contábil das entidades. posteriormente. teremos. mediante transposição do valor para a conta adequada. III .NBC-T-2. b) a transferência. aumentando ou reduzindo. a data efetiva das ocorrências e a razão do atraso.20X1.Lançamentos contábeis .Padronização de históricos Publicado em 01/12/2004 08:42 .O estorno consiste em lançamento inverso àquele feito erroneamente.00 AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante Contabilidade .000.4. a data e a localização do lançamento de origem. em 31. complementar.Lançamento de transferência é aquele que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou creditada.00 R$ 80. anulando-o totalmente.000.

5 – LAUDO PERICIAL CONTÁBIL. as sínteses do objeto da perícia. os critérios adotados e os resultados fundamentados e as suas conclusões. de forma reservada. ou seja.parágrafo V do Código de Ética Profissional do Contabilista – CEPC. a nomeação de profissionais de formação diversa. o histórico utilizado deverá atender a ambas as contas envolvidas no lançamento. habilitado perante Conselho Regional de Contabilidade. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. Em relação ao método citado na letra ―b‖. 3. deve o perito-contador assistente apresentar um parecer pericial contábil. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. Em conformidade com o item alvo desta Interpretação Técnica.02 Publicado em 01/07/2003 08:41 Esta Interpretação Técnica (IT) visa a explicitar o item 13. Nos registros contábeis. as observações e as diligências realizadas. no mínimo. 2. o histórico pode figurar de duas maneiras: a) no final do lançamento.4.Laudo pericial contábil . clara e objetiva. quando o documento tiver sido elaborado por leigo ou profissional de outra área. os estudos. sobretudo pela diversificação de expressões para um mesmo tipo de lançamento.2. . 5. qualquer profissional que não seja o Contador. para a elaboração de Perícias Contábeis.Interpretação Técnica NBC T 13 . DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS 4. O Decreto Lei nº 9. Ao perito-contador assistente é vedado assinar em conjunto ou emitir parecer pericial contábil sobre laudo pericial contábil. sobre a matéria a ser periciada. o histórico poderá atender a cada uma das contas. No caso. nesse caso. ou b) após cada conta. deverá seguir os procedimentos contidos no item 13. Em que pese o trabalho que vem sendo desenvolvido pelos órgãos representativos da Classe Contábil. Laudo e Parecer de Leigos . na condição de perito-contador assistente.Os históricos dos lançamentos contábeis. ao Conselho Regional de Contabilidade de s ua jurisdição e à parte contratante.2 – O perito-contador assistente não pode firmar em laudo ou emitir parecer sobre este. sendo o laudo pericial elaborado por leigo ou profissional não-habilitado.2. ao apresentar parecer pericial contábil. deve o perito-contador assistente comunicar. os seguintes itens: a) identificação do processo e das partes. nos termos do artigo 3º . quando não previamente definidos. por vezes. O laudo pericial contábil deve conter. de forma circunstanciada. ocorre.Estrutura Publicado em 04/07/2005 10:55 O laudo pericial contábil é a peça escrita na qual o perito-contador expressa.2.4. quando este não tiver sido elaborado por Contador habilitado perante o Conselho Regional de Contabilidade.4. podem acarretar grande desperdício de tempo. um histórico para cada conta. a falta de habilitação profissional do perito nomeado. Em seu resguardo. (Conselho Federal de Contabilidade – CFC) Contabilidade .” CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1. correspondente aos Procedimentos – item 13.IT .295/46 e a Norma Brasileira de Contabilidade NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL considera leigo ou profissional não-habilitado para a elaboração de laudos periciais contábeis e pareceres periciais contábeis. “13. b) síntese do objeto da perícia. deverá conter informações suficientes que atendam tanto à conta devedora quanto à conta credora. ou seja. Com referência ao método mencionado na letra ―a‖. devendo. 6. apresentar um parecer contábil da perícia.

d) identificação das diligências realizadas. as contas são relacionadas no Ativo partindo-se: • da mais líquida (Caixa) • para as menos líquidas (por exemplo: um bem do Ativo Imobilizado que se converte em moeda corrente.3 da ―NBC T 13 . Escrituração do livro caixa .Leasing . as parcelas de antecipação do valor residual melhor se classificam no Ativo Permanente/Imobilizado.2003. ―a‖. a primeira conta que aparece é sempre o Caixa. pela arrendatária.Tratamento Publicado em 05/07/2005 10:26 É admitido que os contratos de arrendamento mercantil financeiro contenham previsão de pagamento. por representarem. na prática. ou seja. (Resolução CFC nº 978/2003) Contabilidade . na hipótese de não ser exercida a opção de compra (item 2 da Portaria MF nº 564/1978).04 . Portanto. de valor residual garantido em qualquer momento durante a vigência do contrato.Antecipação do valor residual . que representa o dinheiro em poder da empresa. Portanto. f) respostas aos quesitos. Na maioria dos casos. 7º. ao final do prazo contratual do arrendamento.5. h) identificação do perito-contador.Laudo Pericial Contábil‖.309/1996).Liquidez . g) conclusão. Todavia. a critério do perito-contador. contabilmente. Nota Considera-se valor residual garantido o preço contratualmente estipulado para o exercício da opção de compra. Contabilidade . como no Ativo "as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados". e i) outras informações. a arrendatária efetivamente tem a intenção de exercer a opção de compra. ou o valor contratualmente garantido pela arrendatária como mínimo que será recebido pela arrendadora. VII. um ―adiantamento a fornecedor‖ de bem classificável nesse grupo de contas.Aspectos formais . de 26.09. entendidas como importantes para melhor esclarecer ou apresentar o laudo pericial. surgem os depósitos a vista em banco e assim por diante. Em seguida.IT . Isso fica mais claro quando examinamos a composição de cada grupo do Ativo. somente se e quando a empresa o vender). e) transcrição dos quesitos.c) metodologia adotada para os trabalhos periciais. Assim. as parcelas de antecipação do valor residual garantido ou do pagamento por opção de compra devem ser tratadas como Ativo da arrendatária. nos termos do item 13. não caracterizando esse pagamento o exercício da opção de compra (art. do Regulamento anexo à Resolução Bacen nº 2. na venda a terceiros do bem arrendado.Conceito Publicado em 15/06/2005 09:47 Liquidez significa a condição que o bem tem de se transformar em moeda corrente.Lucro Presumido/Simples . não podem ser computadas como custo ou despesa operacional. de acordo com o item II da Portaria MF nº 140/1984.

raspaduras ou borrões. discriminadas do seguinte modo (IN SRF nº 84/79): a) os imóveis adquiridos para venda. então. um por um. A rasura no Livro Diário pode desclassificar a escrita Publicado em 16/08/2001 14:08 De acordo com as normas legais pertinentes. desmembramento ou loteamento de terrenos. Observe-se que a manutenção do registro permanente de estoque. terreno por terreno. Conheça a Consultoria Eletrônica Netiob Livro Diário . quando referentes a um mesmo empreendimento.Publicado em 25/06/2004 08:58 De acordo com esclarecimentos prestados pela Receita Federal à época sobre a Lei nº 8. ou. d) os prédios construídos para venda e respectivos terrenos.541/1992 (com relação às empresas tributadas com base no lucro presumido) e sobre o Simples (art. ou. os formulários deverão ser numerados seqüencialmente. por conjunto de unidades autônomas com idêntica área de construção e mesmo padrão de acabamento.Atividade imobiliária Publicado em 15/12/2003 09:24 No caso de empresa cuja atividade econômica seja compra e venda de imóveis. então. inclusive respectivos terrenos. entrelinhas. prédio por prédio. sendo função daquele subsidiar este. se assim preferir o contribuinte. expondo a empresa ao risco de desclassificação da escrita pelo Fisco e. art. por conjunto de lotes com idêntica dimensão ou por quadras. A escrituração deve ser feita sem espaços em branco. unidade por unidade. no livro Registro de Inventário deverão constar todas as unidades existentes em estoque no final do períodobase. linhas em branco. Livro de Inventário . mantida a obrigatoriedade de lavratura dos termos de abertura e de encerramento.Perguntas e Respostas . conquanto se refiram a um mesmo empreendimento. 7º da Lei nº 9. nas condições exigidas pela IN SRF nº 84/79. observando-se sempre a ordem cronológica dos fatos e seguindo-se um sistema de contabilização uniforme. do arbitramento do lucro tributável. b) o livro deverá conter termos de abertura e de encerramento e ser assinado pelo contabilista responsável e pelo representante legal da pessoa jurídica. principalmente no que se refere à determinação do custo e à discriminação dos imóveis em estoque por ocasião do balanço. emendas. não dispensa o contribuinte da obrigação de possuir e escriturar o livro Registro de Inventário. os formulários deverão ser encadernados. emendas ou transporte para as margens. a escrituração do livro Diário não deve conter rasuras. rasuras. entrelinhas ou escritos à margem. A não-observância dessas normas torna a escrituração imprestável para dar suporte à tributação com base no lucro real. c) as edificações resultantes de incorporação imobiliária.Boletim Central nº 55/1997): a) não existe obrigatoriedade de registro do livro Caixa na Receita Federal ou em qualquer outro órgão ou repartição. conseqüentemente. incorporação imobiliária ou construção de prédio para venda. se assim preferir o contribuinte. b) os terrenos oriundos de desmembramento ou loteamento. 190 do RIR/1999 e questão 79 . Se a escrituração for feita por processamento de dados. Concluída a escrituração.317/1996. A critério da empresa poderão ser utilizados os modelos de livro Caixa comercializados pelas papelarias ou adotar modelo próprio que atenda às suas necessidades.Admitida a escrituração mensal . borrões.

.. autenticada por sua assinatura....... tratando-se de empresa que ainda utilize na sua escrituração mercantil processo de reprodução... se a clareza e a nitidez dos lançamentos resultarem comprometidas... independentemente de o regime de tributação ser pelo lucro real ou presumido........... a questão não tem relevância porque. (contador ou técnico de contabilidade).. por estarem ilegíveis. é admitida a escrituração resumida do Diário.. nºs. emendas ou rasuras. na melhor forma de direito. Para a maioria das empresas. desde que utilizados livros auxiliares (devidamente autenticados na forma prevista para o Diário) para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. Autenticação do Livro Diário Publicado em 28/12/2001 08:12 Para fins do Imposto de Renda.......... venho refazer os lançamentos nºs .. o contabilista deve efetuar ressalva... o Fisco poderá desclassificar a escrita da pessoa jurídica.. .. o Fisco poderá desclassificar a escrita da pessoa jurídica Contabilidade . por totais que não excedam o período de um mês.. sem borrões.. Contudo. do Livro Diário nº . Neste caso. 258 do RIR/99.. cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados.... reinicia-se o registro das operações normais. o contabilista fará outra declaração.. Não sendo feita a autenticação até esse prazo. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da Declaração de Rendimentos do correspondente período-base (Instrução Normativa SRF nº 16/84).......... a ressalva poderá ter o seguinte teor: TERMO DE REGULARIZAÇÃO Eu.. Tal declaração poderá ser redigida como se segue: Efetuadas as devidas correções...Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Publicado em 01/08/2005 08:23 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração.... desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da Declaração de Rendimentos do correspondente período-base (Instrução Normativa SRF nº 16/84). Não sendo feita a autenticação até esse prazo. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) Em seguida ao último lançamento de correção. o Fisco aceita a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas...... (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) ..... A título de sugestão. independentemente de o regime de tributação ser pelo lucro real ou presumido... a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados.... em geral. Autenticação do Livro Diário após a entrega tempestiva da declaração Publicado em 08/07/2003 09:02 Para fins do Imposto de Renda. nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC)... nos lançamentos resumidos Diário deverão ser feitas referências às páginas dos livros auxiliares (ou fichas que os substituírem) onde operações estejam registradas de forma individualizada.. para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais....Publicado em 02/09/2003 08:57 De acordo com o disposto nos §§ 1º e 2º do art..... relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento.. o Fisco aceita a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. originalmente escriturados nas fls...

1.Esclarecimento Publicado em 06/09/2005 09:30 Convém esclarecer. com relação a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento. 1.179 do Novo Código Civil e no art. correspondente ao respectivo período (IN SRF nº 16/1984). a pessoa jurídica apure seus resultados com base em demonstrações financeiras transcritas no livro Diário. Contabilidade . correspondente ao respectivo período (IN SRF nº 16/1984). observar a legislação comercial e a Lei de Falências.567/1969) Contabilidade . 186 do Decreto-lei nº 7. § 1º do RIR/1999. bem como efetue a demonstração do lucro real devidamente transcrita no Lalur. Como se vê. admite a escrituração resumida do Livro Diário por totais que não excedam ao período de um mês. ainda. Lei nº 486/1969. assim como a Legislação Comercial e as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). Portanto. (Art.Livro Diário Dispensa de impressão e de encadernação . que não se devem confundir determinações da legislação fiscal com as normas das leis comerciais e contábeis para a não-manutenção ou para o abandono dos registros contábeis. o poder judiciário aplica as disposições das leis comerciais e civil. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data da entrega tempestiva da declaração. desde que utilizados livros auxiliares para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. (Art.1 da NBC-T-2 .Pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido .(Art.12 .Da Escrituração Contábil em forma eletrônica) Livro Diário – Lançamentos com data anterior ao seu registro e autenticação Publicado em 20/06/2003 08:59 Admite-se a autenticação do livro Diário em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. deve-se observar que a opção pela tributação com base no lucro real trimestral obriga que. 258. deve.Da Escrituração Contábil e Resolução nº 1.029/2005 . 4º do Decreto nº 64. deve-se observar que a opção pela tributação com base no lucro real trimestral obriga que. também. e registre as mutações patrimoniais segundo o regime de competência. Contabilidade .que aprovou a NBC T 11. mesmo para aquelas optantes pelo regime de tributação com base no lucro presumido. a obrigatoriedade da escrituração contábil vale para todas as empresas. Resolução CFC nº 563/1983 e item 2.661/1945) Escrituração do Diário com data anterior ao seu registro e autenticação Publicado em 14/10/2003 13:32 Admite-se a autenticação do livro Diário em data posterior ao movimento das operações nele lançadas.5. não basta o contribuinte atender somente à legislação do Imposto de Renda.Livro Diário .Livre escolha da forma de escrituração Publicado em 01/12/2005 10:55 Desde que a escrituração seja mantida em registros permanentes com obediência aos preceitos da legislação comercial e fiscal e aos Princípios Fundamentais de Contabilidade. hoje. a . desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data da entrega tempestiva da declaração. 10 do Código Comercial Brasileiro. Entretanto. b) nas demandas judiciais que não envolvam questões tributárias. que: a) a dispensa de escrituração ocorre apenas para fins da legislação fiscal. observando-se métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo.Escrituração do Diário por partidas mensais Publicado em 13/07/2005 10:11 A legislação do Imposto de Renda. Lembra-se. Entretanto. bem como efetue a demonstração do lucro real devidamente transcrita no Lalur. a pessoa jurídica apure seus resultados com base em demonstrações financeiras transcritas no livro Diário. ao final de cada trimestre. ao final de cada trimestre. no art.

a escrituração do Livro Diário não deve conter rasuras. entrelinhas ou escritos à margem. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 .Livro Razão . por força da legislação em vigor. a demonstração do lucro real a ser transcrita no Lalur deverá ser elaborada de acordo com o modelo aprovado pela IN SRF nº 28/1978. 274 do RIR/1999). respectivamente. deverá ser adotado o registro ―Balancetes. A não-observância dessas normas torna a escrituração imprestável para dar suporte à tributação com base no lucro real. Igual procedimento deve ser adotado quanto às demonstrações contábeis elaboradas por força de disposições legais. Todavia. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade. que as Juntas Comerciais poderão delegar competência à autoridade pública para autenticar instrumentos de escrituração mercantil.Rasura no Diário pode desclassificar a escrita Publicado em 02/06/2005 10:18 Conforme estabelecem as normas legais pertinentes. expondo a empresa ao risco de desclassificação da escrita pelo Fisco e. na primeira e na última página. do arbitramento do lucro tributável. . Transcrição das demonstrações no Livro Diário Publicado em 13/07/2004 08:25 O balanço e demais demonstrações contábeis de encerramento de exercício serão transcritos no Diário. Por outro lado. as demonstrações financeiras deverão ser elaboradas em conformidade com o que dispõe a Lei nº 6. Diário e Balanços‖. conforme determinado pelo Decreto-lei nº 1. mas deixa claro que este deve ser mantido em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. raspaduras ou borrões.5. observando-se sempre a ordem cronológica dos fatos e seguindo-se um sistema de contabilização uniforme. termos de abertura e de encerramento e ser registrado e autenticado pelas Juntas Comerciais ou repartições encarregadas do Registro do Comércio. 15. em seu art. infere-se que a “manutenção em boa ordem” do livro pressupõe a sua encadernação. deverá conter.1. atendidas as conveniências do serviço. (Perguntas e Respostas IRPJ/2004 – Questão nº 291) Contabilidade .1.404/1976.forma de escrituração das operações no Diário é de livre escolha do contribuinte. Se o diário e o Razão forem feitos por processo que utilize fichas ou folhas soltas. contratuais ou estatutárias. As normas relativas à autenticação de livros e instrumentos de escrituração das empresas mercantis e dos agentes auxiliares do comércio estão previstas na IN DNRC nº 65/1997.Questão nº 292) Livro Diário – Local de registro e autenticação Publicado em 05/05/2005 09:06 O livro Diário. para efeito de prova a favor do comerciante.4 e 2.Encadernação Publicado em 04/11/2005 08:43 A legislação do Imposto de Renda não impõe taxativamente a obrigatoriedade de encadernação do Livro Razão. Essa mesma Instrução Normativa do DNRC dispõe.598/1977 (art. obrigação esta estendida a toda pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real.2 da Resolução CFC nº 563/1983) Contabilidade e IRPJ . emendas. Portanto. linhas em branco. conseqüentemente. (Subitens 2.

a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas.Obrigatoriedade de escrituração Publicado em 03/08/2005 13:15 Desde 1º.Livro Razão . ou fichas que o substituam. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da declaração de rendimentos (atualmente DIPJ) do correspondente exercício financeiro. a escrituração e a manutenção do livro Razão ou das fichas utilizados para resumir e totalizar. obedecendo à ordem cronológica das operações. É importante salientar que os livros auxiliares utilizados para individuação dos registros lançados no Diário. exigidos pela legislação do ICMS e do IPI).Observações Publicado em 17/01/2005 08:09 O Registro de Duplicatas. os livros Registro de Entradas e Registro de Saídas. excetuados os casos de sua utilização para fins de escrituração resumida do livro Diário.259 do RIR/99). os lançamentos efetuados no Diário. pelos órgãos da Receita Federal. utilizados para resumir e totalizar. na falta de sua escrituração. é extensiva aos livros auxiliares. (Art. Livros Auxiliares e Livro Razão . por conta ou subconta.01. mantidas as demais exigências e condições previstas na legislação. 259 do RIR/1999) Livro Registro de Duplicatas. mantidas as demais exigências e condições previstas na legislação. por conta ou sub-conta. A escrituração deverá ser individualizada. sob pena de arbitramento do lucro pelo Fisco. embora a referida Instrução Normativa não faça menção aos livros auxiliares. devendo a sua escrituração ser individualizada e obedecer à ordem cronológica das operações. obedecendo-se a ordem cronológica das operações. para fins de apuração do lucro real. § 3º e caput. 259. livro Razão ou fichas. do RIR/1999) Livro Razão . a pessoa jurídica deverá manter. entende-se que a data-limite para registro do livro Diário. por exemplo. deverá ser utilizado obrigatoriamente pela pessoa jurídica tributada com base no lucro real. O livro ou as fichas do Razão são dispensados de autenticação (art. deverão ser autenticados nos órgãos do Registro do Comércio.Obrigatoriedade Publicado em 09/08/2001 13:08 O livro Razão. embora seja um livro obrigatório perante a legislação comercial. livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar. para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real.A propósito. ainda que estejam sujeitos à autenticação em outros órgãos (como. para os efeitos do Imposto de Renda constitui um livro facultativo. Vale lembrar que a pessoa jurídica tributada com base no lucro real deverá manter. não é demais lembrar que o referido livro está dispensado de registro ou autenticação. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. os lançamentos efetuados no Diário. poderá ser aceita. Dessa forma. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. os lançamentos efetuados no Diário. Contabilidade . De acordo com a Instrução Normativa SRF nº 16/1984. na hipótese de escrituração por partidas mensais. (Art. são obrigatórias.1992. admitida pela Receita Federal. Desse modo. . por conta ou subconta. observando-se que: a) a escrituração deverá ser individualizada.

404/76. as sociedades cooperativas devem destacar em sua escrituração contábil as receitas e os correspondentes custos. c) de Atas dos Órgãos de Administração. Lucro real das sociedades em conta de participação Publicado em 29/10/2001 11:10 O lucro real da sociedade em conta de participação – SCP será informado e tributado na mesma declaração de rendimentos do sócio ostensivo.b) a não-manutenção do livro Razão. Lucro Presumido . d) de Atas do Conselho Fiscal. II . com base em laudo de avaliação. b) de Atas das Assembléias Gerais. deverá manter o Livro Razão (art. não poderá ser considerado como parte integrante do custo de aquisição para apuração do ganho ou perda de capital. c) Livro Registro de Entradas (Compras). a quem compete a responsabilidade pela apuração dos resultados.quando o montante da reavaliação não for acrescido ao lucro presumido para fins de determinação do Imposto de Renda devido. a fim de apurar o lucro a ser oferecido à tributação. 258 e 260 do RIR/99): a) Livro Diário. e e) de Presença dos Associados nas Assembléias Gerais. e d) Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) Optando pela tributação com base no Lucro Real. Os resultados da SCP deverão ser apurados.764/71. Ressalte-se que os ganhos de capital apurados na venda de bens do ativo imobilizado pela pessoa jurídica optante pelo lucro presumido serão acrescidos à base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro. do RIR/99). § 4º. despesas e encargos relativos aos atos não cooperativos (operações realizadas com não associados). à opção do sócio ostensivo. com observância das normas fiscais aplicáveis às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real. implicará o arbitramento do lucro da pessoa jurídica. ser efetuada nos livros deste ou em livros próprios da SCP. Partindo dessa afirmativa. 8º da Lei nº 6. 22 da Lei nº 5. a sociedade cooperativa também deverá possuir os seguintes livros: a) de Matrícula. quando realizar a sua alienação. c) estão dispensados de registro ou autenticação o livro Razão ou fichas que o substituam. este poderá ser acrescido ao custo de aquisição na apuração do ganho ou perda de capital (art. nos termos do art. 521. (Art. .Acréscimo do valor da reavaliação de bens ao custo de aquisição Publicado em 01/04/2002 09:04 A pessoa jurídica que procedeu à reavaliação de bens pertencentes ao seu ativo imobilizado. b) Livro Registro de Inventário. A escrituração das operações da SCP poderá. conclui-se que as cooperativas devem possuir os seguintes livros comerciais e fiscais (arts. 259 do RIR/99). 259 do RIR/1999) Livros exigidos das sociedades cooperativas Publicado em 21/03/2002 09:03 Conforme orientação contida no Parecer Normativo CST nº 73/75. Os resultados e o lucro real correspondentes à SCP deverão ser apurados e demonstrados destacadamente dos resultados e do lucro real do sócio ostensivo. Em conformidade com o art. nas condições determinadas.quando o montante da reavaliação for acrescido ao lucro presumido para fins de determinação do Imposto de Renda devido. em cada período-base. deverá para fins de apuração do custo de aquisição do bem observar o seguinte: I . ainda que a escrituração seja feita nos mesmos livros (Instrução Normativa SRF nº 179/87).

em 31 de dezembro).404/1976 e arts. Encerramento das contas de resultado Embora caiba à pessoa jurídica adotar procedimentos que permitam ao Fisco constatar a veracidade do . Desse modo. o exercício social permanece com duração de 1 ano (encerrando-se. o que torna necessários alguns ajustes na contabilidade com a finalidade de compatibilizar os resultados apurados trimestralmente.Lucro real trimestral .Conheça a Consultoria Eletrônica IOB Contabilidade . 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário. também transitória. 1º e 2º da Lei nº 9. ainda que sem muito rigor técnico. as pessoas jurídicas não optantes pela estimativa ficam obrigadas ao levantamento de balanços/balancetes trimestrais como forma de apurar a base de cálculo do imposto e da contribuição. normalmente. em atendimento à legislação societária. Todavia. uma análise comparativa do desempenho da empresa no decorrer do ano-calendário. Nota O registro dos resultados apurados em cada trimestre em contas distintas possibilita. para fins societários. ou b) numa Conta de Resultado. para fins fiscais. 175 da Lei nº 6.Ajustes para efeito da legislação societária (Balanço de 31. se a empresa optar pelo encerramento trimestral das Contas de Resultado.12) Publicado em 27/12/2004 09:26 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem pagar o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro com base nos resultados efetivamente apurados em balanços/balancetes trimestrais encerrados nos dias 31 de março. (Art.430/1996) Tratamento dos resultados trimestrais Os resultados trimestrais apurados para fins de determinação da base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro podem ser alocados: a) em Conta Transitória do Patrimônio Líquido (tendo como contrapartida a conta de Apuração do Resultado do Exercício). se a empresa optar pelo encerramento das Contas de Resultado somente por ocasião do encerramento do ano-calendário. 30 de junho. com o resultado que deve ser apurado anualmente.

por ocasião do seu recebimento. ref.000. pagos ou creditados por pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real (assim como pelas empresas tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado).12. domiciliado no País ou no exterior (art.Disponibilidades (AC) C .1996.01.1996.1996 – Tratamento contábil Publicado em 18/02/2005 07:24 Os lucros apurados a partir de 1º.1996. que será baixada por ocasião do recebimento.R$ 120. conforme demonstrado a seguir: D .12.. registrados no subgrupo de outras receitas operacionais.01. relativos ao lucro apurado no balanço de 31. 654 do RIR/1999). Exemplo Admitamos uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada que distribuísse aos sócios R$ 120. pessoa física ou jurídica. ao lucro apurado em 31.Lucros ou dividendos recebidos .00 Contabilidade .Tratamento Publicado em 22/11/2005 10:04 Os lucros ou dividendos decorrentes de participações societárias avaliadas pelo custo de aquisição devem ser.Lucros ou Dividendos (Outras Despesas e Receitas Operacionais (CR)) Observe-se que..1996 CRÉDITO: Ativo Circulante Disponível Caixa (ou Bancos Conta Movimento) Vr. em contrapartida à conta “Lucros ou Dividendos Propostos a Receber”.. sendo conhecido o valor dos lucros ou dividendos e estando esses contabilizados na empresa investida como dividendos propostos a pagar ou lucros a distribuir.01. no Ativo Circulante. tal operação seria assim contabilizada: DÉBITO: Patrimônio Líquido Lucros ou Prejuízos Acumulados Lucro de Períodos-Base Encerrados a Partir de 1º.00. distribuído aos sócios nessa data. não estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na Fonte nem integram a base de cálculo do Imposto de Renda do beneficiário. Lucros apurados a partir de 1º.resultado apurado.000. . Considerando-se a não-incidência do Imposto de Renda na Fonte. a investidora poderá reconhecer como receita o valor proporcional à parcela que tiver direito de receber. a elaboração de balanços/balancetes trimestrais não representa obrigatoriedade de encerramento das Contas de Resultado a cada trimestre.

Nesse caso.00 de taxas e emolumentos. Marcas Por ocasião do início das atividades da empresa ou em qualquer outra ocasião. classificável no Ativo Imobilizado. que são aqueles que. quando predeterminado. poderá também ser objeto de amortização. embora não possuam existência física.Classificação contábil Publicado em 10/10/2003 08:38 Nas locações comerciais é muito comum o locatário pagar ao locador uma importância por ocasião da renovação do contrato de locação ("luvas”). no Ativo Imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis. do RIR/99 e ADN CST nº 21/76) Marcas e patentes . pagou à empresa Delta a importância de R$ 12. se o direito ao uso ou à exploração da marca tiver duração limitada. deverá integrar o ativo imobilizado da pessoa jurídica e somente poderá ser amortizado durante o prazo da locação. I. que possuem expressão física. Assim.300. patentes.Imobilizado) C .300. b) bens incorpóreos ou intangíveis. para o registro de sua marca.00 .Registro contábil Publicado em 22/09/2004 08:27 São registrados.300. móveis.00 12.00. (art. ou seja.000. Pode ocorrer também a hipótese de a empresa adquirir de terceiros determinada marca. Em todas essas hipóteses.Lucros ou Dividendos Propostos a Receber (AC) C . Contabilmente. aqui se enquadram os direitos sobre marcas. o que caracteriza o Imobilizado é a finalidade da aplicação. o evento poderia ser registrado da seguinte forma: D . instalações etc. conforme fatura. no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade. teríamos o seguinte lançamento. inclusive os de propriedade industrial ou comercial. 325. como. Portanto. ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial. por exemplo. contabilmente. máquinas. podendo essa aquisição ser definitiva ou apenas referir-se ao direito de exploração da marca por determinado período.Lucros ou Dividendos (Outras Despesas e Receitas Operacionais (CR)) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado "Luvas" . assim como aquele pago pela cessão da locação "ponto comercial".00 de honorários e R$ 2. direitos autorais etc. sendo R$ 10. “c”. O valor pago a título de “luvas”.Marcas de Produtos (Ativo Permanente . poderão ser feitos gastos com o registro da marca do produto a ser fabricado. imóveis. ou um valor pela cessão de locação comercial ("ponto comercial"). representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores. o valor despendido será registrado em conta própria. D .Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 12.300.. Vamos admitir que a empresa Alfa.

Imobilizado) C . deverá efetuar levantamento patrimonial. em relação aos 3º e 4º trimestres-calendário de 2004.000. sob o título ―Marcas e Patentes Mercadorias destinadas à revenda .00 Na prática.00 referentes a serviços. excepcionalmente. ser amortizados dentro desse período. (PN CST nº 34/1981) .Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 5. por compra ou doação. pretender alterar a forma de tributação de seus resultados.07. observadas as normas estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal. caberá a dedutibilidade. em contrapartida a uma conta de receita. e não mantiver escrituração contábil regular. Vamos admitir. data a partir da qual os resultados serão submetidos à tributação com base no lucro real trimestral.Registro contábil Publicado em 13/05/2005 08:41 As mutações patrimoniais devem ser registradas na escrituração comercial segundo o regime de competência.Balanço de abertura Publicado em 19/10/2004 08:34 De acordo com o art. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. relativos ao patenteamento de determinado produto. Posteriormente. encerrando o privilégio da exploração. ou seja. portanto. As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos.Mutações patrimoniais . que a empresa Alfa desembolsou R$ 5. a pessoa jurídica que tenha optado pelo lucro presumido poderá. As patentes têm prazo limitado de duração. Dessa forma.Patentes de Invenção Toda invenção suscetível de utilização industrial pode ser objeto de patente que garanta a propriedade e o uso exclusivo da invenção. 7º da MP nº 206/2004. Contabilidade . Esses gastos seriam assim contabilizados: D .000.Mudança de opção do lucro presumido para o lucro real nos 3º e 4º trimestres/2004 . ainda. Contabilidade . devendo a pessoa jurídica fazer as adições correspondentes ao lucro líquido quando. arrolamento de todos os bens. apurar o Imposto de Renda com base no lucro real trimestral. por não haver a obrigação de pagamento. As mercadorias recebidas em doação.Patente de Invenção (Ativo Permanente . O valor a ser contabilizado é o que foi gasto por ocasião do patenteamento ou. se a pessoa jurídica que optou pelo lucro presumido nos 1º e 2º trimestres-calendário de 2004. no período-base em que forem satisfeitas as exigências da lei fiscal. como um novo produto ou um novo processo para se obter um produto.Contabilização Publicado em 30/12/2003 08:31 As mercadorias destinadas à revenda. direitos e obrigações existentes no dia 1º.2004. devem ser contabilizadas a débito de estoques. o que foi pago pela aquisição a terceiros. findo o qual as invenções caem no domínio público.000. que também deverá ser feita na determinação do lucro real. Lembramos ainda que a tributação pelo lucro presumido relativa aos dois primeiros trimestres-calendário de 2004 é definitiva. Os gastos com patentes podem. então. qualquer que seja sua origem. a despesa não atender aos requisitos de dedutibilidade estabelecidos na lei tributária.00 5. na determinação do lucro real. é mais usual utilizar uma única conta do Ativo Imobilizado para o registro dos dispêndios com registros de marcas de indústria ou comércio e de patentes de invenção. honorários e outras despesas.

outros países.Conteúdo Publicado em 22/07/2005 09:06 As demonstrações financeiras das sociedades por ações devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis.404/1976). Com os escândalos contábeis nos Estados Unidos. quando os países membros da União Européia vão adotar a mesma norma. qual dos dois organismos tem a melhor solução e adotá-la. Esta é a previsão do presidente do International Accountig Standards Board (IASB). b) os investimentos em outras sociedades. reunido com membros do Banco Central e do Ministério da Fazenda.Notas Explicativas . o Brasil não terá como fugir da integração das normas contábeis mundiais.A. em 1997. Com o acordo. "É um meio de atrair mais investimentos". disse. mas de um conjunto de normas que permitam que os investidores identifiquem riscos". Um exemplo é o modo de contabilizar as trocas de ativos entre empresas. dos cálculos de depreciação. "Já temos 91 países confirmados que usarão estas normas. como Rússia. A crise de confiança nestas normas apareceu durante a crise da Ásia. Fonte: Gazeta Mercantil Contabilidade . necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício (art. especialmente estoques. 176. para todos os problemas contábeis relevantes. O próximo passo para a unificação contábil será em 2005. possam ser votadas no Congresso até outubro. "As normas contábeis brasileiras não conflitam com as do IASB. Os investidores descobriram que muitas empresas com balanços saudáveis não estavam tão boas financeiramente quanto os números mostravam. Vale do Rio Doce e Pão de Açúcar. c) o aumento de valor de elementos do Ativo resultante de novas avaliações. A Petrobras já manifestou apoio. de constituição de provisões para encargos ou riscos. Bradesco.IASB prevê unificação mundial das normas contábeis em 2007 Publicado em 18/07/2003 10:39 A unificação das normas contábeis mundiais avança e tem até uma data para acontecer: 2007. Mas. que destinam US$ 18 milhões anuais para o organismo. Petrobras. quando relevantes. Pelas regras do FASB. a crise de confiança ganhou força e as discussões para um padrão contábil mundial avançaram. Brasil e o Mercosul Uma das propostas de Roberto Teixeira da Costa é que haja uma integração contábil entre os países do Mercosul. O IASB tem 170 empresas associadas ao redor do mundo. § 4º. os valores são lançados baseando-se nos custos. Anteontem (16). Ao todo. que está no Brasil para falar com autoridades do governo e representantes do mercado de capitais. o órgão que cuida das normas contábeis dos Estados Unidos. porque está listada na Bolsa de Nova York.que daqui a dois anos vai incluir alguns países do Leste Europeu . ele esteve em Brasília. A expectativa de Nelson Carvalho é que as modificações nas normas contábeis contidas na Lei das S. Na sua equipe estavam Roberto Teixeira da Costa e o professor Nelson Carvalho. As notas explicativas devem indicar: a) os principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais. A empresa tem filiais em 14 países com padrões distintos e é obrigada a publicar a respeitar 16 padrões contábeis diferentes. segundo Tweedie. já o IASB contabiliza pelo valor de mercado. O IASB formalizou um acordo de cooperação com o FASB. Crise de confiança "Não se trata de técnicas contábeis. os EUA devem adotar esta norma. destaca Tweedie. que fazem parte do conselho do IASB. Nova Zelândia e Austrália. A idéia básica é buscar. ou como sua base principal na preparação das demonstrações financeiras ou como alternativa legalmente aceita". além da União Européia . perto de 7 mil empresas vão aderir. e dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do Ativo. a empresa tem que fazê-lo segundo as normas brasileiras e dos Estados Unidos. Unibanco. Além de publicar os relatórios em cada país. Sir David Tweedie. disse Tweedie ontem durante encontro na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). da Lei nº 6. amortização e exaustão. disse. já manifestaram o interesse de aderir às normas. são seis companhias: Itaú. Para ele. . mas são tímidas e precisam ser expandidas". No Brasil.

Dessa forma. de importação ou de exportação que possa afetar substancialmente os negócios sociais. Notas explicativas – O que deve ser indicado Publicado em 11/11/2004 08:41 As demonstrações financeiras das sociedades por ações deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham. f) o número. São exemplos de eventos subseqüentes. as notas explicativas são ferramentas bastante úteis para a interpretação de balanços e de outras demonstrações contábeis por trazerem informações complementares que auxiliam o usuário a esclarecer dúvidas sobre itens patrimoniais ou de resultado e até mesmo ajudam a quem elabora as demonstrações. rigor técnico e transparência nas suas demonstrações. • compra ou venda de imóveis ou maquinários cujo preço corresponda a recursos substanciais em termos de capital de giro. e) a taxa de juros. efeito relevante sobre a situação financeira e os resultados futuros da companhia. logo vêm à cabeça do profissional aquelas previstas na Lei das S. até mesmo para a empresa se destacar no mercado. dos cálculos de depreciação. § 4º. amortização e exaustão.404/1976) e às exigidas das companhias sujeitas às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). e dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do ativo. • mudança na orientação das autoridades governamentais quanto à política cambial. capazes de afetar as demonstrações financeiras de uma empresa ou entidade: •sinistro em estabelecimento da empresa ocorrido após a data do balanço.A.404/76). de constituição de provisões para encargos ou riscos. Por essa razão. ou possam vir a ter. as normatizações dos mercados financeiro e de capitais. b) os investimentos em outras sociedades. Por outro lado. as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo. normalmente. especialmente estoques.d) os ônus reais constituídos sobre elementos do Ativo. bem como a legislação societária são mais rigorosas. a inclusão das notas explicativas nas demonstrações contábeis de entidades que não estejam obrigadas à sua elaboração pode ser de grande utilidade. a espécie e a classe das ações do capital social. (Lei nº 6. necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício (art. É verdade que. h) os ajustes de exercícios anteriores. essas sociedades têm transações mais complexas que as demais e necessitam de maior controle. Contabilidade . pelo Banco Central do Brasil e outros órgãos. 176. As notas explicativas deverão indicar: a) os principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais.Elaboração por sociedades em geral Publicado em 20/10/2005 08:28 Quando se fala de notas explicativas às demonstrações contábeis. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. .Notas explicativas . da Lei nº 6. g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício. • ampliação ou redução dos objetivos sociais. quando relevantes. como memória de cálculo ou de procedimentos utilizados para a avaliação do patrimônio da entidade.

Atualmente. O projeto tem como arcabouço teórico básico as recomendações do International Accounting Standards Committee (IASC) para a execução dos balanços e demonstrativos financeiros. Alcedino Gomes Barbosa. f) o número. disse. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. não são facilmente apreendidos. Norma Parente. O projeto de lei ainda fixará as companhias de grande porte ou conjunto de empresas sob controle comum que possuam ativo total acima de R$ 120 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 150 milhões. Essa demonstração evidencia as modificações ocorridas no saldo de disponibilidades (caixa e equivalentes) da companhia em um determinado período. São exemplos de eventos subseqüentes. Outro ponto que ainda está em aberto é a obrigatoriedade das grandes empresas fechadas e limitadas divulgarem seus balanços. "As novas regras são um instrumento importante para a Lei das S. as companhias limitadas estão livres da prestação de contas. as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo. como. ampliação ou redução dos objetivos sociais. afirmou o presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). h) os ajustes de exercícios anteriores. efeito relevante sobre a situação financeira e os resultados futuros da companhia. de importação ou de exportação que possa afetar substancialmente os negócios sociais. se transformam em limitadas para não precisar abrir seus dados". a espécie e a classe das ações do capital social. e para dinamizar o mercado de capitais no Brasil". assim como ocorre com as abertas. de 2000. DOAR X DFC O argumento do relatório para a mudança na regra da elaboração dos balanços é que. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham. Além disso. d) os ônus reais constituídos sobre elementos do ativo. A proposta complementa a Lei das Sociedades Anônimas. e) a taxa de juros. principalmente por parte dos analistas de mercado e investidores institucionais. afirmou.c) o aumento de valor de elementos do ativo resultante de novas avaliações. também presente na audiência pública. por utilizar linguagem e conceitos mais simples. O deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE) espera finalizar o relatório em meados de setembro para que a matéria possa ser votada na comissão logo em seguida. os conceitos nela contidos. ou possam vir a ter. "Grandes empresas. através de fluxos de recebimentos e pagamentos. o projeto também trata de requisitos de qualificação de entidades de estudo e divulgação de princípios. o Conselho Federal de Contabilidade é o órgão mais preparado para ser a referência no assunto no País.A. Segundo Armando Monteiro. seguindo uma tendência internacional e também em função das demandas internas. "Mas sabemos que as empresas auditadas são as que mais recolhem impostos. o projeto contempla a substituição da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) pela Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC). g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício. por exemplo. capazes de afetar as demonstrações financeiras de uma empresa ou entidade:     sinistro em estabelecimento da empresa ocorrido após a data do balanço. a variação do capital circulante líquido. inclusive multinacionais. compra ou venda de imóveis ou maquinários cujo preço corresponda a recursos substanciais em termos de capital de giro. embora a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também esteja concorrendo ao posto. aprovada em 2001. A DFC. ." A diretora do CVM. disse que a transparência ultrapassa os benefícios que a divulgação dos resultados dá para os minoritários. ao contrário. normas e padrões de contabilidade e auditoria. "Beneficia toda a sociedade e acaba com o suposto prejuízo concorrencial entre empresas abertas e fechadas". Novas regras para elaboração e publicação de balanços Publicado em 25/08/2003 09:34 A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara realizou dia 20/08 mais uma rodada de audiências sobre o projeto de lei 4. que cria novas regras para elaboração e publicação de demonstrações contábeis e balanços. possui uma melhor comunicação com a maioria dos usuários das demonstrações contábeis. mudança na orientação das autoridades governamentais quanto à política cambial. Embora a DOAR seja considerada pelos especialistas como uma demonstração mais rica em termos de informação.376.

o qual estabelece em seu parágrafo único que. a partir do ano-calendário de 1999. 13. a todos os seus empregados.Fonte: Gazeta Mercantil Novas Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade Publicado em 28/04/2003 09:14 A Resolução nº 957. de 30 de agosto de 2002. que aprovou a Interpretação Técnica NBC T 10.249/95.4 da Resolução CFC nº 944/02. em relação ao mesmo ano-calendário. da Lei nº 9. desde que indistintamente a todos os seus empregados. de 14. A Resolução nº 959. aprovou a Interpretação Técnica NBC T 11 – IT . da Lei nº 9.2003. 516.4. fará jus ao benefício previsto para Programas de Alimentação do Trabalhador. § 1º e 17.21. uma diminuição .21. publicada no DOU de 22. além da dedução como despesa. do código de receita próprio do imposto apurado no regime do lucro presumido (2089). que é prática comercial não muito comum. permite a dedução das despesas com alimentação fornecida pela pessoa jurídica. Considerar-se-á formalizada a opção mediante a indicação. publicada no DOU de 22. independentemente da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador . que trata da Demonstração de Sobras e Perdas das Entidades Cooperativas Operadoras de Planos de Assistência à Saúde. De acordo com os arts. no campo 04 do DARF. que aprovou a NBC T 10.04. 13. contemplada no art. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Os gastos com cestas básicas podem ser deduzidos Publicado em 06/05/2003 13:57 O art. do ponto de vista contábil. de acordo com as normas que regem este benefício. aprova a NBC T 10. A dedução das despesas com alimentação.03. depois de iniciado o pagamento do imposto com base no lucro presumido. um "fato permutativo". do Conselho Federal de Contabilidade. A Resolução nº 958. 13.2003. inclusive. do Conselho Federal de Contabilidade. publicada no DOU de 22. ou seja. representa.04. às cestas básicas de alimentos fornecidos pela empresa.21 – IT – 02 – Regulamenta o item 10. do Conselho Federal de Contabilidade. e 856 do RIR/99). Opção pelo Lucro Presumido é definitiva Publicado em 05/09/2001 08:09 A opção pela tributação com base no lucro presumido será manifestada por ocasião do pagamento da primeira quota ou quota única do imposto devido no primeiro trimestre do ano-calendário. vencível no último dia útil de abril (arts.2003.Registro contábil Publicado em 01/12/2003 08:30 O pagamento de dívidas mediante endosso de um cheque ou duplicata mercantil. de 14. não será mais admitida a mudança para o regime do lucro real. ou seja.2003.03. quando a pessoa jurídica tiver programa aprovado pelo Ministério do Trabalho.718/98.03. de 14.249/95. § 4º.08. está incorporada no art.04. A dedução dessas despesas aplica-se.2003. que visa a proporcionar orientação adicional sobre as responsabilidades do auditor na auditoria de demonstrações contábeis quanto à propriedade do pressuposto de continuidade operacional como uma base para a preparação das demonstrações contábeis. visa a explicar o item 10.21 – Entidades Cooperativas Operadoras de Planos de Assistência à Saúde.PAT.21 – IT – 01. Pagamento de dívidas com cheques ou duplicatas de terceiros . a opção pela tributação com base no lucro presumido passou a ser definitiva em relação a todo o anocalendário.1. inciso II. da Lei nº 9.2003. § 1º. § 1º. 369 do RIR/99. indistintamente.

galpões. o Patrimônio Líquido é dividido em: a) Capital Social. b) pode ocorrer que o título dado em pagamento da dívida não seja quitado na data do vencimento. a diferença entre Ativo e Passivo Exigível é igual ao Patrimônio Líquido. veículos etc. Assim. assim entendidos: a) bens: estoques de mercadorias.Patrimônio . c) obrigações: dívidas da empresa. a diferença entre o valor dos ativos e o dos passivos e resultado de exercícios futuros representa o Patrimônio Líquido. Parcela de participação no PAT descontada dos empregados Publicado em 02/07/2002 09:07 O desconto. então. que representam valores recebidos que não transitaram por seu Resultado como . que representa valores recebidos pela empresa. mas ainda a pagar etc. com seus fornecedores (aqueles de quem ela adquire mercadorias). essa equação também pode ser assim representada: Ativo – Passivo Exigível = Patrimônio Líquido. • o conjunto de obrigações denomina-se PASSIVO (mais precisamente. energia elétrica e telefone já consumidos. Vale registrar que esse tipo de operação apresenta alguns incovenientes. suas instalações. como por exemplo as duplicatas a receber. mediante a seguinte equação. ―Passivo Exigível‖). De acordo com a Lei nº 6.. ou a diferença entre o que a empresa ―tem‖ e o que ela ―deve‖. ou por ela gerados. podemos dizer. em folha de pagamento. por exemplo. e que estão formalmente incorporados ao Capital. tais como: a) o valor dos cheques ou duplicatas cedidos em pagamento. considerada básica na Contabilidade: (Bens + Direitos) – (Obrigações) = Patrimônio Líquido. direitos e obrigações. Então. que o Patrimônio Líquido é a situação líquida do patrimônio. Num conceito mais técnico temos: • o conjunto de bens e direitos denomina-se ATIVO.do saldo de uma conta do Ativo correspondente a uma diminuição do saldo de uma conta do Passivo. prédios. tributos devidos. c) tratando-se de cheques. aluguel a ser pago. Do Patrimônio deriva o conceito de Patrimônio Líquido. água. b) Reservas de Capital. Patrimônio Líquido – Conceituação Publicado em 27/06/2003 10:23 No balanço patrimonial. que é o valor contábil pertencente aos acionistas ou sócios. em conta ou subconta distinta dos grupos ou subgrupos correspondentes aos gastos com o PAT ou a crédito da conta transitória que for utilizada para registro dos gastos. é diferente do valor da dívida que se deseja liquidar.404/76. e que: Obrigações = PASSIVO Exigível. estes podem não apresentar fundos. móveis e utensílios de uso da empresa. na maioria das vezes. Considerando-se que: (Bens + Direitos) = ATIVO.Conceito Publicado em 19/04/2005 10:23 Simplificadamente. b) direitos: valores a receber (de clientes ou não). Conclui-se que receber ou quitar dívidas mediante endosso de títulos ou cheques a receber de terceiros requer muita cautela de ambas as partes envolvidas na operação. Portanto. trata-se do conjunto de bens. do valor correspondente à participação no PAT cobrada dos trabalhadores deve ser registrado como recuperação de custos de produção ou despesas operacionais. Contabilidade . na mesma proporção. podemos conceituar patrimônio como tudo o que a empresa possui. Se o Ativo contém os bens e direitos e o Passivo Exigível contém as obrigações.

pode ocorrer a apropriação indébita desses bens pelos próprios funcionários incumbidos de sua guarda ou mesmo o furto deles por qualquer outro empregado. no valor de R$ 33....... dentro de quarenta e oito horas..00...00) Crédito líquido. que representam lucros obtidos pela mesma empresa. ressaltamos que..... mas retidos sem finalidade específica (quando lucros)... ou à espera de absorção futura (quando prejuízos). com base em laudos técnicos. que forneceu um Boletim de Ocorrência. foi identificado como responsável um funcionário da empresa...Comunicação ao Fisco Publicado em 31/10/2005 10:00 Ocorrendo extravio....receitas... remetendo cópia da comunicação ao órgão competente da receita federal de sua jurisdição. c) Reservas de Reavaliação..000. aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação. Em algumas ocasiões. aplicações financeiras) e materiais (estoques para produção e/ou revenda de itens do Ativo Permanente). d) Reservas de Lucros. e o PIS não-cumulativo a Recuperar. no valor de R$ 360......00 Na hipótese exemplificada. procede-se aos seguintes registros contábeis: ..... Verificada a ocorrência desse fato. todas as empresas necessitam de pessoal para administrar.. 264.. ao órgão competente do registro do comércio.000..00 Contribuição ao INSS.......00. §§ 1º e 2º do RIR/1999) Perdas decorrentes de furtos praticados por empregados . R$ 1.. R$ 890. a saber: Valor bruto do saldo de salário ... saldo em conta corrente bancária. que foi demitido por justa causa..... Suponha-se que. deterioração ou destruição de livros.. (R$ 110.. a pessoa jurídica fará publicar..Contabilização Publicado em 25/11/2004 08:27 Em geral... Exemplo Vejamos o exemplo do furto de uma mercadoria do estoque de revenda de uma empresa comercial. 364 do RIR/1999).. retidos com finalidade específica. ocorrido o fato...... em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. uma vez que ele deixou de incorporar o seu patrimônio..00.. controlar ou simplesmente manusear seus recursos monetários (caixa. sendo o caso noticiado na delegacia local.. que representam acréscimo derivado da diferença entre o valor contábil e o valor de mercado.. (Art. documentos ou papéis de interesse da escrituração.. Contabilidade e IRPJ .607. A legalização de novos livros só será providenciada depois de observada a determinação supracitada. extravio ou deterioração de documentos .00.. a empresa terá de providenciar a baixa do ativo...... que são também resultados obtidos. fichas. para efeito de apuração do lucro real..Perda. Ao preparar a rescisão contratual do funcionário em questão.00...... está registrado no estoque por R$ 1. e) Lucros ou Prejuízos Acumulados.. o ICMS pago na aquisição. Todavia....... constatou-se que ele tinha um crédito líquido de apenas R$ 890. essas perdas somente serão dedutíveis como custo ou despesas operacionais quando houver inquérito instaurado nos termos da legislação trabalhista ou quando apresentada a queixa perante a autoridade policial (art.. sabendo-se que o respectivo bem custou R$ 2.

se ele tivesse um crédito líquido.br.Perdas por Apropriação Indébita e Furtos (Resultado) 1. até o limite do crédito do empregado. quantia a título de tributo ou contribuição administrado pela SRF. utilizando-se o Programa Receitanet.00 C . . passível de ressarcimento. O Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e a Declaração de Compensação deverão ser enviados à SRF por intermédio da Internet.00 C . ou crédito do IPI. O Pedido Eletrônico de Ressarcimento será apresentado pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica em nome do estabelecimento que houver apurado crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). indevidamente ou em valor maior que o devido.00 Evidentemente.000.fazenda.Salários a Pagar (Passivo Circulante) 2.Salários a Pagar (Passivo Circulante) C .ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 360. no caso de existência de seguro que garanta à empresa o ressarcimento de prejuízos decorrentes de apropriação indébita. se o valor do crédito do funcionário fosse superior ao valor da mercadoria. Perguntas e Respostas sobre o Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação . a validação do conteúdo e a gravação do Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento . vencidos ou vincendos.110.000.Salários a Pagar (Passivo Circulante) C .pela apropriação da despesa relativa ao salário e do desconto da contribuição previdenciária: D .00 Observe-se que. de R$ 2. para envio à SRF (IN SRF nº 320/03) O Pedido Eletrônico de Restituição será apresentado pela pessoa física ou pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica que houver pago à União. não haveria nenhum prejuízo a ser registrado.PER/DCOMP Publicado em 03/06/2003 15:37 O programa PER/DCOMP tem por finalidade permitir ao contribuinte o preenchimento.Salários a Pagar (Passivo Circulante) 1. naturalmente não cabe apropriação de perdas no resultado. relativos aos tributos e contribuições sob administração da SRF.Salários (Resultado) C . A Declaração de Compensação será apresentada pela pessoa física ou pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica que houver apurado crédito relativo a tributo ou contribuição administrado pela SRF.Estoques (Ativo Circulante) 717.00 II .Estoques (Ativo Circulante) 890.PIS não-cumulativo a Recuperar (Ativo Circulante) 33.PER e da Declaração de Compensação .00 D .Contribuições ao INSS a Recolher (Passivo Circulante) 110.Estoques (Ativo Circulante) 1.receita.pelo ressarcimento do valor do furto. passível de restituição.00 C .00 C . que está disponível no endereço www. o valor do furto seria integralmente ressarcido por meio do seguinte lançamento contábil: D .607.00 III . considerando que a hipótese de tal desconto está prevista no regulamento interno da empresa: D .pelo reconhecimento do prejuízo decorrente do furto (lembrando que somente a parcela não coberta pelo crédito do empregado pode ser apropriada como prejuízo): D .I .00 C .DCOMP. para compensação de débitos próprios.00 C .00.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 360. registrado na conta de ―Salários a Pagar‖.gov. passível de ressarcimento. para que referida quantia lhe seja restituída.PIS não-cumulativo a Recuperar (Ativo Circulante) 33. furto ou roubo. para que referida quantia seja ressarcida ao estabelecimento detentor do crédito. Por exemplo.500.

Vilder Francisco e Palombo Alberto. se pretende restringir as prerrogativas dos contadores. conforme exemplificado a seguir: D . Segundo eles. O documento é de autoria de Emir Paulin. Conselho Regional de Economistas de São Paulo e Conselho Regional de Administradores de São Paulo. Contabilidade e Economia no desempenho da atividade de Perícia Judiciais e Extra Judiciais". podemos dizer que o Plano de Contas é um guia que norteia os trabalhos contábeis de registro de fatos e atos inerentes à empresa e serve de parâmetro para a elaboração das demonstrações financeiras (ou demonstrações contábeis). Hélvio de Oliveira. a medida resulta na revogação de toda a legislação profissional e unifica as profissões sem qualquer consulta aos contabilistas. como o disposto.Legal & Jurisprudência1 Contabilidade . João Carlos Rocco. afirmam os peritos. que tira dos contadores a exclusividade das atividades de realização de perícias contábeis judiciais e extras judiciais. Martinho Maurício Gomes de Ornelas. Conceitualmente. A medida estabeleceu que estas atividades passem a ser realizadas também por economistas e administradores. O Plano tem por finalidade principal estabelecer normas de conduta para o registro das operações da organização. da possibilidade de perícias que tenham feito possam ter sua validade questionada". a unidade imobiliária recebida deve ser registrada no Ativo Permanente da pessoa jurídica enquanto a torna deve ser computada em conta de receita. aumentar as dos economistas e conceder aos administradores a possibilidade de realizarem perícias judiciais.Imóveis (AP) C . Alcedino Gomes Barbosa. Os peritos requerem ainda que se alerte o CRC-SP para a "eventual necessidade de ressarcimento de prejuízos e perdas financeiras que eventualmente decorram do protocolo para todos os contadores peritos judiciais em face do estreitamento da área profissional.Registro Publicado em 12/09/2005 09:34 Na permuta de imóvel com recebimento de torna. uma representação contra ato do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP). Marcelo Alcides Carvalho Gomes. Veja a íntegra (somente para assinantes Boletim IOB) Peritos contra a abertura de atividades a outros setores Publicado em 13/08/2003 11:00 Oito peritos judiciais contábeis em São Paulo enviaram ao presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). da perda de indicações e nomeações e. Marcelo Romeiro Reis. O objetivo da representação é que o CFC declare nulo o protocolo firmado entre o CRC-SP.Campo de Atuação dos Profissionais Liberais nas Áreas de Administração.A seguir.Considerações Publicado em 20/02/2004 14:36 O Plano de Contas é o instrumento que o profissional consulta quando vai fazer um lançamento contábil. não previsto em lei".Permuta de imóvel com recebimento de torna . A alegação é de que os conselhos regionais não teriam competência legal para firmar o protocolo e o CRC-SP não poderia abdicar do dever de fiscalizar a atividade profissional (no caso. .Tornas Recebidas em Permutas de Imóveis (CR) AP = Ativo Permanente CR = Conta de Resultado Plano de Contas . "Na prática. pois indica qual conta deve ser debitada e qual conta deve ser creditada. a qualidade das perícias judiciais). principalmente. Para eles é ilegal e equivocado o "Protocolo de Entendimentos . relacionamos as principais dúvidas sobre o PER/DECOMP. Fonte: Gazeta Mercantil . Valder Luiz Palombo Alberto.

especializações. l) recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem. quando impedido. devem ser levados em conta três objetivos fundamentais: a) atendimento às necessidades de informação da administração da empresa. f) manter organização contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente. o que deve conter e outras informações sobre critérios gerais de contabilização). essa adaptação é feita quase que automaticamente. sendo sempre admitida a indicação de títulos. por qualquer meio. supervisão e fiscalização. no exercício da profissão. Importa observar que o Plano de Contas. não seja excessivamente ―diferente‖ dos modelos usualmente utilizados. em qualquer modalidade ou veículo de comunicação. d) assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem. às regras da legislação do Imposto de Renda. confiadas. ou facilitar. Na prática. o ) exerce atividade ou ligar seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas. auditoria externa) e. direta ou indiretamente. n) aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios Fundamentais e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. interesse confiado a sua responsabilidade profissional. g) valer-se de agenciador de serviços. o seu exercício aos não habilitados ou impedidos. a Lei nº 6. embora atenda às exigências internas da empresa.404/76). mediante participação desse nos honorários a receber. m) reter abusivamente livros. genericamente tido como um simples elenco de contas. tanto quanto possível. com comentários e indicações gerais sobre a aplicação e o uso de cada uma das contas (para que serve. c) auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita. tenha tido conhecimento. Práticas vedadas ao contabilista Publicado em 20/07/2004 08:51 No desempenho de suas funções. p) revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que. culposa ou dolosamente. b) adoção de formato compatível com os princípios de contabilidade e com a norma legal que regula a elaboração do balanço patrimonial e das demais demonstrações contábeis (ou seja. ainda. comprovadamente. alheio à sua orientação. da Organização Contábil ou da classe. b) assumir. adotando-se um Plano de Contas que. é vedado ao contabilista (art. comprovadamente. conteúdo que resulte na diminuição do colega.CEPC): a) anunciar. j) prejudicar. com prejuízo moral ou desprestígio para a classe. h) concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar. c) adaptação. trabalhos realizados e relação de clientes. e) exercer a profissão. bancos. ato definido como crime ou contravenção. . Fisco. i) solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita. às exigências dos agentes externos à empresa (fornecedores. serviços oferecidos. comprovadamente confiados à sua guarda.Na estruturação de um Plano de Contas. particularmente. papéis ou documentos. constitui na verdade um conjunto de normas do qual deve fazer parte. a descrição do funcionamento de cada conta – o chamado Manual de Contas. 3º do Código de Ética Profissional do Contabilista . serviços de qualquer natureza.

na profissão contábil. Vale lembrar que a compensação de prejuízos fiscais é uma solução prevista na legislação e defendida pelas empresas como forma de evitar o pagamento do Imposto de Renda (IR) sobre um valor que não represente acréscimo patrimonial. Assim. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. em primeiro lugar. receber. uma empresa que acumulou prejuízos fiscais pode compensar as perdas anteriores com os lucros tributáveis.Decisão permite reduzir autuação Publicado em 18/11/2003 09:25 O Primeiro Conselho de Contribuintes tem concedido decisões a respeito da compensação de prejuízos fiscais que podem ser especialmente interessantes para as empresas que são alvo de autuação fiscal por não ter respeitado a limitação de 30% do lucro. depois de regularmente notificado. Se por acaso houve lucros e os ganhos foram suficientes para absorver os prejuízos compensados indevidamente. como também aqueles gerados anteriormente à mudança das regras". v) renunciar à liberdade profissional. instância máxima do Conselho de Contribuintes. o tribunal administrativo já uniformizou seu entendimento de forma desfavorável aos contribuintes. x) publicar ou distribuir.065/95. em fevereiro de 2000. a "trava" dos 30% acaba aumentando a carga tributária das empresas. A trava de 30% já foi validada em julgamento da Câmara Superior de Recursos Fiscais (CSRF). de empregador ou de terceiros. porém. porém. explica o consultor Pedro César da Silva. Os conselheiros concluíram que. Prejuízo apurado no exercício . Mas a companhia alegou que nos período entre 31 de dezembro de 1995 e a data da autuação. da ASPR Auditoria e Consultoria . ser transferido para a conta de lucros ou prejuízos acumulados (classificável no patrimônio líquido) e. a fiscalização deve tratar o caso como postergação. a empresa foi autuada por ter compensado prejuízos fiscais acima do limite de 30% no ano-base de 1995. Em julgamento recente da Sétima Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes. Prejuízos fiscais . Portanto. devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho. a partir daí.q) emitir referência que identifique o cliente ou empregador. as destinações que lhe são próprias. teve lucros suficientes para compensar a parcela excedente à trava de . observadas as disposições legais. t) intitular-se com categoria profissional que não possua. as despesas e os encargos do período deve. A Lei nº 9. No caso da Maza. por exemplo. Assim. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. ao verificar num determinado ano-base a compensação de prejuízos acima do limite de 30%. Na prática. determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade. impôs uma forte restrição a essa compensação. a Maza Administração e Participações S/C Ltda conseguiu decisão que lhe foi favorável. os prejuízos fiscais devem ser compensados no limite máximo de 30% do lucro líquido de cada período. Segundo ela. no prazo estabelecido. salvo quando autorizado por eles. r) iludir ou tentar iludir a boa fé de cliente. em seu nome. alterando ou deturpando o exato teor de documentos. a fiscalização deve averiguar se o contribuinte obteve lucros nos períodos posteriores ao ano verificado e anteriores à data da autuação. com quebra de sigilo profissional. que apesar de ter validado a restrição de 30% no uso de prejuízos fiscais. com as devidas multa e juros. O consultor diz. a autuação lançará somente a diferença do valor do tributo. s) não cumprir. quando for o caso. o resultado líquido final apurado na confrontação entre as receitas e os custos. já que reduz o montante de abatimento do lucro via compensação de prejuízos. de acordo com a proposta dos administradores ad referendum da assembléia-geral ou a decisão dos sócios. o Primeiro Conselho de Contribuintes tem decisões favoráveis às empresas em alguns aspectos dessa compensação. u) elaborar demonstrações contábeis sem observância dos Princípios Fundamentais e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC. se houver.Contabilização Publicado em 21/08/2003 09:13 No encerramento do exercício social das empresas. estatutárias ou contratuais pertinentes. "Esse julgamento desfavorável alcança não somente os prejuízos apurados de 1995 em diante. trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. diz ele.

que neste particular é extensiva às demais empresas tributadas pelo Imposto de Renda com base no lucro real. em síntese. em virtude da ocorrência do evento estipulado na apólice. cuja apropriação no resultado deve ser feita na proporção do transcurso do prazo de cobertura do seguro. Isso é devido ao fato de que. o procedimento contábil normalmente utilizado é o registro do valor total do respectivo prêmio em conta de ―Prêmio de Seguro a Apropriar‖. se eventualmente o prazo de cobertura do seguro ultrapassar a data de encerramento do exercício seguinte). e portanto. O argumento foi acolhido pelos conselheiros. de vendas. se for o caso). Como exemplos. mas servem.Contabilização Publicado em 06/07/2005 09:26 A contratação de um seguro enseja o pagamento do prêmio. em contrapartida ao registro da despesa antecipada em conta de ativo. Vê-se. Nessas condições. em contrapartida a contas de disponibilidades. ao cálculo estimado das provisões para as exigibilidades e perdas no Ativo cujos valores não sejam líquidos e certos. na fração que corresponde ao tempo transcorrido. o pagamento se restringirá à diferença. se for o caso). de compras. de custo de fabricação. que está sendo registrado em ―Despesas Antecipadas‖ uma parcela do prêmio que ainda não está paga. Com base nisso. os prêmios de seguro pagos e ainda não incorridos devem ser mantidos em conta própria de "Despesas Antecipadas". que corresponde. durante o prazo de vigência do seguro. entre outras finalidades. O tratamento será o do imposto pago em atraso". é passível de registro no passivo exigível da segurada.Conceito Publicado em 09/11/2005 09:02 O ato de prever. e de ―Prêmio de Seguro a Pagar‖. pela parcela paga. cujo prêmio é devido pela segurada à seguradora. de resultados etc. A apropriação do prêmio como despesa ou custo de produção é feita com base no regime de competência.30%. Conforme a situação. no passivo circulante (e exigível a longo prazo. com multa e juros. as previsões não fazem parte da terminologia contábil. citamos as previsões de Caixa.Prêmio de seguro . caso a empresa tenha tido lucros suficientes para compensar todos os prejuízos fiscais aproveitados. pediu o tratamento de postergação do tributo e não da simples falta de pagamento. em despesas antecipadas. . embora fundamentado na estrutura dos registros contábeis. Em seu relatório. A decisão do conselho estende o entendimento para as bases negativas da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). o conselheiro Carlos Alberto Gonçalves Nunes diz que as decisões administrativas "têm se posicionado no sentido de que a fiscalização deve recompor os resultados da pessoa jurídica para evitar cobrar tributos em um período para restitui-lo depois. classificável no Ativo Circulante (e no Realizável a Longo Prazo. pela parcela a pagar. Contabilidade .Prêmios de seguro . está garantida a cobertura de sinistros sobre os bens objeto do seguro. Segundo a sistemática de classificação de contas implantada pela Lei das Sociedades por Ações. diz o consultor Silva. Contabilidade . em contraprestação à garantia de cobertura de perdas que o segurado eventualmente venha a sofrer. Fonte: Valor Econômico Contabilidade . é feito extracontabilmente. os prêmios pagos constituem despesas antecipadas. Portanto. ao preço cobrado pela seguradora. por força de contrato. "A decisão é interessante porque pode auxiliar muitas empresas a reduzir de forma sensível o valor da autuação fiscal. numa conjuntura econômico-administrativa. cuja contrapartida é uma conta de passivo.Pagamento parcelado Publicado em 28/07/2004 08:43 Na hipótese de o seguro ser contratado com o pagamento parcelado do prêmio.Previsões . portanto. com custos administrativos desnecessários para a administração" e para o contribuinte. e a baixa do passivo se dá por ocasião dos pagamentos das parcelas. no ativo circulante (e realizável a longo prazo.

Assim. por exemplo: a) numa venda feita em novembro para recebimento em dezembro. Portanto: • uma receita é considerada realizada no momento em que os bens ou serviços são fornecidos pela empresa a seu cliente. segundo o qual a empresa deve ser considerada como um organismo em movimento . Principios Fundamentais da Contabilidade Publicado em 27/04/2005 13:01 São os seguintes os Princípios Fundamentais da Contabilidade: a) princípio da entidade. a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes. cada um. Na prática. • uma despesa é considerada incorrida no momento em que ocorra o consumo de bens ou a utilização de serviços. independentemente do recebimento. segundo o qual o patrimônio da empresa (entidade) não se confunde com o dos seus sócios ou proprietários. independentemente de recebimento ou pagamento. o patrimônio da empresa (entidade) não se confunde com o dos seus sócios ou proprietários. sua própria declaração.Princípio da entidade .Princípio Contábil da Competência Publicado em 29/09/2005 10:18 De acordo com o Princípio Contábil da Competência as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado da empresa do período em que ocorrerem. pela empresa. um conjunto de pessoas. independentemente de pertencer a uma pessoa. Portanto. comprova-se a eficácia do princípio da entidade pelo fato de que a empresa apresenta sua declaração de Imposto de Renda e seus sócios apresentam. b) o aluguel do mês de novembro. que será pago somente em dezembro. Segundo esse princípio.Conceito Publicado em 25/05/2005 11:19 O princípio da entidade reconhece o patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial. do valor devido. deve ser contabilizado como despesa do mês de novembro. pela empresa. c) princípio da continuidade. do valor correspondente à venda. sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para o registro contábil. sempre simultaneamente quando se correlacionarem. a Contabilidade da empresa registra somente os atos e os fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa. ou seja.Contabilidade . independentemente do pagamento. que determina a adoção do menor valor para os componentes do Ativo e do maior para os do Passivo. a receita de venda deverá ser contabilizada no mês de novembro. Contabilidade . e não os relacionados com o patrimônio particular de seus sócios. uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade. com ou sem fins lucrativos. b) princípio da prudência (também conhecido como ―conservadorismo‖).

independentemente de recebimento ou pagamento. É por isso que são feitas as chamadas ―provisões‖.01. desde que devidamente estimável. a qual deve concretizar seus objetivos continuamente. todas as variações sofridas pelo patrimônio da empresa sejam contabilizadas logo que ocorrerem. Não obstante permaneça inalterado este princípio.Obrigações com Pessoal (PC) Salários e ordenados a pagar C . ou seja. que determina que as mudanças nos Ativos e no Passivo. segundo o qual as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado da empresa do período em que ocorrerem. inclusive para fins societários (art. desde 1º. É a ―entidade em marcha‖. e) princípio da oportunidade. direitos e obrigações). d) princípio do registro pelo valor original. 4º da Lei nº 9.Fornecedores (PC) Empresa Restaurante Ind.Vale-refeição . f) princípio da atualização monetária. segundo o qual os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis por meio do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais. Portanto. ou seja. consumo.constante e contínuo de produção. Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT) – Utilização de restaurante de terceiro – Tratamento contábil Publicado em 01/02/2005 08:14 Empresa que se utiliza de restaurante terceirizado para atender seus funcionários deve contabilizar as respectivas operações como segue sugestão: Pelo fornecimento das refeições da contratada: D . sempre simultaneamente quando se correlacionarem.Registro contábil Publicado em 28/01/2005 08:28 As empresas que adquirem vales-refeição para distribuir aos seus funcionários devem contabilizar como segue sugestão: Pela aquisição de vales-refeição D . Com. e não pelo valor que poderia ser obtido quando forem vendidos. Ltda Pela participação dos funcionários no custo das refeições: D .Despesas antecipadas (AC) Vales-refeição C .Despesas Operacionais (PC) PAT . compra. venda.249/95). determina que os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações.Fornecedores (PC) Empresa ―X‖ Ltda Pelo fornecimento de vales-refeição aos funcionários D .Despesas Operacionais (CR) . investimentos etc. ainda que seus valores sejam apenas razoavelmente estimados e que a respectiva documentação seja posteriormente complementada. ainda que somente exista razoável certeza da ocorrência.96 foi revogada a correção monetária das demonstrações financeiras e vedada a utilização de qualquer sistema de correção.Adquirido de terceiros CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) . deve ser feito o registro das variações patrimoniais. g) princípio da competência.Despesas Operacionais (CR) PAT . na sua essência. os bens serão sempre avaliados pelo custo de aquisição (custo histórico). Como a empresa terá atividades por um período indefinido. pelo valor de aquisição (valor de entrada dos bens. que.refeições adquiridas de terceiros C .

Registro Publicado em 25/11/2005 08:37 O pró-labore é a remuneração que os sócios. respondendo a consulta formulada por contribuinte. podendo ser amortizados no prazo mínimo de cinco anos (IN SRF nº 4/85). XIII). mesmo escrituradas nessas contas. diretores ou administradores da pessoa jurídica (art.Pró-labore . C . Anteriormente. na legislação do Imposto de Renda. 357 do RIR/1999).IR Fonte a Recolher (PC) C . parágrafo único. cabe observar que não são dedutíveis as retiradas não debitadas em custos ou despesas operacionais. aos quais as pessoas citadas façam jus em decorrência da participação societária.INSS a Recolher (PC) .430/1996 (art. as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem deduzir a totalidade dos valores pagos a esse título como custo ou despesa operacional. e as que. com valores correspondentes a lucros.Pró-Labore (CR) C .Despesas Antecipadas (AC) Vales-refeição Pela participação dos funcionários no custo das refeições D . ou contas subsidiárias.01. para a dedução da remuneração mensal dos sócios.341/1987 pela Lei nº 9. portanto.Programa de Alimentação do Trabalhador.. acrescentando que o prazo mínimo admitido para sua amortização é de cinco anos. 29 do Decreto-lei nº 2. 357.Obrigações c/o Pessoal (PC) Salários e Ordenados a pagar C . Todavia. o Fisco afirmou (Parecer CST nº 957/83 – parecer interno. devem ser ativados. do RIR/1999).1997. não publicado no DOU). diretores ou administradores e titulares de empresas individuais (atualmente empresário) e dos respectivos encargos sociais pode ser efetuado da seguinte forma: D . Assim. I. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . em face da revogação do art. diretores ou administradores e titulares de empresas individuais (atualmente empresários) percebem pelo seu trabalho. não correspondam à remuneração mensal fixa por prestação de serviços (art. que o valor dos custos de aquisição de programas de computador deve ser registrado no ativo imobilizado. deixaram de existir quaisquer limites.Despesas Operacionais (CR) Programa de Alimentação do Trabalhador AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado Programas para computador – Amortização Publicado em 17/10/2001 09:10 Os custos e as despesas de aquisição e desenvolvimento de logiciais (software) utilizados em processamento de dados. Desde 1º. Não se confunde. O registro contábil do pró-labore devido aos sócios. 88. tanto para efeito da apuração do lucro real como para fins de determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro.

para que possam beneficiar-se da isenção de impostos e contribuições durante o período de vigência desse benefício (prazo de 10 anos). quando couber. Mestrado.C .Pró-Labore a Pagar Contabilidade . as normas que disciplinam a atuação das entidades beneficentes de assistência social na área da saúde. COFINS e PIS-Pasep (2) O beneficio de isenção será aplicado sobre a receita de bruta dos serviços prestados na atividade de ensino superior de cursos de graduação. CSL. Doutorado e outros).Cálculo e Contabilização Publicado em 30/12/2004 09:16 As entidades de ensino. devem ser respeitadas. . (3) Com referência às doações.PROUNI . ou cursos seqüenciais de formação especifica (Pós-Graduação. entendemos que deverá proceder ao cálculo da gratuidade a ser contabilizado da seguinte forma: Receita Bruta da Venda de Serviços (+) Receita de Aplicações Financeiras (+) Receita de Locação de bens (+) Receita de venda de bens não integrantes do ativo imobilizado (+) Doações Particulares = Base de Cálculo x 20% = Aplicação permitida em gratuidade Notas (1) Os tributos isentos são: IRPJ.

000.Ativo Circulante CR .00 Aluguel R$ 10.Ensino (CR) 500.00 Venda de Bens R$ 50.00 Doações recebidas R$ 30.00 Registro Contábil: 1) Pelo registro das mensalidades a receber de todos os alunos: D – Mensalidade Escolares a Receber (AC) C – Receita de Prestação de Serviços .000.00 Base de Cálculo R$ 610.000.000.000.00 Aplicação Financeira R$ 20.00 AC .00 2) Pelo registro da doação das mensalidades conforme registro no PROUNI: D – Bolsas de Estudo PROUNI (CR) C – Mensalidade escolares a receber (AC) 122.Contas de Resultado .000.000.000.Exemplo Receita Bruta R$ 500.00 Percentual 20% Valor a ser aplicado R$ 122.000.

por todos os meses do ano. exceto no caso de empresas industriais que tenham sistema de custos integrado e coordenado com a contabilidade geral. alternativamente. No caso de empresa optante pela estimativa (balanço anual). normalmente. Atente-se que a dedução da despesa registrada com a constituição dessa provisão é expressamente admitida pela legislação do Imposto de Renda (art. ou. para atender fielmente ao regime de competência. classificáveis no Passivo Circulante. da Susep. 337 do RIR/99). quando referentes ao pessoal de setores produtivos. já deverá ter quitado integralmente a gratificação natalina devida aos seus empregados no ano. em qualquer caso é recomendável a apropriação mensal da provisão. O registro mensal da provisão ocorre por meio dos seguintes lançamentos: DCDC13º Salário (CR) Provisão para 13º Salário (PC) Encargos sobre 13º Salário (CR) Provisão para 13º Salário e Encargos Sociais (PC) . o que é indispensável nas empresas que levantam balanços ou balancetes durante o ano.Provisão e classificação contábil Publicado em 30/11/2005 09:09 A provisão mensal para o 13o salário é uma prática pela qual são distribuídos. para fins gerenciais. Cabe observar que. se a empresa não for tributada pelo Imposto de Renda com base no lucro real ou. é aceitável o registro da provisão somente no final do ano-calendário ou por ocasião do levantamento de balanços/balancetes de suspensão/redução da estimativa mensal. optou pelo pagamento mensal do imposto por estimativa e somente venha a apurar resultados em 31 de dezembro. cabendo ajuste do valor provisionado nos meses anteriores na ocorrência de reajustes salariais. de maneira uniforme. Portanto. simplesmente. no mínimo. para as empresas de seguros e outras) ou. para as instituições financeiras. uma única conta de “Provisão para 13o Salário e Encargos Sociais”. hipótese em que a não-constituição mensal da provisão provoca distorções no custo da produção mensal. Sob o aspecto contábil.(Medida Provisória nº 213/2004 e Decreto nº 5. se a empresa apura seus resultados trimestralmente (balanços/balancetes trimestrais). o provisionamento mensal do 13o salário não tem efeitos fiscais. a finalidades fiscais (apuração do lucro real). do Banco Central. Contabilidade . é importante a apropriação mensal (ou. em tal hipótese. para as companhias abertas. trimestral) das despesas com férias e respectivos encargos sociais. à exigência de legislação específica (da CVM. O valor a ser provisionado é calculado na base de 1/12 da remuneração mensal dos empregados que tiverem trabalhado. todavia. na data do levantamento do balanço anual. A provisão para o 13o salário e os respectivos encargos incidentes devem ser registrados como custo de produção. ao menos. tendo como contrapartida contas de “Provisão para 13o Salário” e “Provisão para Encargos Sociais sobre o 13o Salário”. os gastos incorridos com essa gratificação. quinze dias no mês. ou como despesa operacional.245/2004) Provisão de Férias – Momento de sua constituição Publicado em 27/02/2003 09:31 Sob o aspecto fiscal.13º salário . quando referentes ao pessoal de setores de vendas ou administrativo. mesmo estando sujeita a essa forma de tributação.

alternativamente: DC13º Salário e Encargos Sociais (CR) Provisão para 13º Salário e Encargos Sociais (PC) Baixa da provisão do 13º salário por ocasião da contabilização da folha Publicado em 17/12/2004 09:08 Em função de a legislação previdenciária exigir que todas as verbas pagas.Provisão para o Imposto de Renda . conforme o caso. conforme demonstrado a seguir: D .Lucros ou Prejuízos Acumulados (PL) C . b) provisão para Imposto de Renda sobre lucros deferidos.Regularização Publicado em 19/09/2005 09:31 O contribuinte que deixou de contabilizar ou registrou a Provisão para o Imposto de Renda por valor menor que o devido deve. devidas ou creditadas aos funcionários constem da folha de pagamento de salários. Falta da constituição da provisão do 13º salário Publicado em 13/12/2004 08:23 Se a empresa não provisionou mensalmente o 13º salário. no Passivo Exigível a Longo Prazo.Provisão para o Imposto de Renda . conforme tenha sido o montante do lucro realizado) do Passivo Exigível a Longo Prazo para a conta de Provisão para o Imposto de Renda. e os valores da gratificação paga e dos respectivos encargos sociais devem ser baixados da conta de provisão somente por ocasião da contabilização da folha de pagamento.Provisão para o Imposto de Renda (PC) (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . Nesse caso a provisão para Imposto de Renda receberá duas classificações contábeis. mediante lançamento de ajuste em contas próprias. a contabilização é feita mediante a débito da conta de Apuração do Resultado do Exercício e a crédito de Provisão para o Imposto de Renda mo Passivo Circulante. por ocasião do seu pagamento irá contabilizar o valor da gratificação paga diretamente em conta de custo ou despesa. o saldo da provisão deve ser transferido (no todo ou em parte. regularizar sua situação contábil pelo registro do valor da provisão (ou da diferença a menor apurada). a saber: a) provisão para Imposto de Renda cujo montante deve ser pago no ano-calendário subseqüente. debitando-se à conta ―Adiantamento de 13º Salário‖. os cheques ou as autorizações de débito em conta corrente bancária utilizados para o pagamento do 13º salário devem ser contabilizados. classificado no Passivo Circulante.Questão nº 493) Contabilidade . À medida que se realize o lucro diferido. no Patrimônio Líquido. no curso do período de apuração seguinte. desse mesmo período de apuração (observado-se que o valor provisionado é indedutível para fins de apuração do lucro real). Contabilidade . sua contabilização é feita mediante débito da conta de Apuração do Resultado do Exercício e crédito de Provisão para Imposto de Renda sobre Lucros Diferidos.ou. . Os pagamentos que caracterizam adiantamento usualmente são registrados em conta própria do Ativo Circulante e baixados por ocasião da quitação da gratificação (em dezembro ou no mês da rescisão do contrato de trabalho). com efeitos retroativos ao início do período de apuração.Ausência de registro ou contabilização por valor menor que o devido . a débito da conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados.Classificação Contábil Publicado em 21/09/2005 09:18 A pessoa jurídica deverá constituir obrigatoriamente em cada período de apuração. relativo ao imposto devido sobre o lucro real e sobre os lucros cuja tributação tenha sido diferida. provisão para Imposto de Renda.

além das provisões técnicas das companhias de seguro e de capitalização e das entidades de previdência privada.Conceito Publicado em 08/11/2005 09:08 As provisões.Registro contábil Publicado em 11/03/2005 09:09 No balanço.4) provisão para contingências. porventura existente). a terminologia “provisão” é freqüentemente utilizada. Art. há restrições quanto à sua dedutibilidade. entre outras).5 e 10. Se não houver contas de reservas.2) provisão para férias e encargos.1) provisão para perdas prováveis na realização de investimentos.1) provisão para gratificações a empregados. as quotas liberadas adquiridas pela sociedade devem ser destacadas como dedução da conta do Patrimônio Líquido que registrar a origem dos recursos aplicados em sua aquisição. Essa conta. cuja constituição é exigida pela legislação especial a elas aplicável (arts.3) provisão para 13º salário e encargos. correspondem a despesas e prováveis perdas (no Ativo) pertinentes a determinado período-base em que incorrerem. 339 e 409 do RIR/1999.(Subitens 10. temos: a) provisões estimativas de perdas no Ativo: a. a. Quotas liberadas adquiridas pela sociedade . b. para fins fiscais. b. para o reconhecimento de autênticas despesas incorridas (por exemplo: provisão para férias e provisão para 13º salário.5) provisão para Imposto de Renda etc.Provisões . Contabilmente. Atualmente. na prática. b. que serão pagas ou apuradas no próprio período-base ou no(s) período(s)-base subseqüente(s). 335 a 338 do RIR/1999).1 do Parecer Normativo CST nº 108/1978.5.2) provisão para ajuste do custo dos bens do Ativo ao valor de mercado. será uma reserva de lucro ou de capital (exceto a Reserva de Correção Monetária do Capital Social. é admitida a dedução apenas da provisão para férias e encargos e da provisão para 13º salário e encargos. Contudo. b) provisões para exigibilidades: b. no qual serão contabilizadas. Como se observa. as quotas liberadas serão redutoras da conta de Lucros Acumulados. estimadas ou não. . em geral. Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questão nº 486) Contabilidade . b.

Normas aplicáveis Publicado em 09/09/2005 09:05 O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aprovou a NBC T 19.000. d) critérios de reavaliação. f) cálculo dos encargos de depreciação. D .Reavaliação de Ativo. g) realização da reserva de reavaliação. destacando: a) as bases da reavaliação e os avaliadores (este item. amortização ou exaustão dos bens reavaliados.000. d) o efeito no resultado do exercício. por mera hipótese. amortizações ou exaustões e baixas posteriores.Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) 10. tal operação seria contabilizada como se segue.Reavaliação de Ativo Imobilizado . por meio da Resolução CFC nº 1. que o sócio retirante participasse do capital social da referida sociedade com 10. dispondo. no valor nominal de R$ 1. sobre: a) hipóteses de reavaliação.00 PL= Patrimônio Líquido AC= Ativo Circulante Contabilidade . uma vez que os saldos relativos às contas que serviram de lastro para essa operação não serão alterados.O lançamento contábil relativo à aquisição das quotas liberadas deverá ser feito a débito de conta própria.00). entre outros aspectos. c) o sumário das contas objeto da reavaliação e os respectivos valores.000 quotas. b) periodicidade de reavaliação.00 (o que perfaz R$ 10. b) o histórico e a data da reavaliação. que estabelece os critérios e procedimentos a serem observados para o registro contábil e a divulgação da reavaliação de bens do Ativo Imobilizado. .004/2004.Quotas em Tesouraria (PL) C . somente no ano da reavaliação).004/2004) Reavaliação de Ativos – Notas explicativas Publicado em 25/04/2005 10:25 Em notas explicativas devem ser divulgadas as informações sobre a reavaliação efetuada pela empresa. e) contabilização da reavaliação.6 . h) reavaliação de ativos por controladas e coligadas. oriundo de depreciações. c) reavaliação parcial. Considerando-se. Exemplo de registro contábil da aquisição das quotas liberadas. e que a aquisição tenha sido efetuada por esse valor. (Resolução CFC nº 1.

telefone)...2) para que uma empresa industrial fabrique determinado produto..... inicialmente.20x3)... ainda.200/1991) eventualmente contida na reserva de reavaliação. b) custo é o gasto relativo à aquisição ou produção de um bem de venda ou de uso ou...... O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro. de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado.404/1976).. com a administração da empresa (aluguel.. o gasto diretamente relacionado com a prestação de determinado serviço..00 Receita.. Esse grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial... por parte da empresa locadora. b..200/1991 permitiu que as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real efetuassem correção especial das contas do Ativo Permanente.... comporá o valor deste.000.. mas referente a 31. quando consumida (utilizada no processo de produção). em nível nacional.No exercício seguinte....Registro Publicado em 22/06/2005 09:36 No grupo de Resultados de Exercícios Futuros devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros.. com base em índice que refletisse..... assim... ela primeiramente adquire a respectiva matéria-prima..... Contabilidade .00 2 .000.1991. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes (art.. 2º da Lei nº 8. Dezembro/20x2) 3 .. a mercadoria adquirida seja registrada em conta de Estoques). R$ 6..Receitas de Exercícios Futuros (REF) C . R$ 12..00 (prazo de locação: 1º.... representará um custo com a elaboração do produto e.. Cabe observar que custo e despesa têm.Por ocasião do recebimento do aluguel D .... Exemplo Empresa “A” aluga um imóvel à empresa “B” para a realização de um evento.Caixa/Banco (AC) C . deverá ser apropriado o restante das receitas D ....12.... c) despesa é o gasto com as demais “utilidades”. e f) o tratamento e os valores envolvidos quanto a impostos e contribuições e correção monetária especial (art... Essa correção (facultativa) pôde ser registrada até a data do balanço de encerramento do período-base de 1991. luz.. Por exemplo: b.01... pela prestação de serviços etc..Receitas de Aluguel (RE) .000... ela primeiramente adquire essa mercadoria. 1 .e) o tratamento quanto a dividendos e participações.01...... ou seja. com os juros de empréstimos bancários (despesas financeiras) etc... desde que não haja compromisso..000.. 181 da Lei nº 6... variação geral de preços.Por ocasião do fechamento do Balanço Patrimonial em 31. antes do Patrimônio Líquido....00 (Ref.12.Receitas de Exercícios Futuros (REF) C . o mesmo significado (gasto).. R$ 6... O gasto com a aquisição da mercadoria comercializada é classificado como “custo da mercadoria vendida” (ainda que. Custo e Despesa .20x2 D .Recebimento antecipado de aluguéis . recebendo antecipadamente o valor de R$ 12.1) para que uma empresa comercial venda uma mercadoria...Receita de Exercícios Futuros (REF). Essa matéria-prima.Conceitos Publicado em 15/10/2003 09:56 Podemos dizer que: a) receita é a renda que a empresa obtém pelas vendas de mercadorias e produtos. 2º da Lei nº 8. na prática. por um período de dois meses.. ao final do mês de Jan/20x3. (quer receba os valores a vista ou não). os gastos com as vendas (comissões pagas a vendedores).20x2 a 31.. A distinção que fazemos ... água. Nota O art..Receitas de Aluguel (RE) ......

Recibo . isto é. desde que: a) esse custo unitário não seja superior a R$ 326. há de ser feita com os documentos de praxe. O custo de aquisição desse bem pode ser debitado como despesa. desde que a lei (Estadual ou Municipal) não imponha forma especial. conhecimentos. os descontos obtidos. as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte em função da taxa de câmbio ou de índices ou coeficientes aplicáveis por disposição legal ou contratual serão consideradas. seu prazo de vida útil não ultrapasse um ano. A partir de 1º de janeiro de 1999. que são compensados com o Imposto de Renda apurado com base no lucro real em 31 de dezembro (e com a CSL). devem ser contabilizados. onceito de Receitas Financeiras Publicado em 27/08/2002 09:08 Os juros recebidos.. 301 do RIR/1999) permite deduzir como despesa operacional o custo de aquisição de bens que por sua natureza seriam classificados no Ativo Imobilizado.00.Recolhimento estimado . desde que a despesa seja necessária às atividades da empresa.718/98.Imobilizado. recibos. ou b) qualquer que seja o custo do bem.Contabilização Publicado em 14/06/2005 10:03 Os valores recolhidos com base na estimativa (tanto o IR como a CSL). os bens destinados à exploração do objeto social e à manutenção da atividade da empresa devem ser classificados e contabilizados no Ativo Permanente . uma vez que está dentro do limite . Portanto. 373). O direito à dedução como despesa deverá ser exercido no momento em que se completar a aquisição do bem e exteriorizado pelo lançamento contábil correspondente. Contabilidade . O importante é serem de idoneidade indiscutível. Quando referidas receitas forem derivadas de operações ou títulos com vencimento posterior ao encerramento do período-base poderão ser rateadas pelos períodos a que competirem (RIR/99. para efeitos da legislação do imposto de renda.20X1 uma calculadora cujo custo de aquisição foi de R$ 250. na subconta antecipações de Imposto de Renda). o recibo fornecido. Entretanto.Questão nº 612) Registro contábil da aquisição de bens duráveis de valor irrelevante Publicado em 04/03/2005 09:22 Como regra.entre ambos decorre da técnica de registro dos gastos e de sua apresentação na Demonstração do Resultado do Exercício.61. 9º e 17. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . a legislação do Imposto de Renda (art. qualquer que seja a sua natureza. auferidos pelo contribuinte no período de apuração. Exemplo Vamos admitir que a empresa ―Z‖ adquiriu em 15. II).01. o lucro na operação de reporte e o prêmio de resgate de títulos ou debêntures e os rendimentos nominais relativos a aplicações financeiras de renda fixa. como receitas financeiras. em conta do Ativo Circulante representativa do valor antecipado (por exemplo. contendo o nome.Documento hábil para contabilização como despesa Publicado em 24/03/2004 12:57 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 10/76. endereço e número do CNPJ da pessoa jurídica. durante o curso do ano-calendário. a comprovação de despesas e receitas. compõem as receitas financeiras e como tal deverão ser incluídas no lucro operacional. art. contratos. etc. notas fiscais. poderá ser contabilizado como despesa dedutível. quando for o caso (Lei 9. art.

Com base em valores e dados meramente ilustrativos. Contabilidade .Bens de Valores Irrelevantes (Conta de Resultado) C .000. Contábilmente. d) a recuperação das perdas que tenham impactado o resultado tributável. correspondente a 1/3 (um terço) do valor do estoque existente naquela data (IN SRF nº 412/2004.00 200. O seu registro contábil pode ser feito.00 Registro da baixa pelo recebimento: D C Duplicatas Descontadas (AC) Clientes (AC) 1. em disponibilidades (Caixa ou Bancos) ou em créditos a receber (clientes. Seqüencialmente ela deve ser: a) creditada em contrapartida do registro do valor obtido pela venda do bem.).03. a débito da conta de resultado . A titulação dessa conta é feita pelo contabilista para que melhor represente esses registros no seu universo de contas. à reversão dessa provisão. devedores por duplicatas etc. segue exemplo de contabilização: Registro do desconto: D D C Bancos conta Movimento (AC) Despesas Financeiras a Apropriar (AC) Duplicatas Descontadas (AC) 800. c) a perda efetiva será efetuada a débito da conta redutora do estoque. a débito da conta patrimonial e a crédito da conta de resultado.2004). no grupo Resultados NãoOperacionais. à perda efetiva do estoque e a sua recuperação serão efetuados da seguinte forma: a) a constituição da provisão será efetuada a débito da conta de resultado e a crédito da conta redutora do estoque. sem fazer parte de um conjunto.00 1. a que se refere a letra "a".Banco Conta Movimento (Ativo Circulante) 250. publicada no DOU de 30.fiscal de R$ 326. . b) a reversão da provisão será efetuada a débito da conta redutora do estoque. distribuidor e de livreiro poderão constituir provisão para perda de estoques.61 e também por possuir utilidade por si mesmo. da seguinte forma: D . então. e o excesso. e a crédito da conta de resultado. até o seu valor.Registro contábil das Duplicatas Descontadas Publicado em 16/08/2005 09:49 A operação de desconto de duplicatas consiste basicamente na compra a vista. os registros relativos à constituição da provisão para perda de estoques. de tais títulos. pelo banco.00 AC = Ativo Circulante Registro contábil do ganho na alienação de bem do Ativo Imobilizado Publicado em 15/04/2005 16:41 Os resultados obtidos na alienação de bem do Ativo Imobilizado são apurados em uma conta de resultado. mediante a cobrança de despesas bancárias e dos juros correspondentes. Pode ser sugerida: ―Ganhos ou Perdas de Capital‖.000. calculada no último dia de cada período de apuração do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL).e a crédito da conta de estoque.custos ou despesas . geralmente os de mercado para esse tipo de operação.00 Registro contábil da provisão para perda de estoques de livros Publicado em 30/03/2004 10:57 As pessoas jurídicas e as que lhes são equiparadas pela legislação do imposto sobre a renda que exerçam as atividades de editor.

representará ganho de capital.Deduções da Receita Bruta) C . cujo ISS incidente seja de R$ 5.000.Clientes (AC) C . no resultado. se houver. pela baixa do custo do bem. Exemplo A contabilização de uma venda a prazo. no mês de novembro/20X1. que deva ser recolhido aos cofres do Estado.000.ISS (R$ 5.000. não afetando.Deduções da Receita Bruta) C . tenha auferido receitas de prestação de serviços no valor de R$ 100. o registro do imposto será: D . teremos a seguinte disposição: Receita Bruta de Prestação de Serviços (–) Deduções da Receita Bruta Impostos e Contribuições .ISS a Recolher (Passivo Circulante) R$ 5. Em ambos os casos será o resultado absorvido pela conta de Resultado do Exercício. Exemplo Admitindo-se uma empresa que.000. será registrado a débito de conta retificadora da receita bruta de prestação de serviços.00 Na DRE.ISS sobre Serviços Prestados (Conta de Resultado . correção monetária ou reavaliações. o valor a ser debitado em conta de Resultado. inclusive acréscimos.000.000. se credor.Receita de Vendas (CR) e D . no valor total de R$ 5.b) debitada. deve corresponder ao total destacado nas notas fiscais de vendas. o resultado do exercício.000. O saldo.00 O Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS). a crédito de conta do Passivo Circulante (ICMS a Recolher).00. Registro contábil do ICMS sobre vendas Publicado em 03/02/2005 08:16 No caso do ICMS. no Passivo Circulante.00 AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Registro contábil do Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) Publicado em 04/02/2005 09:23 5. portanto. se devedor. finalmente. de forma similar à do ICMS.00) R$ 100.00 (alíquota de 5%). Isso porque o valor do imposto recuperável deve ser excluído do respectivo custo e registrado em conta própria de ―ICMS a Recuperar‖ (no Ativo Circulante) ou diretamente a débito da conta de ―ICMS a Recolher‖ (no Passivo Circulante). e não ao valor do imposto líquido no período. tendo o ICMS (incluso no preço) incidido à alíquota de 18%. após os lançamentos. registrada na conta correspondente ao bem. c) creditada. e a crédito de título próprio da conta ou subgrupo de impostos a recolher. pela baixa do valor da depreciação acumulada. ou perda de capital na alienação do bem. procede-se da seguinte forma: D . quando incidente proporcionalmente sobre a receita de prestação de serviços.ICMS a Recolher (PC) 900. mediante a aplicação de alíquota prevista na legislação do município de ocorrência do fato gerador. em seguida.00.ICMS sobre Vendas (CR .00 .

Regras básicas para sabermos se uma despesa é dedutível Publicado em 10/05/2002 09:05 Há alguns tipos de despesas que contam com vários dispositivos expressos definindo a sua indedutibilidade ou dedutibilidade condicionada. 299. 2 . notas fiscais. devendo a pessoa jurídica fazer as adições correspondentes ao lucro líquido quando. 773 do RIR/99). operações ou atividades da empresa (art. a despesa não atender aos requisitos de dedutibilidade estabelecidos na lei tributária. caberá a dedutibilidade. todavia. 251): a) quer pelos aspectos formais (faturas. e será registrado em conta do subgrupo de impostos a recuperar no ativo circulante.. Registro do imposto retido na fonte sobre aplicações financeiras Publicado em 29/07/2003 08:57 O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre rendimentos de aplicação financeira é compensável com o imposto devido pela empresa com base no lucro real. 3 . quantidades. a regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil é efetuada mediante registro a débito ou a crédito da conta ―Estoques‖. a saber: a) não constituírem inversões de capital. caput). recibos etc. conforme sejam apuradas faltas ou sobras. inexiste um dispositivo legal que trate especificamente da maioria das despesas.). a dedutibilidade das despesas é admitida se forem observadas as quatro regras gerais básicas. o lançamento relativo ao ajuste terá como contrapartida a conta de Custo das MercadoriasVendidas. são decorrentes de erros no registro da movimentação dos estoques e. que sejam de grande monta as faltas detectadas no confronto entre os saldos apurados no inventário físico e aqueles registrados nas fichas de .São operacionais as despesas não computadas nos custos (art. no ativo circulante (art. Posteriormente. Na maioria das vezes. tais divergências.As despesas sejam registradas em escrita com forma contábil. no período-base em que forem satisfeitas as exigências da lei fiscal. valores. limitada ou incentivada. presumido ou arbitrado. Pode ocorrer. respectivamente. c) estarem devidamente comprovadas e escrituradas. Regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil Publicado em 19/05/2004 09:59 Na contabilidade. na determinação do lucro real. Na maioria dos casos. além de serem pouco significativas. desse modo. §§ 1º e 2º).). que também deverá ser feita na determinação do lucro real. O valor do imposto retido deve ser contabilizado em conta própria do subgrupo ou conta de impostos a recuperar. Nesses casos. 299.PIS-Pasep . b) serem necessárias. e b) quer pelos aspectos intrínsecos (identificação da operação. sendo devidamente identificadas (art.Cofins Registro das mutações patrimoniais … … Publicado em 31/08/2004 11:01 O Parecer Normativo CST nº 34/81 esclarece que as mutações patrimoniais devem ser registradas na escrituração comercial segundo o regime de competência. partes envolvidas etc. O Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99) dispõe que: 1 .São necessárias as despesas pagas ou incorridas para a realização das transações ou operações exigidas pelas atividades da empresa e que sejam usuais ou normais no tipo de transações.

no qual reconstituirá os lançamentos originariamente escriturados. para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais. São considerados Reservas de Capital: a) o ágio pago pelo subscritor de ações ou quotas. Para a maioria das empresas. sem borrões.Regularização de cópias ilegíveis dos registros contábeis Publicado em 09/05/2005 10:50 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração. Contabilidade . d) as doações e as subvenções para investimento. Demonstram um aumento do Patrimônio Líquido. constituído por contribuições a o capital da empresa. de terceiros. enquanto não capitalizado (lembrando que. desvio etc. por sua vez. cuja capitalização não se formalizou juridicamente. e) o saldo da correção monetária do capital realizado. o contabilista fará outra declaração. c) Reservas de Lucros. o contabilista deve efetuar termo de regularização. Reservas e Lucros ou Prejuízos Acumulados.estoque (e conseqüentemente na escrituração contábil). b) o produto da alienação de partes beneficiárias e bônus de subscrição. nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Na hipótese de ilegibilidade das cópias dos registros. dividem-se em: a) Reservas de Capital. é dividido em Capital Social. roubo. pôr data. o que levará à suposição de que as divergências sejam decorrentes de eventos não relacionados com as operações normais da empresa. Em seguida ao último lançamento de correção. sua assinatura. ou seja. a partir . As Reservas. que ainda utilizem em sua escrituração mercantil processo de reprodução. por exemplo).567/1969) Reservas . b) Reservas de Reavaliação.Composição Publicado em 29/06/2004 08:51 O Patrimônio Líquido. a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados. c) o prêmio recebido na emissão de debêntures. que provenham de furto. (Art. emendas ou rasuras. Se confirmada tal suspeita. ainda. recebidas de seus sócios ou acionistas ou. As empresas. a questão não tem relevância porque. cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados. a contrapartida do ajuste dos saldos dos estoques deverá ser registrada como despesa não-operacional (em uma conta intitulada ―Perdas por Faltas no Inventário‖. 4º do Decreto nº 64. em regra. Reservas de Capital As Reservas de Capital não são oriundas da atividade operacional da empresa. mencionando as folhas e o número do livro Diário em que se encontram ilegíveis. no Balanço Patrimonial. devem observar a clareza e a nitidez para não haver comprometimento dos lançamentos.

4º).249/1995. denominadas ―Reserva de Lucros para Expansão‖). foi revogada a correção monetária das demonstrações financeiras. Atingido esse limite. 199 e art. reembolso ou compra de ações. e f) Reserva Especial para Dividendo Obrigatório não Distribuído. A reavaliação é facultativa.01. exceto as reservas para contingências e as de lucros a realizar. (Arts.404/1976) Resolução do Conselho Federal de Contabilidade estabelece a revisão de trabalhos de auditoria pelos concorrentes Publicado em 15/10/2001 08:10 Com o intuito de propiciar maior transparência aos trabalhos dos auditores perante a sociedade. que também integram o Patrimônio Líquido. e art. §§ 1º e 2º. publicada no D. O saldo das reservas de lucros. f) os incentivos fiscais oriundos do valor do Imposto de Renda que deixou de ser pago em decorrência de isenção ou de redução do imposto. 4º da Lei nº 9. inclusive para fins societários — Lei nº 9. (Art. não se confunde com a extinta correção monetária das demonstrações financeiras. Isso implica que a partir deste ano – até 31 de dezembro de 2001 – já começam as primeiras revisões . ● resgate. É interessante lembrar que as Reservas de Capital somente podem ser utilizadas para: ● absorção de prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as reservas de lucros. determina que no mínimo a cada quatro anos. depende da decisão dos sócios ou acionistas e não se refere à atualização monetária do custo de aquisição.1996. em razão de reavaliação promovida por intermédio de laudo técnico preparado por três peritos ou por empresa especializada em avaliação de bens. correspondem à contrapartida do aumento do valor atribuído a componente do Ativo. a saber: a) Reserva Legal.404/1976) Reservas de Reavaliação As Reservas de Reavaliação. ainda. o Conselho Federal de Contabilidade – CFC. pois decorre de fatores econômicos. ● pagamento de dividendo a ações preferenciais. ● resgate de partes beneficiárias. as empresas de auditoria contratem outra auditoria para avaliar se os procedimentos de qualidade aplicados em seus trabalhos estão adequados aos padrões estabelecidos pelo conselho. a assembléia deliberará sobre a aplicação do excesso na integralização ou no aumento do capital social. § 3º. b) Reservas Estatutárias. e art. d) Reserva para Contingências. 182.O.404/1976. (Art.de 1º.249/1995) Reservas de Lucros Essas reservas representam apropriações de lucros da pessoa jurídica. quando essa vantagem lhes for assegurada. e) reservas oriundas de retenção de lucros (normalmente. através da publicação da Resolução nº 910 de 12/09/2001. ou na distribuição de dividendos. 182. Lembra-se. que a reserva constituída com o produto da venda de partes beneficiárias poderá ser destinada ao resgate desses títulos. 200 da Lei nº 6. c) Reserva de Lucros a Realizar. da Lei nº 6. da Lei nº 6. 193 a 197.U de 14/09/2001. não poderá ultrapassar o capital social. ● incorporação ao capital social. § 5º. 202. Portanto. art.

contribuirá para a formação de resultado de exercício futuro. São formas de retificação: . Nota-se que é relativamente remota a possibilidade de recebimento de uma receita com tais características. são classificadas no grupo de contas ―Resultados de Exercícios Futuros― as receitas de exercícios futuros. o que. 181 da Lei nº 6.404/1976 e art.404/1976 é pouco esclarecedora. uma receita é considerada como de exercício futuro quando: a) corresponder a recebimento antecipado que.406/2002) Contabilidade . é forçoso concluir que a utilização do grupo Resultados de Exercícios Futuros fica limitada a poucas situações e depende sempre de criteriosa análise da operação a ser contabilizada. b) o valor assim recebido não for passível de devolução pela empresa (obviamente.182 da Lei nº 10. Contabilidade .Retificação de lançamentos Publicado em 19/08/2005 09:21 Segundo a NBC T. As dez empresas de auditoria ou auditores pessoas físicas. 1. conforme o caso). na escrituração contábil das empresas e entidades em geral. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes. § 4º. (Arts. Nos termos do art. pertencem ao Passivo Circulante ou ao Passivo Exigível a Longo Prazo. representaria um adiantamento de clientes. Assim. efetivamente.404/1976. nesse caso. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . Por isso. por acordo entre as partes envolvidas na operação) nem estiver vinculado a futuro fornecimento de bens ou prestação de serviços (pois. são contabilizados nesse grupo valores que.Responsabilidade pela escrituração contábil Publicado em 18/08/2005 09:21 A escrituração contábil das pessoas jurídicas deve ficar sob a responsabilidade de contabilista legalmente habilitado nos temos da legislação específica.4. na verdade. da seguinte forma: RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS Receitas de Exercícios Futuros (-) Custos e Despesas Vinculados às Receitas São contas de aplicação restrita a situações muito específicas. da Lei nº 6. a definição de ―Resultados de Exercícios Futuros‖ dada pela Lei nº 6. 268 do RIR/1999 e 177. de acordo com a doutrina predominante. verifica-se que. muitas vezes. Porém.externas. a retificação de lançamento é o processo técnico de correção de um registro realizado com erro. classificável no Passivo Circulante ou Exigível a Longo Prazo. em alguns casos. Como se nota.Resultados de Exercícios Futuros Publicado em 21/07/2005 10:16 O grupo de contas denominado Resultados de Exercícios Futuros figura no Balanço Patrimonial entre o Passivo Exigível a Longo Prazo e o Patrimônio Líquido. gera dúvidas sobre a sua utilização. deverão apresentar seus trabalhos para serem revisados pela concorrente. aprovada pela Resolução CFC nº 596/1985. 2. devendo as demonstrações contábeis obrigatórias ser assinadas pelos sócios ou administradoras e pelo contabilista responsável pela escrituração. com o maior número de clientes de capital aberto.

Em qualquer dessas modalidades. no livro Diário.Pró-labore a Pagar (PC) b) Pela provisão da Contribuição Previdenciária: D . sendo facultado o depósito do FGTS.FGTS a Pagar (PC) d) Pela retenção do IRRF: D .Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) g) Pelo pagamento do FGTS: D . Desse modo. além de ficar sujeita à incidência da contribuição previdenciária. inclusive os membros do conselho de administração e os titulares das empresas individuais. o histórico do lançamento deverá precisar o motivo da retificação.INSS (CR) C . A sua operacionalização contábil pode ser efetuada da seguinte forma: a) Pela provisão do pró-labore: D . b) a transferência. Retirada pró-labore – Registro contábil Publicado em 20/01/2005 09:29 A retirada pró-labore é a remuneração paga ou creditada aos sócios.Honorários da Diretoria (CR) C . em retribuição ao seu trabalho.IRRF a Recolher (PC) e) Pelo pagamento do pró-labore: D . a data e a localização.INSS a pagar (PC) C .Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) f) Pelo pagamento do INSS: D . em seus históricos. o valor já registrado.Pró-labore a Pagar (PC) C . diretores ou administradores da pessoa jurídica. do lançamento de origem. aumentando-o ou reduzindo-o.a) o estorno. as datas efetivas das ocorrências e a razão do atraso. quando houver opção pelos depósitos: D . a retirada pró-labore gera uma despesa operacional para a empresa. posteriormente. anulando-o totalmente.Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) h) Pelo pagamento do IRRF . por meio da transposição do valor para a conta adequada.Pró-labore a Pagar (PC) C . que é o lançamento que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou creditada.FGTS a Pagar (PC) C .FGTS (CR) C . c) a complementação. Os lançamentos realizados fora da época devida deverão consignar. que é o lançamento inverso àquele feito erroneamente.INSS a Pagar (PC) c) Pela provisão do FGTS. que é o lançamento que complementa.

condições de pagamento. as receitas não operacionais. Da mesma forma. O descumprimento da resolução sujeita o infrator a penalidades previstas no art. ou seja.IRRF a Recolher (PC) C . foi aprovada.Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) CR – Conta de resultado PC – Passivo Circulante AC – Ativo Circulante Contabilidade .depreciação acumulada) o ganho de capital apurado. da Lei nº 10. será computada como despesa não operacional para a apuração do lucro real e da base de cálculo da CSL.Indenização recebida da seguradora . inciso II.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) Se a indenização recebida for maior que o valor contábil do bem (custo de aquisição . 2º da Lei nº 7.Depreciação Acumulada de Bens do Ativo Imobilizado (AP) C . 1º. na hipótese de a indenização recebida ser inferior ao valor contábil do bem. No que diz respeito à Cofins e ao PIS-Pasep. por unanimidade. realizada em 11 de dezembro de 2003. a oferta de serviços poderá ser feita mediante proposta. portanto. § 3º. 418 do RIR/1999) Serviços contábeis .Ativo Imobilizado (AP) 2) Pela baixa da depreciação acumulada do bem sinistrado: D . o que permite a segurança das partes e o regular desempenho das obrigações.637/2002. prazo de duração da prestação de serviços e outros elementos inerentes ao contrato. A norma define os limites e a extensão da responsabilidade técnica nos contratos. com todos os detalhes de especificação. não afetam o valor a pagar das referidas contribuições. inciso VI. 25 da .D .Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) C . § 3º.Tratamento Publicado em 13/09/2005 09:07 O registro contábil do sinistro de bem do Ativo Imobilizado objeto de seguro pode ser efetuado da seguinte forma: 1) Pela baixa do bem sinistrado: D . 1º. De acordo com a nova resolução. decorrentes da venda de bens do Ativo Imobilizado. a perda de capital apurada.689/1988 e art.Roubo ou furto de bem do Ativo Imobilizado . não compõem a base de cálculo.Obrigatoriedade de contrato Publicado em 12/04/2004 08:55 Em reunião plenária do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). ou seja.833/2003. da Lei nº 10. (Art.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C . a Resolução nº 987/2003.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) 3) Pelo recebimento da indenização: D . o saldo credor que remanescer na conta “Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado”. art. será computado como receita não operacional na determinação do lucro real e na apuração da base de cálculo da CSL. o saldo devedor remanescente na conta “Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado”. bem como o valor dos honorários. art. que torna obrigatório o contrato na prestação de serviços contábeis.

a validação e a transmissão dos arquivos de notas fiscais de entrada e/ou de saída das pessoas jurídicas obrigadas pela legislação federal. (IN SRF nº 122/1989 e art.gov. 179 da Lei nº 6. Contabilidade . Por outro lado.Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade. e faz as críticas dos campos a serem preenchidos e dos registros a serem importados.Sinistro de bens . restaurante e atividades similares.Serviços de hotelaria. alínea ―c‖. e no art. Isso significa que o custo de aquisição dos mencionados bens não precisa ser registrado em conta do Ativo Imobilizado e ser depreciado durante o prazo de vida útil estimado. do Decreto-Lei nº 9.404/1976) SINCO (Sistema Integrado de Coleta) – Obrigatoriedade de utilização Publicado em 06/01/2005 08:29 As pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal os arquivos digitais e os sistemas tratados neste texto deverão utilizar os programas geradores de dados do Sistema Integrado de Coleta (Sinco).295/1946.Pela baixa do bem sinistrado D. contendo inúmeras mensagens orientando a correta utilização do programa.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) . Contempla também a função de digitar os registros de um arquivo.Ativo Imobilizado (AP) 2.Depreciação Acumulada de Bens do Ativo Imobilizado AP) C.br): a) Programas Gerador Sinco .Resolução CFC nº 960/2003 . 12 do Código de Ética (Resolução CFC nº 803/1996). b) Programa Gerador Sinco . antes de gravá-lo para transmiti-lo. restaurante e atividades similares .receita. mesa e colchão será contabilizada no Ativo Imobilizado. tendo em vista que são destinados à exploração do objeto social e à manutenção da atividade da pessoa jurídica. se estiverem em desacordo com a legislação pertinente. Uma vez importados e validados. o contribuinte gravará os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação. Contabilidade . entendemos que a aquisição de cama. apresentando os totais de compras e/ou vendas de cada arquivo ao qual o informante deverá confirmar.Pela baixa da depreciação acumulada do bem sinistrado D.Aquisição de louças e guarnições de cama. disponíveis no site da SRF na Internet (www.fazenda. 27.Notas Fiscais que possibilitam a importação. mesa e banho Publicado em 08/08/2005 10:41 Pode ser computado como custo ou despesa operacional o valor gasto na aquisição de louças e guarnições de cama.Arquivos Contábeis que possibilitam a importação e a validação dos arquivos contábeis.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) C. no art. quando o contribuinte não disponha ainda de um sistema em meio magnético que atenda adequadamente à legislação. mesa e banho utilizados por empresas que exploram serviços de hotelaria.Indenização recebida de seguradora Publicado em 21/10/2004 08:38 Na ocorrência de sinistro com bem do Ativo Imobilizado objeto de seguro a pessoa jurídica deve efetuar os seguintes lançamentos: 1. bem como das tabelas relacionadas.

portanto. que.Arquivos Contábeis. 2º da Lei nº 7.3. será computado como receita não operacional na determinação do lucro real e na apuração da base de cálculo da CSL. § 3º. as receitas não operacionais. bem como das tabelas relacionadas. estando dispensadas dessa obrigação as empresas optantes pelo Simples. AC= Ativo Circulante AP= Ativo Permanente CR= Conta de Resultado (art.br).689/1988 e art. da Lei nº 10. Contabilidade . pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) Se a indenização recebida for maior que o valor contábil do bem (custo de aquisição depreciação acumulada) o ganho de capital apurado.receita. 1º.fazenda. da Portaria Cofis nº 13/1995.br): . e do ADE Cofis nº 15/2001. as pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C. nos termos do art. será computada como despesa não operacional para apuração do lucro real e da base de cálculo da CSL. art.158-35/2001. o saldo credor que remanescer na conta ―Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado‖. Da mesma forma. ou seja.Arquivos Contábeis Publicado em 25/10/2005 09:49 O programa Sistema Integrado de Coleta (Sinco) . decorrentes da venda de bens do Ativo Imobilizado. art.833/2003. 1º da IN SRF nº 86/2001. 1º.637/2002.Sistema Integrado de Coleta (Sinco) .fazenda. Uma vez importados e validados. ou seja.218/1991.receita. possibilita importação e validação dos arquivos contábeis. das INs SRF nºs 68/1995 e 86/2001. alterado pela Medida Provisória nº 2. No que diz respeito à Cofins e ao PIS-Pasep. da Lei nº 10. não afetam o valor a pagar das referidas contribuições. inciso VI. o contribuinte deve gravar os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação. ficam obrigadas a manter.Pelo recebimento da indenização D. disponível no site da RFB na Internet (www.Sistema Integrado de Coleta (Sinco) – Obrigatoriedade de utilização Publicado em 19/05/2005 09:47 As pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal os arquivos digitais e os sistemas tratados neste texto deverão utilizar os programas geradores de dados do Sistema Integrado de Coleta (Sinco). a perda de capital apurada. 11 da Lei nº 8. sempre que solicitados via intimação. disponíveis no site da SRF na Internet (www. 418 do RIR/1999) Contabilidade . à disposição da RFB.gov. inciso II.gov. § 3º. Lembra-se. na hipótese de a indenização recebida ser inferior ao valor contábil do bem. o saldo devedor remanescente na conta ―Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado‖. não compõem a base de cálculo das referidas contribuições e. por oportuno. nos termos do art. escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal. O Sinco deve ser utilizado pelas pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da RFB os arquivos digitais e os sistemas. os respectivos arquivos digitais e sistemas.

quando o contribuinte não disponha ainda de um sistema em meio magnético que atenda adequadamente à legislação. acionistas ou diretores de sociedade. a validação e a transmissão dos arquivos de notas fiscais de entrada e/ou de saída das pessoas jurídicas obrigadas pela legislação federal. com inúmeras mensagens que orietam a correta utilização do programa. Contempla também a função de digitar os registros de um arquivo. guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados.Arquivos Contábeis que possibilitam a importação e a validação dos arquivos contábeis. da MP nº 2. dispõe que os valores excluídos da base de cálculo do PIS e da Cofins. Contabilidade . (Art. a conta Capital deve ser substituída por Patrimônio Social. pela cooperativa. devendo tais operações ser comprovadas mediante documentação hábil e idônea. das Normas Brasileiras de Contabilidade. e faz as críticas dos campos a serem preenchidos e dos registros a serem importados. diretores e titulares de sociedade podem assinar as demonstrações financeiras Publicado em 19/12/2001 09:12 As Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados (art. PN CST nº 73/1975. O art.Notas Fiscais que possibilitam a importação.177. Na aplicação das normas contábeis. que sejam legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão (art. integrante do grupo Patrimônio Líquido.Questão nº 646) Sócios. das entidades sem fins lucrativos. deve ser registrado na conta Superávit do Exercício enquanto não aprovado pela assembléia dos associados e após a sua aprovação deve ser transferido para a conta Patrimônio Social.Tabela para localizar erros de soma por inversão Publicado em 01/04/2005 09:11 Muitas daquelas pequenas diferenças que atormentam os profissionais de contabilidade na hora de conciliar o saldo de uma conta ou de fechar um balanço são originadas de erros de soma por inversão de números.a) Programa Gerador Sinco . § 2º. as Demonstrações do Resultado do período-base. as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis. se estiverem em desacordo com a legislação pertinente.2. peritos-contadores. 819. Isto se estende para os titulares.764/1971. o contribuinte gravará os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação. com indicação do número dos respectivos registros. § 2º do RIR/99). 87 da Lei nº 5.Operações realizadas com não associados Publicado em 10/06/2005 09:08 As sociedades cooperativas devem contabilizar em separado os resultados das operações com não associados. de forma a permitir o cálculo de tributos. Superávit das entidades sem fins lucrativos Publicado em 25/10/2001 09:10 De acordo com o item 10.158-35/2001. § 4º da Lei nº 6404/76). PN CST nº 38/1980 e Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . bem como das tabelas relacionadas. acionistas. apresentando os totais de compras e/ou vendas de cada arquivo ao qual o informante deverá confirmar. Para auxiliar na localização de tais diferenças.7. antes de gravá-lo para transmiti-lo. sócios. os extratos. Conheça o Boletim Eletrônico IOB Contabilidade . A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (art. b) Programa Gerador Sinco . o valor do superávit do exercício.Sociedades cooperativas . de seu valor.19. 819 do RIR/99) dispõe que o Balanço Patrimonial. contadores. e a conta Lucros ou Prejuízos Acumulados por Superávit ou Déficit do Exercício. previstas na Resolução CFC nº 877/2000. reproduzimos a tabela a seguir: Valor da diferença Números invertidos . relativos às operações com os associados. 15. Uma vez importados e validados. com identificação do adquirente. atuários. da espécie de bem ou mercadoria e das quantidades vendidas. deverão ser contabilizados destacadamente.

porém. e b) de empréstimos concedidos a terceiros. É comum.208. conforme acordo entre as partes. o Parecer CNE/CEB nº 16. Esta resolução dá nova redação ao artigo 1º da Resolução CFC nº 948/02.apresentou relatório conclusivo sobre a Resolução CFC nº 948/02. a modificação no texto do referido artigo: Art. A seguir. 1º . instituiu-se a Resolução nº 991/03.Títulos a receber e a pagar – Conceitos Publicado em 28/12/2004 08:54 Títulos a receber Os créditos registrados na conta ―Títulos a Receber‖ são representados. até o exercício de 2004. na área de Contabilidade (profissional de gestão). ou estiveram cursando. de 8 de dezembro de 1999. do Ministério da Educação . no Curso Técnico em Contabilidade de que trata a Lei nº 9.394. serem registrados na conta ―Títulos a Receber‖ os créditos não operacionais derivados: a) da alienação de bens patrimoniais ou de investimentos. de 5 de outubro de 1999 e a Resolução nº 4. na maioria das vezes. aos portadores de certificados e diplomas de nível técnico. de 5 de agosto de 2003. Títulos a pagar . Contabilidade . Esta resolução dispõe sobre a não-concessão de registro profissional em Conselho Regional de Contabilidade.09 18 27 36 45 54 63 72 81 01/10 02/20 03/30 04/40 05/50 06/60 07/70 08/80 09/90 12/21 13/31 14/41 15/51 16/61 17/71 18/81 19/91 - 23/32 24/42 25/52 26/62 27/72 28/82 29/92 - 34/43 35/53 36/63 37/73 38/83 39/93 - 45/54 46/64 47/74 48/84 49/94 - 56/65 57/75 58/85 59/95 - 67/76 68/86 69/96 - 78/87 79/97 - 89/98 - Técnico em Contabilidade .086. por notas promissórias.Estabelecer que será concedido o registro profissional em Conselho Regional de Contabilidade na categoria de Técnico em Contabilidade aos que ingressarem. de 20 de dezembro de 1996. de 17 abril de 1997. independentemente do ano de conclusão do curso. Como resultado. o Decreto nº 2. cujos valores renegociados passam a ser representados por notas promissórias ou por outro título equivalente com prazo de vencimento dilatado. Esses créditos podem ser originários de duplicatas não pagas no vencimento.Mudanças Publicado em 07/01/2004 09:41 A Comissão MEC/CNE/CFC/Escolas . no dia 11 de dezembro. O relatório foi aprovado em reunião plenária do CFC.instituída pela Portaria nº 2.Não concessão de registro profissional .

as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sistema eletrônico de processamento de dados. ou no Passivo Exigível a Longo Prazo. Observe-se que a classificação contábil dos empréstimos obtidos de terceiros na conta ―Títulos a Pagar‖ se refere àqueles obtidos de empresas não financeiras. empregando formulários contínuos. não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. folhas soltas ou cartões. com número de ordem e de folhas escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa. desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio. derivados das operações normais da empresa. quando vencerem até o término do exercício seguinte. .404/1976) Transcrição de demonstrações financeiras em livro próprio Publicado em 12/07/2002 09:07 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/85. energia elétrica. na maioria das vezes. na conta ―Títulos a Pagar‖. telefone etc. que abriga. estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações. é mais comum a classificação. se tiverem vencimento com prazo maior. em alguns casos. devidamente registrado e autenticado. se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas. devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente. como fecho. Porém. Essa conta representa. e b) dos empréstimos obtidos de terceiros. no Passivo Circulante. literalmente. item 6. com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam. a conta ―Títulos a Pagar‖ é representada. o valor será classificado na conta ―Empréstimos e Financiamentos Bancários‖ (ou equivalente). de débitos não relacionados com a atividade principal da empresa. (Art.A exemplo da conta ―Títulos a Receber‖.). 180 da Lei nº 6. na maioria das vezes. pode conter valores representativos de débitos (obrigações) não quitados e renegociados com terceiros (fornecedores). valores a pagar decorrentes da aquisição de mercadorias e de serviços de consumo próprio da empresa (aluguel. cujas fichas são encerradas sem conter. 274 do RIR/99. por notas promissórias. tais como os derivados: a) da aquisição de bens patrimoniais ou de investimentos. Entretanto. No caso de empréstimos obtidos de instituições financeiras. água. a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. o inverso da conta ―Títulos a Receber‖ e. Lembra-se que os valores lançados na conta ―Títulos a Pagar‖ não se confundem com aqueles registráveis em ―Contas a Pagar‖. esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional.

obviamente. Tratamento contábil do ICMS. o PIS- .404/1976 (Lei das S/A). não ocorre nenhuma solução de continuidade da vida da sociedade. 220 da Lei nº 6. que poderão denominar-se ―IRPJ Devido por Estimativa‖ e ―CSL Devida por Estimativa‖. por ocasião da transformação. transformação é a operação pela qual a sociedade passa. Observada a estrutura do Plano de Contas da empresa. satisfeitas as demais exigências contidas na IN DNRC nº 65/97. sejam encadernadas em forma de livro. o ISS. Tratamento contábil de IRPJ/CSL . não há qualquer restrição à compensação de prejuízos fiscais. segundo o qual os direitos realizáveis no curso do exercício social subseqüente devem ser classificados no Ativo Circulante. após a escrituração. entendemos não ser essa a melhor opção. de um tipo para outro (exemplo: transformação de limitada em S/A ou vice-versa). As parcelas de estimativa devidas devem ser registradas em contas do Ativo Circulante. ―Tributos a Recuperar/Compensar‖). a faculdade de redução ou suspensão da estimativa com base em balanços ou balancetes periódicos. não tenha ocorrido modificação do ramo de atividade e do controle societário.Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados. como se nada houvesse ocorrido na vida da empresa. Todavia. desde que. Há quem entenda que as parcelas de estimativa devem ser registradas em contas redutoras da ―Provisão para o Imposto de Renda‖ e ―Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro‖. tais contas integrarão um grupo específico que registrará tributos recuperáveis ou compensáveis (―Outros Créditos‖. com lucro real de períodos de apuração encerrados posteriormente. desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e. haja vista o disposto no inciso I do art. As obrigações fiscais continuam a ser cumpridas sob a nova razão ou denominação social. As contrapartidas dos valores correspondentes à estimativa devida deverão ser registradas em conta do Passivo Circulante (num grupo de ―Obrigações Tributárias‖ ―Impostos e Contribuições a Recolher‖ ou semelhante). tais como o ICMS. o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente.Estimativa mensal Publicado em 07/03/2005 09:49 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem efetuar o pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro devidos no ano-calendário por um dos seguintes modos: com base no resultado efetivamente apurado em balanços/balancetes trimestrais (lucro real trimestral) ou por estimativa mensal (balanço anual).404/76. independentemente de dissolução ou liquidação. neste caso. 179 da Lei nº 6. no Passivo Circulante. Para que a estimativa devida fique evidenciada no Passivo. Por essa razão. observada. IPI e ISS – Regra geral Publicado em 27/01/2005 08:16 Os tributos que incidem proporcionalmente sobre o faturamento da empresa (vendas de mercadorias e produtos e da prestação de serviços). de períodos de apuração encerrados anteriormente à transformação. Na transformação. recomenda-se que as parcelas de estimativa sejam registradas no próprio mês a que se referirem e não somente por ocasião do efetivo pagamento. Transformação de sociedades Publicado em 26/05/2003 08:39 De acordo com o art.

O lançamento contábil da atualização monetária dos depósitos judiciais pode ser feito da seguinte maneira: D . que. Caso a ação seja julgada procedente. para a conta de ―Bancos Conta Movimento‖. A contabilização dos referidos tributos deve ser feita concomitantemente ao registro das vendas e prestação de serviços. ou da transferência para o Passivo Circulante.Conta de Resultado Tributação pelo Lucro Presumido – Obrigações acessórias Publicado em 20/02/2002 10:02 As pessoas jurídicas que optarem pela tributação com base no lucro presumido deverão. adicionado na parte "A" do Lalur e controlado na parte "B") deverá.Depósitos judiciais em garantia Publicado em 24/08/2004 09:02 Na hipótese de depósito judicial em garantia. no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término do ano-calendário. opcionalmente. RLP . atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo). conseqüentemente.Pasep e a Cofins. a pessoa jurídica deve verificar com a instituição financeira onde foi efetuado o depósito. a pessoa jurídica deve transferir o saldo do depósito judicial. de pronto. Atualização monetária O montante depositado deve ser atualizado monetariamente a partir da data em que houver sido efetuado o depósito até a data da sua efetiva devolução. no qual deverá ser escriturada toda a movimentação financeira ocorrida no decorrer do anocalendário abrangido por esse regime de tributação. a pessoa jurídica deve transferir o saldo do depósito judicial. o valor do tributo/contribuição discutido judicialmente pode ser contabilizado da seguinte forma: D . caso a ação seja julgada procedente. a fim de apropriar mensalmente (pelo regime de competência) os respectivos valores. Saliente-se que os tributos e as contribuições incidentes sobre vendas e prestação de serviços devem ser contabilizados pelo regime de competência. o valor total atualizado monetariamente. atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo) para a conta de obrigações no Passivo Circulante. Neste caso não haverá nenhum ajuste a ser feito na parte "A".Disponibilidades (AC) Esclareça-se. havendo ou não depósito judicial em garantia. o valor do tributo ou contribuição que estava sendo discutido judicialmente (contabilizado em conta de resultado. tendo como contrapartida contas próprias de tributos a recolher. . para efeitos do Imposto de Renda. Contabilmente. escrituração de livro Caixa. Tratamento contábil dos tributos e contribuições sub judice . b) escrituração do livro Registro de Inventário. Assim. na hipótese de a ação ser julgada improcedente. para a determinação da receita líquida.Variação Monetária Ativa (CR) No período-base em que o processo for julgado desfavoravelmente.Depósito Judicial (RLP) C . no período-base em que o processo foi julgado favoravelmente. os índices de atualização utilizados. no Passivo Circulante. será dedutível para fins de determinação do lucro real. na demonstração do resultado. manter (art. fica suspensa a exigibilidade do crédito tributário e. classificáveis no Passivo Circulante.Depósitos Judiciais (RLP) C . enquanto a questão estiver sendo discutida em juízo. ser baixado na parte "B". 527 do RIR/99): a) escrituração contábil nos termos da legislação comercial ou. para efetuar a referida atualização.Realizável a Longo Prazo CR . devem ser registrados em contas próprias de resultado. inclusive a bancária. mediante conferência nos extratos emitidos mensalmente. e o valor registrado em obrigações. será transferido para uma conta de resultado. Se não houver depósito judicial. Esta receita será considerada não tributável e deve ser excluída na parte "A" do Lalur. cujos saldos. aparecem como parcelas redutoras da receita bruta. registrado no resultado no período-base em que o processo for julgado desfavorável. o respectivo valor não poderá ser computado como despesa.

conforme demonstrado a seguir: 1) Pela remessa da mercadoria para o fabricante: D C Remessa de Bens em Garantia (CCA) Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) 2) Pelo retorno da mercadoria: D C Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) Remessa de Bens em Garantia (CCA) CCA = Conta de Compensação Ativa CCP = Conta de Compensação Passiva Contabilidade . do ISS e outras).Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) 2) Pelo retorno da mercadoria: D . todos os livros de escrituração obrigatórios por legislação fiscal específica (do IPI/ICMS. enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes.Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) C .Troca de mercadorias em garantia . tendo em vista que o ônus pela substituição da mercadoria defeituosa é do fabricante.Tratamento Publicado em 16/09/2005 08:28 Nas operações de troca de mercadorias em garantia. não é necessário nenhum registro contábil por parte da empresa revendedora do produto. desde que constem de . Todavia.Troca de mercadorias em garantia . é recomendável que a loja revendedora registre essa operação em contas de compensação. conforme demonstrado a seguir: 1) Pela remessa da mercadoria para o fabricante: D -Remessa de bens em Garantia (CCA) C . Todavia. Contabilidade . é recomendável que a loja revendedora registre essa operação em contas de compensação. como o ônus pela substituição da mercadoria defeituosa é do fabricante. bem como os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração comercial e fiscal. não é necessário nenhum registro contábil por parte da empresa revendedora do produto.c) em boa guarda e ordem.Registro em contas de compensação Publicado em 09/08/2005 09:40 Nos casos de substituição de mercadoria em decorrência de garantia.Remessa de bens em Garantia (CCA) CCA = Conta de Compensação Ativa CCP = Conta de Compensação Passiva Uso de códigos e abreviaturas Publicado em 15/03/2004 10:10 Na escrituração contábil é permitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas.

revestido das formalidades de registro e autenticação (§ 1º do art.532/1997). para fins de administração da empresa de modo geral. b) Governo (fiscalização).livro próprio. 269 do RIR/1999). c) auditores externos. em aspectos mais genéricos expressos nas demonstrações contábeis. as demonstrações contábeis. . b) os diretores. d) investidores do mercado de capital (no caso de sociedades anônimas de capital aberto). as informações devem ser suficientes para a avaliação da situação patrimonial da empresa e das mutações sofridas pelo seu patrimônio. necessariamente. a transcrição das demonstrações contábeis. da Lei nº 9. sua aquisição e respectiva distribuição aos funcionários é prática comum a todas as empresas que possuem empregados com direito a esse benefício. no fecho do conjunto.01. de forma geral. ou b) externos. Como usuários externos das informações produzidas pela Contabilidade temos: a) bancos e fornecedores. letra ―f‖. os usuários da Contabilidade podem ser: a) internos (pessoas que fazem parte da empresa). em atendimento à legislação trabalhista. as demonstrações contábeis. No mínimo. desde 1º. e d) o livro utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. temos: a) o titular da firma individual (atualmente. esse livro pode ser: a) o próprio livro Diário. Todavia. inciso II. com o emprego de fichas soltas ou formulários contínuos que não incluam. os gerentes e os administradores de todos os níveis. É comum e plenamente justificável que os usuários tenham interesses diversificados em relação à empresa. Usuários internos Como usuários internos das informações produzidas pela Contabilidade. que deverá conter. as informações contábeis devem ser amplas e confiáveis. 82. Segundo o PN CST nº 11/1985. Usuários externos Os usuários externos concentram suas atenções. como fecho.1998. deixou de ser objeto de incentivo fiscal pela legislação do Imposto de Renda (art. denominado ―empresário‖). quando neles estiverem incluídas. no encerramento do período-base. Por isso. os sócios e os acionistas da sociedade. c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos. b) o mesmo livro específico que for adotado para a inscrição das demonstrações contábeis. no caso de empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. desde que revestido das formalidades legais (registro e autenticação). Usuários da contabilidade Publicado em 26/02/2004 14:39 De modo geral. Vale-transporte – Apropriação como custo e/ou despesa operacional Publicado em 09/11/2004 08:44 O vale-transporte.

para esse fim. como custo e/ou despesa operacional. Tratando-se de pagamentos feitos pela empresa com cheque pré-datado. b. o mais adequado é o registro em conta do Passivo Circulante. incorporação e construção de imóveis. e em cada período de apuração será transferida para as contas de resultado parte do lucro bruto proporcional à receita recebida no mesmo período. Parcela descontada dos trabalhadores A parcela que venha a ser recuperada pela empresa. relativamente ao VT concedido aos trabalhadores da área de produção.1 da IN SRF nº 84/1979) Vendas mediante recebimento de cheque pós-datado (ou pré-datado) . caput e incisos I e II. Portanto. as seguintes normas (por expressa disposição fiscal): a) o lucro bruto deve ser registrado em conta específica de Resultados de Exercícios Futuros. o lucro bruto. Todos os procedimentos. na data combinada). entre outras. 413. para ser apropriado. no mês em que os VTs devam ser utilizados pelos trabalhadores. . deve ser lançada a crédito da(s) conta(s) que registre(m) o valor bruto dos VTs fornecidos aos trabalhadores. b) por ocasião da venda. apenas.2) a todos os trabalhadores. o custo de aquisição dos VTs deve. em que permanecerão até o efetivo recebimento. devem ser efetuados na escrita comercial. é vedada ao contribuinte. Para a preservação do regime de competência na apropriação do gasto. inclusive o orçado. e subitem 22. Contabilidade – Venda de imóveis a prazo ou em prestações – Reconhecimento do lucro Publicado em 18/11/2004 08:37 Para as empresas que exploram a atividade de compra e venda.Registro contábil Publicado em 23/11/2004 08:14 Como não são valores dos quais a empresa vá dispor a qualquer tempo (mas. as importâncias recebidas na modalidade de cheque pós-datado (ou pré-datado) não devem ser classificadas no subgrupo do "Disponível" e sim em conta distinta do "Ativo Circulante". que melhor caracterizará a obrigação assumida. loteamento. Para tanto. será determinada a relação entre o lucro bruto e a receita bruta de venda. para efeito de determinação do lucro real. pode ser reconhecido nas contas de resultados de cada período de apuração proporcionalmente à receita de venda recebida. nas empresas comerciais. nas empresas industriais e prestadoras de serviços. b) despesa operacional. com pagamento restante ou pagamento total contratado para depois do período-base da venda. (Art. mediante desconto dos trabalhadores. para a qual serão transferidos a receita de venda e o custo do imóvel. na venda a prazo ou em prestações. com pagamento após o término do ano-calendário da venda. nas empresas referidas na letra ―a‖.O gasto efetivamente suportado pela empresa na concessão do vale-transporte (VT) aos trabalhadores a seu serviço classifica-se como: a) custo da produção. na hipótese de venda a prazo ou prestação. relativamente ao VT concedido: b. a utilização do Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). inclusive o diferimento parcial ou total do reconhecimento do lucro bruto. ser registrado em conta de despesas antecipadas (no Ativo Circulante). do RIR/1999. deverão ser observadas.1) aos trabalhadores das áreas administrativas e de vendas. inicialmente. se for o caso.

levando-se em conta ponderáveis opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico). ou seja.Registro contábil Publicado em 05/07/2004 08:43 Conforme o princípio contábil da competência. No caso de vendas para entrega futura.Cheques a Receber (Ativo Circulante) C .2004) D . Trata-se de refletir uma realidade empresarial e de fazer com que. Neste caso. conforme acordado entre as partes.03. sempre simultaneamente. as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem.00 Embora não exista previsão legal para o cheque pré-datado e. como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa.02. já os tenha produzido ou adquirido de terceiros. na Contabilidade. consideremos ter sido emitida nota fiscal de ―simples faturamento‖.Cheques a Receber (Ativo Circulante) 2.2004 D .02. situação em que a empresa vendedora já esteja de posse dos bens a serem fornecidos ao seu cliente.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) C .2004. entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação. somente será depositado em 10. As mercadorias objeto desse tipo de transação devem ser segregadas dos estoques da empresa vendedora e colocadas à disposição do cliente. prevaleça a essência sobre a forma Vendas para entrega futura . deverá ser reconhecida a receita proveniente da venda assim que for emitida a nota fiscal de ―simples faturamento‖. independentemente de seu recebimento ou pagamento. ainda. teríamos os seguintes registros contábeis: I .Venda mediante cheque pré-datado a ser contabilizada em 10.00 II .Venda de Mercadorias no Mercado Interno (Resultado) 2.000. Exemplo No desenvolvimento do exemplo.00 que.Depósito do cheque na data combinada (10.2004 uma empresa efetue venda de mercadorias a determinado cliente mediante recebimento de cheque pré-datado no valor de R$ 2.03.000.000. quando se correlacionarem. da .Exemplo Suponhamos que em 10.

.00 II . as administradoras de cartões de crédito cobram uma taxa sobre o valor da venda.20X1.000. R$ 11.Despesas com Vendas (CR) C . “X” (AC) D .Pela venda ao cliente em 10. via de regra...000.000..20X1.00 • Valor total da nota fiscal de ―simples faturamento‖ .000..00 III .. após um certo prazo da entrega das autorizações de pagamentos...00 x 10%) .00 Após esse lançamento.. pois as empresas administradoras de cartões de crédito somente efetuam o pagamento.Registro Publicado em 11/11/2005 09:23 As vendas de produtos ou serviços efetuadas por meio de cartões de crédito caracterizam-se como vendas a prazo.00..08... no valor de R$ 950.000.Vendas recebidas por meio de cartão de crédito ..07. no dia 10...00 • Valor do IPI (R$ 10.00..00 1. seria efetuado o de ―baixa‖ no estoque e o de reconhecimento do ―custo dos produtos vendidos‖... a título de taxa de administração.20X1: D .Adm “X” (AC) R$ 950. Admitamos que uma empresa.000..000.000.00 R$ 1... D C C Clientes (AC) Receita Bruta de Vendas (CR) IPI a Recolher (PC) 11.00 R$ 50. a qual cobra uma taxa de administração de 5%. R$ 10.00 AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante . Sobre esta operação. paga pelo cliente por meio do cartão de crédito da Administradora “X”.. por via bancária..Pelo recebimento da administradora em 05..qual constaram os seguintes dados (meramente ilustrativos): • Valor das mercadorias ....08.... R$ 1. I .00 Registro da venda para entrega futura e do IPI incidente... AC = Ativo Circulante CR= Contas de Resultado PC = Passivo Circulante Contabilidade . a administradora liquida o crédito com a empresa vendedora.000..00 10..Pelo valor do ICMS destacado na nota fiscal: DCICMS sobre Vendas (CR) ICMS a Recolher (PC) R$ 180.Receita Bruta de Vendas (CR) R$ 950...07..X1: DCBancos Conta Movimento (AC) Clientes . efetuou uma venda no valor de R$ 1.. Em 05.Clientes .Adm.

os cheques prédatados recebidos não devem ser classificados como disponibilidades e sim em conta representativa de um crédito a receber. . “Cheques a Apresentar”. como a contabilidade deve registrar os fatos pela sua essência e não pela sua forma. o cheque recebido sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior. ou outro título equivalente. que pode ser intitulada.Classificação Publicado em 10/07/2003 09:55 O cheque é. uma ordem de pagamento a vista. normalmente o comerciante que o recebe respeita o acordo feito com o emitente. Todavia. só o apresentando ao banco sacado na data ajustada. ou seja. por definição.CR = Conta de Resultado Vendas recebidas por meio de cheque pré-datado . Classificação contábil Embora a figura do cheque pré-datado não tenha previsão legal. é largamente adotada no comércio a prática de realizar vendas mediante recebimento do chamado cheque pré-datado. Assim. por exemplo.

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