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EXAME DA OAB

2º Fase Comentários das questões

DIREITO DO TRABALHO
Prof. Henrique Correia1.

Seguem abaixo as questões da 2ª fase da OAB e os espelhos disponibilizados pela instituição organizadora da prova. Algumas questões contém também comentários feitos pelo Professor Henrique Correia. RENÚNCIA E TRANSAÇÃO Comissão de Conciliação Prévia (CESPE – UnB. OAB - 2º fase - 2009.3). Após a rescisão de seu contrato de trabalho, Alex, empregado da empresa Dominó, procurou assistência da comissão de conciliação prévia, que tinha atribuição para examinar essa situação. Em acordo firmado entre ele e o representante da empresa, ambas as partes saíram satisfeitas, com eficácia geral e sem qualquer ressalva. Posteriormente, Alex ajuizou reclamação trabalhista, pedindo que a empresa fosse condenada em verbas não tratadas na referida conciliação, sob a alegação de que o termo de ajuste em discussão dera quitação somente ao que fora objeto da demanda submetida à comissão, de forma que não seria necessário ressalvar pedidos que não fossem ali debatidos. Tendo em vista a argumentação apresentada, exponha a tese jurídica mas apropriada para a empresa Dominó, fundamentando sua argumentação na CLT.
RESPOSTA: A tese jurídica deve estar respaldada no art. 625-E, parágrafo único, da CLT, que assim dispõe: “Aceita a conciliação, será lavrado termo assinado pelo empregado, pelo empregador ou seu proposto e pelos membros da Comissão, fornecendo-se cópia às partes; Parágrafo único. O termo de conciliação é título executivo extrajudicial e terá eficácia liberatória geral, exceto quanto às parcelas expressamente ressalvadas.” Nesse sentido, não basta citar qualquer dos artigos relacionados com a matéria, mas tão somente o mencionado artigo da CLT, com a defesa da tese nele expressa, demonstrando-se a intenção clara do legislador de permitir a quitação plena de créditos trabalhistas submetidos às comissões de conciliação. No caso, não possui interesse processual

Henrique Correia é Professor de Direito do Trabalho do curso LFG e Praetorium. Autor dos livros Direito do Trabalho pela Editora JusPODIVM (www.editorajuspodivm.com.br). Procurador do Trabalho (MPT)
Exame da OAB Questões Henrique Correia – www.henriquecorreia.com.br

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da qual resultou um termo de eficácia liberatória geral. Um Estado da Federação realizou concurso público para notário. Nelson explicou ao tabelião anterior que não tinha interesse em aproveitar as pessoas que lá atuavam.5.o reclamante.ED – RR – 15/2004-025-02-00. aprovada em concurso publico.65) b) No caso em tela. no mesmo local e com novos empregados. Nelson é sucessor? (Valor: 0. Nelson. que o TST vem entendendo que no caso de delegação de serviço. tem-se que a Delegação foi retomada pelo Estado e entregue a uma nova pessoa. verificou que a parte administrativa estava extremamente desorganizada. Alguns dias depois. pedir proteção no Poder Judiciário. pois lá iria alocar empregados da sua confiança. não ocorre sucessão. Precedente TST. postulando diversos direitos lesados ao longo do contrato. Não cabe ao reclamante. E. haja vista que as verbas rescisórias foram discutidas no âmbito da CCP.6) ESPELHO Espera se medir a capacidade de o examinando informar que a sucessão exige a transferência de uma unidade econômico-jurídica e manutenção de exploração da mesma atividade econômica e/ou a continuidade da prestação de serviço pelos empregados. Informado disso. Lá chegando. trazendo como argumento jurídico a ocorrência de sucessão. o que explicava as sucessivas reclamações contra aquela serventia na Corregedoria. responda aos itens a seguir. recebeu a delegação de um cartório extrajudicial. no caso. visto que não houve ressalvas. Em razão disso. Um dos ex-empregados dispensados pelo tabelião anterior ajuizou reclamação trabalhista contra Nelson. Com base no caso acima. o tabelião anterior dispensou todos os empregados. aprovado em segundo lugar no certame. mormente quando não houve prestação de serviços para o novo notário. Nelson iniciou seus serviços como notário. SDI-I. CONTRATO DE TRABALHO Nulidades do contrato – Trabalho proibido . EMPREGADOR SUCESSÃO TRABALHISTA (OAB – IV Exame Unificado – 2º Fase – Direito do Trabalho – 2011). a exemplo dos cartórios extrajudiciais. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. a) Quais são os requisitos para a ocorrência de sucessão na esfera trabalhista? (Valor: 0. Nesta hipótese.

do TST. Fundamento nos arts. apresente a fundamentação jurídica adequada para afastar a argumentação de nulidade do contrato de trabalho do policial militar na referida empresa de segurança. quando do término do contrato de prestação de serviços celebrado entre os reclamados. funcionando a cooperativa como mera fornecedora de trabalhadores ao posto de gasolina. e do Posto de Gasolina Boa Viagem Ltda. nem foi convocado para qualquer assembleia. A empresa argüiu que o contrato de trabalho seria nulo. RESPOSTA: Trabalho proibido. b. Alegou. proíbe o exercício de qualquer outra atividade. João da Silva ajuizou reclamação trabalhista em face da Cooperativa Multifuncional Ltda. visto que o estatuto da corporação militar. Antônio. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. presta serviços de segurança para a empresa Irmãos Gêmeos Ltda.3). restou demonstrada pela prova testemunhal produzida nos autos a intermediação ilícita de mão de obra. Fundamento na Súmula n. Com base na situação hipotética. a que Antônio estava submetido. afirmou que foi obrigado a se filiar à cooperativa para prestar serviços como frentista no segundo reclamado.2º fase . Acreditando ter sido despedido injustamente. item IV. Por fim. parágrafo único. responda aos itens a seguir. na condição de tomador dos serviços prestados. a) É cabível a preliminar de impossibilidade jurídica do pedido? (Valor: 0.45) . policial militar. além do reconhecimento da responsabilidade subsidiária do segundo réu. sustentou a validade da relação cooperativista entre as partes. ainda. O segundo reclamado.° 386 do TST TERCEIRIZAÇÃO (OAB – IV Exame Unificado – 2º Fase – Direito do Trabalho – 2011). 3. Na instrução processual. na peça de defesa. promoveu reclamação trabalhista pleiteando valores que supostamente lhe seriam de direito.° e 796. Postulou a declaração do vínculo de emprego com a sociedade cooperativa e a sua condenação no pagamento de verbas decorrentes da execução e da ruptura do pacto laboral. da CLT prevê a inexistência do vínculo de emprego entre a cooperativa e seus associados. Na petição inicial. nos termos da Súmula 331. Na contestação. nos horários de folga.(CESPE – UnB. aduziu que foi dispensado sem justa causa. de forma pessoal e subordinada. OAB . uma vez que o artigo 442. que jamais compareceu à sede da primeira ré. a primeira ré suscitou preliminar de impossibilidade jurídica do pedido. ambos da CLT. Na qualidade de advogado(a) contratado(a) por Antônio.2008. No mérito. refutando a configuração dos requisitos inerentes à relação empregatícia. afirmou que o reclamante lhe prestou serviços na condição de cooperado e que não pode ser condenado no pagamento de verbas trabalhistas se não foi empregador.

Incidência da Súmula nº 331. O desconto cuja imposição se pretende.00 no dia. já que a sua responsabilidade é direta. No tocante ao desconto. como já era feito. 462 da CLT. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. estipulou em norma interna que o empregado que chegasse até 10 minutos antes do horário ganharia R$ 3.5) b) De que poder o empregador se valeu para criá-la? (Valor: 0. Tanto a adição quanto o desconto seriam feitos no contracheque mensal e não excluiriam a adição de hora extra pela chegada antecipada nem o desconto pelos atrasos. parágrafo único.3).2010. a) É válida a norma interna em questão. Com base no relatado acima.00 no dia. b) O examinando deve responder que não cabe o pedido de vínculo de emprego com a cooperativa (primeira reclamada). por ser unilateral. visando a estimular o comparecimento pontual de seus empregados.8) ESPELHO a) O examinando deve responder que não é cabível a preliminar de impossibilidade jurídica do pedido. responda aos itens a seguir. item I. Determinada empresa. 2º fase . 3º ou 9º da CLT.5) RESPOSTAS. porque o posto de gasolina (segundo reclamado) é o real empregador. Item A Não. em ambos os aspectos? (Valor: 0. A vedação contida no artigo 442. sendo este último o real empregador. viola o art. e o que chegasse até 15 minutos atrasado teria de pagar R$ 1. da CLT não se aplica diante da utilização fraudulenta de sociedade cooperativa como intermediadora de mão de obra em favor do posto de gasolina (tomador dos serviços). Incidência do artigo 9º da CLT. DURAÇÃO DO TRABALHO Horas extraordinárias e Poder do empregador (Fundação Getúlio Vargas – OAB. ela é inválida porque excede o poder do empregador.b) Cabe o pedido de declaração de vínculo de emprego com a primeira ré e o de condenação subsidiária do segundo reclamado? (Valor: 0. em razão da intermediação ilícita praticada pelos demandados. . Também não cabe o pedido de reconhecimento da responsabilidade subsidiária do posto de gasolina. na condição de verdadeiro empregador. além de caracterizar o bis in idem. do TST ou dos artigos 2º.

da CLT. sendo descabidas as repercussões postuladas na inicial. pontual e cirurgicamente ilegal e abusivo. que ele não detém poder normativo. INTERVALOS (OAB – IV Exame Unificado – 2º Fase – Direito do Trabalho – 2011). além de identificar um bis in idem no desconto duplo(pelo atraso e o criado pelo empregador) que porventura fosse realizado. ainda. José de Souza ajuizou reclamação trabalhista em face da empresa Alfa Vigilância Ltda. independentemente de sua origem. pois em princípio o salário é intangível e protegido contra subtrações indevidas – a exemplo do desconto pelo atraso imposto pelo empregador. §4º. com arrimo nele. de modo que. a reclamada alegou que a supressão dos intervalos para repouso e alimentação foi autorizada em acordo coletivo firmado com o sindicato representante da categoria profissional do reclamante. especialmente. bem como das diferenças decorrentes da integração dessas quantias nas verbas contratuais e resilitórias. não se aplica a eventual desconto que esteja sendo imposto em descompasso com a norma cogente. jamais prejudicar) os empregados.Justificativa: Espera-se medir a capacidade de o examinando informar que as normas benéficas. mas apenas regulamentar. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. Aduziu.6) . colacionando cópia do referido instrumento normativo cuja vigência alcançava todo o período contratual do autor.. Visa ainda medir a capacidade de o examinando nulificar apenas parte do regulamento. contudo. da CLT deve integrar ou não a base de cálculo das verbas contratuais e resilitórias do empregado que não tenha gozado dos intervalos intrajornada? (Valor: 0. postulando o pagamento dos valores correspondentes aos intervalos intrajornada não gozados. tornando-o. §4º. O mesmo. responda aos itens a seguir. com fundamento no artigo 71. poderá criar normas internas para dinamizar a sua gestão e eventualmente beneficiar (e apenas beneficiar. da CLT possui natureza indenizatória.65) b) A parcela prevista no artigo 71. nesse aspecto. sem prejudicar a parte que beneficia os obreiros. são válidas e aplicadas de plano são válidas e aplicadas de plano ao contrato de trabalho. Com base na situação hipotética. que a parcela prevista no artigo 71. a) Procede o pedido de pagamento dos valores correspondentes aos intervalos intrajornada não gozados pelo reclamante? (Valor: 0. Na peça de defesa. que emana do seu poder diretivo. acrescidos de 50% (cinquenta por cento). na medida em que se trata de ato unilateral. Justificativa: Espera-se medir a capacidade de o examinando identificar os poderes inerentes à figura do empregado e. Item B Do poder diretivo ou de comando ou empregatício ou regulamentar ou jus variandi. §4º.

haja vista a nulidade da cláusula coletiva. O juiz julgou procedente essa demanda e condenou a empresa a pagar a José as horas extras. De fato.2º fase . a não ser esses cartões. Afirmou que cumpria uma jornada de trabalho de 8 às 20 horas. . com duas horas de intervalo. TST) Horas in itinere (CESPE – UnB. Caberia à empresa apresentar outras provas da jornada. da SDI 1 do TST.2008. que José não laborava em jornada extraordinária. Cartões de ponto invariáveis não servem como prova. RESPOSTA. considerando a jornada de trabalho informada na inicial. de segunda a sexta feira. Na situação apresentada. A empresa contestou o pedido.. com duas horas de intervalo. Entendimento sumulado (Súmula 338. A empresa não produziu nenhum outro tipo de prova. OAB . alegando.3). da CLT deve integrar a base de cálculo das verbas contratuais e resilitórias. a sua resposta. com duas horas de intervalo. item I. José ingressou com uma reclamação trabalhista contra a empresa Lua Nova Ltda.2º fase . a empresa está localizada em sítio de difícil acesso. §4º. não podendo ser objeto de negociação coletiva a sua redução ou supressão. Todos eles registravam uma jornada de trabalho de 8 às 18 horas. Nesse sentido. juridicamente. Isso porque a norma instituidora dos intervalos para repouso e alimentação possui natureza cogente ou de ordem pública. pleiteiam a incorporação. o posicionamento contido na OJ nº 342. Horas extras e cartões de ponto (CESPE – UnB. em razão de sua natureza salarial. de segunda a sexta feira. III. e o transporte oferecido pelo poder público é deficitário. OAB . com suas repercussões financeiras. em sua defesa. de 8 às 20 horas. ou seja. por versar sobre medida de saúde e de segurança do trabalho. e juntou os seus cartões de ponto. reclamando que o transporte público para o local de prestação de serviços é deficiente. está correto o posicionamento do juiz? Fundamente. formulando pedido de pagamento de horas extras. Está correto o posicionamento do juiz. do tempo ispendido no trajeto até a empresa. Os empregados de uma empresa. b) O examinando deve responder que a parcela prevista no artigo 71.1). nos exatos termos do entendimento uniformizado na OJ nº 354 da SDI 1 do TST.2008. se segunda a sexta feira.ESPELHO a) O examinando deve responder que procede o pedido de pagamento dos valores correspondentes aos intervalos intrajornada não gozados pelo reclamante.

. pleiteando o reconhecimento da jornada de trabalho especial aplicada aos bancários (seis horas diárias ou trinta semanais).3). sendo participante de Programa de Alimentação do Trabalhador – PAT. ou trinta horas semanais. Determinada loja de um shopping center concede mensalmente a todos os seus empregados um vale-compras no valor de R$ 200.3). trabalhando oito horas diárias. é para a categoria dos bancários..00 (duzentos reais).2010. pois a jornada de trabalho de seis horas diárias.2º fase . Lupércio. REMUNERAÇÃO PARCELAS DE NATUREZA SALARIAL e PARCELAS INDENIZATÓRIAS (Fundação Getúlio Vargas – OAB. Lupércio jus a jornada de trabalho especial dos bancários? Fundamente a sua resposta. O engenheiro. Nessa situação hipotética.°. RESPOSTA: III.2009.Na qualidade de advogado(a) do departamento jurídico dessa empresa. 224 da CLT. 58. Após ser demitido. o referido empregado ajuizou reclamação trabalhista.A. em conformidade com o disposto no art. sua jornada de trabalho estava correta e adequada à função exercida. pois foi contratado e desenvolvia as funções de sua profissão.° 90. Jornadas Especiais BANCÁRIOS (CESPE – UnB. não pode ser considerado bancário. RESPOSTA: A jornada de trabalho diferenciada dos bancários não deve ser aplicada na hipótese. no exercício da função de engenheiro. se a empresa deveria aceitar o pleito dos empregados. regime de trabalho semanal de quarenta horas. da CLT e na Súmula n. Pleito não deve ser aceito. do TST Fundamentação e consistência. contratado pelo Banco XY S. Além disso. para que eles possam utilizá-lo em qualquer estabelecimento do shopping. O sindicato representante da categoria profissional de seus empregados vem reivindicando que os valores de ambos os benefícios sejam considerados no cálculo das verbas contratuais dos trabalhadores. Fundamento no art. de segunda a sexta feira. § 2. responda. aprovado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. OAB . apesar de ser empregado do Banco. de forma fundamentada. 2º fase . prevista no artigo 224 da CLT. fornece ajuda-alimentação. por força de norma regulamentar. cumpria. Logo. devidamente regulamentada.

Este fornecimento habitual de bens e serviços pode restar expressamente pactuado entre as partes (“por força do contrato”) ou decorrer de prática usual do empregador (“do costume”). vestuário ou outras prestações in natura que a empresa. compreende-se no salário. o examinando deve responder afirmativamente. para todos os efeitos legais.” Contudo. ITEM A – 1ª PARTE: A ordem jurídica trabalhista autoriza o pagamento de parte do salário em bens ou serviços (utilidades). a alimentação. da CLT: “Além do pagamento em dinheiro. nos termos do artigo 458. O fornecimento esporádico de determinada utilidade não configura salário in natura. instituindo o chamado “salário-utilidade” ou “salário in natura”. O primeiro desses requisitos é a habitualidade do fornecimento. O segundo requisito é o caráter contraprestativo do fornecimento. A utilidade deve ser fornecida pelo trabalho. sendo necessária a presença de alguns requisitos essenciais. Na primeira parte do item A da questão em foco. esclarecendo que o vale-compras fornecido habitualmente pelo empregador. nem todos os bens e serviços fornecidos pelo empregador ao empregado no decorrer do contrato de trabalho possuem natureza salarial (salário-utilidade). e não para o trabalho. caput. que corresponde à ideia de que o fornecimento desta não pode contar com a participação econômica do empregado. caput. responda aos itens a seguir. da CLT.7) b) Os valores correspondentes à ajuda-alimentação integram os salários dos empregados? (Valor: 0. Em caso algum será permitido o pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas. configura salário in natura. fornecer habitualmente ao empregado. quando neste último caso se vincula à própria viabilização ou aperfeiçoamento do serviço. habitação. na condição de advogado consultado pela empresa. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. por . com intuito contraprestativo. por força do contrato ou do costume. Logo. que corresponde à ideia de repetição uniforme em certo período de tempo.3) RESPOSTAS. a) Os valores correspondentes ao vale-compras devem integrar a base de cálculo das verbas contratuais dos empregados? Quais seriam os efeitos inerentes à revogação da norma regulamentar instituidora dessa vantagem nos contratos de trabalho vigentes e futuros? (Valor: 0. O terceiro requisito é a onerosidade unilateral da oferta da utilidade. Somente terá caráter salarial a utilidade ofertada sob exclusivo ônus econômico do empregador.Com base na situação hipotética. que corresponde à ideia de retribuição pelo trabalho executado. De acordo com o artigo 458.

nos programas de alimentação aprovados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (PAT). o examinando deve responder que a supressão da concessão da utilidade somente deve alcançar os empregados admitidos após a revogação da norma regulamentar. na segunda parte do item A da questão em análise. a posição contida na Súmula nº 241 do TST: “O vale para refeição. integrando a remuneração do empregado. pela empresa. ITEM A – 2ª PARTE: O princípio da condição mais benéfica assegura a prevalência das condições mais vantajosas ao empregado ajustadas no contrato de trabalho. Isso porque as normas regulamentares possuem natureza de cláusula obrigacional. Assim. prejuízos ao empregado. o entendimento contido na Súmula nº 51. em ofensa ao artigo 468 da CLT. além do pagamento em dinheiro.321/76 dispõe que não se inclui no salário de contribuição a parcela paga in natura. da CLT: “Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições. sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia. vestuário ou outras prestações in natura que a empresa. item I. caput. fornecido por força do contrato de trabalho. ainda assim. É o que preceitua a norma do artigo 468. aderindo aos respectivos pactos laborais.” Todavia.possuir natureza salarial. para todos os efeitos legais. . o artigo 3º da Lei 6. que revoguem ou alterem vantagens deferidas anteriormente. só atingirão os trabalhadores admitidos após a revogação ou alteração do regulamento.” ITEM B O artigo 458. direta ou indiretamente. devem prevalecer as condições mais benéficas ao empregado. ainda que bilateral.” Logo. desde que não resultem. da CLT estabelece que. sob pena de configurar alteração contratual lesiva aos trabalhadores beneficiados. os respectivos valores devem integrar a base de cálculo das verbas contratuais dos empregados. caput. a alimentação. por mútuo consentimento. por força do contrato ou do costume. para todos os efeitos legais. do TST: “As cláusulas regulamentares. Nesse sentido. desde que com esta não sejam incompatíveis. ainda que sobrevenha norma jurídica imperativa que prescreva menor nível de proteção. compreende-se no salário. fornecer habitualmente ao empregado. tem caráter salarial. inclusive as que tenham previsão em regulamento de empresa. Com base na inteligência deste artigo. e. Desse princípio decorre a impossibilidade de alteração contratual prejudicial ao empregado. habitação.

A.75) ESPELHO a) Mencionar expressamente o art. SALÁRIO IN NATURA (OAB – IV Exame Unificado – 2º Fase – Direito do Trabalho – 2011). a grande distância entre o local de trabalho e a cidade mais próxima tornou imprescindível o fornecimento da habitação. a fim de atribuir natureza salarial apenas ao primeiro grupo. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. como critérios normativos adequados à resolução do problema. o empregador lhe forneceu habitação durante toda a vigência do contrato. responda aos itens a seguir. instituído pela Lei 6. Entretanto.A. caput. instituído pela Lei 6.321/76. Com base na situação concreta. a habitação fornecida pela Engelétrica S. da CLT. João Carlos de Almeida foi contratado pela Engelétrica S. não integra o salário para nenhum efeito legal (OJ nº 133 da SDI-1 do C. b) Observar que. não tem caráter salarial.Diante desse preceito legal. que exclui determinadas prestações do âmbito salarial. Referir se à distinção entre o caráter retributivo ou contraprestativo da prestação ("pelo" trabalho) e a natureza indenizatória ou instrumental da prestação ("para" o trabalho). no item B da questão em foco. o examinando deve responder negativamente.321/76. já que a ajuda-alimentação fornecida por empresa participante do Programa de Alimentação do Trabalhador .PAT. neste caso concreto. Afirmar que a habitação fornecida a João Carlos pela Engelétrica não possui natureza . sob pena de inviabilizar a realização do trabalho. deve ou não integrar a remuneração de João Carlos de Almeida? Por quê? (Valor: 0. Portanto. Em 15/04/2008. uma vez que a moradia constituiu salário in natura. a) Qual é o critério apto a definir a natureza jurídica da prestação entregue ao empregado pelo empregador? (Valor: 0. não tem caráter salarial. restou pacificado entendimento no sentido de que a ajuda-alimentação fornecida por empresa participante do programa de alimentação ao trabalhador. inciso I. João Carlos ajuizou ação trabalhista visando à inclusão da ajuda-habitação na sua remuneração e o pagamento dos reflexos daí decorrentes. Dispensado sem justa causa em 13/08/2010. em virtude da grande distância entre o local de trabalho e a cidade mais próxima. em conformidade com o entendimento contido na OJ nº 133 da SDI-1 do TST. 458. compondo a contraprestação ajustada pelas partes. bem como o seu §2º. TST).5) b) Nesta hipótese em especial. para trabalhar na construção das barragens da Hidrelétrica de Belo Monte. Desse modo.

Em dezembro de 2003. Considerando a situação hipotética apresentada e na qualidade de advogada(a) contratado(a) por Luiz para ingressar com reclamação trabalhista. I do TST. assim como os integrantes da diretoria. desde o registro de sua candidatura até 01 (um) anos após o término de seu mandato. § 3º. determinando a sua imediata reintegração. da CLT. a tutela antecipada requerida pelo autor. a) O juiz agiu com acerto ao determinar a reintegração imediata do reclamante? . Fundamento na Súmula n. fazendo referência à Súmula nº 367. de forma fundamentada. Fundamentação e consistência. em sede liminar. em razão de ter sido imotivadamente dispensado.°. nos termos do artigo 522. próximo ao abastecimentos dos aviões. prevista nos artigos 543. para conduzir ônibus. Luiz foi contratado como motorista pela administração aeroportuária.salarial. uma vez que possui natureza instrumental ("para" o trabalho). caput e § 1. O reclamante fundamentou sua pretensão na estabilidade provisória assegurada ao dirigente sindical. responda. Foi demitido em dezembro de 2007. I. com passageiro e tripulação. exercem a administração do sindicato. Um membro do conselho fiscal de sindicato representante de determinada categoria profissional ajuizou reclamação trabalhista com pedido de antecipação dos efeitos da tutela. responda às indagações a seguir.3). RESPOSTA. na medida que. postulando a sua reintegração no emprego. O juiz concedeu. sofria riscos bastantes consideráveis à saúde. visa à melhor efetivação do serviço contratado. do terminal do aeroporto até os aviões. da CLT). 193.2). indicando a sua espécie e o percentual correspondente. aguardando o embarque dos passageiros. inciso VIII. Adicional de periculosidade – 30% (art. Argumenta que era exposto a agentes nocivos à sua saúde. Com base em fundamentos jurídicos determinantes da situação problema acima alinhada. caput. da CLT e 8º. OAB . do TST ESTABILIDADE Dirigente sindical (Fundação Getúlio Vargas – OAB. sendo eleitos pela assembléia geral.2008.2º fase . isto é. 2º fase . da Constituição da República de 1988.2010. Adicionais salariais PERICULOSIDADE (CESPE – UnB. fundamentando sua decisão no fato de que os membros do conselho fiscal.° 364. se ele possui direito a algum adicional.

muito menos por agravo de instrumento. da CLT. Relativamente à primeira indagação. ao abordar a discussão sobre a estabilidade de emprego dos dirigentes sindicais para a representação dos interesses da categoria. A OJ nº 63.b) Que medida judicial seria adotada pelo reclamado contra esta decisão antecipatória? RESPOSTA. a sua resposta. nos termos da Sumula nº 414. juridicamente. espera-se que o examinando. § 3º. mas tão somente em interpretação dos dispositivos citados no corpo da chave de resposta – 0.5 pts. pelo que não é atacável por via de recurso ordinário.5 pts. deveria ser aplicada a Pedro a regra da estabilidade prevista no art. . 543. as atividades do conselheiro fiscal limitam-se à fiscalização da gestão financeira do sindicato. unificadora da jurisprudência trabalhista. responda negativamente. § 2º. Ressalta-se que a respectiva resposta não se encontra única e exclusivamente com espeque em súmula e jurisprudência dos tribunais superiores. OAB . II do Colendo TST. que se limita ao destrancamento de recurso. por se referir a Ação Cautelar. § 1º da CLT e da Súmula nº 214.1). 522. No caso trata-se de conselheiro fiscal. Assim. por se tratar de decisão interlocutória. não sendo considerada a resposta sem fundamentação. Exatamente interpretando tal dispositivo. do TST.2º fase . Dirigente Sindical e Aviso-prévio (CESPE – UnB. Pedro estava cumprindo o período referente ao aviso prévio quando registrou sua candidatura a cargo de dirigente sindical. 893. tratase de incidente interlocutório e que nos termos do Art. da CLT? Fundamente. é no sentido de não reconhecer direito à estabilidade ao conselheiro fiscal – 0. da SBDI-II. cuja discussão se pauta no exercício ou não da direção e representação do sindicato. quanto à decisão que antecipou os efeitos da tutela de mérito. do TST.2008. é irrecorrível de imediato. a resposta correta é o mandado de segurança. Com fundamento no Art. do TST. não atuando na representação ou defesa da categoria. sem recurso específico. não serve de fundamento. Nessa situação específica. o entendimento consubstanciado na OJ nº 365 da SBDI I. No que tange à segunda indagação.

2). de forma fundamentada.1997).. responda. se Maria faz jus à estabilidade provisória. para sua plena configuração.04. a estabilidade da gestante. INDENIZADO. Em 14/06/2009. em 12/06/2009. obrigatoriamente.º 82 e 83. desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Art. BAIXA NA CTPS (inserida em 28. motivo pelo qual se considera que a gravidez de Maria ocorreu no período de vigência do contrato de trabalho.2009. da ADCT: “Até que seja promulgada a lei complementar a que se refere o art. exige. Considerando a situação hipotética apresentada. inclusive.RESPOSTA. “b”. a tese de que o período de aviso prévio é mera ficção jurídica. Não se aplica a regra da estabilidade . que a empregada esteja grávida na data da imotivada dispensa do emprego.2º fase . o disposto no art.” Portanto. II. apresentou os exames no setor de pessoal da empresa. recebeu aviso prévio indenizado. do TST: “82. a estabilidade decorre do fato da própria gravidez.Entendimento sumulado – Súmula 369. Afasta-se. para completar este raciocínio. empregada da empresa Fogo Dourado Ltda. por entender que a gravidez. assim. ainda que indenizado”. não gera direito à estabilidade. V/TST Estabilidade da gestante (CESPE – UnB. 7. o(a) examinando(a) deverá.04. AVISO PRÉVIO. na forma estipulada na CLT. OAB . da Constituição Federal. sendo a previsão legal no período de trinta dias mera ficção jurídica. ou seja.1997). A data de saída a ser anotada na CTPS deve corresponder à do término do prazo do aviso prévio.º. Neste sentido. . prevista no artigo 10. Cabe reclamação para o fim de reintegrar a empregada. A prescrição começa a fluir no final da data do término do aviso prévio. ela recebeu os exames laboratoriais que comprovavam sua gravidez e. afirmar que a extinção do contrato de trabalho torna-se efetiva somente após a expiração do aviso prévio. Maria. AVISO PRÉVIO. 10. “83. da Constituição: II – fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa: b) da empregada gestante. solicitando que lhe fosse garantida estabilidade. RESPOSTA. Deve-se suscitar. nos trinta dias seguintes ao aviso prévio indenizado. I. Por outro lado. inciso II. A empresa negou o pedido. indicando se é possível a interposição de alguma medida judicial no caso. obrigatoriamente. no dia seguinte. as OJs n. PRESCRIÇÃO (inserida em 28. alínea b. uma vez que a rescisão se opera automaticamente na data da dispensa.

º da CF. RESPOSTA. argüiu. Dália trabalhou para a empresa Luma Ltda.3). DEJT . da CLT. quanto teve seu contrato rescindido sem justa causa.487. Caso a nova ação tenha pedido e causa de pedir diversas da primeira. o direito limitado a de o cinco reclamante anos do interpor vínculo empregatício. A ação trabalhista. contados reclamação da rescisão.2010. em sua defesa.A. ocorreu a prescrição. requerendo a extinção do processo sem julgamento de mérito.. poderá o reclamante. a prescrição é interrompida. para o pedido novo. § 1.º. Ação arquivada. a ocorrência da prescrição. se é precedente pedido de prescrição no presente caso.2009. A empresa.3). de forma fundamentada. ajuizou ação de interdito proibitório em face do Sindicato dos Bancários de determinado Município. logo em seguida. Por motivo de viagem ao exterior. Interrupção. das horas extras devidamente prestadas durante todo o período do vínculo empregatício. Assim. DIREITO COLETIVO Greve (Fundação Getúlio Vargas – OAB. Ciente do arquivamento do processo. O Banco Ômega S. Ajuizou reclamação trabalhista em 20/08/2009. OAB . ainda que arquivada. ajuizou nova reclamação. de 19/10/2005 a 15/09/2007. acrescendo à sua inicial o pedido de pagamento do décimo terceiro salário proporcional relativo a 2007. com o ajuizamento da ação. em dois anos. De acordo com o art. ainda não pago na referida rescisão. interrompe a prescrição somente em relação aos pedidos idênticos. 2º fase .171/2005-004-12-00. Horácio Pires. Uma vez arquivada a reclamação sem o pronunciamento do mérito. Sexta Turma. esclareça.” Logo.” Precedente do TST: RR . nas verbas rescisórias.28/08/2009. pleiteando a integração. ocorrida dois meses após o ajuizamento da ação. Min. Dália não pode comparecer à audiência de conciliação. prescreve. PRESCRIÇÃO Causas que interferem na contagem do prazo (CESPE – UnB. preliminarmente. Considerando essa situação hipotética. nos termos do artigo 932 . ajuizar nova reclamação. trabalhista.2º fase . 7. a prescrição se opera para aquela. Este é o entendimento da Súmula 268 do TST: “Prescrição.

cavaletes.00 (dez mil reais). o sindicato-réu sustentou que a realização de piquetes decorre do legítimo exercício do direito de greve assegurado pelo artigo 9º da Constituição da República e que o fechamento das agências bancárias visa a garantir a adesão de todos os empregados ao movimento grevista. durante a realização de movimento paredista. inciso II. Com base na situação hipotética.do CPC. o interdito proibitório. veículos. sob pena de aplicação de multa diária no valor de R$ 10.4) c) Procede a pretensão veiculada na ação no sentido de que o réu se abstenha de impedir o acesso dos empregados às agências bancárias? (Valor: 0. correntes. atos destinados a molestar a posse mansa e pacífica do autor sobre os imóveis de sua propriedade. também. por agência. da Constituição da República. o examinando deve responder que a competência para julgamento é da Justiça do Trabalho. a) Qual será a Justiça competente para julgar essa ação de interdito proibitório? (Valor: 0. abstendo-se. foi ajuizado em razão do movimento grevista deflagrado por categoria profissional do setor privado. inciso II.2) b) Durante a greve. postulando a expedição de mandado proibitório. Em contestação. com redação dada pela Emenda Constitucional nº 45/2004. cadeados. No caso de que trata a questão.000.4) RESPOSTAS. responda aos itens a seguir. com fundamento no artigo 114. da CRFB/88. a Súmula Vinculante nº 23 do STF dispõe que a Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar ação possessória ajuizada em decorrência do exercício do direito de greve pelos trabalhadores da iniciativa privada. ITEM B: . ITEM A: De acordo com o artigo 114. Por sua vez. para obrigar o réu a suspender ou a não mais praticar. Dessa forma. de realizar piquetes com utilização de aparelhos de som. compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as ações que envolvam exercício do direito de greve. que consiste em modalidade de ação possessória. com a retirada de pessoas. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. faixas e objetos que impeçam a entrada de qualquer empregado ao local de trabalho. é lícita a realização de piquetes pelo Sindicato com utilização de carros de som? (Valor: 0. ou na Súmula Vinculante nº 23 do STF.

RESPOSTA: 1. nos termos do artigo 6º. subsidiária débitos trabalhistas subempreiteiro.783/89.2). nos moldes do artigo 6º.2008. como falta de água potável. OAB . conceituando cada um desses contratos e apresentando duas características. alegando que o artigo 6º.783/89 assegura aos grevistas o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve. jornadas excessivas etc. §1º.2º fase . No que diz respeito ao contrato individual de trabalho. o empreiteiro principal repassa o trabalho ao subempreiteiro para que esse os execute sob sua responsabilidade e com o seu pessoal (Exemplo: construtora que repassa o trabalho de carpintaria ou pintura da obra). Desse modo.Conforme a norma prevista no artigo 6º. A realização de piquetes com utilização de carros de som é permitida pela ordem jurídica.783/89.783/89. são assegurados aos grevistas. Trabalho forçado: quando há restrição de liberdade. I. da Lei 7. Locação de mão de obra (ou de serviços) é instituto de Direito . RESPOSTA. da Lei 7. contudo.2). o examinando deve responder afirmativamente. conforme art. §3º. como meio pacífico tendente a persuadir ou aliciar os trabalhadores para aderirem ao movimento. 1. Subempreitada está previsto no art. O empreiteiro pelos principal será responsável do de forma 2. Em ambos os casos. do CP. OAB . da Lei 7. (CESPE – UnB. há conduta criminosa do empregador. Trabalho degradante ocorre quando as condições básicas de trabalho são precárias. Elabora texto dissertativo acerca das características do trabalho forçado e do trabalho degradante. ITEM C: O examinando deve responder que procede a pretensão. o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve. fundamentando no sentido de que as manifestações e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não podem impedir o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou à pessoa. 455 da CLT e consiste em terceirizar a mão de obra. 2. I. É vedada. da Lei 7. distinga a subempreitada da locação de mão de obra. entre outros direitos.2º fase . ou seja. OUTRAS QUESTÕES (CESPE – UnB.2008. a prática de atos de violência moral e/ou material que possam vir a constranger direitos e garantias fundamentais de outrem.

Consiste em contratar determinada prestação de serviços autônomos. Pode ser pactuada com ou sem pessoalidade. 593 do CC. .Civil e está previsto no art.

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