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Projeto de Casa Sustentável

Projeto de Casa Sustentável

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Como deixar disponível a população a Sustentabilidade.
Como deixar disponível a população a Sustentabilidade.

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  • 2 - Justificativas
  • 3 - Objetivos
  • 3.1 - Objetivos gerais
  • 3.2 - Objetivos específicos
  • 4 – Problemáticas
  • 5 – Metodologia
  • 5.1. – Pesquisa Bibliográfica
  • 5.2. – Pesquisa de Campo
  • 6 - Resultados
  • 6.1.0 - Resultados da Pesquisa Bibliográfica
  • 6.1.1 - Sustentabilidade
  • 6.1.1.1 – Sustentabilidade na Arquitetura
  • 6.1.2 – Vantagens e Desvantagens
  • 6.1.2.1 Vantagens
  • 6.1.3 – Escolha dos Materiais
  • 6.1.5.1 – Iluminação e Ventilação
  • 6.1.5.2 – Piso Drenante
  • 6.1.5.4 – Aquecimento Solar
  • 6.1.5.5 - O sistema ASBC
  • 6.1.5.5.1 - O princípio de funcionamento
  • 6.1.5.5.2 Reservatório
  • 6.1.5.5.3 Coletor - o principal componente de um aquecedor solar de água
  • 6.1.5.5.4 Misturador de água quente e sistema de apoio térmico
  • 6.1.5.5.5 Sistema hidráulico
  • 6.1.5.6. Sistema hidráulico e as geadas
  • 6.1.5.6.1 Manufatura dos componentes do sistema ASBC
  • 6.1.5.6.2 - Coletores
  • 6.1.5.6.3 - Descrição da montagem de um coletor
  • 6.1.5.6.5 - Componentes complementares do reservatório térmico
  • 6.1.5.7 Instalação do sistema ASBC
  • 6.1.5.7.1 Interligação dos coletores
  • 6.1.5.7.2 Fixação e inclinação dos coletores
  • 6.1.5.7.3 Interligação dos coletores com o reservatório
  • 6.1.5.7.4 Isolamento dos tubos de interligação
  • 6.1.5.7.5 Proteção dos coletores solares antes do enchimento com água
  • 6.1.5.8 - Interligação entre o reservatório e o chuveiro elétrico
  • 6.1.5.8.2 Como manter a temperatura da água para um melhor banho matinal
  • 6.1.5.9 Ligação do dimmer ao chuveiro
  • 6.1.5.10 O boiler pré-existente
  • 6.1.5.11 Peças e complementos de interligação
  • 6.1.5.12 Enchimento do ASBC
  • 6.1.5.13 Primeiro acionamento do ASBC
  • 6.1.6 - Comentários finais
  • 6.1.6.1 - Potabilidade da água fornecida pelo ASBC
  • 6.1.6.2 - Cuidados na operação
  • 6.1.6.4 - Lista de verificação para o instalador do asbc
  • 6.1.7 – Águas de Chuva
  • 6.1.8 – Reuso de águas cinza
  • 6.1.9 – Mercado Mundial de Sustentabilidade
  • 6.1.10 – Consciência ecológica
  • 6.1.11– Casas populares
  • 6.2 - Resultados da Pesquisa de Campo
  • 6.2.2 – Materiais de hoje
  • 6.2.3 – Concreto
  • 6.2.5 - Público-Alvo: População de baixa renda
  • 7.1 - O Projeto
  • 7.2 – Projetos de CDHU
  • 7.3 – Minha casa minha vida
  • 7.5– Fornecedores
  • 7.6 – Alvenaria
  • 7.7 – Água
  • 7.8 – Telhados
  • 7.9 – Mão de obra
  • 7.11 - Redução do custo
  • 7.12 – Reaproveitamentos de materiais
  • 8 – Conclusão
  • 9 - Referências Bibliográficas
  • 10 - Normas Técnicas:
  • 11 - Referência legislativa
  • 12 - Revistas e Jornais
  • 13 – Referências de Internet:
  • 14 – Glossário
  • 15 - Apêndices e Anexos

ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente

SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS ......................................................................................... 5 1 – INTRODUÇÃO ............................................................................................. 7 2 - JUSTIFICATIVAS ....................................................................................... 8 3 - OBJETIVOS................................................................................................... 9 3.1 - OBJETIVOS GERAIS ..................................................................................... 9 3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS ............................................................................. 9 4 – PROBLEMÁTICAS ..................................................................................... 9 5 – METODOLOGIA ....................................................................................... 10 5.1. – PESQUISA BIBLIOGRÁFICA ............................................................. 11 5.2. – PESQUISA DE CAMPO ........................................................................ 12 6 - RESULTADOS ............................................................................................ 12 6.1.0 - RESULTADOS DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA ......................................... 12 6.1.1 - SUSTENTABILIDADE .............................................................................. 12 6.1.1.1 – SUSTENTABILIDADE NA ARQUITETURA ............................................. 12 6.1.2 – VANTAGENS E DESVANTAGENS ............................................................ 15 6.1.2.1 VANTAGENS ......................................................................................... 15 6.1.3 – ESCOLHA DOS MATERIAIS .................................................................... 17 6.1.4 – CASA ECOLÓGICA ................................................................................. 18 6.1.5– TÉCNICA ECOLÓGICA ............................................................................ 19 6.1.5.1 – ILUMINAÇÃO E VENTILAÇÃO ............................................................. 20

1
Praça Coronel Lopes, 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.com

ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente

6.1.5.2 – PISO DRENANTE ................................................................................ 21 6.1.5.3 – VEDAÇÕES ......................................................................................... 22 6.1.5.4 – AQUECIMENTO SOLAR ....................................................................... 22 6.1.5.5 - O SISTEMA ASBC .............................................................................. 26 6.1.5.5.1 - O PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO ................................................... 26 6.1.5.5.2 RESERVATÓRIO ................................................................................. 28 6.1.5.5.3 COLETOR - O PRINCIPAL COMPONENTE DE UM AQUECEDOR SOLAR DE ÁGUA. .......................................................................................................................... 28 6.1.5.5.4 MISTURADOR DE ÁGUA QUENTE E SISTEMA DE APOIO TÉRMICO ........ 29 6.1.5.5.5 SISTEMA HIDRÁULICO........................................................................ 30 6.1.5.6. SISTEMA HIDRÁULICO E AS GEADAS. ................................................... 30 6.1.5.6.1 MANUFATURA DOS COMPONENTES DO SISTEMA ASBC ..................... 31 6.1.5.6.2 - COLETORES ..................................................................................... 31 6.1.5.6.3 - DESCRIÇÃO DA MONTAGEM DE UM COLETOR .................................. 34 6.1.5.6.4 - MONTAGEM DO RESERVATÓRIO TÉRMICO MISTO (ÁGUA SIMULTANEAMENTE QUENTE E FRIA) ........................................................................... 44 6.1.5.6.5 - COMPONENTES COMPLEMENTARES DO RESERVATÓRIO TÉRMICO .... 45 6.1.5.7 INSTALAÇÃO DO SISTEMA ASBC.......................................................... 48 6.1.5.7.1 INTERLIGAÇÃO DOS COLETORES ........................................................ 48 6.1.5.7.2 FIXAÇÃO E INCLINAÇÃO DOS COLETORES .......................................... 49 6.1.5.7.3 INTERLIGAÇÃO DOS COLETORES COM O RESERVATÓRIO .................... 50 6.1.5.7.4 ISOLAMENTO DOS TUBOS DE INTERLIGAÇÃO...................................... 53 2
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6.1.5.7.5 PROTEÇÃO DOS COLETORES SOLARES ANTES DO ENCHIMENTO COM ÁGUA ........................................................................................................................... 53 6.1.5.8 - INTERLIGAÇÃO ENTRE O RESERVATÓRIO E O CHUVEIRO ELÉTRICO ..... 53 6.1.5.8.1 CONFIGURAÇÕES DA INTERLIGAÇÃO ................................................. 53 6.1.5.8.2 COMO MANTER A TEMPERATURA DA ÁGUA PARA UM MELHOR BANHO MATINAL...................................................................................................................... 55 6.1.5.9 LIGAÇÃO DO DIMMER AO CHUVEIRO .................................................... 56 6.1.5.10 O BOILER PRÉ-EXISTENTE ................................................................... 56 6.1.5.11 PEÇAS E COMPLEMENTOS DE INTERLIGAÇÃO ...................................... 56 6.1.5.12 ENCHIMENTO DO ASBC. .................................................................... 57 6.1.5.13 PRIMEIRO ACIONAMENTO DO ASBC .................................................. 58 6.1.6 - COMENTÁRIOS FINAIS ........................................................................... 59 6.1.6.1 - POTABILIDADE DA ÁGUA FORNECIDA PELO ASBC ............................. 59 6.1.6.2 - CUIDADOS NA OPERAÇÃO ................................................................... 59 6.1.6.3 MANUTENÇÃO ...................................................................................... 60 6.1.6.4 - LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA O INSTALADOR DO ASBC....................... 61 6.1.7 – ÁGUAS DE CHUVA ................................................................................ 63 6.1.8 – REUSO DE ÁGUAS CINZA ....................................................................... 64 6.1.9 – MERCADO MUNDIAL DE SUSTENTABILIDADE ....................................... 64 6.1.10 – CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA .................................................................. 66 6.1.11– CASAS POPULARES .............................................................................. 66 6.2 - RESULTADOS DA PESQUISA DE CAMPO .................................................... 70 3
Praça Coronel Lopes, 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.com

.....................................com ....................... 80 7......................... 76 7................................... 87 8 – CONCLUSÃO ...3 – MINHA CASA MINHA VIDA .... 70 6................ 75 6... 80 7................................................................................................ 76 7............. 85 7.......... 88 9 ........................................2 – PROJETOS DE CDHU ........................................................................................... 71 6..2...................... 84 7.....10 ................................... 74 6...................................................................................2.................................................................................................2 – MATERIAIS DE HOJE ...................................7 – ÁGUA........................ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 6.............REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................2..........................PROJETO DE CASAS SUSTENTÁVEIS PARA POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA....................................9 – MÃO DE OBRA.....................................................O PROJETO .............. 89 4 Praça Coronel Lopes...........2.......................................................12 – REAPROVEITAMENTOS DE MATERIAIS ...................................................REDUÇÃO DO CUSTO....................11 ...4 – TÉCNICAS SIMPLES A SEREM CONSIDERADAS PARA A EXECUÇÃO DE UM PROJETO SUSTENTÁVEL...................8 – TELHADOS ........................6 – ALVENARIA .................... 82 7....................................4 – CERTIFICAÇÕES ..... 84 7......................... 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel....................................................................3 – CONCRETO ....... 85 7................................................... 76 7 ..................2....................... ...................................: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.........PÚBLICO-ALVO: POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA ............................................. 86 7..............................................BENEFÍCIOS PARA POPULAÇÃO ..................5 ................. ....................... 79 7....... 85 7............................................1 – CONSTRUÇÃO VERNÁCULA ....................5– FORNECEDORES ............................1 .................

. .. . . .. . . . . .. . . .. . . . . . . . pág 24 4 Esquemático de aquecedor solar de baixo custo .. . .. . .. .. .. . pág 42 22 Posição dos furos no reservatório de água misto . . . .. ... ..... .. ... . . . . ......... .... .. .. . . . .. .. . .. . . . . .. .. . . .. ... . . . ... ... . . . ... .. .. . . .pág 23 3 Esquema de funcionamento do aquecedor solar com boiler . 98 Lista de figuras 1 Modelo de aproveitamento de iluminação natural em uma residência . . . . . .. . . .. .. . .. . . .... .. . .. .... .... ... . . . . . . . ... . ... . .. . . .. . . . . .... . .. .. . .. .... . . . . . . . .. . ... pág 36 17. . . .. .. . . .... 18 e 19 Preparação do reservatório de água para uso simultâneo (água quente e fria) .. . . .: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.. . . . .. . . ... . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . .. . ...... pág 50 5 Praça Coronel Lopes. . . .. .. . . . .. . pág 36 16 Teste de vedação do ASBC . ... . .. . ... . . . . . .. .. .. . . .. . .. pág 27 8 Como fazer um ASBC com placas de forro de PVC . . . . . . .. . . . . . .. . .. . .. . . .. . . ... . . .. . . .. .. .... . . . . . . .. . . .. .. 90 11 .. .... . . . . . ..p ág 45 25 Pescador com bóia feita de garrafa pet . .. . .... .... . .. .... . .REFERÊNCIA LEGISLATIVA ...pág 48 30 Interrupção de circulação por falta de água da rede . . .. . .. . .. .. . ... . . .. . .. . . ... . . .. .. . . . .. . .pág 46 27 Pescador rígido profissional com bóia espaguete . .. . ..... . . . .. .... .. .pág 46 29 Coletores fixados após a conclusão do processo de montagem .. . .. ... . . .... . . . .. .. ... .... ... . .. pág 41 20 e 21 Preparação do reservatório de água para uso simultâneo (água quente e fria) .. . . . . . . . .. . . . . . .. .... ... . .. .. ...APÊNDICES E ANEXOS .. . . . ... . . . . . . . . .. .. . .... . . . . . . .. .. .. .. .. . ... . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. . .. . . .. . .pág 20 2 Painéis solares de um aquecedor de água . .. . .REVISTAS E JORNAIS . . . .. . .. . . .. ... . ..... . . . . . .. pág 25 6 Reservatório do aquecedor solar de baixo custo ... . .. .. . . . . . . .. .. .. . . . . ... . . . .. ... . ...... . . . .. . . . . ... . . . . .. . .. . . pág 28 9 Visualização das pelas utilizadas na montagem de três ASBC .pág 34 13 e 14 Esquema de montagem de um ASBC . ... . .... .... . . . . .11 e 12 Esquema de montagem de um ASBC . . . . . .. . pág 45 24 Pescador para água quente ... . ....... . .. .. .. . pág 24 5 Reservatório do aquecedor solar de baixo custo . .. . .. . .. .. .. .. . ...... .. . . .. . . .. .. . . . . . . 92 13 – REFERÊNCIAS DE INTERNET:... . .. . . . .. . . . . ... ... .. .. .. . . ... . .com .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . .. pág 33 10.. . pág 25 7 Representação gráfica de um ASBC residencial .. .pág 46 28 Pescador rígido profissional com bóia feita de ½ garrafa de suco . .. .... . . . . . . . ... . . . . .. . . ... .. ... .. .. . .. . . . .NORMAS TÉCNICAS: ... . . .. .. .. . 97 15 . . . ... ... . .. . . . . . ... . .. .. . . . . . . . . .. . . .. .. . .. .. pág 46 26 Pescador com bóia tradicional tigre . ... .ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 10 . .. . ..... . . . . . . . .. .. 91 12 . .. . .. . . .. . . . . . .. ... .. .. .. . . . pág 44 23 Redutor de turbulência . .. . . . . . . 93 14 – GLOSSÁRIO ... . . ... . . .. .. .. .. ... . ... pág 35 15 Esquema de montagem de um ASBC . . .. . .. . . . . . .... .. . .. . . .... . . .

. . . . .pág 62 36 Esquema simples de aproveitamento de águas cinzas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .pág 78 53 Residência de alta qualidade ambiental. . . . . . . . . pág 83 Resumo O conceito de desenvolvimento sustentável se caracteriza pela generalização. O projeto sustentável por ser interdisciplinar e ter premissas mais abrangentes garante maior cuidado com as soluções propostas. . . . . . .pág 68 40 Esquema de residência sustentável para clima tropical seco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . elas são a base de suas realizações e manifestações. . . . . . . . 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. .: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . O pensamento arquitetônico busca soluções visando a proteção ao ambiente externo. .pág 67 39 Esquema de residência sustentável para clima temperado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág 66 38 Esquema de residência sustentável para clima tropical úmido . . . . . pág 68 41 Modelo de casa ecológica . . . . . . . As construções são a extensão do ser humano. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .pág 76 45 à 50 Modelos de projeto em 3D . . . . buscando abarcar todas as formas de atividade humana transformadora do ambiente. . . . . . . . tanto no ponto de vista ambiental quanto dos aspectos sociais. . Sustentabilidade na construção civil voltada a população de baixa renda é o foco deste documento. . . . . . . . . . . . . . disponibilizando projetos de qualidade à população de baixa renda. . . . . . . . . pág 78 52 Modelos de habitações da CDHU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág 54 34 Esquema de ligação do DIMMER ao chuveiro . . . . . . . . . . . . . . . criando condições climáticas apropriadas no interior do abrigo. . . . . . . . . . .pág 51 32 Esquema de tubulação para o chuveiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág 53 33 Esquema de tubulação para o chuveiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . pág 69 42 Planta baixa do projeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . nada mais adequado que tratar do setor da construção civil. . . . . . . . . . . pág 63 37 Casa popular HOLCIM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 31 Exemplo conceitual de um respiro . . . . . . . . 6 Praça Coronel Lopes. . . . . . . . . . Casa Aqua . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Neste trabalho queremos mostrar que um bom projeto pode ser encontrado contratado e executado de forma a atender as normas e exigências legais. . .pág 76 43 e 44 Modelos de projeto em 3D . . . . . . . . . .pág 77 51 Modelo de projeto em 3D . . . .com . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . abrigando desejos e vontades. . . . culturais e econômicos. . . .pág 55 35 Esquema de filtro auto limpante para captação de águas pluviais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

construções de forma correta.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente A casa ecológica. Casas Populares 1 – Introdução O conceito de desenvolvimento sustentável apresentado pelo WCED (World Comissionon Environment Bruntland) em 1987. Os benefícios trazidos pelas construções sustentáveis são inúmeros. À partir da Agenda 21 em 1992 os países comprometeram-se a responder as premissas do desenvolvimento sustentável através da análise da totalidade do ciclo de vida dos materiais. alcançou o setor da construção civil em meados dos anos 90. criando assim condições climáticas apropriadas no ambiente interno do abrigo. com preços 7 Praça Coronel Lopes. além de beneficiar o meio ambiente. busca abarcar toda a forma de atividade humana transformadora do ambiente. Conhecimentos que adquirimos no decorrer do curso de Edificações. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Para esta solução o profissional responsável pelo projeto deve naturalmente se atentar para a orientação da edificação. o uso de tecnologias passivas para o condicionamento ambiental. garante o bem estar de seu usuário (faz bem para a saúde. nada mais adequado que tratar do setor da Construção Civil – cuja função é essencialmente a transformação do ambiente É intrínseco ao pensamento arquitetônico a busca de soluções visando a proteção ao ambiente externo. e a destruição ou reciclagem de resíduos. o uso de materiais adequados. do desenvolvimento do uso de matérias primas e energias renováveis e da redução das quantidades de materiais e energia utilizados na extração de recursos naturais.com . Neste sentido não há nada de novo em relação ao que se deve pensar. o uso racional da água. Palavra-chave: Projeto Embrião. Se o conceito. que se caracteriza pela generalização. sua exploração.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. entre outras preocupações recorrentes. para o bolso e para o planeta). nos mostram que podem existir projetos. Sustentabilidade.

por que. 2 . Segundo dados da ANAB. Considerando a importância das edificações na história do homem.Justificativas Mas porque se fazer uma construção sustentável? As construções são a extensão do ser humano.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. na abertura de janelas para o nascer do sol. distanciando-se da natureza como o ser humano. a relevância dos impactos causados pela construção civil e ainda que todos os processos globais estão de alguma forma interligados.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente acessíveis e que atendam aos problemas de sustentabilidade é de uma forma geral. cerca de 50% dos recursos extraídos da natureza são destinados ao setor. as edificações vêm sofrendo evoluções e alterações. tentaremos pontuar soluções cabíveis. Mostrando como. Assim como a humanidade. abrigam desejos e vontades. Na aquisição. responsáveis por causar alterações na saúde de seus habitantes e usuários. Atualmente a construção civil está entre as atividades humanas que mais causam impactos ambientais no mundo (Ambiente. 55% de madeira não certificada. grande preocupação hoje. seleção de materiais.com . chegando-se ao ponto de existirem “edifícios doentes”. Na escolha do material. quando e onde as técnicas e normas podem auxiliar as construções. Mostraremos no decorrer deste trabalho que com as técnicas certas. é responsável pelo consumo de cerca de 40% dos recursos naturais e da energia produzida.hsw). na forma de implantação do projeto. além de responder pela produção de 67% da massa total de resíduos sólidos urbanos. buscando eficiência na forma. viabilizando projetos. a Ambiência propõe que as construções sustentáveis sejam utilizadas como ferramenta para a melhoria da 8 Praça Coronel Lopes. elas são a base de suas realizações e manifestações. até no reaproveitamento de água. no local certo mostram ser sempre a mais econômica forma de executar um bom projeto economizando a natureza. e especificamente no caso do Brasil. são as atitudes e soluções simples que hoje. marcam acontecimentos e encontros. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. 34% da água. revelam características únicas e próprias.

3 . as favelas. O Planeta Terra pede soluções para que nossos 9 Praça Coronel Lopes. ser viável e muito compensadora. Quais os benefícios da sustentabilidade. Aproveitando o que a mesma tem a oferecer. e como trazer para o cotidiano. o que se faz no mundo hoje para melhorar a qualidade de vida. 3.com . contribuinte à sua reaproximação da natureza. provando para a população de baixa renda. criando identidade às famílias. antigamente as construções vernáculas tinham em suas características soluções que hoje poderiam ser aproveitadas nas construções atuais. E como objetivo principal. Dar todas as referências para que eles próprios com pequenas atitudes ajudem a preservar o ambiente.Objetivos específicos Mostrar que um bom projeto pode ser contratado e executado de forma a atender as normas e as exigências legais. sem degradar a natureza. despertando assim o interesse pelo meio ambiente através da utilização de métodos com fins sustentáveis. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Disponibilizar projetos de qualidade a população de baixa renda. conseqüentemente. despertar a consciência ecológica.1 .Objetivos 3.Objetivos gerais Deixar disponíveis técnicas construtivas à população de baixa renda.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente consciência ambiental da população e.2 . 4 – Problemáticas Existem hoje problemas em todas as cidades. que uma construção sustentável pode sim.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.

ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente filhos e todas as gerações futuras tenham oportunidades de desfrutar os benefícios existentes em nosso Planeta atualmente.com . Com soluções sustentáveis para a população de baixa renda. formular hipóteses. orientação geral que facilita planejar uma pesquisa. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. 5 – Metodologia Segundo FACHIN (2003) o método é um instrumento do conhecimento que proporciona aos pesquisadores. Revisão bibliográfica quanto as estratégias tecnológicas para edificações com melhor desempenho ambiental: Energia. que hoje somente poucos têm acesso. Revisão Bibliográfica de sistemas de avaliação de sustentabilidade em edificações segundo parâmetros estabelecidos pela Caixa Econômica Federal nos graus de certificação bronze. realizar experiências e interpretar os resultados. metodologia é o estudo científico dos métodos. Ainda segundo FACHIN. prata e ouro. para habitações de interesse social. Revisão bibliográfica quanto às limitações do técnico em edificações na questão das dimensões do projeto.Materiais e Água. 10 Praça Coronel Lopes. a arte de guiar o espírito na investigação da verdade.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. em qualquer área de sua formação. acreditamos que no futuro existirão mais residências com características voltadas a sustentabilidade. coordenar investigações. A coleta de dados para nossas pesquisas e conclusão final deste trabalho foi composta de:    Revisão Bibliográfica de conceitos de edificações sustentáveis. Como obter os dados. É a escolha de procedimentos sistemáticos para descrição e explicação do estudo. dar a direção. formas de obter tudo que foi usado no trabalho.   Revisão Bibliográfica quanto aos conceitos estabelecidos.

Levantamento quantitativo de todos os materiais a serem utilizados. 5. o suporte vem baseando dos livros e revistas.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente  Coleta de informações através de sites confiáveis da internet sobre certificações internacionais para edifícios sustentáveis. a fim de elaborar planilha de custos. meio ambiente e estudos científicos. reprodução. 11 Praça Coronel Lopes.com . coleção. utilização e comunicação das informações coletadas para o desempenho da pesquisa. também chamada de varredura. nas questões de mobília e arranjo físico dos espaços existentes. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. O projeto foi baseado em diversas pesquisas bibliográficas tiradas de páginas confiáveis na internet. armazenamento. foram realizadas reuniões entre os integrantes da equipe juntamente com os orientadores a fim de definir qual seria o melhor projeto dentre as idéias que pudemos conceber.1. Definido como recurso. Pesquisa de preços. Escolha dos materiais a serem utilizados na construção. Tem como finalidade fundamental conduzir um leitor a um determinado assunto e proporcionar a produção. deu-se inicio então ao desenvolvimento do projeto. Elaboração da planilha de custos. Ao concebermos um ante-projeto que foi aceito por todos os componentes da equipe. – Pesquisa Bibliográfica De acordo com FACHIN (2003) a pesquisa bibliográfica diz respeito ao conjunto de conhecimentos humanos reunidos nas obras. Após esta etapa. e ainda pelos nossos orientadores. Todas as fontes ingressam na bibliografia. design.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. o qual teve as seguintes fases:      Melhoria do projeto adequando-o a realidade brasileira. livros de autores especializados na área da Construção e também nas áreas relativas à arquitetura.

1.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. a pesquisa de campo detém-se na observação do contexto no qual é detectado o fato social (problema). é encaminhado para explicações por meio dos métodos e técnicas específicas. novas exigências advindas do aumento da população.Resultados 6. Sustentabilidade é o foco deste documento. Na construção civil.1 – Sustentabilidade na Arquitetura Apesar de os profissionais da área de projeto sempre terem uma preocupação ambiental e humana na concepção de seus projetos.Sustentabilidade 6. projetar uma edificação sustentável para população de baixa renda. – Pesquisa de Campo Segundo FACHIN (2003). pois muitos dos métodos utilizados em projetos já existentes tornam-se de difícil acesso devido a questão do custo.com . vincula-se à 12 Praça Coronel Lopes.Resultados da Pesquisa Bibliográfica A pesquisa Bibliográfica realizada nos trouxe como resultados as seguintes certezas: Não é tão fácil quanto acreditávamos a princípio.1. maior consumo de materiais.1 .0 . que a princípio passa a ser examinado e.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 5. população de baixa renda. 6. principalmente para o público em questão ou seja. social e ambiental. 6 .1.2. ela geralmente é analisada através de três aspectos básicos: econômico. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. posteriormente. desde que sejam escolhidos os métodos e materiais corretos de acordo com o poder aquisitivo de nosso público alvo. exigem uma postura mais dirigida às questões ambientais e de sustentabilidade. Porém não é algo inviável para o público em questão.1. energia e água.

estruturais ou 13 Praça Coronel Lopes.Utilizando-se de materiais reciclados. seguros e produtivos. Quadro 1. adequando-se a fatores conjunturais. temporal e participativo). mas uma condição que se deve interagir com o dinamismo da realidade em que se insere. a sustentabilidade pode ser caracterizada pelo caráter progressivo (de tendência e dinâmica). mudança do clima e degradação dos entornos naturais. incluindo os problemas: efeito estufa. etc.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente sustentabilidade em geral. holístico (plural. de indissociabilidade e interdisciplinar) e histórico (espacial. porém podem ser resumidos em: evitar o desperdício dos recursos de energia. e criar ambientes construídos habitáveis. Suas características podem ser bem compreendidas no Quadro 1. Síntese de características básicas da sustentabilidade segundo Silva (2000). Este trabalho aborda o assunto citado em paralelo às idéias e soluções para projetar a reurbanização de uma determinada região. Segundo Silva (2000). CARÁTER DINÂMICO Não se trata de algo tangível que se adquira definitiva e completamente.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. confortáveis. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Os objetivos principais da construção “sustentável” estão sempre evoluindo. captação de água da chuva.com . água e estrutura ao longo do ciclo de vida. CÁRATER PROGRESSIVO CARÁTER TENDÊNCIA DE A sustentabilidade se apresenta como uma condição a ser introjetada em um processo onde se pretende atingir determinadas metas devendo ser continuamente e permanentemente reavaliada. e dar melhor qualidade de vida para à essa população. reaproveitamento de água cinzas.

contemplando também as causas e conseqüências das “pegadas ecológicas”.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente imprevisíveis. sociais e políticos.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. no presente e as que serão exercidas no futuro. Quando se trata do meio urbano. CARÁTER TEMPORAL A relação de tempo adquire uma importância fundamental no equacionamento das ações praticadas no passado. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.com . tanto para a construção de suas compreensões teóricas como de suas ações práticas. CARÁTER HISTÓRICO CARÁTER ESPACIAL Embora a noção de sustentabilidade tenha um forte perfil de origem que valoriza as condições endógenas. CARÁTER INTERDISCIPLINAR Devido à amplitude de interações que são contempladas em suas considerações. geralmente se adota o tempo social do universo antrópico. ela não pode prescindir da inserção e interação dos contextos locais com os mais amplos. CARATER PARTICIPATIVO A preservação de uma condição sustentável tem uma forte interdependência com o aspecto da diversidade participativa dos agentes sociais. CARÁTER DE Além do caráter plural que pressupõe o INDISSOCIABILIDADE envolvimento de vários aspectos. econômicos. CARÁTER HOLÍSTICO CARÁTER PLURAL A sustentabilidade é pluridimensional e envolve aspectos básicos tais como: ambientais. na medida em que a 14 Praça Coronel Lopes. Novas dimensões podem ser acrescentadas se o problema em questão assim o exigir. existe um vínculo indissociável entre eles exigindo a sua plena consideração para que se garanta uma condição sustentável. demanda-se a confluência de diferentes áreas do conhecimento.

ASPECTO AMBIENTAL PRINCÍPIOS E ESTRATÉGIAS GERAIS Manutenção da integridade ecológica por meio da prevenção das várias formas de poluição. ECONÔMICO Realização do potencial econômico que contemple prioritariamente a distribuição de riqueza e renda associada a uma redução das extremidades sócio ambientais.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente presença ou não deste fator pode tanto contribuir.2.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. reconhecendo e respeitando os direitos de todos. superando as práticas e políticas de exclusão e permitindo o desenvolvimento da cidadania ativa. discriminação e reprodução da pobreza e respeitando a diversidade em todas as suas formas de expressão.1.2 – Vantagens e Desvantagens 6. buscando resultados macro sociais positivos. combatendo as práticas de exclusão. 2000. Quadro 2. Princípios e estratégias gerais de sustentabilidade segundo Silva. da preservação da diversidade da vida e do respeito à capacidade de carga dos ecossistemas. da prudência na utilização dos recursos naturais.1 Vantagens 15 Praça Coronel Lopes. POLÍTICO Criação de mecanismos que incrementem a participação da sociedade nas tomadas de decisões. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.com . como comprometer as metas pretendidas.1. 6. SOCIAL Viabilização de uma maior equidade de riquezas e de oportunidades.

ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente O projeto sustentável.00 investido na construção de edifícios sustentáveis.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. garante o bem estar de seu usuário (faz bem para a saúde. culturais e econômicos.) Já a prática da arquitetura sustentável em empreendimentos imobiliários pode ser ainda mais vantajosa. além de beneficiar o meio ambiente. US$ 15. em 20 anos. as vendas em locais com iluminação natural são até 40% maiores do que nos locais fechados (California Board for Energy Efficiency Third Party Program).00 são retornados. Além disso. sendo deste total. uma oportunidade que não pode ser desperdiçada. O resultado final dessa nova arquitetura ecológica. E quais os benefícios as construções sustentáveis podem trazer? Inúmeros são os benefícios trazidos pelas construções sustentáveis. 14% na operação e manutenção e 11% no consumo energético e hidráulico. Quem não quer ter uma casa saudável. e ainda. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. para o bolso e para o planeta. Esse nicho de mercado é hoje um diferencial. Segundo dados apresentados pela ANAB. clara. 74% economizados em saúde e produtividade dos ocupantes. Primeiramente pode-se citar o benefício econômico. mas no futuro se transformará em requisito. proporciona grande vantagem para seus consumidores. por ser interdisciplinar e ter premissas mais abrangentes. estudantes de escolas que dão prioridade à iluminação natural são em média 20% mais rápidos em provas de matemáticas e 26% em testes de leitura (According to a Heschong 16 Praça Coronel Lopes. visto que segundo a ANAB a cada US$ 1. termicamente confortável e que gaste menos água e energia? A casa ecológica. pois está dentro da necessidade urgente de melhores indicativos de qualidade de vida. desde a contribuição ao meio ambiente aos diversos benefícios diretos aos seus moradores e usuários. pode-se mencionar a melhoria na qualidade de vida. saúde e produção dos moradores e usuários. verde e sustentável. garante maior cuidado com as soluções propostas. tanto do ponto de vista ambiental quanto dos aspectos sociais. os ocupantes de escritórios em edifícios verdes são de 2 a 16% mais produtivos.com .

por fatores ambientais. 17 Praça Coronel Lopes. Um fator agravante a isso é que grande parte dos materiais utilizados na construção são não-renováveis. Imagem. podendo ultrapassar os 50%. No Brasil. econômicos e sociais. poluição ambiental associada a emissões e resíduos.3 – Escolha dos Materiais Os materiais desempenham papel importante na sustentabilidade de edificações. são consumidas parcelas significativas do total de materiais usados na economia mundial. 6. Os principais benefícios são:       Redução dos custos de investimento e de operação.com . Na construção. diferenciação e valorização do produto.” conducted on behalf of the CA Board for Energy Efficiency). 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Por exemplo: a produção mundial de cimento Portland é responsável por aproximadamente 6% de todas as emissões antropogênicas de CO2.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. liberação de gases do efeito estufa e danosos à camada de ozônio.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Mahone Group study. a indústria de materiais de construção representa cerca de 5% do PIB e tem implicações sociais significativas relacionadas à geração de empregos.1. Novas oportunidades de negócios. entre outros eventos negativos. Satisfação de fazer a coisa certa. podendo chegar a 10 % em países em desenvolvimento. A extração de matérias-primas e o processamento e distribuição dos materiais de construção podem causar destruição de ecossistemas. Mais produtividade e saúde do usuário. Redução dos riscos. “Day lighting in Schools. impostos.

Foi estabelecido na Conferência Rio-92. 25% da colheita de madeira. do consumo de energia e recursos. gases danosos à camada de ozônio. levando à redução de impactos ambientais e à melhoria dos impactos econômicos e sociais. Os materiais são parte significativa do custo da obra acabada. 16% do fornecimento mundial de água pura. socialmente e ambientalmente. pela reciclagem e reuso de resíduos da construção e de outros setores produtivos. Isso pode ocorrer pela redução das emissões. etc. sua exploração. mais de 50 % do custo total. muitas vezes. uma correta seleção dos materiais aplicados nas edificações pode contribuir para a sustentabilidade do setor da construção. como compostos orgânicos voláteis. do desenvolvimento do uso de matérias primas e energias renováveis. etc. produtos químicos lixiviáveis. representando. e a destruição ou reciclagem dos resíduos. 2002). Por estes motivos. e 40% de seus combustíveis fósseis e materiais manufaturados de resíduos (GAUZIN-MULLER. consumindo segundo Wines (2000). Deve ser citado ainda o ganho em qualidade do ambiente interno de edificações.com . 6.4 – Casa Ecológica A partir da Agenda 21 em 1992. e da redução das quantidades de materiais e energia utilizados na extração de recursos naturais.1.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente impacto local nas comunidades. decorrente da seleção adequada dos materiais. que o desenvolvimento sustentável deve ser baseado em três princípios: 18 Praça Coronel Lopes. As edificações são uma grande consumidora dos recursos naturais. amianto. os países comprometeram-se a responder às premissas do desenvolvimento sustentável através da análise da totalidade do ciclo de vida dos materiais. Isso pode ser obtido pela escolha de materiais com melhores características termo acústica e com menores taxas de emissões de compostos danosos durante o ciclo de vida. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Um projeto sustentável é analisado economicamente.

E se estamos falando em construção sustentável. 6. a tendência foi a melhoria na qualidade de vida da população beneficiada.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente    Avaliação do ciclo de vida (ACV) dos materiais em sua totalidade. tijolos e vigas de sustentação. Incremento do uso de matérias-primas e energias renováveis. que proporciona economia de sete reais por metro quadrado. foram utilizados o papel picado. três linhas de materiais se destacam: os blocos de entulho. Como principais materiais. o espaço térreo do terreno.1. Essa foi uma pesquisa feita por acadêmicos de Arquitetura e Urbanismo da UNIGRAN. reduziram suas margens de lucro. economizando assim. os tijolos de solo-cimento e os tijolos de terra.com . se comparado ao forro de gesso. Há várias maneiras de fazer a sustentabilidade resultar em economia e bemestar.5– Técnica Ecológica A base de qualquer construção é a estrutura. funcionando também como um jardim ou horta na laje superior. e a reciclagem ou destinação final dos resíduos. gerando economia e bem estar. Redução das quantidades de materiais e energia utilizados na extração e exploração de recursos naturais. não poderíamos deixar de fora elementos como cimentos. em divisórias e forros. Socialmente e ambientalmente. que geram economia e ajudam a evitar que o meio ambiente seja agredido. cola e gesso. Alguns tipos de materiais reciclados são: Jornais e papelões que podem ser utilizados na confecção de forro. O telhado verde é um meio de garantir que a edificação esteja sempre arejada. No setor econômico as empresas diminuíram as barreiras à entrada. o bagaço da cana para confeccionar tijolos e as embalagens tipo tetra pak (longa vida).: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. mostrando que muitos produtos descartados no lixo servem para a construção civil. Quando o assunto é parede. sobre o reaproveitamento de materiais recicláveis. com a utilização de materiais reciclados. 19 Praça Coronel Lopes. por sofrerem uma transformação significativa nos últimos 20 anos. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.

não faz 20 Praça Coronel Lopes. características intimamente ligadas à promoção da saúde. podem ser usadas lâmpadas de led. que além de muito econômica também é muito saudável para seus habitantes.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. como piscinas e jardins.1. a ventilação e a iluminação natural são elementos importantes e que devem ser privilegiados na concepção de um projeto arquitetônico. Por exemplo. O importante em um projeto de iluminação residencial é valorizar sempre a luz natural. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. utilizar-se da construção sustentável. além da economia são soluções de arquitetura que muitas vezes dispensam o uso de lâmpadas comuns. mas tome cuidado para não exagerar. E. mas de custo mais elevado. cantos.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Há algumas décadas. que além bonitas e funcionais. A conjugação das variáveis de luz e vento e sua consideração desde a concepção de um projeto arquitetônico são fundamentais para que o imóvel. Projetos de iluminação com leds. ou na iluminação residencial interna como. comercial ou residencial. projetos de iluminação com leds podem ser incluídas em áreas de difícil acesso. construtores e arquitetos de todo o mundo começaram a adotar os telhados verdes na hora de projetar e construir casa de clientes que prezavam por um ambiente mais agradável e sustentável.5. principalmente durante o dia em todos os ambientes da construção.1 – Iluminação e Ventilação Imóveis projetados com um bom aproveitamento de luz solar e da circulação dos ventos proporcionam aos moradores saúde e economia no consumo de energia Por isso . não exagerando muito nas aberturas. Mas não se pode exagerar.com . na iluminação residencial externa. 6. baixa manutenção e muita eficiência. Um imóvel bem ventilado e servido de iluminação natural proporciona bem estar aos usuários nos aspectos psicológico. ofereça condições adequadas de conforto. se falando em projetos de iluminação com leds. corredores ou até mesmo em salas e quartos com lâmpadas dicróicas de leds.Ou seja. pois luz natural significa calor. Logo os benefícios da técnica ganharam o mundo. visual e espacial. possuem alta durabilidade. e os eco-telhados passaram a ser copiados em todas as regiões do planeta. por serem mais ecológicas. ganha-se pontos quem dá preferência para a luz natural.

a ventilação natural depende da integração dos seus princípios básicos.1.com .com. A tecnologia dos pisos drenantes. Asfalto e cerâmica impedem que a chuva se infiltre nos solos – daí os alagamentos. sem rejunte ou algumas tecnologias como os pisos drenantes compostos por agregados rochosos de dimensões menores e prensado ou até mesmo aqueles confeccionados com sobras de borracha de pneus que seriam descartados e com certeza contribuiriam ainda mais para a poluição do meio ambiente.br A conjugação das variáveis luz e vento e sua consideração desde a concepção do edifício são fundamentais para garantir uma eficiente ventilação e iluminação natural. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. 6. por diferença de pressão e pelo efeito chaminé. mesmo as usadas há muito tempo com blocos intertravados de concreto sobre uma camada de areia. Figura 1 Fonte:www. No entanto. A orientação e a forma do edifício também são importantes. todas estas técnicas 21 Praça Coronel Lopes.luminapvc.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente muito sentido utilizar clarabóias ou até mesmo fachadas de vidro se o interior do ambiente vai requerer um aparelho de ar condicionado. é essencial sejam desenvolvidas novas técnicas que permitam a infiltração das águas pluviais.2 – Piso Drenante Diante da crescente necessidade das grandes cidades em manter a permeabilidade do solo em áreas construídas. que tem seu consumo três vezes maior por metro cúbico.5.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.

é fácil compreender o por quê. leva-nos a reconhecer que de uma forma ou de outra seremos beneficiados. Portanto.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente de um modo geral permitem que a água escorra pelas fendas e chegue ao lençol freático. o consumo de energia elétrica no setor residencial foi de 78. Em geral. tem-se uma participação média de 26% do consumo total atribuído ao aquecimento de água. e. 2005).5. segundo a PROCEL (BRASIL. 6. Todos os métodos existentes para a construção civil ser sustentável. O setor residencial responde por 24% do consumo total de energia elétrica no país e. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. O aquecimento de água é responsável por boa parte do consumo energético de uma residência ao fazer uso do sol (que é gratuito) como alternativa para o aquecimento da água a economia é significativa. a economia é visível rapidamente.4 – Aquecimento Solar Segundo Eletrobrás (BRASIL. sendo que a vida útil estimada desse equipamento é de aproximadamente 22 Praça Coronel Lopes. crescendo 3.com . no ano de 2004. dentro deste setor.0% de todo o consumo nacional de energia elétrica.1. Apesar do custo de instalação do sistema de aquecimento solar ser maior que o custo dos demais (pois envolve mais equipamentos).5 TWh. 2004). A principal vantagem para o usuário de um aquecedor solar é a economia financeira.5.3 – Vedações Podemos também diminuir o número de paredes divisórias entre as dependências da casa para que haja maior ventilação e iluminação no ambiente.0% em relação ao consumo de 2003 e atendendo a cerca de 46. E porque não beneficiar uma população humilde através de uma proposta de projeto para residências populares? 6. conclui-se facilmente que apenas o aquecimento de água para banho em residências brasileiras é responsável por mais de 6. em apenas 5 anos o usuário já recuperou o investimento.8 milhões de consumidores. uma vez instalado.1.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.

acumula um pouco mais de calor. Uma vez aquecida a água segue par o reservatório térmico. de acordo com o período do ano.com . para fazer uso em dias em que a falta do sol possa vir a comprometer a oferta da água quente (dias nublados. uma vez que eficiência energética têm se tornado um ponto cada vez mais importante na decisão de compra de imóveis. podendo chegar a 80ºC. Dessa forma. 23 Praça Coronel Lopes. Consiste apenas na limpeza periódica dos vidros dos coletores. para que a poeira acumulada não afete a eficiência da captação de energia solar. Por dentro.). A manutenção do aquecedor solar é muito simples e quase que inexistente. por exemplo). termoelétricas. cada vez que passa pelo sistema. enquanto houver sol. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. O usuário deverá contar ainda com uma fonte de energia backup (que poderá ser a energia convencional. O mesmo volume de água passará várias vezes ao dia. A energia solar incide sobre a superfície metálica da caixa através do vidro. até atingir uma temperatura pré determinada. Atitude que colabora em última instância. etc. Além destas vantagens diretas. Outra vantagem a ser considerada é a valorização do imóvel.O painel solar é formado por uma caixa metálica fechada coberta por um vidro plano. Existem no mundo várias técnicas de aquecimento de água através da energia solar. conhecido por boiler.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 25 anos. uma serpentina – por onde circula a água a ser aquecida – e uma camada de isolante térmico que faz com que o equipamento seja mais eficiente. onde ficará armazenada até seu consumo. sejam eles enquadrados como construções sustentáveis ou não. aquecendo a água que se encontra na serpentina. Em média essa temperatura chega a 60-65ºC. para a preservação do meio ambiente.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. etc. No Brasil a mais usada é o coletor solar plano. quem adota o aquecimento solar de água contribui para a diminuição da demanda em outros sistemas como hidroelétricas. pela serpentina. a lenha. ou a gás.

ecocasa.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 2 http://www.asp Sistemas por Circulação Natural (Termosifão) 24 Praça Coronel Lopes.br/tenha-um-aquecedor-solar-em-sua-casa-e-economize.com .: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.com.

nauglasmarpiscinas.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.ppgcc.com. Figura 4 http://www.br/solar_residencia.br/dissertacoes/d0087.htm Modelos esquemáticos de aquecimento e armazenamento de água aquecida por um aquecedor solar de baixo custo.com .pdf 25 Praça Coronel Lopes.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 3 http://www. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.ufpr.

1 .1. A energia absorvida transforma-se em calor e aquece a água que está no interior dos coletores.ppgcc.O princípio de funcionamento O sistema ASBC tem o mesmo princípio de funcionamento do sistema tradicional de aquecimento solar de água.pdf Figura 6 http://www.ppgcc.1.5 .5.com .O sistema ASBC 6.pdf 6.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 5 http://www. diferenciando-se do mesmo pelo tipo de material utilizado e da possibilidade de autoconstrução.ufpr. dando 26 Praça Coronel Lopes. A água aquecida diminui a sua densidade e começa a se movimentar em direção à caixa. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. luz e infravermelho. O funcionamento do ASBC se inicia quando a energia solar irradiante.ufpr. incide sobre a superfície preta dos coletores.5.5.br/dissertacoes/d0087.br/dissertacoes/d0087.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.

ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente início a um processo natural de circulação da água. chamado de termo-sifão. que permite um ajuste fino na elevação da temperatura da água do banho.Coletores 3. o reservatório e o chuveiro elétrico pode ser montada com os tubos tradicionais de PVC utilizados normalmente em instalações hidráulicas residenciais. Esse processo é contínuo.Chuveiro elétrico com misturador e dimmer para apoio térmico 4. A tubulação que interliga os coletores.com . A operação do sistema ASBC pode ser explicada com maior facilidade se dividirmos todo o sistema em quatro partes fundamentais: 1Reservatório 2.Sistema geral de tubos Representação de um ASBC residencial. Para tanto o reservatório deve estar mais alto que os coletores. enquanto houver uma boa irradiação solar ou até quando toda água do circuito atingir a mesma temperatura. No ASBC o sistema de apoio térmico é formado por um chuveiro elétrico ligado em série com um dimmer (controlador eletrônico de potência de um chuveiro elétrico). A água aquecida fica armazenada num reservatório termicamente isolado que evita perda de calor para o ambiente.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. 27 Praça Coronel Lopes.

Torneira de bóia associada a um tubo vertical.Pescador.1.3 Coletor . a água aquecida pelo coletor solar.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 7 http://www.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. todos devem receber um isolamento térmico externo para minimizar as perdas de calor nas laterais e na tampa superior. Além da caixa de água tradicional. Com a incidência da luz solar em sua superfície exposta ao sol.Em seu interior ficam dois componentes típicos do ASBC. a água presente no interior dos 28 Praça Coronel Lopes. 6.2 Reservatório Tem a função de armazenar. Serve para levar água fria ao fundo da caixa.htm 6.com . Independente do tipo de recipiente utilizado. o tambor de plástico ou a caixa de EPS (isopor) revestida interiormente com filme plástico pneumático (à prova de vazamento).org. em nossa visão a melhor e mais prática opção. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Assim.o principal componente de um aquecedor solar de água.5.5. são eles: . Serve para levar ao chuveiro a água que fica na camada de água mais alta e mais quente dentro da caixa.1. O coletor solar tem a função de aquecer água. podem servir como reservatório. a água armazenada em seu interior aquece e diminui de densidade. tornando-se mais leve que a água fria.sociedadedosol.5.br/asbc/asbc_online. no decorrer de um dia. já que isso depende muito das necessidades térmicas do usuário. outros recipientes industrializados tais como. .5. Mas conhecemos aplicações sem isolamentos.

com .: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. o usuário complementa o aquecimento por meio do acionamento de um dimmer (controlador da energia fornecida pelo chuveiro elétrico). Isto traz vantagens como: redução do perigo da água quente ferir crianças e a possibilidade do uso de tubos de PVC de água fria. o que afetaria a integridade dos componentes de PVC. denominadas de alveolares.org.sociedadedosol. Figura 8 http://www. será oferecida tecnologia semelhante baseada no polipropileno alveolar.4 Misturador de água quente e sistema de apoio térmico O misturador permite que a água aquecida pela energia solar chegue ao chuveiro. Caso a água aquecida esteja a uma temperatura abaixo do desejado.br/asbc/asbc_online. entre outras.5. Os coletores ASBC se diferem dos comerciais por não utilizarem caixa e cobertura de vidro.htm 6. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente coletores se movimenta para o reservatório e simultaneamente a água estocada no reservatório flui em direção ao coletor. que permitem a obtenção do efeito estufa (aquecimento adicional). A obrigatória ausência da cobertura de vidro não permite que a água aqueça demais. Nos sistemas tradicionais o apoio térmico 29 Praça Coronel Lopes.1. Os coletores do ASBC são fabricados com placas de forro modular de PVC. que tem limite de temperatura.5. Em breve. São forros especiais.

5 Sistema hidráulico A tubulação pode ser feita com tubos comerciais de PVC marrom. 6.6. a água sofre uma expansão em seu volume e provoca uma pressão nas paredes internas das placas coletoras e nos tubos de PVC. considerando a natural limitação térmica do coletor solar ASBC. Sistema hidráulico e as geadas. a água se descongela e volta a circular naturalmente.5. 30 Praça Coronel Lopes.5. é possível que ocorra o congelamento da água dentro dos coletores e tubulações expostas durante as madrugadas dos dias mais frios. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Em regiões sujeitas à incidência de geadas.com . Isto evita a utilização mais complexa e custosa dos tubos de cobre ou da tecnologia CPVC. Estas informações nos foram apresentadas por laboratórios associados a grandes fabricantes de equipamentos de PVC. Felizmente. poderemos manter esta boa característica de flexibilidade do PVC até o fim da vida do ASBC.1. Em nosso entender. Mas com o aquecimento pelos primeiros raios solares.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente normalmente fica instalado no reservatório térmico e o conjunto misturador tradicional necessita de tubulação prévia quente/fria.5.1. Assim. desde que mantenhamos as placas e tubos sempre protegidos da radiação ultra violeta através da manutenção da qualidade da pintura preta do PVC. sem necessidade de nenhuma intervenção humana. Veja informações técnicas sobre tubos e conexões no site => projeto ASBC => dicas técnicas => DICA 05. Com o congelamento. essa pressão é suportada pelas placas e pelos tubos de PVC. o único inconveniente que as geadas podem causar é o de impedir a circulação da água nas primeiras horas da manhã. não comprometendo suas estruturas.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. Para os testes foram usados produtos novos e uma temperatura de -5°C (menos cinco graus centígrados). 6.

Em alguns estados da região Sul sugere-se colar na superfície inferior do coletor uma placa EPS (isopor). 6. Quant.com .1. Neste manual será demonstrada a montagem de um sistema dimensionado para atender um consumo diário de 200 litros de água quente. tais como poluição. Ambos suportaram esta extrema situação térmica.Coletores Um sistema ASBC pode ser projetado para aquecer diferentes volumes de água. Siga corretamente a seqüência de montagem para garantir a qualidade na manufatura de seu produto.5.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Testamos recentemente nosso coletor com placa modular de 62 por 125 cm e o tubo de 32 mm em PVC da Tigre a uma temperatura de -25 Graus por mais de 24 horas.1. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. ou manta de polietileno (PE) expandido.1 Manufatura dos componentes do sistema ASBC Para montar um sistema de ASBC é necessário manufaturar algumas peças. A tabela abaixo fornece a quantidade de coletores de acordo com a região onde será instalado o ASBC.6. de coletores (p/200L) SP de 3 2 2 Região Sul capital Interior São Paulo Outras regiões / Os principais fatores que influenciam na quantidade de coletores a serem instalados são de ordem climática. umidade. A equipe da SoSol procurou descrever detalhadamente todos os passos necessários para a montagem dos principais componentes desse sistema.5. 6.2 . elevando-se 31 Praça Coronel Lopes. ilustrando com foto cada passo descrito no processo. vento e temperatura de cada região.6.

X 2X Componentes Placa de forro de PVC alveolar modular 1.) e 700 mm de comprimento (2 por coletor) Finalidade Componente do coletor (1) Componente do coletor (2) 2X 01 02 01 Luvas soldáveis de PVC Para fazer a união entre os marrom 32 mm coletores (3) Adaptador de PVC marrom Escoar a água dos coletores ASBC 32 mm x 1" para efeito de manutenção (4) Joelhos 90° de PVC marrom soldável de 32 mm (5) Cap PVC branco com rosca Unir os coletores aos tubos de PVC Fechar o adaptador da saída de 32 Praça Coronel Lopes.com .ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente assim a temperatura da água do reservatório em aproximadamente 3 a 4°C. mantenha essa mesma relação: 1 coletor ou 1. ou se a temperatura estiver baixa aumente mais 1 coletor em seu sistema. Caso tenha excesso de temperatura diminua um coletor. Leia com atenção as FAQs (Frequently Asked Questions) (Perguntas mais Freqüentemente Realizadas) disponibilizadas no site em home => como fazer => FAQ. A relação a seguir descreve as peças. aparece um número entre parênteses para facilitar a identificação das peças conforme apresentado na figura 2.: O volume do reservatório pode ser calculado.62 m Tubos de PVC marrom 32 mm ( ext. Para a necessidade de outros volumes de água.25 x 0. as ferramentas e os complementos necessários para a montagem do coletor solar ASBC. por exemplo. na coluna finalidade. admitindo o consumo de 50 litros de água por pessoa por dia. Quant. com boa folga.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. Obs. Exemplo: uma família de cinco pessoas necessitará de uma caixa d'água de 250 litros. dependendo das condições atmosféricas.5 coletor para 100 litros de água. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. a consumida por uma grande família. Ao lado de cada item.

com .30 gr por placa ou resina isofitálica Esmalte sintético preto fosco (40 ml por coletor). 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Placa expandido EPS / Manta PE Caps de PVC marrom de 32 água de manutenção (6) Vedar as pontas do coletor no teste de vazamento e fechar definitivamente a ponta superior esquerda do coletor (7) Unir a placa ao tubo de 32 mm 01 Pintar as placas do coletor 01 Isolamento térmico e proteção mecânica (8) Quant. tipo misturador de café/açúcar união tubo PVC e placa de forro Serra de extremidade livre Abrir rasgo nos tubos Quant. Nunca usar tinta denominada de "imobiliária".ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente de 1" 03 mm 01 Adesivo (bi-componente) Plexus 310 ou Araldite 24h . 01 01 01 01 01 Lista de ferramentas Trena ou metro Furadeira com broca 3 mm p/ aço Pincel 2" ou rolo de 5 cm Finalidade Fazer as medidas de corte na placa e nos tubos Fazer os furos-guia no tubo de PVC marrom de 32 mm Pintar as placas do forro Espátula flexível com ponta Aplicar a cola sobre a arredondada. 01 01 01 01 08 Lista de complementos Lixa 120 Fita crepe Jornal Tábua plana de 80 x 15 cm rasgo Pregos de 4 cm Finalidade Lixar as rebarbas e superfícies Limitar a área de pintura Apoiar a placa sobre a superfície de trabalho Guia para segurar o tubo durante o Pressionar o tubo sobre a guia de madeira 33 Praça Coronel Lopes.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.

3 .htm 6.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.sociedadedosol.5.com .6.Descrição da montagem de um coletor 34 Praça Coronel Lopes.br/asbc/asbc_online.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 01 01 01 Água" Lápis Riscar o tubo de 32 mm antes de cortá-los Guiar o lápis para fazer o risco no Reconhecer as peças de montagem Régua de 70 cm ou outra estrutura reta tubo Manual recente "Tigre - Visualização das peças utilizadas na montagem de três coletores ASBC Figura 9 http://www.org. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.1.

Fazer um rasgo interno à área Figura 10 http://www. Centralize esse rasgo de forma que as pontas do tubo fiquem com 4. com lima redonda as. 35 Praça Coronel Lopes.com Figura 12 http://www.br/asbc/asbc_online. Em seguida lixar e limpar com álcool.htm demarcada.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 2. levando para a largura original da placa alveolar. por ser tóxica. Uma vez realizados os dois cortes e retirada a tira. Faça movimentos lentos seguindo a marcação. Figura 11 http://www. Nas pontas do rasgo. com broca de 3 mm. Coloque o tubo de PVC marrom de 70 cm sobre a tábua.sociedadedosol.sociedadedosol.htm . Fixe-o com os oito pregos. Este rasgo pode ser feito com o auxílio de uma furadeira. de 62 cm. 4.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 1. dar acabamento com a lixa nas superfícies cortadas e arredondar. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. dando firmeza ao conjunto. Utilizando o lápis e a régua.5 cm de comprimento cada.org.br/asbc/asbc _online.htm 3.1 cm afastamento entre linhas (espessura da placa alveolar). não respire a fumaça do tubo de PVC. demarcar a área onde será feito o rasgo de 61 cm de comprimento por 1.org. para a introdução da serra de extremidade livre. fazer cuidadosamente um corte transversal para poder retirar a tira de PVC. Caso use um ferro de solda para fazer o início desse rasgo.br/asbc/as bc_online.sociedadedosol.org. Introduzir a ponta da lamina da serra e iniciar o corte. extremidades do rasgo. a fim de não abrir um rasgo maior ou menor do que o necessário.

htm . e tomar cuidado para não mais por as mãos nelas. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. de 123 cm cada e utilizá-los como régua-guia nas laterais de todos os coletores na hora da colagem para garantir a mesma distância entre os tubos de entrada e saída de água.org. Limpar com um pano embebido em álcool todas as superfícies que serão coladas.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Observação: Antes de prosseguir a montagem repita a seqüência de 1 a 4 no outro tubo de PVC 32 mm. Se o adesivo for araldite ou resina isofitálica.com Figura 14 http://www. 36 Praça Coronel Lopes. misture talco mineral permitindo que o adesivo torne-se pastoso.br/asbc/asbc_ online.htm Observação: No caso de montar dois ou mais coletores fazer 2 gabaritos (ripas de madeira ou tubos de PVC). 5. Lixar as extremidades da placa e encaixar 1 cm de placa no rasgo de cada tubo. (Assim se mantém a posição correta dos tubos relativo à placa) Preparar sobre uma chapa limpa uma quantidade adequada do adesivo bi-componente. Deitar a placa sobre uma camada de 11 mm de jornal apoiada numa superfície horizontal. Figura 13 http://www. 6. medindo 70 cm.sociedadedosol. o que permitirá fácil encaixe com luvas de coletor a coletor.sociedadedosol. idênticos.org.br/asbc/asbc _online.

htm Figura 16 .br/asbc/asbc_ online. inclusive sobre a área da colagem e parte superior dos tubos. Teste de Vazamento: Tampe três extremidades com caps de 32 mm e na outra um joelho de 90° com um tubo de 3 metros de comprimento na vertical (altura ideal). Para efeitos práticos essa carga é muito pequena. http://www.org. para um acabamento limpo. Use a fita crepe nos tubos.sociedadedosol. 8. lixar levemente uma das faces do coletor e limpar com pano e álcool.com http://www. Utilizando a espátula. Essas informações ajudam a prever qual a área necessária para a instalação dos coletores e a carga adicional que o telhado irá suportar. deixar sem tinta apenas 3 cm 37 Praça Coronel Lopes.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 7. reforçar o adesivo nos locais observados e refazer o teste. Se houver.br/asbc/asbc _online. Após 24 horas. Cheio de água ele pesa em média 10 kg cada. No caso do adesivo Plexus pode-se virar a placa praticamente na mesma hora. Se estiver usando adesivo araldite ou resina isofitálica Figura 15 repita a operação somente no dia seguinte.org. e após o teste de vazamento. Após 2 horas vire o conjunto tubos/placa e repita a operação de colagem no outro lado.htm Complete com água e por 15 minutos observar se não há vazamento nas regiões que foram coladas. 9.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. passar adesivo nas duas linhas ao longo dos 2 contatos tubos/placa do lado superior do coletor. Peso e área do coletor: A área de cada coletor é de 0. Pintar a face com esmalte sintético preto fosco usando pincel ou rolo.78 m2.sociedadedosol.

por igual. não representando nenhum perigo em sua operação (veja mais detalhes no site > como fazer > FAQ > Tópico n° 2. Mas para evitar que os coletores fiquem expostos ao sol no momento da instalação do sistema. Esse fenômeno pode acontecer com as placas instaladas. 11. Deixar uma lista de 38 Praça Coronel Lopes. até uns 75°C reduzirá seu comprimento em 5 a 10 mm.006).: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. EPS (isopor). A razão disso é o estiramento que a placa sofre.com . item 6 e 7 acima. É esse estiramento que leva ao fenômeno da memória de forma. não haverá problema algum.Antes de realizar a montagem do coletor (união da placa alveolar ao tubo pré rasgado). panos. seria a pintura dos coletores após tudo instalado e cheio água. Um outro processo que ajuda para que os coletores não sofram a ação do sol. quando acaba de sair da extrusora. não é um processo obrigatório. Cuidados com o coletor vazio exposto ao sol: A eliminação de memória (veja item a seguir) do coletor solar de PVC. Assim podendo utilizar materiais como: papelão. ou qualquer manta que faça uma proteção contra os raios do sol nos coletores. caso exposta vazia à radiação solar intensa. 10. ainda quente.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente das pontas dos tubos para futuro encaixe dos componentes de PVC. tábuas. A placa quando aquecida. Item especial dirigido ao monitor: Eliminação da Memória de Forma em coletores destinados a terceiros como alunos. entidades assistenciais e outros. frente e verso. poderá ser colocado sobre os coletores uma proteção para que o sol não incida diretamente sobre os mesmos. Para evitar o processo da deformação. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. O projeto ASBC familiar prevê a pintura da placa de um lado só. pois desde que exista a garantia de que o coletor não ficará vazio exposto ao sol. Pintada assim. ela pode entortar ficando feia apesar de operacional. o monitor deverá: 1. pintar a placa de preto. A placa alveolar de PVC tem uma característica denominada de memória de forma.

eliminar a memória: Processo de duração máxima de uma hora 2. evitando lixamento da tinta preta. já que a água atinge temperaturas de até 85°C. Seguir adiante.seguir o processo por mais algumas vezes até a placa ficar insensível ao calor. 39 Praça Coronel Lopes. completando a pressão com o ar de uma bomba de bicicleta. Por sinal.Reservatórios térmicos A principal função do reservatório térmico é armazenar água e mantê-la aquecida para ser utilizada no chuveiro. Iniciar-se-á a contra flexão.com . item 06 em diante. após alguns minutos. Os reservatórios dos sistemas tradicionais têm formato cilíndrico horizontal e são fabricados em aço inoxidável ou cobre com excelente isolamento térmico. iniciar uma flexão. 3teste de vazamento/pressão (Item 8 acima): Para dar segurança ao monitor e para aquele que receberá o coletor pronto. conforme os itens 1 a 9 acima. A eliminação da memória pode levar de 20 a 60 minutos 2.1. Para criar esta pressão nada melhor do que encher o coletor de água. temos como limite a pressão de 40 mca. Isto é feito para permitir a posterior união placa tubo. não flexionando mais.virar novamente.quando. 2. 2. É o momento da verdade sobre a qualidade do processo da adesão. O monitor que tiver dúvidas sobre o processo de pressurização. 4. 2. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 1. Deixar a tinta secar conforme instruções do fornecedor. 30 libras). no laboratório do ASBC. protegendo-a com fita crepe. (Semelhante como informado no Item 9 acima) 2.3.5 .Retornar ao processo de montagem.2.5 cm sem pintura nas duas pontas da placa.expor a placa ao Sol. pode falar com a equipe SoSol. medindo-a com um manômetro. ele deverá ser testado com uma pressão de 20 mca (dois bar.4. virar a placa. expondo o outro lado ao Sol.

Caso a caixa utilizada para montar o reservatório seja de EPS (Isopor) recomenda-se impermeabilizar seu interior com filme plástico pneumático. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. ele terá que fazer algumas adaptações para que ela se torne também um reservatório térmico.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente A equipe da SoSol considera possível a utilização de outros materiais. o usuário escolhe qual será o tipo de caixa que irá utilizar na montagem de seu reservatório. Nos testes experimentais o ASBC teve como reservatório: caixa d'água de cimento amianto. Caso tenha que instalar uma nova caixa. Com base em suas necessidades diárias de água aquecida. espaço disponível e possibilidade financeira.Descrição da montagem do reservatório térmico integral (só água quente) A relação a seguir descreve as principais peças e complementos necessários para a montagem de um reservatório térmico. encharcamento do EPS e à contaminação da água. na manufatura de reservatórios. evitando vazamentos. que passará a ser chamado de caixa mista (quente / fria).com . observando se conseguirá transportá-la até o lugar onde será instalada. além de outros tipos de embalagens industriais. que após algumas alterações serviram como reservatório térmico. Ele pode optar em instalar uma nova caixa ou então utilizar a própria caixa d'água e adaptá-la para se tornar um reservatório térmico. 5. aconselha-se escolher uma com um formato apropriado para o local em que será instalada. A seguir será descrito o processo para montar um reservatório térmico a partir de uma caixa de cimento amianto. Ao lado de cada item está descrito sua finalidade.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. caixa termoplástica e as de resina. Se optar em utilizar a sua caixa de água fria. Caso o leitor escolha outra embalagem a descrição da montagem a ser seguida deve ser a mesma. 40 Praça Coronel Lopes. além do metal.

jornal. 41 Praça Coronel Lopes.5 a 10 cm de diâmetro fornecida pela torneira de bóia Bóia de plástico do pescador Manter a ponta do pescador flutuando na camada mais quente da água Eletrotubo flexível amarelo Componente do pescador que de aproximadamente 1 m x 25 mm capta a água da camada mais quente. Isolar as laterais e tampa XX 01 XX Rolo de barbante / fitilho / Amarrar o isolamento nas laterais e fita adesiva tampa Filme de PVC (lona de Proteger o isolamento da caixa caminhão) quando estiver exposta ao tempo Ferramentas Finalidade Serra copo com diâmetro de Fazer os furos na caixa de água 44mm para flange de 32mm para a interligação com os coletores Serra copo com diâmetro de Fazer os furos na caixa de água 36mm para flange de 25mm para a torneira de bóia. grama seca picada. pescador e o ladrão Repor a água do reservatório Torneira de bóia preferencialmente com saída para mangueira 01 01 01 Pedaço de tubo branco ou Reduzir o turbilhonamento da água marrom de 7. pescador e o ladrão Observação sobre a serra copo: Para caixa de plástico usa-se a serra copo comum com dentes. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.com . Fiberglass. forração. 01 02 03 01 Componentes Caixa de cimento-amianto. e deve-se usá-la jogando água na hora do furo para não levantar e não inalar a poeira que é tóxica. EPS.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Quant. etc. outros Adaptadores soldáveis com flanges e anel de 32 mm Conjuntos de com flanges de 25 mm adaptadores Finalidade Armazenar a água aquecida Unir os tubos dos coletores à caixa Para a torneira de bóia. para caixa de cimento amianto usa-se a serra de copo especial para cimento. logo adiante Material isolamento térmico serragem. EPS.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. Mais de diâmetro opções de pescadores.

sociedadedosol.htm 2.org. Instalar nesses furos os adaptadores soldáveis com flanges e anel de vedação de 32 mm.sociedadedosol.htm Figura18 http://www.htm 42 Praça Coronel Lopes.org. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Com a caixa vazia e seca fazer dois furos de diâmetro de 32 mm em duas paredes opostas. Figura19 http://www. A manufatura de uma caixa quente se resume em abrir furos nas laterais e instalar os componentes complementares de PVC que controlam a entrada e saída de água do reservatório.br/asbc/asbc_online. Figura17 http://www. O centro desse furo pode estar uma altura máxima da metade da altura total da caixa.sociedadedosol. 1. Instalar nesse furo o adaptador soldável com flanges de 25 mm pelo qual passará a água da caixa para o chuveiro. A posição do furo da esquerda é a mais baixa possível para que todo o volume de água possa ser aquecido.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Escolhido o tipo de reservatório que será utilizado pode-se iniciar o processo de montagem.com .br/asbc/asbc_online.br/asbc/asbc_online. Fazer um terceiro furo com diâmetro de 25 mm numa parede perpendicular a dos furos anteriores.org. O furo da direita pode ser realizado até a altura equivalente a metade da altura da caixa. seguindo os seguintes padrões: o furo do lado esquerdo é a saída de água fria para os coletores e o furo da direita é o retorno da água aquecida.

br/asbc/asbc_online. Os dois superiores são entrada de água da rua e a saída do ladrão. sempre visando o baixo custo. No furo do lado esquerdo. pois esta é uma caixa exclusiva para água quente. Os três furos inferiores são. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. mas não menos importante. do lado externo da caixa.org.com .org. Fazer mais dois furos de 25 mm de diâmetro na lateral esquerda e outro na parede oposta. para obter um maior volume de água armazenada no reservatório.htm Figura 21 http://www.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 3. A sugestão.br/asbc/asbc_online.sociedadedosol. Aconselha-se que o centro dos furos mantenha uma distância de aproximadamente 8 cm da margem superior da caixa. A eficiência do isolamento térmico depende da espessura e da qualidade do material utilizado. instalar a torneira de bóia e no furo da direita rosquear uma flange de 25 mm para o "ladrão". Não foi mencionado o furo de consumo de água fria. Por último. entrada e saída para os coletores e a saída para o chuveiro. é o uso de materiais disponíveis gratuitamente em sua 43 Praça Coronel Lopes. Procure fazer esses furos o mais alto possível.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. Figura 20 http://www.sociedadedosol. em caso de falha da torneira da bóia. Conectar um tubo na saída do ladrão direcionado para um lugar onde o vazamento seja rapidamente perceptível pelo usuário.htm A caixa ficará com um total de cinco furos. deve ser feito um bom isolamento térmico da tampa e das laterais.

6. Esta opção é destinada a casas que já têm caixas com volume igual ou maior que 500 litros. Quando a operação de aquecimento já for um sucesso pode-se pensar no passo do isolamento. é a posição do furo de retorno de saída de água para os coletores.Montagem do reservatório térmico misto (água simultaneamente quente e fria) A caixa mista foi desenvolvida para situações onde não é possível a instalação de mais uma caixa.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. considere uma caixa com formato cilíndrico.1.5. Essa anotação corresponde ao símbolo H do desenho abaixo.6. seja por motivos financeiros ou por falta de espaço no forro / telhado.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente comunidade. Anote na lateral da caixa o local do nível máximo de sua água (equivale a altura do fundo da bóia da torneira de bóia toda puxada para cima). sem a necessidade de nenhuma barreira física para separar a água fria da água quente. Divida essa altura (H) em 5 partes iguais (H/5). A experiência tem mostrado que na fase da instalação e primeira operação do ASBC o isolamento ainda não precisa ser aplicado. o reservatório térmico integral. assim pelo princípio da estratificação a parte superior do volume de água armazenada fica aquecida e o volume inferior se mantém fria.4 .com . Nesse caso a caixa d'água fria é adaptada para tornar-se o reservatório térmico virtual. A única diferença deste modelo de reservatório em relação ao descrito anteriormente. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. se a caixa for de 500 litros cada uma dessas divisões tem volume de 100 litros e se a caixa for de 1000 litros cada uma dessas divisões terá 200 litros. retangular ou quadrado. 44 Praça Coronel Lopes. Por exemplo.

Assim. O furo 3.org.5 . 5 cm acima do negrito tracejado. 45 Praça Coronel Lopes.com .: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. permitindo o correto enchimento dos coletores.htm Tome como referência a linha em negrito tracejado.br/asbc/asbc_online.6. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. faça o centro do furo 1.5. Independente do tipo de reservatório utilizado sempre haverá necessidade de instalar as peças complementares para o perfeito funcionamento do sistema. do pescador (saída de água para o chuveiro).Componentes complementares do reservatório térmico As peças complementares servem para controlar o fluxo de entrada e saída de água que circula no sistema.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Posição dos furos no reservatório térmico misto Figura 22 http://www. ela passará a ser o fundo de seu reservatório térmico misto. Elas são montadas a partir de tubos e conexões encontradas em lojas de materiais de construção.sociedadedosol. da lateral esquerda (saída de água fria para os coletores) na altura do próprio negrito tracejado. 6. é feito sobre o próprio negrito tracejado.1. Faça o centro do furo 2 na lateral direita (retorno da água aquecida pelos coletores).

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A primeira é chamada de redutor de turbulência, é um tubo de 7,5 a 10 cm de diâmetro adaptado ao tubo do registro da bóia. A sua função é diminuir o

turbilhonamento da água fria que entra, levando-a para o fundo da caixa evitando que a água aquecida armazenada na parte mais alta do reservatório se misture com a água fria que entra como reposição. Seu comprimento deve ser tal que sobre um espaço de 1 cm entre tubo e fundo da caixa. A Segunda, o pescador, é um conjunto formado por um eletroduto flexível amarelo e uma bóia (flutuador). Esse conjunto é conectado no lado interno do furo 3 e sua finalidade é levar para o chuveiro a água da caixa que estiver com maior temperatura, ou seja, a da parte superior do reservatório.
Figura 24 http://www.sociedadedosol.org.br/asbc/ asbc_online.htm Figura 23 http://www.sociedadedosol.org.br/asbc/ asbc_online.htm

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O pescador pode ser montado de outras maneiras; veja abaixo algumas alternativas:

Figura 25

Figura 26
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Figura 28 Figura 27
http://www.sociedadedosol.org.br/asbc/asbc_online.htm

Observe, após o enchimento da caixa, se as bóias da torneira de entrada e do pescador estão flutuando livremente. As duas bóias não podem estar se cruzando dentro do reservatório, elas devem funcionar livremente. Caso aconteça esse cruzamento, a bóia do pescador deve ficar embaixo da bóia da torneira de entrada, isso para que o furo do pescador continue captando a água durante o uso. Caso o pescador esteja sobre a bóia da torneira de entrada, ele poderá interromper o fluxo da água entre a caixa e o chuveiro elétrico durante o uso.

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Um item importante quando os coletores são instalados na mesma altura da caixa é a válvula de retenção (light) instalada no interior do reservatório no flange de retorno da água quente vinda dos coletores. Essa válvula serve para liberar a entrada de água quente durante o dia, e impedir o retorno dessa água durante a noite, ou quando não tiver insolação sobre os coletores. Mais detalhes em: site> como fazer> FAQ> FAQ 9.002, com a pergunta: O que devo considerar no caso de coletores estarem no mesmo nível do reservatório térmico?

6.1.5.7 Instalação do sistema ASBC 6.1.5.7.1 Interligação dos coletores Após a montagem dos coletores e do reservatório o usuário deverá fazer a interligação entre eles por meio da tubulação de PVC. Em instalações residenciais, usuários do ASBC informaram que não utilizaram a cola de PVC em tubos e componentes, e sim a fita veda rosca - sempre com bons resultados. A ausência da cola permite que sejam feitas as adequações iniciais necessárias. Após todos os testes, as conexões do ASBC podem ser coladas definitivamente, caso o montador assim o deseje.

Em sistemas residenciais, os coletores sempre devem ser ligados em paralelo, o que significa uma interligação contínua dos tubos de baixo, assim como a dos tubos de cima. As conexões entre os coletores devem ser feitas, pelo menos na fase inicial, sem o uso de adesivo. As opções de como fazer as conexões podem ser resumidas na tabela 3. Tabela 3 - Formas de interligação das conexões Conexão com camada de fita de teflon (fita veda rosca) Conexão a seco e adesivo Conexão com adesivo sem Facilita a montagem e desmontagem Maior esforço para montar e desmontar, resultando uma conexão mais firme Tigre Menor definitiva, padrão PVC esforço e montagem

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Praça Coronel Lopes, 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.com

Nestas duas pontas devem ser colados os joelhos 90º. portanto a inclinação deve ser 33°.2 Fixação e inclinação dos coletores Determinada a posição dos coletores no telhado. uma para a entrada de água fria pelo tubo inferior (furo 1 do reservatório). no tubo superior. 6.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Após a conexão dos coletores. irão restar quatro "pontas". se possível direcionados para o norte geográfico e sempre respeitando as alturas relativas entre caixa d'água e coletores. Ensaios em laboratório indicam que para cada 1 m de coletor 2 cm de inclinação lateral são suficientes para garantir a movimentação das Figura 29 http://www.5. saindo pelo ladrão. Por exemplo. Antes de fixar os coletores definitivamente. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.1. caso a temperatura da água do banho no inverno esteja abaixo do esperado. que sofrem rapidamente a ação do tempo. fechar com cap colado.sociedadedosol.com . evitando abraçadeiras plásticas de correr. sendo que na ponta inferior. diametralmente oposta no tubo superior. a latitude do local acrescida de 10 graus. Essa fixação deve ser feita com fios de cobre rígidos de longa vida no ambiente externo.org. Duas delas servirão para a circulação de água. selar com um adaptador bolsa/rosca e cap com rosca e na outra ponta.htm 49 Praça Coronel Lopes.br/asbc/asbc_online. No caso de residências com telhados que não atingem a inclinação sugerida (latitude + 10°). As outras duas serão seladas. Caso os coletores sejam instalados em uma laje. em São Paulo a latitude é 23°. pode-se compensar essa diferença com o acréscimo de mais um coletor.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. e a outra. deve-se considerar como inclinação ótima.7. permitindo que elas subam naturalmente até o reservatório. o usuário fixará os coletores na estrutura de madeira do próprio telhado. para o retorno de água aquecida (furo 2 do reservatório). é necessário manter uma pequena inclinação lateral no conjunto para facilitar a eliminação de bolhas de ar dos coletores e tubulações.

conceitos originais> válvula de retenção light e os detalhes de como fazer essa válvulalight em: site> como fazer> FAQ> FAQ 9. e quanto maior este desnível.002. As interligações devem ser feitas com tubos e conexões de 32 mm. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente bolhas de ar da tubulação. com a pergunta: O que devo considerar no caso de coletores estarem no mesmo nível do reservatório térmico? Principal cuidado com os coletores instalados à altura do reservatório: o tubo superior dos coletores deve estar pelo menos 5 cm abaixo do nível máximo (usual) da água dentro do reservatório. porém.com . Na eventualidade de que seja impossível manter os coletores abaixo do fundo da caixa. O reservatório deve estar acima do nível das placas. Aconselha-se nessa fase experimental da montagem utilizar duas voltas de fita veda rosca (teflon) para facilitar o encaixe e desencaixe das conexões.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.1. o lado da saída da água quente dos coletores deve ser o ponto mais alto do conjunto. Assim. estaremos diante da situação descrita detalhadamente no trabalho presente no site: site> projeto ASBC> componentes .3 Interligação dos coletores com o reservatório Após a fixação dos coletores na posição definitiva faça a interligação dos coletores com o reservatório. Portanto quanto mais próximo o reservatório estiver da cumeeira e o coletor próximo da borda externa de uma das águas do telhado. instalando-os na altura da própria caixa.7. 6. é necessário que a cota inferior do reservatório (fundo) esteja pelo menos na cota superior dos coletores (tubo superior). Resumindo. Este desnível. Inicie as interligações conectando o 50 Praça Coronel Lopes. isto é.5. dadas as limitações de pressão nos coletores plásticos do ASBC. melhor a circulação de água entre os coletores e o reservatório. não deve ser maior do que 3 metros. melhor será a circulação de água no sistema.

A instalação dos coletores à altura do reservatório. O tubo de retorno de água quente sai do joelho superior dos coletores. além de uma redução de eficiência térmica do ASBC. a possibilidade de sua interrupção.com . pela redução da velocidade de circulação da água. a circulação natural entre reservatório e coletores.sociedadedosol. expondo a flange de retorno e bloqueando assim toda a circulação solar da água. no lado oposto da entrada de água fria. Ela acontece como resultado de uma ausência momentânea de água da rede pública. traz.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente tubo que sai do furo 1 da caixa com o joelho inferior esquerdo dos coletores. acelerando. por meio de um adaptador com flange anel de 32 mm.org. Figura 30 http://www. devem escoar até o reservatório. e é conectado no furo 2 do reservatório. Se houver 51 Praça Coronel Lopes.htm Formação de gases no ASBC e sua eliminação É importante que a tubulação de retorno da água dos coletores tenha uma inclinação sempre crescente em direção ao reservatório. Observação: no caso da necessidade de uso da válvula light.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Interrupção da circulação por falta de água da rede. baixando o nível na caixa. Os gases liberados pela água durante seu aquecimento nos coletores.br/asbc/asbc_online. sua flange deverá estar um pouco acima do tubo superior dos coletores. por pouco que seja.

O respiro pode ser um tubo de alumínio. interrompendo a circulação natural da água.br/asbc/asbc_online. 52 Praça Coronel Lopes.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente algum ponto alto no meio do caminho (uma inflexão).sociedadedosol.Se for impossível evitar a inflexão.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. instale neste ponto alto do tubo de retorno.org.com . Exemplo conceitual de um respiro. cuja ponta deve estar 10 cm mais alta do que o nível máximo de água na caixa. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. um respiro (tubo vertical partindo do ponto alto do retorno). Se desejar este é o momento de interligar com adesivos os componentes de PVC. tipo antena de TV. um tubo de PVC de 20 mm ou outro meio que o montador achar adequado. Figura 31 http://www.htm Depois de concluída a instalação é conveniente pintar toda tubulação exposta ao sol com esmalte sintético preto fosco para aumentar sua vida útil. poderá ocorrer acúmulo de ar.

5.4 Isolamento dos tubos de interligação A experiência demonstra que tubulações com mais de 3 metros devem ser termicamente isoladas para minimizar perdas.1. CPVC ou outros especiais para altas temperaturas. etc. folhagens.1.8. A distância entre o reservatório térmico e o chuveiro elétrico deve ser a menor possível. caso embutida. Quando o tubo estiver abaixo do telhado a proteção do alumínio torna-se desnecessária. A utilização de tubos especiais evitará a troca da tubulação caso o usuário deseje substituir o ASBC por outro sistema de aquecimento que forneça água a uma temperatura muito superior ao do ASBC. os coletores solares sejam cobertos (exemplo: papelão.8 . Veja: site > como fazer > manuais > dúvidas e sugestões 6.1. pela ausência de chuva e da radiação ultra violeta. Aconselha-se enfaticamente que enquanto o sistema não estiver completamente cheio de água. 6.5.7. Aconselha-se proteger a camada de material isolante (escolhido a gosto do instalador).5 Proteção dos coletores solares antes do enchimento com água A presença da irradiação solar de verão sobre os coletores antes de estarem cheios de água pode afetar definitivamente suas características mecânicas. Essa tubulação pode ser feita com um tubo PVC marrom soldável de 20 mm.7. jornal. e circulando. seja de cobre.).ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 6. a fim de minimizar as perdas térmicas e reduzir o tempo de espera de chegada da água quente. O usuário deve escolher a que melhor se adapta à sua residência.com . 6.1.5. com uma chapa fina de alumino. Na ausência de chapa de alumínio. usar chapa de lata de tinta de 18 litros. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. porém recomenda-se que a tubulação.1 Configurações da interligação Existem 3 configurações possíveis para a interligação da tubulação do reservatório térmico para o chuveiro elétrico. 53 Praça Coronel Lopes.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.5.Interligação entre o reservatório e o chuveiro elétrico Ainda falta a interligação do reservatório ao chuveiro.

ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente A primeira. não deve ser embutido. sendo que a tubulação. As normas internacionais indicam que o registro de água quente fique do lado esquerdo do registro de água fria. etc. Para as configurações 2 e 3 .br/asbc/asbc_online. onde será instalado o registro da água quente.com Figura 32 http://www. polipropileno. constituindo-se assim o misturador (ver mais detalhes nesse manual no Anexo 1 o tópico 2). aquele que a gente usa normalmente.org.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. subindo o tubo depois do registro em direção ao chuveiro. A tubulação que vem do reservatório térmico é interligada nessa tubulação usualmente por intermédio de um nipel. configurando-se assim o misturador. descendo até a uma altura desejada. CPVC. siga as orientações da primeira configuração. é embutir a tubulação de água quente na parede do banheiro. No sistema ao lado ainda não foi instalado o dimmer. Os tubos devem ser resistentes a altas temperaturas como tubos de cobre. No tubo de alimentação do chuveiro deve ser instalado um "Tê". 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Nessa configuração vão ficar aparente apenas os registros para água quente e fria. Saindo deste Tê. A tubulação aparente de água quente deve entrar na bolsa central deste Tê. Dentro da parede deve haver um Tê de 90° (próprio para água quente) com rosca para ligação das tubulações "quente . vinda do teto. A tubulação que ficar embutida deve ser do tipo usada em qualquer sistema profissional de aquecimento. polietileno. (por exemplo.fria". entre a saída da tubulação de água fria da parede e o tubo de alumínio que leva ao chuveiro. a do registro de água fria pré existente).o tubo de PVC marrom. Se houver real desejo de embutir por motivos estéticos. htm . ficará aparente. segue apenas um tubo (próprio para água quente) que leva a água já misturada até o chuveiro.sociedadedosol. A segunda configuração possível é muito semelhante à primeira. e normalmente dentro do forro da casa. 54 Praça Coronel Lopes. de melhor estética.

Para acionar o registro de esfera é necessário fazer uma haste adaptando uma extensão na manopla (borboleta) do registro. após os banhos matinais.5. levando o comando até a altura da mão do usuário. durante a seqüência dos banhos noturnos. para a descida vertical do tubo que carrega a água quente. Convém que a extensão não seja muito comprida para evitar que crianças se pendurem nela.com Figura 33 http://www.org. Assim recomenda-se que a torneira de bóia não complete a água do reservatório com água fria.8. 6. Esse registro pode ser instalado no interior do banheiro. Será fechado antes do primeiro banho e só será aberto após o último banho matinal. Na manhã seguinte. Para isso é necessário garantir que parte do volume de água aquecida no dia anterior se mantenha quente para ser utilizado na manhã seguinte. Será necessário apenas um furo na laje. além de mais econômica. 55 Praça Coronel Lopes.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente A terceira opção é um meio termo entre as duas primeiras. e um registro de esfera de 20 mm soldável com borboleta. ligar na bolsa central a tubulação da água aquecida que vem do reservatório térmico. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.1. htm .2 Como manter a temperatura da água para um melhor banho matinal Em residências onde se deseje tomar um banho matinal utilizando a água aquecida pelo ASBC é necessário manter o volume de água armazenado na máxima temperatura. Utilizando o mesmo Tê da segunda opção. com menos "quebradeira" que a primeira e de melhor estética que a segunda. em uma das entradas do Tê ligar o chuveiro e na outra a tubulação de água fria. o reservatório começa a encher novamente e permite que a água se aqueça pela energia solar.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.sociedadedosol.br/asbc/asbc_online. Para isso é necessário instalar um registro que interrompa a alimentação do reservatório quando iniciar os banhos noturnos.

1.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.5.Chuveiro Dimmer eletrônico Finalidade Controlar a potência do chuveiro .1. Com a eliminação da função de aquecimento do boiler (disponibilizando-o para possível uso futuro) torna-se necessário substituir a ducha por um chuveiro elétrico com dimmer ou eletrônico. Antes de instalar o dimmer. leia com muita atenção as instruções do fabricante. evitando o superaquecimento da água do banho. 6.1.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 6. sugere-se desativar o boiler fazendo uma ligação direta entre saída quente do ASBC com o tubo que já acessava o chuveiro ou ducha. a temperatura da água poderá ficar inferior ao valor desejado.11 Peças e complementos de interligação A relação a seguir descreve as principais peças e complementos necessários para a interligação de coletores. 6. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Caso o instalador deseje manter o boiler na função de aquecedor de apoio. essa opção consome muito mais energia elétrica.org.com Figura 34 http://www.5. Porém. O dimmer permite que se utilize somente a potência necessária para elevar a temperatura.sociedadedosol. 0 1 56 Praça Coronel Lopes. reservatório e o chuveiro elétrico.br/asbc/asbc_online.htm Peças Caixa . a SoSol pode apresentar detalhes de como isso poderia ser realizado. Quant.5. para elevar a temperatura a um valor confortável. Assim.10 O boiler pré-existente Para evitar despesas desnecessárias de energia. instalase um controlador série do de com potência os fios do de tipodimmer em alimentação chuveiro elétrico.9 Ligação do dimmer ao chuveiro Em dias nublados ou chuvosos.

Isolar termicamente a tubulação veda rosca (fita Fixar os coletores no telhado Vedar roscas e facilitar os encaixes Chapa de alumínio ou de Proteção dos isolamentos da ação lata de óleo do Sol e da chuva 6. A água ao subir vai fluir pelo tubo de 32 mm de saída de água fria iniciando o enchimento dos coletores. O enchimento simultâneo dos coletores leva à criação de grandes bolhas de ar que vão impedir a circulação natural entre coletores e caixa.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 57 Praça Coronel Lopes. Abrir a tampa do reservatório e acionar o registro que controla a torneira de bóia. arame galvanizado.12 Enchimento do ASBC.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 0 1 01 01 01 01 mm 01 Tê de 90° com rosca de ½" Unir a entrada de água fria com a entrada de água aquecida e enviar para o chuveiro. etc. Interligar o dimmer à rosca de encaixe do chuveiro (água fria) Nipel roscável de ½" Registro borboleta de ½" esfera com Controla o fluxo de água aquecida no chuveiro Montagem da haste de acionamento Componente acionamento Componente acionamento da da haste haste de de Tubo de PVC 25 mm. Cuidado: Nunca permita que no enchimento os coletores recebam água vinda do lado direito da caixa (retorno). os coletores estarão cheios e a água estará chegando à caixa pelo tubo de retorno dos coletores.5 mm. abraçadeira Fita teflon) Material isolante . EPS. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. carpete. aproximadamente 1 metro Cap marrom soldável 25 Joelho 90° soldável 25 mm Coletores .5.Caixa marrom xx Tubo de 32 mm PVC Interligar o sistema de coletores ao rígido e possíveis componentes reservatório Fio de cobre rígido 2.1.com .jornal. Passados alguns minutos.

Enquanto o reservatório enche. Fechar a saída com o cap e reiniciar o enchimento da caixa com os devidos cuidados. Caso o retorno se situe no mesmo nível ou abaixo da flange de saída para os coletores. as seguintes medidas podem ser tomadas: Inserir o esguicho de água no tubo de saída do aquecedor (dentro da caixa). abrir o cap branco com rosca deixando. o usuário pode complementar o aquecimento acionando o ajuste fino do dimmer. Reforçando: Evite que água entre simultaneamente pelos tubos que acessam os coletores (saída e retorno). pois nesse caso poderá ocorrer uma retenção de ar nas placas gerando grandes bolhas que impedirão a circulação natural da água aquecida. Na inexistência do esguicho. 6. Caso a temperatura da água aquecida esteja abaixo do esperado.1. Veja a figura ao lado.13 Primeiro acionamento do ASBC Aconselha-se que o usuário sempre acione em primeiro lugar o registro de água quente. existe um método simples para evitar que a água entre pela flange de retorno.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Caso isso aconteça. Abrir a torneira cuidadosamente até verificar que grandes bolhas de ar estão saindo do lado do retorno. facilmente verificável pelo toque da palma da mão sobre a superfície dos coletores confirmando presença de áreas mais quentes. sem que se impeça o escape do ar proveniente dos coletores que estão sendo inundados internamente. retire a proteção de sombreamento que cobria os coletores e verifique se há vazamentos em qualquer lugar dos tubos e dos coletores. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Fechar a torneira e retirar o esguicho. Isso se faz com 5 cm de tubo de 32 mm. fixado próximo ao 58 Praça Coronel Lopes. a água escapar até secar os coletores. um joelho de 90º e outro pedaço de tubo de 32 mm com aproximadamente 20 cm de comprimento.5.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.com . Controle o nível da água na caixa entortando adequadamente a haste da torneira de bóia.

387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.com . não a utilize para cozinhar e nem para beber. etc) toda a água do reservatório seja trocada. 6. mesmo que escuro e quente. Além desse cuidado inicial.6. apresentando somente traços destes aditivos. que elevará a temperatura da água somente o necessário. Diariamente chegam sugestões de montadores de todo o Brasil.Potabilidade da água fornecida pelo ASBC As placas de forro alveolares de PVC têm em sua formulação aditivos que podem alterar a potabilidade da água.1 .6.1. aconselha-se que sempre que o sistema ficar inativo por sete dias ou mais (ausência de moradores.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.1. Caso a água esteja a uma temperatura agradável ele não precisa acionar odimmer. Sinta-se à vontade para enviar sugestões e comentários que possam resultar numa melhora da eficiência do ASBC. acima dos parâmetros legais. O registro de água fria só será utilizado quando o usuário sentir necessidade de diminuir a temperatura da água aquecida pelo sol ou então quando quiser tomar um banho frio.2 . atentem às sugestões a seguir: 59 Praça Coronel Lopes.6 . não ficam satisfeitos com o aquecimento fornecido pelo sistema. a presença de aditivos na água. 6. A água parada em um ambiente. Assim a Sociedade do Sol recomenda que o usuário.Cuidados na operação Por sua natureza. Nas semanas seguintes a água já entra em regime de potabilidade. Por outro lado existem também aqueles montadores que por dificuldade de interpretação do manual ou outros problemas. sugerimos que antes de desistirem de colocar o sistema em operação definitiva.1. Com base em testes realizados no laboratório de análise química do IPEN. apresenta condições para o desenvolvimento de microorganismos. é observada somente nas primeiras semanas de circulação da água pelos coletores (não mais do que quatro). nas primeiras quatro semanas de uso.Comentários finais 6.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente chuveiro elétrico. Para esses. o ASBC ainda é um produto experimental. férias. sugerindo novas idéias que podem facilitar a manufatura das peças e montagem do sistema.

  Analisar se os tubos de circulação não estão entupidos com jornal ou panos. Coletores Inspeção visual: Uma vez por ano analise a superfície negra e a região colada. devido aos depósitos de barro e outros materiais dentro dos tubos de PVC.3 Manutenção O ASBC é um equipamento que não necessita de manutenção e reparos constantes. Excesso de torção no manuseio do Cap: Lembrar que ao desatarraxar e reapertar o Cap. A água do reservatório térmico esvaziar-se-á pela nova abertura. impedindo a circulação da água.1. Entretanto recomendam-se atenções no decorrer de sua utilização. Procure rachaduras ou descolamentos nessas regiões.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. Rever a inclinação dos coletores e dos tubos de retorno. De início marrom. 6. nas linhas de colagem entre placa / tubo. porém sem forçá-los. Não esquecer de passar veda rosca para evitar pequenos vazamentos neste local. Analisar se o coletor está muito quente uniformemente. Pouco tempo depois ela clareará e o Cap já poderá ser recolocado e reapertado. dependendo da região do Brasil e de sua insolação.com .6. Superfície Negra: Os coletores deverão ser repintados de tempos em tempos. Limpeza interna do sistema: Uma vez ao ano sugere-se desatarraxar o Cap com rosca 1" (branco) do sistema de coletores. A tinta preta fosca sintética pode operar bem até cerca de 3 anos quando totalmente exposta às intempéries. Nesse caso pode haver bolhas de ar no sistema placas/tubos. Reservatório térmico - Leia com muita atenção !!! 60 Praça Coronel Lopes. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Observar a cor da água. sempre prender o tubo de PVC com alicate ou com uma mão firme para evitar que a torção desta operação force o coletor solar.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente   Analisar a existência de vazamento na tubulação e coletores.

6.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. ele pode sofrer rápido desgaste e deformidade em seu formato.br => Uso Racional da Água => Dicas e Testes => Limpeza de Caixa d'Água Esta operação de limpeza é obrigatória para qualquer tipo de caixa de água. Inspeção visual interna do reservatório térmico: Observe o funcionamento das peças complementares. 6. Verifique também a qualidade do filme plástico ou cobertura interna de proteção contra vazamentos. Se ele estiver muito mais pesado do que a caixa quando nova.com .Lista de verificação para o instalador do asbc Antes de iniciar a instalação definitiva do ASBC. Inclua nesta inspeção UMA VIGOROSA AÇÃO DE LIMPEZA DA CAIXA DE ÁGUA TÉRMICA. TAL COMO SUGERIDO NO SITE DA SABESP: http://www.com. Uma excelente forma de verificar se houve vazamento é a de tentar levantar o reservatório vazio. No caso de aquecedores solares esta limpeza é ainda mais importante diante da potencial facilidade com que algas mornos e bactérias a se multiplicam em ambientes quentes.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Inspeção visual externa: A cada seis meses faça uma verificação cuidadosa do seu estado. esta caixa já vazou e perdeu sua capacidade de isolamento térmico. incluindo vazamentos.4 .1. Se o reservatório térmico for de EPS (Isopor) e se ele estiver exposto à luz solar e ao tempo sem proteção especial. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. procure responder as perguntas abaixo: 61 Praça Coronel Lopes.sabesp.

conforme sugestão do manual do fabricante?  Por sinal.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. evitando-se assim as bolhas de ar? 62 Praça Coronel Lopes.com . já pediu o manual de instalação da caixa a seu fornecedor?  A serra copo e furadeira para a montagem dos flanges na caixa foram providenciadas?  O furo para o ladrão da água foi previsto? Interligação Caixa Chuveiro  Tem certeza que o tubo de interligação Caixa .Chuveiro elétrico é 100% horizontal ou então está sempre descendo.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Coletores:    Teste de pressurização realizado? A memória de forma da placa de PVC foi eliminada? As tiras de Isopor ou no caso das instalações nos estados sulinos a chapa completa de isopor foram coladas no verso dos coletores? Espaço de instalação:      Tem certeza de que o norte foi determinado corretamente? Tem certeza de que a laje suporta o peso do reservatório do ASBC? A altura da caixa é suficiente para gerar o processo de termo sifão? O tubo de retorno permite a eliminação dos gases? Lembra-se que na primeira instalação os componentes de PVC não devem ser soldados? Caixa de água:  Um termômetro está à disposição da equipe?  A base da Caixa de água está devidamente protegida.

387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. irrigar plantas e descargas no vaso sanitário.br 63 Praça Coronel Lopes.org. os coletores ficarão com grandes bolhas de ar encalacradas.7 – Águas de Chuva A captação de água da chuva é importante.1.com .: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.sociedadedosol.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente  Tem certeza que o local de saída da água quente dos coletores à caixa é o ponto mais alto destes coletores? Ou então. Figura 35 http://www. pois ela pode ser utilizada para lavagem de calçadas e quintais. eles estão com a inclinação lateral recomendada?  Enchimento da caixa e coletores e respectiva operação  Lembra-se de que a água que encherá os coletores somente pode vir do tubo de saída?  Lembra-se de que se a água vier do tubo de retorno. impedindo a circulação?  Lembra-se que a palma de sua mão é o melhor termômetro? Vários  O chapéu para evitar insolação está disponível?  Lembra-se que depois da chuva as telhas quebram-se com a maior facilidade? 6.

8 – Reuso de águas cinza Assim como a captação de águas pluviais.9 – Mercado Mundial de Sustentabilidade A primeira definição de desenvolvimento sustentável foi cunhada pelo Brundtland Report. usase adaptadores para esse diâmetro de tubulação. Para tubulação diferente de 75mm.org. etc. lavatório. etc. chuveiro. Ele vai filtrar as sujeiras mais grossas como folhas secas de árvores.htm 6. 6. bastando apenas seguir as mesmas proporções. 64 Praça Coronel Lopes. em 1987. Abaixo estão as figuras demonstrando um exemplo desta captação: Figuran36 http://www. Ele é feito com tubo de 75mm e serve para telhados de até 30m2.1. penas de pássaros. pode também ter o mesmo fim as águas cinzas. sem comprometer o atendimento às necessidades das gerações futuras. ou seja.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Esse Filtro de Água de Chuva Auto-limpante e de Baixo Custo foi desenvolvido para ser instalado na tubulação de descida de água da calha do telhado.br/br/outrospj.com . pequenos insetos (geralmente mortos e secos). afirmando que desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente.1. fezes de bichos. Para projetos maiores usa-se um filtro para cada 30m2 de telhado. para cada 30m2 de telhado faça uma descida com tubo de 75mm e instale um filtro. máquina de lavar roupas.sociedadedosol. por exemplo: para um telhado maior pode-se usar tubos e conexões de 100mm. ou faça esse filtro usando diâmetros diferentes. Essas águas são aquelas captadas de tanques.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. porém o custo será maior. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.

Os métodos para avaliação ambiental de edifícios surgiram na década de 1990 na Europa. no Rio de Janeiro. No final da década de 1980 e início da década de 1990. além de Estados Unidos. Mas outros sistemas de certificação estão começando a despontar. e tornou-se necessário adequar à arquitetura a esta demanda. os métodos empregados em outros países não devem ser utilizados sem as devidas adaptações. Austrália.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Nas décadas seguintes. EUA e Canadá com a intenção de encorajar o mercado a obter níveis superiores de desempenho ambiental. No Brasil.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. e a Rio+10.com . Pelo fato das agendas ambientais serem diferenciadas. praticamente todos os países europeus. Canadá. A questão ambiental vem sendo debatida em todo o mundo. possuem um sistema de avaliação de edifícios. trazendo novos paradigmas. incluindo a definição dos requisitos de sustentabilidade que devam ser atendidos pelos edifícios no Brasil. O desafio global de melhorar o nível de consumo da população mais pobre e diminuir a pegada ecológica e o impacto ambiental dos assentamentos humanos no planeta foi o grande tema em debate. em Johannesburgo. Japão e Hong Kong. 65 Praça Coronel Lopes. Atualmente. o atestado de boa conduta ambiental e social mais difundido é a Certifcação LEED do USGreen Building Council (GBC) [Conselho Norte Americano de Prédios Verdes]. Nessas reuniões. Em abril de 2008 foi lançada a certificação para empreendimentos sustentáveis Alta Qualidade Ambiental (AQUA). protocolos internacionais foram firmados a fim de rever as metas e elaborar mecanismos para o desenvolvimento sustentável. como a Rio’92. Diversos países criaram critérios de avaliação para construções sustentáveis.que foi adaptada para atender as características ambientais do país. as questões de sustentabilidade chegaram à agenda da arquitetura e do urbanismo de forma incisiva. grandes conferências mundiais foram realizadas. em 1992. em 2002.

que será vendida em lojas de materiais de construção publicado ( Fonte: O Globo) 66 Praça Coronel Lopes. ressacas das marés.com . As hortas caseiras diminuem também as ilhas de calor (zonas urbanas com temperatura acima do habitual na região. furacões. Uma casa popular e sustentável. queimadas. ficando visível que se nada fizermos. ciclones. enchentes.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.1.1. mas não existe nenhuma obrigatoriedade de se cumprir todos os requisitos técnicos para uma construção ser sustentável. a falta das chuvas. Na verdade. 6. o futuro de todos será ameaçado. O mundo vive a pressão das alterações climáticas. Caso contrário. as diretrizes são uma forma de orientar aqueles que pretendem construir de uma forma ambientalmente mais responsável. dada a escassez de áreas verdes e a retenção de calor provocada pelas edificações). quando vemos tsunamis.11– Casas populares Pode parecer complicado. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 6. um dos fatores é justamente o fato de não terem tido uma educação ambiental quando mais novos. Essa teoria é provada quase todos os dias.10 – Consciência ecológica A maioria dos jovens e adultos de hoje não possuem uma consciência ecológica. Educação essa que poderia ser passada de pais para os filhos ou então da escola. as casas seriam todas iguais. ou então.

com.zap. constatou Leonardo Francisco Giglio.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 37 Casa popular http://www. a área total do imóvel pode variar entre 46 e 68 metros 67 Praça Coronel Lopes. Assim. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.br/ No projeto há previsão de aberturas para aproveitamento máximo da luz do sol (Fotos: Divulgação). Assim é “Minha Casa Holcim”. Há opções com dois dormitórios. foi calculado em cerca de R$ 45 mil. incluindo material e mão de obra. “Geralmente. sempre aliada à tecnologia de ponta”. O modelo de habitação foi concebido a partir de diretrizes de construção sustentável. O valor estimado para venda. e não as populares. Uma casa de baixo custo e com máximo aproveitamento de recursos naturais como a luz do sol e o vento. o que pode variar de acordo com a região e a customização na parte de acabamentos. supervisor de Desenvolvimento de Canais e Marketing da Holcim. conforto térmico e reciclagem. são as casas de alto padrão. além de um modelo adaptado para quem tem algum tipo de deficiência física.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.com . que incorporam a sustentabilidade. O “Minha Casa Holcim” tem cinco sugestões de plantas com idéias que permitem a economia de energia e água. projeto desenvolvido pela cimenteira Holcim em parceria com a faculdade de arquitetura e urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU/UFRJ).

: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.wordpress. Uma construção sustentável deve respeitar e aproveitar o clima na qual está inserida. materiais que proporcionam conforto térmico e acústico. Figura 38 http://ecoarquitetura. Abaixo algumas características que uma residência pode aproveitar de acordo com clima correspondente. há a inclusão de locais para dispor de lixo reciclável e óleo de cozinha usado. mais entradas de luz (melhor iluminação natural). O Brasil com o tamanho continental engloba uma série de panoramas climáticos diferentes. Com relação aos itens de sustentabilidade.com 68 Praça Coronel Lopes. tecnologia de energia a gás ou elétrica (eficiência energética). 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente quadrados. um espaço adicional que pode ser mudado de acordo com as preferências do morador. ventilação circular (aberturas mais altas). com opção de captação de luz solar e gestão e economia de água (sistema de captação de água da chuva para reutilização).com . ainda. Cada casa prevê.

387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.wordpress.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 39 http://ecoarquitetura.wordpress.com .com 69 Praça Coronel Lopes.com Figura 40 http://ecoarquitetura.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.

as técnicas e materiais podem e devem ser combinados da melhor maneira que convier.2.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. A forma. apenas existem diretrizes a serem levadas em consideração na hora de projetar.html Obviamente como foi dito antes. uma construção sustentável não tem receita pronta.blogspot. 6. os esquemas apresentados são somente algumas das inúmeras possibilidades de como uma casa pode ser.com .ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 41 http://cesaratorres. Mais uma vez.2 .com/2010/10/casa-ecologica.1 – Construção Vernácula 70 Praça Coronel Lopes.Resultados da Pesquisa de Campo 6.

pelos planejadores.  Os impactos relacionados com o uso. A sobrevivência desta tradição está mundialmente ameaçada pelas forças da homogeneização econômica. compreendendo as etapas que vão desde a retirada da natureza das matérias-primas elementares que entram no sistema produtivo (berço) até a disposição do produto final (túmulo). também. considerando inclusive (a lista que segue não é exaustiva):  A produção de energia.2.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.  As questões relacionadas com as embalagens. no próprio processo produtivo. de equilíbrio interno e de integração. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Em consequência da homogeneização da cultura e da transformação sócio econômica. pelos conservacionistas e por grupos multidisciplinares de especialistas. Como se podem deter essas forças é um problema fundamental que deve ser abordado pelas comunidades e. A Avaliação do Ciclo de Vida é uma técnica para avaliação dos aspectos ambientais e dos impactos potenciais associados a um produto. pelos arquitetos. 6.  O transporte.2 – Materiais de hoje Todo produto causa de alguma forma um impacto sobre o meio ambiente. É um processo contínuo que inclui as necessárias modificações e adaptações contínuas como resposta às restrições sociais e ambientais. pelos governos.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente A construção vernácula é a forma tradicional e natural pela qual as comunidades habitavam.  Os processos que envolvem a manufatura. as estruturas vernáculas são extremamente vulneráveis em todo o mundo.com . no seu uso. ou na sua disposição final. na sua distribuição. enfrentando sérios problemas de obsolescência. ou aproveitamento e 71 Praça Coronel Lopes. Esse impacto pode ocorrer durante a extração das matérias-primas utilizadas no processo de fabricação do produto. cultural e arquitetônica.  O consumo de energia não renovável.

avaliação do impacto e análise de melhoramentos. Ferramenta: Uma ACV é uma ferramenta técnica que pode auxiliar o gerenciamento e a tomada de decisão na estratégia ambiental da empresa. A identificação da fase do ciclo de vida em que os impactos ocorrem. da identificação dos os impactos ambientais potenciais ao longo do ciclo de vida e da interpretação dos resultados do estudo. Demanda: uma demanda crescente. Planejamento: Define as metas e objetivos da ACV. avaliação e medições dos gastos em energia. emissões. 72 Praça Coronel Lopes. não apenas na fase do uso do produto. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. A seleção de indicadores ambientais relevantes para avaliação de projetos e A reformulação de produtos ou processo.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente  O reuso do produto ou mesmo questões relacionadas com o lixo ou recuperação / reciclagem.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. análise de inventário. subprodutos. isto é. vem criando uma pressão para a redução dos impactos ambientais. Em geral 4 fases são necessárias para o desenvolvimento da ACV: planejamento. incluindo os limites da investigação.com . energia e recursos) e saídas (produtos. a ferramenta da Avaliação de Ciclo de Vida pode ser de grande utilidade para (ver usos da ACV):      O desenvolvimento de produtos. Etapas: Em linhas gerais. A escolha de tecnologias. Análise de inventário: Busca uma análise quantitativa das entradas e saídas do produto ou sistema. como governos. águas residuais e resíduos sólidos. matériasprimas. e. uma Avaliação do Ciclo de Vida de um produto ou serviço consiste da definição do seu objetivo e escopo. dessa forma. da realização de um levantamento quantificado de dados (inventário) de todas as entradas (materiais. etc) durante todo o ciclo de vida. mas onde eles são verdadeiramente significativos. emissões de gases. acionistas. tanto de consumidores como de outras partes interessadas. início e fim do estudo. concorrentes e outras.

795 de 27 abril de 1999) Educação ambiental é um segmento da educação que tem como objetivo a disseminação do conhecimento sobre o ambiente." (Art. desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necessárias para dita transformação. que devem ser consideradas tanto na elaboração dos estudos quanto no uso dos seus resultados. do tipo de relações que os homens estabelecem entre si e com a natureza. A educação ambiental tenta despertar em todos a consciência de que o ser humano é parte do meio ambiente.º 9. A educação ambiental tornou-se lei em 27 de Abril de 1999. 1o da Lei n. dos problemas derivados de ditas relações e suas causas profundas. Ela desenvolve. energia. A Avaliação do Ciclo de Vida deve ser efetuada seguindo o estabelecido em normas internacionais. mediante uma prática que vincula o educando com a comunidade. valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transformação superadora dessa realidade.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Avaliação de impacto: Avalia como o produto ou sistema afeta o ambiente. 73 Praça Coronel Lopes. têm limitações. água e as emissões de gases e geração de resíduos sólidos e líquidos afetam o ambiente. A técnica da Avaliação do Ciclo de Vida. "A educação ambiental é a ação educativa permanente pela qual a comunidade educativa têm a tomada de consciência de sua realidade global. Análise de melhorias: Envolve o estudo de melhorias para reduzir os impactos associados com o produto ou sistema através de uma visão objetiva de todo o ciclo de vida e da avaliação do impacto que estas mudanças podem provocar no ambiente. tanto em seus aspectos naturais como sociais. a fim de ajudar à sua preservação e utilização sustentável dos seus recursos.com . adotando uma abordagem qualitativa e quantitativa para analisar como o consumo de materiais. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.

o que. Concreto sustentável. por consequência. como restos de tijolos e telhas. até porque. material originalmente refugado.3 – Concreto É composto por cimento. cascalho e ou pedregulho) que eventualmente contém materiais ligantes como colas. água. A idéia foi do engenheiro civil e autor do estudo Tobias Pereira. O uso do concreto reciclado tem despertado cada vez mais uma consciência de reaproveitamento dos materiais que antigamente eram descartados. Segundo Pereira. 74 Praça Coronel Lopes.com . na verdade.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 6. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. afinal. “A norma de concreto brasileira fala em 65 megapascal (medida que expressa a resistência à compressão). ele também tem vida útil superior ao concreto tradicional. areia. “Esse concreto. compostos britados (brita. disse. e a informação que tenho do meu orientador na USP é de que ele está sendo implantado no interior de São Paulo”. o que faz dele uma opção economicamente mais viável para a construção civil. Na prática isso significa que se precisa de menos concreto para levantar a mesma obra. que foi motivado pela vontade de desenvolver um produto que fosse mais econômico e mais eficaz para os engenheiros. outros utilizam sobras de minérios e asfalto. pontes e prédios ser ecologicamente correto. O concreto verde é mais fluído que o comum. fibras e outros aditivos.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. o que haveria para ser sustentável no cimento? Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) provaram que há muito. E por isso mesmo é melhor para a construção civil. São duas palavras que geralmente ninguém costuma associar de primeiro. foi desenvolvido em 2008. mas o concreto da USP tem resistência superior a isso”. recolhidos em demolições e entulhos.2. resultante na fabricação de cimento e em usinas metalúrgicas. Alguns encontrados no mercado são feitos com escória de alto forno. O concreto reciclável possui inúmeras fórmulas e combinações possíveis. abrindo espaço para empresas que separam e comercializam materiais que sobram nos canteiros de obras e nas demolições. Existe um jeito sim para até o concreto que se usa na construção de casas. segundo Pereira. afirma. O concreto sustentável não é apenas bom para o meio ambiente.

 Análise e consideração das condições locais. como edifícios altos. indiretamente. pontes e viadutos. economizando dinheiro e material que podem ser usados em novas obras e. pequenos flocos gerados durante a fabricação do produto que se tornam espaços de armazenamento de água. disse.  Análise e consideração das condições socioeconômicas locais. “Na hora que eu reduzo o consumo de cimento. 6. “O aditivo cria repulsão entre as partículas de cimento e é como se você tivesse mais cimento reagindo. “O novo concreto é de alta resistência e ainda usa menos cimento que o tradicional. claro.4 – Técnicas simples a serem consideradas para a execução de um projeto sustentável. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente significa menos cimento e. já que na indústria do concreto 90% do gás carbônico gerado vem da fabricação do cimento. podem ser usadas peças menores e se economiza nas dimensões de pilares e outras estruturas de sustentação”.  Planejamento da obra. afirma o engenheiro. o novo concreto serve melhor à sociedade e à construção civil. abordando aspectos naturais. apenas seu peso já é suficiente para moldá-lo”. 75 Praça Coronel Lopes. sol e vento). Como ele é fluido. Ele explica que isso acaba com “os vazios dentro do concreto”. Ele é bem competitivo porque em obras de maior dimensão. como vegetação. o fato de o produto ser mais resistente contribui para que obras de restauro e reconstrução possam ser feitas em intervalos maiores. Pereira diminuiu a quantidade de cimento e incluiu na fórmula um aditivo superplastificante composto por policarboxílicos. ajudando a salvar o meio ambiente. já que menos CO2 proveniente da produção industrial do cimento será jogado na atmosfera.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. defende Pereira. relevo e condição climática (chuva.  Contemplação da boa relação com a comunidade do entorno da obra. Para ele. contribui também para o meio ambiente. Para se fabricar o concreto sustentável. o que torna o concreto mais fluido. eu estou reduzindo o impacto ambiental. Como também demora mais para ser substituído.2.com . Além de tudo. que é o material que ocasiona alta energia.  Consideração das necessidades dos moradores e/ou usuários. o concreto sustentável é mais durável e resistente”.

 Uso de Madeira certificada. não nocivos ao ser humano e à natureza.  Emprego de técnicas e materiais que possibilitem a redução do consumo energético (como aquecedores solares) e hidráulico (como descargas e torneiras mais eficientes). demonstrando-lhes sua responsabilidade na minimização dos impactos da obra. e nos critérios do Selo Casa Azul Caixa criamos o projeto residencial ilustrado abaixo. 6.Projeto de casas sustentáveis para população de baixa renda. pois assim saberemos quais atitudes tomar e qual linguagem utilizar.  Emprego de técnicas capazes de manter a boa qualidade do ar e o conforto térmico-acústico dos ambientes. por contemplarem aspectos ambientais desde seu plantio até o fornecimento ao consumidor. 7 .  Uso racional dos recursos e materiais.Público-Alvo: População de baixa renda Estudar o público-alvo é expressamente importante.5 .ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente  Utilização de mão de obra e materiais locais.  Priorização do uso de materiais não tóxicos. baseada nos princípios dos 3 R’s (redução.  Aplicação de gestão de resíduos sólidos na obra.2. materiais com baixo impacto ambiental.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. reutilização e reciclagem).O Projeto Baseado em algumas características da construção sustentável. 76 Praça Coronel Lopes.com .  Treinamento e conscientização dos operários. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.  Utilização de ecoprodutos.1 . 7.

ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 42 Planta baixa do projeto Figura 43 Modelo do projeto em 3D Figura 44 Modelo do projeto em 3D 77 Praça Coronel Lopes. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.com .: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.

ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 45 Modelo do projeto em 3D Figura 46 Modelo do projeto em 3D Figura 47 Modelo do projeto em 3D Figura 48 Modelo do projeto em 3D Figura 49 Modelo do projeto em 3D Figura 50 Modelo do projeto em 3D 78 Praça Coronel Lopes.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.com . 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.

br/spnoticias/lenoticia.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. tecnológicos e ambientais adotados pela CDHU na construção de casas que irão revitalizar e urbanizar áreas degradadas como as da região da Serra do Mar.gov.com . as estruturas para telhados em metal. cuja finalidade é evitar a 79 Praça Coronel Lopes. ganhou o apelido de ‘casa ecológica’. por causa dos aspectos considerados na sua concepção.saopaulo. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.php?id=207560 Os novos conceitos arquitetônicos.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 51 Modelo do projeto em 3D 7.sp. Entre eles. destacam-se o sistema de energia solar para aquecimento da água.2 – Projetos de CDHU Figura 52 http://www. construtivos. de medição individualizada do consumo desse produto.

cimentado no restante.  Dimensões dos compartimentos: compatível com mobiliário mínimo. 7. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. cozinha. e a criação de áreas condominiais maiores. 7.3 – Minha casa minha vida Especificação da tipologia 1 (casa térrea com 35 m2) do programa minha casa minha vida.  Instalações hidráulicas: número de pontos definido.50m no restante. banheiro.  Compartimentos: sala.  Esquadrias: janelas de ferro ou alumínio e portas de madeira.  Forro: laje de concreto ou forro de madeira ou pvc.50m no perímetro da construção. medição independente. e tem por objetivo incentivar o uso racional de recursos naturais (na construção habitacional).50m nas paredes hidráulicas e box.4 – Certificações  Selo Casa Azul Caixa O Selo Casa Azul Caixa foi desenvolvido por uma equipe técnica da CAIXA.  Área da unidade: 35 m2  Área interna: 32 m2  Piso: cerâmico na cozinha e banheiro.20m na cozinha e banheiro.  Pé direito: 2. com lazer.  Reboco Interno e externo com pintura PVA no restante. 2. reduzir os custos de manutenção e as despesas mensais dos usuários e 80 Praça Coronel Lopes.  Cobertura: telha cerâmica.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. especificação mínima de materiais.  Aquecimento solar/térmico: instalação de kit completo. área externa com tanque.  Passeio: 0.com . guias rebaixadas e faixas elevadas para travessia de ruas. A adoção desses princípios na construção de moradias populares é uma iniciativa pioneira de política pública. rampas de acesso. 2 dormitórios.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente extração de madeira.  Instalações elétricas: número de pontos definido.  Revestimento de alvenarias: azulejo 1.

com . água. Desempenho térmico – Vedações – Orientações de Sol e Vento. Cooperativas. incentivo financeiro para sistemas de aquecimento solar de água e a medição individual de água e gás nos prédios.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.  PROJETO E CONFORTO: Paisagismo. Associações e Entidades representantes de movimentos sociais. Prata e Ouro.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente conscientizar tantos os empreendedores como os moradores sobre as vantagens da construção sustentável. justiça social e viabilidade econômica.Infraestrutura. Poder Público. uso de madeira legalizada. consumo de energia. APLICAÇÃO DO SELO: À todos os projetos apresentados à CAIXA ECONÔMICA FEDERAL por: Construtoras.  EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: Lâmpada de baixo consumo. sustentabilidade social e empresarial. Medição individualizada – Gás. Equipamentos de lazer. Este Selo possui 53 (cinqüenta e três) critérios de avaliação. 81 Praça Coronel Lopes. dividido em 6 (seis) categorias e 3 (três) níveis de gradação: Bronze. Empresas públicas de habitação. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Para que nos seja concedido o Selo nível Bronze é necessário atender aos seguintes critérios:  QUALIDADE URBANA: Qualidade do entorno . sociais e esportivos. tais como: Indutoras de produção habitacional. Local para coleta seletiva. E essa iniciativa soma-se a outras importantes medidas da CAIXA. Dispositivos economizadores – Áreas comuns. consumo de matérias-primas e geração de resíduos. Qualidade do entorno – Impactos. mudança climática. Os desafios da construção sustentável são: equilibrar proteção ambiental.

. desenvolver e manter boas relações com fornecedores e desenvolver fornecedores potenciais. pela redução de problemas nos prazos. p.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 82 Praça Coronel Lopes. As obras serão vistoriadas para verificar se todos os critérios foram atendidos.87). de forma contínua e uniforme.5– Fornecedores O processo que envolve a compra de matérias primas tem por finalidade alimentar o fluxo. Orientação aos moradores. quantidade certa e entrega certa. A CAIXA fornecerá os documentos necessários a serem preenchidos. Dispositivos economizadores – Sistema de descarga. na qualidade certa. Fôrmas e escoras reutilizáveis. Com objetivos de: obter mercadorias e serviços na quantidade e com a qualidade necessária. E somente após essa verificação e comprovação do atendimento ao critério o empregado responsável pela análise poderá definir o nível de gradação do Selo a ser concedido ao projeto. gestão de resíduos de construção e Demolição (RCD).ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente  CONSERVAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS: Qualidade de materiais e componentes. Falhas na administração deste processo podem resultar em reposição irregular da matéria prima (Abreu et al.  GESTÃO DA ÁGUA: Medição individualizada – Água. Para satisfazer esses objetivos devemos segundo JR (2008). obter mercadorias e serviços ao menor custo. determinar as especificações do que comprar. A comunicação direta com fornecedores é essencial para que não ocorram atrasos na entrega dos materiais. 7. orientando o proponente do Selo. A função de compras (JR 2008) é responsável pelo estabelecimento do fluxo de materiais. pela rapidez da entrega. garantir o melhor serviço possível e pronta entrega por parte do fornecedor.  PRÁTICAS SOCIAS: Educação para a gestão RCD. Educação ambiental dos empregados.com . 2003. evitando interrupções. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. pelo seguimento junto ao fornecedor. Áreas permeáveis.

análise de valor e planejamento estratégico. a amplitude de decisão diz respeito à quantidade e a qualidade do conjunto de decisões de que participarão os profissionais de compras. nas quantidades certas. Do ponto de vista estratégico. Segundo BRAGA (2008). controlando através de um histórico de entregas. ao desenvolvimento. a empresa pode adotar a estratégia de liderança em custos. selecionada. É necessário enviar informações aos fornecedores. Negociando os termos e condições de compra.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. da fonte correta e no preço certo. Segundo Borges (2001) a busca de integração com fornecedores é árdua. identificação de fornecedores. Destinando ao gerenciamento. com a entrega correta. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. emitindo e administrando pedidos de compra. visualizando. Para competir. melhorando o desempenho do produto (PORTER).ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Registrando as entregas.com . reduzindo seus custos. Segundo JR (2008) o “processo de compra” para se realizar com eficiência envolve todos os departamentos de uma empresa. Obter o material certo. tais como o seu envolvimento nas decisões de previsão. Criando uma rotina. para que os produtos estejam sempre adequados ao uso e satisfação do cliente. ou de diferenciação. valor refere-se à quanto os compradores estão dispostos a pagar por aquilo que a empresa esteja disposta a oferecer-lhes. a integração das competências e a capacidade dos fornecedores no sentido de obter vantagens para a empresa compradora. criando assim formas de medir o que foi entregue. o fornecedor. Conhecendo a fonte certa. 83 Praça Coronel Lopes.

387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. mas também devido à má distribuição deste recurso natural. o bloco estrutural de concreto é o que nos auxilia a ter esses três resultados.org.A escolha desse material não poderia ser melhor. Com a necessidade de vedar e também estruturar as edificações.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. sem ter um alto custo no fim da obra. escolas.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Figura 53 http://ipevs. 7.br/blog/?p=272 (Residência de alta qualidade ambiental: Casa Aqua.com . engenheiros e principalmente arquitetos devido à flexibilidade de criação para atender projetos de residências.7 – Água A conservação e a gestão da água são preocupações extremamente relevantes para todo o planeta. este recurso apresenta distribuição bastante heterogênea. Embora o Brasil possua situação privilegiada em relação à sua disponibilidade. não apenas em função de sua escassez em diversas regiões. Dessa forma. havendo já há alguns anos uma crise de falta de água em grandes centros urbanos 84 Praça Coronel Lopes. edifícios comerciais e residenciais de médio e alto padrão. hospitais. garante popularidade entre os construtores.6 – Alvenaria Bloco de concreto estrutural . pois o blocos de concreto são materiais básicos de construção.) 7.

quando seca. devido a radiação solar e a absorção de umidade. ótimo paisagismo ao conservar as vegetações naturais existentes na região em que mora. Com produtos selecionados.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. apresentam satisfatório desempenho térmico por terem juntas não estanques que possibilitam uma certa ventilação do ático.Benefícios para população Uma edificação sustentável tende a proporcionar (além da melhoria na qualidade de vida do ser humano) economia nos gastos mensais. principalmente as residenciais. a telha cerâmica possui melhor encaixe e garantia contra as intempéries. dispensam elementos adicionais ou acessórios específicos para a obtenção da impermeabilidade da cobertura. e porosidade na medida certa.com . São pouco submetidas as variações dimensionais provenientes das ações térmicas. 85 Praça Coronel Lopes.org em uma edificação sustentável o ideal é que seja utilizada mão de obra local. através do perfeito posicionamento e encaixe dos componentes. Essa composição química confere à telha cerâmica maior resistência.10 . integração nos assuntos da sociedade. a massa cerâmica é preparada a base de argila. rica em componentes como ilita e montmorilonita. Dessa forma. as mais populares e utilizadas na maioria das construções.8 – Telhados As telhas fabricadas utilizando como matéria prima a cerâmica são. fácil manutenção. valorizando assim o espaço habitado. ainda. atenuando sensivelmente o aquecimento dos tetos. 7.ambiencia.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 7. 7. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. com treinamentos e conscientização dos operários demonstrando sua responsabilidade na minimização dos impactos da obra.9 – Mão de obra Segundo o site www. sobretudo nas regiões mais quentes.

Iluminação: (lâmpadas LED) • Quanto custa*: 15 reais (a de 20 watts) . é garantia de abastecimento de água para o futuro. 86 Praça Coronel Lopes. visto que a alvenaria estrutural ao final de uma construção torna-se mais barata e mais rápida em torno de 30% a 40% quando comparada a uma edificação com alvenaria comum e estrutura de concreto armado. Comentário dos especialistas: com a economia na conta de luz.seis vezes mais do que as lâmpadas comuns. o investimento se paga em dois anos.com . e ainda em não desperdiçar materiais durante todas as fases do projeto. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.e ainda poupar cerca de 80% energia.e caro. Além de ajudar a economizar na conta. quando esse pode se tornar um item mais escasso .Redução do custo A redução no custo de uma edificação é sempre necessária independente da dimensão do projeto. Soluções criativas para baixar o custo e ajudar a natureza pode ser uma boa saída para quem gosta de inventar e aproveitar recursos e materiais. Em nosso projeto a redução do custo baseia-se principalmente na utilização do aquecedor solar de baixo custo.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 7.11 . Comentário dos especialistas: compensa por ter vida útil infinitamente mais longa do que a das lâmpadas convencionais (dura duas vezes mais) . Piso Drenante: • Quanto custa*: em média 30% mais do que os pisos tradicionais. Vejamos: Captação e armazenamento de água da chuva: • Quanto custa*: 2 500 reais (para uma casa de 100 metros quadrados). Uma ressalva: o sistema não dá conta das baixas temperaturas. quando é necessário recorrer ao aquecimento elétrico. Comentário dos especialistas: compensa investir no sistema. Aquecimento Solar: • Quanto custa*: 5 000 reais e gasta-se 30% menos energia elétrica.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.

. Segundo a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. em um dado momento e em determinado local. resíduos são materiais decorrentes de atividades antrópicas.com . resíduo é algo que seu proprietário não mais deseja.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. gerados como sobras de processos. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.1998. 87 Praça Coronel Lopes.Organização Mundial da Saúde. originados pelos processos produtivos inadequados ou mal geridos. O resíduo é o resultado do uso impróprio de materiais ou de energia. De acordo com a OMS. A história não registrou uma preocupação tão intensa com a preservação do meio ambiente como a apresentada no período compreendido entre o final do século XX e início do XXI e tem aumentado consideravelmente nos últimos tempos. para outros é matéria-prima.” 7. entre eles a ISO 14. A existência de normas de padrões internacionais. ou os que não possam ser utilizados com a finalidade para a qual foram originalmente produzidos.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente Comentário dos especialistas: “Sob o ponto de vista ambiental. O desafio é fazer do resíduo uma matéria-prima e com isso um novo produto.000.p. e que não tem um valor de mercado. são os que dão passos mais efetivos no que diz respeito à preservação ambiental por parte das empresas. esse piso seria uma boa solução para diminuir o risco de enchentes urbanas. onde o fluxo dessas matérias – primas originam no processo de planejamento.12 – Reaproveitamentos de materiais Há muito tempo o lixo passou a ser chamado de resíduo e agora o que é resíduo para alguns.2). implementação e controle eficiente e eficaz dos estoques em processamento e dos novos produtos acabados (Rogers et al.

: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. no âmbito da presente proposta. diminuindo desta forma o impacto causado ao meio ambiente pelo simples fato de o ser humano possuir necessidades de se proteger contra intempéries e ainda a necessidade de viver confortavelmente. na expectativa de que. representando uma alternativa eficiente e econômica. a ponto de que as novas construções já sejam projetadas com a previsão dos mesmos. com a comprovação das vantagens de sua utilização.com . que tendem a ser um problema para a população de baixa renda. mas seu problema esta em sua utilização. Nossa contribuição.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 8 – Conclusão Ao final deste trabalho é possível avaliar que medidas sustentáveis podem ser uma boa alternativa para minimizar os custos habitacionais. 88 Praça Coronel Lopes. foi projetar a ampliação do uso de práticas sustentáveis. revistas e sites confiáveis na internet. portanto nossa equipe de trabalho pode perceber que com técnicas simples e adequadas a cada região é possível mesmo em edificações para população de poder aquisitivo mais baixo. tais recursos tornem-se uma prática mais comum. que nos ensinam a viver de uma forma um pouco mais sustentável. A construção de casas sustentáveis prevê entre outras coisas a racionalização energética e o mínimo de impacto ambiental. O Brasil é um país com grandes alternativas em termos de inovações tecnológicas como em formas de acesso à moradia. Todas as técnicas apresentadas por nós são conhecidas e estão à disposição de qualquer cidadão comum em livros. além de que este tipo de construção também prevê atividades voltadas à educação ambiental. obter e instalar tais técnicas.

4ª edição.Referências Bibliográficas Livros: FACHIN. 89 Praça Coronel Lopes. M.Toni Arnold. [Em linha]. Paulo Roberto . Reno: Reverse Logistics Executive Council. .com . Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 9 . A abordagem dos sistemas de avaliação de sustentabilidade da arquitetura nos quesitos ambientais de energia. ROGERS. Institutos.Universidade de São Paulo . E. Gestão de Unidades: um modo de fazer. São Paulo: Saraiva.G. São Paulo: editora Metha. M.. 2008 PORTER. ABREU.. 2003. ZANARD.P. C – O varejo e o comportamento do consumidor artigo técnico UFRJ ago 2001 BRAGA. Dissertação de mestrado.N.O que é produção limpa? São Paulo: Greenpeace Brasil. Fundamentos de Metodologia. LEITE. 2003. 2003. São Paulo: Prentice Hall. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. TIBBEN-LEMBKE.. 1985.207 a 226. São Paulo. JR.Going backwards: reverse logistics trends and practices. Odilia. suas associações às inovações tecnológicas. 1998. SPINELLI. Estudos e Projetos: VOSGUERITCHIAN.2008. Dale S. 1997.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.S.Faculdade de Arquitetura e urbanismo. ISBN 978-85-87918-62-8 GREENPEACE . BORGES. 2006. Ataíde. ANDREA BAZARIAN. A. capitulo 7 setor de compras pag. E. Administração de materiais.Logística Reversa: meio ambiente e competitividade.M. Ronald S. materiais e água. New York: Free. Competitive advantage: creating and sustaining superior performance.

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Institui o Código de Edificações no município de Santos e adota providencias correlatas.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. 84 de 14 de julho de 1993.com . 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Lei Complementar nº.Referência legislativa SANTOS.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 11 . 91 Praça Coronel Lopes. Prefeitura municipal.

"O que der na telha" Publicado em 4/03/2010 às 15:57 Fonte: O Globo 92 Praça Coronel Lopes.22/8/08 .: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.ago/08 .set/08 . Editora Pini.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 12 .com . 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.Editora Abril . Jornal Entreposto ."Pequenos espaços de São Paulo ganham hortas" Folha de São Paulo em 08-06-2006 Revista Vida Simples ."Agrônomo transforma telhados de prédios em canteiros de hortaliças" O Estado de São Paulo .Revistas e Jornais Arquitetura & Urbanismo.

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privadas ou agentes promotores. com exceção das projeções de beiral e de balanço de até 1. Favela: núcleo urbano de ocupação espontânea. de acordo com padrões urbanísticos e construtivos estabelecidos neste plano e em legislação específica.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 14 – Glossário Acessibilidade: é a medida da facilidade de atingir um local pré-determinado. autorizados por lei. desenvolvidos e implantados por entidades públicas. quando caracterizado o interesse público e vinculado à Política Habitacional do Município. Empreendimentos de Interesse Social: os elaborados. cujos moradores não adquiriram a propriedade ou a posse. destinado em assegurar moradia à população de baixa renda.20 m (um metro e vinte centímetros). Normas: ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. por instrumento de compra e venda e que o lote esteja discriminado. por meio da utilização de qualquer modo de transporte.com . 97 Praça Coronel Lopes.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail. Área Construída: somatório das áreas dos pisos cobertos de todos os pavimentos de uma edificação. 387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel. Habite-se: é um documento que atesta que o imóvel foi construído seguindo-se as exigências (legislação local) estabelecidas pela prefeitura para aprovação de projetos.

387 – Centro – São Vicente/SP – CEP: 11310-020 – Tel.: 3467 – 7153 – e-mail: etecsaovicente@gmail.Apêndices e Anexos 98 Praça Coronel Lopes.ETEC Doutora Ruth Cardoso – São Vicente 15 .com .

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