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Provérbios em inglês e suas equivalências em português (Maiara Nélin de Camargo Almeida)

Provérbios em inglês e suas equivalências em português (Maiara Nélin de Camargo Almeida)

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O tema do presente trabalho é a análise de provérbios em Português e suas equivalências em Inglês. Como professora de Inglês percebo a importância do estudo dos provérbios que muitas vezes não aparecem em livros didáticos e acabam sendo esquecidos no aprendizado. Para o domínio de uma língua é necessário não apenas dominar um vocabulário, mas entender o contexto, a estrutura, as características culturais e muitos outros aspectos que a língua apresenta. Desta forma um contato maior com os provérbios facilitará uma melhor compreensão e utilização da língua. Os provérbios apresentam uma parte muito importante de cada língua, porém quando estão em questão percebo grande dificuldade de compreensão por parte dos alunos pelas diversas equivalências apresentadas.É necessário entender que por provérbios apresentarem aspectos culturais, muitas vezes sua tradução não é literal, por isso é necessário uma análise dos mesmos.A metodologia que elaborei baseia-se na pesquisa com brasileiros e americanos para identificar o uso e a frequência dos provérbios. Com essa metodologia pude buscar dados discutidos no capítulo de análise de dados. Referente às análises confirmei minhas hipóteses de que os provérbios possuem traduções literais, traduções culturais, diversas traduções e que alguns não possuem equivalência na tradução em Português o que também é um aspecto cultural já que não houve um provérbio que se encaixasse para uma tradução equivalente.
O tema do presente trabalho é a análise de provérbios em Português e suas equivalências em Inglês. Como professora de Inglês percebo a importância do estudo dos provérbios que muitas vezes não aparecem em livros didáticos e acabam sendo esquecidos no aprendizado. Para o domínio de uma língua é necessário não apenas dominar um vocabulário, mas entender o contexto, a estrutura, as características culturais e muitos outros aspectos que a língua apresenta. Desta forma um contato maior com os provérbios facilitará uma melhor compreensão e utilização da língua. Os provérbios apresentam uma parte muito importante de cada língua, porém quando estão em questão percebo grande dificuldade de compreensão por parte dos alunos pelas diversas equivalências apresentadas.É necessário entender que por provérbios apresentarem aspectos culturais, muitas vezes sua tradução não é literal, por isso é necessário uma análise dos mesmos.A metodologia que elaborei baseia-se na pesquisa com brasileiros e americanos para identificar o uso e a frequência dos provérbios. Com essa metodologia pude buscar dados discutidos no capítulo de análise de dados. Referente às análises confirmei minhas hipóteses de que os provérbios possuem traduções literais, traduções culturais, diversas traduções e que alguns não possuem equivalência na tradução em Português o que também é um aspecto cultural já que não houve um provérbio que se encaixasse para uma tradução equivalente.

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UNIVERSIDADE DE SOROCABA

PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇAO
CURSO DE LETRAS: POTUGUÊS E INGLÊS

Maiara Nélin de Camargo Almeida

PROVÉRBIOS EM INGLÊS E SUAS EQUIVALÊNCIAS EM PORTUGUÊS

Sorocaba/12

Maiara Nélin de Camargo Almeida

ANÁLISE DE PROVÉRBIOS EM INGLÊS E SUAS EQUIVALÊNCIAS EM PORTUGUÊS

Trabalho de conclusão de curso apresentado como exigência parcial para obtenção de Graduação em Letras com Habilitação em Português a Inglês, da Universidade de Sorocaba

Orientador: Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes

Sorocaba/12

Maiara Nélin de Camargo Almeida

ANÁLISE DE PROVÉRBIOS EM INGLÊS E SUAS EQUIVALÊNCIAS NO PORTUGUÊS

Trabalho de conclusão de curso apresentado como exigência parcial para obtenção de Graduação em Letras com Habilitação em Português a Inglês, da Universidade de Sorocaba.

Aprovado em:

BANCA EXAMINADORA:

Ass:___________________________________ 1 Exam.:

Ass:___________________________________ 2 Exam.:

Dedico este trabalho primeiramente a mim, pelo meu esforço e dedicação de muitas horas em frente ao computador para conseguir finalizar o trabalho no tempo suficiente. Dedico aos meus amados pais, irmã e amigos mais próximos que me deram força pra não desistir e continuar até o fim. Por fim dedico também ao meu professor e orientador Luiz Fernando, que me incentivou a fazer o melhor e não desistir.

AGRADECIMENTOS

Agradeço a todos que me apoiaram na conclusão desse trabalho, em especial ao meu, orientar Luiz Fernando Gomes, que com sua experiência e dedicação me inspirou e me ajudou a enfrentar os obstáculos dos quais este trabalho me proporcionou. Principalmente me ajudando a acreditar em mim mesma e que somente com meu esforço eu conseguiria. Agradeço as pessoas que amo - meus pais, que sempre proporcionaram o melhor para os meus estudos, irmã e amigos-, pois sem a presença e o incentivo dessa pessoas em minha vida eu não seria a mesma pessoa que sou hoje.

RESUMO

O tema do presente trabalho é a análise de provérbios em Português e suas equivalências em Inglês. Como professora de Inglês percebo a importância do estudo dos provérbios que muitas vezes não aparecem em livros didáticos e acabam sendo esquecidos no aprendizado. Para o domínio de uma língua é necessário não apenas dominar um vocabulário, mas entender o contexto, a estrutura, as características culturais e muitos outros aspectos que a língua apresenta. Desta forma um contato maior com os provérbios facilitará uma melhor compreensão e utilização da língua. Os provérbios apresentam uma parte muito importante de cada língua, porém quando estão em questão percebo grande dificuldade de compreensão por parte dos alunos pelas diversas equivalências apresentadas.É necessário entender que por provérbios apresentarem aspectos culturais, muitas vezes sua tradução não é literal, por isso é necessário uma análise dos mesmos.A metodologia que elaborei baseia-se na pesquisa com brasileiros e americanos para identificar o uso e a frequência dos provérbios. Com essa metodologia pude buscar dados discutidos no capítulo de análise de dados. Referente às análises confirmei minhas hipóteses de que os provérbios possuem traduções literais, traduções culturais, diversas traduções e que alguns não possuem equivalência na tradução em Português o que também é um aspecto cultural já que não houve um provérbio que se encaixasse para uma tradução equivalente.

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO.......................................................................8 JUSTIFICATIVA .................................................................11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA..........................................12 Ditos populares ou provérbios..............................................12 Expressões idiomáticas........................................................12 A equivalência na tradução..................................................14 METODOLOGIA..................................................................18 ANÁLISE DE DADOS..........................................................19 CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................20

2. 3.

3.1 3.2 3.3 4. 5. 6.

REFERÊNCIAS...............................................................................21

8

1.INTRODUÇÃO

Provérbios sempre fizeram parte das culturas humanas, desde suas mais remotas origens. Provérbios, também conhecidos por ditado popular, máxima, adágio, anexim, sentença, rifão, aforismo, etc., constituem parte importante de cada cultura.
“Os adagios são as mais approvadas sentenças que a experiência achou nas acçoens humanas, ditas em breves e elegantes palavras." (DELICADO, 1651)

Sem saber ao certo a origem dos provérbios, as pessoas os introduzem em suas falas no dia-a-dia, quando uma pessoa cita um provérbio o faz utilizando palavras que não são suas, os provérbios fazem parte de uma cultura, ou de um grupo de uma certa comunidade que fala por intermédio dele. Por isso é preciso entender o contexto do país ou região para que haja um entendimento de um provérbio. Esse projeto tem o objetivo de analisar as expressões em Português e as possibilidades de equivalências em Inglês. Foram encontrados provérbios em Português que são traduzidos literalmente em Inglês, ou seja, a tradução é feita ao “pé da letra”. Existem provérbios que são traduzidos culturalmente e não é possível traduzi-los individualmente, ou seja, não é possível o entendimento sem analisar a cultura da região, pois essas expressões não tem nenhuma associação com o significado original das palavras individuais, então eles são traduzidas por provérbios que possuam o mesmo sentido. Existem também os que possuem diversas traduções, pois em Inglês como as expressões são variáveis há uma grande possibilidade de substituições. E por fim alguns provérbios que não possuem nenhuma equivalência em Português.

9 Exemplo de tradução literal: "De grão em grão a galinha enche o papo" Tradução equivalente: "Grain by grain the hen fills her belly"

Exemplo de tradução cultural: “Tirar o cavalinho da chuva” - “Admitir que não conseguirá mais o que quer.” A tradução equivalente em Inglês, é cultural já que esse provérbio possui uma característica brasileira da utilização de cavalo com meio de transporte no interior como explica o excerto:
No interior, o meio de transporte mais utilizado é o cavalo. Além de não enguiçar nem parar por falta de combustível, o cavalo tem a vantagem de deixar clara a intenção do visitante na chegada. Se ele amarra o bicho à frente da casa, sinal de permanência breve; se ele leva para um lugar protegido da chuva e do sol, pode botar água no feijão, o moço vai demorar. Na primeira hipótese, acontecia às vezes o anfitrião pegar gosto na prosa. Quando a visita ameaçava se levantar para partir, o dono da casa dizia: “Pode tirar o cavalo da chuva”, ou seja, pode levar sua montaria para um local abrigado, que você ainda vai demorar. Depois o sentido da expressão se ampliou para desistir de um propósito qualquer, e para muita gente o cavalo ganhou um diminutivo irônico e virou cavalinho. (PIMENTA, de Reinaldo. A casa da Joana)

Tradução equivalente tem o mesmo sentido: “You'd better have another thing coming.”

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Outro exemplo de tradução cultural: “A galinha do vizinho é sempre mais gorda.” Equivalência no Inglês: “The Grass is always greener on the other side of the fence.” No provérbio em Inglês pode-se notar que o aspecto cultural faz utilização da grama (grass), um elemento comum nas residências e parques americanos. (Enquanto na sua equivalência para o Português tomamos o termo galinha, que está mais presente em nosso contexto cultural do Brasil. Exemplo de várias traduções: "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura."

Traduções equivalentes: "Water dropping day by day wears the hardest rock away." "Many little strokes fell great oaks." "A drop hollows out a stone."

Exemplo de tradução sem equivalência: "Amanhã a Deus pertence."

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2. JUSTIFICATIVA
Como professora de Inglês, percebo certa dificuldade dos alunos em compreender a equivalência na tradução dos provérbios e o seu uso. Pois muitas delas apresentam variáveis em suas formas e sua tradução não é literal, por isso não é possível encontrá-las individualmente no dicionário. Com isso eles sentem dificuldade para memorizá-las ou utilizá-las em situações cotidianas.

“Buscou-se também porque a dificuldade dos aprendizes em entenderem essas expressões, provavelmente porque têm de ser aprendidas individualmente, isto é, uma a uma, pois não há regra que as gere.” (TAGNIN, 1989)

Visando que para os aprendizes possam se expressar com mais naturalidade na língua estudada ou para aqueles que almejam um alto grau de domínio linguístico é necessário compreender e aprender a fazer o uso adequado das mesmas.
“Em outras palavras, é imprescindível que o aprendiz se expresse idiomaticamente, ou seja, tenha um bom nível de domínio de certo idioma. O domínio, por sua vez, está relacionado à capacidade de comunicar-se de maneira não trivial, empregando metáforas convencionais e, a partir delas, criando outras metáforas.” (BARÁNOV E DOBOVOL’S SKII, 1998)

Dessa maneira é preciso que seja muito claro as explicações para que os alunos consigam compreender o uso desses provérbios. Dessa maneira criei algumas tabelas explicativas separando as expressões em grupos, pois dessa maneira acredito que facilitará o entendimento.

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3.0 FUNDAMENTAÇAO TEÓRICA

3.1 DITOS POPULARES OU PROVÉRBIOS:
Ditados Populares são frases ou conjuntos de palavras que tentam expressar de forma figurada alguma ideia ou pensamento. O conteúdo de um dito popular geralmente relaciona-se à aspectos universais da vida, sendo comum ouvirmos-os em situações cotidianas. A maior parte dos ditos populares é de criação anônima, são fáceis de decorar e transmitir em função de seu formato curto, simples e direto. Os ditos falam sobre diversos assuntos e constituem uma parte importante de cada cultura. Alguns se tornaram tão populares que acabaram se tornando essenciais em um diálogo. Os ditos populares são usados para falar uma coisa querendo dizer outra.
Frase curta, geralmente de origem popular, frequentemente com ritmo e rima, rica em imagens, que sintetiza um conceito a respeito da realidade ou uma regra social ou moral. (Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)

3.2 EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS:
Uma expressão idiomática pode ser definida por um conjunto de palavras que, quando juntas, possuem um significado diferente do significado individual de cada palavra, isto é, têm de ser analisadas uma a uma, pois não há regra que as gere. Informalmente seria, dizer uma coisa, querendo dizer outra. Uma expressão idiomática ocorre quando um termo ou frase assume significado diferente daquele que as palavras teriam isoladamente. Desta forma, em geral, é muito difícil traduzilas para outras línguas, principalmente as menos semelhantes.

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“Dizemos que uma expressão é idiomática apenas quando seu significado não é transparente, isto é, quando o significado da expressão toda não corresponde à somatória do significado de cada um de seus elementos.” (TAGNIN,1989)

Assim, por exemplo, quando usamos a expressão: bater as botas, não significa “dar pancadas no calçado”, mas quer dizer “morrer”. O mesmo exemplo acontece em Inglês, se traduzida ao pé da letra seria “slap the boots”, o que não está correta, pois a equivalência correta para essa expressão é “kick the bucket” que traduzida seria “chutar o balde”. Como podemos observar as expressões não são traduzidas ao pé da letra e não significam o que elas parecem significar.

Figure 1 imagem ilustrativa da exp. idiom. bater com as botas- morrer

As expressões idiomáticas muitas vezes estão associadas a gírias ou contextos culturais específicos a certos grupos de pessoas que se distinguem pela classe, idade, região, profissão ou outro tipo de afinidade. Porém

14 algumas vezes aprendizes possuem dificuldade em saber qual a situação correta para usar a expressão.
“Difícil ainda é saber se uma linguagem é natural ou apropriada em uma determinada situação. Eles aparecem em estilo formal e na gíria, na poesia, na língua de Shakespeare e da Bíblia." (SEIDL, 1988)

Mas o que poucos sabem é que expressões não aparecem somente em situações formais. Muitas expressões têm existência curta ou ficam restritas ao grupo onde surgiram, enquanto algumas outras resistem ao tempo e acabam sendo usadas de forma mais abrangente, extrapolando o contexto original. Neste último caso, a origem histórica do seu significado muitas vezes se perde de todo ou fica limitada a um relativamente pequeno grupo de usuários da língua. As expressões idiomáticas existem em todas as línguas e variam de país para país, região para região, cultura para cultura, entre outras variações de tempo e espaço. O motivo que leva um falante ou um escritor a usar expressões idiomáticas é o desejo de acrescentar à mensagem algo que a linguagem convencional não poderia suprir. Uma expressão idiomática pode enriquecer uma frase, dando-lhe força ou sutileza, pode enfatizar a intensidade dos sentimentos de alguém e pode ainda atenuar o impacto de uma declaração austera, com humor ou ironia. O uso que um falante faz das expressões idiomáticas determina o seu grau de domínio da língua, possibilitando-o expressar-se de muitas maneiras.

3.3 A EQUIVALÊNCIA NA TRADUÇÃO:
Um problema identificado para nós brasileiros na tradução dos provérbios para o Inglês é que o vocabulário em Inglês contem muitas expressões variáveis.

15 O que significa possibilidade de substituições uma palavra na expressão o que ás vezes confunde em uma tradução.
"Saber quantas palavras, e palavras que, para substituir é importante para o aluno, porque não fazer as escolhas certas pode resultar em combinações que nenhum falante nativo produziria." (COWIE 1994)

Dessa maneira o estudante deve ter um amplo vocabulário para saber substituir as palavras quando necessário. Uma maneira que possa facilitar o estudo desses provérbios é por meio de tabelas. Desenvolvi abaixo uma tabela de provérbios mais utilizados que foi dividida em quatro grupos para uma melhor organização. 1° grupo: Provérbios com mais de uma equivalência em Inglês. 2° grupo: Tradução literal,ou seja, a tradução é idêntica ou similar a original. 3° grupo: Tradução cultural: quando o provérbio tem uma característica culturais e 4° grupo: Provérbios sem equivalência.
PROVÉRBIO MAIS DE UMA EQUIVALÊNCIA Water dropping day by day wears the hardest rock away. Many little strokes fell great oaks. A drop hollows out a stone. He who treads softly goes far. Make haste slowly. Slow and steady wins the race. Haste makes waste. Haste is the enemy of perfection. He who takes his time does not fall. Lies have short legs. Oh, what a tangled web we weave, when first we practice to deceive. He was caught in his own web/trap. It backfired. God stays long, but strikes at last. Justice delays, but it does not fail. A burnt child dreads the fire. A burnt child fears the fire.

1

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

2

Devagar se vai ao longe.

3

A pressa é inimiga da perfeição.

4 5 6 7

A mentira tem perna curta. O feitiço virou contra o feiticeiro. A justiça tarda, mas não falha. Gato escaldado tem medo de água fria.

16
Beauty is not in the face; beauty is a light in the heart. The face is no index to the heart. Beauty is in the eye of the beholder. In the eyes of the lover, pock-marks are dimples. Love sees no faults. There is strength in numbers. United we stand, divided we fall. An ounce of prevention is worth a pound of cure. A stitch in time saves nine. A man is known by the company he keeps Who sleeps with dogs, gets up with fleas Birds of a feather flock together

8

Quem vê cara, não vê coração.

9 10

Quem ama o feio, bonito lhe parece. A união faz a força.

11

Antes prevenir do que remediar. “Diz-me com quem tu andas e te direi quem tu és”

12

PROVÉRBIO O amor é cego. 13

EQUIVALÊNCIA LITERAL Love is blind.

14

Não ponhas todos os ovos no mesmo cesto. Não contes os pintos senão depois de nascidos.

Don't put all your eggs in one basket. Don't count your chickens before they've hatched.

15

16

De grão em grão a galinha enche o papo.

Grain by grain, the hen fills her belly.

17

Os últimos serão os primeiros.

The last will be the first.

18

A ocasião faz o ladrão.

Opportunity makes thieves.

17

19

Achado não é roubado.

Finders keepers, losers weepers.

20

Quem vai ao ar, perde o lugar. Quando dois elefantes brigam, quem sofre é a grama. “Galinha que acompanha pato morre afogada” “Não faça passos largos quem tem pernas curtas”

If you snooze, you lose. When two elephants fight it is the grass that gets trampled.

21

22

Cut your cloak according to your cloth

23

Don't bite off more than you can chew

PROVÉRBIO 24 25 26 27 A galinha do vizinho sempre é mais gorda. Em casa de ferreiro, o espeto é de pau. Mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Deus ajuda quem cedo madruga.

TRADUÇÃO CULTURAL The grass is always greener on the other side of the fence. Who is worse shod than the shoemaker's wife? A bird in the hand is worth two in the bush. The early bird catches the worm.

PROVÉRBIO 28 29 30 Pimenta nos olhos dos outros é refresco Amanhã a Deus pertence Sai da frente que atrás vem gente

SEM EQUIVALÊNCIA Sem equivalência Sem equivalência Sem equivalência

18

4.0 METODOLOGIA

Os conceitos que foram desenvolvidos nesta pesquisa dizem respeito aos provérbios mais utilizados atualmente. A pesquisa foi intermediada com auxílio de 10 estudantes do curso de Letras Português/Inglês da Universidade de SorocabaUNISO. Foram feitas entrevistas com esses 10 estudantes com a faixa etária de 20 a 25 anos para saber se eles usavam os provérbios (da lista acima) em Português em suas conversações, qual era a frequência, qual eram os provérbios, em que circunstancias e com que finalidade eles eram utilizados. Ao concluir a pesquisa com os estudantes pode-se notar que grande parte deles não utilizavam com tanta frequência os provérbios analisados, porém muitos deles acrescentaram que ouviam seus pais e avós utilizando os provérbios em diversas situações. Em um segundo momento procurou-se saber se os americanos também utilizavam esses provérbios e qual a frequência e circunstancias. Por fim foi desenvolvida uma segunda pesquisa com os falantes norte-americanos, para saber se, de fato, eles utilizavam os provérbios em suas conversações. A lista de provérbios foi enviada por meio de correio eletrônico e redes sociais. Das 8 pessoas selecionadas haviam 2 mulheres e 1 homem de (22 a 25 anos), 2 mulheres e 1 homem de (35 a 45 anos) e 1 mulher e 1 homem de (45 a 60 anos).

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5.0 ANÁLISE DE DADOS
Os resultados que obtive foram que as pessoas de (22 a 25 anos) não possuíam conhecimento de todos os provérbios, alguns provérbios elas conheciam, e era usado em situações para enfatizar alguma coisa, porém não eram utilizados todos os dias, pois já eram provérbios “arcaicos” e os outros provérbios restantes em análise eram utilizados com alguma frequência. As pessoas de (35 a 45 anos) já possuíam maior conhecimento sob os provérbios, utilizando mais e com mais frequência. E para concluir as pessoas de (45 a 60 anos) possuíam grande conhecimento e utilizavam com mais frequência os provérbios do que as outras pessoas em análise. Percebe-se então nessa análise que os provérbios são mais frequentes nas conversações diárias de pessoas acima de 40 anos. Percebe-se então que com o passar do tempo os provérbios não são tão utilizados, pois esses provérbios consequentemente foram substituídos por outros expressões atuais.

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6.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Retomo nestas últimas considerações, para expressar meu interesse pelo tema que discuti nesse trabalho. Ao falar de uma língua é preciso entender todo o contexto que gira em torno dela, só dominar a gramática e o vocabulário não é suficiente. É preciso saber como, quando e em quais situações usar cada palavra. Desta maneira o contato com os provérbios facilita numa melhor compreensão e utilização da língua. Por isso a importância de introduzi-los no ensino de uma língua para que a cultura também possa ser entendida. Com essa análise foi possível entender os tipos de equivalência do Português para Inglês Como também que o provérbio é muito ligado as características culturais e que com o passar dos anos as pessoas estão deixando de usar os provérbios com tanta frequência . Por isso na análise de dados foi possível perceber que as pessoas mais velhas utilizavam mais provérbios do que os jovens. Visando que vivemos num mundo de mudanças e a língua está sempre se renovando. É possível identificar também nos dias atuais um uso “mais moderno” da língua, novas gírias e expressões que acabam por substituir antigas expressões.

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REFERÊNCIAS

TAGNIN, Stella;. Expressões Idiomáticas e Convencionais de Stella Ortweiler Tagnin HOUAISS, Antônio;. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa 1a. edição, 2009. Editora Objetiva Cowie, A.P. 1994a "Phraseology" in: R.E. Asher (ed.), The Encyclopedia of Language and Linguistics. Vol.6 Oxford and New York: Pergamon Press DELICADO, Antonio. Adagios portuguezes reduzidos a lugares communs. 1651 PIMENTA, de Reinaldo. A casa da Joana

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