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Relatorio Dos Matadouros

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1 1.

INTRODUÇÃO

Durante o mês de Julho de 2008 o Serviço de Inspeção Estadual equipe de Fiscais Estaduais Agropecuários

SIE, formado pela

Médicos Veterinários, Cícero Cavalcante de

Araújo, André Sandes Moura, Caio Vieira Coelho e Wellington Regis Silvestre, com o apoio das Unidades Locais de Sanidade Animal ULSAV s, realizou vistorias técnicas nos

matadouros municipais do Estado de Alagoas tendo como objetivo realizar o levantamento acerca das condições higiênico-sanitárias de abate de animais de produção. O presente documento foi elaborado com a finalidade de munir o Ministério Público de informações técnicas para que, em parceria com a ADEAL, se promova a regularização da situação dos matadouros do Estado de Alagoas, como também visando colaborar com as ações de proteção ao meio ambiente e à saúde pública. De acordo com os dados levantados pelos Médicos Veterinários durante as vistorias, os 81 estabelecimentos visitados em 79 municípios juntos abatem aproximadamente 3389 bovinos por semana, sendo que apenas 734 destes bovinos possuem Serviço de Inspeção Estadual (SIE). Somando-se a esses dados, têm-se informações obtidas pela equipe de Inspeção da ADEAL através da superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Alagoas, que são abatidos no estabelecimento MAFRIAL com Serviço de Inspeção Federal (SIF) em média 700 bovinos semanalmente. Deste modo, como visto neste parágrafo, fica bastante claro a vulnerabilidade a qual passa o mercado consumidor de carne do Estado de Alagoas. Dados importantes foram captados durante esse trabalho, como por exemplo, o quantitativo de animais por espécie abatidos nos matadouros vistoriados. Além da distribuição dos municípios que possuem matadouros (vide mapa abaixo). Sendo assim, tem-se uma importante ferramenta para avaliar a atual situação do consumo de carne pela população de Alagoas e o quanto é relevante o controle e fiscalização dos estabelecimentos que manipulam produtos cárneos realizado pelos serviços de inspeção nas esferas municipal, estadual e federal.

2 .

Sendo assim. METODOLOGIA O levantamento de informações se deu através do preenchimento de um formulário elaborado especificamente para a realidade dos matadouros do estado de Alagoas (cópia em anexo). não obedecendo ao afastamento médio de 03 quilômetros de distância dessa área. Manipulação de vísceras. . 3. A obtenção dos dados ocorreu a partir da observação realizada in loco. Além das informações técnicas relativas às questões higio-sanitárias e ambientais. conforme demonstrado no gráfico 01. Método de abate. tais como: · · · · · · · · Localização quanto à área rural ou urbana. Foram levados em consideração aspectos essenciais para a realização de abate de animais de forma a atender os requisitos técnicos preconizados pela legislação federal RIISPOA .54% dos matadouros encontram-se localizados em área urbana. RESULTADOS 3. foram realizados o georreferenciamento e cadastro de endereços de todos os matadouros. Destinação dos efluentes. Destinação dos resíduos sólidos.3 2. Procedência e qualidade da água utilizada. Tipo de esfola realizada. além de verificar presença de Médicos Veterinários no acompanhament o antes.1 . pelos técnicos desta Agência e também através das informações fornecidas pelos funcionários responsáveis dos matadouros visitados.(Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal) e o Manual de Abate de Bovinos. Sistema de refrigeração e conservação das carcaças.Localização quanto à área rural ou urbana: Foi utilizado como parâmetro para definição de localização rural ou urbana qualquer aglomeração de residências no entorno do matadouro. durante e após o processo de abate dos animais. foi constatado que 76.

4 DISTRIBUIÇÃO DOS M ATADOUROS DE ALAGOAS QUANTO À LOCALIZAÇÃO 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Áre a urbana Núme ros absolutos Áre a Rural Porce ntage m 76.Procedência e qualidade da água utilizada: Durante as vistorias foi questionado aos responsávei s pelos matadouros sobre a procedência e tratamento da água utilizada no processo de matança e higiene dos utensílios e equipament os.62 do RIISPOA. Em diversos estabelecimentos não havia sequer local para armazenamento. Este aspecto não garante a qualidade da água. . A obtenção de água através de poço foi apontada por 17. Conforme o gráfico 02.2 . sendo feito de forma improvisada em tanques. de forma geral. através de bombeamento. A água para estabelecimentos de produtos de origem animal deve se enquadrar nos padrões químicos e microbiológicos estabelecidos pelo art.43% dos casos foi informado que a água era proveniente da rede pública de abastecimento (CASAL ou SAAE).54 62 19 23.86% dos casos. Em 35. Nenhum dos estabelecimentos apresentou laudo comprobatório da qualidade e tratamento da água utilizada.71% dos matadouros a água era obtida diretamente de rio / açude. eram bastante precárias. pois as condições de armazenamento. tonéis de plástico e recipientes inadequad os ou reutilizados. baldes. em 46. Aqueles que alegavam realizar tratamento das águas advindas de rio / açude / poço não possuíam laudo em mãos e nem mesmo arquivado no estabelecimento. transporte por carro pipa ou manual.46 Gráfico 01: Distribuição dos matadouros do estado de Alagoas quanto á localização. 3.

mantendo as funções vitais até a sangria. Conceitua-se insensibilização como o processo aplicado ao animal para proporcionar rapidamente um estado de insensibilidade.3 . Estes métodos são extremamente danosos não só ao bem estar animal. 3. tendo em vista que o .71 17. Ficou constatado que apenas 06 matadouros municipais no estado de Alagoas realizam abate com o uso de pistola com dardo cativo. Os demais realizam a insenbilização através de métodos considerados não humanitários ou cruentos. Eletronarcose. de 17 de Janeiro de 2000 SDA/MAPA. como também à qualidade da carne obtida.43 35. De acordo com a Instrução Normativa Nº 03. o que representa 7% do total de 82 estabelecimentos vistoriados. Em 33% dos matadouros foi observado o atordoamento com o uso de marreta (cd com o vídeo em anexo). Exposição à atmosfera controlada. utilizando-se de prévia insensibilização baseada em princípios científicos. Percussivo não penetrativo.86 1 39 30 15 0 20 40 60 80 100 120 REDE RIO/AÇUDE POÇO Gráfico 02: Fontes de abastecimento de água dos matadouros do estado de Alagoas. seguidos de imediata sangria. que aprova o Regulamento Técnico de Métodos de Insensibilização para o Abate Humanitário de Animais de Açougue. só é permitido o abate de animais de açougue por métodos humanitários. como por exemplo nos matadouros de Penedo e Dois Riachos e em 60% a utilização do método popularmente conhecido como choupa ou chuncho.Método de insenbilização e abate: Segundo o art. podem ser utilizados os seguintes métodos: · · · · Percussivo Penetrativo: pistola com dardo cativo.5 FONTE DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DOS MATADOUROS DO ESTADO DE ALAGOAS 2 46.135 do RIISPOA.

haja vista que estes ainda realizam a esfola do couro com os animais em decúbito lateral ou dorsal. Para que o processo de obtenção de carne esteja dentro dos padrões aceitáveis é necessária a presença de trilhagem aérea. .16% 72. 3. DISTRIBUIÇÃO DOS MATADOUROS QUANTO AO TIPO DE ESFOLA REALIZADA 27.6 animal permanece em estado de consciênci a ou semiconsciência até o término da sangria. provocando a liberação de toxinas e outras substâncias na corrente sanguínea.84% dos matadouros. desde o momento da sangria até a expedição das meias carcaças. Sendo assim. ficou constatada inadequação em 72. Tal prática não é contemplada nos manuais técnicos de abate de animais de açougue.Tipo de Esfola Quanto ao tipo de esfola.84% Esfola Aérea Esfola no chão Gráfico 04: Distribuição dos matadouros quanto ao tipo de esfola realizada.4 . MÉTODOS DE ABATE UTILIZADOS NOS MATADOUROS DO ESTADO DE ALAGOAS 27 33% 6 7% 50 60% PISTOLA MARRETA CHOUPA Gráfico 03: Métodos de abate utilizados nos matadouros do estado de Alagoas. do ponto de vista higio-sanitário e tecnológico é indispensável à realização do método já consagrado da esfola aérea .

Os 23.Manipulação de Vísceras O RIISPOA. os estabelecimentos de produtos de origem animal devem possuir instalações de frio com câmaras e antecâmaras que se fizerem necessári as em número e com área suficiente segundo a capacidade do estabelecimento. verificou-se que em 76. Nos demais casos. sendo destinados de forma in natura para as casas de manipulação. o que representa apenas 3% do total de estabelecimentos do estado. vale ressaltar que o MAFRIAL possui tal sistema. determina que os estabelecimentos de produtos de origem animal devem dispor de mesas de aço inoxidável para os trabalhos de manipulação e preparo de matérias-primas e produtos comestíveis. apenas o Mafrips (Rio Largo) possuem esse tipo de instalação. bancas de madeira. no inciso 7 do art.17 19 MESA 76. MANIPULAÇÃO DAS VÍSCERAS PÓS ABATE REALIZADA NOS MATADOUROS DO ESTADO DE ALAGOAS 23.83% dos estabelecimentos a manipulação das vísceras é realizada de forma inadequada sobre o piso da sala de matança.83 63 CHÃO 0 20 40 60 80 100 120 140 160 Gráfico 05: Manipulação das vísceras pós abate realizada nos matadouros no estado de Alagoas.Sistema de refrigeração e conservação das carcaças: Quanto à presença de câmara fria para conservação das carcaças. feiras livres e/ou açougues (gráfico 06). 33 do RIISPOA. . os produtos finais (carne e vísceras) não são frigorificados. tolerando-se alvenaria revestida de azulejo branco ou mármore e também mesas de madeira revestidas de chapas metálicas inoxidáveis. em 97% dos matadouros.7 3.6 . Durante as vistorias. 3. De acordo com o inciso 16 do art.17% restantes fazem a manipulação em mesas de inox ou de alvenaria revestida com azulejo.5 . contudo não foi objeto de avaliação do presente relatório. pois está sob Inspeção federal. ou seja. 33. montadas em estrutura de ferro.

são listados três tipos de destinação para resíduos sólidos (chifres. pêlos. cascos. Podemos afirmar que todas as alternativas encontram-se em desacordo com a determinação da legislação. art. observamos que também é realizada sem uso de instalação adequada. 34 do RIISPOA estes estabelecimentos devem possuir depósitos para chifres. . Chamou-nos atenção o fato de que em apenas 05 matadouros observou-se a condenação de vísceras e/ou carcaças durante o procedimento de abate. alimentos para animais e outros produtos e subprodutos não comestíveis.8 Distribuição dos matadouros quanto a existência de Câmara Fria 2 3% 78 97% Possuem câmara fria Não possue câmara fria Gráfico 06: Distribuição dos matadouros quanto à existência de câmara fria. fezes e outros produtos e subprodutos não comestíveis). crinas. que faz menção à necessi dade de estabelecimentos de carnes e derivados possuírem digestor em número e capacidade suficientes com as possibilidades diárias de matança. art. adubos. desde a sua chegada nos currais até a expedição dos produtos para o mercado consumidor. em desacordo com o que determina o RIISPOA em seu Inciso 13. o que não encontrado em nenhum dos matadouros visitados.Destinação dos resíduos sólidos: Conforme demonstra o gráfico 7. 3. Nos demais matadouro. 34. ossos. cascos. Segundo o Inciso 12. localizados em pontos afastados dos edifícios onde são manipulados ou preparados produtos destinados à alimentação humana . tendo em vista que os lixões não são adequados para a destinação desse tipo de material potencialmente nocivo à saúde pública e ao meio ambiente. Quanto à cremação. ossos. não foi verificado a presença de profissional Médico Veterinário no acompanhament o regular de todo o processo que envolve o abate de animais.7 .

15 3. que em muitos casos são a principal fonte de abastecimento de água para uso no próprio matadouro.05% 16 19. DESTINAÇÃO DOS EFLUENTES PRODUZIDOS PELOS MATADOUROS DO ESTADO DE ALAGOAS 16 19. ou seja. Ressaltamos que 49. 87.9 DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DOS M ATADOUROS DO ESTADO DE ALAGOAS 2 72.80 24. com capacidade inferior ao volume de águas residuais.Destinação dos efluentes Foi observado que apenas 12.95%.05% dos matadouros destinam efluentes para lagoas de decantação.8 .05 1 57 3 19 0 20 40 60 80 100 120 LIXÃO CREMAÇÃO AMBIENTE Gráfico 7: Destinação final dos resíduos sólidos dos matadouros do estado de Alagoas 3.28% alegaram destinar efluentes para fossas. Destes.4% dos matadouros destinam os efluentes diretamente para os rios. .40% 10 12. Os demais. 19. que na maioria das vezes encontravam-se mal localizadas. foram os casos em que as fossas servem apenas de fase intermediária ao escoamento para os rios. Além disso. conforme tabela 01.28% RIO FOSSA LAGOA DE DECANTAÇÃO AMBIENTE Gráfico 08: Destinação dos efluentes produzidos pelos matadouros do estado de Alagoas. próximas de reservatórios de água potável ou em péssimo estado de conservação. não realizam qualquer tipo de ação que minimize os impactos dos efluentes na natureza. não raro.28% 41 49.

Jaramataia Oceano Atlântico Oceano Atlântico Rio São Francisco Rio São Francisco Rio São Francisco Oceano Atlântico Oceano Atlântico Rio São Francisco Oceano Atlântico Oceano Atlântico Rio São Francisco Oceano Atlântico Oceano Atlântico Oceano Atlântico Oceano Atlântico Oceano Atlântico Rio São Francisco Oceano Atlântico Oceano Atlântico Rio São Francisco Rio São Francisco Oceano Atlântico Rio São Francisco Oceano Atlântico Oceano Atlântico Oceano Atlântico Oceano Atlântico Rio São Francisco Oceano Atlântico Oceano Atlântico Rio São Francisco Oceano Atlântico Oceano Atlântico Oceano Atlântico .10 Município Anadia Arapiraca Batalha Belém Boca da Mata Cacimbinhas Chã Preta Campestre Campo Grande Canapi Carneiros Colônia Leopoldina Capela Dois Riachos Flexeiras Ibateguara Jacaré dos Homens Jacuípe Junqueiro Limoeiro de Anadia Maribondo Matriz do Camaragibe Mata Grande Murici Novo Lino Olho D ´água das Flores Palestina Passo do Camaragibe Penedo Pilar Piranhas Quebrangulo Santana do Mundaú Santana do Ipanema São Braz São José da Laje São José da Tapera Taquarana Teotônio Vilela União dos Palmares Tabela 1 Escoamento dos efluentes Rio São Miguel Riacho Jurubeba / Rio Porucaba Rio Ipanema Rio Jequiá Rio São Miguel Riacho das Pedras Rio Paraíba Rio Manguaba Riacho Grande Rio Canapi Riacho Grande Rio Paraíba Rio Paraíba Rios Dois Riachos / Rio Ipanema Rio Jirituba Rio Canastra / Rio Camaragibe Rio Jacaré Rio Manguaba Rio Coruripe Rio Coruripe Rio São Miguel Rio Camaragibe Rio Canapi Rio Mundaú Rio Manguaba Rio Ipanema Rio Farias Rio Camaragibe Lagoa do Agnelo Rio Paraíba Rio São Francisco Rio Paraíba Rio Mundaú Rio Ipanema Rio São Francisco Rio Canhoto / Rio Mundaú Rio Farias Rio Jequiá Rio Coruripe Rio Mundaú Destino Final Oceano Atlântico Rio São Francisco Rio São Francisco Oceano Atlântico Oceano Atlântico Açude DNOCS .

22. 13. 37. 8. 36. 60. 31. ÁGUA BRANC A ANADIA ARAPIRAC A BATALHA BELÉM BOCA DA MATA CACIMBINHAS CAJUEIRO CAMPESTRE CAMPO ALEGRE CAMPO GRANDE CANAPI CAPELA CARNEIRO S CHÃ PRETA COITÉ DO NOIA COLÔNIA LEOPOLDINA CORURIPE (Pindorama) CRAÍBAS DOIS RIACHOS ESTRELA DE ALAGOAS FEIRA GRANDE FLEXEIRAS GIRAU DO PONCIANO IBATEGUARA IGACI INHAPI JACARÉ DOS HOMENS JACUÍPE JARAMAT AIA JOAQUIM GOMES JUNDIÁ JUNQUEIRO LAGOA DA CANOA LIMOEIRO DE ANAD IA MAJOR ISIDORO MAR VERMELHO 38. 45. 55. 39. 53. inclusive os oito considerados mais importantes elencados no presente relatório. 46. 70. 41. 3. concluímos que somente quatro matadouros (Delmiro Gouveia. 35. possuindo condições para adequação. 56. Outros três (Palmeira dos Índios. 59. 69. 17. 1. 52. 71. 23. 48. São Miguel dos Campos e São Luiz do Quitunde) obedecem parcialmente tal Legislação. 30. 57. 63. 64. 18. 26. Lembramos que o MAFRIAL possui tal sistema. CONCLUSÃO Após avaliação de doze itens no formulário de vistoria (em anexo). 9. 2. 73. 58. 24. 20. 12.I. 29. pois está sob Inspeção federal S. 61. 49.11 4. contudo não foi objeto de avaliação do presente relatório. 50. 65. 14. 7. 33. 34. Tais requisitos são embasados pela Lei Federal nº. 27. 51.F. 25. 40. 32. 72. 4. 68. 16. 19. 62. MARAGOGI MARAVILHA MARIBONDO MATA GRANDE MATRIZ DE CAMARAG IBE MESSIAS MINADOR DO NEGRÃO MURICI NOVO LINO OLHO D ÁGUA DAS FLORES OLHO D ÁGUA DO CASADO OLIVENÇA OURO BRANCO PALESTINA PÃO DE AÇÚCAR PARICONHA PARICONHA (Campinhos) PASSO DE CAMARAGIBE PAULO JACINTO PENEDO PILAR PIRANHAS PIRANHAS (Piau) PORTO CALVO QUEBRANG ULO SANTANA DO IPANEMA SANTANA DO MUNDAÚ SÃO BRÁS SÃO JOSE DA LAJE SÃO JOSE DA TAPERA SÃO SEBASTIÃO SENADO R RUI PALMEIRA TAQUARANA TEOTÔNIO VILELA TRAIPU UNIAO DOS PALMARES VIÇOSA . 15. obedecem à Legislação para funcionamento de Estabelecimentos de Carnes e Derivados (matadouros).691 de 29 de março de 1952. 6. MATADOUROS SEM CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO: 1. Os demais matadouros públicos municipais não obedecem aos mínimos requisitos. Coruripe e Rio Largo / MAFRIPS). 11.283 de 18 de dezembro de 1950 e pelo Decreto 30. atualmente. 67. 28. Igreja Nova. 74. 43. 66. 44. 54. no que concerne ao funcionamento de estabelecimentos de produtos de origem animal destinados à alimentação humana (relação abaixo). 10. 5. 21. 47. 42.

Maceió. podem ser também importantes veículos de transmissão de zoonoses (doenças transmitidas entre o homem e os animais).12 É preponderante salientar que os produtos de origem animal. Estas zoonoses são enfermidades de grande importância para a saúde pública. a raiva e a cisticercose. Cícero Cavalcante de Araújo Gerente de Inspeção Estadual Médico Veterinário Caio Vieira Coelho Fiscal Estadual Agropecuário Médico Veterinário André Sandes Moura Fiscal Estadual Agropecuário Médico Veterinário Wellington Regis Silvestre Fiscal Estadual Agropecuário Médico Veterinário .000 bovinos por ano. cerca de 140. constatou-se que são abatidos em média 180.000 bovinos são abatidos sem o acompanha mento do profissional Médico Veterinário e conseqüent emente não possue m certificação dos serviços oficiais de inspeção. as quais são potencialmente letais. mesmo tendo grande valor nutritivo e ser fonte de proteína para a alimentação humana. entre elas podemos enumerar a tuberculose. o antraz. Pelas informações geradas no presente estudo. a brucelose. 15 de agosto de 2008. e destes. logo. não apresentam garantias sobre sua qualidade higiênica e sanitária.

ANEXO .13 5.

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