EXAME DA OAB

2º Fase Comentários das questões

DIREITO DO TRABALHO
Prof. Henrique Correia1.

Seguem abaixo as questões da 2ª fase da OAB e os espelhos disponibilizados pela instituição organizadora da prova. Algumas questões contém também comentários feitos pelo Professor Henrique Correia. RENÚNCIA E TRANSAÇÃO Comissão de Conciliação Prévia (CESPE – UnB. OAB - 2º fase - 2009.3). Após a rescisão de seu contrato de trabalho, Alex, empregado da empresa Dominó, procurou assistência da comissão de conciliação prévia, que tinha atribuição para examinar essa situação. Em acordo firmado entre ele e o representante da empresa, ambas as partes saíram satisfeitas, com eficácia geral e sem qualquer ressalva. Posteriormente, Alex ajuizou reclamação trabalhista, pedindo que a empresa fosse condenada em verbas não tratadas na referida conciliação, sob a alegação de que o termo de ajuste em discussão dera quitação somente ao que fora objeto da demanda submetida à comissão, de forma que não seria necessário ressalvar pedidos que não fossem ali debatidos. Tendo em vista a argumentação apresentada, exponha a tese jurídica mas apropriada para a empresa Dominó, fundamentando sua argumentação na CLT.
RESPOSTA: A tese jurídica deve estar respaldada no art. 625-E, parágrafo único, da CLT, que assim dispõe: “Aceita a conciliação, será lavrado termo assinado pelo empregado, pelo empregador ou seu proposto e pelos membros da Comissão, fornecendo-se cópia às partes; Parágrafo único. O termo de conciliação é título executivo extrajudicial e terá eficácia liberatória geral, exceto quanto às parcelas expressamente ressalvadas.” Nesse sentido, não basta citar qualquer dos artigos relacionados com a matéria, mas tão somente o mencionado artigo da CLT, com a defesa da tese nele expressa, demonstrando-se a intenção clara do legislador de permitir a quitação plena de créditos trabalhistas submetidos às comissões de conciliação. No caso, não possui interesse processual

Henrique Correia é Professor de Direito do Trabalho do curso LFG e Praetorium. Autor dos livros Direito do Trabalho pela Editora JusPODIVM (www.editorajuspodivm.com.br). Procurador do Trabalho (MPT)
Exame da OAB Questões Henrique Correia – www.henriquecorreia.com.br

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Nesta hipótese. pedir proteção no Poder Judiciário. Precedente TST. Um Estado da Federação realizou concurso público para notário. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. postulando diversos direitos lesados ao longo do contrato. o tabelião anterior dispensou todos os empregados. responda aos itens a seguir.65) b) No caso em tela. recebeu a delegação de um cartório extrajudicial.o reclamante. Nelson. aprovada em concurso publico. visto que não houve ressalvas. Nelson é sucessor? (Valor: 0. que o TST vem entendendo que no caso de delegação de serviço. verificou que a parte administrativa estava extremamente desorganizada. pois lá iria alocar empregados da sua confiança. Nelson iniciou seus serviços como notário. no mesmo local e com novos empregados. Um dos ex-empregados dispensados pelo tabelião anterior ajuizou reclamação trabalhista contra Nelson. SDI-I. mormente quando não houve prestação de serviços para o novo notário. Informado disso. CONTRATO DE TRABALHO Nulidades do contrato – Trabalho proibido . aprovado em segundo lugar no certame. a) Quais são os requisitos para a ocorrência de sucessão na esfera trabalhista? (Valor: 0. Não cabe ao reclamante. Alguns dias depois. haja vista que as verbas rescisórias foram discutidas no âmbito da CCP. da qual resultou um termo de eficácia liberatória geral.ED – RR – 15/2004-025-02-00. não ocorre sucessão. E. Em razão disso. Nelson explicou ao tabelião anterior que não tinha interesse em aproveitar as pessoas que lá atuavam.5. EMPREGADOR SUCESSÃO TRABALHISTA (OAB – IV Exame Unificado – 2º Fase – Direito do Trabalho – 2011). a exemplo dos cartórios extrajudiciais. no caso. Lá chegando.6) ESPELHO Espera se medir a capacidade de o examinando informar que a sucessão exige a transferência de uma unidade econômico-jurídica e manutenção de exploração da mesma atividade econômica e/ou a continuidade da prestação de serviço pelos empregados. Com base no caso acima. tem-se que a Delegação foi retomada pelo Estado e entregue a uma nova pessoa. o que explicava as sucessivas reclamações contra aquela serventia na Corregedoria. trazendo como argumento jurídico a ocorrência de sucessão.

Na petição inicial.3). na peça de defesa. da CLT prevê a inexistência do vínculo de emprego entre a cooperativa e seus associados.2º fase . presta serviços de segurança para a empresa Irmãos Gêmeos Ltda. visto que o estatuto da corporação militar.(CESPE – UnB. sustentou a validade da relação cooperativista entre as partes. ainda. além do reconhecimento da responsabilidade subsidiária do segundo réu.° 386 do TST TERCEIRIZAÇÃO (OAB – IV Exame Unificado – 2º Fase – Direito do Trabalho – 2011). apresente a fundamentação jurídica adequada para afastar a argumentação de nulidade do contrato de trabalho do policial militar na referida empresa de segurança. Postulou a declaração do vínculo de emprego com a sociedade cooperativa e a sua condenação no pagamento de verbas decorrentes da execução e da ruptura do pacto laboral. quando do término do contrato de prestação de serviços celebrado entre os reclamados. e do Posto de Gasolina Boa Viagem Ltda. parágrafo único. refutando a configuração dos requisitos inerentes à relação empregatícia. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. Antônio. uma vez que o artigo 442. Fundamento nos arts. a primeira ré suscitou preliminar de impossibilidade jurídica do pedido. Fundamento na Súmula n. de forma pessoal e subordinada. Na qualidade de advogado(a) contratado(a) por Antônio. responda aos itens a seguir. No mérito.45) . funcionando a cooperativa como mera fornecedora de trabalhadores ao posto de gasolina. do TST. afirmou que o reclamante lhe prestou serviços na condição de cooperado e que não pode ser condenado no pagamento de verbas trabalhistas se não foi empregador. item IV. Por fim. nos termos da Súmula 331. na condição de tomador dos serviços prestados. A empresa argüiu que o contrato de trabalho seria nulo. Alegou. a que Antônio estava submetido. João da Silva ajuizou reclamação trabalhista em face da Cooperativa Multifuncional Ltda. aduziu que foi dispensado sem justa causa. Acreditando ter sido despedido injustamente. a) É cabível a preliminar de impossibilidade jurídica do pedido? (Valor: 0. Na contestação. policial militar. RESPOSTA: Trabalho proibido. b.° e 796. proíbe o exercício de qualquer outra atividade. nem foi convocado para qualquer assembleia. O segundo reclamado. Com base na situação hipotética. restou demonstrada pela prova testemunhal produzida nos autos a intermediação ilícita de mão de obra. Na instrução processual. afirmou que foi obrigado a se filiar à cooperativa para prestar serviços como frentista no segundo reclamado. OAB . nos horários de folga.2008. promoveu reclamação trabalhista pleiteando valores que supostamente lhe seriam de direito. que jamais compareceu à sede da primeira ré. 3. ambos da CLT.

5) b) De que poder o empregador se valeu para criá-la? (Valor: 0. do TST ou dos artigos 2º. na condição de verdadeiro empregador. ela é inválida porque excede o poder do empregador. em razão da intermediação ilícita praticada pelos demandados. 462 da CLT. O desconto cuja imposição se pretende. Determinada empresa. da CLT não se aplica diante da utilização fraudulenta de sociedade cooperativa como intermediadora de mão de obra em favor do posto de gasolina (tomador dos serviços). viola o art. porque o posto de gasolina (segundo reclamado) é o real empregador.00 no dia. Também não cabe o pedido de reconhecimento da responsabilidade subsidiária do posto de gasolina. Incidência do artigo 9º da CLT.8) ESPELHO a) O examinando deve responder que não é cabível a preliminar de impossibilidade jurídica do pedido. DURAÇÃO DO TRABALHO Horas extraordinárias e Poder do empregador (Fundação Getúlio Vargas – OAB. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. como já era feito. 2º fase . além de caracterizar o bis in idem. b) O examinando deve responder que não cabe o pedido de vínculo de emprego com a cooperativa (primeira reclamada). sendo este último o real empregador. visando a estimular o comparecimento pontual de seus empregados. responda aos itens a seguir. Com base no relatado acima. Item A Não. No tocante ao desconto.b) Cabe o pedido de declaração de vínculo de emprego com a primeira ré e o de condenação subsidiária do segundo reclamado? (Valor: 0. Incidência da Súmula nº 331. em ambos os aspectos? (Valor: 0.5) RESPOSTAS.00 no dia. 3º ou 9º da CLT. por ser unilateral. item I.3). a) É válida a norma interna em questão. e o que chegasse até 15 minutos atrasado teria de pagar R$ 1. já que a sua responsabilidade é direta. . estipulou em norma interna que o empregado que chegasse até 10 minutos antes do horário ganharia R$ 3.2010. Tanto a adição quanto o desconto seriam feitos no contracheque mensal e não excluiriam a adição de hora extra pela chegada antecipada nem o desconto pelos atrasos. A vedação contida no artigo 442. parágrafo único.

responda aos itens a seguir. a) Procede o pedido de pagamento dos valores correspondentes aos intervalos intrajornada não gozados pelo reclamante? (Valor: 0. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. Visa ainda medir a capacidade de o examinando nulificar apenas parte do regulamento. poderá criar normas internas para dinamizar a sua gestão e eventualmente beneficiar (e apenas beneficiar. jamais prejudicar) os empregados. acrescidos de 50% (cinquenta por cento). da CLT possui natureza indenizatória. §4º. O mesmo. Justificativa: Espera-se medir a capacidade de o examinando identificar os poderes inerentes à figura do empregado e. são válidas e aplicadas de plano são válidas e aplicadas de plano ao contrato de trabalho. com arrimo nele. sendo descabidas as repercussões postuladas na inicial. bem como das diferenças decorrentes da integração dessas quantias nas verbas contratuais e resilitórias. a reclamada alegou que a supressão dos intervalos para repouso e alimentação foi autorizada em acordo coletivo firmado com o sindicato representante da categoria profissional do reclamante. da CLT. não se aplica a eventual desconto que esteja sendo imposto em descompasso com a norma cogente. que emana do seu poder diretivo. que a parcela prevista no artigo 71. Aduziu. sem prejudicar a parte que beneficia os obreiros. colacionando cópia do referido instrumento normativo cuja vigência alcançava todo o período contratual do autor. de modo que. independentemente de sua origem.6) . Item B Do poder diretivo ou de comando ou empregatício ou regulamentar ou jus variandi. tornando-o. ainda. mas apenas regulamentar.65) b) A parcela prevista no artigo 71. Na peça de defesa. da CLT deve integrar ou não a base de cálculo das verbas contratuais e resilitórias do empregado que não tenha gozado dos intervalos intrajornada? (Valor: 0. com fundamento no artigo 71. Com base na situação hipotética. além de identificar um bis in idem no desconto duplo(pelo atraso e o criado pelo empregador) que porventura fosse realizado. José de Souza ajuizou reclamação trabalhista em face da empresa Alfa Vigilância Ltda. contudo. §4º.. §4º. pois em princípio o salário é intangível e protegido contra subtrações indevidas – a exemplo do desconto pelo atraso imposto pelo empregador. INTERVALOS (OAB – IV Exame Unificado – 2º Fase – Direito do Trabalho – 2011). na medida em que se trata de ato unilateral. que ele não detém poder normativo. nesse aspecto. postulando o pagamento dos valores correspondentes aos intervalos intrajornada não gozados. especialmente.Justificativa: Espera-se medir a capacidade de o examinando informar que as normas benéficas. pontual e cirurgicamente ilegal e abusivo.

Está correto o posicionamento do juiz. nos exatos termos do entendimento uniformizado na OJ nº 354 da SDI 1 do TST. se segunda a sexta feira. Os empregados de uma empresa.ESPELHO a) O examinando deve responder que procede o pedido de pagamento dos valores correspondentes aos intervalos intrajornada não gozados pelo reclamante. b) O examinando deve responder que a parcela prevista no artigo 71. por versar sobre medida de saúde e de segurança do trabalho. Cartões de ponto invariáveis não servem como prova. com duas horas de intervalo. RESPOSTA. formulando pedido de pagamento de horas extras. do tempo ispendido no trajeto até a empresa. OAB . e juntou os seus cartões de ponto. item I. considerando a jornada de trabalho informada na inicial. pleiteiam a incorporação.2008. com suas repercussões financeiras. a não ser esses cartões. Isso porque a norma instituidora dos intervalos para repouso e alimentação possui natureza cogente ou de ordem pública.1). III. Entendimento sumulado (Súmula 338. Na situação apresentada. TST) Horas in itinere (CESPE – UnB. Caberia à empresa apresentar outras provas da jornada. juridicamente. Todos eles registravam uma jornada de trabalho de 8 às 18 horas. ou seja. com duas horas de intervalo. Horas extras e cartões de ponto (CESPE – UnB. A empresa contestou o pedido. da CLT deve integrar a base de cálculo das verbas contratuais e resilitórias.3). de segunda a sexta feira. reclamando que o transporte público para o local de prestação de serviços é deficiente.2008.. de 8 às 20 horas. §4º. a sua resposta. haja vista a nulidade da cláusula coletiva. em razão de sua natureza salarial. Nesse sentido. a empresa está localizada em sítio de difícil acesso. que José não laborava em jornada extraordinária. José ingressou com uma reclamação trabalhista contra a empresa Lua Nova Ltda. alegando. O juiz julgou procedente essa demanda e condenou a empresa a pagar a José as horas extras. da SDI 1 do TST. com duas horas de intervalo. está correto o posicionamento do juiz? Fundamente. A empresa não produziu nenhum outro tipo de prova. em sua defesa.2º fase . . De fato. OAB . não podendo ser objeto de negociação coletiva a sua redução ou supressão.2º fase . e o transporte oferecido pelo poder público é deficitário. de segunda a sexta feira. o posicionamento contido na OJ nº 342. Afirmou que cumpria uma jornada de trabalho de 8 às 20 horas.

Logo. regime de trabalho semanal de quarenta horas. sendo participante de Programa de Alimentação do Trabalhador – PAT. 224 da CLT.°. Além disso. pleiteando o reconhecimento da jornada de trabalho especial aplicada aos bancários (seis horas diárias ou trinta semanais). sua jornada de trabalho estava correta e adequada à função exercida. aprovado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. o referido empregado ajuizou reclamação trabalhista. do TST Fundamentação e consistência. não pode ser considerado bancário. Lupércio jus a jornada de trabalho especial dos bancários? Fundamente a sua resposta. cumpria. Nessa situação hipotética. O engenheiro. O sindicato representante da categoria profissional de seus empregados vem reivindicando que os valores de ambos os benefícios sejam considerados no cálculo das verbas contratuais dos trabalhadores.3). 2º fase . Após ser demitido. trabalhando oito horas diárias. ou trinta horas semanais. para que eles possam utilizá-lo em qualquer estabelecimento do shopping. REMUNERAÇÃO PARCELAS DE NATUREZA SALARIAL e PARCELAS INDENIZATÓRIAS (Fundação Getúlio Vargas – OAB. Fundamento no art. em conformidade com o disposto no art..00 (duzentos reais).A. RESPOSTA: III. OAB . Pleito não deve ser aceito.° 90. 58. pois foi contratado e desenvolvia as funções de sua profissão.2º fase . Lupércio.2010. responda. de forma fundamentada. .3). fornece ajuda-alimentação. é para a categoria dos bancários. apesar de ser empregado do Banco. prevista no artigo 224 da CLT. no exercício da função de engenheiro. da CLT e na Súmula n. contratado pelo Banco XY S. de segunda a sexta feira.2009. RESPOSTA: A jornada de trabalho diferenciada dos bancários não deve ser aplicada na hipótese. por força de norma regulamentar. Jornadas Especiais BANCÁRIOS (CESPE – UnB. devidamente regulamentada. pois a jornada de trabalho de seis horas diárias. se a empresa deveria aceitar o pleito dos empregados. § 2. Determinada loja de um shopping center concede mensalmente a todos os seus empregados um vale-compras no valor de R$ 200.Na qualidade de advogado(a) do departamento jurídico dessa empresa.

que corresponde à ideia de que o fornecimento desta não pode contar com a participação econômica do empregado. O segundo requisito é o caráter contraprestativo do fornecimento. com intuito contraprestativo. vestuário ou outras prestações in natura que a empresa. na condição de advogado consultado pela empresa. esclarecendo que o vale-compras fornecido habitualmente pelo empregador. e não para o trabalho. O terceiro requisito é a onerosidade unilateral da oferta da utilidade. a) Os valores correspondentes ao vale-compras devem integrar a base de cálculo das verbas contratuais dos empregados? Quais seriam os efeitos inerentes à revogação da norma regulamentar instituidora dessa vantagem nos contratos de trabalho vigentes e futuros? (Valor: 0.3) RESPOSTAS. O primeiro desses requisitos é a habitualidade do fornecimento. Somente terá caráter salarial a utilidade ofertada sob exclusivo ônus econômico do empregador. configura salário in natura. para todos os efeitos legais. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. Este fornecimento habitual de bens e serviços pode restar expressamente pactuado entre as partes (“por força do contrato”) ou decorrer de prática usual do empregador (“do costume”). A utilidade deve ser fornecida pelo trabalho. O fornecimento esporádico de determinada utilidade não configura salário in natura. da CLT: “Além do pagamento em dinheiro. a alimentação. da CLT. sendo necessária a presença de alguns requisitos essenciais. responda aos itens a seguir. nem todos os bens e serviços fornecidos pelo empregador ao empregado no decorrer do contrato de trabalho possuem natureza salarial (salário-utilidade). por força do contrato ou do costume. Na primeira parte do item A da questão em foco. instituindo o chamado “salário-utilidade” ou “salário in natura”. que corresponde à ideia de retribuição pelo trabalho executado. habitação. compreende-se no salário. De acordo com o artigo 458. quando neste último caso se vincula à própria viabilização ou aperfeiçoamento do serviço. nos termos do artigo 458. por . que corresponde à ideia de repetição uniforme em certo período de tempo.Com base na situação hipotética.7) b) Os valores correspondentes à ajuda-alimentação integram os salários dos empregados? (Valor: 0. Em caso algum será permitido o pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas. fornecer habitualmente ao empregado. caput. ITEM A – 1ª PARTE: A ordem jurídica trabalhista autoriza o pagamento de parte do salário em bens ou serviços (utilidades). o examinando deve responder afirmativamente.” Contudo. Logo. caput.

e. item I. Desse princípio decorre a impossibilidade de alteração contratual prejudicial ao empregado. Com base na inteligência deste artigo. caput. sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia. desde que com esta não sejam incompatíveis. Assim. os respectivos valores devem integrar a base de cálculo das verbas contratuais dos empregados. ainda que sobrevenha norma jurídica imperativa que prescreva menor nível de proteção. desde que não resultem. nos programas de alimentação aprovados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (PAT). ainda assim. o entendimento contido na Súmula nº 51. por força do contrato ou do costume. para todos os efeitos legais.321/76 dispõe que não se inclui no salário de contribuição a parcela paga in natura.possuir natureza salarial. integrando a remuneração do empregado. aderindo aos respectivos pactos laborais. fornecido por força do contrato de trabalho. caput. devem prevalecer as condições mais benéficas ao empregado. além do pagamento em dinheiro. o artigo 3º da Lei 6. que revoguem ou alterem vantagens deferidas anteriormente. o examinando deve responder que a supressão da concessão da utilidade somente deve alcançar os empregados admitidos após a revogação da norma regulamentar. Isso porque as normas regulamentares possuem natureza de cláusula obrigacional. para todos os efeitos legais. prejuízos ao empregado. a posição contida na Súmula nº 241 do TST: “O vale para refeição. Nesse sentido. inclusive as que tenham previsão em regulamento de empresa.” Logo. É o que preceitua a norma do artigo 468. pela empresa. do TST: “As cláusulas regulamentares. na segunda parte do item A da questão em análise. ITEM A – 2ª PARTE: O princípio da condição mais benéfica assegura a prevalência das condições mais vantajosas ao empregado ajustadas no contrato de trabalho. habitação. . vestuário ou outras prestações in natura que a empresa. em ofensa ao artigo 468 da CLT. só atingirão os trabalhadores admitidos após a revogação ou alteração do regulamento. a alimentação.” ITEM B O artigo 458. da CLT estabelece que. sob pena de configurar alteração contratual lesiva aos trabalhadores beneficiados. por mútuo consentimento.” Todavia. fornecer habitualmente ao empregado. ainda que bilateral. direta ou indiretamente. tem caráter salarial. da CLT: “Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições. compreende-se no salário.

a) Qual é o critério apto a definir a natureza jurídica da prestação entregue ao empregado pelo empregador? (Valor: 0. restou pacificado entendimento no sentido de que a ajuda-alimentação fornecida por empresa participante do programa de alimentação ao trabalhador.A. no item B da questão em foco. sob pena de inviabilizar a realização do trabalho. não tem caráter salarial. b) Observar que. João Carlos de Almeida foi contratado pela Engelétrica S. não tem caráter salarial.A.5) b) Nesta hipótese em especial. 458. a grande distância entre o local de trabalho e a cidade mais próxima tornou imprescindível o fornecimento da habitação. a habitação fornecida pela Engelétrica S. Portanto. em conformidade com o entendimento contido na OJ nº 133 da SDI-1 do TST. o empregador lhe forneceu habitação durante toda a vigência do contrato. Com base na situação concreta. uma vez que a moradia constituiu salário in natura. TST). Referir se à distinção entre o caráter retributivo ou contraprestativo da prestação ("pelo" trabalho) e a natureza indenizatória ou instrumental da prestação ("para" o trabalho). responda aos itens a seguir. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. neste caso concreto. inciso I.75) ESPELHO a) Mencionar expressamente o art. da CLT. já que a ajuda-alimentação fornecida por empresa participante do Programa de Alimentação do Trabalhador .321/76. em virtude da grande distância entre o local de trabalho e a cidade mais próxima. Entretanto. instituído pela Lei 6.Diante desse preceito legal. bem como o seu §2º. a fim de atribuir natureza salarial apenas ao primeiro grupo. SALÁRIO IN NATURA (OAB – IV Exame Unificado – 2º Fase – Direito do Trabalho – 2011). João Carlos ajuizou ação trabalhista visando à inclusão da ajuda-habitação na sua remuneração e o pagamento dos reflexos daí decorrentes. instituído pela Lei 6.PAT. o examinando deve responder negativamente. para trabalhar na construção das barragens da Hidrelétrica de Belo Monte. como critérios normativos adequados à resolução do problema. Desse modo. não integra o salário para nenhum efeito legal (OJ nº 133 da SDI-1 do C. que exclui determinadas prestações do âmbito salarial. compondo a contraprestação ajustada pelas partes. Dispensado sem justa causa em 13/08/2010. Afirmar que a habitação fornecida a João Carlos pela Engelétrica não possui natureza . Em 15/04/2008. deve ou não integrar a remuneração de João Carlos de Almeida? Por quê? (Valor: 0.321/76. caput.

Adicionais salariais PERICULOSIDADE (CESPE – UnB. assim como os integrantes da diretoria. próximo ao abastecimentos dos aviões. do terminal do aeroporto até os aviões. OAB . uma vez que possui natureza instrumental ("para" o trabalho). caput. Fundamentação e consistência. a) O juiz agiu com acerto ao determinar a reintegração imediata do reclamante? . Fundamento na Súmula n. de forma fundamentada.3). 193. RESPOSTA. se ele possui direito a algum adicional. da CLT e 8º.° 364. fazendo referência à Súmula nº 367. Foi demitido em dezembro de 2007. com passageiro e tripulação. responda às indagações a seguir. I do TST.2º fase .salarial.2). determinando a sua imediata reintegração. Adicional de periculosidade – 30% (art. da CLT. nos termos do artigo 522. do TST ESTABILIDADE Dirigente sindical (Fundação Getúlio Vargas – OAB. sofria riscos bastantes consideráveis à saúde.°. inciso VIII. § 3º. desde o registro de sua candidatura até 01 (um) anos após o término de seu mandato. caput e § 1. Em dezembro de 2003. sendo eleitos pela assembléia geral. visa à melhor efetivação do serviço contratado. para conduzir ônibus. Considerando a situação hipotética apresentada e na qualidade de advogada(a) contratado(a) por Luiz para ingressar com reclamação trabalhista. na medida que. responda. da Constituição da República de 1988. Argumenta que era exposto a agentes nocivos à sua saúde. Um membro do conselho fiscal de sindicato representante de determinada categoria profissional ajuizou reclamação trabalhista com pedido de antecipação dos efeitos da tutela. isto é. Com base em fundamentos jurídicos determinantes da situação problema acima alinhada.2008. em sede liminar. a tutela antecipada requerida pelo autor. I.2010. O reclamante fundamentou sua pretensão na estabilidade provisória assegurada ao dirigente sindical. aguardando o embarque dos passageiros. Luiz foi contratado como motorista pela administração aeroportuária. postulando a sua reintegração no emprego. em razão de ter sido imotivadamente dispensado. exercem a administração do sindicato. da CLT). 2º fase . indicando a sua espécie e o percentual correspondente. O juiz concedeu. prevista nos artigos 543. fundamentando sua decisão no fato de que os membros do conselho fiscal.

que se limita ao destrancamento de recurso. do TST. responda negativamente.5 pts. as atividades do conselheiro fiscal limitam-se à fiscalização da gestão financeira do sindicato. § 3º. No caso trata-se de conselheiro fiscal.1). cuja discussão se pauta no exercício ou não da direção e representação do sindicato. 543. Dirigente Sindical e Aviso-prévio (CESPE – UnB. pelo que não é atacável por via de recurso ordinário. do TST. é irrecorrível de imediato.b) Que medida judicial seria adotada pelo reclamado contra esta decisão antecipatória? RESPOSTA. espera-se que o examinando. Ressalta-se que a respectiva resposta não se encontra única e exclusivamente com espeque em súmula e jurisprudência dos tribunais superiores.5 pts. por se referir a Ação Cautelar. § 2º. II do Colendo TST. não atuando na representação ou defesa da categoria. unificadora da jurisprudência trabalhista. 893. o entendimento consubstanciado na OJ nº 365 da SBDI I. No que tange à segunda indagação. Exatamente interpretando tal dispositivo. Relativamente à primeira indagação. Assim. Pedro estava cumprindo o período referente ao aviso prévio quando registrou sua candidatura a cargo de dirigente sindical. A OJ nº 63. quanto à decisão que antecipou os efeitos da tutela de mérito. da CLT. da CLT? Fundamente. a resposta correta é o mandado de segurança.2008. OAB . juridicamente. muito menos por agravo de instrumento. mas tão somente em interpretação dos dispositivos citados no corpo da chave de resposta – 0. sem recurso específico. nos termos da Sumula nº 414. do TST. . é no sentido de não reconhecer direito à estabilidade ao conselheiro fiscal – 0. tratase de incidente interlocutório e que nos termos do Art. ao abordar a discussão sobre a estabilidade de emprego dos dirigentes sindicais para a representação dos interesses da categoria. não sendo considerada a resposta sem fundamentação. por se tratar de decisão interlocutória. a sua resposta. Com fundamento no Art. da SBDI-II.2º fase . Nessa situação específica. deveria ser aplicada a Pedro a regra da estabilidade prevista no art. § 1º da CLT e da Súmula nº 214. não serve de fundamento. 522.

º. V/TST Estabilidade da gestante (CESPE – UnB. da ADCT: “Até que seja promulgada a lei complementar a que se refere o art. Considerando a situação hipotética apresentada.2º fase .” Portanto. prevista no artigo 10. obrigatoriamente. A prescrição começa a fluir no final da data do término do aviso prévio.2). 7. obrigatoriamente. exige. não gera direito à estabilidade. para sua plena configuração. na forma estipulada na CLT. se Maria faz jus à estabilidade provisória. recebeu aviso prévio indenizado. Neste sentido. de forma fundamentada. a tese de que o período de aviso prévio é mera ficção jurídica. em 12/06/2009. Por outro lado. alínea b. o disposto no art. PRESCRIÇÃO (inserida em 28.Entendimento sumulado – Súmula 369. BAIXA NA CTPS (inserida em 28. da Constituição: II – fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa: b) da empregada gestante. Maria. 10.1997). motivo pelo qual se considera que a gravidez de Maria ocorreu no período de vigência do contrato de trabalho. Afasta-se.1997). Art. desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. INDENIZADO. empregada da empresa Fogo Dourado Ltda. Em 14/06/2009. I. A data de saída a ser anotada na CTPS deve corresponder à do término do prazo do aviso prévio. no dia seguinte. apresentou os exames no setor de pessoal da empresa. “83. AVISO PRÉVIO. ela recebeu os exames laboratoriais que comprovavam sua gravidez e.º 82 e 83.04. AVISO PRÉVIO. Não se aplica a regra da estabilidade . a estabilidade decorre do fato da própria gravidez. II. por entender que a gravidez. que a empregada esteja grávida na data da imotivada dispensa do emprego. uma vez que a rescisão se opera automaticamente na data da dispensa.2009. o(a) examinando(a) deverá. inciso II. ainda que indenizado”.RESPOSTA. . as OJs n. solicitando que lhe fosse garantida estabilidade. para completar este raciocínio.. inclusive. do TST: “82. ou seja. Cabe reclamação para o fim de reintegrar a empregada. afirmar que a extinção do contrato de trabalho torna-se efetiva somente após a expiração do aviso prévio. “b”. RESPOSTA.04. Deve-se suscitar. responda. OAB . a estabilidade da gestante. indicando se é possível a interposição de alguma medida judicial no caso. nos trinta dias seguintes ao aviso prévio indenizado. assim. sendo a previsão legal no período de trinta dias mera ficção jurídica. da Constituição Federal. A empresa negou o pedido.

Dália trabalhou para a empresa Luma Ltda. nos termos do artigo 932 . Assim. Min. O Banco Ômega S. PRESCRIÇÃO Causas que interferem na contagem do prazo (CESPE – UnB. § 1.2010.2009. ajuizar nova reclamação. o direito limitado a de o cinco reclamante anos do interpor vínculo empregatício. de forma fundamentada.” Logo.A.” Precedente do TST: RR .3). poderá o reclamante. trabalhista. 7. ajuizou nova reclamação. da CLT. Considerando essa situação hipotética. logo em seguida. contados reclamação da rescisão. prescreve. Ciente do arquivamento do processo. Ajuizou reclamação trabalhista em 20/08/2009. Uma vez arquivada a reclamação sem o pronunciamento do mérito. ocorrida dois meses após o ajuizamento da ação.2º fase . A empresa. ainda não pago na referida rescisão.. das horas extras devidamente prestadas durante todo o período do vínculo empregatício. interrompe a prescrição somente em relação aos pedidos idênticos.28/08/2009. ocorreu a prescrição. pleiteando a integração. OAB . De acordo com o art.487. nas verbas rescisórias. se é precedente pedido de prescrição no presente caso. de 19/10/2005 a 15/09/2007. esclareça. preliminarmente.º. Caso a nova ação tenha pedido e causa de pedir diversas da primeira. em sua defesa. Por motivo de viagem ao exterior.3). quanto teve seu contrato rescindido sem justa causa. para o pedido novo. 2º fase . argüiu. A ação trabalhista. a prescrição é interrompida. RESPOSTA. Este é o entendimento da Súmula 268 do TST: “Prescrição. ajuizou ação de interdito proibitório em face do Sindicato dos Bancários de determinado Município. DEJT . Interrupção. Dália não pode comparecer à audiência de conciliação.º da CF. Ação arquivada. a ocorrência da prescrição. em dois anos. a prescrição se opera para aquela. Horácio Pires. acrescendo à sua inicial o pedido de pagamento do décimo terceiro salário proporcional relativo a 2007. requerendo a extinção do processo sem julgamento de mérito. com o ajuizamento da ação. Sexta Turma. ainda que arquivada. DIREITO COLETIVO Greve (Fundação Getúlio Vargas – OAB.171/2005-004-12-00.

ou na Súmula Vinculante nº 23 do STF. o examinando deve responder que a competência para julgamento é da Justiça do Trabalho. durante a realização de movimento paredista. por agência. Por sua vez. abstendo-se.2) b) Durante a greve. atos destinados a molestar a posse mansa e pacífica do autor sobre os imóveis de sua propriedade.00 (dez mil reais).4) c) Procede a pretensão veiculada na ação no sentido de que o réu se abstenha de impedir o acesso dos empregados às agências bancárias? (Valor: 0. correntes. postulando a expedição de mandado proibitório. sob pena de aplicação de multa diária no valor de R$ 10. veículos. inciso II. também. o sindicato-réu sustentou que a realização de piquetes decorre do legítimo exercício do direito de greve assegurado pelo artigo 9º da Constituição da República e que o fechamento das agências bancárias visa a garantir a adesão de todos os empregados ao movimento grevista. de realizar piquetes com utilização de aparelhos de som. cavaletes. ITEM B: .4) RESPOSTAS. ITEM A: De acordo com o artigo 114. com a retirada de pessoas. No caso de que trata a questão. com fundamento no artigo 114. responda aos itens a seguir. empregando os argumentos jurídicos apropriados e a fundamentação legal pertinente ao caso. compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as ações que envolvam exercício do direito de greve. a) Qual será a Justiça competente para julgar essa ação de interdito proibitório? (Valor: 0. que consiste em modalidade de ação possessória. inciso II. a Súmula Vinculante nº 23 do STF dispõe que a Justiça do Trabalho é competente para processar e julgar ação possessória ajuizada em decorrência do exercício do direito de greve pelos trabalhadores da iniciativa privada.do CPC. faixas e objetos que impeçam a entrada de qualquer empregado ao local de trabalho. para obrigar o réu a suspender ou a não mais praticar. Em contestação. o interdito proibitório. foi ajuizado em razão do movimento grevista deflagrado por categoria profissional do setor privado. com redação dada pela Emenda Constitucional nº 45/2004. da Constituição da República. Dessa forma. Com base na situação hipotética. da CRFB/88. cadeados.000. é lícita a realização de piquetes pelo Sindicato com utilização de carros de som? (Valor: 0.

o examinando deve responder afirmativamente.2). como meio pacífico tendente a persuadir ou aliciar os trabalhadores para aderirem ao movimento.2º fase . fundamentando no sentido de que as manifestações e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não podem impedir o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou à pessoa. RESPOSTA: 1. alegando que o artigo 6º.783/89.2008.Conforme a norma prevista no artigo 6º. ITEM C: O examinando deve responder que procede a pretensão. 455 da CLT e consiste em terceirizar a mão de obra. Locação de mão de obra (ou de serviços) é instituto de Direito . o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve. 2. da Lei 7. Em ambos os casos. o empreiteiro principal repassa o trabalho ao subempreiteiro para que esse os execute sob sua responsabilidade e com o seu pessoal (Exemplo: construtora que repassa o trabalho de carpintaria ou pintura da obra). Trabalho degradante ocorre quando as condições básicas de trabalho são precárias. É vedada. I.2º fase . da Lei 7. OUTRAS QUESTÕES (CESPE – UnB. (CESPE – UnB. a prática de atos de violência moral e/ou material que possam vir a constranger direitos e garantias fundamentais de outrem. distinga a subempreitada da locação de mão de obra. I.783/89 assegura aos grevistas o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve. §3º. contudo. da Lei 7.783/89. Elabora texto dissertativo acerca das características do trabalho forçado e do trabalho degradante. ou seja. são assegurados aos grevistas. 1. RESPOSTA.783/89. A realização de piquetes com utilização de carros de som é permitida pela ordem jurídica. OAB . OAB . do CP. jornadas excessivas etc. da Lei 7.2). O empreiteiro pelos principal será responsável do de forma 2. Trabalho forçado: quando há restrição de liberdade. como falta de água potável. entre outros direitos.2008. conceituando cada um desses contratos e apresentando duas características. subsidiária débitos trabalhistas subempreiteiro. Desse modo. nos moldes do artigo 6º. conforme art. nos termos do artigo 6º. §1º. No que diz respeito ao contrato individual de trabalho. há conduta criminosa do empregador. Subempreitada está previsto no art.

Pode ser pactuada com ou sem pessoalidade.Civil e está previsto no art. Consiste em contratar determinada prestação de serviços autônomos. . 593 do CC.