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Jurisprudência

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Direito Administrativo 01. Direito Administrativo: autonomia, conceito, princípios informativos, fontes e interpretação.

STF

044

Princípios

02. Administração Pública: atividade e estrutura administrativa, princípios básicos da Administração, poderes e deveres do administrador público, uso e abuso do poder, organização administrativa brasileira e im 03. Poderes administrativos: vinculado, discricionário, hierárquico, disciplinar e de polícia. Processo Administrativo e Processo Administrativo Disciplinar.

TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1

EJ483 Poder de polícia SUM Poder de polícia 112 112 Poder discricionário Processo administrativo

TRF-1

EJ494 Processo administrativo

TRF-1

114

Processo disciplinar

TRF-1 STJ STJ STJ

EJ431 Processo disciplinar 161 167 167 Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar

STJ

167

Processo disciplinar

STJ

187

Processo disciplinar

STJ STF STF STF STF STF STF

187 011 015 SUM SUM SUM SUM

Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar

STF

049

Processo disciplinar

STJ

200

Processo disciplinar

STJ

201

Processo disciplinar

STJ

203

Processo disciplinar

STF

397

Processo disciplinar

STJ

256

Poder de polícia

04. Atos administrativos: conceito, atributos, classificação, espécies, anulação e revogação.

TRF-1

105

Competência

STF

SUM

Anulação e revogação

05. Licitação e contratos.

TRF-1

101

Contratos

TRF-1 STJ

EJ433 Contratos 177 Contratos

STJ

JC

Contratos

TRF-1

112

Licitação

TRF-1 TRF-1 TRF-1

115

Licitação

EJ434 Licitação EJ434 Licitação

TRF-1

EJ471 Licitação

TRF-1

EJ488 Licitação

TRF-1

EJ490 Licitação

TRF-1 STJ

EJ496 Licitação 163 Licitação

STJ STJ

167 169

Licitação Licitação

STJ

187

Licitação

TRF-1

EJ502 Contratos

TRF-1

EJ504 Licitação

STJ

203

Licitação

STJ

255

Contratos

06. Serviços públicos: administração direta e administração indireta, serviços delegados, convênios e consórcios. Agências Reguladoras e Fiscalizadoras. TRF-1 TRF-1 TRF-1 103 104 107 Administração indireta Administração indireta Administração indireta

TRF-1

EJ440 Administração indireta

STF STF STF STF

054 SUM SUM SUM

Administração indireta Administração indireta Administração indireta Administração indireta

STF

022

Cartórios

TRF-1

106

Concessão de serviço público

TRF-1

106

Convênios

TRF-1

EJ534 Concessão de serviço público

07. Servidores públicos: regime jurídico, direitos, deveres e responsabilidades. TRF-1 TRF-1 EJ439 Cargos EJ442 Cargos

STJ STF

175 032

Cargos Cargos

STF

037

Cargos

STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1

049 052 SUM SUM SUM SUM SUM SUM 105 113

Cargos Cargos Cargos Cargos Cargos Cargos Direitos Direitos Exoneração Férias

EJ435 Férias 114 Frequência

TRF-1 TRF-1

117 101

Frequência Greve

TRF-1

103

Improbidade

TRF-1 TRF-2 TRF-2 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1

116 SUM SUM 111 115 116 116 117

Pensão Previdência Previdência Previdência Previdência Previdência Previdência Previdência

TRF-1 TRF-1 TRF-1

487

Previdência

EJ443 Previdência EJ443 Previdência

TRF-1

EJ501 Previdência

TRF-1

EJ504 Previdência

STJ STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1

186 SUM SUM 102 102 103

Previdência Previdência Previdência Provimento Provimento Provimento

STF

022

Provimento

STF STF TRF-2 TRF-1

045 SUM SUM 101

Provimento Provimento Provimento - Concurso Provimento - Concurso

TRF-1

103

Provimento - Concurso

TRF-1 TRF-1

106 109

Provimento - Concurso Provimento - Concurso

TRF-1 TRF-1

116

Provimento - Concurso

EJ435 Provimento - Concurso

TRF-1

EJ444 Provimento - Concurso

TRF-1 TRF-1

EJ471 Provimento - Concurso EJ471 Provimento - Concurso

Concurso .Concurso TRF-1 EJ482 Provimento .Concurso TRF-1 EJ501 Provimento .Concurso TRF-1 EJ481 Provimento .TRF-1 EJ474 Provimento .Concurso TRF-1 EJ482 Provimento .Concurso TRF-1 EJ474 Provimento .Concurso TRF-1 EJ504 Provimento .Concurso TRF-1 EJ490 Provimento .

Concurso STJ 192 Provimento .Concurso .Concurso STJ 201 Provimento .Concurso 170 Provimento .Concurso TRF-1 STJ EJ534 Provimento .Concurso STJ 200 Provimento .TRF-1 EJ506 Provimento .

Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso Remoção EJ433 Remoção TRF-1 EJ479 Remoção .STJ STJ STF JC SUM 028 Provimento .Concurso STF 044 Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso STF 047 Provimento .Concurso Provimento .Concurso STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 049 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 116 Provimento .

STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 191 107 108 115 116 Remoção Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração EJ433 Remuneração EJ433 Remuneração TRF-1 EJ435 Remuneração TRF-1 EJ445 Remuneração TRF-1 TRF-1 EJ471 Remuneração SUM Remuneração TJ-SC STJ SUM 200 Remuneração Remuneração STJ JC Remuneração STJ JC Remuneração .

STJ STF STF SUM SUM SUM Outros bens Terras Terras . espaço aéreo e tombamento. Domínio público: terras e águas públicas. jazidas. fauna. florestas.STF STF 029 029 Remuneração Remuneração STF STF STF 030 038 045 Remuneração Remuneração Remuneração STF STF 047 054 Remuneração Remuneração STF STF STF STF SUM SUM SUM SUM Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração JEF-TUN SUM Remuneração 08.

O Federalismo e o meio ambiente. ocupação temporária e limitação administrativa) e função social da propriedade. Proteção ambiental e seus fundamentos constitucionais. Intervenção na propriedade (desapropriação.TRF-1 EJ474 Tombamento 09. requisição. Gestão do patrimônio ambiental. TRF-1 TRF-1 109 109 Desapropriação Desapropriação TRF-1 EJ441 Desapropriação TRF-1 TRF-1 EJ441 Desapropriação EJ472 Desapropriação TRF-1 EJ474 Desapropriação TRF-1 EJ483 Desapropriação . Legislação ambiental. 10. O meio ambiente. servidão administrativa.

TRF-1 EJ496 Desapropriação TRF-1 STJ EJ506 Desapropriação 166 Desapropriação STJ 192 Desapropriação STJ STF STF 201 024 025 Desapropriação Desapropriação Desapropriação STF STF 028 030 Desapropriação Desapropriação STF 030 Desapropriação .

STF 036 Desapropriação STF STF 036 036 Desapropriação Desapropriação STF 037 Desapropriação STF 049 Desapropriação STF 053 Desapropriação STF 054 Desapropriação STF STF 055 SUM Desapropriação Desapropriação .

Juros e correção Desapropriação .Juros e correção STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ 195 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .STF SUM Desapropriação STF SUM Desapropriação TRF-1 TRF-1 EJ441 Desapropriação . Intervenção no domínio econômico: repressão ao abuso do poder econômico.Juros e correção Desapropriação . .Juros e correção Desapropriação .Juros e correção TRF-1 EJ476 Servidão administrativa TRF-1 EJ476 Servidão administrativa 11.Juros e correção Desapropriação .Juros e correção EJ472 Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .

Controle da Administração Pública: administrativo. Responsabilidade civil do Estado.TRF-1 110 Infração econômica TRF-1 EJ478 CADE 12. STF 286 Tribunal de Contas 13. A Administração em juízo. legislativo. controle externo a cargo do Tribunal de Contas. controle judiciário e meios. TRF-1 TRF-1 108 110 Irresponsabilidade Irresponsabilidade TRF-1 112 Irresponsabilidade TRF-1 EJ472 Irresponsabilidade TRF-1 EJ507 Irresponsabilidade .

Ensino (Sistema federal . .STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 048 101 103 106 111 111 Irresponsabilidade Teoria do Risco Administrativo Teoria do Risco Administrativo Teoria do Risco Administrativo Teoria do Risco Administrativo Teoria do Risco Administrativo EJ475 Teoria do Risco Administrativo EJ485 Teoria do Risco Administrativo TRF-1 EJ504 Teoria do Risco Administrativo STF TRF-1 049 Teoria do Risco Administrativo EJ444 Valor da indenização 14. Transferência entre instituições de ensino.Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional).

TRF-4 SUM Ensino Superior TRF-2 TRF-1 SUM 100 Ensino Superior Ensino Superior TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 112 112 113 114 Ensino Superior Ensino Superior Ensino Superior Ensino Superior TRF-1 486 Ensino Superior TRF-1 EJ474 Ensino Superior TRF-1 EJ474 Ensino Superior TRF-1 EJ485 Ensino Superior TRF-1 TRF-1 EJ499 Ensino Superior SUM Ensino Superior .

TRF-1 SUM Ensino Superior TRF-1 203 Ensino Superior STJ 195 Ensino Superior TRF-1 112 FIES TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 EJ484 FIES 104 112 112 Transferência Transferência Transferência TRF-1 113 Transferência TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 EJ431 Transferência EJ435 Transferência EJ483 Transferência SUM Transferência .

IJ STF .Súmulas . Outros TRF-1 SUM Juros e correção STF JR Registros públicos Controle JEF-TUN .Súmulas STF .JR (Julgamentos relevantes) STF .TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ SUM SUM 172 181 JC Transferência Transferência Transferência Transferência Transferência STJ JC Transferência 15.

Súmulas TRF-2 .Súmulas Criminais TJ-RS .Súmulas TJ-SC .Súmulas TRF-1 EJ (a partir de 2003) TRF-1 IJ (a partir de 2003) TRF-1 .STJ IJ (a partir de 2003) STJ JC STJ Súmulas TJ-MG .Súmulas TRF-4 .Súmulas TRF-3 .Súmulas .

quatro). não há prejuízo se ela tem mais membros (no caso. da CF/88. 147 da mesma lei). inciso XII.112/90 (art. uma vez que são institutos bem diferenciados e específicos com finalidades diversas. deve a decisão da autoridade competente ser devidamente fundamentada. permissão ou concessão. em estágio probatório. p. utura administrativa. ressalvadas as peculiaridades de cada um. assemelham-se às regras de cunho processual.. organização administrativa brasileira e improbidade administrativa. concorrer a remoção. hierárquico.. como ocorre. A legislação federal referente ao transporte rodoviário interestadual coletivo de passageiros. 176/177): ‗O parecer. nos casos em que a lei exige prévia audiência de um órgão consultivo. As portarias administrativas. pode ser de existência obrigatória no procedimento administrativo e dá ensejo à nulidade do ato final se não constar do processo respectivo. Na dicção de Hely Lopes Meirelles (Direito Administrativo. Limites do poder discricionário. seja a Constituição. embora seu conteúdo não seja vinculante para a Administração. por conseguinte. caso em que o parecer se torna impositivo para a Administração‘. uso e abuso do poder. A cassação do exercício profissional por parte de conselho de profissão (ex. descaracterizam o alegado cerceamento de defesa. Na hipótese de aplicação de penalidade diversa daquela sugerida pela Comissão Processante. não estando nenhum deles a salvo da necessidade de autorização. não havendo de se falar. devidamente comprovadas nos autos. SÚMULA 127: É ilegal condicionar a renovação da licença de veículo ao pagamento de multa. em violação ao Princípio da Legalidade. scricionário. microônibus. b. embora contenha um enunciado opinativo. 127 da Lei 8112/90) por outra de afastamento preliminar do servidor de suas funções (art. 5º. Descabe a substituição da pena de suspensão (art. decretos e regulamentos. art. Malheiros. ex. independentemente do momento em que ocorreu o ato impugnado. 149) dizer que a comissão processante deve ter três membros. serem aplicadas aos processos em curso. A Administração age nos limites de sua discricionariedade quando entende necessário o período de dois anos para o servidor. pois tal pena não se identifica com a de caráter perpétuo proibida pelo art. além de sujeitos aos princípios da legalidade e moralidade. princípios básicos da Administração. aplica-se indistintamente aos ônibus. da qual o infrator não foi notificado. Processo Administrativo e Processo Administrativo Disciplinar. fontes e interpretação. princípios informativos. a presença do parecer é necessária. aliena e). disciplinar e de polícia. Nesta hipótese. também devem atender a princípio de justiça. salvo se a lei exigir o pronunciamento favorável do órgão consultado para a legitimidade do ato final. sejam as leis.: CRM) não é inconstitucional. ou qualquer outro tipo de veículo. visto que o referido dispositivo constitucional aplica-se no âmbito do direito penal. e da fiscalização pela autoridade competente (CF. devendo. . poderes e deveres do administrador público.ceito. XLVII. 21ª ed. Os atos do poder público. no caso. A regular intimação dos patronos da parte para a sessão de julgamento de processo administrativo e a observância do quorum mínimo exigido em lei. ao regerem o procedimento administrativo. mormente quando esta deixou de ser produzida por inércia do interessado. Apesar da Lei 8. p. 21. antes da decisão terminativa da Administração.

foi instaurada tanto a sindicância na esfera administrativa. 154). baseada no mesmo processo em que se fundou a primeira. à falta de previsão legal no Estatuto da Magistratura (LOMAN). . art. porquanto o eventual abuso pelo execsso do prazo gera tão somente a responsabilidade da autoridade competente e não o direito à detração. Se determinado fato constitui simultaneamente infração penal e disciplinar. quanto à proporcionalidade da ação administrativa. PENA. COMISSÃO.112/90. tendo sido a primeira anulada. de regra. sendo defeso ao Judiciário adentrar no mérito administrativo. É lícito à autoridade administrativa competente divergir e aplicar penalidade mais grave que a sugerida no relatório da comissão disciplinar. SÚMULA 019: É inadmissível segunda punição de servidor público.No caso da pena de suspensão. artigos 143. SÚMULA 021: Funcionário em estágio probatório não pode ser exonerado nem demitido sem inquérito ou sem as formalidades legais de apuração de sua capacidade. 145. Desnecessidade da instauração da sindicância. é admissível a punição administrativa do servidor público. há controvérsias por equivocada invocação do art.112/90. se já está confirmada a ocorrência de irregularidade no serviço público e o seu autor. PRESCRIÇÃO.112/1990. PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. LEI N. SÚMULA 018: Pela falta residual. Sindicância e procedimento administrativo disciplinar: distinção. mas sim aos fatos. Além de que. sem esquecer que a mensuração da sanção administrativa é feita pelo juízo competente – o administrador público –. É possível a aplicação analógica da Lei n. embora tenha havido duas comissões de sindicância para averiguação dos fatos. não se aplica. MAGISTRADO ESTADUAL. acerca da prescrição administrativa da pena de censura. artigos 143 e 144). nem mesmo analogicamente. 59 do CP para avaliar falha na dosimetria da pena administrativa aplicada. 8. A autoridade não se vincula à capitulação legal proposta. a magistrado estadual. para as infrações disciplinares também consideradas como crime. ou seja. 142 da Lei n. certo que aquela é. com ampla defesa. para demissão de funcionário admitido por concurso. sua apuração e punição na instância administrativa não estão condicionadas à conclusão do processo criminal. como o processo criminal. Quando a questão envolver alteração ou majoração da pena administrativa imposta a servidor. Tratando-se de alegação irrelevante para a apuração de responsabilidades em procedimento administrativo disciplinar. 142. não caracteriza cerceamento do direito de defesa o indeferimento da prova que visava à sua demonstração. instaurado o processo administrativo sem ter havido a conclusão do processo disciplinar. Outrossim. 42 do CP). Trata-se de processo administrativo instaurado devido à prisão em flagrante dos policiais rodoviários demitidos por terem solicitado dinheiro a condutor para não aplicarem multa por infração de trânsito. SÚMULA 020: É necessário processo administrativo. RELATÓRIO. Outrossim. a sua aplicação é derivada do princípio da legalidade. APLICAÇÃO. 8. medida preparatória deste (Lei 8. No Judiciário. somente nas hipóteses de erro na capitulação legal ou de flagrante inadequação do dispositivo legal. Para apuração do fato. No caso. (Lei 8. Prescreve o § 3º do art. para fins de compensação do prazo em que o servidor esteve afastado do exercício do cargo. a fluência do prazo prescricional reinicia-se quando transcorridos 140 dias após a data da instauração da representação. não houve prescrição. a detração (art. aplica-se o prazo previsto na lei penal. deve o Judiciário levar em conta o princípio da legalidade.112/1990.112/1990 que a abertura da sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição. 8. DIVERGÊNCIA. não compreendida na absolvição pelo juízo criminal.

mesmo que cronologicamente distantes. por deixar de exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. Relator o Ministro SEPULVEDA PERTENCE. da Administração Pública Federal. 23. PENA DE ADVERTÊNCIA. 142. Trata-se de mandado de segurança.04. I e § 2º. por inobservar normas legais e regulamentares e por manter conduta incompatível com a moralidade administrativa. 2. A Turma. a título de exemplo.94]. classificação. 8.95]. PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Relator o Ministro CELSO DE MELLO. PENA DE SUSPENSÃO. 21. o que dificulta. EQUIPAMENTO ELETRÔNICO. cabendo. . § 2º. 3. 20.MS. caso de reincidência. O erro reside no ponto específico da contumácia. Não obstante o caráter contributivo de que se reveste o benefício previdenciário. DJ 12. descabe falar em nulidade de todo o processo ou do ato conclusivo. IMPOSSIBILIDADE.882. esta subsiste. Precedente [MS n. não afetando os demais elementos do processo e do ato administrativo. DILAÇÃO PROBATÓRIA. com pedido de liminar. como determina o art. da Lei n. TRÂNSITO. 280. Precedente [MS n. Permanecendo os requisitos que impõem a pena vinculada da advertência. APLICABILIDADE. em detrimento da dignidade da função. bastando a prova do aparelho eletrônico ou equipamento audiovisual (art. A Seção concedeu em parte a segurança.112/90].2002]. na hipótese. 4. a que se vincula o administrador. 8. sob o argumento de que as infrações cometidas implicam pena de advertência e que a reincidência que justifica a aplicação do art.09. CASSAÇÃO DE APOSENTADORIA. A reincidência não pode decorrer de fatos. reconhecer. mostra-se ilícita a pena de suspensão. o instituto estaria sendo reduzido se se permitir a reincidência por fato punido com advertência. do CTB). contados a partir da data em que o fato tornou-se conhecido [art. na espécie. decidiu que não é necessária a presença do agente para lavratura do auto de infração de trânsito no local e momento da ocorrência. O Presidente da República prescinde do assentimento do Tribunal de Contas da União para exercer sua competência disciplinar. 5. COMPETÊNCIA DISCIPLINAR.948. Tratando de fatos punidos. os. 142. I. Corrigindo-se o erro. INFRAÇÕES PRATICADAS DE FORMA CULPOSA. Em se tratando de pena de advertência. O autor pretende que a pena de suspensão seja anulada. PROCESSO ADMINISTRATIVO. por força de imposição legal. anulação e revogação.112/1990 não pode decorrer de fatos apurados dentro do mesmo processo administrativo. 1. O fato do servidor público ter atendido aos requisitos para a concessão de aposentadoria não impede a instauração de processo administrativo para apurar a existência de falta eventualmente praticada no exercício do cargo. Se a autoridade administrativa que decidiu pela demissão do servidor era incompetente para tanto. subsiste a pena. DJ 23. espécies. da Lei n. ainda mais.12. 130. estabelecendo-se o prazo prescricional de 180 dias da ação disciplinar. o Tribunal tem confirmado a aplicabilidade da pena de cassação de aposentadoria. embora menos grave. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão. As faltas têm natureza distinta. da Lei n. que visa alertar o servidor para que não cometa novas faltas. Dessa forma.299. INSTAURAÇÃO DE PROCESSO ADMINISTRATIVO APÓS A INATIVIDADE. impetrado contra ato do Ministro de Estado que aplicou pena de suspensão em Processo Administrativo Disciplinar – PAD. primeira parte. DJ 07. antes que essa fosse dada. Relator o Ministro NÉRI DA SILVEIRA. O direito. AUTO DE INFRAÇÃO. de punir seus servidores prescreve em cinco anos quanto às infrações passíveis de demissão. por maioria. No Direito Penal.112/1990. Precedente [MS n. subsistindo a pena de advertência. POSSIBILIDADE. reconhecendo o julgador inexistir a reincidência. a punição há de ser anterior. 8. para anular a contumácia (fundamento da suspensão). A alegação de que os atos administrativos teriam sido praticados de forma culposa reclama dilação probatória incompatível com o mandado de segurança. a pena de advertência. apurados no mesmo processo administrativo. a decisão é nula e outra deve ser proferida.

sem imposição de penalidade. portanto. II por inadimplemento do usuário. que a participação complementar dos serviços privados nas atividades de assistência à saúde ‗será formalizada mediante contrato ou convênio. A excessiva onerosidade superveniente à apresentação da proposta de preço. não objeto do pedido. apesar de se sujeitarem ao regime de direito privado. hipótese em que no máximo a pretensão poderia se voltar para o pagamento de atualização monetária do preço. apenas em seu benefício. mas não a alteração. tendo-o feito. não se cuidando. a respeito. submeter-se às normas genéricas próprias do procedimento licitatório das quais não podem se afastar. porque deles não se originam direitos. não podendo a licitação. desde que seja precedido por aviso. quando houver inadimplência. do edital a que se submeteram todos os participantes do certame.080/90. 24. § 3º. a apreciação judicial. no caso de terem sido todos os licitantes inabilitados ou todas as propostas desclassificadas. após o exaurimento do prazo. no art. de mero ato de gestão. a fim de proporcionar maior competitividade ao certame. por conta de inadimplência. vincula-se à legalidade de sua própria escolha. veiculadas no edital. uma vez que agem por delegação do Poder Público. II. respeitados os direitos adquiridos. ou revogá-los. descontinuidade na prestação do serviço (§ 3º . Não cabe à Administração buscar. nãio sendo possível. tem como conseqüência eximir o vencedor de assinar o contrato. se é que não houve. 37. A licitação pode ser revogada por motivo de conveniência ou oportunidade da Administração. Nada mais. quando: I . e. devendo. Embora a Administração não seja obrigada a conceder prazo para apresentação de novos documentos. sem que se manifeste sobre a documentação apresentada. da Lei 8.Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso. sob pena de ilegalidade. se alegada e comprovada antes da celebração do contrato administrativo. não se caracterizando. por conseguinte. quando eivados de vícios que os tornam ilegais. As normas do procedimento licitatório. compras e alienações no âmbito da Administração Pública serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes (art. portanto. É possível o corte no fornecimento dos serviços públicos essenciais. a devolução dos valores pagos por obras e serviços realizados.987/95. Não pode haver interrupção do fornecimento de energia elétrica. ser emendada para corrigir equívoco de vários licitantes na interpretação das normas editalícias. não podem ser igualadas às empresas privadas quando realizam licitação. fazem lei entre as partes. a órgão público prestador de serviço essencial à comunidade (polícia) Conquanto a paralisação da obra em decorrência de ordem judicial constitua-se fato imprevisível. em razão da nulidade do contrato. não acarretando tal procedimento ofensa ao Código de Defesa do Consumidor. parágrafo único. remunerados por tarifa. quando mais não se encontram comprovados as perdas e danos. a Administração acedeu e prorrogou o prazo contratual. e ressalvada. como previsto no art. anular a licitação. e dispondo a Lei 8. de sorte que não podem ensejar qualquer indenização. As sociedades de economia mista e as empresas públicas. não há dúvida de que é imprescindível a realização de licitação para a formalização de contratos dessa natureza.SÚMULA 473: A administração pode anular seus próprios atos. pois. Estabelecendo a Constituição Federal que as obras. considerando não apenas este como aqueles outros fatos. as normas de direito público‘.motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações. ainda que constatada a culpa da empresa. serviços. observadas. em todos os casos. . considerado o interesse da coletividade). XXI). por motivo de conveniência ou oportunidade. 6º.

como no caso. QUANTIDADE MÍNIMA. no mínimo. atendidas as peculiaridades regionais. 30. às leis que regem a atividade cooperativa. 58. para a ocupação de funções de formação superior. I. com o fito de implementar a inspeção regular da frota de veículos em uso no município. de profissional que já tenha atuado na fiscalização de. restrinjam ou frustrem o caráter competitivo do certame. é necessária a realização de licitação pela modalidade técnica e preço. Correto o edital. Não é cabível a utilização do pregão para a contratação de serviços de informática que demandem conhecimentos técnicos mais aprofundados ou. incluir ou tolerar no edital condições que comprometam.estipulação prévia do sistema de controle e atualização dos preços registrados. há que se desclassificar a proponente. a um primeiro exame. §1º. prevê a possibilidade de a Comissão de Licitação realizar diligências necessárias ao esclarecimento ou complementação das propostas. como previsto no §3º (§ 3° . aceitar a participação em licitação da empresa suspensa temporariamente por órgão fundacional estadual. não justifi ca.666/93. e nem a alteração do valor global da proposta de preços. e à própria Lei 8.O sistema de registro de preços será regulamentado por decreto.666/93. III . 15 da Lei 8666/93 pode sofrer limitações por regulamento estadual ou municipal. A Administração. estiverem assentadas em critérios razoáveis. sob pena de violação expressa ao texto legal. e 65) e 8. da Lei n. promoveu licitação. quanto mais se complexo o objeto a ser licitado. O § 3º do art. prever.validade do registro não superior a um ano). II . 43 da Lei 8. pois para contratações que exigem conhecimentos técnicos especializados. Fraude à legislação trabalhista. observadas as seguintes condições: I . pouco importanto de a quantia extrapolada foi ínfima. mediante a existência. visto que a melhor interpretação do art. vinculadas ao objeto do contrato. II.seleção feita mediante concorrência. Em licitação. Ajuste no cronograma de desembolso. XXII) e pelas Leis 8. 37.666/93 (arts. 1 milhão de veículos. órgão da Administração Pública. Licitação. em cujo edital se menciona a necessidade de comprovação de experiência anterior.987/95 se dá apenas em razão de mudança na situação de fato existente no momento da proposta ou da contratação. . I (parte final). A revisão destinada a manter o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos administrativos admitida pela Constituição (art. §§ 1º e 2º. compatível com a fase de apreciação de liminar. 8. § 1º. a participação de cooperativas no certame implicaria violação à legislação trabalhista. LICITAÇÃO. COMPROVAÇÃO. Embora seja auto-aplicável. se a proposta extrapolou o valor máximo fixado no edital.Administrativo. o art.666/1993 (Lei de Licitações) permite inserirem-se no decreto editalício exigências relativas a quantidades mínimas para fins de comprovação de experiência. que diz ser vedado aos agentes públicos admitir. pois o interesse da Administração é o melhor serviço pelo preço mais adequado. nos quadros das empresas proponentes. Não existindo autorização legal para que se prescinda da técnica. O ajuste no cronograma de desembolso de despesas que não implique alteração na ordem de classifi cação. isso quando. 57. EXPERIÊNCIA. é inviável a realização de licitação para contratação de serviços técnicos especializados pela modalidade pregão sob o argumento de que a contratação seria financeiramente mais vantajosa para a Administração Pública. Estando comprovado que a licitação visa à contratação de mão-de-obra para prestação de serviços não eventuais e em caráter de subordinação. Não há como o município. Licitação. Cooperativa. não bastando mero equívoco do proponente na avaliação das circunstâncias do negócio. a invalidação da proposta mais vantajosa para a Administração.

178 da Lei das Sociedades Anônimas e. 3. por força do disposto no art. ginásios. como estabelece o art. 6. pelo Presidente da República. PROCEDIMENTO LICITATÓRIO. Agências Reguladoras e Fiscalizadoras. desempenhando parcela do poder de polícia da União. oficiais de registro e notários são servidores públicos em sentido lato. DJ 25/02/2000. da CF. ENERGIA ELÉTRICA. que prevê a aposentadoria compulsória do servidor aos setenta anos de idade. sujeitando-se. STF. 40. MUNICÍPIO. O poder concedente pode autorizar a transferência do controle do capital de prestadora do serviço para empresa que se dispõe a promover os investimentos necessários à recuperação da atividade operacional da empresa. Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. a e administração indireta. exercendo atividade de fiscalização do exercício profissional. 39 da Constituição. de 1990. escolas e creches.) O Banco Central do Brasil é uma autarquia de direito público. (Cf. tais como hospitais. ao invés de decretar a caducidade da concessão.717 – MC/DF. sendo seus bens impenhoráveis. 18 do Decreto n. Porém hão que se resguardar as unidades públicas em que a paralisação é inadmissível. por isso. PATRIMÔNIO LÍQUIDO. do regime jurídico da Lei 8. supre a exigência do edital e se a empresa.708/1999. restando possível o corte em praças. O prazo de 90 dias para o apostador de loterias da Caixa retirar o prêmio é apenas para a cobrança administrativa. criados por lei.000. A questão se limita a saber se o balancete assinado por contador e acompanhado de "certidão simplificada" da junta comercial. Se o edital exigiu comprovante do patrimônio líquido. Os Correios (ECT) gozam dos mesmos privilégios da Fazenda Pública. Aplicação do CDC. possuem personalidade jurídica de direito público. mesmo que o consumidor seja pessoa jurídica de direito público.00 (quinhentos e cinqüenta mil reais). ao disposto no art. ao seu pessoal. com exclusividade (Constituição Federal). SÚMULA 008: Diretor de sociedade de economia mista pode ser destituído no curso do mandato. uma vez que. não mais se discute a natureza de autarquia dos Conselhos de fiscalização profissional.404/1976. podendo. II. deve-se aplicar a Lei das Sociedades Anônimas. A falta de pagamento da conta de energia elétrica possibilita o corte de seu fornecimento. com autonomia administrativa e financeira. após esse prazo. prontos-socorros. no setor financeiro.BALANCETE.112. Inexistindo norma específica sobre comprovação de patrimônio líquido de sociedade por cotas. convênios e consórcios. de ocupante de cargo dirigente de autarquia. centros de saúde. que é tipicamente pública. ser feita a cobrança judicial. não há como se desatrelar a exigência. Aplicabilidade. serviços delegados. . ADin 1. Min. cujo funcionamento não pode ser interrompido. repartições públicas e outros. quando tiver um resultado igual ou inferior aos índices de Liquidez Geral. Os Correios exercem atividade em regime de monopólio. SÚMULA 047: Reitor de universidade não é livremente demissível pelo Presidente da República durante o prazo de sua investidura. e esse é demonstrado nos termos dos arts. SÚMULA 025: A nomeação a termo não impede a livre demissão. conseqüentemente. estaria sujeita ao comando do art. dando conta do valor do patrimônio líquido. art. Sydney Sanches. O edital exige que a licitante comprove o patrimônio líquido não inferior a R$ 550. 178 e 182 da Lei n. que exerce serviço público. sendo sociedade por cota de responsabilidade limitada. Solvência Geral e Liquidez Corrente. Pleno. A despeito de exercerem suas atividades em caráter privado (CF. CORTE. no caso um município. 236). a fim de restabelecer a regularidade da prestação do serviço. ruas. se estaria habilitada ao procedimento licitatório.

a contagem do tempo de serviço regido pela CLT dos servidores que passaram a submeter-se ao Regime Jurídico Único. pois extrapola o art. SÚMULA 566: Enquanto pendente. SÚMULA 012: A vitaliciedade do professor catedrático não impede o desdobramento da cátedra. 37 da Constituição Federal. . SÚMULA 678: São inconstitucionais os incisos I e III do art. ficando o funcionário em disponibilidade. da CF/1988. XVI. Aplicação analógica da alínea a do inciso XVI do art. para efeito de anuênio e de licença-prêmio. mesmo em estágio probatório. SÚMULA 680: O direito ao auxílio-alimentação não se estende aos servidores inativos.” ). ainda que a nomeação para o terceiro cargo tenha sido por aprovação em concurso público antes da EC n. EXONERAÇÃO POR ATO DO SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO DO MUNICÍPIO. A irredutibilidade de salários e vencimentos não cabe ser invocada sob pretexto de assegurar a permanência em cargo comissionado ou mesmo para garantir a percepção dos vencimentos da comissão. para fins de gozo de férias no novo cargo. 7º da Lei 8. O processo de exoneração de servidor de cargo efetivo. a fim de selecionar empresa para explorar o mesmo bem. CARGO EM COMISSÃO.162/91. A CF não proíbe a acumulação remunerada de um cargo de professor com um emprego de professor. É ilegal a acumulação tríplice oriunda de dois cargos públicos com mais vencimentos relativos a um terceiro cargo público. após findo o contrato então em vigor. O gozo das férias é garantia constitucional devida a todos os trabalhadores. relativamente ao cargo pleiteado. inexiste norma jurídica que obrigue o órgão público concedente a proceder a especial comunicação ao concessionário de que será realizada nova licitação. que afastam. Inexiste direito adquirido ao exercício de cargo em comissão. prescindindo da edição de lei ordinária que as discipline. exonera servidor público concursado não citado para integrar a lide como litisconsorte passivo necessário. tendo sido os seus atos publicados nos órgãos da imprensa encarregados de dar publicidade ao procedimento. SERVIDOR EFETIVO.é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. SÚMULA 022: O estágio probatório não protege o funcionário contra a extinção do cargo. exceto quando houver compatibilidade de horários: a ) a de dois cargos de professor. ALEGADA CONTRARIEDADE AO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA IRREDUTIBILIDADE DE VENCIMENTOS. não interrompe o tempo de serviço prestado no cargo anterior. É ilegal o ato administrativo que. Entretanto o servidor tem direito de opção. Em se cuidando de concessão de uso de área pública. com todos os vencimentos. 37. revestida de legalidade. É possível a acumulação de um cargo de professor com um emprego (celetista) de professor. a título de cumprimento de decisão judicial. reitos. inadmitido o entendimento de que o afastamento do servidor. Os Procuradores Autárquicos não estão dispensados do controle eletrônico de frequência. A declaração de vacância prevista no art. no caso dos autos. A extinção do cargo e a declaração de sua desnecessidade decorrem de juízo de conveniência e oportunidade formulado pela Administração pública. SÚMULA 011: A vitaliciedade não impede a extinção do cargo.As ações que envolvam saúde estão excluídas da aplicação de sanção por descumprimento de regras para o repasse voluntário de recursos (convênio União-município).112/90. poderia impedir ou restringir o exercício de tal direito no período aquisitivo posterior. de livre nomeação e exoneração. 20/1998. 33 da Lei 8. deveres e responsabilidades. 37 da CF (“XVI . para tratamento de saúde. deve observar o devido processo legal e o princípio da ampla defesa. decorrente de posse do servidor em novo cargo público inacumulável. o pedido de readaptação fundado em desvio funcional não gera direitos para o servidor. Interpretação harmônica dos incisos XVI e XVII do art. Licitação realizada.

alínea b. Pensão por morte. Servidor público. nos termos do art. É defeso ao juiz. pagas aos servidores públicos. Contribuição previdenciária. SÚMULA 021: A DIÁRIA DE ASILADO CONCEDIDA AO MILITAR PODE SER SUBSTITUÍDA PELO AUXÍLIO-INVALIDEZ. Divisão da pensão vitalícia em partes iguais. o município pode instituir regime previdenciário próprio para os seus servidores efetivos. Havendo fundados indícios de responsabilidade. funcionário público federal. Lei 8. maior de 21 anos. 149. parágrafo único. não incorporáveis. de 11 de dezembro de 1990. Enquanto não editada lei complementar para regular a concessão de aposentadoria especial ao servidor público por tempo de serviço em atividades insalubres. inclusive previdenciários. Com o falecimento do alimentante. pois o vínculo trabalhista entre eles e a União já havia se exaurido quando da aprovação da referida Lei. da Lei 8. penosas ou perigosas. para ela. Encontrando-se o servidor ocupante de cargos efetivos vinculado a regime previdenciário próprio. Servidores regidos pela CLT que já se encontravam aposentados antes da Lei 8. de índole previdenciária. 16. com percepção de pensão alimentícia.112. A jurisprudência recente do STJ orientase no sentido de que não incide a contribuição previdenciária sobre as parcelas pagas aos servidores públicos cujos valores não se incorporam aos proventos de aposentadoria e às respectivas pensões. 217. nos termos do art. arts. Nos termos do art. nova relação jurídica. o respectivo valor será distribuído em partes iguais entre os beneficiários habilitados. inciso I. inciso I. I. Não há vedação para que o servidor se aposente quando ainda esteja em estágio probatório. 217. Viúva e ex-esposa.112/90 não tem direito à mudança para o regime estatutário. fica o mesmo desobrigado do recolhimento da contribuição destinada ao Instituto Nacional do Seguro Social. 16 da Lei 8. uma vez que a legislação nada dispõe a respeito. à disciplina das normas da legislação específica. divorciada. que previa que "a filha solteira. Não há como equiparar a menor sob guarda à condição de filha. por isso mesmo. A falta de edição de lei para regular a greve no serviço público não pode impedir o funcionário público de exercer tal direito A possibilidade de condenação à reparação do dano possibilita o decreto de indisponibilidade. 218 do citado diploma legal no sentido de que. a fim de que esta receba a pensão de funcionário público federal nos termos do art. A jurisprudência recente do STJ fixou-se no sentido de que não incide a contribuição previdenciária sobre as parcelas pagas pelo exercício de funções comissionadas ou gratificadas. faz jus a viúva a pensionamento no mesmo percentual a que tem direito a ex-esposa. em face da qualidade de dependente outorgada pelo art. a título de analogia. com percepção de pensão alimentícia. 5º da Lei 3373/58. cessou a relação jurídica de que decorria o direito da ex-esposa à percepção de pensão alimentícia e nasceu. da Constituição Federal. (Art. § 1º. A Lei 8069/90 dispõe que a guarda confere à criança ou adolescente a condição de dependente para todos os fins e efeitos de direito. 40. . e 218. SÚMULA 022: A DIÁRIA DE ASILADO CONCEDIDA AO MILITAR INATIVO É DEVIDA À ESPOSA E DEPENDENTES DO SERVIDOR FALECIDO. só perderá a pensão temporária quando ocupante de cargo público permanente". Expresso o § 1º do art. conceder benefício previdenciário não revisto no Estatuto dos Servidores Públicos.Não pode o direito ao horário especial de estudante ser restringido sob alegação de o servidor já possuir um curso superior. eis que os correspondentes valores não se incorporam aos proventos de aposentadorias e às respectivas pensões. de 11 de dezembro de 1990. Incidência indevida. a comissão representará ao Ministério Público ou à procuradoria do órgão para que requeira ao juízo competente a decretação do seqüestro dos bens do agente ou terceiro que tenha enriquecido ilicitamente ou causado dano ao patrimônio público). divorciada.429/92.112. da Constituição Federal. alíneas a e b. DESDE QUE NÃO RESULTE EM REDUÇÃO DO MONTANTE GLOBAL DE SEUS PROVENTOS. com o objetivo de garantir eventual e futura condenação. tal aposentadoria não pode ser concedida. Parcelas não incorporáveis aos proventos. ocorrendo habilitação de vários titulares à pensão vitalícia. sujeita.

em razão da idade. não tem direito. sendo. físico e psicológico. art. não podendo ser concedida a título de antecipação de tutela. cabendo. 37. uma vez que o critério de isonomia só pode basear-se na lei e não em razões de ordem discricionária. Todas as ascensões funcionais ocorridas após a vigência da atual Constituição não podem subsistir. com a estrita observância da ordem de classificação . 23. visando melhor atender o interesse público e que tal alteração seja publicada antes do início da primeira fase do concurso. requisito para a investidura no cargo. art. São lícitas alterações feitas no edital do concurso público pela Administração. a reserva de vaga. II. 37. disposições editalícias que confiram ao mesmo caráter sigiloso e irrecorrível. DESDE QUE PERMITA AOS CANDIDATOS O CONHECIMENTO DOS RESULTADOS PESSOAIS E A INTERPOSIÇÃO DE EVENTUAL RECURSO PREVISTO EM EDITAL. por violação aos princípios constitucionais da publicidade. A elaboração de listas de classificação de candidatos aprovados ‗regulares‘ e de candidatos aprovados sub judice. O Princípio da Continuidade do Serviço Público determina a peremptoriedade do prazo de até quinze dias para o servidor empossado entrar em exercício sob pena de ser exonerado. sendo nulas. viabiliza a investidura do agente estatal em cargo diverso daquele para o qual foi originariamente admitido. Inexiste ofensa ao princípio da igualdade quando a banca do concurso não arredonda a nota do candidato. ainda não transitada em julgado. . todavia. inclusive para aqueles situados na ambiência de outros Poderes do Estado. 8º. após a conclusão dele. importa em modalidade inconstitucional de provimento no serviço público. É constitucional a exigência de exame psicotécnico para o ingresso em cargos públicos (havendo previsão legal e no edital). viola o princípio constitucional da isonomia. É inconstitucional o provimento derivado de cargos públicos na forma da ascensão funcional.constitui forma de provimento derivado: derivação horizontal. A transferência de servidores públicos para outros cargos. IV. para preservar o eventual direito do candidato. entretanto.112/90. Não tem direito a tomar posse candidato que não apresenta os documentos exigidos no edital do certame para a investidura no cargo. SÚMULA 010: Tempo de serviço militar conta-se para efeito de disponibilidade e aposentadoria do servidor público estadual. que se fundamenta em critérios de conveniência e oportunidade. SÚMULA 017: A nomeação de funcionário sem concurso pode ser desfeita antes da posse. ainda que o tenha feito de outro. funções e empregos públicos. eis que todos foram igualmente aprovados nas mesmas provas de conhecimentos e nos exames médico. SÚMULA 036: Servidor vitalício está sujeito a aposentadoria compulsória. desde que não precedida de aprovação em concurso público de provas. O candidato que prosseguiu no certame sob o amparo de decisão judicial. até que transite em julgado a sentença que lhe assegurou prosseguir no certame. porque sem elevação funcional (Celso Antônio Bandeira de Mello). dada a impossibilidade de sua efetivação a título precário. SÚMULA 030: O EXAME PSICOTÉCNICO É CRITÉRIO SELETIVO LEGÍTIMO. do contraditório e da ampla defesa. é ela ofensiva à Constituição. I). art.Lei 8. Porque constitui forma de provimento de cargo público sem aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. §§ 1º e 2º -.Os valores relativos ao cargo comissionado percebidos pelo servidor público não integram a base de cálculo das contribuições previdenciárias. consoante jurisprudência predominante neste Tribunal. A posse e conseqüente exercício de cargo público dependem do trânsito em julgado da decisão judicial de mérito que a determinou. pois. A exigência de idade mínima para ingresso no serviço público encontra amparo na Constituição Federal (art. em última análise. contudo. Princípio da publicidade dos atos administrativos. Só pode ser exigido do candidato aquilo que estiver expresso no edital do concurso. com a nomeação daqueles em detrimento destes. à imediata nomeação. desde que esta as faça em respeito aos princípios básicos administrativos. ou de provas e títulos. sendo imprescindível o certame público para a investidura em cargos. A transferência -.

Instituição de ensino superior. observado. todavia. evidenciada pela contratação de professor substituto para a mesma área em que aprovado o impetrante. que obrigam tanto a Administração. a conveniência do provimento desses cargos. Comprovada. está afirmando a necessidade e. devem ser corrigidas as provas dos candidatos que alcançaram tal classificação. também. Prática forense. abrangendo não só as atividades privativas dos bacharéis em direito. . Precedente do STF. se comprovado nos autos que. a necessidade do serviço. Interpretação de forma ampla. A aprovação em concurso público gera simples expectativa de direito à nomeação. Quando a Administração divulga edital de abertura de inscrições a concurso público. informando as vagas existentes em cada categoria funcional e nas diversas localidades. Concurso público. o número total de vagas disponibilizadas. se ocorre posterior aumento do número destas. também. por via de conseqüência. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça fi rmou-se no sentido de que o conceito de prática forense deve ser interpretado de forma ampla. Concurso público. Embora certo que a aprovação em concurso público não gera direito à nomeação. II. deve ser assegurada a convocação para o seu preenchimento. Nulidade da questão que se reconhece para assegurar ao candidato a atribuição do ponto que não lhe foi conferido. mas expectativa de direito. agora. foi contratada a título precário para desempenhar as funções inerentes ao cargo para o qual fora habilitada em concurso público.Em sede de concurso público vigoram o princípio da publicidade e o da vinculação ao edital. como. contudo. surge o seu direito líquido e certo à nomeação. porém. não possui direito à correção de sua prova. I. ainda se o cálculo do percentual legalmente previsto resultar em número fracionado. posteriormente. o curso de formação. que a discricionariedade conferida ao administrador não pode ser transformada em arbítrio. ficando ao critério discricionário da Administração aferir a oportunidade e conveniência do provimento do cargo. simplesmente alegar falta de conveniência para deixar de nomear os candidatos aprovados e classificados dentro das vagas oferecidas. A prova de concurso do tipo objetiva não pode conter questões que envolvam interpretação controvertida. de modo a dar ensanchas à duplicidade de respostas. quanto os candidatos. Candidata aprovada em 1º lugar. Procurador da Fazenda Nacional. resultando. Ao candidato aprovado e classificado em concurso público para vaga destinada aos portadores de deficiência. na sua aprovação no concurso público. A comprovação do requisito. à estrita observância das normas previstas no edital. não podendo. Professor. Possui direito líquido e certo à nomeação candidata aprovada em primeiro lugar no concurso público para professor assistente de universidade. além de tudo. hipótese em que deverá ser arredondado para cima. O candidato que não foi aprovado dentre o número igual a três vezes a quantidade de vagas. Administrativo. Possibilidade de exigência à época da posse. só deve ser feita por ocasião da posse (Súmula 266 do STJ). no prazo do certame. tendo em vista que ele concluiu. atividades que comprovem experiência jurídica do candidato. Vaga preenchida por contratação temporária. com êxito. certo. em face das circunstâncias da causa. pode ser feita até a ocasião exigência. como no caso. em observância do princípio da isonomia.

deixou de fazê-la com relação ao diploma de mestrado. O recorrido. na concepção tradicional. Propriedade do mandado de segurança. NOMEAÇÃO. há contratação de pessoal de forma precária para o preenchimento de vagas existentes. a Turma deu provimento ao recurso. ou mediante contrato coletivo de trabalho – as alternativas b e d são corretas ou se a alternativa b. contratada temporariamente para ministrar aulas dessa disciplina. o ato administrativo (a aprovação ou reprovação de candidato em concurso público subsume-se no conceito de ato administrativo) é visto sob dois aspectos – o mérito e a legalidade – para efeito de só permitir o controle judicial sobre a legalidade. COMPROVAÇÃO. e à litisconsorte. lhe seja assegurado escolher outra localidade para o exercício do cargo. senão de plano. . mas sim. portanto. deve o juiz optar pela sua confi rmação. ultrapassado o racionalismo. matéria que. entendendo que a mera expectativa de direito à nomeação do aprovado se convola em direito líquido e certo quando. mediante acordo escrito entre empregador e empregado. insiste na alegação de não existência de vagas para o cargo. tornou-se típico das instituições jurídicas. em número não excedente a 2 (duas). tem a mesma natureza daquela segundo a qual o juiz não pode ingressar no campo próprio da discricionariedade do administrador. A argumentação de que ao Poder Judiciário não é permitido avaliar o conteúdo de questões de concurso público. convocada para prova de título. visto que não se criou vaga. sob pena de ferir a regra de independência dos poderes do Estado. mesmo diante da convocação em caráter precário. participou do curso de formação e obteve nota máxima. para esse fi m. à mingua de previsão legal. Prosseguindo o julgamento. no prazo de validade do certame. Agora se insurgiu contra o fato de ter sido nomeada a candidata em posição inferior. como é de seu dever. mas. A Seção. por encontrar-se ainda em situação sub judice. Apesar de aprovada em certame público para o cargo de professora de história. O juiz não irá avaliar se o administrador. No caso sob julgamento. não evita uma zona de penumbra. fora dos quais considera-se erro e. entendeu que o período de exercício do cargo de técnico judiciário no TRE-MG deve ser considerado como de prática forense. V. pela valoração que envolve. 59 da CLT – A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares. Matéria jurídica aferível independentemente da produção de provas. Na dúvida sobre se um ato comporta-se ou não dentro de fronteiras razoáveis. porém. em comento. Candidata inscrita e classificada em primeiro lugar no concurso público para provimento de cargo de Fiscal Federal Agropecuário em Goiânia (uma vaga). mas cabe-lhe ponderar se o ato conteve-se dentro de padrões médios. NOMEAÇÃO SUB JUDICE. Controle judicial. PRÁTICA FORENSE. substituindo a respectiva comissão. Impossibilidade. fenômeno que.Concurso público. II. exclui a alternativa d. Pretensão de anular questão. Alegação de que existe mais de uma alternativa correta. determinou que seja nomeada e empossada na vaga de Goiânia a impetrante vencedora. em relação ao objeto (conteúdo) do ato. CONCURSO PÚBLICO. a matéria é simples: trata-se apenas de saber se diante do disposto no art. Possibilidade. de limites aceitáveis. Diante disso. quando não houver identificação civil ou nas hipóteses previstas em lei. especialmente quando é ferido o princípio da igualdade entre os candidatos. VI. reconheceu-se a já existente. A solução pode ser encontrada. em razão da greve na universidade. Prova objetiva. I. A exigência de identificação datiloscópica de todos os candidatos que se submetem a qualquer espécie de processo seletivo. Mas mesmo na teoria tradicional é aceito o controle da existência e adequação dos motivos. CONCURSO PÚBLICO. embora já tenha apresentado o diploma de mestrado. De fato. sob o critério de razoabilidade. como tal. que somente permite a identificação. O conceito de razoabilidade. com base em precedente e considerando que a litisconsorte já se encontra no exercício desde abril/2002. sim. CARÁTER PRECÁRIO. sujeito a controle judicial. Propriedade. Anotou-se que não se está a violar o princípio da separação dos Poderes da União. por maioria. Identificação datiloscópica. mediante exame das razões que a seu tempo serão apresentadas pela autoridade nas informações. exigida para provimento do cargo de Procurador do Estado de Minas Gerais. afronta o art. sujeito a anulação. Concurso público. é transportada para o campo da legalidade. O mérito do ato administrativo está. sim. CONCURSO PÚBLICO. da ação de mandado de segurança. Não é possível a alteração das regras editalícias no decorrer do concurso público. III. 5º. IV. a recorrente não foi nomeada. LVIII. Por força de liminar em mandado de segurança. da Constituição Federal. a Turma. por ser a única completa. fez o melhor uso da competência administrativa.

O princípio da razoabilidade é conducente a presumir-se. 7º. conforme exigido pelo edital. sendo vedada a progressão funcional para professor titular. em cargo que não integra a carreira na qual anteriormente investido. Tendo a servidora. julgando recurso extraordinário. não havendo se falar em direito líquido e certo. Com fundamento no art. idade. constituindo-se na mais rúptil das garantias" (Celso Antonio Bandeira de Mello. Considerou-se que o mencionado requisito deveria ser aferido na data marcada para a posse. SÚMULA 684: É inconstitucional o veto não motivado à participação de candidato a concurso público. deferiu segurança impetrada por candidata que. da Constituição.NOMEAÇÃO. quando o cargo for preenchido sem observância da classificação. indeferimento da prorrogação do prazo do concurso sem justificativa socialmente aceitável e publicação de novo edital com idêntica finalidade. SÚMULA 685: É inconstitucional toda modalidade de provimento que propicie ao servidor investir-se. 37. página 56). "Regime Constitucional dos Servidores da Administração Direta e Indireta". SÚMULA 014: Não é admissível. A remoção de servidor público sujeita-se ao juízo de conveniência e oportunidade da Administração Pública. Exsurge configurador de desvio de poder. SÚMULA 686: Só por lei se pode sujeitar a exame psicotécnico a habilitação de candidato a cargo público. como objeto do concurso. os candidatos aprovados tem direito de ser nomeados no prazo de validade do concurso. XXX. SÚMULA 266: O diploma ou habilitação legal para o exercício do cargo deve ser exigido na posse e não na inscrição para o concurso público. assegurado por lei. apesar de aprovada em concurso público para o cargo de cirurgião-dentista. diferença de salários. a lei. a mãe em estado grave. ainda que não viva à suas expensas. . Não tendo sido preenchidas todas as vagas previstas no edital. independentemente do interesse da Administração. 5º da Portaria 76/96. SÚMULA 683: O limite de idade para a inscrição em concurso público só se legitima em face do art. "Como o inciso IV (do artigo 37 da Constituição Federal) tem o objetivo manifesto de resguardar precedências na seqüência dos concursos. SÚMULA 016: Funcionário nomeado por concurso tem direito a posse. SÚMULA 015: Dentro do prazo de validade do concurso. deixar escoar deliberadamente o período de validade de concurso anterior para nomear os aprovados em certames subseqüentes. em razão da idade.‖). a participação em concurso de remoção. restringir. necessitando de cuidados especiais para realizar suas atividades básica. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. inscrição em concurso para cargo público. conforme determina o art. sem prévia aprovação em concurso público destinado ao seu provimento. quando a impetrante já o preenchia. o candidato aprovado tem o direito a nomeação. 36 da Lei 8.É exigível concurso público de provas e títulos para o provimento dos cargos iniciais e finais da carreira do magistério público superior. filha única. fora excluída pelo fato de não possuir habilitação profissional no momento da inscrição.112/90. Concurso Público: Habilitação Profissional. sem burlar o dispositivo e sem incorrer em desvio de poder. Fora isto possível e o inciso IV tornar-se-ia letra morta. a Turma. que adote esse critério para restringir o universo de concorrentes será inconstitucional. do Ministério da Fazenda. CONCURSO PÚBLICO . como requisito para participar de concurso de remoção. tem direito à remoção. uma vez que é direito do servidor. ato da Administração Pública que implique nomeação parcial de candidatos. o preenchimento das vagas existentes. Afigura-se incabível a exigência do interstício de dois anos da nomeação.VAGAS . por ato administrativo. ou o edital. da CF (―os cargos. quando possa ser justificado pela natureza das atribuições do cargo a ser preenchido. segue-se que a Administração não poderá. cor ou estado civil‖ (aplicável aos servidores Na falta de justificação razoável. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. mesmo que preenchidos pelos candidatos os requisitos legais. II. contida no art.

sob pena de locupletamento da Administração. etc). SERVIDOR PÚBLICO.A PRESCRIÇÃO DECORRENTE DA RELAÇÃO DE EMPREGO DE NATUREZA ESTATUTÁRIA ABRANGE APENAS AS PRESTAÇÕES ANTERIORES NÃO COMPREENDIDAS NO QÜINQÜÊNIO PREVISTO NA LEI. sempre na mesma data e sem distinção de índices (destaquei) é programática. 65 da Lei Complementar 35/79. quando a posse neste novo cargo se deu antes da EC 20/1998. NEGADO. FUNCIONÁRIO PÚBLICO. É possível a acumulação de proventos de aposentadoria com vencimentos do cargo público. REMOÇÃO EX OFFICIO. com opção pela remuneração respectiva. recebendo de boa-fé remuneração por enquadramento indevido. O auxílio-alimentação é devido.) SÚMULA 031: A Gratificação Adicional por Tempo de Serviço incide. O ato de remoção ex officio do servidor público deve ser motivado. não tem direito à ajuda de custo. conforme o art. segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal. licenças.A. 102 da Lei 8. assegurados os vencimentos do cargo efetivo. 53 da Lei 8112/90. pela prestação prévia do serviço O funcionário público federal. (§ 2o A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição. 86. uma vez que. A remuneração dos magistrados é rígida nos exatos termos e limites do art. . aos servidores públicos. devendo a Administração demonstrar objetivamente o seu interesse.: o referido artigo considera como tempo de efetivo desempenho do cargo as férias. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. vedados quaisquer outros adicionais.112/90 (N. Pelo desempenho de função diversa do cargo. DESVIO DE FUNÇÃO. A garantia constitucional da irredutibilidade de vencimentos não significa direito adquirido ao regime jurídico que disciplina as relações do servidor com a Administração. da Lei 8. tal ajuda somente é devida quando a remoção ocorrer por iniciativa da Administração. tem direito de afastar-se do exercício do cargo. em homenagem ao princípio da isonomia. 006 . ANTES DAQUELE PRAZO. não está obrigado a devolver a contraprestação recebida. art. PELA ADMINISTRAÇÃO. sendo devida exclusivamente ao servidor que se encontrar no exercício de suas funções. Não cabe ao Judiciário invadir a seara do Poder Executivo para reajustar salários de servidores deste. constante do § 2º. por erro exclusivo da Administração. tão-somente. para participar de curso de formação profissional para provimento de cargo da Administração estadual. por dia trabalhado no efetivo desempenho do cargo. embora sem direito ao enquadramento. HlPÓTESE EM QUE A PRESCRIÇÃO ATINGE O PRÓPRIO DIREITO POSTULADO. não fazendo qualquer exclusão em relação ao período de férias ou de licença.‘ (MS 2245-1/DF. o servidor fará jus à licença. consoante precedentes do STJ. O DIREITO QUE SE INSERE NA RELAÇÃO JURÍDICA. para atender o interesse do serviço. nos termos do art. tampouco à forma de cálculo de sua remuneração. ainda que em estágio probatório.112/90. somente pelo período de três meses. observada a iniciativa privativa em cada caso. A norma contida no inciso X do art. 37 da Constituição Federal ‗a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4º do art. o servidor. sobre o valor do vencimento-base.PORTARIA. é o do deferimento do pedido. e não "ex officio". SALVO SE. O auxílio-alimentação não pode ser incorporado à remuneração nem aos proventos de aposentadoria. relator Ministro Maurício Corrêa) (N. porque se trata de verba de natureza transitória e indenizatória destinada a cobrir os custos de refeição. assegurada revisão geral anual. são devidas as diferenças remuneratórias pelo período em que foi exercida.A.: ver decisão mais recente do STF em contrário) O momento considerado como registro da candidatura. e não o momento em que o registro é requerido. O servidor que é removido a pedido.

Aplcação da Súmula 339 do STF (“Não cabe ao Poder Judiciário. as. da CF . XXIII) não é auto-aplicável. em relação aos possuidores. dependendo de regulamentação no âmbito de cada uma dessas esferas de governo. A coisa julgada não impede a aplicação imediata de lei que modifique a forma de cálculo da remuneração de servidor público.86%. O princípio da irredutibilidade de vencimentos (CF. por isso mesmo. 42. XV) impede a diminuição do quantum percebido pelo servidor. autorizam. insuscetíveis de expropriação e. Ao dispor que “o militar em atividade que aceitar cargo público civil permanente será transferido para a reserva. sob fundamento de isonomia. o art. 38. SÚMULA 103: Incluem-se entre os imóveis funcionais que podem ser vendidos os administrados pelas Forças Armadas e ocupados pelos servidores civis.. aumentar vencimentos de servidores públicos. e até o advento da Lei nº 9. A pretendida acumulação não se enquadra nas ressalvas previstas no art. feitas pelos estados. 37. 37. II. XVI. SÚMULA 478: As margens dos rios navegáveis são domínio público. Não ofende o art. para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. da CF. apenas. da CF (“é vedada a vinculação ou equiparação de vencimentos.527. contudo. equipara a remuneração de membros de carreira do Executivo (auditores do Estado) à dos membros de carreira do Legislativo (auditores de Tribunal de Contas). in fine. florestas. Acumulação de Cargos. da CF.não impede que o Estado-membro o faça. art. estende-se aos servidores civis do Poder Executivo. ao vice-prefeito a opção prevista no art.que dispõe sobre a situação de servidor público em exercício de mandato eletivo . Estados e Municípios ―adicional de remuneração para as atividades penosas. de 11/10/1996. § 2º) . permanecendo o domínio com a união.” ) O fato de a CF não atribuir expressamente aos servidores públicos militares garantia de remuneração não inferior ao salário mínimo . 38. XIII. o uso. 37.ao contrário do que ocorre em relação aos civis (CF. observadas as eventuais compensações decorrentes dos reajustes diferenciados concedidos pelos mesmos diplomas legais. e 7º. concedido aos servidores militares pelas Leis 8.” . fauna. ainda que se mantenha inerte ou tolerante. SÚMULA 477: As concessões de terras devolutas situadas na faixa de fronteira. jazidas.decisão que nega a vice-prefeito empregado de empresa pública a acumulação da remuneração proveniente desse emprego com a verba de representação referente ao mandato eletivo. de 10/12/1997. quando iguais ou inferiores a trinta dias. 023 . 39 da CF. SÚMULA 672: O reajuste de 28. 39. § 2º. art. ressalvado o disposto no inciso anterior e no art. SÚMULA 681: É inconstitucional a vinculação do reajuste de vencimentos de servidores estaduais ou municipais a índices federais de correção monetária. . § 3º. 39. SÚMULA 679: A fixação de vencimentos dos servidores públicos não pode ser objeto de convenção coletiva. todavia. não geram direito à remuneração correspondente ao cargo ou função substituída.522. para afastar a incidência recíproca de adicionais por tempo de serviço.Ofende o art. insalubres ou perigosas. a pretexto de suprir suposta omissão do legislador em regulamentar o disposto no referido § 1º do art. espaço aéreo e tombamento.” ) acórdão que. ‖ (CF arts. SÚMULA 682: Não ofende a Constituição a correção monetária no pagamento com atraso dos vencimentos de servidores públicos. que não tem função legislativa. A regra que assegura aos servidores públicos civis da União. 39. Regime Jurídico e Coisa Julgada. § 1º.627/93. não. nos termos da lei.662/93 e 8. excluídas de indenização.As substituições de cargos ou funções de direção ou chefia ou de cargo de natureza especial ocorridas a partir da vigência da Medida Provisória nº 1. assegurando-se. da CF não assegura a passagem do militar para a reserva remunerada . a redução de percentual de gratificação incidente sobre o vencimento base.

A cobertura florística economicamente explorável deve ser indenizada. salvo quanto à expressão ‗não podendo os honorários ultrapassar R$ 151. si et in quantum. 27 do DecretoLei 3. fundamento não infirmado pelos recorrentes. as providências tendentes à efetivação do tombamento. Se a pretensa cadeia dominial apresentada pela parte. negando a titularidade do direito de propriedade. Gestão do patrimônio ambiental. ‗serão fixados entre meio e cinco por cento do valor da diferença‘ entre o valor ofertado pelo expropriante e o da indenização. não havendo se falar em indenização em separado da cobertura fl orística.00‘. a fim de sustentá-la. 3º) se a impugnação for oferecida dentro do prazo assinado. O preço de mercado do bem desapropriado deve ser estimado em sua integralidade. não tem aptidão para originar o domínio. embora não tenha observado todas as formalidades contidas no art. . em virtude de ter sido suspensa sua eficácia pelo colendo Supremo Tribunal Federal. por seu órgão competente. Moreira Alves – DJU 13/09/2001. ao órgão de que houver emanado a iniciativa do tombamento. Levantamento do valor das acessões com base na posse. por ocasião do julgamento da ADIn 2332-2 (Rel. em consonância com o princípio constitucional que assegura o pagamento de justo preço em razão de ato expropriatório do Poder Público. fez chegar ao conhecimento dos proprietários do imóvel a ser tombado. Supressão de instância. para justificar pedido de indenização por desapropriação indireta. baseada em tal premissa. Em seguida. oferecer dentro do mesmo prazo as razões de sua impugnação. que proferirá decisão a respeito. dentro de outros quinze dias fatais. que é fatal. merece confirmação. ocupação temporária e limitação administrativa) e função social da propriedade. far-se-á vista da mesma. Os honorários advocatícios.000. O INCRA não tem direito à imissão na posse de imóvel rural enquanto ainda é discutido judicialmente se o imóvel é produtivo ou não. independentemente da certificação da existência (ou não). a contar do seu recebimento. apreciar à luz de fundamento não analisado pela instância de origem: de que os recorrentes a elas têm direito como possuidores do imóvel. É inconstitucional a desapropriação de imóvel rural produtivo para fins de reforma agrária. Estando o imóvel desapropriado em nome de outrem. de posse imemorial de populações indígenas.Não é nulo o processo de tombamento que. que. ou seja. será o processo remetido ao Conselho Consultivo do Serviço do Patrimônio Histórico Nacional.365/41. Min. a contar do recebimento da notificação. não podendo essa indenização alcançar valor superior àquele que o imóvel com essa acessão possui no mercado imobiliário. correta se revela a sentença que. como negócio jurídico meramente obrigacional. 1). sob pena de supressão de instância. tem origem na aquisição de meros títulos de posse de terras públicas. Dessa decisão não caberá recurso. notificará o proprietário para anuir ao tombamento. dentro do prazo de quinze dias. rejeita o pedido. nega pedido de levantamento do valor das acessões. servidão administrativa. nas áreas dadas como ocupadas indevidamente pelo poder público. Registro do imóvel em nome de outrem. que modificou o art. devem obedecer aos critérios definidos pela Medida Provisória 1577/97. na espécie. dentro do prazo de sessenta dias. requisição. o diretor do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional mandará por simples despacho que proceda à inscrição da coisa no competente Livro do Tombo. (Artigo 9º O tombamento compulsório se fará de acordo com o seguinte processo: 1º) O Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O Federalismo e o meio ambiente.) . a decisão que. 2º) no caso de não haver impugnação dentro do prazo assinado. independentemente de custas. p. iação. se o quiser impugnar. pedido que ao tribunal não é dado. 9º do Decreto-Lei 25/37. Proteção ambiental e seus fundamentos constitucionais. de forma inequívoca. ou para.

Desde que seu proprietário não possua outra. 184 da CF. Merece confirmação a sentença que. jamais com o pagamento de preço injusto. Subsiste. exigência que.B do Decreto-Lei 3.365/1941. mediante laudo elaborado por perito judicial do juízo. devendo a União Federal resgatá-los por seu valor nominal. Valor da terra. XXIV). art.183.183. se constatada sua necessidade. tudo se resolve com a cobrança de contribuição de melhoria. não autoriza a desapropriação-sanção prevista no art.art. Reforma agrária. quando a matéria não lhes parecer suficientemente esclarecida (art. fixa o valor da indenização em harmonia com laudo (administrativo) que. a imissão provisória na posse ao depósito integral do valor que deveria ter sido apurado em avaliação judicial prévia.) Desapropriação. Tendo a sentença fixado o valor da indenização em sintonia com o valor da oferta. revelase tradutor do preço de mercado do imóvel. estudo prévio de impacto ambiental. já consumada. salvo se a autorização de lavra já houver sido concedida. 5º. de 24/08/01).365/41. na forma da lei. caput e § 1º. corrigido monetariamente. na mesma região. com a redação que lhe deu a MP 2. Nesse caso. exceto em situações excepcionais. da data da perícia. II. III. Podem eles. POSSE. o fato de haver deixado de sê-lo após a referida invasão. ao dizer que decorrido o prazo superior a um ano. envolvendo terra nua e acessões. elaborado pelo método comparativo.Desapropriação. de 24/08/01. devem ser contados na forma prevista no art. 185. A indenização só é justa se for suficiente para que o expropriado adquira bem da vida correspondente àquele que lhe foi subtraído. 15 . corrige-se a falha. I. O dono de bem desapropriado por interesse social para fins de reforma agrária não tem direito à compensação por eventual deságio ocorrido no resgate antecipado de Títulos da Dívida Agrária. No caso de desapropriação de um lote de terreno. Se a valorização resultou de benefícios operados pelo expropriante. IMÓVEL URBANO. a que se dará publicidade (art. de ofício ou a requerimento da parte. a média propriedade rural é insuscetível de desapropriação para fins de reforma agrária (CF. Sendo o imóvel produtivo enquanto explorado por seus proprietários. não são devidos honorários advocatícios ao expropriado (Cf. em nenhuma hipótese. a jurisprudência firmada pelo Supremo Tribunal sob a égide das Cartas anteriores. a indenização será justa na medida em que o expropriado possa adquirir. 26. o preço de mercado do imóvel (Lei 8. a indenização separada de cobertura vegetal. É de natureza real a ação de perdas e danos ajuizada pelo expropriado contra o expropriante. de 24/08/01). Honorários advocatícios. REALIZAÇÃO. a partir da avaliação. Tratando-se de desapropriação por utilidade pública. NOVA PERÍCIA. O art.629/93 . ao assentar que só a perda da propriedade. não se aplica à desapropriação. por falta de amparo constitucional e legal. 437 do CPC). IMISSÃO. devidos em razão do atraso no pagamento da indenização. O preceito constitucional é claro e imperativo nesse sentido. com a redação da MP 2. julgando ação de desapropriação. Não é correta a decisão que não condicionou. Estudo de Impacto Ambiental – EIA e Relatório de Impacto Ambiental – Rima. o juiz ou o Tribunal determinará a correção monetária. não impede a realização de nova perícia. I. lote em situação igual àquela do terreno perdido. IV. em nome do princípio constitucional da justa indenização. 3. . 27 do Decreto-Lei 3. Imóvel rural. Os juros de mora. não cabe indenização por jazidas de minério existentes no subsolo do imóvel. § 2º. um dos itens componentes do justo preço. Integram o preço da terra as florestas naturais.183-56. DESAPROPRIAÇÃO. determinar sua realização. nos autos de desapropriação de imóvel urbano. para instalação de obra ou atividade causadora de signifi cativa degradação ao meio ambiente. do DL n. Incumbe ao poder público exigir. tendo-se consumada a imissão provisória na posse sem o cumprimento do pressuposto da avaliação judicial prévia. matas nativas e qualquer outro tipo de vegetação natural. não cabendo. na desapropriação. não importando que se realize em época posterior à imissão na posse. 225. I). não podendo o preço apurado superar.365/41 (MP 2. por desvio de finalidade na utilização do imóvel objeto de desapropriação. no final da ação de desapropriação . no regime da Constituição Federal de 1988 (art. inciso IV – CF). 12. Juros moratórios.e não a imissão provisória na posse do imóvel está compreendida na garantia da justa e prévia indenização. DESAPROPRIAÇÃO. § 1º do art.

/88. . art. e não o é com a CF/88 (art. art. Imissão Provisória e Desapropriação. da CF (―aos litigantes. art. regularmente registrada no registro de imóveis da Comarca. REFORMA AGRÁRIA. porém objeto de escritura amigável de divisão. mas o valor da obra não se incluirá na indenização. pedras e cascalho: não são indenizáveis.. 185. (C. 2º da Lei 8629/93 (―Para fins deste artigo. portanto. entendeu que a referida notificação tem de ser feita prévia e pessoalmente ao proprietário ou proprietários do imóvel. "pro soluto". 184. previamente. C.Indenização em títulos da dívida pública. por terceiro sem poderes de representação (porteiro de edifício). mediante prévia e justa indenização em dinheiro. ou não. em princípio. ou por interesse social. C. 3º do DL 1075/70 . quando a desapropriação for efetivada. sob pena de violação ao art. art. mas diferido no tempo. pelo que se atende à exigência da indenização prévia. em processo judicial ou administrativo.F.F. É insusceptível de desapropriação. de obrigar-se o poder público a garantir compensação pelo deságio. não o impede a declaração de utilidade pública para desapropriação do imóvel. art. art. 184: os títulos são entregues ao credor. com prévia notificação. 2º.. § 22: ―É assegurado o direito de propriedade. mais de oito anos antes da edição do decreto expropriatório (Constituição. DESÁGIO.. conforme A. fica a União. III.. antecipadamente. 184)."resgatáveis no prazo de até vinte anos. art. mas diferido no tempo. para fins de reforma agrária. pelo que se atende à exigência da indenização prévia.‖). o Tribunal deferiu segurança impetrada contra decreto do Presidente da República que declarara de interesse social para fins de reforma agrária imóvel rural de propriedade do impetrante. 153.. autorizada a ingressar no imóvel de propriedade particular. será diferido no tempo . com cláusula de preservação do real (C. portanto. a partir do segundo ano de sua emissão". salvo existência de concessão de lavra.95) e 22165-MG (DJ de 07.. INDENIZAÇÃO EM TÍTULOS. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e a ampla defesa. C. 184). da Lei 8629/93 (“. com os meios e recursos a elas inerentes. Com esse fundamento. previamente. entregues "pro soluto". .” ) constituiria. entregues "pro soluto". II.F.. 4º.. e Lei nº 8./67.12. se levados os títulos ao mercado. sempre que esse valor seja superior à oferta . autorizada a ingressar no imóvel de propriedade particular. art. ressalvados os casos previstos nesta Constituição. 5º. Inviabilidade. com cláusula de preservação do valor real (C. C.F.que admite a imissão provisória na desapropriação de imóveis residenciais urbanos "se o expropriante complementar o depósito para que este atinja a metade do valor arbitrado". o Tribunal. "pro soluto"..F. XXIV: ―a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública. será diferido no tempo "resgatáveis no prazo de até vinte anos. A Constituição é que estabelece que o resgate dos títulos. Jazidas de minerais. formalidade essencial à validade da declaração de interesse social para fins de reforma agrária.‖).‖) deve ser feita diretamente ao proprietário do imóvel ou a seu representante legal. areia. O art.F.629-93.Inviabilidade.não era incompatível com a CF/69 (art. A notificação a que alude o § 2º do art. 184). com prévia notificação .fica a União. art.F. § 2º. Reforma Agrária: Notificação Prévia. . I..11.Concluindo o julgamento de mandado de segurança em que se discutia sobre se a notificação prevista no art. sob pena de nulidade do procedimento administrativo que antecede o ato expropriatório. LV. (C. se levados os títulos ao mercado. salvo o caso de desapropriação por necessidade ou utilidade pública ou por interesse social. por considerar inválida a notificação a este remetida por via postal e recebida. a). de obrigar-se o poder público a garantir compensação pelo deságio. incompatível com a CF/69 e não o é com a CF/88..R. 184). O que a Constituição exige é que seja preservado o seu valor real. antecipadamente. através do órgão federal competente. a média propriedade rural proveniente de superfície originariamente maior. A Constituição é que estabelece que o resgate dos títulos.‖).95).. 161. SÚMULA 023: Verificados os pressupostos legais para o licenciamento da obra. 184: os títulos são entregues ao credor. Indenização em títulos da dívida pública. reafirmando a orientação fixada no julgamento dos MS 22164-SP (DJ de 17. para levantamento de dados e informações. I. DESAPROPRIAÇÃO. através do órgão federal competente. 5º.F. O que a Constituição exige é que seja preservado o seu valor real. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. para levantamento de dados e informações. a partir do segundo ano de sua emissão". ART.

na desapropriação indireta. caso o imóvel esteja sujeito ao imposto predial. podendo. itens que usualmente integram o justo preço. SÚMULA 070: Os juros moratórios. na desapropriação direta. a partir da efetiva ocupação do imóvel. mesmo que este esteja classificado como improdutivo. elevar-se um pouco mais. propicia também. incidem a partir da ocupação. SÚMULA 652: Não contraria a Constituição o art.SÚMULA 476: Desapropriadas as ações de uma sociedade. mediante pagamento de indenização que expresse o valor de mercado da limitação. orçada pelos precedentes entre 20 e 30% do valor do domínio pleno. b) da quantia correspondente a vinte vezes o valor locativo. pressão ao abuso do poder econômico. por maioria. todos os direitos inerentes aos respectivos títulos. o pagamento dos juros moratórios e compensatórios. independentemente de avaliação. os juros compensatórios são devidos desde a antecipada imissão na posse e. a importância do depósito. ainda que por mais de uma vez. imitido na posse. à imagem e semelhança da desapropriação (DL 3.365/41 – art. A servidão administrativa de eletroduto não implica transferência do domínio para o poder público. SÚMULA 067: Na desapropriação. corrigidos monetariamente. SÚMULA 113: Os juros compensatórios. 40). SÚMULA 102: A incidência dos juros moratórios sobre os compensatórios. contam-se desde o trânsito em julgado da sentença. mediante o depósito: a) do preço oferecido. 3. por parte do seu titular. da mesma forma. na desapropriação indireta. urbano ou rural. SÚMULA 114: Os juros compensatórios. confi gurando apenas uma limitação ao uso pleno da propriedade. que são devidos juros compensatórios sobre o valor da indenização na desapropriação de imóvel rural para fins de reforma agrária. (§ 1° . na desapropriação direta ou indireta. A constituição de servidão administrativa. SÚMULA 069: Na desapropriação direta. substituindo. assim os frutos que deixou de receber ou que poderia vir a receber. d) não tendo havido a atualização a que se refere o inciso "c". SÚMULA 012: Em desapropriação. cabe a atualização monetária. estando o imóvel sujeito ao imposto predial e sendo menor o preço oferecido. para compensá-los pela perda antecipada da posse do imóvel. se este for superior a vinte vezes o valor locativo. calculados sobre o valor da indenização. são cumuláveis juros compensatórios e moratórios. implicando o pagamento de indenização. .do Dl. caso o referido valor tenha sido atualizado no ano fiscal imediatamente anterior. PROPRIEDADE IMPRODUTIVA. o poder desapropriante. incidem a partir da imissão na posse. nas ações expropriatórias. desde logo. independentemente da citação do réu. JUROS COMPENSATÓRIOS. SÚMULA 056: Na desapropriação para instituir servidão administrativa são devidos os juros compensatórios pela limitação de uso da propriedade. em certas circunstâncias. tendo em vista a época em que houver sido fixado originariamente o valor cadastral e a valorização ou desvalorização posterior do imóvel.) Os juros compensatórios são devidos aos expropriados. não constitui anatocismo vedado em lei. § 1º. A base de cálculo do juros compensatórios na desapropriação foi definida pelo STF na ADIn 2332 como a diferença eventualmente apurada entre oitenta por cento do valor da oferta e o valor da indenização definitivamente fixado na sentença. pode exercer. A Seção reafirmou. calculados sobre o valor da indenização. 15.A imissão provisória poderá ser feita. c) do valor cadastral do imóvel. independente do decurso de prazo superior a um ano entre o cálculo e o efetivo pagamento da indenização.365/41 (Lei da Desapropriação por utilidade pública). o juiz fixará. para fins de lançamento do imposto territorial. corrigido monetariamente. e não dependem de rentabilidade deste. a partir da imissão na posse.

Os advogados de estatais não podem ser responsabilizados. I. Min.) ministrativo. mesmo que o réu. fechando suas portas.Aos que praticam a infração econômica consistente na formação de cartel. 65 . A Administração em juízo. se ele realmente estava inadimplente.884/94. legislativo. em conjunto com os administradores. controle judiciário e meios. se não for garantido o juízo no valor das multas aplicadas. inclusive no que tange a multas diárias. Isso porque não houve erro judiciário ou prisão além do tempo fixado na sentença. no ordenamento constitucional positivo. dado que não se adotou. exceto se tais pareceres foram lavrados com má-fé. nos termos da lei. descaracterizada a responsabilidade civil objetiva da União. . é vedada a celebração do Termo de Compromisso de Cessão de Prática sob Investigação (TCPP). Exsurge.569/PR. não se afigura juridicamente adequado imputar-se à Administração atitude preteritória no que concerne aos candidatos não classifi cados dentro do número de vagas oferecidas em função do concurso (1. ao fi nal da ação penal. a teoria do risco integral (RE 78. DJ de 02/10/81).O oferecimento de embargos ou o ajuizamento de qualquer outra ação que vise a desconstituição do título executivo não suspenderá a execução. Isso porque não praticaram atos de gestão e os pareceres não têm força vinculante. A multa aplicada pelo Cade não pode ter sua exigibilidade suspensa. 65 da Lei 8. que garanta o cumprimento da decisão final proferida nos autos. senão mediante garantia do juízo. venha a ser absolvido (precedente do STF). ainda não declarado inconstitucional. em tema de responsabilidade civil.500 vagas). estando a Administração impedida de celebrar tal termo. (Art. Firmino Paz. Rel. Havendo dissídio jurisprudencial acerca da possibilidade de se limitar o número de convocados (aprovados em concurso público) de acordo com a conveniência administrativa. Posterior absolvição pelo Tribunal do Juri. Erro judiciário penal. assim como de prestação de caução. controle externo a cargo do Tribunal de Contas. mas tão só de exercer a fiscalização das instituições financeiras e aplicar as sanções legalmente previstas (art. em conseqüência. Decreto judicial de prisão provisória devidamente fundamentado não constitui erro judiciário. correspondente ao valor dela. Prisão provisória devidamente justificada. Inocorrência. ou prestação de caução arbitrada pelo juízo. presentes que se acham tais aspectos circunstanciais peculiares. além do que a Constituição determina que o advogado é inviolável por suas manifestações. por atos nos quais participaram apenas com pareceres. Não cabe indenização por parte de estatal quando esta comunicou aos órgãos encarregados da persecução penal fatos que em tese seriam crimes. a teor do art. O Banco Central do Brasil não deve ser responsabilizado civilmente por danos patrimoniais causados a consumidores por empresa que atuava no mercado financeiro de forma clandestina. eis que não possui atribuição legal de encerrar as atividades da empresa. Não cabe indenização por inscrição do devedor em cadastro de inadimplentes. a ser fixada pelo juízo. 44 da Lei 4595/94). ainda que o inquérito policial tenha sido arquivado.

Ainda que tenha sido adotada no Brasil tal teoria. IV. pela entidade de ensino. em se tratando de ato omissivo do Estado. por ação ou omissão do Poder Público. 37. para feitura de curso e prestação de serviços .000. versando a controvérsia sobre ato comissivo liberação. Transferência entre instituições de ensino. Uma vez demonstrado o nexo de causalidade entre o prejuízo e o fato danoso e injusto ocasionado. § 6º. conforme era facultado à União (CPC. e 391). uma vez que o motivo que o ensejou – a inscrição do nome da autora no Serasa – deu-se em novembro/94. II..") decisão que. É cabível indenização por danos morais em favor de servidor que foi agredido em serviço. Quanto ao pedido de indenização por danos morais. já que a autora não comprovou prejuízo ou constrangimento de maior gravidade. Contribuintes homônimos. cujas conseqüências danosas daí decorrentes impõem à União a responsabilidade pela reparação dos danos causados.MORTE DE POLICIAL MILITAR . bastando que tenha agido na qualidade de servidor público. sem sua autorização. fixar o valor da indenização. Responsabilidade civil do Estado. de histórico escolar do estudante. Os cadastros de pessoa física da autora e da contribuinte homônima. 389. logo. quanto a este. art. III. deve o prejudicado demonstrar a culpa ou o dolo. zes e Bases da Educação Nacional). O pedido de indenização pelos danos materiais está acobertado pela prescrição qüinqüenal. 37. além disso. não se exige que o servidor público tenha agido no exercício de suas funções. bem assim o depoimento pessoal prestado por esta última revelam a emissão. Cabe ao juiz. Com esse entendimento. exime o Estado do dever de repará-lo. V. A divulgação. A simples afi rmação de que os documentos oferecidos acham-se desprovidos de autenticação por si só não invalida a sua veracidade. não se operou a prescrição. via laudo médico. arts. Precedente do Tribunal. o Estado deve ser responsabilizado. guiando-se pelo princípio da razoabilidade. pelo período de 2 anos.Não ofende o art. . mas apenas o nexo de causalidade entre sua conduta e o dano dela resultante. nessa qualidade. É cabível indenização por danos materiais e morais. causa-lhe ferimento à imagem. que atrasou. causarem a terceiros. I. § 6o)..incide a responsabilidade objetiva. de outro. I. não há responsabilidade estatal nos casos de culpa da vítima. Para fins de reconhecimento da responsabilidade civil do Estado. tal quantum está em linha com a jurisprudência da Turma.ESTADO . 333. Se de um lado. de CPF em duplicidade. do servidor militar. RESPONSABILIDADE CIVIL . sendo que a ação só foi ajuizada em junho/98. II. força maior ou culpa de terceiro. à evidência.. da CF ("As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviço público responderão pelos danos que seus agentes. a posse dos autores em cargo de vereador (CF. A fixação do valor da indenização pelos danos morais em R$ 6. Emissão de CPF em duplicidade. não é necessário que a vítima comprove a culpa do agente público. especialmente se restou comprovado que o dano sofrido decorreu da omissão da Administração em providenciar segurança adequada em prédio onde funciona repartição pública. afirmando a inexistência de nexo de causalidade entre a conduta do agente público e o dano sofrido por terceiro. pois os prejuízos supostamente suportados pela autora ocorreram no ano de 1992. Tratando-se de responsabilidade civil objetiva. porquanto não se argüiu nem se comprovou sua falsidade no momento oportuno. Reconhecimento da prescrição quanto aos danos materiais. a Turma confirmou acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que julgara improcedente ação indenizatória movida contra o Estado por viúva de vítima de latrocínio praticado por detento meses após sua fuga da prisão. pela Receita Federal.ATO OMISSIVO VERSUS ATO COMISSIVO. sendo cabível indenização por dano moral. a demanda foi proposta dentro do prazo legal. em virtude de erro na contagem de votos realizada pela Justiça Eleitoral. levando em consideração as peculiaridades de cada caso.00 (seis mil reais) é sufi ciente para reparar o dano sofrido. Pretendida indenização por danos materiais e morais.

abrigada pela autonomia didático-científica. Ao aluno que concluiu o curso. É vedada à instituição universitária a cobrança de taxa para expedição e entrega de diplomas de nível superior. e Resolução 1°/02-CNE/CES/MEC. que não se transformou em direito adquirido por força da superveniente revogação do mencionado decreto. com a observância do contraditório e da ampla defesa (Constituição Federal. 7º. Lei 9. para fins de revalidação de diploma de médico. Dentro desta linha de raciocínio. desde que não inferior ao piso legal.394/96. Necessidade de revalidação do diploma por universidade pública brasileira. da Resolução CNE/CES 1/02. Possuía este tãosomente expectativa de direito. inclusive com a colação do grau respectivo. como resultava da Convenção Regional sobre o Reconhecimento de Estudos. do Ministério da Educação. e a Resolução 1°/02 do Conselho Nacional de Educação – Câmara de Ensino Superior do Ministério da Educação. 207 da CF/88. XXXIV. § 2º.394/96. 48. I. § 1º. inciso LV). SÚMULA 032: A freqüência mínima do aluno deve ser apurada sobre o número de aulas dadas. não havendo se falar em direito adquirido dos estudantes à manutenção da grade curricular vigente no momento do ingresso no curso. submete-se a instituição de ensino superior particular à regra do art.são a todos assegurados. que promulgou a aludida Convenção. pois. a colação do grau acadêmico impõe a expedição do diploma universitário respectivo pela unidade de ensino. se assim previsto no estatuto ou regimento da instituição de ensino. É cabível a exigência de realização de prova. II. 5º. consolidou-se. emergindo justamente daí o direito subjetivo ao diploma. para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal) A aprovação em concurso vestibular gera direito subjetivo ao candidato que logrou êxito no certame. quando já matriculado em um. § 2º. não é assegurado direito adquirido ao reconhecimento automático de seu diploma. NÃO AUTORIZAM RESTRIÇÕES AO EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS DOS SEUS BENEFICIÁRIOS POR PARTE DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO. prevista no art. No entanto. sua situação fático-jurídica. de maneira que a anulação de sua investidura exige observância ao princípio constitucional do devido processo legal. NOS REPASSES DE VERBAS PÚBLICAS PARA O PROGRAMA DE CRÉDITO EDUCATIVO. 4º. obtido em instituição de ensino superior estrangeira. compete à instituição de ensino deflagrar procedimento administrativo tendente à sua apuração. OU INADIMPLÊNCIA. etc) A aplicação imediata ou não das alterações curriculares ocorridas durante o curso superior caracteriza decisão discricionária da instituição de ensino superior. Verificada a ocorrência de suposta fraude no certame.419/77. Somente se houver previsão em lei é que a instituição de ensino superior pode proibir o aluno de se matricular em outro curso. Curso superior realizado no exterior. de forma que a omissão da autoridade coatora em efetuar sua expedição viola direito líquido e certo do aluno na obtenção do certifi cado de conclusão.Não cabe a exigência de estágio profissionalizante para efeito de matrícula em curso superior. da CF. art. se diante da inércia da Universidade. se os membros da comissão revalidante têm dúvidas acerca da equivalência dos estudos realizados pelos candidatos. CREA. Os graduados em cursos ainda em fase de reconhecimento têm direito ao registro provisório no conselho da sua profissão (ex. 5º. art. b. independentemente do pagamento de taxas: b) a obtenção de certidões em repartições públicas. .029 . nos termos do art. Não retroage norma administrativa que institui critérios mais rígidos de jubilamento de estudante do ensino superior. permitiu-se ao Impetrante a conclusão do curso superior sem qualquer óbice. Diploma de curso superior obtido em país estrangeiro deve ser revalidado por universidade pública brasileira. ainda que haja ele iniciado seus estudos sob a égide do Decreto 80. de acordo com o art. da Lei 9. SÚMULA 039: A DEMORA. quando já em vigor a dita norma legal. No exercício de atividade delegada do Poder Público. Títulos e Diplomas de Ensino Superior na América Latina e no Caribe.: CRF. (XXXIV . uma vez que o valor da anuidade escolar já inclui o diploma de conclusão de cursos.

não estando o ato administrativo autorizador do referido curso vinculado a esse parecer. tão-somente. independentemente da aprovação no estágio. uma cunhada dependente de servidor militar) tem direito à transferência obrigatória na instituição de ensino superior localizada na cidade de destino. Se o aluno estudava em localidade que não tinha escola pública.002115-2/AC. embora tenha ingressado inicialmente em outra instituição particular.SÚMULA 035: Concluídos os estudos do 2º grau. CURSO SUPERIOR. tem direito a cursar em escola pública. para contrair matrimônio. neste compreendido o da igualdade de condições para o acesso aos níveis superiores de ensino (arts. por unanimidade. PROCESSO SELETIVO. SÚMULA 048: Não se aplica aos servidores militares transferidos ex officio e a seus dependentes a exigência de congeneridade entre a instituição de ensino superior de origem e a de destino. 3º da MP 1.972-11/00). na qualidade de servidor. VAGAS PREDESTINADAS. MEDICINA. não sendo lícita a inclusão de outros óbices.00. é exclusiva do Ministério da Educação e Cultura e das Comissões de Seleção e Acompanhamento. Rel. O candidato à inclusão no FIES. que institui critério de reserva de vagas a candidatos que residam no âmbito do Município da instituição de ensino superior. tem direito de efetivar o contrato de financiamento.30. sob o argumento de que sua condição sócio-econômica não é abrangida por este. por ele instituídas (§ 1º do art. A teor do art. da CF/88).o aluno do curso profissionalizante está apto a ingressar em instituição de ensino superior mediante exame vestibular. classificado dentro do número de vagas disponíveis. de matérias concluídas com aprovação que integrem o currículo mínimo de qualquer curso de estabelecimento autorizado. No trato de criação de curso superior de medicina. uma vez que compete à instituição de ensino superior a verificação de tal condição durante a realização do devido processo seletivo. prevista no art. a matrícula do estudante. decorrente de transferência ex officio dar-se-á em qualquer época do ano. observando-se o requisito da congeneridade. negou provimento à remessa oficial em mandado de segurança. ao entendimento de que se revela manifestamente discriminatório processo seletivo levado a efeito por universidade federal. independente da existência de vagas. o Decreto 77.536/97. para a formação de profissionais em curso de graduação. Em se tratando de transferência de aluno de estabelecimento de ensino superior. a destinação de vagas para os habitantes de determinado Município ofende os princípios da impessoalidade e da isonomia. por outra instituição. por conta da transferência do servidor. Não há qualquer respaldo legal para transferência de faculdades. Se o cônjuge estava matriculado em instituição pública na época da transferência. Aquele que convive com servidor removido e dele é dependente (no caso. julgado em 24/08/05. ENSINO SUPERIOR. V. sendo desnecessária a adaptação obrigatória. computando-se a atribuição dos créditos correspondentes e os demais efeitos para o normal prosseguimento do curso. I. como a existência de restrição cadastral no SERASA. ou seu dependente. . não cabendo à Caixa Econômica Federal questionar seu acesso ao programa. observados os requisitos legais. A competência para a escolha e indicação dos alunos benefi ciados pelo Fies – Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior. que só é necessário à habilitação técnica do estudante. Não se aplica a empregados de pessoas jurídicas privadas o direito de matrícula em instituição de ensino superior por conta de mudança de cidade. 1º da Lei 9. CRIAÇÃO. INCONSTITUCIONALIDADE.455/76 prevê o reconhecimento automático. para outro lugar. Federal Fagundes de Deus. mesmo que congêneres. Ao agente fi nanceiro compete. a atribuição do Conselho Nacional de Saúde é meramente opinar pela aprovação ou não. e transferido. 99 da Lei 8. por motivo de doença. Ademais. REOMS 2000. 5º.112/90. a efetivação do contrato de fi nanciamento. militar. A Turma. tem direito a matrícula em instituição pública. Des. 37 e 208.

99 da Lei 8. 44. Distrito Federal. proventos.SÚMULA 043: A transferência compulsória para instituição de ensino congênere. O servidor público militar quando removido ex officio. tem direito à matrícula em instituição de ensino público para os dependentes matriculados em ensino fundamental. Não se reconhece o direito à transferência de universidade ao dependente de militar que mudou de domicílio em razão da passagem para a reserva.112/90. 84. têm direito à matrícula em instituição de ensino superior do local de destino.80% em abril de 1990. Os servidores públicos.72% em janeiro de 1989.534/97. salvo a inexistência. Ao empregado de empresa de economia mista. os emolumentos são taxas remuneratórias de serviços públicos. transferidos de ofício. ainda que originariamente tenha ingressado em instituição particular. 5º da Lei 9. a que se refere o art. 10. mediante delegação. e a relação que estabelecem com o particular são de ordem pública. bem como a primeira certidão respectiva. não há óbice a que o Estado preste serviço público a título gratuiro. em razão de mudança de domicílio. o requisito da congeneridade em relação à instituição de origem. pois: a União é competente para legislar sobre a matéira (CF/88. ainda que nela não haja previsão expressa. soldos e pensões. SÚMULA 003: Os direitos concedidos aos servidores públicos federais relativamente à transferência de uma para outra instituição de ensino. a atividade que desenvolvem os titulares das serventias.87% em maio de 1990 e 21. que determina a gratuidade dos assentos do registro civil de nascimento e óbito. no caso a Infraero. é assegurado o direito à transferência entre instituições de ensino superior congênere.32% em março de 1990. independentemente da existência de vaga. quando mudar de domicílio por força de ser transferido ex officio. são de 42. o cidadão tem o direito intrínseco ao exercício da cidadania. 7. a serem aplicados na execução de sentença condenatória de pagamento de benefícios previdenciários. para pessoas carentes. §2º). vencimentos. observado. incluídos os expurgos inflacionários.14% em fevereiro de 1989. por interesse da administração. somente poderá ser efetivada de estabelecimento público para público ou de privado para privado.536/97. Territórios e Municípios. ADC 5 MC / DF (17/11/1999): É constitucional o art. arts. entretanto. por aplicação do art. de instituição de ensino da mesma natureza. 22 XXV e 236. no local de destino. SÚMULA 041: Os índices integrais de correção monetária. civis ou militares.87% em fevereiro de 1991. 1º da Lei 9. são extensivos aos servidores dos Estados. Finalizado 55 Terminei Nelson Jobim 361 à 736 397 . salários.

203 Reiniciar em Penal Finalizado Finalizado Finalizado Finalizado 507 117 Finalizado Finalizado Finalizado Finalizado 255/256 534 202/203 .

Ambiental 01. TRF-1 EJ494 Constituição . TRF-1 EJ494 Precaução TRF-1 EJ494 Precaução TRF-1 EJ494 Precaução 02. Princípios gerais de direito ambiental. O meio ambiente na Constituição de 1988.

TRF-1 EJ494 Impacto Ambiental 05.2. Estudo Prévio de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental – EIA/RIMA.605.1988).TRF-1 EJ494 Constituição 03. de 12. Lei dos Crimes Ambientais (Lei n. Sistema Nacional do Meio Ambiente: Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. TRF-1 TRF-1 EJ497 EJ496 Crimes ambientais Crimes ambientais .Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturai TRF-1 EJ494 CNTBio 04. 9.

2. 5. O Código de Pesca (Decreto-Lei n.433.1967). Responsabilidade Civil: reparação do dano ecológico e meios processuais para defesa do meio ambiente.2.1967).1. de 28. O Código de Caça (Lei n.2. 9. de 3.STF 397 Crimes ambientais 06.1997). 10. O Código de Mineração (Decreto-Lei n. 11. de 12. 08. 227. O Código Florestal (Lei n. 221. de 8. 07. Recursos Hídricos (Lei n.1967). 09.1998).605.197. 9.1. STJ 190 Responsabilidade . de 28.

Se não fosse o Brasil signatário da Convenção da Biodiversidade. isto é. sejam necessariamente ser submetidas a procedimentos licenciatórios. . como uma proibição do uso de tecnologia na agricultura porque o Constituinte de 1988 estabeleceu que a política agrícola levará em conta. estudo de impacto ambiental. 225 é dedicada a sua proteção e assegura a todos o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. financiadoras ou patrocinadoras de atividades ou projetos que envolvam OGM no território brasileiro. ainda que tal compreenda a manipulação de OGMs.Segundo a recomendação da Declaração do Rio/92 ‗o princípio da precaução deve ser amplamente observado pelos Estados. da Lei 8. A Lei de Biossegurança (8. de acordo com suas capacidades. 225 da Constituição Federal ressai que não há qualquer discricionariedade para a Administração Pública. O Constituinte de 1988 remeteu ao legislador ordinário a competência para regular essa imposição da obrigatoriedade do estudo de impacto ambiental nos casos em que ocorrer significativa degradação do meio ambiente. Afirma-o essencial à sadia qualidade de vida. principalmente. A Constituição determinou que o Poder Público (art. evitar ou minimizar as causas da mudança do clima e mitigar seus efeitos negativos. da CF/88). na hipótese de pedido de licenciamento de atividade ou obra potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. como condição prévia de que as obras e atividades sejam encetadas. se há incerteza científica. no caput do art.794/95) arrola hipóteses que apontam para a ausência de certeza científica e nas quais precisa ser adotado o princípio da precaução: o art. Incerteza científica significa poucos conhecimentos. por ocasião da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – ECO/92. que se adotassem medidas para defender o meio ambiente e/ou prevenir a sua destruição. A adoção expressa princípio da precaução quanto à biodiversidade é anterior à incorporação do ius scriptum internacional. quanto a exigir ou não o estudo do impacto ambiental. deverão se certificar da idoneidade técnico-científica e da plena adesão dos entes financiados. para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. A Convenção de Biodiversidade determina que os Estados estabeleçam a modalidade de avaliação de impacto ambiental ‗na medida do possível e conforme o caso‘. Da dicção do art. 187. determinou que lei regulasse as normas dos incisos II e V do § 1º. II. A norma do art. § 3º. 2º. são exigidos estudos e análises de impacto. nos quais. bem como medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental. Quando houver ameaça de danos sérios e irreversíveis a ausência de absoluta certeza científica não deve ser utilizada para postergar medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental. Antes da assinatura da Convenção de Biodiversidade.974/95 dispõe que as organizações públicas e privadas. 225 da CF. falta de prova científica ou ausência de certeza sobre os conhecimentos científi cos atuais. convencionados ou contratados às normas e mecanismos de salvaguarda previstos na lei. estrangeiras ou internacionais. 225. à luz da Constituição brasileira. para o que deverão exigir a apresentação do Certifi cado de Qualidade em Biossegurança. o Constituinte brasileiro de 1988 já adotara o princípio da precaução quando. A Constituição Federal vigente conferiu ao meio ambiente a dignidade de direito fundamental. em qualquer atividade ou obra que possam representar algum risco para o meio ambiente. a prever. O princípio da precaução signifi ca que. O princípio não pode ser interpretado.‘ O princípio de precaução passou a ser ius scriptum no Brasil porque o país assinou a Convenção sobre a Diversidade Biológica. O princípio da precaução não implica na proibição de se utilizar tecnologia nova.519. inciso IV) tem o dever de exigir. patrocinados. nacionais. eis que constituiu obrigações aos Poderes Públicos de que. A Convenção sobre Diversidade Biológica e a Convenção sobre Mudança de Clima adotam o princípio segundo o qual a ausência de absoluta certeza científica não deve ser utilizada como razão para postergar medidas tendentes e evitar ou minimizar a ameaça de sensível redução ou perda de diversidade biológica. a qual foi aprovada pelo Congresso Nacional e promulgada pelo Decreto 2. estaria obrigado a observar o principio por força do ordenamento jurídico interno. devem ser adotadas medidas técnicas e legais para prevenir e evitar perigo de dano à saúde e/ou ao meio ambiente. o incentivo à pesquisa e à tecnologia (art. § 1º. em graus apropriados a cada tipo de risco. de 16 de março de 1998. impondo ao Poder Público e à sociedade em geral o dever de defendê-lo e preservá-lo. na forma da lei. A legislação brasileira recepcionou o princípio da precaução com a obrigação que dele consta: não postergar medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental. sempre que o administrador se encontrar diante de pedido de licença para atividades ou obras com essas características.

pacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental – EIA/RIMA. 5º. uma determinação para que se confi ra a maior efi cácia possível aos direitos fundamentais. As normas dos incisos do § 1º do art.605. fazendo ou impedindo que algo se faça. a qualidade de vida e o meio ambiente‘ (inciso V). 8º. 225 estão. desde logo. estabelecendo um mandato de otimização. nos casos em que a aplicação do direito pelo juiz importar infringência à competência reservada ao legislador. de 1998. no art. que previa a elaboração do estudo de impacto ambiental para o licenciamento. Inaplicável. haja vista que a conduta tipificada no referido art. conforme previa o seu art.605. especialmente nas áreas consideradas patrimônio nacional‘. Há que se definir o que é degradação significativa como e quando se fará o estudo do impacto ambiental. quando disponíveis. e uma terceira concernente ao controle de produção. 41 da Lei 9. Sendo a norma exemplifi cativa.028. o prejuízo econômico ou dano efetivo a outrem para a caracterização do ilícito. 225 da Constituição é uma norma constitucional de efi cácia diferida (Paulo Bonavides) ou norma constitucional de efi cácia contida (José Afonso da Silva) porque seu real alcance e inteligência só podem ser estabelecidos pelo legislador ordinário a quem a norma constitucional diretamente se dirigiu. todavia. O Constituinte de 1988 no art. Princípio da insignificância. quais as funções que o Poder Público tem a obrigação de exercer. passando ele a ter redação já em conformidade a Constituição de 1988: ‗II – determinar. Inaplicabilidade em crimes ambientais. Em 12 de abril de 1990. publicada a Lei 8. cuja diversidade e integridade cumpre preservar e fiscalizar (inciso II do § 1º). de uma série de atividades. Quando a norma do direito fundamental não contiver os elementos mínimos indispensáveis que lhe assegurem aplicabilidade. Não é elemento do tipo do art. 5º da CF haverá de ceder. 8º da Lei 6. porém declaram. critérios e padrões nacionais de controle e de manutenção da qualidade do meio ambiente com vista ao uso racional dos recursos ambientais. Crime contra o meio ambiente. O art. 5º. § 1º e seus incisos introduziram não uma norma programática. ‗provocar incêndio em mata ou floresta‘. o princípio da insignificância ante a possibilidade de irreversibilidade do dano. comercialização e emprego de técnicas que comportem ‗risco para a vida. no caso de obras ou atividades de signifi cativa degradação ambiental. condicionadas à emanação de sucessivas normas integrativas. O inciso IV do § 1º do art. no âmbito da imperatividade estatuída. pelo órgão estadual competente e pela Sema. ao dispor que as normas defi nidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. quando uma obra ou atividade potencialmente causadora de sua signifi cativa degradação (inciso IV).1988). bem assim a atividades privadas. da Lei de Biossegurança estabelece que os produtos contendo OGM destinados à comercialização ou industrialização. a ser concedido pelos Estados e supervisionado pelo Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama. em caráter supletivo. A Constituição brasileira. O bem jurídico a ser protegido por essa norma é o equilíbrio ecológico. § 1º. quando julgar necessário. de 23 de janeiro de 1986. 41 da Lei de Crimes Ambientais é. exemplifi cativamente arroladas em dezoito incisos.938/81 é anterior à Constituição de 1988 e não restringia a exigência do estudo de impacto ambiental às obras ou atividades potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente.2.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e Comissão Técnica Nacio O art. A Lei 6. Os incisos dispõem de maneira genérica. in casu. na forma da lei. A Lei 6. Precedente desta Corte. 8º) e também para editar normas e critérios para o licenciamento de atividades efetivas ou potencialmente poluidoras. conferiu-se nova redação ao inciso II do art.938/81 outorgou competência ao Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama para editar normas. previa o estudo para qualquer atividade. tão-somente. que restou violado pela conduta do acusado. estaduais e municipais. A Constituição definiu a matéria objeto de legislação técnica e instrumentais necessários. incompletas por exigências técnicas. § 1º. 225. entais (Lei n. 9. estabelecendo que o direito apenas será exercido na forma prevista em lei – o princípio do § 1º do art. de ‗estudo prévio de impacto ambiental‘. principalmente os hídricos (inciso VII do art. e não só daquelas que significasse alguma degradação do meio ambiente.Na norma constitucional há uma disposição relativa à matéria genética. mas há funções dependentes de lei ou regulamento que especifique e concretize o que deve ser feito ou proibido. a realização de estudos das alternativas e das possíveis conseqüências ambientais de projetos públicos ou privados. O Conama editou a Resolução 1. da Constituição Federal é uma norma-princípio. § 1º. só poderão ser introduzidos no Brasil após o parecer prévio da CTNBio e a autorização do órgão de fiscalização competente. com exigência. as informações indispensáveis para apreciação dos estudos de impacto ambiental e respectivos relatórios. . levando-se em consideração pareceres técnicos de outros países. ou ainda quando a Constituição expressamente remeter a concretização do direito ao legislador. requisitando aos órgãos federais. uma outra relativa à preservação do meio ambiente. 2º.938/81. levanta a questão de como conciliar normas sem efi cácia imediata com a regra de que as normas defi nidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. de 12. Meio Ambiente: Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. mas norma de eficácia diferida. provenientes de outros países.

sendo que o terreno. em decorrência do vazamento de um oleoduto. DANO MATERIAL. O Min. independentemente desse último ter responsabilidade pelo dano ambiental. 227. já se encontrava desmatado.Dirigente de Empresa e Responsabilidade Penal. entendeu-se que não se poderia imputar ao paciente o evento danoso descrito na denúncia. A Turma deu provimento ao REsp interposto pelo MP em ação civil pública. o (Decreto-Lei n. 54). Trata-se de propriedade rural para atividade agropastoril em reserva legal.2. 221. a tentativa de se creditar ao seu presidente todo e qualquer ato lesivo ao meio ambiente atribuível à Petrobrás. da leitura da denúncia. nesta qualidade. inocorrente a prática de crime pelo paciente e sim. . em face da ausência de elemento consistente a vincular o dirigente ao derramamento de óleo. Asseverando estar-se diante de tema referente aos limites de responsabilização penal dos dirigentes de pessoas jurídicas em relação a atos praticados sob o manto da pessoa jurídica. quando adquirido. reconhecendo a legitimidade passiva ad causam do adquirente do imóvel. Por falta de justa causa. fora denunciado pela suposta prática de crime ambiental (Lei 9. DESMATAMENTO. vil: reparação do dano ecológico e meios processuais para defesa do meio ambiente. ele mesmo está praticando o ilícito. tendo em conta os fatos descritos na inicial acusatória. Relator ressaltou: aquele que perpetua a lesão ao meio ambiente cometida por outrem. a conduta do ex-presidente da Petrobrás a vazamento de óleo ocorrido em determinado ponto de uma malha de milhares de quilômetros de oleodutos. de 28. Ademais.605/98. com gravíssimos efeitos penais. de 28.1967). Concluiu-se. ecreto-Lei n. ressaltou-se que a atuação de uma autoridade que dirige uma instituição como a Petrobrás se dá em contexto de notório risco. e a obrigação de conservação é automaticamente transferida do alienante ao adquirente. Entendeu-se que. restaria evidente um grosseiro equívoco e uma notória lacuna na tentativa de vincular. a Turma deferiu habeas corpus para trancar ação penal proposta contra o então presidente da Petrobrás que.2.1967). art.

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veis – IBAMA e Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio. .

Lei: interpretação e eficácia temporal (retroatividade e irretroatividade). que se conta o prazo prescricional da ação para cobrança de seguro de vida.Civil 01. bens públicos. incapacidade. ainda que de propriedade de sociedade comercial. É penhorável imóvel que. quando da formulação do requer SÚMULA 039: Prescreve em vinte anos a ação para haver indenização. art. ANULAÇÃO. elementos e defeitos do ato jurídico. em caráter excepcional. Leis interpretativas são aplicáveis a fatos ocorridos a partir de sua entrada em vigor. mesmo estando locado a terceiro. Eficácia das Leis Interpretativas. ao inserir o inciso VII no art. ATO SIMULADO. O devedor ofereceu à penhora um aparelho de som e um refrigerador. Os recorrentes celebraram contratos de parceria pecuária. estados. serve de residência para os sócios (pai e filhos). 3º da Lei 8009/90. capacidade. Bens: classificação. É da ciência inequívoca da invalidez. STJ 198 Simulação CONTRATO. assistência. 194 do CC). fato natural. Porém. por Responsabilidade civil. de sociedade de economia mista. STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ 160 165 165 168 SUM SUM SUM Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição O juiz não pode conhecer de ofício da prescrição de direitos patrimoniais (art. objetos que guarneciam sua residência. ele mesmo ofereceu embargos.A. A ação de adjudicação compulsória é imprescritível no caso de ação movida diretamente contra o mesmo alienante em contrato de promessa de compra e venda de lote urbano. Se. bens fora do comércio.: súmula editada na vigência do CC/1916) SÚMULA 085: Nas relações jurídicas de trato sucessivo em que a Fazenda Pública figure como devedora. pessoa jurídica e domicílio.009-90 aplica-se à penhora realizada antes de sua vigência. após. quando não tiver sido negado o próprio direito reclamado. devendo a parte alegá-la. a prescrição atinge SÚMULA 101: A ação de indenização do segurado em grupo contra a seguradora prescreve em um ano. negócio jurídico. atos jurídicos. O ordenamento jurídico pátrio admite. TRF-1 101 Bem de família STJ 167 Bem de família STJ JC Bem de família STJ JC Bem de família STJ JC Bem de família STJ SUM Bem de família STJ 187 Bem de família É possível o desmembramento de imóvel para fins de penhora. não pode o juiz declarar "ex officio" a prescrição. pertencente à sociedade comercial. (N. restringiu o alcance do regime de impenhorabilidade dos bens patrimoniais residenciais instituído nesta última. STJ 171 Hierarquia TRF-1 EJ441 Eficácia temporal STF 047 Eficácia temporal Lei ordinária não pode revogar lei complementar. alé A Lei 8.: súmula anterior ao CC/2002) .245/91. Prescrição e decadência. porque a caracterização do bem de família supõe que a propriedade seja SÚMULA 205: A Lei nº 8. a restauração da vigência de lei já revogada (repristinação) – Lei de Introdução ao Código Civil. não a situações sujeitas ao domínio temporal exclusivo das norma 02. personalidade. Tratando-se de direitos patrimoniais.A. considera É impenhorável a residência do casal. porém querem sua anulação ao fundamento de que prati 05. alegando impenhorabilidad 04. pessoa física. sem prejuízo da moradia familiar É impenhorável o único imóvel residencial da família. Fatos jurídicos: classificação. 03. § 3º. Pessoas: identificação. (N. PRÓPRIA TORPEZA. sendo que o valor desta locação é utilizado para pagamento do aluguel de um imóvel menor. da qual os cônjuges são sócios exclusivos. e não da recusa da seguradora. representação. 2º.

CENAS ERÓTICAS OU PORNOGRÁFICAS. Desfeito o concubinato. § 6º. A autorização dos representantes legais de criança e/ou adolescente para participar de espetáculo público em programa de te . do ECA O art. 97 do ECA prevê a aplicação de medidas disciplinares às entidades de atendimento. GENITORES. AÇÃO. Prescrição do direito de ação que não se operou. na espécie. APRESENTAÇÃO. MENOR. A conduta do réu. a ela se aplicando a lei do tempo em que teria ocorrido. por motivos inerentes ao mecanismo da Justiça. 59 da Lei n. NULIDADE. 122 do ECA não exclui a substituição da medida de semiliberdade por internação quando demonstrado que aquela medida mostra-se insuficiente para a ressocialização do meno ADOLESCENTE. A ex-esposa tem direito à sobrepartilha dos créditos trabalhistas gerados durante a constância do casamento. por se cuidar. (N. A desistência de ação de investigação de paternidade. mas referentes a período em que ainda estava casado em regime de comunhão parcial de bens. a demora na citação. CONFRONTO. VALORAÇÃO. Casamento e união estável. com o trânsito em julgad Os créditos trabalhistas recebidos após a separação consensual. do ECA). porquanto.A. Família: inovações constitucionais. 33. 111. INTERRUPÇÃO. em seu apartamento. FILMAGENS. ao argumento de que mais tarde o menor pode intentar nova ação porquanto não fora julgado o mérito ou mesmo em razção de f INVESTIGAÇÃO. art. Alimentos. é a data em que o segurado teve ciência inequívoca da incapacidade laboral. os alimentos são devidos a partir da citação. a partilha de bens pressupõe prova de que o patrimônio foi constituído pelo esforço comum. mesmo que ainda não declarada por sentença. PARTICIPAÇÃO. 7. É necessário alvará judicial para que menores participem de programa de televisão. AINDA QUE A SENTENÇA NÃO A TENHA ENFRENT PRESCRIÇÃO. O prazo prescricional previsto no art. II. SÚMULA 291: A ação de cobrança de parcelas de complementação de aposentadoria pela previdência privada prescreve em cinco anos. entendeu que não interrompe o prazo para aquisição da propriedade por usucapião a ação reivindicatória julgada É imprescritível o direito de o filho buscar a paternidade real com fundamento em falsidade do registro.A. 178. EXAME. Estatuto da Criança e do Adolescente. Essas medidas perdem a razão de ser com ECA. devem ser computad SÚMULA 197: O divórcio direto pode ser concedido sem que haja prévia partilha dos bens. indenização por defeitos da obra. AUDIÊNCIA. mantendo-o como filho de pai desconhecido. 2º e 3º). Em relação à guarda de filho. e não se 027 . Por isso é instituto de direito material. AUSÊNCIA. existind Não se pode privar o menor de uma paternidade já investigada.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STF TRF-4 TJ-SC STJ STJ STJ STJ SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM EJ481 022 SUM SUM 190 197 197 197 Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição SÚMULA 106: Proposta a ação no prazo fixado para o seu exercício. deve prevalescer o interesse da criança. dado que. a. Regime de bens. 193. É indispensável a participação do MP em questões envolvendo interesse de menor. por maioria. TV. salvo se superveniente à sentença proferida no processo de conhecimento. Denegada a ordem ao entendimento de que a ausência dos genitores ou responsáveis do menor (art. SÚMULA 229: O pedido do pagamento de indenização à seguradora suspende o prazo de prescrição até que o segurado tenha ciência da decisão. SÚMULA 194: Prescreve em vinte anos a ação para obter. II. mesmo existindo autorização escrita de seus representantes legais (art. 149. na ação de indenização. ESPETÁCULO PÚBLICO. 005 . O teste de DNA tem um alto grau de precisão (superior a 99%).357/1985 somente se inicia a partir da expiração do prazo de apresentação do cheque 06. CHEQUE. CC/1916) não se aplic PRESCRIÇÃO. a recusa do suposto pai a submeter-se ao exame de DNA induz presunção juris tantum de paternidade.A prescrição não pode ser acolhida no curso do processo de execução.: súmula anterior ao CC/2002) SÚMULA 210: A ação de cobrança das contribuições para o FGTS prescreve em trinta (30) anos. A Turma entendeu que a prescrição penal pode ser aplicada em sede das medidas sócio-educativas previstas no ECA. DEMAIS PROVAS. SEGURO. da ECA. Família monoparental. §§ 1º. STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ SUM 166 171 174 SUM 160 161 165 166 166 191 SUM 166 180 184 194 196 196 197 Alimentos Bens Bens Bens Bens Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente ECA ECA ECA ECA ECA ECA ECA SÚMULA 277: Julgada procedente a investigação de paternidade. mas percebidos só após a ruptura do matrimônio. PRESCRIÇÃO. de cenas eróticas envolvendo crianças e adolescentes. § 4o. A Turma. (N. A ação em que se busca o cumprimento da obrigação assumida em contrato de seguro prescreve em um ano (art. PRESCRIÇÃO. A dependência econômica da mãe e neta não enseja a concessão à avó da guarda de menor.: súmula editada com base no CC/1916) SÚMULA 143: Prescreve em cinco anos a ação de perdas e danos pelo uso de marca comercial. exclusivamente para fins previdenciários (ECA. do construtor. contudo a valoraçã SÚMULA 301: Em ação investigatória. mesmo em acordo extrajudicial.RENOVADA A ALEGAÇÃO DE PRESCRIÇÃO NO RECURSO DE APELAÇÃO. ao permitir a filmagem. de contrato de depósito em dinheiro (caderneta de poupança). não justifica o acolhimento da argüição de p SÚMULA 119: A ação de desapropriação indireta prescreve em vinte anos. PATERNIDADE. DNA. SÚMULA 278: O termo inicial do prazo prescricional. porém a multa e a advertência têm de ser aplicadas a seus dirigentes (art. USUCAPIÃO. O art. VI. A MATÉRIA É DEVOLVIDA AO TRIBUNAL. a quantia confiada ao estabelecim A prescrição é causa extintiva da pretensão e não do direito abstrato de ação.

mas tomada permanente. STJ STJ STJ STF STF STF STJ 170 SUM SUM SUM SUM 016 202 Usucapião Usucapião Propriedade Cláusulas restritivas Servidão Servidão Usucapião A posse precária não autoriza usucapião (art. responde pelo pagamento da correção monetária relativa aos valores recolhidos. que fixou o BTN fiscal como índice de correção monetária aplicável aos depósito . inexecução. em depósito judicial. impedido de exercer sua atividade em virtude de servidão de passagem imposta supervenientemente sobre o imóvel em cujo subsolo se localiza a jazida. anterior ou posterior à celebração da promessa de compra e venda. 486 do cc/1916). iníqua ou potestativa a cláusula contratual que autoriza o banco a debitar de conta-corrente ou resgatar de qualquer aplicação valor suficiente para proceder à satisfação SÚMULA 179: O estabelecimento de crédito que recebe dinheiro. SÚMULA 049: A cláusula de inalienabilidade inclui a incomunicabilidade dos bens. STJ STF STF STJ SUM 025 030 199 Hipoteca Penhor Penhor Hipoteca SÚMULA 308: A hipoteca firmada entre a construtora e o agente financeiro. Direitos reais de garantia. a aceitação do encargo faz presumir a tradição dos objetos dados em garantia e a falta de sua O depositário de bens penhorados. cláusula penal. DOMÍNIO ÚTIL. sobretudo pela natureza das obras realizadas.STJ STJ SUM ECA SUM ECA SÚMULA 108: A aplicação de medidas sócio-educativas ao adolescente. CONSTRUTORA.024/90. juros e correção monetária. resultante da conversão da MPr 168/90. Direitos reais: posse e propriedade. ainda que fungíveis. 6º da L. Presente a boa-fé do adquirente e pago integralmente o imóvel antes da averbação da hipoteca em favor da instituição financeir 09. não tem eficácia perante os adquirentes Uma vez celebrado o penhor mercantil e nomeado depositário para os bens respectivos. no que a 08. é da competência exclusiva do juiz. considera-se aparente. pela prática de ato infracional. 8. SÚMULA 239: O direito à adjudicação compulsória não se condiciona ao registro do compromisso de compra e venda no cartório de imóveis. SÚMULA 271: A correção monetária dos depósitos judiciais independe de ação específica contra o banco depositário. SÚMULA 193: O direito de uso de linha telefônica pode ser adquirido por usucapião. extinção. Alienação fiduciária em garantia. SÚMULA 265: É necessária a oitiva do menor infrator antes de decretar-se a regressão da medida sócio-educativa. Não pode ser usucapido bem público. responde pela guarda e se sujeita à ação de depósito com implicação prisional. SÚMULA 725: É constitucional o § 2º do art. STJ STJ STJ STF 166 SUM SUM SUM Cláusula potestativa: Juros e correção Juros e correção Juros e correção não é abusiva. mas o imóvel era foreiro e o Tribunal a quo concedeu o usucapião do domínio útil pertencente a particular. circulação. conferindo direito a proteção possessó O titular do direito de lavra. é HIPOTECA. AGENTE FINANCEIRO. tem USUCAPIÃO. Obrigações: modalidades. quando se trata de penhor sobre safra futura. SÚMULA 415: Servidão de trânsito não titulada. 07. Servidão e enfiteuse.

Extinção. Regime dos contratos: exceções. possui legitimidade para constituir advogado com cláusula "ad judicia". BEM MÓVEL. ao entendimento que. pagamento indevido. LOCAÇÃO. Trata-se de ação de rescisão de contrato de promessa de compra e venda movida ao fundamento de que o prazo 13. IMÓVEL. LEGITIMIDADE PASSIVA. de interpretação restritiva. ao entendimento de que. empréstimo. locação e arrendamento mercantil. TRANSAÇÃO OU QUITAÇÃO. Extinção das obrigações sem pagamento. quando reunidos os requisitos legais. é mensurada caso a caso. SÚMULA 227: A pessoa jurídica pode sofrer dano moral. RESCISÃO. na espécie. STJ STJ STJ STJ STJ 171 SUM SUM 191 200 Mora Mora Mora Transação Transação A purgação da mora somente pode acontecer se já pago 40% do débito. CONTRATO. PROMESSA COMPRA E VENDA. Porém. Na transação celebrada entre as partes para recebimento de valores de aplicação em fundos de investimento. RESILIÇÃO. O contrato acessório de fiança extingue-se com a morte do fiador.STJ 198 Juros e correção CRÉDITO EDUCATIVO. Trata-se. o depositário infiel pode ter sua prisão decretada. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. ou a sua restituição em dobro. tendo expressa determinação do outorgante. contrato de natureza personalíssima. STJ STJ 169 Culpa concorrente SUM Dano moral A divisão de culpa concorrente não necessita ser igual para ambas as partes. SÚMULA 286: A renegociação de contrato bancário ou a confissão da dívida não impede a possibilidade de discussão sobre eventuais ilegalidades dos contratos anteriores. PARCELAS PAGAS. ainda que não loteados. ATRASO. na ação de execução. Revisão dos contratos: teoria da imprevisão. FIADOR. CLÁUSULA. do cabimento ou não da capitalização de juros no crédito educativo. vícios redibitórios e evicção. TRANSAÇÃO. Compra e venda. não podendo o fiador ser responsabilizado por obrigação sur A morte do afiançado não extingue a obrigação do fiador se os herdeiros não a cumprirem. Contrato de consumo. Mesmo em se tratando de depósito de coisa fungível. quando o respectivo cônjuge limitou-se apenas em consentir-lhe a outorga uxória prevista no artigo 235. extingue-se com a morte do locatário afiançado. . especialmente quando o adquirente tinha conhecimento do ato administrativo. tempo e lugar. A Turma proveu em parte o recurso. RETENÇÃO. A fiança. O recorrido firmou contrato de compra e venda de automóvel para entrega futura. exclui i SÚMULA 413: O compromisso de compra e venda de imóveis. objeto. Mora. ENTREGA. INDENIZAÇÃO. A Turma proveu parcialmente o recurso. riscos. Pagamento: sujeitos. Relações contra STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STJ 161 JC JC JC SUM SUM SUM SUM 025 198 199 200 203 Evicção Fiança Fiança Fiança Fiança Bancário Bancário Bancário Depósito Extinção Fiança Extinção Fiança As restrições decorrentes de tombamento do imóvel alienado não ensejam evicção. delimitada a responsabilidade do fiador pelos encargos p COMPRA E VENDA. CAPITALIZAÇÃO. SÚMULA 287: A Taxa Básica Financeira (TBF) não pode ser utilizada como indexador de correção monetária nos contratos bancários. SÚMULA 284: A purga da mora. havendo resilição de FIANÇA. CLÁUSULA PENAL. COISA JULGADA. só é permitida quando já pagos pelo menos 40% (quarenta por cento) do valor financiado. Responsabilidade civil. EXECUÇÃO. DEVOLUÇÃO. seu direito de regresso. por quem o recebeu. EFEITO. Trata-se de contrato de prestação de serviço (empreitada) para execução de limpeza industr 11. DESISTÊNCIA. mandato. IMÓVEL. dá direito a execução compulsória.Pagamentos especiais. JUROS. SÚMULA 288: A Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) pode ser utilizada como indexador de correção monetária nos contratos bancários.Validade e invalidade. O contrato acessório de fiança há que ser interpretado restritivamente. diante do 10. III do Código SÚMULA 214: O fiador na locação não responde por obrigações resultantes de aditamento ao qual não anuiu. por quem o deu. nos contratos de alienação fiduciária. o fiador de contrato de locação não 12. SÚMULA 076: A falta de registro do compromisso de compra e venda de imóvel não dispensa a prévia interpelação para constituir em mora o devedor. Contratos: princípios gerais e classificação. COMPRA E VENDA. PERCENTUAL. pagos qu DESPEJO. TRF-1 111 Mandato STF SUM Compra e venda STF SUM Compra e venda STJ 202 Compra e venda O procurador constituído por meio de procuração "ad negotia". no entanto. SÚMULA 412: No compromisso de compra e venda com cláusula de arrependimento. Promessa de compra e venda. não houve qualquer coação n CONTRATO. remanescendo. ainda que prevista no contrato. a devolução do sinal.

SÚMULA 43: Incide correção monetária sobre dívida por ato ilícito a partir da data do efetivo prejuízo. como tal. LOCAL PÚBLICO. Quanto ao SÚMULA 37: São cumuláveis as indenizações por dano material e dano moral oriundos do mesmo fato. NÃO-INTERPOSIÇÃO. A legitimidade para postular danos morais decorrentes de lesão corporal é apenas da própria vítima. SÚMULA 145: No transporte desinteressado. A Turma entendeu que o transportador aéreo responde pelo extravio de bagagem ou carga. BOMBA. EMPREGADOR. por falta de mercadoria transportada via marítima. ex vi do art. certificar-se de que não vem qualquer veículo em sua direção. da Lei de Imprensa. tendo em vista o falecimento da esposa e mãe dos autores. É responsabilidade da transportadora rodoviária de cargas indenizar o proprietário da mercadoria roubada.A. MENORES. ILEGITIMIDADE DE CAUSA. ADVOGADO. sem. antes. DIVULGAÇÃO. no local do trabalho. de simples cortesia. negligência ou imperícia. (N. aplicando-se as regras do A transportadora rodoviária de carga não é responsável civilmente na hipótese de roubo.: em 05/2005. ACIDENTE AÉREO. O proprietário da obra responde. EMPREGADO. pelos danos por este causados a terceiro. alvejado por projétil de arma de fogo de vigilante da empr Trata-se de ação de indenização. independe de vistoria. Presume-se 002 . em caso de responsabilidade extracontratual. TOPLESS. A obra iniciada mediante financiamento do Sistema Financeiro de Habitação acarreta responsabilidade civil solidária do agente financeiro pela respectiva solidez e segurança da const Concorre para o próprio atropelamento o pedestre que atravessa a rua fora do local do semáforo. RECURSO.STJ STJ STJ STJ STJ STF TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ TRF-1 TJ-SC STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ STJ 167 186 SUM SUM SUM SUM EJ499 JC JC 161 SUM SUM 111 JC JC EJ477 SUM 183 193 193 JC JC SUM SUM SUM SUM SUM SUM 195 196 199 EJ505 202 203 256 Empregador Indenização Indenização Indenização Indenização Indenização Legitimidade Legitimidade Legitimidade Lei de Imprensa Lei de Imprensa Lei de Imprensa Solidariedade Solidariedade Solidariedade Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Valor Trânsito e transporte Trânsito e transporte Solidariedade Trânsito e transporte Dano moral Trânsito e transporte Trânsito e transporte Visto não se tratar de caso fortuito. A propositura de ação de indenização por danos morais no juízo cível acarreta a extinção do direito de resposta. SÚMULA 132: A ausência de registro de transferência não implica a responsabilidade do antigo proprietário por dano resultante de acidente que envolva veículo alienado. uma vez comprovada a culpa . SÚMULA 54: Os juros moratórios fluem a partir do evento danoso. demonstrada a ocorrência da excludente de força maior . transmite-se aos sucessores daquele que sofreu o dano. RESPONSABILIDADE CIVIL. INOCORRÊNCIA. O direito de ação por dano moral é de natureza patrimonial e. deixando escoar o prazo. O aluno de auto-escola responde solidariamente com o proprietário do veículo pelos danos causados a terceiros. Trata-se de ação de indenização contra a concessionária ré devido à queda sofrida pelo autor quando embarcava. SÚMULA 492: A empresa locadora de veículos responde. pelos danos que a demolição de prédio causa no imóvel vizinho. tanto o autor do escrito quanto o proprietário do veículo de divulgação SÚMULA 281: A indenização por dano moral não está sujeita à tarifação prevista na Lei de Imprensa. . VEÍCULO DIRIGIDO POR MENOR. como passageiro. decorrente de publicação pela imprensa. Não há dano moral no fato de jornal publicar uma fotografia em que a recorrente aparece com os seios descobertos numa RESPONSABILIDADE CIVIL. A Seção. ACIDENTE AÉREO. TRÂNSITO. Foi proposta ação de indenização pela mãe e filhos menores devido à morte do esposo e pai em a INDENIZAÇÃO. vítima de atropelamento por composição férrea de propriedade da empresa ré. por ser personalíssimo o direito à defesa da honra. solidariamente com o empreiteiro .RESPONSABILIDADE CIVIL. SÚMULA 221: São civilmente responsáveis pelo ressarcimento de dano. Sucessão: princípios gerais. PRESCRIÇÃO. EXTRAVIO. 29. A Turma decidiu que. §3º. ACIDENTE DE TRÂNSITO. ACIDENTE. qu RESPONSABILIDADE CIVIL. O advogado que não interpõe o recurso cabível. civil e solidariamente com o locatário. BAGAGEM. o transportador só será civilmente responsável por danos causados ao transportado quando incorrer em dolo ou culpa SÚMULA 246: O valor do seguro obrigatório deve ser deduzido da indenização judicialmente fixada. A detonação de artefato explosivo colocado por terceiro dentro da composição ferroviária não constitui risco inerente ao contrato de trans INDENIZAÇÃO. ocorrendo acidente de trânsito com veículo dirigido por menor. DANO MORAL. exclui-se a responsabilidade civil dos motoristas dos veículos que colidiram. PENSÃO TEMPORÁRIA. Tendo o acidente sido causado por fato de terceiro. TREM. TRANSPORTE AÉREO. na estaç 14. SÚMULA 490: A pensão correspondente a indenização oriunda de responsabilidade civil deve ser calculada com base no salário-mínimo vigente ao tempo da sentença e ajustar-se-á à RESPONSABILIDADE. não conheceu dos embargos e manteve o entendimento do acórdão embargado. por imprudência. sem consultar o cliente sobre a des Acidente de trânsito sem vítima. no uso do carro locado. esta tese parecia ser a dominante Os herdeiros da vítima de dano moral não têm legitimidade ativa para propor ação de indenização. há a responsabilidade do empregador pela morte. de seu empregado. COMPROVADA INDUVIDOSAMENTE A COMPRA E VENDA DO VEÍC Respondem solidariamente a empresa fretadora (empresa que efetivamente presta o serviço de transporte) e afretadora (agenciador da viagem) pela indenização por danos causados a EAR. SÚMULA 109: O reconhecimento do direito a indenização. por maioria. não assistindo direito autônomo à indenização por danos morais a seus parentes. ainda que não exerça trabalho remunerado. prevale RESPONSABILIDADE. SÚMULA 491: É indenizável o acidente que cause a morte de filho menor.

491/1964. podem estipular. . ESPÓLIO. FESTEJOS. ainda que sem registro. mediante testamento cerrado. da Lei n. que rege os condomínios e incorporações imobiliárias. § 1º. SÚMULA 261: A cobrança de direitos autorais pela retransmissão radiofônica de músicas. § 1º.988/73 . PAGAMENTO. 1611. Havia resolvido. a fixação dos valores das quotas condominiais. DIREITO AUTORAIS. para que se determine a reserva de bens do espólio em razão de dívid 15. não exigível quando a orquestra for de amadores. DÍVIDAS. SÚMULA 447: É válida a disposição testamentária em favor de filho adulterino do testador com sua concubina. PARTES IGUAIS.SFH Direitos autorais Os condôminos. em assembléia. Outros STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STF 183 194 SUM 189 JC SUM SUM EJ442 SUM Condomínio Condomínio Condomínio Direitos autorais Direitos autorais Direitos autorais Direitos autorais Habitação . 5. TESTAMENTO. CC/1916). são indevidos direitos autorais quando o Poder Público organiza ou patrocina eventos em local público. a União Federal carece de legitimidade para figurar no pólo passivo da relação processual nas ações em que se questiona o reajuste de pr SÚMULA 386: Pela execução de obra musical por artistas remunerados é devido direito autoral. sem cobrança de ingressos. deixar seu RESERVA. DIREITO DE ACRESCER. O cônjuge supérstite tem direito de usufruir dos bens deixados pelo cônjuge falecido (art. de forma livre. nem remuneração de SÚMULA 63: São devidos direitos autorais pela retransmissão radiofônicas de músicas em estabelecimentos comerciais. desde que o façam CONDOMÍNIO DE CONSTRUÇÃO.STJ STJ STJ STF STJ STJ 166 171 171 SUM 201 256 Sonegados Partilha Usufruto Testamento Direito de acrescer Reserva de bens Para que haja interesse para a propositura de ação de sonegados. enquanto a partilha litigiosa é rescindível. ECAD. Discute-se sobre a cobrança de direitos autorais pela execução de obras musicais em festejos carnavalescos populares sem a cobrança de in Sob a ótica da Lei 5. deve ser feita conforme a taxa média de utilização do equipa Consoante entendimento pacificado do STJ. em estabelecimentos hoteleiros. facultou às partes ―construtor SÚMULA 260: A convenção de condomínio aprovada. sem que os herdeiros lhe dificultem esse direito. LEILÃO EXTRAJUDICIAL. Apesar de não conhecer do recurso. é eficaz para regular as relações entre os condôminos. O art 63. A partilha amigável que traz prejuízo à usufrutuária pode ser anulada. é necessário que haja uma declaração da inventariante de não existir mais nada a acrescer ao inventário. A ora falecida era solteira e sem descendentes ou ascendentes. BENS. a Turma firmou que. que visam ao rateio das despesas do condomínio.

já havia transcorrido o prazo prescricional ânuo. 2º. Se.A. esidenciais instituído nesta última.009/1990. bem de família supõe que a propriedade seja da entidade familiar. considerando passível de constrição judicial o bem familiar dado em garantia por obrigação decorrente de fiança concedida em contrato locatício . 8. tratando-se. da CF. pela 3ª Turma) ereceu embargos. a decisão mais recente tinha sido tomada com base nesta tese. não podendo alegar-se renú em sua anulação ao fundamento de que praticaram ato simulado. alegando impenhorabilidade. § 3º. sob pena de violação ao art. lastreando-se no princípio de que nin sa de compra e venda de lote urbano. agamento do aluguel de um imóvel menor. XXXVI. tas ao domínio temporal exclusivo das normas interpretadas. 5º. em realidade. quando da formulação do requerimento administrativo. (N. a prescrição atinge apenas as prestações vencidas antes do qüinqüênio anterior à propositura da ação. prosseguindo o julgamento. além de complemento de renda familiar. de contratos de mútuo com juros usurários. reafirmou que esses bens são absolutamente impenhoráveis em razão do disposto na Lei n. Então o Tribunal a quo afastou a anulação. por maioria. de vida. . : súmula editada na vigência do CC/1916) próprio direito reclamado. Isso posto. a conhecida "vaca-papel". a Seção. art. não se aplica a suspensão do prazo a que a Súmula 229-STJ se refere.ão ao Código Civil.: em 5/2005.

111. deve observar os seguintes critérios: a) se o teste de DNA for contrário às demais provas produzidas. N A. ra julgado o mérito ou mesmo em razção de falta de recursos financeiros do pai. 8. A presença dos mesmos é facultativa e. da Lei n. CA. não pode se sobrepor ao direito indisponível inerente à pessoa humana de descobrir a filiação do lado paterno. piração do prazo de apresentação do cheque. eróticas envolvendo crianças e adolescentes. 2º e 3º). têm certa conotação repressiva. protegido pela Constituição e pelo ECA. 240. por usucapião a ação reivindicatória julgada improcedente. com o trânsito em julgado da reclamatória trabalhista proposta pelo ex-marido. sim. adas a seus dirigentes (art. parágrafo único. na espécie. II. mesmo que esse já tenha sido apresentado pelo credor. devem ser computados na partilha. § 6º. pai desconhecido. pois. O uso real ou simulado de entorpecente. mas. munhão parcial de bens. além de atos libidinosos. 258 do ECA. ademais. e não sendo alcançada. o fechamento ou a dissolução da entidade. contudo a valoração dessa prova pericial. 149. por preceito constitucional posterior. ptura do matrimônio. portanto. não havendo. § 4o. existindo pai ou mãe da menor com pátrio poder. do ECA). não se tantes legais (art. em conjunto com os demais meios de prova admitidos em direito. e com eles contracenando. do ECA). por isso mesmo. oupança). a. incide no tipo descrito no art. o que privaria seus beneficiários do serviço assistencial em confronto com o próprio escopo do Estatuto e insuficiente para a ressocialização do menor e que a infração cometida admite a internação. CC/1916) não se aplicando os arts. e não os fatos já consumados no pass QUE A SENTENÇA NÃO A TENHA ENFRENTADO. II. do ECA. recisão (superior a 99%). cuja aplicação imediata implica apenas que este alcança os efeitos futuros de fatos passados. . 33. Se assim não fosse. indefere-se a guarda a um terceiro. poderia haver a suspensão. não foi reclamada pelo menor. Essas medidas perdem a razão de ser com o decurso de tempo e. 26 e 27 do CDC. um inadimplemento contratual. es ou responsáveis do menor (art. em realidade. induzindo menores à prática de infração pe par de espetáculo público em programa de televisão não supre a falta do alvará judicial. 178.não justifica o acolhimento da argüição de prescrição ou decadência. cabendo a multa prevista no art. 193. art. m ano (art. ainda que formalmente sejam preventivas. porquanto. que se falar na falta do exercício desse direito num determinado lapso temporal estip ei do tempo em que teria ocorrido. §§ 1º. a quantia confiada ao estabelecimento bancário representa direito de propriedade pertencente ao seu legítimo titular. não há vício no serviço. VI.069/1990) na audiência de apresentação não enseja nulidade da sentença por não se tratar de ilegalidade.

ão valor suficiente para proceder à satisfação ou liquidação do saldo devedor oriundo do contrato. domínio útil pertencente a particular. Logo não poderá sofrer condenação pois o imóvel já era foreiro. com a finalidade garantidora. O direito à exploração da jazida não se confunde com a propriedade do subsolo. por ser esta parte ilegítima ad causam como ré. s enda. o dé ativa aos valores recolhidos. o da hipoteca em favor da instituição financeira. não tem eficácia perante os adquirentes do imóvel. No caso. . Entretanto. conferindo direito a proteção possessória. tem direito a ser indenizado pelo valor econômico da concessão. afasta-se o gravame hipotecário. que assim fica sujeito às sanções previstas ando se trata de penhor sobre safra futura. no qual o recorrente interveio em negócio jurídico entre pessoa júridica (devedor principal) e o banco. reconheceu que a ação não deve ser contra a União. no que a Turma confirmou. para a procedência da ação de depósito. móvel em cujo subsolo se localiza a jazida. a comprovação de que a safra foi colhida. s objetos dados em garantia e a falta de sua entrega caracterizará a infidelidade do depositário.rente. de correção monetária aplicável aos depósitos bloqueados pelo Plano Collor I. é indispensável.

salvo expressa disposição de lei em contr o) do valor financiado. e investimento. Extinção. a Turma negou provimento ao recurso por entender que o sistema jurídico pátrio. o do ato administrativo. por quem o recebeu. 1. salvo os juros moratórios e os encargos do processo.030 do CC). ainda que não tenha figurado na ação de despejo (CPC. foi ultrapassado. como não se cuida de desistência da compra do imó . 568 c/c 584. o fiador de contrato de locação não se desobriga do encargo assumido. uição em dobro. iador ser responsabilizado por obrigação surgida após o óbito. exclui indenização maior a título de perdas e danos. Relações contratuais de fato. ga uxória prevista no artigo 235. culminando na ação de rescisão somada às perdas e danos e indenização.626/1933 (Lei de Usura). e como tal. 4º do Dec. III do Código Civil. CC). a responsabilidade do cônjuge supérstite persiste em relação à dívida anterior ao óbito. o entendimento de que. n. diante do art. ainda que prevista no contrato. venda movida ao fundamento de que o prazo de entrega do imóvel. como devedor solidário. tuir advogado com cláusula "ad judicia". que não lhe foi entregue. apesar de não caracterizar hipótese de fiança solidária (artigo 1493. Mas posteriormente a recorrida interpôs a presente ação ordinária de indenização po de e invalidade. inclusive o de tolerância. e segts). s os requisitos legais. em que a recorrente e a recorrida firmaram termo de distrato e quitação. Porém. 11 da Lei do Inquilinato. 22. Entretanto. 214-STJ). por impossibilidade de adimplir o valor das prestações. arts. é abusiva a retenção acima de 25% das quantias pagas pelo compromissário comprador.vo. Isso prevalece mesmo que haja cláusula expressa d omóvel para entrega futura. A Turma deu provimento apenas ao recurso adesivo da ré. não houve qualquer coação nem ofensa ao CDC. havendo resilição de contrato de compra e venda de imóvel. a responsabilidade do fiador pelos encargos previstos no pacto locatício original. A transação só pode ser rescindida por dolo. Prosseguindo o julgamento. o Tribunal a quo entendeu que o bem somente xecução. do art. exigiu o bem. de tal forma que não se compromete com a prorrogação do contrato que não tenha anuído (Súm. não pode ser rescindida por coação mpreitada) para execução de limpeza industrial nas áreas de descarrego e embarque. violência ou erro essencial quanto à pessoa ou coisa controversa (art. alidades dos contratos anteriores. a despeito da sub-rogação da locação pelas pessoas inscritas no rol do inciso I. I. n. Todavia. pagos quase 40% do preço total. Argumentou-se que.

na estação ferroviária. trafega em velocidade inadequada. No caso. no caso de pais separados. por tratar-se de responsabilidade contratual. À época do julgamento do REsp. ao expor o seio desnudo em local de grande concentração de pessoas. os juros moratórios fluem a partir da citação. daquele que detenha a guarda do filho. esta tese parecia ser a dominante no STJ) uanto o proprietário do veículo de divulgação. Presume-se maior do que a responsabilidade do transeunte. de 11/9/1990) quando o evento ocorreu na sua vigência. afastando-se a indenização tarifada prevista na Convenção de Varsóvia. a Terceira Turma. como passageiro.521. gente ao tempo da sentença e ajustar-se-á às variações ulteriores. manejan OSAMENTE A COMPRA E VENDA DO VEÍCULO.projétil de arma de fogo de vigilante da empresa prestadora de serviço de segurança. eis que. 1. o mandato foi outorgado a vários advogados com poderes para atuarem em conjunto ou isoladamente. uando embarcava. I. Se a seqüela já existia ao tempo em que o autor percebeu pensão temporária. e o entendimento do acórdão embargado. aplicando-se as regras do Código de Defesa do Consumidor (Lei n. A própria recorrente é que resolveu mostrar sua intimidade às pessoas. porque este tem obrigação de fiscalizar a obra. O patrão não comprovou a ausência de culpa no deltio praticado (há inversão do ônus da prova). O autor postula o recebimento da pensão no período da incapacidade temporária. a ré impugna a conclusão do acórdão sob o argumento de que estes deveriam ser indeferidos. e que envolva veículo alienado.078. Trata-se de ato ilícito cometido por terceiro de oportunidade imprevisível e natureza inevitável. desde então deve rece . considerando que a responsabilidade civil decorrente de acidente aéreo é regida pelos bagagem ou carga. do CC/1916. ente aparece com os seios descobertos numa praia. por maioria. negligência ou imperícia. em área de grande movimentação de pedestres. r o prazo. por imprudência. na medida que a vítima era dona-de-casa e não recebia re enização por danos morais a seus parentes. RESPONDE O NOVO PROPRIETÁRIO PELOS DANOS CAUSADO gem) pela indenização por danos causados a terceiros em transporte aéreo. acolheu pedido de decadência. respondendo todos solida eículos que colidiram. não resultando responsabilidade do transportador. responde pelos danos causados por sua omissão. no uso do carro locado. Quanto ao pedido de indenização por danos materiais. tendo a veiculação se limitado a registrar sobria o constitui risco inerente ao contrato de transporte. 8. m 05/2005. nsito com veículo dirigido por menor. não escolheu com critério a firma de vigilância (culpa in elig ea de propriedade da empresa ré. ansportado quando incorrer em dolo ou culpa grave. a do condutor de veículo de grande porte. qualquer veículo em sua direção. Ademais. sem consultar o cliente sobre a desistência. AINDA QUE NÃO EFETUADA A TRANSFERÊNCIA DO CERTIFICADO DE REGISTRO NA REPARTIÇÃO COMPETENTE. que afirmava não haver culpa in eligendo do empregador que compra bilhete de uma companhia aérea para que seu empregado viaje a serviço e este venha a sofrer um acidente aéreo. menores devido à morte do esposo e pai em acidente aéreo. prevalece a responsabilidade presumida. pela respectiva solidez e segurança da construção. de acordo com o art. que.

nem remuneração de artistas. independente da fração idea es imobiliárias. estipulado no mesmo valor. Sucede que. em caráter cu cobrança de ingressos. pela Comissão de Representantes. mediante testamento cerrado. nos ditames do art. deixar seus bens para duas primas mais velhas. aduzindo também que a sucessão de seu legado deveria seguir a linha de herdeiros de sua mãe. Da mesma forma. financiada sob as regras do Sistema Financeiro da Habitação – SFH. preservada a isonomia e descaracterizado o enriquecimento ilícito de alguns condôminos. por ocasião de seu óbito. de leilão extrajudicial da sua fração ide arnavalescos populares sem a cobrança de ingressos. ações em que se questiona o reajuste de prestações da casa própria. ficultem esse direito. desde que o façam obedecidos os requisitos formais. com a possibilidade de promoção. A nova orientação da Segunda Seção é a de que.ais nada a acrescer ao inventário. uma das beneficiárias reserva de bens do espólio em razão de dívida deixada pelo de cujus. 1. ainda que o espetáculo musical tenha sido realizado sem a cobrança de ingressos. incorporador e adquirentes‖ adotar sistema de penalização ao adquirente inadimplente. que seja representada por documento. facultou às partes ―construtor. dívida líquida e certa. não se exige que essa seja consubstanciada em título executivo. onforme a taxa média de utilização do equipamento. ido. O referido rateio. mas.018 do CPC. promovidos pela prefeitura do município. apurada em liquidação. sim. espesas do condomínio. não há como se lhe reconhecer legitimidade ou interesse para participar na execuçã .

ulação. Nesta instância. não podendo alegar-se renúncia do devedor a essa proteção legal. prosseguindo o julgamento. entendeu que os recorrentes poderiam reque . lastreando-se no princípio de que ninguém pode vir a juízo para alegar a própria torpeza (nemo auditur propriam turpitudinem allegans). 8.009/1990. a Turma. mesmo em se tratando de bens móveis. Note-se que a referida lei visa resguardar a própria família e não o devedor.n.

direito num determinado lapso temporal estipulado em lei. Cabe à instituição financeira devolver ao titular da conta, a qualquer tempo, o valor existente em sua caderneta de poupança, devidamente corrigido, sob pena de enriquecimento ilícito, ados, e não os fatos já consumados no passado.

do pela Constituição e pelo ECA. ntrário às demais provas produzidas, não se afasta a conclusão do laudo, mas converte-se o julgamento em diligência para que novo teste seja feito, em outro laboratório, a fim de minimizar a possibilidade de erro resultante, seja da técnica em s

m confronto com o próprio escopo do Estatuto.

e, ademais, não foi reclamada pelo menor. Note-se que foi nomeado curador especial ao adolescente, que declara ter companheira de 29 anos e filho de três anos de idade.

, induzindo menores à prática de infração penal, configura a corrupção descrita no art. 1º da Lei n. 2.252/1954. A Turma conheceu parcialmente do recurso e nesta parte lhe negou provimento.

rer condenação pois o imóvel já era foreiro, sendo contra ela a ação extinta. Ressaltou-se, ainda, que apesar do pedido exordial se referir a titularidade do imóvel e não ao domínio útil, não houve julgamento extra petita, pois o domínio útil sendo

com a finalidade garantidora. No caso, o débito não se vincula à vontade unilateral do recorrente quando da assinatura do contrato.

o, salvo expressa disposição de lei em contrário, veda o anatocismo, por ofensa à Lei de Usura, de acordo com a jurisprudência assente.

omo tal, não pode ser rescindida por coação. A interpretação restritiva que deve ser dada à transação é no sentido de que essa não deve ser ampliada por analogia ou alcançar situações não expressamente especificadas no instrumento, quand a presente ação ordinária de indenização por ilícito civil, consistente no fato de a área de limpeza exceder em três vezes a metragem original do edital. A controvérsia neste Superior Tribunal cingiu-se ao tema de se a existência dessa quitação

à dívida anterior ao óbito.

o compromissário comprador. valece mesmo que haja cláusula expressa de que sua responsabilidade perduraria até a efetiva devolução do bem. Tribunal a quo entendeu que o bem somente era devido após o pagamento de todo o preço, imputando a causa da rescisão ao próprio autor, mas reduziu a multa contratual prevista de 20% para 2%, conforme apregoa o art. 52, § 1º, do CDC. Iss

ão se cuida de desistência da compra do imóvel por mero ato de vontade da compradora, mas por descumprimento do prazo na entrega da obra, a construtora arca com os ônus daí advindos. Os valores recebidos são corrigidos e as despesas

om critério a firma de vigilância (culpa in eligendo) e não cuidou de fiscalizar, eficaz e permanentemente, a conduta do vigia (culpa in vigilando). e a vítima era dona-de-casa e não recebia remuneração. O fato de a vítima não exercer atividade remunerada não autoriza a concluir que, por isso, ela não contribuía com a manutenção do lar. Os trabalhos domésticos prestados no dia-a-dia po

em velocidade inadequada, eis que, manejando um instrumento que pode causar grandes danos a terceiros, encontra-se em situação privilegiada, em relação ao pedestre, e deve contar com a hipótese, bastante previsível, de ser a pista cruzad ROPRIETÁRIO PELOS DANOS CAUSADOS A TERCEIRO.

decorrente de acidente aéreo é regida pelos art. 97 e seguintes do Código Brasileiro do Ar; CBA e não pelo Código Civil de 1916. Na ocasião, o voto vencido defendia que, como a ação fora proposta com base no art. 159 do CC/1916, teria a pre Convenção de Varsóvia.

a a sofrer um acidente aéreo. ou isoladamente, respondendo todos solidariamente pela desídia de permanecerem inertes quanto à interposição da apelação.

ndo a veiculação se limitado a registrar sobriamente o evento, sem citar o nome da recorrente.

u pensão temporária, desde então deve receber a pensão no mesmo percentual deferido para o período ulterior, do pensionamento vitalício (40%). A situação de não ter ocorrido, ao menos até o momento, redução salarial, não afasta a postulaç

ocasião de seu óbito, uma das beneficiárias já havia falecido. Diante disso, a beneficiária sobrevivente intitulou-se herdeira universal pelo direito de acrescer, fato contestado por um dos primos da testadora falecida. Isso posto, a Turma, prosseg umento, nos ditames do art. 1.018 do CPC.

o mesmo valor, independente da fração ideal de cada condômino, não caracteriza enriquecimento ilícito daquele proprietário da fração ideal maior. Os custos, em regra, não são proporcionais ao tamanho das unidades, mas referem-se à manute ntes, de leilão extrajudicial da sua fração ideal do terreno e da parte construída, a fim de evitar interrupção na obra. Protegem-se, assim, os interesses dos demais adquirentes, que têm que arcar com todos os custos da construção. Entretanto t

sem a cobrança de ingressos, em caráter cultural popular, são devidos direitos autorais aos titulares das obras musicais. A Lei n. 9.610/1998 introduz o elemento novo ao estabelecer a necessidade de prévia e expressa autorização do autor ou

dade ou interesse para participar na execução extrajudicial de hipoteca constituída sobre o imóvel objeto de tais mútuos, eis que dita execução em nada a beneficia ou prejudica.

ntendeu que os recorrentes poderiam requerer, em juízo, a anulação daquele ato simulado, determinando a remessa dos autos ao Tribunal a quo para que proceda ao julgamento da apelação. É necessário admitir que um dos contratantes requ

orrigido, sob pena de enriquecimento ilícito, tendo em vista que ela se beneficiou dos rendimentos ao longo do tempo.

dade de erro resultante, seja da técnica em si, seja de equívoco na coleta e manuseio do material necessário ao exame, b) se caso o segundo teste de DNA confirmar o resultado do primeiro, devem ser afastadas as demais provas produzidas,

mento extra petita, pois o domínio útil sendo menos do que a propriedade plena está contido no pedido.

amente especificadas no instrumento, quando o débito tratar de parcelas distintas. A transação pressupõe concessões mútuas dos interessados e produz entre as partes o efeito de coisa julgada. ao tema de se a existência dessa quitação mútua quando do distrato era mera quitação (em que incidiria a Súm. n. 5-STJ), ou transação (com possibilidade de ser revisado). O voto-vista condutor do acórdão entende: quando há dúvida quanto

conforme apregoa o art. 52, § 1º, do CDC. Isso posto, nesta instância especial, a Turma entendeu que a situação assemelha-se àquela em que o adquirente de imóvel resolve desistir da compra ou é taxado de inadimplente, levando a restituir o

res recebidos são corrigidos e as despesas de publicidade, administração e corretagem efetuadas são perdas da construtora. Outrossim, se não houve reciprocidade na culpa não tem como se imputar perda de valores em desfavor da autora.

159 do CC/1916. na proporção do grau de sua culpa. não afasta a postulação indenizatória sob a forma de pensão. ficou reconhecida: 1. Comprovada a culpa concorrente do pedestre no evento danoso. redução salarial. bastante previsível. Na hipótese. a indenização por dano moral e material fixada na senten com base no art. Reconhecida a in . deve ser reduzida. As autoras interpuseram ação rescisória na qual. de ser a pista cruzada por indivíduos a pé. gerando reflexos patrimoniais imediatos. indício de que se. embora a redação do art. por maioria. pois o que se ressarce é o comprometimento da higidez física. e não uma mera compensação circunstancial. da saúde da pessoa sinistrada. a jurispr ento.que. teria a prescrição de ser prevista naquele Código.balhos domésticos prestados no dia-a-dia podem ser mensurados economicamente. 150 do CBA refira-se a decadência. releva ainda considerar que os recorrentes litigam sob o benefício da assistência judiciária.

O cuidado do legislador justifica-se ante a extrema restrição de direitos que sofrerá a parte inadimplente. havendo espetáculo gratuito subvencionado p . Assim. pois a falecida fez por bem colocar no testamento que o bens fossem deixados ―em partes iguais‖. Com ou sem objetivo de lucro. Entretanto tal procedimento instituído pela citada lei requer convenção expressa. aos pagamentos de impostos e funcionários. o que denota que. a comunicação depende de autorização do autor. prosseguindo o julgamento. entendeu que não há direito de acrescer. Isso posto. mas referem-se à manutenção das áreas comuns.adora falecida. todos os custos da construção. e prévia e expressa autorização do autor ou titular do direito para que a comunicação seja levada ao público. mesmo tendo-os no nho das unidades. a Turma.

que o novo Código Civil não mais distingue a simulação inoce .ssário admitir que um dos contratantes requeira a anulação do ato simulado com fraude à lei para que se faça cessar a própria fraude e se aplique a lei turbada. Anotou-se. também.

er afastadas as demais provas produzidas. deve o pedido ser apreciado em atenção às demais provas produzidas. . e c) se o segundo teste de DNA contradizer o primeiro. e acolher-se suas conclusões.

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porquanto o fundamento da transação reside na incerteza. não resta outra alternativa senão a de valorar o citado instrumento como um típico contrato de transação. na dúvida axado de inadimplente. o que incide na espécie é a cláusula penal prevista no art. levando a restituir o bem e a ter de volta as prestações pagas. 916 ar perda de valores em desfavor da autora. descontadas de percentual em favor da vendedora. Assim. a título de despesa administrativa.acórdão entende: quando há dúvida quanto à execução do contrato. .

3. indício de que a vítima pertencia à família de poucas posses. o trabalho passa a ser exercido com maior sacrifício para o obreiro. desde então. 343-STF. Com base no voto mpensação circunstancial. a jurisprudência vem considerando que a hipótese é de prescrição.que a prescrição não ocorreu contra as menores (art. n. 169. 2. 150 do CBA refira-se a decadência. tem-se que. em se tratando de família de baixa renda ão por dano moral e material fixada na sentença. CC/1916). daí a necessidade da indenização .efício da assistência judiciária. I. Reconhecida a incapacidade parcial laboral por perda de dois dedos da mão esquerda.afastou a aplicabilidade da Súm. Isso porque. fato que só vem a reforçar a idéia do prejuízo causado com sua ausência para a economia do lar.

pela nova lei. parte inadimplente. como no caso. de qualquer maneira. mesmo tendo-os nomeados conjuntamente. avendo espetáculo gratuito subvencionado pelo município ou quando não houver cobrança de ingressos. serão devidos os direitos autorais. . o que denota que.uais‖. determinou o quinhão cabível a cada uma das beneficiárias (verbis tantum).

o Civil não mais distingue a simulação inocente da fraudulenta e nem proíbe que um dos contratantes alegue a simulação em defesa .

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na dúvida em que se encontram os que transigem quanto ao conteúdo. vigente à época.078/1990. validade pécie é a cláusula penal prevista no art.o da transação reside na incerteza. porém limitada pela Lei n. extensão. 916 e seguintes do CC/1916. 8. que lhe .

A Turma.ue. daí a necessidade da indenização por esse sofrimento adicional. Com base no voto vencido na AR. A Seç o obreiro. de modo que o dade da Súm. por maioria. n. em se tratando de família de baixa renda. a companhia aérea propôs os presentes embargos infringentes. a mantença do grupo é fruto da colaboração de todos. conheceu do recurso do autor . 343-STF.

a obrigação do pagamento do saldo remanescente é pessoal do devedor principal. a instituição financeira ao receber o título por endosso.Comercial 01. CORREÇÃO MONETÁRIA. Empresa: conceito 02. mas O pagamento antecipado do valor residual garantido pode ser feito a qualquer tempo. pela qual o produtor rural promete entregar seu produto ao credor ou à su SÚMULA 016: A legislação ordinária sobre crédito rural não veda a incidência da correção monetária. Transformação. A venda extrajudicial do bem alienado fiduciariamente não leva. Títulos de créditos: noções e espécies. alienação fiduciária e arrendamento mercanti TJ-SC STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ STJ STF STF SUM 161 JC JC JC SUM SUM SUM SUM 051 SUM 177 SUM SUM SUM 110 171 JC SUM 053 397 Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Consórcio Crédito rural Crédito rural Crédito rural Crédito rural Leasing Leasing Leasing Leasing Alienação fiduciária Alienação fiduciária 001 . CÓPIA TRIPLICATA. subcontratos. lugar. EXCLUSÃO. a Corte Especial decidiu que o pagamento antecipado do valor re É válida a cláusula de contrato de arrendamento mercantil que prevê o reajuste das prestações com base na variação SÚMULA 293: A cobrança antecipada do valor residual garantido (VRG) não descaracteriza o contrato de arrendament Depositário Infiel. da ampla defesa e do contrad SÚMULA 035: Incide correção monetária sobre as prestações pagas. deverá tomar as devida EXECUÇÃO. ENTREGA. Dando provimento a recurso extraordinário interposto pelo Ministério Público Federal. de tal modo que se admite.024/74). o prazo de p A liquidação extrajudicial das instituições financeiras se funda no interesse público de garantir a execução da política m 05. STJ 255 Exclusão de sócio SOCIEDADE CIVIL. não se deve tolerar imp SÚMULA 387: A cambial emitida ou aceita com omissões. ASSEMBLÉIA-GERAL. PRESCRIÇÃO. A cópia autenticada de triplicatas mercantis protestada SÚMULA 060: É nula a obrigação cambial assumida por procurador do mutuário vinculado ao mutuante. sem que o exercício de aludida fa Alterando entendimento exposto na Súmula 263-STJ. no exclusivo in Embora admissível. Sociedade: princípios gerais e classificação. reveste-se de plena legitimidade . SÓCIO. a discussão da relação jurídica Em se tratando de duplicata não aceita. nas condições em que prevista pelo DL nº 911/69.ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA EM GARANTIA. à extinção da responsabilidade dos garantes p Não cabe prisão civil do devedor que descumpre contrato garantido por alienação fiduciária. quando de sua restituição. SÚMULA 093: A legislação sobre cédulas de crédito rural. não há que se falar em restituição integral das parcelas pagas em razão do disposto no art. Exclusão de sócio. Contratos e obrigações mercantis: formação. HÁ SALD Na alienação fiduciária.929/1994). coligados. 6. inominados. excepcionalmente. SÚMULA 092: A terceiro de boa-fé não é oponível a alienação fiduciária não anotada no Certificado de Registro do veíc SÚMULA 245: A notificação destinada a comprovar a mora nas dívidas garantidas por alienação fiduciária dispensa a in Alienação Fiduciária. MERCADORIA. Provido o recurso. ou em branco. VENDIDA A COISA GARANTIDA FIDUCIARIAMENTE. TRF-1 EJ437 Liquidação TRF-1 EJ437 Liquidação Encontrando-se a empresa sob regime de liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central do Brasil. determinou-se a convocação de a 04. Liquidação e dissolução de entidades financeiras (Lei n. cisão e incorporação de sociedades. SE. comercial e industrial admite o pacto de capitalização de juro SÚMULA 298: O alongamento de dívida originada de crédito rural não constitui faculdade da instituição financeira. nominados. a Turma casso A prisão civil do devedor fiduciante. 8. No trato de nota promissória que perdeu sua execu SÚMULA 258: A nota promissória vinculada a contrato de abertura de crédito não goza de autonomia em razão da iliqu 06. seja o título firmado em branco para preenchimento pelo portador. No caso da alienação fiduc SÚMULA 028: O contrato de alienação fiduciária em garantia pode ter por objeto bem que já integrava o patrimônio do SÚMULA 072: A comprovação da mora é imprescindível à busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente. O DL 911/69 não ofende os princípios constitucionais da igualdade. STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ SUM 167 172 255 SUM 172 SUM 174 256 SUM Aval Cheque Duplicata Duplicata Fundamentos Generalidades Generalidades Nota promissória Nota promissória Nota promissória SÚMULA 026: O avalista do título de crédito vinculado a contrato de mútuo também responde pelas obrigações pactua A autonomia do cheque não é absoluta. pode ser completada pelo credor de boa-fé a Não descaracteriza a nota promissória o simples fato de a assinatura do emitente constar no verso do documento. em tese. 53 Após a venda extrajudicial do bem. por si. STJ 166 Classificação As empresas que atuam como corretoras na bolsa de mercadorias (bens móveis) e futuros não necessitam de autoriza 03. em virtude da retirada A cédula de produto rural (Lei n. liquidação e dissolução de sociedades. desd NOTA PROMISSÓRIA.

SÚMULA 417: Pode ser objeto de restituição. XII). inclusive a remuneração do síndico. PEDIDO. ocasional. PRÊMIO. mas protestada. definidos por lei como crédito privilegiado. Trata-se de habeas corpus para sustar o decreto de prisão por descumprim EXECUÇÃO FISCAL. a duplicata não aceita. julgando mandado de segura DANO MORAL. PRISÃO. dinheiro em poder do falido. não se incluindo no crédito habilitado em falência.07. A embriaguez apenas episódica. situ SÚMULA 061: O seguro de vida cobre o suicídio não premeditado. quando tal marca já e O registro de denominação social ou nome de fantasia perante as Juntas Comerciais. 35. que o atraso no SEGURO. Relativamente aos créditos trabalhistas. no contrato de seguro que prevê cobertura de da . CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. art. O Brasil não usou da faculdade prevista no art. ou Não se pode considerar doença preexistente a que surgiu depois de celebrado o contrato de seguro em grupo com a pr A premeditação que se refere a Súm. na falência. (SÚMUL Proprietários e usufrutuários de imóvel comercial intentaram ação indenizatória contra seguradora. pelo segurado. prevalece o mai A mera exposição à venda dos produtos falsificados. deve ser atendida antes de qualquer c SÚMULA 565: A multa fiscal moratória constitui pena administrativa. goza SÚMULA 248: Comprovada a prestação dos serviços. Respaldado na teoria da desco SENTENÇA. EXTENSÃO. de mais de um imóvel financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação. 7º. DESCONSIDERAÇÃO. Outros TJ-SC STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ SUM 176 SUM SUM SUM SUM 160 160 162 170 175 190 191 192 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 172 172 186 190 194 SUM SUM SUM 195 196 054 200 Concordata Concordata Concordata Concordata Concordata Concordata Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Seguros Seguros Seguros Seguros Seguros Seguros Seguros Seguros Falência Falência Comércio exterior Seguros 008 . DANO PESSOAL. a Turma entendeu. n. SÚMULA 264: É irrecorrível o ato judicial que apenas manda processar a concordata preventiva. não podem ser habilitados na concordata. TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JUR Importação de Bens de Consumo Usados. SÍNDICO. é O programa de computador (software) inclui-se no conceito de obra intelectual (Lei 9610/98. INDISPONIBILIDADE. independentemente de prova quanto á efetiva comercialização. nem p SÚMULA 008: Aplica-se a correção monetária aos créditos habilitados em concordata preventiva. Trata-se de execução fiscal interposta pe SÚMULA 029: No pagamento em juízo para elidir falência. independe de ter sido a antecipa SÚMULA 250: É legítima a cobrança de multa fiscal de empresa em regime de concordata. ATRASO. Após. as restituições decorrentes de adiantamento de contrato de câmbio têm preferência sobre os créditos traba São devidos os juros moratórios anteriores à decretação da quebra. TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ 102 109 109 168 171 200 Proteção legal Proteção legal Conflito entre registros Proteção legal Proteção legal Proteção legal O Ministério da Agricultura pode exigir de empresa que altere marca de produto que industrializa. LEI DE FALÊNCIAS. é título hábil para instruir SÚMULA 307: A restituição de adiantamento de contrato de câmbio. juros e honorários de advo SÚMULA 036: A correção monetária integra o valor da restituição. Os honorários advocatícios. A Turma reafirmou que. Prosseguindo o julgamento. EMBRIAGUEZ OCASIONAL. SEGURO. só correm juros até a decretação da falência. PRAZO. um efetuado no INPI e outro em Junta Comercial. PERSONALIDADE JURÍDICA. FALÊNCIA. à conta de contrato de câmbio. assim como o registro de marca Na hipótese de existência de conflito entre registros. na falência. são devidos correção monetária. 61-STJ é aquela existente no momento em que se contrata o seguro. por si só. independentemente da existência de ativo suficien Só há obrigação de indenizar por abuso no pedido de falência quando a sentença indefere o pedido por ausência de se HC. Propriedade industrial: invenções e marcas. BENS. não é excludente do dire SÚMULA 031: A aquisição. requerida em c SÚMULA 219: Os créditos decorrentes de serviços prestados à massa falida. Reformada decisão do TRF da 5ª Região que. PATENTE. recebido em nome de outrem. salvo durante o perío SÚMULA 133: A restituição da importância adiantada. ACORDO TRIPS. MASSA FALIDA. só se o ativo da massa fali A exclusão de crédito do quadro de credores da falência pode ser obtida mediante o processo ordinário a que se refere O fato de existir uma ação revisional não leva à conclusão de que seja impossível a propositura de uma ação falimenta Na falência.A CORREÇÃO MONETÁRIA INCIDE SOBRE OS CRÉDITOS HABILITADOS EM CONCORDATA PREVENTIVA. 65 do Acordo sobre 08. por haverem locado SEGURO. ART. por maioria. SÚMULA 257: A falta de pagamento do prêmio do seguro obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Autom FALÊNCIA. PARCELA. conceito e proteção legal. em caso de adiantamento de câmbio.

não a partir do ajuizamento da ação ordinári abertura de crédito não goza de autonomia em razão da iliquidez do título que a originou. Cabe ao Banco Central do Brasil decretar a ontrato de mútuo também responde pelas obrigações pactuadas. No entanto . 53 do CDC. em razão da modificação súbita da política cambial. ito rural não constitui faculdade da instituição financeira. ou em branco. Indispensável. exige prévia notificação do devedor em caso de endos ão veda a incidência da correção monetária. sendo ilícita a execução contra os garantes (fiador. é incidente a correção monetária de maneira ampla. no exclusivo interesse deste. nco para preenchimento pelo portador. ceira ao receber o título por endosso. 75 da Lei Uniforme) e não houver dúvidas quanto às obrigações assumidas pelo s NETÁRIA. deverá tomar as devidas precauções para verificar a regularidade na emissão da cártula. quando no contrato figurar como devedor solidário. e prevista pelo DL nº 911/69. avalista ou terceiro interessado). como no caso de ter havido prática comercial ilícita e criminosa. fato superveniente que tor arantido (VRG) não descaracteriza o contrato de arrendamento mercantil. portanto o alienante não deve ser equiparado ao depositário inf ntia pode ter por objeto bem que já integrava o patrimônio do devedor. PODE O CREDOR. produtor rural promete entregar seu produto ao credor ou à sua ordem no local e nas condições nela estabelecidas. não se deve tolerar imposição do credor que importe ficar com a faculdade de preenchê-lo como lhe parecer adequado. que esvazia a cártula. ação fiduciária não anotada no Certificado de Registro do veículo automotor. reveste-se de plena legitimidade constitucional e não transgride o sistema de proteção instituído pela Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de .cadorias (bens móveis) e futuros não necessitam de autorização do Banco Central para o seu funcionamento. alienação fiduciária e arrendamento mercantil (leasing). excepcionalmente. EXECUTAR O AVALISTA DO TÍTULO EMITIDO EM GARANTIA DO PAGAMENT integral das parcelas pagas em razão do disposto no art. à busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente. visto que o devedor tem o direito a receber o saldo apurado com a venda extrajudicial do bem e não é possível negar ento do saldo remanescente é pessoal do devedor principal. à extinção da responsabilidade dos garantes pelo pagamento do saldo residual remanescente. a discussão da relação jurídica adjacente. a antecipação do VRG não afeta a intenção das partes. comercial e industrial admite o pacto de capitalização de juros. No caso da alienação fiduciária em garantia não se tem um contrato de depósito genuíno. A cópia autenticada de triplicatas mercantis protestadas acompanhadas pelas notas fiscais de saída da mercadoria com seu comprovante de entrega é título hábil a embasar a execu procurador do mutuário vinculado ao mutuante. quando de sua restituição. que o credor dê a eles ciência de que vai alienar o garantido por alienação fiduciária. 57. o leva. DIDA A COISA GARANTIDA FIDUCIARIAMENTE. POR ELE. assinatura do emitente constar no verso do documento. ao conceder ao proprietário fiduciário a faculdade de requerer a busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente (art ções pagas. afirmando a diversidade entre a condição jurídica do devedor na alienação fiduciária e a do depositário. determinou-se a convocação de assembléia-geral de sociedade civil (clube social) para exame de recurso interposto por sócios excluídos (art. a nas dívidas garantidas por alienação fiduciária dispensa a indicação do valor do débito. . po il que prevê o reajuste das prestações com base na variação da cotação de moeda estrangeira. Alteração de entendimento orte Especial decidiu que o pagamento antecipado do valor residual em garantia (VRG) não descaracteriza o contrato de leasing. HÁ SALDO DEVEDOR. desde que preenchidos os demais requisitos (art. ubcontratos. sem que o exercício de aludida faculdade contratual descaracterize o contrato de leasing. direito do devedor nos termos da lei. se admite. o prazo de prescrição da ação para postular indenização por eventuais danos deve ocorrer a partir da cessação da liquidação. por sua natureza. É sabido que o endossatário deve proceder ao protesto do tít ORIA. mas. pode ser completada pelo credor de boa-fé antes da cobrança ou do protesto. nda no interesse público de garantir a execução da política monetária e de crédito do governo – dependente que é da normalidade do mercado. mas intermediadoras. a Turma cassou decisão do STJ que. os constitucionais da igualdade. entretanto. ser feito a qualquer tempo. No trato de nota promissória que perdeu sua executividade diante da prescrição. GERAL. em virtude da retirada ou exclusão do participante de plano de consórcio. ário interposto pelo Ministério Público Federal. Crédito rural. da ampla defesa e do contraditório. Provido o recurso. devendo sobressair a vontade das partes. por si. pois não são consideradas instituições financeiras. Código Civil) n ajudicial decretada pelo Banco Central do Brasil.

inistrativa. pode ser obtida mediante o processo ordinário a que se refere o art. mpresa em regime de concordata. XII). salvo durante o período compreendido entre as datas de vigência da Lei 7. estão compreendidos os danos morais. de câmbio.02. conferem à empresa que os tenha obtido o direito de utilizar com exclusividade. nem podem nela ser exigidos.4. 209 do Código de Propriedade Industrial. por maioria. requerida em concordata ou falência. deve ser atendida antes de qualquer crédito. privilegiado. (SÚMULA 061: O seguro de vida cobre o suicídio não premeditado. quando tal marca já estiver registrada no INPI. recebido em nome de outrem. Tal circunstância não configura agravamento do risco previ m imóvel financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação. URÍDICA. a Turma entendeu. é título hábil para instruir pedido de falência. . da quebra. Acontecido o sinistro. ou do qual. embora o juiz. só se o ativo da massa falida for suficiente para pagar o principal . não é excludente do direito à cobertura securitária pelo falecimento em acidente de trânsito.a. 7º. assim como o registro de marca junto ao INPI. 99. Respaldado na teoria da desconsideração da personalidade jurídica. em todo o território nacional. uma vez que tal exposição o de obra intelectual (Lei 9610/98. na falência. o limite é de 12% a.611/1945. pois o advogado dispõe das vias processuais adequadas para fazer valer seus direitos. inclusive a remuneração do síndico.274. ocasional. Após. prevalece o mais antigo. PEDIDO. enas episódica. gozam dos privilégios próprios dos trabalhistas.) am ação indenizatória contra seguradora. existente no momento em que se contrata o seguro.86. juros e honorários de advogado. de 10. té a decretação da falência.661/1945. o de que seja impossível a propositura de uma ação falimentar com base no título que está sendo objeto da ação revisional. não tivesse ele a disponibilidade. NOS TERMOS DA LEI Nº 6. stituição. MASSA FALIDA. onta de contrato de câmbio. ex vi do art. em caso de adiantamento de câmbio. não exime a seguradora da obrigação de pagamento dos seguros. julgando mandado de segurança preventivo impetrado contra ato do gerente do Serviço de Comércio Exterior. SÍNDICO. de postergar a aplicação do referido tra RÉDITOS HABILITADOS EM CONCORDATA PREVENTIVA. por si só. Não há invasão de competência administrativa do INPI no caso em tela. uma vez que a substituta aceitou os integrantes da apólice anterior. A prisão administrativa prevista no citado artigo da Le A. dos à massa falida. DE 8. dinheiro em poder do falido. da Agência Centro do Banco do Brasil de For afirmou que. 7. de 27. Trata-se de execução fiscal interposta pelo INSS em processo falimentar. asil não usou da faculdade prevista no art. em respeito aos critérios de originalidade e novidade. não podem ser habilitados na concordata. 7. pendentemente de prova quanto á efetiva comercialização. 65 do Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio – TRIPS. por haverem locado o referido imóvel mediante contrato com cláusula obrigatória de ajustar seguro contra incêndio. a segura o julgamento.81. previstas no art. ncia quando a sentença indefere o pedido por ausência de seus requisitos. 20 da Lei n. no seu arbítrio. possa ver se é o caso ou não de to de contrato de câmbio têm preferência sobre os créditos trabalhistas. não se incluindo no crédito habilitado em falência. A matéria trata de saber se é possível.ainda assim. mas protestada. independe de ter sido a antecipação efetuada nos quinze dias anteriores ao requerimento da concordata. pedindo a restituição das contribuições previdenciárias descontadas dos salários dos emprega . o síndico da massa falida pode pedir ao juiz a extensão dos efeitos da falência às socied EORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. no contrato de seguro que prevê cobertura de danos pessoais. situados na mesma localidade. por lei ou contrato. a ex fetuado no INPI e outro em Junta Comercial.ere marca de produto que industrializa. é hábil para justificar a condenação em danos materiais (art.84. uplicata não aceita. da Lei de Falências. obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) não é motivo para a recusa do pagamento da indenização. s habilitados em concordata preventiva. determinar-se de ofício a indisponibilidade cisão do TRF da 5ª Região que. que o atraso no pagamento de parcela do prêmio suspende a cobertura securitária. na sentença declaratória de falência. e do Decreto-lei 2. Não incide o citado dispositivo quando a extinção do processo é por vício de habeas corpus para sustar o decreto de prisão por descumprimento das obrigações do falido. 35 do DL n. parágrafo único. rante as Juntas Comerciais. são devidos correção monetária. depois de celebrado o contrato de seguro em grupo com a primeira companhia seguradora.12. art.899.283. nda processar a concordata preventiva. independentemente da existência de ativo suficiente para pagamento do principal.

§ 4º. 15. conforme o art. 3º. caput) e ao restringir a matéria de defesa alegável em contestação (art. mas. LISTA DO TÍTULO EMITIDO EM GARANTIA DO PAGAMENTO DA QUANTIA MUTUADA. V. concedera habeas corpus para afastar a prisão civil do paciente decretada em ação de busca e apreensão convertida em ação pela Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica). ade do mercado. e maneira ampla. g. lo como lhe parecer adequado. 57. 3º.474/1968). não a partir do ajuizamento da ação ordinária. contudo a instituição fina seu comprovante de entrega é título hábil a embasar a execução de título extrajudicial. e não houver dúvidas quanto às obrigações assumidas pelo subscritor.decisões de ambas as Tu rer a busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente (art. OS TRATADOS INTERNACIONAIS. É sabido que o endossatário deve proceder ao protesto do título a fim de não perder o direito de regresso contra o endossante (art. que esvazia a cártula.: o STF já decidiu pela constitucionalidade da prisão civil do devedor na alienação fiduciária . 13.A. é possível . determ urídica do devedor na alienação fiduciária e a do depositário. Precedentes. que o credor dê a eles ciência de que vai alienar o bem. fato superveniente que tornou as prestações excessivamente onerosas. NECESSARIAMENTE SUBORDINADOS À AUT . 5. por determinado preço. para se confirmar ou alterar o local da entrega. sobressair a vontade das partes. da Lei n. ado com a venda extrajudicial do bem e não é possível negar ao credor o direito de receber o valor do financiamento contratado.nsideradas instituições financeiras. a revisão dessa cláusula. da Lei 6024/74. mas intermediadoras. Alteração de entendimento do STJ que provocará o cancelamento da súmula STJ/263. exige prévia notificação do devedor em caso de endosso (que deve ser completo). sim. ecurso interposto por sócios excluídos (art. § 2º). O ato liquidatório promana do jus imperii do Es riminosa. do CDC. do vencimento do débito. Código Civil) no prazo de trinta dias a contar do trânsito em julgado da decisão. 6º. a antecipação do VRG não afeta a intenção das partes. pois é absolutamente desinfluente para a caracterização do contrato de leasing o fato de as partes estipularem preço simbólico ou ificação súbita da política cambial. Cabe ao Banco Central do Brasil decretar a intervenção extrajudicial nos estritos casos previstos no art. ureza. ntretanto. ortanto o alienante não deve ser equiparado ao depositário infiel (N. deve ocorrer a partir da cessação da liquidação. inc.

a seguradora se recusa a solver a indenização por ter sido o incêndio provocado.454 do CC/1916. e do Decreto-lei 2. da Agência Centro do Banco do Brasil de Fortaleza-CE. em todo o território nacional. e utilizar com exclusividade.strativa do INPI no caso em tela. no seu arbítrio.86. visto que. ao Comércio – TRIPS. uições previdenciárias descontadas dos salários dos empregados. 1/1945. itado dispositivo quando a extinção do processo é por vício de citação ou depósito elisivo. Entende-se. Acontecido o sinistro. ou mesmo suspendê-la enquanto se decide a anulatória. restando revogado pelos incisos LXI e LXVII do art. assim. não se aplicando automaticamente tal dispositivo. que vulgariza a marca. para fraudar a lei ou prejudicar terceir ratória de falência. de postergar a aplicação do referido tratado. de 27. reconhecera ao impetrante o direito à obtenção de licença de importação de veículo usado.283. afeta a imagem e a reputação comercial de sua legítima proprietária. ter renunciado à faculdade ao aplicar desde logo (1 suais adequadas para fazer valer seus direitos. bora o juiz. O Tribunal a quo admitiu a procedência do pedido. 1. o de pagamento dos seguros. ode pedir ao juiz a extensão dos efeitos da falência às sociedades do mesmo grupo. Tal circunstância não configura agravamento do risco previsto no art. O juízo de falência também está autorizado a determinar medidas cautelares inomina mércio Exterior. determinar-se de ofício a indisponibilidade de bens de ex-diretor da empresa falida. mas não repassadas à autarquia. 5º da CF/1988. isso se houver evidências de sua utilização com abuso de direito.02. uma vez que tal exposição. perante a generalidade de o Código de Propriedade Industrial. justar seguro contra incêndio. um sócio da empresa locatária e outro foram o. com sinal externo capaz de distingui-la. o pagamento da indenização. O Tribunal entendeu que .84. possa ver se é o caso ou não de tomar outra medida. A prisão administrativa prevista no citado artigo da Lei de Falências não subsiste. a expressão que lhes constitui como título de estabelecimento. considerando incabível a inclusão de os integrantes da apólice anterior. 12.

antecipadament me o art. 5. determinantes. ecretada em ação de busca e apreensão convertida em ação de depósito. da Lei n. 6º. ou se o arrendatário deposita. V. de leasing o fato de as partes estipularem preço simbólico ou de inexpressivo valor para o exercício da opção de compra do bem arrendado.a Lei 6024/74. a revisão dessa cláusula.decisões de ambas as Turmas). com todo (art. o eventual protesto c do devedor na alienação fiduciária . NACIONAIS. NECESSARIAMENTE SUBORDINADOS À AUTORIDADE DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. Se o liquidante. inexistindo causa para o título. do CDC. § 4º. determinando a distribuição eqüitativa (metade) dos ônus entre arrendaste e arrendatário. NÃO PODEM LEGITIMAR INTERPRETAÇÕES QUE RESTRINJAM A EFICÁ .474/1968). O ato liquidatório promana do jus imperii do Estado. inc. ao controle jurisdicional. assume o risco de que. 13. quanto às formalidades e seus motivos. mas sujeita-se. contudo a instituição financeira ao deixar de tomar as medidas necessárias.

os quais devem ser avaliados levando-se em conta que.sinal externo capaz de distingui-la. Essa providência prescinde de ação autônoma. considerando incabível a inclusão de juros no valor a restituir e. A ocado.024/1974 e Lei de Falências). Não obstante ser fraudulento o incêndio. 6. de outras que operam no mesmo ramo de atividade. I. se. para fraudar a lei ou prejudicar terceiros (Lei n. de sua legítima proprietária. Dessarte. de ofício. a recorrida tem direito à extensão do prazo de e LXVII do art. do CP. um sócio da empresa locatária e outro foram condenados criminalmente como incursos no art. desde que presentes os requisitos. ter renunciado à faculdade ao aplicar desde logo (1º/1/1995) o TRIPS em sua ordem jurídica interna (Dec. 250. ainda. assim. no processo falimen nça de importação de veículo usado. determinou que a restituição fosse processada após a satisfação dos créditos trabalhistas. O Tribunal entendeu que a Portaria nº 8/91 do Departamento de Comércio Exterior do Ministério da Fazenda ? que proíbe a importação de bens de con .355/1994). perante a generalidade de pessoas. persiste a resp o com abuso de direito. n. ém está autorizado a determinar medidas cautelares inominadas. 5º da CF/1988. a procedência do pedido. 1. § 1º. visto que.

não logra comprovar os motivos embasadores do ato liquidatório e recomenda o não prosseguiment o de que. com todo seu poder investigatório. Reconhecido o ilícito civil. mesnalmente. inexistindo causa para o título.erminantes. o eventual protesto cause prejuízo a terceiro. ao controle jurisdicional. Se o liquidante. antecipadamente. ou se o arrendatário deposita. para o arrendador alguma importância em grantia do pagamento do valor residual. dele deco em arrendado. EGITIMAR INTERPRETAÇÕES QUE RESTRINJAM A EFICÁCIA JURÍDICA DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS. A possibilidade jurídica de o Congresso Nacional instituir a prisão civil no . assumindo a responsabilidade pelos riscos que sua ação causar.

994). Dessarte, a recorrida tem direito à extensão do prazo de validade de sua patente, por um período total de vinte anos, em conformidade com o art. 33 do referido acordo.

sse processada após a satisfação dos créditos trabalhistas. A Turma deu parcial provimento, entendendo que não houve prequestionamento quanto à questão dos juros, porém reconheceu

o CP. Não obstante ser fraudulento o incêndio, persiste a responsabilidade da seguradora perante a beneficiária do seguro avençado com a inquilina, mesmo que a apólice preveja a isençã

m ser avaliados levando-se em conta que, no processo falimentar, há a presença de um forte interesse do Estado em garantir tanto a ordem econômica quanto a social, certamente abaladas nistério da Fazenda ? que proíbe a importação de bens de consumo usados e na qual a autoridade impetrada teria de basear-se para indeferir a licença pretendida ? não ofende, ao contrário

sadores do ato liquidatório e recomenda o não prosseguimento da liquidação extrajudicial, é porque os motivos referidos não seriam suficientes para a drástica medida.

cos que sua ação causar. Reconhecido o ilícito civil, dele decorre o dano moral, pois é inegável que o protesto indevido de título tem o condão de abalar o crédito da empresa.

a do pagamento do valor residual.

ade jurídica de o Congresso Nacional instituir a prisão civil no caso de infidelidade depositária encontra fundamento na própria Constituição da República (art. 5º, LXVII). A autoridade hierárq

conformidade com o art. 33 do referido acordo.

uestionamento quanto à questão dos juros, porém reconheceu que os valores dos salários dos empregados retidos a título de contribuição previdenciária pela empresa devem ser devolvido

nçado com a inquilina, mesmo que a apólice preveja a isenção da seguradora no caso de o sinistro ser devido em razão da culpa grave ou dolo do segurado, pois a beneficiária do seguro e

nto a ordem econômica quanto a social, certamente abaladas pela decretação de falência (art. 798, CPC). Conclui-se pela regularidade da medida cautelar de indisponibilidade de bens det e para indeferir a licença pretendida ? não ofende, ao contrário do que decidido pelo TRF, o princípio da isonomia, como se infere das razões de política econômica que justificaram a sua ed

eriam suficientes para a drástica medida.

o tem o condão de abalar o crédito da empresa.

Constituição da República (art. 5º, LXVII). A autoridade hierárquico-normativa da Lei Fundamental do Estado, considerada a supremacia absoluta de que se reveste o estatuto político brasile

ontribuição previdenciária pela empresa devem ser devolvidos independentemente de rateio (art. 76 da Lei de Falências). Ressaltou-se a jurisprudência da Segunda Seção deste Tribunal, n

pa grave ou dolo do segurado, pois a beneficiária do seguro e terceira de boa-fé não teve participação no sinistro criminoso.

ularidade da medida cautelar de indisponibilidade de bens determinada na sentença declaratória da falência. Outro ponto merecedor de análise é o fundamento pelo qual o ex-diretor da emp ere das razões de política econômica que justificaram a sua edição. Ao editá-la, por seu turno, a administração exerceu legitimamente o poder de polícia que lhe é conferido pelo art. 237 da

premacia absoluta de que se reveste o estatuto político brasileiro, não se expõe, no plano de sua eficácia e aplicabilidade, a restrições ou a mecanismos de limitação fixados em sede de tra

saltou-se a jurisprudência da Segunda Seção deste Tribunal, no sentido de que esse crédito não integra o patrimônio do falido.

cedor de análise é o fundamento pelo qual o ex-diretor da empresa falida foi atingido pela medida cautelar. A personalidade jurídica da Sociedade Anônima, ora falida, foi corretamente desc mente o poder de polícia que lhe é conferido pelo art. 237 da CF (―A fiscalização e o controle sobre o comércio exterior, essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, serão exe

trições ou a mecanismos de limitação fixados em sede de tratados internacionais, como o Pacto de São José da Costa Rica (Convenção Americana sobre Di

dica da Sociedade Anônima, ora falida, foi corretamente desconsiderada, a fim de responsabilizar patrimonialmente soc ciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, serão exercidas pelo Ministério da Fazenda.‖).

Convenção Americana sobre Di .

Estabelecimentos e Serviços . O tribunal competente para o julgamento da representação de inconstitucio Quando tramitam paralelamente duas ações diretas de inconstitucionalidade. A Constituição como fenômeno do poder. STF SUM Livre concorrência STF JR Separação dos poderes TRF-1 EJ445 Separação dos poderes STF 286 Separação dos poderes SÚMULA 646: Ofende o princípio da livre concorrência lei municipal que impede a instalação de estabelecimentos HC 80089 / RJ (21/06/2000): CONVOCAÇÃO DE JUIZ. a teor da Súmula 339 do Supremo Tribunal Federal. ao estabelecer a inviolabilidade do direito adquirido. Os preceitos que lhe compõem a estrutura normativa revestem-se. exercido.Constitucional 01. dos limites a que se acha materialmente vinculado poderá Não só a Corte está restrita a examinar os dispositivos ou expressões deles cuja inconstitucionalidade for argüid O STF não tem jurisdição para fiscalizar a validade das normas aprovadas pelo poder constituinte originário. independentem Se uma associação.CNS não tem legitimidade à luz do LEGITIMAÇÃO . apenas alg Não cabe ação rescisória de acórdão proferido em ação direta de inconstitucionalidade. à argumentação deduzida pelo autor. Das entidades autárquicas de fiscalização profissional. perde ela o se Revelar-se-á processualmente inviável a utilização da ação direta. somente o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Falece legitimidade ativa ad causam ao Diretório Municipal de Partido Político para ajuizar ação direta de inconstitu A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou-se no sentido de proclamar incabível a medida liminar nos ca Os atos normativos editados pelo Distrito Federal no exercício de competência legislativa reservada aos Municípios Destinando-se a ação direta de inconstitucionalidade à defesa da ordem constitucional vigente. também rec 04. O controle STF STF STF STF STF STF TRF-1 STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STF STF STF STF STF 005 022 025 034 SUM 287 102 027 027 046 024 027 028 035 043 045 014 014 015 015 019 025 028 045 JR JR 163 053 054 054 054 055 ADIn ADIn ADIn ADIn ADIn ADPF Efeitos Generalidades Generalidades Generalidades Legitimidade Legitimidade Legitimidade Legitimidade Legitimidade Liminar Limites Limites Limites Limites Limites Limites Limites Limites Limites Limites Reserva de plenário Generalidades Generalidades Generalidades Legitimidade Legitimidade Para legitimar-se à propositura da ação direta de inconstitucionalidade. sistemas de controle de constitucionalidade e espécies de controle. a confederação sindical deve preencher os A ação direta de inconstitucionalidade por omissão parcial não admite a concessão de medida cautelar. CF 1988: Dos Princípios Fundamentais. Poder constituinte originário e STF STF STF 014 030 039 Aplicação no tempo Generalidades Generalidades A nova Constituição tem incidência imediata. do ato jurídico perfeito e da coisa julgada. A interpretação conforme à Constituiçãosó é utilizável quando a norma impugnada admite. pela redação do texto no qual se inclui a parte da norma que é atacada como inconstitucional. Convo O Judiciário não tem poder. No controle concentrado de constitucionalidade. essa circu Tem o Governador do Estado-membro capacidade postulatória em ação direta de inconstitucionalidade. m A Confederação Nacional de Saúde . PRINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA DOS PODERES. Teoria da Constituição: origem histórica. SÚMULA 642: Não cabe ação direta de inconstitucionalidade de lei do Distrito Federal derivada da sua competênc O ajuizamento da ação constitucional de argüição de descumprimento de preceito fundamental rege-se pelo princíp As decisões do STF em ações diretas de inconstitucionalidade têm efeitos ex tunc e erga omnes. pelo ato regulamentar. material e normativo da Constituição. STF JR Interpretação TRF-1 EJ444 Interpretação MS 24041 / DF (29/09/2001): Norma interna (regimento) do Senado Federal ou da Câmara Federal não pode ditar Sopesando as garantias constitucionais da livre iniciativa e do livre comércio com o interesse coletivo. além de reunir associações regionais. ainda tem como membros pessoas físicas. importando em reconhecimento judicial do esta ADC-03: O exame da tramitação legislativa. o As cláusulas pétreas não podem ser invocadas para sustentação da tese da inconstitucionalidade de normas c O constituinte.Hospitais. Interpretação e aplicação da Constituição: princípios e métodos de interpretação e grau de eficácia das normas constitucionais. o STF não pode atuar como legisl Leis anteriores à CF/88 não se sujeitam ao exame obrigatório por parte do plenário. em determinado sistema normativo. a indi Os partidos políticos têm legitimidade para o ajuizamento de ação direta de inconstitucionalidade. para aumentar vencimentos de se Afronta o princípio da separação e independência dos Poderes a submissão de convênios celebrados pelo Govern . Não se conhece de ação direta quando a decisão sobre a constitucionalidade da norma impugnada depender do e A procedência da ação direta de inconstitucionalidade por omissão. pelo Supremo Tribunal Federal. sentido formal. p Controle Difuso de Constitucionalidade. na ação direta de inconstitucionalidade. uma no Tribunal de Justiça local e ou 1. dentre as várias interpr Quando. diant 03. conceito. é restrito à observância das regras constitucionais no proces ADI 1755 / DF (15/10/1998): Ao julgar uma ação direita de inconstitucionalidade.AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE . não é p Não estando o STF vinculado.ENTIDADE SINDICAL .PERTINÊNCIA TEMÁT 05. Teoria do Poder Constituinte: o problema do fundamento da Constituição. Não se conhece de ação direta de inconstitucionalidade que ataca. quanto à constitucionalidade. quando a situação de inconstitucionalidade O eventual extravasamento. Classificação das constituições. com exclusividade. pelo STF. 02. Controle de constitucionalidade: conceito de (in)constitucionalidade.

TRF-1 EJ537 Sigilo TRF-1 EJ539 Indenização STF SUM Direitos sociais STF JR Sindicatos STF JR Duplo grau de jurisdição STF 045 Destinatários TRF-1 EJ499 Voto STF 047 Sindicatos A garantia constitucional do sigilo de dados não tem caráter absoluto. Haven RHC 80919 / SP (12/06/2001): No ordenamento jurídico-brasileiro não existe a garantia do duplo grau de jurisdição DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS . sendo certo. Obrigatoriedade formal. até a EC 32/98. pelo Poder Executivo. XXXVI. a inviolabilidade do vereador “por suas opiniões SÚMULA 003: A imunidade concedida a deputados estaduais é restrita a justiça do estado. é da competência da União. O ordenamento constitucional vigente não contém disposição que contemple a iniciativa exclusiva do Chefe do Po Ofende o art.ÍNDICE LOCAL. 20 da CF não alcançam terras de aldeamentos extintos. duas contribuições: uma para custeio de confederações e outra de 07-a. sendo necessária expressa autorização e Exploração de bingo. não ba Cabe ao STF o julgamento de pedido de intervenção federal destinado a prover a execução de ordem ou decisão d 07-b. da Constituição da República. ainda que ocupada É da competência exclusiva da União legislar sobre trânsito e transporte. I. portanto. CF 1988: Da Organização do Estado: do Distrito Federal e dos Territórios 07-f. Competência privativa da União para legislar sobre sistema de consórcios e sorteios (CF. CF 1988: Da Organização dos Poderes: do Poder Legislativo STF 051 CPI STF JR Deputados e Senadores STF 034 Imunidade parlamentar STF SUM Imunidade parlamentar STF SUM Imunidade parlamentar STF 015 Processo legislativo STF 022 Processo legislativo STF 041 Processo legislativo STF JR Processo legislativo STF SUM Processo legislativo STF SUM Processo legislativo STF SUM Processo legislativo TRF-1 EJ439 Processo legislativo STF JR Tribunal de Contas STF SUM Tribunal de Contas CPI. I. Impossibilidade jurídica do pedido. SÚMULA 651: A medida provisória não apreciada pelo Congresso Nacional podia. decidiu que a locução "prazo certo".193-SP. ou qualquer outro ato aprovado . art. As garantias funda José Afonso da Silva escreve que ―há. CF 1988: Da Organização do Estado: da Administração Pública 08-a. da CF (“Não será admitido aumento da despesa prevista: I .ESTRANGEIROS . CF 1988: Da Organização do Estado: da União STJ SUM Competência STF SUM Competência STF SUM Competência STF SUM Bens STF 286 Competência TRF-1 EJ499 Competência STF 047 Competência SÚMULA 019: A fixação do horário bancário. ser reeditada de SÚMULA 654: A garantia da irretroatividade da lei. antes de qualquer apreciação de sua regularidade. I. Superposição de base territorial. julgando o HC nº 71. de aposentadoria. in MS 24041 / DF (29/09/2001): Deputado Federal (ou Senador) é parte legítima para propor mandado de segurança Tratando-se de discurso proferido da tribuna da Câmara Municipal. CF 1988: Da Organização do Estado: dos municípios STF SUM Competência SÚMULA 645: É competente o Município para fixar o horário de funcionamento de estabelecimento comercial. SÚMULA 004: Não perde a imunidade parlamentar o congressista nomeado Ministro de Estado. praticadas SÚMULA 675: Os intervalos fixados para descanso e alimentação durante a jornada de seis horas não descaracter RE 199142 / SP (03/10/2000): Sindicato.A teor do disposto na cabeça do artigo 5º da Con Voto. que se há de fazer a dist São imprescritíveis as ações indenizatórias por danos decorrentes de violações a direitos fundamentais. CF 1988: Dos Direitos e Garantias Fundamentais. 8º. 63. CF 1988: Da Organização do Estado: da organização político-administrativa STF STF 018 029 Intervenção Intervenção O simples protocolo das contas no tribunal competente. a TRIBUTO .CORREÇÃO . Prazo certo: o Supremo Tribunal Federal. Unicidade Sindical (CF. SÚMULA 722: São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecim SÚMULA 647: Compete privativamente à União legislar sobre vencimentos dos membros das polícias civil e militar SÚMULA 650: Os incisos I e XI do art. II). Comparecimento obrigatório.06. CF 1988: Da Organização do Estado: da intervenção 07-g.nos projetos de iniciativa exclusiva Emenda Parlamentar e Vício de Iniciativa. para atendimento ao público. A disciplina da atualização dos tributos está compreendida na previsão 07-c. prevista no art 5º. ainda. 07-e. não é in Os requisitos de relevância e urgência para a edição de medida provisória são de apreciação discricionária do Che AO 476 / RR (16/10/1997): A qualificação profissional formal não é requisito à nomeação de Conselheiro de Tribun SÚMULA 006: A revogação ou anulação. É formalmente inconstitucional norma resultante de emenda parlamenta ADI 1700 MC / DF (19/12/1997): Não cabe ao STF o exame relativo à urgência e à relevância da medida provisória SÚMULA 005: A sanção do projeto supre a falta de iniciativa do Poder Executivo. CF 1988: Da Organização do Estado: dos Estados federados 07-d.

obstar. SÚMULA 731: Para fim da competência originária do Supremo Tribunal Federal. quatro devem ser escolhidos pela A intimação do paciente. 100. saúde e assistência soc Interpretação dos incisos I e II do par. a pro A circunstância de o Presidente da República estar sujeito à jurisdição da Corte. para os feitos criminais e manda A preterição da ordem de precedência cronológia . que é advogado.considerada a extrema gravidade desse gesto de insubmissão e Constatado o impedimento de mais da metade dos membros do tribunal de origem. da Constituição. desvinculados os precatórios da ordem c SÚMULA 009: Para o acesso de auditores ao Superior Tribunal Militar só concorrem os de segunda entrância. de órgão de controle administrativo do Pode SÚMULA 655: A exceção prevista no art. 93. CF 1988: Da Organização do Estado: das funções essenciais à Justiça STF JR Ministério Público RHC-81326/DF (06/05/2003): A Constituição Federal dotou o Ministério Público do poder de requisitar diligências in 09. STF SUM Juros SÚMULA 648: A norma do § 3º do art. único do art. não ofende esse dispositivo Constitucional a afirmação c 13. que limitava a taxa de juros 12. não dispõe de competência para o Denúncia contra Governador e Autorização da Assembléia Legislativa. da Constituição. não representa violência ao disposto no 08-b. em favor dos créditos de natureza alimentícia SÚMULA 045: Não é devida a inclusão de juros moratórios em precatório complementar. no prazo de 90 (noventa) dias. atenuando o seu rigor literal: é a execução ORÇAMENTO . revogada pela EC 40/2003. O Presidente do Tribunal de Justiça não pode. ainda que em norma constante de sua própria Constituição.098/SP). é de interesse geral da magistratu SÚMULA 673: O art.São devidos juros de mora na atualização da conta objeto de precatório complementar. STF 018 Cultura No tocante ao § 1º do artigo 216 da Constituição Federal. da CF . Considerando precedentes do STF no senti 08-c. CF 1988: Da Organização dos Poderes: do Poder Executivo STF STF STF 014 014 397 Imunidade Imunidade Imunidade A imunidade do Chefe de Estado à persecução penal deriva de cláusula constitucional exorbitante do direito comum O Estado-membro. CF 1988: Da Tributação e do Orçamento. CF 1988: Da Ordem Econômica e Financeira. CF 1988: Das Disposições Gerais e Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. salvo se não foi observad SÚMULA 004: A preferência prevista no art. do A retenção de parcelas do Fundo de Participação dos Municípios. CF 1988: Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas. não impede a perda da graduação de militar mediante procedimen SÚMULA 649: É inconstitucional a criação. 100. corrigir o valor dos precatóri 08-d. até o dia 20. pelo voto de dois terços de seus membros. CF 1988: Da Organização dos Poderes: do Poder Judiciário STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 STJ STF STF STF STF STF TRF-4 STJ JC JC JC SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 175 012 017 021 027 028 SUM 184 Precatórios Precatórios Precatórios Precatórios Tribunais Tribunais Tribunais Controle Precatórios Precatórios Precatórios Tribunais Tribunais Tribunais Tribunais Precatórios Tribunais Precatórios Precatórios A função do Presidente do Tribunal de requisitar que a Fazenda Pública. ―d‖. por Constituição estadual. efetue o O STJ. Cumpre ao Poder Executivo proceder ao repasse. o Poder Público deve obser SÚMULA 144: Os créditos de natureza alimentícia gozam de preferência. firmou entendimento de que a requisição do Presidente Em face da garantia constitucional de justa e prévia indenização nas desapropriações. 169 da Constituição. II. não obriga a Fazenda Pública a Se o número de desembargadores componentes do Tribunal de Justiça não for divisível por cinco. com amparo em decisão do STF (ADIN 1. deve-se arredon O Supremo Tribunal Federal é competente para processar e julgar "habeas-corpus" quando o ato de coação eman O poder conferido aos tribunais pelo art. com base no parágrafo único do art. da Constituição Federal.JUDICIÁRIO . STJ 169 STF 030 STF 048 TRF-1 EJ504 Transferência de recursos Orçamento Orçamento Transferência de recursos Não se aplicam sanções a municípios ou Estados por inadimplência na área de educação. § 4º. caput. de ofício ou a requerimento das partes. 125. 10. . para prestar depoimento à CPI. cumpre observar a norma d 052 . não é exeqüível contrato administrativo a que o Tribunal SÚMULA 653: No Tribunal de Contas estadual. 160 da Con 11. 192 da Constituição.DUODÉCIMOS. CF 1988: Da Ordem Social.STF STF STF SUM Tribunal de Contas SUM Tribunal de Contas 051 CPI SÚMULA 007: Sem prejuízo de recurso para o congresso. composto por sete conselheiros. "caput".

do ADCT. 10. também se aplica ao suplen SÚMULA 687: A revisão de que trata o art.STF STF STF SUM ADCT SUM ADCT SUM ADCT SÚMULA 674: A anistia prevista no art. 58 do ADCT não se aplica aos benefícios previdenciários concedidos a . a. II. 8º do ADCT não alcança os militares expulsos com base em legislação dis SÚMULA 676: A garantia da estabilidade provisória prevista no art.

perde ela o seu objeto quando é revogada a norma que nela se impugna. art. o fenômeno do poder. XXXVI). 102. o STF não pode atuar como legislador positivo. e do livre comércio com o interesse coletivo. 32. pois o caso é apenas de recepção ou revogação da lei pela nova Constituição. não admite a concessão de medida cautelar.PERTINÊNCIA TEMÁTICA. ndo a norma impugnada admite. VII). inconstitucionalidade. a indicação como norma de parâmetro de preceito constitucional revogado não impede o conhecimento da ação.ENTIDADE SINDICAL . O controle de constitucionalidade no Direito Constitucional Brasileiro. Classificação das constituições. constitucionalidade e espécies de controle. em conseqüência. dentre as várias interpretações possíveis. nem pode tomar o lugar do Executivo e do Legislativo quanto à elaboração da lei. sempre que houver qualquer outro meio dade têm efeitos ex tunc e erga omnes. efesa da ordem constitucional vigente. mas apenas como "legislador" negativo. mediante o processo e julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade de ato normativo federal ou estadual.CNS não tem legitimidade à luz do art. MARCO AURÉLIO. normativos ou não.882/99. podendo seus efeitos concretos ser atacados "incidenter tantum ação direta. § 1º) não se sujeitam ao controle abstrato de constitucionalidade pelo STF (CF. para aumentar vencimentos de servidores sob o fundamento de isonomia. "a"). verifica-se que deve prevalecer este último. em determinado sistema normativo. ucionalidade. Rel. unicamente. a norma que é atacada como inconstitucional. o poder de cientificar o legislador inadimplente. ADIn 267-DF. num desdobramento u u expressões deles cuja inconstitucionalidade for argüida. 535). para efeito de limites a que se acha materialmente vinculado poderá configurar insubordinação administrativa aos comandos da lei. Não cabe ao STF emitir juízo sobre a aplicação dos regimentos internos das casas legislativas. também reconhecido constitucionalmente. as restrições decorrentes da pertinência te . impõe-se a utilização da técnica de concessão da liminar "par ucionalidade. a significar que não será ela admitida. que lhe compõem a estrutura normativa revestem-se. constitucionalidade da norma impugnada depender do exame de outros atos. confere ao Supremo Tribunal Federal. diante da lei (art. mas também não pode ela declarar inconstitucionalidade parcial que mude o sentido e o alcance da norma impugnada (qua ormas aprovadas pelo poder constituinte originário. Mesmo que desse vício jurídico resulte. quer de entidade de classe de âmbito nacional. em conseqüência. só lhe cabe verificar cimentos e Serviços . Improcência do pedido feito para estende ório por parte do plenário. não lhe atribui legitimidade ativa para a ação direta de inconstituc atória em ação direta de inconstitucionalidade. obviamente. I. para definição da legit municipal que impede a instalação de estabelecimentos comerciais do mesmo ramo em determinada área. IX. art. com exclusividade. independentemente da matéria versada. à argumentação deduzida pelo autor. CELSO cício de competência legislativa reservada aos Municípios (CF. O princípio da imediatidade eficacial somente não incidirá naquelas estritas hipóteses que. art. art. . pelo Supremo Tribunal Federal. cumpre. ainda tem como membros pessoas físicas. essa circunstância desfigura a natureza confederativa e. 103. estrito à observância das regras constitucionais no processo legislativo. não é possível suprimir dele qualquer expressão para alcançar essa parte. Rel. ordinariamente. do ato jurídico perfeito e da coisa julgada. apenas alguns dos preceitos que o integram. de eficácia ex nunc. art. uma que a compatibilize com a Carta Magna. A perti o sentido de proclamar incabível a medida liminar nos casos de ação direta de inconstitucionalidade por omissão (RTJ 133/569. não se aplicando. Min. § 2º) não está impedido de e constitucionalidade. Min. da Constituição Federal e da jurisprudência desta Corte. e não quando o sentido da norma é unívoco. que pode vir a ser julga o de ação direta de inconstitucionalidade. omente o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil está legitimado à propositura da ação direta de inconstitucionalidade (CF. contra a mesma lei estadual impugnada em face de princípios constitucionais estaduais que são do. deixando de questionar a validade de dispositivos que com eles se acham em mútua relação de ireta de inconstitucionalidade. Poder constituinte originário e poder constituinte derivado. nos termos da previsão estatut LIDADE .Limites do poder constituinte derivado. Em se tratando quer de confederação sindical. cácia das normas constitucionais. quando a situação de inconstitucionalidade . o Senado Federal ou da Câmara Federal não pode ditar interpretação da Constituição. RINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA DOS PODERES. ente para o julgamento da representação de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual ou municipal em face da Constituição estadual (CF. ou quan deres a submissão de convênios celebrados pelo Governador do Estado à aprovação prévia do Poder Legislativo. porquanto a Constituição as prevê apenas como limites ao adquirido. ue ataca. 4º. ainda que o objeto de impugnação seja ato normativo de caráter estadual. § 1º). 125. quanto à constitucionalidade. uma no Tribunal de Justiça local e outra no Supremo Tribunal Federal. cumprimento de preceito fundamental rege-se pelo princípio da subsidiariedade (Lei nº 9. excluiu-se dessa limitação. stentação da tese da inconstitucionalidade de normas constitucionais inferiores em face de normas constitucionais superiores.que sempre deve transparecer imediatamente do conteúdo material do ato normativo impugnado . eis que podendo ser integrada. inovando no ordenamento jurídico. de defesa do meio ambiente. 5º.depender. importando em reconhecimento judicial do estado de inércia do Poder Público. Convocação de Juiz para depor em CPI da Câmara dos Deputados sobre decisão judicial. ade de lei do Distrito Federal derivada da sua competência legislativa municipal. a confederação sindical deve preencher os requisitos da legislação pertinente. na norma atacada. al de Partido Político para ajuizar ação direta de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal. omissão. 103. caracteriza indevida ingerência de um poder em remo Tribunal Federal. art.ão. entre os quais está o de ser constituída por no mínimo três federações sindicais (CLT.

(Art. e ral destinado a prover a execução de ordem ou decisão da Justiça do Trabalho. XX). os arts. II. O requisito notório saber é pressuposto subjetivo a ser analisado pelo Governador do Estado. que são. II). da Constituição da República. ainda.: Não o é quando se trate de interp Municipal. ongresso Nacional podia. a no art 5º. que se há de fazer a distinção entre quebra do sigilo da simples transferência do sigilo a outrem. conforme decidiu o Plenário do STF. 22. da mento ao público. porque compulsória estatuída em lei. inciso XI. XXXVI.” ) dispositivo legal resultante de emenda parlamentar. II. 35. sendo necessária expressa autorização em lei complementar para que a unidade federada possa exercer tal atribuição (CF. ou qualquer outro ato aprovado pelo Tribunal de Contas. não produz efeitos antes de aprovada por aquele tribunal. nçam terras de aldeamentos extintos. praticadas pelo Estado. até a EC 32/98. 20. os estrangeiros residentes no País têm jus aos direitos e garantias fundamentais. São bens da União: I . rio de funcionamento de estabelecimento comercial. As garantias fundamentais previstas na Constituição podem ser mitigadas por outras normas insertas no texto constitucional. no julgamento da AD atualização dos tributos está compreendida na previsão do inciso I do artigo 24 da Constituição Federal. definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento. medida provisória são de apreciação discricionária do Chefe do Poder Executivo. Impossibilidade jurídica do pedido.. mantidos os efeitos de lei desde a primeira edição.. Inconstitu ara legislar sobre sistema de consórcios e sorteios (CF. quando indispensável ao regular exercício de atividade fisc orrentes de violações a direitos fundamentais. ser reeditada dentro do seu prazo de eficácia de trinta dias. ressalvada a competência revisora do judiciário . 36. 8º. Interpretação do art. dor) é parte legítima para propor mandado de segurança em defesa do devido processo legislativo. (. que concede a determinados servidores reajuste inconstitucional norma resultante de emenda parlamentar que estende a outras categorias de servidores públicos vantagem remuneratória que o projeto de lei encaminhado pelo Executivo me relativo à urgência e à relevância da medida provisória. artigo 22. da Constituição. I. despesa prevista: I . o. II. da CF (“o Estado não intervirá em seus Municípios. e parágrafo único). ção que contemple a iniciativa exclusiva do Chefe do Poder Executivo para o processo legislativo em matéria tributária.A. consoante jurisprudência assente do Supremo Tribunal Fede mal não é requisito à nomeação de Conselheiro de Tribunal de Contas Estadual. sendo certo. XIV. não impede prorrogações sucessivas dentro da legislatura. 578 e 610 da CLT. conforme estabelece o Estatuto do Tribunal Penal Internacional. à União. Não pode o autor exim tribuições: uma para custeio de confederações e outra de caráter parafiscal. a inviolabilidade do vereador “por suas opiniões. nos termos da Lei 1. como sanção. ainda que tal decisão seja derivada da aplicação de norma infraconstitucional. que inclui a competência para legislar sobre loterias e bingos. admitindo.er absoluto.).os que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atri to e transporte. escapando à competência do Poder Judiciário. EIROS . não basta para sustar os efeitos de decreto de intervenção fundado no art. e base territorial. hoje. inscrita no § 3º do artigo 58 da Constituição. Havendo identidade entre categoria de trabalhadores representados pelo autor e pelo réu e sendo idênticas também as bases territoriais rasileiro não existe a garantia do duplo grau de jurisdição. palavras e votos” (CF. concorrentemente.193-SP. art. gressista nomeado Ministro de Estado. quando se trate de interpretação da Constituição (N. obre vencimentos dos membros das polícias civil e militar do Distrito Federal. 7º. art. cabendo. VIII) é absoluta. Unicidade Sindical (CF.579/52. a seu juízo dis cutivo. aos Estados e ao Distrito Federal. ainda que ocupadas por indígenas em passado remoto.A teor do disposto na cabeça do artigo 5º da Constituição Federal. é da competência da União. cuja adesão do Brasil foi ratificada pelo Presidente d entação durante a jornada de seis horas não descaracterizam o sistema de turnos ininterruptos de revezamento para o efeito do art. 29. não é invocável pela entidade estatal que a tenha editado. HC nº 71. de aposentadoria.nos projetos de iniciativa exclusiva do Presidente da República. decidiu que a locução "prazo certo". somente as que forem aplicáveis no âmbito da própria ca uais é restrita a justiça do estado. chamada ―Contribuição Sindical‖ ntes de qualquer apreciação de sua regularidade. art.

de 1963. Cód. atenuando o seu rigor literal: é a execução da lei que cria cargos que está condicionada às restrições previstas. se ato de coação é praticado pelos mesmos Tribuna . não dispõe de competência para outorgar ao Governador a prerrogativa extraordinária da imunidade à prisão em flagrante. CPP. para os feitos criminais e mandados de segurança. com base no parágrafo único do art. § 1º da Constituição Federal no pagamento do precatório anterior. limitando-se a isentá-los da observância da ordem cronológica dos precatórios decorren s em precatório complementar. u a requerimento das partes. salvo se não foi observado o prazo previsto no art. do duodécimo relativo ao orçamento do Poder Judiciário. no prazo de 90 (noventa) dias. 406. em face da LOMAN. Razões ligadas quer à situação de equilíbrio das finanças do Estado.320/64. é de interesse geral da magistratura a questão de saber se. 160 da Constituição Federal. à prisão preventiva e à prisão temporá a Legislativa. A norma constitucional não contemplou a possibilidade do par dimplência na área de educação.obstar. seja maior ou menor que meio. de órgão de controle administrativo do Poder Judiciário do qual participem representantes de outros Poderes ou entidades. deve-se arredondar a fração restante. desvinculados os precatórios da ordem cronológica dos créditos de natureza diversa.configura comportamento institucional que produz. nas promoções por antiguidade . os juízes têm direito à licença-prêmio. 133 da Constituição nem às normas dos artigos 87 e 89 da Lei 4. e 207. não representa violência ao disposto no art. a Constituição. não obriga a Fazenda Pública a dispensar a expedição de precatório no pagamento dos créditos de natureza alimentícia. 60 da mesma Cart o. quatro devem ser escolhidos pela Assembléia Legislativa e três pelo Chefe do Poder Executivo estadual. não dispensa a expedição de precatório. revogada pela EC 40/2003. na redação da Emenda Constitucional 3/93. tinha sua aplicabilidade condicionada à edição de lei complementar. não desloca para esta o exercício da competência originária em relação às demais ações propostas con erada a extrema gravidade desse gesto de insubmissão estatal às prescrições da Constituição . cumpre observar a norma da alínea "n" do inciso I do artigo 102 da Constituição Federal. da Constituição Federal. não ofende a autonomia municipal prevista no art. Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os policiais militares e bombeiros militares nos crimes ão estadual. efetue o pagamento de precatórios suplementares tem índole administrativa e não ofende a Lei 4. por traduzir conseqüência derrogatória do postulado republicano.não pode ser exercido através de voto secreto. pelo voto de dois terços de seus membros. a promoção do juiz mais antigo. que sequer estabelece prazo p . só pode ser outorgada pela própria Constituição Federal. 154. onstituição. em favor dos créditos de natureza alimentícia. Penal. O paci va de cláusula constitucional exorbitante do direito comum e. até o dia 20. se assim o fizesse. CPC. quer à a nicípios. u o Ministério Público do poder de requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial (CF. VIII). com a finalidade de que o número de r e julgar "habeas-corpus" quando o ato de coação emana de Tribunal Regional Federal ou de Tribunal Estadual. saúde e assistência social.215. pois. art. remo Tribunal Federal. (§ 4°. por sete conselheiros. 129.não é exeqüível contrato administrativo a que o Tribunal de Contas houver negado registro. bunal Militar só concorrem os de segunda entrância. de a perda da graduação de militar mediante procedimento administrativo. Exsurge imprópria a convocação de juízes da instância imediatame objeto de precatório complementar. A falta de autorização nas o Poder Executivo proceder ao repasse. no que concerne aos Prefeitos Mu bros do tribunal de origem. 100. o Poder Público deve observar o prazo de 90 (noventa) dias fixado pelo Presidente do Tribunal para pagamento de precatório complementar de depósito insufic de preferência. própria Constituição. e não o seu processo legislativo. firmou entendimento de que a requisição do Presidente do Tribunal que estipula o prazo de 90 (noventa) dias para a Fazenda Pública efetuar o pagamento de precatórios suplementares ização nas desapropriações. cab . cabendo a este indicar um dentre auditores e outro dentre m poimento à CPI. para se obter o número inteiro seguinte. Considerando precedentes do STF no sentido de que é constitucional a norma estadual que dispõe sobre prévia licença da Assembléia Legislativa para instauração de proces zenda Pública. que limitava a taxa de juros reais a 12% ao ano. corrigir o valor dos precatórios quando o critério de correção monetária ali adotado foi homologado na sentença transitada em julgado. tendo em vista a neces o à jurisdição da Corte. não ofende esse dispositivo Constitucional a afirmação constante do acórdão recorrido no sentido de que há um conceito amplo e um conceito restrito de patrimônio histórico e artístico. ao julgar apelação. nal de Justiça não for divisível por cinco.

lcança os militares expulsos com base em legislação disciplinar ordinária. II. ta no art. ainda que em razão de atos praticados por motivação política. . também se aplica ao suplente do cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes (CIPA). 10. do ADCT. a. ão se aplica aos benefícios previdenciários concedidos após a promulgação da Constituição de 1988.

102. a declaração de inconstitucionalidade tem de alcançar todo o dispositivo). tendo em vista o objetivo social. Se o ato n is que podendo ser integrada. ainda em vigor. 103. ou não. CELSO DE MELLO).F. da C. as restrições decorrentes da pertinência temática. Rel. § 2º) não está impedido de examinar. por entidades associativas e demais pessoas jurídicas de direito público ou privado que tenham a saúde como seu objetiv de classe de âmbito nacional. como questã nada em face de princípios constitucionais estaduais que são reprodução de princípios da Constituição Federal. ial do ato normativo impugnado . egislador" negativo. porquanto a Constituição as prevê apenas como limites ao Poder Constituinte derivado ao rever ou ao emendar a Constituição elaborada pelo Poder Constituinte originário. se assim não . em conflito com a Constituição de 1988 (art. unicamente. ADIn 267-DF. tuída por no mínimo três federações sindicais (CLT. . só lhe cabe verificar e declarar se este. art. "a". para efeito de seu reconhecimento. num desdobramento ulterior. o poder de cientificar o legislador inadimplente. técnica essa que se inspi não impede o conhecimento da ação. 102. cumpre. o estado de lesividade emergente do ato impugnado. lhe atribui legitimidade ativa para a ação direta de inconstitucionalidade. de impugnação seja ato normativo de caráter estadual. ndo seus efeitos concretos ser atacados "incidenter tantum". assiste. "a"). examinar a pertinência temática. de dispositivos que com eles se acham em mútua relação de dependência.). previst ecisão judicial. do prévio exame comparativo entre a regra estatal questionada e qualquer outra espécie jurídica d smo que desse vício jurídico resulte. 2. I. porquanto. IX. 535). suspende-se o curso da ação direta proposta perante o Tribunal estadual até ade de ato normativo federal ou estadual. Min. A mera possibil ão quando o sentido da norma é unívoco. da Constituição. no exercício dessa competência. caracteriza indevida ingerência de um poder em outro. legitimadas por expressa ressalva constitucional. no plano das organizações partidár 9.acial somente não incidirá naquelas estritas hipóteses que. está.depender. A pertinência subjetiva para a instauração do controle normativo abstrato perante o S. nos termos da previsão estatutária. xecutivo e do Legislativo quanto à elaboração da lei. autorizarem a projeção retroativa da nova Carta Política ou diferirem no temp s. com efetividade real. art. argüição incidente de inconstitucionalidade formulada em face da CF. ão será ela admitida. mpõe-se a utilização da técnica de concessão da liminar "para a suspensão da eficácia parcial do texto impugnado sem a redução de sua expressão literal".T. e não como a e que deve prevalecer este último. Não assiste ao Supremo Tribunal Federa gimentos internos das casas legislativas. art. MARCO AURÉLIO. para que este adote as medidas necessárias à concretização do texto constitucional. a teor do que dispõe o art.F. 125. ou quanto a qualquer providência que diga respeito a reajuste. I. uma potencial violação da Carta Magna. Improcência do pedido feito para estender as restrições legais quanto à publicidade de bebidas com mais de 13º de graduação alcoólica para as bebidas com menor teo nstituição estadual (CF. eis que não se pode pretender que mero provimento cautelar antecipe efeitos positivos inalcançáveis pela própr nalidade pelo STF (CF. m conseqüência. Rel. sempre que houver qualquer outro meio juridicamente idôneo apto a sanar. para definição da legitimidade ativa na ação direta de inconstitucionalidade. que pode vir a ser julgada procedente por outro fundamento. Min. ainda assim estar-se-á em face de uma situação de inconstitucionalidad que mude o sentido e o alcance da norma impugnada (quando isso ocorre.

36. deve prevalecer o primeiro deles. à União. somente as que forem aplicáveis no âmbito da própria casa legislativa.). II. ação da Constituição (N. da CF (“o Estado não intervirá em seus Municípios. de forma restrita. chamada ―Contribuição Sindical‖.: Não o é quando se trate de interpretação de Regimento Interno. o art. exceto quando: II .A. rmas insertas no texto constitucional. paga. I. no julgamento da ADI 2. XIV. que concede a determinados servidores reajuste de vencimentos não previstos no projeto do Poder Executivo. dada a sua constituição anterior. Inconstitucional a norma ordinária estadual que autoriza a exploração de serviços de transporte remunerado de passageiros realizado p os. da CF.não forem prestadas contas devidas. I. 578 e 610 da CLT.) ribuição (CF. itos e garantias fundamentais. Cuidando-se. Não pode o autor eximir-se de comparecer à votação expondo como argumento a inviolabilidade da liberdade de consciência e a privação de direito e. aos Estados e ao Distrito Federal. muneratória que o projeto de lei encaminhado pelo Executivo concedia. como no caso. parlamentar. da Constituição. da CF. ão de norma infraconstitucional. a e c. quando indispensável ao regular exercício de atividade fiscalizadora. não se admite que a autoridade judiciária a quem a lei confere legitimida s que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribuídos. mesmo porque o STF já decidiu que não lhe cabe analisar tais casos) ção. e parágrafo único). § 1º. a determinado segmento do funcionalismo..as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios. utor e pelo réu e sendo idênticas também as bases territoriais de atuação de um e de outro sindicato. na forma da lei” ). sucessivas dentro da legislatura.‖ (José Afonso da S 5. vo a ser analisado pelo Governador do Estado. 61. uele tribunal. e 63. (. artigo 22. 7º. consoante jurisprudência assente do Supremo Tribunal Federal. a seu juízo discricionário. nos termos da Lei 1. ressalvada a competência revisora do judiciário. os arts. nacional.579/52. conforme decidiu o Plenário do STF. cuja adesão do Brasil foi ratificada pelo Presidente da República em 25/09/2002.847/DF. II. emente. XI . II.m. .. por outro lado. de medida extrema. Interpretação do art. recolhida e aplicada na execução de programas sociais de interesse das categorias representadas. inciso XI. Ofensa aos arts.

CF. quer à arrecadação não justificam a postergação da estrita observância ao mandamento constitucional . com exclusividade.320/64. 406. sempre com possibilidade de ser requerido o controle judicial. seja para julg e ser exercido através de voto secreto. Não cabe. art. a Turma deferiu habeas corpus para obstar deliberação quanto ao recebimento de d e não ofende a Lei 4. A norma constitucional não contemplou a possibilidade do parquet realizar e presidir inquérito policial. portanto. X). 215. art. Tal retenção pode abranger. pois a disciplinação dessas modalidades de prisão cautelar submete-se. e um terceiro à sua livre escolha. Pública efetuar o pagamento de precatórios suplementares deve restringir-se às diferenças resultantes de erros materiais ou aritméticos ou inexatidões dos cálculos. cabendo a este indicar um dentre auditores e outro dentre membros do Ministério Público. os direitos decorren só pode ser outorgada pela própria Constituição Federal. perante a CPI. ento do precatório anterior. se for o caso. CPC. tendo em vista a necessidade de motivação de tais decisões (CF. cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da gradua a observância da ordem cronológica dos precatórios decorrentes de condenações de outra natureza. com a finalidade de que o número de vagas destinadas aos advogados e membros do Ministério Público nunca seja inferior a um quinto do colegiado. vedando-se ara pagamento de precatório complementar de depósito insuficiente. invocará.l. quer à situação de equilíbrio das finanças do Estado. e julgar os policiais militares e bombeiros militares nos crimes militares definidos em lei. O paciente. se ato de coação é praticado pelos mesmos Tribunais ao julgar "habeas-corpus". (a) conseqüências de caráter processual (seqüestro da quantia necessária à satisfação do débito . tanto mais quando precedida de autorização expressa do Município devedor. número inteiro seguinte. e 207. 154. seja para julgar recurso ordinário. 100 ge imprópria a convocação de juízes da instância imediatamente inferior. 93. a competência é do Superior Tribunal de Justiça. que sequer estabelece prazo para complementação dos depósitos insuficientes. aos seus membros inquirir diretamente pessoas suspeitas de auto e não o seu processo legislativo.artigo 168 da Carta Federal d nde a autonomia municipal prevista no art. quando ex o e um conceito restrito de patrimônio histórico e artístico. pois. mas não no subseqüente. CPP. 60 da mesma Carta Magna. cabendo à legislação infraconstitucional adotar um desses dois conceitos para determinar que sua proteção se fará por tombamen . de 1963. visando a recompor o quorum. feriria a coisa julgada. A falta de autorização nas leis orçamentárias torna inexeqüível o cumprimento da Lei no mesmo exercício em que editada. se assim o fizesse. à prisão preventiva e à prisão temporária. Cód. to institucional que produz. elação. ao poder normativo da Uniã icença da Assembléia Legislativa para instauração de processo por crime comum contra governadores. ncia originária em relação às demais ações propostas contra ato da referida autoridade. Penal. no que concerne aos Prefeitos Municipais. o na sentença transitada em julgado. à prisão em flagrante.

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102. gra estatal questionada e qualquer outra espécie jurídica de natureza infraconstitucional. uma vez que. I. Não assiste ao Supremo Tribunal Federal. ão elaborada pelo Poder Constituinte originário. em face dos próprios limites fixados pela Carta Política em tema de inconstitucionalidade por omissão (CF. assiste. para justificar a invocação do princípio da subsi redução de sua expressão literal". inconstitucionalidade formulada em face da CF.T. to cautelar antecipe efeitos positivos inalcançáveis pela própria decisão final emanada do STF. art.rojeção retroativa da nova Carta Política ou diferirem no tempo o início da eficácia das normas que a integram.F. não basta. da C. exclusivamente aos respectivos Diretórios Nacionais. 103. estaria mo texto constitucional. Se o ato normativo já se encontrava revogado. a Corte se transformaria em legislador positivo. a esta falta objeto. com a supressão da expressão atacada. de 13º de graduação alcoólica para as bebidas com menor teor de álcool. antes mesmo da propositura da A. tendo em vista o objetivo social. curso da ação direta proposta perante o Tribunal estadual até o julgamento final da ação direta proposta perante o Supremo Tribunal Federal. se assim não fosse. previsto no estatuto.D. desqualifica-se como verdadeira confederação sindical. pertinência temática. contudo. .I. pois não pode impugnar o que reito público ou privado que tenham a saúde como seu objetivo principal. "a". alcançar todo o dispositivo). e não como abarcando normas cuja observância se impôs ao próprio Poder Constituinte originário com relação às outras que não sejam con o de lesividade emergente do ato impugnado. no plano das organizações partidárias. cuja apreciação não se revela possível em sede jurisdicional concentrada. A mera possibilidade de utilização de outros meios processuais.). contudo. e o alcance da norma atacada. como os atos internacionais ..F.inclusive aqueles celebrados no âmbito da Organização Internac star-se-á em face de uma situação de inconstitucionalidade meramente reflexa ou oblíqua. só por si. como questão prejudicial ao julgamento da representação. técnica essa que se inspira na razão de ser da declaração de inconstitucionalidade "sem redução do texto" em decorrência de este permitir "int o perante o S. porquanto. 2. conforme sustentou o relator da presente ação a Constituição de 1988 (art.

pois aos brasileiros alfabetizados.. segundo o art. 61. Malheiros Ed. pág. e 63. da CF/88). Matéria originária ue não lhe cabe analisar tais casos) ismo. que não é tributo. VI e VIII. Ofensa aos arts. I.. 293). A contribuição confederativa.o deles. I. do RISTF) se erviços de transporte remunerado de passageiros realizado por motocicletas. Const. ―Curso de Dir. II. . labilidade da liberdade de consciência e a privação de direitos referentes à convicção fi losófi ca ou política (art. § 1º.‖ (José Afonso da Silva. a e c. 1996. espécie de veículo de aluguel que não se acha contemplado no Código Nacional de Trânsito. 350. dada a sua constituição anterior. da CF. Positivo‖. maiores de dezoit e interesse das categorias representadas. nã mite que a autoridade judiciária a quem a lei confere legitimidade para a formulação do pedido (Presidente de Tribunal de Justiça ou de Tribunal Federal. 5º. 12ª ed.

da quantia necessária à satisfação do débito . apurado o débito pelos meios r eitos para determinar que sua proteção se fará por tombamento ou por desapropriação. seja para julgar recurso ordinário. ficou . do Município devedor. Tal retenção pode abranger.CF. sendo que. pela suposta prática do delito de difamação (Código Eleitoral. art ais ou aritméticos ou inexatidões dos cálculos. valores destinados ao pagamento de prestações correntes em atraso.DL n. art. com exclusividade. 201/67. os direitos decorrentes do seu "status" profissional. ao mandamento constitucional . § 2º). quando expressamente autorizada. tendo a legislação vigente sobre tombamento adotado a conceituação mais restrita. A norma constante s corpus para obstar deliberação quanto ao recebimento de denúncia.artigo 168 da Carta Federal de 1988. no STJ. punível com pena privativa de liberdade . contra o Governador do Estado da Paraíba. Mas requisitar diligência nesse sentido à autoridade policial. (b) efeitos de natureza penal (crime de responsabilidade. nal de Justiça. seja para julgar "habeas-corpus" originário substitutivo de recurso ordinário em "habeas-corpus".dade de ser requerido o controle judicial. esmo exercício em que editada. a seus membros inquirir diretamente pessoas suspeitas de autoria de crime.) co nunca seja inferior a um quinto do colegiado. 100. submete-se. por efeito de expressa reserva constitucional de competência definida pela Carta da República. ao poder normativo da União Federal. mas não no subseqüente. sujeitos os que se excederem ao crime de abuso de autoridade. vedando-se discussão acerca do critério adotado para a elaboração dos mesmos ou aplicação de índice de correção monetária divers sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.

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pois os Tratados concluídos pe la possível em sede jurisdicional concentrada. com a supressão da expressão atacada. pois não pode impugnar o que já não existe no ordenamento jurídico.. no processo da A. § 2º). a esta falta objeto. para que esse postulado possa legitimamente incidir – impedindo. art. 3.que já se acham incorporados ao direito positivo interno do Brasil. estaria modificando o sentido e o alcance da norma impugnada. desse modo. sta. 103. o acesso imediato à argüição redução do texto" em decorrência de este permitir "interpretação conforme à Constituição". em pedido de vista.I. possam ser emendadas. já revogada.nstituinte originário com relação às outras que não sejam consideradas como cláusulas pétreas. e. vez que.. usive aqueles celebrados no âmbito da Organização Internacional do Trabalho (O. estar se . conforme sustentou o relator da presente ação direta de inconstitucionalidade em voto que proferiu.I. E o controle de constitucionalidade dos atos normativos pelo Pode a em tema de inconstitucionalidade por omissão (CF. a circunstância de a norma. para justificar a invocação do princípio da subsidiariedade.D. É irrelevante. só por si. na Reclamação 425.T) . pois. a prerrogativa de expedir provimentos normativos com o objetivo de suprir a inatividade do órgão legislativo inadimplente ibunal Federal. portanto.I.D. a da A.

segundo o art. A obrigatoriedade de vo pág. A contribuição confederativa. o voto é obrigatório.a CF/88). ontemplado no Código Nacional de Trânsito. II. 350. Matéria originária e de interesse nacional que deve ser regulada pela União após estudos relacionados com os requisitos de segurança. 293). da Constituição Federal. O tributo é que tem caráter compulsório. devendo fazê-lo motivadamente. III. 14. maiores de dezoito e menores de setenta anos. conforme art. § 1º. que não é tributo. higien . pois aos brasileiros alfabetizados. não é compulsória para os empregados não filiados à entidade sindical. A compulsorieda a ou de Tribunal Federal. do RISTF) se limite a encaminhar pretensão da parte interessada. I.

petência definida pela Carta da República. 201/67. sempre estações correntes em atraso. A norma constante da Constituição estadual . apurado o débito pelos meios regulares de direito. Na espécie. 1º. ficou. pois. pelo Mu sobre tombamento adotado a conceituação mais restrita. no âmbito da desapropriação. art. o STJ. e. sem solicitar referida autorizaçã mesmos ou aplicação de índice de correção monetária diverso do fixado. 38. inclusive pelo arbitramento de que trata o art.crime de abuso de autoridade. da Lei 8. XII) e (c) reflexos de índole político-administrativa (possibilidade de intervenção do Estado no Município. 325).que impede a prisão do Governador de Estado antes de sua condenação penal definitiva . até que sobrevenha a licença da respectiva Assembléia Legislativa. punível com pena privativa de liberdade . quando não apresentadas. a proteção dos bens. § 14. art. que integram o conceito mais amplo. .não s a suposta prática do delito de difamação (Código Eleitoral.212/91.DL n.

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I. role de constitucionalidade dos atos normativos pelo Poder Judiciário só lhe permite agir como legislador negativo. em seus efeitos.revela-se essencial que os instrumentos disponíveis mostrem-se capazes de ne eito positivo interno do Brasil. aplicada. apesar disso. desse modo. de vista.cidir – impedindo.D. so da A.. pois a decisão. já revogada. em nosso sistema normativo. o acesso imediato à argüição de descumprimento de preceito fundamental . na Reclamação 425. o mesmo grau de autoridade e de eficácia das leis nacionais. em processo judicial de Mandado de Segurança. pois os Tratados concluídos pelo Estado Federal possuem. bjetivo de suprir a inatividade do órgão legislativo inadimplente. a circunstância de a norma. estar sendo. que neste se pr .

é traço caracterizador do tributo (CTN. 3º). higiene. . O tributo é que tem caráter compulsório. logo a liberdade está garantida pela faculdade do cidadão de votar em branco ou anular seu voto. A obrigatoriedade de votar é formal. A compulsoriedade. III. aliás. § 1º. Já a contribuição confederativa. IV. I.14. A sua instituição depende de lei. da Constituição Federal. Os pedidos ical. art. conforto e preservação da saúde pública. por estudos relacionados com os requisitos de segurança.

§ 14. 54. . as Gfip‘s mensais.não se reveste de validade jurídica e. Na espécie. Entendeu-se que ibilidade de intervenção do Estado no Município. sempre que essa medida extraordinária revelar-se essencial à execução de ordem ou decisão emanada do Poder Judiciário . quando não apresentadas. da Constituição estadual. conseqüentemente. ar 38. não pode subsistir em face de sua evidente incompatibilidade com o tex gislativa.212/91. no âmbito da desapropriação. da Lei 8. incluíra o feito em pauta de julgamentos. . pelo Município. o STJ. sem solicitar referida autorização. I.CF. conforme exigido pela regra do art.r de Estado antes de sua condenação penal definitiva .

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adema .al que os instrumentos disponíveis mostrem-se capazes de neutralizar. al de Mandado de Segurança. não tendo. que neste se profira. cautelar ou de mérito. "erga omnes". tem eficácia apenas entre as partes que nele figuram. assim. pois a decisão. A norm mo grau de autoridade e de eficácia das leis nacionais. não. de maneira eficaz. a situação de lesividade que se busca obstar com o ajuizamento desse writ constitucional.

por não ser tributo.dadão de votar em branco ou anular seu voto. Os pedidos de declaração da inexistência de obrigatoriedade do voto e da desnecessidade de justificação ou cumprimento de prestação al stituição depende de lei. convindo esclar . 8º. IV. Já a contribuição confederativa.. IV) é obrigatória apenas para os filiados ao sindicato.F. art. por não ser instituída por lei (C.

subsistir em face de sua evidente incompatibilidade com o texto da Constituição Federal. . in fine). incluíra o feito em pauta de julgamentos. art. IV. Entendeu-se que a mencionada regra está em consonância com o modelo federal estabelecido em relação ao processo por crime comum contr ão de ordem ou decisão emanada do Poder Judiciário . 35.CF. ual.

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validamente.a obstar com o ajuizamento desse writ constitucional. A norma inscrita no art. "erga omnes". pelas vias próprias. § 1º da Lei nº 9. sem qu ue nele figuram. não tendo. 4º. 4. ademais. não. o condão de ressuscitar o dispositivo já sem vigência. assim.882/99 – que consagra o postulado da subsidiariedade – estabeleceu. Tal decisão é impugnável. como a da Suspens .

8º. da CF/88). I. no inciso V do citado art. 8º. convindo esclarecer que a Constituição.snecessidade de justificação ou cumprimento de prestação alternativa são juridicamente impossíveis em face do ordenamento constitucional (art. IV) dispôs. 14. § 1º. em seguida à instituição da contribuição confederativa (art. rigatória apenas para os filiados ao sindicato. .

ademais. que deixou de exigir licença prévia . Salientou-se. que a superveniência da EC 35/2001.estabelecido em relação ao processo por crime comum contra o Presidente da República.

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. validamente.ulado da subsidiariedade – estabeleceu. sem qualquer ofensa ao texto da Con ecisão é impugnável. como a da Suspensão de Segurança (art. pelas vias próprias.

14. 8º. IV) dispôs. confederativa (art. no inciso V do citado art.constitucional (art. I. 8º. qu . da CF/88). § 1º.

veniência da EC 35/2001. que deixou de exigir licença prévia da Câmara respectiva quanto à instauração de .

deve-se conside Em contrato de abertura de crédito fixo. desde que pa SÚMULA 296: Os juros remuneratórios. correção e multa Juros. FORUM. MANUTENÇÃO. na exordial. CADIN. correção e multa Juros. somente permitida quando expressamente disposta em lei (S Apesar de desempenharem algumas atividades também desenvolvidas por instituições financeiras. FORÇA MAIOR. do CDC É aplicável o CDC em contrato bancário de conta corrente e em aplicação financeira. independentemente da prova objetiva do abalo à honra e à reputação sofr PRAZO. correção e multa Juros. quanto à po A responsabilidade civil do transportador aéreo pelo atraso de vôo e pelo extravio de bagagem ou de carga rege-se SÚMULA 297: O Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições financeiras. correção e multa Juros. não pode ser cumulada nem com correção monetária nem co Não se pode afirmar que a taxa de juros é abusiva só com base na estabilidade econômica do país. RESPONSABILIDADE CIVIL. COMPRA. TEORIA FINALISTA. 8.aplicação CDC . pessoa jurídica com fins lucrativos. correção e multa Juros. calculada pela taxa m SÚMULA 295: A Taxa Referencial (TR) é indexador válido para contratos posteriores à Lei n. SÚMULA 176: É nula a cláusula contratual que sujeita o devedor à taxa de juros divulgada pela ANBID-CETIP. A informação da existência de execução em curso CDC. FORO. os juros rem SÚMULA 285: Nos contratos bancários posteriores ao Código de Defesa do Consumidor incide a multa moratória ne SÚMULA 289: A restituição das parcelas pagas a plano de previdência privada deve ser objeto de correção plena.aplicação CDC .aplicação CDC .aplicação CDC . SÚMULA 283: As empresas administradoras de cartão de crédito são instituições financeiras e. A Turma prove CDC. 18 do CDC.inadimplência Cadastro . correção e multa Juros. pela reparação de dano ou furto de veículo ocorridos em seu SÚMULA 028: O estabelecimento bancário é responsável pelo pagamento de cheque falso. salvo dolo ou culpa do correntista/po A devolução de cheques para ensejar a obrigação de indenizar deve ser indevida. NOME. são devidos no período d Não é possível a prática de preço diferenciado. mas de f Não há relação de consumo nos serviços prestados por advogados. SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO. correção e multa Preço Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Inadimplência Responsabilidade CDC . Provido o recurso para reduzir o montante da indenização por lançamento indevido em cadastro negativo de crédito É devida a indenização por danos morais. Serasa e afins é de cinco anos. correção e multa Juros. correção e multa Juros. as empresas de É válida a cláusula mandato inserta em contrato de administração de cartão de crédito que possibilita às empresas a SÚMULA 030: A comissão de permanência e a correção monetária são inacumuláveis. os quais pe A capitalização dos juros é proibida (Súmula 121-STJ). REGISTRO. como fornecedor de um produto durável . As cláusulas limitativas de valor de cobertura dos seguros de saúde são abusivas tanto quanto as cláusulas que limi SÚMULA 302: É abusiva a cláusula contratual de plano de saúde que limita no tempo a internação hospitalar do seg A comissão de permanência. não estando enquadrada entre as O titular da conta-corrente deve ser notificado das alterações do respectivo limite de crédito (cheque especial). o nome do devedor permanece no Ca O incorporador. 8. por isso. é solidariamente responsável pelos vícios de qualidade Descabe a inscrição do nome do devedor em cadastro de proteção ao crédito (SPC.inadimplência O prazo para cancelamento de registro de dados no SPC. por prática de "overbooking" (considerada pelo STJ No conceito de fornecedores disposto no art.177/91. O Banco Central do Brasil é parte passiva ilegítima para figurar na ação . nos contratos bancários. VEÍCULO NOVO. EMPRESAS. 18 do Código de DANO MORAL. ELEIÇÃO.906/19 O Código de Defesa do Consumidor aplica-se aos contratos de crédito educativo. FORO DE ELEIÇÃO. correção e multa Juros. ASSALTO. SERASA e outros) na h SÚMULA 130: A empresa responde.aplicação Responsabilidade Cadastro . de natureza bancária. correção e multa Juros. após prévio aviso.inadimplência Cadastro .aplicação Responsabilidade Cadastro . é lícita a cobrança de juros remuneratórios conforme o contrato. Conforme dispõe o art. SERASA. Dessarte. Consumidor: STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ 180 185 185 189 101 EJ443 180 JC JC SUM 174 SUM 165 165 167 168 177 178 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 110 102 105 105 113 116 EJ474 167 167 167 173 178 189 JC JC JC JC JC JC SUM SUM 195 195 198 199 256 256 EJ534 255 Cadastro . de pedido certo quant ILEGITIMIDADE.aplicação CDC .inadimplência CDC . po SÚMULA 294: Não é potestativa a cláusula contratual que prevê a comissão de permanência. CCF. Trata-se da responsabilidade do banco pela morte de correntista É cabível o pagamento de indenização por danos morais pela instituição financeira.078/90. A empresa recorrida. DISTRIBUIÇÃO.Direitos Difusos 1. BACEN. Na ação de indenização por dano moral afigura-se desnecessária a formulação. perante o cliente. 43. conforme dispõe o art. 43.aplicação Cláusulas abusivas Cláusulas abusivas Juros. não É cabível indenização por danos morais quando. seja por incidir norma específica (Lei n. Comprado veículo novo com defeito. se a inscrição do nome do dev É cabível o pagamento de indenização por danos morais pelo Serasa ou por entidade responsável pela organização É cabível indenização por danos morais se a inscrição no Cadastro de Inadimplentes for feita indevidamente . BANCO.inadimplência CDC . CARRO-FORTE. o consumidor con DANO MORAL. ressalvadas as hipótese É permitido à concessionária interromper o fornecimento da energia elétrica se. correção e multa Juros. após a quitação da dívida. por não se estar diante de relação de consumo. utilizou-se de I. § 1º. sendo No caso do passageiro ser impedido de embarcar na aeronave. BANCO.inadimplência Cadastro . O provedor de internet e a empresa detentora da rede estadual de acesso CDC. para vendas à vista e pelo cartão de créd A CEF é responsável pelos danos morais que causou por não ter entregue ao cliente comprovante de que este depo Não é razoável exigir-se da titular de caderneta de poupança a prova de que não fez mau uso do cartão magnético e Não se pode responsabilizar a CEF por evento ocorrido fora de suas dependências e para o qual em nenhum mome Cabe responsabilização da Caixa Econômica Federal por danos morais causados por recusa de saque no presente c O banco sacado responde pelo pagamento de documento de saque falsificado. relativo ao mesmo produto. INSCRIÇÃO. isso RESPONSABILIDADE CIVIL. correção e multa Juros. ASSALTO. a O banco responde pelos danos morais à pessoa que teve seu nome inscrito em serviço de proteção ao crédito em co A simples postagem de carta informando possível inscrição do nome do devedor em cadastro de inadimplentes. correção e multa Juros. incluem-se as concessionárias de automóveis. DEFEITO. Não se aplica ao Judiciário as emanações da Lei 8. não cumuláveis com a comissão de permanência. aplica-se o art.

ENERGIA ELÉTRICA.Legitimidade STJ 170 ACP . A Pro MINISTÉRIO PÚBLICO. Versa a questão so LITISCONSÓRCIO FACULTATIVO. o que é cabíve A ação civil pública. a Turma.Legitimidade STF SUM ACP . Trata-se de ação civil pública ajuizada AÇÃO POPULAR. somente poderão ser tu Trata-se de ação civil pública movida pelo Ministério Público em decorrência de dano ambiental.Legitimidade STJ 195 ACP .2. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA.347/1985. Tutela coletiva TRF-1 114 Ação Civil Pública TRF-1 EJ497 Ação Civil Pública STJ 173 Ação Civil Pública STJ 175 Ação Civil Pública STJ 187 Ação Civil Pública STJ 194 Ação Civil Pública TRF-1 EJ471 ACP . PROCURADORIA. Não cabe ao MP em ação civil pública a imposição de verbas sucumbenciais.Legitimidade STJ 196 Ação Civil Pública STJ 197 ACP . LEGITIMIDADE. Prosseguindo o julgamento. VÍCIO FORMAL. FEDERAL E ESTADUAL. PODER DISCRICIONÁRIO. senão quando houver má-fé. A matéria .Legitimidade STJ 195 ACP . LOJA. PREVIDÊNCIA MUNICIPAL. Direito constitucional à saú Não cabe ao Estado pagar tratamento médico no exterior quando não comprovado que não há o mesmo tratamento 3.Legitimidade STJ 196 ACP .Legitimidade STJ 166 ACP . AÇÃO CIVIL PÚBLICA. em virtude de seu efeito erga omnes. não pode ser utilizada como sucedâneo da ação direta de Não há falar-se em má-fé quando o Ministério Público não leva à ação civil pública todos os documentos constantes Os interesses e direitos individuais homogêneos. FOGOS DE ARTIFÍCIO. MP. ADMINISTRAÇÃO. LEGITIMIDADE. MINISTÉRIO PÚBLICO. LEGITIMIDADE. A Turma entendeu que o Ministério SÚMULA 643: O Ministério Público tem legitimidade para promover ação civil pública cujo fundamento seja a ilegalid EXPLOSÃO. MP.Legitimidade STJ 168 ACP . O MP não tem legitimidade ativa para promover ação civil pública para defesa de direitos individuais disponíveis refe O Ministério Público tem legitimidade para propor toda e qualquer demanda que vise à defesa do patrimônio público. MUNICÍPIO. Saúde: TRF-1 TRF-1 101 113 Medicamentos Tratamento médico O Estado deve fornecer medicamentos ao cidadão que deles precisar e não puder pagar. 21 da Lei n. agir para defender interesse individual de associado. LEGITIMIDADE AD CAUSAM. A Turma deu provimento ao recurso. entendendo O Ministério Público Federal tem legitimidade para propor ação civil pública visando à anulação de contrato firmado n A associação não pode. QUALIDADE. PROJETO LEGISLATIVO. TELEVISÃO POR ASSINATURA.Legitimidade STJ 173 ACP .Legitimidade STJ 202 Ação Popular É impossível exercer-se o controle concentrado de constitucionalidade em sede de ação civil pública. 7. como substituto processual. de que trata o art. SERVIÇO. AÇÃO CIVIL. Trata-se de ação civil pública em que o Mini AÇÃO CIVIL PÚBLICA.

incluem-se as concessionárias de automóveis. limitada à taxa do contrato. 18 do Código de Defesa do Consumidor e não os artigos 12 e 13 do mesmo Código. ocultos ou de estrutura. a título de danos morais e materiais. Dessarte. 3o. o prazo para o cancelamento de registro junto ao Serasa é de cinco anos. pessoa jurídica com fins lucrativos.corrente. ocorreu em função do cancelamento de créd ntral do Brasil é parte passiva ilegítima para figurar na ação indenizatória por danos materiais e morais na qual os autores. sendo que a devolução indevida do cheque do correntista como sem fundos acarreta a responsabilidade de indenizá-lo por dano moral nave. o de vôo e pelo extravio de bagagem ou de carga rege-se pelo Código de Defesa do Consumidor . vez que esta. a princípio. 11. CADIN. que forem verificados na obra. salvo dolo ou culpa do correntista/poupador. por prática de "overbooking" (considerada pelo STJ condenável e intolerável). CARRO-FORTE. requerem a retirada de seus nomes do rol de inadi . recorrida. e previdência privada deve ser objeto de correção plena. calculada pela taxa média de mercado apurada pelo Banco Central do Brasil. cabe indenização. além de ser necessária a comprovação de lucros excessivos e desequilíbrio contratual para ser rec a de juros remuneratórios conforme o contrato. já consolidadas na jurisprudência como abusivas. II. 43. o nome do devedor permanece no Cadastro de Inadimplentes. que teve seu nome inscrito no cadastro de inadimplentes por instituição bancária. pelo pagamento de cheque falso. parcialmente. seja por incidir norma específica (Lei n. por não se estar diante de relação de consumo. não estando enquadrada entre as hipóteses de seu cabimento. . se a inscrição do devedor em cadastro de inadimplentes for efetuada sem o seu prévio conhe o Cadastro de Inadimplentes for feita indevidamente . os quais permanecerão após o vencimento. Diante do poderio econômico de ambas as partes. para vendas à vista e pelo cartão de crédito (art. "n". condenando o banco a indenizar. visto que em casos assemelhados a Turma tem fixado em cerca de 50 salários-mínimos o valor máximo. por índice que recomponha a efetiva desvalorização da moeda. por lançamento indevido em cadastro negativo de crédito ao consumidor. desde que pactuada. FORÇA MAIOR. resultante do sistema de concessão a SSALTO. quanto à possibilidade de revisão de suas cláusulas. não ter entregue ao cliente comprovante de que este depositou o FGTS. resta em discussão judicial. são solidariamente responsáveis o fabricante e o comerciante que aliena o veículo "zero quilômetro" defeituoso. aplica-se o art. no mercado financeiro. porque essas acabam também por limitar o tempo d e saúde que limita no tempo a internação hospitalar do segurado. conforme dispõe o art. da energia elétrica se. que o juiz suscitado bem pôde veículo novo com defeito.906/1994). apesar de vencida. que utilizou seus documentos roubados para abertura de conta. se antes desse prazo ocorrer a prescrição r e e em aplicação financeira.Serasa e afins é de cinco anos. o consumidor continuar inadimplente. o que não acontece no Sistema Financeiro de Habitação. não honrando o pagamento da conta. crédito são instituições financeiras e. cliente que teve seu nome insc nternet e a empresa detentora da rede estadual de acesso litigam sobre o contrato de prestação de serviço. de saque falsificado. observado o limite contratado. sejam aparentes. os recursos necessários para cobrir os saldos negativos gerados pelos contratantes monetária são inacumuláveis. A devolução indevida do cheque do autor.: roubo no lado externo da agência). são devidos no período de inadimplência. SERASA e outros) na hipótese de pendência de ação judicial em que se discute a dívida. do CDC). ligado à montadora de veículos. se a inscrição do nome do devedor em cadastro de inadimplentes for efetuada sem a comunicação prévia. Lei Delegada 4/62). Aplicação do CDC. danos morais causados por recusa de saque no presente caso. Existente previsão legal (art. pois é nula a cláusula que permite à instituição bancária a utilização de saldo de quaisquer contas. evedor à taxa de juros divulgada pela ANBID-CETIP. ente da prova objetiva do abalo à honra e à reputação sofrido pelo autor.069/95) determinando a devolução de cheque de valor acim ões do respectivo limite de crédito (cheque especial). não há falar em ilegitimidade passiva do forne FORUM. de acordo com a taxa média de mercado. deve ser exclu desenvolvidas por instituições financeiras. dvogados. quitação da dívida.177/91. Contudo. enizar deve ser indevida. na exordial. na abertura de con ÃO AO CRÉDITO. No caso como o assalto foi dentro do estabelecime pela instituição financeira. deve-se considerar todos os demais aspectos. do CPC. e prevê a comissão de permanência. Em tal cenário. 22. de natureza bancária. Conforme dispõe o art. seja por não se tratar de atividade fornecida no mercado de consumo (art. § 1º. do CDC. é solidariamente responsável pelos vícios de qualidade ou quantidade. com a finalidade única de incrementar sua própria ativida ecessária a formulação. Assim.626/1933) a limita istração de cartão de crédito que possibilita às empresas administradoras tomar. não caracteriza dano moral se dela não consta dizeres o e da responsabilidade do banco pela morte de correntista assaltado e morto ao sacar dinheiro em caixa eletrônico no interior da agência. Assim. nça a prova de que não fez mau uso do cartão magnético e senha pessoal. para contratos posteriores à Lei n. § 1º. A informação da existência de execução em curso contra o devedor que levou à inclusão de seu nome no cadastro mantido pelo Serasa foi colhida em distribuidor forense. ficando cumulados esse mente permitida quando expressamente disposta em lei (Súmula 93-STJ). limitada ao percentual contratado. 43. de saúde são abusivas tanto quanto as cláusulas que limitam o tempo de internação. caracteri o do nome do devedor em cadastro de inadimplentes. à taxa média de mercado estipulada pelo Banco Central do Brasil. 69 da Lei 9. digo de Defesa do Consumidor incide a multa moratória nele prevista. A Turma proveu. 8. o que seu nome inscrito em serviço de proteção ao crédito em conseqüência de cheques emitidos por terceiro. mesmo produto. m base na estabilidade econômica do país. om a comissão de permanência. O incorporador que não executa a obra r e proteção ao crédito (SPC. o pode ser cumulada nem com correção monetária nem com juros remuneratórios. não havendo necessidade da comprovação do prejuízo. 0. O corte realizado nesses moldes. n. mas de função estatal indelegável e exercida como função de império do Estado. ra de suas dependências e para o qual em nenhum momento se obrigou ou tinha o dever legal de evitar (obs. ressalvadas as hipóteses de culpa exclusiva ou concorrente do correntista. 8. os de crédito educativo. após prévio aviso. de pedido certo quanto ao montante indenizatório pretendido. se houver capitalização de juros. os juros remuneratórios por elas cobrados não sofrem as limitações da Lei de Usura. se o evento se deu em sua vigência. a reparação de dano ou furto de veículo ocorridos em seu estacionamento. as empresas de factoring não integram o Sistema Financeiro Nacional. o recurso. isso em razão da dívida que. afastando-se a indenização tarifada prevista na C cável às instituições financeiras. aplicando-se-lhes o disposto na Lei de Usura (Dec. Inversão do ônus da prova. pelo Serasa ou por entidade responsável pela organização do Serviço de Proteção ao Crédito. ora recorridos. § 2o. por isso. de qualquer modalidade. utilizou-se de crédito fornecido pelo banco recorrido.

Dever do Estado. 82. PROCURADORIA. a Turma. somente poderão ser tutelados pela via da ação coletiva quando os seus titulares sofrerem danos na condição de consumidores. parágrafo único. pois usurpa da Suprema Corte o controle concentrado da constitucionalidade das leis e atos normativos fed o leva à ação civil pública todos os documentos constantes do inquérito civil público. A Turma entendeu que o Ministério Público tem legitimidade para propor ação civil pública para proteger os consumidores da queda de qualidade do serviço prestad promover ação civil pública cujo fundamento seja a ilegalidade de reajuste de mensalidades escolares. A matéria cinge-se à legitimidade passiva ad causam de município em que projeto de lei foi atacado via ação popular. O. do CPC. não atingiu o § 5º do art. ucionalidade em sede de ação civil pública. Direito constitucional à saúde. 5º da Lei n. Prosseguindo o julgamento.eles precisar e não puder pagar. o re MAL.347/1985. senão quando houver má-fé. sem licitação. DE. o int para defender interesse individual de associado. III). o que é cabível apenas ao STF em ação direta de inconstitucionalidade. entendendo que o veto do Presidente da República aos arts. O projeto previa a cr .3 ação civil pública visando à anulação de contrato firmado no âmbito do SUS. 2º. (Artigo 21º . atuando na defesa e proteção do patrimônio público (CF. exsurgindo. a Turma decidiu dar parcial provimento ao recurso do MP p TADUAL. e 92. por maioria. deu provimento ao recurso ao entendimento de que.Consumidor é toda ualquer demanda que vise à defesa do patrimônio público. É possível descartar aqueles que não lhe parecem relevantes. 2° . 21 da Lei n. tanto sob o aspecto material (perdas e danos) quanto o imaterial (lesão à moralidade). Versa a questão sobre antecipação dos honorários periciais. não pode ser utilizada como sucedâneo da ação direta de inconstitucionalidade. também. § 3º. 149/1995). MUNICÍPIO. LEGITIMIDADE. Prosseguindo o julgamento. da Lei 8078/90 (Art. LEGITIMIDADE AD CAUSAM. 7. A Procuradoria de Assistência Judiciária do Estado de São Paulo tem legitimidade para propor ação civil pública em busca da indenizaç NERGIA ELÉTRICA. art. pública para defesa de direitos individuais disponíveis referentes à revisão de benefícios previdenciários de que trata o art.Aplicam-se co em decorrência de dano ambiental. isso em razão da própria natureza do inq rata o art. 702/1995 e seu consentâneo (Dec. para o fim de impugnar a cobrança de taxas referentes a serviço NISTRAÇÃO. MP. bas sucumbenciais. Trata-se de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público. 7. Trata-se de ação civil pública em que o Ministério Público pleiteia que a municipalidade destine um imóvel para instalação de abrigo e elaboração de programas de proteção à STÉRIO PÚBLICO. A Turma deu provimento ao recurso. quando não comprovado que não há o mesmo tratamento no Brasil ou que este é inferior ao prestado em outro país. parágrafo único. 129. n. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. visando à suspensão da eficácia da Lei Municipal n.

ainda que fora do horário de expediente. ante que aliena o veículo "zero quilômetro" defeituoso. Afastada a ilegitimidade passiva e considerando que as instâncias ordinárias reconheceram a existência dos danos. relativo ao Fies. a agência. não há falar em ilegitimidade passiva do fornecedor. sendo conduta inscrita em lei. da Lei n. ficando cumulados esses juros remuneratórios com os juros moratórios de 1% ao mês. 22 e 42 do CDC. e conseqüentemente. durante transporte de valores em car econômico de ambas as partes. umentos roubados para abertura de conta. na abertura de conta-corrente. O incorporador que não executa a obra responde solidariamente com o construtor pelos defeitos de qualidade. uma vez que os valores cobertos pelo seguro terminam. § 2o. requerem a retirada de seus nomes do rol de inadimplentes do SCPC/SEPROC e do Serasa. a comercialização de automóveis. ocorreu em função do cancelamento de crédito rotativo. cado. 6º. ou. é po antido pelo Serasa foi colhida em distribuidor forense. os para cobrir os saldos negativos gerados pelos contratantes inadimplentes. deve ser excluída tal capitalização. zação de saldo de quaisquer contas. Aplica-se o princípio da responsabilidade objetiva e considera-se abusiva a cláusula que eventualmen abusivas. 22. pois só as astreintes alcançam dez mil reais ao dia. caracterizado ao menos o descuido na contratação. que na apuração das condutas de ambos conclua-se pela responsabilidade de apenas um deles. Essas empresas. a Turma entendeu que não há que s Em tal cenário. se antes desse prazo ocorrer a prescrição relativa ao título de crédito. o que não impede. a juros lega tação. ostentava o caráter de publicidade mesmo antes da aludida inscrição.do em cerca de 50 salários-mínimos o valor máximo. Assim. se houver capitalização de juros. § 3º. a vigência. limitada ao percentual contratado. nsumo (art. uma vez que há ações judiciais nas quais se discute a validade dos títulos que ense . de qualquer modalidade. Contudo. que a torne i alizado nesses moldes. verificados na obra. como intermediárias. não caracteriza dano moral se dela não consta dizeres ofensivos. 8. ntes por instituição bancária. inserem-se no conceito de instituição financeira previsto no art.corrente. II. é responsável pelo exame da veracidade dos documentos apresentados por quem não é o real titular. afastando-se a indenização tarifada prevista na Convenção de Varsóvia. reduzem o tempo ão de lucros excessivos e desequilíbrio contratual para ser reconhecida a abusividade. entendeu reafirmar a prevalência d cheque do autor. porém. para liquidar ou amortizar as obrigações decorrentes de contrato de renegociação e confissão de dívidas. responde o banco pela segurança dos seus usuários. cliente que teve seu nome inscrito no Serasa em conseqüência de roubo de talonário de cheque sob a guarda do banco.987 de danos morais e materiais. 17 da L ntral do Brasil. se assim convencionado. co anos. dastro de inadimplentes for efetuada sem o seu prévio conhecimento. o que afasta a possibilidade de dano moral em razão de los. a Turma. do qua recorridos. não se justifica a manutenção do nome do devedor no referido cadastro. não configura ato os acarreta a responsabilidade de indenizá-lo por dano moral. à falta de convenção. sem prévia comunicação ao correntista. icial. que o juiz suscitado bem pôde divisar. em virtude do inadimplemento em contrato diverso. bem como autoriza a 9. n. No caso como o assalto foi dentro do estabelecimento bancário.626/1933) a limitar a taxa de juros remuneratórios ao teto de 12% ao ano. resultante do sistema de concessão adotado no país. eventualmente encontrados na edificação. observado o limite contratado. Assim.00 quando ele não respeitar a obrigação de indicar o favorecido.069/95) determinando a devolução de cheque de valor acima de R$ 100. 3o. Dessarte. é permitido expressamente pelo art. do CDC). além de não maltratar os arts. vez que esta. lhes o disposto na Lei de Usura (Dec. com a finalidade única de incrementar sua própria atividade produtiva. e dos valores em discussão. diante dos precedentes. porque essas acabam também por limitar o tempo de permanência de internação.

Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. III). isso em razão da própria natureza do inquérito. Parágrafo único. da Lei 8078/90 (Art. referente à distribuição de guia impresso da programação. invocando pre ojeto de lei foi atacado via ação popular. art. no que for cabível.Aplicam-se à defesa dos direitos e interesses difusos. 149/1995). a Turma. é possível o litisconsórcio facultativo entre o Ministério Público Estadual e o Federa atrimônio público (CF. (Artigo 21º . Equipara-se a consu r os consumidores da queda de qualidade do serviço prestado por operadora de televisão por assinatura (art. coletivos e individuais. 5º da Lei n. os dispositivos do Título III da Lei n. exsurgindo. a Turma decidiu dar parcial provimento ao recurso do MP para afastar a aplicação do art. o Ministério Público não tem legitimidade para propor ação civil pública. nstalação de abrigo e elaboração de programas de proteção à criança e aos adolescentes carentes. 2° . 33 do CPC (que determina quem deve pagar o adiamento dos honorários de perito) e manter a in grafo único. danos na condição de consumidores. Prosseguindo o julgamento.centrado da constitucionalidade das leis e atos normativos federais e estaduais. parecem relevantes. n.07 o. Precedentes desta Corte. o recolhimento de contribuição para o Fundo Municipal de Previdência Social. também. parágrafo único. O projeto previa a criação de 42 cargos em comissão de assessores junto ao Poder Legislativo Municipal. 702/1995 e seu consentâneo (Dec. timidade para propor ação civil pública em busca da indenização por danos materiais e morais decorrentes da explosão de estabelecimento dedicado à venda de fogos de artifícios e pólvor ra o fim de impugnar a cobrança de taxas referentes a serviços públicos (conta de consumo de energia elétrica). 129.371/1985 (Lei da Ação Civil Pública). não atingiu o § 5º do art. do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal. que restou negada nas instâncias ordinárias. 82 do CDC). com efeitos concretos no orçamento mun .º 8. Assim. A Turma negou provimento ao recurso do nicipal n. 7. do CPC. o interesse de agir.

987/1995. e conseqüentemente. çam dez mil reais ao dia. II. relativo ao Fies. 4. que apenas cumpriu a mencionada determinação legal.5% ao mês. dade. hipótese em que não se configura força maior. da Lei n. 6º. a Turma entendeu que não há que se falar em dificuldade de acesso ao Poder Judiciário por hipossuficiência. Partindo-se de uma interpretação sistemática. verifica-se pelo seguro terminam. assim convencionado. e objetiva e considera-se abusiva a cláusula que eventualmente limite à responsabilidade do fornecedor pelos danos causados. à falta de convenção. Assim. durante transporte de valores em carro-forte. a juros legais de 0. bem como autoriza a credora a efetuar o bloqueio dos saldos credores até que a complementação baste a permitir a integral da liquidação da obrig o favorecido. deve prevalecer o foro de eleição para dirimir stâncias ordinárias reconheceram a existência dos danos. nclua-se pela responsabilidade de apenas um deles. 8. reduzem o tempo de internação. A responsabilidade pelas inclusões no cadastro de emitentes de cheques sem fundos (CCF) é exclusiva d . e do devedor no referido cadastro. 17 da Lei n. configurando a responsabilidade da entidade bancária pelos danos d s judiciais nas quais se discute a validade dos títulos que ensejaram as inscrições. nos casos do art. sob a guarda do banco. caracterizada a o inadimplemento em contrato diverso. diante dos precedentes. o que afasta a possibilidade de dano moral em razão de a entidade cadastral não ter previamente comunicado o fato ao devedor. entendeu reafirmar a prevalência da teoria finalista ou subjetiva para a definição de relação de consumo no âmbito deste Superior Tribunal. § 3º. é possível passar ao julgamento do mérito.entos apresentados por quem não é o real titular.595/1964. eventualmente encontrados na edificação. e no conceito de instituição financeira previsto no art. sendo que a LC n. como também por aqueles decorrentes da disparidade com as indicações constan é permitido expressamente pelo art. o que se manifesta excessivamente abusivo. Logo. A indenização por danos materiais. não sofrem as limitações quan de renegociação e confissão de dívidas. estando a causa madura. a. ou. 105/2001 expressamente as incluiu nessa definição. sendo conduta inscrita em lei. Assim. não configura ato ilícito da instituição financeira. o banco pela segurança dos seus usuários. que a torne imprópria à utilização ou lhe diminua o valor. do qual era fiador. 18 do C ção.

de 11 de setembro de 1990. da CF/1988 e art. os dispositivos do Título III da Lei n. invocando precedentes. . decidiu que a ação pública não se presta à proteção de direitos individuais disponíveis.347/1985 (LACP) que preconiza.de Justiça e do Supremo Tribunal Federal. com efeitos concretos no orçamento municipal. Na espécie. no que for cabível. a Turma. stâncias ordinárias. o que possibilita a propositura da ação popular. entre outras determinações. 7. rente à distribuição de guia impresso da programação. adiantamento de h órcio facultativo entre o Ministério Público Estadual e o Federal. com fulcro no princípio da discricionariedade. salvo quando homogêneos e egislativo Municipal. ainda que indetermináveis. 5º. XXXII. que haja intervindo nas relações de consumo). Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas. que institui o código de defesa do Consumidor. abelecimento dedicado à venda de fogos de artifícios e pólvora (art. Ressaltou-se que a sentença de primeiro grau em sede de ação popular .078. além de vultosos prejuízos materiais. A Turma negou provimento ao recurso do MP. 82 do CDC). ajuizaram Ação Civil Pública buscando impedir a comercialização de trigo importado enquanto a perícia técnica como destinatário final.) eve pagar o adiamento dos honorários de perito) e manter a incidência da Lei n. Prosseguindo o julgamento. pois a municipalidade tem liberdade de escolher onde devem ser aplicadas a ia Social. A explosão resultou.º 8. Parágrafo único. na lesão corporal e n úblico não tem legitimidade para propor ação civil pública. não haver. nessas ações.

independentemente de se cuidar de uma relação de consumo assumida em contrato de adesão. esgota-se nas modalidades do respectivo § 1º. não há como afastar o foro de eleição prev rando a responsabilidade da entidade bancária pelos danos decorrentes. não pressupõe a comprovação do prejuízo material. mesmo que convencio plementação baste a permitir a integral da liquidação da obrigação vencida . verifica-se que as normas previstas no Código de Defesa do Consumidor são de ordem pública e interesse social.626/1933. revogando. especialmente porque se tratavam de rendimentos de aposentadoria. O dano moral. a Lei de Usura (Súm. Assim. uma vez que o abalo à imagem stro de emitentes de cheques sem fundos (CCF) é exclusiva dos bancos sacados. nos casos do art. a incluiu nessa definição. Logo. não sofrem as limitações quanto aos juros impostas pelo Dec. não podendo o Banco Central efetivar qualquer modificação no referido cadastro. deve prevalecer o foro de eleição para dirimir o litígio. 22. III. queles decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem publicitária. Assim. A indenização por danos materiais. Se a descrição dos fatos para justificar o pedido de danos morais está no â umo no âmbito deste Superior Tribunal. Porém a capitalização. 596-STF). n.no caso em tela. ciência. 18 do CDC. portanto.Partindo-se de uma interpretação sistemática. . na espécie. caracterizada a recorrida como consumidora intermediária e sequer cogitada sua hipossuficiência.

adiantamento de honorários periciais. declarou a nulidade da proposta legislativa. não cabendo. e direitos individuais disponíveis. em razão de sofrerem os efeitos danosos dos defeitos do produto ou serviço. o que acentua a necessidade da . ante o vício formal. são equiparad alidade tem liberdade de escolher onde devem ser aplicadas as verbas orçamentárias e o que deve ter prioridade. ou. assim. prevalecendo sobre o artigo do omercialização de trigo importado enquanto a perícia técnica analisa se o alimento contém fungo tóxico à saúde humana. ao Poder Judiciário intervir. Ressaltou-se que o artigo citado da LACP é peculiar. de natureza especial. na lesão corporal e na morte de diversas pessoas que. que tem eficácia ultra partes. o Ministério Público não se que a sentença de primeiro grau em sede de ação popular. salvo quando homogêneos e oriundos de relação de consumo. haja intervindo nas relações de consumo). Como o direito ao regime de previdência é de natureza disponível. além de vultosos prejuízos materiais. nessas ações. não haver.s determinações.

revogando. n. uer modificação no referido cadastro. portanto. 121-STF). uma vez que o abalo à imagem da correntista perante a sociedade é presumido. ão dos fatos para justificar o pedido de danos morais está no âmbito de dissabores.o de ordem pública e interesse social. m de rendimentos de aposentadoria. é vedada (Súm. . m. não há como afastar o foro de eleição previsto no contrato ao fundamento de que incidente o CDC. sumo assumida em contrato de adesão. n. mesmo que convencionada. a legislação que prevê indenização restritiva por ato ilícito. rovação do prejuízo material. Porém a capitalização. sem abalo à honra e ausente situação que produza no consumidor humilhação ou sofrimento na esfera d a hipossuficiência. 596-STF).

17 do CDC). Em caso de lesão.peculiar. o Ministério Público não tem legitimidade ativa ad causam. os danosos dos defeitos do produto ou serviço. Note-se que a poss o. mesmo não tendo participado diretamente da relação de consumo. assim. prevalecendo sobre o artigo do CPC. ao Poder Judiciário intervir. são equiparadas aos consumidores (art. que possui natureza geral. revidência é de natureza disponível. que tem eficácia ultra partes. o que acentua a necessidade da citação também da municipalidade. de natureza especial. caberá ao Executivo Municipal repassar as verbas ao Legislativo para .

o dano moral não é pertinente. .produza no consumidor humilhação ou sofrimento na esfera de sua dignidade.

ado diretamente da relação de consumo. Além de que a execução do comando dessa sentença. qu o Executivo Municipal repassar as verbas ao Legislativo para pagamento de vencimentos. 12 do CDC). Note-se que a possível responsabilidade civil decorre de fato do produto na modalidade de vício de qualidade por insegurança (art. determinará a cessação imediata do ato in .

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g . ora recorrente. a legitimidade passiva ad causam do município. que pode ser imputada ao comerciante. o dessa sentença. 12 do CDC).de de vício de qualidade por insegurança (art. razão pela qual se afigura. determinará a cessação imediata do ato inquinado como ilegal. no dizer do Ministro Relator.

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gestor da coisa pública. .tro Relator. a legitimidade passiva ad causam do município.

TRF-1 102 Ingresso irregular Quando o estrangeiro é transportado para o Brasil sem a documentação em ordem (art. ou não. por carta rogatória. REGISTRO POSTERIOR. Validade de sentença estrangeira no Brasil: rogatórias. O espaço aéreo: princípios elementares. STF STF STF STF STF STJ SUM 287 043 046 SUM 256 Homologação Ações Homologação Ações Homologação Homologação SÚMULA 420: Não se homologa sentença proferida no estrangeiro sem prova do trânsito em julgado. homologável no Brasil (RISTF. dependente d Não se exige do Estado requerente. 216) . ARBITRAGEM.815/80 (com a redação dada pela Lei 6. normas convencionais. imunidade à jurisdição. conforme dispõe o artigo 67 do Estatuto do Estrangeiro. pelos dois primeiros . por fato diverso do pedido de ex Para efeito do compromisso a que se refere o art. Aplicação da lei no espaço e no tempo. território. O Estatuto dos Estrangeiros. 91. FILHO. Nacionalidade: a aquisição. a respo 04. expulsão e extradição.815/80).ITÁLIA (22/11/2001): A prisão preventiva para os efeitos da extradição. nacionalidade das aeronaves. poderá efetivar-se ainda que haja processo ou A adoção ou reconhecimento de prole superveniente aos fatos que motivaram o decreto presidencial não impede. e também no âmbito do direito comparad 02. zona econômica.tráfico internac O art. PROTOCOLO DE GENEBRA.Internacional Privado 01. interpretando as normas de seu ordenamento jurídico. A justiça brasileira é indiferente a que se tenha ajuizado ação em país alienígena. no processo extradicional. As partes celebraram contrato de rep Internacional Público 01. do Estatuto dos Estrangeiros vedam a expulsão de estrangeiros que têm cônjuge e/ou fi Encontrando-se o extraditando respondendo a processo perante a Justiça brasileira. perante órgãos do Poder Judiciário brasileiro. A Seção reafirmou a jurisp 05. P SÚMULA 001: É vedada a expulsão de estrangeiro casado com brasileira.A posição da Justiça Federal nas causas referentes à nacionalização e naturaliza 02. SÚMULA 421: Não impede a extradição a circunstância de ser o extraditado casado com brasileira ou ter filho brasile Se a Justiça do Estado requerente da extradição. mesmo se idêntica a outra que aqu Ofende a ordem pública . para o deferimento da extradição.estiver extint A Súmula nº 1 e o art. EXPULSÃO FUNDADA NA NOCIVIDADE DA PERMANÊNCIA DO ESTRANGEIRO NO PAÍS. ou que tenha filho brasileiro. STF STJ 031 256 Aplicação no espaço Contratos internacionais Alegação de ausência do defensor quando da inquirição. ofensa à lei e falta de fundamentação Para que se invoque o artigo 75-II-b da Lei 6. 03. § 1º. 85. O mar: águas interiores. perda e mudança. STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ 021 021 021 021 021 040 SUM 017 021 022 023 026 041 042 043 JR SUM SUM 055 255 Expulsão Expulsão Expulsão Expulsão Expulsão Expulsão Expulsão Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Expulsão O meio processual adequado para se impugnar decreto expulsório é o habeas corpus.sentença estrangeira de anulaç Casamento realizado no Brasil e aqui domiciliado o casal desde antes da união até a presente data. já afastou a HC. mar territorial e zona contígua.964/81) é preciso provar a dep A expulsão. 75. ao dispor que a defesa. II. ORDEM PÚBLICA. da Lei 6815/80 (“Não será efetivada a entrega sem que o Es Ext 820 / IT . alto-mar. Opção: prazo e naturalização. quando. EXCEPTIO NON ADIMPLETI CONTRACTUS. quando s O PRIVILÉGIO RESULTANTE DA IMUNIDADE DE EXECUÇÃO NÃO INIBE A JUSTIÇA BRASILEIRA DE EXERCER O novo quadro normativo que se delineou no plano do direito internacional. da imputaç A condição prevista no inciso VI do art. STF STF STF 287 287 025 Imunidade Imunidade Imunidade O Estado estrangeiro não dispõe de imunidade de jurisdição. ESTRANGEIRO. Deportação. ―versará Na apreciação do pedido de extradição descabe o exercício de crivo relativamente à procedência. plataforma continental. A requerida contestou a homologação da se 03. Ações ajuizadas no estrangeiro. EXPULSÃO. . 125 da Lei 6. FATO CRIMINOSO. II. compromisso de comutação da pena de prisão Extradição: pedido que visa a processar estrangeiro por três crimes. Não se admite. à HABEAS CORPUS. espaço extra-atmosférico. no entanto. e não tendo hav SÚMULA 381: Não se homologa sentença de divórcio obtida por procuração. do Estatuto do Estrangeiro (Lei 6815/80).não sendo. não se fundamenta nos requisito SÚMULA 002: Concede-se liberdade vigiada ao extraditando que estiver preso por prazo superior a sessenta dias. Assim se firmou a jurisprud A expulsão é ato discricionário do Poder Executivo. Personalidade internacional: o Estado. 77 da Lei 6815/80 (“Não se concederá a extradição quando: VI . art. pois. de testemunha na República Oriental CONTRATO INTERNACIONAL. em país de que os cônjuges não eram SEC.

políticos e jurisdicionais. Relação entre o Direito Internacional Público e o Direito Interno. Sujeitos do Direito Internacional. Tratados e Convenções Internacionais.04. Os Organismos Internacionais 06. 05. . O homem. 07. Conflitos internacionais: meios diplomáticos.

FILHO BRASILEIRO.e apelo ao Poder Judiciário. onde condenado pela primeira acusação e a o dispor que a defesa. não cabe ao STF. 109.324 . a extradição.815/80. As partes celebraram contrato de representação comercial em 1995 pelo qual a recorrente. defeito de forma dos documentos apresentados ou ilegalidade da extradição‖. ofensa à lei e falta de fundamentação. Neste caso.pedido de reconsideração -. art. no Brasil (RISTF.a observância de nossa lei processual COLO DE GENEBRA. permitiu . e não tendo havido eleição de foro estrangeiro. de testemunha na República Oriental do Uruguai. erante a Justiça brasileira. compromisso de comutação da pena de prisão perpétua aplicável ou aplicada ao extraditando na pena máxima de trinta anos. Não se aplica.815/80). FATO CRIMINOSO. LEI Nº 6. quando se tratar de causa de natureza trabalhista. não contr io de crivo relativamente à procedência. no Brasil.RTJ fatos que motivaram o decreto presidencial não impede. embora v por carta rogatória. Não há como impor a outra soberania . ONTRACTUS.964/81) é preciso provar a dependência e a efetiva assistência proporcionada pelo estrangeiro à prole brasileira. ando as normas de seu ordenamento jurídico. ou não. X). concedendo a ordem para determinar a extinção do processo de expulsão de estrangeiro com filho brasileiro.ante a realidade do sistema de direito positivo dele emergente . cabe ao Presidente da República avaliar a conveniência de executar ou não o processo extradicional e decidir sobre o q a Lei 6815/80 (“Não será efetivada a entrega sem que o Estado requerente assuma o compromisso: II .tráfico internacional de entorpecentes e quadrilha -. 312 do CPP. § 1º. Qua m a redação dada pela Lei 6.” ).RTJ 138/785) ADE DA PERMANÊNCIA DO ESTRANGEIRO NO PAÍS.especificamente ao juiz rogado . não podendo ser transferida à que apenas presta serviço de suporte no atendimento d expulsório é o habeas corpus. teria exclusividade na venda dos equipamentos farmac ão.815 (“Não se concederá a extradição quando: VI . Com base nesse entendimento desde antes da união até a presente data. pelos dois primeiros . e também no âmbito do direito comparado. art. Ela é requisito indispensável ao regular desenvolvimento do processo de Extradição (L. ção em país alienígena. perante órgãos do Poder Judiciário brasileiro. O fundamento ensejador do decreto de expulsão o com brasileira. é incompetente para decretar o divórcio perante as leis brasileiras ida por procuração.815/80. a responsabilidade é da empresa transportadora. ou que tenha filho brasileiro. já está ele sendo processado no Brasil. a os efeitos da extradição. VI. Cumpre tão só verificar a observância dos requisitos previstos no artigo 88 da Lei nº 6. com a concordância de ambos. 216) . da Lei 6815/80 OSTERIOR. em país de que os cônjuges não eram nacionais. à espécie o verbete 1 da strangeiro. UÇÃO NÃO INIBE A JUSTIÇA BRASILEIRA DE EXERCER JURISDIÇÃO NOS PROCESSOS DE CONHECIMENTO INSTAURADOS CONTRA ESTADOS ESTRANGEIROS. se admite.Federal nas causas referentes à nacionalização e naturalização (CF/88. só o presidente da República pode precipitar a efetivação da medida (HC 61. Assim se firmou a jurisprudência do Supremo. ART. pois. art. PEDIDO DE REVOGAÇÃO. rês crimes. à vista do que dispõe o parágrafo 1º do artigo 75 da Lei dos Estrangeiros. não se fundamenta nos requisitos do art. mesmo se idêntica a outra que aqui tramite. A requerida contestou a homologação da sentença estrangeira ao fundamento de que a decisão do tribunal arbitral estrangeiro violaria a ordem pública ao classificar como ―c documentação em ordem (art. por fato diverso do pedido de extradição. trangeiro sem prova do trânsito em julgado. seja porque se trata de remédio mais expedito.estiver extinta a punibilidade pela prescrição segundo a lei brasileira ou a do Estado requerente. A imunidade eito internacional. p ndo que estiver preso por prazo superior a sessenta dias.020 . 6. seja porque o expulsando via de regra está preso. A Seção reafirmou a jurisprudência. já afastou a prescrição do crime imputado ao extraditando. foi imposta por força da extradição. empresa brasileira. 75. dependente da economia paterna. e ser o extraditado casado com brasileira ou ter filho brasileiro.de computar o tempo de prisão que. mas não a extradição: impossibilidade de aplicação analógica. que se consume a expulsão (HC 68. no processo extradicional. Contra o ato expulsório são possíveis recurso administrativo -.” ) deve ser aferida em face de cada ordenam vedam a expulsão de estrangeiros que têm cônjuge e/ou filho brasileiros. quando. poderá efetivar-se ainda que haja processo ou tenha ocorrido condenação.sentença estrangeira de anulação de casamento fundada em causa de nulidade sem correspondência na legislação brasileira.que se construísse a teoria da imunidade jurisdicio . no entanto. ―versará sobre a identidade da pessoa reclamada. 84. 125 da Lei 6. da imputação formalizada no Estado requerente. 77. a pretexto de exercer o controle que o art.

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Não se aplica. o escopo de intervenção ‚ muito estreito. e a imunidade de execução.RTJ 107/169). 87 e 89 a 94 da Lei nº 6.020 . a prova testemunhal realizada através de carta rogatória há de ser devidam sileira. de um lado. Ilegalidade não demonstrada. portanto antes da entrada em vigor d RADOS CONTRA ESTADOS ESTRANGEIROS.” ). eiros. que as partes teriam se servido do processo no país de origem para alcançar resultado ali proibido (div ompetente para decretar o divórcio perante as leis brasileiras o juiz norte-americano. não cabendo a aplicação das regras de um país ao sistema do outro. VI. juridicamente inconfundívei ergente .815/80.e apelo ao Poder Judiciário. É suficiente o auto de prisão em flagrante. servância dos requisitos previstos no artigo 88 da Lei nº 6.324 . edido de reconsideração -.815/80. à espécie o verbete 1 da Súmula de Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. ainda. man pretexto de exercer o controle que o art.quando o estrangeiro ti blica pode precipitar a efetivação da medida (HC 61. 84. (§ 1º .não constituem impedimento à expulsão a adoção ou o reconhecimento de filho brasileiro supervenientes ao fato que o RT.815/80 e a inexistência de qualquer dos óbices revelados no artigo 77 do citado Diploma. reso. § 1º. As partes elegeram a cláusula arbitral.ncia na legislação brasileira. V). ainda que desta nacionalidade seja um dos cônjuges.a observância de nossa lei processual. A condenação definitiva não é pressuposto para a extradição . embora vários ministros tenham ressalvado seu ponto de vista pessoal. teria exclusividade na venda dos equipamentos farmacêuticos produzidos pela recorrida. seja porque se trata de remédio mais expedito. tendo-se presente. art. constituem categorias autônomas. ado requerente.estiver extinta a punibilidade pela prescrição segundo a lei brasileira sso de expulsão de estrangeiro com filho brasileiro. pois. da Lei 6815/80 lhe atribui ("Não se concederá a extradição quando: VI . 6. nessa parte. Cuida o judiciário apenas do exame da conformidade do ato com a legis prole brasileira. e prisão que.” ) deve ser aferida em face de cada ordenamento jurídico isoladamente. LV). 75. a natureza do ato motivador da instaura . parágrafo único). por sentença de primeiro grau: indeferimento. O fundamento ensejador do decreto de expulsão do paciente foi a nocividade de sua permanência no território nacional. ente ao juiz rogado . 77. que se consume a expulsão (HC 68.que se construísse a teoria da imunidade jurisdicional relativa dos Estados soberanos. não se considera o tempo em que o extraditando esteve detido ou sob liberdade vigiada em virtude de procedimento de expuls nvolvimento do processo de Extradição (L. 77. foi imposta por força da extradição. não contraria o princípio constitucional da ampla defesa (CF. e executar ou não o processo extradicional e decidir sobre o que dispõem os artigos 86. De outro lado. 5º. art. (Artigo 7 mentos apresentados ou ilegalidade da extradição‖. A imunidade de jurisdição.e considerando. da extradição (L. 6. de outro.Não se procederá à expulsão: II . onde condenado pela primeira acusação e absolvido da segunda. Com base nesse entendimento . no Brasil. para esse específico efeito. Quanto a este. empresa alemã.RTJ 138/785).815/80. (Artigo 75 . ral estrangeiro violaria a ordem pública ao classificar como ―colcha de retalhos‖ e sem ―suporte legal‖ a legislação nacional a respeito da necessidade de entrega à Marinha de levantamento rida à que apenas presta serviço de suporte no atendimento de vôo charter. art. A revogação desse ato circunscreve-se ao juízo de con do no Brasil.

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Havendo o paciente demonstrado que tem filho brasileiro. a natureza do ato motivador da instauração da causa em juízo. circunscrevendo-se na matéria de direito: observânc 75 . A circunstância de o extraditando ter constituído família no Brasil e a extinta a punibilidade pela prescrição segundo a lei brasileira ou a do Estado requerente.815/80. 6. 82. V).quando o estrangeiro tiver: b) filho brasileiro que.sso no país de origem para alcançar resultado ali proibido (divórcio) -. nessa parte.Não se procederá à expulsão: II . ainda que excepcionalmente. (Artigo 77 .ainda que guardem estreitas relações entre si – traduzem realidades independentes e distintas. hal realizada através de carta rogatória há de ser devidamente valorada no momento próprio. 6."). da extradição (L.Não se concederá a extradição quando: V . cujo reconhecimento da pate o. ao final.307/1996 e apontam-se dois caminhos possíveis para solucionar a controvérsia: analisar a possibilidade de aplicaçã onstituem categorias autônomas. u sob liberdade vigiada em virtude de procedimento de expulsão contra ele movido pelo governo brasileiro. 77. reviver a questão da exceptio non adimpleti contractus (art. a prerrogativa institucional da im . 9. juridicamente inconfundíveis. ainda que este procedimento haja sido motivado por fatos relacionados com o pe a extradição . mandado de prisão ou fato da fuga (L. art. o Tribunal indeferiu a homologação de sentença chilena que anulara o casamento da requerente por suposta incompe speito da necessidade de entrega à Marinha de levantamentos hidrográficos realizados.815/80. assim reconhecidas qu se específico efeito.o extraditando estiver a responder a processo ou já houver sido condenado ou e um país ao sistema do outro. É suficiente o auto de prisão em flagrante. eram a cláusula arbitral. de tal modo que deixa de prevalecer. art.092 do C iário apenas do exame da conformidade do ato com a legislação vigente. Sucede que busca. portanto antes da entrada em vigor da Lei n.) cional. pois . proceder ao reexame aprofundado da matéria sob o prisma da legislação daquele Estado. comprovadamente. 1. A revogação desse ato circunscreve-se ao juízo de conveniência do Presidente da República. esteja sob sua guarda e dele dependa economicamente. Não examina a conveniência e a oportunidade da medida.) econhecimento de filho brasileiro supervenientes ao fato que o motivar. § 1º).

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examinada por aquela corte estrangeira. A oferta de reciprocidade não é necessária. todavia. se o pedido s da matéria sob o prisma da legislação daquele Estado. sempre que o Estado estrangeiro. A eventual impossibili da que excepcionalmente. atuando em matéria de ordem estritamente privada. ainda. nstância de o extraditando ter constituído família no Brasil e aqui residir por longos anos. foi superveniente ao fato que motivou a expulsão. em face do endereço dos cônjuges. no âmbito de desenvolvimento das próprias relações internacionais.que anulara o casamento da requerente por suposta incompetência do oficial do registro civil.) onstrado que tem filho brasileiro. cujo reconhecimento da paternidade.) cedimento haja sido motivado por fatos relacionados com o pedido de extradição.RTJ 98/1045 e 61. assim reconhecidas quer no plano conceitual. não há impedimento legal à efetivação desta.092 do CC/1916).RTJ 110/650.926 . pois deseja não cumprir seu encargo financeiro até que a requerente cumpra medida. intervier em .738 . 1. rda e dele dependa economicamente. questão da exceptio non adimpleti contractus (art. a prerrogativa institucional da imunidade de jurisdição. solucionar a controvérsia: analisar a possibilidade de aplicação das inovações processuais trazidas com a Lei de Arbitragem e debater a viabilidade da incidência das regras estabelecidas p m realidades independentes e distintas. quer. circunscrevendo-se na matéria de direito: observância dos preceitos constitucionais e legais (HHCC 58. entre outros). não são causas obstativas da Extradição. tiver a responder a processo ou já houver sido condenado ou absolvido no Brasil pelo mesmo fato em que se fundar o pedido.

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se o pedido se fundamentou em Tratado de Extradição firmado pelo Estado requerente com o Brasil. também constante do contrato. Doutrina. a e o das próprias relações internacionais.cumprir seu encargo financeiro até que a requerente cumpra aquela obrigação de entrega de dados. não há impedimento legal à efetivação desta. A oferta de reciprocidade não é necessária. o. debater a viabilidade da incidência das regras estabelecidas pelo protocolo de Genebra de 1923. a Corte Especial homologou a sentença a 1045 e 61.RTJ 110/650. ção. intervier em domínio estranho àquele em que se praticam os atos jure imperii. em preliminar de contestação. em decorrência da prerrogativa da imunidade de execu do em matéria de ordem estritamente privada. entre outros). quando a recorrida argüiu. A eventual impossibilidade jurídica de ulterior realização prática do título judicial condenatório. Legislação comparada. A ação foi proposta em 2001.738 . Diante disso. Precedente do STF .

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mas fixado de certa quando a recorrida argüiu. Precedente do STF. a instauração.ntrato. perante Tribunais brasileiros. Doutrina.) Não se revela viável impor aos súditos brasileiros. Diante disso. de processos de conheciment mperii. dentre outros. (. em preliminar de contestação. Legislação comparada. o ônus de litigare . em decorrência da prerrogativa da imunidade de execução. ou a pessoas com domicílio no território nacional. a existência de cláusula arbitral. só por si. o regramento processual que estava em vigor determinava a extinção do processo sem julgamen natório. que o conceito de ordem pública. apesar de difícil precisão (não contido em lei. não se revela suficiente para obstar... a Corte Especial homologou a sentença ao entender.

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mercantis. Assim. mas fixado de certa forma pela doutrina). não abarcaria a referida regra. de processos de conhecimento contra Estados estrangeiros.sar de difícil precisão (não contido em lei. o ônus de litigarem. a em vigor determinava a extinção do processo sem julgamento do mérito em razão da existência de convenção de arbitragem (art. torna-se imperioso afastar a so o. VII. 267. perante tribunais alienígenas. empresariais ou civis. desde que o f . em torno de questões meramente laborais. do CPC). notadamente quando se tratar de litígio de natureza trabalhista. perante Tribunais brasileiros. essoas com domicílio no território nacional.

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267. torna-se imperioso afastar a solução judicial do conflito existente entre as partes para itígio de natureza trabalhista. perante tribunais alienígenas. do CPC). sariais ou civis. Assim. VII. desde que o fato gera .(art.

com O réu. não se justifica a a 03. em lei especial. for ínfima a afetação do bem jurídico tutelado. A concorrência de mais de uma causa de aumento não induz. com emprego de armas e pluralidade de agentes (art. No processo de individualização da pena. Concurso de pessoas. fazendo aplicação da causa especial de diminuição a que alude o art. A doutrina e a jurisprudência têm recomendado a não-aplicação da sanção penal quando o crime for de p Nem sempre é possível aplicar-se o princípio da insignificância em crimes ambientais. a consideração dos maus antecedentes. tal como era ao tempo de su IRRETROATIVIDADE ABSOLUTA DA LEX GRAVIOR . não pode ser tido como causa de aumento da pena. que não configurem reincidência. Princípio da insignificância. 5º. Contra a Administração Pública não se aplica o princípio da insignificância. Mas se. a e Crime de roubo. vem. a lei penal no tempo. ainda que primário e de bons antecedentes. visto que o valor furtado (R$ 13. culpabilidade (erro de tipo. na hipótese de o ato normativo que a integra ser revogado ou substituído por outro mais b Lei penal em branco e atos administrativos complementares. não retroage para impedir a punição de quem a tenha importado ao tempo da proibição. assim. SÚMULA 241: A reincidência penal não pode ser considerada como circunstância agravante e. licitude (causas legais de exclusão).] 04. Crime de dano.ainda que em nenhum deles exista sentença condenatória transitada em julgado . divisão ou espécie. dolo. não tem lugar a substituição admitida pelo a Embora tecnicamente primária. bem como o artigo 59 do Código Penal. culpa. responde pelo crime de latrocínio. o juiz deve. para exacerbar a pena-base e a posterior aplicação da Ocorre violação ao princípio non bis in idem. 43 . o artigo 3º do Código Penal se aplica à norma penal em branco. as circunstâncias agravantes e as causas de aumento da pena de acordo com a situação individual de cada condenado. penas privativas de liberdade e pecuniária.Penal 01.A cláusula constitucional inscrita no CONFLITO DE LEIS NO TEMPO . STF STF STF STF STF STF SUM 014 023 041 044 055 Aplicação no tempo Aplicação no tempo Aplicação no tempo Aplicação no tempo Aplicação no tempo Aplicação no tempo SÚMULA 711: A lei penal mais grave aplica-se ao crime continuado ou ao crime permanente. A circunstância de o paciente responder a vários processos . A alteração destes não afeta a vigência daquela: o fato pretérito continua punível. Os magistrados . descabe considerá-los novamente quando da fixação do acréscimo pela continuida É elemento caracterizador de maus antecedentes o fato de o réu responder a diversos inquéritos policiais e ações penais sem trânsito em julgado.desde que o façam em Reveste-se de legitimidade o ato judicial que. a lei penal no espaço. de maneira fundamentada. a Tratando-se de condenação por crime para o qual a lei estabeleça cumulativamente as penas privativa de liberdade e de multa. § 1º. é defeso a substituição da prisão por multa. contribuindo.Nenhuma circunstância atenuante pode reduzir a pena aquém do mínimo legal. erro de proibição. antes proibida. esta é exacerbada pela valoração de condenações anteriores como maus antece Viola o princípio constitucional da presunção de inocência (art. do Código Penal). É correta a decisão que fixa as penas-base. Crime: conceito. no entanto. (unanimidade). CF). Tratando-se de continuidade delitiva. na tentativa de defender-se. restritiva de direitos (alternativas). uma vez que o réu não está obrigado a Se os maus antecedentes do réu já foram considerados na determinação da pena base. Rejeição da denúncia. 29. Pena: privativa de liberdade. TRF-1 TRF-1 112 112 Co-autoria Cálculo da pena Todo aquele que concorre na execução do crime de roubo. tipicidade (tipo legal do crime). como circunstância judicial. a pena deve tender para o mínimo legal. § 2º.00) é ínfimo. simultaneamente.Se o réu é primário e de bons antecedentes. ca STJ STJ TRF-1 TRF-1 176 178 EJ496 EJ497 Princípio da insignificância Princípio da insignificância Princípio da insignificância Princípio da insignificância É aplicável ao caso o princípio da insignificância. I e II.CONTINUIDADE DELITIVA. observa-se a lei em vigor na data dos procedimentos condenáveis mai 02. se a sua vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência. não tem direito subjetivo à fixação da pena-base em seu mínimo legal. analogia. como nenhuma agravante pode aumentá-la além do máximo cominado.VEDAÇÃO INCIDENTE SOBRE NORMAS PENAIS DE CARÁTER MATERIAL. . infrin Em princípio. não podem ser considerados bons os antecedentes registrados na vida pregressa da paciente que responde a mais de sessenta inquéritos p . justificando o trancamento da ação penal intentada. se no processo de individualização da pena. fixar a pena-base no mínimo previsto para o tipo. justificando-se. (maioria).é suficiente à caracterização O comportamento do acusado durante o processo. com resultado morte. por s Diante de vida pregressa irreprovável. de determinada mercadoria. tanto quanto possível e quase sempre o será. do CP. ação (relação de causalidade). interpretação. Aplicação da lei: princípios da legalidade e da anterioridade. ainda que sem responsabilidade direta no evento morte. LVII. 157. TJ-MG TJ-MG STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF SUM SUM JC JC JC SUM SUM 001 004 010 018 021 024 029 029 033 040 Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena 42 . elementos. multa e aplicação da pena. Norma que autoriza a importação. a decisão que fixa a pena-base acima do mínimo lega SÚMULA 171: Cominadas cumulativamente.

§ 2º).CO-AUTORIA. 159. e pela continuidade delitiva (artigos 70. d. cuja exaustão. além da reincidência. de sua vez. nos termos do artigo 67 do Código Penal.A execução da pena de multa criminal deve ser proposta no juízo das execuções penais e terá o rito previsto para as execuções fiscais. ao admitir. LVII. contra víti . art. para o exercício de cargo ou função pública. mas para o seguinte Com o advento da Lei 9268/96. 159 do Código Penal. prosseguindo o julgamento. do inciso III. em face da previsibilidade do risco de lesão em relação a terceiros. do CP). 1º do DL 201/67 (perda do cargo e inabilitação. d. duplicidade d CÁLCULO PENA. Concurso de crimes: concurso de leis. é aplicada porque o delito teve duração superior a vinte e quatro horas. 19 da Lei n. LEP. DESVIO. III. não tem lugar a substituição admitida pelo a Estabelecida pena privativa de liberdade inferior a um ano ou sendo o crime culposo. a pena-base fica aumentada da qualificadora. do CP (“São cir Tendo sido a pena fixada no mínimo legal. 6. o agente pratica outro ato violento destinado a ga Ocorrendo a figura da aberratio ictus. (maioria). para o primeiro delito. Na presença concomitante das duas circunstâncias.368/1976 é expresso no sentido de aplicar a isenção ou redução de pena.. para fins do disposto no art. quando ao final da ação. há de se reconhecer o benefício legal da atenuante de confissão espontânea (art. 2 . é incomunicável. não tendo aplicação automática no caso de concurso de pessoas. § 4º. A Seção. incumbe ao juízo o exame. APELAÇÃO. apesar de preso em flagrante. prevista no § 1º do artigo 159 do Código Penal.STF STF STF STF TRF-1 TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ 044 046 047 050 115 SUM 022 028 036 044 024 JR 037 051 051 256 Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Multa Multa Multa Multa Multa Multa Restritiva de direitos Restritiva de direitos Unificação de penas Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Correto o acórdão impugnado. 65. em única ação. 60. po A atenuante da menoridade não prevalece sobre a agravante da reincidência. por maioria. APLICAÇÃO DE OFÍCIO. 50). Se a causa de aumento de pena. BENS PÚBLICOS. Sendo idênticos os parâmetros objetivos da prática delituosa. por ser circunstância judicial. do CP e art. 50. a circunstância de a denúncia haver silenciado quanto à causa de 1. com resultado morte. os acréscimos de pena. conquanto se tenha concurso formal de c Mostra-se fundamentada a sentença mediante a qual concluiu-se pelo concurso formal tendo em vista o fato de o roubo haver sido praticado. mas com dolo eventual. da CF (“ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” ) não desqualifica. 06. 65. 14 da Lei 9807/99) podem ser aplicados quando o paciente. conseqüentemente. é pressupo A pena privativa de liberdade inferior a seis meses por crime culposo de trânsito é substituível por uma pena de multa (CP. não há lugar para a contemplação da atenuante concernente à menoridade relativa. O texto do art. TRF-1 STF STF 112 031 032 Concurso Concurso Concurso Inexiste a figura do concurso de crimes de latrocínio consumado e tentado. eletivo ou d Jura Novit Curia. dos demais pressupostos autorizadores da sub RHC 80919 / SP (12/06/2001): Para a concessão de penas alternativas o agente não pode ter sido condenado à pena superior a 04 anos de reclusão. sucessivamente. entendeu. STJ STF STF STF STJ STJ STJ STF STF STF STJ STF STJ STJ STJ STJ 201 018 026 044 163 180 SUM 038 042 287 JC 034 JC JC 162 169 Agravantes Agravantes Agravantes Agravantes Atenuantes Atenuantes Atenuantes Atenuantes Atenuantes Atenuantes Concomitância Concomitância Confissão espontânea Confissão espontânea Delação premiada Delação premiada AGRAVANTE GENÉRICA. qualquer que seja o crime cometido. Tratando-se de condenação por crime para o qual a lei estabeleça cumulativamente as penas privativa de liberdade e de multa Sendo a duração do seqüestro causa suficiente para acarretar a aplicação da qualificadora estabelecida no § 1º do art. não constitui ela. cumpre observar o disposto no artigo 580 do Código de Processo Pen Substituição da Pena Privativa de Liberdade. Tratando-se de crime de atentado violento ao pudor cometido contra menor de 14 anos. A circunstância agravante da reincidência prevalece sobre a circunstância atenuante da confissão espontânea. o Ministério Público deixou de ter legitimidade para a execução da multa penal. art. indicou o local do cat A minorante da delação premiada. de ofício.UNIFICAÇÃO . como sucederia se a pena fo Tratando-se de condenação por crime para o qual a lei estabeleça cumulativamente as penas privativa de liberdade e de multa. art. pelo concurso formal. não se admitindo sua execução provisória. que passou a ser da competência da Fazenda Pública. Circunstâncias: judiciais e legais. circunstânc Os efeitos da delação premiada (art. art. Ou qualquer que seja PENA . O trânsito em julgado da decisão condenatória constitui o termo inicial do prazo para a satisfação da pena de multa (CPen. quando do O art. Reconhecida a continuidade delitiva dos crimes de roubo em concurso material. Trata-se de paciente condenado por desvio de bens públicos (material de construção) durante mandato de prefe 05. e não. 65. III. PREFEITO. A pena de multa só pode ser executada após o trânsito em julgado da sentença condenatória (CP. cabe ao juiz efetuar a compensação de u A prisão em flagrante e. 5º. que o Tribunal a quo. e não por ter sido c Mesmo sendo a prisão em flagrante. outras circunstâncias agravantes podem incidir na hipótese de crime culposo: assim. "caput". do art. ao agente que o praticar em raz SÚMULA 231: A incidência da circunstância atenuante não pode conduzir à redução da pena abaixo do mínimo legal. do Código Penal. 164). pelo prazo de 5 anos. A atenuante da menoridade prevalece sobre as demais circunstâncias judiciais desfavoráveis ao réu. como índice de maus antecedentes Não obstante a corrente afirmação apodítica em contrário. o conhecimento da autoria do crime não afastam a aplicação da circunstância atenuante de confissão espontânea (artigo 65 É necessária a efetiva espontaneidade da confissão para a caracterização da atenuante genérica prevista na alínea d. A afirmação do acusado de haver praticado o crime em legítima defesa não pode ser tida como confissão espontânea. TRIBUNAL. não podendo. e 71 do Código Pe As penas acessórias previstas no § 2º do art.

art. atinge o agente três patrimônios diferentes e. SURSIS . desde que sejam as mesmas as circuns Os crimes de roubo e extorsão não são crimes da mesma espécie. mediante uma única ação típica de estelionato.SUSPENSÃO CONDICIONAL. fica o Juiz obrigado a motivar as razões do acréscimo. AÇÃO ÚNICA. § 1º. O instituto da suspensão condicional da pena é incompatível com a pena privativa de direitos . Medida de Segurança e Limitação Temporal. sempre que fixar o período de prova do sursis acima do mínimo legal. ROUBO QUALIFICADO. STF STF 018 027 Livramento condicional Livramento condicional À falta de previsão específica que a contemple. a teor do disposto no inciso II. a situação do condenado primário e de maus antecedentes deve ser assimilada. . cumprindo o disposto no art. A suspensão condicional da pena pressupõe. são da CONTINUIDADE DELITIVA .A Lei 8. I e II) e a extorsão mediante seqüestro (CP.Se o prazo do "sursis" for superior ao mínimo legal.PERCENTAGEM. ainda que importe privação da liberdade. para fins de concessão de livramento condicional (CP. A Turma concluiu julgamento de habeas corpus em que se pretendia a extinção de medida de segurança aplicada à paciente. Por isso. quando couber.de um sexto a dois terços . quando não h Para que se reconheça o nexo de continuidade é imprescindível que os delitos sejam da mesma espécie. 77 e 80 do Código Penal. art. 157.STF STF TRF-1 STF STF STF STF STF STF STF STJ 037 051 EJ498 028 029 031 042 048 051 055 255 Concurso Concurso Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Concurso Se. 75 do CP (“O tempo d 09. Não se reconhece a continuidade delitiva (CP. A revelia não é fato jurídico idôneo a obstaculizar o deferimento de suspensão condicional da pena . CRIME DE ROUBO QUALIFICADO EM DIVERSOS APARTAMENTOS DO MESMO EDIFÍCIO.artigo 77 do Código Penal. PENA .há de fazer-se considerado o Se se reconhece a prática de crime continuado em relação a um dos co-réus. Medidas de segurança. os agentes.PERCENTAGEM. a pena efetivamente imposta ao condenado. 10. O preceito do § 2º do artigo 81 do Código Penal revela automaticidade no que dispõe que se considera prorrogado Cumpre ao órgão judiciário sentenciante. art. definidos autonomamente. não o limite previsto no art. 69) e de concurso CONTINUIDADE DELITIVA . art. 71) para fins de unificação de 5 penas aplicadas ao paciente por crimes de roubo duplamente qualificados. 159) são delitos autônomos cuja prática cons A habitualidade é incompatível com o crime continuado.inteligência dos artigos 44. à do Considera-se. Livramento condicional.PRAZO . no caso. pratica o mesmo delito em forma tentada e condições semelhan Roubo e Extorsão mediante Seqüestro. dias após. para efeito de livramento condicional. como condição para o deferimento do sursis (CP. estabelece como condição do sursis a prestação de serviços à comunidad O instituto do sursis é incompatível com o tratamento penal dispensado pelo legislador aos condenados pela prática dos chamados ―crimes hediondos‖ (Lei 8072/90. Inocorrência das hipóteses de concurso material (CP.MAJORAÇÃO DA PENA . STF STF SUM Medidas de segurança 397 Medidas de segurança SÚMULA 422: A absolvição criminal não prejudica a medida de segurança. VÍTIMAS DIVERSAS. do artigo 77. não ensejam continuidade delitiva. Não ofende o princípio ne bis in idem sentença que. do CP. A eleição do percentual de acréscimo . STF STF STF STF STF STF STF TJ-MG TJ-MG STF STF SUM 009 024 024 024 032 040 SUM SUM 044 047 Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis SÚMULA 499: Não obsta a concessão do "sursis" condenação anterior a pena de multa. A percentagem há de ser fixada considerado o número de atos praticados. art.072/90 não veda a concessão do "sursis". (unanimidade). por meio de uma únic 07. a prestação de serviços à comunidade. Suspensão condicional da pena. Efeitos da condenação. esse reconhecimento deve ser estendido aos demais.PRORROGAÇÃO X REVOGAÇÃO. Contendo o decreto condenatório a notícia de prá CONCURSO FORMAL. art. O roubo qualificado (CP. mas concurso material. 2º. Caracteriza-se o concurso formal quando. do Código Penal. 79). art. 78. (maioria) 65 . Os crimes de roubo e extorsão. Não há impedimento a que o juiz estabeleça. 83). proceder a uma necessária e adequada fundamentação des 10 . o convencimento sobre o 08. § 2º.

Com esse fundamento.Não há incompatibilidade na coexistência de circunstâncias que qualificam o homicídio com as que o tornam privilegiado. mas nela podem compreender-se as dirigidas a terceiros. Imunidade. O art. HC.SOMATÓRIO . tendo em vista que em se tratando de condenação HC 81444 / RS (19/02/2002): A inclusão no programa REFIS. PARCELAMENTO.PENAS . Para efeito do que estabelece o art. previstas no Código Penal. Inconformado com a diligência determinada por Procurador da República no gabinete do Secretário d Seqüestro e Cárcere Privado. art. I. Indulto. art. anterior ao recebimento da denúncia (L.pela sentença condenatória recorrível. crimes contra a honra. Na hipótese de concurso de crimes. a Turma afastou alegação de que. O Estado tem suspensa SÚMULA 592: Nos crimes falimentares. TRF-1 STF STF STF TJ-MG STJ STF STJ 106 019 022 031 SUM 196 053 199 Honra Honra Honra Honra Homicídio Honra Liberdade Aborto A conduta de advogado consistente em ofensas a magistrado (calúnia) não está. IV). 414) não é condição para a interrupção da prescrição. o crime previsto no art. aplicam-se as causas interruptivas da prescrição. a extinção Interrupção do Prazo Prescricional. 50. d 54 . estende-se ao crime de contrabando ou descaminho.INADMISSIBILIDADE.906/1994. não se computando o acréscimo decorrente da continuação. Quando a notícia tida por ofensiva é publicada em periódico que não contém data. pois esse aditamento referiu-se a fato novo – não recolhime HC. 142. ainda que o Tribunal do Júri venha a desclassificar o crime.137/90 exige. nos crimes conexos. e não instantâneo. nos termos do disposto no art. 115. crimes contra a liberdade individual.CONCURSO FORMAL . em tese. da Lei 6766/79 (―dar início. a prescrição regula-se pela pena imposta na sentença. O Min. c PRESCRIÇÃO . tratando-se de crime continuado.250/67. ou efetuar loteamento ou desmemb PRESCRIÇÃO. resguardada pela imunidade profissional prevista no art. contra decisão do Tribunal a quo que autorizara interven . as ofensas irrogadas ao Juiz. os fatos devem Havendo pluralidade de réus. STJ STJ STF STJ STJ STF STF STF STJ TRF-1 STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TJ-RS STF STJ TRF-1 174 189 JR 167 189 008 042 SUM SUM EJ443 179 194 SUM SUM 004 013 023 030 032 033 033 041 047 048 049 JR SUM SUM SUM 052 199 203 Decadência Decadência Indulto Pagamento de tributo Pagamento de tributo Pagamento de tributo Pagamento de tributo Pagamento de tributo Perdão judicial Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Remissão Prescrição Prescrição Pagamento de tributo É peremptório e passível de extinção de punibilidade do agente o prazo decadencial para propositura da ação penal com base em queixa-crime. Extinção da punibilidade: renúncia. a pretensão punitiva. relacionada com o prosseguimento do processo PRESCRIÇÃO . Apenado o réu com dois anos de reclusão. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE. perdão. 18. Ex-administrador hospitalar denunciado por apropriaç 12. A teor do disposto na segunda parte do § 1º do artigo 117 do Código Penal. art. ACUSADO.PRETENSÃO EXECUTÓRIA .PRETENSÃO PUNITIVA. SÚMULA 497: Quando se tratar de crime continuado. essa extinção só poderá ser decretada se o SÚMULA 560: A extinção de punibilidade. 142.‖).CONCURSO DE CRIMES . ora no oitavo mês de gestação. registrando-o como seu. como forma de exclusão do processo. PRESCRIÇÃO. SUBTRAÇÃO DE INCAPAZ. prescrição (ação e pretensão executória). o pagamento do débito antes do recebimento da denúncia. 148) a retenção da vítima no interior do veícu ABORTO. SÚMULA 220: A reincidência não influi no prazo da prescrição da pretensão punitiva.964/2000. porquanto a referida inclusão suspende a pretensão DÉBITO FISCAL. como "ao tempo de cada crime" q A pronúncia do acusado sempre interrompe a prescrição. DELITOS. a teor do disposto no inciso V do artigo 109 do Código Penal oco Pena fixada em 2 (dois) anos e 3 (três) meses. afinal condenados em julgamento de re A expressão "ao tempo do crime" constante do artigo 115 do Código Penal tem de ser entendida. do CP (―O curso da prescrição interrompe-se: IV . podia ensejar a extinção de punibilidade prevista Se o artigo 14 da Lei 8. ADVOGADO. do CP Excluem-se. Inocorrência de prescrição. em juízo. suspende a ação penal. 41 da Lei nº 5. I.P. 117. concede à vítima de crime contra a honra a faculdade de pedir explicações ao ofensor. rixa. lesões corporais. a Terceira Seção firmou o entendiment Apenas o pagamento integral do tributo antes do recebimento da denúncia. após divergências. Relator expôs que por mais de 16 anos a paciente que roubou recém-nascido. a sentença que condena uns e absolve outros interrompe o curso da prescrição relativamente a estes. APROPRIAÇÃO INDÉBITA. o TRF-1 considerou que a prescrição da pretensão punitiva contava-se do aditamento da denúncia. 109. com relação ao crime continuado. no caso. IV. art. não subsistindo qualquer efeito condenatório. decadência. A Turma não conheceu do recurso porque. 023 . NASCITURO. 7º da Lei 8. o SÚMULA 191: A pronúncia é causa interruptiva da prescrição. parágrafo 2. O habeas corpus foi impetrado em favor do nascituro. de qualquer modo. 15). Tratando-se de crime permanente.P. IMPOSSIBILIDADE. que sejam o PRESCRIÇÃO . do Código Penal. com o conhecimento da fraude p Na espécie. perempção.O Ministério Público pode conceder remissão cumulativamente com medida socioeducativa não privativa de liberdade.INTERRUPÇÃO. do CP (redução pela metade do prazo prescricional em virtude de menoridade relativa). Crimes contra a pessoa: crimes contra a vida. pagamento de tributo. vindo o júri a desclassificar o delito pelo qual o pacient A intimação pessoal do pronunciado (CPP. EXPEDIENTE ADMINISTRATIVO. a qual exige poderes espec CRIMES DE IMPRENSA. Sendo permanente. e não o seu mero parcelamento junto ao fisco. I. Não configura o crime de privação de liberdade mediante seqüestro ou cárcere privado (CP. SUSPENSÃO CONDICIONAL DO PROCESSO. 144 do C. 9.11. pelo pagamento do tributo devido. antes ou no lugar de pedir a instauração de inquérito Afirmações supostamente difamatórias e injuriosas dirigidas contra terceiro em ação cautelar de modificação de guarda estão cobertas pela imunidade do art. ACEITAÇÃO. tem outra finalidade. a contagem do prazo decadencial é feita a contar do último dia RHC 80919 / SP (12/06/2001): O pedido de indulto deve ser formulado no Juízo da execução penal. UNIÃO. O recebimento indevido de denúncia contra empresa que já havia sido incluída no Refis enseja a anulação do processo. por força do Art. porque não decorridos Descabe cogitar-se da prescrição da pretensão punitiva do Estado. a prescrição da pretensão punitiva do Estado tem seu termo inicial no dia em que cessa a permanência. Para efeito do benefício do art. desde que sejam aquelas de natureza objetiva IMUNIDADE. do âmbito da imunidade instituída pelo art. para a extinção da punibilidade. A prescrição consumar-se-ia em 8 (oito) anos (C. Como não houve a suspensão condicional do processo por falta de manifestação TRANCAMENTO DE AÇÃO PENAL. do Decr SÚMULA 018: A sentença concessiva do perdão judicial é declaratória da extinção da punibilidade. Não con Loteamento Irregular.

Inocorrência.21 Apropriação Indébita Previdenciária e Inexigibilidade de Dolo Específico. e q Estelionato.212/91 quanto APROPRIAÇÃO DE COISA ALHEIA E HAVIDA POR ERRO E ESTELIONATO. Apropriação indébita previdenciária. cabe aplicação do perdão judicial. não co A Lei 9. Materialidade. III.BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO . Não se aplica ao crime de furto qualificado o benefício previsto no § 2º do art.TENTATIVA. 95. a ameaça é feita contra uma só pessoa. O fato de a fraude ser perpetrada visando a beneficiar terceiro não afasta a tipicidade prevista no artigo 171 do Código Penal. em tese. O tipo penal inscrito no art. uma vez que o fato delituoso – deixar de recolher contribuição previde O estelionato contra a Previdência Social. A tentativa de latrocínio configura-se pela prática de homicídio tentado e subtração tentada. uma vez verificada a m Responde por tentativa de latrocínio. ESTELIONATO . ainda que mais de um patrimô ESTELIONATO . Longe fica de descaracterizar o crime de estelionato o preenchimento de folha de informaç Art. I. quando o acusado declara nome falso perante a autoridade policial. "d". pode se 067 .TERCEIRO. Penal: sua inaplicabilidade quando se tratar de furto qualificado.vontade dirigida a caus A Lei 8. Sendo o latrocínio crime complexo. FORMA PRIVILEGIADA. O fato de não se haver chegado à subtração da "res"‚ inidônio a concluir-se pela simples tentativa de roubo qualificado. quem comete homicídio tentado cumulado com rou No crime de roubo. crime de mera co No caso de apropriação indébita de contribuição previdenciária em valor abaixo do teto legal para ajuizamento fiscal. SÚMULA 073: A utilização de papel moeda grosseiramente falsificado configura. Revogação. § único. da competência da Justiça Estadual. I. Revelando os fatos constantes da denúncia a feitura espontânea de depósito.A prova da materialidade nos crimes de omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias pode ser feita pela autuação e notificação da fiscalização. Estelionato contra o Instituto Nacional do Seguro Social. se a violência foi praticada co Se. danifica o estabelecimento prisional.A nova redação do art. Art. que imprescinde de vantagem material. O crime de apropriação indébita de contribuições previdenciárias (art. 95. CEF. por quem não tem a habilitação legal. 168-A. Abolitio criminis. 157.FUNRURAL . demorou mais de vinte e quatro horas . ambos do Código Penal. sem justa causa. consistente no recebimento de parcelas mensais e sucessivas de benefício deferido indevidamente com base em documento fals Os precedentes dão conta de que a cola eletrônica no vestibular não se enquadra no estelionato. do CP) o preso que. Delito de extorsão mediante seqüestro é de natureza permanente e sua consumação se opera no local em que ocorre o seqüestro da vítima. Prova da autoria. Lei 9. tanto na Lei 8. . a circunstância de ter o agente atingido mais de um patrimônio mediante uma única ação não caracteriza concurso formal. última figura. abolitio criminis. 069 . O dolo específico . do código penal. SÚMULA 096: O crime de extorsão consuma-se independentemente da obtenção da vantagem indevida. sendo irrelevante que da violência tenha resultado somente lesão corporal leve. portanto. da Lei 8. Levantamento de FGTS. STJ JC Falsa identidade Não ocorre o crime de falsa identidade.983/00 não acarretou. no crime de roubo. 168-A do Código Penal não importa em descriminalização da conduta prevista no art. STJ TRF-4 TRF-4 TRF-4 TRF-4 TRF-1 TRF-1 STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STF STJ STF STF STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 STF STF TRF-1 179 SUM SUM SUM SUM 113 113 020 EJ498 EJ432 EJ439 EJ443 EJ490 EJ494 SUM SUM SUM SUM 038 040 191 019 030 042 044 048 011 021 053 053 EJ504 EJ507 397 397 EJ534 Apropriação indébita Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Dano Duplicata simulada Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Extorsão Extorsão mediante sequestro Extorsão mediante sequestro Furto Furto Latrocinio Latrocinio Latrocinio Latrocinio Roubo Roubo Estelionato Estelionato Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Apropriação indébita Estelionato É admissível a apropriação indébita de bem fungível. após o recebimento da denúncia. o art. com objetivo de obtenção da v Se o seqüestro. a qualificadora do § 3º do Art.A pena decorrente do crime de omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias não constitui prisão por dívida. como recurso de autodefesa para encobrir maus antecedentes. 172 do Código Penal não aboliu a conduta criminosa de emissão de duplicata simulada em operação mercantil inexistente. 171. SÚMULA 554: O pagamento de cheque emitido sem provisão de fundos. Comete crime de dano qualificado (art. para evadir-se. e conseqüente inexigibilidade de outra conduta. Simulação de rescisão de contrato de trabalho. da Lei 8. § 3º. da Lei nº 8. Crime omissivo Omissão do recolhimento de contribuição previdenciária. bem como perante a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).c. fora dos parâm Art. 155 do Cód. Dificuldades financeiras. 171 do Código Penal. em relação ao tipo penal do art. é de se ter por caracterizado crime único. na forma do art. 95.verificando-se. duas das três circunstâncias qualifica FURTO QUALIFICADO.983/00. sendo de 065 .212/91. 14.BENEFÍCIO . § 3º . 168-A do CP) é crime omissivo próprio. a pluralidade de vítimas não implica a pluralidade de latrocínios. nos crimes de omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias.DEFICIENTES. 95 da Lei 8. A inscrição em concurso público privativo de bacharel em Direito. do Código Penal.A prova de dificuldades financeiras. Lex mitior. e não concurso formal de delitos. d. O elemento subjetivo do crime de apropriação indébita previdenciária. além de haver sido cometido por quadrilha ou bando. 155 do CP uma vez que a qualificadora afas Benefício do § 2º do art. não obsta ao prosseguimento da ação penal. Restando comprovado que os acusados sim SÚMULA 024: Aplica-se ao crime de estelionato. A consumação do crime de estelionato se dá com a obtenção da v 14.212/91. 068 . II. em que figure como vítima entidade autárquica da Previdência Social. Crimes contra a fé pública.212/91. o crime de estelionato.137/90 ao introduzir modificações no art. c.13. LATROCÍNIO . Crimes contra o patrimônio. não exigindo nenhum resultado naturalístico. 163. Servidor municipal. Tipologia criminal. alínea d. por se tratar de crime material.

art. Afirmando a naturez O crime de falso testemunho é de natureza formal e se consuma com a simples prestação do depoimento falso. sendo de todo irrelevante se influiu ou não no desfecho do p Peculato. de pouco emba Ação de improbidade administrativa. Frustração. Ocorre o peculato-culposo previsto no § 2º.STJ TJ-MG STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 SUM SUM 182 182 202 202 203 Falsidade Falsidade Falsidade Falsa identidade Falsidade Moeda falsa Falsidade SÚMULA 17: Quando o falso se exaure no estelionato.02. do CP (Lei n. DOLO GENÉRICO. Crimes contra a Administração Pública. Para a caracterização do crime de peculado. art. 327. s SÚMULA 703: A extinção do mandato do Prefeito não impede a instauração de processo pela prática dos crimes previstos no art. por aplicação do Nos termos da nova redação do art.ARTIGO 339 DO CÓDIGO PENAL . reveste-se. 213 e 214) o estupro e o atentado violento ao pudor. quanto o advogado que. 1º do Decreto-Lei nº 201. do Código Penal. após a extinção do mandato. os médicos e administradores de hospitais particulares credenciados pelo Sistema Único de Saúde A noção conceitual de funcionário público.Comete crime de uso de documento falso o motorista surpreendido na direção de veículo automotor portando carteira de habilitação falsa.67. em nosso sistema normativo. Servidor. A Lei 8. VIOLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS. Apelação de sentença que condenou o apelante à pena de três anos de reclusão pela prática do crime tipificado no FALSIDADE IDEOLÓGICA. 327). Apelações interpostas por acusadas do delito de falsidade ideológica que tinham por objetivo ingressar em territó MOEDA FALSA. art. é por este absorvido. apressadas. estendendo-se. é necessária a comprovação do "proveito próprio ou alheio". os Ação de improbidade. ao receber denúncia oferecida contra prefeito (CF. A falta de pedido expresso não impede e não dispensa o Tribunal de manifestar-se. Improbidade Administrativa. tanto o servidor de cartório que falsifica os alvarás. . 312. consistente na vontade livre e consciente de apropriar-s Cometem o crime de peculato. arts. Defesa preliminar. Apelação interposta pelo Ministério Público Federal contra sentença que extingüiu a punibilidade em rela 15. 201/1967 para conclusão das investigações da comissão parlamentar de inquérito. CONFIGURAÇÃO. sendo irrelevante o fato de te O réu foi denunciado pela prática de crime previsto no art. Equiparação a funcionários públicos para efeitos legais. Crimes contra o meio ambiente. Despacho de citação.079/90 só é possível quando houver lesão corporal grave ou morte. por negligência. estabelecido no art. Prejuízo. X). Decisão. continua sujeito a processo por crime previsto no Art. O crime do artigo 339 do Código Penal pressupõe a ciência. consideram-se crimes hediondos (CP. agiu com dolo. não pode dar ensejo à causa 062 . Crimes hediondos. Lei 8. art. 5o. visando evitar acusações de improbidade infundadas. sem possuir a condição de funcionário público. Erário. ab EMIGRAÇÃO CLANDESTINA. 213 e 214 do CP. TRF-1 STF STF TRF-1 STJ STF TRF-1 STJ STJ STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 STF TRF-1 TRF-1 STF EJ476 039 048 185 178 014 EJ499 182 SUM 041 SUM 108 EJ432 EJ432 055 EJ503 EJ507 397 Falso testemunho Falso testemunho Falso testemunho Funcionário público Funcionário público Funcionário público Improbidade administrativa Improbidade administrativa Improbidade administrativa Improbidade administrativa Improbidade administrativa Peculato Peculato Peculato Peculato Improbidade administrativa Improbidade administrativa Denunciação caluniosa Ação penal pelo crime de falso testemunho não pode ser iniciada antes de prolatada a sentença nos autos do processo em que o delito é dado como ocorrido. 29. I.429/92 referente à ação de improbi O prazo de 90 dias. em co-autoria. DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA . quando o funcionário. sem mais potencialidade lesiva. permite que haja apropriação ou Inexistindo prova suficiente que permita concluir que o Réu. Apropriação indébita. para serem considerados como crimes hediondos. nome falso não configura o crime descrito no art. VII. § 1º. Estagiários do Bacen. é decadencial. de conteúdo abrangente (CP. 1º do DL 201/67. devem resultar em lesão corporal de natu HC 81368 / MG (09/04/2002): Atentado violento ao pudor é considerado crime hediondo.O aumento de pena previsto no artigo 9º da Lei 8. Responsabilidade. Afastamento de Prefeito. Competência da Justiça Federal. portanto. FALSIDADE IDEOLÓGICA. Valores. de 02/06/92. 304 do CP porque tentou embarcar para os EUA utilizando-se de passaporte falso.429. Fixação.ELEMENTO SUBJETIVO. do resultado da causa em que prestado o falso depoimento. não somente A consumação do crime de falso testemunho independe da ocorrência de dano e. STJ STF STF STF TJ-MG 170 JR JR 014 SUM Caracterização Caracterização Caracterização Caracterização Pena Independentemente da natureza das lesões. O Tribunal já decidiu que a pena deve ser cumprida em regime integralmente fecha A violência presumida pela idade da vítima (CP. 10. a SÚMULA 164: O prefeito municipal. de 27. Verificando-se que os recorridos. 214). porquanto se trata de uma conduta de autodefesa. Numerário público. Licitação. Assim sendo. 224). Guarda. da 16.983/2000). VER CONTEÚDO DE DIREITO AMBIENTAL! 17. pelo agente. Tribunal de Contas da União. (unanimidade). A Lei 8. para efeitos jurídico-penais. do DL n. inc Improbidade administrativa. imprudência ou imperícia. Ressarcimento. 48 . sendo circunstância elementar do crime de atentado violento ao pudor (CP. do art. art. 307 do CP. Inocorrência. Desídia. 9.429/92. A Turma deu provimento ao re O fato de a pessoa declarar perante a autoridade policial. na modalidade de peculato-apropriação. o que inviabiliza a desclassific HC 80479 / RJ (05/12/2000): Os crimes capitulados nos arts.

STJ STF STF STF STF 164 010 011 011 014 Ordem tributária Ordem tributária Ordem tributária Ordem tributária Ordem tributária A circunstância de o prefeito não ter obirgação de elaborar a folha de pagamento não o exime da responsabilidade quanto ao recolhimento das contribuições sociais. a Turma. AUTORIZAÇÃO VICIADA. Basta para sua concretização que se coloqu 19. prevalece a tipificação do art.368.368/76. II. 12) . para pratica A prisão do paciente no momento em que o mesmo se preparava para vender substância entorpecente a policial que se fizera passar por usuário não constitui flagrante pre Reconhecida em exame toxicológico a dependência psíquica do réu e. pode ser sujeito ativo do crime previsto no art. conseqüentemente. pois o que se quer punir. de 21. PEQUENA QUANTIDADE. 21. A infiltração de agente policial. II. 8137/90.CONFIGURAÇÃO DO CRIME DE TRÁFICO (LEI No 6. qualquer dos crimes previstos n A redação do art.409/2002. 16 da Lei de Tóxicos é o de posse de entorpecent CESSÃO GRATUITA A TERCEIROS DA SUBSTÂNCIA TÓXICA . LEI N. único. par. Prosseguindo o julgamento. BC. O Banco Central autorizou a remessa de divisas ao exterior mediante contrato de câmbio. após o voto do Min.1976. parágrafo único. a associação de duas ou mais pessoas. STJ 196 Ordem econômica CRIME. da A condenação pelo crime do art. Trata-se de delito de perigo abstrato para a saúde pública. convocado em razão do quórum. crime de ge 20. STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ STF STF STF STJ STJ 013 027 006 024 035 045 051 175 183 051 048 054 199 201 Associação para o tráfico Associação para o tráfico Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Princípio da Insignificância Princípio da Insignificância Princípio da Insignificância Tráfico Internacional Tráfico Internacional Generalidades Tráfico Internacional O crime de quadrilha para fins de tráfico de drogas continua definido pelo art. Crime de sonegação fiscal. não importand TÓXICO. da L.18. Para que incida a majorante de internacionalização do tráfico. 18..137/1990 é crime formal e de perigo abstrato. da Lei n. 8 O não recolhimento do FGTS e do PASEP não configura a hipótese descrita no mencionado art. 14 da Lei de Tóxicos ("associarem-se duas ou mais pessoas para o fim de praticar. incide a majorante do inc. para CONSÓRCIO. execução ou Tóxico: Fornecimento Eventual. CONSUMIDOR. Crimes de abuso de autoridade. 4º. 18 da Lei nº 6. GESTÃO TEMERÁRIA. Não se aplica o princípio da insignificância por posse de pequena quantidade de cocaína (0. Crimes contra o sistema financeiro. RISCO.368/76. da L. mas. ART. LEI DE TÓXICOS. 10. não é necessária a presença de agentes brasileiros e estrangeiro 22. da Lei nº 8. por ter Embora não se reconheça o direito à apropriação de créditos de ICMS correspondentes à diferença entre a alíquota interna e aquela incidente nas operações interestaduais O administrador público. reiteradam Tratando-se de associação para o tráfico de drogas. 2º.492/1986.. PRESCRIÇÃO. da Lei de Tóxicos "As penas dos crimes definidos nesta Lei serão aumentadas de 1/3 a 2/3: IV . nos termos do art. da Lei n. DIVISAS. 19. com a finalidade de manter a polícia infor Destinando-se a droga ao exterior. José Arnaldo da Fonseca. O tipo previsto no art. PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. IX.212/91. O crime tipificado no art. IV.492/1996. 14 da Lei de Tóxicos (“Associarem-se duas ou mais pessoas para o fim de praticar. aplica-se o art. 7.137/90 quanto no artigo 95 da Lei 8.se qualquer dos atos de preparação. SAÚDE.10. 12 da Lei 6368/76 (―fornecer ainda que gratuitamente. STJ STJ 201 256 Evasão de divisas Gestão temerária EVASÃO. reiteradamente ou não. ART.) A legislação penal bras Tráfico Internacional e Crime Provocado.348g). 7º. 8. . por ma INCIDÊNCIA. vale dizer. 7. II. ainda que aquela não chegue até lá. Crimes de tráfico de entorpecentes. RITO. 18. por não serem tais contribuições descontadas ou cobra Prefeito pode ser sujeito ativo da conduta delituosa prevista tanto no artigo 2º. CRIME HABITUAL. I do art. 14 da Lei 6. A cessão eventual de tóxico a terceiro configura o crime de tráfico. 2º. Trata-se de condenado por incurso no art.(. PERIGO PRESUMIDO. LEI N. simulando participar de operação de tráfico internacional. I. com ENTORPECENTE. sendo responsável pelo recolhimento da contribuição social descontada dos servidores. Crimes contra a ordem econômica. sua limitada capacidade de autodeterminação.

TRF-1 TRF-1 TRF-1 STF STF STF STF STJ EJ431 EJ431 EJ431 022 028 028 028 200 Configuração Configuração Configuração Legitimidade passiva Legitimidade passiva Generalidades Generalidades Exceção da verdade Não constituem abusos a configurar delitos previstos na Lei 5. 1º do Decreto-lei nº 201/67 tipifica crimes comuns ou funcionais praticados por Prefeitos Municipais. possui comportamento promíscuo e admite não haver sido con O exame de DNA não é essencial à valia da conclusão sobre a autoria do estupro. PERIGO CONCRETO.PREFEITO . Estupro e Presunção de Violência. 50. 308 da Lei n. possuía comportamento promíscu Não se configura o crime de estupro se a suposta vítima. aparenta idade superior. Crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro. nos termos do art.foi revogado ant Verificando a partir de seu próprio depoimento que a suposta vítima de crime de estupro. a notícia. embora menor de 14 anos. nos chamados crimes de imprensa. tortura. 1º. no sentido de desviar-se certa máquina de costura para apoio. Eleitoral (“Promover.que previu para o crime de estupro contra menor de 14 anos pena de 4 a 10 anos de reclusão . art. a partir do Decreto-Lei nº 201/67. SÚMULA 720: O art. "a". A configuração típica do delito de quadrilha ou bando deriva da conjugação dos seguintes ele . da Lei 8137/90 (“fraudar a fiscalização tributária. O delito de "racha" (art. Outros STJ STJ STF STF STF TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 STJ STF STJ STF SUM 164 015 018 286 SUM 005 027 032 042 050 032 018 031 014 018 027 100 173 SUM 196 053 Contravenções Criança e adolescente Crime de responsabilidade Crime de responsabilidade Crime de responsabilidade Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Diversos Eleitoral Eleitoral Quadrilha Quadrilha Quadrilha Telecomunicações Trânsito Trânsito Trânsito Quadrilha SÚMULA 051: A punição do intermediador. com o fim de impedir. independe da identificação do "apostador" ou do "banqueiro". O princípio da continência atrai a propriedade do ajuizamento da ação penal. a reprodução integral. único. de cuja existência se prescin Tratando-se de associação de mais de três pessoas.503/1997) é crime de perigo concreto e necessita de demonstração da potencialidade lesiv O crime de quadrilha constitui modalidade delituosa que ofende a paz pública. em tese. não caracteriza crime eleitoral a revelação de prática. Os crimes de responsabilidade configuram matéria penal e não política. 309 do Código de Trânsito Brasileiro. Crime de lavagem de dinheiro. o 25. a despeito de contar somente 12 anos de idade. ou omitindo operaç 23. o eventual consent A venda de lote em loteamento aprovado pela Prefeitura. do entrevistado. constituindo questão de mérito. a associação em quadrilha ou bando não autoriza a dupla condenação do acusado em processos que tramitaram em comarcas distintas. tão-somente. par. 9. 302 do Cód. CRIME. 224). II e IV. a responsabilização. A decisão baseada na simples alusão à gravidade do ato cometido pelo menor. I. 063 . parcial ou abreviada. Crimes de imprensa. O art. que d Falta de prévia interpelação: a notificação judicial do responsável pelas ofensas para explicá-las.250/67. com a fabricação de con A referência contida no mencionado dispositivo ao art. por fato QUADRILHA CONFIGURAÇÃO. EXCEÇÃO DA VERDADE. suficiente é a associação de mais de três pessoas para o fim de cometer crimes. 26.A presunção de violência prevista no artigo 224. prevista no art. 32 da Lei das Contravenções Penais no tocante à dir ―RACHA‖. embaraçar ou fraudar o exercício do voto a Sendo crime permanente. inserindo elementos inexatos. tida como delituosa.STF 039 Ordem tributária Deferido habeas corpus para absolver do crime previsto no art. motivação genérica. tráfico ilícito de entorpecentes e te Não se aplica o princípio da insignificância quando a utilização de rádio comunitária irregular possa causar perigo de interferência ao sistema de telecomunicações em geral Não há previsão legal para a pena de reclusão nos delitos de homicídio culposo em acidente automobilístico. que reclama decorra do fato perigo de dano. em quadrilha ou bando. 24. 21 e 22 da Lei de Imprensa. da Lei 6766/7 De início. configura. situando-se no campo do mérito. derrogou o art. no dia da eleição. mas não registrado no registro de imóveis competente. a responsabilidade do entrevistado pelas opiniões atentatórias à hon Prova do consentimento do entrevistado: a falta de autorização para publicação da matéria jornalística não é condição da ação penal. a crônica ou a resenha de debates escritos e ora Declarações dadas por Promotores de Justiça a veículos da imprensa que se atém a retratar o conteúdo de petição inicial de ação civil pública e a depoimentos e relatórios Informação ou notícia sobre propositura de ação civil pública que não corre em segredo de justiça não configura sequer crime em tese.DECRETO-LEI Nº 201/67 . Tratando-se de crime formal. não se presta para fundamentar a medida de internação. Trata-se de repórter que responde à ação penal por prática dos crimes tipificados nos arts. (unanimidade). 263 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) . e não no das condições da ação.CO-RÉUS. 20. para a pena de detenção. Tendo em vista o caráter absoluto da presunção de violência no estupro contra menor de catorze anos (CP. ainda que impropriamente nomeados como "crimes de respon CRIME . mas. Admite-se. em tese. O art. não é requisito indispensável à p LEI DE IMPRENSA. os temas c Legitimidade passiva ad causam: a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal admite. no jogo do bicho. do CP não é absoluta. para a prática de crimes definidos como hediondos. 25 da Lei de Imprensa.

não se dando. na fixação desta. quando da fixação do acréscimo pela continuidade. 5o. causas de exclusão). xacerbar a pena-base e a posterior aplicação da agravante referente à reincidência efetivamente caracterizada. atos preparatórios e de execução. Inteligência dos arts. da Carta Política . MATERIAL. não consubstancia bis in idem (dupla valoração) . justificando-se. por si só. icação da sanção penal quando o crime for de pequeno montante. No caso em tela. atendendo às circunstâncias judiciais definidas no art. just mínimo previsto para o tipo.cessação da continuidade ou da permanência. haja vist ção do bem jurídico tutelado. m trânsito em julgado.] tá-la além do máximo cominado. no gor na data dos procedimentos condenáveis mais recentes.A cláusula constitucional inscrita no art. isão que fixa a pena-base acima do mínimo legal considerando como maus antecedentes o fato de estar o réu indiciado. ser revogado ou substituído por outro mais benéfico ao infrator. desde que o Conselho de Sentença haja reconhecido o grau de menor importância da participação do ulta. portanto.é suficiente à caracterização de maus antecedentes. a exacerbação da pena-base (CP. uma vez que o réu não está obrigado a dizer a verdade. em retroatividade de lex mitior. tal como era ao tempo de sua prática. Exaurimento. que. denunciado (em outro processo) ou a existência de ações penais. Tal entendimento prevalece mesmo quando os agentes iniciam a prática do ato apenas com a intenção de roubar. à dupla agravação da pena-base.podem exasperar a sanção p 1º. sobre as normas de direito penal material. se o próprio legislador considerou a pena privativa de liberdade insuficiente . para a desejável ressocialização do condenado. não tem lugar a substituição admitida pelo art. . do CP. pelo preceito legal em referência. 59 do CP . a optar pela redução mínima de um sexto. 60. unicamente. responde pelo crime de latrocínio. oito das quais em grau de recurso interposto pela defesa no próprio tribunal apontado como coator. da pena. não se justifica a apenação. (unanimidade). ante a previsibilidade do resultado mais gravoso. mais de uma causa de aumento não induz. apesar de não se saber o valor exato do dano causado. erro de proibição. no âmbito de sua aplicabilidade.tanto que a cumulou com a pecuniária -. ser levada em conta se for o caso. assim. nsitada em julgado . que complementa o preceito penal em branco. para efeito de fixação da pena base acima do mínimo legal. Os magistrados . XL. m te que responde a mais de sessenta inquéritos policiais já instaurados e a mais de vinte ações penais. mas no curso da ação sobrevé a situação individual de cada condenado. consumação e tentativa. 59). A prática reiterada de delitos contra entid . evento morte.que consagra o princípio da irretroatividade da lex gravior . infringindo o art. dolo. Não há falar-se. Essa aplicação só não se faz quando a norma. ainda que possa. contribuindo. de cujas imputações restou absolvido. 334 do CP. autorizada. o de condenações anteriores como maus antecedentes e posteriormente como reincidência. de maneira fundamentada. ação penal intentada. culpa. 2º e 3º do CP. a simples verificação de mais de uma agravante especial. art. do CP. ição da prisão por multa. Também não pode. no caso. ainda que mínima. com isso. Entende-se em tais hipóteses que. a multa substitutiva. . erro de tipo.inci-de. a tenha importado ao tempo da proibição. a retroatividade. por ser desproporcional à signifi cação social do fato.desde que o façam em decisão adequadamente motivada e com apoio em elementos concretos existentes no processo. importa real modificação da figura to continua punível. utilizando-se da teoria da insignificância social da violação da norma ou de crime de bagatela. § 2º. vem.

m.ter o agente: d ) confessado espontaneamente. também. nada impede a condenação. cabe ao juiz efetuar a compensação de uma pela outra. e 71 do Código Penal).de delitiva (artigos 70. transformando a proibição do exercício de cargo. pois o que houve. ao se reportar ao parágrafo único do artigo 70. de sua vez. quando referidas à valoração da conduta. Comprovado mediante perícia médica que o réu. O Min. 44. as atinentes ao motivo. pois nesse caso há mero desdobramento da violência inicial exigível para o crime de roubo. não podendo. um crime de estelionato tentado contra duas pessoas inteiramente distin xercício de cargo ou função pública. . A limitação prevista no parágrafo único do art. em incidir na hipótese de crime culposo: assim. o alegado "bis in idem". do artigo 67 do Código Penal. que o Tribunal a quo. ou por duas penas restritivas de direitos. Relator destacou que a condição de prefeito não se encaixa em desfavor eu. 9º da Lei dos Crimes Hediondos não impede que o juiz a aplique. o que possibilitou a libertação da vítima sequestrada. o se admitindo sua execução provisória. crime cometido. (Lei n° 8. independentemente do procedimento previsto no art. não tem lugar a substituição admitida pelo art. que incide ainda que o réu não demonstre arrependimento pelo crime cometido. Nem pode ser reincidente em crime doloso. cuja exaustão.) âncias. duplicidade de punição. por maioria. 60. 65. objetos.. § 2º). “por uma pena restritiva de direitos e multa. Esse dispositivo não se aplica.: não havia. violentamente. § 2º. em relação ao crime de quadrilha. não tem lugar a substituição admitida pelo art. por este último delito. e concurso de pessoas. Há que ser respeitado o princípio d esqualifica. um crime de estelionato consumado contra três pessoas e. aos crimes previstos na Lei de Tóxicos. III. Na espécie. conquanto se tenha concurso formal de crimes dolosos. art. mas para o seguinte esta não deverá ser considerada na dosagem da pena definitiva. art. do Código Penal. que não incide na hipótese. apesar da prisão. posto no artigo 580 do Código de Processo Penal. do CP (“São circunstâncias que sempre atenuam a pena: III . que por sua a ser da competência da Fazenda Pública. exeqüíveis simultaneamente” (CP. de qualquer sorte. o fato de o mesmo haver sido processado e absolvido. portanto. contra vítimas diversas das quais foram subtraídos. cuções fiscais. 65. que aboliu as penas acessórias. do CP. do CP) se essa não constava da inicial e nem sequer das razões de apelação. noutra ação penal. 50). cuja sistemática para a fixação do valor do Código Penal. pelo reconhecimento da prescrição da pretensão punitiva.j. 62. quando do julgamento da apelação. não se caracterizando. 70. art. dias após. é voluntária. do Código Penal. art. art. em 05/2005) sar de preso em flagrante. 59). a autoria do crime. 71 do Código Penal. e não por ter sido cometido por quadrilha. primeiramente. aterial de construção) durante mandato de prefeito. único) ulta. indicou o local do cativeiro e a localização dos co-autores. as penas são aplicadas cumulativamente. . nciso III.. o pedido restringiu-se ao cálculo da pena para o mínimo e à alteração do regime de cumprimento. não poderia aplicar agravante genérica (art. inciso III. foi. do CP. função ou atividade púb a denúncia haver silenciado quanto à causa de aumento prevista no art. como índice de maus antecedentes do acusado (CP. assim. uma vez que sua colaboração foi eficaz e voluntária. 60. parte final. quando da dosagem da pena.artigo 44 do Código Penal. na data em que cometeu o crime de furto. 60. I e IV.A. ceiros. do Código Penal). 2. Ou qualquer que seja a pena se o crime for culposo.A.” ). (N. perante a autoridade.0 dora. circunstância que não se configura na hipótese de prisão em flagrante. (maioria). de conformidade com a norma do art. independentemente da não voluntariedade do resultado: admissibilida perior a vinte e quatro horas. a atenuante de confissão espontânea (artigo 65. no caso. eletivo ou de nomeação) não foram revoga-das pela nova parte geral do Código Penal (Lei 7204/84). par. a qual. dos demais pressupostos autorizadores da substituição pela restritiva de direitos .: há decisões isoladas em contrário. d. nem diminuição da pena. entendendo cabível a compensação. "caput". para o primeiro delito. 164). como sucederia se a pena fosse igual ou superior a um ano. (N. s. 384 do CPP. tinha sua capacidade de autodeterminaçã fins do disposto no art. ao agente que o praticar em razão da dependência ou sob efeito de substância entorpecente. mente as penas privativa de liberdade e de multa. ior a 04 anos de reclusão. também nos delitos culposos. não constitui ela. agente pratica outro ato violento destinado a garantir a fuga. haver sido praticado. e não. haver compensação entre elas. é pressuposto da execução compulsória (LEP. do art. em única ação. § 2º. prevalência entre esta tese e a sua contrária. alínea d.

art. quando o beneficiário está sendo processado por outro crime ou contravenção. do qual se exige. 70). com diversidade de vítimas e de comparsas.o delito em forma tentada e condições semelhantes contra outras vítimas. pratica-dos com emprego de armas. mas não são da mesma espécie. desde que sejam as mesmas as circunstâncias de fato dos delitos. Com base nesse entendimento. 69) e de concurso formal (CP. art. demais. vez que praticados em grande espaço de tempo e em Comarcas diversas e distantes. e não crime continuado. Precedentes. no sentido absoluto.” ). a Turma indeferiu habeas corpus impetrado em favor de réu condenado pelos dois delitos por haver retido uma das e concurso material (CP.há de fazer-se considerado o número de delitos. até o julgamento definitivo. os acréscimos do art. nas mesmas condições de tempo. já ultrapassara trinta anos — v. irrelevante para a caracterização que sejam marido e mulher. cujo cumprimento. Contendo o decreto condenatório a notícia de práticas diuturnas no período de dois anos. sob pena de injusta coação ao status libertatis do condenado (RTJ 135/686). Quem bo e extorsão. cumulativamente. dos motivos e circunstâncias do crime. são da mesma natureza. o 77. em hospital de custódia e tratamento. iços à comunidade. quando não há conexão temporal e geográfica entre eles. bem reconhecido. art . ameaçando a cada uma delas. definidos autonomamente. Inexistência de bis in idem . mostra-se consentânea com a ordem jurídica a fixação da percentagem em um terço. Aplicação dos arts. 83. isso relativamente ao crime de estupro. da conduta social. II). art. amados ―crimes hediondos‖ (Lei 8072/90. para a concessão do benefício. Informativo 369. 70 (concurso formal) e 71 do CP (crime continuado). Presente a pluralidade de condutas e a de crimes dolosos da mesma espécie. A regra relativa à extinção da pena privativa de liberdade pre uma necessária e adequada fundamentação desse ato decisório. § 1º: “a pena por crime previsto neste artigo será cumprida integralmente em regime fechado” ). o convencimento sobre o caráter positivo da culpabilidade. do Código Penal. ndo. de roubo duplamente qualificados. 159) são delitos autônomos cuja prática consubstancia concurso material e não crime único. da personalidade do agente. ão o limite previsto no art. tem-se. o de medida de segurança aplicada à paciente. ade no que dispõe que se considera prorrogado o prazo da suspensão. 77 e 80 do Código Penal. que tenha cumprido mais da metade da pena. Concurso material de delitos. à do condenado reincidente (CP. os agentes. art. Tendo em conta a . dos antecedentes. 75 do CP (“O tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade não pode ser superior a trinta anos. 71 do CP e 580 do CPP. para efeito de livramento condicional. A glosa quanto a tais requisitos é conducente ao indefe lada. A ação dos agentes perpetrou-se contra du o do sursis a prestação de serviços à comunidade. no caso. por meio de uma única conduta. 2º. lugar e maneira xto a dois terços . diagnosticada como doente mental pela prática do delito de homicídio. subtraíram dinheiro de duas pessoas distintas. .

. registrando-o como seu. Estados e Municí ondicional do processo por falta de manifestação do acusado quanto a sua aceitação. a extinção quer da punibilidade quer da pretensão executória do Estado é considerada a partir da pena de cada um deles isoladamente. ditamento referiu-se a fato novo – não recolhimento da contribuição sobre a comercialização de produtos agrícolas e não a falta desse recolhimento sobre os salários dos empregados. na discussão da causa.‖).se em queixa-crime. doença que levaria à inviabilidade de sua vida pós-natal.906/1994. (unanimidade). que sejam objeto no mesmo processo. 111. no prazo legal. estende-se aos demais a interrupção concernente a qualquer deles. Advogado da União. 8383/91). 8137/90 (revogado pela L. levando-se em conta às interrupções inerentes ao recebimento da denúncia e à prolação da sentença condenatória recorrível . quanto a referida inclusão suspende a pretensão punitiva. não estava regular: dela não constava a procuração do advog prazo decadencial é feita a contar do último dia do mês a que corresponde a publicação. art. relacionada com o prosseguimento do processo (CPP. a permanência. Inexistente a dilação. porque não decorridos 8 (oito) anos entre as causas interruptivas da prescrição (CP. não corre o prazo prescricional. pela parte ou por seu procurador. valor de tributo ou de contribuição social. durante o período em que estiverem sendo cumpridas as condições do parcelamento do débito. do em vista que em se tratando de condenação imposta em julgamento de segundo grau a interrupção da prescrição ocorre na data da sessão de julgamento.incisos I e a de prescrição. dem compreender-se as dirigidas a terceiros. a estes. pugnando pelo trancamento da ação penal contra si ajuizada. enquanto não extinto integralmente o débito pe minho. 2º. os fatos devem ser considerados separadamente e a idade do agente apurada ao tempo de cada um. ódigo Penal. do Decreto-Lei 157-67. dirigiu ao Corregedor-Geral do Ministério Público Federal uma representação porque tal atuação do Procurador. rgências. § 1º. 117). inciso III. ando o acréscimo decorrente da continuação.pela sentença condenatória recorrível. II. cons rt. o. nos crimes contra a ordem tributária. sem autorização do órgão público competente. nos crimes conexos. Aplicação do art. art. ao fundamento de que se operou a extinçã ssional prevista no art. 14 da L. são consideradas insatisfatórias e viabilizam o oferecimento da queixa-crim o cobertas pela imunidade do art. privando-o de todos os direitos inerentes ao seu estado civil e à sua personalidade. nos termos do art. o que não ocorre antes de solvida a última parcela do pagamento fracionado. a Terceira Seção firmou o entendimento de que. com o conhecimento da fraude pela autoridade administrativa. o manteve retido. 117. razão por que se afigura certo o entendimento segundo o qual a redução do prazo de prescrição por causa da menoridade só se dá quant o júri a desclassificar o delito pelo qual o paciente fora pronunciado . e não a da publicação do acórdão. porque fa e: IV . afinal condenados em julgamento de recurso da acusação. visto não existir qualquer marco interruptivo entre a aceitação da denúncia e o julgamen dministrador hospitalar denunciado por apropriação indevida de contribuições descontadas de seus empregados impetrou habeas corpus. 117. 5. ou em desacordo com as disposições desta lei ou das normas pertinentes do Distrito Federal. Não concordando a autoridade judicial com os termos da remissão remeterá ao Procurador-Geral de Justiça. para o delito tipificado no art. o parcelamento do débito fiscal deferido antes do recebimento da denúncia é causa extintiva da punibilidade estatal por atender às exigências do ar odia ensejar a extinção de punibilidade prevista no art. ontinuado. 142. com o fim de impedir a notícia imediata do delito. como forma de exclusão do processo. Na hipótese de concurso de crimes.‖). do CP (". como denunciado. 148) a retenção da vítima no interior do veículo roubado. da mesma lei ("deixar de recolher. como "ao tempo de cada crime" que integra essa modalidade de concurso de delitos. descontado ou ncia. vir e ficar com seus pais verdadeiros. Explicações que simplesmente negam a autoria. entendend oubou recém-nascido. 41.a interrupção da prescrição produz efeitos relativamente a todos os autores do crime. 7º da Lei 8. por determinado período de tempo. ou no lugar de pedir a instauração de inquérito ou de oferecer a queixa. essa extinção só poderá ser decretada se o débito em causa for integralmente extinto pela sua satisfação. desde que concernentes aos fatos objeto da demanda. inclusive a liberdade de ir. ou efetuar loteamento ou desmembramento do solo para fins urbanos. parágrafo 2. O Estado tem suspensa a pretensão punitiva. II. Essa cirurgia foi permitida ao fundamento de que o feto padece de anencefalia. do Código Penal. por força do Art. a qual exige poderes especiais de representação (art. urador da República no gabinete do Secretário da Receita Federal. desde que sejam aquelas de natureza objetiva. A Turm . do CP (―Não constituem injúria ou difamação punível: I . irrelevante a investigação da verdade dos atos ditos difamatórios ou injuriosos.a ofensa irrogada em juízo. to no inciso V do artigo 109 do Código Penal ocorre uma vez passados quatro anos."). considera-se a data do julgamento da apelação. I. Assim. no caso. "caput").. do CP. 413.250/1967). Interpretação analógica permitida no campo penal. A Turma conheceu da ordem. deu-se suficiente tempo a ensejar a prescrição da pretensão punitiva. r efeito condenatório. suspende a ação penal. não convencendo o magistrado.de homicídio qualificado. ou a do trânsito em julgado. sendo presumível que a crian tratando-se de crime continuado. para lesões corporais seguidas de morte -. o paciente. nos termos do art. Mesmo que o querelante tenha exercido seu direito no último dia do prazo. 18. § 1º. Nesse tempo. alquer modo. eivada de irregularidades. não teria ocorrido a interrupção da prescrição. da Lei n. ecisão do Tribunal a quo que autorizara intervenção cirúrgica na mãe para interromper a gravidez.

Dosimetria das penas. alínea d. a apreensão de CTPS. da Lei 8. elituoso – deixar de recolher contribuição previdenciária arrecadada dos segurados – permaneceu sendo considerado como crime. ainda que mais de um patrimônio seja atingido. . tanto na Lei 8. e não no da entrega do resgate. B). e que exige vítima determinada. o juiz p cia tenha resultado somente lesão corporal leve. se o crime é cometido em detrimento de entidade de direito público ou de instituto de economia popular. d. por quem não tem a habilitação legal. stelionato o preenchimento de folha de informações. ata simulada em operação mercantil inexistente. Em Direito. o meio justifica o fim. mesmo obtidas por meios não convencionais usa. (. duas das três circunstâncias qualificadoras descritas no § 1º do art. da mesma forma. seguindo-se a retenção do valor. Autoria e materialidade comprovadas. onal. 171 do Código Penal. a simples ausência de repasse das contribuições. não configura tentativa de estelionato.A pena aumenta-se de um terço.212/91 quanto na Lei 9. no momento transposto para o art..) opriação indébita previdenciária. 95. mesmo que seja primário o réu e a coisa furtada de pequeno valor. a condenação de um dos agentes pela prática desse delito em sua forma qualificada e pelo crime de quadrilha ou bando (CP.212/91. da Lei 8. tem-se a configuração do crime do artigo 169 . mas não este aquele. (Decreto-lei n° 2. iva de roubo qualificado. 288) não contraria o p art.983/00 não acarretou. autuação e notificação da fiscalização. Assim. A Lei 9. a Turma negou provimento a recu a feitura espontânea de depósito. ormal de delitos. do indevidamente com base em documento falso (Certidão de Óbito adulterado). por se tratar de crime material.e não o do artigo 171 . Para configurar a tentativa de latrocínio é irrelevante que a lesão corporal causada à vítima tenha sido de natureza leve. é o dolo genérico. sseguimento da ação penal. A figura do roubo não pode ser dissociada da alusiva à morte. crime de mera conduta. configura delito permanente. (N. gem material. do CP. pois as declarações inseridas pelos candidatos nos cartões de resposta.983. uma vez verificada a morte da vítima. 168 – A do Código Penal (Lei 9. Restando comprovado que os acusados simularam a demissão de servidores municipais.212/91. bastando.Se o criminoso é primário. pode ser feita através de documentos.212/91. assistência social ou beneficência). 159 do CP -. em relação ao tipo penal do art. Com base nesse entendimento. portanto. e é de pequeno valor a coisa furtada. 95. sem justa causa. abolitio criminis po penal inscrito no art. porquanto não há. I. ambos crime de estelionato se dá com a obtenção da vantagem econômica indevida. nem. 155 do CP uma vez que a qualificadora afasta a aplicação da benesse.A.apropriação de coisa alheia havida por erro . Prescrição. por parte dos demitidos – entre eles três dos acusados – o levantamento dos depósitos do FGTS alificadora do § 3º do Art.983/2000. com o objetivo único de propiciar. quando a coisa passa da esfera patrimonial da vítima para a do agente. ência da Justiça Estadual. se a violência foi praticada contra uma só pessoa. ou seja. sendo desnecessária a realização de perícia. Reconhecimento. plicação do perdão judicial. fora dos parâmetros da relação jurídica. mento de contribuições previdenciárias. constituindo crime omissivo próprio (ou omissivo puro). Precedente do egrégio Supremo Tribunal Federal. c de autodefesa para encobrir maus antecedentes. art.§ 2° . idade prevista no artigo 171 do Código Penal. m comete homicídio tentado cumulado com roubo tentado.848 . O dolo específico . pois tal procedimento está resguardado pelo direito constitucional de permanecer calado quando interrogado pela autoridade pública. 70. consuma-se apenas com a transgressão da nor bita previdenciária. para a configuração do crime. a obtenção de vantagem indevida em detrimento de terceiro.não é indispensável à caracterização do delito. Crime omissivo. carteiras do extinto Inamps. (§ 3° . com objetivo de obtenção da vantagem.vontade dirigida a causar dano em coisa alheia . de 14/07/00). sendo desnecessária a realização de perícia. nenhum resultado naturalístico. na falsidade ideológica..estelionato -. em decorrência desses fatos. sendo suficiente a vontade livre e consciente do autor.a Lei nº 8. objetivando favorecer deficientes físicos. Habeas corpus deferido em parte para excluir o acréscimo previsto no art. com dados falsos. em prejuízo de outrem. qüestro da vítima.: há decisões isoladas em contrário) . bastando comprovado que o réu agiu com dolo de matar para s a concurso formal.

X). mediante contrato de Direito público ou convênio. ou seja. considera-se a referida conduta atípica. permite que haja apropriação ou desvio. 214). eis que. que se qualifica como agente político. art. Pena. do irrelevante se influiu ou não no desfecho do processo. em tais delitos. 199. devem resultar em lesão corporal de natureza grave ou morte. § 4º da constituição federal de 1988. subtração ou concurso para esta. menor de 14 anos. 327). pode até mesmo afastar a impressão inicial de cometimento do restado o falso depoimento. § 1º. que foi usada para absolvê-lo no Tribunal a quo. 37. o juiz manifestar-se-á. 289. sobre a prisã o art. O recorrente alegou que não agiu com dolo. são equiparados a funcionários públicos. ógica que tinham por objetivo ingressar em território estrangeiro fazendo uso de documentos falsos. a Turma reformou o acórdão recorrido e concedeu a segurança. a ou imperícia. Dano. de 27. em decisão fundamentada.CP). não somente em face da possibilidade de retratação ao agente (art. udor (CP. da CF/1988. o conhecimento da violento ao pudor. por unanimidade. mesmo havendo consentimento da vítima. O Prefeito Municipal. Ressarcimento. é considerado funcionário público para efeitos penais. A Turma deu provimento ao recurso do MP entendendo que a tese da inexigibilidade de outra conduta. I. rejeitando a ação ou determinando (art. sendo os sujeitos passivos tanto o Estado como particula ares credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) exercem atividades típicas da Administração Pública. do Código Penal. 17. Aplicação do disposto no art. sob o entendimento de que não merece guarida a tese das recorrentes de qu os de reclusão pela prática do crime tipificado no art. § 2º . art. concede ao juiz o prazo de trinta dias.02. 327. O ag 10. tanto que. em proveito próprio ou alheio. O art. para. Valores. a não ser que da violência resulte lesão corporal de natureza grave ou morte (CP. e perpetraram a conduta delituosa valendo-se dessa qualidade. abrigada na garantia constitucional do direito ao silêncio. O fato de que buscava condições melhor uanto se trata de uma conduta de autodefesa. 9º da Lei 8072/90 (Crimes Hediondos). (unanimidade). 342. de pouco embasamento empírico. A peça primeira da ação penal há de conter alusão à má-fé do agente. § 1º. a violência psicológica é muito mais grave que a lesão física. art. como também porque o juiz.429/92.67. . negou provimento aos apelos. passaporte falso. assim como o p digo Penal pressupõe a ciência. a Turma indeferiu habeas corpus impetrado sob o fundamento de que a ação penal deveria aguardar a prolação da sentença no processo em que o delito fora praticado. § 1º. ou. apressadas.429/92 referente à ação de improbidade administrativa. perfazendo um total de cem dias. mormente no caso de o acusado ser hom ondos. inclusive. acarreta um excesso de prazo que anula o ato de cassaç o Decreto-Lei nº 201. da inocência do acusado. 12. A Lei 8. haja vista que a prorrogação em dez dias. 2º. equiparando-se a funcionário público para fin o abrangente (CP. sobre a permanência do acusado no exercício do cargo. DENÚNCIA . Assim. que regulamentou o disposto no art. não se aplica ao caso concreto. Extensão. do Código Penal. do DL 201/67 [―ao receber a denúncia. II. no exame do conjunto da prova. erificando-se que os recorridos. 1º do DL 201/67. na modalidade de peculato-desvio. A Terceira Turma. resulta correta a sentença monocrática que o condenou pela prática do crime de pec em possuir a condição de funcionário público. Fixação. conforme o art. obrigatória e motivadamente. 29. I. não pode dar ensejo à causa de aumento de pena prevista no art. estabelece que na fixação das penas previstas nessa lei o juiz levará em conta a extensão do dano causado. Afirmando a natureza formal desse delito. ou mesmo políticas. por ter sido preso em flagrante na posse de moeda estrangeira falsificada. pelo agente. vontade livre e consciente de desviar. o que inviabiliza a desclassificação. apreciar a defesa preliminar. assim que soube da falsidade da ra sentença que extingüiu a punibilidade em relação aos denunciados que obtiveram junto à Secretaria Especial de Informática – SEI o cadastramento de programa de computador mediante a declaração de que teria sido desenvolvido por empr que o delito é dado como ocorrido.e habilitação falsa. da Lei 8. sendo irrelevante o fato de ter a autoridade de trânsito solicitado a apresentação do documento ou se esse for exibido voluntariamente pelo agente. art. estendendo-se. ente na vontade livre e consciente de apropriar-se. núncia oferecida contra prefeito (CF. Assim sendo. os utiliza para efetuar o levantamento de dinheiro recolhido a título de depósito judicial. aos comportamentos definidos em legislação penal extravagante. tem como fi nalidade impor sanções aos agentes públicos incursos em atos de improbidade nos c ntar de inquérito. parágrafo único. por aplicação do art. eve ser cumprida em regime integralmente fechado. §§ 8º e 9º) ponsabilidade. Impossibilidade de concessão da progressão de regime.NARRAÇÃO DOS FATOS. 223). bidade infundadas. é decadencial.DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA .

12) . de locais de trabalho coletivo de estabelecimentos penais. ART. sua pena. há a reiteração de ações que são consideradas como única conduta. 12 e 13 desta Lei"). descontado ou cobrado. o tráfico de drogas. ajustando-se-lhe à essência a pequena quantidade.. guarda ou posse. para praticar. 2º. e aquela incidente nas operações interestaduais. O delito em exame 6. qualquer dos crimes previstos nos arts.6 grama de maconha. o fato de a prim e qualquer dos atos de preparação.ato.‖). 6. Cuidando-se da associação de três pessoas.368/76.409/2002. mas. ra passar por usuário não constitui flagrante preparado a ensejar a conclusão de ter havido condenação por crime impossível. “o agente não possuía. essa apropriação. ao tempo da ação ou omissão a plena capacidade de entender o caráter damente ou não. com maior severidade. 8137/90 ("fraudar a fiscalização tributária. go abstrato para a saúde pública. considerado habitual. 10. 19.) A legislação penal brasileira não faz qualquer distinção.76. prescindindo de laudo pericial que constate a impropriedade do produto para o consumo. o recolhimento das contribuições sociais. Basta que se introduzam as substâncias entorpecentes no território nacional. por ter ele o dever legal de controlar e fiscalizar seus subordinados. Basta para sua concretização que se coloque em risco a saúde de eventual consumidor da mercadoria.. Relator explicitou que.. isto é. foram usados documentos falsos para atestar operação de importação inexistente. único." . ou omitindo operação de qualquer natu ujeito ativo do crime previsto no art. da Lei de Tóxicos. que prevê a redução de um a dois terços da pena. para efeito de configuração típica do delito de tráfico de entorpecentes. da L.. da substância entorpecente ou que se determine sua dependência física ou psíquica. II. 12 e 13 desta Lei” ) pode ocorrer em processo no qual somente um dos prováveis integrantes da associação figure como réu. no delito habitual. em que se apreendeu 0. para fins de com odeterminação. tipifica o delito do art. onvocado em razão do quórum.368/76. a conduta descrita na denúncia – evadir divisas ao exterior por meio de contrato de câmbio fraudulen rágrafo único. se. incluindo-se Lei 6368/76 (―fornecer ainda que gratuitamente.. crime de gestão temerária de instituição financeira. revogou parcialmente a Lei n.368/1976. 8º da Lei dos Crimes Hediondos (três a seis anos de reclusão). O que foi objeto a presença de agentes brasileiros e estrangeiros ou a existência de conluio internacional. 14 da Lei 6. pois o que se quer punir. entendeu que a Lei n. a Turma. da L. ou seja. foi corrigida na republicação da lei ocorrida no DOU de 29. para uso próprio. . reiteradamente ou não. ou que se faça sua difusão para o exterior. com a finalidade de manter a polícia informada sobre as atividades do grupo. Por outro lad ão chegue até lá. contudo. sem au 6 da Lei de Tóxicos é o de posse de entorpecente para uso próprio. inserindo elementos inexatos. 8137/90 ("deixar de recolher. II. ação de duas ou mais pessoas. no que diz respeito ao rito procedimental previsto para os crimes de tráfico de entorpecentes. para tal. da Lei n.. execução ou consumação ocorrer nas imediações ou no interior. quando a preparação do flagrante pela polícia torna impossível a sua consumação‖).. par. mas sua posse e guarda pelo paciente.072/90. não importando a quantidade apreendida para caracterizá-lo. como é o caso da espécie. valor de tributo ou de contribuição social. entre o comportamento daquele que fornece gratuitamente e a conduta do que. é a cominada pelo art. reclusão de três a seis anos. é a atividade mais audaciosa dos agentes.. uma aç mais pessoas para o fim de praticar. não atrai a incidência da Súmula 145 do STF (―Não há crime. na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públi o serem tais contribuições descontadas ou cobradas. 1º. exterior mediante contrato de câmbio. mediante esse aumento de pena. A pena a ser aplicada será a prevista no art.492/1986. basta a aquisição. se efetuada. qualquer dos crimes previstos nos arts. não caracteriza o crime previsto no art. própria à utilização individual. reiteradamente ou não. Assim. em cional. no prazo legal. aplica-se o art. em razão da dependência. 7.(. por maioria. O Min.. 8º da Lei 8. pois o fato denunciado na espécie não foi a venda da droga.. que se animam a um tráfico internacional e adotam todas as providências para que ele se viabilize.11.

” ) sócia de empresa d a crônica ou a resenha de debates escritos e orais perante juízes e tribunais. 50.. quotas ou alegações produzidas em juízo pelas partes ou seus procuradores. cados nos arts. nem a divulgação de articulados. não configuram crime.foi revogado antes de entrar em vigor pela Lei 8072/90 ("Crimes Hediondos"). com a fabricação de confecções. sob qualquer forma. de cometer crimes. também chamadas de "crim da ação penal. de costura para apoio. opondo exceção da verdade. art. (b) finalidade específica dos agentes voltada ao cometimento de delitos e (c) exigência de estabilidade e de .. ente. par. 224 do CP.. i de Imprensa. nos termos do art. u bando deriva da conjugação dos seguintes elementos caracterizadores : (a) concurso necessário de pelo menos quatro (4) pessoas .. da Lei 6766/79. da mesma lei ( “. justificando-se apenas no caso de ofensas equívocas. que fixou para o estupro.efetuar loteamento. fornecer. I. 4º do mesmo Decreto-lei refere-se ao que denomina expressamente de "infrações político-administrativas". não é requisito indispensável à propositura da ação penal.. sem autorização do órgão publico competente. na de 4 a 10 anos de reclusão . que depende de prova a ser colhida na instrução. ou omitindo operação de qualquer natureza. tendo-o feito por sua livre e espontânea vontade. a partir do Decreto-Lei nº 201/67.. e não no das condições da ação. pena de 6 a 10 anos. e não do jornalista que as veiculou. a Turma deferiu habeas corpus para julgar improcedente a ação penal rtamento promíscuo e admite não haver sido constrangida a manter relações sexuais com o acusado.” ). ência ao sistema de telecomunicações em geral. e são julgados pelo Poder Judicário. único. art. 288 do CP ( “A pena aplica-se em dobro. rito. único do art. independentemente da idade da vítima. I. embaraçar ou fraudar o exercício do voto a concentração de eleitores. e não absoluto. ou em desacordo com as disposições desta lei.nserindo elementos inexatos. causa de nulidade do processo a falta de interpelação do responsável para dar ex entrevistado pelas opiniões atentatórias à honra de outrem. A Corte Especial não admitiu a exceção da verdade e encaminhou os autos ao juízo a quo sob o argumento de que o excipiente limitou-se a afirmar que não foi autor damentar a medida de internação. ndos. o eventual consentimento da ofendida não descaracteriza o delito. 224). 21 e 22 da Lei de Imprensa. em documento ou livro exigido pela lei fiscal.” ) exige. opriamente nomeados como "crimes de responsabilidade". a forma qualificada do crime descrito no art.” ). emitir ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato. tortura. edir. possuía comportamento promíscuo e que não fora constrangida a manter relações sexuais com o acusado. pouco importando que um dos co-réus não tenha ligação funcional com a Prefeitura. nos de idade. distribuir.. para a pena de detenção. não é de afastar-se a incidência da qualificadora prevista no par.. tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo (Lei 8072/90. O art. 20. Caráter relativo.” e “elaborar. cessita de demonstração da potencialidade lesiva do ato para sua configuração. 8º). para a configuração do delito. tendo-o feito por sua livre e espontânea vontade. a Lei das Contravenções Penais no tocante à direção sem habilitação em vias terrestres. inclusive o fornecimento gratuito de alimento e transporte coletivo:. por outro lado. a presença de dolo específico . de cuja existência se prescinde. 50.consiste que tramitaram em comarcas distintas. catorze anos (CP. se a quadrilha ou bando é armado. Não constitui. da presunção de violência do art. à futura campanha eleitoral. O disposto no artigo 299 do Código Eleitoral pressupõe estar o benefício dirigido à obtenção de voto ou à abstenção. ção penal. os temas concernentes à autenticidade da entrevista e ao consentimento para sua publicação.. constituindo questão de mérito. por fatos ocorridos no mesmo período. e ação civil pública e a depoimentos e relatórios de inquéritos policiais ou administrativo.

a multa substitutiva. con ão de roubar. importa real modificação da figura abstrata nele prevista ou se assenta em motivo permanen-te. 59 do CP . que. justifica a aplicação da pena acima do mínimo legal. ou no da disciplinação do seu modo de execução. em função da ou com a pecuniária -. ainda mais. ao qual o mencionado § 2º do art. de menor importância da participação do réu na prática delituosa. 60 faz remissão expressa para admitir a substituição das penas priv tor.branco.é variável. ainda. 44 do CP. essencialmente. A prática reiterada de delitos contra entidade estatal. compatível com . sendo desinfluente o grau de culpabilidade com relação ao resultado morte. no do reconhecimento das causas extinti-vas da punibilidade. ou.podem exasperar a sanção penal imponível ao sentenciado. Embora obrigatória. cometidos por servidora no exercício das funções de chefia. sem fundamentação específica. mesmo somada à multa originária. a opção pelo percentual máximo de exasperação. essa redução da pena . no plano da tipificação. agravem a situ ber o valor exato do dano causado. não atenderia à exigência contida no inciso III do art. justificar. Afastada a aplicação da Teoria da Cooperação Do putações restou absolvido. como sucede quando do elenco de doenças contagio as normas de direito penal material.que supõe a valoração das circunstâncias emergentes do caso concreto . rt. não vejo como considerar o valor do dano de modo expressivo. ou no da definição das penas aplicáveis. mas no curso da ação sobrevém a morte da vítima. insusceptível de modificar-se por circunstâncias temporárias ou excepcionais. ão de mais de uma agravante especial. haja vista que não foi acostado aos autos o devido laudo pericial. com indicações de graves prejuízos à previdência social. mesmo que pela ação de apenas um dos agentes. apto a ensejar a necessidade de reprimenda na esfera penal.

§ 2°. que não incide na hipótese. 3. art. 44. Há que ser respeitado o princípio devolutivo. 6° para os crimes capitulados nos arts. dessa forma. art. quanto às circunstâncias do crime. um sexto até metade. função pública ou mandato eletivo em efeito não automático da condenação (CP CPP.a obtenção de lucro fácil -. e sua combinação com o art.072. no caso. função ou atividade pública e de mandato eletivo em pena substitutiva da privativa de liberdade (CP. dizem respeito à estrutura do tipo penal pelação. preceitua que a pena aplicada para o crime continuado não pode exceder à imposta por crimes em concurso. que por sua vez faz remissão ao art. sobre a pena-base deve incidir o acréscimo pelo concurso formal. 12 do CP (―As regras gerais deste Código aplicam-s ção de prefeito não se encaixa em desfavor do réu. da afirmação do motivo torpe . "caput" e parágrafo ao parágrafo único do artigo 70. 44. (Lei n° 8. I) e a perda de cargo. ão voluntariedade do resultado: admissibilidade. Assim. pelo menos.ado contra duas pessoas inteiramente distintas. 2° e 3°. 159. 9° . deve sua pena ser reduzida de um a dois terços. § 3°. par. p o exercício de cargo. teria induzido os agentes ao comportamento imprudente e negligente de que resu to. tinha sua capacidade de autodeterminação diminuída por ser viciado em tóxico. 47. 69. Art. "caput". . incidindo. de subtração de materiais comprados com dinheiro do povo por quem era prefeito. de modo a ficar a pena do delito mais grave (estelio-nato consumado) acrescida de. cuja sistemática para a fixação do valor da pena de multa é diversa da que foi posteriormente adotada pela nova Parte Geral do CP. 157. 223. O objetivo da positivação do instituto do crime continuado P.As penas fixadas no art. c/c art. único) os. Pois tais circunstâncias judiciais. segundo o acórdão condenatório. o disposto na parte final do art. que. "caput" e seus §§ 1°. 213. 158.

ou específico. mas condições de tempo. às medidas de segurança. subtraído o relógio de uma delas.. O benefício do cr A ação dos agentes perpetrou-se contra duas pessoas.) vítimas e de comparsas. Tendo em conta a garantia constitucional que veda as penas de caráter perpétuo (CF. único do art. os — v.. e. no curso do prazo anto a tais requisitos é conducente ao indeferimento do sursis. ou de reiteração delitiva. Quem faz do crime sua atividade comercial. lugar e maneira de execução. Precedentes. atingindo pluralidade de patrimônios. liberdade e integridade física de ambas as vítimas. incide nas hipóteses de habitualidade. 71 do Código Penal. extinção da pena privativa de liberdade prevista no artigo 82 pressupõe expiração do prazo e esta não coabita o mesmo teto da prorrogação automática de que cuida o referido § 2º. enquanto a outra era obrigada pelo segundo agente (menor) a comprar-lhes mercadorias num shopping center. previsto no pár. como se fosse profissão.o pelos dois delitos por haver retido uma das vítimas num automóvel como refém. 81 . no cometimento de dois crimes idênticos. que não se confunde com a da continuidade delitiva. 5º. depois disso. entendeu-se extensível. individualmente. 75 do CP (―O tempo de cump .A suspensão será revogada se. Informativo 369. art. (. (Art. XLVII. ocorre a hipótese de crime continuado qualificado. b ). o limite temporal previsto no art.

‖). por entender que as expressões utilizadas na representação seriam ofensivas à honra do Procurador. buscando-se a harmonia do sistema. do. de 14 de julho de 1965. se for o caso. e na Lei n° 4. ser recebida a denúncia. podendo. ao fundamento de que se operou a extinção da punibilidade em relação aos fatos denunciados pelo Ministério Público Federal. não ocorre a causa de extinção da punibilidade em exame. Assim. descontado ou cobrado. sendo presumível que a criança não aceitasse deixar os pais e sua família para acompanhar a denunciada em 21/1/1986. do CP. portanto. A Turma ponderou ser insuscetível de exame. 34 da Lei n. nentes do Distrito Federal. A Turma conheceu da ordem. Porém. porque favorável ao acusado. não há como se dar interpretação extensiva ou . pois a hipótese em questão não se enquadra em nenhuma daquelas descritas de forma restrita no art. 128 do CP. o aditamento se afigura como uma retificação da exordial acusatória fundada em circunstâncias fáticas já conhecidas antes do início da ação penal.incisos I e IV do artigo 117 do Código Penal. na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públicos. o Procurador.ar: dela não constava a procuração do advogado. Estados e Municípios. quanto não extinto integralmente o débito pelo seu pagamento. 117. A Turma. o que não constitui em causa i s verdadeiros. entre a aceitação da denúncia e o julgamento deste recurso. o TRF aceitou a denúncia formulada contra aqu inviabilidade de sua vida pós-natal. descabe pronunciar a prescrição da pretensão punitiva do Estado. o prazo prescricional somente se inicia com a cessação da permanência. de 27 de dezembro de 1990. 34 . O que resultou em nulidade do processo por vício de representação processual. concedeu a ordem. sentença condenatória recorrível .729. II. porém. não sanável com a posterior juntada do instrumento procuratório porque já extinta a punibilidade do agente pela d dade estatal por atender às exigências do art.137. restando indispensável a aceitação do acusado em razão de sua natureza transacional.249/1995. 9. o menor continuou incapaz de entender sua privação de liberdade de locom o por causa da menoridade só se dá quanto aos crimes praticados antes de o agente completar vinte e um anos de idade. lógica permitida no campo penal. entendendo que. a questão relativa à ausência de m e viabilizam o oferecimento da queixa-crime. constituiria falta administrativa a ser apurada."). (Art. do disposto no artigo 119 do Código Penal.Extingue-se a punibilidade dos crimes definidos na Lei n° 8. na via estreita do habeas corpus. quando o agente promover uto ou de contribuição social. Mesmo com seu crescimento. . art. eivada de irregularidades. na hipótese. Note-se que o sursis processual é ato complexo e bilateral.

171.mesmo obtidas por meios não convencionais.) ado que o réu agiu com dolo de matar para subtrair mas que por circunstâncias alheias à sua vontade não se consumaram os eventos morte e subtração. § 3º .212/91. c/c art. 399 – CP). outrossim. art.CP). é de se confirmar a sentença condenatória pelo crime de estelionato (art. diminuí-la de um a dois terços. são. que tais condutas. Ne es isoladas em contrário) . ou aplicar somente a pena de multa. carteiras do extinto Inamps. são de CTPS. . Dificuldades financeiras por que pass endimento. 95. certidões de casamento e de nascimento e até de recibos de pagamentos de benefícios previdenciários. por si só. 159. Ou seja: o fato de o crime de quadrilha ou bando constituir circunstância qualificadora da extorsão mediante sequestro (CP. lha ou bando (CP. Embora o legislador tenha dado ao tipo pe suma-se apenas com a transgressão da norma incriminadora. apesar de reprováveis social e moralmente. 288) não contraria o princípio ne bis in idem . ência social ou beneficência). d. I. art. não comprova a materialidade do delito de estelionato contra a Previdência Social.e não o do artigo 171 . uma vez que o fato delituoso – deixar de recolher contribuição previdenciária recolhidas dos contribuintes – permaneceu sendo considerado como crime. a Turma negou provimento a recurso extraordinário em que se pretendia fosse reconhecida a atipicidade da conduta pela qual o recorrente fora condenado por apropriação indébita previdenciária (CP.168-A. II. verdadeiras e não mentirosas. como exige o tipo (art. da Lei 8. Afirma-se.estelionato -. órgão gestor do fundo. independentemente de resultado naturalístico e do dolo específico do fim especial de agir: a vontade livre e consciente de ter a coisa para si. II. no entanto. pouco importando a recusa na devolução da quantia ao argumento de que efetuado corretamente o depósito. o juiz pode substituir a pena de reclusão pela de detenção. § 1º) não impede a condenação do agente e é de pequeno valor a coisa furtada. ambos do Código Penal. do art. 71). abolitio criminis. art. não se subsumem em nenhum os – o levantamento dos depósitos do FGTS junto à CEF.

). 11). de modo que a devolução do valor de pequena monta devidamente corrigido acrescido de multa de duas vezes esse valor é suficiente para recomposição do da má-fé do agente. extensão do dano causado. 17. Não pode o magistrado. rte (CP.. b) que causem prejuízo ao erário (art. 223). processo em que o delito fora praticado.9º). caput. em específico o Bacen . assim como o proveito patrimonial obtido pelo agente. O agente público que exerce cargo em comissão também subsume-se ao conceito penal de funcionário público e expõe-se. §§ 8º e 9º). enganadas por pessoas inescrupulosas. ca. portanto. á.to. sem o exame dos fundamentos da manifestação prévia do demandado. uma vez que cabe ao acusado a prova do fato. simplesmente mandar citar para a contestação. e sobre o seu afastamento do exercício do cargo durante a instrução criminal. o conhecimento da inocência do denunciado. uncionário público para efeitos penais. O fato de que buscava condições melhores de sobrevivência nos EUA. sem incorrer em ilegalidade. em todos os casos.. firm equiparando-se a funcionário público para fins penais. assim que soube da falsidade das notas. porém apurou-se que era. a ação ou determinando (art. art. do Código de Processo Penal. que o condenou pela prática do crime de peculato-culposo. em face dessa particular condição funcional. 10). na realidade. já que o objeto do crime estava em seu poder e não restou comprov ção de que teria sido desenvolvido por empresa de sua propriedade. § 2º . entregou-as aos seus filhos para brincarem. mas também a moralidade da Administração Pública. cópia fiel de outro. à causa especial de aum blicos incursos em atos de improbidade nos casos em que: a) importem em enriquecimento ilícito (art. (. ou seja. mais antigo no mercado. sobre a prisão preventiva do acusado.Código Penal e 211. Este argumento não prospera. merece guarida a tese das recorrentes de que foram ludibriadas em sua boa-fé. sob pena de rejeição. A denúncia imputou aos apelados a prática de violação de direito autoral qualificada em c fastar a impressão inicial de cometimento do crime. em razão da crise pela qual passa o Brasil. obrigatória e motivadamente. porquanto tinham plena consciência de que as declarações introduzidas nos documentos que iriam usar não correspondia tanto que. mormente no caso de o acusado ser homem experiente e casado. o Banco do Brasil e o próprio correntista do Banco do Brasil. A decisão que aprecia excesso de prazo que anula o ato de cassação do vereador.‖]. 342. II. não pode servir de desculpa para o cometimento de delitos. cujo bem jurídico tutelado não é apenas o patrimônio. eitos passivos tanto o Estado como particular. c) que atentem contra os princípios da administração pública (art. . Exegese sistemática dos arts.

incluindo-se uma vírgula entre as expressões "de locais de trabalho coletivo" e "de estabelecimentos penais". à tipificação de delitos e não ao rito lá previsto.76. o fato de a droga haver sido apreendida ainda em território brasileiro não desautoriza a aplicação da causa de aumento de pena prevista no art. se é certo que o entorpecen as as providências para que ele se viabilize.").432/1986 (efetivar operação de câmbio não autorizada. mente a Lei n. 18.or por meio de contrato de câmbio fraudulento. I. se a terceira ainda não foi julgada. . comercializa a substância tóxica. ou omitindo operação de qualquer natureza. 22 da Lei n.368/1976. pois. com a aquisição. ei ocorrida no DOU de 29. 7. ditada pela diligência da Polícia. 2/90.11. como ocorreu no caso. ou seja. da Lei de Tóxicos. uma ação constituída de vários atos que em conjunto constituem a conduta típica. O delito em exame é de perigo abstrato para a saúde pública. guarda ou posse. associação de três pessoas. de substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíqu rnece gratuitamente e a conduta do que. juridicamente. em caráter profissional. com o fi eradas como única conduta. o a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento”. atos. isto é. pelo q mpossível a sua consumação‖). Assim. 16 da Lei de Tóxicos). conta-se a prescriçã ês a seis anos de reclusão). ao fornecimento oneroso de substância tóxica. É de ter-se. caracterizando-se.6 grama de maconha. o fato de a primeira haver sido absolvida da imputação não basta à descaracterização do delito em relação à segunda. A cessão gratuita de substância canábica ("maconha") equivale. 6. reclusão de três a seis anos. no crime habitual. sse e guarda pelo paciente. Por outro lado. sem autorização legal ou regulamentar (art. portanto. em documento ou livro exigido pela lei fiscal. apesar da frustração. inicialmente autorizado pelo Banco Central porque utilizados documentos falsos – incide no tipo penal descrito no art. para fins de comercialização. O que foi objeto de veto na novel legislação foi a parte referente ao direito material. 0. para uso próprio. ação e que deveria recolher aos cofres públicos"). como configurada a referida causa de aumento de pena tanto se os crimes forem c sua dependência física ou psíquica. a qual somente se considera consumada com o cometimento da última ação.

” ). e a quadrilha ou bando é armado. os riscos dessa participação. não ministrativas". X. art. 224 do CP. piente limitou-se a afirmar que não foi autor da notícia mentirosa ou falaciosa. da Constituição (redação da E. lito. fora condenada sob o fundamento de haver assumido. 25). precedentes afirmando que. L. 144. cordo com as disposições desta lei. 29. não apresentando fato que pudesse afastar. tornan a de interpelação do responsável para dar explicações (CP. art. e são julgadas pela Câmara dos Vereadores: nada mais é do que o "impeachment". 5250/67. O art. mesmo sem exercer qualquer função de gerência na sociedade. a presença de dolo específico . de violência do art.consistente no propósito de impedir. A existência de motivação política subjacente ao comportamento delituoso dos agentes não descaracteriza o elemento subjetivo do tipo consubstanciado no art .” ) sócia de empresa devedora do tributo que. ainda. Ressaltou..C.” ). embaraçar ou fraudar o exercício do voto. também chamadas de "crimes de responsabilidade" ou "crimes políticos". e delitos e (c) exigência de estabilidade e de permanência da associação criminosa.saber falso ou inexato. a ação penal movida contra ele.. nº 1/92) determ rpus para julgar improcedente a ação penal movida contra o paciente. de pronto. ao nela ingressar. para admitir-se a exceção.

3º . compatível com o preconizado no art. sa para admitir a substituição das penas privativas de liberdade somente quando “a culpabilidade. . a conduta social e a personalidade do condenado. 59 do Código Penal. essencialmente. da a aplicação da Teoria da Cooperação Dolosamente Distinta. (Art.A lei excepcional ou temporária. embora decorrido o período de sua duração ou cessadas as circunstânc as extinti-vas da punibilidade. em função da maior ou menor culpabilidade do réu na eclosão do evento delituoso.ede quando do elenco de doenças contagiosas se retira uma por se haver demonstrado que não tem ela tal característica. os antecedentes. não detinha a potencialidade lesiva suficiente para repercutir na esfera penal. eprimenda na esfera penal. considerando que a reprovabilidade da conduta do agente também não restou significativa. ainda mais. do réu ou do condenado. agravem a situação jurídico-penal do indiciado. bem como os motivos e as circunstâncias indicarem que essa substituição s pena acima do mínimo legal. ou seja. é variável.

70). "caput" e parágrafo único. na modalidade do parágrafo único do art. 223. Cuidando-se de lei especial com discipli-na própria. ao mesmo tempo.ida de. 12 do CP ("As regras gerais deste código aplicam-se aos fatos incriminados por l mbinação com o art. E como os delitos foram praticados em situação que configura a continuidade delitiva. também o acréscimo respectivo (art. dizem respeito à estrutura do tipo penal – que é apropriação ou desvio de bens ou rendas públicas em caso de responsabilidade dos prefeitos ou vereadores. já qualificaram o crime. aplica-se o disposto na parte final do art. 71) é de ser considerado. e par. porquanto não podem en amento imprudente e negligente de que resultou o sinistro. 71 do Código Penal. art. 223. único). I. 92. "caput" e parágrafo único. R m efeito não automático da condenação (CP. por si só. todos do Código Penal. estando a vítima positivação do instituto do crime continuado. um sexto até metade. são acrescidas de metade. respeitado o limite superior de 30 (trinta) anos de reclusão. beneficiar o réu em relação aos crimes cometidos CP (―As regras gerais deste Código aplicam-se aos fatos incriminados por lei especial. pelo menos. foi o de agravar a situação prevista no "caput" do mesmo artigo e. 214 e sua combinação com o art.‖). . eito. se esta não dispuser de modo diverso. Essas circunstâncias. pela co-existência do crime menos grave (art.

subtraído o relógio de uma delas. se aplique. 682. a execução de pena de multa ou não efetua. 158). no curso do prazo. Deferiu-se. a reparação do dano. cessada a medida de segurança. 75 do CP (―O tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade não pode ser superior a trinta anos. por crime doloso. em sentença irrecorrível. ou para o de extorsão (CP. o writ para que. III - revisto no art. sem motivo justificado. O benefício do crime continuado não alcança quem faz do crime a sua profissão. a da continuidade delitiva. no qual se pretendia que o crime de extorsão mediante seqüestro fosse desclassificado para o de roubo. § 2º. por analogia.‖). Precedentes.frustra. pensão será revogada se. II . embora solvente.é condenado.pois disso. o art. art. do . o beneficiário: I . parcialmente.

por desconhecer a ação criminosa da denunciada. entender sua privação de liberdade de locomoção. 138.) a ação penal. o crime examinado é omissivo puro. que é incompatível com o presente rito. quando o agente promover o pagamento do tributo ou contribuição social. a questão relativa à ausência de materialidade. Além de que os pais verdadeiros. da Lei n. o que não constitui em causa interruptiva da prescrição. diante do argumento de que as expressões lançadas estariam acobertadas p o há como se dar interpretação extensiva ou analogia in malam partem. inclusive acessórios. 20. Ademais. Nesta instância. a quem acabou por reconhecer como mãe. titulares naturais e jurídicos do direito de ir. bastando para sua configuração que se demonstre a ausência RF aceitou a denúncia formulada contra aquele Advogado pelos crimes dos arts. pois demandaria dilação probatória. 139 e 140 do CP. de julho de 1965. antes do recebimento da denúncia. 21.ue já extinta a punibilidade do agente pela decadência do direito de queixa-crime. . há que se prestigiar o princípio da reserva legal. II. 23. vir e de ficar com o f s corpus. 5.250/1967 e dos arts.

se subsiste. e estelionato contra a Previdência Social. Dificuldades financeiras por que passe a empresa não podem. em face do princípio da reserva legal e da vedação da aplicação da analogia para prejudicar o acusado. c/c art. § 1º) não impede a condenação do agente pelos dois delitos. tal como traçada pelo Código Penal (art. no caso. ou em eventual fraude. I. Necessário seria indicar os benefícios irregulares habilitados e o efetivo pagamento pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Embora o legislador tenha dado ao tipo penal do art.moralmente. art. no nível do estado de necessidade. fato que. impresc nciária (CP. não se subsumem em nenhum tipo penal em vigor. 168 do Código Penal. para a r a si. 24). em princípio. contudo. 9.168-A. 168-A o nomen juris de ‗apropriação indébita previdenciária‘. ao lado daquela. ser alegadas com proveito como excludente de ilicitude. pois a fi gura. naquela não se exige. outra qualificadora. II. 71). a acusação não logrou êxito em demonstrar. diferentemente da apropriação indébita prevista no caput do art. II. .

não sendo mais suscetível de revisão naquele âmbito. . irrelevante a alegação de que os documentos falsos não se encontravam em poder das acusadas. também.ocumentos que iriam usar não correspondiam à verdade. II. O Voto. do Código Penal. à causa especial de aumento de pena a que se refere o art. citando precedente deste Tribunal. 327. negou provimento ao recurso. A decisão que aprecia as contas dos administradores de valores públicos faz coisa julgada administrativa no sentido de exaurir as instâncias administrativas. e valor é suficiente para recomposição do dano causado ao erário. A Terceira Turma. o pública (art. firma-se a competência pela Justiça Federal. compartilhando do entendimento da sentença recorrida e afastando a tese do concurso m m a moralidade da Administração Pública. Considerou. esclareceu que o crime de moeda falsa não exige a presença do dolo específico para sua caracte e violação de direito autoral qualificada em concurso material com falsidade ideológica. 299 do Código Penal não requer a e estava em seu poder e não restou comprovada a ausência de dolo no curso da instrução processual. dição funcional. por unanimidade. 11). pois a conduta descrita no art. Não fi ca. tação prévia do demandado. § 2º.

como se o forem nas imediações ou no interior de estabelecimentos penais.368/76. pelo que ambos os comportamentos realizam. que constitui objeto de previsão legal constante do art. Quanto ao crime de gestão temerária ser de perigo concreto e não de perigo abstrato. com o fim de promover evasão de divisas do País). conta-se a prescrição da data da última das ações que constituem o fato típico. u que determine dependência física ou psíquica. fazendo-se irrelevante que seja pequena a quantidade de entorpecente. a figura delituosa do tráfico de entorpecentes. 12 da Lei no 6. .peração de câmbio não autorizada. Lei de Tóxicos. no plano da tipicidade penal. sem autorização ou em desacordo com a autorização legal ou regulamentar. no crime habitual. a matéria res aumento de pena tanto se os crimes forem cometidos nas imediações ou no interior de locais de trabalho coletivo. ssim. se é certo que o entorpecente se destinava ao exterior. ento oneroso de substância tóxica. não da primeira como quer o recorrente.

dirigida à prática de delitos indeterminados. rmando que. aos crimes comuns e derroga. A Turma entendeu que não havia. sejam . justa causa para a condenação.manifestada por mais de três pessoas -. 2º do Decreto-lei nº 201/67. o art. apenas. nstituição (redação da E. em parte. os riscos dessa participação. está se referindo. eis que. ao assim dizer. tornando-se responsável pelos atos praticados em nome da pessoa jurídica. 288 do CP.gressar. para a configuração do delito de quadrilha. basta a vontade de associação criminosa . na espécie. que atribuia es nto subjetivo do tipo consubstanciado no art. não basta. nº 1/92) determina o "julgamento do Prefeito perante o Tribunal de Justiça". reprodução de comentários ou de publicações sobre os fatos objeto da ofensa. para admitir-se a exceção.C. para a prova da verdade.

. ademais. de delito previsto em lei especial (Lei de Tóxicos).de sua duração ou cessadas as circunstâncias que a determinaram.) tir na esfera penal. aplica-se ao fato praticado durante sua vigência.” Cuidando-se. nstâncias indicarem que essa substituição seja suficiente. não seria aplicável essa regra geral do CP. no caso concreto.

em face das circunstâncias refe ódigo aplicam-se aos fatos incriminados por lei especial. Art. estando a vítima em qualquer das hipóteses referidas no art. exclusivamente.o respectivo (art.Se o juiz reconhecer a possibilidade de nova definição jurídica do fato.689. a mitigar a pena. com base."). 71) é de ser considerado. 30 (trinta) anos de reclusão. em precedentes do S. em consequência d ciar o réu em relação aos crimes cometidos em concurso material. sem influir em outros institutos penais. Isso posto. em ualificaram o crime. se esta não dispuser de modo diverso.T. pois. Rejeita-se. a alegação de que os acréscimos pelo concurso formal e pela continuidade delitiva são inacumuláveis. a Turma concedeu em parte a ordem de habe .) (Decreto-lei n° 3. inclusive.F. pois o reconhecimento da continuidade delitiva se destina.. Habeas-Corpus conhecido e deferido. 224 também do Código Penal. Conseqüentemente. 4. vem sendo adotada a revisão do cálculo da pena. porquanto não podem entrar no cálculo da pena-base se já foram consideradas. 384 . nesses casos.

769 e seguintes do CC (CPP: ―Art. § 1° .A suspensão poderá ser revogada se o condenado descumpre qualquer outra condição imposta ou é irrecorrivelmente condenado.descumpre a condição do § 1° do art. 78 deste Código. . nos termos dos arts. 1. 682. por cri se aplique. na parte em que determina a comunicação ao ―juiz dos incapazes‖. do CPP. o art. § 2º. por analogia. III . e se proceda conforme previsto para a interdição civil da paciente. a reparação do dano.motivo justificado.

nem qualquer da configuração que se demonstre a ausência de repasses à Previdência Social de valores descontados dos salários dos empregados. I. § 2º. 133 da CF/1988. prosseguindo o julgamento. entendeu trancar a ação penal. a Turma. e art. Isso posto. ao fundamento . 8. sempre foram contrários a que ele permanecesse na companhia de quem quer que fosse.906/1994).68 expressões lançadas estariam acobertadas pela imunidade judiciária (art. a Turma concluiu que não existe imprecisão nos fatos atribuídos à paciente. da Lei n. 7º. destacou a alteração no tratamento legal implementado pela Lei 10. por maioria. do CP. art. Em relação à extinção de punibilidade. vir e de ficar com o filho. 142.urídicos do direito de ir.

naquela não se exige. a vontade livre e consciente de apropriar-se do bem. basta a intenção de não rep traçada pelo Código Penal (art.Código Penal. no c ação não logrou êxito em demonstrar. imprescinde de um confl ito entre sujeitos de direitos legítimos. . e não o restituir. 168-A do Código Penal. em que um perece para que o outro sobreviva. Para a confi guração do delito previsto no art. situação inocorrente na espécie. A prova da autoria pode ser feita com a demonstração. para a realização da conduta típica. 24). III. III.

mas apenas a participação na inserção de dados diversos dos que deveriam constar nos documentos pessoais.429/92. III. por estar-se diante de crime contra a propriedade intelectual que absorveu a falsidade ideológica. sendo suficiente a presença do dolo genérico. independentemente das sanções pen . a emissão da declaração falsa foi o meio de que os denunciados se valeram para vi cetível de revisão naquele âmbito. No caso. Na hipótese do art. A sua consumação se dá com a simples ofensa potencial de causar dano à fé pública (objeto jurídico tutelado).rita no art. 10 da Lei 8. 299 do Código Penal não requer a posse dos documentos. Não fi ca. excluída de apreciação pelo Poder Judiciário. no entanto. presença do dolo específico para sua caracterização. prescindindo de resultado lesivo a recorrida e afastando a tese do concurso material. porquanto nenhuma lesão de direito pode dele ser subtraída.

gal constante do art.ncreto e não de perigo abstrato. que emerge do texto da Lei no 6. 12 da Lei no 6. a matéria restou não prequestionada. O conceito jurídico de tráfico de entorpecentes.368/76.368/76. revela-se amplo. na medida em que se identifica com cada uma das atividades materiais descritas na .

ou não. da mesma espécie.2º do Decreto-lei nº 201/67. sejam estes. O delito de quadrilha . a à prática de delitos indeterminados. O crime de quadrilha é juridicamente independente daqueles que venham a ser praticados pelos agentes reunidos na societas delinquentium. que atribuia esta competência ao juiz singular.

.

anular o acórdão no ponto em que fix Turma concedeu em parte a ordem de habeas corpus. definição jurídica do fato. em consequência de prova existente nos autos de circunstância elementar. em parte. não conti 4.cumuláveis. em face das circunstâncias referidas. para. . Habeas-Corpus conhecido e deferido. mantida a condenação.

a pena privativa de liberdade ou restritiva de di s arts.sta ou é irrecorrivelmente condenado.769 e seguintes do CC (CPP: ―Art. verificada por perícia . 682. 1. por crime culposo ou por contravenção. O sentenciado a que sobrevier doença mental.

nem qualquer das falhas previstas no art. 9º ao fato de ser o parcelamento ou p endeu trancar a ação penal. apesar de as expressões tidas como ofensivas terem sido veiculadas em expediente . sendo inviável o trancamento da ação penal.fatos atribuídos à paciente. ao fundamento de que. 43 do CPP. Outrossim o atamento legal implementado pela Lei 10.684/03. que não mais condiciona a obtenção dos benefícios previstos no seu art.

basta a intenção de não repassar à previdência social as contribuições recolhida ria pode ser feita com a demonstração. da participação dos acusados na gerência .o Código Penal. no contrato social.

o tutelado). está o responsável pelo ato . prescindindo de resultado lesivo a terceiros (finalidade específica). independentemente das sanções penais. 35 da Lei 7. civis e administrativas. Nos termos do art.646/87 (hoje rev 429/92. o de que os denunciados se valeram para violar o direito do autor do programa autêntico.

ma das atividades materiais descritas na cláusula de múltipla tipificação das condutas delituosas a que .

ainda que os crimes para os quais foi organizado o b . O delito de quadrilha subsiste autonomamente.ocietas delinquentium.

do Tribunal Federal de Recursos. não ca Inadmissível considerar a assistência média como salário in natura .212/91 e 8. Benefícios previdenciários: período de carência. razão pela qual tal verba não integra o salário-de-co Os aluguéis do empregado pagos pelo empregador com habitualidade. sujeito à contribuição obrigatória s O benefício é regido pela legislação da época em que implementados os requisitos para a sua concessã 022 . INEXISTÊNCIA. A questão consiste e SAT. é incabível a equivalência entre o salário-de-contribuição e o salário-de Os juros moratórios sobre benefícios em atraso.Em matéria previdenciária. na assentada de 21/11/03. APOSENTADORIA ESPECIAL. de grau mínimo de disacusia. RESPONSABILIDADE SOLIDÁ VALE-TRANSPORTE. SAT. Previdência Social e Seguridade Social: princípios e regras constitucionais. segurados. não serão reajustad Na atualização dos salários-de-contribuição. CNPJ. em ato regulamentar. pessoa designada. STJ STJ TRF-1 JEF-TUN TRF-1 JEF-TUN STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-3 JEF-TUN TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-3 TRF-4 TRF-4 TRF-1 SUM SUM 107 SUM EJ491 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 105 SUM SUM SUM SUM SUM EJ504 Direito ao benefício Direito ao benefício Direito ao benefício Generalidades Generalidades Passivo Passivo Passivo Passivo Passivo Passivo Passivo Passivo Valor mensal Valor mensal Valor mensal Valor mensal Valor mensal Valor mensal Valor mensal Passivo SÚMULA 044: A definição.213/91).O reajuste dos proventos resultantes de benefícios previdenciários deve obedecer às prescrições l 049 .Em se tratando de matéria previdenciária. salário-de-benefício. beneficiários. com habitualidade. funcionário público (Leis n. RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA.É constitucional a exigência de depósito prévio da multa para interposição de recurso administrativ SÚMULA 046: A SUSPEITA DE FRAUDE NA CONCESSÃO DO BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO NÃO A SÚMULA 049: AS DISPOSIÇÕES CONTIDAS NOS PARÁGRAFOS §§ 5º E 6º DO ART.Previdenciário 01. DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS. inscrições. veio a conviver 03. Previdência Social: órgãos. Os pagamentos efetuados. prosseguindo o julgamento. A recorrente. segurado facultativo. APURAÇÃO. Salário-de-contribuição: empregado. não aceita mais a discriminação aos homossexuais. não exclui. autônomo. GRAU DE RISCO. LEGALIDADE. OBRA. 001 . trabalhador avulso. Trata-se da incidência ou não de contribuiç CONTRIBUIÇÃO. a co SÚMULA 272: O trabalhador rural. vencidos e cobrados em juízo após a vigê SÚMULA 204: Os juros de mora nas ações relativas a benefícios previdenciários incidem a partir da cita SÚMULA 007: Extinto o Bônus do Tesouro Nacional.Não há direito adquirido. de FEDERAÇÃO. mulher casada.Se a prova pericial realizada em juízo dá conta de que a incapacidade já existia na data do requeri A aposentadoria por invalidez será devida a partir do dia imediato ao da cessação do auxílio doença. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. empregado doméstico. 201 DA CONST 02. são devidos n . Prosseguindo o julgamento.Por falta de previsão legal. em se tratando de ações previdenciárias. a Turma negou provim CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. FUTEBOL. empresário ou empregador. 58. 8. FATO GERADOR. torna-se desnecessário o prévio exaurimento da via administrativa. na condição de segurado especial.vencimentos. a empregados a título de gratificação de férias. proventos.Os benefícios de prestação continuada. com 055 .604/87 não impede a revisão dos cálculos iniciais e dos reajustes posteriores dos 006 .TUN STJ SUM JR EJ473 EJ480 SUM 199 Segurados Beneficiários Segurados Beneficiários Beneficiários Beneficiários SÚMULA 466: Não é inconstitucional a inclusão de sócios e administradores de sociedades e titulares d RE 194854 AgR-ED / RS (22/10/2002): A extensão automática da pensão ao viúvo em decorrência do fa O Supremo Tribunal Federal. utilizados no cálculo da renda mensal inicial. diverso do SÚMULA 012: A Lei 7. em março/94. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DE SÓCIO DE 04. de benefício c SÚMULA 049: O critério de revisão previsto na Súmula 260.A conversão dos benefícios previdenciários em URV. segur STJ STJ TRF-1 STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 167 167 112 SUM 182 183 190 195 197 256 256 255 255 203 Base de cálculo Base de cálculo Base de cálculo Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Responsabilidade previdenciária Base de cálculo SAT Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária O auxílio-creche é indenização e não remuneração. declarou a inconstitucionalidad A sociedade. PROPRIETÁRIO. A Seção. O Supremo Tribunal Federal vem 004 . valor mensal. reembols No caso das cooperativas para fins de serviços médicos. obedece às disposições do art SÚMULA 148: Os débitos relativos a benefício previdenciário.O critério de cálculo da aposentadoria proporcional estabelecido no artigo 53 da Lei 8213/91 não o 040 . na condição de dependente. A federação de futebol insurge-se co EXECUÇÃO FISCAL. por si só. DÉBITO PREVIDENCIÁRIO. M RECURSO ADMINISTRATIVO. sessão plenária. MORTE. eis que o referido benefício não pod SÚMULA 688: É legítima a incidência da contribuição previdenciária sobre o 13º salário. UNIÃO ESTÁVEL. soldos e pe SÚMULA 020: O critério de revisão previsto no art. trabalhador rural. a contribuição social passou a ser exigida pela CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. no regime geral da Previdência Social. por tempo indeterminado. RMI e reajustamentos. incide a correção monetária a partir do vencimento de ca 008 . hoje. TRF-3 TRF-4 TRF-2 TRF-2 SUM SUM SUM SUM Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades 009 . a correção monetária de benefícios previdenciários SÚMULA 013: A atualização monetária de diferenças resultantes de revisão dos cálculos iniciais e dos r SÚMULA 019: O pagamento de benefícios previdenciários. salários. MULHER CASADA. regimes. DEPÓSITO PRÉVIO. STF STF TRF-1 TRF-1 JEF . quando o falecimento do PENSÃO. do Ato das Disposições Constitucionais Transitór 008 .

XXX RECONHECIMENTO DE TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL.Os juros moratórios são devidos pelo gestor do FGTS e incidem a partir da citação nas ações em q 062 . sujeitando-se ao prazo prescricional de .Aposentadoria Especial – Equipamento de Proteção Individual. Acumulaçã STJ STJ JEF-TUN TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 164 SUM SUM 110 162 112 108 EJ499 111 EJ501 202 Aposentadoria Aposentadoria Aposentadoria Assistência social Auxílio-acidente Auxílio-maternidade Pensão Pensão Seguro-desemprego Aposentadoria Auxílio-reclusão A aposentadoria por invalidez só é integral se a doença constar no rol daquelas previstas para a concess SÚMULA 159: O benefício acidentário.Tempo de Serviço Rural. não se exige que o início de prova material. auxílio-doença. Cura da doença determinante da concessão do benefício. no caso de contribuinte que perceba remuneração variável. ACORDO. contagem e comprovação. não modificou a situação do servidor celetista anterior É garantido à pessoa portadora do HIV. quando provada a relação estável. não podendo haver discriminações entre filhos legítim É cabível pensão por morte a companheiro homossexual. nos termos da legislação então vigente. 157.As ações de cobrança de correção monetária das contas vinculadas do FGTS sujeitam-se ao prazo 056 . 13 DA EMENDA C 06. faz jus a um único benefício somado ao salário de SÚMULA 154: Os optantes pelo FGTS. para fins de aposentadoria. não se computa o tempo de serviço 005 . PROVA MATERIAL. que comprove não possuir meios de prover a própria manutençã O auxílio-acidente. abono de permanência. Rateio de pensão por morte. Contagem Recíproca. a ausência do enquadramento da atividade desemplenhada pelo segurado como atividade especial (insa SÚMULA 726: Para efeito de aposentadoria especial de professores. tem direito a taxa progressi SÚMULA 252: Os saldos das contas do FGTS. TEMPO. RENDA SUPERIOR AO LIMITE ESTABELECIDO PELO ART. e que te SÚMULA 033: Aposentadoria especial decorrente do exercício de atividade perigosa. período de trabalho decorrente de acordo homologado a atividade estudantil anterior à edição da Lei 7004/82 não pode ser computada para efeitos de tempo de O segurado que presta serviço em condições especiais. vítima de novo infortúnio. são corrigidos em 42.Somente a Caixa Econômica Federal tem legitimidade passiva as ações que objetivam a correção 043 . apenas possibilita que o representante legal realize atos Aposentadoria por invalidez.O tempo de serviço do segurado trabalhador rural anterior ao advento da Lei nº 8. de 11 de dezembro de 1990. confo SÚMULA 593: Incide o percentual do fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS) sobre a parcela da SÚMULA 046: Na hipótese de descumprimento da obrigação de corrigir os saldos das contas vinculadas O pedido de movimentação de conta vinculada do FGTS pode ser apreciado judicialmente. PARA FINS PREVIDENCIÁRIOS.7 SÚMULA 290: Nos planos de previdência privada.05. de 24 de julho 009 . Prosseguindo SÚMULA 149: A prova exclusivamente testemunhal não basta à comprovação da atividade rurícola. JUSTIÇA DO TRABALHO. O tempo de serviço rural anterior à vigência da Lei 024 . IX e CF/1988. insalubre ou penos o tempo de serviço é regido pela lei vigente ao tempo da sua prestação.A certidão de casamento ou outro documento idôneo que evidencie a condição de trabalhador rura 014 .Provado que o aluno aprendiz de Escola Técnica Federal recebia remuneração. O Guia de recolhimento de Imposto Territorial Rural em nome do pai do autor. Concubinato desfeito antes do óbito (e do casamento civil subseqüente). CF 1946. C 07.As contribuições para o FGTS não têm natureza tributária.A Lei nº 8. Entende-se que a comprov TEMPO DE SERVIÇO.Nas demandas que julgam procedente o pedido de diferença de correção monetária sobre depósito 057 .958.112. Incapacidade per AUXÍLIO-RECLUSÃO. nos termos da Lei nº 5. pensões. sem o re 018 . abono anual e outros auxílios. pela legislação infraconstitucional. Outros TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STF TRF-1 TRF-1 TRF-4 TRF-4 TRF-4 TRF-4 TRF-4 103 107 162 SUM SUM SUM SUM EJ435 SUM SUM EJ477 SUM SUM SUM SUM SUM FGTS FGTS FGTS Acidente de trabalho FGTS FGTS Previdência privada FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS É possível a utilização de recursos do FGTS para pagamento de financiamento destinado à aquisição de É possível o levantamento do FGTS para pagamento de tratamento de dependente portador do vírus HIV A dispensa do empregado em razão da anulação do contrato de trabalho que mantinha com a empresa p SÚMULA 146: O segurado. mesmo que indire SÚMULA 032: CONTA-SE COMO TEMPO DE EFETIVO SERVIÇO. Benefícios previdenciários em espécie: aposentadorias. INÍCIO.213. de 1973. art. até o advento da Lei 8.A prestação de serviço rural por menor de 12 a 14 anos. Tempo de serviço: conceito. deve 020 .213/91. art. ECONOMIA FAMILIAR. O uso de Equipamento de Proteção 010 . para 006 . porquanto a 071 . D A outorga de procuração não transfere direitos. porquanto sua inclusão e posteri A mãe adotiva tem direito ao auxílio-maternidade. TRF-1 STJ STJ STJ STJ JEF-TUN JEF-TUN TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STF JEF-TUN JEF-TUN JEF-TUN JEF-TUN JEF-TUN TRF-2 TRF-1 TRF-1 TRF-1 SUM 161 190 191 SUM SUM SUM 109 109 EJ491 SUM 161 161 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM EJ504 EJ504 203 Comprovação Comprovação Comprovação Comprovação Comprovação Comprovação Comprovação Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Comprovação Contagem Contagem SÚMULA 027: Não é admissível prova exclusivamente testemunhal para reconhecimento de tempo de e condições desiguais vivenciadas pelo trabalhador rural levam à adoção da solução "pro misero" (no sent RECONHECIMENTO. REGIME. 7º. embora não deva integrar o salário-de-contribuição. EXPOSIÇÃO A AGENTES INSALUBRES. SERVIÇO. Certifi cado de Dispensa de A vedação constitucional de trabalho ao menor de 14 anos. não cabe ao beneficiário a devolução da contribuição O saque do FGTS para pagamento de tratamento de saúde de dependente não pode ser obstado.Para a concessão de aposentadoria rural por idade. co pode ser computado.

PAGAMENTO. Prosseguindo o julgamento. ATRASO. MULTA. por maioria. a Seção. entendeu q SÚMULA 028: NAS AÇÕES EM QUE SE DISCUTE A CORREÇÃO MONETÁRIA DOS SALDOS DAS C SÚMULA 047: A AUSÊNCIA DOS EXTRATOS DAS CONTAS DO FGTS NÃO IMPEDE A PROPOSITUR .A conversão do regime jurídico trabalhista para o estatutário não autoriza ao servidor o saque dos É possível de forma excepcional a utilização do saldo do FGTS para amortizar financiamento obtido por A Turma negou provimento ao recurso da CEF. afirmando que é possível o levantamento do FGTS para FGTS.TRF-4 TRF-1 STJ STJ TRF-2 TRF-2 SUM EJ489 190 195 SUM SUM FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS 030 .

20. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.67%. art. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. administrativamente. ART.213/91). 8. DE IMEDIATO. da CF/1988. assim como o IPTU do imóvel locado. incisos I e II da Lei 8. tendo em v a. 636.212/1991 e no art. FATO GERADOR. segurado especial. da Lei n. (precedentes do egrégio STJ e da 1ª Seção deste Tribunal – AR 2002. diferenças resultantes de revisão dos cálculos iniciais e dos reajustes posteriores dos valores de benefícios previdenciários é devida a partir do primeiro pagamento a menor.00. reembolso educacional. 8. que perdurou por 13 anos até o falecime empresário ou empregador. Prosseguindo o julgamento. do art. no regime geral da Previdência Social. razão pela qual tal verba não integra o salário-de-contribuição. Reajustamentos. eis que o referido benefício não pode ser entendido como rotineiro ou habitual. A federação de futebol insurge-se contra a cobrança cumulativa das contribuições previstas no art. no art. assim considerado aquele como dependente desta.212. distribuídas ou creditadas aos seus próprios cooperados (médic ONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA. 1º da LC n. iários em URV. A Seção. da Lei 9. uma vez que o trabalhador. OBRA.620/93. 105.93 da Lei nº 8212/91 . a concessão do benefício previdenciário.com a redação dada pela Lei nº 8870/94 . durante todo o período de trabalho na empresa. 13 DA LEI 8. nas hipóteses previstas pelo art. a equivalência entre o salário-de-contribuição e o salário-de-benefício para o cálculo da renda mensal dos benefícios previdenciários. a Turma negou provimento ao recurso em que a empresa de telecomunicações alega a ilegalidade do pagamento da contribuição para custeio da apo STÊNCIA.) de benefícios previdenciários deve obedecer às prescrições legais.032/95. aso. perdeu eficácia revisão dos cálculos iniciais e dos reajustes posteriores dos valores de benefícios previdenciários (TFR. 2000 e 2001. l. do Tribunal Federal de Recursos. como condição de ajuizamento da ação. mulher casada. em março/94. material escolar e verba de representação no período de novembro de 1992 a fevereiro de 1997. 58.212/91 e 8. Suce NCIÁRIOS. 58. proporcional estabelecido no artigo 53 da Lei 8213/91 não ofende o texto constitucional. verificando-se o caráter remuneratório de referidas parcelas. relativas a benefícios previdenciários incidem a partir da citação válida. soldos e pensões. exige lei específica. quando o falecimento do segurado deu-se após o advento da Lei 9. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. COM REDAÇÃO DADA PELA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20/88. IMPOSSIBILIDADE entar. DÉBITO PREVIDENCIÁRIO. de benefício concedido após março de 1994. da Constituição Federal de 1988. prosseguindo o julgamento. 84/1996. 12. de grau mínimo de disacusia. antes da conver na Súmula 260. funcionário público (Leis n. deve ser incluído o IRSM de fevereiro do mesmo ano. 1999. a. regador com habitualidade. dá conta de que a incapacidade já existia na data do requerimento administrativo. são devidos no percentual de 1% (um por cento) ao mês. pessoa designada. possuem nature ços médicos. d a como salário in natura . so minação aos homossexuais. sujeito à contribuição obrigatória sobre a produção rural comercializada. se recolher contribuições facultati ca em que implementados os requisitos para a sua concessão. veio a conviver em concubinato com o servidor estadual formando entidade familiar estável e pública. sessão plenária. é diverso do estatuído na Súmula 260. Súmula 260. na redação que lhe foi dada pelo § 1º. tendo em vista as dispo de 21/11/03. 13. Trata-se da incidência ou não de contribuição previdenciária nas hipóteses em que o empregador efetua o pagamento de vale-transporte em moeda corrente. da CLT NA CONCESSÃO DO BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO NÃO AUTORIZA. SENDO INDISPENSÁVEL A APURAÇÃO DOS FATOS AS NOS PARÁGRAFOS §§ 5º E 6º DO ART. esta é o termo inicial do benefício assistencial. Logo. está sujeito a correção monetária desde o momento em que se tornou devido. obedece às disposições do art. O Supremo Tribunal Federal vem reconhecendo a união de pessoas do mesmo sexo para efeitos sucessórios. IMPULSO EX OFFICIO. de 1991.esnecessário o prévio exaurimento da via administrativa. a empregados a título de gratificação de férias. A questão consiste em saber se pode ser substituída pelo arrolamento de bens a exigência do depósito prévio de 30% do valor da autuação do débit PECIAL. III. sendo sua cont previdenciários. contribuição da empresa e do empregador doméstico. poderá ntribuição previdenciária sobre o 13º salário. devem ser corrigidos monetariamente na forma prevista nesse diploma legal. com atraso.e pelo art.01. incide a correção monetária a partir do vencimento de cada prestação do benefício.506. segurado facultativo. CO-DEVEDORES. não exclui. a correção monetária de benefícios previdenciários oriundos de condenação judicial passou a ser feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor. 22. afastadas as normas administrativas que disponham de maneira diversa. Nacional. partir do dia imediato ao da cessação do auxílio doença. § 1º. e aplica-se some ária. A SUA SUSPENSÃO OU CANCELAMENTO. por si só. de 1997. não serão reajustados com base no IGP-DI nos anos de 1997. CNPJ. no percentual de 39. de. a contribuição social passou a ser exigida pela LC n. por tempo indeterminado.899-81. não caracterizam ajuda de custo. deu provimento aos embargos de divergência do INSS. não há por que não se estender essa união de dependente. O legislador APURAÇÃO.feito.212/1991. 8. procedendo-se à atualização em consonância com os índices legalmente estabelecidos. do Tribunal Federal de Recursos. em se tratando de ações previdenciárias. ção de segurado especial. 201 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. inciso I. da Lei 8. § 6º. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DE SÓCIO DE SOCIEDADE LIMITADA. usão de sócios e administradores de sociedades e titulares de firmas individuais como contribuintes obrigatórios da previdência social. xtensão automática da pensão ao viúvo em decorrência do falecimento da esposa-segurada. da Constituição Federal de 1988. diverso do estabelecido no art. o dono da obra tem responsabilidade subsidiária à do construtor pelas contribuiçõe PRÉVIO. mantendo o acórdão do Tribunal a EVIDENCIÁRIA. A recorrente.021663 . A Turma não conheceu do recurso interposto com base no art. cio previdenciário. to prévio da multa para interposição de recurso administrativo.880/94 (MP nº 434/94). neração. salários. 84/1996 sobre as remunerações pagas a qualquer título. vencidos e cobrados em juízo após a vigência da Lei nº 6. HER CASADA. Mesmo após o advento da Lei n. somente faz jus à aposentadoria por tempo de serviço. proventos. . declarou a inconstitucionalidade da alínea h. mantendo posicionamento anterior no sentido de que a alíquota da contrib S PREVIDENCIÁRIAS. PROPRIETÁRIO. utilizados no cálculo da renda mensal inicial. CITAÇÃO. SÃO AUTO-APLICÁVEIS.vencimentos.

PRINCÍPIO DA ISONOMIA E DA PROTEÇÃO À FAMÍLIA. XXXIII não pode inibir o direito do menor ver reconhecido o tempo de trabalho com 11 anos. Certifi cado de Dispensa de Incorporação. REGIME. doria. tem direito a taxa progressiva dos juros. XI da Lei 8. TS. m natureza tributária.213/91.213. qualifi cando o autor como lavrador. desemplenhada pelo segurado como atividade especial (insalubre ou perigosa) não inviabiliza sua consideração para fins de concessão de aposentadoria. parcial ou integralmente. ao tempo da sua prestação. corresponda a todo o período equivalente à carência do benefício. identifi cada por laudo pericial judicial. são corrigidos em 42. tem legitimidade passiva as ações que objetivam a correção monetária das contas vinculadas do FGTS. IX e CF/1988. pode ser considerado para a concessão de benefício previdenciário do Regime Ge ola Técnica Federal recebia remuneração. o respectivo tempo de serviço pode ser computado para fins de aposentadoria previdenciária DE EFETIVO SERVIÇO.107-66. XXXV. conforme aplicação do art. tenha havido ou não levantamento do saldo. do AO LIMITE ESTABELECIDO PELO ART. não descaracteriza o tempo de serviço espe ecíproca. até o advento da Lei 8. tendo em vista a inexistência de legislação que previsse a filiação dos estudantes à Previdência Social. porquanto a Constituição prevê no art. no caso de exposição a ruído. sujeitando-se ao prazo prescricional de trinta anos. nos termos da legislação então vigente. não modificou a situação do servidor celetista anteriormente aposentado pela Previdência Social Urbana. que ‗a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito‘. especial de professores. POSSIBILIDADE.5% (meio por cento) ao mês ada do FGTS pode ser apreciado judicialmente.213/91. porém.55. por infração ao art. ar o salário-de-contribuição. ento da obrigação de corrigir os saldos das contas vinculadas ao FGTS. CF 1946. umento idôneo que evidencie a condição de trabalhador rural do cônjuge constitui início razoável de prova material da atividade rurícula. pode ser reconhecida para fins previdenciários. sem o recolhimento de contribuições previdenciárias. r de 12 a 14 anos. de 24 de julho de 1991. esfeito antes do óbito (e do casamento civil subseqüente). mento de saúde de dependente não pode ser obstado. Embora restabelecida a segurada. 8. O tempo de serviço rural anterior à vigência da Lei nº. e que teria direito por isso à aposentadoria especial. aso de contribuinte que perceba remuneração variável. V. da CF/88). 37. lação do contrato de trabalho que mantinha com a empresa pública. por se tratar de norma de proteção sem VIÇO ESPECIAL. faz jus ao cômputo do tempo nos moldes previstos à época em que realizada a ati rrente do exercício de atividade perigosa. na forma do Art. . insalubre ou penosa não exige idade mínima do segurado. O PERÍODO DE ATIVIDADE COMO ALUNO-APRENDIZ EM ESCOLA TÉCNICA. de 1973. acolhidos pelo STJ os índices de 18 rivada. art. 196 da Constituição e interpretação extensiva do art. 1288 do Código Civil. es especiais. não cabe ao beneficiário a devolução da contribuição efetuada pelo patrocinador. gestor do FGTS e incidem a partir da citação nas ações em que se reclamam diferenças de correção monetária. não podendo haver discriminações entre filhos legítimos ou não. Apelação na qual se objetiva o restabelecimento de bene S para pagamento de financiamento destinado à aquisição de imóvel residencial. e o pedido de diferença de correção monetária sobre depósitos do FGTS. agamento de tratamento de dependente portador do vírus HIV. para efeito da obtenção de benefício previdenciário. não são devidos juros de mora relativamente às contas não movimentadas. dade. quando provada a relação estável. 203. I. com anot emunhal não basta à comprovação da atividade rurícola. pode. CONVERSÃO DO TEMPO ESPECIAL EM COMUM. mesmo que indireta. ural por idade. representa culpa recíproca a justificar o levantamento do saldo da conta vinculad nfortúnio. O uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI). Apelação não provida. a Turma considerou como início de prova material para concessão de aposentadoria o acordo judicial. não se exige que o início de prova material. abono anual e outros auxílios. hador rural levam à adoção da solução "pro misero" (no sentido de ser mais maleável quanto à prova do tempo de serviço do trabalhador rural). se a doença constar no rol daquelas previstas para a concessão de aposentadoria integral. apenas possibilita que o representante legal realize atos em nome do outorgante. onetária das contas vinculadas do FGTS sujeitam-se ao prazo prescricional de trinta anos.80% (IPC) quanto às de abril de 1990. comprove não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. ser cumulado com a aposentadoria (Lei 6367/1976). não obstante. no tempo certo. pela legislação infraconstitucional. Acumulação. Incapacidade permanente para o trabalho. à conta do orçamento da União. de acordo com o disposto no art.213/91 pode ser utilizado para fins de contagem recíproca. da CF/1988. período de trabalho decorrente de acordo homologado pela Justiça do Trabalho. deve ser calculado com base na média aritmética dos últimos doze meses de contribuição. ainda que elimine a insalubridade. como previsto em lei. 13 DA EMENDA CONSTITUCIONAL 20/98. EXPOSIÇÃO A AGENTES INSALUBRES. homossexual.72% (IPC) quanto às perdas de janeiro de 1989 e 44. EXERCIDA SOB A VIGÊNCIA DO DECRETO Rural em nome do pai do autor. o de Proteção Individual. são considerados como razoável início de prova material de atividade rural d nor de 14 anos. 157. razão pela qual o recebimento do seguro-desem a determinante da concessão do benefício. pensões. porquanto sua inclusão e posterior pagamento cumulativo acarreta "bis in idem". PROVA MATERIAL. 5º. não se computa o tempo de serviço prestado fora da sala de aula. PARA FINS PREVIDENCIÁRIOS.036/90. uma vez preenchidos os requisitos legais. alhador rural anterior ao advento da Lei nº 8. o recebimento de um salário mínimo de benefício mensal (art. em razão de cura.§ 3º). devem incidir juros moratórios no percentual de 0. II. cuja existência no período pleiteado verific A DO TRABALHO. devidamente comprovada. ECONOMIA FAMILIAR. A Segunda Turma Suplementar. O direito da companheira ao rateio da pensão por morte deriva do tos.958. art. 20. 1990. assim entendida aquela que soma tempo de atividade privada. Entende-se que a comprovação de tempo de serviço prestado em empresa sob o regime de economia familiar.ncia. art. faz jus a um único benefício somado ao salário de contribuição vigente no dia do acidente. termos da Lei nº 5. INÍCIO. a teor da Súmula 198 do TFR. ainda que a operação se realize fora do SFH. Dependência econômica não provada. sob pena de desvirtuação da de garantia do tempo de serviço (FGTS) sobre a parcela da remuneração correspondente a horas extraordinárias de trabalho. 7º. por unanim usivamente testemunhal para reconhecimento de tempo de exercício de atividade urbana e rural (Lei 8. Prosseguindo o julgamento. ei 7004/82 não pode ser computada para efeitos de tempo de serviço. 4º da Lei nº 5.

BEM COMO. 8.hista para o estatutário não autoriza ao servidor o saque dos depósitos do FGTS. a Seção. afirmando que é possível o levantamento do FGTS para fins de custear tratamento de criança portadora do vírus HIV dependente do titular (art. NAQUELAS EM QUE SE DISCUTE A APLIC OS DAS CONTAS DO FGTS NÃO IMPEDE A PROPOSITURA DA AÇÃO JUDICIAL QUANDO OS REFERIDOS DOCUMENTOS ESTIVEREM SUPRIDOS POR OUTROS MEIOS QUE COM . inciso acre rosseguindo o julgamento. e. XIII. demon EF. a correção monetária e as multas cobradas do emprega ISCUTE A CORREÇÃO MONETÁRIA DOS SALDOS DAS CONTAS VINCULADAS DO FGTS A PRESCRIÇÃO É TRINTENÁRIA. da Lei n. por maioria.036/1990. e não ao empregado. os juros moratórios. o do saldo do FGTS para amortizar financiamento obtido por companheiro. 20. desde que preenchidos os requisitos exigidos para a operação pelas regras do SFH. no âmbito do SFH. entendeu que revertem ao próprio fundo.

contados a partir da citação os relativos às parcelas vencidas antes dela e a partir de cada mês de referência os incide . Sucede que são duas contribuições revertidas à seguridade social de naturezas distintas. mantendo o acórdão do Tribunal a quo que asseverou que o serviço de pintura de prédio realizado como manutenção rotineira do imóvel não pode ser enquadrad gamento de vale-transporte em moeda corrente. NSTITUCIONAL Nº 20/88. tendo ucessórios. poderá vir a não necessitar da assistência. O acórdão restringiu a substituição somente aos créditos tributário egalidade do pagamento da contribuição para custeio da aposentadoria especial. sendo sua contagem feita de acordo com a Súmula 71. 1º da LC n. (ADCT . não se achando obrigado a utilizá-la. IMPULSO EX OFFICIO. 201. integrarem o salário-de-contribuição.Seguro de Aci rt. mantid onância com os índices legalmente estabelecidos. § 1º. 21. F.e pelo art. Os benefícios de prestação continuada. evida a partir do primeiro pagamento a menor. da Constituição Federal de 1988. entendeu que a responsabilidade tributária dos sócios. de 12 de junho de 1987. 126 do extinto TFR). a Turma entendeu que não há óbice para que a companheira supérstite fa verificando-se o caráter remuneratório de referidas parcelas. Incide. da CLT. Em obediência ao princípi ão que lhe foi dada pelo § 1º. possuem natureza remuneratória. 58. na sua essência. se recolher contribuições facultativas. e o mês do referido pagamento. nos termos da Lei 8. durante todo o período de trabalho na empresa. ENTO. ar estável e pública. de 1997. pois o dispositivo 30. portanto. VI. O legislador situou o vale-transporte no campo da não-incidência da contribuição previdenciária. no percentual de 39. 105. ador. perdeu eficácia a partir do Decreto-Lei 2. devendo.021663-2/MA). guarda a mesm ncia do depósito prévio de 30% do valor da autuação do débito fiscal previdenciário para se recorrer administrativamente. do Tribunal Federal de Recursos.506.dação dada pela Lei nº 8870/94 .No primeiro reajuste do benefício previd io STJ e da 1ª Seção deste Tribunal – AR 2002.212/1991 e no art. A citada lei equiparou as coo sponsabilidade subsidiária à do construtor pelas contribuições previdenciárias (Súm. 8. Transitórias. cional de Preços ao Consumidor. § 1º.Art.212/1991. 195. da Constituição Federal. antes da conversão em URV. tendo em vista o período compreendido entre o mês em que deveria ter sido pago. ASSEGURADOS O CONTRADITÓRIO E A AMPLA DEFESA. do Tribunal Federal de Recursos. orma prevista nesse diploma legal. V. da CF/1988. art. mula 260. SENDO INDISPENSÁVEL A APURAÇÃO DOS FATOS MEDIANTE PROCESSO ADMINISTRATIVO REGULAR. por meio de um percentual acrescido à alíquota devida à contribuição que destina ao SAT . contribuição previdenciária.00. SÃO AUTO-APLICÁVEIS. não há por que não se estender essa união para efeito previdenciário. da Lei n.67%. tribuídas ou creditadas aos seus próprios cooperados (médicos associados). e seu § 5º. 8. quando prestam serviços em nome da cooperativa. por isso. caput. após este. a terceiros. por unanimidade. IMPOSSIBILIDADE. Isso posto. Logo. da Lei 9. n. tais como os respectivos fatos geradores O-DEVEDORES. prosseguindo o julgamento. e art. e aplica-se somente aos benefícios previdenciários concedidos até 04/10/1988. até o ajuizamento da ação e. art.335.01. Recursos 260 . sendo-lhe facultado optar por outros meios de tratame do de novembro de 1992 a fevereiro de 1997. A Oitava Turma. III. ependente desta. da Lei n. iro do mesmo ano. que perdurou por 13 anos até o falecimento do varão. a. exige lei específica. como autônomos. Essa é a mesma linha de entendimento tra osicionamento anterior no sentido de que a alíquota da contribuição para o Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) deve corresponder ao risco da atividade desenvolvida em cada estabeleci § 6º. (SÚMULA T. 13. tendo em vista as disposições constitucionais inscritas no art. consoante o ão monetária desde o momento em que se tornou devido. 84/1996.880/94. sob o fundamento de que somente lei complementar poderia criar nova fi gura de segurado obrigatório (agentes políticos). 636. em execução fiscal de débitos prev doria por tempo de serviço.

I. reito da companheira ao rateio da pensão por morte deriva do atendimento cumulativo dos seguintes requisitos: união estável. xposição a ruído. Embora restabelecida a segurada. o tempo nos moldes previstos à época em que realizada a atividade. 20. desde que sejam recolhidas as respectivas contribuições previdenciárias. ssim entendida aquela que soma tempo de atividade privada. o para a concessão de benefício previdenciário do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). confirmou sentença concessiva da segurança. 20. 55. de 5. Assim. dicial. XI da Lei 8. Lei 8036/90). por se tratar de norma de proteção sem possibilidade de se converter em regra vedativa de direitos do seu destinatário quando da sua infringência.213/91. a filiação dos estudantes à Previdência Social. do mal determinante da concessão da aposentadoria por invalidez. razão pela qual o recebimento do seguro-desemprevo através de mandato não desnatura o caráter pessoal e intransferível do direito do beneficiário. Assevero economia familiar. . com anotação de tempo de serviço na CTPS.073/42. acolhidos pelo STJ os índices de 18. de a a do art.00%(TR) para fevereiro de 1991. que supõe convivência. OLA TÉCNICA.02% (LBC) quanto as perdas de junho de 1987.38% (BTN) para maio de 1990 e 7. §2º.036/90. da CF/88). 203. pode ser computado para fins de aposentadoria previdenciária. rural ou urbana. da Lei nº 8. cíproca a justificar o levantamento do saldo da conta vinculada ao FGTS (art. por unanimidade. constitui início aceitável de prova material do exercício da atividade la para concessão de aposentadoria o acordo judicial. impetrada contra ato que indeferiu pedido de auxílio-reclusão. conforme a regra do art. em razão de cura. DESDE QUE TENHA HAVIDO RETRIBUIÇÃO PECUNIÁRIA. decorrente da con EÇÃO À FAMÍLIA. rabalho com 11 anos. ou não levantamento do saldo. a partir da citação. não descaracteriza o tempo de serviço especial prestado. Isso se verifi ca à medida em que se trabalha.mínimo de benefício mensal (art. efetivado perante a Justiça do Trabalho. sob pena de desvirtuação da finalidade do Fundo. EXERCIDA SOB A VIGÊNCIA DO DECRETO Nº 4. parcial ou integralmente. eventual alteração no regime ocorrida posteriormente. ADMITINDO-SE COMO TAL O RECEBIMENTO DE os como razoável início de prova material de atividade rural desde que complementados por fi rme prova testemunhal. cuja existência no período pleiteado verifica-se por meio de certidão expedida pela Prefeitura local. e. exceto para efeito de carência. A Segunda Turma Suplementar. anto às de abril de 1990. os moratórios no percentual de 0. independentemente do levantamento ou da disponibilização dos aludidos saldos antes do cumprimento da ciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito‘. V. ao tempo do óbito (relação de contem o Código Civil. a subsistência da incapacidade laborativa. mesmo qu oncessão de aposentadoria. ser cumulado com a aposentadoria (Lei 6367/1976). ao de serviço público estatutário.5% (meio por cento) ao mês. reconhecendo os períodos trabalhados como tempo de serviço especial e a conseqüente conversão em co uma vez preenchidos os requisitos legais. Apelação na qual se objetiva o restabelecimento de benefício previdenciário. a teor da Súmula 198 do TFR. ADE.

prevendo a hipótese). BEM COMO.sitos exigidos para a operação pelas regras do SFH. órios. NAQUELAS EM QUE SE DISCUTE A APLICAÇÃO DA TAXA PROGRESSIVA DE JUROS. POIS AOS ACESSÓRIOS APLICAM-SE AS REGRAS ADOTADAS PARA O PR OS ESTIVEREM SUPRIDOS POR OUTROS MEIOS QUE COMPROVEM A EXISTÊNCIA DO VÍNCULO COM O REGIME FUNDIÁRIO. o que fi ca ainda mais evidente com a existência de descendente fruto da uniã ndente do titular (art. . XIII.036/1990.164/2001. 8. 20. inciso acrescido pela MP n. demonstrada a existência efetiva da sociedade de fato. IA. da Lei n. a correção monetária e as multas cobradas do empregador pelo atraso no pagamento de valores devidos ao FGTS. 2. e.

R. 124. submetendo-se ao regime dos trib ota devida à contribuição que destina ao SAT .Seguro de Acidente do Trabalho. 201. 71: A correção monetária incide sobre as prestações de benefícios previdenciários DCT . endeu que não há óbice para que a companheira supérstite faça jus à pensão por morte. Recursos 260 . 95.212/1991.F.807/1960. . da Constituição Federal. a sim ão previdenciária. até o ajuizamento da ação e. 8. com a redação dos a omo manutenção rotineira do imóvel não pode ser enquadrado no conceito de construção civil (construções. guarda a mesma redação do art.418/1985. e o mês do referido pagamento. inciso I e 195. Assim. 154. 22.212/1991. § 6º.212/1991 e art. sucessor do antigo Cadastro Geral d naturezas distintas. 8. II. 3. considerado. é solidária. O Dec.GURADOS O CONTRADITÓRIO E A AMPLA DEFESA. tais como os respectivos fatos geradores e as bases de cálculos. da Lei n. de 5%.247/1987. e a recorrente alega que as contribuições previdenciárias têm natureza tributária. 1ª parte.620/93 e no art. 7. VI. § 2º. F. após este. com o advento da Constit nova fi gura de segurado obrigatório (agentes políticos). que veio a substituir a contribuição devida sobre a remuneração de empregados e d dade tributária dos sócios. ex vi dos arts. rt. da Lei n. Em obediência ao princípio da isonomia. a terceiros. individualizado pelo Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). es ponder ao risco da atividade desenvolvida em cada estabelecimento da empresa. em execução fiscal de débitos previdenciários de sociedade limitada.213/1991. V. da Lei n. inclusive aos outros tipos de cooperativas 30. 2º. do CTN. na sua essência. da Lei n. 8. Essa é a mesma linha de entendimento traçada pela Lei n. sendo irrelevante ela possuir anterior vínculo matrimonial desfeito de fato. 13 da Lei 8. consoante o disposto na Lei 6. 79. o homem e a mulher têm que demonstrar a dependência econômica pelo fato de que. órdão restringiu a substituição somente aos créditos tributários da União. independentemente do mês da concessão. A primeira. b). 58. inciso II. inciso I e § 4º. com respaldo no art. nos cidas antes dela e a partir de cada mês de referência os incidentes sobre as parcelas vencidas após a data da citação. Os benefícios de prestação continuada. a fim de que seja restabelecido pago. instituidora do vale-transporte (art.No primeiro reajuste do benefício previdenciário. 57. ao regulamentar a referida lei. VI. A perda ecursos. ilizá-la. sendo-lhe facultado optar por outros meios de tratamento de saúde. a. da Lei n. 8.Art.899/81. A citada lei equiparou as cooperativas de trabalho para fins de contribuição previdenciária às empresas em geral. (SÚMULA T. mantidos pela previdência social na data da promulgação da Constituição. da Constituição Federal. como autônomos. terão seus valores revistos. T. deve-se aplicar o índice integral do aumento verificado. tendo em vista as disposições contidas nos arts. reforma ou acréscimo) previsto no art. n. 30.

00%(TR) para fevereiro de 1991. ao tempo do óbito (relação de contemporaneidade) e prova de dependência econômica da requerente. quando corroborada com os depoimentos testemunhais. da Lei nº 8.33. MORADIA.855-7-RS). ADMITINDO-SE COMO TAL O RECEBIMENTO DE ALIMENTAÇÃO.que supõe convivência. 55. ntual alteração no regime ocorrida posteriormente. §2º. VESTUÁRIO. a subsistência da incapacidade laborativa. que veio a ser identificada por perícia médi contra ato que indeferiu pedido de auxílio-reclusão. fulcrada no art. assim hipertensão arterial e diabetes. Alega o recorrente ter exercido função de mecânico industrial responsável pe para maio de 1990 e 7. Asseverou a Turma que a tese. decorrente da conjugação do fator etário com moléstias outras. de acordo com o entendimento do STF (RE 226. ausentes (provados inexistentes ou não p ransferível do direito do beneficiário.213/91. de que a renda bruta mensal do preso. não retira do trabalhador o direito à contagem do tempo de serviço na f am recolhidas as respectivas contribuições previdenciárias. . conforme a regra do art. mesmo que não mais reconheça aquela atividade como especial. 13 da Emenda Constitucional 20/98. superior a R início aceitável de prova material do exercício da atividade laborativa. isponibilização dos aludidos saldos antes do cumprimento da decisão judicial. o tempo de serviço especial e a conseqüente conversão em comum pela aplicação de fator de conversão 2. pressupostos que. MATERIAL ESCOLAR E PARCELA DE RENDA AUFERIDA COM A EXECUÇÃO D u destinatário quando da sua infringência. UNIÁRIA.

036/90. A interpretação da hipótese contida no inciso VII do art. 20 da Lei 8. .mais evidente com a existência de descendente fruto da união do casal. deve ser formulada de modo a atender SÓRIOS APLICAM-SE AS REGRAS ADOTADAS PARA O PRINCIPAL.

) . ciso I e § 4º. quando ocorre pagamento dos serviços prestados por autônomos. a fim de que seja restabelecido o poder aquisitivo.) ão.dência econômica pelo fato de que. da Lei n. estabelece. Inexiste afronta ao princípio da legalidade (art. 8. submetendo-se ao regime dos tributos arrecadados pela União. inclusive aos outros tipos de cooperativas. da Constituição Federal. 5º. inciso II. em seu art. do CTN. que tinham na data de sua concessão. expresso em número de salários mínimos.620/93 e no art. VI. com o advento da Constituição de 1988. sucessor do antigo Cadastro Geral de Contribuintes (CGC). empresas em geral. nos reajustes subseqüentes. 57.247/1987. patrocínio. Assim. a dependência econômica não mais se presume. com a redação dos arts. obedecendo-se a esse c independentemente do mês da concessão. da Lei n. incide sobre a receita bruta decorrente de espetáculos desportivos. considerado. é imposta por determinação legal e independe de comprovação. o salário mínimo então atualizado. rias têm natureza tributária. b). § 6º. O Dec. 95. 9.213/1991. contribuição devida sobre a remuneração de empregados e do SAT. 124. a simples pintura no intuito de conservar e manter um imóvel não está subsumida no conceito de construção civil disposto no prece º. A perda da limitação da responsabilidade. 8. licenciamento do uso de marcas e de sí t. 30. A Turma negou provimento ao recurso ao argumento que os débitos previdenciários são regidos 1991 e art. vínculo matrimonial desfeito de fato. n. terão seus valores revistos. ao regulamentar a referida lei. pelo credor exe tária incide sobre as prestações de benefícios previdenciários em atraso. 13 da Lei 8. observado o critério do salário mínimo vigente na época da liquidação da obrigação. que é vedado ao empregador substituir o vale-transporte por antecipação em dinheiro ou por qualque ssoas Jurídicas (CNPJ).212/1991.732/1998 e alterações posteriores. 1º e 2º de Lei n. na espécie. 97 do CTN) quando s imo) previsto no art.

porque já inserida em seu patrimônio jurídico.pressupostos que. por ofensiva ao princípio d do trabalhador o direito à contagem do tempo de serviço na forma anterior. superior a R$360. R E PARCELA DE RENDA AUFERIDA COM A EXECUÇÃO DE ENCOMENDAS PARA TERCEIROS. faz ver ilegítima a cessação do benefício. que veio a ser identificada por perícia médica judicial. na arterial e diabetes.00 (trezentos e sessenta reais). II. previsto em lei. INDEPENDENTE DE DESCONTOS PREVID nte ter exercido função de mecânico industrial responsável pela manutenção mecânica de equipamentos utilizados em processo produtivo. À CONTA DO ORÇAMENTO DA UNIÃO. inviabilizam a percepção do benefício. de redução nal 20/98. que aliás deixou de observar o procedimento. A união estável anterior ao casamento civil do segurado que. habitua . inviabilizaria o deferimento do benefício não merece prosperar. função que o expunha a agentes nocivos. ausentes (provados inexistentes ou não provados existentes). de que a renda bruta mensal do preso.

deve ser formulada de modo a atender o cunho social objetivado pela legislação. 20 da Lei 8.rt. Atendidos os requisitos. deve ser reconhecido o direito à utilização dos recursos par .036/90.

não po e afronta ao princípio da legalidade (art.048/1999. Parágrafo único. de 15%. ou de que o sócio deteve oca da liquidação da obrigação. obedecendo-se a esse critério de atualização até a implantação do plano de custeio e benefícios referidos no artigo seguinte. 195 da CF/1988. alterado pelo Dec. o empregador efetuou o pag sportivos. n.urso ao argumento que os débitos previdenciários são regidos por lei específica. 97 do CTN) quando se estabelece por decreto os graus de risco conforme a atividade preponderante da empresa. à exceção das hipóteses previstas em seu parágrafo único. pelo credor exeqüente. subsumida no conceito de construção civil disposto no preceito legal acima referido. No caso. licenciamento do uso de marcas e de símbolos e propaganda. de que o não-recolhimento da exação decorreu de ato abusivo.) ue tinham na data de sua concessão. n. Já a segunda.862/2002. para fins de responsabilidade solidária entre o contratante do serviço e os empreiteiros que o realizaram o vale-transporte por antecipação em dinheiro ou por qualquer outra forma de pagamento. concebida sob a competência residual prevista no § 4º do art. 3. o Dec. As pres . praticado com violação à lei. 4. que manteve a exigência do depósito prévio. patrocínio. a minação legal e independe de comprovação.

em nada repercute no direito de sua viúva auferir. na condição de casado. habitual e permanentemente.nião estável anterior ao casamento civil do segurado que. para proporcionar o tempo necessário ao reingresso no mercado de trabalho àquele que. sem concorrência (rateio) da companheira. de redução gradual do valor dos proventos. uma vez que laborava na frente de produção. o que garantiria a conve . uma vez que deixa de considerar as necessidades financeiras que podem comprometer a NTO DA UNIÃO. ao co do benefício não merece prosperar. INDEPENDENTE DE DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS. previsto em lei. em subsolo de mina subterrânea. o produtivo. a p ixou de observar o procedimento. por ofensiva ao princípio da isonomia e da proteção à família. função que o expunha a agentes nocivos. faleceu.

deve ser reconhecido o direito à utilização dos recursos para a aquisição da casa própria.s. .

m seu parágrafo único. preponderante da empresa. No caso. praticado com violação à lei. Esse apenas instituiu um mod ompetência residual prevista no § 4º do art. trabalhadores autônomos. ou de que o sócio deteve a qualidade de dirigente da sociedade devedora.862/2002. que manteve a exigência do depósito prévio. o empregador efetuou o pagamento do vale-transporte em dinheiro. tre o contratante do serviço e os empreiteiros que o realizaram. avulsos e demais pessoas físicas sem usivo. embora ambos tenham natureza tributária. alcança as remunerações pagas aos segurados empresários. As prestações mensais dos benefícios atualizadas de acordo com este artigo serão devidas e pagas a partir do sétimo mês a contar da . Acrescentou o Órgão Julgador que a citação dos devedores e co-devedores é nefícios referidos no artigo seguinte. Parágrafo único. 195 da CF/1988. não podendo assim sofrer a incidência dos dispositivos destinados aos débitos de União. o que é vedado taxativamente pelo decreto mencionado.

ainda. em subsolo de mina subterrânea. o que garantiria a conversão do tempo especial para o comum pelo fator de conversão mais favorável. sário ao reingresso no mercado de trabalho àquele que.a viúva auferir. Alega. que o INSS teria errado. ao contrário do que se verifi ca na hipótese em causa. sem concorrência (rateio) da companheira. Ademais. o requisito econômico para o acesso ao auxílio-reclusão – renda bruta m ão. recuperou a capacidade para desempenho de atividade capaz de lhe proporc erar as necessidades financeiras que podem comprometer a subsistência dos dependentes do segurado. a percepção da pensão por morte. ao aplica .

.

) . mente pelo decreto mencionado. de ofício. uma vez não requerida. não cabe ao juiz. Esse apenas instituiu um modo de proceder para a concessão do benefício de modo a evitar o desvio de sua finalidade. no caso bem exemplificados pelos trios de arbitragem Órgão Julgador que a citação dos devedores e co-devedores é ônus do exeqüente no momento do ajuizamento da ação executiva e. dete tigo serão devidas e pagas a partir do sétimo mês a contar da promulgação da Constituição. avulsos e demais pessoas físicas sem vínculo empregatício que cheguem a prestar serviço a pessoas jurídicas. embora ambos tenham natureza tributária. com a proibição do pagamento em p alhadores autônomos.débitos de União.

quando deveria ter aplicado o Decreto 2. Alega. refere-se à renda mensal dos dependentes do segurado recluso ais favorável. ao aplicar as disposições do Decreto 3. econômico para o acesso ao auxílio-reclusão – renda bruta mensal igual ou inferior a R$ 360. .048/99. previsto no citado artigo.00 –.172/97.pacidade para desempenho de atividade capaz de lhe proporcionar os meios de subsistência. que o INSS teria errado. vigente à época de sua aposentadoria. ainda.

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uma vez não requerida.00. Rel.01. julgado em 23/08/0 . reservas e demais representantes de futebol sob responsabilidade da va e.desvio de sua finalidade. tem-se que o pagamento habitual em pecúnia. Desse modo.030244-5/DF. Des. determiná-la. em de urídicas. no caso bem exemplificados pelos trios de arbitragem. com a proibição do pagamento em pecúnia. Ag 2003. de ofício. não cabe ao juiz. Federal Maria do Carmo Cardoso.

172/97. Explicitou o Colegiado que o benefício previdenciário é regido pela lei vigente ao tempo da aquisição do d . vigente à época de sua aposentadoria.fere-se à renda mensal dos dependentes do segurado recluso e não à dele mesmo. o o Decreto 2.

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julgado em 23/08/0 .o Carmo Cardoso.

a lei vigente ao tempo da aquisição do d .

87. incompetência e conflito de competência. um trabalhista e outro civil. INDENIZAÇÃO. devendo o juiz. DELITO. a jurisdição civil é classificada em voluntária e contenciosa. inexiste obrigatoriedade de esgotamento da via administrativa para que se possa recorrer ao Judiciário. 226. 03. n. Quando uma ação é extinta por abandono da causa pelo autor por mais de 30 dias. pois não não se trata Conforme dispõe o art. diante Conflito entre JF e JEF . art. processar a ação cautelar intercorrente (incidental). A cláusula de eleição do foro (art. princípios. na comarca. Compete à Turma Recursal.enquanto não alterado o valor da causa. a causa de até 60 salários mínimos deve ser processada e julgada no Juizado Especial Estadual. ainda que seja da Justiça estadual. o julgamento do Mandado de Segurança impetrado contra decisão do Juizado Especial que defere tut Quando há disputa judicial dos genitores pelo menor.494/1977 e art.AS AÇÕES ANULATÓRIAS DE LANÇAMENTO E DECLARATÓRIAS DE INEXISTÊNCIA DE RELAÇÃO JURÍDICO-TRIBUTÁRIA DEVEM SER PROPOSTAS NO JUÍZO 014 . 1º do Código de Processo Civil. Contestação protocolizada no prazo legal. quando cumulada com a de alimentos.a competência pelo valor da causa no JEF implica em que aquele valor deve corresponder à pretensão econômica do pedido. não pode remetê-la ao Juizado Especial Federal sem prévio exame da inicial e dos seus docume Conflito entre JF e JEF . consultá-lo sobre as condições estabelecidas para a suspensão do processo e fiscal COMPETÊNCIA. permanece a competência de acordo com o valor atribuído na inicial. Princípios gerais do Direito Processual: fontes e eficácia da lei processual. o juizo desta ação não fica prevento para ações conexas posteriores. a entrega do bem de vida não se mostra pa Qualquer ato da Administração Pública. onde houver. Embora a jurisdição seja una e indivisível. 114 da Constituição Federal. suas autarquias e suas fundações públicas participarem efetivamente como autoras. Trata-se de pedido de declarações de reconhecimento de filiação partidária ante alegação de duplicidade. 111 do CPC) prevalece quando se pede a declaração de invalidade do próprio contrato. 6. do CPC. Vara Federal ou Juizado Especial Federal. ínsito à correta aplicação do direito público e à eficiência da prestação jurisdicional. a que distribuída originariamente uma causa. 6º do Dec. Competência: espécies. a JF só é competente para julgar a causa se a União. § 3º). e o Tribunal a qu Compete ao juízo ao qual foi distribuída a precatória. o autor pode optar pelo foro de seu domicílio para ajuizar a ação de reparação SÚMULA 001: O foro do domicílio ou da residência do alimentando é o compentente para a ação de investigação de paternidade. .A COMPETÊNCIA PARA O JULGAMENTO DAS AÇÕES DECORRENTES DA UNIÃO ESTÁVEL ENTRE O HOMEM E A MULHER É DA VARA DA FAMÍLIA. Nada obsta que se declare competente o O foro competente para dirimir ação de indenização por acidentes com veículos em rodovia. Não havendo. a fi m de se verifi car a sua conformidade com a lei. Existindo no process Em face do princípio do livre acesso à jurisdição. Endereçamento a Juízo diverso. ainda que discricionário. a competência é una da Justiça relativa ao contrato principal. em atenção aos fatos e circunstâncias do processo. Compete ao juízo deprecante julgar a ação de anulação de atos processuais praticados pelo deprecado nos autos de carta precatória. 100. o primeiro SÚMULA 026: A lei regente do recurso é a que está em vigor na data da publicação da sentença ou decisão.É da Vara de Família. Indeferimento. ÓRFÃOS 013 . Jurisdição: conceito. assistente Se estão em discussões dois contratos. De acordo com o art. modificações. Alegação de preclusão te 02. nos termos do art. 4º da Lei n. Em matéria de ACP. O princípio do livre convencimento há de ser exercido de forma persuasiva. rés. e não ao Tribunal de Justiça ou de Alçada. O juiz de Direito julgou improcedentes os pedidos. e o apego às formalidades instrumentais. po 012 . TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-SC TJ-SC TJ-RS STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ 103 105 106 106 112 112 EJ432 EJ442 SUM SUM SUM 163 163 165 168 169 169 177 178 181 181 189 SUM Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência O juiz da Vara Federal comum. perpetuação. quando. está sujeito à apreciação judicial. movida por usuário contra a pessoa jurídica – concessionária de serviços rodoviá Por lei. deve prevalecer a competência do juízo do domicílio de quem exerce a guarda.Processual Civil 01. espécies e limites. pelas peculiaridades do caso e a quantidade de litisconsortes. um dependente do outro. Desentranhamento e juntada no Juízo da causa. parágrafo único. no caso o juízo do domicílio do réu. a Justiça do Trabalho é competente para julgamento dos litígios que tenham origem no cumprimento de suas próprias se A Justiça Federal somente é competente para processar e julgar os feitos relativos ao Sistema Financeiro da Habitação em que a Caixa Econômica Federal tem interesse. o estágio não cria vínculo empregatício ou mesmo relação de trabalho a justificar a competência da Justiça obreira (art. com Compete à vara onde corre a execução fiscal. não podendo chegar ao ponto de poder o julg Petição. TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 EJ443 EJ472 EJ477 EJ482 Generalidades Limites Generalidades Generalidades Não há que se falar em demora da prestação jurisdicional. TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 111 SUM EJ488 EJ504 Princípios Eficácia temporal Princípios Princípios No confronto entre o interesse público. a competência para as ações oriundas de união estável (Constituição Federal.

8. CAIXA DE ASSISTÊNCIA. (N. Portanto competente é COMPETÊNCIA.Federal Competência . FGTS.Federal Competência . na ação de usucapião especial. por conta do interesse. Compete à JF julgar execução de alimentos quando o alimentante for estrangeiro. cessa a competência do Juiz de Direito em matéria trabalhista.Estadual Competência . (Art. é processada no Juízo Estadual da situação do imóvel. Cabe à JF julgar MS impetrado contra a exigência de prévio recolhimento de ICMS. por maioria.Federal Competência . em decorrência do falecimento do titular da conta SÚMULA 218: Compete à Justiça dos Estados processar e julgar ação de servidor estadual decorrente de direitos e vantagens estatutárias no exercício de cargo em comissã SÚMULA 516: O Serviço Social da Indústria (SESI) está sujeito a jurisdição da justiça estadual.Estadual Competência . 20.Federal Competência . o Tribunal a quo deu-se por incompetente ao argumento que o juiz estadual não era competente COMPETÊNCIA. suas autarquias ou empresas públ SÚMULA 173: Compete à Justiça Federal processar e julgar o pedido de reintegração em cargo público federal. SÚMULA 177: O Superior Tribunal de Justiça é incompetente para processar e julgar. art. por maioria.Estadual Competência . SÚMULA 015: Compete à Justiça Estadual processar e julgar os litígios decorrentes de acidente do trabalho. SÚMULA 161: É da competência da Justiça Estadual autorizar o levantamento dos valores relativos ao PIS-PASEP e FGTS.Federal Competência . no caso após a sentença. JUSTIÇA FEDERAL.Estadual Competência . SÚMULA 556: É competente a justiça comum para julgar as causas em que é parte sociedade de economia mista. SÚMULA 150: Compete à Justiça Federal decidir sobre a existência de interesse jurídico que justifique a presença. I). os embargos do devedor serão decididos no juízo deprecante. A Seção.Estadual Competência .Estadual Competência . Compete à Justiça Federal processar e julgar ação de indenização por danos materiais e morais ajuizada por servidor público federal estatutário.Estadual Competência .A. VALORES INDEVIDOS. originariamente. Compete à Justiça estadual o julgamento de ação civil pública que busca impedir o aumento abusivo de tarifa de transporte irregular em rio de propriedade da União (art.Federal Competência . ainda que o servidor tenha sido dispensado antes da instituiçã Compete à Justiça Federal o processamento de execução contra a Caixa Econômica Federal (CF.Federal Competência . INSTITUTO DE ADVOGADOS. não afasta a competência do foro da situação do imóvel. quando do desembaraço aduaneiro de mercadorias importadas. em virtude de acidente de tra Compete à Justiça Federal processar e julgar as causas das quais participe a Fundação Habitacional do Exército. originariamente. pleiteando direitos relativos ao vínculo estatutário. cobrada por estabelecimento particular de ensino.Estadual Competência . em razão de alvará de pesquisa mineral. MS.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 167 170 181 185 190 191 195 195 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 100 106 EJ485 170 181 189 189 195 SUM SUM SUM SUM SUM 032 Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência .Estadual Competência . . 109. no processo. da União Federal A Seção. mandado de segurança contra ato de órgão colegiado presidido por Mi SÚMULA 222: Compete à Justiça Comum processar e julgar as ações relativas à contribuição sindical prevista no Art.Estadual Competência .Federal Competência . que extinguiu os tribunais d SÚMULA 041: O Superior Tribunal de Justiça não tem competência para processar e julgar. processar e julgar os feitos relativos a movimentação do FGTS.Estadual Competência . SÚMULA 082: Compete à Justiça Federal. I Compete à Justiça estadual comum processar e julgar a ação penal em que o silvícola é acusado de rapto de criança com sete anos de idade. SÚMULA 022: Não há conflito de competência entre o Tribunal de Justiça e Tribunal de Alçada do mesmo Estado-membro. ressalvada a ap SÚMULA 066: Compete à Justiça Federal processar e julgar execução fiscal promovida por Conselho de fiscalização profissional.A. como órgão da Ordem dos A contratação temporária para atender excepcional interesse público (Lei n.Estadual Competência . SÚMULA 042: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar as causas cíveis em que é parte sociedade de economia mista e os crimes praticados em seu detrimen SÚMULA 057: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar ação de cumprimento fundada em acordo ou convenção coletiva não homologados pela Justiça do Trab SÚMULA 137: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar ação de servidor público municipal. SÚMULA 690: Compete originariamente ao Supremo Tribunal Federal o julgamento de habeas corpus contra decisão de turma recursal de juizados especiais criminais. por maioria Compete à Justiça Comum estadual processar e julgar a ação de indenização por danos materiais e morais devido ao fato de ex-empregados prestarem testemunhos calunio Compete à Justiça Comum estadual processar e julgar a ação popular interposta contra o Sebrae. salvo se versarem unicamente vícios ou defeitos da penhora.Federal Competência . ainda que remoto. PROCURADOR DO TRABALHO. ainda que no curso do processo.Federal Competência .Estadual Competência . MEDIAÇÃO.Federal Competência . Trata-se de definir a competência para a ação cautelar inominada intentada por instituto de advogados contra companhia es COMPETÊNCIA. Na espécie. OAB.Estadual Competência . automaticamente desloca a competência para a Ju COMPETÊNCIA. da União. Compete à Justiça comum estadual o processamento e julgamento de ação inten SÚMULA 004: Compete à Justiça Estadual julgar causa decorrente do processo eleitoral sindical. 578 da CLT.Estadual Competência . A Justiça Federal é competente para processar e julgar MS contra o ato de o Procurador do Trabalho ac SÚMULA 032: Compete à Justiça Federal processar justificações judiciais destinadas a instruir pedidos perante entidades que nela têm exclusividade de foro. A Seção. excluídas as reclamações trabalhistas. (N.Estadual Competência . inclusive para a execução das sentenças por ele SÚMULA 011: A presença da União ou de qualquer de seus entes. SÚMULA 517: As sociedades de economia mista só tem foro na justiça federal.Federal SÚMULA 010: Instalada a Junta de Conciliação e Julgamento. decidiu que a Caixa de Assistência dos Advogados. decidiu que. mandado de segurança contra ato de outros tribunais ou dos Res SÚMULA 046: Na execução por carta. avaliação SÚMULA 055: Tribunal Regional Federal não é competente para julgar recurso de decisão proferida por juiz estadual não investido de jurisdição federal. LEVANTAMENTO. 578 As contribuições devidas aos sind SÚMULA 236: Não compete ao Superior Tribunal de Justiça dirimir conflitos de competência entre juízes trabalhistas vinculados a Tribunais do Trabalho diversos. EXECUÇÃO FISCAL. Em remessa necessária. SÚMULA 736: Compete à Justiça do Trabalho julgar as ações que tenham como causa de pedir o descumprimento de normas trabalhistas relativas à segurança. higiene e sa SÚMULA 689: O segurado pode ajuizar ação contra a instituição previdenciária perante o juízo federal do seu domicílio ou nas varas federais da Capital do Estado-Membro.745/1993) não revela qualquer vínculo trabalhista disciplinado pela CLT. MUNICÍPIO. a instituição de ensino superior negou-se a facultar ao aluno a realização de exames curriculares para ajustamento do seu histórico escolar.Federal Competência . com base em sentença estrangeira homologada pelo STF. ALVARÁ.Federal Competência . SÚMULA 238: A avaliação da indenização devida ao proprietário do solo. EMBARGOS DE TERCEIRO.Estadual Competência .Estadual Competência . quando a união intervém como assistente ou opoente.: ver EC 45/2004) SÚMULA 034: Compete à Justiça Estadual processar e julgar causa relativa a mensalidade escolar. se a CEF ingressar no feito.: ver EC 45/2004.

CF/88. SÚMULA 206: A existência de vara privativa. com a remessa d MS. ex-empregado e autor da reclamação. por se tratar de ente autárquico corporativo profis Rejeição de exceção de incompetência ratione loci. HIPÓTESE DE COMPET SÚMULA 041: NA AÇÃO DE DESAPROPRIAÇÃO. se um deles já foi julgado. na qualidade de free lancer. EC N. sem prejuízo do ajuiza SÚMULA 224: Excluído do feito o ente federal.Tribunais Competência . quando utilizou COMPETÊNCIA. DANOS MATERIAIS. PROPOSTA POR CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTR Matrícula em instituição particular de ensino superior. porém esse deprecou a realização de atos para COMPETÊNCIA. UNIVERSIDADE ESTADUAL. inclusive mandados de SÚMULA 504: Compete a Justiça Federal.Estadual Competência . declarou incompetente a Justiça Federal para process 04. AUTONOMIA. Compete ao juízo estadual processar e julgar ação de indenização por danos morais e materiais em dec COMPETÊNCIA. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO.Federal Competência . O STJ é competente para analisar pedido de intervenção federal pelo retardo no cumprimento de decisão judicial. ao alegar ter redigido 132 artigos publicados em periódicos da empresa jornalística. CONCURSO INTERNO. na respectiva Região. Inadimplência. impetrada por sindicato. e não à Turma Recursal. FREE LANCER. I. não desloca a competência para a Justiça F DECLARAÇÃO. AÇÃO ANULATÓRIA. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar a ação de indenização em que ex-empreg COMPETÊNCIA. A decisão do juiz de declarar-se incompetente para o julgamento do feito. utilizem empreg SÚMULA 097: Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar reclamação de servidor público relativamente a vantagens trabalhistas anteriores à instituição do regime juríd Cabe ao Tribunal Regional Federal julgar mandado de segurança contra juiz do Juizado Especial Federal. ré ENSINO SUPERIOR.Federal Competência Competência .Estadual Competência . SÚMULA 254: A decisão do Juízo Federal que exclui da relação processual ente federal não pode ser reexaminada no Juízo Estadual. RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. pelo Ju Conflito negativo de competência entre vara federal e Juizado Especial Federal.Trabalhista Competência . INCOMPETÊNCIA. Ação anulatória de multa de trânsito. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as aç COMPETÊNCIA. 3º. Declaração de incompetência.Trabalhista Competência . JUSTIÇA ELEITORAL. TRÂNSITO EM JULGADO. Competência da Justiça Federal. SÚMULA 058: Proposta a execução fiscal.Estadual Competência .Trabalhista Competência . por unanimidade. entre Juiz Federal e Juiz Estadual investido de jurisdiçã SÚMULA 225: Compete ao Tribunal Regional do Trabalho apreciar recurso contra sentença proferida por órgão de primeiro grau da Justiça Trabalhista. INDENIZAÇÃO. ENERGIA ELÉTRICA. RESPONSABILIDADE. . Compete ao juízo da Vara do Trabalho processar e julgar ação de conhecimento. SÚMULA 170: Compete ao juízo onde for intentada a ação de acumulação de pedidos. como em grau de recurso. AUSÊNCIA. proferida por um dos juízos conflitantes. tendo por objeto impedir que os empresários. teoria. Trata-se de ação civil pública para apurar ato praticado por prefeito no decorrer do mandato eletivo. INSTITUI. a posterior mudança de domicílio do executado não desloca a competência já fixada.Estadual Competência . o réu. Art. TRABALHO. Trata-se de suspensão de fornecimento de energia elétrica. Os Tribunais estaduais são incompetentes tanto originariamente. COMPETÊNCIA.Trabalhista Competência . ato de dirigente de concessionária. SÚMULA 003: Compete ao Tribunal Regional Federal dirimir conflito de competência verificado. que não é de simples gestão adm COMPETÊNCIA. em ambas as instâncias. por falta de previsão legal. O autor. É da competência deste TRF o julgamento de mandado de segurança impetrado contra ato administrativo praticado por juiz federal. 114.Tribunais Competência . SÚMULA 235: A conexão não determina a reunião dos processos. para apreciar mandado de segurança impetrado con UNIVERSIDADE DO SISTEMA ESTADUAL DE ENSINO. A orientação deste Tribunal é no sentido de reconhecer como de competência federal as questões en Compete à Justiça Federal processar e julgar as ações em que se apresenta como parte a Ordem dos Advogados do Brasil. Competência da Justiça do Trabalho. Decisão proferida por juiz estadual. JUIZADOS ESPECIAIS.Federal Modificação Competência . o qual alterou seu entendimento sobre o tema em COMPETÊNCIA. Art. SÚMULA 270: O protesto pela preferência de crédito. A Sexta Turma. Incompetência do Juizado Especial Federal. 109 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988. EMPRESA. ATO. 45/2004. SÚMULA 059: Não há conflito de competência se já existe sentença com trânsito em julgado. em preliminar. ACIDENTE.Federal Conflito Conflito Competência . instituída por lei estadual.Tribunais Competência . trabalhistas e estatutário. Em execução trabalhista. Execução fiscal promovida por conselho profissional contra devedor domiciliado no interior.Tribunais Competência .Tribunais Competência . JUIZ. ainda que para declar Conflito entre Estado-Membro e União. III (Emenda Constitucional 45.Estadual SÚMULA 511: Compete a justiça federal. 45/2004. MS.STF STF STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-2 TRF-2 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ TRF-1 SUM SUM 167 SUM 113 EJ498 160 SUM SUM 047 SUM SUM SUM SUM SUM SUM 175 SUM SUM SUM SUM 195 197 198 EJ502 EJ503 SUM SUM EJ504 EJ507 EJ507 202 203 203 203 203 203 EJ534 255 255 203 Competência . deve o Juiz Federal restituir os autos e não suscitar conflito. DOENÇA PROFISSIONAL. elementos e cumulação de ações. decidi-la nos limites da sua jurisdição. PREFEITO. QUANTO ÀS CAUSAS DE NATUREZA PREVIDENCIÁRIA. DANO. de 08/12/04). JUIZ DEPRECADO. Ausência de comunicação da mudança da sede da devedora. o processo e o julgamento das causas fundadas em contrato de seguro marítimo. § 1º COMPETÊNCIA. em ambas as instâncias. art. de ofício.Estadual Competência . Foi proposta execução fiscal no juízo estadual. condições. Compete ao STF o julgamento de ação de imissão de posse movida por empresa pública estadual em face de particular. processar e julgar as causas entre autarquias federais e entidades públicas locais. cuja presença levara o Juiz Estadual a declinar da competência. Agravo interno nã SÚMULA 015: O § 3º DO ART. em exercício no Juizado Federal (CF.Federal Competência . N Conflito negativo de competência. réus. necessária à declaração de nulidade do foro de eleiçã SÚMULA 033: A incompetência relativa não pode ser declarada de ofício.Tribunais Competência . Em conformidade com recente julgado do STF. ao des Registro sindical. apresentado por ente federal em execução que tramita na Justiça Estadual. classificação. Depósito judicial. Ação: conceito. OU DE CONSTITUIÇÃO DE SERVIDÃO ADMINISTRATIVA. EC. N. Seguimento negado (monocraticamente).Estadual Competência . não altera a competência territorial resultante das leis de processo. INDENIZAÇÃO.Tribunais Conexão Conflito Conflito Conflito Conflito Modificação Modificação Modificação Modificação Modificação Modificação Competência Competência .Trabalhista Competência . Tutela cautelar. O simples fato de uma empresa de menor porte demandar com uma de grande porte não caracteriza a hipossuficiência. ARREMATAÇÃO. tendo por obj SÚMULA 555: É competente o Tribunal de Justiça para julgar conflito de jurisdição entre juiz de direito do estado e a justiça militar local.Federal Competência .

a Fazenda Pública está obrigada a adiantar as despesas de transporte do oficial de justiça. 004 . APELAÇÃO. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. A União é isenta do pagamento de custas processuais. não lhe autoriza assim proceder quanto ao ônus financeiro. 038 . 007 . Tratando-se de embargos de terceiro. SEGUNDO GRAU. a teor do disposto no inciso I. O acordo de renegociação da dívida. deve ser dado prazo razoável à parte para efetuar o preparo. 020 . No caso de extinção da ação cautelar sem julgamento do mérito. na qualidade de representante do executado. 29-C da Lei 8.A União e suas autarquias estão sujeitas ao adiantamento das despesas do oficial de justiça necessárias ao cumprimento de diligências por elas requeridas. com a redação dada pela MP 2. pressupostos processuais. visando a obter certeza quanto à exata interpretação de cláusula contratual. no máximo. da Lei 9. quando ajuizadas na Justiça Estadual. O Tribunal a quo não julgou a apelação interposta e extinguiu o processo por insuficiência do recolhimento da taxa ju SÚMULA 178: O INSS não goza de isenção do pagamento de custas e emolumentos. nas ações acidentárias e de benefícios propostas na Justiça Estadual. 5º. Em razão do disposto no art. sobre honorários. 4º. 26. por se tratar de uma ação autônoma. § Extinto o processo executivo por iniciativa do curador especial. SÚMULA 181: É admissível ação declaratória. Se. sem aquiescência do advogado. mas não por falta de pressuposto processual (art. não se aplica ao advogado que não participou da transação. não autoriza a suspensão do processo de conh A falta de pagamento de diferença de custas pode levar à extinção do processo por abandono (art. SÚMULA 089: A ação acidentária prescinde do exaurimento da via administrativa. 1. configura-se hipótese de sucum A isenção de honorários prevista no art. 13. no acordo. somente gozará o INSS de favor legal da isenç A faculdade assegurada ao juiz pelo CDC. não h A verba de sucumbência. é lícita a condenação em honorários sucumbenciais do ex Cabe condenação em honorários da cautelar de produção antecipada de provas. a sociedade de que fazia parte. para fi ns de reforma agrária.A Fazenda Pública . devida por aquele que desiste dos embargos para aderir ao Refis é de. sua condenação só pode ser na reposição do que foi pag O expropriado. com o deferimento apenas da pretensão de indenização por danos materiais.O art.nas execuções fiscais. por um lado. impõe-se a condenação da parte autora ao pagamento dos honorários advocatícios. os honorários advocatícios serão fixados sobre as prestações vencidas ao Na execução individual de ação civil pública. de inverter o ônus da prova em favor do consumidor.Na execução fiscal. A CORREÇÃO MONETÁRIA INCIDE A PARTIR DO AJUIZAME Nas ações em que houver a condenação da Fazenda Pública em prestações vencidas e vincendas. parágrafo 1°. na desapropriação por interesse social. custas e honorários. 18). é necessário que se averigue quem deu causa à constrição indevida para condenação dos honorários advocatícios. não podem as partes dispor. 1% (um por cento) sobre o valor do débito consolidado (art. III. Processo e procedimento: conceito. mediante o qual ela será parcelada para pagamento em prestações mensais sucessivas. 05.A AÇÃO DECLARATÓRIA É MEIO PROCESSUAL HÁBIL PARA SE OBTER A DECLARAÇÃO DE NULIDADE DO PROCESSO QUE TIVER CORRIDO À REVELIA DO SÚMULA 044: PARA A PROPOSITURA DE AÇÕES DE NATUREZA PREVIDENCIÁRIA É DESNECESSÁRIO O EXAURIMENTO DAS VIAS ADMINISTRATIVAS. 8°. quando demandado na Justiça Estadual. depende de requerimento do réu. formação. 070 . Nas causas que têm por objeto a concessão ou a revisão de benefícios previdenciários. § 2º. IV SÚMULA 240: A extinção do processo. uma vez que este O autor de ação popular fica isento de custas processuais e dos ônus da sucumbência. expressamente. salvo comprovada má-fé *CF18/5/200588. Outorgado os poderes no instrumento de mandato tão-somente em nome da pessoa física do advogado. é cabível a condenação da parte vencida nos ônus sucumbenciais. suspensão e extinção do processo. não está sujeita ao prévio pagamento de despesas para custear diligência de ofici 011 .São devidos honorários advocatícios em execução de título judicial.164-41. consta do Estatuto da Advocacia que. ainda que em exceção de pré-executividade. da Lei 8620/93 não isenta o INSS das custas judiciais. DESERÇÃO. por abandono da causa pelo autor. procedimentos sumário e ordinário. SÚMULA 242: Cabe ação declaratória para reconhecimento de tempo de serviço para fins previdenciários. na condição de representa Sobre a questão da verba honorária. art.036/90. a apelação será recebida apenas no efeito devolutivo quando a TAXA JUDICIÁRIA. ou de caráter beneficente.nesta expressão incluídas as autarquias . porém ela sofre as consequências de Denegado o benefício da gratuidade de Justiça. ‗se o advogado fizer juntar aos autos o seu contrato de honorários antes de expedir-se o mandado 011 . não indicando.060/1950. 267. TRF-1 TRF-4 TRF-4 TRF-3 TRF-3 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ TRF-4 TRF-4 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-SC STJ STJ STJ STJ EJ434 SUM SUM SUM SUM 112 115 117 EJ442 EJ488 161 164 189 200 SUM EJ488 178 SUM SUM SUM EJ435 EJ435 EJ437 EJ437 EJ473 EJ475 EJ480 EJ482 EJ485 EJ489 SUM 164 166 166 166 Assistência judiciária Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Extinção Extinção Extinção Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários O benefício da assistência judiciária deve ser deferido apenas às pessoas jurídicas que exercem atividades tipicamente filantrópicas. aplicando-se o prin .São devidos os ônus sucumbenciais na ocorrência de perda do objeto por causa superveniente ao ajuizamento da ação. que comprove 042 . LXXII).ARBITRADOS OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS EM PERCENTUAL SOBRE O VALOR DA CAUSA. art.289/96. 17 da Lei n. devendo a sua apelaçã A inversão do ônus da prova (CDC) não tem o efeito de obrigar a parte contrária a pagar as custas da prova requerida pelo consumidor. p Na ação cautelar. 267. independente da ausência de interposição de embargos pelo devedor. do CPC). princípios. assim. aplica-se não apenas em benefício da CEF. A norma do art. é cabível a verba ad Havendo rejeição do pedido de ressarcimento de danos morais. espécies. do CPC. INSUFICIÊNCIA. não está submetido ao pagamento de custas (LC 76/93 – art. Valor da causa. não pode o advogado obstar a transação direta entre as partes.STJ STJ STJ STJ TJ-SC TRF-2 165 SUM SUM SUM SUM SUM Ação Civil Pública Condições Declaratória Declaratória Declaratória Condições Cabe ACP ajuizada pelo MP para reduzir o número de vereadores. oriundo de ação civil pública.

É defeso ao magistrado alterar. nas ações previdenciárias. o valor da causa deve corresponder à expressão econômica do pedido. os hon RECUSA. possuindo o feito conteúdo econômico determinável. o valor atribuído à causa. I. PEDIDOS. obrigando a parte executada a contratar Gratuidade de justiça (Lei 1. À luz HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. AÇÃO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. SÚMULA 450: São devidos honorários de advogado sempre que vencedor o beneficiário de justiça gratuita. a correção monetária incide a partir do respectivo ajuizamento. na mesma oc 06. 23 da Lei n. Trata-se de empresa condenada a se abster da prática de atos considerados como concorrência desleal. não sendo aplicável a ela própria. Sujeitos da relação processual: o juiz. pois EXECUÇÃO FISCAL. essa quantia deve se SÚMULA 012: SÃO DEVIDOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS NO PROCESSO CAUTELAR. É indevido exigir-se da Fazenda Pública o prévio adimplemento do valor da postagem de carta citatória. Agravo interno não provido. Pessoa jurídica sem fi ns lucrativos. pois havia pacto de abste SUCUMBÊNCIA. I. e o autor pediu a suspensão do processo na ação cautelar de seqüestro in APELAÇÃO. ADIANTAMENTO. V. da transmissão de avisos aos garimpeiro . 17. ou da Administração Pública em geral. INTERPOSIÇÃO. SÚMULA 111: Os honorários advocatícios. Conforme dispõe o art. (N. ACORDO. havendo pedido de quantia determinada em ação de indenização por danos extrapatrimoniais. partes. nas ações acidentárias. As partes celebraram um novo contrato renegociando a dívida original. TERMO INICIAL. o pedido não se refere apenas A jurisprudência desta Corte firmou entendimento de que. Assim. DESERÇÃO. SÚMULA 232: A Fazenda Pública. Benefício concessível (STJ). substituição processual. em ação de petição de herança cumulada com inve MULTA COMINATÓRIA. autos de processos fi ndos ou em and Ilegitimidade da União para figurar no pólo passivo de ação civil pública que visa à abstenção. quem deu causa à constrição indevida deve arcar com os honorários advocatícios. 007 . Em se tratando de desistência da ação. I. PRONTUÁRIO. salvo se já iniciada a audiência de instrução e julgamento. enquadrando-se à figura do art. Assim. SÚMULA 131: Nas ações de desapropriação incluem-se no cálculo da verba advocatícia as parcelas relativas aos juros compensatórios e moratórios. mesmo não embargada.Descabe incidente de uniformização versando sobre honorários advocatícios por se tratar de questão de direito processual. Na espécie. dívida já paga. PRECLUSÃO. Quando sucumbente a Fazenda Pública em prestações de trato periódico. no processo de inventário. de ofício. porém. Agravo provido monocraticamente. Configura-se a litigância de má-fé por parte da impetrante quando esta ajuíza outro mandado de segurança idêntico a outro já aforado.060/50). sem apresentar. 26 do CP VALOR DA CAUSA. órgãos auxiliares. SÚMULA 110: A isenção do pagamento de honorários advocatícios. Vítima de acidente de trânsito. é restrita ao segurado. após superada a convalescença ― em que ficou no hospital SÚMULA 014: Arbitrados os honorários advocatícios em percentual sobre o valor da causa. hipótese em que o processo só se suspen Quando o valor da causa não é objetivo. SÚMULA 105: Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios.584/70 SÚMULA 512: Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança. HOSPITAL. assegurado o direito autônomo do advogado à execução do saldo SÚMULA 633: É incabível a condenação em verba honorária nos recursos extraordinários interpostos em processo trabalhista. sucessivo e por tempo indeterminado. o juiz pode compensar os honorários advocatícios e as despesas sem que haja ofensa à legislação específica (art.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF JEF-TUN TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ TRF-2 TRF-2 STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ 167 175 176 181 190 194 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM EJ440 EJ497 EJ500 110 EJ490 181 186 SUM SUM 201 201 EJ504 EJ506 202 202 203 203 255 Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Litigância de má-fé Segredo de Justiça Suspensão do processo Valor da causa Valor da causa Valor da causa Valor da causa Honorários Honorários Custas Assistência judiciária Honorários Assistência judiciária Honorários Valor da causa Multas Honorários Custas Cabem honorários advocatícios em execução.: é o chamado "Princípio da Causalidade") SÚMULA 306: Os honorários advocatícios devem ser compensados quando houver sucumbência recíproca. DESISTÊNCIA. 259 do CPC. Intervenção de terceiros.A. fica sujeita à exigência do depósito prévio dos honorários do perito.906/1994. 8. A Turma afastou a preclusão recursal. deve ser estimado de acordo com a expressão econômica da demanda. CITAÇÃO. não incidem sobre prestações vincendas. Cabimento de honorários. corrigidas monetariamente. exceto nas hipóteses previstas na Lei 5. inexistindo elementos que justifiquem a alteração. Se a Fazenda Pública cobra. SÚMULA 303: Em embargos de terceiro. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. d O instituto do segredo de justiça visa proteger a intimidade das partes envolvidas no processo. FIXADOS CONSOANTE APRECIAÇÃO EQÜ POSTAGEM. SÚMULA 201: Os honorários advocatícios não podem ser fixados em salários-mínimos. DECLARATÓRIO. por meio de execução fiscal. A morte da parte suspende o curso do processo. a pondo de impedir-se o seu defensor legal d Falecimento da parte. distinção entre execução fundada em título judicial e execução funda A defensoria pública em questão é órgão do próprio Estado. não fazendo a lei. determinando que o Tribunal a quo julgue o agravo de or Exceção de pré-executividade. quando parte no processo. capacidade. FAZENDA PÚBLICA. para esse fim. PREPARO POSTERIOR. são devidos os honorários advocatícios pela parte desistente (art. A Turma proveu o recurso ao entendimento de que. representação. EM QUE HOUVER LITÍGIO. SÚMULA 033: NAS CAUSAS EM QUE FOR VENCIDA A FAZENDA PÚBLICA SÃO DEVIDOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. TRF-1 TRF-1 EJ477 Advogado EJ477 Capacidade e legitimidade Constitui direito do advogado ‗examinar. em qualquer órgão dos Poderes Judiciário e Legislativo. devidamente corrigidas SÚMULA 141: Os honorários de advogado em desapropriação direta são calculados sobre a diferença entre a indenização e a oferta. o recorrente protocolou a apelação no cartório competente. ACESSO. não faz jus a honorários o defensor público que patrocinou a causa pela parte beneficiária da Justiça gratu Havendo sucumbência recíproca. CONDENATÓRIO. É cabível a condenação da Fazenda Pública em honorários advocatícios na hipótese de desistência da execução fiscal após a citação e do oferecimento da exceção de pré-e PREVIDENCIÁRIO. litisconsórcio (e suas espécies) e assistência. por parte de emissora de radiodifusão. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA.

COBRANÇA. INDEFERIMENTO.Nas ações de destituição/suspensão de pátrio poder. acarreta a nulidade do processo. não está impedido. nos casos referentes a interesses individuais A pessoa jurídica. SÚMULA 249: A Caixa Econômica Federal tem legitimidade passiva para integrar processo em que se discute correção monetária do FGTS. 132 do CPC o ato do juiz proferir sentença. O Ministério Público não tem legitimidade para interpor recurso como substituto processual. CPC) dá-se após a manifestação das partes. IDENTIDADE FÍSICA. quando era obrigatória. não existe desembargador legitimado para julgar a causa. NOMEAÇÃO. em regime de mu EXAME. A multa prevista no art. a Turma decidiu que viola o art. a prática dos atos necessários à prote LEGITIMIDADE. não é necessária a nomeação de curador especial ao menor. ADMINISTRADORES. em favor da parte que não recorreu. Se o juiz foi advogado em um processo. O Ministério Público não é obrigado a pronunciar-se sempre em favor dos interesses do litigante incapaz (art. mesmo para o exercício em juízo dos poderes especiais previstos no art. postular o ben SÚMULA 363: A pessoa jurídica de direito privado pode ser demandada no domicílio da agência. O advogado pode. comunicação e nulidades. A LEGITIMIDADE PASSIVA É EXC NULIDADE. MP. LIII) a participação de juiz convocado no julgamento de recurso por tribunal de segunda instância. RESPONSABILIDADE. 246 do CPC. nos termos do art. descabe a nulidade do processo quando o MP não argüiu ne ILEGITIMIDADE. em que se praticou o ato. art. SÚMULA 027: NAS AÇÕES EM QUE SE DISCUTE A CORREÇÃO MONETÁRIA DOS SALDOS DAS CONTAS VINCULADAS DO FGTS. Não se justifica a desconsideração dos poderes especiais que o mandante evidentemente quis outorgar aos seus mandatários somente pelo fato de não constarem literalmen SÚMULA 115: Na instância especial é inexistente recurso interposto por advogado sem procuração nos autos. inscrito no art. SÚMULA 365: Pessoa jurídica não tem legitimidade para propor ação popular. o MP deve intervir desde a 1ª instância. Pet 1576 / RR (24/09/1998): Em Tribunal suspeito. Tem iniciativa probatória nas questões inerentes à ordem pública Não ofende o princípio do juiz natural (CF. não podendo a intervenção só na 2ª instância suprir a ausência de participação do MP. em qualquer fase do processo e sem que sejam necessários poderes especiais. ESTAÇÃO ECOLÓGICA. 322 do RI desta Corte. no exercício de competência delegada. é indispensável que conste do mandado de citação a cominação (art. .É dispensável o reconhecimento de firma nas procurações "ad judicia". A intervenção do Ministério Público (art. O Ministério Público tem legitimidade para propor a ação de responsabilidad SÚMULA 077: A Caixa Econômica Federal é parte ilegítima para figurar no pólo passivo das ações relativas às contribuições para o fundo PIS-PASEP. LEGITIMIDADE AD CAUSAM. UNIÃO. TERMOS. PAÍS SOCIALISTA. 557. I. SÚMULA 510: Praticado o ato por autoridade. conforme acordado em partilha. 928 do CPC autoriza o juiz a deferir a expedição do mandado limi A falta de intervenção do Ministério Público. telegrama ou radiograma dando ciência ao réu da citação é requisito obrigatório e. DEVEM FIGURAR NO PÓLO PASSIVO DA RELAÇÃO PROCESSUAL. DECLARAÇÃO.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF TRF-1 STF TRF-1 STJ STJ STF STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ TRF-1 TRF-4 TRF-1 TJ-RS STJ STJ STF STJ STJ STJ STF STF TRF-2 TRF-2 TRF-2 STJ STJ 164 172 184 189 SUM SUM SUM SUM 100 JR EJ434 194 194 040 193 EJ435 105 113 EJ444 178 192 114 SUM EJ439 SUM 172 SUM SUM 197 199 200 SUM SUM SUM SUM SUM 202 255 Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Impedimento e suspeição Impedimento e suspeição Juiz Juiz Juiz Juiz Litigância de má-fé Litisconsórcio Ministério Público Ministério Público Ministério Público Ministério Público Ministério Público Oposição Representação Representação Representação Representação Representação Representação Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Assistência Judiciária Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Ministério Público Capacidade e legitimidade Ainda que não haja convenção condominial e o seu consequente registro. JUIZ. ainda que o segurado esteja assistido por advogado. § 2º. 82. mas não praticou qualquer ato nesse processo. A Turma proveu o recurso ao entendimento de que. do CPC). SEGUNDA INSTÂNCIA. ainda que na qualidade de AGRG. esteja em vincular o julgamento do processo ao magistrado MUTIRÃO. SÚMULA 644: Ao titular do cargo de procurador de autarquia não se exige a apresentação de instrumento de mandato para representá-la em juízo. Embora o propósito maior do princípio da identidade física do juiz. pois lhe cabe oficiar na qualidade de custos legis DESAPROPRIAÇÃO. cabendo à incorporadora. promovidas pelo Ministério Público. 83. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. não podendo se admitir terceiro opondo-se a direito exaustiva e definitivamen 064 . o condomínio tem personalidade judiciária. INTERVENÇÃO MP. Na hipótese de ação monitória. ou estabelecimento. AÇÃO MONITÓRIA. SÚMULA 018: O SEGURADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL OFICIAL. FISCALIZAÇÃO. prazo. 132 do Código de Processo Civil. o advogado necessita de poderes especiais. ADVOGADO. Trata-se da intervenção do Ministério Público em ações expropriatórias. precisamente quando tiver por fu A oposição tem como finalidade confrontar o direito do autor e do réu em ação de conhecimento. I. PRINCÍPIO. LITISCONSORTE. STJ STJ STJ STJ 179 182 195 SUM Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Na citação por hora certa. AÇÃO. CURADOR. a remessa pelo escrivão da carta. 38 do CPC. MERCADO MOBILIÁRIO. A Turma confirmou a ilegitimidade do Estado cubano em ação movida em virtude de de ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. Prosseguindo o julgamento. Para argüir. Não transferido o contrato de financiamento junto ao agente financeiro. O julgador deixou de ser mero espectador inerte da batalha judicial. EMPRESA ESTATAL. DNA. lugar. MP. 5º. FACULDADE. Dentre as atribuições do síndico. VENDA. torna-se desnecessária intimação da data da audiência no juízo deprecado. por meio de exceção. contra ela cabe o mandado de segurança ou a medida judicial. TAXA. acarreta a nu Somente poderá se considerar citada a parte por comparecimento espontâneo quando o advogado que retirou os autos estiver investido de procuração com poderes para rec CITAÇÃO. sendo que o art. A Turma reafirmou que a União não está legitimada a compor o pólo passivo de ação que discute 07. a suspeição. (Nova redação publicada e SÍNDICO. eventual execução extrajudicial do bem. PRAZO. em Se há interesses indisponíveis. EXIBIÇÃO DE DOCUMENTO. SÚMULA 226: O Ministério Público tem legitimidade para recorrer na ação de acidente do trabalho. se não efetuada. Atos processuais: forma. conforme prevê o art. MULTA. INTERVENÇÃO. quando incorporada por outra sociedade. não mais possui capacidade para estar em juízo. tempo. No PERDAS E DANOS. 2 SÚMULA 273: Intimada a defesa da expedição da carta precatória. está a de guarda de documentos relativos ao condomínio. do CPC não é de aplicação obrigatória em todas as hipóteses em que desprovido o agra Litisconsórcio necessário. TEM SÚMULA 025: NAS AÇÕES QUE VERSEM SOBRE A INEXIGIBILIDADE DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO. 022 . QUE RECEBE COMPLEMENTAÇÃO DE BENEFÍCIO DE ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA.

Mesmo que a republicação da sentença tenha ocorrido após se esgotar o primitivo prazo recursal. seja nos casos em que funciona como parte. deve ser contado a partir da aceitação do encargo pelo advogado. apresentada contestação em comparecimento espontâneo. PROCEDIMENTO SUMÁRIO. OUTRO TRIBUNAL. Não se aplica o art. 012 . PRAZO. A petição de embargos de declaração foi protocolada via fax tempestivamente. O prazo para a interposição do agravo de instrumento se conta da anexação do mandado aos autos PRAZO. para recorrer e. Assim. anulando o processo a partir da sentença. PROTOCOLO. AUTOS. para os e ANULAÇÃO. A interposição de embargos de declaração por uma das partes interrompe o prazo para que a outra intente embargos contra o mesmo acórdão. INÍCIO. mas se encerrou no horário Nem mesmo a alegada urgência no ajuizamento do mandado de segurança. SÚMULA 116: A Fazenda Pública e o Ministério Público têm prazo em dobro para interpor agravo regimental no Superior Tribunal de Justiça. 654 do CPC. A Turma não conheceu do agravo regimental em agravo de instrumento.STJ STF STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-RS STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ TRF-1 SUM 046 162 194 105 117 EJ481 EJ489 EJ492 SUM 162 164 165 169 172 173 176 182 191 192 192 196 SUM SUM SUM SUM 025 033 SUM 180 SUM 198 199 199 199 200 200 EJ501 203 256 202 Comunicação Comunicação Fundamentação Nulidades Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Preclusão Protocolo Prazo Prazo Prazo Protocolo Nulidades Prazo Comunicação Comunicação Prazo Comunicação SÚMULA 282: Cabe a citação por edital em ação monitória. Publicada no sábado. e não da data de O prazo para interposição do recurso pelo Parquet. § 1º. recolhendo todos . O prazo para a interposição de embargos à execução. a partir da publicação da sentença em audiência ou em cartório. VISTA. A citação por edital no processo de execução. SÚMULA 216: A tempestividade de recurso interposto no Superior Tribunal de Justiça é aferida pelo registro no protocolo da Secretaria e não pela data da entrega na agência Não se aplica o art. RECURSO ADMINISTRATIVO. cinclusive nos procedimentos relativos A ilegibilidade do carimbo de protocolo do recurso especial compromete a verificação da tempestividade. Se o recurso administrativo foi interposto intempestivamente. A regra de não se suspender o prazo recursal das ações sumárias não é aplicável durante o rece AGRAVO DE INSTRUMENTO. A Turma proveu o recurso em razão de terem sido considerados intempestivos embargos declaratórios interpostos pelo P EXECUÇÃO POR TÍTULO EXTRAJUDICIAL. prevista no art. ser-lhes-ão contados em dobro os prazos para contestar. do CPC) feita por advogado que não possui procuraç O prazo para a interposição de recurso começa a fluir a partir da publicação da intimação no órgão de imprensa oficial. TRIBUNAL. que não encontra amparo na leg CITAÇÃO. da Lei 1. justifica a intimação por telefone. salvo se não houver expediente forense na segunda-feira. quando nomeado curador especial. PRAZO. EXECUÇÃO. o defensor público. 544. POSSIBILIDADE. acarreta nulidade. OUTRO TRIBUNAL. FALTA. TRF-1 EJ483 Pedido O pedido é aquilo que se pretende com a instauração da demanda e se extrai a partir de uma interpretação lógico-sistemática do afirmado na petição inicial. RECESSO. PRAZO. I e II. TEMPESTIVIDADE. diante da preclusão consumativa. com a efetiva e PRAZO. SENTENÇA. será a terça-feira. § 1º. PORTARIA. ‗nos Estados onde a assistência judiciária seja organizada e por eles mantida. CONTAGEM. ENVIO PELO CORREIO ELETRÔNICO. a regramento normativo próprio. A Turma proveu o recurso. causa de pedir. AUTENTICAÇÃO. TERMO FINAL. EDITAL. INTIMAÇÃO PESSOAL. considerando intempestivo recu MS. RECURSO. quanto ao respectivo prazo de interposição. daí se contando o prazo para recorrer. modificações do pedido e indeferimento da inicial. A Sexta Turma. É nula a citação realizada no Brasil de acordo com as leis norte-americanas. PROTOCOLO. formas. o termo a quo para contagem do prazo. redigida em língua todas as decisões devem ser fundamentadas. praticado o ato processual. é dela que começa a correr novo prazo para rec PRAZO. o MP tem prazo em dobro para recorrer. para que a parte contrária se mani PRAZO. essencial para a admissibilidade do recurso. São extemporâneos os embargos declaratórios interpostos antes da data de publicação da decisão embargada. não sendo levadas em conta datas de inclusão de info O termo inicial para a contagem do prazo para contra-razões é a data da juntada aos autos do mandado devidamente cumprido. começa a fluir a partir do ―ciente‖ pessoal do representante do MP e não da data da intimação. A dis SÚMULA 641: Não se conta em dobro o prazo para recorrer. 191 do CPC (“Quando os litisconsortes tiverem diferentes procuradores. Em regra. não sendo considerado o dia em que a Fazen No mandado de segurança. resta tê-lo como não apresentado. § 5º.060/50. INTIMAÇÃO. entre a publicação de pauta e o julgamento sem a presença das partes. 165 do CPC). no plantão do recesso forense. O correio eletrônico não pode ser considerado sistema de transmissão de dados e imagens similar ao fac-símile. do CPC se o expediente forense iniciou-se com atraso. REPUBLICAÇÃO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. de mod Os recursos em matéria eleitoral acham-se submetidos. DOCUMENTOS NOVOS. Dessa fo FAX. TRIBUNAL DIVERSO. mediante notificação remetida por cartório de registro de títulos e documentos. INTEMPESTIVIDADE. MANDATO. JUNTADA.O prazo recursal para o réu revel corre independentemente de intimação. porém a original foi interposta e PETIÇÃO. Petição inicial: pedido. a intimação se considera feita no primeiro dia útil. por maioria. que ocorre quando os autos são recebidos pelo Procurador responsável. EQUÍVOCO. não a da rem Nos termos do art. o termo inicial da contagem do prazo para interposição de recurso é a data da ciência da sentença a quo pela autoridade impetrada. PEÇAS. seja naqueles em que oficia como "custus legis". RECURSO. com efeito. CITAÇÃO POR HORA CERTA. 5º. tem requisitos e pressupostos distintos da estipulada para o proc MP. SÁBADO. A declaração de autenticidade das peças (art. a parte não pode repeti-lo. TEMPESTIVIDADE. deu provimento ao agravo de instrumento interpo 08. ADVOGADO SEM PROCURAÇÃO. A Turma decidiu que são tempestivos os embargos de declaração apresentados no SÚMULA 025: Nas ações da Lei de Falências o prazo para a interposição de recurso conta-se da intimação da parte. ou quem exerça cargo equivale Feita a intimação em jornal que circulou domingo. ainda q SÚMULA 256: O sistema de "protocolo integrado" não se aplica aos recursos dirigidos ao Superior Tribunal de Justiça. QUARTA-FEIRA DE CINZAS. SÚMULA 117: A inobservância do prazo de 48 horas. quando só um dos litisconsortes haja sucumbido. TEMPESTIVIDADE. inclusive as de natureza interlocutória (art. definido em legislação especial. O início do prazo recursal para o Ministério Público é a data de sua intimação pessoal. 184.

que se considera interposto "ex-lege". 063 . SÚMULA 514: Admite-se ação rescisória contra sentença transitada em julgado. A Turma proveu o recurso ao entendimento de que. PROVA TESTEMUNHAL. ônus e valoração. Oferecida a contestação. No caso de exceção de incompetência. AUTOR. e deve ser argüida mediante exceção de incompetência (CPC. NEGÓCIO ENTRE FAMILIARES. para se ingressar com rescisória de acórdão proferido em outra rescisória. 421. ainda que se trate de ação declaratória.494/97 É possível se conceder a tutela antecipada. SUSPENSÃO DO PROCESSO. A Súmula 343 do STF somente obstaculiza a ação rescisória se a controvérsia gira sobre o ‗texto legal‘. porém CONTRATO AGRÁRIO. forma extraordinária de alterar a coisa julgada. 1. Sentença e coisa julgada: estrutura.Incumbe às partes. independentemente de pedido. cor A data inicial para contagem do prazo decadencial. salvo impugnação da outra parte. STF STJ STJ 729 177 180 Tutela antecipada Tutela antecipada Tutela antecipada SÚMULA 729: A decisão na ADC-4 não se aplica à antecipação de tutela em causa de natureza previdenciária. vale como comprovação da existência eficaz de mandato. 400. CONTESTAÇÃO. do CPC). 053 . determina a correção monetária do débito judicial não é ultra ou extra petita. dentro em A prova testemunhal sobre fatos que só por documentos ou por exame pericial puderem ser provados não é admissível (art. EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO. Revelia. para a sentença.: em decisão liminar. RECURSO. O deferimento da tutela antecipada por ocasião da sentença não viola o art. 11. a pretexto de pretensa violação literal de d SÚMULA 175: Descabe o depósito prévio nas ações rescisórias propostas pelo INSS. A Turma proveu o recurso ao entendimento de que é motivo suficiente para ser reconhecida a suspeição EXCEÇÃO DE INCOMPETÊNCIA. INICIAL. excluídas as questões deixadas. PETIÇÃO INICIAL. 112). A prova: espécies. o juiz pode aplicar de ofício ao litigante malicioso a sanção de pagar em dobro o que indevidamente exigia (art. (§ 1° . INDEFERIMENTO. não é preclusivo. explícita ou implicitamente.531 do .TRF-2 STJ STJ SUM Indeferimento da inicial 256 Emenda da inicial 256 Indeferimento da inicial SÚMULA 042: A PETIÇÃO INICIAL NÃO PODE SER INDEFERIDA LIMINARMENTE. Resposta do réu: contestação. SÚMULA 424: Transita em julgado o despacho saneador de que não houve recurso. STJ STJ STF STF TRF-4 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STF STF TRF-4 STJ STJ 160 160 SUM SUM SUM 104 EJ480 EJ498 175 044 514 SUM 173 174 Coisa julgada Coisa julgada Coisa julgada Coisa julgada Rescisória Rescisória Rescisória Rescisória Rescisória Rescisória Rescisória Sentença Sentença Sentença A extinção do processo sem julgamento de mérito por falta de legitimidade passiva não forma coisa julgada material. ou competência de foro. a suspensão do feito ocorre até sua rejeição pelo juiz de primeiro g 10. ainda que contra ela não se tenham esgotado todos os recursos. Note-se que. não há como se aplicar o art. Não consiste julgamento diverso do pedido de restituição de bagagem a sentença em que. mas passível de dilação até o momento em que tenham início os trabalhos periciais. Somente a decisão de mérito pode comportar ação rescisória. considerando o princíp O Parquet possui legitimidade para opor exceção de suspeição por inimizade existente entre uma das partes litigantes e o juiz da causa. Providências preliminares e julgamento conforme o estado do processo. classificação e efeitos da sentença. requisitos. 401 do CPC restringe a utilização de prova exclusivamente testemunhal para a demonstração da existência de contrato de valor inferior a dez salários-mínimos. sobretudo se houve a requisição da A competência em razão do território. e sim coisa julgada formal. A ação pode ser repetida. inciso II. pela impossibilidade de restituir o objeto do pedido. não pode ser utilizada como meio de uniformizar a jurisprudência.A. Antecipação de tutela. STJ TRF-1 STJ STJ STJ 169 EJ485 183 193 202 Exceção de incompetência Exceção de incompetência Exceção de suspeição Exceção de suspeição Exceção de incompetência Quando suscitado o conflito de competência antes do incidente de exceção de incompetência. pois consigna somente as declarações unilaterais prestadas pelo i O art. ACONSELHAMENTO.A sentença que. a emenda resultaria ao menos TRIBUNAL A QUO. exceções e reconvenção. é a data do trânsito em julgado do acórdão resc SÚMULA 423: Não transita em julgado a sentença por haver omitido o recurso "ex-oficio". na espécie. (N. art. AO FUNDAMENTO DE QUE AS CÓPIAS QUE A INSTRUEM CARECEM DE AUTENTIC EMENDA. o juiz defere de ofício a conver Verificado que a demanda versa sobre dívida já paga. mas. § 1º do CPC. na ação de despejo cumulada com r 12. é relativa. à qual é defesa a negativa de valo O prazo do art. objeto. Não cabe ação rescisória contra ação direta de inconstitucionalidade. 273 do CPC. ao qual os tribunais dão inte A ação rescisória. ainda que interveniente como custos MAGISTRADO. Cuidou-se de ação de rescisão do contrato de arrendamento mercantil de automóvel cumulada com per 09. 117 do CPC. O boletim de ocorrência policial não gera presunção juris tantum sobre a veracidade dos fatos ali narrados. em que baseada a decisão rescindenda. é inadmissível a emenda da petição inicial. STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ 166 117 EJ453 180 182 255 Prova documental Produção Produção Prova documental Prova testemunhal Prova testemunhal A cópia xerográfica autenticada de procuração. o STF entendeu que a Lei 9.Não é aplicável a súmula 343 do Supremo Tribunal Federal nas ações rescisórias versando matéria constitucional.

A circunstância do agravante p SÚMULA 426: A falta do termo especifico não prejudica o agravo no auto do processo.É cabível o recurso de apelação em procedimento de habilitação de casamento. por isso recorríveis po SÚMULA 044: Cabe agravo de instrumento das decisões concernentes à atualização de cálculo de liquidação. ao tempo do julgado. III. Se a apelação não ataca os fundamentos da sentença. embora o usual seja a utilização do agravo de instrumento. Cabem ED para rever julgamento "extra petita".A apelação genérica. em SÚMULA 182: É inviável o agravo do Art. agravo. art. se esta deixou de ser atacada no recurso. ERRO DE FATO. entendeu que é cabível a ação rescisória que busca desconstit 13. no inciso IX do art. não implica que se possa fazer novo j Embora não conheça do agravo retido. Verificando-se em decisão judicial transitada em julgado a existência de conflito insuperável entre a fundamentação e o dispositiv Não constitui ‗documento novo‘ ensejador da ação rescisória. em caráter excepcional. não sendo exigível que o órgão O STJ sufragou o entendimento de que ‗O Art. 545 do CPC que deixa de atacar especificamente os fundamentos da decisão agravada. para se pronunciar. a Turma. Impõe-se o acolhimento dos embargos declaratórios se exsurge discrepância entre a ementa e o voto condutor do julgamento. 557 estabelece que dessa decisão do Relator. duplo grau. apelação. já que serviu de ba São cabíveis embargos de divergência em sede de agravo regimental contra decisão que apreciou o mérito. devido à definitividade da execução fundada em título extrajudicial. Recursos: generalidades. 93. não devolve ao Tribunal o exame da fixação dos honorários advocatícios. desde que seja daqueles sobre a qual deva se pronunciar ex officio. É cabível a interposição de agravo retido contra decisão que indefere pedido de assistência após a prolação de sentença (CPC. em sede de agravo regimental interposto da decisão que indeferiu seguimento à apelação . 527. é o agravo de instrumento Ofende o art. SÚMULA 223: A certidão de intimação do acórdão recorrido constitui peça obrigatória do instrumento de agravo. É cabível agravo retido de decisão que rejeita a impugnação ao valor da causa. ao órgão competente pa SÚMULA 168: Não cabem embargos de divergência. cujo texto deve prevalecer. O § 1º-A do art. quando a jurisprudência do tribunal se firmou no mesmo sentido do acórdão embargado. SÚMULA 598: Nos embargos de divergência não servem como padrão de discordância os mesmos paradigmas invocados para demonstrá-la mas repelidos como não disside SÚMULA 599: São incabíveis embargos de divergência de decisão de turma. do CPC o acórdão que provê o agravo de instrumento sem que se tenha dado aos agravados a oportunidade de contra-arrazoar. por maioria. 523. A apelação interposta contra sentença que julga improcedentes os embargos à execução opostos pela Fazenda Pública. Nulidade absoluta da segunda. como condiç Na modalidade de agravo retido. sempre quando ocorra contradiçã Não há ‗obscuridade‘ alguma no acórdão que expressamente refere que. proferida nos autos de agravo de instrumento tem natureza essencialmente interlocutória (art. embora despachada tardiamente. quando é acolhida exceção de pré-executividade para se excluir responsável da execução fiscal. Orientação jurisprudencial assente a de que podem ser conferidos efeitos infringentes. nem o agravo entregue em cartório no prazo legal. aos embargos declaratórios. entendimento firm SÚMULA 428: Não fica prejudicada a apelação entregue em cartório no prazo legal. SÚMULA 098: Embargos de declaração manifestados com notório propósito de prequestionamento não têm caráter protelatório. pela improcedência da ação. por ocasião do julgamento da apelação. em agravo regimental. o tribunal só pode apreciar a matéria nele suscitada. embargos de declaração. não é possível conhecer do recurso. o que inviabiliza a oposição Não cabem ED com caráter infringente. SÚMULA 118: O agravo de instrumento é o recurso cabível da decisão que homologa a atualização do cálculo da liquidação. São cabíveis embargos infringentes contra acórdão proferido. pressupostos. VII. preliminarmente. por maioria de votos. especialmente quando suas razões amparam-se em entendimento jurisprudencial já ultrapassado. 016 .STF STF TRF-1 TRF-1 STJ 029 053 EJ505 EJ506 203 Sentença Coisa julgada Rescisória Sentença Rescisória Decisão fundamentada: o que a Constituição exige. 485. deve ser recebida somente e Não se conhece da apelação cujas razões atacam fundamentos diversos do adotados na sentença recorrida. Prosseguindo o julgamento. no prazo de cinco dias. SÚMULA 425: O agravo despachado no prazo legal não fica prejudicado pela demora da juntada. embargos infringentes. parte contrária. conforme preconizado pelo art. A circunstância de um membro integrante do órgão colegiado pedir vista dos autos. o agravante requererá que o tribunal dele conheça. quando oportuna a interposição por petição ou no termo da audiência. ambos relativos ao processo de execução. A Constituição não exige que a de Conflito entre Fundamentação e Dispositivo. do CPC. § 4o). para melhor deliberar sobre a decisão da apelação. A decisão. aquele elemento de prova cuja existência era conhecida pelo a Duplicidade de sentenças. salvo quando se tratar de decisão que tenha acolhido impugnação baseada em mera irr A apelação nos embargos à arrematação deve ser recebida apenas no efeito devolutivo. recurso adesivo. 027 . proferida nos termos do § 1º do mesmo artigo. TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STF STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STF STF TRF-4 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-RS STJ STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STF STJ STJ STJ STF STF STJ EJ538 SUM 165 174 SUM SUM SUM SUM 108 486 EJ537 EJ537 EJ537 SUM SUM SUM 109 487 EJ537 SUM 166 SUM 109 109 114 EJ442 EJ478 EJ479 171 SUM 022 170 177 SUM SUM SUM 166 Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo regimental Agravo retido Agravo retido Agravo retido Agravo retido Agravo retido Agravo retido Agravo retido Apelação Apelação Apelação Apelação Apelação Apelação Apelação Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de divergência Embargos de divergência Embargos de divergência Embargos de divergência Embargos de divergência Embargos infringentes O agravo de instrumento não é o meio adequado para discussão de nulidade da citação e inépcia da inicial. 512 do CPC). O recurso cabível para se discutir a sucumbência. Im AÇÃO RESCISÓRIA. SÚMULA 427: A falta de petição de interposição não prejudica o agravo no auto do processo tomado por termo. A primeira julgando o mérito dos embargos e a outra homologando pedido de desistência tardiamente formulado. ADMISSIBILIDADE. caberá agravo. era controvertida a interpretação do texto legal. representação e correição. inclusive as autarquias. é que o juiz ou o tribunal dê as razões de seu convencimento. monocrática ou colegiada. 538 do Código de Processo Civil atribui aos embargos declaratórios o efeito de interromper o prazo para interposição de outros Devem ser anulados os acórdãos que emprestarem efeito modificativo aos embargos de declaração sem que se intimasse a recorrente. por culpa do cartório.

O inciso I do art. com propós EMBARGOS INFRINGENTES. é uma das três formas possíveis de liquid A antecipação de tutela concedida no corpo da sentença é impugnável por via de recurso de apelação. independente de ter ele movido outra execução contra o devedor comum. 10. O credor hipotecário tem direito de preferência nos autos de execução proposta por terceiro. São cabíveis embargos infringentes de acórdão não unânime. Na execução do devedor solvente. na forma do art. em grau de recurso. em agravo retido. por se tratar de ato único. tendo em vista o disposto no art. não pode ser suscitado após o término do julgamento. 557 do CPC. qualquer que seja o funda A falta de devolução dos autos ao cartório não provoca o não conhecimento do recurso. Cabem São cabíveis embargos infringentes de agravo retido quando esse resolver questão de mérito. que autoriza o relator a decidir o recurso. o presidente do órgão anuncia o resultado. é defeso. FUNDAMENTAÇÃO. da CF (―Compete aos Tribunais Regionais Federais: II . ao Tribunal. O Relator. STJ STJ STJ STJ 163 164 168 178 Busca e apreensão Concurso de credores Concurso de credores Concurso de credores Não é possível cumular pedido de busca e apreensão do bem contra tomadora de mútuo. art. em mandado de segurança decidiu. FUNGIBILIDADE. SÚMULA 253: O art. prolatado em sede de embargos de declaração. A elaboração do cálculo de liquidação de sentença pela parte exeqüente. apresentadas na mesma peça da contestação. O que importa para o cabimento dos embargos infringentes não é a divergência entre as SÚMULA 368: Não há embargos infringentes no processo de reclamação. torna-se pública a decisão. em que pese a outra parte (União Federal) estar isenta de tal pagamento. admite-se como agravo re Cabimento de Recurso na Justiça Federal. alcança o reexame necessário. CONCLUSÃO.830/80. 461 DO CPC. que resolve o incidente de inconstitucionalidade. O que importa é o oportuno protocolo da petição. portanto. SÚMULA 187: É deserto o recurso interposto para o Superior Tribunal de Justiça. SÚMULA 099: O Ministério Público tem legitimidade para recorrer no processo em que oficiou como fiscal da lei. O art. agravar a condenação imposta à Fazenda Pública. pode negar seguimento aos embargos infringentes. A Turma decidiu por maioria que não cabem embargos infringentes a acórdão não unânime proferido em remessa ex AGRAVO. ainda que a sentença lhe tenha sido favorável no mérito. colhidos os votos. § 1ºA). RECURSO DE APELAÇÃO. É deficiente a fundamentação do recurso que se limita a enumerar repositórios oficiais de jurisprudência. 108. ART. II. SENTENÇAS QUE DETERMINAM O CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÕES DE FAZER OU NÃO FAZER. não cabem embargos infringentes. 475 do CPC (redação da Lei n. O provimento monocrático à apelação somente se dá quando a decisão recorrida confrontar com a jurisprudência do STJ ou STF (CPC. pelos princípios da economia processual e de fungibilidade.352/2001) dispõe exclusivamente sob SÚMULA 045: No reexame necessário. as causas decididas pelos juízes EMBARGOS INFRINGENTES. EMBARGOS INFRINGENTES. quando se tratar de matéria de mérito. quando o recorrente não recolhe. são inadmissíveis embargos infringentes quanto a matéria constitucional. por sua natureza alimentar. 604 do CPC. 34 da Lei nº 6. o crédito trabalhista. SÚMULA 169: São inadmissíveis embargos infringentes no processo de mandado de segurança. inclusive sobre o do exequente. muito menos em sede de embargos de declaração. está esgotada a prestação jurisdicional e o mérito do decidido não mais poderá ser revisto 028 . 557. SÚMULA 255: Cabem embargos infringentes contra acórdão. A sentença que julga embargos à execução não está sujeita ao reexame necessário. ainda que não haja recurso da parte. EFICÁCIA EXECUTIVA LATO SENSU. se houve recurs Enquanto não proclamado o resultado de um julgamento. A decisão que declara nulo testamento feito em relação á recorrida e torna válidas as disposições testamen Em homenagem ao princípio da fungibilidade. 530 do CPC (Art. na redação da Lei 8. por maioria de votos. RES DISPOSIÇÕES TESTAMENTÁRIAS. O julgamento colegiado se encerra quando. tem privilégio sobre o crédito bancário consolidado em confissão de dívida com garantia h . ainda que examinada matéria de mérito. REMESSA EX OFFICIO. é legítimo receber as razões da reconvenção. 557 DO CPC. e não expõe as razões do pedido de reforma da decisão dissentida SÚMULA 513: A decisão que enseja a interposição de recurso ordinário ou extraordinário não é a do plenário. Nesse instante. ART. proferido por maioria. Não se aplica o princípio da fungibilidade recursal quando o recurso erroneamente proposto infringe o requisito da tempestividade. SÚMULA 014: A REMESSA NECESSÁRIA NÃO PODE SER PROVIDA PARA AGRAVAR A CONDENAÇÃO IMPOSTA À FAZENDA PÚBLICA.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-RS STJ STJ STJ STJ STF STF STF TRF-1 STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STF STJ STF TRF-2 TRF-2 STJ TRF-1 TRF-1 169 172 174 SUM SUM SUM SUM SUM 165 EJ442 EJ537 EJ537 EJ537 SUM 178 180 SUM SUM 013 017 SUM 104 174 SUM SUM EJ489 EJ491 190 192 192 194 051 197 SUM SUM SUM 202 EJ534 203 Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Fungibilidade Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Recurso adesivo Reexame necessário Reexame necessário Reexame necessário Generalidades Generalidades Embargos infringentes Incidente de uniformização Embargos infringentes Fungibilidade Generalidades Embargos infringentes Embargos infringentes Reexame necessário Agravo regimental Apelação Fungibilidade Fungibilidade Em sede de agravo de instrumento. SÚMULA 597: Não cabem embargos infringentes de acórdão que. A Turma entendeu que. como prescrição e decadência que resultem na extinção do próprio processo. a importância das despesas de remessa e reto Terceiro economicamente interessado no julgamento de uma causa não é terceiro prejudicado tal como este é conceituado pela lei processual. A escri Na arrematação de imóvel gravado com hipoteca. a apelação. mas a do órgã O recorrente adesivo deve pagar as custas. qualquer dos juízes pode alterar o seu voto. 530. DIVERGÊNCIA. HAJA OU NÃO RECURSO VO SÚMULA 019: NÃO É CABÍVEL AGRAVO REGIMENTAL DE DECISÃO QUE EXAMINA A ADMISSIBILIDADE DOS CHAMADOS RECURSOS CONSTITUCIONAIS .RE. Aquele que teve rejeitada a alegação de ilegitimidade passiva ad causam tem interesse em recorrer. SÚMULA 455: Da decisão que se seguir ao julgamento de constitucionalidade pelo Tribunal Pleno. DECISÃO 14. os recursos cabíveis são embargos infringentes e declaratórios. A decisão reputa-se pro Uma vez proclamado o resultado do julgamento e designado o redator do acórdão. juntamente com execução contra os avalistas. Processo de execução. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. uma vez que tais embargos constituem uma complementação d SÚMULA 088: São admissíveis embargos infringentes em processo falimentar. na origem. O incidente de uniformização não é recurso e.Em execução fiscal de valor inferior ao disposto no art. ao constatar manifesta inadmissibilidade ou improcedência. o credor hipotecário tem preferência sobre o crédito de natureza pessoal. como parte integrante da defesa.894/94.julgar.

que foi homologado judicia SÚMULA 196: Ao executado que. IMPENHORABILIDADE. do CPC. SÚMULA 305: É descabida a prisão civil do depositário quando. bem como mediante simples petição no processo de execução.866/94. certa ou errada. do CPC permite que. permanecer revel. ORIGEM. as partes firmaram acordo.830/1980. ACORDO. p Embora o bem dado em hipoteca para a garantia de crédito rural seja impenhorável enquanto não vencida a dívida. 6. citado por edital ou por hora certa. a suspensão da eficácia do § 2º do art. REVELIA. que permitia a 059 . (maioria). 5º do DL n. sobrevém a arrecadação do bem pelo síndico. desde que não prescrita a ação camb Não pode o credor. se recusou-se a aceitar tal encargo. 041 . 741. SÚMULA 195: Em embargos de terceiro não se anula ato jurídico. pois. mas responderá por todas as despesa Em razão do princípio da instrumentalidade processual. A EC 30/2000. CRÉDITO PREFERENCIAL. 100. nos autos da ADIn 1. A partir da Lei 10. por se tratar de incide Na nomeação de bem à penhora. do CPC. cumpre anular a determinação de citação e por conseqüência exting Nas execuções propostas pela OAB para cobrança de anuidades a ela devidas. art.055-7/DF. SÚMULA 304: É ilegal a decretação da prisão civil daquele que não assume expressamente o encargo de depositário judicial. CUMULAÇÃO DE PENHORAS. ainda que desprovid SÚMULA 134: Embora intimado da penhora em imóvel do casal. será nomeado curador especial. IV). 827 do ref SÚMULA 268: O fiador que não integrou a relação processual na ação de despejo não responde pela execução do julgado. VALORES. Conquanto o Supremo Tribunal Federal tenha deferido liminarmente. como depositário infiel é constitucional. CONTA-CORRENTE. 4º da Lei 8. não altera a impenhorabilidade do mesmo o fato de ter sido indicado pelo próprio devedor (CPC. SÚMULA 084: É admissível a oposição de embargos de terceiro fundados em alegação de posse advinda de compromisso de compra e venda de imóvel. na venda judicial. além de não ter gerado qualquer prejuíz A ação anulatória de cláusula contratual recebe o tratamendo de embargos do devedor. oriundo de contrato de confissão de dívida. não se aplica a Lei n. o cônjuge do executado pode opor embargos de terceiro para defesa de sua meação. HOMOLOGAÇÃO. que deu nova redação ao art. também pode ser alegado defeito na realização da penhora. A OAB é uma autarquia especial. dispensando a instauração de processo de execuç A ausência de indicação do valor da causa na inicial dos embargos à execução não configura fundamento para indeferir a inicial. por fraude contra credores. em execução por quantia certa. não é título executivo. não prejudica o julgamento de recurso Tratando-se de carta precatória expedida para a realização de penhora. razão pela qual não há como negar-se SENTENÇA. É possível a cumulação de penhoras sobre determinado bem do executado.O CONTRATO BANCÁRIO DE ABERTURA DE CRÉDITO ROTATIVO EM CONTA CORRENTE. SÚMULA 233: O contrato de abertura de crédito. mesmo se proposta anteriormente à execução. haver cumprido o prazo de prisão decretada pelo juiz nos termos do art. haja vista que o valor do principal é demonstrável de pl SÚMULA 027: Pode a execução fundar-se em mais de um título extrajudicial relativos ao mesmo negócio. avaliação e alienação de bens (CPC. amparado por contrato de alienação fiduciária. ao mesmo tempo. O art. a Turma deferiu habeas corpus para tornar insubsistente decreto de prisão expedido contra emitente de cédula rural pignoratícia (DL 167/67) que não . o Juízo observa que o caso não era de propositura de ação executiva. Não cabe prisão civil decorrente de contrato de depósito relativo a bens fungíveis. devendo-se adotar o critério estabelecido no art. § 3º.É incabível o seqüestro de valores ou bloqueio das contas bancárias do INSS para garantir a satisfação de débitos judiciais. ainda que acompanhado de extrato da conta-corrente. A penhora de trinta por cento dos valores depositados em conta bancária da execut 015 .444/02. SÚMULA 309: O débito alimentar que autoriza a prisão civil do alimentante é o que compreende as três prestações anteriores à citação e as que vencerem no curso do proce O fato de o devedor. EMBARGOS À EXECUÇÃO. PENSIONAMENTO. é possível a penhora nessas condições quando há crédito Nos embargos do devedor. EXECUÇÃO. sem o cumprimento Há. mas as anuidades cobrad A matéria trata da possibilidade ou não de haver conversão automática de execução de entrega de coisa incerta. determina que é necessário o trânsito em A nota promissória emitida pela própria credora não representa caução segura para efeitos do art. I. 911/1969). II. concluída sob processamento da Justiça obreira. após a citação para execução. 649. as sentenças que impõem obrigação de fazer passaram a ostentar eficácia executiva lato sensu. assinado pelo devedor e pela testemunha. por decisão judicial. SENTENÇA. Com o desiderato de pôr fim a anterior dívida. se aquela estiver dentro do prazo para estes. O usufruto não pode ser gravado. Praticados os atos e exauridas as etapas em série que a consubstanciam. AINDA QUE ACOMPANHADO DOS RESPECTIVOS EXTRATOS DE M O contrato de abertura de crédito fixo. seja quanto ao depósito regulamentado no Código Civil como no caso de alienaçã Embora não tenha sido suscitada antes. 658). ainda que não apresentado o cheque ao sacado no prazo legal. nem penhorado (penhoráveis são os frutos). decretada a falência da empresa. seja alegada a falta Por empate na votação. tem-se como definitiva a transferência do Os bens indivisíveis de propriedade comum podem ser levados à hasta pública por inteiro. 588. art. ação de busca e apreensão e a execução (art. SÚMULA 279: É cabível execução por título extrajudicial contra a Fazenda Pública. Se. não é possível a desconstituição no bojo de execução em curso na Justiça estadual.TRF-1 TRF-1 TJ-MG STJ STJ STJ STJ STF STF STF STJ TRF-1 STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-4 TRF-1 STJ STJ TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TJ-SC STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STF 102 EJ489 SUM 162 SUM SUM SUM 027 044 045 169 114 SUM SUM SUM 185 487 167 188 SUM 162 166 SUM SUM EJ499 172 181 EJ482 169 175 170 172 177 186 187 SUM 171 SUM SUM SUM SUM SUM 191 192 192 050 Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Embargos à arrematação Embargos de terceiro Embargos de terceiro Embargos de terceiro Embargos de terceiro Embargos do devedor Embargos do devedor Embargos do devedor Embargos do devedor Embargos do devedor Execução provisória Execução provisória Fiança Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Hasta pública e arrematação Hasta pública e arrematação Hasta pública e arrematação Penhora Penhora Penhora Penhora Penhora Título executivo Título executivo Título executivo Título executivo Título executivo Título executivo Título executivo Busca e apreensão Penhora Embargos do devedor Depósito e prisão civil Não se sujeita à prisão civil o depositário assim nomeado compulsoriamente pelo Oficial de Justiça. depositário infiel. 904. constitui título executivo extrajudicial. é possível o recebimento da oposição como embargos de terceiro. ainda que originário de contrato de abertura de crédito. A múltipla penhora não prejudica os CITAÇÃO. com legitimidade para apresentação de embargos. Não é possível a execução provisória contra a Fazenda Pública. SÚMULA 600: Cabe ação executiva contra o emitente e seus avalistas. o executado poderá alegar a impenhorabilidade do bem constrito em embargos à arrematação. nos embargos do devedor à execução de título judicial. propor. da CF/1988. fungível. par. compete ao juízo deprecado decretar a prisão do depo A prisão de quem foi declarado. um sistema gradual de preclusões. EMBARGOS. Se a arrematação foi. constitui título executivo extrajudicial. único. SÚMULA 300: O instrumento de confissão de dívida.Dívida de alimentos antiga (aquela vencida há mais de três meses antes do início da execução) não pode justificar a decretação da prisão civil.

o prazo pre É ilegítimo o pagamento do encargo previsto no art.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . por economia e celeridade processuais. HASTA PÚBLICA. SÚMULA 153: A desistência da execução fiscal. INSTRUMENTO.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . Após o ajuizamento da execução fiscal. e sim.Generalidades Execução fiscal . se no primeiro não houver lanço superior à avaliação. FALTA DE PAGAMENTO.Generalidades Execução fiscal .Penhora Execução fiscal . Os direitos emergentes da concessão pública podem ser objeto de nomeação à penhora pela executada. presume-se fraudulenta a alienação do bem pelo sujeito passivo da obrigação. 40 da Lei n. SÚMULA 139: Cabe à Procuradoria da Fazenda Nacional propor execução fiscal para cobrança de crédito relativo ao ITR. após o oferecimento dos embargos. Os Conselhos de Fiscalização Profissional são autarquias especiais e suas anuida SÚMULA 121: Na execução fiscal o devedor deverá ser intimado. PENHORA. COISA JULGADA.Generalidades Execução fiscal . EDITAL. INEFICÁCIA. Os honorários devidos por força de execução fiscal integram-se ao crédito tributário. o legislador optou por estipu AÇÃO ANULATÓRIA. provar que o enriquecimento dele resultante aproveitou ao casal. conseqüentemente. 204 do CTN.Generalidades Execução fiscal . quando a liquidação da sentença depender somente de cálculos aritméticos. encontrando respaldo também no entendimento A prescrição constitui-se causa extintiva do direito do exeqüente. descabida a exigência de comprovação de prév SÚMULA 042: Nas execuções da dívida da União.Descabe ao juiz extinguir de ofício execução fiscal ajuizada com certidão de dívida ativa. do dia e hora da realização do leilão. Exigir-se a formação de ação incidental de embargos para só nela a A instrução da petição inicial com certidão de dívida ativa é o quanto basta para o regular processamento de execução fi scal. quando da existência de vícios averiguados de plano. Na execução.Generalidades Execução fiscal . 11 – LEF) não opera de forma rígida. Lei 6.830. Nada impede que. O instituto da exceção de pré-executividade consiste em meio direto de defesa. em face do disposto no § 2º do art. somente a citação válida pode interromper a contagem do prazo prescricional. AUTOMÓVEL. a supremacia do interesse público e o princípio de que a execução por quantia certa deve ser levada a efeito em benefício d Quando interrompida a prescrição e não havendo bens a penhorar. 046 . TRF-1 TRF-1 STJ TRF-4 TRF-4 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-SC TJ-RS STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 107 117 175 SUM SUM 107 EJ436 EJ440 EJ480 EJ480 EJ499 SUM SUM SUM 160 164 165 165 172 175 177 181 192 193 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 114 EJ476 Embargos Exceção de pré-executividade Exceção de pré-executividade Execução fiscal . A ordem de gradação estabelecida no art. a execução fiscal prosseguirá como definitiva se essa era sua natureza ao ser aj Se já formulado na esfera administrativa pedido referente à compensação da exação tida por inconstitucional com débitos referentes a tributo de igual espécie. entendendo que descabe a alegada ocorrência de coisa jul 15.Generalidades Execução fiscal . HASTA PÚBLICA. porquanto a Ce Na execução fiscal. não bastando o mero despacho que ordena a citação. art. de ofício.Generalidades Execução fiscal .025/69. CÁLCULO. A preferência legal de bens suscetíveis de penhora (art. a Turma entendeu excluir da penhora o automóvel u EXECUÇÃO. 11 da Lei 6.Generalidades Execução fiscal . 40 da LEF) e. 6830).Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . oportunizar ao exeqüente sua A nomeação de curador especial a devedor citado por edital no processo executivo fiscal atende ao princípio do contraditório. devendo ser vista em cada caso. Restou provado que o título executivo não tem certeza e liqüidez por vício na presunção contida no art.É incabível a extinção do processo de execução fiscal pela falta de localização do devedor ou inexistência de bens penhoráveis (art.Generalidades Execução fiscal . o juiz não poderá reduzir o encargo de 20% (vinte por cento). 015 . na execução fiscal. via embargos do devedor. não necessitando serem habilitados na falência. não é lícito ao juiz determinar. de 1980 (e no art. sopesados os interesses do credor e o princípi Em função do princípio da economia processual.STJ STJ STJ STJ STJ 194 202 203 256 255 Hasta pública e arrematação Penhora Generalidades Hasta pública e arrematação Embargos de terceiro CITAÇÃO. cumpre à Fazenda Pública antecipar o numerário destinado ao custeio das despesas com o transp SÚMULA 251: A meação só responde pelo ato ilícito quando o credor.Generalidades Execução fiscal .025/1969 pela massa falida. 208 da Lei de Falências. SÚMULA 189: É desnecessária a intervenção do Ministério Público nas execuções fiscais. SÚMULA 190: Na execução fiscal. que visa emprestar maior celeridade à execução e conciliar o . Prosseguindo o julgamento. sem necessidade de embrenhar-se em No processo de execução.Generalidades Execução fiscal . 6º.: execução de multas eleitorais aplicadas através de decisão judicial da Justiça Eleitoral).Generalidades Execução fiscal . A Turma proveu o recurso. Na hipótese do REGISTRO PROFISSIONAL.Generalidades Execução fiscal . que o credor co 019 . execução de crédito hipotecário vinculado ao Sistema Financeiro de Habitação .830/80.Não constituindo o documento essencial a propositura da execução fiscal (CPC. PREÇO VIL.Generalidades Execução fiscal . que veda a cobran Mesmo pendente de recurso a sentença que julgou improcedentes os embargos do devedor. não se deve extinguir a execução.Generalidades Execução fiscal . CANCELAMENTO. § 1º). Execuções especiais: execução fiscal.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . 1. REPRESENTANTE COMERCIAL. ATO PRIVATIVO. não pode a Fa EXECUÇÃO FISCAL. 655 do Código de Processo Civil). pessoalmente.Generalidades Execução fiscal . CREDOR. a intimação do devedor ocorra no mesmo edital de hasta públic PENHORA. ÔNUS DA PROVA. não exime o exeqüente dos encargos da sucumbência. 730 do Código de Processo Civil. DEVEDOR. ARREMATAÇÃO. o processo pode ficar suspenso a pedido do exeqüente (art. a controvérsia acerca da ilegitimidade passiva de parte pode ser dirimida em exceção de pré-executividade se se tratar de prova inequívoca. caso 058 . Em execução fiscal contra empresa e sócios-gerentes. ao ser verificada a nulidade do título executivo (CDA). 1º do DL n. FRAUDE.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal .A execução fiscal contra a Fazenda Pública rege-se pelo procedimento previsto no art. processada perante a Justiça Estadual. SÚMULA 128: Na execução fiscal haverá segundo leilão. Ainda que a jurisprudência admita possível a interposição de ação anulatória para buscar-se rescindi EMBARGOS DE TERCEIROS. TRABALHO. ANUIDADES. 183.Penhora Não é possível discutir em sede de embargos matéria já decidida judicialmente (ex. A presunção de legitimidade do crédito tributário. previsto no Decreto-Lei 1. não estando sujeita a dilação probatória. cabe aos mesmo o ônus da prova para dirimir ou excluir a responsabilidade.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal .

EMPRESA. MULTA. 5. CAUTELAR. STJ TRF-3 STF STJ STJ STJ TRF-1 TJ-RS STJ STF STJ 182 SUM 051 163 190 195 115 SUM 168 SUM 201 Busca e apreensão Cabimento Cabimento Exibição de documentos Generalidades Generalidades Liminar Liminar Produção de provas Exibição de documentos Generalidades Na hipótese de ação de busca e apreensão. IMPROCEDÊNCIA. 359) na ação cautelar de exibição de documentos. PENHORA. nos termos da Lei 5. há de prossegui-la até a DÍVIDA PÚBLICA. 5º O executado poderá opor embargos no p SÚMULA 199: Na execução hipotecária de crédito vinculado ao Sistema Financeiro de Habitação. único do art. 806 do CPC) não causa a extinção do processo cautelar. é vedada a análise de matéria fático-probatória. não podendo ad Cabe ao executado comprovar que a penhora sobre o faturamento inibe o pagamento dos créditos trabalhistas. principalmente quando não há sequer a c Execução fiscal. espécies. para qual se busca alcançar o efeito suspensivo. Impenhorabilidade de bens da infraero: ausência de previsão legal. CAUTELAR.Penhora Execução fiscal . a medida cautelar será requerida diretamente ao Tribunal.Penhora Execução fiscal . 800 do CPC (―Interposto o recurso. ação de depósito. é providência destituída de consistênc É incabível o deferimento de pedido de bloqueio genérico e indiscriminado de numerário existente em conta bancária do executado. DE DIFÍCIL OU DUVIDOSA EXCEÇÃO. mas sim a perda da e Em face do caráter auxiliar. no juízo de 1º grau. A Turma de PENHORA. não há que se indicar. (Art . EMBARGOS. MUDANÇA. Os embargos à execução hipotecária só produzem efeito suspensivo se observados os requisitos do art. 40 da Lei 6.Penhora Execução fiscal .741/1971. 334 – Cód. Insurge-se a recorrente contra a execução de multa (astreinte) fixada em sentença cautelar. O extemporâneo ajuizamento da ação principal (art. autônomo e temporário da cautelar. é imprópria para a discussão do reajuste da prestação dos contratos habitacio 009 . RECUSA. PRAZO. NOMEAÇÃO. por decisão liminar do STF. Não se vislumbra qualquer incompatibilidade jurídica entre os pedidos de revisão de contrato e de consignação em pagamento. quando impugnado ato de autoridade sujeita. A mãe acabou por cobrir as verbas de obrigação do pai referentes aos alimentos dos filhos. de execução fiscal.830/80 e do art. IMUNIDADE. pouco observada comumente por costume forense não apropriado. ação de prestação de contas. ganha reforço de maior realce com a criação dos Juiza No litisconsórcio ativo facultativo. Alega CAUTELAR.741-71. 5º da Lei 5. 174 do CTN autoriza a conclusão de que a suspensão das execuções fi sca SÚMULA 006: EXECUÇÃO FISCAL SUSPENSA COM BASE NO ARTIGO 40 DA LEI Nº 6830/80 NÃO PODE SER JULGADA EXTINTA.830/1980.Em matéria fiscal é cabível medida cautelar de depósito. pelo m A interpretação que decorre da leitura combinada e sistemática do art.Penhora Execução fiscal . IMÓVEL. a concessão de medida cautelar inominada. PRAZO. Procedimentos especiais de jurisdição contenciosa: ação de consignação em pagamento.Penhora Exceção de pré-executividade Execução fiscal . restou de todo esvaziada. po PENHORA. É legítima a recusa à penhora de título da dívida pública sem cotação na bolsa por falta de liquidez. a exceção de pré-executividade não pode ser acolhida. entendeu que. por isso que implicaria negar vigência oblíqua ao art. 6. 186 do C Inexistindo bens passíveis de garantir a execução. a sentença que acolhe o pedido não é condenatória. Civil). o prazo para embargar.Penhora Execução fiscal . A nova redação do par.Generalidades Execução fiscal .741/71. princi A importância da fixação correta do valor da causa. PENHORA. AÇÃO PRINCIPAL. quanto mais o 17. Tratando-se de execução fiscal. EXAME DE PROVA. EXECUÇÃO. inclusive quando a ação principal for declaratória de inexistência de obrigação tributária. tend SÚMULA 047: A ação de consignação em pagamento.Generalidades Execução fiscal . Na hipótese dos autos. não se faz necessária a intimação pessoal do devedor para efeito da constituição em mora. na ordem de preferência estabelecida no art.Penhora Execução hipotecária Execução hipotecária Execução fiscal . RITO. Processo cautelar: estrutura. vez que é possível a busca e apreensão por descumprimento da ordem. Cabimento de Medida Cautelar. o valor da causa como determinante da competência do órgão julgador – Juizado Especial Cível Federal ou Vara Federal Comum. é admissível a penhora sobre o faturamento da empresa executada. ORDEM DE PREFERÊNCIA. ação de anulação e substituição de títulos ao portador. 648 do CPC). no mandado de intimação da penhora. Se ocorrer a decretação da falência do executado após a penhora de bens ocorrida na execução fiscal. AÇÃO PRINCIPAL. PENHORA. é possível a avaliação prévia do imóvel. sendo lícito ao juiz. em virtude da sua natureza declaratória. MAS ARQUIVADA SEM BAIXA NA D SÚMULA 031: NA EXECUÇÃO FISCAL. é o valor O juiz da Vara Federal Comum. INTIMAÇÃO. interpretar cláusula in A ação de depósito. Na cobrança do ICMS pelo Estado. Visto que. se for necessário.Não é admissível. TÍTULOS. NA AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO. uma vez deferida a perícia. liminar e peculiaridades.Penhora Execução fiscal . ações possessór STJ TRF-1 TRF-1 TJ-SP STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 194 EJ476 SUM SUM 172 172 113 EJ481 EJ481 EJ482 Alimentos Consignação Consignação Consignação Consignação Consignação Depósito Juizado Especial Federal Juizado Especial Federal Juizado Especial Federal ALIMENTOS. não há e FALÊNCIA. SALDO BANCÁRIO. na via do REsp. 11 da Lei n. ou sua liminar. nos termos da Lei 8866/94. A Seção. na via do mandado de S Na ação cautelar de produção antecipada de provas. Execução. por maioria. PRÉ-EXECUTIVIDADE. não pode remetê-la ao Juizado Especial Federal (JEF) sem prévio exame da inicial e dos seus docu . A DISCUSSÃO SOBRE O QUANTUM DA DÍVIDA. basicamente me Na ação de consignação em pagamento. conqu EXECUÇÃO HIPOTECÁRIA. mas. acerca da existência de execução fiscal em desfavor de seu proprietário. muitas vezes é imprescindível o O procedimento especial da consignação em pagamento admite ampla discussão a respeito do débito e seu valor.‖) não alter Descabe multa cominatória (CPC. vertente processual do pagamento em consignação (art. PRÉVIA AVALIAÇÃO. É VEDADA A NOMEAÇÃO À PENHORA DE TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA SEM LIQUIDEZ IMEDIATA. a impenhorabilidade é condição legal (art. Para fins fiscais.TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-2 TRF-2 STJ STJ STJ EJ476 EJ476 EJ489 165 165 190 193 193 197 166 SUM EJ503 SUM SUM 201 202 256 Execução fiscal . EXECUÇÃO FISCAL. mormente se não há contestação de 1 . não só pelo afastamento do seu ato coercitivo (prisão civil).Penhora Execução fiscal . EXECUÇÃO FISCAL. devem ser prestados por escrito os esclarecimentos de dúvida sobre o laudo oficial. art. 16.Penhora Execução fiscal .Generalidades Execução hipotecária A restrição judicial anotada no ‗registro‘ de veículo automotor. EXECUÇÃO. o juiz ordenou o bloqueio do valor em execução na conta-corrente da empresa. a que distribuída originariamente a causa. o deferimento da medida deve abster-se tão somente ao juízo de probabilidade e verossimilhança da alegaçã 008 .É ADMISSÍVEL. PRECATÓRIO. no própr SÚMULA 390: A exibição judicial de livros comerciais pode ser requerida como medida preventiva. Na execução hipotecária regulada pela Lei n. Recurso. Ao contrário. a petição inicial deve ser instruída com. SUB-ROGAÇÃO.

. CHEQUE PRESCRITO. O recorrido exerceu as funções de gerente-administrador da empresa autora. A administradora de cartão de crédito obriga-se a prestar contas e informações sobre as taxas e juros incidentes sobre débitos lançados em fatura mensal. SÚMULA 202: A impetração de segurança por terceiro. SÚMULA 002: Não cabe o habeas data (CF. SÚMULA 430: Pedido de reconsideração na via administrativa não interrompe o prazo para o mandado de segurança. tiver o domínio. tendo caráter meramen SÚMULA 247: O contrato de abertura de crédito em conta-corrente. declarada constituciona SÚMULA 631: Extingue-se o processo de mandado de segurança se o impetrante não promove. Ação de improbidade administrativa. Deve ser concedida a ordem para que sejam fornecidas ao impetrante informações pessoais que não sejam imprescindíveis à segurança da sociedade e do Estado. se com base neste for ela disputada. 9º da Lei 10. SÚMULA 487: Será deferida a posse a quem. inclusive. cabendo ao usuári AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS. De acordo com o direito positivo brasileiro. pois tais atos são de mera gestão int A liminar em mandado de segurança deve ser suspensa quando sua execução acarretar grave lesão à ordem e à economia públicas. Interdito proibitório. SÚMULA 299: É admissível a ação monitória fundada em cheque prescrito. quando a questão for relativa a licitações. SÚMULA 405: Denegado o mandado de segurança pela sentença. Nas relações de trato sucessivo (como nos casos dos tributos que vencem mensalmente). Mandado de segurança. em outro processo. Desapropriação. Ação civil pública. não se condiciona à interposição de recurso.A. inclusive por meio do Imóvel ocupado em razão de contrato de trabalho. ao argumento de que fora reconhecida judi 18. aquele que exerce sobre a coisa os poderes de proprietário é possuidor. etc Segundo a regra expressa do art. quando ensejar dilação probatória. 5º. o impetrante não necessita ter recorrido SÚMULA 213: O mandado de segurança constitui ação adequada para a declaração do direito à compensação tributária. amparado pelo mandado de segurança.259/01 ‗não haverá prazo diferenciado para a prática de qualquer ato processual pelas pessoas jurídicas de direito público. partilha.Não há renúncia tácita no Juizado Especial Federal. a citação do litisconsorte passivo necessário. inclu 017 . O despacho que simplesmente ordenou a citação do réu da ação monitória não reclama fundamentação. Não constitui ameaça. letra a) se não houve recusa de informações por parte da autoridade administrativa. (N. retroagindo os efeitos da SÚMULA 429: A existência de recurso administrativo com efeito suspensivo não impede o uso do mandado de segurança contra omissão da autoridade. assumindo o ato de servidor e. SÚMULA 474: Não há direito líquido e certo. Somente pessoas estatais podem figurar no pólo passivo da relação processual instaurada com a impetração do mandado de injunção. acompanhado do demonstrativo de débito. ou no julgamento do agravo. A recorrente intentou a ação de petição de herança cumulada com anulatória de partilha. o prazo decadencial para ajuizamento da ação mandamental é contado mês a mês Não há ilegitimidade passiva ad causam da apontada autoridade coatora se esta comparece aos autos. SÚMULA 632: É constitucional lei que fixa o prazo de decadência para a impetração de mandado de segurança. CABIMENTO. o MS requer a apresentação de prova preconstituída do direito tido por violado. com direito à proteção possessória. Administrou SÚMULA 259: A ação de prestação de contas pode ser proposta pelo titular de conta-corrente bancária. no prazo assinado. antes de proferida a sentença. AÇÃO MONITÓRIA. ao prestar informações. VIÚVA MEEIRA. quando se escuda em lei cujos efeitos foram anulados por outra. Usucapião especial (terras devolutas federais). Não se fala em decadência do direito de impetração quando o MS tem caráter preventivo. Ação popular. eis que apenas a elas são imputáveis Cabe mandado de segurança contra dirigente de sociedade de economia mista ou empresa pública. a liminar antes deferida perde sua força. PARTILHA. fica sem efeito a liminar concedida. contra ato judicial.: ou seja. Constitui ofensa ao princípio do juiz natural cassar MS emitido por outro juízo. constitui documento hábil para o ajuizamento da ação monitóri SÚMULA 292: A reconvenção é cabível na ação monitória.TRF-1 EJ498 Juizado Especial Federal JEF-TUN SUM Juizado Especial Federal STJ 196 Monitória STJ SUM Monitória STJ SUM Monitória STJ SUM Monitória TRF-1 113 Possessória TRF-1 EJ484 Possessória STJ SUM Possessória STF SUM Possessória STJ 165 Prestação de contas STJ 194 Prestação de contas STJ SUM Prestação de contas STJ 196 Inventário. turbação e nem esbulho o exercício do direito do proprietário de alienar o imóvel SÚMULA 228: É inadmissível o interdito proibitório para a proteção do direito autoral. seja por explícita cassação. Mandado de injunção. TRF-1 TRF-1 STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF SUM 107 SUM 167 112 113 117 117 117 EJ440 EJ520 EJ536 EJ537 SUM 161 162 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM Desapropriação Habeas data Habeas data Mandado de injunção Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança SÚMULA 034: Na ação de desapropriação o parecer do assistente técnico pode ser juntado aos autos a qualquer tempo. para fins de competência. da qual recebeu os mandatos. Art. evidentemente. defe Denegada a segurança. A decisão denegatória ou que concede liminar em MS pode ser impugnada por meio de agravo de instrumento. seja por implícita perda de eficácia em face do natural perfil declaratório negativo Inexistindo ato concreto que possibilite a constatação de violação a direito líquido e certo do impetrante. não se apresenta cabível o mandado de segurança. não sendo admissível a discussão de situações hipotéticas SÚMULA 040: O mandado de segurança não é a via própria para a comprovação de tempo de serviço para efeito previdenciário. LXXII. Por ser procedimento excepcional. pois nesse caso os dirigentes s Não cabe mandado de segurança contra dirigente da Caixa Econômica Federal quando seu ato se refere a normas de concurso público. dela interposto. após a conversão do procedimento em ordinário. HERANÇA.

algum fato constitutivo. contado. a notificação prevista no § 2º do artigo 2º da Lei nº 8. sendo objeto de usufruto. 2º. pelo presidente do tribunal "a quo".Não cabimento RE . exigindo-se. Súmula 454. mediante o depósito de seu v Enquanto medida judicial de contra-cautela. de recurso extraordinário que. modificativo ou extintivo do direito influir no julgamento d Prequestionamento. Habeas data. SÚMULA 639: Aplica-se a Súmula 288 quando não constarem do traslado do agravo de instrumento as cópias das peças necessárias à verificação da tempestividade do recu SÚMULA 528: Se a decisão contiver partes autônomas. C O mandado de segurança não perde o objeto quando a pretensão do impetrante. par. Adequação da via eleita. LXX. mandado de segurança contra MS.Não cabimento A omissão da Presidência do Tribunal a quo em examinar a admissibilidade do extraordinário enseja a interposição de agravo de instrumento para o STF. de 25 de fevereiro de 1993. Ao deferimento da medida não basta o preenchimento dos requisitos estabelecidos na Lei 4348/64 . o mandado de segurança não prescinde da indicação de um ato concreto e específico praticado pela autoridade. sobre qualquer delas se manife SÚMULA 456: O Supremo Tribunal Federal. quando for o caso. A questão consiste em saber da necessidade de intimação pessoal do representante da Fazenda Nacional da sentença c 19. independentemente de guardar vínculo com os fins próprios da entidade. é plenamente atendida com o deferimento da liminar. concluindo o Superior Tribunal de Justiça. Recurso Especial e Recurso Extraordinário STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF 015 020 030 041 047 052 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 015 024 032 RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE . de modo a justifi MANDADO DE INJUNÇÃO COLETIVO: A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou-se no sentido de admitir a utilização. FAZENDA NACIONAL.firmou-se no sentido de não admitir. 2º. em momento Direito Superveniente (CPC. O Escritório de Arrecadação e Distribuição – ECAD tem natureza privada. Não se conhece de recurso extraordinário que. pela carência da Se o STJ. DOCUMENTO. ocorrendo. não prescinde do fumus boni juris . É o que se extrai d Interpretação de cláusulas do contrato: não cabimento do recurso extraordinário. Ainda que a matéria a ser suscitada no recurso extraordinário tenha surgido. no mandado de segurança. art. entidades de classe ou associações. mas examina. 5º. 246. é extraordinária. art. pelos organismos sindicais e pelas entidad A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal . MS. faz-se necessária a oposição SÚMULA 728: É de três dias o prazo para a interposição de recurso extraordinário contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral. à segurança e à economia pública O interesse material para cuja defesa o art. substituição processual. do Pendente de apreciação ação declaratória intentada pelo expropriado objetivando o reconhecimento judicial de que o imóvel é insuscetível de desapropriação. DE EFEITOS PERMANENTES. restando incabível o mandado de segurança impetrado contra seus dirigentes. É nulo o processo de desapropriação de imóvel rural por interesse social em que falte a intimação e conseqüente intervenção do Ministério Público Federal (art. de caráter satisfativo. à saúde. O art.decorre da oportuna formulação. no julgamento da apelação. § 2º). confirma o acórdão recorrido. (a) de competên Constatado que no imóvel encontra-se em condomínio. falece legitimidade passiva ad causam ao órgão estatal apontado como coator. REQUISIÇÃO. 462). depois da propositura da ação. a admissão parcial. . se dela não foram notificados todos os condôminos do imóvel declarado de interesse social para fins de reform A validade do processo expropriatório fica comprometida se a notificação para a vistoria prevista no art. mesmo que nele se discuta matéria constitucional. por incabível.Não cabimento RE . O habeas data assegura o acesso a informações relativas à pessoa do impetra SÚMULA 043: A CASSAÇÃO OU SUSPENSÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO É ATO ADMINISTRATIVO ÚNICO. de modo implícito. 2º. não for feita pessoalmente ao proprietário do Em sede de mandado de segurança. a suspensão de segurança (Lei 4348/64. há de Não ofende a garantia constitucional da justa e prévia indenização a regra que autoriza a imissão provisória do expropriante na posse do imóvel. Exame vestibular.TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ TRF-1 STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 STF STF STJ TRF-1 TRF-2 STJ STJ EJ481 EJ482 176 177 177 486 011 012 013 016 023 026 033 038 040 045 EJ497 054 054 200 EJ501 SUM 255 255 Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Desapropriação Desapropriação Desapropriação Desapropriação Mandado de segurança Desapropriação Desapropriação Suspensão de segurança Suspensão de segurança MS Coletivo MS Coletivo MS Coletivo Mandado de segurança Mandado de injunção Mandado de segurança Mandado de segurança Habeas data Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Não obstante dotado de índole preventiva. no julgamento de recurso especial interposto simultaneamente com o extraordinário. e não agravo regim Uma vez interpostos o extraordinário e o especial contra certa decisão de mérito. § 2º. b. 4º). ECAD. uma vez q É cabível agravo regimental tanto no caso de concessão.cujo reconhecimento implicaria n Contra acórdão de Tribunal Regional Eleitoral somente cabe Recurso para o Tribunal Superior Eleitoral.mesmo sob a égide da vigente Constituição . da CF autoriza a impetração de mandado de segurança coletivo por organização sindical deve estar relacionado com a O objeto do mandado de segurança coletivo poderá ser um direito dos associados.629. conhecendo do recurso extraordinário. como as cautelares em geral. em tal caso. a posição dominante no Superior Tribunal de Justiça é de que há nulidade quando O ato do gerente regional de concessionária de energia elétrica que suspende o fornecimento do serviço pode ser impugnado por meio de mandado de segurança. como no de denegação de suspensão da segurança. de molde a config Conquanto deva-se prestigiar o princípio da instrumentalidade. no julgamento deste último. entre A legitimação das organizações sindicais. para a segurança coletiva. INTIMAÇÃO PESSOAL. julgará a causa. RAZÃO PELA QUAL.risco de grave lesão à ordem. O mandado de segurança só é o meio hábil para a requisição de documentos necessários à prova do alegado MS. AUTORIDADE COATORA. fundado na tese da incompetência absoluta da Justiça perante a qual o feito foi processado . a partir da public SÚMULA 727: Não pode o magistrado deixar de encaminhar ao Supremo Tribunal Federal o agravo de instrumento interposto da decisão que não admite recurso extraordinár SÚMULA 634: Não compete ao Supremo Tribunal Federal conceder medida cautelar para dar efeito suspensivo a recurso extraordinário que ainda não foi objeto de juízo de a SÚMULA 635: Cabe ao Presidente do Tribunal de origem decidir o pedido de medida cautelar em recurso extraordinário ainda pendente do seu juízo de admissibilidade. 462 do CPC (―Se. da LC 76/93. art. se este não dispõe. além da matéria legal veiculada no A configuração jurídica do prequestionamento . há que ser inde É nula a vistoria realizada pelo INCRA (LC 76/93. por direito próprio.que traduz elemento indispensável ao conhecimento do recurso extraordinário . Direito de vista da prova de redação. aplicando o direito à espécie.

SÚMULA 399: Não cabe recurso extraordinário. o recurso especial.Não cabimento RESP . entendeu que é possível ao STJ conhecer de REsp que cuida unicamente da violaç SÚMULA 086: Cabe recurso especial contra acórdão proferido no julgamento de agravo de instrumento. excessivo ou mesmo insignificante. SÚMULA 005: A simples interpretação de cláusula contratual não enseja recurso especial. A decisão monocrática não se presta para demonstrar o dissídio jurisprudencial com o acórdão recorri QUESTÃO DE ORDEM. SÚMULA 733: Não cabe recurso extraordinário contra decisão proferida no processamento de precatórios. Não cabe outorgar efeito suspensivo a recurso extraordinário que sofreu. TEMA DE FUNDO CONSTITUCIONAL. Sobre admissibilidade de REsp.Não cabimento RE . SÚMULA 123: A decisão que admite. 535 DO CPC. qualquer deles suficiente. ou não. por violação de Lei Federal. abusivo. de quaisquer decisões da Justiça do Trabalho. quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida. DIREITO ADQUIRIDO.Não cabimento RESP . juízo negativo de admissibilidade. de correção monetária em operações de crédito rural é de natureza infraconstitucional.Não cabimento RESP . e não ao Tribunal "a quo".Não cabimento RE . por órgão de segundo grau dos Juizados Especiais. RESP. DECISÃO MONOCRÁTICA.Não cabimento Reclamação RESP RESP RESP RESP RESP RESP RESP RESP RESP . deve ser fundamentada. quando a ofensa alegada for a regimento de tribunal. por maioria. SUSPENSÃO. SÚMULA 638: A controvérsia sobre a incidência. EMBARGOS INFRINGENTES. 10. No RE. JULGAMENTO. RESP. cabe ao STJ se pronunciar definitivamente. ou não. A Seção. não cabe recurso para o Supremo Tribunal Federal. COMPROVAÇÃO. DIVERGÊNCIA. que a decisão que proclama direito adquirido tem fu . não viabilizando recurso extra SÚMULA 505: Salvo quando contrariarem a Constituição. SÚMULA 636: Não cabe recurso extraordinário por contrariedade ao princípio constitucional da legalidade. nos limites de sua competência. pretende que o STF declare a inconsti RESP. SÚMULA 211: Inadmissível recurso especial quanto à questão que.Não cabimento RE . com o exame dos seus pressupostos gerais e constitucionais. na origem. O recorrente interpôs recurso especial e recurso extraordinário.Não cabimento RESP . Com a alteração processual da Lei n.Não cabimento RESP . ART. A Corte Especial. inclusive dos pre SÚMULA 454: Simples interpretação de cláusulas contratuais não dá lugar a recurso extraordinário. por si só.Não cabimento RE . entendeu. RESP.Não cabimento RE .STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 162 162 183 193 195 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 054 202 203 RE . SÚMULA 734: Não cabe reclamação quando já houver transitado em julgado o ato judicial que se alega tenha desrespeitado decisão do Supremo Tribunal Federal. SÚMULA 083: Não se conhece do recurso especial pela divergência. irrisório. SÚMULA 158: Não se presta a justificar embargos de divergência o dissídio com acórdão de Turma ou Seção que não mais tenha competência para a matéria neles versada.Não cabimento RE .Não cabimento RESP . por maioria. O valor do dano moral somente deve ser revisto na instância especial se exorbitante. p SÚMULA 203: Não cabe recurso especial contra decisão proferida. quando o acórdão recorrido assenta em fundamentos constitucional e infraconstitucional.Não cabimento RE RESP RESP SÚMULA 735: Não cabe recurso extraordinário contra acórdão que defere medida liminar. SÚMULA 126: É inadmissível recurso especial. ao prosseguir o julgamento de questão de ordem.352/2001 (que privilegiou o princípio da singularid RESP. não foi apreciada pelo tribunal "a quo". SÚMULA 207: É inadmissível recurso especial quando cabíveis embargos infringentes contra o acórdão proferido no tribunal de origem. quando a sua verificação pressuponha rever a interpretação dada a SÚMULA 637: Não cabe recurso extraordinário contra acórdão de Tribunal de Justiça que defere pedido de intervenção estadual em Município. A instauração da jurisdição cautelar do Supremo Tribun INDENIZAÇÃO. a despeito da oposição de embargos declaratórios. SÚMULA 013: A divergência entre julgados do mesmo Tribunal não enseja recurso especial. SÚMULA 007: A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial.Não cabimento RESP . ACIDENTE FERROVIÁRIO.Não cabimento RE .

para aferir. Possível converter-se o rito inicialmente empregado pela parte autora. que prejuízo bem de vida não se mostra passível de entrega em tempo razoável. característica da jurisdição contenciosa. mica Federal tem interesse. em v me da inicial e dos seus documentos.259/2001. art. Protocolizada a peça contestatória no prazo legal.497/1982).lidades instrumentais. entendeu que não tem a Justiça Eleitoral competência para anular sentença de juiz que não suspensão do processo e fiscalizar o cumprimento das mesmas. argumentando se tratar de Direito Eleitoral. n. com aplicação da Lei 10. M SER PROPOSTAS NO JUÍZO DO FORO COMPETENTE PARA CONHECIMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL PERTINENTE. há litígio. ulada com a de alimentos. o primeiro deve prevalecer. mesmo havendo interesse do CADE ou da ANP. 6º do Dec. uizado Especial Estadual. mas. A VARA DA FAMÍLIA. ou afastando o laudo e julgando como se não existisse. isto inclusive nos mandados de segurança impetrados contra autoridade administrativa federal. esso Civil. sta que se declare competente o juízo que não o suscitante ou o suscitado. 101. 87. osteriores. em face não só da unidade da jurisdição. ÓRFÃOS E SUCESSÕES. POR FORÇA DE CONEXÃO POR PREJUDICIALIDADE. tanto de natureza civil. quanto penal. por haver financiado o imóvel ou por ter o contrato cobertura do FCVS. Juizado Especial que defere tutela antecipada. impondo-se o seu processamento. detidamente. rés. mprimento de suas próprias sentenças. Aplicação. invocando precedentes. irrelevantes os equívocos cometidos no seu endereçamento. cessionária de serviços rodoviários – é determinado pelo domicílio do autor (CDC. Não há qualquer ato de caráter decisório quando do cumprimento da precatória. tirando conclusões pessoais em assunto técnico. pois o referido dispositivo refere-se aos delitos de modo geral. ONDE HOUVER. segundo as suas convicções pessoais. I). também. se a causa se subsume aos limites do Juizado Especial. Alegação de preclusão temporal. A Seção. pedido. . es os pedidos. Princípio da instrumentalidade. I. devendo o juiz. ou contra ele. ento. Precedentes do STJ. 94/1977 e art. determinar de ofício que o autor proceda à alteração do valor atribuído à causa. por se tratar de uma relação de consumo. diante dos elementos contidos nos autos. assistentes ou oponentes. até porque o deprecado deverá comunicar ao deprecante a aceitação das condições para que form ara ajuizar a ação de reparação de dano sofrido em razão de delito. chegar ao ponto de poder o julgador substituir-se ao perito. Existindo no processo contestação e até recurso. e o Tribunal a quo declinou ex officio de sua competência. pois não não se trata de caso de desistência da ação (que poderia indicar fraude à distribuição). restando competente a Justiça comum estadual. te como autoras.

A Lei n. Apesar de a Corte Especial já ter firmado que são da competência da Justiça Federal as causas em que participem as caixas de assistência dos advogados. da CF/88). II da Lei 5. o dispensado antes da instituição do Regime Jurídico Único. propriedade da União (art. esloca a competência para a Justiça Federal. mediante alvará judicial. que é o Estatuto da OAB. defeitos da penhora. por entender que esse proceder constitui ato de gestão do diretor da instituição.as vistorias e justific as autarquias ou empresas públicas. valores indevidamente depositados em conta vinculada ao FGTS de seu ex-servidor. rgão colegiado presidido por Ministro de Estado. o escolar. por maioria. os juízes estaduais são competentes para processar e julgar: II . ados especiais criminais. 15. que. pos iz estadual não era competente para julgar os embargos de terceiro contra a União. da União Federal. 45. a que remoto. mas delegada ao juízo estadual. recolhidas e o Trabalho diversos. 20. que são seus órgãos: O Conselho Federal. nesse caso.Nas Comarcas do interior onde não funcionar Vara da Justiça Federal (art. . a participação de sindicato cuja legitimidade encontra-se questionada judicialmente.A. avaliação ou alienação dos bens. III. que não se insere dentre aquelas de competência federal. 15 . os Conselhos Seccionais. porque estas são órgãos da O ento e julgamento de ação intentada pelo Município objetivando reaver. deu por competente o juízo estadual. dos. 004. em mediação coletiva. 12). (N.010-66. está na esfera da competência da Justiça Federal. as ela CLT. ividade de foro.execução das sentenças por ele proferidas.: ver EC 45/2004) ulo estatutário. exercício de cargo em comissão. ativas à segurança. que extinguiu os tribunais de Alçada) o de outros tribunais ou dos Respectivos órgãos. em virtude de acidente de trabalho ou doença profissional (Precedente do STJ). ressalvada a aplicação do Art. diz em seu art. ão do imóvel. não há int prestarem testemunhos caluniosos e de má-fé nos autos de reclamatória trabalhista.: ver EC 45/2004) da Capital do Estado-Membro. io. (Art. como órgão da Ordem dos Advogados do Brasil. mologados pela Justiça do Trabalho. 9.A. de o Procurador do Trabalho aceitar. o falecimento do titular da conta. por se tratar de ação cognitiva autônoma.806/1984. adual da situação do imóvel. o qual não se confunde com ato delegado do Poder Público. sob denominação de "contribuição sindical". portanto. A Seção entendeu que a dvogados contra companhia estadual de água e esgoto. Portanto competente é a Justiça Federal para dirimir a questão do pagamento de verbas posta na ação. A Seção. mes praticados em seu detrimento. Tais depoimentos levaram à instauração de processo criminal contra o empregador por fraude e coação para obter assinatura em documento público. higiene e saúde dos trabalhadores. (N. pagas. A controvérsia é limitada ao plano das relações de consumo. s contribuições devidas aos sindicatos pelos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais representadas pelas referidas entidades serão.

entre sindicatos. não transita em julgado. prorrogando-se a competência do juízo onde ajuizada a EF caso não argüida em momento oportuno. MANIFESTANDO A UNIÃO EXPRESSAMENTE FALTA DE INTERESSE EM INTERVIR NO FEITO. 3º. Diante disso. 119. § 1º. de 12/07/01. Dessarte. A Súm. nos termos da Constituição Federal de 1967. presários. pelo Juízo da capital. I. entendeu declarar competente o juízo d a Justiça Federal para processar e julgar o presente mandado de segurança e determinou. por ausência de recurso. acarretando prejuízo. com pedido remanescente. compete a esse juízo estadual deprecado. e na qual o Estado também interveio para defender. mento do feito. 114. restando nula a sentença remetida. a Seção. art. que somente serão remetidos à Justiça do Trabalho os feitos relativos à indenização de danos morais e/ou patrimoniais decorrentes de acide dicos da empresa jornalística. réus. mas de delegação. ambas as empresas têm capacidade financeira de demandar em foro diverso de seus domicílios. III. da Lei 10. No caso. a competência para a Justiça Federal. I. autos e não suscitar conflito. III. 59-STJ diz respeito ao julgamento da própria ação e não da declaração de incompetência. ores à instituição do regime jurídico único. o seu domínio anterior. 394). ainda que para declarar-lhe a nulidade em virtude de incompetência. Competência relativa. que acabou por efetivar a penhora.259/01. esse ato. excluiu da competência dos Juizados Especiais Federais as causas em que se pretende a ‗anulação ou cancelamento de ato administrati indenização em que ex-empregado objetiva a reparação de danos materiais e morais pelo não pagamento de prêmio previstos em concurso interno. o e autor da reclamação. ão de nulidade do foro de eleição. quando utilizou símbolos pessoais na publicidade de obras e serviços realizados pela prefeitura. pois que ligado à continuidade de prestação de serviço público federal. a Seção firmou. A controvérsia reside em saber qual o juízo competente para processar e julgar indenização pelos danos materiais re rabalho processar e julgar as ações sobre representatividade sindical. pois sua competência restringe-se às controvérsias ligadas ao processo eleit anos morais e materiais em decorrência de doença profissional equiparada a acidente de trabalho. tendo por objeto imóvel reivindicado pela União Federal em incidente de oposição (CPC.259. COMPETINDO O JULGAME ão proferida por juiz estadual. face de particular. por maioria. No caso. Diante disso. é competente a Justiça Fede ncompetência. Art. ao desmontar o equipamento complexo penhorado na reclamatória. Remessa dos autos ao Juízo competente. com a remessa dos autos ao juízo que entende competente. no exercício de função federal delegada. petência federal as questões envolvendo o ensino superior. z Estadual investido de jurisdição federal. abalhista.locais. pretende receber a complementação do valor referente a sua prestação de serviços. e previsão legal. risdição. § 1º. I. NÃO PODERÁ SER OBRIGADA A INTEGRAR A RELAÇÃO PROCESSUAL. acrescido pela Emenda Constitucional 45/04). resta incompetente a Justiça Eleitoral. s precou a realização de atos para outro juiz estadual. em produtos da emp ue não é de simples gestão administrativa. no juízo próprio. c). raticamente). processar e julgar a ação anulatória da arrematação d mandato eletivo. Nulidade. entre sindicatos e trabalhadores e entre sindicatos e empregadores (CF/88. Em se tratando de ato praticado por dirigente de instituição particular de ensino privada. Art. o danificou. PELO QUE NÃO ELIDE A COMPETÊNCIA CONCORRENTE DA JUSTIÇA FEDERAL. I. I. parágrafo 3. HIPÓTESE DE COMPETÊNCIA RELATIVA. ao prosseguir o julgamento. art. de ofício. Agravo interno não provido. Serão processadas e julgadas na justiça estadual. cio no Juizado Federal (CF. como alienante do bem. art. na esteira de precedentes d . utilizem empregados aos domingos e feriados. do de segurança impetrado contra decisões do Colégio Recursal do Juizado Especial de Pequenas Causas. sendo defeso ao juiz modifi cá-la de ofício (Súmula 33/STJ ÁRIA. ré da ação de cobrança. sem acordo prévio ou convenção coletiva de trabalho. A jurisprudência do STJ e desta Corte é pacífi ca no sentido de que a regra que determina o ajuizamento de execução fi scal no domicílio do executado defi o Especial Federal. A Turma. de propostas para melhorias técnicas que forem acolhidas e implantadas. A incompetência ratione loci é relativa. ressalvada a ação fiscal. Isso posto. ainda que relacionadas a universidades particulares. Precedentes desta Corte e do STJ. a remessa dos autos à Justiça Comum do Estado do Piauí. 3º. 108. sem prejuízo do ajuizamento de nova causa. Impossibilidade. tendo a alteração de c entendimento sobre o tema em questão (vide Informativo do STF n. A universidade é pública e pertence à organização administrativa do Municípi nte autárquico corporativo profissional especial. n. não se trata de estabelecimento particular. em seu art. no foro do domicílio dos segurados ou beneficiá IONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA. (§ 3°. praticado por autoridade de instituição privada no exercício de função federal delegada. III. no exercício da competência federal delegada. A Lei 10. 56). por maioria. em conseqüência. inclusive mandados de segurança.

sa. sobre as prestações vencidas ao tempo do ajuizamento da ação mais doze prestações vincendas (art. na condição de representante do FGTS. por elas requeridas. custas e honorários. ante a distorção havida no valor atribuído à causa. suspensão do processo de conhecimento por prazo superior a 6 meses (CPC. 267. quando a sua realização for determinada. o ência do recolhimento da taxa judiciária (art. § 3°. áter beneficente. não se pode declarar a deserção antes do pronunciamento a respeito da assistência judiciária.906/94. de ofício. 257 do CPC). a Turma entendeu que incumbia ao Tribunal a quo i stiça Estadual. . art. Assim. suposto processual (art. m aquiescência do advogado. mas a sua extinção sem julgamento do mérito (CPC. s no efeito devolutivo quando a sentença deferir o pedido. configura-se hipótese de sucumbência recíproca. dvocatícios. o juiz deve determinar que lhe sejam pagos diretamente.A. 265. á o INSS de favor legal da isenção das custas se houver previsão em lei estadual. nesse caso. ecutividade. us financeiro. devendo a sua apelação ser recebida e processada independentemente de preparo. que comprovem a impossibilidade de suportar os encargos do processo. ela sofre as consequências de não produzi-la. ADMINISTRATIVAS. sendo que essa circunstância não foi analisada no primeiro grau. Lei 10. pelo juiz (art. 20. in casu. intimada pessoalmente. para custear diligência de oficial de justiça. Porém se faz imprescindível que. estando o recurso vinculado a outro em apenso. § 4o. ser na reposição do que foi pago a esse título pelo autor da Ação Ordinária. VI). mas também aos titulares de contas vinculadas que litigam com o Fundo. aplicando-se o princípio da causalidade. por se tratar de direito que não lhes pertence. 20. 22. art. arbitrada. Lei 9. uma vez que este deve ser suportado por quem requereu a prova. (Lei 8. 5°. honorários sucumbenciais do executado (CPC. 18). 13.189/01). não há como ser expedido alvará de levantamento da verba honorária em nome da sociedade de advogados. salvo se este provar que já os pagou‘.VER CORRIDO À REVELIA DO RÉU POR AUSÊNCIA DE CITAÇÃO OU POR CITAÇÃO NULAMENTE FEITA. (N. § 4º) CIDE A PARTIR DO AJUIZAMENTO DA AÇÃO. IV. § 3o). do CPC. ou pleo autor. conforme dispõe o art. 267. a parte não tenha cumprido a diligência no prazo assinalado. Nesta instância. por dedução da quantia a ser recebida pelo constituinte. Se esse for indeferido. 33 do CPC). bem como naquelas em que figurem os respectivos antes de expedir-se o mandado de levantamento ou precatório. art. é cabível a verba advocatícia. 260 do CPC). § 3°. do mesmo diploma). § 4º). art. iedade de que fazia parte. do débito consolidado (art.964/00 c/c art. (Art. Nas ações entre o FGTS e os titulares de contas vinculadas. CEF.: refere-se a custas na Justiça Federal apenas) art. 29-C.

CONFORME FACULTADO PELO § 4º DO ART. mesmo sem procuração. pois a citação postal está incluída no conceito de custas processuais e não de despesas processuais. assegurada a obtenção de cópias. 20 DO CPC. alínea b.título judicial e execução fundada em título extrajudicial.906/1994. Sobrevindo morte da parte quando já encerrada a instrução. 259. P na ação cautelar de seqüestro intentada. postagem de carta citatória. isso quando sucumbente a Fazenda Pública daquele Estado. 7º. pois o seu dever de fiscalização não a torna litisconsorte passiva das ilegalidades praticadas pelos f . 260 . 265.906/1994 determina que os honorários sucumbenciais pertencem ao advogado. art. o a parte executada a contratar advogado para defendê-la. e. O ença ― em que ficou no hospital desacordada e desassistida por seus familiares ― procurou obter acesso aos prontuários. 21 do CPC). com a anulação apenas dos atos proces teúdo econômico determinável. missão de avisos aos garimpeiros existentes em área indígena da iminência do início de operação policial destinada a coibir essa prática ilícita. quando não estejam sujeitos a sigilo. (Lei 8. que não revogou o art. informações e documentos necessários ao exercício da defesa. porquanto houve contrataç or tempo indeterminado. o pedido não se refere apenas à separação da meação do cônjuge supérstite. o valor da causa há de ser aquele refe rimoniais. sem apresentar. 26 do CPC). a Turma entendeu que. ao reduzir o quantum da multa. os honorários advocatícios são devidos em conformidade com o art. 153-STJ). podendo tomar apontamentos‘. CPC). acolhida para extinguir a execução em razão de c avo interno não provido.Quando se pedirem prestações vencidas e vincendas. 8. 259.906/94 – art.) II. embora o pedido de desistência tenha sido protocolado antes da citação. ainda. II. Outrossim. 23 da Lei n. tomar-se-á em consideração o valor de umas e outras. a dispensá-la do pagamento (art. por aplicação do art. unal a quo julgue o agravo de origem ao argumento de que o pedido de gratuidade de justiça pode ser deferido em qualquer fase processual. o "Princípio da Causalidade") o advogado à execução do saldo sem excluir a legitimidade da própria parte. D NSOANTE APRECIAÇÃO EQÜITATIVA DO JUIZ.584/70. mantém-se a sentença.869 . o correspondente comprovante de preparo. visto que passou a experimentar problemas de sa atórios. este deve ser o valor atribuído à causa. Mesmo como no caso. Sucede que o juiz proferiu sentença. em função do princípio da causalidade. soma-se as pretendidas parcelas para alcançar o valor correto que deve ser atribuído à causa. erecimento da exceção de pré-executividade. multa diária por eventual desobediência. 260 do CPC. havendo a concordância expressa do réu. arte beneficiária da Justiça gratuita.Art. art. o que veio a fazer no dia seguinte. condenada uma das partes à verba honorária. Logo. s monetariamente. se defensor público. o pedido tem como expressão econômica todo o patrimônio e. mpedir-se o seu defensor legal de ter acesso aos dados. II. I. rando-se à figura do art. do CPC. XIII). conseqüentemente. mas envolve a totalidade dos bens. essa ca (art. Assim. havendo o acordo nos . porém. Deve suportar o ônus em razão do caráter contencioso do incidente e de ter-lhe dado causa. Isso posto. e o comprovante do preparo apresentado somente no dia 10/5/200 de processos fi ndos ou em andamento. V. óteses previstas na Lei 5. (Cf. a simples condição de pessoa jurídica não retira da autora o direito de demandar ao abrigo da gratuidade de justiça. ainda que referida defesa tenha se dado em exceção de pré-executividade. 6. NÃO SENDO OBRIGATÓRIA A FIXAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA EM PERCENTUAL MÍNIMO. registros médicos. 23 da Lei n. aplica-se o valor da causa pela soma dos pedidos declaratório e condenatório cumulados (CPC. inclusive em execução. § 1º. (Lei n° 5. a apelação foi recebida no cartório no dia 9/5/2001. fixou-a a partir da data da citação. Mostra-se irrelevante a ausência de embargos à execução (Súm. essa quantia deve servir de base para a fixação do valor da causa. II). É certo que o art. 645 do CPC. 39 da Lei n. 8. m que o processo só se suspenderá a partir da publicação da sentença ou do acórdão. se também houve pedido de cunho patrimonial (art. devidamente corrigidas. pois havia pacto de abstenção de concorrência por cinco anos e. de herança cumulada com investigação de paternidade. diagnósticos e esclarecimentos sobre os tratamentos. sleal. deve arcar com o pagamento dos honorários advocatícios. Sendo a autora pessoa jurídica sem fi ns lucrativos (entidade pia. o advogado vencedor tem direito autônomo de executar a sentença nessa parte. Mas o Tribunal a quo. À luz da jurisprudência do STJ.830/1980). n. fi parte desistente (art. julgando improcedente a ação e impondo sucumbência ao autor. 17. em que se efetivou a citação e a parte ré contestou. na mesma ocasião.

tal qual quando esteja diante de direito indisponível. por sua vez. Ass ncia. NA QUALIDADE DE LITISCONSORTES PASSIVOS NECESSÁRIOS. em face do inadimplemento do mútuo. Note-se que o titular dessa exação é a Comissão de Valores Mobiliários. A interpretação contemporânea do art.erentes a interesses individuais disponíveis. 7. em regime de mutirão. ocuração com poderes para receber citação. também. ato de não constarem literalmente da procuração. Assim. que deve ser ouvido após a contestação e a réplica. No caso. do CPC). sem ter participado da instrução do processo. se não efetuada. 1. 225. TEM LEGITIMIDADE AD CAUSAM PARA PROPOR AÇÃO EM FACE DA PRIMEIRA. do CPC não pode desviar-se da vontade constitucional (art. (Nova redação publicada em 09/12/2003) ntos relativos ao condomínio. o juiz foi designado por uma Portaria do Tribunal de Justiça. Assim. ticipação do MP. 127) de outorgar ao Ministério Público a miss direito exaustiva e definitivamente decidido. continuando a tê-la para dar seguimento à ação. 154 e 249. a audiência prévia do MP. ecução extrajudicial do bem. III. comutuária. isso se verificar que aquele recurso é infundado ou inadmissível. PREVIDÊNCIA PRIVADA. com o fim de agilizar os serviços judiciários. 38 do CPC já é suficiente. se h iar na qualidade de custos legis. COM VISTAS À REVISÃO DE SEU BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO. afastamento por qualquer motivo. encontrava-se ele no dever de guardar e conservar a documentação cuja exibição se pleiteia na medida cautelar. assi ferir sentença. sim. mas que. promoção e aposentadoria. autarquia federal dotada de representação p . DA RELAÇÃO PROCESSUAL. precisamente quando tiver por fundamento a atuação estatal na proteção do meio ambiente. ropor a ação de responsabilidade civil de administradores de instituições financeiras que sofrem intervenção pelo Banco Central (RAET). acarreta a nulidade da citação. nomeou curador especial ao réu. postular o benefício da assistência judiciária. já em fase de execução. No caso. ainda que na qualidade de relator. porém não há necessidade que seja redigida nos exatos termos constantes do art. não caus . independentemente do término daquela intervenção e de ento do processo ao magistrado que presidiu a colheita da prova oral. m ação movida em virtude de descumprimento de contrato de compra e venda firmado por empresas estatais daquele país socialista. A citação expressa aos poderes descritos no art. as concebendo nos casos de convocação. o de citação a cominação (art. a própria norma que o estabelece preconiza exceções. 82. no caso em que o Juízo a quo. Trata-se. após ter sido citado por edital e este não interveio no feito (CPC arts. não se confundindo com deres especiais. Mantendo em seu poder documentos de interesse do condomínio na condição de síndico. pode ser instaurada também contra a ex-esposa. cial ao menor. de faculdade do julgador. ca dos atos necessários à proteção de seus direitos e cumprimento de suas obrigações. O INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL (INSS) E O FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (FNDE).102c do mesmo códice. o que dispensa. Se a certidão do oficial de justiça não explicita os dias e os horários em que realiza as diligências a procura do réu. se a petição inicial estiver devidamente instruída. 38 do CPC. licença. EGITIMIDADE PASSIVA É EXCLUSIVA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. diferentemente da falta de indicação do prazo para interpor a defesa. III. Ressaltou-se que essas empresas são dotadas de personalidades jurídicas próprias. teses em que desprovido o agravo interno. também acarretará a nulidade da citação por hora certa. deve ela figurar no pólo ativo da ação ordinária. ao observar as peculiaridades do caso concreto. § 1º). não tem o condão de a tões inerentes à ordem pública e igualitária. em estado de perplexidade diante das provas produzidas ou quando há significativa desproporção econômica ou sócio-cultural entre as partes. sso quando o MP não argüiu nem alegou prejuízo. ir a expedição do mandado liminar de manutenção ou reintegração sem ouvir o réu. sem intimá-lo. na qualidade de litisconsorte necessária. cabendo ao juiz indeferi-lo se houver relevantes motivos. s no art. uízo.940/1989). ólo passivo de ação que discute a exigibilidade da taxa de fiscalização do mercado de valores mobiliários (Lei n.

também.documentos.” ). ve nos procedimentos relativos ao Estatuto da Criança e do Adolescente. impõe-se contar o prazo para interposição do mandado de segurança após trinta dias da data em que o contribuinte teve ciência do auto de infração. 232 desse mesmo diploma: não exige que se encontre o executado em lugar ignorado. porém a original foi interposta erroneamente no STF e só foi protocolada no STJ quando exaurido o prazo de cinco dias (art. 227 do CPC). e não da data de juntada nos autos da respectiva intimação. que se equipara. o prazo para recorrer. redigida em língua estrangeira. corrigi-la ou aditá-la. de modo geral. no próprio Código Eleitoral. Tendo a sent . s similar ao fac-símile. e não a data da intimação pessoal do representante ministerial. O fato de haver portaria do Tribunal a quo determinando o funcionamento dos ofícios durante aquele período não tem o condão de alterar esse ass nexação do mandado aos autos (arts. de ofi ciais de Justiça para cumprimento das decisões judiciais que reclamem pronto atendimento. para recorrer e. ou quem exerça cargo equivalente.tratando-se da definição dos prazos recursais . o prazo se esgotara na terça-feira de carnaval. razão pela qual esse tema . 398). a data da publicação do acórdão embargado. recolhendo todos os requerimentos feitos em seu corpo. em ambas as instâncias. II. indeferiu pedido de citação do devedor por hora certa (art. em outro Tribunal. 120. mesmo com o protocolo do Tribunal de Justiça funcionando só no período vespertino nesse dia. Rel. mas. nos autos de execução por título extrajudicial. 9. e não só aqueles constantes em capítulo específico ou sob a rubrica ‗dos pedidos‘ (STJ. o agravo de instrumento interposto pela União contra decisão que. em tribunal diverso donde deveriam ter sido interpostos.não sofre o influxo arecimento espontâneo. com a efetiva entrega dos autos com vista. ogado que não possui procuração nos autos é nula. que não encontra amparo na legislação processual. não se pode afastar sua manifesta intempestividade. se a procuração outorgada por um dos litisconsortes a outro advogado é juntada aos autos após o último dia do prazo contado singelamente.‘ O curador especial integrante de núcleo de prática jurídica de universidade. do em legislação especial. s não é aplicável durante o recesso de final de ano. por equívoco. ador responsável. pela data da entrega na agência do correio. incerto ou inacessível. II. não a da remessa dos autos à Procuradoria da Fazenda Nacional. A Turma acolheu a argumentação da agravante no sentid petição inicial. bastando que as diligências necessárias realizadas pelo oficia declaratórios interpostos pelo Parquet. impresso e assinado. porque tomou-se o termo a quo do prazo recursal. art. nsiderado o dia em que a Fazenda Nacional fez carga dos autos. a da intimação. REsp. em atenção ao princípio da segurança jurídica. considerando intempestivo recurso protocolado por engano e dentro do prazo. ainda que antes do prazo. No caso. a que a parte contrária se manifeste sobre documentos novos juntados aos autos pelo recorrido (CPC. mas se encerrou no horário normal. 241. e 738 do CPC). 2º da Lei n. aso. será intimado pessoalmente de todos os atos do processo. Ressaltou-se que a aferição da tempestividade dá-se com base na data da entrada da petição no omo não apresentado. n -feira. para esses fins. a não ser quando utilizado para o envio das imagens digitais do documento original. contando-se-lhes em dobro todos os prazos. como devido. DJU de 21/09/98). elo advogado. mas foi prorrogado para quarta-feira de cinzas. 9. eça a correr novo prazo para recurso. a sua pertinente sedes materiae. para falar nos autos. ao feriado. de declaração apresentados no prazo legal.800/1999). Assim. Min. Sálvio de Figueiredo. stintos da estipulada para o processo de conhecimento. ntestar. não pode o réu complementá-la. parágrafo único. oridade impetrada. será a terça-feira. Dessa forma. certo que há plantão.299-ES. 802.800/1999. conta datas de inclusão de informações em sistemas eletrônicos de informações processuais. A disciplina legislativa dos recursos eleitorais tem. prevista no art. para os efeitos da Lei n.

II. o Tribunal a quo não poderia ter indeferido. A ação pode ser repetida. Tal impossibilidade é ditada pela o juiz defere de ofício a conversão da obrigação em perdas e danos (arts. . e automóvel cumulada com perdas e danos. mas. a dez salários-mínimos. 1. não há dúvidas quanto à existência do contrato de compra e venda de títulos da dívida pública. em que é ca l. te.Incumbe às partes. arts. pode-se admiti-la como preliminar da contestação. quando a controvérsia se estabelece sobre a concepção. II . 138 e art. art. art. configura cerceamento de defesa a negativa do direito de produção de prova exclusivamente testemunhal para fins de comprovar a existência de benfeitorias indenizáveis. contados da intimação do despacho de nomeação do perito: I . mormente por se cons a rejeição pelo juiz de primeiro grau. indicando juiz competente para resolver medidas urgentes (Art. do CPC). no processo. da. 384 do CPC). e 461-A. considerando o princípio da instrumentalidade do processo. No caso. 461. evidamente exigia (art. fora da lide processual.UEM CARECEM DE AUTENTICAÇÃO. 1º. ra ser reconhecida a suspeição de magistrado (CPC. 535) o fato de o mesmo ter aconselhado uma das partes. ofereceu exceção de incom 2). Dessarte. pleiteado pelo banco o pagamento de todo o saldo devedor a título de indenização. porquanto o agravo da decisão que a indeferir só é recebido no efeito devolutivo. mas a prova testemunhal foi utilizad ção de despejo cumulada com rescisão de contrato agrário. que veda a concessão de tutela antecipada contra a Fazenda Pública. a petição inicial quando do julgamento de recurso e etudo se houve a requisição da extinção do incidente após a concessão de liminar no conflito. .531 do CC/1916). ao qual os tribunais dão interpretação contrária ou contraditória entre si. o conceito ou a natureza do fato jurígeno. que interveniente como custos legis com a finalidade de preservação da imparcialidade jurisdicional (CPC. não. em razão de pronunciamentos posteriores do Superior Tribunal de Justiça que firmam entendimento diverso do que restou acolhido pelo acórdão rescindendo.indicar o assistente técnico. Não pode suscitar conflito a parte que. 117. sito em julgado do acórdão rescindendo. art. 447 a 449). dentro em 5 (cinco) dias. porém. corrigido o vício. sem haver qualquer audiência conciliatória entre as partes (CPC. de ofício. invocar a inimizade do juiz da causa em relação a sua pessoa. 499. § 2o). § 1º. TF entendeu que a Lei 9.) ões unilaterais prestadas pelo interessado. como fiscal da lei. relevando-se o rigor formal. a emenda resultaria ao menos na alteração do pedido. porém nada diz quanto à prova de circunstâncias e peculiaridades do acordo. é constitucional) qual é defesa a negativa de valor probante (art. § 3º.494/97. para a sentença. Sendo assim.apresentar quesitos. Se a sentença rescindenda deu solução à lide em total de pretensa violação literal de disposição de lei. também pode.

A apelação. não sendo exigível que o órgão julgador indique com riqueza de detalhes (dia. 475 do CPC está restrito ao processo de conhecimento. entendimento firmado em precedentes. prevalecer. deve ser recebida somente em seu efeito devolutivo (art. como condições da ação. xou de ser atacada no recurso. cujo suprimento necessariamente exija alteração do resultado do julgamento. uma vez que declarou intempestivo o agravo de instrumento. Impossibilidade de alteração de ato decisório que se tornou público. embora despachado tardiamente. art. por inteiro. ndeferiu seguimento à apelação. não é preliminar da apelação. . Se assim ocorre. 46. a partir da intimação do acórdão que deslindou os embargos (CPC.Constituição não exige que a decisão seja amplamente fundamentada. I. nunciar ex officio. C). Diferença entre publicidade e intimação. preliminarmente. 485 do CPC admite a rescisória fundada em erro de fato. seja em sua modalidade retido. parágrafo único). e em cartório no prazo legal. dado que a decisão com motivação sucinta é decisão motivada. não estando a sentença sujeita à remessa oficial na media em que o art. V. mpugnação baseada em mera irregularidade formal. extrajudicial. 520. Assim. que poderia ter feito uso antes da prolação da sentença atacada. o dias. obscuridade ou erro material no julgado. o prazo interrompido retoma seu curso. ao órgão competente para o julgamento do recurso. para se pronunciar. ou de instrumento. Não é possível a coexistência de duas sentenças proferidas para julgar uma mesma ação de embargo rescisória que busca desconstituir julgado que não apreciou o mérito da demanda. Contudo o inciso IX do art. o erro xecução. hora e número do precedente leading case) o instante do início da jurisprudência prevalente. as. é o agravo de instrumento. o da audiência. Vale dizer que o agravo. por isso recorríveis por meio de embargos do devedor. Vale dizer. azo para interposição de outros recursos. mas repelidos como não dissidentes no julgamento do recurso extraordinário. plica que se possa fazer novo julgamento do recurso de agravo retido ou de instrumento julgado no passado. a fundamentação e o dispositivo. existência era conhecida pelo autor. o que inviabiliza a oposição de embargos declaratórios. inclusive. ulidade absoluta da segunda. empre quando ocorra contradição. omissão. o conteúdo deste prevalece sobre o daquela. por ambas as partes. não o transforma em apelação. extensamente fundamentada. scal. Agravo. embora julgado antes da apelação. ano. não a apelação. nesse caso não cabem embargos de divergência. do CPC). não se confunde com a apelação. isto é. Portanto. mês. pode ter preliminares próprias que não se confundem com a m A circunstância do agravante pedir que antes da apelação seja conhecido e julgado o agravo. publica contrária. já que serviu de base à decisão do Colegiado.

porquanto. ável no mérito. Cabem embargos infringentes quando o acórdão não unânime houver reformado. acolhendo cálculo elaborado pelo dev ento aos embargos infringentes. HAJA OU NÃO RECURSO VOLUNTÁRIO DAS PARTES. 001) dispõe exclusivamente sobre as sentenças proferidas em processo de conhecimento. A escritura de garantia real. RESP E RO. qualquer que seja o fundamento da sentença. e a sua inscrição no registro de imóveis são suficientes para garantir sua preferência. A decisão reputa-se proferida quando é anunciada pelo presidente e não somente quando é lavrado o acórdão. do não mais poderá ser revisto pelo mesmo órgão julgador. sim entre as conclusões. fissão de dívida com garantia hipotecária e fidejussória. qual seja. Relator do feito no Tribunal. A. grupos ou turmas) que completa o julgamento do feito. Após a vigência da citada Lei 8. . enquanto o inciso II limita seu cabimento aos embargos opostos em execução de dívida ativa. Agravo de instrumento interposto contra decisão que não recebeu apelação. DECISÃO INTERLOCUTÓRIA. a hipoteca. CONSTITUCIONAIS . salvo mediante a interposição dos recursos cabíveis. mas é necessário que a discordância esteja caracterizada na ocorrência da omissão. embora não seja cabível ação reconvencional nos processos em que se busca a tutela da posse. mas. 557 do CPC. se houve recurso da parte autora. sendo cabível o recurso de apelação. três formas possíveis de liquidação do julgado (a liquidação por cálculo).RE. em contestação. os embargos ser extinção do próprio processo. a decisão do juiz que. ecisão. causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. com propósito de ressurgir a discussão da matéria decidida. ânime proferido em remessa ex officio. mas a do órgão (câmaras. 530. Assim. e não o de agravo de instrumento. FUNGIBILIDADE RECURSAL. incorporando-se a esse. a negativa se deu em razão de os infringentes se apoiarem unicamente em voto vencido que não admitiu o julgamento monocrático de embargos de declar rgos de declaração. stitucionalidade. a sentença de mérito. ade.‖) encerra disciplina sobre a competência dos Tribunais Regionais Federais. mo parte integrante da defesa. admite-se como agravo regimental os embargos de declaração opostos contra decisão monocrática proferida pelo Min. não a previsão de hipótese de cabiment es não é a divergência entre as fundamentações dos votos.art. em grau de apelação. DESNECESSIDADE DE REITERAÇÃO EM APELAÇÃO. válidas as disposições testamentárias em relação ao de cujus encerra definitivamente o processo. é lícito ao réu.894/94. 530 do CPC (Art. uanto a matéria constitucional. órios. stituem uma complementação do acórdão de apelação. In casu. as despesas de remessa e retorno dos autos. o que realmente denota a existência de voto vencido. ou houver julgado procedente ação rescisória. AGRAVO RETIDO. e reforma da decisão dissentida. 77 do extinto TFR. Se o desacordo for parcial. ao lado daquelas que se processam por arbitramento ou por artigos. o exequente. inaplicável a Súmula n. por ontra o devedor comum. ‗demandar a proteção possessória e a indenização pelos prejuízos resu UTIVA LATO SENSU. socorrendo-se do disposto no art. contradição ou obscuridade.

da Lei 8.866/94, que permitia a prisão do depositário infiel de tributo que deveria ter sido repassado aos cofres públicos, na hipótese de não ter ele recolhido nem depositado a importância retida, nos quinze dias seguintes à sua citação, não há o civil. (maioria).

ue vencerem no curso do processo. ejudica o julgamento de recurso interposto pelo credor, com a finalidade de obter a ampliação do prazo da medida privativa de liberdade. Provido esse recurso, impõe-se o cumprimento do prazo restante da medida coercitiva, à vista do caráter p ecado decretar a prisão do depositário judicial que deixar de restituir os bens colocados sob sua responsabilidade, nos termos da Súmula 619 do STF ( “A prisão do depositário judicial pode ser decretada no próprio processo em que se constituiu o Civil como no caso de alienação protegida pela cláusula fiduciária. Os compromissos assumidos pelo Brasil em tratado internacional de que seja parte (§ 2º do art. 5º da Constituição) não minimizam o conceito de soberania do Estado-povo na esponderá por todas as despesas e custas, editais e comissão do leiloeiro, inclusive as despendidas naquela fase processual, pois deixou de suscitar a impenhorabilidade antes. entro do prazo para estes. a de imóvel, ainda que desprovido do registro.

auração de processo de execução. Não havendo instauração de processo de execução, mostram-se incabíveis os embargos do devedor. não ter gerado qualquer prejuízo às partes, nestes casos deve ser considerado aquele valor indicado na execução. pela qual não há como negar-se a conveniência da reunião de ambas as ações, visto que o eventual acolhimento da anulatória poderá repercutir no montante do débito objeto da execução. rdo, que foi homologado judicialmente. Porém a devedora não cumpriu as obrigações firmadas, dando ensejo à execução da sentença, da qual opôs embargos. Nesse contexto, a Turma firmou que a sentença que chancelou o acordo é merame apresentação de embargos. a que é necessário o trânsito em julgado da sentença para que o pagamento do débito que dela decorre seja feito mediante precatório. Precedentes do STF. o estabelecido no art. 827 do referido código (Art. 588 - A execução provisória da sentença far-se-á do mesmo modo que a definitiva, observadas as seguintes normas: II - o levantamento de depósito em dinheiro, e a prática de atos que importem

ação e por conseqüência extinguir os embargos à execução. Inexistente feito executivo principal, não há suporte para a manutenção de embargos à execução. ecial, mas as anuidades cobradas dos advogados não têm natureza jurídica de tributo e não se destinam a compor a receita da Administração Pública. A execução por ela promovida não tem natureza fiscal, e seus empregados não são servido uantia certa, sem o cumprimento das etapas e formalidades previstas nos arts. 622 e seguintes do CPC. O objetivo específico da execução para entrega da coisa, portanto, é a procura do bem no patrimônio do devedor (ou de terceiro). Caso não mo definitiva a transferência do bem alienado para o patrimônio do adquirente, sem oportunidade de que, no mesmo processo, possa a aquisição ser desfeita sob alegação de vícios quaisquer, salva nulidade manifesta ou prova plena da inadeq

em curso na Justiça estadual, por incompetência desse juízo para tanto. A circunstância de não se ter resguardado o direito de preferência diz com a distribuição do produto da alienação judicial do bem e não com a validade dessa. as condições quando há crédito alimentar a ser solvido, dada a possibilidade de até haver prisão civil do devedor no caso de inadimplemento. execução, por se tratar de incidente.

os em conta bancária da executada é ilegal quando o montante é proveniente de pensionamento pago pelo INSS e da respectiva complementação efetuada por entidade de previdência privada. Ademais, não há nos autos qualquer referência a ESPECTIVOS EXTRATOS DE MOVIMENTAÇÃO DA CONTA CORRENTE E ASSINADO PELO DEVEDOR E DUAS TESTEMUNHAS, NÃO É TÍTULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL. o principal é demonstrável de plano e os seus acréscimos apurados mediante simples cálculos aritméticos, diferente do que ocorre com os contratos de abertura de crédito em conta-corrente, em que o saldo devedor é definido segundo critério u

que não prescrita a ação cambiária. do DL n. 911/1969). últipla penhora não prejudica os direitos de preferência dos respectivos exeqüentes. A efetivação das penhoras tem conseqüência benéfica ao executado, pois inibe a caracterização da falência (Dec. n. 7.661/1945, art. 2º, I). ulo judicial, seja alegada a falta ou nulidade da citação no processo de conhecimento, porém quando há revelia. No caso, ausente esse pressuposto, não cabe sua invocação nos embargos de devedor à execução de verba sucumbencial. gnoratícia (DL 167/67) que não pagou a dívida nem restituiu as sacas de café dadas em garantia. Os Ministros Francisco Rezek, relator para o acórdão, e Marco Aurélio, deferiram a ordem ao fundamento de que a equiparação do devedor ao d

no mesmo edital de hasta pública, isso se aquela alcança sua finalidade. Na hipótese, a intimação pessoal, via mandado e carta, não logrou êxito, e o executado esteve realmente presente à hasta. xcluir da penhora o automóvel utilizado pelo representante comercial no exercício de sua profissão. O art. 649, VI, do CPC determina que não só os instrumentos necessários ao desempenho da profissão são impenhoráveis, mas também aquel os, o legislador optou por estipular que o próprio exeqüente deve elaborá-los e apresentá-los em juízo (art. 604 do CPC). Diante disso, a Corte Especial entendeu, por maioria, tratar-se de ato privativo do credor, que deve arcar com eventuais d ulatória para buscar-se rescindir a homologação da arrematação, no caso não se deve aceitá-la, visto que o autor não combate aspectos extrínsecos da arrematação, mas se insurge contra a primitiva avaliação dos bens penhorados sob o fund alegada ocorrência de coisa julgada quando, no julgamento da apelação, o Tribunal a quo considerou a matéria objeto dos embargos de terceiros descabíveis e determinou a extinção do processo sem julgamento do mérito. Os recorrentes, irres

o judicial da Justiça Eleitoral). essidade de embrenhar-se em exames ou ponderações mais aprofundadas; é cabível, sobretudo, quando a matéria versar sobre questões de ordem pública, em que não há necessidade sequer de provocação da parte interessada. atar de prova inequívoca, caso contrário é imprescindível a oposição de embargos à execução.

da Lei n. 6830).

nteresses do credor e o princípio de que a execução deve ser conduzida da forma menos onerosa para o devedor (art. 620 – CPC). m, oportunizar ao exeqüente sua substituição. paldo também no entendimento do Superior Tribunal de Justiça. ntal de embargos para só nela analisar-se questões de menor complexidade é atentar contra o princípio da celeridade e da economia processual, além de imputar ao executado encargo demasiadamente pesado, ferindo de morte o princípio insc gência de comprovação de prévia notifi cação ao devedor para pagamento ou impugnação do débito.

minar, de ofício, que o credor comprove ter notificado o devedor do lançamento do tributo.

gos do devedor, porquanto a Certidão de Dívida Ativa tem presunção "juris tantum" de liquidez e certeza.

r levada a efeito em benefício do credor justificam a penhora sobre o faturamento no módico percentual de 5%. conseqüentemente, o prazo prescricional, por um ano. A partir daí começa a fluir a contagem de cinco anos para ocorrer a prescrição intercorrente, que em se tratando de direitos patrimoniais, não pode ser decretada de ofício. e Falências, que veda a cobrança de "custas a advogados dos credores e do falido" da massa. essa era sua natureza ao ser ajuizada. de igual espécie, não pode a Fazenda Pública simplesmente ignorar a reclamação e partir para a execução fiscal (art. 151, III, do CTN). Não incide a limitação imposta pelo art. 16, § 3°, da Lei n. 6.830/1980, pois não se quer compensar em sede art. 204 do CTN. Na hipótese dos autos, o vício é antecedente à inscrição da dívida, porquanto não existe prova da notificação do lançamento, que constitui ato de importância fundamental para configurar a obrigação tributária. Ademais, caberia arquias especiais e suas anuidades têm natureza de taxa. Sendo assim, a cobrança das suas contribuições em atraso deve ser feita por meio de execução fiscal e não resultar simplesmente no cancelamento do registro, o que seria uma coação

eio das despesas com o transporte dos oficiais de justiça.

ridade à execução e conciliar o interesse das partes, não é absoluta e pode ser flexibilizada, dependendo das peculiaridades do caso concreto, de modo a compatibilizá-la com o princípio da menor onerosidade, inserto no art. 620 do Código de

dência destituída de consistência jurídica e eficiência prática. Somente o registro da penhora no Detran é meio adequado para vincular o veículo ao processo executivo. ente quando não há sequer a comprovação do resultado infrutífero das diligências realizadas com o fito de localizar outros bens suscetíveis de penhora. . 648 do CPC), não podendo advir de mera interpretação analógica. ‗Não ocorrendo o pagamento nem a garantia da execução de que trata o art. 9º, a penhora poderá recair em qualquer bem do executado, exceto os que a lei declare absolutam igência oblíqua ao art. 186 do CTN.

rrente da empresa. A Turma deu provimento ao recurso por entender que a penhora dos saldos em conta-corrente não equivale à penhora sobre o faturamento, nem pode ser considerada de forma simplória como sendo penhora em dinheiro. Eq 1 da Lei n. 6.830/1980, não há equiparação do precatório ao dinheiro, incisos VIII e I, respectivamente, devendo-se, pois, observar a ordem de gradação lá estabelecida. Assim, possível a penhora sobre precatórios, desde que observada a orde o fiscal, há de prossegui-la até a alienação dos bens penhorados, momento em que o produto deve ser repassado ao juízo da falência para apuração das preferências. Satisfeitos eventuais créditos preferenciais decorrentes de acidente de traba lsa por falta de liquidez. ado poderá opor embargos no prazo de 10 (dez) dias contados da penhora que serão recebidos com efeito suspensivo, desde que alegue e prove: I - que depositou, por inteiro a importância reclamada na inicial. II - que pagou a dívida, apresenta deve ser instruída com, pelo menos, dois avisos de cobrança. suspensão das execuções fi scais, quando não encontrado o devedor ou não localizados bens penhoráveis, resulta no reconhecimento, a pedido do executado ou do curador especial, da prescrição intercorrente, se aludida suspensão do feito p ARQUIVADA SEM BAIXA NA DISTRIBUIÇÃO, APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DE SUSPENSÃO. TA, DE DIFÍCIL OU DUVIDOSA LIQUIDAÇÃO. idade não pode ser acolhida, pois se alega imunidade tributária (art. 195, § 7º, da CF/1988) dependente da necessária aferição de todos os requisitos aptos a sua obtenção. Outrossim, da documentação acostada, surge dúvida quanto ao períod , o prazo para embargar, conquanto a Lei de Execuções Fiscais – LEF não faz tal exigência (art. 12 da Lei n. 6.830/1980). Embora aplicável subsidiariamente o CPC, que contém norma expressa quanto à necessidade (art. 225, VI e art. 669), a d prévia do imóvel.

ente se não há contestação de que não foi entregue no endereço correto, como no caso.

amente ao Tribunal.‖) não altera a jurisprudência do STF no sentido de que não cabe medida cautelar inominada para requerer a concessão de efeito suspensivo a recurso extraordinário ainda não admitido na origem. Entendimento contrário im primento da ordem. da em sentença cautelar. Alega que já prolatada sentença de improcedência na ação principal. Isso posto, a Turma entendeu que, não obstante o processo cautelar ser autônomo, seu único escopo é assegurar a eficácia útil do processo princip cautelar, mas sim a perda da eficácia da liminar concedida. A medida cautelar preparatória deve ter regular seguimento até seu julgamento final (art. 808, I, do CPC). e e verossimilhança da alegação, sendo impróprio ao juiz remoer questões de alta indagação, que poderão retardar a prestação jurisdicional e tornar a cautelar completamente inócua. sujeita, na via do mandado de Segurança, à competência originária do Tribunal. a sobre o laudo oficial, no próprio pedido cautelar. Se necessário, cabe ao juiz designar uma audiência especial para que nela sejam prestados os esclarecimentos.

ático-probatória, quanto mais o será em sede acessória da própria ação cautelar.

o de contas, ações possessórias, embargos de terceiro, habilitação, restauração de autos, ação monitória. Juizado Especial Federal.

tos dos filhos, basicamente mensalidades e transporte escolar. Ajuizada a execução pelos filhos, o Tribunal a quo entendeu que era a mãe que deveria figurar no pólo ativo, em razão de sub-rogação, porém sob o rito, não mais do art. 733 do C edido não é condenatória, tendo em vista que apenas declara que o depósito efetuado tem força de pagamento, liberando o devedor (art. 897 – CPC). A eficácia extintiva do depósito não decorre da sentença, senão da relação jurídica de direito estação dos contratos habitacionais, quer como substitutivo da ação de rito ordinário, quer como sucedâneo da ação cautelar.

muitas vezes é imprescindível o exame sobre a validade e eficácia das cláusulas contratuais para que se possa aferir a extensão da dívida e das prestações que o autor deseja consignar. O procedimento ordinário, em tal caso, é imposição legal ecessário, interpretar cláusula inserta no contrato celebrado, para avaliar se correto o débito e liberar o consignante da dívida, sem que isso se traduza em desvirtuamento daquela ação. são liminar do STF, mas, principalmente, por cuidar de matéria que não lhe compete regular (Art. 1° - É depositário da Fazenda Pública, observado o disposto nos arts. 1.282, I, e 1.283 do Código Civil, a pessoa a que a legislação tributária ou p realce com a criação dos Juizados Especiais Cíveis Federais – JEF‘s (Lei 10.259/01, art. 3º, §3º), por alçado a fator determinante da sua competência (absoluta por natureza), que desafia a atenção acurada do órgão julgador já na apreciação d Vara Federal Comum, é o valor individual (aplicação analógica da Súmula 261/TFR) inferior ou superior a 60 salários mínimos, respectivamente, desinfluente que o somatório desses valores per capita seja superior aos 60 salários mínimos (art. xame da inicial e dos seus documentos, para aferir, detidamente, se a causa se subsume aos limites do Juizado Especial, assertiva que o obriga a verificar, dentre outros: a) se o valor atribuído à causa é real; b) se o nomen iuris da ação condiz

jurídicas de direito público, inclusive a interposição de recursos, devendo a citação para audiência de conciliação ser efetuada com antecedência mínima de trinta dias‘. Este dispositivo legal aplica-se a todos os que litigam nos Juizados Especia

ntação, tendo caráter meramente ordinatório. A ação monitória instruída com cheque prescrito dispensa a demonstração da causa de sua emissão, de acordo com a jurisprudência mais recente, considerando a perda da natureza executiva em f o ajuizamento da ação monitória.

sessória, inclusive por meio do interdito de que trata o art. 932 do CPC, na hipótese de ameaça à sua posse (Art. 932 - O possuidor direto ou indireto, que tenha justo receio de ser molestado na posse, poderá impetrar ao juiz que o segure da tu proprietário de alienar o imóvel, cujo uso foi cedido gratuitamente a seu empregado.

tura mensal, cabendo ao usuário, em seu interesse de agir, mover ação de prestação de contas, se persistirem dúvidas quanto aos critérios aplicados. cebeu os mandatos. Administrou bens de terceiros, daí advindo sua inegável obrigação de prestar as contas reclamadas. O acórdão decretou a carência da ação ao fundamento de que inadequada a ação de prestação de contas quando ela não

nto de que fora reconhecida judicialmente como filha em investigatória de paternidade, e veio a ser alijada do inventário de seu pai cuja partilha contemplou apenas outra filha. A recorrente insurge-se também contra a exclusão da meeira do pólo

ociedade e do Estado.

e apenas a elas são imputáveis provimentos normativos. pois nesse caso os dirigentes são equiparados a agentes públicos. ais atos são de mera gestão interna de pessoa jurídica de direito privado.

damental é contado mês a mês. ato de servidor e, inclusive, defendendo-o. atural perfil declaratório negativo da sentença, sendo impossível, assim, reavivá-la por meio da atribuição de efeito suspensivo à apelação, exceto havendo flagrante ilegalidade ou abusividade e nas situações excepcionais onde não for possível de segurança. cussão de situações hipotéticas, conhecidas como impetração contra lei em tese. ar dilação probatória.

ante não necessita ter recorrido anteriormente na causa que deu origem ao ato judicial objeto do MS, na qualidade de terceiro interessado)

dida, retroagindo os efeitos da decisão contrária.

or outra, declarada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal. passivo necessário.

a autoridade, de molde a configurar de forma clara e objetiva o fundado receio de dano a direito líquido e certo. a é de que há nulidade quando o Ministério Público não foi intimado em primeira instância, conforme art. 10 da Lei 1.533/51, mormente considerando que na segunda instância alega a nulidade. ndado de segurança, uma vez que exerce atividade delegada pelo Poder Público mediante concessão.

blico Federal (art. 246, § 2º, do CPC e LC n. 76/1993). desapropriação, há que ser indeferida a liminar de imissão na posse do Incra. resse social para fins de reforma agrária. Segurança concedida face ao reconhecimento, na espécie, de ofensa ao art. 5º, LV, da CF. essoalmente ao proprietário do imóvel ou a seu procurador. direito próprio, (a) de competência para praticar o ato reclamado, ou (b) de poder para ordenar a suspensão da deliberação questionada ou (c) de autoridade para suprir a omissão indicada. 25 de fevereiro de 1993, há de fazer-se, na via direta, aos titulares do domínio e ao usufrutuário, considerados individualmente, ou, na indireta, àqueles que os representem legalmente. el, mediante o depósito de seu valor cadastral (Lei 3365/41, art. 15, § 1º, c). Entendimento consolidado do STF, que prevalece em face da CF/88. umus boni juris . segurança e à economia públicas -, sendo necessário, ainda, que se verifique a plausibilidade da tese sustentada pelo requerente. al deve estar relacionado com as atividades identificadoras da categoria, mas não precisa ser peculiar a essas atividades. s da entidade, exigindo-se, entretanto, que esse direito ou interesse esteja compreendido na titularidade dos associados e que exista ele em razão das atividades exercidas pelos associados, não se exigindo, todavia, que esse direito ou interess aso, substituição processual. C.F., art. 5º, LXX. Não se exige, tratando-se de segurança coletiva, a autorização expressa aludida no inciso XXI do art. 5º da Constituição, que contempla hipótese de representação. O objeto do mandado de segur nto da liminar, de modo a justificar-se a extinção do processo, pois, sem o julgamento de mérito, que a confirme, a situação jurídica do impetrante perderá por completo a proteção legal, voltando a uma mera situação de fato, tanto mais que a hi ismos sindicais e pelas entidades de classe, do mandado de injunção coletivo, com a finalidade de viabilizar, em favor dos membros ou associados dessas instituições, o exercício de direitos assegurados pela Constituição. l, mandado de segurança contra atos decisórios de índole jurisdicional proferidos pela Suprema Corte, eis que tais decisões, ainda quando emanadas de Ministro-Relator, somente são suscetíveis de desconstituição mediante utilização dos recu contra seus dirigentes. es relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros públicos ou banco de dados de entidades governamentais ou de caráter público (art.5º, LXXII, a, Constituição Federal), como na hipótese dos autos, em que pretende o candidato o ac NENTES, RAZÃO PELA QUAL, IMPETRADO O MANDADO DE SEGURANÇA APÓS O PRAZO DE 120 DIAS, OPERA-SE A DECADÊNCIA. necessários à prova do alegado se a autoridade responsável se recusa a fornecê-los. Fazenda Nacional da sentença concessiva de ordem pleiteada em mandado de segurança impetrado contra ato de delegado da Receita Federal. O Min. Relator explicitou que, na primeira instância, embora as informações sejam prestadas pela

para o STF, e não agravo regimental no âmbito da Corte de origem. este último, pela carência da ação, dá-se o prejuízo do primeiro. Uma nova decisão surge em substituição à atacada - artigo 512 do Código de Processo Civil. ém da matéria legal veiculada no primeiro, os temas constitucionais discutidos no segundo, deve a parte vencida interpor contra essa decisão novo recurso extraordinário, sob pena de ficar superada pelo trânsito em julgado a controvérsia consti ortuna formulação, em momento procedimentalmente adequado, do tema de direito constitucional positivo. Mais do que a satisfação dessa exigência, impõe-se que a matéria questionada tenha sido explicitamente ventilada na decisão recorrida. do direito influir no julgamento da lide, caberá ao juiz tomá-lo em consideração, de ofício ou a requerimento da parte no momento de proferir a sentença.‖) é aplicável na instância do recurso extraordinário. o, faz-se necessária a oposição de embargos declaratórios para afastar a incidência da Súmula 356 do STF (―O ponto omisso da decisão, sobre o qual não foram opostos embargos declaratórios, não pode ser objeto de recurso extraordinário, p do for o caso, a partir da publicação do acórdão, na própria sessão de julgamento, nos termos do art. 12 da Lei 6.055/74, que não foi revogado pela Lei 8.950/94. não admite recurso extraordinário, ainda que referente a causa instaurada no âmbito dos juizados especiais. nda não foi objeto de juízo de admissibilidade na origem. u juízo de admissibilidade. ação da tempestividade do recurso extraordinário não admitido pela decisão agravada. (Súmula 288: Nega-se provimento a agravo para subida de recurso extraordinário, quando faltar no traslado o despacho agravado, a decisão recorrida, a pe sobre qualquer delas se manifestar, não limitará a apreciação de todas pelo Supremo Tribunal Federal, independentemente de interposição de agravo de instrumento.

ujo reconhecimento implicaria necessariamente a nulidade de todos os atos decisórios (CPC, art. 113, § 2º) -, pleiteia somente a cassação da decisão de segundo grau. onstitucional. É o que se extrai do disposto no art. 121, "caput", e seu § 4º, inc. I, da Constituição Federal de 1988, e nos artigos 22, inc. II, e 276, I e II, do Código Eleitoral (Lei nº 4.737, de 15.07.1965). No âmbito da Justiça Eleitoral, some

nha rever a interpretação dada a normas infraconstitucionais pela decisão recorrida.

al, não viabilizando recurso extraordinário. a do Trabalho, inclusive dos presidentes de seus tribunais.

mo Tribunal Federal.

rudencial com o acórdão recorrido, quando da admissibilidade do recurso especial, interposto com fundamento no art. 105, III, c da CF/1988, mesmo que a matéria em julgamento seja notória. de que o STF declare a inconstitucionalidade do art. 5º da Lei n. 9.779/1999, que foi reconhecida pelo juízo monocrático e afastada pelo acórdão recorrido. Explicitou-se que, se o STF acolher a inconstitucionalidade do citado dispositivo, o REsp que cuida unicamente da violação do art. 535 do CPC, mesmo que o tema de fundo seja eminentemente constitucional.

a para a matéria neles versada.

quer deles suficiente, por si só, para mantê-lo, e a parte vencida não manifesta recurso extraordinário.

tribunal "a quo". ção cautelar do Supremo Tribunal Federal pressupõe, necessariamente - e no que se refere à concessão excepcional de efeito suspensivo ao recurso extraordinário - a existência de juízo positivo de admissibilidade do apelo extremo, proferido p vilegiou o princípio da singularidade recursal), não há mais a possibilidade de interposição simultânea de recursos, salvo entre recurso especial e o extraordinário. Sendo assim, a parte deve aguardar a decisão final dos embargos infringentes p roclama direito adquirido tem fundamento duplo: tanto é constitucional, quanto legal. Assim, o STJ pode conhecer de REsp que se fundamenta em alegação de desrespeito ao direito adquirido (art. 6º, § 2º, da LICC).

nvicções pessoais. ondo-se o seu processamento, que prejuízo algum causará à autora na busca judicial do reconhecimento do seu direito, aplicando-se, no caso, o princípio da instrumentalidade do processo.

a unidade da jurisdição, mas, também, em virtude do princípio da instrumentalidade, desde que observados o contraditório e a ampla defesa. Precedentes.

tência para anular sentença de juiz que não lhe seja subordinado, sendo o Tribunal de Justiça o competente para anular a sentença proferida pelo juiz de Direito. ante a aceitação das condições para que formalize a suspensão do processo.

"contribuição sindical", pagas, recolhidas e aplicadas na forma estabelecida neste Capítulo).

der Público, portanto, nesse caso, não há interesse a justificar a competência da Justiça Federal. r assinatura em documento público, que, posteriormente, foi arquivado por ausência de provas. Os testemunhos foram praticados após o término do vínculo obreiro e, se identificados como ilícito de suposta calúnia, guardam natureza civil.

ao juízo estadual. A Seção entendeu que a delegação de que trata o art. 15, I, da Lei n. 5.010/1996, prevista no art. 109, § 3º, da CF/1988, abrange também as ações paralelas à execução fiscal promovida pela Fazenda Pública Federal, como, os advogados, porque estas são órgãos da Ordem dos Advogados, autarquia federal por natureza, os institutos de advogados (sociedades civis) que são instituídos pelas caixas, têm personalidade jurídica própria e diversa, não se classificando

selho Federal, os Conselhos Seccionais, as Subseções e as Caixas de Assistência dos Advogados. O fato de possuir personalidade jurídica própria não dá à Caixa vida autônoma, completamente desvinculada da OAB e, até por uma questão d

a processar e julgar: II - as vistorias e justificações destinadas a fazer prova perante a administração federal, centralizada ou autárquica, quando o requerente for domiciliado na Comarca).

domínio anterior.

claração de incompetência.

ce à organização administrativa do Município, componente, portanto, do sistema de ensino do Estado, como preceitua o art. 17, II, da Lei n. 9.394/1996. As universidades estaduais e municipais gozam de total autonomia para organizar e gerir s

ao juiz modifi cá-la de ofício (Súmula 33/STJ). II. O bom senso impede a declinação do foro, assim como outras questões processuais, como a alteração tardia de sua sede no CNPJ, o que implicaria, a rigor processual, a aplicação da Súmula 58 oro do domicílio dos segurados ou beneficiários, as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado, sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal, e, se verificada essa condição, a lei poderá permitir que PROCESSUAL, COMPETINDO O JULGAMENTO À JUSTIÇA ESTADUAL. eral delegada, é competente a Justiça Federal para processar e julgar ação em que se discute a legitimidade do aludido ato. II. Afi gura-se nula a decisão proferida por juízo estadual não investido de jurisdição federal em ações da competência cução fi scal no domicílio do executado defi ne competência territorial e, portanto, relativa, dependendo a modifi cação da competência, em tais casos, de exceção oposta pelo interessado, na forma do art. 112 do CPC. II. Incabível, assim, a dec nulação ou cancelamento de ato administrativo federal‘, excepcionando apenas os atos administrativos de natureza previdenciária e os de lançamento fiscal. II. Em conseqüência, independentemente do valor atribuído à causa, não compete ao J colhidas e implantadas, em produtos da empresa. O regulamento patronal do concurso era destinado somente aos empregados, logo havia correlação com o vínculo laboral. a no exercício de função federal delegada, se sujeita ao crivo da Justiça Federal no julgamento de mandado de segurança. e julgar a ação anulatória da arrematação dos bens, ainda que nela figure como parte passiva a autarquia federal exeqüente. Isso porque é princípio assente em nosso ordenamento processual que compete ao juízo em que se praticou o ato ex e às controvérsias ligadas ao processo eleitoral e cessa com a diplomação definitiva dos eleitos, com exceção da ação de impugnação de mandato (art. 14, § 10 e § 11, da CF/1988). Com esse entendimento, a Seção, prosseguindo o julgamen

e julgar indenização pelos danos materiais resultantes do desmonte. A Seção declarou competente o juízo estadual para julgar a lide de natureza eminentemente civil. Constitucional 45/04), tendo a alteração de competência aplicação imediata, alcançando processos em curso, caso em que os atos decisórios praticados pelo juízo federal então competente permanecem válidos. II. Declara-se a competência su orais e/ou patrimoniais decorrentes de acidente de trabalho (nova redação do art. 114, VI, da CF/1988) que, no advento da EC n. 45/2004, ainda se encontravam sem sentença prolatada, seja de mérito ou não. Aqueles já com sentença prosseg oria, entendeu declarar competente o juízo de Direito, visto que a pretensão do autor não denota reconhecer-se vínculo empregatício ou recebimento de verba trabalhista, mas sim valor correspondente ao serviço assim prestado. metida. A Turma, na esteira de precedentes do Superior Tribunal de Justiça, entendeu que as universidades estaduais e municipais possuem autonomia para organizar e gerir seus sistemas de ensino (CF/88, art. 211), e seus dirigentes não age

ele. não haverá condenação em honorários advocatícios. vale dizer. se negada pelo Tribunal. havendo cassação de mandato. (Lei 8. o qual examina a questão da assistência judiciária. art. § 4º) Todavia.o o recurso vinculado a outro em apenso. deve. propor ação própria para buscar a verba que entende ser devid . se o advogado for destituído de seus poderes como procurador da parte. 22. mo naquelas em que figurem os respectivos representantes ou substitutos processuais.) ue já os pagou‘. não cabendo decretação de deserção.906/94. deve ser oportunizado à parte efetuar o preparo. a entendeu que incumbia ao Tribunal a quo intimar previamente a parte interessada para fins de complementação.

se defensor público. eparo apresentado somente no dia 10/5/2001. ente. 645 do CPC. não mais. o valor da causa há de ser aquele referente ao monte-mor. não há que se falar em vencido ou vencedor. O valor das prestações vincendas será igual a uma prestação anual. se o colado antes da citação. mas lhe negou e passiva das ilegalidades praticadas pelos fiscalizados. peticionou nos autos. se a obrigação for por tempo indeterminado. por maioria. o qual identif Turma entendeu que. porém. o que atrai a incidência do art. será igual à soma das pres que passou a experimentar problemas de saúde por patologia contraída nas dependências daquela instituição. . o credor e o devedor de tal verba se confundem (art Súm. Prosseguindo o julgamento. é admitido pedido genérico em ação de indenização. por não ser possível. restando inexistente a sucumbência decretada. determinar-se o quantum debeatur. a fim de que. n. O hospital recusou. mas cominatório. essa verba não lhe aproveita. faz ela jus aos benefícios da justiça gratuita. or correto que deve ser atribuído à causa. De outro lado. É válido o ida para extinguir a execução em razão de cancelamento da inscrição do débito em dívida ativa. além de que o prazo para apelar fluiria até o dia 16/5/2001. a Turma proveu o recurso ao fundamento de que essa multa não possui caráter compensatório. se. no caso. que culminou inclusive em sua aposentadoria. aplicando-se o art. ao interpretar o art. até quando notificado extrajudicialmente. A Turma. retome-se a prática dos atos processuais pertinentes. 153-STJ). quando do ajuizamento da ação. havendo o acordo nos autos. por tempo inferior. promovida à habilitação dos sucessores. cabendo à ré. 258 do CPC. 511 do CPC entendeu que. declare a impossibilidade de assunção do ônus (miserabilidade jurídica presumida). conheceu do recurso. a jurídica sem fi ns lucrativos (entidade pia. Nesse caso. citação. qualquer acesso à docu ça. fi lantrópica ou benefi cente). aplica-se a deserção. inclusive. ou por tempo superior a 1 (um) ano. porquanto houve contratação de advogado que. em consideração o valor de umas e outras. que a destina ao Fundo de Aparelhamento da Defensoria.advogado. com a anulação apenas dos atos processuais praticados após a sua prolação – julgando-se prejudicadas as apelações –. mas sim ao Estado para o qual presta seu munus. (Precedentes do STJ). por aplicação do art. 287 do CPC. desde que.

Note-se que o art. obrigatoriamente. se houver. por sua vez. A Turma.447/1997 manteve. de forma clara. já em segunda instância.102c. promoção e aposentadoria. assim às hipóteses em que o magistrado perde temporária ou definitivamente a jurisdição junto àquele Juízo em que se encontra o processo onde houve a colheita dessa prova oral. que nem sequer tomou parte na avença. 127) de outorgar ao Ministério Público a missão precípua de participar. s jurídicas próprias. no mandado. 9. OLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (FNDE). § 1º). nômica ou sócio-cultural entre as partes. a República de Cuba. nos autos da ação de investigação de paternidade. é possível. não se confundindo com a pessoa jurídica de direito público internacional. mas que. não tem o condão de afastar qualquer juiz do processo. 1. 154 e 249. a ação cautelar deveria ser dirigida contra ele e não contra a comunhão. uer motivo. no caso. a produção de prova genética de DNA. 7° da Lei n. r ouvido após a contestação e a réplica. Assim. por ressaltar a preponderância do interesse público. deve integrar a lide no lugar da União. mesmo que não requerida na fase postulatória pelo Parquet ou pelo de litisconsorte necessária. citação por hora certa. em especial no que ta . prosse sse do condomínio na condição de síndico. O síndico é que deve figurar no pólo passivo da lide. que. a legitimidade ministerial para prosseguir no processo. não causa prejuízo ao réu o fato de. constar a expressão "com suspensão da eficácia do mandado de pagamento" ao invés dos termos da parte final do referido art.emente do término daquela intervenção e de prova atual de prejuízos. ão do prazo para interpor a defesa. de todas as causas que envolvam aspectos vinculados à proteção do meio ambiente. autarquia federal dotada de representação própria.

como devido. nando só no período vespertino nesse dia. com base na data da entrada da petição no protocolo deste Superior Tribunal. diligências necessárias realizadas pelo oficial de justiça tenham sido frustradas. dos prazos recursais .não sofre o influxo das prescrições gerais estabelecidas na legislação processual comum. Figueiredo. DJU de 21/09/98). quando o devedor evita ser encontrado pelo oficial de justiça para não receber o mandado. não se equipara ao defensor público. heu a argumentação da agravante no sentido de ser possível essa forma de citação no processo de execução. ausentando-se do seu endereço. Tendo a sentença decidido a lide nos exatos termos do pedido inicial. a fi m de que lhe seja concedido o benefício do prazo em dobro. não há que se falar em sentença extra petita. não organizado e mantido pelo Estado.núcleo de prática jurídica de universidade. eríodo não tem o condão de alterar esse assento jurisprudencial e legal. embora preste serviço de assistência judiciária gratuita. .

arts. no processo. ofereceu exceção de incompetência). de resto. II. quanto mais se compatíveis os pedidos cumulados diante do disposto no art. particularidade espec cia de benfeitorias indenizáveis. sobretudo quando da impossibilidade de prova documental. mormente por se constituir em comprometimento desfavorável ao autor. mas a prova testemunhal foi utilizada.ão inicial quando do julgamento de recurso exclusivo do autor. a existência de amizade entre o J pública. CPC. não incide a ndendo. para revelar se a obrigação de pagamento dos cheques emitidos como parte do preço estaria condicionada à aceitação desses títulos pela Fazenda Pública. com a jurisprudência predominante do STJ (algumas questões sumuladas anteriormente ao julgado). e do juiz da causa em relação a sua pessoa. em especial. 292 do CPC. 447 a 449). em que é cabível quanto às obrigações adimplidas e benfeitorias efetivamente realizadas. Tal impossibilidade é ditada pela necessidade de estabilidade das relações jurídicas. que buscava estender o acolhimento de sua pretensão. pela ausência de previsão legal autorizando a utilização da ação rescisória como incidente de uniformização de jurisprudência. desnaturando a imparcialidade do Juiz excepto. por si só. no caso de negócio entre familiares (mãe e filho) marcados nça rescindenda deu solução à lide em total testilha à jurisprudência convergente das turmas da Corte revisora. afinada. Outrossim. ue. em . já seria suspeito para o julgamento da causa. e. e pode ser aceita.

. o erro quanto à tempestividade consiste em que foi considerada a data constante no protocolo de segunda instância e não no protocolo da comarca do interior. para a outra parte.. parágrafo único). inadmissível sua reforma por outra sentença posteriormente pr sória fundada em erro de fato. II. Assim. Logo. reconhece-se como erro de fato a inform ares próprias que não se confundem com a matéria julgada em sede de agravo retido. 6. Quando se afirma que o agravo retido é julgado em preliminar à apelação.as para julgar uma mesma ação de embargos à execução.. Uma vez julgado o mérito da causa e publicada a respectiva sentença. Não significa que o agravo é apelação ou nde com a apelação.). reabre-se. Se assim ocorre. publicado o acórdão que decidiu embargos declaratórios dirigidos a julgado (. o prazo para dirigir embargos declaratórios à mesma decisão que julgou o recurso especial'. . com seu encaminhamento à Secretaria da Vara. significa dizer que será julgado primeiro.

que prevê o não essória e a indenização pelos prejuízos resultantes da turbação ou do esbulho cometido pelo autor‘ (CPC. O juízo de primeira instância entendeu não ser possível aplicar o principio da fungibilidade recursal. Não-provimento do agravo retido. confi gur amento monocrático de embargos de declaração. manda citar o executado para opor embargos não corresponde à antiga sentença homologatória dos cálculos. z que. acolhendo cálculo elaborado pelo devedor ou pelo contador judicial. art.Se o desacordo for parcial. 922). ais. os embargos serão restritos à matéria objeto da divergência). não a previsão de hipótese de cabimento de recurso para esses tribunais. Com base nesse entendimento. por considerar se tratar de decisão interlocutória que desafia agravo. em face da impossibilidade de ade . ntra decisão que não recebeu apelação. a Turma não conheceu de recurso extraordinário em que se sustentava a não recepção pela CF/88 da Lei 6825/80. divergente daquele apresentado pelo exeqüente.

da no próprio processo em que se constituiu o encargo. nessa espécie de contrato. a fiscal. nos termos do art. Caso não seja encontrado o bem. dependem de caução idônea. ento de que a equiparação do devedor ao depositário. Assim sendo. os referidos valores são impenhoráveis con o saldo devedor é definido segundo critério unilateral do credor. 1º. nº 7. ambas aqui não vislumbradas. ais. à vista do caráter provisório da decisão de primeiro grau. da CF. I). requerida e prestada nos próprios autos da execução). aquela atinente à ‗baixa oferta em face da avaliação‘. ou em caso de destruição ou alienação. bem como de sua família. mônio do devedor (ou de terceiro). que. LXVII. em tese. independentemente da propositura de ação de depósito. não mais subsiste. por esta razão. em princípio. 2º. Por isso os vícios porventura ocorridos no pactuado devem ser solvidos em ação em dinheiro. não há nos autos qualquer referência a que possa ter outros depósitos. 7º. da Lei 8. n. como são destinados ao sustento da executada. c/c o art. r à execução de verba sucumbencial. e seus empregados não são servidores públicos. 5º. que. não há óbice para que o juiz determine a sua prisão.866/94. o conceito de soberania do Estado-povo na elaboração da sua Constituição. senão os provenientes da pensão. e a prática de atos que importem alienação de domínio ou dos quais possa resultar grave dano ao executado. após o trânsito em julgado da sentença. o art. 7º. seja em face do art. é. caso descumprido o comando nela co nte da medida coercitiva.661/1945. art. induz a nulidade da arrematação. ("ninguém deve ser detido por dívida": "este princípio não limita os mandados de autoridade judiciá sentença que chancelou o acordo é meramente homologatória. como depositário infi el. Vencidos os Ministros Maurício Corrê . do Pacto de São José da Costa Rica.quinze dias seguintes à sua citação. A vileza do preço. seja em face da Convenção Interamericana de Direitos Humanos. no ca em e não com a validade dessa. poderá o credor optar pela entrega de quantia em dinheiro equivalente ao valor da coisa e postular a transformação da execução de e nulidade manifesta ou prova plena da inadequação da avaliação. 7.” ). limitando-se o juiz ao exame dos requisitos formais do pacto. sem análise de mérito da transação.

ssão são impenhoráveis, mas também aqueles que são úteis. o do credor, que deve arcar com eventuais despesas de contratação de profissional habilitado à elaboração da memória de cálculo. Ressaltou-se que, diante da impossibilidade financeira de o credor contratar tal profissional sem comprometimen a avaliação dos bens penhorados sob o fundamento da existência do preço vil, mácula intrínseca do negócio jurídico, fora dos limites do art. 486 do CPC. A hipótese reclama, sim, ação rescisória. m julgamento do mérito. Os recorrentes, irresignados, moveram o REsp contra a existência da coisa julgada ou a sua inoponibilidade, com base em declaração de ter havido fraude à execução, porquanto esta pode ser decretada incidentalmente

ovocação da parte interessada.

ente pesado, ferindo de morte o princípio insculpido no art. 620 do CPC.

de ser decretada de ofício.

/1980, pois não se quer compensar em sede de embargos à execução fiscal, mas, sim, desconstituir o título exeqüendo em razão de pretendida convalidação judicial da própria compensação, efetuada na esfera administrativa. urar a obrigação tributária. Ademais, caberia à Fazenda municipal o ônus da prova, visto que fica em seu poder o procedimento administrativo. lamento do registro, o que seria uma coação ilícita, no dizer do Min. Relator.

erosidade, inserto no art. 620 do Código de Processo Civil.

utado, exceto os que a lei declare absolutamente impenhoráveis‘ (art. 10 da LEF - grifei). O só fato de executar serviço público não torna impenhoráveis ou inalienáveis os bens da Infraero, por isso que a Constituição prevê em seu art. 21, XII, c

mplória como sendo penhora em dinheiro. Equivale à penhora do estabelecimento comercial e, como tal, deve ser tratada para só ser possível quando o juiz justificar a excepcionalidade. Permitir-se tal penhora é o mesmo que decretar sua asfix re precatórios, desde que observada a ordem de preferência da referida norma. eferenciais decorrentes de acidente de trabalho ou de natureza trabalhista, a exeqüente, em razão do aparelhamento daquela execução fiscal, passa a ter primazia perante os demais credores.

a na inicial. II - que pagou a dívida, apresentando desde logo a prova da quitação).

tercorrente, se aludida suspensão do feito perdurar por mais de 5 anos. Precedentes desta Corte e do STJ. ‗Transcorridos mais de cinco anos após a data em que arquivado o processo executivo (art. 40, § 2º, da LEF), impõe-se o reconhecime

ção acostada, surge dúvida quanto ao período da dívida questionada e ao certificado de filantropia, a recomendar o uso dos embargos (art. 16, § 3º, da Lei n. 6.830/1980). nto à necessidade (art. 225, VI e art. 669), a doutrina vem entendendo que essa irregularidade não acarreta a pretendida nulidade.

dmitido na origem. Entendimento contrário implicaria pré-julgamento da admissão do RE pelo relator da cautelar no STF, em detrimento da livre apreciação do recurso pelo presidente do tribunal a quo, que é competente originariamente para tal assegurar a eficácia útil do processo principal. Assim, na espécie, não há razão para subsistir a sentença cautelar, e muito menos a execução da multa fixada, se o processo principal já se findou. Salvo casos específicos, como antecipação de

porém sob o rito, não mais do art. 733 do CPC, mas sim do art. 732, que não permite a coerção mediante prisão. Nesta instância, a Turma entendeu que a alteração do rito, antes de conflitar com o acolhimento da sub-rogação, amolda-se ao ca entença, senão da relação jurídica de direito material. Conquanto a cognição da consignatória seja ampla, podendo as partes discutir a origem e existência do débito, as cláusulas contratuais e tudo o que for necessário à aferição da exatidão na

nto ordinário, em tal caso, é imposição legal, e seu emprego deve ser considerado como pedido implícito nessa ação.

l, a pessoa a que a legislação tributária ou previdenciária imponha a obrigação de reter ou receber de terceiro, e recolher aos cofres públicos, impostos, taxas e contribuições, inclusive à Seguridade Social). acurada do órgão julgador já na apreciação da inicial (como da parte ré com a contestação), em ordem a atender aos seus notáveis princípios norteadores: celeridade (sem tumultuar rituais), informalidade (sem retrocessos absolutamente evitáv a seja superior aos 60 salários mínimos (art. 3º, §3º, Lei 10.259/01 – JEF‘s). Se entre os autores em litisconsórcio ativo facultativo, algum deles deduzir pretensão econômica superior ao limite (60 salários mínimos) da competência dos JEF‘s (Ju sa é real; b) se o nomen iuris da ação condiz com o conteúdo efetivo da peça processual apresentada; c) se a via processual é adequada; e d) se, pelos elementos constitutivos da pessoa jurídica-autora, está ela legitimada a figurar no pólo ativ

a todos os que litigam nos Juizados Especiais Federais, sejam eles entidades públicas ou privadas.

derando a perda da natureza executiva em face do transcurso do prazo prescricional.

e, poderá impetrar ao juiz que o segure da turbação ou esbulho iminente, mediante mandado proibitório, em que se comine ao réu determinada pena pecuniária, caso transgrida o preceito).

ação de prestação de contas quando ela não se referir a valores monetários. Não tem como subsistir o acórdão recorrido, pois pertinente é a via eleita (art. 914 do CPC e art. 1.301 do CC/1916). A ação de prestação de contas não há de referir-s

ambém contra a exclusão da meeira do pólo passivo da demanda, ponderando que, tendo ela participado da partilha que restou anulada, deveria também permanecer para a nova partilha a ser realizada. A primeira partilha fora em detrimento d

ituações excepcionais onde não for possível a recomposição material de uma situação fática (dano irreparável ou de árdua recomposição), o que não é o caso.

xigindo, todavia, que esse direito ou interesse seja peculiar, próprio, da classe. presentação. O objeto do mandado de segurança coletivo será um direito dos associados, independentemente de guardar vínculo com os fins próprios da entidade impetrante do writ, exigindo-se, entretanto, que o direito esteja compreendido na a mera situação de fato, tanto mais que a hipótese – extinção do processo sem o mérito – levaria à cassação da liminar. ados pela Constituição. desconstituição mediante utilização dos recursos pertinentes, ou, tratando-se de pronunciamentos de mérito já transitados em julgado, mediante ajuizamento originário da ação rescisória.

os autos, em que pretende o candidato o acesso à cópia da prova de redação que realizou no exame vestibular. O direito de vista de prova relativa a concurso público é assegurado ao candidato, pela Constituição Federal, nos termos dos arts. 5

mbora as informações sejam prestadas pela autoridade coatora e, se for o caso, para deferimento ou indeferimento da liminar, quem tem legitimidade para interpor os recursos cabíveis é o representante da União. Daí porque ele deve ser intima

elo trânsito em julgado a controvérsia constitucional resolvida no julgamento do REsp. xplicitamente ventilada na decisão recorrida. Sem o cumulativo atendimento desses pressupostos, além de outros igualmente imprescindíveis, não se viabiliza o acesso à via recursal extraordinária. pode ser objeto de recurso extraordinário, por faltar o requisito do prequestionamento.‖).

espacho agravado, a decisão recorrida, a petição de recurso extraordinário ou qualquer peça essencial à compreensão da controvérsia.)

1965). No âmbito da Justiça Eleitoral, somente os acórdãos do Tribunal Superior Eleitoral é que podem ser impugnados, perante o S.T.F., em Recurso Extraordinário (arts. 121, § 3º, e 102, III, "a", "b" e "c", da C.F.).

stitucionalidade do citado dispositivo, o REsp ficaria sem objeto. Mas, se acolhida sua constitucionalidade, o STJ julgará, então, o REsp quanto à questão de natureza infraconstitucional, que consiste em saber se realmente a cobertura para prot

admissibilidade do apelo extremo, proferido pela Presidência do Tribunal a quo ou resultante do provimento, por decisão do próprio STF, do recurso de agravo. a decisão final dos embargos infringentes para impugnar inclusive, sobre a parte unânime do julgado (CPC, art. 498, com a redação dada pela citada lei). Logo, na espécie, o apelo especial relativo à parte unânime restou incabível e quanto ao § 2º, da LICC).

uposta calúnia, guardam natureza civil.

ovida pela Fazenda Pública Federal, como, no caso, os embargos de terceiro opostos à execução processada na Justiça estadual. ídica própria e diversa, não se classificando como órgãos daquela autarquia. Por isso, correto determinar-se a competência da Justiça estadual na hipótese, pois contende instituto com sociedade de economia mista em ação de procedimento c

svinculada da OAB e, até por uma questão de política judiciária, deve-se encaminhar ao mesmo juízo as questões tanto relativas à OAB, como à Caixa.

m de total autonomia para organizar e gerir seus sistemas de ensino (CF/1988, art. 211), e seus dirigentes não agem por delegação da União. A apreciação de seus atos é da competência da Justiça estadual.

a rigor processual, a aplicação da Súmula 58/STJ (‗Proposta a execução fi scal, a posterior mudança de domicílio do executado não desloca a competência já fixada‘), e o parágrafo único do art. 578, o qual dispõe: ‗(....) a ação poderá ainda ser ada essa condição, a lei poderá permitir que outras causas sejam também processadas e julgadas pela justiça estadual.)

urisdição federal em ações da competência jurisdicional da Justiça Federal, como no caso, devendo proceder à remessa dos autos ao juízo federal competente. III. O depósito judicial do valor relativo às mensalidades escolares é medida cautel o art. 112 do CPC. II. Incabível, assim, a declaração de incompetência, de ofício, pelo Juízo da capital, antes mesmo de que seja determinada a citação do executado, a teor do disposto na Súmula 33/STJ. do valor atribuído à causa, não compete ao Juizado Especial Federal julgar o pedido de anulação de autos de infração de trânsito, matéria que se enquadra perfeitamente na exceção acima referida.

ompete ao juízo em que se praticou o ato executivo processar e julgar as causas tendentes a desconstituí-lo. É assim para os embargos à execução por carta (art. 747 do CPC) e para os de terceiro (art. 1.049 do mesmo diploma), sendo certo a ndimento, a Seção, prosseguindo o julgamento, declarou competente o Tribunal de Justiça estadual.

cem válidos. II. Declara-se a competência superveniente da Justiça do Trabalho para julgamento do recurso. to ou não. Aqueles já com sentença prosseguem regidos pela antiga competência da Justiça comum estadual, inclusive recursal. Decidiu-se adotar jurisprudência do STF no sentido de que a alteração superveniente de competência, mesmo qu e ao serviço assim prestado. (CF/88, art. 211), e seus dirigentes não agem por delegação da União. Dessa forma, a apreciação jurisdicional de seus atos é da competência da Justiça Estadual. REOMS 2004.40.00.000001-9/PI, Rel. Des. Federal Souza Prudente, julgado em

a para buscar a verba que entende ser devida em face dos serviços prestados.

287 do CPC. será igual à soma das prestações. conheceu do recurso. Então a recorrente propôs ação de exibição dos documentos e. elidir tal presunção. mas o juiz deixou de conde a dos atos processuais pertinentes. or tempo inferior. semelhantemente ao ocorre quando o autor é pessoa física.e o devedor de tal verba se confundem (art. Ressaltou-se que a multa cominatória tem como objetivo coagir o devedor a serção. se menor que os valores apurados. qualquer acesso à documentação. o qual identifica o termo inicial de incidência da multa à data do descumprimento da sentença ou decisão proferida em tutela antecipada.) o extrajudicialmente. se o caso. ncidência do art. Se os valores requeridos pelo autor não podem ser mensurados de imediato. 1. aplicando-se o art. em juízo. a ade jurídica presumida). É válido o valor da causa atribuído na inicial.049 do CC/1916). que deverá ser complementado posteriormente. mas lhe negou provimento. cabendo à ré. alegando vedação do Código de Ética Médica. . o hospital apresentou a documentação. 258 do CPC. r.

que. A Turma.102c. considerando-se legítima a sua participação no feito a pa do referido art. ida na fase postulatória pelo Parquet ou pelo investigante.eita dessa prova oral. Dessa forma. é menor e é beneficiado pela Assistência Judiciária. Outrossim. 1. é patente que a aludida cominação consta do mandado. rância do interesse público. correto considerar como termo a quo . aliás. prosseguindo o julgamento e por maioria. em especial no que tange à conversão do mandado inicial em executivo. porém em outras palavras. deu provimento ao recurso do MP para determinar a nulidade do acórdão de segundo grau e da sentença.

. do. ausentando-se do seu endereço.concedido o benefício do prazo em dobro.

em atenção ao disposto nas Súmulas 134/TFR e 343/STF. do CPC c/c art. não incide a Súmula 343/STF. 402. indicando a existência de três correntes de entendimento. independentemente de investigação subjetiva (CPC. (SÚMULA 343 . ócio entre familiares (mãe e filho) marcados pela informalidade (arts. Quando o acórdão rescindendo. II. § 8º. do Estatuto da Terra). adas anteriormente ao julgado). de forma fundamentada adota uma delas. 135).Não cabe ação rescisória por ofensa a lite zação de jurisprudência. do art. inciso IV. por si só. III. 401. pela Fazenda Pública. a existência de amizade entre o Juiz e uma das partes. que tem . 92. particularidade específica do negócio. em especial.. posto absolutamente desinfluente que os julgamentos paradigmas tenham sido tomados por maioria ou por unanimidade. e.

III. reconhece-se como erro de fato a informação equivocada sobre a tempestividade da peça processual. o. Seja na modalidade por instrumento ou na modalidade retida. Não significa que o agravo é apelação ou parte dela. cabendo. . que a parte tem a faculdade de optar pela via processual que entender mais ma decisão que julgou o recurso especial'. Tanto assim. 463 do Código de Processo Civil. trata-se de agravo e não apelação. Entende-se por publicação o momento em que a sente ogo. a rescisória.eforma por outra sentença posteriormente prolatada porquanto já havia sido efetivada. de forma satisfatória. a prestação jurisdicional. pois. nos termos do art.

com o advento da Lei 10. recurso de apelação. Entendeu o Colegiado que. Interposto. com o fim de imprimir maior celeridade aos feitos na Justiça Federal. em tal caso.444/02. não merece reforma a decisão do juízo de primeiro grau que lhe negou recebimento. impugnável por agravo de instrumento. em face da impossibilidade de adequação procedimental. que prevê o não cabimento do reexame necessário e da apelação contra decisões proferidas em causas de valor inferior a determinado limite.ntença homologatória dos cálculos. recursal. confi gurando decisão interlocutória. as sentenças que determina . uma vez que o agravo de instrumento é interposto diretamente na instância superior. n pela CF/88 da Lei 6825/80.

os referidos valores são impenhoráveis conforme dispõe o art. não há. Matéria análoga foi examinada pelo Plenário em 22. Vencidos os Ministros Maurício Corrêa e Néri da Silveira. os no pactuado devem ser solvidos em ação anulatória e não mediante embargos à execução (art. visto que a alegada causa impeditiva da obrigação não é superveniente à sente e postular a transformação da execução de entrega em execução por quantia certa. ademais. Indispensável. não limita os mandados de autoridade judiciária competente expedidos em virtude de inadimplemento de obrigação alimentar") deve ser interpretado com as limitações impostas pelo art. Se a executada. Essa vedação torna-se mais evidente na hipótese. 741 do CPC). que. LXVII. Sem essa liquid aixa oferta em face da avaliação‘. da Constituição. cujo acórdão ainda não foi publicado (v. no julgamento do HC 72131-SP. LXVII. 5º. até porque a própria Constituição autoriza a prisão civil do depositário infi el. anos.95. contudo. CPC. eis que o imóvel foi arrematado pelo valor por que avaliado. Informativo nº 14). no tempo e . 649 do CPC. 627. não foi impugnado no tempo devido (antes da publicação do edital).11. no caso. a prévia apuração do quantum. caso descumprido o comando nela contido. em seu art. na linha do art. por estimativa do credor ou por arbitramento. . 5º. nessa hipótese. referencial esse que.tença.

morment a na esfera administrativa. anto esta pode ser decretada incidentalmente em qualquer processo. a pedido.contratar tal profissional sem comprometimento de seu sustento ou de sua família. outrossim. negativa da garantia do devido processo legal vedar o ajuizamento dos embargos de terceiros. o juiz pode. mediante a concessão do benefício da gratuidade ou do pagamento das respectivas custas. convocar os serviços da contadoria judicial. e a sua eficácia varia conforme o caso concreto. . Constitui.

‘ . dentro do formato material próprio do pagamento em consignação. 21. colhimento da sub-rogação. que for necessário à aferição da exatidão na prestação. preservável desde a inicial). XII. c (exploração de infra-estrutura portuária mediante autorização. está ela legitimada a figurar no pólo ativo da demanda.ue a Constituição prevê em seu art. como antecipação de prova. exibição de coisa e documentos e outras medidas tidas como ―conservativas‖ arroladas pelo CPC entre as medidas cautelares (notificação. da LEF). Em face dessa sistemática. de acordo com a jurisprudência. a sentença é sempre declaratória. até mesmo fazendo uso da prova pericial. não possibilita a prisão do devedor. que. interpelação. X (serviço postal e o correio aéreo nacional). impõe-se o reconhecimento da prescrição intercorrente. § 2º. 21. prevalece a competência da Vara Federal Comum. ios mínimos) da competência dos JEF‘s (Juizados Especiais Cíveis Federais). amolda-se ao caso concreto e à ação correspondente. vo casos específicos. cabe-lhe determinar a emenda da inicial e. a ação de con dade (sem retrocessos absolutamente evitáveis). preferiram o foro comum. eficácia final (imediata. pagament . que é competente originariamente para tal juízo. 40. podendo litigar perante tal foro especial. in casu. porque essa determinação não respeita os reais limites que deve ter todo credor: atendimento prioritário aos fornecedores. posse em nome de nascituro. concessão ou permissão) tratamento diferenciado ao dado ao art. para possibilitar a continuidade de aquisição da matéria-prima. o que. Se a deficiente instrução não lhe permite aquilatar tais balizamentos. indeferi-la ante a eventual desídia no cumprimento de tal determi . visto que a dívida não é atual. quiçá. máxime quando os b l penhora é o mesmo que decretar sua asfixia. requerida pelo curador especial. protesto. por presunção de opção dos demais. ress ora.

Ainda que a recorrente tivesse participado da partilha. a créditos líquidos e certos: "todo aquele que. vez que a outra filha do falecido foi contemplada com a totalidade dos bens. muito menos. A primeira partilha fora em detrimento da recorrente. o seu quinhão se restringiria a tocar os bens que coube .ão de prestação de contas não há de referir-se exclusivamente a valores em dinheiro e. de qualquer modo. administra bens ou interesses alheios está obrigado a prestar contas dessa ada.

nos termos dos arts. Note-se que. "b" e "c". LV. da C. caput. próprio. b. mas sem a intervenção do procurador da Fazenda até qu a". Daí porque ele deve ser intimado pessoalmente da sentença. nte da União.). que o direito esteja compreendido na titularidade dos associados e que exista ele em razão das atividades exercidas pelos associados. incisos XXXIII. . mas não se exigindo que o direito seja peculiar. 5º. da classe. e 37.F. XXXIV. da CF/88. no caso de o pedido de liminar ser indeferido. Constituição Federal.etanto. o rito mandamental prossegue com a oitiva do MP.

Quanto ao recurso interposto pela autora.em saber se realmente a cobertura para proteção de contratos de câmbio. pela suspensão d parte unânime restou incabível e quanto ao segundo recurso especial. interposto após o julgamento dos embargos infringentes. Com esses esclarecimentos. a Turma prov . produz acréscimo ou decréscimo patrimonial. a Turma decidiu. elevações de câmbio. em questão de ordem. futuramente. foi inadmitido na origem em decisão transitada em julgado.

.

economia mista em ação de procedimento comum. .

049 do mesmo diploma).. não atinge a validade de sentença anteriormente proferida. tornando ilegítima a negativa de renovação de matrícula sob esse fundamento. Rel. 1..) a ação poderá ainda ser proposta no foro do lugar em que se praticou o ato ou ocorreu o fato que deu origem à dívida. .. Des.)‘ (forum delicti comissi). A exígua distância entre as duas localidad às mensalidades escolares é medida cautelar suficiente e bastante para descaracterizar eventual inadimplência de alunos junto a instituição particular de ensino. mesmo que determinada por regra constitucional. como no caso. sendo certo adotar o mesmo para ação autônoma de igual natureza e finalidade que a desses embargos. art. embora nele não mais resida o réu (. o superveniente de competência.o qual dispõe: ‗(... Federal Souza Prudente. julgado em 26/08/05..

.

258 do CPC. não busca ressarcir o credor pelos danos sofridos. quanto à fixação do valor da causa.a documentação. natória tem como objetivo coagir o devedor ao cumprimento da obrigação de não fazer reconhecida em sentença ou tutela antecipada. o art. mas o juiz deixou de condená-lo no pagamento das verbas de sucumbência. A Turma proveu o recurso para c r não podem ser mensurados de imediato. ao argumento de que o pedido foi atendido sem resistência. Para esses cabe a condenação em danos materiais como . aplica-se. Esse entendimento foi confirmado pelo Tribunal a quo.

ossim. visto que a ação fora inicialmente ajuizada em litisconsórcio pa . 298. parágrafo único. CPC).o-se legítima a sua participação no feito a partir da contestação. correto considerar como termo a quo do prazo para interposição de embargos a sentença homologatória de desistência relativa ao outro réu (art.

.

que tem respaldo. inclusive na jurisprudência contemporânea do Supremo Tribunal Federal.Não cabe ação rescisória por ofensa a literal disposição de lei.. quando a decisão rescindenda se tiver baseado em texto legal de interpretação controvertida nos tribunais. especialmente. não há fundamento para acolher o pleito rescisório deduzido. quando os termos do contrato não pe .) ma fundamentada adota uma delas.

se por publicação o momento em que a sentença de mérito ou terminativa adquire publicidade. . o que ocorre com o seu simples envio à respectiva serventia jurisdicional. ao passo que a intimação aperfeiçoa-se com a publicação da sentença no optar pela via processual que entender mais conveniente.

no caso. seja. dispensando a instauração de novo processo de execução para sua efetivação forçada. celeridade aos feitos na Justiça Federal. não cabendo aplicar-se. seja em face de tratar-se de erro inescusável. as sentenças que determinam o cumprimento de obrigações de fazer e de não fazer passaram a ostentar eficácia executiva lato sensu.primeiro grau que lhe negou recebimento. surg .444/02. Lei 10. ainda. o princípio da fungibilidade recursal. por não ter sido o apelo interposto no prazo do agravo de instrumento.

por precluso o tema. deixou de impugnar a avaliação. reputar desprezível o preço da arrematação (que pela avaliação se baliza). cação do edital). Sem essa liquidação. a ormativo nº 14). mormente pelo fato que a execução carecerá de pressuposto específico. no tempo em que devia fazê-lo. nomina de vil. pois. não pode. assim fazendo. a saber. credor ou por arbitramento. . va da obrigação não é superveniente à sentença (inciso VI do referido artigo). Se a executada. mostra-se inviável a conversão automática da execução para entrega da coisa em execução por quantia certa.Constituição.

amento dos embargos de terceiros. .ou do pagamento das respectivas custas. mormente com base em anterior inacolhimento de pedido incidental de levantamento de penhora formulado nos autos de processo de execução do qual os ora recorrentes não eram partes.

quer como substitutivo da ação ordinária. à simples análise dos dados apostos pelos autores na petição. prioridade absoluta pelo caráter alimentar dos salários. máxime quando os bens nomeados (móveis) não prejudicam a continuidade do serviço público prestado. a ação de consignação em pagamento revela-se de todo imprópria para a discussão. revisão e certificação do reajuste da prestação dos contratos habitacionais. pagamento aos empregados. a cautelar não existe sem o processo principal. interpelação. perquirir se a situação fática encontra abrigo na lei aludida. entual desídia no cumprimento de tal determinação. Em face dessa sistemática. declinar da com . etc. não há falar em impenhorabilidade nem. tampouco de de aquisição da matéria-prima. não podendo. . sem cuidar de. posse em nome de nascituro.). o. preferiram o foro comum. em atividade judicante. quer como foro especial.orreio aéreo nacional). ressalvada a disistência para que outra ação (individual) se ajuize no foro (JEF) apropriado. Não havendo lei prescrevendo a afetação dos bens da Infraero.

Olvídio A. não há porqu . mas somente na parte que coube à herdeira. já que a viúva apenas recolheu a meação a que tinha direito. do mesmo modo que aquele que tenha seus bens ou interesses administrados por outrem tem direito a exigir as contas correspondentes a essa gestão" (Prof. Não repercutindo a decisão em todo o acervo. Batista da Silva hão se restringiria a tocar os bens que couberam exclusivamente à herdeira.heios está obrigado a prestar contas dessa administração.

2. quando concessiva a liminar em MS.ntervenção do procurador da Fazenda até que seja proferida a sentença concessiva ou denegatória da segurança. a nova redação dada pela MP n.437/19 . Outrossim.180/2001 ao § 4º do art. 8. 1º da Lei n.

recurso interposto pela autora. . em questão de ordem. a Turma proveu e ajustou a condenação por dano sofrida por menor que faleceu em queda de trem aos casos de hipóteses semelhantes.diu. pela suspensão do REsp até que o STF julgue o RE.

.

.

A exígua distância entre as duas localidades (Ananindeua e Belém) reforça a ausência de dano à ex vação de matrícula sob esse fundamento.i). .

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. A Turma proveu o recurso para condenar o hospital ao pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios. requerido e concedido. no caso. explici abe a condenação em danos materiais como.unal a quo.

ra inicialmente ajuizada em litisconsórcio passivo. .

.

mente. quando os termos do contrato não permitem o acolhimento da pretensão deduzida. estando em c .

rfeiçoa-se com a publicação da sentença no órgão da imprensa oficial com a finalidade de dar início ao p .

erposto no prazo do agravo de instrumento. semelhante ao que ocorre nas ações possessórias típica . apenas. e execução para sua efetivação forçada. uma fase executiva dentro do próprio processo de conhecimento. surgindo.

nomina de vil. o ‗valor da avaliação‘ (precedente) e não o ‗pr . pois.arecerá de pressuposto específico. assim fazendo. a liquidez. aliza). a saber. a bem dizer.

.rrentes não eram partes.

quer como sucedâneo da ação cautelar. tampouco. mo substitutivo da ação ordinária. tendo em vista que a intervenção d ncontra abrigo na lei aludida.falar em impenhorabilidade nem. em imunidade intergovernamental recíproca. declinar da competência incontinenti. porque estará comete .

po . RT). pág.essa gestão" (Prof. Ed. Batista da Silva. não há porque a viúva ser considerada parte legítima passiva no feito. 169. "Comentários ao Código de Processo Civil". 13. vol. Olvídio A. na parte que coube à herdeira.

o r .437/1992 determina que. 1º da Lei n. 8.80/2001 ao § 4º do art. sem prejuízo da comunicação do dirigente do órgão ou entidade.

ao menos em tese. como titular da ação penal de iniciativa pública. art. não pode a ação penal ser iniciada. a despeito de o Minis DECISÃO QUE DETERMINA ARQUIVAMENTO DE INQUÉRITO. LIX. Legitimidade. a ação penal é privada (CP. decadência. 93. está perdoando. 1. s Oferecida a queixa. perdão implícito. não está obrigado a se ater à capitulação jurídica existente no Termo Circunstanciado lavrado pela Polícia Federal. como previsto no art.O crime de sonegação fiscal não exige prévio procedimento administrativo como condição ao exercício da ação penal. QUERELANTE. Extinção da punibilidade: renúncia. independentemente. LEGITIMIDADE. (unanimidade). II. dos fatos narrados na denúncia. dá extinção da punibilida Deve a queixa classificar a infração. sem conhecimento de todos os atos praticados no referido processo. NULIDADE. Enfim dizer em que tipo se subsume o fato praticado pelo quere Não é cabível a ação penal privada. SÚMULA 453: Não se aplicam à segunda instância o Art. 02.P. MENOR. O despacho que recebe a denúncia ou a queixa. s A eventual inexistência do auto de infração lavrado pela Receita Federal não é condicionante da ação penal fundada na Lei 8. narrar o fato e dar-lhe a exata qualificação jurídico-penal (CPP. Dado início a ação penal. porque o querelante não foi intimado para ma A procuração outorgada pelo ofendido com os poderes da cláusula "ad judicia" e os poderes especiais para o oferecimento da queixa. art 41). da qual consta o nome da querela Tratando-se de ação penal privada. quando o crime SÚMULA 597: Os direitos de queixa e de representação podem ser exercidos. que possibilitam dar nova definição jurídica ao fato delituoso A admissibilidade da ação penal privada subsidiária da pública pressupõe. quando o Ministério Público não foi inerte. HC 81368 / MG (09/04/2002): Nos crimes contra os costumes. da Não é inepta a inicial que descreve o fato considerado. INDÍCIO MÍNIMO. ela pode transformar-se em ação pública. 03. 8. subsidiária da pública. Solução qu O MP. Persecução penal: inquérito. no julgamento da Medida Cautelar na ADIn 1571/DF. art. HC 79399 / SP (26/10/1999): O inquérito não é condição de procedibilidade para a ação. COISA JULGADA: RESSALVA CONTIDA NA PARTE FINAL DA SÚMULA 524. prescrição (da ação e da pretensão executória) e pagamento do tr TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-MG STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 487 EJ442 EJ444 EJ497 SUM 168 189 018 019 019 027 048 JR JR JR SUM SUM SUM 043 EJ439 EJ439 EJ439 172 190 019 040 117 EJ438 EJ471 Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação penal subsidiária Ação privada Ação privada Ação privada Ação privada Ação privada Ação privada Ação privada Denúncia Denúncia Denúncia O Supremo Tribunal Federal. 41 do C. 225). Estando prestes a se encerrar a instrução criminal. Direito Processual Penal: conceito. na verdade. se o querelante dela desiste. firmou entendimento de que o art. embora tenha também conteúdo decisório. sem novas provas. se necessário o exame mais aprofundado da prova. a requerimento do Promotor de Justiça.038/1990. não pode mais haver renúncia. por despacho do juiz. O conhecimento ou não da falsidade é matéria que exige instrução probatória. é imprescindível que haja decisão definitiva do processo 27 . Se o querelado tacitamente aceita o perdão. caracteres e princípios gerais. pelo ofendido ou por seu representante legal. nos termos do art. perempção. especialmente quando ficou configurado o arquivamento implícito do CONFISSÃO. no mínimo temerário que. da CF (“será admitida ação privada nos crimes de ação pública. perdão.137/90. 5º. Hipótese em que não estão presentes quaisquer dos casos previstos . 5º da Lei n. pública e privada. a menção ao fato criminoso no instrumento de mandato é desnecessária se a queixa for assinada também pelo querelante. Nos crimes previstos no art. seja porque não é condição jurídica p Crime de moeda falsa.137. Entretanto. não decorra a indispensável tipicidade. 384 e parágrafo único do Código de Processo Penal. finalidade. Não se pode renunciar a um direito que já se exercitou. como delituoso e aponta quem foi o autor do mesmo (art. O procedimento administrativo de apuração de débitos não se constitui em condição de procedibilidade para a propositura da ação penal para apuração de delito contra a o ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR. A nulidade em razão da ofensa ao art.430/90 não criou condição de procedibilid A ação penal ou o inquérito policial não devem ser trancados. IX. Cuida-se de atentado violento ao pudor contra menor de dois anos de idade praticado por namorado d O trancamento da ação penal por falta de justa causa pressupõe que. mormente aq Ação penal iniciada antes do término do processo fiscal.) O caráter indisponível da ação penal permite que o juiz reconheça na sentença a ocorrência de circunstância qualificadora mencionada na denúncia. de 1990. MP. 1º. da Lei 8. ação penal. Transita em julgado a HC 79399 / SP (26/10/1999): Nos crimes contra a ordem tributária a ação penal é pública. não se encarta no conceito de "decisão". mostra-se.P. SÚMULA 524: Arquivado o inquérito policial. 83 da Lei 9. Eficácia da lei penal no tempo e no espaço.Processual Penal 01.

condicionada à representação do ofendido.. 4º. insuficiente para justifi SÚMULA 388: O casamento da ofendida com quem não seja o ofensor faz cessar a qualidade do seu representante legal. para a ação penal por crime 56 . a representação. . Depois de instaurada a ação penal.de vara criminal ou juizado especial -. CERCEAMENTO. 41 do CPP). para que tenha início a ação A irmã da ofendida. não traduz constrangimento ilegal. relativamente aos Vereadores.DEFINIÇÃO IMEDIATA . como condição de procedibilidade da ação penal. negada reparação por dano moral. ainda que sucintamente. mediante queixa. HC 81730 / RS (18/06/2002): O texto da atual Constituição. os casos nos quais o civilmente Nulidades ocorridas durante o inquérito policial não contaminam o processo penal. enumerou. O art. A participação de cada qual. SÚMULA 234: A participação de membro do Ministério Público na fase investigatória criminal não acarreta o seu impedimento ou suspeição para o oferecimento da denúnc A inépcia da denúncia há de ser evocada antes da sentença. bastando a mera manifestação inequí 57 . a denúncia pode narrar genericamente a participação de cada agente. sendo. 10. ao proferir sentença. desde logo. admite-se a denúncia de forma mais ou menos genérica (interpretação do art..A. A classificação do crime inserida na denúncia. “poderão Juízo de recebimento da denúncia: sua extensão. Ação civil ex delicto. peça esta meramente informativa. tendo em vista que o juiz. Quando o Supremo Tribunal Federal recebe a denúncia. Ela deve estabelecer o vínculo de cada sócio ou gerente ao ato ilícito Inq 1680 QO / AC (05/06/2002): É possível ao Relator rejeitar a denúncia em decisão monocrática. A denúncia mostra-se adequada quando revela a prática criminosa em comum acordo e unidade de propósitos. impõe-se a imediata definição do tipo pe 04. É suficiente a demonstração inequívoca do interesse do ofendido. no Juízo cível. quando for manifesta a causa extintiva da punibilidade. DENÚNCIA.COMPETÊNCIA. a descrição do fato criminoso e de suas circunstâncias. a declaração de miserabilidad SÚMULA 714: É concorrente a legitimidade do ofendido. a prova da miserabilidade da vítima. 41 do Código de P O ato do juiz que marca o dia para interrogatório e ordena a citação. juízo de condenação ou de pro Nos crimes multidudinários. não impedem o oferecimento da denúncia. a denúncia não pode ser genérica. da Lei n. Estando em jogo a competência . prescinde de fórmula rígida. cuja conduta específica é apurada no curso do RHC 80919 / SP (12/06/2001): 1. 3º. não havendo que se falar na possibilidade jurídica de o juiz reconsiderá-la. mesmo eventualmente equivocada.” ) denúncia que imputa A alegação de que nos delitos societários é necessário que a denúncia individualize a participação de cada um dos acusados. Há denúncia contra o paciente pelo Ministério Público. ainda que o indiciado já tenha sido identificado civilmente. não está a adiantar. pois. representa o recebimento implícito daq Em se tratando de crimes de autoria coletiva de difícil individualização. o acórdão que provê o recurso contra a rejeição da denúncia vale. tem legitimidade para oferecer a representação que condiciona a ação do Ministério Público nos crimes contra os costumes PREVARICAÇÃO. porém sem que faça constar a expressão "recebo a denúncia". 2. quando fu TIPO PENAL . A decisão que determina o arquivamento do inquérito policial.: ver alterações promovidas pel O MP não tem atribuição para promover investigações no âmbito da esfera penal. CIVILMENTE IDENTIFICADO. não encontra apoio na orientação d Tratando-se de crime multitudinário.. que lhe imputa a prática do delito de prevaricação. a participação de cada acusado deve ser apurada no curso da instrução. eis que após a prolação da sentença condenatória.054/2000. ou de seus representantes legais. STJ STF 186 031 Indenização Extensão SÚMULA 186: Nas indenizações por ato ilícito.Nos crimes contra os costumes. desde logo. com todas as suas circunstâncias. após se ver A possibilidade do advogado ter acesso ao inquérito durante o curso das investigações somente existe quando não acarretar nenhum prejuízo à elucidação dos fatos. até prova em contrário. § 1º. Tratando-se de crime societário. desapareceria o ilícito penal pe . 41 do CPP (“a denúncia ou queixa conterá a exposição do fato criminoso. da Lei 1060/50 (“presume-se pobre. e do Ministério Público. ou de autoria coletiva. IDENTIFICAÇÃO CRIMINAL. porque não caracterizado ilícito civil. Omissões que.” ). Nos termos do art. refere à inviolabilidade no exercício do mandato e na circunscrição do Município Possíveis vícios ocorridos na produção das provas no curso do inquérito policial. ou de seu representante legal. Tal Denúncia e Crime Societário. quem afirmar essa condição nos termos desta lei. A matéria preclui. sendo por ela responsável. e a ação penal só pode prosseguir por iniciativa Inquérito policial: arquivamento com base na atipicidade do fato: eficácia de coisa julgada material.Nos crimes contra os costumes. pode Contendo a denúncia. de forma incisiva. bem como os demais requisitos previstos no art. esta é que deve ser atacada por eve SÚMULA 568: A identificação criminal não constitui constrangimento ilegal. havendo sido. caput e incisos. DEFESA.. pode ser feita mediante simples declaração verbal ou escrita e A representação prescinde de rigor formal. eventuais omissões da denúncia sobre as circunstâncias do fato não constituem causa de inépcia. com as peculiaridades pertine Não desatende às exigências do art.TRF-1 EJ490 Denúncia TRF-1 EJ490 Denúncia TRF-1 EJ492 Denúncia STJ 160 Denúncia STJ 168 Denúncia STJ SUM Denúncia STF 018 Denúncia STF 018 Denúncia STF 023 Denúncia STF 028 Denúncia STF 029 Denúncia STF 030 Denúncia STF 034 Denúncia STF JR Denúncia STF JR Denúncia STF JR Denúncia STF SUM Denúncia STF JR Imunidade TRF-1 101 Inquérito Policial STJ 165 Inquérito Policial STJ 187 Inquérito Policial STF 040 Inquérito Policial STF SUM Inquérito Policial TRF-1 110 Investigação STF 032 Legitimidade STF SUM Legitimidade TJ-MG SUM Representação TJ-MG SUM Representação STF 031 Representação STF 040 Representação STJ 193 Denúncia STF 051 Denúncia STF SUM Representação STF 397 Inquérito Policial STF 397 Ação Penal A decisão que recebe a denúncia é irretratável. sob pena de preclusão. eventual vício ocorrido no inquérito policial não mais subsiste. os juros compostos somente são devidos por aquele que praticou o crime. Não procede a alegação de que. SÚMULA 709: Salvo quando nula a decisão de primeiro grau. ademais. (N. As nulidades ocor HC 79399 / SP (26/10/1999): Quando se trata de crime societário. pelo recebimento dela.

Estadual Competência . Não se extrai.Estadual Competência . eleito prefeito municipal. Art. 163. c/c § 1º e 297. X.Estadual Competência .Estadual Ao estabelecer que ‗a competência especial por prerrogativa de função. SÚMULA 006: Compete á Justiça Comum Estadual processar e julgar delito decorrente de acidente de trânsito envolvendo viatura de Polícia Militar. I. I e II. considera-se praticado o crime de tráfico internacional em qualquer das localidades por onde tenha passado o agente transportando a d HC 82718 / MG (03/06/2003): Compete a este Tribunal. SÚMULA 104: Compete à Justiça Estadual o processo e julgamento dos crimes de falsificação e uso de documento falso relativo a estabelecimento particular de ensino. somente será da Justiça Federal se houver lesão a bens. TRF-1 TRF-1 TJ-MG STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ EJ482 SUM SUM 160 161 186 SUM SUM SUM SUM 004 027 029 033 044 JR SUM SUM SUM 169 048 EJ438 EJ480 EJ480 EJ483 EJ497 172 172 179 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência . a compe SÚMULA 521: O foro competente para o processo e julgamento dos crimes de estelionato. praticado contra silvícolas. cabend A competência para o julgamento do crime de extorsão mediante seqüestro é do juízo da comarca em que a vítima foi seqüestrada. Conexão e continência. Precedentes. SÚMULA 151: A competência para o processo e julgamento por crime de contrabando ou descaminho define-se pela prevenção do Juízo Federal do lugar da apreensão do SÚMULA 200: O Juízo Federal competente para processar e julgar acusado de crime de uso de passaporte falso é o do lugar onde o delito se consumou. 29. 203. sob a modalidade da emissão dolosa de cheque sem provisão de fundos. Crime de preconceito racial previsto no art.Estadual Competência .Eleitoral Competência . Jurisdição: competência. SÚMULA 107: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar crime de estelionato praticado mediante falsificação das guias de recolhimento das contribuições pre . originariamente. do STJ e do STF.Estadual Competência . necessariamente. prevalece ainda que o inquérito ou a ação judicial sejam i SÚMULA 030: Não é da competência do Tribunal Regional Federal o processo e julgamento de prefeito municipal acusado de apropriação. caput. MP. caput. Indígenas. acarreta o deslocamento imediato deste para o tribunal de justiça do Estado (artigo 29-X da CF/ À vista de seu caráter permanente. 20 da Lei 7. proferida por Turmas SÚMULA 702: A competência do Tribunal de Justiça para julgar Prefeitos restringe-se aos crimes de competência da Justiça comum estadual. ainda que praticada em detrimento de bens.Compete originariamente ao Tribunal o julgamento de "habeas corpus" quando a coação é atribuída a membro do Ministério Público Estadual. Competência. (N. mesmo aqueles de Competência da Justiça Eleitoral. não do juízo da comarca para a qual fo Compete à Justiça comum o julgamento de crime praticado por civil contra militares no exercício de função civil. entendeu que o procedimento instaurado para apurar e SÚMULA 192: Compete ao Juízo das Execuções Penais do Estado a execução das penas impostas a sentenciados pela Justiça Federal. nos demais casos.628/2 O fato de terem sido criados os Juizados Especiais Criminais não afasta a competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar os crimes eleitorais. quando recolh SÚMULA 038: Compete à Justiça Estadual Comum. A jurisprudência já se assentou no sentido de que. relativa a atos administrativos do agente.Estadual Competência .STJ 193 Legitimidade AÇÃO CIVIL EX DELICTO. c/c § 1º. processar e julgar HABEAS CORPUS contra decisão denegatória de similar.Estadual Competência . da Constituição (EC 1/92) que o prefeito deva ser julgado pelo plenário ou pelo órgão especial do Tribunal de Justiça. SÚMULA 062: Compete à Justiça Estadual processar e julgar o crime de falsa anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social. A Justiça Federal somente será competente para processar e julgar crimes em que se evidencie a existência de efetiva disputa sobre direitos indígenas. Competência.Estadual Competência . apesar de a CF/1988 ter afastado das atribuições do Ministério Público 05. do TRF-1. na vigência da Constituição de 1988. salvo se autor e vítima SÚMULA 053: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar civil acusado de prática de crime contra instituições militares estaduais. caput. § 4º. Militar ou Eleitoral. Não se tratando de crime contra a organização do trabalho.Estadual Competência . todos do CP. mas sim. Conflito de jurisdição e conflito de competência. SÚMULA 244: Compete ao foro do local da recusa processar e julgar o crime de estelionato mediante cheque sem provisão de fundos.Estadual Competência . Sua consumação prolonga-se no tempo. Não se tratando de crime co Crime de preconceito racial.Estadual Competência .Estadual Competência . 207. 149. 132. ao julgar o conflito de competência instaurado entre o juízo federal e o Juizado Especial Criminal estadual. (unanimidade). o processo por contravenção penal.Eleitoral Competência . nos moldes em qu Exploração ilegal de mão-de-obra. Perpetuatio jurisdictionis. de verbas recebidas 49 . Compete à Justiça Eleitoral o julgamento de crime de falsidade ideológica praticado com fins eleitorais e o dos crimes comuns que lhe fo A competência para o processo e julgamento dos crimes contra o meio ambiente. não é competente a Justiça Federal.605/98. é o do SÚMULA 451: A competência especial por prerrogativa de função não se estende ao crime cometido após a cessação definitiva do exercício funcional. contra determinados trabalhadores. no curso do processo. A diplomação do paciente. competência da Justiça Federal. Após a edição da Lei 9605/98 e o conseqüente cancelamento da súmula 91 do STJ. SÚMULA 075: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar o policial militar por crime de promover ou facilitar a fuga de preso de Estabelecimento Penal. após a edição da Lei 9.716/89. LEGITIMIDADE.Estadual Competência . do art. podendo ocorrer em mais de um lugar.716/89. quando esse documento não ch A Seção.Estadual Competência . a definição da competência federal nos crimes ambientais depende da verificação da e O delito de receptação na modalidade de transportar é crime permanente. atribuído à empresa privada. a fixação Se no curso de investigação houver indício da prática de crime por parte do magistrado. Compete à Justiça estadual o processo e julgamento do crime de dano a aparelho de telefone público pertencente à concessionária de serviço público (art.: A lei 10.A.Estadual Competência . os autos serão remetidos ao Tribunal ou órgão competente para que prossiga a inv SÚMULA 048: Compete ao juízo do local da obtenção da vantagem ilícita processar e julgar crime de estelionato cometido mediante falsificação de cheque. ou desvio. Arts. parágrafo Compete à Justiça estadual processar e julgar o delito de falsificação ideológica contida em declaração feita em formulário de aviso prévio. Assim. 20 da Lei 7.

de ofício SÚMULA 010: COMETIDO DELITO EM LOCAL SUJEITO À JURISDIÇÃO DE NOVA VARA.Militar STJ SUM Competência . Caso em que se disputam direitos indígenas. SÚMULA 522: Salvo ocorrência de tráfico com o exterior. COMPETÊNCIA.Federal TRF-1 EJ488 Competência . ainda que praticado em serviço. o processo e o julgamento dos crimes contra a economia popular. 2º da Lei 9. da CF/1988. 61 da Lei 9. 9º. o Juiz que primei 69 .Federal STJ 192 Competência . se for ilegal. decidiu que é da competência da Justiça Federal o crime previsto no art. SÚMULA 209: Compete à Justiça Estadual processar e julgar prefeito por desvio de verba transferida e incorporada ao patrimônio municipal. pelo princípio da prevenção. . é competente para processá-lo SÚMULA 047: Compete à Justiça Militar processar e julgar crime cometido por militar contra civil.STJ SUM Competência . PUBLICAÇÃO.F.Federal STJ SUM Competência .Estadual STF 052 Competência STF 054 Competência .Estadual SÚMULA 140: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar crime em que o indígena figure como autor ou vítima.Federal STF 007 Competência . VERDADE.cobrança indevida de atendimento médico-hospitalar. a A teor do artigo 109.25 Se o militar cometeu crime definido na lei penal comum e na lei castrense. EXCEÇÃO.Estadual STF SUM Competência . "c".Federal STF 013 Competência . Foi encontrado um envelope com timbre da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT. III.J. JUSTIÇA ESTADUAL: INCOMPETÊNCIA. quando relacionados com o exercício da função.Estadual STF SUM Competência . CORREIOS. Todos os dir I.Federal STJ SUM Competência . compete à Justiça Federal o processo e julgamento de ação penal SÚMULA 122: Compete à Justiça Federal o processo e julgamento unificado dos crimes conexos de competência federal e estadual.Federal TRF-1 105 Competência . a competência será da Justiça Federal. a este deve ser comunicada.: ver EC 45/2004) Uma vez que os crimes de redução a condição análoga à de escravo e frustração de direito assegurado por lei trabalhista envolvem questões referentes à dignidade da pe A JF é competente para julgar crime de lavagem de dinheiro. INTERNET. ÍNDIO.613/98 (Art. é de se conceder "Habeas Corpus".Tribunais STF 013 Competência .. serviços ou interesse da União.O crime que enseja a competência da Justiça Militar. originariamente.P. é aquele que é marcado pelo intui Em se verificando que há processo penal.Federal STJ 174 Competência .Em processos de crimes dolosos contra a vida.M. quando. Compete à Justiça Federal julgar delito de falsificação de documentos de faculdade particular de ensino superior. da ampla defesa e do devido processo legal a atração por continência ou conexão do processo do co-réu ao foro por p Não há litispendência quando são distintos os crimes relacionados em ambas iniciais acusatórias.Federal STF 021 Competência . praticado por civil contra militar na situação inscrita no art. 109. ao S. II SÚMULA 147: Compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes praticados contra funcionário público federal.Militar STJ SUM Competência . SÚMULA 208: Compete à Justiça Federal processar e julgar prefeito municipal por desvio de verba sujeita a prestação de contas perante órgão federal. 1º da Lei 10. 78. prestado em unidade conveniada ao SUS . SÚMULA 090: Compete à Justiça Estadual Militar processar e julgar o policial militar pela prática do crime militar. SÚMULA 498: Compete a justiça dos estados.competência da JF É competente a JF para julgar habeas corpus contra ato de Juiz do Trabalho (obs.Militar STJ SUM Competência .Federal STF 054 Competência . mas com o de ocultar o agente a própria identidade para o fim de subtra Competência da Justiça Estadual.: ver EC 45/2004) O STF é competente para o julgamento da ação penal quando o crime imputado a ex-parlamentar houver sido praticado ao tempo em que o mesmo se encontrava licencia HC 82009 / RJ (12/11/2002): Quando o tráfico ilícito de entorpecentes se estende por mais de uma jurisdição. por maioria.Federal TRF-1 112 Competência . Delito praticado contra patrimônio de empresa pública.T. SÚMULA 165: Compete à Justiça Federal processar e julgar crime de falso testemunho cometido no processo trabalhista. é competente. com emprego de arma pertencente à corporação.Federal STJ SUM Competência . IV. 2° O processo e julgamento dos crimes previstos nesta Le SÚMULA 009: A prisão ordenada por magistrado da Justiça do Trabalho. ainda que o delito tenha sido praticado em outra unidade federativa. 34 da Lei 9. ATOS LIBIDINOSOS. é da Justiça Federal. ARTIGO 109-XI DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. (N.Estadual STF 055 Modificação TRF-2 SUM Competência TRF-2 SUM Competência . em andamento na Justiça Federal.Federal STF 049 Competência . Compete à Justiça Federal de segunda instância (TRF-1) o julgamento dos crimes praticados por prefeito em detrimento de bens. compete a justiça dos estados o processo e o julgamento Crime de concussão . mas se encontrava em situação de atividade.Federal TRF-1 SUM Competência .Tribunais STJ 192 Competência . A REGRA É A COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. 2. DIFAMAÇÃO.Federal TRF-1 102 Competência .Militar TRF-1 SUM Competência . que. então. tendo em vista o dever da União Federal de fiscalizar a id Não é o Juizado Especial Federal competente para processar e julgar os crimes previstos na Lei de Imprensa.Estadual TRF-1 102 Competência . a regra de competência aplicável é a do inciso VI do Não compete. Hipótese A competência para julgar a ação penal em que imputada a figura do genocídio.A. ESTELIONATO. art. em matéria penal de competência do juiz federal. STJ 169 Competência . nos casos previstos no art. por crimes eleitorais e crimes comuns conexos.Federal STJ SUM Competência .E.Estadual STJ SUM Competência . processar e julgar pedido de "habeas corpus". em serviço. que vise à concessão de indulto. Tratando-se de crimes contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. mesmo não estando em SÚMULA 078: Compete à Justiça Militar processar e julgar policial de corporação estadual. Assalto contra Agência da Caixa Econômica Federal. em ambas as instâncias. TALÕES DE CHEQUE.099/95 c/c o art. É ESTA A COMPETENTE PARA CONHECER DO INQUÉRITO POLICIAL DIS SÚMULA 040: EM SE TRATANDO DE CRIMES AMBIENTAIS.Federal STJ 201 Competência . EXCETO SE PRATICADOS EM DETRIMENTO D COMPETÊNCIA. SÚMULA 172: Compete à Justiça Federal processar e julgar militar por crime de abuso de autoridade. não se aplicando a regra do Art. referente ao crime ambiental previsto no art.Federal STJ SUM Competência . do C.Federal STF 052 Competência . em favor de paciente que não goze de prerrogativ HOMICÍDIO.Tribunais STF JR Conflito TJ-MG SUM Continência e conexão STF SUM Continência e conexão TRF-1 104 Litispendência STF 048 Competência .F. Aplicação do art. Competência da Justiça Federal (Constituição.605/1998. os princípios da continência e da conexão não vigoram nos feitos de competência originária quando só um dos acusad SÚMULA 704: Não viola as garantias do juiz natural. 218 do Se o crime de falsidade ideológica não foi praticado com o intuito de lesar o Poder Público federal. IV). O STJ tem competência para processar e julgar exceção da verdade quanto aos delitos de difamação e calúnia en COMPETÊNCIA. A Turma. e à Comum pela prática do crime comum simultâneo àqu SÚMULA 010: Compete ao Tribunal Regional Federal conhecer de "habeas corpus" quando o coator for juiz do Trabalho. praticado contra indígenas na disputa de terras. isto é. Vi .

INDÍGENA. o bem apreend O art. Na espécie. (Decreto-lei n° 3.Federal Competência . ofendido. titular exclusivo da ação penal pública (art. acusador. ou imprescindível. OUTORGADA A ADVOGADO P MINISTÉRIO PÚBLICO. Medidas assecuratórias: seqüestro. não havendo nenhuma incompatibilidade com a função a 19 . entendeu haver a competência da Justiça Federal no processo que apura crimes de homic COMPETÊNCIA. MENSAGENS ELETRÔNICAS. A Turma deferiu habeas corpus impetrado em favor de sargento do exército denunciado pelo Ministério Público Militar da União VICE-GOVERNADOR.STJ STJ STJ STF TRF-1 201 201 203 397 202 Competência . somente tem lugar quando o objeto é relevante. prosseguindo o julgamento. tendo. aplica-se. Questões prejudiciais: procedimentos incidentais: falsidade documental. lugar. 366 do CPP. 12 O interrogatório que autoriza a aplicação do disposto no art. (unanimidade). O promotor que requereu o arquivamento do inquérito não está impedido de denunciar pelo crime do art. (unanimidade). 118 do Código de Processo Penal não pode ser interpretado em dissonância com os fatos. não lhe é exigível que se te A apreensão de bem. da CF. EXTORSÃO. À falta de previsão legal. À assistência em favor do acusado a que se refere o artigo 49. LXXIV. Trata-se de conflito instaurado entre a Justiça Federal e a Justiça estadual para verificar a quem compete proc Crime Praticado por Militar e Competência. COMPETÊNCIA. em sede de processo criminal. não pode ele ser citado por edital antes que se tente a citação no seu endereço A lei processual penal não faz distinção. AÇÃO PENAL. adquirente do imóvel havido pelo acusado com proventos da infração. não revogou o art. Revelia. assistente e curador do réu menor. defensor. TRF-1 TRF-1 102 103 Citação Citação Se é conhecido o endereço do réu. requisitado a instauração 07. COBRANÇA ABUSIVA DE JUROS. 266 do CPP é o interrogatório judicial realizado logo após o recebimento da denúncia ou da queixa e antes de É função institucional da Defensoria Pública patrocinar tanto a ação penal privada quanto a subsidiária da pública.No processo penal não é aplicável o princípio da identidade física do Juiz. ou seja. tempo (prazo e contagem) e comunicações processuais (citação. inclusive. art. imputado.906/94. Auxiliares da Justiça. 4º da L SÚMULA 045: É DISPENSÁVEL A EXIGÊNCIA DE RECONHECIMENTO DE FIRMA EM PROCURAÇÃO COM CLÁUSULA "AD JUDICIA". Custas e honorários. TJ-MG STF STF STJ STJ TJ-MG STF STF STF STF STF TRF-2 STJ STJ SUM 031 037 163 180 SUM 031 047 041 053 055 SUM 202 256 Assistente Assistente Assistente Defensor Defensoria Pública Juiz Juiz Juiz Ministério Público Assistente Defensoria Pública Defensor Ministério Público Juiz 29 . de exceção de suspeição deduzida pelo réu. segu INQUÉRITO POLICIAL. não se admite a intervenção do assistente de acusação no habeas corpus. notificação.Federal Competência Competência . PODER DE INVESTIGAÇÃO. 99). Exceçõ TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 103 163 EJ444 EJ444 Restituição Medidas assecuratórias Medidas assecuratórias Medidas assecuratórias É imprópria a utilização de mandado de segurança quando o seu objeto é a restituição de coisas apreendidas. o juiz que recebeu a denúncia atuou anteriormente nos autos como promotor de Justiça. HOMICÍDIO. No tocante à alegação de nulidade do julgamento da apelação por estar impedido Juiz que dele participou apesar de ter exercido jurisdição em ação civil pública movida Suspeição e Nulidade. insanidade mental do acusado.Tribunais COMPETÊNCIA. 5º. ao deslinde da ação penal. A Seção. Relator entendeu que há clara separação das possibilidades de atuação do ministério público tendo em ista o NULIDADE. por analogia. intimação). pelo próprio excepto (CPP. para aplicação do art. TRF-1ª REG 06. hipoteca legal e arresto. restituição de coisas apreendidas. ao prever que o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita "aos que comprovarem insuficiência de recursos".Estadual Competência .No processo de "habeas corpus" é incabível a atuação do Assistente da acusação. Princípio do Promotor Natural. 339 do CP (―Dar causa a instauraçã Assistente de Acusação: Intervenção em HC. SUPOSTA PRÁTICA DE CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL E DE LAVAGEM DE DINHEIRO. Sujeitos do processo: juiz. Não são nulos os atos anteriores ao acolhimento. Atos processuais: forma. O Min. As vítimas foram constrangidas mediante mensagens eletrônicas ameaçadoras enviadas pela internet. processo no qual o próp O art. em virtude de cumprimento de mandado judicial de busca e Decretado o seqüestro do bem na ação criminal e intimado o recorrente. no sentido aguardar o trânsito em julgado da sentença para então fazer-s 08. parágrafo único da Lei nº 8. entre quem foi citado por edital por encontrar-se em lugar incerto e não sabido e quem teve a c . o princípio constante da parte final do arti Não se reconhece ao assistente de acusação legitimidade para aditar a peça acusatória oferecida pelo Ministério Público.

O juridicamente miserável não fica imune da condenação nas custas do processo criminal (art. basta seja intimado da sentença por edital. 392 do Código de Processo Penal só tem aplicação no primeiro grau de jurisdição. salvo se a liberdade provisória (art. não ofende a garantia constitucional da presunção de inocência.AUDIÊNCIA . Prisão: temporária. de 1945. ALEGADO CONSTRANGIMENTO ILEGAL. Fiança. nomeado pelo juiz. por si só. impõe-se a declaração de nulidade do processo. Aquele desempenha INTIMAÇÃO. O exercício do direito de defesa pressupõe a n RHC 79460 / SP (27/10/1999): Quando há pluralidade de procuradores constituídos no mesmo instrumento de procuração é suficiente a intimação de um deles para valida Tratando-se de intimação realizada mediante carta precatória. O interrogató Intimação. ou quem exercer cargo equivalente.Condenação STJ SUM Prisão . 804 CPP). solto. basta sua requisição para o interrogatório. o que acarret 09. decorrente de pronúncia.Condenação TJ-MG SUM Prisão . em flagrante. sob pena de nulidade (Le CITAÇÃO . não se aplicando o disposto a respeito nas alteraçõ SÚMULA 700: É de cinco dias o prazo para interposição de agravo contra decisão do juiz da execução penal. exerce munus publicum. já que nas instâncias superiores as intimações sã A lei processual é expressa no exigir. . mas o pagamento fica sujeito à condição e prazo estabelecid SÚMULA 081: Não se concede fiança quando. e não de quinze como prevê. 35 do Decreto-Lei n° 7. SÚMULA 448: O prazo para o assistente recorrer. "tendo conhecimento prévio do fato delituoso. contam-se os prazos da data da intimação. ou não resuma os fatos em que se baseia DEFENSORIA DATIVA. SÚMULA 710: No processo penal. 564. INTIMAÇÃO. Uma vez constatado que o réu encontrava-se sob a custódia do Estado. sob pena de nulidade. o agente que. para apelar. se não estiverem presentes os pressupostos ensejadores da prisão preventiva (Pacto O fato de o paciente possuir bons antecedentes e residência fixa não é razão suficiente para a concessão da liberdade provisória.Se o réu está preso. 5° da Constituição Federal Inexistindo fato novo a justificar a custódia excepcional.Condenação TJ-MG SUM Prisão .661. se em liberdade esteve no curso da instrução. embora não transcreva a denúncia ou queixa. permanecer preso. é de cinco dias. e não da juntada aos autos do mandado ou da carta precatória ou de ordem.RÉU PRESO. que da publicação constem os nomes das partes e de seus advogados (artigo 370-§2º do CPP. prisão albergue. PRECLUSÃO. O defensor dativo. Trata-se da falta da intimação pessoal da pauta de julgamento da apelação do defensor público ou dativo. Sentença condenatória. não havendo necessidade de citação pessoal.Condenação TRF-1 EJ435 Prisão . IV). por via d DEVIDO PROCESSO LEGAL . decorrente de sentença condenatória. A intimação pessoal referida no art. que não se confunde com a Defensoria Pública. a soma das penas mínimas cominadas for superior a dois anos de reclusão. É possível a concessão de liberdade provisória ao estrangeiro não residente no país. que estabelece a prisão administrativa. supletivamente. para o assistente não habilita O defensor público. (maioria). preventiva. nada impede que o réu aguarde. começa a correr imediatamente após o transcurso do prazo do Ministério Público. e não da data de juntada aos autos da precatória.EDITAL . parágr A falta do endereço do réu no edital de citação não constitui "omissão de formalidade que constitua elemento essencial do ato" (CPP. não ensejando. é a regra. para apelar teria de recolher-se à prisão. de acordo com a Lei 8. em processo penal. Precedentes. 594 do CPP. QUE CONSISTIRIA EM HAVER A CITAÇÃO EDITALÍCIA DO PACIENTE SIDO EFETUADA COM O PRAZO DE APENAS 14 D Prazo para Recurso de Assistente. DEFENSOR DATIVO.Administrativa TRF-1 EJ435 Prisão .CARTA PRECATÓRIA . deverá ser intimado pessoalmente do acórdão que negou provimento ao recurso do réu.INTIMAÇÃO.Réu que se encontrava preso ao tempo da sentença condenatória deve.Condenação 58 . prisão especial. de regra. a faculdade de recorrer em liberdade objetivando a reforma de sentença penal condenatória. O prazo para o assistente habilitado recorrer supletivamente é de cinco dias.Réu não reincidente que se encontrava em liberdade ao tempo da sentença condenatória pode apelar em liberdade. dispensada a intim SÚMULA 366: Não é nula a citação por edital que indica o dispositivo da lei penal. somente impondo-se o reco O réu tem o direito de apelar em liberdade se permaneceu livre durante todo o curso do processo e não se demonstrou no dispositivo da sentença a necessidade da medid SÚMULA 009: A exigência da prisão provisória. não justifica decreto prisional com base no art.OITIVA DE TESTEMUNHA .Condenação STJ 161 Prisão . TJ-MG SUM Custas e honorários STJ SUM Fiança STF 042 Fiança STF 026 Flagrante STF 044 Flagrante TRF-1 105 Liberdade provisória TRF-1 EJ498 Liberdade provisória STJ SUM Prisão .TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ SUM 026 033 045 051 JR 035 SUM SUM SUM SUM 048 052 052 053 055 SUM 201 255 Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Revelia Prazo Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação 45 . o prazo começa a correr a partir da própria intimação. 6 . prisão domiciliar e liberdade provisória. A invocação de maus antecedentes. o julgamento do seu recurso. SÚMULA 280: O art. e Não é flagrante forjado aquele resultante de diligências policiais após denúncia anônima sobre tráfico de entorpecentes. art. Hav SÚMULA 699: O prazo para interposição de agravo. vem a surpreender.Condenação STJ 161 Prisão . 594 CPP) for devidamente jus O princípio da presunção de inocência.038/90. em sua prática.DEFESA . A falta de efeito suspensivo dos recursos extraordinário e especial e a conseqüente possibilidade de execução provisória da condenação não impedem a concessão de fia Não configura situação de flagrante preparado aquela em que a Polícia. foi revogado pelos incisos LXI e LXVII do art. em concurso material. Em se tratando de réu revel que. salvo se a prisão provisória for devidamente justific 7 .

5º. É possível a decretação da prisão preventiva já estando o paciente preso provisoriamente por força de HC.Preventiva Prisão . A Turma.. PRISÃO PREVENTIVA. não está obrigado a expor. a prisão preven HC.STJ STF STF STF TJ-MG TJ-MG STJ STJ STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-MG TJ-MG TJ-MG TJ-MG STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STJ STJ STF STF STJ SUM 005 025 035 SUM SUM 173 SUM 010 022 035 036 113 113 EJ483 EJ491 EJ491 EJ492 EJ492 SUM SUM SUM SUM 163 SUM SUM 009 016 024 026 SUM 047 192 194 054 055 255 Prisão . PROCESSO CORRELATO. já tendo decidido esta Corte que inocorre o vício de inconst Organização criminosa.613/98. os motivos que justificam a custódia preventiva (CPP.Preventiva Prisão .Condenação Prisão . contra decisão condenatória não obsta a expedição de mandado de prisão. no sentido de que o mandado de prisão somente seja expedido após o trânsito em julgado. apenas em casos extremos. “restritos à matéria objeto da divergência” (CPP.Preventiva Prisão . a um convencimento idêntico ao que é necessário para a condenação 30 . por força de flagrante ou preventiva. 594 DO CÓDIGO DE PROCESSO PEN PRISÃO PREVENTIVA.Condenação Prisão . provido para que o réu. existindo indícios suficientes de sua autoria e demonstrada concretamente a presença dos motivos que a autorizam. fundamentada com dados objetivos do processo.Condenação Prisão . LVII. ou não. provocado pela defesa. ao vedar a concessão de liberdade provisória aos agentes que tenham tido Na decretação da prisão preventiva. A prisão antes da decisão condenatória tem que ser aplicada como medida de exceção.Júri Prisão . improvida a apelação interposta pela def 4 .Condenação Prisão . (unanimidade). com extensão aos co-réus.Júri Prisão .Preventiva Prisão . Embora o art. em concurso com seu cônjuge e dem Direito de Recorrer em Liberdade. (unanimidade).Júri Prisão .Júri Prisão . na sentença condenatória.Preventiva Prisão .Preventiva Prisão .Condenação Prisão . A regra do art. SÚMULA 052: Encerrada a instrução criminal.Mesmo primário e de bons antecedentes. 3º veda a concessão da liberdade provisória.Júri Prisão .Preventiva SÚMULA 267: A interposição de recurso.Preventiva Prisão .Salvo caso de reincidência. Se o réu já se encontra preso. As circunstâncias judiciais do crime e a personalidade do agente podem ser levadas em conta na caracterização dos maus antecedentes Comprovada a materialidade do crime. bons antecedentes e residência fixa são motivos para impedir a decretação da prisão preventiva. DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ressalvados os casos especia A decisões de novo julgamento pelo Tribunal do Júri por manifestamente contrária à prova dos autos a decisão dos jurados.Se o réu não é encontrado para intimação pessoal da sentença de pronúncia ou para recebimento da cópia do libelo. 312).continua em vigor.Preventiva Prisão .. DIREITO DE RECORRER EM LIBERDADE (ARTIGOS 5º. da prisão decorrente da pron A prisão provisória não decorre automaticamente da pronúncia do réu. 31 . RÉU PRESO. 609. como o faz em relação à pron SÚMULA 021: Pronunciado o réu. no tocante à imputada autoria do crime. o réu que se encontrava em liberdade por ocasião da sentença de pronúncia. cabendo do despacho agravo regimental para o colegiado en O clamor público como única justificativa não enseja decreto de prisão preventiva.)" . sempre. se presentes indícios de autoria e prova da materialidade do delito. sendo regra o acusado A primariedade e os bons antecedentes não constituem óbice à decretação da prisão preventiva. não impede Sendo parcial o desacordo entre os integrantes do órgão julgador. O elevado grau de probabilidade de fuga é suficiente para a decretação da prisão preventiva. absolvido pelo Tribunal do Jú Não é sempre que as circunstâncias de primariedade. o réu que se encontrava preso.Preventiva Prisão . o próprio art.Júri Prisão . novamente. cabível sua prisão preventiva como único meio p 32 . fica superada a alegação do constrangimento ilegal da prisão por excesso de prazo na instrução.Preventiva Prisão .A fuga do réu do distrito da culpa justifica a decretação da prisão preventiva para assegurar a aplicação da lei penal.Preventiva Prisão . além d Em se tratando de delito capitulado na Lei 9.(. O não exercíc Ao prover o recurso da acusação para sujeitar os réus a novo Júri.Preventiva Prisão . a decretação da prisão preventiva compete ao Relator. Trata-se de paciente presa preventivamente.No processo por crime de competência originária.Preventiva Prisão . ‗não está o juiz adstrito. reabrindo-se a instrução para a realiza SÚMULA 697: A proibição de liberdade provisória nos processos por crimes hediondos não veda o relaxamento da prisão processual por excesso de prazo.Júri Prisão .Preventiva Prisão . ao prosseguir o julgamento. LAVAGEM DE DINHEIRO.A prisão preventiva deve ser. SÚMULA 064: Não constitui constrangimento ilegal o excesso de prazo na instrução. em que a denúncia imputou-lhe. pois. determina a prisão preventiva do réu. 7o da Lei 9.Júri Prisão . salvo casos es 5 .Condenação Prisão .Preventiva Prisão .Preventiva Prisão . o juiz. TRÁFICO DE ENTORPECENTES. deve permanecer em liberdade. pelo simples fato d O fato de não ter havido recurso da acusação contra a sentença que assegurou ao réu o direito de permanecer solto até o trânsito em julgado da condenação. não atribui a lei.Preventiva Prisão . faz-se necessário que o acórdão fundamente o restabelecimento. sendo necessário que sua decretação esteja adequadamente fundamentada. 594 do CPP . Crimes contra o Ministério da Saúde. vale apenas para Sentença que reconhece ao réu o direito de permanecer em liberdade até o trânsito em julgado da condenação não impede que. É ilegal o constrangimento decorrente de ordem de prisão expedida ao ensejo do julgamento de recurso da acusação.Preventiva Prisão . ao pronunciá-lo. ún Não há constrangimento ilegal por excesso de prazo da prisão decorrente de flagrante. deve permanecer preso após a pronúncia.Preventiva Prisão . sem efeito suspensivo. a oposição dos embargos infringentes. se a sentença é anulada a pedido da defesa. PRISÃO PREVENTIVA. art. É ilegal o constrangimento decorrente de acórdão que."o réu não poderá apelar sem recolher-se à prisão. L A determinação do Juiz de 1º grau. por maioria. ao anular decisão absolutória proferida pelo tribunal do júri.Preventiva Prisão . concedeu a ordem a fim de revogar a prisão do paciente. n .Preventiva Prisão .034/95. comprovada sua necessidade. par. art.Preventiva Prisão . fica superada a alegação de constrangimento por excesso de prazo. não tendo sido revogada pela presunção de inocência do art. 44 .

DEPOIMENTO DA VÍTIMA: PRESUNÇÃO DA VERDADE. Deixando a defesa de requerer o procedimento previsto no artigo 229 do Código de Processo Penal . se submetidas posteriormente ao contraditório. A exigência de Improbidade administrativa. ESTUPRO. pelo decurso de tempo. 514. Quebra de sigilo. O art. 226 C. Inteligência do art. do CPP exclui do limite máximo de testemunhas. TJ-MG SUM Perícia STF 024 Perícia STF 026 Perícia TRF-1 EJ485 Procedimento probatório STJ 162 Procedimento probatório STJ 168 Procedimento probatório STJ 184 Procedimento probatório STJ SUM Procedimento probatório STF 017 Procedimento probatório STF 029 Procedimento probatório STF 044 Procedimento probatório STF 044 Procedimento probatório STF 045 Procedimento probatório STF 029 Prova testemunhal TRF-1 111 Valor da prova TRF-1 117 Valor da prova TRF-1 EJ485 Valor da prova STJ 179 Valor da prova STF 025 Valor da prova STF 030 Valor da prova STF 043 Valor da prova STF 048 Perícia STJ 192 Prova testemunhal STF 049 Valor da prova STF 049 Procedimento probatório STF 051 Perícia STF 055 Procedimento probatório STF 055 Valor da prova STF 055 Valor da prova STF SUM Perícia 20 . se a sentença condenatória está baseada em prova testemunh DELAÇÃO . Nos crimes afiançáveis. estando a denúncia ou que O desaforamento. muito menos absoluta. a tomada de depoimento dos acusados no momento Inexiste nulidade em relação a provas documental e testemunhal colhidas em outro país. cujo reconhecimento depende da prova de prejuízo par A existência nos autos de prova obtida ilicitamente (escuta telefônica) não basta à invalidação do processo. sem a existência de motivos A prova obtida ilegalmente. mas visa a prevenir que.CONTRADITÓRIO .P. na fo Não está impedido de depor como testemunha o Promotor de Justiça que presenciou. O valor do depoimento testemunhal de servidores policiais . não sendo necessária a nomeação de intérprete. sobretudo se não fica evidenciado q Não vicia o processo o fato de o réu. mesmo que o paciente admita a acusação e pretenda cump No interrogatório judicial de réu menor. devendo ced A busca da verdade real no processo penal depende não só da oportunidade da apresentação de documentos. Reconhecimento de pessoa: sua realização sem observância do procedimento determinado imperativamente pelo art.PRECLUSÃO. se emana de órgão oficial. as que não te TESTEMUNHO DE POLICIAL MILITAR. (Art. sob a garantia do contraditó APROPRIAÇÃO INDÉBITA. Com base nesse en Quebra de Sigilo Bancário. A quebra do sigilo bancário sem que haja a autorização judicial prevista no art.Pen. não estão impedidos de depor como testemunhas. 398.10. A jurisprudência pacificou-se no sentido de que o direito ao sigilo bancário e fiscal não é absoluto. Procedimentos: a) comum: crimes apenados com reclusão. elide sua força probante e induz à falt O prazo de 30 dias a que alude o § 2º do artigo 168 do C. O reconhecimento fotográfico é válido quando estiver em consonância com os demais elementos do conjunto probatório. da Lei 4. não podendo o réu dele dispor. A r . 514 do CPP. o que possibilit O direito de defesa é irrenunciável. Dispensa-se a realização de perícia no crime de que se consuma com a simples exigência de vantagem indevida. Possibilidade. 38. não se traduz em prova ilícita se o réu. é nulo o exame realizado por um só perito. sem motivação e determinada de forma açodada. pressupostos e sistemas. Presume-se expressar a verdade dos fatos.especialmente quando prestado em juízo. b) comum: crimes apenados com detenção.a acareação . não é peremptório. a convite da autoridade policial. Prova: ônus da prova e procedimento probatório. embora reconhecida a precariedade de seu valor. EXAME DE CORPO DE DELITO.Pr. desde que não contrarie os demais elementos do conjun SÚMULA 361: No processo penal. a ausência de curador e defensor em seu interrogatório configura nulidade relativa. apesar de intimado pessoalmente. A prova ilícita contamina as provas obtidas a partir dela.desca Os policiais. Emendatio e mutatio libelli. que participam de diligências tendentes à constatação de crime que estaria sendo praticado. COMPROMISSO. deixar de apresentar a resposta prévia prevista no art. § 1º. é de aplicação restrita. mas sobretudo do bom andamento do feito. 514 do CPP. Não é nulo o laudo pericial assinado por um só perito. 159 do CPP e da Súmula 361 Reconhecimento Fotográfico. ele deve ser acolhido. Se a denúncia é apresentada com base em inquérito policial. visto que a Lei 10259/2001 não exclui da competência do Juizado Especial Criminal os A falta de assinatura da Advogada nas alegações finais é mera irregularidade que não configura nulidade. parágrafo único. a ausência de curador é causa apenas de nulidade relativa do processo cujo reconhecimento requer a prova do prejuízo para a defe SÚMULA 074: Para efeitos penais. (unanimidade). A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal está sedimentada no sentido de entender válida a perícia quando realizada por um único perito oficial.P. é admitida quando não constitui o único elemento a embasar o decreto condenatório. c A prova emprestada. Partindo do magistrado o pedido. por constituir derrogação da regra do julgamento no distrito de culpa. nem seu advogado ou o Ministério Público. O interrogatório do surdo-mudo que sabe ler e escrever pode ser feito por escrito e por escrito dará ele as respostas. Sendo o réu menor de 21 anos. considerando-se impedido o que tiver funcionando anteriormente na diligência de apreensão 11. dispensa-se a formalidade do art. a que fazem jus as partes. em decorrência de uma busca e apreensão contaminada pela ilegalidade da escuta que lhe dera base –. o reconhecimento da menoridade do réu requer prova por documento hábil.595/64. Processo: finalidade. desapareçam os elementos necessários TESTEMUNHAS.Não é nulo o exame pericial realizado por um único perito oficial. c) crimes de abuso de autor STJ STF STF STF STF 169 021 024 024 030 Abuso de autoridade Alegações finais Crime de responsabilidade Crime de responsabilidade Desaforamento É possível propor a transação penal no crime de abuso de autoridade (Lei 4989/65). A prova colhida no inquérito pode servir de base à condenação se os fatos apurados na instrução judicial a corroboram ou não a contradizem. QUANTIDADE. A inquinada nulidade decorrente da falta de realização do exame de corpo de delito não tem sustentação fre Laudo firmado por perito oficial. Provas em espécie. ou em procedimento nulo – no caso. Não devem produzir efeitos jurídicos documentos apreendidos em busca e apreensão nula.

m Júri: Nulidade Inocorrente. TJ-MG STF TRF-4 TJ-MG TJ-MG TJ-MG STJ SUM 021 SUM SUM SUM SUM 182 Agravo em execução Pronúncia Recursos Recursos Recursos Recursos Recursos 001 . art.Quesitos Júri . sendo essa versão inverossímil. e não se podendo ap JÚRI. 2. ainda assim devem ser questionadas a moderação e a natureza do excesso cu Se os jurados responderem afirmativamente ao quesito genérico sobre a existência de atenuantes. do CP. DESACATO E CALÚNIA. e Se a Defesa sustenta a negativa de dolo. dentro dos lim Negado pelo Júri o quesito concernente à necessidade dos meios empregados pelo agente. à materia O Código de Processo Penal. O fato de um dos jurados haver-se dirigido durante os debates diretamente ao membro do Ministério Público.Quesitos Júri . 052 . art. ENTORPECENTES. sob pena de n A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.STF STF STF TJ-MG TJ-MG TJ-MG STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ 053 029 048 SUM SUM SUM 179 181 183 023 025 026 029 029 031 051 SUM SUM 023 027 029 029 031 031 032 043 043 053 256 255 Desaforamento Emendatio e Mutatio Libelli Emendatio e Mutatio Libelli Instrução criminal Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri . O impetrante alega que a busca e a apreensão da agenda – 12. todos os quais teriam feito. entendendo que a nova redação do art. da existência do crime e de indícios de que o réu seja o seu autor. afirmaram-no existente nas três séries de quesitos. 011 . embora contrarie o disposto no par SÚMULA 721: A competência constitucional do Tribunal do Júri prevalece sobre o foro por prerrogativa de função estabelecido exclusivamente pela Constituição estadual. Júri. (unanimidade). e. um está sendo processado por crimes de desacato e calúnia veiculados na imprensa e MANDADO.publicação . mas. livre de qualquer influência. II. decide INJÚRIA.Quesitos Júri . 384) quando o réu é denunciado pelo crime de formação de quadrilha e condenado apenas com Emendatio Libelli.l Inocorre contradição na declaração dos Jurados.O recurso de agravo (art. Desaforamento.Negado o quesito do uso dos meios necessários.intimação .e uma vez superados os quesitos concernentes à autoria. deve abster-se do uso de expre 060 . ARGUMENTO DE AFRONTA AO PRINCÍPIO DA AMPLA DEFESA POR FALTA DE QUESITO RELATIVO À CONTINUIDADE DELITIVA. sem justificativa quanto à exclusão das comarcas mais próximas Ocorre "emendatio libelli" (CPP. aferível pela inexistência de qualquer re Se a Defesa requerer a desclassificação do evento delituoso para homicídio meramente culposo . com o objetivo explícito de desclassificar o crime de homicídio para a sua modalidade meramente culposa. muito embora Tratando-se de imputação de duplo homicídio qualificado. BUSCA E APREENSÃO.Quesitos Júri . DENÚNCIA. 55 . que. a decisão venha a ser anulada por m A utilização de programa de computador no plenário do tribunal do júri para ilustrar a tese de uma das partes não está sujeita à comunicação prevista no art. A desclassificação do crime de sedução para o de corrupção de menores independe do procedimento previsto no art.classificação . ao pronunciá-lo (CPP. deve ser questionado o Júri sobre o elemento subjetivo determinador do excesso. AUTORIZAÇÃO JUDICIAL.A cassação do veredito popular por manifestamente contrário à prova dos autos só é possível quando a decisão for escandalosa. permite que ela seja A formulação dos quesitos no julgamento pelo tribunal do júri não se faz a partir das declarações prestadas pelo réu no interrogatório ou pelas testemunhas na instrução. para preservar a atuação do Tribunal do Júri. torna-se legítimo . Os pacientes.Da decisão que não recebe ou que rejeita a denúncia cabe recurso em sentido estrito.Não são cabíveis embargos infringentes nos processos por crimes de competência originária. 383) e não "mutatio libelli" (CPP. 411 CPP) e a que conceder a reabilitação. tendo o Tribunal do Júri desclassificado o crime de homicídio para lesão corporal grave. 384 do CPP (―Se o juiz reconhece 8 .Quesitos Júri . AUSÊNCIA.Está sujeita a recurso "ex officio" a sentença que absolver sumariamente o acusado (art. acrescido de mais quarenta e quatro dias 28 .Quesitos Júri . impõe-se que o juiz formule quesitos específicos sobre qual ou quais sã Se a sentença. os disparos de arma de fogo. exclusivamente. adotando a corrente doutrinária segundo a qual é de afastar-se a ficção jurídica de violência quando ausente a innocentia consilii do sujeito passivo.Quesitos Júri . ou o da moderação. embora. 61.efeitos) e recursos. quando não impugnados durante a sessão do Júri. 557 do CPC não pode ser aplicada por analogia ao processo penal. A Turma. caput ). 408. assegurando-se a devoluç O fato de haverem os jurados acolhido uma das versões apresentadas no processo não impede que. TRÁFICO. salvo quando manifestamente A inclusão no libelo da circunstância agravante do art.Quesitos Emendatio e Mutatio Libelli Emendatio e Mutatio Libelli Tóxicos Homicídio. 197 da LEP) deve ser interposto no prazo de cinco (5) dias. em resposta à indagação sobre o dolo eventual. decisões interlocutórias.Nos processos referentes aos delitos de tráfico de drogas. por maioria. arbitrária e totalmente divorciada do 64 . perante o juízo de primeiro grau. razão pela qual não se permite decotar qualificadoras na fase de pronúncia. como Juízo natural dos crimes dolosos contra a vida. que não admite a alegação de nulidade de quesitos. art. que não se confunde com as circunstâncias qualificadoras do homicídio. Desaforamento diretamente para a comarca da Capital do Estado. não configura constrangime As decisões do Júri não podem ser alteradas quanto ao mérito. 475 do CPP (“ A ausência de protesto oportuno contra suposta ilegalidade na ordem de elaboração do questionário e de fomulação dos quesitos. mas podem ser anuladas quando se mostrarem contrárias à prova dos autos. apenando-lhe em um ano e oito m O fato de o defensor do réu não estar assentado ao lado do Juiz Presidente. cuidou. a quatro réus. por ocasião de julgamento na Sessão Plenária do Tribunal do Júri. concedeu a ordem. o prazo para encerramento da instrução criminal é de noventa dias.Quesitos Júri . não importa nulidade qualq Trata-se de paciente denunciado e pronunciado.Deve-se deixar ao Tribunal do Júri a inteireza da acusação. (unanimidade).Não cabe agravo regimental de decisão monocrática do relator que indefere liminar em processo de "habeas corpus". o juiz. sentença (conceito . 009 . O procedimento na á . A falta de quesito sobre a O juiz não formula os quesitos a partir do que o réu disse no interrogatório ou do que as testemunhas afirmaram nos depoimentos. Atos jurisdicionais: despachos. contra as vítimas. e terá o rito previsto para o recurso em sentido Convencendo-se. (unanimidade).Quesitos Júri . PENSÃO JUDICIAL.

2. o âmbito de cognoscibilidade do "habeas corpus" se restringe ao aspecto da legalidade. o CPP contempla a possibilidade de um dos réus aproveitar a decisão proferida em recurso de outro. de SÚMULA 705: A renúncia do réu ao direito de apelação. ficando circunscrita aos motivos invocados no recurso. Suspensão condicional do processo. com tratamento indistinto. não impede o conhecimento da apelação por este interposta. Tratando-se de preceito decorrente da lei ordinária (CPP. o objeto da acusação deduzido na denúncia não pode ser. restrição relativa ao prazo. O paciente foi condenado por homicídio qualificado consumado e por homicídio tentado. quando só o réu tenha recorrido. por entender comprovad A apelação contra as decisões do júri não devolve à instância superior o conhecimento pleno da causa. art.Apelação STF 042 Recursos . na qualidade de c Se a falha da sentença relativamente à fixação da pena foi corrigida pelo Tribunal no julgamento de recursos de que afinal resultou. há. se apresente ou seja recapturado. 589). porqu O Estado. do Código de Processo Penal não se aplica às hipóteses de condenação criminal. 60 . 386. art. não foi revogado pelo art. Litisconsó HC 80479 / RJ (05/12/2000): Na hipótese de concurso de agentes. IV) não tem o condão de inocentá-lo no âmbito do respectivo proc 13.STF 014 Recursos STF 014 Recursos STF 017 Recursos STF 023 Recursos STF 025 Recursos STF 033 Recursos STF 035 Recursos STF 040 Recursos STF 045 Recursos STF 046 Recursos STF 048 Recursos STF JR Recursos STF JR Recursos STF SUM Recursos STF SUM Recursos STF SUM Recursos TRF-1 EJ494 Recursos .Apelação STF 012 Recursos . ainda que o réu. 3. O direito de Esta Corte já firmou o entendimento de que a apelação contra decisão do Júri tem natureza restritiva. idêntica qu O CPP positiva o princípio da fungibilidade dos recursos (art. a versão do fato delituoso. Apelação parcial do MP. submetido a novo julgamento. a vedação da reformatio in pejus indireta não se aplica às decisões do Tribunal do Júri. Habeas corpus. se as circunstâncias do crime Se a sentença. (mai Verificada a fuga do preso depois de haver apelado. Se o Ministério Público interpôs recurso de apelação. sendo indisponível a ação penal pública. da CF (“São funções institucion Não contraria o princípio tantum devolutum quantum appellatum acórdão que. TRF-1 TRF-1 TJ-MG 117 117 SUM Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Não cabe produção de prova oral em HC.Apelação STF 019 Recursos . ao reformar ou manter a decisão impugnada mediante recurso em sentido estrito (CPP.Apelação TJ-MG SUM Recursos . ainda que não-unânime. manifestada sem a assistência do defensor. o processamento dos recursos interpostos não depende do pagamento de custas.Em se tratando de prisão civil por débito alimentar. Recorre Não constitui causa de nulidade da sentença penal condenatória a falta de motivação específica no capítulo destinado à dosimetria da pena. art. 411 do CPP. não é de exigi A publicação da sentença ocorre quando o escrivão a recebe do Juiz (CPP.Apelação STF 026 Recursos . Sentença que assegura-lhes apelar em liberdade. Hipótese em que o acórdão em fac Há reformatio in pejus indireta quando a sentença condenatória é anulada em recurso da defesa e o réu. eis que essas modalidades excepcionais de impugnação recursal não s O juiz. antes do julgamento. quando requereram separadamente a unificação das penas e as decisões foram divergentes. não devolvendo ao Tribunal todo o conhecimento da causa. ao acertar. por diversa fundamentação.Apelação STF 017 Recursos . Regra tantum devolutum quantum appellatum não possibilita o julgamento ultra petitum.Reformatio in Pejus STF 052 Recursos . ainda que o Ministério Público não o tenha feito. ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR PRATICADO CONTRA MENOR DE SEIS ANOS DE IDADE (CPP.Reformatio in Pejus STF 026 Sentença STF 026 Sentença STF 032 Sentença STF 050 Sentença TRF-1 105 Sentença . A absolvição criminal. se foi obedecido o d . parágrafo único. porque HC 80101 / AC (26/09/2000): Réus condenados por crime contra a ordem tributária. perseguindo a reforma da sentença absolutória. 129.Apelação STF 040 Recursos . deve fazê-lo motivadamente. a apelação será declarada deserta. 609.Apelação STF 049 Recursos . O trancamento de ação penal por HC é medida excepcional. à luz da prova. Anulação do julgamento pelo Tribunal de Justiça. Júri. isto é. 214 E 224 "A"): ABSOLVIÇÃO EM PRIMEIRA INSTÂNCIA. por remissão.Se a apelação criminal ficou expressamente condicionada ao recolhimento do réu à prisão. 617). Habeas Corpus. que prevê o cabimento de recurso de ofício da decisão que absolver desde logo o réu. 579). somente exigível quando da execução da sentença c Não se aplica o benefício da extensão do julgado favorável ao co-réu. também. O recurso cabível contra a decisão que não homologa a transação é a apelação. 2. independentemente de qualquer outra formalidade: a não lavratura de termo nos Inexiste a nulidade apontada na sentença de pronúncia. sendo vítima do crime de peculato. fazendo restrição expressa à hipótese de má-fé do recorrente. SÚMULA 713: O efeito devolutivo da apelação contra decisões do Júri é adstrito aos fundamentos da sua interposição. cuja soberania O art.efeitos A norma inscrita no art. art. vem a ser condenado a pena super Habeas Corpus. 003 . resultante de ação O direito de recorrer em liberdade não se estende ao recurso especial e ao recurso extraordinário.Apelação STF 035 Recursos . os fundamentos de parecer oferecido em segunda instância pelo Ministério Público. SÚMULA 525: A medida de segurança não será aplicada em segunda instância. por não existir provas de ter o réu concorrido para a infração penal (CPP. p Tratando-se de ação penal pública. I. enuncia claramente circunstâncias de inequívoco relevo para a aplicação da pena. Juizados Especiais Criminais Federais e Estaduais. 389). dando provimento a recurso da acusação pleiteando unicamente a imposição do regime inic Não é nulo acórdão que adota como razão de decidir. tem legitimidade para apelar de sentença absolutória. a inadvertência do Juiz em receber o recurso não vincula o Tribunal. apenas para condenar os recorridos. ARTS. uma vez que.

Não cabimento HC .Não cabimento HC .Não cabimento HC . desde que obedecidos os requisitos autorizadores. mas suposto direito líquido e certo de cumprir a pena em unidade da federação próxima da residência O habeas corpus não se presta a substituir recurso previsto na Lei Processual Civil para contrastar sentença que julga procedente ação de depósito. Não há óbice à aplicação da Lei 9. não se conhece de habeas corpus cuja alegação de constrangimento ilegal ou abuso de poder não tenha sido objeto de apreciaçã A suspensão dos direitos políticos como conseqüência de condenação criminal transitada em julgado (CF.DESCLASSIFICAÇÃO . III) não enseja o cabimento de habeas corpus . Impossibilidade. se fundado em fato ou direito estrangeiro cuja prova não constava dos autos.Não cabimento HC . no seu art. à mercê do reexame dos elemen O "habeas corpus" é instituto processual de índole constitucional. LXVII). em face de constrangimento ilegal (art.Não cabimento HC . ainda po A condenação do réu a pena de interdição temporária de direitos (CP. A Lei n.Não cabimento HC .Não cabimento HC . quer seja no âmbito de Juizado TRANSAÇÃO PENAL. 10.Não cabimento HC . PRERROGATIVA. fixou o limite de dois anos para a pena máxima cominada. c. o caráter autônomo de Admite-se. a petição inicial não pode deixar de ser assinada (art. PENA DE PERDA DO POSTO OU PATENTE. MENOR POTENCIAL OFENSIVO. Por outro lado. Não enseja a impetração de habeas corpus decisão que. A extinção da punibilidade . É inviável o exame de provas em sede de habeas corpus . pois não há ameaça à liberdade de locomoção. SÚMULA 695: Não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de liberdade. pela necessidade de análise de questões subjetivas. art. DESCABIMENTO. do CP Não cabe sustentação oral por parte do assistente da acusação em julgamento de habeas corpus .Não se conhece de pedido de "habeas corpus" que seja mera reiteração de anterior.ROUBO QUALIFICADO. A Lei n. entre outras considerações. quando implicar em exame dos pressupostos fáticos que deram origem à ação que s Não estando em discussão a liberdade de locomoção do impetrante. principalmente porque há procedimento específico para essa finalidade. 15. ampliou o rol dos delitos considerad A Lei n.O "habeas corpus" não é via adequada para se decidir sobre progressão de regime prisional. nem a ef . O habeas corpus não é hábil para garantir o direito de visitas de advogados a presos.Não cabimento HC . considerada a necessidade de revolvimento da prova produzida. concurso formal ou continuidade de RHC 79460 / SP (27/10/1999): A suspensão condicional do processo é benefício que não alcança o acusado que esteja sendo processado ou condenado por outro crime. subordinou a perseguibilidade estatal dos delitos de lesões corporais leves (e do Suspensão condicional do processo.STJ STJ STJ STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-MG TJ-MG STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ STJ STF TRF-1 STJ STF STF STF 168 168 170 006 039 287 SUM SUM 117 EJ434 EJ440 EJ477 SUM SUM 169 171 011 025 026 036 043 043 044 044 055 JR SUM SUM SUM SUM SUM 169 172 198 032 EJ501 SUM JR SUM 397 Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus HC . Concessão de ofício. 5º. art. ao contrário do que ocorre com a pena O habeas não é o meio hábil à desclassificação do tipo. dissentind O trancamento de ação penal por atipicidade da conduta não é possível na via do HC. crime eleitoral). o Juiz.Não cabimento HC . prescindindo de formalismos. 5º. 654. ao definir as infrações penais de menor potencial ofensivo. a in A possibilidade de conversão da pena restritiva de direitos em pena privativa de liberdade representa dano potencial à liberdade de locomoção. mas se recusando o Promotor de Justiça a propô-la. O habeas-corpus não é o meio hábil a alcançar-se.Não cabimento HC .099/95.Não cabimento HC .Não cabimento HC . tendo em vista. instrumen HABEAS-CORPUS . não há 50 .259/2001. INOCORRÊNCIA DE AMEAÇA À LIBERDADE DE LOCOMOÇÃO.qualquer que seja a sua causa .LATROCÍNIO . inc. em habeas corpus requerido a tribunal su SÚMULA 696: Reunidos os pressupostos legais permissivos da suspensão condicional do processo. II. MP. arts. A proposta de suspensão condicional do processo é prerrogativa exclusiva do Ministério Públic SÚMULA 243: O benefício da suspensão do processo não é aplicável em relação às infrações penais cometidas em concurso material. tendo sido impugnada perante o próprio tribunal apontado como coator mediante embargos infringentes. e 47) não enseja o cabimento de habeas corpus . O HC não é meio adequado à correção de irregularidades quando essas não ferem a liberdade de locomoção do paciente.099/95 aos crimes sujeitos a procedimentos especiais (no caso.Não cabimento HC . destinado a tutelar a liberdade pessoal de locomoção.Não cabimento HC .Não cabimento Juizado Especial Juizado Especial Juizado Especial Juizado Especial Suspensão do processo Suspensão do processo Suspensão do processo Suspensão do processo Habeas Corpus Embora o habeas corpus possa ser impetrado por qualquer pessoa. 9. que dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais.Não cabimento HC .Não cabimento HC . § 1º. (unanimidade). por não estar mais em causa a liberdade de locomoção.259/2001. (unanimidade). se a soma da pena mínima da infração mais grave com o aumento mínimo de um É da jurisprudência do Tribunal que não impedem a impetração de habeas corpus a admissibilidade de recurso ordinário ou extraordinário da decisão impugnada. legitimando o conheciment SÚMULA 691: Não compete ao Supremo Tribunal Federal conhecer de habeas corpus impetrado contra decisão do Relator que. SÚMULA 723: Não se admite a suspensão condicional do processo por crime continuado.Não cabimento HC . LXV HABEAS CORPUS. Não se admite a participação do assistente de acusação em habeas corpus impetrado em favor do réu. ne SÚMULA 693: Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa. SÚMULA 692: Não se conhece de habeas corpus contra omissão de relator de extradição. SÚMULA 395: Não se conhece de recurso de habeas corpus cujo objeto seja resolver sobre o ônus das custas. 10. 2º. 43. parágrafo único.Não cabimento HC .Não cabimento HC .Não cabimento HC . A via do habeas corpus não é adequada para se declarar suspeição de juiz.Não cabimento HC .afasta a possibilidade de constrangimento à liberdade de locomoção física do paciente e torna conseqüente Para não haver supressão de instância. em habeas corpus impetrado contra ordem de prisão decorrente do “inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia” (CF. ou relativo a processo em curso por infração penal a que a pena pecuniária seja a ú SÚMULA 694: Não cabe habeas corpus contra a imposição da pena de exclusão de militar ou de perda de patente ou de função pública. 53 . já julgado. Está efetivamen RHC 80919 / SP (12/06/2001): Não cabe HABEAS contra decisão condenatória transitada em julgado.

210-94 (Lei de Execução Penal). no julgamento do HC 68.072/90 (Lei dos Crimes Hediondos). Compete ao juiz da vara de execuções penais decidir sobre a concessão de indulto a réu condenado por decisão sujeita a recurso interposto somente pela defesa. não tenha transitado em julga Só pode a prisão albergue ser deferida nas hipóteses a que se refere o art. O pleito deve estar lastreado não só no fator objetivo . Em regra. 66 . no te SÚMULA 040: Para obtenção dos benefícios de saída temporária e trabalho externo.SILÊNCIO. Decisão proferida em execução (unificação de penas) pode ser objeto de revisão criminal. que resta confirmado pela instrução criminal. g) reabilitação. Admite-se a progressão de regime. sendo fla A reparação do dano causado pelo crime prevista no art.Na revisão criminal a dúvida não beneficia o peticionário. na espécie. Execução das penas: a) evolução e regressão. É necessária a oitiva do condenado nos casos de regressão e conversão definitivas. STF SUM Mandado de Segurança STF SUM Revisão criminal TRF-1 EJ441 Mandado de Segurança STF 014 Revisão criminal STF 025 Revisão criminal TJ-MG SUM Revisão criminal TJ-MG SUM Revisão criminal TJ-MG SUM Revisão criminal STJ 185 Mandado de Segurança TRF-1 EJ500 Revisão criminal SÚMULA 701: No mandado de segurança impetrado pelo Ministério Público contra decisão proferida em processo penal. 68 . é obrigatória a citação do réu como litisconsorte p SÚMULA 393: Para requerer revisão criminal. REGIME FECHADO. não revogou o art. § 2º. Coisa julgada. em princípio. LEP). o agra Se a denúncia descreve o crime continuado. b) suspensão condicional da pena. do Estatuto da Advocacia (Lei 8. 90. como um dos requisitos para a concessão do livramento condicional é obrigação de natureza sol A fixação da pena em regime semi-aberto inviabiliza.Na sentença condenatória transitada em julgado. (unanimidade).PROGRESSÃO DO REGIME DE CUMPRIMENTO. REGIME PRISIONAL. Não em razão da inexistência de casa d Se o Ministério Público não recorre de sentença que assegura ao condenado por crime definido como hediondo o direito à progressão de regime . f) anistia. PRESO. A lei. na PENA . a custódia em regime mais gravoso para o réu. tendo em vista o disposto no art.906/94). 117 da Lei nº 7. revelase contrária ao texto expresso da lei penal a sentença que impõe ao acusa 15. CONCURSO. em sede de revisão criminal não se deve reduzir a reprimenda imposta ao condenado com obediência dos critérios le O Ministério Público não tem legitimidade para impetrar mandado de segurança com o objetivo de conferir efeito suspensivo a recurso que não o possui.Salvo casos de erro técnico ou evidente injustiça.A Lei 9. 67 . d) graça. Código Penal) a pena é automaticamente extinta.LAUDO . 83. impõeSÚMULA 698: Não se estende aos demais crimes hediondos a admissibilidade de progressão no regime de execução da pena aplicada ao crime de tortura.455/97 (Lei de Tortura) não revogou a Lei 8. do Código de Processo Penal. e na Súmula 267. (unanimidade). PRAZO. Revisão criminal. Esgotadas as instâncias ordinárias e pendente decisão em agravo de instrumento interposto contra o indeferimento do processamento do recurso especial. razão pela qual não cabe progressão de regime aos condenados por crimes h 61 . não há óbice à As condições do indulto são aquelas do decreto que o concede. confirmada em segunda instância. A questão trata do cabimento do trabalho externo nas condenações por crime hediondo ou delito equiparado. Uma vez constatado o silêncio do perito quanto à periculosidade do condenado. ainda quando a sentença condenatória de réu preso preventivamente. Uma vez cumpridas as condições e expirado o prazo o prazo do livramento condicional sem revogação (art.É imprescindível a audiência pessoal do condenado no incidente de regressão do regime penitenciário (art.cumprimento de pelo menos um sexto da pena no regi Execução penal: regime de cumprimento de pena privativa de liberdade: progressão para o regime aberto do condenado ao regime inicial semi-aberto ou autorização para PENA . REGIME INICIAL. ao dispor que a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário é atividade privativa de advogado. FALTA GRAVE. (una ROUBO QUALIFICADO. que o benefício da prisão-albergue só poderá ser deferido ao sentenciado ―se houver‖.REGIME DE CUMPRIMENTO . 118. 47 . O regime inicial de cumprimento da pena privativa de liberdade deve considerar. é imprópria a utilização d O art. IV. inciso II. c) livramento condicional. ARMA DE FOGO. deve ser ela interpretada sempre a favor do condenado.PERICULOSIDADE .Na revisão criminal é vedada a rediscussão de questões já analisadas no juízo da ação penal. STF 045 Estabelecimento penal TJ-MG SUM Evolução e regressão TJ-MG SUM Evolução e regressão STJ 176 Evolução e regressão STJ 187 Evolução e regressão STJ SUM Evolução e regressão STF 016 Evolução e regressão STF 022 Evolução e regressão STF 024 Evolução e regressão STF 024 Evolução e regressão STF 034 Evolução e regressão STF 042 Evolução e regressão STF 045 Evolução e regressão STF SUM Evolução e regressão STJ 187 Execução da pena STJ 170 Execução provisória STF 016 Indulto STF 045 Indulto TRF-1 EJ477 Livramento condicional STF 049 Livramento condicional TRF-1 EJ435 Regimes TJ-MG SUM Regimes STJ 187 Regimes A precariedade das condições dos estabelecimentos penais não legitima a liberação dos que neles se encontram presos. INTERRUPÇÃO.a despeito do que estabe O Plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu. havendo dúvida a respeito do regime prisional imposto. regimes de cumprimento da pena e incidentes. do colendo Supremo Tribunal Federal. 1º. 593. PROGRESSÃO. nem o não recebimento dos que vierem a ser con 46 . TRABALHO EXTERNO.14. o condenado não é obrigado a recolher-se à prisão. além da quan . considera-se o tempo de cumprimento da pena no regime fechado. salvo quando existir prova nova a respeito. do CP. (maioria). e) indulto. Mandado de Segurança. Trata-se do efeito interrruptivo das causas legais de regressão de regime prisional. I.118-2.

determinado pelo art. quem não estava regularmente inscrito em nenhuma Seccional d Não há falar em cerceamento de defesa se o advogado do réu. cuja pena seja igual ou inferior a qua Tratando-se de crime de tráfico cometido antes da Lei 8072/90. desde que não reincidente. a não in A falta de alegações finais acarreta nulidade por cerceamento de defesa. é causa de nulidade do processo criminal. c. 75 do CP ("O tempo d MILITAR CONDENADO PELA JUSTIÇA CASTRENSE. Paciente condenado a 60 anos. causa de nulidade por cerceamento A não apresentação da defesa prévia. 75 do Código Penal. Apenas a falta de intimação para a apresentação das contra-razões. a negativa de u A primariedade e o bons antecedentes não conferem ao sentenciado direito a regime menos severo como forma inicial de cumprimento da pena. não pode pretender extrair desse fato qua DEFESA. b) pelo fato de o acórdão da apelação haver adotad Não anula o julgamento o fato de o defensor dativo não haver apresentado razões de apelação. poderia constituir motivo de nulidade do proces A falta de razões de apelação e de contra-razões à apelação do Ministério Público não é. se não há prova de que SÚMULA 523: No processo penal. deixa de intimar o Tem-se como nulo o processo em que funcionou como defensor do réu. do CP (“condenado não reincidente. a falta da defesa constitui nulidade absoluta. ALEGAÇÃO DE FALTA DE RAZÕES E CONTRA-RAZÕES DO DEFENSOR CONSTITUÍDO ÀS APELAÇÕES MANIFESTADAS PELO RÉU E PELO MINISTÉR SÚMULA 706: É relativa a nulidade decorrente da inobservância da competência penal por prevenção.STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STF STF STF SUM 005 026 028 028 029 039 047 JR SUM SUM SUM SUM SUM 170 051 052 053 Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Remição Livramento condicional Execução da pena Evolução e regressão SÚMULA 269: É admissível a adoção do regime prisional semi-aberto aos reincidentes condenados a pena igual ou inferior a quatro anos se favoráveis as circunstâncias j Se a sentença condenatória estabelece que a pena seja cumprida "inicialmente" em regime fechado . SÚMULA 564: A ausência de fundamentação do despacho de recebimento de denúncia por crime falimentar enseja nulidade processual. fixada em sentença não transitada em julgado. Inexistência de nulidade pelo fato de a sentença ter considerado a ocorrência de lesão grave com base no exame pericial que concluiu. Com esse entendimento. A deficiência das alegações finais.Nos processos de competência do Júri. por conta de infração administrativa. 3 meses e 16 dias de reclusão.para motivar a imposição de regime inicial fechado PENA . 33. 3. segundo a jurisprudência deste Tribunal.REGIME DE CUMPRIMENTO. o fato de o réu se encontrar em prisão especial. Ao dispor que “o condena Ainda que o juiz não esteja obrigado a estabelecer o regime aberto na hipótese do art. o não comparecimento do defensor ao interrogatório do réu. 406. ainda que por este constituído. 564. e não a simples omissão de seu efetivo oferecimento. antecipadamente. REGIME DE CUMPRIMENTO DA PENA. não comparece à audiência de instrução por haver sido dispensado a pedido de seu próprio defensor. não o limite previsto no art. LEI 7. estando preso. em face da omissão do advogado constituído em apresentá-las. III. Nulidades. antes do trânsito em julgad SÚMULA 717: Não impede a progressão de regime de execução da pena. legalmente admissíveis. considera-se a pena efetivamente imposta ao condenado. a imposição do regime fechado como forma inicial de cumprimento da pena dispensa fundamentação. art. (unanimidade). em princípio. se o advogado do réu foi devidamente intimado para apresentá-las. Tendo o preso cumprido integralmente a pena. salvo se já houver sentença cond .2 Progressão do regime fechado de cumprimento da pena para o regime semi-aberto.salvo se ele é legalmente qualificado como hediondo . Compõe a individua RHC 80919 / SP (12/06/2001): É possível ao condenado à pena superior a 04 anos e não excedente a 08. quando o juiz. CPP) não acarreta nulidade. se prejudica a defesa do réu. a falta de alegações finais (art. RECOLHIMENTO A ESTABELECIMENTO PRISIONAL MILITAR. a não formulação de reperguntas às testemunhas de acusação. apesar de intimado a fazê-lo. § 2º. pelos crimes previst 16. deixa de fazê-lo ao fundamento de haver-lhe Não há nulidade: a) pelo fato de o réu menor de 21 anos haver sido assistido no interrogatório por estagiário de direito. não é considerada para a concessão de o SÚMULA 716: Admite-se a progressão de regime de cumprimento da pena ou a aplicação imediata de regime menos severo nela determinada. mas a sua deficiência só o anulará se houver prova de prejuízo para o réu. SÚMULA 718: A opinião do julgador sobre a gravidade em abstrato do crime não constitui motivação idônea para a imposição de regime mais severo do que o permitido se SÚMULA 719: A imposição do regime de cumprimento mais severo do que a pena aplicada permitir exige motivação idônea.a despeito de tratar-se de delito sujeito à disciplina da Lei 8072/90 (C Sempre que a conversão da pena de prisão em restrição de direito ou o seu cumprimento em regime inicial sejam. Hipó O fundamento da gravidade do delito em abstrato não é idôneo . que a incapacida Não é de reconhecer-se a nulidade do julgamento proferido pelo tribunal do júri por quebra da incomunicabilidade dos jurados (CPP. se não ficar demonstrado que resultou em pre O réu que. A definição do regime de cumprimento da pena é formalidade essencial à valia dos provimentos condenatórios. intimado para apresentar razões e contra-razões de apelação. deferiu-se habeas corpus para anular 41 . STF STF TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF 005 007 SUM 021 027 028 030 033 038 041 045 046 047 SUM 010 011 SUM SUM Alegações finais Alegações finais Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Competência Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades A falta de alegações finais não é causa de nulidade do processo criminal. 83). não é possível haver a renovação. da remição da pena por execução de trabalho enqu Para fins de concessão de livramento condicional (CP. art. cumprir a pena em regime inicial sem SÚMULA 715: A pena unificada para atender ao limite de trinta anos de cumprimento. j).

STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ 162 025 029 030 JR SUM SUM SUM SUM 016 019 029 035 045 047 049 053 256 Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Carência de defesa Há nulidade absoluta no julgamento da apelação quando ausente a intimação do defensor público da inclusão do feito em pauta e da data da sessão. Não supre a exigência de intimação pessoal do réu e de seu defensor (CPP. V Inocorre nulidade pelo fato de não haver sido aberta vista à defesa para requerer diligências. Além de tratar-se de prazo que corre em cartório Nulidade: Alegação Extemporânea. III). na segunda instância. de jurados em número superior ao previsto no art. sem prévia intimação. Aplicação dos arts. As nulidades relativas ao julgamento em que se anula a sentença absolutória e se submete o acusado a novo júri devem ser argüidas a DEFESA. não a suprindo a nomeaçã SÚMULA 708: É nulo o julgamento da apelação se. não há falar em nulidade da intimação. Alega o recorrente de 17. saná A falta do interrogatório do réu preso no curso do processo acarreta nulidade relativa. 571. art. considerando-se sanada se não for argüida dentro do prazo legal (CPP. a qual se considera sanada se não argüida no momento oportuno (CPP. PROVA TESTEMUNHAL. 564. mediante sorteio. § 2º. SÚMULA 707: Constitui nulidade a falta de intimação do denunciado para oferecer contra-razões ao recurso interposto da rejeição da denúncia.provido pelo tribunal Constando da publicação o nome de um dos defensores do réu. arts. Trata-se de condenado como incurso em crime de lesões corporais graves (art. 499 do CPP. e não absoluta. OMISSÃO. na forma do art. para se fazer presente à audiência de instrução. O que gera nulidade do processo é a falta de intimação para o cumpr SÚMULA 431: É nulo o julgamento de recurso criminal. caso não suscitada na fase das alegações finais (CPP A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal tem como relativa a nulidade por falta da requisição do réu preso. SÚMULA 712: É nula a decisão que determina o desaforamento de processo da competência do Júri sem audiência da defesa. 129. após a manifestação nos autos da renúncia do único defensor. o réu não foi previamente intimado para constituir outro. 392) o conhecimento que ambos hajam tido da condenação através do mandado de prisão Tendo sido o réu absolvido em primeira instância. Relações jurisdicionais com autoridade estrangeira. configura nulidade relati Considera-se sanada a nulidade de julgamento decorrente da prevenção de outro órgão do tribunal. A convocação. . 57 A falta de requisição do réu preso para a audiência de instrução constitui nulidade relativa passível de convalidação. IV do CP). salvo em habeas-corpus. A inobservância da prevenção regimental implica em nulidade relativa. art. se a parte deixa de argüí-la na sustentação oral. a falta de intimação de seu defensor para oferecer contra-razões ao recurso do Ministério Público . 433 do CPP (vinte e um para a composição do tribunal do júri). ou publicação da pauta. Com base nesse entendimento. a Turma indeferiu pedido de habea RHC 79460 / SP (27/10/1999): O não oferecimento de contra-razões pode ser estratégia do defensor.

com base no art. 43 do Código de Processo Penal. a caus ficou configurado o arquivamento implícito do inquérito. 43. sem novas provas. A denúncia ou queixa será rejeitada quando: I . ou da qualidade de padrasto. quando o crime for cometido com abuso do pátrio poder. Imunidade. 44 do C. quando a vítima ou seus pais não puderem prover as desp representante legal. A even assinada também pelo querelante. am dar nova definição jurídica ao fato delituoso. aliás. o inquérito pode ser desarquivado e iniciada a ação penal quando surgirem novas p nsformar-se em ação pública. entendendo se tratar de ação pública condicionada e ante à recusa expressa da mãe do ofendido em representar contra o acusado. "descrição" nem "circunstanciação" do fato típico. V. Mas ainda que assim não faça. Solução que atende ao fim visado pelo art. requerer o arquivamento do i mente aceita o perdão. se determine o trancamento da ação penal ou a cassação do despacho que recebeu a d ndível que haja decisão definitiva do processo administrativo-fiscal. satisfaz as exigências do art. dá extinção da punibilidade. não sendo exigida a sua fundamentação (art. da Constituição.P. Se o juiz reconhecer a possibilidade de nova definição jurídica do fato. pelo C a ação penal para apuração de delito contra a ordem tributária. 93. penal ser iniciada. nos crimes da Lei 8. segundo lhe parecer mais adequado. O Tribunal a quo. da qual consta o nome da querelada e a menção do fato criminoso. a lei não exige "narrativa".611.P. autônomas. a ação penal privada subsidiária da pública deve ser arquivada. e dois anos de idade praticado por namorado da genitora. no prazo legal (CPP. 44 do CPP (“A queixa poderá ser dada por procurador com poderes especiais.: mais não era necessário dizer. 394 do C. Nesses casos. a inércia do Ministério Público em adotar.o fato narrado evidentemente não constituir crime.P. sendo esta meramente indicativa. nas alegações finais. explícita ou implicitamente. 384. deve ser suscitada pelo autor da ação. II). seja porque esferas.P. estão presentes quaisquer dos casos previstos no art. cabendo então ao Órgão Ministerial proceder ao enquadramento da conduta delituosa. devendo constar do instrumento do mandato o nome do querelante e a menção ao fat Circunstanciado lavrado pela Polícia Federal. se esta não for intentada no prazo legal. § 1º. tutor ou curador (CP. uma das seguintes providências: oferecer a denúncia. mormente aqueles que segundo os impetrantes estão contaminados de ilicitude. 46). II . se o fizer. porque o querelante não foi intimado para manifestar-se sobre os documentos juntados pelo querelado quando da apresentação da resposta. cabendo ao acusado. reconheceu a ilegitimidade ativa ad nsável tipicidade. 225. 41 do C. a despeito de o Ministério Público. a razão do pedido de condenação.).da pretensão executória) e pagamento do tributo. sob pena de violação ao princípio da independência do Ministério Público Federal e limitação das funções institucionais do Parquet.430/90 não criou condição de procedibilidade da ação penal. ue tipo se subsume o fato praticado pelo querelado. Relator Ministro Sepúlveda Pertence). art.P. na denúncia ou queixa. apenas. entre-tanto. determina o arquivamento de inquérito. Ou em pública condicionada. do Código Penal.137/90. para a rejeição da denúncia.” ). 107. a decisão no processo administrativo.) encionada na denúncia. haver-se manifestado por sua exclusão. AL DA SÚMULA 524. 8. sem dilação probatória e o contraditório. (Art. como previsto no art. (Art. HC 81. Lei 9. deve a queixa conter a exposição do fato criminoso de modo a possibilitar ao juiz a verificação da infração praticada. Transita em julgado a decisão do Juiz que.P.já estiver extint . cf. 1. art. quando o juiz rejeita a denúncia ou a queixa (art. de "decisão". demonstrar o prejuízo próprio da queixa. IX. 516 do C.P. previstas no art.137/90. administrativa e penal.). único caso e mo (art. por ser condição objetiva de punibilidade (Supremo Tribunal Federal. a requerimento do Promotor de Justiça.P. em virtude de circunstância elementar não contida. In casu. a fundamentação é exigida. seja porque não é condição jurídica para a propositura da ação penal pública (atribuição constitucional do Ministério Público). em conseq da ação privada nos crimes de ação pública. praticados no referido processo.

excetuadas . O alvo de eventual nulidade passa a ser a sente vínculo de cada sócio ou gerente ao ato ilícito que lhe está sendo imputado. consistente no intuito de satisfazer interesse ou sentimento pessoal (art. bastando a mera manifestação inequívoca da vítima (ou de quem tenha qualidade para representá-la) no sentido de ver processado o autor do crime. a hipótese de que o acusado se envolva com a ação praticada por organizações criminosas. 41 do CPP). não coarctando. ão de cada qual.” ) denúncia que imputa a prática de crime de apropriação indébita a sócios administradores de empresa que deixou de recolher contribuição social descontada de seus empregados. quer quanto à acusação. art. Cuidava-se na espécie de crime de dano qualificado imputado a diversas pessoas pelo fato de haverem depredado as instalaçõe ar. entre eles. (unanimidade). pode corrigi-la. restando para a fase de instrução criminal a produção da prova mais circunstanciada. com as peculiaridades pertinentes. não encontra apoio na orientação da jurisprudência desta Corte. pelo recebimento dela. necessariamente. não cabendo aguardar o desenrolar do processo e. para a ação penal por crime contra a honra de servidor público em razão do exercício de suas funções. pois. esentante legal. deve a mesma ser recebida e processada. Há necessidade. o ilícito civil. sendo. 569). ao proferir sentença. insuficiente para justificar o trancamento da ação penal a circunstância de a denúncia não descrever de forma individualizada a conduta dos co-réus. após se verificar a existência de provas de materialidade e indícios de autoria. “poderão ser supridas a todo tempo antes da sentença final” (CPP. suas circunstâncias. . § 1º. orma incisiva. dando ao fato nova definição jurídica (arts. o devido processo legal e a ampla defesa. garantidos o contraditório. não constando. desse modo. Tal delito exige. Proferida a sentença condenatória não cabe mais a alegação de inépcia da denúncia. úncia". é passível de ser definida na instrução criminal. também. 319. sem individualizar a conduta de cada acusados.A. Omissões que. quer quanto à defesa. ediante simples declaração verbal ou escrita e até mesmo resultar da notoriedade do fato. que . 225. seja porque a responsabilidade penal independe da civil. observados os limites do Município. se isso não prejudica o pleno exercício do direito de defesa. nenhum prejuízo à elucidação dos fatos. portanto. assim como esta daquela. ale. tão só. o ou suspeição para o oferecimento da denúncia. impõe-se a imediata definição do tipo penal. a rígida. a declaração de miserabilidade jurídica por parte do interessado é suficiente para a comprovação desse estado.. juízo de condenação ou de procedência da acusação. ica (interpretação do art. desapareceria o ilícito penal pelos mesmos fatos: seja porque não comprovado o trânsito em julgado do acórdão respectivo. edem o oferecimento da denúncia. 41 do Código de Processo Penal. observados os prazos legais de decadência e perempção. portanto. para que tenha início a ação penal. desde logo. Com base nesse entendimento. mputa a prática do delito de prevaricação. quando fundado o pedido do Ministério Público em que o fato nele apurado não constitui crime. ausa extintiva da punibilidade..em vista que o juiz. a instrução. mas. (N. os casos nos quais o civilmente identificado deve. que não considera condição ao oferecimento da denúncia a descrição mais pormenorizada da conduta de cada sócio ou gerente.ainda quando emanada a decisão de juiz absolutamen cial -. As nulidades ocorridas até o interrogatório devem ser argüidas na defesa prévia.. e § 2º). Habeas deferido. sujeitar-se à identificação criminal. última parte. desde logo. as garantias do M cuja conduta específica é apurada no curso do processo. mas apenas que se estabeleça o de inépcia. ubsiste. mais que preclusão. ou fora dela. 383 – 384/CPP). vilmente. a ação penal só pode prosseguir por iniciativa da própria ofendida. A matéria preclui. io do mandato e na circunscrição do Município. a Turma afastou a alegação de ilegitimidade ativa do Ministério Público para prop ação do ofendido. A denúncia conterá a exposição do fato criminos a instrução. s requisitos previstos no art.. dolo específico. ademais. produz coisa julgada material. de se verificar a existência do nexo entre o mandato e as manifestações que ele faça na Câmara Municipal.” ). Com denatória. 2. nistério Público nos crimes contra os costumes (CP. em parte. (unanimidade). I. assegura a apuração da verdade. o arquivamento do inquérito policial. esta é que deve ser atacada por eventuais nulidades. CP). art. representa o recebimento implícito daquela exordial.: ver alterações promovidas pela CF/88 no tocante à identificação de pessoas) mos desta lei. para sua configuração.

seja como sujeito ativo. junto ao STF. osa de cheque sem provisão de fundos. o órgão especial do Tribunal de Justiça. 75 da Lei n. serviços ou interesses da União. não evidencia disputa sobre direitos indígenas de forma a fixar a competência da Justiça Federal. a competência para processo e julgamento de eventual ação penal é da Justiça Estadual. nos moldes em que previstos no art. iatura de Polícia Militar. quando não ocorrente lesão à autarquia federal. quando esse documento não chegou a ser utilizado perante a Justiça do Trabalho. art. ainda que praticada em detrimento de bens. Entretanto. parágrafo único. (N. bunal de justiça do Estado (artigo 29-X da CF/88). Não se tratando de crime contra a organização do trabalho. Município. 102. serviços ou interesses da União. mesmo aqueles de menor potencial ofensivo.) julgar os crimes eleitorais. não bastando. determinante da fixação do f e apropriação. erá da Justiça Federal se houver lesão a bens. Assim. al ou órgão competente para que prossiga a investigação. a fixação da competência dá-se pela regra da prevenção. pois a incumbiu às Defensorias Públicas. para tanto. mas sim.A. II. tiva do exercício funcional. u que o procedimento instaurado para apurar eventual prática de manutenção. III. ocorrer em mais de um lugar. art. tal lei vem sendo questionada quanto à constitucionalidade. tanto como vítimas. mantendo o foro privilegiado. O fato do Regimento Interno da Turma Recursal não incluir o HABEAS CORPUS em sua competência. ou desvio. ério Público Estadual. praticado contra silvícolas. 350. de verbas recebidas de entidades federais e incorporadas ao patrimônio do município. Estado. Reservas Ecol a Justiça Federal. cabendo aos Estados membros. II). ilitares estaduais.: A lei 10. proferida por Turmas Recursais de Juizados Especiais Criminais (CF. fixando-se a competência pelo critério da prevenção (CPP. ediante falsificação de cheque. permanecem válidos os atos praticados antes da alteração da competência inicial: tempus regit actum (precedente: Inquérito 571). 68 do CPP enquanto não criada e organizada a Defensoria no respectiv lito de competência. Precedentes. praticados no interior de Unidades de Conservação criadas e administradas pelo Poder Público Federal (Reservas Biológicas. quanto como autores. 71). caput. Delito que se consuma no momento em que a vítima é privada de sua liberdade.615/1998) é da competência daquele juízo estadual em razão de tratar stiça Federal. serviços ou interesse da União ou de suas entidades. através das respectivas normas de organização judiciária. crimes ambientais depende da verificação da existência de lesão a bens. empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de ec e aviso prévio. nos demais casos. salvo se autor e vítima forem policiais militares em situação de atividade. o denegatória de similar. nde tenha passado o agente transportando a droga. Competência. seja como sujeito passivo do ilícito penal (Súmula 140 do STJ). é o do local onde se deu a recusa do pagamento pelo sacado. i). as guias de recolhimento das contribuições previdenciárias. . ga de preso de Estabelecimento Penal.628/2002 alterou a questão. ção do Juízo Federal do lugar da apreensão dos bens. há apenas inconstitucionalidade progressiva do art.716/89. I. atribuído à empresa privada. ativo a estabelecimento particular de ensino. ns eleitorais e o dos crimes comuns que lhe forem conexos (Cód. (Dano qualificado . é ionária de serviço público (art. strada. do CP). ou seja. r onde o delito se consumou. pois se trata de competência em razão da natureza da infração. (unanimidade).contra o patrimônio da União. a competência originária caberá ao respectivo tribunal de segundo grau. 9. uta sobre direitos indígenas. não faz com que a m comum estadual. o legislador mais não fez que atentar à subsistência do vínculo entre a prática do ato e o exercício da função. e 35. o simples envolvimento de silvícolas. 231 da Carta Magna. quando recolhidos a estabelecimentos sujeitos à administração estadual. Precedentes. 163. 0 da Lei 7. Precedentes.Parágrafo único . Militar ou Eleitoral. ainda que o inquérito ou a ação judicial sejam iniciados após a cessação do exercício da função pública‘. contra determinados trabalhadores. CP.afastado das atribuições do Ministério Público a defesa dos hipossuficientes. não do juízo da comarca para a qual foi ela levada e mantida presa. dispor sobre o órgão competente para esse julgamento. al.Se o crime é cometido: III . porém. ia Social. A mera participação de indígenas em infração penal. facilitação ou realização de jogos de bingo sem a devida autorização legal (art. Eleitoral. por exemplo.

ainda que a condenação não tenha transitado em julgado. Essa competência é do Juízo da Execução. pelo princípio da prevenção. ue se disputam direitos indígenas. IV). o Juiz que primeiro toma conhecimento da infração e pratica qualquer ato processual. e encaminhamento dos autos respectivos à Justiça Eleitoral de 1ª instância. devendo o processo ser desmembrado para que os demais acusados sejam julgados pelo Tribunal do Júri.M. XCETO SE PRATICADOS EM DETRIMENTO DE BENS. 61 da Lei 9. visto que a ECT era mer . não da federal. NÃO ESTANDO INSTAURADA A AÇÃO PENAL. Porém é incabível a exceção quando se tratar de injúria. a princípio. no sentido de impedir. da Justiça Federal (Constituição.A. volvem questões referentes à dignidade da pessoa humana e desrespeitam instituições trabalhistas. se for ilegal. o ato que fixou a competência do juiz foi a autorização para proceder a escuta telefônica das conversas do Paciente. a partir da denúncia oferecida pelo Ministério Público federal. serviços ou interesses da União. DE SUAS ENTIDADES AUTÁRQUICAS E EMPRESAS PÚBLICAS. não se aplica o art. com lesão à previdência social e à organização do trabalho. "a". Violado..93). retratando a prática de atos libidinosos. mesmo não estando em serviço. Mero acidente de t . nos casos determinados por lei. mpetência originária quando só um dos acusados goza do foro privilegiado. 109 da CF (―Aos juízes federais compete processar e julgar: VI . ista o dever da União Federal de fiscalizar a idoneidade da prestação do ensino superior e de seus títulos. bens. segundo a jurisprudência do STF (HC 68. Com esse entendimento. II. Hipótese em que. visto não haver imputação de um fato. A expressão "durante o exercício funcional". é competente para processá-lo e julgá-lo a Justiça Militar. não se podendo. frustrar. para sua anulação.A.ustiça dos estados o processo e o julgamento dos crimes relativos a entorpecentes.: ver EC 45/2004) ederal o processo e julgamento de ação penal pública pela prática de delito contra a fauna silvestre (pesca predatória) com petrecho não permitido. e o processo desde a denúncia. de qualquer modo. 1º da Lei 10. ras. 218 do CP quando o paciente fotografou. 109. encente à corporação. verificando que os documentos falsificados pelo paciente (certificado a de competência aplicável é a do inciso VI do art. ou de su este deve ser comunicada. ntas perante órgão federal. a relaxará.04. Todos os direitos (a começar pelo direito à vida) que possa ter uma comunidade indígena ou um índio em particular estão sob a rubrica do inciso XI do artigo 109 da Constituição Federal. 218 . revelou conter talões de cheques oriundos de instituição bancária que foram fraudulentamente utilizados pelos denunciados. é aquele que é marcado pelo intuito de atingir. ofici A CONHECER DO INQUÉRITO POLICIAL DISTRIBUÍDO ANTERIORMENTE A OUTRA VARA. SERVIÇOS OU INTERESSES DA UNIÃO. é da Justiça Federal. (N. a Justiça estadual é competente. imagens de menor. X. desmoralizar ou ofender o militar ou o evento ou situação em que este esteja empenhado. situação concreta. que. a fim de que o Ministério Público. (Art. 78.P.os crimes contra a organização do trabalho e.967. a Força. afastar a co so e julgamento dos crimes previstos nesta Lei: III . devendo os autos se e quanto aos delitos de difamação e calúnia envolvendo autoridade que faça jus a seu foro privilegiado. em serviço. contra o sistema financeiro e a ordem econômico favor de paciente que não goze de prerrogativa desse foro. em águas territoriais divisórias de Estados-membros da Federação. Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT.são da competência da Justiça Federal: a) quando praticados contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. ou em detrimento de bens. a competência para o seu julgamento é da Justiça estadual.259/01. fazer malograr. DJ de 16. relacionados com o exercício da função. filmou e publicou. por incompetência. serviços ou interesse da União. PELO RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. inclusive sexo explícito. não se aplicando a regra do Art. mas apenas de opinião e Justiça Federal o crime previsto no art.: ver EC 45/2004) empo em que o mesmo se encontrava licenciado do exercício do mandato. art. (N. u conexão do processo do co-réu ao foro por prerrogativa de função de um dos denunciados. compreende o período em que o acusado esteve licenciado do exercício do mandado. de ofício. na rede internacional de computadores. Habeas corpus conced do C. para anular as decisões con-denatórias da Justiça do Estado. é. é de se conceder "Habeas Corpus". 3.Corrompe gente a própria identidade para o fim de subtrair-se à persecução penal. A. resta demonstrado o interesse da União. m pela prática do crime comum simultâneo àquele. contida na Súmula 394-STF. art.099/95 c/c o art. Habeas corpus impetrado pelo MPF conhecido e deferido. 29. No caso.: ver alterações legais posteriores) ticado em outra unidade federativa. stadual. Assim. do Código de Processo Penal. da CF. (unanimidade).

em lugar incerto e não sabido e quem teve a citação editalícia realizada por ocultar-se do agente encarregado de proceder a sua citação pessoal. se o acusado o indicar por ocasião do interrogatório). enumeradas no artigo 252 do Código de Processo Penal.P. 266. A constituição de defensor independerá de instrumento de mandato. tendo. evidenciando o envolvim icas ameaçadoras enviadas pela internet. II.Se reconhecer a suspeição. tipificados no Código Penal Militar. porquanto as causas. e não o interrogatório efetuado no plenário do Júri (Art. Exceções. impondo-se sua imediata declaração. Assim. Recurso em sentido estrito contra decisão que entendeu pela competência desta Corte para processar e julgar fatos delituosos supostamente praticados por vice-governador. está cingido a apresentá-las: é-lhe facultado requisitar a própria instauração d tiça. expedido em fase de apuração criminal. no caso. ciência de recursos". Está evidenciado nos autos que os motivos ou causas dos delitos perpetrados dizem respeito à defesa de território étnico. 4º da Lei 1. aplica-se a todo e qualquer processo em rcido jurisdição em ação civil pública movida contra os réus pelas fraudes ocorridas na LBA. devendo ser aplicado o artigo a ambos os casos. o juiz sustará a marcha do processo. inc. Se o acusado. dizem r suspeição deduzida pelo réu. para nciado pelo Ministério Público Militar da União pela suposta prática dos crimes de lesões corporais leves. (Decreto-lei n° 3. não cometeu qualquer ilegalid titular exclusivo da ação penal pública (art. por cobrança abusiva de juros em empréstimo realizado por particular. Os atos que o assistente de acusação pode praticar estão previstos na lei processual bimento da denúncia ou da queixa e antes de defesa prévia. 1. A legitimação subsidiária do ofendido somente é admissível no caso de inércia do titular. Se a atribuição do promotor é definida pela competê ão no habeas corpus. TRF-1ª REGIÃO. citado por edital. em conseqüência de agressões causadas a soldados da brigada militar. e atuação do ministério público tendo em ista o objetivo das investigações. 339 do CP (―Dar causa a instauração de investigação policial ou de processo judicial contra alguém. com a redação dada pela Lei n. sito em julgado da sentença para então fazer-se a restituição. O Min. hipoteca legal e arresto. inclusive. requisitado a instauração do inquérito policial. o princípio constante da parte final do artigo 269 do C. e por despacho se declarará su ime do art. não lhe é exigível que se tenha valido dos embargos de terceiro no juízo criminal até o trânsito em julgado da sentença condenatória. 99 . segundo as quais se pretendia infligir-lhes mal injusto se não providenciassem valores. na própria petição inicial. I. 129. é ela improcedente. resistência e desacato. Nota-se que se trata de entidade de previdência privada equiparada. de que não está em condições de pagar as custas do processo e os ho "AD JUDICIA". No procedimento administrativo. o bem apreendido deve ser útil como prova da autoria ou materialidade da conduta. processo no qual o próprio Ministério Público não atua como órgão acusador. ocorreu nulidade da ação penal por ofensa ao disposto no art. que assegura à parte o benefício da assistência judiciária "mediante simples afirmação. não há como entender existir mera te a estadual para verificar a quem compete processar inquérito policial instaurado contra a Capemi. quando as coisas apreendidas não se referem. evidentemente. A ele é permitido contrapor-se ao seqüestro até cinco dias após a arrematação. adjudicaçã eslinde da ação penal. ndo nenhuma incompatibilidade com a função acusatória. mandará juntar aos autos a petição do recusante com os documentos que a instruam. 7. do CPP.060/50. q seqüestro. cumprimento de mandado judicial de busca e apreensão. 252. Aduzem os recor a. 366.‖) o responsável pela falsa notitia.060/1950. ainda. mais precisamente a de assistência da acusação. 5º da Lei n. ou seja.: o assistente receberá a causa no estado em que se achar. O disposto no § 5º do art. Art. pode o MP produzir a prova. entos da infração. porém.ederal no processo que apura crimes de homicídio cometidos por indígenas contra fazendeiros. Ressaltou.689. OUTORGADA A ADVOGADO PARA POSTULAÇÃO EM JUÍZO APENAS COM PODERES GERAIS PARA O FORO.871/1989. o que levou as vítimas a ofertar a notícia-crime ao Ministério Público. já havendo sido iniciado o julgamento. não c . (Art. COMPETÊNCIA. mas como fiscal da lei. àquelas coisas que possam interessar ao deslinde do processo. E. da CF). no inquérito policial. com pedido de vista de um dos julgadores. não revogou o art. cham DE DINHEIRO. imputando-lhe crime de que o sabe inocente. Relator explicitou que. exceto em casos de manifesta ilegalidade do ato e possibilidade de danos irreparáveis.P. que dão margem a impedimento.

no caso do paciente. com a redação dada pela Lei 7. tendo per-manecido em estado nze como prevê. iniciara o processo de execução ostos ensejadores da prisão preventiva (Pacto de São José da Costa Rica). eixa. não ensejando. 5º.quando o ato se realizar em cump se aplicando o disposto a respeito nas alterações da Lei 8.060/50. não bastando a simples afirmativa de tratar-se de crime hediondo. a sua nulidade. enquanto esta exerce função pública. portanto. para a sua defesa. depois do decurso de tempo. Havendo previsão expressa na lei processual penal (art. o" (CPP. 9. natória. EFETUADA COM O PRAZO DE APENAS 14 DIAS.271/1996 é que se tornou obrigatória a intimação pessoal do defensor dativo. art. A formalidade é essencial à valia do ato.ue nas instâncias superiores as intimações são feitas pela simples publicação na imprensa oficial (art. ois anos de reclusão. Há precedentes deste Superior Tribunal no sentido de que. § 5º. ou não resuma os fatos em que se baseia. único do CPP. om a Defensoria Pública. nos termos do art. O exercício do direito de defesa pressupõe a necessidade de intimação para a audiência designada. o art. aplica-se-lhe a regra geral do art. parágrafo acrescentado pela Lei 8. posto não haver ele atendido ao chamamento editalício. dispensada a intimação do defensor dativo.(unanimidade). o se a prisão provisória for devidamente justificada na sentença. zo do Ministério Público. impossibilitado de apelar por ausência de pressuposto do recolhimento. (unanimidade). se em liberdade esteve no curso da instrução. Felix Fischer ale erdade provisória. spositivo da sentença a necessidade da medida constritiva ou a existência de qualquer fato novo que justificasse o encarceramento. surpreender. 12 da Lei 1. (―A fiança poderá ser prestada em qualquer termo do processo. do CPC (“Começa a correr o prazo: IV. não teria sentido reconhecer-se a nulidade alegada. 361 DO CPP). CPP. 593 do CPP (―Caberá apel o ao recurso do réu. o r ão do defensor público ou dativo. Apenas com o advento da Lei n. na forma inscrita no art. 5° da Constituição Federal de 1988. aração de nulidade do processo. 609 do CPP). O interrogatório procedido após o decreto condenatório não afasta a pecha.950/94 ao Código de Processo Civil. para o assistente não habilitado. sob pena de nulidade (Lei 1. . não há espaço para a aplicação analógica do art. Precedentes. no juízo deprecado. em sua prática. visando à oitiva da testemunha. Precedentes. oportunizando-se a prática dos atos alus mado da sentença por edital. O Min. o que acarreta nulidade absoluta do julgado. somente impondo-se o recolhimento provisório à prisão nas hipóteses em que enseja a prisão preventiva. ento fica sujeito à condição e prazo estabelecidos no art. 798. Fiança. EM VEZ DE 15 (ART. 241. 564. Não sendo razoável que o assistente habilitado disponha de prazo superior ao do Ministério Público. a). Fato de todo irrelevante. 334. a data de juntada aos autos da precatória. sória. 598 e par. Aquele desempenha atividade de advocacia particular. a nulidade do suficiente a intimação de um deles para validade do ato processual. Há de viabilizar-se a ciência da ação penal ao Réu. enquanto não transitar em julgado a sentença condenatória ‖). LXI e LXVII do art. e provisória (art. o acompanhamento pertinente. art. 594 CPP) for devidamente justificada.871/89). a falta de observação. 312 do CPP. o agente que. é a regra.060/50. (unanimidade). IV). por via de conseqüência. a carta precatória ou de ordem. condenação não impedem a concessão de fiança ao réu. No caso. IV. implicando.701/93). espontaneamente. us advogados (artigo 370-§2º do CPP. § 5º.

então. à sentença condenatória recorrível ou à que encerra a instância recursal ordinária. tratou-se de decreto ao qual faltou a efetiva fundamentação e se limitou a consignar que a liberdade seria estímulo para que os denunciados voltassem a delinqüir. da CF . pelo simples fato de não haver sido o mesmo posto em liberdade quando da sentença de pronúncia. defesa. não se pode deixar de considerar a presunção legal de gravidade. do Pacto de S. Em havendo respondido o paciente em liberdade a todo o proce tódia preventiva (CPP. por decreto-legislativo do Congresso Nacional. toria e prova da materialidade do delito. mas o in dubio pro societate. Exige-se. anecer preso após a pronúncia. pelo réu. art. ocessual por excesso de prazo. no inciso L erdade provisória aos agentes que tenham tido intensa e efetiva participação na organização criminosa. devidamente fundamentado.368. 35 DA LEI Nº 6. o para que o réu. 312. em liberdade. ânsito em julgado da condenação. em 28. vada sua necessidade. não servindo como fundamento o fato de que o réu. par. que traz implícita a marca da periculosidade do o paciente preso provisoriamente por força de decisão proferida em outro processo. não importando que o réu ? primário e de bons antecedentes. colocando. (unanimidade). bível sua prisão preventiva como único meio para assegurar o julgamento e a aplicação da lei penal. deixou de constituir advogado e não compareceu aos atos do processo. determine a expedição imediata de mandado de prisão. a colet . no caso. DERAL. absolvido pelo Tribunal do Júri. dispensa mo ecimento. No caso. dirija-se às hipóteses de prisão em flagrante. reabrindo-se a instrução para a realização de exame de dependência toxicológica. 1. poderá o juiz deixar de decretar-lhe a prisão ou revogá-la. salvo casos especiais e justificados. ressalvados os casos especiais e justificados. quando concedido o benefício. (unanimidade). seja submetido a novo julgamento.1990. dido esta Corte que inocorre o vício de inconstitucionalidade na norma contida no art. 408. rel. Antes da sentença final. a prisão do réu como seu efeito necessário. 2º DA LEI Nº 8.92. Ausência de contrariedade ao princípio ne reformatio in pejus . do CPP ("se o réu for primário e de bons antecedentes. Em se tratando de crime de tráfico de entorpecentes. salvo se for primário e de bons antecedentes. com trabalho e residência fixa ? tenha se apresentado espontaneamente à autoridade polic do paciente. além da necessidade de manutenção da ordem pública (art. com extensão aos co-réus. não atribui a lei.‘ (STF. 594. único). espacho agravo regimental para o colegiado encarregado da decisão final. Min. não impede a expedição imediata de mandado para a prisão do réu. art. Não pode. periculosidade e nocividade êntico ao que é necessário para a condenação.10. como o faz em relação à pronúncia. 609.769.7. Nelson Hungria). se a parte unânime da decisão o permitir. ou prestar fiança. Jose. 5º. damente fundamentada. do CPP (―o réu não poderá apelar sem recolher-se à prisão. ou não. improvida a apelação interposta pela defesa. objeto da divergência” (CPP. pois.613/98 que previu serem os crimes disciplinados por essa lei insuscetíveis de fi ança e liberdade provisória pois a Constituição Federal. o paciente está preso pela participação comprovada em organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de entorpecentes putou-lhe. a prisão preventiva (CPP. novo decreto de prisão preventiva.gada pela presunção de inocência do art. confirmando a decisão de primeiro grau.05. nem pela aprovação.que. E § 2º DO ART. não prevalece o in dubio pro reo.1976. vale apenas para seu escrivão e visa a permitir a interposição de recurso. da Costa Rica o após o trânsito em julgado. 3º da Lei 9. a prática de delitos contra o Sistema Financeiro Nacional destinados à lavagem de dinheiro. em concurso com seu cônjuge e demais integrantes da organização criminosa. DE 21. em tais circunstâncias. CPP). concerne à disciplina do ônus da prova -. O não exercício da faculdade prevista no art. em razão de. caso já se encontre preso"). ao negar provimento à apela que. RHC 32. (unanimidade). segundo a maioria. DE 26. a a prisão preventiva do réu. impedir que o Tribunal de 2º grau.072. da prisão decorrente da pronúncia. art. não impede que o tribunal ad quem . LVII. na qualidade de sócia da maioria das empresas onta na caracterização dos maus antecedentes do réu. 312) poderá ser decretada. (unanimidade). seja determinado o seu imediato recolhimento à prisão. tação da prisão preventiva. sendo regra o acusado defender-se em liberdade. § 2º. ainda que correlato. citado por edital. 594 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL. er em liberdade. porém. para os fins do disposto no art. 312). assim reconhecido na sen a dos motivos que a autorizam.

paciente admita a acusação e pretenda cumprir a pena. do do bom andamento do feito. a Turma indeferiu habeas corpus fundado na alegação de insuficiência de provas 595/64. ser admitida nos autos do processo. do Código de Processo Penal. A presunção é de imparcialidade. além dele e de sua reiteração em juízo. o que possibilita ao juiz indeferir requerimento de prova com nítido propósito protelatório ou tumultuário. c) crimes de abuso de autoridade. por dever de ofício. também sem atendimento às mesmas formalidades legais. a no art. dentro do prazo de 15 (quinze) dias.descabe. não se traduz em prova ilícita se o réu. uma vez transitado em julgado o provimento condenatório e porque preclusa. desapareçam os elementos necessários à verificação da existência de lesões graves.inexistência de peritos oficiais e realização do laudo por duas pessoas idôneas portadoras o bancário e fiscal não é absoluto. inc. as que não tenham prestado compromisso.Pr. e) crimes contra o meio ambiente. constitui um nada jurídico. la ilegalidade da escuta que lhe dera base –. absoluta. houver elementos que permitam a afirmação da ocorrência de lesões graves em decorrên nhas. ondenatória está baseada em prova testemunhal autônoma. .Pen. só se apóia em confissão policial retratada. a impossibilidade de reconhecimento pessoal e direto por tratar-se de réu revel. cimento requer a prova do prejuízo para a defesa. A regra de que no desaforamento deve-se ouvir a parte contrária à vista do contraditório não prevalece quando o alvitre é do magistrado. a narrativa da vítima de estupro. se mesmo depois da fluência do prazo de 30 dias. com detenção. ndo necessária a nomeação de intérprete. isto é. os de depor como testemunhas. Conduta processual passível de ser interpretada como renúncia tácita ao sigilo. arguir a nulidade do feito. 159 do CPP e da Súmula 361 os do conjunto probatório. desde que existentes outros elementos de prova. ou servir de base para a deflagração de investigação policial. A exigência de dois peritos pressupõe a hipótese prevista no § 1º do artigo 159 do Código de Processo Penal . . ndo anteriormente na diligência de apreensão. i) homicídio e lesão cor a competência do Juizado Especial Criminal os crimes que possuam rito especial. ada de depoimento dos acusados no momento do flagrante. e forma açodada. Portanto. sobretudo se não fica evidenciado qualquer prejuízo para a defesa.a acareação . por via de conseqüência. ele deve ser acolhido.da por um único perito oficial. quanto à alegação de que foram ouvidas treze testemunhas do MP. confirmando as informações prestadas pela instituição bancária. para responder por escrito. a do art. ainda. g) crimes de imprensa. elide sua força probante e induz à falta de justa causa para a condenação que. sem a existência de motivos concretos. visando a assegurar a legalidade do ato. d) crimes de responsabilidade. III.) magistrado o pedido. na forma do art. 192. a que fazem jus as partes. utiliza-as para sustentar sua tese de defesa. Por essa razão. estando a denúncia ou queixa em devida forma. Com base nesse entendimento e considerando. ão a contradizem. não se podendo desqualificá-lo pelo só fato de emanar de agentes estatais incumbidos. o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado. Com e e não contrarie os demais elementos do conjunto probatório. f) entorpecentes. sem prejuízo de poder a instânci embasar o decreto condenatório.reveste-se de inquestionável eficácia probatória. devendo ceder em face do interesse público. em que pesem as disposições dos artigos 231 e 400 do CPP. empo. sob a garantia do contraditório . digo de Processo Penal . colhida sem necessidade dos elementos informativos revelados pela prova ilícita. crimes afiançáveis. da repressão penal. não podendo. O depoimento me de corpo de delito não tem sustentação frente à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal que não considera imprescindível a perícia. nhecimento depende da prova de prejuízo para a defesa. 514 do CPP. devem ser excluídas desse número quatro informantes descompromissados e dois prestado em juízo. h) crimes contra o sistema financeiro nacional.

decorre da Lei no 8. os policiais en e terá o rito previsto para o recurso em sentido estrito (unanimidade). aferível pela inexistência de qualquer registro na ata da sessão de julgamento. O art. Alegam ser descabida a alteração e ter sido o crime de injúria praticado em situação de retorsão imediata. III). quando a perplexidade dos jurados possa ficar de alguma forma insinuada. que se coloca sentado ao lado do Magistrado Presidente do Tribunal do Júri. inc.072/90 . sob pena de nulidade absoluta. 224. de três dias. de sua organização e composição. pre do Tribunal do Júri. de quesito dirigido ao Conselho de Sentença. decide que o réu não deve ser apenado na forma do art. dade meramente culposa. à materialidade e à letalidade do evento delituoso -. 475 do CPP (“Durante o julgamento não será permitida a produção ou leitura de documento que não tiver sido comunicado à parte contrária com antecedência. mormente tenham sido denunciados por injúria. não exclui a recorribilidade erossímil. rt. Alega o paciente constrangimento ilegal e que o processo deve ser anulado a partir da sentença. acrescido de mais quarenta e quatro dias se houver necessidade de exame toxicológico (Resolução nº 17/80. adotando inúmeras medidas para que o julgamento se faça segundo a consciência dos Jurados. A falta de quesito sobre a tese do crime continuado não compromete o exercício da ampla defesa. oras do homicídio. (maioria). salvo quando manifestamente improcedentes. (unanimidade). poral grave. 5º. em ordem seqüencial imediata. apenando-lhe em um ano e oito meses de reclusão.. 408. O procedimento na área criminal está regulado pelo Código de Processo Penal. exclusivamente. Orientação da jurisprudência do STF sobre a matéria. No caso. com a alteração da Lei 8. gera a preclusão da faculdade processual de argüir a nulidade alegada.. A contradição que se revela apta a gerar a nu paros de arma de fogo. não obsta que o condene como incurso nas sanções do art. na primeira série. visto que o tema pertence ao domínio da aplicação da pena. 593. 10). sobretudo pelas circunstâncias da causa. à comunicação prevista no art. Não cabe. legitimar-se-á a formulação. 3. compreendida nessa proib sitos. cujo tipo exige associação estável e permanente ("societas delinq visto no art. e tendo em conta o próprio conteúdo da tese defensiva. 14 da Lei de Tóxicos prevê o crime autônomo de quadrilha ou bando. nunca aquela que opta por uma das versões existentes. a innocentia consilii do sujeito passivo. também. Precedentes.. A soberania dos vereditos. na denúncia ou na queixa. e de pronúncia. único do art. deve abster-se do uso de expressões capazes de predispor contra ele o corpo de jurados. arbitrária e totalmente divorciada do contexto probatório. 4. explícita ou implicitamente. a decisão venha a ser anulada por manifesta contrariedade à prova dos autos (CPP. a qualquer momento e por intermédio do juiz. como foi. observado o princípio da igualdade das pa rio Público.. descon e desacato e calúnia veiculados na imprensa e o outro por crime de desacato. para que. Não argüida a tese da legítima defesa durante os debates perante o Plenário do Tribunal do Júri. da Corte Superior. Nulidade absoluta do julgamento. observância que é do mandamento legal. dentro dos limites das teses sustentadas pela defesa técnica. prevista no art. não significando supe à prova dos autos. jetivo determinador do excesso. cuidou. Tratando-se de defeito no questionário ule quesitos específicos sobre qual ou quais são essas atenuantes. do CP.nto à exclusão das comarcas mais próximas do distrito da culpa. (unanimidade) andalosa. nas segunda e terceira séries). alogia ao processo penal.625/1993. c. livre de qualquer influência. não se pode pretender a nulidade do julgamento adas a moderação e a natureza do excesso culposo no encerramento da seriação dos quesitos da legítima defesa. XXXVIII. o quesito sobre a autoria podia ter sido formulado. durante a sessão do Júri. os quesitos concernentes à autoria. (maioria). art.. ba dias. e sim com base nas teses sustentadas pela defesa técnica (CPP art. à materialidade e à letalidade do fato imputado ao réu -. mas. caput ). fazê-lo diretamente para a comarca da Cap mação de quadrilha e condenado apenas com a agravante do concurso eventual de delinqüentes. 213 do mesmo Código. minuciosamente. pelo Júri. O posicionamento do Ministério Público. pelo menos. ou seja: "No dia . o que não é . terceiras pessoas desfecharam tiros de revólver em . e a matéria regulada não pode ser objeto de analogia. 484). por falta de quesito obrigatório (Súmula 156). por alega que a busca e a apreensão da agenda – que levaria à presunção de que o paciente estaria ligado ao tráfico de entorpecentes – foram requeridas pelo MP – mas não houve autorização judicial para assim proceder. ogatório ou pelas testemunhas na instrução. 5. (unanimidade). da Constituição Federal.logo após os quesitos concernentes à autoria. não importa nulidade qualquer. assegurando-se a devolução dos autos ao Tribunal do Júri para que profira novo pronunciamento. mentos. pedir ao orador que indique a folha dos autos onde se encontra a peça por ele lida ou citada do exclusivamente pela Constituição estadual. 476 do CPP (―Os jurados poderão. não configura constrangimento à liberdade de ir e vir. A analogia será aplicada quando houver a lacuna da lei sobre o tema. muito embora diverso o resultado dos votos apurados em relação a cada uma dessas séries (4x3. não contida. seja proposta a suspensão condicional do processo. embora contrarie o disposto no par. torna-se legítimo . 384 do CPP (―Se o juiz reconhecer a possibilidade de nova definição jurídica do fato. em conseqüência de prova existente nos autos de circunstância elementar. e 5x2. se necessário o desaforamento. o que. em audiência. e não se podendo apurar qual ou quais deles efetuaram os disparos fatais. pertinente à existência de dolo na co a vida. reabilitação. permite que ela seja argüida em apelação e até em "habeas corpus". indagar ao Conselho de Sentença se o r nte nas três séries de quesitos. desde logo. Não dá motivo à nulidade a sentença que.art. produz UIDADE DELITIVA.

” ). no que concerne à interposição de recursos. aproveita aos o tar a decisão proferida em recurso de outro.nal. cuja soberania assenta na própria Constituição Federal (art. Art. 580). ulgamento.08. receber o recurso não vincula o Tribunal. exasperar a pena imposta n pelo art. iteando unicamente a imposição do regime inicial fechado. a interposição do recurso por um. 804). não. às decisões do Tribunal do Júri. se apresente ou seja recapturado. na legislação própria. o registro no livro próprio é formalidade que se destina à sua conservação. privativamente. também. restrição relativa ao prazo. 580 . 129. pois a transformação do recurso erroneamente interposto fica sujeita à observância do prazo previsto para o recurso correto. art. Litisconsórcio passivo unitário. art. Quanto à condenação por homicídio tentado. o consumado e por homicídio tentado. não houve apelação nem do Ministério Público. par.689. porém.80). mormente quando a sentença penal julgou contra prova dos autos.promover.048-PR. não é de exigir-se que a menção dessas circunstâncias seja explicitamente repetida no capítulo dedicado especificamente à dosimetria da sanção aplicada: a base empírica do juízo de valor que induzir à a formalidade: a não lavratura de termo nos autos implica em se considerar como data da publicação a do primeiro ato subsequente. 3. . reforma a sentença também na parte em que esta concedera ao réu o benefício da suspensão condicional da pena. 580 do CPP são aplicáveis a quem não o requereu e se encontra nas mesmas condições objetivas. em litisconsórcio unitário. isto é. úblico não o tenha feito. benefício incompatível com aquela forma de cumprimento da pena ( ncia pelo Ministério Público. da CF (“São funções institucionais do Ministério Público: I . que não pode. nessas alegações. único). resultante de ação penal originária ajuizada perante os Tribunais Regionais Federais e os Tribunais de Justiça dos Estados (Lei nº 8. DJ de 29. Aplica-se. 5º. 4. A apelação do MP sustentava a inviabilidade de furto privilegiado. há. todavia. ecto da legalidade. por diversa fundamentação. não cabe falar em nulidade da condenação. vem a ser condenado a pena superior àquela anteriormente fixada (HC 58. (Decreto-lei n° 3.658/93). Superadas estas duas restrições. art. mento da apelação por este interposta. XXXVIII). se a decisão está devidamente fundamentada e foi prolatada por juízo competente. retratado ou reduzido em alegações finais do Ministério Público. se a sentença determina que os acusados poderão recorrer em liberdade. por entender comprovada a incriminação constante da denúncia. é nulo o acórdão enunciado pelo Tribunal que determinou a renovação da instrução criminal. se foi obedecido o devido processo legal. penas e as decisões foram divergentes. ainda que não-unânime. na qualidade de custos legis . eis que os embargos infringentes somente são oponíveis a acórdã es excepcionais de impugnação recursal não se revestem de eficácia suspensiva. descritas no corpo da decisão. se as circunstâncias do crime. 3. sultou. aos motivos invocados no recurso. não comprometendo a va cusação deduzido na denúncia não pode ser. com tratamento indistinto. não podia considerar o furto qualificado como consumado. não obstante tenha este se manifestado. ao Juiz-Presidente. 14. ondenar os recorridos. na forma da lei. Recorreu da decisão do Júri. Por isso. I. constituindo-se sua decisão em "reformatio in pejus". No concurso de agentes. "): ABSOLVIÇÃO EM PRIMEIRA INSTÂNCIA. (maioria) nto. ente. Hipótese em que o acórdão em face dos termos da apelação. e mesmo considerando que os erros co nte exigível quando da execução da sentença condenatória (CPP.No caso de concurso de agentes (Código iberdade. tão-só. quanto à condenação pelo homicídio consumado. porque as disposições do art. idêntica quantidade de pena. e encontra delimitação. posteriormente. evo para a aplicação da pena. no segundo julgamento. mas não irrestrito. ora paci metria da pena. (maioria). pela exclusão da qualificadora inserta no incis ão de inocentá-lo no âmbito do respectivo processo disciplinar. porquanto essa deserção tem caráter definitivo e irrevogável. a ação penal pública. O direito de defesa é amplo. são capazes de justificar a adoção do fator mínimo de redução em hipótese de tentativa (CP. se a sentença cuja nulidade foi reconhecida também havia sido objeto de recurso interposto pela acusação. eis que a sentença o tivera como tentado. A lei processual adotou o princípio de que somente se anula ato p bunal todo o conhecimento da causa. desde que os motivos não se fundem em caráter exclusivamente pessoal (CPP. APELAÇÃO DO ORGÃO ACUSADOR COM BASE NA PROVA: JULGAMENTO "EXTRA PETITA" DO TRIBUNAL COATOR AO CONHECER EX-OFFICIO DE NULIDADE E ANULAR O PROCESSO petitum. nem do réu. e em face de idêntico veredicto.

a desclassificação do crime. seja pela incidência da majorante. remeterá a questão ao Procurador-Geral. também) ao oferecimento de representação pelo ofendido ou por seu representante legal (art. r mais em causa a liberdade de locomoção. ação mais grave com o aumento mínimo de um sexto for superior a um ano. se de questões subjetivas.099/1995. instrumento voltado unicamente à salvaguarda do direito de ir e vir. o material. derrogando o art.099/1995. e 46). 5º. dissentindo. o Juiz.714/98: ―A pena restritiva de direitos converte-se em privativa de liberdade quanto ocorrer o descumprimento injustificado que. art. rafo único. alcançar-se. por demandar dilação probatória. consistente em suspensão de habilitação para dirigir veículos automoto-re ERDADE DE LOCOMOÇÃO. inc. legitimando o conhecimento de habeas corpus (CP. nfração penal a que a pena pecuniária seja a única cominada. 10. ao contrário do que ocorre com a pena de prestação de serviços à comunidade (CP. à mercê do reexame dos elementos probatórios coligidos na fase de instrução da ação penal. moção física do paciente e torna conseqüentemente incabível o remédio constitucional do habeas corpus. 43. Por outro lado. 61 da Lei n. Assim. que implica limitação à liberdade ambulatória do condenado. na via eleita. extraordinário da decisão impugnada. os delitos que a l dos delitos de lesões corporais leves (e dos crimes de lesões culposas. a coação. dente ação de depósito. da Lei n. art. quer seja no Juizado Especial Estadual. LXVII). e obedecidos os requisitos autorizadores. c. omotor de Justiça a propô-la. I. Assim devem ser considerados de menor potencial ofensivo. 61 da Lei n. parágrafo único. ade de locomoção. o caráter autônomo dessa espécie de ação . o de poder não tenha sido objeto de apreciação pelo Tribunal apontado como coator. quer seja no âmbito de Juizado Especial Federal. eventual inimizade do magistrado com relação ao paciente. 88). na redação dada pela Lei 9. 2º. Está efetivamente assentado nesta Corte o entendimento no sentido de não caber habeas corpus para questionar perda de posto ou graduação. seja pelo somatório. co para essa finalidade. condicionando. de ofício. § 1º. 9. indefere a liminar. a intervenção do autor da ação de alimentos. ator mediante embargos infringentes. desse modo. por não pairar ameaça de constrangimento à liberdade de locomoçã angeiro cuja prova não constava dos autos. em habeas corpus requerido a tribunal superior. ace de constrangimento ilegal (art. sendo defesa a sua realização pelo juiz. (unanimidade). não se acha consumada. 61 da Lei n. e outras considerações. nem a efetiva interposição deles. não há como aferir. na hipótese. quando a pena mínima cominada. e sim na de custos le obrigação alimentícia” (CF. . Não se presta à impugnação de interdição de direito. Precedentes do STF e do STJ. orpus . ima cominada. LXVIII. não seria o habeas corpus a via processual adequada para o impetrante defender o direito líquido e certo que entende possuir.099/1995.259/2001 alcança o disposto no art. do processado ou condenado por outro crime. 1ª parte. 647 do Código de Processo Penal). aplicando-se por analogia o art. da Constituição Federal e art. a iniciativa oficial do Minist o é prerrogativa exclusiva do Ministério Público Federal. 9. 5º. 654. ampliou o rol dos delitos considerados de menor potencial ofensivo. concurso formal ou continuidade delitiva. seja o cabimento de habeas corpus .deixar de ser assinada (art. para efeito do art. upostos fáticos que deram origem à ação que se pretende trancar. art. ainda pode vir a ser por ele reformada. 9. 28 do Código de Processo Penal.e a circunstância de que o próprio Ministério Público nela não intervém na condição de órgão acusador. 44. do CPP) pelo impetrante ou alguém a seu rogo. nem foi ele provocado a respeito. ultrapassar o limite de um (01) ano. m unidade da federação próxima da residência de sua família.em que se exercita o direito penal da liberdade . o art. § 4º.

g) reabilitação. impõe-se o reconhecimento desse direito. é imprópria a utilização do mandado de segurança quando o seu objeto é a restituição de coisas apreendidas. a nova a respeito. 2º. Casa de Albergado ou outro estabelecimento que se ajuste às exigências legais do regime penal aberto. Exsurge extravagante empolgar a omissão para efeito de indeferir-se o pleito formulado. mo Tribunal Federal. não revogou o art. sendo flagrantemente ilegal a subordinação da declaração de extinção à constatação da prática de eventuais delitos durante o período de prova. na espécie. Penal). por isso que acolhe o benefício. em ambas as hipóteses. enquanto condição objetiva de progressão de regime. 621. havendo demons regime inicial semi-aberto ou autorização para o trabalho externo: submissão. A impossibilidade material de o Estado instituir Casa de A ento de pelo menos um sexto da pena no regime anterior . m o não recebimento dos que vierem a ser condenados ou recolhidos provisoriamente. a recurso que não o possui. 623 do CPP. 1518: "Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado. 35. na aplicada ao crime de tortura. ao cumprimento do mínimo de um sexto da pena aplicada (LEP. Mostra-se insusceptível de acolhimento quando o exame criminológico revela desequilíbrio emocional. todos respon terpretada sempre a favor do condenado. art. as condições pessoais do réu (§ 3º do art. o agravo em execução. (unanimidade). ser alterado em revisão criminal (art. (unanimidade) va de liberdade deve considerar. não tenha transitado em julgado.como também no subjetivo. (Art. além da quantidade da pena aplicada (§ 2º do art. 7. Somente se admitirá o recolhimento do beneficiário de regime aberto em residência particular quando se tratar de: I . A revisão do . no tempo de cumprimento de pena. na localidade da execução da pena. f) anistia. § 2º e LEP. não há óbice à execução provisória da decisão condenatória.brigatória a citação do réu como litisconsorte passivo. 59 do CP).condenado maior de 70 (setenta) anos. I – CPP). em cumprimento de mandado de busca e apreensão. (Art. da Lei 8072/90 (“a pena por crime previsto neste artigo será cumprida integralmente em regime fechado” ) -. (maioria). na verificação dess quanto à periculosidade do condenado. CP. 117. ligado ao mérito do presidiário. sendo vedado. às expressas. 33 do CP). uma vez que o recurso especial não tem efeito suspensivo. Não em razão da inexistência de casa do albergado. e) indulto.210/1984). essão de regime aos condenados por crimes hediondos. (unanimidade). 621. 36 e 37): cômputo. 33 c/c art. por isso que ness ade privativa de advogado. A lei. mento condicional é obrigação de natureza solidária (Código Civil. § 1º. expedido em fase de apuração criminal. II . de qualquer incompatibilidade. por óbvio. "desde que tomadas as cautelas contra ssamento do recurso especial. 118 e 50 da Lei n. a ao condenado com obediência dos critérios legais. (unanimidade). gunda instância. desde que preenchidos os rá ser deferido ao sentenciado ―se houver‖. que confere ao próprio réu o direito de subscrever pedido de revisão criminal. somando as penas de todos os crimes. podendo tal veredicto. al) a pena é automaticamente extinta. so da lei penal a sentença que impõe ao acusado a condenação por concurso material. art. exceto o de tortura.condenado a ogressão de regime . 112. avaliar apenas a gravidade genérica do crime. EP).a despeito do que estabelece o art. estando o sentenciado sob o regime fechado (arts. Não cabe o . arts. e. s legais de regressão de regime prisional. admite o trabalho externo para os presos em regime fechado. curso interposto somente pela defesa. se tiver mais de um autor a ofensa. art. impõe-se a diligência visando à complementação do laudo. em conseqüência. em regra. 112. à falta. ―Se o condenado que p da pena no regime fechado. por crime hediondo ou delito equiparado.

não é considerada para a concessão de outros benefícios. deferiu-se habeas corpus para anular o processo a partir da fase das alegações finais. b. cuja pena seja superior a quatro anos e não exceda a oito. Ao dispor que “o condenado não reincidente. todos do Código Penal. salvo se já houver sentença condenatória. na qualidade de custos legis. nela determinada. por via de conseqüência. Hipótese em que. de vez que o réu. 35). desde o princípio. 33.. § 1º). art. ncidente. no art. Não se pode emprestar ao caso dos autos a extensão da regra ínsita no art. o de regime mais severo do que o permitido segundo a pena aplicada. do CP prevê faculdade para o juiz sent incidente. de direito subjetivo. art. rovimentos condenatórios. impõe-se o reconhecimento do direito do condenado à progressão de regime. se a pena concreta não excede oito anos. por duas vezes. art. e c) pelo fato de o advogado do réu não haver formulado perguntas às te . tenham manifestado suas opiniões sobre o processo (CPP. em respeito à coisa julgada. deixa de fazê-lo ao fundamento de haver-lhe sido indeferida a retirada dos autos do cartório. não pode pretender extrair desse fato qualquer nulidade processual. os autos deveriam permanecer em cartório. O silêncio a respeito não sugere a observância deste ou daquele regime. art. como o livramento condicional ou regime mais favorável de execução."). 565 do CPP. cuja pena seja igual ou inferior a quatro anos. ou de nomear-lhe defensor dativo. r prova de prejuízo para o réu. não serve de fundamento à adoção do regime fechado. O Juiz deve observar os critérios do CP. ao se ausentarem do plenário para irem ao banheiro.. 5. Hipótese em que está satisfeito o ra apresentá-las. ART. poderá. qualqu nstituído em apresentá-las. 155. por tratar-se de prazo comum às parte o fato de o acórdão da apelação haver adotado como razão de decidir o parecer apresentado pelo Ministério Público em segunda instância. presume a periculosidade do agente. a gravidade do crime. EGIME DE CUMPRIMENTO DA PENA. art. 4. rguntas às testemunhas de acusação.a quatro anos se favoráveis as circunstâncias judiciais. 564. deixa de intimar o réu para substituir o defensor omisso. a fim de que outras fossem apresentadas por novo defensor. processual. causa de nulidade por cerceamento de defesa se o advogado constituído pelo réu foi devidamente intimado para apresentá-las. para produzir as razões e contra-razões aos apelos.A Lei 7. LEI 7. mento da pena dispensa fundamentação. § 2º. Código Penal. dimento. s (CPP. 75 do CP ("O tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade não pode ser superior a trinta anos. 2º. a negativa de uma ou do outro há de ser idoneamente motivada. e Lei nº 7210/1984. I. § 2º.” ). bem como em depoimentos testemunhais que comprovaram essa circunstância.210/84 (Lei de Execução Penal) só se aplica aos apenados pela Justiça Militar quando recolhidos a estabelecimento prisional sujeito à jurisdição or ses e 16 dias de reclusão. . mição da pena por execução de trabalho enquanto preso. 129 (2 vezes) e no art. motivar a imposição de regime inicial fechado. Hipótese em que a própria lei. art. pelos crimes previstos no art. ou referente a form NIFESTADAS PELO RÉU E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO.210/84. 157. mprimento da pena. legalmente admissíveis. 33. in fine. tendo havido recurso da defesa e da acusação. Compõe a individualização da pena e assim deve estar devidamente assentado. art. se não há prova de que estes. 1. ncípio. b). III. Tribunal. ato de o réu se encontrar em prisão especial. e o Ministério Público deixa de recorrer. que a incapacidade perduraria por mais de 30 dias em face da gravidade das lesões sofridas. ao impedir que o condenado apele em liberdade (Lei 6368/76. antes do trânsito em julgado da sentença condenatória. poderia constituir motivo de nulidade do processo penal. abstratamente considerado. a não intimação pessoal do defensor dativo e a não interposição de recurso especial são fatos que não caracterizam violação ao princípio da ampla defesa. não ensejando. § 2º. 458. Não se trata. cumpri-la em regime semi-aberto” . gularmente inscrito em nenhuma Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. ou para que tenha concorrido. cumprir a pena em regime inicial semi-aberto (CP. porém. antecipadamente. 33. o o limite previsto no art. PARÁGRAFO ÚNICO. tendo em vista o que estabelece o art. se não ficar demonstrado que resultou em prejuízo para o réu. . 112. § 4º. de delito sujeito à disciplina da Lei 8072/90 (Crimes Hediondos) -. 59. 565 do CPP ("Nenhuma das partes poderá argüir nulidade a que haja dado causa. Embora devidamente intimado.. o art. § 2º (22 vezes). enal. j). o defensor do réu deixou de apresentá-las sob alegação de que precisava retira e concluiu. outorgante do instrumento de mandato com pode o. sor.

não a suprindo a nomeação de defensor dativo. e não o do advogado constituído. independentemente de intimação das partes. suscetível de convalidação. a Turma indeferiu pedido de habeas corpus em que se sustentava a nulidade das intimações. o suscitada na fase das alegações finais (CPP. 564. IV do CP). VIII. e 572. art. ete o acusado a novo júri devem ser argüidas antes desse novo julgamento. III). foi previamente intimado para constituir outro. sob pena de preclusão. sanável. I.689. í-la na sustentação oral. arts.provido pelo tribunal .As nulidades deverão ser arguidas: VII . cuja omissão em apresentar o processo é a falta de intimação para o cumprimento de um determinado ato processual. do CPP. endimento. (Decreto-lei n° 3.uta e da data da sessão. rgüida dentro do prazo legal (CPP. art. nas razões de recurso ou logo depois de anunciado o julgamen lém de tratar-se de prazo que corre em cartório. a não concessão da oportunidade legal. O M . uma vez que existe no inquérito policial prova testemunhal decisiva para justificativa dos fatos. 571. pelo fato de constar das publicações somente o nome do defensor dativo. § 2º. configura nulidade relativa. so do Ministério Público . 571 . ão do tribunal do júri). azer presente à audiência de instrução. Aplicação dos arts. eição da denúncia. 571. da condenação através do mandado de prisão e da intimação para apresentar contra-razões a recurso interposto pelo Ministério Público. 500). Art. art. desde que não suscitada na oportunidade indicada pela lei processual penal. üida no momento oportuno (CPP. ou seja. 129. salvo em habeas-corpus. VII e VIII). a exigir oportuna impugnação pela parte interessada.é causa de nulidade dessa última decisão. Alega o recorrente deficiência de defesa técnica por omissão de apresentação do rol de testemunhas em defesa prévia. se não arguida oportunamente.se verificadas após a decisão da primeira instância. sob pena de ficarem superadas. se nulidade houvesse seria relativa.

225. sem prejuízo da manutenção própria ou da família (CP.já estiver extinta a punibilidade. ou a cassação do despacho que recebeu a denúncia. ma ou seus pais não puderem prover as despesas do processo. que foi o de tornar possível a identificação do responsável pela p ente não constituir crime. em conseqüência de prova existente nos autos de circunstância elementar. § 2º). se o fizer. No caso. convalidando. 18). assim. a fim de que a defesa. não teria passado de ato desnecessário e sem aptidão de produzir outros efeitos jurídicos. explícita ou implicitamente.for manifesta a ilegitimidade da parte ou faltar condição exigida pela lei para o exercício da ação penal.). iada a ação penal quando surgirem novas provas. contrária ao paciente. A existência de indícios mínimos quanto à autoria e materialidade do crime como condição de procedibilidade da ação pode ser dispensada quando objeto da própria confissão do acu nem "circunstanciação" do fato típico. poder-se-á aplicar o princípio do narra me factum.P. anulando o processo ab initio. a teor do que dispõe a parte final da Súmula 524 (CPP. 563).P. único caso em que cabe recurso (art.).” ). a Reclamação oferecida pelo pai da ofendida de nova definição jurídica do fato. 129 da CF/88. reconheceu a ilegitimidade ativa ad causam do parquet.) . requerer o arquivamento do inquérito policial ou requisitar novas diligências. a denúncia. não contida.P. II . a razão do pedido de condenação. pela prescrição ou outra causa. ado. a causa petendi. na denúncia ou na queixa. 516 do C. foi proferida antes da sentença condenatória. III . demonstrar o prejuízo próprio (CPP. A questão consiste em saber a necessidade da representação da mãe para autorizar a propositura da ação penal pelo Ministério Público. salvo quando tais esclarecimentos dependerem de diligências que devem ser previamente requeridas no juízo criminal. ato o nome do querelante e a menção ao fato criminoso. a decisão no processo administrativo. 581. do C.s institucionais do Parquet. I. a. art. Nessa última hipótese. acusado. é necessário a representação. baixará o processo. pelo Conselho de Contribuintes. dabo tibi jus.P. A eventual ratificação da inicial pelo querelante após o prazo de 6 meses. art. previstas no art. Assim. art. aliás. no prazo de 8 (oito) dia cer a denúncia. Ressaltou eixa (art.

225. restou revogado o preceito contido no art. A ausência de descrição de qualquer elementar do tipo penal mutila a acusação.se a vítima ou seus pais não podem prover às despesas do processo. ou gerente. I. desse modo. impede a instauração de processo que tenha por objeto o mesmo episódio. inocorrentes no caso. excetuadas as hipóteses previstas nos artigos 65. praticada por organizações criminosas. na hipótese do art. ados. entretanto. Com efeito. do CP ( “Procede-se. civil. cerceia o exercício do direito de defesa e torna inepta a denúncia eno exercício do direito de defesa. § 1º. sem privar-se de recur núncia conterá a exposição do fato criminoso com todas as suas circunstâncias (art. .034/1995. 5º da Lei n. mas apenas que se estabeleça o vínculo de cada um ao ilícito. lo fato de haverem depredado as instalações de delegacia policial. ervados os limites do Município. lvo de eventual nulidade passa a ser a sentença. quer quanto à defesa. ndo emanada a decisão de juiz absolutamente incompetente -. mediante ação pública: I. 66 e 67 do Código de Processo Penal. as garantias do Ministério Público de proceder à persecução criminal. em protesto contra a posse de novo titular. também. sem individualizar a conduta de cada um dos acusados. 9. 41 do CPP).anto à acusação. do. o qual exige que a identificação criminal de pessoas envolvidas com o crime organizado seja realizada independentemente d midade ativa do Ministério Público para propor a ação penal. assim como esta daquela.

Parques Nacionais. Áreas de Proteção Ambiental. pois lá ainda não foi ício da função. . tanto como vítimas. a ação civil por danos resultantes de crime. portanto. não faz com que a mesma se desloque para este Tribunal. além da pena correspondente à violência. isso no Estado de São Paulo. stiça Estadual. A em sua competência. quanto como autores. Argüição de inconstitucionalidade do § 1º do art. o do ilícito penal (Súmula 140 do STJ). novo caso de competência originária dos tribunais. 38-STJ). Pena .) ia daquele juízo estadual em razão de tratar-se de contravenção (Súm.iada e organizada a Defensoria no respectivo Estado. Florestas Nacionais. Aplicação da Súmula 140 do STJ. de seis meses a três anos. como substituto processual de necessitados. o MP detém legitimidade para promover. e multa. Assim. é da competência da Justiça Estadual. ária de serviços públicos ou sociedade de economia mista. sem criar. determinante da fixação do foro por prerrogativa. 84. Estações Ecológicas.detenção. n. (Art. Reservas Ecológicas. 84 do Código de Processo Penal que se rejeita. Áreas de Relevante Interesse Ecológico e Reservas Extrativistas). Há previsão constitucional no sentido de que a competência para examinar os recursos das decisões emanadas pelos Juizados Especiais é das Turmas Recursa ederal (Reservas Biológicas. Precedentes.

afastar a competência da JF para o feito. não havendo prejuízo a qualquer bem. dual é competente.os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens. situação concreta.. cuta telefônica das conversas do Paciente. II.reclusão. serviços ou interesses da União. Mero acidente de trânsito. devendo os autos ser remetidos à Justiça Federal de Primeira Instância. de 1 (um) a mentos falsificados pelo paciente (certificado de alistamento militar. a fim de que o Ministério Público.Conflito positivo de competência conhecido para o fim de ser declarada a competência do Juí ância. ns. ou induzindo-a a praticá-lo ou presenciá-lo: Pena . não apresenta qualquer conotação de crime militar. icenciado do exercício do mandado. Seção Judiciária do Estado de São Paulo. à falta de prev Constituição Federal. Habeas corpus concedido para que se desloque o feito para a Justiça Federal. serviços ou interesse da União. esso desde a denúncia. ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. . oficiando perante esta. com ela praticando ato de libidinagem. Desse modo. competente para julgar o caso. visto que a ECT era mera detentora da coisa perdida. a Turma indeferiu habeas corpus fundado na alegação de incompetência ratio a o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira‖). nclusive sexo explícito. Note-se que os talões ainda não estavam na . a suscitante. (Art. interesse ou serviço da União a firmar a competência da Justiça Federal. não se podendo. este esteja empenhado.Corromper ou facilitar a corrupção de pessoa maior de 14 (catorze) e menor de 18 (dezoito) anos.ão. a princípio. não a do inciso IV do mesmo dispositivo (―IV . mas apenas de opinião emitida a respeito do ofendido. do qual resulta crime de lesões culposas. 218 . requeira o que lhe parecer de direito.‖). título de eleitor e carteira de trabalho) não foram utilizados perante órgão da administração federal. b) quando o crime antecedente for de competência da Justiça Federal)..

para efeitos penais. não comparecer. que. Isso porque ele não foi parte no processo criminal. ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional. ampliar ou corrigir a atividade do titular da ação penal. Com base nesse entendimento. a instituição financeira. que não pode ser tomado como processo de conhecimento. adjudicação ou remissão. no mesmo processo. evidenciando o envolvimento de interesses gerais de indígenas. que é correto. 366. cabe ao Parquet. mostrando-se sem influência o de o de de previdência privada equiparada. requisitar as diligências investigatórias e acompanhar a polícia civil no desenrolar das investigações. Isso posto. exige-se do juiz a imparcialidade necessária para proferir as decisões.que depois teve seu despacho referendado pelo Órgão Especial . nesse caso. prestando-lhes. chamados a determinado bar para resolver discussão verbal envolvendo clientes do referido estabelecimento comercial e o paciente. a outro. podendo o juiz determinar a produção antecipada das provas consideradas urgentes e. sob o fundamento. a Turma anulou o processo desde o recebimento da denúncia. Assim. O inciso III desse artigo se refere ao impedimento de Juiz que. mas em outra instância.) ibuição do promotor é definida pela competência do juízo e se essa competência é definida na espécie pelo critério da conexão . citado por edital. poupando-os para seus filiados.que torna competente para o julgamento da denunciação caluniosa o juiz que deferira o arquivamento do inquérito ções de pagar as custas do processo e os honorários de advogado. a Turma não conheceu de recursos extraordinários que impugnavam a concessão do benefício da assi e facultado requisitar a própria instauração do inquérito à autoridade policial. se for o ca . Aduzem os recorrentes que o princípio da simetria deve ser aplicado para estender ao vice-governador o mesmo tratamento dado ao vice-presidente da República. que ali se encontrava fora de sua atividade funcional. para o exercício da jurisdição. Se o acusado. porém. é cinco dias após a arrematação. apesar de não possuir registro no Banco Central do Brasil. 89. Ressaltou. em momento de f ados por vice-governador. coadjuvar a atuação da polí sua imediata declaração. não há como entender existir mera tentativa punível.de território étnico. pois o crime se consumou no local em que os ofendidos receberam os e-mails e deles tomaram conhecimento.ao só deferir o pedido de vista após o término do julgamento. que dão margem a impedimento. sado o indicar por ocasião do interrogatório). dizem respeito ao mesmo processo e não. local em que se fixa a competência. de "interrom praticar estão previstos na lei processual penal. não cometeu qualquer ilegalidade o relator . se houver pronu e a instruam. quando solicitado ausadas a soldados da brigada militar. já que capta e administra recursos. como ocorre no caso. sem prejuízo próprio ou de sua família". t. aplica-se a todo e qualquer processo em que atuar a Defensoria Pública. que possui foro privilegiado perante o Supremo Tribu s julgadores. nem constituir advogado. não lhe sendo permitida a iniciativa de modificar. e por despacho se declarará suspeito. ainda. ordenando a remessa dos autos ao substituto.

tendo per-manecido em estado de revelia durante todo o curso do processo. nulidade no julgamento por falta de intimação pessoal do defensor. oportunizando-se a prática dos atos alusivos à defesa. ainda se encontra. concedeu a orde . ao prosseguir o julgamento. prazo: IV.icando. uma vez que a le a nulidade alegada. não há que se falar em preclusão e reconheceu a nulidade no caso. A Turma. a nulidade do processo.quando o ato se realizar em cumprimento de carta de ordem. O Min. a rigor. pois.‖). precatória ou rogatória.. da data de sua juntada aos autos devidamente cumprida. o recurso em sentido estrito foi interposto e julgado antes da entrada em vigor da referida norma. a falta de observação. o editalício. no qual. No caso. egra geral do art. Felix Fischer alertou que o STF reformou decisão do STJ de que. no prazo de cinco dias: . nte.” ). 593 do CPP (―Caberá apelação. se a nulidade é absoluta. ção pessoal do defensor dativo.. A ciência referente à expedição da carta precatória não a supre. não havendo.

nal de 2º grau. para sua legalidade. a demonstração efetiva da sua necessidade e.. ndido o paciente em liberdade a todo o processo em que foi absolvido. Não é o bastante. 35 da Lei nº 6. então. assim. determine a expedição. do Pacto de S. que o dinheiro produto das atividades ilícitas ns antecedentes. sória pois a Constituição Federal. em face do que estabelece o art. . da Costa Rica. mormente à luz do caráter de exceção das prisões provisórias. princípio ne reformatio in pejus . sua prisão. ao negar provimento à apelação do Ministério Público.1976. não há direito líquido e certo deste de apelar em liberdade.Penal. dos motivos que a autorizam. ao dispor que ‗ninguém será levado à prisão ou nela mantido. dos pressupostos da prisão preventiva previstos no art. de 21. colocando. mas.‖). O que ali se consignou não é. só porque primário e de bons antecedentes.10.P.368. simples suposição. . entado espontaneamente à autoridade policial quando da abertura do inquérito e comparecido aos atos do processo para os quais convocado. quando a lei admitir a libe al de gravidade. que persiste sendo de natureza cautelar. algo concreto. qualidade de sócia da maioria das empresas envolvidas no esquema. em prol da sociedade. do mandado de prisão. expressamente delegou à lei ordinária definir as hipóteses de cabimento de liberdade provisória. 312 do CPP. requisita.. Jose. ainda com base em documentos apreendidos. 637 do C. caso já se encontre preso"). desde logo. substituía muitas vezes o cônjuge na tomada de decisões. e traz implícita a marca da periculosidade do agente. Comprovada a existência dos crimes d evidamente fundamentado. no inciso LXVI do art. A denúncia descreve. a coletividade em risco.acional. elen -la. periculosidade e nocividade nele estabelecida como critério para a apreciação. e o ada ao tráfico internacional de entorpecentes. dispensa motivação específica. assim reconhecido na sentença condenatória. evidentemente. em decisão já confirmada pelo STJ. 5º. para cumprimento da condenação. em face do que conjugadamente dispõem o art. tassem a delinqüir. sim. com maior rigor. todavia.

porém. i) homicídio e lesão corporal culposos.audo por duas pessoas idôneas portadoras de diploma de curso superior.689. 209 do CPP permite que o juiz ouça outras testemunhas além das indicadas pelas partes. de imparcialidade. do DL 201/67. age facciosamente ou quando se dem dado na alegação de insuficiência de provas para a condenação. § único do CP (falsidade ideológica) e no art.Em caso de lesões corporais. I. a Turma indeferiu habeas corpus impetrado em favor de ex-prefeito condenado como incurso no art. nada impede que se faça o exame complementar depois de fluído esse prazo. Juizados especiais criminais. por revelar interesse particular na investigação penal. 168 . da repressão penal. Art. de preferência com habilitação técnica relacionada à natureza do exame. isso em atenção à busca da verda de ofício. se o primeiro exame pericial tiver sido inc uatro informantes descompromissados e dois peritos (esses últimos são auxiliares do juízo). etada como renúncia tácita ao sigilo. l) crimes contra a honra. se deles dispuser. O depoimento testemunhal do agente policial somente não terá valor. quando se evidenciar que esse servidor do Estado. que o art.1º. Note-se. sem prejuízo de poder a instância pré-processual de combate ao crime agir com base em outros elementos idôneos. da ocorrência de lesões graves em decorrência da agressão. j) júri. Com esse entendimento. (Decreto-lei n° 3. . ção policial. anceiro nacional. 299. em confissão policial retratada.

mas. II. mantida no acórdão impugnado. observado o princípio da igualdade das partes (artigos 433 e 497). tendo sido deflorada pelo paciente.” ). se quiser. e 107. (.. a Turma.. o art. desclassificado o delito pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri. indagar ao Conselho de Sentença se o réu quis. va. legítima se apresenta a invasão domiciliar realizada sem m er a lacuna da lei sobre o tema. a morte da vítima. baixará o processo. ensejaria o perdão judicial (arts.. III. no prazo de oito dias. Ten em situação de retorsão imediata. Habeas corpus deferido. ajusta-se ao zelo do juiz quanto à tipicidade dos fatos para assim proceder. da mesma Lei prevê a agravante no caso de concurso eventual de pessoas ("societas criminis") e corresponde ao art. concedeu a ordem. Ademais. mesmo não argüido na Sessão do Júri. na convicção de que a vítima foi coagida a manter relações sexuais. sobretudo se o juiz teve desse fato pronto conhecimento. a fim de que a defesa. Prosseguindo o julgamento. no caso. ―tratando-se de crime de tráfico de caráter permanente. ta a suspensão condicional do processo. desfecharam tiros de revólver em . cujo conteúdo versar sobre matéria de fato constante do processo.?". desconsiderando a aplicação do art. onde não subsistem os motivos do desaforamento.) Havendo. prevista no art. enos. 140. pois. assim como o relativo ao nexo causal com o resultado morte. fundamenta a condenação pelo crime de estupro.625/1993. prejudicado ou .. em parte. IX. não só se aprofundado. A mudança na definição dada aos fatos. âncias da causa. podendo ser ouvidas até três testemunhas. A formulação de quesito sobre o dolo direto torna-se indispensável. (Art. para que outro se realize. .‖). na espécie. não exclui a recorribilidade de suas decisões.O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível. 224 do CP. por conseqüência. 18.. fale e. a responsabilidade do p se pode pretender a nulidade do julgamento por defeito do questionário. Tratando-se de defeito no questionário que pode levar o Conselho de Sentença a erro. 62 do C. o prolator da pronúncia. como proclama o Supremo Tribunal Federal. na denúncia ou na queixa. entendendo que. em seguida. por maioria. No caso. 288 do CP. no dizer do Min. não significando superioridade em relação ao defensor. improcedente. o que não é o caso.. Relator. 557 do CPC. produzindo-lhe as lesões descritas a fls. ntença. efetivamente. os policiais entraram na residência do acusado sem exibir o mandado de busca e apreensão. de três dias. § 1º. produza prova. do CP). a decisão a quo extrapolou os limites do art. s. não enseja a nulidade do julgamento. Respondido afirmativamente esse quesito. o da Lei no 8. para se apurar.P. ficando prejudicada a tese relativ á motivo à nulidade a sentença que. pertinente à existência de dolo na conduta atribuída ao acusado. impõe-se a declaração da nulidade do julgamento.099/1995. 9.‖). ção Federal.. demais. se existem outras comarcas mais próximas do distrito da culpa. 557 .fazê-lo diretamente para a comarca da Capital do Estado. compreendida nessa proibição a leitura de jornais ou qualquer escrito. 6. 89 da Lei n. 156). no exame das provas colhidas. principalmente nde se encontra a peça por ele lida ou citada. Amba mplicitamente. não sendo possível inferi-la da eventual incoerência de um ou de alguns votos minoritários. o que. quando a ausência do elemento intencional é invocada como fundamento essencial da ntradição que se revela apta a gerar a nulidade processual é somente aquela que se manifesta nos votos proferidos pela maioria dos Jurados. para cassar o acórdão que des ação estável e permanente ("societas delinquendi") e corresponde ao art.

Até então nã sua decisão em "reformatio in pejus". 33. a decisão do recurso interposto por um dos réus.fringentes somente são oponíveis a acórdão proferido em sede de apelação ou de recurso em sentido estrito. além d sua conservação. e mesmo considerando que os erros cometidos são incomuns. SÚMULA 160. la exclusão da qualificadora inserta no inciso IV do § 2º do artigo 121 do Código Penal. Quanto o réu é absolvido na primeira instância e o Ministério Público apela com base na prova. Se for dado provimento à apelação. com aquela forma de cumprimento da pena (CP. estabelecendo a pena correspondente ao furto qualificado tentado. essa decisão aproveitará aos não apelantes. ções.como o fez . 25). e 77). se fundado em motivos que não sejam de caráter exclusivamente pessoal. recurso interposto pela acusação. no que tange ao não recolhimento à prisão. é de rigor a aplicação da norma que determina o aproveitamento dos recursos equivocadamente interpostos. aproveitará aos outros. Alegaç se empírica do juízo de valor que induzir à exasperação da pena pode resultar do contexto da motivação global da sentença condenatória: por isso. 5. m do Ministério Público. arts. quanto à motivação da pena. 4. 4. ora paciente. por vício formal. anular a dosimetria da pena e determinar que outro julgamento se faça.No caso de concurso de agentes (Código Penal. O Tribunal anulou o julgamento amplamente. mantida a condenação. êntico veredicto.) rposição do recurso por um.incluí-la na sentença de pronúncia. a decisão que. também de referência ao homicídio tentado. não pode o Tribunal acolher n ntava a inviabilidade de furto privilegiado. art. Habeas Corpus deferido para. u o princípio de que somente se anula ato processual se comprova-do o prejuízo para a defesa. . podia o Juiz . nem do réu. A sorte de direito material é a mesma. exclusivamente. O DE NULIDADE E ANULAR O PROCESSO A PARTIR DA CITAÇÃO POR EDITAL. determinando que o réu fosse submetido a novo pronunciamento do Júri. § 2º. aproveita aos outros não recorrentes. Entende-se em tal hipótese que o pedido formulado pelo MP compreende implicitamente o de indeferimento do sursis . na linha do adágio "pas de nullité sans grief". . não pode ser considerada inidônea. exasperar a pena imposta no primeiro. não comprometendo a validade da sentença.

Logo. mesmo naqueles procedimentos penais instaurados em momento anterior ao da vigência do diploma legislativo em questão (art.ão de órgão acusador. ou multa. e constrangimento à liberdade de locomoção. . também o é a sustentação oral (RISTF. suscetível de transação penal de prer desse modo. nem de sanção pecuniária (multa). 131. 9.099/1995. a iniciativa oficial do Ministério Público à delação postulatória da vítima. anto ocorrer o descumprimento injustificado da restrição imposta‖). está caracterizado crime de menor potencial ofensivo. no máximo. os delitos que a lei comine. pena detentiva não superior a dois anos. sem exceção. 61 da Lei n. na espécie. § 1º). 91). E sendo incabível a assistência. e habilitação para dirigir veículos automoto-res. e sim na de custos legis. art. rt.

visto que a Lei n. além de ser submetido à sanção disciplinar. . III . I – CPP). "desde que tomadas as cautelas contra a fuga e em favor da disciplina".210/1984). proferidas por juiz singular nos casos não previ al (art. A revisão dos processos findos será admitida: I . havendo demonstrado o preso não possuir constrangimento pelos atos delituosos cometidos e não se sentir obrigado a conformar-se com os padrões vigentes da vida gregária.quando a sentença condenatória se fundar em depoimen a Lei n. 36 e 37): cômputo. por isso que nessa hipótese a decisão judicial é apelável. todos responderão solidariamente pela reparação. Com base nesse entendimento e considerando ainda: a) que o seqüestro do a gravidade genérica do crime. ―em caráter estrito‖. 621.das decisões definitivas. 593.condenado acometido de doença grave. não podendo fazê-lo regredir para regime mais severo. porém.quando a sentença condenatória for contrária ao texto expresso da lei penal ou à evidência dos autos. ade material de o Estado instituir Casa de Albergado não autoriza o Poder Judiciário a conceder a prisão-albergue domiciliar fora das hipóteses contempladas. 621. II . na verificação desse requisito temporal mínimo. desde que preenchidos os requisitos legais.").condenada com filho menor ou deficiente físico ou mental. de exame criminológico antes da decisão sobre a permissão de trab fício. 8. 7.condenada gestante. (Art. ou com força de definitivas. cujo cumprimento se impõe antes mesmo do trânsito em julgado da condenação. sob pena de ofensa à coisa julgada. ―Se o condenado que praticar a falta grave estiver no regime fechado. Se de um lado a fuga não p . Não cabe o regime inicial fechado. (Art.) nto desse direito. Caberá apelação no prazo de 5 (cinco) dias: II . incluído o anterior à sentença condenatória: exigência. está sujeito ao efeito secundário da regr maior de 70 (setenta) anos. 117 da Lei de Execução Penal.fase de apuração criminal. IV . no art. inexistente. arts. E tal ausência de incompatibilidade há de persistir sendo afirmada ainda quando se trate de condenado por crime hediondo ou delito equiparado. de todo o tempo de prisão processual. II . se a quantidade da pena imposta pela sentença permite que seja estabelecido o aberto e as circunstâncias judiciais são favoráveis ao réu. ver mais de um autor a ofensa. a desequilíbrio emocional.

do CP prevê faculdade para o juiz sentenciante. 2. A sentença e o acórdão afirmaram. 6. não poderia deduzir que a outorgada. isto é. Hipótese em que está satisfeito o pressuposto objetivo referente ao cumprimento de um sexto da pena total a que condenado o paciente. com escritório monta-do e frequentando o presídio onde o mesmo se achava preso. “atendendo à culpabilidade. porém. que estabelecerá o regime inicial em conformidade com o disposto no art. qualquer nulidade processual. aos antecedentes. in fine. ante do instrumento de mandato com poderes "ad judicia"."). 5.o que. por tratar-se de prazo comum às partes. ensejaria nulidade meramente relativa. se chegasse a constituir exercício deficiente da defesa. 2. aos abelecimento prisional sujeito à jurisdição ordinária.2º. . Inocorrência de ofensa. b. ntá-las sob alegação de que precisava retirar os autos do Cartório. à conduta social. ao princípio constitucional da ampla defesa. nesse caso. a falta de comprovação atualizada quanto ao pre ensejando. insusceptível de ser declarada sem prova de prejuízo. ou referente a formalidades cuja observância só à parte contrária interesse. o que não lhe foi permitido por se tratar de prazo comum às partes. do réu não haver formulado perguntas às testemunhas . por via de conseqüência. ausente na espécie (Súmula 5 ara que tenha concorrido. à personalidade do agente. cuja profissão declarada é a de servente de pedreiro. tório. 59 do CP.

rso ou logo depois de anunciado o julgamento do recurso e apregoadas as partes.as do julgamento em plenário. em audiência ou em sessão do tribunal. Relator ressaltou que a Defensoria Pública estadual expressamente desistiu do oferecimento da defesa prévia do recorrente. nhal decisiva para justificativa dos fatos.ado constituído. como também deixou de requerer a produção de prova testemunhal. a .) e indicada pela lei processual penal. VIII . cuja omissão em apresentar contra-razões à apelação do MP ensejara a designação daquele pelo juiz. logo depois de ocorrerem. O Min.

225. Parágrafo único. . quando há a fla Reclamação oferecida pelo pai da ofendida atende aos requisitos da representação a que se refere o CP. o juiz ba da quando objeto da própria confissão do acusado. § 2º. fale e.ação penal pelo Ministério Público. ossível a identificação do responsável pela prática eventual do crime de denunciação caluniosa. pois fim de que a defesa. art. no crime de atentado violento ao pudor. A prova de miserabilidade que está na declaração de pobreza firmada pelo pai da ofendida é suficiente e tempestiva. Além do mais. se quiser. Ressaltou-se que não é inepta a denúncia que faz remissão a laudos periciais comprometedores e estriba-se no relato do fato criminoso. Se houver possibilidade de nova definição jurídica que importe aplicação de pena mais grave. produza prova. podendo ser ouvidas até três testemunhas. no prazo de 8 (oito) dias.

sem privar-se de recursos indispensáveis à manutenção própria ou da família. o direito de defesa e torna inepta a denúncia. A Turma concedeu a ordem para anular a decisão que recebeu a denúncia. impondo o trancamento da ação penal. .” ).anizado seja realizada independentemente da existência de identificação civil. spesas do processo.

regulamentou a competência das Turmas Criminais para julgar os recursos interpostos de decisões proferidas pelos Juizados Esp . pois lá ainda não foi implementada a Defensoria Pública. (Art. I). A competência pela prerrogativa de função é do Supremo Tribunal Federal. 98. dos Tribunais Regionais Federais e Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. do Superior Tribunal de Justiça.o Estado de São Paulo. art. 84. A Lei que instituiu os Juizados Especiais Criminais. de Processo Penal que se rejeita. r s Juizados Especiais é das Turmas Recursais (CF.

..) fundado na alegação de incompetência ratione materiae da Justiça estadual. à falta de previsão legal expressa atribuindo à Justiça Federal a competência para o julgamento dos referidos delitos.ou presenciá-lo: Pena . . se da União. de 1 (um) a 4 (quatro) anos. Com esse fundamento. Desse modo.‖). Note-se que os talões ainda não estavam na disponibilidade do correntista. restando possuidor o banco. essa competência será da Justiça Estadual.reclusão. a Turma não conheceu de o fim de ser declarada a competência do Juízo Criminal.

prestando-lhes. mostrando-se sem influência o de onde foram enviadas as mensagens. uet. o. ao acolher recurso interposto pelo Ministério Público Militar. de fato ou de direito. coadjuvar a atuação da polícia judiciária. pugnavam a concessão do benefício da assistência judiciária sob a alegação de ter sido ele deferido sem a devida comprovação de insuficiência de meios. assistência financeira através de empréstimos pessoais. 312). ainda. uiz que deferira o arquivamento do inquérito -. que é correto. nos termos do disposto no art. em momento de folga. promotor natural é o que estiver atuando perante esse juízo. A Seção conheceu e deu provimento ao conflito para declarar competente o juízo federal.petência. mas em outra instância. o STM reformara decisão de juíza auditora que declinara da competência. que quando proferida a decisão judicial pela incompetência. de "interromper-se o julgamento já iniciado para atendimento ao ora requerido não tem amparo legal". Ademais. mas não substituí-la. us filiados. . inquérito policial e investigação ministerial. No caso. de modo que caberia ao Superior Tribunal de Just o fundamento. pois haveria a contrariedad cebimento da denúncia. de sua atividade funcional. provas consideradas urgentes e. se houver pronunciado. quando solicitado. Sustentam. sobre a questão. o vice-governador estava no exercício pleno do governo. se for o caso. j sui foro privilegiado perante o Supremo Tribunal Federal. decretar prisão preventiva. nesse caso. ao fundamento de que não haveria crime militar. Entendeu correto não poderem conviver simultaneamente dois procedimentos investigatórios. as causas de impedimento são taxativas e as normas que as enumeram em "numerus clausus" são de direito estrito.

. concedeu a ordem. o prosseguir o julgamento. uma vez que a lei processual não possui efeito retroativo.ação pessoal do defensor.

cuja atuação somente cessou com o art. 2º da Lei nº 8. ..7. 35 da Lei nº 6.10. Comprovada a existência dos crimes descritos na denúncia e havendo suficientes indícios da autoria e da participação intensa e efetiva do paciente. dos motivos que a autorizam. com a intermediação bancária. elencados no art. Menos. como um dos protagonistas da organização criminosa. de interpor. ainda. e o § 2º do art.1990. direitos e valores.613. com ou sem fiança. (LEI Nº 9.072. 312 do CPP. 2. de 21. Recurso especial.1976. não há suficiente fundamentação. 5º da C ue o dinheiro produto das atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa era transferido para pessoa jurídica no Uruguai e depois. retornava ao Brasil como se fossem empréstimos contratados por empr caráter de exceção das prisões provisórias. de 26. assim. em liberdade.368.Penal. 3. quando a lei admitir a liberdade provisória. a prevenção da utilização do sistema fin CPP. que não tem efeito suspensivo da condenação. e. Nem mesmo o inciso LVII do art. DE 3 DE MARÇO DE 1998. 637 do C. o ou nela mantido. Também. Dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens.P. na manifestação do MP pela prisão do paciente.

de ofício.que as suas declarações não encontram suporte e nem se harmonizam com outros elementos probatórios idôneos. do ofendido ou do acusado. se o primeiro exame pericial tiver sido incompleto. Doutrina e jurisprudência. do DL 201/67. ógica) e no art. age facciosamente ou quando se demonstrar .1º. ou a requerimento do Ministério Público. I. penal. ou de seu defensor as partes.s. proceder-se-á a exame complementar por determinação da autoridade policial ou judiciária. isso em atenção à busca da verdade real.tal como ocorre com as demais testemunhas . .

com o risco de influenc é invocada como fundamento essencial da defesa. 29 do C. tecido considerações altamente desairosas à acusada e altamente favoráveis à vítima. foram devidamente enfrentadas por acórdão motivado e fundamentado.Penal). a responsabilidade do paciente bastava o quesito sobre se. imp Conselho de Sentença do Tribunal do Júri. Não há que se falar em nulidade quando todas as teses da defesa. Outrossim. para cassar o acórdão que desaforou o feito diretamente para a comarca da Capital. no caso. era de rigor o indeferimento do perdão judicial pelo Tribunal e não car presenta a invasão domiciliar realizada sem mandado judicial‖. apurar. em seguida. em vez de se lhes perguntar se o acu cia de um ou de alguns votos minoritários.. sem justificar os motivos da exclusão das comarcas mais próximas. os três quesitos. (. por isso mesmo. prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal. e que o réu se defendeu da prática do crime de estupro pelo qual foi acusado. O Supremo Tribunal Federal.) uais. afirmativamente. em parte. § 1°-A Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto c . concorreu para o crime (art. Descrevendo a denúncia pluralidade de agentes. já decidiu que inocorre nulidade na circunstância de se indagar aos jurados se o réu agiu dolosamente. indispensável ao recebimento da denúncia. ficando prejudicada a tese relativa à nulidade da sentença por vício na fixação da pena. mas. Tendo sido. Tendo em vista que não ocorreu nova definição jurídica do fato. deixou de observar o comedi-mento exigido pelo Código de Processo Penal. postas na apelação. ao zelo do juiz quanto à tipicidade dos fatos imputáveis. o juiz processante deve conceder ao MP oportunidade para propor a suspensão condicional do processo quando presentes os requisitos legais. Ambas as hipóteses contém explicitamente a circunstân-cia elementar do crime praticado com associação de delinqüentes. improcedente. das provas colhidas. como a ação penal não ultrapassou a fase instrutória. formulados e respondidos. com observân se realize. devendo o Tribunal de Justiça indicar comarca mais próxima do distrito da c nis") e corresponde ao art. de qualquer modo.. 62 do C. explica.P. não há falar-se em mutatio libelii. do Supremo Tribunal Federal ou de Tribunal Superior. estável ou eventual. em observância ao p inadmissível.do. principalmente. tendo sido deflorada pelo paciente.

no habeas corpus.que são dados objetivos irretorquíveis do caso . 5. A apelação do réu ensejava à Corte julgadora anular o julgamento no que se referia à condenação por homicídio qualificado consumado. spondente ao furto qualificado tentado. Até então não se poderá falar em trânsito em julgado. Alegação. além de aludir.ao fundamentar a condenação. de "reformatio in pejus". Ao determin motivação da pena.aproveitará aos não apelantes. a decisão que. já se esmerara e . às "circunstâncias e gravíssimas conseqüências do crime" . clusivamente. e referência ao homicídio tentado. no item específico. 6. não pode o Tribunal acolher nulidade não argüida no apelo e anular o processo a partir da citação por edital: Súmula 160.

iploma legislativo em questão (art. suscetível de transação penal de prerrogativa exclusiva do Ministério Público.nsivo. . 91).

III . no particular do regime de pena. não impede obviamente a sua utilização para ressarcir os danos causados pelo delito. apenas faz obrigatório que a reprimenda prisional seja cumprida integralmente em regime fechado. enquanto medida acautelatória dos direitos da vítima. está sujeito ao efeito secundário da regressão. tendo em vista consubstanciar direito natural. Se de um lado a fuga não pode ser considerada como fator negativo. ou seja. 8. Mirabete). devendo cumprir mais de um sexto do restante a partir da falta grave para obtê-la‖ (J. se descobrirem novas provas de inocência do condenado ou de circunstância que determine ou autorize diminuiç nar. do ou delito equiparado. como é sabido.072/1990. b) que o valor da . após a sentença. vida gregária. de outro não menos correto é que a prática delituosa a partir dela torna incontroversa a falta da indispensáv antes da decisão sobre a permissão de trabalho externo ou a progressão do regime.quando. não impede o livramento condicio considerando ainda: a) que o seqüestro dos bens integrantes do patrimônio do réu. F. exames ou documentos comprovadamente falsos. terá interrompido o tempo de cumprimento da pena para efeito de progressão. o que. A ess e Execução Penal. visto que a Lei n.) ntença condenatória se fundar em depoimentos.feridas por juiz singular nos casos não previstos no Capítulo anterior.

bem como ao comportamento da vítima” . Em princípio. era falsa advogada e que se valia da inscrição de profissional habilitado para agir em Juízo. . aos motivos. mas a sua deficiência só o anulará se houver prova de prejuízo para o réu." 7.duta social. a falta de defesa constitui nulidade absoluta. nã presídio onde o mesmo se achava preso. ta de comprovação atualizada quanto ao preenchimento dos requisitos subjetivos à concessão do benefício pretendido pelo paciente. "diante do longo período de pena a ser cumprida e das infrações já cometidas no cárcere.‖). à personalidade do agente. às circunstâncias e conseqüências do crime. Comprovado nos autos o prejuízo para o réu pela inexistência de defesa técnica porque patrocin a de prejuízo. ausente na espécie (Súmula 523: ―No processo penal. l da ampla defesa.

constar o depoimento da testemunha que. é de rigor. junto com o protesto de inocência do réu. No dizer do Min. no c . opõe-se à motivação exposta na sentença.requerer a produção de prova testemunhal. Relator. apesar de. no inquérito policial.

Legitimidade do Ministério Público para oferecer denúncia por se tratar de ação penal pública condicionada. se em virtude desta houver sido instaurado o processo em crime de ação pública. quando há a flagrante evidência de violência real. o juiz baixará o processo. pois feita antes do oferecimento da denúncia. abrindo-se. o pr . 101 do CP) e o MP é parte legítima para propor a ação independentemente do oferecimento de representação pela mãe d da ofendida é suficiente e tempestiva. em seguida.atentado violento ao pudor. a ação penal é pública incondicionada (art. orte aplicação de pena mais grave. a fim de que o Ministério Público possa aditar a denúncia ou a queixa.

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enquanto esta julga os HC contra decisões de juízes do Juizado Especial) . relativa a atos administrativos do agent s de decisões proferidas pelos Juizados Especiais (L.e Justiça dos Estados e do Distrito Federal. art. o STF julga HC proferido contra decisão da Turma Recursal.: em resumo. §§ 1º e 2º). 41. relativamente às pessoas que devam responder perante eles por crimes comuns e de responsabilidade.099/95. (N. 9.A. § 1° A competência especial por prerrogativa de função.

sse fundamento. a Turma não conheceu de recurso extraordinário interposto pelo Ministério Público Federal. no qual se pretendia ver reconhecida a competência da Justiça Federal para julgar o crime de gestão fraudulenta de estabelecimentos .

a. 105. da CF/88. não usara arma da corporação e o delito ocorrera fora de estabelecimento militar. A Turma afastou a competência do STJ. já que o paciente não estava em situação de serviço. houve a denúncia do próprio delegado por prática de tortur . pela justiça gaúcha. Nesse ínterim. dado o caráter acessório e subsidiário da atuação do Parquet.ndamento de que não haveria crime militar. tendo em vista que é dele a competência para julgar o governador. considerando que da leitura do art. pois haveria a contrariedade de textos constitucionais e infraconstitucionais. gação ministerial. fora instaurado. in casu. Porém aduziu que. in casu. I. infere-se que a sus" são de direito estrito. processo pe odo que caberia ao Superior Tribunal de Justiça julgá-lo.

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entendendo que as justificativas expostas pelo decreto impugnado evidencia a necessidade da garantia da ordem pública e econômica e a aplica . enquanto não transitar em julgado a condenação. Nem mesmo o inciso LVII do art. Isso posto. cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras .ores. a evidenciar que nem mesmo a descoberta dos ilícitos e o início da 3.COAF. e dá outras providências. em tal hipótese. a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei. bem como a circunstância de seu envolvimento em fatos anteriores da mesma natureza. não lhe outorgand e fossem empréstimos contratados por empresas do grupo. pois serve apenas para impedir a inclusão de seu nome no rol dos culpados. cuja atuação somente cessou com a prisão temporária de seus integrantes. 5º da Constituição Federal ampara o agente.) criminosa. a Turma denegou a ordem.

Doutrina e jurisprudência. . § 2° .No exame complementar.ofendido ou do acusado.Se o exame tiver por fim precisar a classificação do delito no a batórios idôneos. ou de seu defensor. a fim de suprir-lhe a deficiência ou retificá-lo. § 1° . os peritos terão presente o auto de corpo de delito.

em vez de se lhes perguntar se o acusado procedeu culposamente. a Turma denegou a ordem. tendo em vista a Constitu ão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal. As normas constitucionais que descrevem os direitos fundamentais não podem ser interpretadas de maneira absoluta. improcede a alegação de supresa para a defesa. nto do perdão judicial pelo Tribunal e não caracteriza reparação em via de HC. ou de Tribunal Superior. em detrimento de uma das partes. os três quesitos. VIII do a em mutatio libelii. tivado e fundamentado. e Processo Penal. com o risco de influenciar indevidamente os jura-dos. A resposta afirmativa ao quesito sobre o dolo direto prejudica a formulação dos quesitos concernentes ao dolo eventual e ao homicídio culposo. ente. o relator poderá dar provimento ao recurso. dos artigos 479 e 484 do Código de Processo Penal e não havendo a de-fesa apresentado qualquer reclamação. para que outra se profi-ra. Isso posto. do a denúncia pluralidade de agentes. aí. porque o réu deve se defender dos fatos narrados da denúncia e não da capitulação legal que a denúncia deu ao delito. mativamente. será possível designar a comarca da Capital. somente. § 1° Da decisão caberá agravo. impõe-se anulação de tal sentença. sem os excessos cometidos. nem arguído nulidade na oportunidade prevista no inc. ademais. com observância. no prazo de cinco dias .ndicar comarca mais próxima do distrito da culpa. ou apontar os motivos de exclusão de todas as que se encontram nessa situação. em observância ao princípio do devido processo legal e seus consectários.

entretanto. em seu conjunto. a existência e a extrema gravidade da culpa. o Tribunal local a renovação integral do julgamento. que. "chega a tangenciar o dolo eventual": são motivos explicitados de exasperação que. contra cuja condenação não houve apelação. pelo Júri. também quanto ao crime tentado. ultrapassou os limites do recurso. Na in damentar a condenação. para o acórdão. guardam . Ao determinar. já se esmerara em demonstrar.micídio qualificado consumado. 7.

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unstância que determine ou autorize diminuição especial da pena. o trabalho externo. e c) que. anos causados pelo delito. Mirabete). embora co-responsável pelo pagame . a torna incontroversa a falta da indispensável ressocialização. causa legal de reversão. é sabido. porque cumprindo pena reclusiva sob o regime fechado. deve subordinar-se o paciente que cometeu falta grave. tampouco.) ta grave para obtê-la‖ (J. A essa causa interruptiva. b) que o valor da reparação a ser paga pelo sentenciado na qualidade de devedor solidário nada tem a ver com a extensão da vantagem ilícita por ele obtida com o crime. não impede o livramento condicional e. F.

já cometidas no cárcere. pois depende de prova complexa a ser apreciada no juízo das execuções criminais. 8. em habeas corpus. impõe-se a declaração da nulidade do processo a partir do interrogatório . não cabe decidir. desde logo. O acórdão stência de defesa técnica porque patrocinada por pessoa inabilitada para o exercício da advocacia. sobre progressão de regime de cumprimento de pena." 7. Em princípio. do que resultou por comprometer o seu "status libertatis".

inclusive. é de rigor. oportunizando-se ao imputado a produção de prova oral injustificadamente desprezada no processo de sua condenação e renovando-se a . Relator. no caso.nça. No dizer do Min. a anulação do feito a partir da defesa prévia.

em seguida. que poderá oferecer prova. a Turma deu provimento ao recurso para. Com esse entendimento. abrindo-se. cassando o acórdão recor e ação pública. arrol . o prazo de 3 (três) dias à defesa.o oferecimento de representação pela mãe da vítima.

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relativa a atos administrativos do agente.nção. prevalece ainda que o inquérito ou a ação judicial sejam i ecisões de juízes do Juizado Especial) .

VII. art. 3º.521/51. VI. IX e X) e o resultante da .e de gestão fraudulenta de estabelecimentos bancários (Lei 1.

nstaurado. I. processo penal no qual homologada transação penal. não contemplando seus eventuais subst cia do próprio delegado por prática de tortura na condução de investigações e de inquéritos. a. já transitada em julgado. infere-se que a prerrogativa por função é exclusivamente do titular do mandato de governador. po . da CF/88. Não se cuidou. 105. pela justiça gaúcha. prop ra do art.

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no âmbito administrativo e criminal. em julgado a condenação. paralisaram a sua atuação. ntia da ordem pública e econômica e a aplicação da lei penal. não lhe outorgando o direito à liberdade até que isso aconteça. além de que restou comprovada a materialidade delitiva como indícios suficientes da au .mesmo a descoberta dos ilícitos e o início da sua apuração.

129.or fim precisar a classificação do delito no art. l. deverá ser feito logo que decorra o . do Código Penal. § 1°.

VIII do art. e na oportunidade prevista no inc. ecisão caberá agravo.). ao órgão competente para o julgamento do recurso. não é de ser esta reconhecida. e.P. 571 (do C. sobr maneira absoluta.P. se não houver retratação. o rel . tendo em vista a Constituição se firmar como um conjunto aberto de regras e princípios.o homicídio culposo. no prazo de cinco dias.

guardam congruência lógica e jurídica com a severíssima quan .o. em seu conjunto. 7. Na inicial o impetrante alega que houve "reformatio in pejus". ultrapassou os limites do recurso. pois a decisão prejudi speração que.

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a obrigação do co-réu está naturalmente limitada à capacida .c) que. embora co-responsável pelo pagamento total da dívida.

8. no caso. . O acórdão.juízo das execuções criminais. teve como "prematuro" o exame criminológico realizado no paciente dade do processo a partir do interrogatório e a expedição do alvará de soltura.

.cesso de sua condenação e renovando-se a intimação do réu e de seu defensor.

c) não abrange o ICM. ISENÇÃO. concedeu. a segurança para fins de 03. 10 do Decreto-lei n° 2288/86) independe da apresentação das notas fiscais. somente alcança as entidades fechad SÚMULA 724: Ainda quando alugado a terceiros. e não cabe ao Judiciário fazê-lo a fim de adequar a lei à realidade. da Constituição. desde SÚMULA 669: Norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. 154. serviços de telecomunicações. natureza. por maioria. 033 .não se sujeitam às elevações de alíquotas do FINSOCIAL . Código Tributário Nacional. essa exigên IMUNIDADE RECÍPROCA . VI. As empresas exclusivamente dedicadas à prestação de serviços . 8º. I. somente a lei pode estabelecer a redução ou aumento de um tributo. de 1991. COMERCIALIZAÇÃO DO PRODUTO DE SUA ATIVIDADE AGRO-INDUSTRIAL. não sendo necessário que a matéria seja regulada através de lei complementar.424/96 SÚMULA 666: A contribuição confederativa de que trata o art. VI. do PIS e do FINSOCIAL sobre as operações relativas a energia elétrica. CRÉDITO. não rec ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. sem fins lucrativos. 150. conteúdo. da CF/88.Imposto sobre Operações Financeiras. seja sob a Constituição Federal de 1988. ENTIDADE FILANTRÓPICA. Direito Tributário: conceito. independentemente da matéria que regula. A lei complementar é espécie normativa hierarquicamente superior à lei ordinária. autonomia e fontes. 150. 150. 1° da Lei Complementar n° 70. Sistema Constitucional Tributário: poder de tributar. Tributos: conceito. Tributo e preço público. da CF/88). pa ADC-03: É constitucional o salário-educação.08.Tributário 01. da CF (―IV . autônomos e avulsos não exigte a comprovação da repercussão para que seja compensada. Porém. Mediante a captação de recursos. VI. A contribuição federativa prevista no art. competência tributária. Função dos tributos. princípios constitucionais e repartição de receitas. 02. da Constituição. portanto. 149. classificação e espécies. só é exigível dos filiados ao sindicato respectivo. 8º. d. DIREITO ADQUIRIDO. VI. haja vista p A contribuição social devida aos conselhos regionais de fiscalização profissional tem natureza tributária (art. SÚMULA 094: A parcela relativa ao ICMS inclui-se na base de cálculo do FINSOCIAL.93) . c. sob a conotação do direito adquirido. TRF-4 TRF-1 STJ STJ STF STJ STJ TRF-1 STF STF STF STF TRF-4 STJ STF SUM EJ482 193 SUM SUM 161 165 EJ436 042 JR SUM SUM SUM SUM 007 COFINS COFINS COFINS COFINS COFINS Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição social Contribuição social Contribuição social Contribuição social Contribuição social Empréstimo compulsório Finsocial Finsocial 021 . IV. cujo ônus. estão cobertas pela imunidade prevista Em nome do Princípio da Legalidade.755-PE (DJ de 20. Exigência fiscal qu As operações relativas à circulação de mercadorias realizadas por instituições de educação e de assistência social. ICMS. exige que o exercício de tal competência seja feito através de lei complementar. A Seção. e no regime da Lei 9. e. irrelevante o regime tributário adotado. podendo ser repassado aos adquirentes das mercadorias. A norma da alínea "a" do inciso VI do artigo 150 da Constituição Federal obstaculiza a incidência recíproca A imunidade tributária de instituições de assistência social (CF art. SÚMULA 732: É constitucional a cobrança da contribuição do salário-educação. IV. dada pelo art. c. da Constituição.de que cuidou o RE 150. derivados de petróleo O fato gerador de tal contribuição é a relação laboral entre o obreiro e o empregador e não o efetivo pagamento da remuneração (discutia-se a data de vencimento da contribuiç A contribuição previdenciária sobre o pagamendo dos administradores. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. empréstimos e aplicações financeiras. em se tratando de categoria profissional. STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ SUM SUM SUM SUM JR-NJ 027 031 044 045 190 200 Imunidade Imunidade Anterioridade Imunidade Lei Complementar Imunidade Imunidade Imunidade Imunidade Legalidade Imunidade SÚMULA 730: A imunidade tributária conferida a instituições de assistência social sem fins lucrativos pelo art.É constitucional a Contribuição Social criada pelo art. ADC-03: A competência residual da União. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. SÚMULA 657: A imunidade prevista no art. SÚMULA 659: É legítima a cobrança da COFINS. 150. COFINS. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. será descontada em folha. da CF abrange os filmes e papéis fotográficos necessários à publicação de jornais e periódicos. não poderá ser revogada por lei ordiná COOPERATIVA. a cooperativa em questão busca fomentar os cooper SÚMULA 276: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins.a assembléia geral fixará a contribuição que. seja sob a Carta de 1969.A devolução do empréstimo compulsório sobre combustíveis (art.

XI. SÚMULA 660: Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. da CF que exclui da base de cálculo do ICMS o montante do imposto sobre produtos industrializados. SÚMULA 095: A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS. interestadual e internacional. requ Os provedores de acesso à internet não prestam serviços de comunicação ou de telecomunicação. (N. adesão. incide o ICMS. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a inci SÚMULA 166: Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. 155. que utiliza a energia elétrica na qualidade de consumidora final ? e não como insumo aplicado ICMS na Importação. a energia elétrica e os serviço SÚMULA 020: A mercadoria importada de país signatário do GATT é isenta do ICM.que condiciona a concessão de isenções. discute-se a obrigação de recolher o ICMS sobre os valores cobrados a título de acesso. ativação. COMUNICAÇÃO. o fato gerador do ICMS ocorre no recebimento dessa mercadoria pelo importador.86. quando devida a contribuição por e Só cabe compensação do ICMS se houver lei estadual assim prevendo. incide o ICMS. SÚMULA 049: Na exportação de café em grão. que majoraram a alíquota do Finsocial. SÚMULA 577: Na importação de mercadorias do exterior. Não é possível a isenção de Imposto de Renda em face de moléstia grave não especificada em lei. para uso próprio. por pessoa física. não se inclui na base de cálculo do ICM a quota de contribuição. SÚMULA 152 Na venda pelo segurador. para retorno em prazo estab 054 .: alteração constitucional posterior abriu possibil SÚMULA 573: Não constitui fato gerador do imposto de circulação de mercadorias a saída física de máquinas.11.intermunicipal. SÚMULA 080: A Taxa de Melhoramento dos Portos não se inclui na base de cálculo do ICM. SÚMULA 198: Na importação de veículo por pessoa física. 170 do CTN. habilitação. Na entrada de mercadoria importada do exterior. na hipótese. a que se refere o Art. quando contemplado com esse favor o similar nacional. consumidor de fato. § 2o. mas. SÚMULA 163: O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares. ao argumento de que tudo que entra na empresa a título de preço pela venda de mercadorias corresponde à ICMS. incentivos e benefícios fiscais relacionados com o ICMS à existência de convênio firmado pelos Longe fica de implicar violência à alínea "b" do inciso I do artigo 155 da Constituição Federal acórdão que haja resultado no afastamento da legitimidade da cobrança do i A regra do art. SÚMULA 662: É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. por isso não se sujeitam à incidência É válida a inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins. sob o regime aduaneiro especial de admissão temporária. XII. 155.894/89 e da Lei 8. SÚMULA 129: O exportador adquire o direito de transferência de crédito do ICMS quando realiza a exportação do produto e não ao estocar a matéria-prima. serviço de valor adicionado. SERVIÇOS. Empresa dedicada ao comércio varejista. realizada entre contribui ICMS e Energia Elétrica: Creditamento. de bens salvados de sinistros. os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. ou membro da ALALC. Prosseguindo o julgamento.A. de passageiros . SÚMULA 237: Nas operações com cartão de crédito. uma vez tratar-se de mercadorias importadas sob o regime de isenção. SÚMULA 574: Sem lei estadual que a estabeleça. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. g. "quando a operação. Art. SÚMULA 135: O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes. dispon ICMS. O consumidor de energia elétrica. SÚMULA 087: A isenção do ICMS relativa às rações balanceadas para animais abrange o concentrado e o suplemento. a Turma entendeu que. sendo legítima a cobra ADI 1600 / UF (26/11/2001): Não incide ICMS sobre a prestação de serviços de transporte aéreo. utensílios e implementos a título de comodato. uma vez que as normas que tratam de isenção devem ser interpretadas rest .787/89 e 1º da Lei 7. estende-se a isenção do imposto sobre circulação de mercadorias concedida a simi SÚMULA 576: É lícita a cobrança do imposto de circulação de mercadorias sobre produtos importados sob o regime da alíquota "zero". de 21. o fato gerador do imposto de circulação de mercadorias ocorre no momento de sua entrada no estabelecimento do im Não incidindo na importação qualquer tributo. desde que p Poderá o brasileiro residente no exterior ingressar com seu veículo no território nacional. 012 . ENERGIA ELÉTRICA. na qual questionara a sistemática da cobrança do ICMS.Os valores recebidos a título de incentivo à demissão voluntária não se sujeitam à incidência do imposto de renda. § 2º.STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-4 TRF-3 TRF-1 SUM 160 169 171 179 190 196 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 019 028 046 048 050 JR SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 107 117 EJ433 SUM SUM 114 Finsocial ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS Imposto de Importação Imposto de Importação Imposto de Importação Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda SÚMULA 658: São constitucionais os arts. TELECOMUNICAÇÃO. gravados em fitas de videocassete.147/90.295. ATIVIDADE COMERCIAL. Ofende o art. 7º da Lei 7. tem legitimidade para propor ação de repetição de indébito. Inconstitucionali SÚMULA 661: Na entrada de mercadoria importada do exterior. Inaplicabilidade da lei federal. SÚMULA 155: O ICMS incide na importação de aeronave. Na espécie. destinado a uso próprio. deixa de existir a responsabilidade por substituição para p As entidades filantrópicas de utilidade pública e sem fins lucrativos podem importar bens usados para uso próprio e para atender as suas finalidades institucionais. é ilegítima a cobrança do imposto de circulação de mercadorias sobre o fornecimento de alimentação e bebidas em restauran SÚMULA 575: A mercadoria importada de país signatário do GATT.Não incide o imposto de renda sobre a verba indenizatória recebida a título da denominada demissão incentivada. SÚMULA 071: O bacalhau importado de país signatário do GATT é isento do ICM. da CF . sim. 2º do Decreto-lei 2.

está sujeita ao ISS. SÚMULA 262: Incide o imposto de renda sobre o resultado das aplicações financeiras realizadas pelas cooperativas. incluindo-se neles as refeições. apenas. (N. no mesmo exercício em que publicada. Incide o imposto de renda sobre valores recebidos a título de resgate de contribuições previd IR. as comissões e taxas de desconto. pois o mecanismo. III. que não possua outro. não possui natureza O abono concedido em Dissídio Coletivo de Trabalho. PREVIDÊNCIA PRIVADA. SÚMULA 539: É constitucional a lei do município que reduz o imposto predial urbano sobre imóvel ocupado pela residência do proprietário. SÚMULA 167: O fornecimento de concreto. 034 .A. no momento da abertura da sucessão do p SÚMULA 470: O imposto de transmissão "inter vivos" não incide sobre a construção. por empresa que não opera no Brasil. preparado no trajeto até a obra em betoneiras acopladas a caminhões. configurando fator de aumento Não há inclusão dos resultados das aplicações financeiras no superávit das receitas não-operacionais (no caso das empresas tributadas pelo lucro presumido).Quando se tratar de p SÚMULA 588: O imposto sobre serviços não incide sobre os depósitos.de bens móveis. inequivocamente. possui a mesma natureza do elemento substituído. ainda que envolva fornecimento de mercadorias. está sujeita. câmbio e seguros . bem como conduzi-los a determinados pontos no porto ou trazê-los para d SÚMULA 138: O ISS incide na operação de arrendamento mercantil de coisas móveis. Não se pode ter por violador do princípio da anterioridade o lançamento do IPVA que toma por base de cálculo o valor do veículo fixado segundo critério estabelecido em lei vig Incide ISS na prestação de serviços feita por corretoras na bolsa de mercadorias (bens móveis) e futuros. ao contraditório e à ampla defesa. IOF. nem habituais e nem integram o salário.IOF sobre saques efetu Não é ilegal nem inconstitucional a cobrança do IPI pela sistemática de pautas fiscais. bem como na inexistê SÚMULA 125: O pagamento de férias não gozadas por necessidade do serviço não está sujeito à incidência do Imposto de Renda. que instituiu a incidência do imposto nas operações de crédito. para construção civil. (Art. Ofende o princípio da anterioridade (CF. ao ISS. ao Município. os medicamentos e as diárias hospitalares. 9º do DL 406/68 foram recebidos pela Constituição. tendo por norte a essencialidad SÚMULA 591: A imunidade ou a isenção tributária do comprador não se estende ao produtor. QUEBRA. concedido em protocolo de convenção coletiva. alíquotas progressivas para o IPTU.ITBI com base no valor venal do imóve SÚMULA 590: Calcula-se o imposto de transmissão "causa mortis" sobre o saldo credor da promessa de compra e venda de imóvel. 150. SÚMULA 664: É inconstitucional o inciso V do art. Trata-se de MS objetivando afastar a exigibilidade do Imposto sobre Operações Financeiras – IOF sobre os contratos de mútuo f SÚMULA 185: Nos depósitos judiciais. atualizar o IPTU. SÚMULA 587: Incide imposto de renda sobre o pagamento de serviços técnicos contratados no exterior e prestados no Brasil. é prestação de serviço SÚMULA 274: o ISS incide sobre o valor dos serviços de assistência médica. SIGILO BANCÁRIO. 1º da Lei 8. CPMF.798. O fato gerador do imposto de renda é a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica decorrente de acréscimo patrimonial (art. realizada. O serviço de rebocagem marítima pode ser utilizado na atracação como na desatracação dos navios. salvo se destinada a ass SÚMULA 583: Promitente-comprador de imóvel residencial transcrito em nome de autarquia é contribuinte do imposto predial territorial urbano. não incide o Imposto sobre Operações Financeiras. geradoras da in Investimento em ouro com correção monetária prefixada não tem perdas prováveis a deduzir. Tais verbas indenizatórias não estão sujeitas IMPOSTO DE RENDA. em correspondência a categoria prevista no item 52 da lista anexa ao SÚMULA 663: Os §§ 1º e 3º do art. contribuinte do imposto sobre produtos industrializados. antes da Emenda Constitucional 29/2000. mas sobre o valor d . O serviço consubstanciado no arrendamento mercantil . a) a pretensão de fazer incidir. personalizada e sob encomenda.: ver alterações legais posteriores) SÚMULA 215: A indenização recebida pela adesão a programa de incentivo à demissão voluntária não está sujeita à incidência do imposto de renda. SÚMULA 656: É inconstitucional a lei que estabelece alíquotas progressivas para o imposto de transmissão inter vivos de bens imóveis . art. os medicamentos e as diárias hospitalares."leasing" . com base em contrato de mútuo. em percentual superior ao índice oficial de correção monetária. § 1° .Os municípios são imunes ao pagamento de IOF sobre suas aplicações financeiras. SÚMULA 274: O ISS incide sobre o valor dos serviços de assistência médica. nos termos da Lei 7. mas sem supressão de direito ou benefício que pudesse confi gurar alguma perda.033/90. cobrados pelos estabelecimentos bancários. SÚMULA 156: A prestação de serviço de composição gráfica. SÚMULA 184: A microempresa de representação comercial é isenta de imposto de renda. ou parte dela.TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF TRF-4 STJ STJ STF TRF-1 STF STJ STF STF STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF EJ475 EJ479 167 168 174 189 192 193 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 195 SUM SUM EJ434 SUM SUM 013 SUM SUM SUM 009 166 179 SUM SUM SUM SUM SUM 028 SUM SUM SUM SUM SUM Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda IOF IOF IOF IOF IPI IPI IPTU IPTU IPTU IPTU IPTU IPVA ISS ISS ISS ISS ISS ISS ISS ISS ISS ISS ITBI ITBI ITBI Abono pecuniário único. SÚMULA 136: O pagamento de licença-prêmio não gozada por necessidade do serviço não está sujeito ao imposto de renda.A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. O recurso está assentado em alegação de ofensa ao devido processo legal. planta de valores de que resulte a majoração do tribu SÚMULA 668: É inconstitucional a lei municipal que tenha estabelecido. pelo promitente comprador. SÚMULA 585: Não incide o imposto de renda sobre a remessa de divisas para pagamento de serviços prestados no exterior. SÚMULA 160: É defeso. As verbas de natureza salaria As verbas destinadas à ajuda para participação em sessão extraordinária não são usuais. 9° . como substitutivo de aumento salarial. LIQÜIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL. incluindo-se neles as refeições. 43 do CTN). INCIDÊNCIA. de 10/07/89. por empreitada. mediante decreto. SÚMULA 586: Incide imposto de renda sobre os juros remetidos para o exterior.. MÚTUO NÃO MERCANTIL.

A União.779/1999. ao constituírem receita da empresa. Apesar de seu corpo de sócios ser composto exclusivamente por médicos. COBRANÇA. 47 DO CTN. POSTO QUE FOI EXPRESSAMENTE RECEPCIONADA PELA CONSTITUIÇÃO FEDERA SÚMULA 037: A ISENÇÃO DO ADICIONAL AO FRETE PARA RENOVAÇÃO DA MARINHA MERCANTE (AFRMM) DEPENDE DA EXISTÊNCIA DE ATO INTERNACIONAL DE IPTU. que alteraram a contribuição para o Programa de Integra SÚMULA 068: A parcela relativa ao ICM inclui-se na base de cálculo do PIS.445/88 e 2. 1. objeto do comércio de navegação de longo SÚMULA 100: É devido o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante na importação sob o regime de benefícios fiscais à exportação (BEFIEX). SÚMULA 124: A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. PROCESSO ADMINISTRATIVO. diferentemente daqueles. art. hermenêutica tributária. em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. Não-incidência de Imposto de Renda. aplicação. COOPERATIVA MÉDICA. ESCRITÓRIO DE ADVOGADO. . Trata-se de execução fiscal cobrando o imposto territorial urbano – IPTU. porque estas. SÚMULA 670: O serviço de iluminação pública não pode ser remunerado mediante taxa.STF TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ TRF-2 TRF-2 TRF-2 STJ TRF-1 STJ STJ SUM SUM SUM 101 108 EJ437 EJ473 SUM SUM SUM 034 037 046 JR SUM SUM SUM SUM SUM 054 055 199 199 199 199 199 SUM SUM SUM 201 EJ507 256 256 ITCMD PIS PIS Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa ICMS Imposto de Renda ISS COFINS ISS IPI Imposto de Renda Contribuição social Taxa IPTU Imposto de Renda IPI Imposto de Importação SÚMULA 435: O imposto de transmissão "causa mortis" pela transferência de ações é devido ao estado em que tem sede a companhia.449/88. fossem transferidos para o ISS. É inconstitucional a taxa de ocupação do solo criada para fiscalizar a instalação dos postes de energia elétrica. INCIDÊNCIA. por impropriedade formal da via legislativa. COFINS. CREDITAMENTO. DESCONTOS INCONDICIONAIS. II) depende. SÚMULA 022: São inconstitucionais. A controvérsia cinge-se à hipótese da legalidade da incidência dos descontos incondicionais dia MERCADORIA ABANDONADA. SERVIDÃO DE PASSAGEM. nem vinculadas a determinado ór SÚMULA 665: É constitucional a Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários instituída pela Lei 7. incidente sobre determinado imóvel. No desembaraço aduaneiro de mercadorias importadas. SÚMULA 545: Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. efetiva ou potencial. decorrido o prazo legal de noventa dias (DL n. O fato gerador da taxa está diretamente vinculado ao exercício do poder de polícia ou à prestação do serviço público. 145. da cessão de marca ou PIS. pois não há que se falar em preeminência. as sociedades formadas. interpretação e integração. 206 da Constituição).I. 9. INSUMOS. A exclusão da base de cálculo do PIS e da Cofins dos valores que. Legislação tributária: vigência no tempo e no espaço. I. O Supremo Tribunal Federal tem sistematicam ADI 1889 MC / AM (03/11/1999): As custas judiciárias são tributos (taxas) e não podem ser destinadas a entidades jurídicas de direito privado.940/89. O Imposto de Renda tem como fato gerador a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica da ren BASE DE CÁLCULO. SÚMULA 667: Viola a garantia constitucional de acesso à jurisdição a taxa judiciária calculada sem limite sobre o valor da causa. INCLUSÃO DO I. sendo sujeito passivo desse serviço quem o utiliza ou que A taxa de polícia remunera uma atividade permanente e não atos concretos de fiscalização. da prestação efetiva desse serviço pela pessoa tributante. FRANQUIA. IPI. são compulsórias e tem sua cobrança condicionada a prévia aut 1. julgada improce Indenização por danos morais. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir taxas. A cooperativa de trabalho médico (Unimed) vende serviços de assistência médica aos seus associados por me ISS. RECEITAS TRANSFERIDAS. SÚMULA 595: É inconstitucional a taxa municipal de conservação de estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica a do imposto territorial rural. NA SUA BASE DE CÁLCULO: OPERAÇÃO REALIZADA ENTRE CONTRIBUINTES E RELATIVA A PRODUTOS DESTINADOS À INDUSTRIALIZA IMPOSTO DE RENDA. SÚMULA 050: O Adicional de Tarifa Portuária incide apenas nas operações realizadas com mercadorias importadas ou exportadas. os Decretos-Leis 2. de serviços p ICMS. Impossibilidade de a taxa de conservação e serviços de estradas municipais ter como base de cálculo o número de hectares e outros fatores básicos usados para o cálculo do I TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. SÚMULA 024: A CONTRIBUIÇÃO DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO É CONSTITUCIONAL. O direito de creditamento do IPI. CONSTITUCIONALIDADE. dese IPI. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias d A cobrança de taxa em razão do exercício do poder de polícia (CF. É inconstitucional a cobrança de taxa de matrícula quando esta é efetuada por instituição oficial de ensino (art.455 04. decorrente da aquisição tributada de insumos utilizados na fabricação de produtos cujas SÚMULA 023: NÃO INCIDE IMPOSTO DE RENDA SOBRE A INDENIZAÇÃO RECEBIDA PELA ADESÃO AO PROGRAMA DE DESLIGAMENTO VOLUNTÁRIO. LABORATÓRIO. ART. Não incide ISS sobre os serviços prestados em razão do contrato de franquia. entre outros fatores. LEI N. MÉDICOS. laboratórios de análises.P. os Estados. tão-somente. ANÁLISE.

Crédito tributário: conceito. VALOR. A jurisprudência já se havia firmado no sentido de que ocorre a denúncia espontânea quando se dá o 06. §§ 1º e 2º) qu O débito constante perante o Fisco em nome da empresa não pode constituir óbice ao fornecimento de certidão requerida por seu sócio. Trata-se de ação de consignação em pagamento em que o contribuinte busca o depósito de valor referente a IPTU de i DEPÓSITO PRÉVIO. DENÚNCIA ESPONTÂNEA. decorrente de portaria que não possui lastro em lei formal e material. REVOGAÇÃO.510/1976 art. LANÇAMENTO. fato gerador. MEDIDA PROVISÓRIA. independentemente da instauração do procedimento DOCUMENTOS CARTORIAIS (DOI). Programa de Recuperação Fiscal . IMPOSTO DE RENDA. REGULAMENTAÇÃO. ATRASO. a Turma entendeu. bem assim. ao entendimento de que. conversão do depósito em renda. SECRETÁRIO ESTADUAL. depósito do seu montante integral. em face do princípio da reserva legal. que acrescentou o art. A empresa sustenta ter direito à isenção do PIS e da COFINS quanto ao 05. após o trânsito em julgado da senten EXECUÇÃO FISCAL. características. LEVANTAMENTO. LOTERIA. ou ter sido à época da geraç É responsável pelo pagamento do tributo a empresa que realizou o sorteio na modalidade de bingo permanente e não a empresa contratada para o evento. depende da demonstração de ser ele. cabe a aplicação da denúncia espontânea. CF É O DAS RELAÇÕES DAS ENTIDADES FEDERADAS ENTRE SI. DENÚNCIA ESPONTÂNEA. reclamações e recursos. acompanhada de parcelamento. Os prêmios distribuídos sob a forma de bens e serviços por meio de concursos e sorteios de qualquer espécie estão sujeitos à incidência do TRIBUTO. HOMOLOGAÇÃO. estabelecido no C ADI 1600 / UF (26/11/2001): O ÂMBITO DE APLICAÇÃO DO ART. verificand . antes de prolatada a sentença. A Turma desproveu o recurso. O art. natureza jurídica. não pode SÚMULA 112: O depósito somente suspende a exigibilidade do crédito tributário se for integral e em dinheiro. 15.REFIS. Obrigação tributária: hipótese de incidência. uma vez que este não se confunde com O redirecionamento da execução fiscal. decisão administrativa e judicial. NORMA DEPENDENTE. TRIBUTO. a Lei Complementar 104/01. efeitos e constituição. no cas Na órbita do Direito Tributário. 155-A do CTN não se aplica a casos anteriores à sua edição. 07. TRF-4 TRF-1 SUM Compensação EJ431 Compensação 045 . que. A legislação que disciplina o Refis faculta ao contribuinte compensar os valores de créditos escriturais do IPI com débitos consolidados inscritos no referido programa. da possibilidade de recurso hierárquico ao Secretário da Fazen 08.O depósito judicial destinado a suspender a exigibilidade do crédito tributário somente poderá ser levantado. com a citação do sócio-gerente. RECEITA FEDERAL. Suspensão da exigibilidade do crédito tributário: moratória. CONSELHO DE CONTRIBUINTES. A Turma reiterou o entendimento no sent CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO. provimentos liminares. Extinção do crédito tributário: pagamento. É permitido exigir-se do contribuinte o depósito prévio de parte da exação fiscal discutida como condição de admissibilidad RECURSO. remissão. COFINS. transação. NÃO TEM POR OBJETO A UNIà PIS. a consumação da infração se aperfeiçoa no instante mesmo em que o fato típico se realiza. elementos. como responsável por substituição. AÇÃO DECLARATÓRIA. A previsão. mediante o acesso à Intern 018 . Prosseguindo o julgamento. por maioria. mesmo invocando permissivo legal. não poderia o juiz aplicar a regra de redução da verba honorária. STJ TRF-1 STJ STJ TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ 165 EJ472 160 194 EJ436 189 EJ478 EJ494 168 193 201 Base de cálculo Denúncia espontânea Denúncia espontânea Denúncia espontânea Hipótese de incidência Obrigações acessórias Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Denúncia espontânea O fato de deduzir-se o tributo de sua própria base de cálculo é favor fiscal prestado ao contribuinte. ante a exigência legal (DL 1.Descabe a concessão de liminar ou de antecipação de tutela para a compensação de tributos. ou convertido em renda. não afasta o poder-dever que tem a Administração de fiscalizar o procedimento. Restituição. DEPÓSITO JUDICIAL. não configura denúncia espontânea. pelo contribuinte. não podendo assim ser exigida a dedução quando não há previsão legal par A simples confissão de dívida. A pessoa jurídica optante pelo Refis toma ciência de sua exclusão do Programa mediante a publicação do ato no Diário Oficial da União.TRF-1 STF STJ EJ440 Reserva legal JR Tratados internacionais 190 Aplicação Não subsiste a multa advinda de auto de infração. Porém. SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO. 155-A ao Códig Parcelado o débito antes de qualquer medida de fiscalização. prescrição e decadência. sujeição passiva e responsabilidade tributária. MULTA MORATÓRIA. em legislação estadual. Modalidades de lançamento e alterabilidade. 151. TRF-1 STJ STJ TRF-1 TRF-4 STJ STJ STJ STJ 107 167 SUM EJ472 SUM 194 197 199 199 Refis Refis Depósito Refis Depósito Depósito Consignação Recurso administrativo Recurso administrativo Se a empresa não havia comunicado sua adesão ao Refis. A realização da compensação. compensação. RECOLHIMENTO EXTEMPORÂNEO. RECURSO ADMINISTRATIVO.

. inventário e arrolamento. Institutos afins. AQUISIÇÃO DE VEÍCULO. a título de isonomia. art. ou seja. por maioria. a dar baixa no CNPJ e constituir novo registro no referido cadastro . dívida ativa e certidões (negativa e positiva com efeito de negativa). no toc Não há impedimento legal que obrigue o contribuinte. ISENÇÃO. o tributo volta a ser imediatamente exigível. LICENCIAMENTO. cobrança judicial. os juros de mora incidem a partir do trânsito da sentença em julgado. não podem ser livremente suprimidas.. é facultado ao contribuinte credor a opção de receber seu crédito por meio de preca SÚMULA 162: Na repetição de indébito tributário. O STF reconheceu a inconstitucionalidade da Taxa de Licenciamento de Importação e o Senado Federal publicou IPI. deu parcial provimento ao REsp. uma vez que tal matéria não se insere na competência privativa da União (CF. III.446-1/PR. b). VI). ALÍQUOTA ZERO. COMPENSAÇÃO. Trata-se de processo remetido à Primeira Seção pela Segunda Tu COMPENSAÇÃO. CORREÇÃO MONETÁRIA. NÃO-TRIBUTÁVEIS. PRODUTOS. consagrou o entendimento segundo o qual a isenç Não é possível ao Poder Judiciário estender isenção a contribuintes não contemplados pela lei. a correção monetária incide a partir do pagamento indevido. em Seção Plenária. nos cálculos dos débitos dos contribuintes para com a Fazenda Pública Estadual e Federal. quando do julgamento do RE 350. IPI. A multa e os juros de mora exigidos pela Fazenda Pública não podem incidir quando o contribuinte não concorreu para o atraso no pagamento da exação no período fi xado na São devidos juros da taxa Selic em compensação de tributos e. CRÉDITOS ESCRITURAIS. declarada a inconstitucionalidade do tributo. em consonância com o STF. 22. são devidos a partir do trânsito em julgado da sentença. Ressarcimento de créditos de IPI: a decadência deve ser observada nos exatos moldes da existência de um crédito com a Fazenda Nacional. Exclusão do crédito tributário: isenção e anistia.) O Supremo Tribunal Federal vem reiteradamente decidindo que a correção monetária não incide sobre os c O STJ já se manifestou. INTERRUPÇÃO. Ent 031 . sendo impertinente a invocação do princípio da anterioridade (CF. A Os Estados podem adotar índices locais para a correção monetária de seus tributos. Administração tributária: fiscalização. A Turma proveu o recurso da recorrente portadora de deficiência física . EMPRESA. incumbindo às Instituições Financeiras o dever de prestá-las. 150. Prosseguindo o julgamento. PRAZO PRESCRICIONAL. art. Prosseguindo o julgamento.Na ação de repetição do indébito tributário. INCONSTITUCIONALIDADE. pela não incidência do art. 166 do CTN nas hipóteses do creditamento (IPI). publicado no DJ/I de 06/06/03. RESPONSÁVEIS SOLIDÁRIOS. falência. porquanto questão exclusiva das hipóteses de IPI.Atrofia Muscular Espinhal Progressiva 10. a Turma deu provimento ao recurso sob o entendimento de que é p TAXA. SÚMULA 546: Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. dispõe a Fazenda do prazo de cinco anos para constituir o crédito tributário. PRECATÓRIO. DEFICIENTE FÍSICO. Operado o trânsito em julgado da decisão que reconheceu o direito à repetição do indébito. COMPENSAÇÃO. porque estas. 11. CORREÇÃO MONETÁRIA. diferentemente daqueles. mutatis mutandis. quando ocorrer alteração cadastral da pessoal jurídica. IMPORTAÇÃO. neste período está sujeita ao prazo deca Não há falar em correção monetária sobre créditos escriturais: ‗(. A interrupção da prescrição em desfavor da pessoa jurídica também atinge os responsáveis solid 09. STF TRF-1 STF STF STJ SUM 487 287 046 198 Isenção Isenção Isenção Isenção Isenção SÚMULA 544: Isenções tributárias concedidas. é possível a compensação dos valores recolhid PRESCRIÇÃO. que nasce com o fato gerador. Cadastro Informativo (CADIN) dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais. sob condição onerosa. visto que a concessão de tal benesse é ato discricionário. SENTENÇA DECLARATÓRIA. são compulsórias e tem sua cobrança condicionada a prévia aut EXECUÇÃO. ISENTOS. Garantias e privilégios do crédito tributário: preferência. STF TRF-1 TRF-1 SUM Fiscalização EJ474 Fiscalização 486 CNPJ SÚMULA 439: Estão sujeitos a fiscalização tributária ou previdenciária quaisquer livros comerciais. a Turma.STJ TRF-1 STJ STF TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 STJ TRF-4 STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STJ STJ SUM EJ474 175 003 EJ492 175 EJ4912 EJ492 193 SUM 189 SUM SUM SUM 194 199 255 255 255 Compensação Pagamento Pagamento Pagamento Prescrição e decadência Prescrição e decadência Ressarcimento Ressarcimento Ressarcimento Restituição Restituição Restituição Restituição Restituição Compensação Compensação Ressarcimento Compensação Prescrição e decadência SÚMULA 212: A compensação de créditos tributários não pode ser deferida por medida liminar. n Revogada a isenção. CNPJ. SÚMULA 188: Os juros moratórios. INSUMOS. limitado o exame aos pontos objeto da investigação. A Turma reafirmou que. A autoridade fiscal pode solicitar informações para a instrução e apuração de débito tributário. porém. salvo. concurso de credores.. na repetição do indébito tributário. crédito do particular para Com a obrigação tributária. TRIBUTO. O Supremo Tribunal Federal. concordata.

o Distrito Federal e os Municípios. mormente por se tratar de entidade que sobrevive com o mesmo perfil há mais de quarenta anos.764-PE (DJ de 02. no con ão cobertas pela imunidade prevista no art. independentemente da contribuição prevista em lei. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. I. al obstaculiza a incidência recíproca de impostos. ‖) distingue-se da contribuição sindical por não possuir natureza tributária (art. 6º. i complementar. não para o salário-educação. Desse modo.omente alcança as entidades fechadas de previdência social privada se não houver contribuição dos beneficiários. os Estados.93). o adquirido. c. haja vista possuir natureza de tributo direito. ra que seja compensada. mas sim a própria essência do ato cooperativo (art. da Constituição. da CF/88. e no regime da Lei 9. § 4º. Com base nesse entendimento.424/96. economicamente. dando-lhes assistência de crédito. da comunicações. e a data de vencimento da contribuição). Isso posto. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades. Porém. 150. viola o princípio da hierarquia das leis. VI. 56 da Lei 9.04. essa exigência é só para os impostos e para as contribuições sociais de que trata o art. será descontada em folha. posto que pretende revogar isenção concedida às sociedades civis prestadoras de serviços profissionais pela Lei Complementar 70/91. 5. O art. 150. Exigência fiscal que. conforme o art. à mercê de interpretação. a segurança para fins de manutenção do regime de isenção e imunidade tributária à entidade beneficente. . 14 de 1988. considerada a União. combustíveis e minerais do País. e sem condições de atend ão poderá ser revogada por lei ordinária. exceção não contemplada. Descabe introduzir no preceito. c. visto repercutir o referido ônus. 79 da Lei n. RO-INDUSTRIAL. evações de alíquotas do FINSOCIAL. ( m questão busca fomentar os cooperados. sional. da CF. não recai sobre o patrimônio ou a renda do contribuinte. distinguindo os ganhos resultantes de dquirentes das mercadorias. a captação de recurso não é eventual. não ofende a imunidade tributária que lhe é assegurada na Constituição. derivados de petróleo. 195. declaradas inconstitucionais no julgamento do RE 150.430/96. incidindo sobre bens produzidos e fabricados pela entidade assistencial. art. a Turma não conheceu de recurso extraordinário interposto pelo Estado do Espírito Santo contra acórdão que deferira segurança impetrada por institu a fim de adequar a lei à realidade. VI.764/1971).

ponsabilidade por substituição para pagamento de tributo. sendo legítima a cobrança do imposto por ocasião do desembaraço aduaneiro. habilitação. a um serviço de telecomunicações que lhe dá suporte e com o qual não se confunde. independentemente da parcela destinada a pagamento de tributos. e prevê a não incidê to da legitimidade da cobrança do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação relativamente à operação que não se qua a operação. a energia elétrica e os serviços de telecomunicação utilizados na atividade exclusivamente comercial. do IPI e do ICMS. Incidência do art. bem assim aqueles relativos a serviços suplementares e facilidades adicionais que otimizem ou apliquem o processo de comunicação. independentemente da d ótese.11. stemática da cobrança do ICMS.norma constitucional estadual que isenta do ICMS operações com determinada mercadoria (leite in natura) e as realizadas por microempresas.295. requerendo sua incidência somente sobre o preço praticado na operação final. ua entrada no estabelecimento do importador. § 1º. novas utilidad venda de mercadorias corresponde à receita (faturamento). do Convênio ICMS 66/88 (―Não implicará crédito p lo importador. o PIS e a Cofins incidem sobre o resultado da atividade econômica das empresas (faturamento) sem po adesão. desde que provenientes de doação. ção de mercadorias concedida a similar nacional. assinatura e utilização dos serviços.. constitucional posterior abriu possibilidade para a incidência do ICMS nesse caso) ítulo de comodato. para retorno em prazo estabelecido. na forma da lei complementar . não tem direito ao creditamento do imposto pago pela entrada dessa energia em seu estabelecimento. senção devem ser interpretadas restritivamente. existência de convênio firmado pelos Estados. Serviço de valor adicionado é a atividade que acrescenta. de 21. independetemente do recolhimento do Imposto de Importação. disponibilidade. não podem ser objeto de creditamento de ICMS para compensação o Decreto-lei 2. qual seja no caso de avaria ou extravio da mercadoria. nalidades institucionais. Inconstitucionalidade da exigência do ICMS na prestação de serviços de transporte aéreo internacional de cargas pelas empresas aéreas nacionais. por isso não se sujeitam à incidência de ICMS (art. dual e internacional. . II. Realmente. configure fato gerador dos dois impostos" aplica-se às operações realizadas por comerciante equiparado a industrial pela legislaçã a final ? e não como insumo aplicado ao processo de produção ?. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. 60 do DL 37/66. porária. constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. quando devida a contribuição por empresas dedicadas exclusivamente à prestação de serviços. (Art. alimentação e bebidas em restaurante ou estabelecimento similar.86. a matéria-prima. prevista no art. 61. 61. da Lei 9472/97). enquanto persistirem os convênios de isenção de empresas estrangeiras. ativação. 31. sem que houvesse qualquer tipo de processo de industrialização.

constitui. observa-se o momento em que foi bas indenizatórias não estão sujeitas à incidência do imposto de renda. As verbas de natureza salarial ou as recebidas a título de aposentadoria adequam-se ao conceito de renda previsto no CTN. II. em relaçã que não opera no Brasil. o serviço.ar alguma perda. sim. Com a extinção do fundo. a – CTN). sobre ele incidir o Imposto de Renda. está sustentado na impossibilidade da utilização dos informes pertinentes à CPMF para servir. es de que resulte a majoração do tributo devido. mento da abertura da sucessão do promitente vendedor. Tratando-se de resgate ou recebimento de benefício da previdência privada. que não possua outro. por meio de ato das autoridades administrativas. é prestação de serviço. sujeitando-se à incidência do ISS. ao ISS. tente comprador. § 1° . configurando fator de aumento patrimonial. uma forma de aferição do valor da operação de que decorrer a saída do produto (art. em essência. em que redirecionavam recursos obtidos perante instituições financeiras. renda sujeita à incidência do imposto de renda. No dizer da Min. nem integra esse serviço. O aumento salarial suprimido não configura direito adquirido a atribuir ao abono substitutivo a natureza indenizatória. apenas. portanto. está sujeita. . o referido serviço não se confunde com o de atracação. mas elo lucro presumido).. geradoras da incidência do IR.Quando se tratar de prestação de serviços sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte. 47. houve o rateio do seu patrimônio. devendo. Além disso. a caminhões. na espécie. smo. revista no item 52 da lista anexa ao Decreto-lei 406/68. sob pena de bitributar-se a operação. não possui natureza indenizatória e. salarial. o IOF não tem contribu io e seguros . ocorreu a liqüidação extrajudicial da entidade privada (FUCAE). Os navios podem ser atracados sem o auxílio de rebocadores. suficiente para configurar crime de sonegação fiscal. s pontos no porto ou trazê-los para dentro ou fora desse. via de conseqüência. em função da natureza do serviço ou de outros fatores pertine TBI com base no valor venal do imóvel. por meio de alíquotas fixas ou variáveis. CTN). tuído. no serviço de rebocage orias. o imposto será calculado. Contudo. formado ampla defesa.IOF sobre saques efetuados em caderneta de poupança. ulo de resgate de contribuições previdenciárias destinadas a fundo de previdência privada. salvo se destinada a assegurar o cumprimento da função social da propriedade urbana. posto não caracterizarem acréscimo patrimonial lato sensu. s – IOF sobre os contratos de mútuo firmados por empresas na condição de integrantes de um mesmo grupo econômico. quando. bem como na inexistência de crédito tributário constituído. e. tendo por norte a essencialidade do produto e a função extrafiscal do tributo. Relatora. para o IPTU. gundo critério estabelecido em lei vigente para o exercício em que essa providência haveria de ser posta em prática. Assim. mas sobre o valor do que tiver sido construído antes da promessa de venda.

do I.502/1964. 9º.455/1976.779/1999. 27). § 2°. da cessão de marca ou da prestação de serviço. 7. pois essa Lei. pelas Municipalidades. § 3º. da ALALC ou ALADI.718/1998) dependia de regulamentação do Poder Executivo Federal. ainda que públicos. assegurando ao contribuinte o direito de defe . art. desempenham atividade eminentemente empresarial. DA PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988.: o princípio da "anualidade". PORTANTO. tão-somente. I. o desse serviço quem o utiliza ou quem o tem a sua disposição. cujo art. empresa. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. não se sujeita cia dos descontos incondicionais diante do art. não tem m ão. a cobrança condicionada a prévia autorização orçamentária. sobre a importação de mercadorias de países signatários do GATT. CTN). o qual define que a base de cálculo é o valor da operação. ÊNCIA DE ATO INTERNACIONAL DE NATUREZA CONTRATUAL.798/1989.P. erviço pela pessoa tributante. 1.I. A SUA COMPENSAÇÃO.Não inclusão. 4. Assim o fornecimento de serviço a terceiros e de terceiros não-associados são tidos como atos não-cooperativos. não há que se falar em regime privilegiado de tributação do ISS (art.P. 145 e seu inciso II. em relação a lei que as instituiu. não havia v zo legal de noventa dias (DL n. A Turma negou provimento ao REsp. bilidade econômica ou jurídica da renda (produto do capital.E. Anteriormente à edição da Lei n. As verbas indenizatórias apenas recompõem o patrimônio do indenizado.. 9. art. anualmente renovável. efetiva ou potencial. da taxa em referência. § 2º. do DL n. 14 da Lei n.I. que determinava que o aumento de tributo só poderia ser feito se houvesse previsão na lei orçamentária. . Explicitou-se que a empresa recorrida não é proprietária ou possuidora. II. julgada improcedente pelo Tribunal a quo. da Lei n. assi OS DESTINADOS À INDUSTRIALIZAÇÃO OU À COMERCIALIZAÇÃO A CONFIGURAR FATO GERADOR DO ICMS E DO I. incidindo. do comércio de navegação de longo curso. laboratórios de análises. por força do assento constitucional do princípio da não-cum MENTO VOLUNTÁRIO. § 5º.F. quando a operação. pelo exercício do poder de polícia. 2. 15 emprestou nova dicção ao art. nem vinculadas a determinado órgão ou fundo. (N. 47 do CTN. mo Tribunal Federal tem sistematicamente reconhecido a legitimidade da exigência.. pois. FIRMADO PELO BRASIL CONCEDENDO O BENEFÍCIO À MERCADORIA IMPORTADA. nem tem o domínio útil do imóvel sobre o qual incidiram os impostos. ortação (BEFIEX). 155. 1991-18 madas. NÃO PODENDO SER CONCEDIDA POR ACORDO OU TRATADO DE CARÁTER GE determinado imóvel. NÃO CABENDO. do trabalho ou da combinação de ambos) e de proventos de qualquer natureza (art. consoante se depreende de seus contratos sociais. no art. realizada entre médica aos seus associados por meio de terceiros. O contrato complexo e autônomo de franquia não se qualifica como contrato de locação de bens móveis. 406/1968 dos na fabricação de produtos cujas saídas gozam de isenção ou alíquota zero. É o que estatui a Constituição Federal. descabe a decretação da pena de perdimento sem a prévia abertura de processo administrativo fiscal para a apuração da intenção do abandono. o Imposto de Renda. que não se concretizou até a revogação do favor fiscal pela Medida Provisória n. 43. na base de cálculo do ICMS. não podendo o contribuinte furtar-se à sua incidência s do. pode ser reconhecido em situações realizadas antes da publicação da Lei n.A. de serviços públicos específicos e divisíveis. XI.ntribuição para o Programa de Integração Social (PIS). 9. es básicos usados para o cálculo do Imposto Territorial Rural. Interpretando essa norma. 3º. III. Dessarte. fossem transferidos para outra pessoa jurídica (art. ATRAVÉS DO ARTIGO 212. focalizados no R. C.

do CTN.981/1995. fazendo o lançamento suplementar. 9. No caso. estabelecido no CTN (art. XXXIV. e ter agido com excesso de poder. no caso de tributo declarado pelo contribuinte sujeito a lançamento por homologação. 63. rma reiterou o entendimento no sentido de que. 9. DL 1. 3º. ou ter sido à época da geração do débito. SI. mormente em se tratando de responsabilidade tributária. III.065/1995. O mero inadimplem spécie estão sujeitos à incidência do imposto de renda. § 1º. da Lei n. com a redação da Lei n. (Art.510/1976 art. a. em face do princípio da irretroatividade das leis. por discordar do quantum exigido pelo Município. pois resta permitida em lei e consagra a supremacia do interesse fiscalizar o procedimento. § 2º. enúncia espontânea quando se dá o recolhimento do tributo. ainda.) nção do PIS e da COFINS quanto ao crédito decorrente da receita transferida a outras pessoas jurídicas (art. 15. 97. administrador da empresa.o da reserva legal. títulos e documentos à ma vez que este não se confunde com a pessoa jurídica. esse depósito somente pode ser levantado após o trânsito em julgado de decisão fav epósito de valor referente a IPTU de imóvel de sua propriedade.instituir isenções de tributos da competência dos Estados. Sob o entendimento de que o legislador transferiu ao Poder Executivo a tarefa de regulamentar a ap ão quando não há previsão legal para tanto. ex vi da Lei n. . do CTN. em ação declaratória de rito ordinário. acrescido do valor principal de correção monetária e juros de mora. 151. verificando a exatidão dos cálculos da parte e. V). não podendo. da CF/1988). pode o contribuinte valer-se da ação consignatória para buscar seu d tida como condição de admissibilidade de recurso administrativo. seguido da adoção das providências fiscais de estilo. cujo ingresso é facultativo. a responsabilidade pessoal surge caso h ser ele. antes de qualquer procedimento administrativo fiscal. NÃO TEM POR OBJETO A UNIÃO QUANDO ESTA SE APRESENTA NA ORDEM EXTERNA. que tenha a empresa encerrado irregularmente suas atividades. nos termos do art. averbados ou registrados por cartório de notas ou de registros de imóveis. violação da lei ou do contrato social. É vedado à União: III . entretanto. art. I. sendo o caso. ou. mediante o acesso à Internet. anotados. sujeitar-se-á incondicionalmente após o trânsito em julgado da sentença. sendo que.718/1998). §§ 1º e 2º) que prevê procedimento administrativo informatizado para a comunicação dos documentos lavrados. configurada a hipótese do art. o que afasta a incidência de multa moratória sobre aqueles denuncia a a casos anteriores à sua edição. em assim. O que a Constituição Federal garante é o direito de petição aos poderes públicos independentemente de taxas (art. ser obrigado pelo fisco a fazê-lo. 5º. e a pessoa jurídica que procede à distribuição dos prêmios é responsável pelo pagamento do tributo. que. somente é aplicável aos débitos confessados após a sua vigência. 8. do Distrito Federal ou dos Municípios. ente da instauração do procedimento para efeitos de sua apuração. por maioria. 155-A ao Código Tributário Nacional. Nesses casos. 164. 135. mas não a isenção delas quando s so hierárquico ao Secretário da Fazenda do Estado de decisão prejudicial ao ente público tomada pelo Conselho de Contribuintes local não fere qualquer princípio constitucional. ma entendeu. seria afastada a imposição da multa moratória critos no referido programa. não caracteriza denúncia espontânea o recolhimento fora do prazo de vencimento. na qual o depósito judicial tem por fim a suspensão do crédito tributário. conforme disciplinamento próprio (Resoluções CG/Refi s 20/01 e 9/01). ue acrescentou o art. A responsabilidade do sócio não é objetiva. A pessoa jurídica que opta por parcelar seus débitos por meio do Refis.

Min. a cobrança condicionada a prévia autorização orçamentária. salvo. em que não há decadência ou prescrição. portanto. 197.390/SC. da Constituição. CNPJ. serem tratadas de forma igual. sociais e econômicas. Aliás. uir novo registro no referido cadastro.492/SC. têm efeitos idênticos devendo. uma vez transitada em julgado a decisão que determinou a compensação. azenda Pública Estadual e Federal. que tem como princípio o da actio nata.171/SC. É facultado ao contribuinte receber seu crédito por meio de p ortação e o Senado Federal publicou a Resolução n. de tal benesse é ato discricionário. que requereu ao Delegado da Receita Federal em MG o benefício de isenção do IPI. porquanto a Fazenda restaria obrigada a reembolsar os contribuintes pela referida taxa. Mesmo que o automóvel seja dirigido.88 e entidades federais. porém. tendo em vista haver divergência entre as Turmas que a compõem quanto à incidência de correção monetária sobre o aproveitamento dos créditos decorrentes da aquisição de insumos utilizados na fab a compensação dos valores recolhidos a esse título. Entendeu-se que. er de prestá-las. art.522-RS. se opôs à retenção pela Instituição Financeira dos valores não recolhidos por força de decisão judicial. Pois daquela declaração nasce direito à restituição in totum diante da ineficácia plena da legislação instituidora da exação. Atrofia Muscular Espinhal Progressiva . incapaz de dirigir veículos. I. 8. crédito do particular para com a Fazenda Pública. art. o questão exclusiva das hipóteses de repetição do indébito ou compensação (REsp 477. Assim. Rel. da Lei n. mesmo possuindo naturezas diversas. no desembolso. curso sob o entendimento de que é possível ao contribuinte. art. por outrem (art. VI). até que se confirme o crédito tributário ou pelo decu ção monetária não incide sobre os créditos escriturais‘ (STJ. Lei 8. ao passo que. 73.595/64. 22. ao invés de permanecer inalterado o antigo número. 125. art. tampouco. parágrafo único).nto da exação no período fi xado na legislação e. deu parcial provimento ao REsp. entre outros). Luiz Fux). § 1º. em seu favor. suspendendo-lhe a eficácia. em relação a lei que as instituiu. em razão de ambos serem arrecadados pela Secretaria da Receita Fede o à Primeira Seção pela Segunda Turma. inicia-se um hiato. relativos a operações de compra de matérias-primas e insumos empre eceber seu crédito por meio de precatório regular ou compensação. 135. CTN. raciocínio diverso importaria tratamento não-isonômico. por isso que surge em simultaneidade com o direito de ação.021/90. AgREsp 476. os cidadãos exonerar-se-i a privativa da União (CF. III. 8º. quando da cessação de seus efeitos. al. no tocante àquelas protegidas pelo sigilo bancário.. afastadas as exigências legais para tanto. 24. II. . pois ambas as modalidades são formas de execução colocadas a sua disposição. e 174 do CTN). apesar de a jurisprudência do STJ e STF reconhecer como indevida a correção monetária dos créditos escriturais de IPI. também atinge os responsáveis solidários (arts. que deve observar a decadência. REsp 396540/PR. após o lançamento. REsp 397. AgREsp 434. requerer o crédito mediante precatório regular. prescrevendo em cinco anos para demandar p te período está sujeita ao prazo decadencial que se finda com a notificação do lançamento ao sujeito passivo. § 5º. 38. e sim a competência corrente do art. III. entendimento segundo o qual a isenção e a alíquota zero. do qual somente poderão ser eximidas pelo Poder Judiciário (Lei 4. ou seja. 1º. Inexiste o direito à correção monetária e à incidência de juros sobre os créditos extemporâneos ou acumulados de IPI. é possível a compensação da indevida exação com o imposto de importação. no qual o Poder Executivo implementa suas políticas fiscais.

6º. não obstante o entendimento de que as leis tributárias não respeitam direito adquirido por força. tão somente. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. I. não tem cará . observ 4/1971).plada. e sem condições de atender às exigências criadas pelo novo ordenamento jurídico. 70/1991.. Isso posto. no contribuinte de fato do tributo que se acha embutido no preço do bem adquirido. visando ao não pagamento do ICMS na entrada de mercadorias importadas do exterior. al por não possuir natureza tributária (art. tir o referido ônus. As sociedades civis de prestação de serviços de profissão legalmente regulamentada passam a contribuir para a seguridade social com base na receita bruta da prestação de serviços. essa cooperativa está isenta de pagamento de Cofins. da LC n. ‖) e. (Art. vale dizer. economicamente. no consumidor. conforme o art. portanto. de quarenta anos. 56. que deferira segurança impetrada por instituição de ensino.. distinguindo os ganhos resultantes de operações financeiras. 149. CF: “Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. dos atos constitutivos de tais en profissionais pela Lei Complementar 70/91. destinadas a integrar o seu ativo fixo.

apresentação. Outrossim. Afirmando esse entendimento. armazenamento. novas utilidades relacionadas ao acesso. 69/1998. movimentação ou recuperação de informações. ciante equiparado a industrial pela legislação do IPI. . e prevê a não incidência desse imposto sobre encargo financeiro incorporado ao valor da mercadoria nas vendas a prazo (crediário). 406/1968 e art. no sentido de que. ausente dispositivo legal.a entrada de bens destinados a consumo ou à integração no ativo fixo do estabelecimento. não se pode deduzir da base de cálculo o ICMS. 31 do Convênio n. a Turma rejeitou a tese defendida pela Fazenda estadual. as por microempresas. independentemente da denominação que lhes seja dada nos termos do Convênio ICMS n. so de comunicação. § 1° Serviço de valor adicionado não constitui serviço de telecomunicações.‖).com o qual não se confunde. o relativamente à operação que não se qualifique como de circulação de mercadoria como é a alusiva à alienação esporádica e motivada pelas circunstâncias reinantes de bem integrado ao ativo fixo da empresa. a Turma deu provimento ao recurso. Prosseguindo o julgamento. se fosse dado à União equiparar por decreto comerciantes a industriais. 3º do DL n. seria poss nvênio ICMS 66/88 (―Não implicará crédito para com-pensação com o montante do imposto devido nas operações ou prestações seguintes: II . classificando-s onômica das empresas (faturamento) sem possibilidades de reduções ou deduções. e creditamento de ICMS para compensação com as operações futuras de comercialização de mercadorias (art. reconhecendo a inexistência de relação jurídico-tributária. 66/1988). ênios de isenção de empresas estrangeiras.

90.713/1988.no substitutivo a natureza indenizatória. 4. ou equiparada a instituições financeiras. à constituição de outros tributos. com as contribuições da empregadora e com os investimentos feitos pelo próprio fundo ao gerir os valores arrecadados. no serviço de rebocagem marítima. seja ela praticada por pessoa física ou jurídica. visto que o interesse público prevalece sobre o do particular e que o invoca izer da Min. Relatora. 52. por falta de previsão legal. 25. 91 e 92 da lista anexa fo . 8. a Turma entendeu que esses informes podem ser utilizados. privada. o IOF não tem contribuinte específico. comercial ou industrial. caracterizado o acréscimo patrimonial es pertinentes à CPMF para servir. Assim. ureza do serviço ou de outros fatores pertinentes.Quando os serviços a que se referem os itens 1. não incide o imposto quando do resgate ou do recebimento do benefício (porque já recolhido na fonte). em relação ao ano de 1988. se após o advento da Lei n o. Isso posto. Explicitou. observa-se o momento em que foi recolhida a contribuição: se durante a vigência da Lei n. 89. 7. § 3° . ainda. que at rebocadores. pois grava o resultado da operação financeira. não incide o ISS. houve o rateio do seu patrimônio. nestes não compreendida a importância paga a título de remuneração do próprio trabalho. 88. Assim. formado com recursos dos associados. mas perfaz tão-somente expectativa de direito referente à recomposição das perdas do poder econômico da categoria.

14 da Lei n. do I. art. C. seja na Constituição anterior. § 2º. o que não constitui fato gerador para cobrança do IPTU. assim como as que a precederam. não prevalece porque desprovido de validade jurídica. XI. 4. a jurisprudência do S. realizada entre contribuintes e relativa a produtos destinados à industrialização ou à comercialização. seja no Código Tributário Nacional. . 9º. Interpretando essa norma. configure fato gerador dos dois impostos. 47 do CTN. ao art. CUJO OBJETO É A REGULAMENTAÇÃO DO COMÉRCIO INTERNACIONAL..F. sse previsão na lei orçamentária.E. não havia vedação ao abatimento dos descontos da base de cálculo do IPI. m o patrimônio do indenizado. § 3º. não tem mais amparo no sistema pátrio) os no R.O dispositivo constitucional não distingue en vor fiscal pela Medida Provisória n.ndo o contribuinte furtar-se à sua incidência sob alegação de que o ente público não exerce a fiscalização devida. . quando a operação. 406/1968).. por órgão administrativo. pois as aludidas empresas não se comportam no preceito de sociedade uniprofissional sem caráter empresarial. Todavia o mencionado dispositivo. 1991-18/2000. do DL n. 2. ante o disposto no art. utilizando-se apenas do direito de servidão de passagem de imóvel alheio. tem caráter meramente declaratório desse direito e não constitutivo. II.I. contraditório e devido processo legal.P.502/1964. não dispondo sequer de órgão incumbido desse mister.F. 155. ACORDO OU TRATADO DE CARÁTER GERAL. ação do ISS (art. sento constitucional do princípio da não-cumulatividade.T. É inequívo ssegurando ao contribuinte o direito de defesa. não se sujeitando à incidência do Imposto de Renda. firmou-se no sentido de que só o exercício efetivo. o imóvel sobre o qual incidiram os impostos.

A ques a de multa moratória sobre aqueles denunciados anteriormente à data de 11/01/01. O fato de a sociedade estar em dé armente suas atividades. infringência à lei. até quando sobreviesse regulamento específico. do após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte. Não foi estabelecido prazo para o Executivo agir e sem esse agir seria impossível cumprir-se a exclusão. mas não a isenção delas quando se quer obter novo exame da decisão proferida pela Administração Pública em primeira instância.) der Executivo a tarefa de regulamentar a aplicabilidade do benefício em questão. Note-se que o contribuinte derrotado na esfera administrativa sempre pode socorrer-se do Poder Judiciário. exigir quantia maior equivale a recusar o recolhimento do tributo p CF/1988). eria afastada a imposição da multa moratória. Assim.o Federal ou dos Municípios. sujeitar-se-á incondicionalmente ao cumprimento da legislação que o instituiu e da normatização complementar específica. na forma magnética (disquetes). O mero inadimplemento de obrigação tributária não enseja. bem como na dissolução irregular da sociedade. a responsabilidade pessoal surge caso haja comprovação de que aquele agiu com excesso de mandato. por si só. m lei e consagra a supremacia do interesse público. a responsabilidade do sócio gerente. uma vez que entenda que o Fisco está exigindo um valor maior que o devido. subsiste a multa por atraso. 9. aplicada na entrega da Declaração de Operações Imobiliárias. Entretanto há algumas decisões atuais da Primeira Turma no sentido de descaracterizar a denúncia espontânea nas hipóteses de tributo sujeito a lançamento por homologação. ao contrato social ou ao estatuto. . registros de imóveis.065/1995. mantido o contraditório. -se da ação consignatória para buscar seu direito de pagar corretamente o referido imposto. em razão de a recorrida ter feito de forma d N. exigindo a multa só facultativo. títulos e documentos à Secretaria da Receita Federal. salvo nos casos de não recolhimento de contribuições previdenciárias descontadas em folha de pagamento e n edação da Lei n.

74 da Lei n.confirmado o crédito tributário. 1º. arrecadados pela Secretaria da Receita Federal – SRF (atual redação do art. gerando desequilíbrio nas receitas fazendárias. II. no desembolso. Relator ser pacífico o entendimento de que a prescrição dos créditos fiscais com objetivo do creditamento do IP tituidora da exação. isentos. mas financeira (divida passiva da Fazenda Pública). parágrafo único). repita-se. então. com a nova redação dada pela Lei n. é importante. favor. por outrem (art. 197.754/2003) é admissível a referida isenção. t. ompra de matérias-primas e insumos empregados na fabricação de produto isento ou beneficiado com alíquota zero. ou não-tributáveis. da Lei n.. deve ser contada nos se confirme o crédito tributário ou pelo decurso do prazo de trinta dias sem impugnação ou pela decisão do recurso administrativo ou pela revisão ex-officio do lançamento. es da aquisição de insumos utilizados na fabricação de produtos sujeitos à alíquota zero. 3. Alertou o Min. A decadência. surge o prazo prescricional de cinco a ou acumulados de IPI. uma vez que. .430/1996).889/1995. no dizer do voto condutor do acórdão. § 1º. distinguir duas situações: aquela em que o aproveitamento de crédito não ontribuinte receber seu crédito por meio de precatório ou compensação. os cidadãos exonerar-se-iam desse critério. 9. 8. não se cogita de norma tributária (repetição de indébito). 10. escrevendo em cinco anos para demandar prestações vencidas.

observadas as normas da Lei Complementar n° 70. ceita bruta da prestação de serviços. não tem caráter compulsório para os trabalhadores não filiados ao sindicato.. de 30 de dezembro de 1991. portanto. dos atos constitutivos de tais entidades. ..ão somente. ‖) e.) u econômicas.

o a inexistência de relação jurídico-tributária. . da LC n. via equiparação. III. classificando-se seu provedor como usuário do serviço de telecomunicações que lhe dá suporte. não se incluem os serviços meramente acessórios ou preparatório ao ativo fixo da empresa.‖). 151. com os direitos e deveres inerentes a essa condição). o universo de beneficiários do mencion o no ativo fixo do estabelecimento. pois a interpretação do art. ecreto comerciantes a industriais.serviço de telecomunicações. da CF (conceder isenções de tributos da competência dos Estados). 87/1996 indica que só há incidência de ICMS aos serviços de comunicação stricto sensu. III. 2º. seria possível contornar a vedação a ela imposta pelo art. ampliando-se.

que até 1988 o IOF estava sujeito apenas às operações de crédito realizadas por instituições financeiras (Lei n. 91 e 92 da lista anexa forem prestados por sociedades. ssim. 66 d 8. 89.779/1999. 9. 52.colhido na fonte). que preste serviços em nome da soc . mudando essa situação com a Lei n. Explicitou. caracterizado o acréscimo patrimonial dos participantes. há incidência do imposto de renda no rateio do patrimônio. 11. se após o advento da Lei n. 25.311/1996 veda a utilização dessas informações para fins de constituição de crédito fiscal e não para averiguar delito fiscal. § 3º.143/1966). excluídas apenas as contribuições efetuadas pelos associados. 5. 9. 88. ainda. empregado ou não. Além do que o recorrente está a ser investigad ituições financeiras. sócio. da Lei n. calculado em relação a cada profissional habilitado. revalece sobre o do particular e que o invocado o art. é devida a exigência (porque não recolhida na fonte).250/1995. 9. estas ficarão sujeitas ao imposto na forma do § 1°. 90. dentro do contexto do art.

O que importa verificar é a ocorrência da situação fática inscrita no inc. ou a prestação de serviços. a qual se concretiza no momento da saída da mercadoria. certo que os contribuintes do IPI estão definidos n e desprovido de validade jurídica.. como a de q O dispositivo constitucional não distingue entre estabelecimentos industriais e equiparados. XI do § 2º do art. efetiva ou potencial. na primeira hipótese. ao contribuinte.o exercício efetivo. do poder de polícia. 155 da C. é que legitimam a cobrança de taxas. sendo vedado ao legislador ordinário ultrapassar os termos da definição consignada .F. por órgão administrativo. pelo Poder Público. na segunda hipótese. É inequívoco que a base de cálculo do IPI é o valor da operação.

deu parcial provimento ao recurso. não obstante a alegação de sua impossibilidade de fazê-lo. a Turma. A Turma. ias descontadas em folha de pagamento e não repassadas. por maioria. exigindo a multa só pelo atraso. como na espécie. ento por homologação. pela via da informática. em razão de a recorrida ter feito de forma diversa da exigida. considerando a multa moratória indevida. A questão é a seguinte: o comando geral era auto-executável. proveu o REsp e se posicionou neste julgamento pela jurisprudência dominante citada. podendo produzir efeitos imediatos. Prosseguindo o julgamento. sob pena de violação do Princípio da Legalidade? A omissão do Poder Executivo em regulamentar tal dispo .ia impossível cumprir-se a exclusão. repassado ao consumidor final. entendendo ser cabível a ação consignatória e determinou seu regular processamento. . bem assim no caso de tributo indireto. por unanimidade. ociedade. de tributo su equivale a recusar o recolhimento do tributo por valor menor. O fato de a sociedade estar em débito com obrigações fiscais não autoriza a União a recusar certidão negativa aos sócios da pessoa jurídica (Precedentes STJ).

DJ 25/10/2004).910/32 e do DL 4.182-RS.A decadência. contado a partir do ajuizamento da ação (REsp 530. ela em que o aproveitamento de crédito não se deu imediatamente. ainda. daquela em que o contribuinte esteve impedido de efetuar o aproveitamento por oposição constante de ato s fiscais com objetivo do creditamento do IPI é qüinqüenal. que. deve ser contada nos termos do Decreto 20. Ressaltou.597/42. utário. como na hipótese não se cuida de repetição de indébito tributário. surge o prazo prescricional de cinco anos. mas de reconhec . por opção ou por impossibilidade imputável ao próprio contribuinte. podendo nesse período ser promovida a cobrança. então.

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da CF. 146. a alegação de contrariedade ao art. ão. o universo de beneficiários do mencionado inciso XI. também.viços meramente acessórios ou preparatórios à comunicação propriamente dita. III. que reserva à lei complementar a definição dos contribuintes dos impostos previstos no Sistema Tributário Na . a. Afastou-se.

que preste serviços em nome da sociedade. embora assumindo responsabilidade pessoal.ém do que o recorrente está a ser investigado em segredo de justiça porque movimentou recursos financeiros em montante discrepante com aqueles declarados ao Fisco.779/199 ou não.763-DF. que estabeleceu.) . 9. sobre a vigência da Lei n. Outrossim.779/1999. nos termos da lei aplicável. como hipótese de incidência do IOF. . Inovação reforçada pelo entendimento do STF na ADin 1. o resultado de mútuo. 9. no período considerado. 66 do CTN. o que indica hipótese de sonegação fiscal. dentro do contexto do art.

e eleger elemento estranho ao determinado no referido código. No caso. 3. para efeito de estabelecer a base de cálculo de impostos. Assim. o acórdão extraordinariamente recorrido negou ter havido efetivo exercício do poder de polícia. como a de que se trata neste Recurso: taxa de localização e funcionamento. 51. apassar os termos da definição consignada no CTN. art. mediante atuação de órgão que os contribuintes do IPI estão definidos no CTN.legitimam a cobrança de taxas. tem função de lei complementar. é certo que os desconto . que.

. computados como receita. minou seu regular processamento. de tributo sujeito a lançamento.o Poder Executivo em regulamentar tal dispositivo tem o condão de restringir o direito do contribuinte de excluir da base de cálculo das contribuições do PIS e da COFINS. como na espécie. foram transferidos a outra pesso ória indevida. valores que.

administrativo ou normativo ilegítimo. é afastada a contagem do prazo prescricional para repetição de indébito (arts. pelo contribuinte. mas de reconhecimento do direito da empresa ao aproveitamento do crédito sobre insumos imunes. sofre demora em virtude de re tição de indébito tributário. é devida a correção monetária dos créditos na segunda hipótese.oveitamento por oposição constante de ato estatal. não-tributáveis ou de alíquota zero. 16 . quando seu aproveitamento. Isso posto.

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.impostos previstos no Sistema Tributário Nacional.

rossim.779/1999. sobre a vigência da Lei n. ela incide sobre .ue indica hipótese de sonegação fiscal. apesar de a nova lei não ter efeito retroativo. 9.

mediante atuação de órgãos administrativos do Município. Assim. assim erido código.poder de polícia. é certo que os descontos incondicionais não podem integrar o valor da operação de venda para fins .

mo receita. traçada pelo STF. responde negativamen . foram transferidos a outra pessoa jurídica? A orientação mais ortodoxa.

o contribuinte. como forma scricional para repetição de indébito (arts. 165 e 168 do CTN). aplica-se a regra geral de prescrição de indébito contra a F . Assim. sofre demora em virtude de resistência oposta por ilegítimo ato administrativo ou normativo do Fisco.