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ANNO

I

DirectorDr^

Kpaiiilnonilns

Manáos

— Segunda-foira,

17

do

dc Al!)ti<|iierqne

Sotombro

do

1917

APPELLO DO GOVEMO DO ESTADO

quando

nüo corrcjpnndcrctu

ir.

continuação

abusivas

mo, prejudicar

nn

pratica,

venham,

os

essas

providencias

visado,

o

emprega-

ao escopo

Bacellar

afim

do

ou

dr.

A cantara

esforços

dc

outros

cessar

a

usnnças

processos

de

altos

quo

qualquor

interesses

fór-

do

Estado.

O sr

Governador, o ejuo nüo

evito,

cimenta-

foram

paciente e dcniorailiimentc sem

enérgicas o salutares,

dc

ha cogitado s. exc, fossem, a tem-

dr.

podo
de

prompto,

dos,

que

mclludicas

quo

po,

noas, via agir por por

labros,

lo á

culpa pelas

obs"rvnme,s

conseguir,

6

AO POVO AMAZONENSE

e

c

no

os

Esse

povo.

fórle

quer

morrer,

á

historia

Iia, por

do

culto

tudo

cosmos

pela

isso,

e

á

vista

um

disso,

por

todos

um

os

juslo

quatro

c sin-

ângulos

ecro

ravel

sacrosanta

diosa dedicação, cuja figura permanecerá perennemente

viva e abençoada,

por ao recordar essa carnificina horrível, atravez o deliqtlio das edades.

lhe*

col-

lahoração desinteressada e intclligcntc uo crescimento mo-

ral do nosso

devemos

cruzar

altiva

do

o

em

tica diplomática, de um

dc independência, coragem, civismo c altivez, offere-

pio

licção dc des-

prendimento

ami-

in-

gos,

solidariedade

eleve cumprir,

eterno soffrimento,

sem

por Magistrado, recebeu o appcllo angustioso do Soberano belga. Solicitam-os Srs. Drs. Buy Barbosa e Nilo Peçanha, no

Primeiro

o

exem-

nação,

prosperidade

invejável ela cultura

no seu sacrifício, que

arrastou

pensante,

grande

e

gloriosa

Bélgica,

gloriosa

bella

victima

na

elevemos,

do

seu

surelos

no

seu

incompa-

da

própria

ra-

homens,

suppli-

Alberto

I,

ler surgido,

moderna

um

niarlyrio,

Edilh

E mis

podemos

braços

á

sublimemente

Cavei,

a

séculos,

epie

do

lembrança

dos

na

povei,

uma

á

sua

não

essa

brasileiros,

os

ha

Paiz,

c

não

trabalho

podemos

sorte.

no

pedido.

seu

ficar

cg, não

Não

joven

meio

cendo

ao

certas

humanai

voltar as

sua

costas no seu

rogo,

Quem

o

augusto

faz

é

Bei,

que

parece

da

desdouro

pela. palavra

monarcha

ás

vibratil

extraordinário

e

tergiversações

universo

pasmo

c nobreza.

c nobreza.

inclui:

o

Brasil

os

c

quaes

sc

o

Brasil

auxiliando-a,

a

qual

nem

a

vida

conforto

dubiedades

ignorado,

grandiosa

os

seus

para

as

mundo

uma

como

A Bélgica

desses

com

c difficcis:

O

sem

entre

contam

não

pôde

seu

seria

melhores

consolo

Amazonas,

possível,

dos

mas

seus

que

epio

o

Estudo

como

as

cm-tenipo

tnes

moles

providencias

tomadas

A grila,

administração

Hoje já

benéficas

cias

no

tucm

e

do

e criteriosas,

as

de

forma n

procuelcm,

explorações

quem,

impedir

tanto

parte

não

passada

irregularidade?

sc

acccnluam

acção

dn

No scennrio impressionante dessa grande lucta, até

atrocidades, qne convulsionu

annos, a velha Eu-

quatro nuréoládo cin mais bri-

ihanle energia, num relevo innpugavel de bravura e valor,

ropri

c ensangüenta, vae a caminho dc

agora

inexcedida

exlompora-

de-

desça-

cm

furor

super-civilisndn,

das

mais

soberbas

que

não

não

quiz

deve

dc luclo

da

appnrece,

abnegações,

que

que

nesse

mnis quan-

m n i s quan-

cabe

grande

ainda

que

consequen-

as

administrativa

consti-

descuidei

interesses

seis ou

quasi

em

a

respeitáveis

admirado no seu infortúnio, amado no.seu niarlyrio, um

povo que

vel

roso,

deste

dc do-

res c de imprcchções, como a maior victima dc t[iic ha me-

moria nos tempos

que teve berço na Bélgica,

a Bel-

não pôde,

porque

c vigo-

sc dignificou c ennobreccu no holocausto terri-

morrer,

morrer;

impetuosa

inúteis,

não

triennio

passou

e de soluços,

heroicu

Irapos

elas

gentes

correctivo a tnes abusos,

que

dc

uma

herança

pesada,

vilães

de abandono

Eslndo.

pelos

Não

è

mezes

possível

que

dentro

erros

que

abi

pelos

de

dc

scti

oito annos, erros até confessados

ei comentos

attestar

se

corrijam

public.s

eslão

o

menosprezo

estádio soturno

c

da

nos

dias

Bélgica,

que

ao

se

que

habita

passaram

descende

correm,

gica. E a Bélgica, os

miram,

pios

trepidos

e mais

dc-nos

ao nosso

voso cm favor

fronte rcfulge, queimando-a,

lendária,

refrega,

mais

a

civilisadas,

revelou,

embate

da

mais

desde

qual

princi-

in-

maiores

cxlen-

ao nosso Paiz,

dadi-

cuja

angustiadas

primordios

do

A

ás

como

direito

a

da

invioláveis

pátria

dos

dos

poli- interesses do Amazonas.

á

luetadores,

destemidos

agora

mão

Governo,

á

sua

incerta

e fracas

investidas

perigosa

Devemos

descendentes

balalhadores

o

a

na

supplicc,

nossa

c

gente,

premente

modernos

gregos

implorando

(Pantanho,

um

auxilio

immortal,

das mais

cm

grandes

com

que

c

expansão

para

as

o inimigo

signal

da

supremas.

O dr. Jonalhas Pedrosa

Sua

chegada

ao Bio.Desem-

bnrque

concorridissi-

fala

Noticias

mo.—S.

exc.

de

«Gazeta

nacionalidade

desse

povo

o gilvaz

é

elos

situações

0

torturas.

hora

dimentos, dos mais

pequenas

ria

ciavcl c

ritorial.

lidades eventuaes,

surgir dc um

procedência.

da nossa

mos chamados

palmo

o conforto

foi,

vação da liberdade

onde

rio para

esquecel-a.

de

illustre

Brasil

cmpreiicn-

as nações

devem responder com altivez e sobrance-

prussiana, insa-

ler-

possibi-

pôde

sua

Mas,

não so-

peleja,

absorventes

dever

um

seu

corajosos

sua

totlos

anciã

estar

em

qualquer

para

viril

nossa

impulsos,

da

de

possíveis.

do

audácia

domínio

intermédio

a acção

que

as

preparados

tempo, pois

c

outro,

das

sem

dar

cautelas

fartura,

terreno

momento

O instante

da

lelegramma dirigido a S. E.

não só o contingente que aos recursos

for

Iodas

lação

dos, com todos os meios, collaborem Republica c com as classes producloras

uma

por

para

ao appello

liares,

amigos,

o Sr. Dr. Alcântara Bacellar,

de

do seu Governo aqui S. E., dos seus auxi-

as

mo-

o do Paiz em darmos honre.

meio

com-

conserva- "sumiria,

de

e amor,

prodigamente, gra-

Fe-

com

da

popu-

classes

da

por

todos

os

Governo

deslas

para

linhas,

o

abundância,

a

e é,

palmo,

c tanto

tantas

dos

emquanto

positivo

retirar

cia

o

tão nosso

existência,

também

sob

collahorar

não

seria

fez,

desse nobre

jogando

da

esperanças

c

honra

floriam,

do

tentáculos

caminho

para

sacrifício

que

agradecidas

todos

surtos

não

a

amparou

Inglaterra:

das

nações,

de

e compassivas

a

insania

cujos

das

polvo

suas

chamou

de

para

todas

imprevidencia

povo,

que

a própria

humana,

os

para

que

a

necessa-

amigo

sal-

o solo

resto

esmagal-o,

deslc Estado,

belga

O Governo

todos

os

para

para

fidalga

o

e

convicção

E,

formas,

que

nos

pela

sacrificando

resguardar

o

pretendia

resposta

do Estado

appclla,

do mundo

prestigiosos industrias,

as

tão

na

seu

concurso

inabalável

a

de

elementos

para

famiiia

todas

pratica

a

essa

que

o

o

sociaes,

as

classes

bem,

em

no

desbravando

Sublime

e

serenas,

Detcndo

mais

ambições.

para

todas

mercio,

doras,

tão

prestarem

na

lamente,

deral.

no

bre dever de assistência

tre,

digna

a generosa

Bélgica

impe-

rc- de todas as

amazonense

do

obra

será

rccivel as bênçãos

ctas

almas boas

ines-

quecivel

os

cripta

liou

moderna, salvando a liberdade dos mares, tão necessária

com-

ao

auxi-

es-

com

as

consciências

punhado

comparação

que

a

França,

França,

própria

historia

não

sentido

!

corações

piedosos,

do

adversário,

esse

feitos

não

têm

epopéas

épicas

somente

a

salvou

a

como

de caridade

do

largamente

que

c

puder,

honesto,

desdita

lhe

satisfeito

saberá

ora

entre

penosa,

reclamo

Governo

padece nós,

as

um

Governo

que

de heroes,

altos

exc.

do sn

e admiradores

litico

S.

leve

a bordo

f stiva

Tempo de

hontem,

de

tivemos

recepção,

encontrou

amigos

illustre

grande

do venerando

numero de

e

Manáos,

a

cumprir

mais

obulo

a

esse no-

digno e illus-

dolorosas

de ai-

horrenda

regista,

unicamente

po IS de Agosto findo).

só.

de Noticias»

do

paquete

1 hora

di

de

«Brat-il»,

e fomos o seu

meia

opuortunidade de

A

17

carinhosa íi um povo

que

(l)'<)

civilisação

do

operoso

da

modo

cruezas

gum

situação.

e busca,

DLso a cGdzcta

Agosto

lygo
aqui

findo:

à.

entrada

chegado

la tarefe,

desenvolvimento

a expansão

suavise

a

cruciante,

mercio, tão útil e imprescindível aos povos.

vindo

bordo, onde

falar com o dr. Jonalhas vernador do Eitado do

nos acientificado, também, do

sara entre esse

«destroyor» da nosta paquete Armada.

Pedroso, ex-go-

Amazonas,

tendo

do

que

se

pas

une

nos

recostado

ao

e

fi-

Lloyd

quando

Agricultura-Pecuaria

Da

Secção de

Agricultura

Industria

seguin-

necessi-

grande

la-

que

conse-

eco-

as

conhecimento

e

Pastoril do Estado,

teB linhas

dade

eBcala, que

voura e

somente

guiremos nomica,

linhas dos senhores que

recebemos as

a

imperiosa

feijão

ém

referentes

ha de cultivar

e

como

pecuária, com

o

somos enthuBiastos

da

seu por

entendermos

incremento

condição

publicamos

melhorar a nossa

com

satisfação

seguem,

lavradores: para

Cultive ae o feijão

Pede-se do todo

dissemos.

neste momento,

tér

mais odeontados,

tem

E

não

o,

cultivai

a essa

o

cessaremos parte

o

mis que

methndos

rendimento que garan-

todo

foi

milho e a de mandioca,

predomi-

os

do

nunca,

feijão,

'

os

dizer

é

agora

ndoptondo que

mais

cultura

processos

um

maior

aumento

o

a

agricola

reclamado,

e,

europeu.

expejrtação

do

paiz, mnis os se

(Phaseolus

no anno

ftrea

de

dos

médio de

de

a área

a

producção

Paulo,

S.

são, entre

elevado

producção

no valor

exportação

dc

G.

do

Sul foi

que

853:27tí$600,

da

não são menos da estatística

Alimentação excèllente.

o com paiz,

por

nante do

feijão está

bem

especialmente

do

o

o farinha

muito

A nossa paio

tempo,

operário

sendo

Em

S

No

Em

no

us-ada cm

sul,

onde,

¦

cul

etsp),

de

com

li

nacional,

o

tam-

pe-

has-

Hio

depar-

interessados

é

entretanto,

actual

Minas

todos os

e

o

que,

oecupam

vtPgaris

da

1905,

feijoaes,

133 401.324

era

terras

83.571

registrada

de

não

quena tanto

Grando do Sul

tamentos

em adeantal

a, tura do feijão.

Paulo,

64 792 alqueires,

uma

tros;

estava

das

com uma

192 214.2U0,

valer

num anno,

porque

limitada.

producção

em

1913

da

R.

cultiva

alqueires

de

O

excedera,

em

1915

á

considerável tam-

producção de

Interessantes

kilogram-

80:250:880$0(JO.

baixando

(em

1914, á 760:484$íiU0, se elevou em

10 228ill7$300.

bem,

tão importante

o

desenvolvimento

Minas

cereal.

os números

mas) do feijão exportado:

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

Em

1899 678.438

kilos

kilos

kilos

kdos

kilos

kilos

kilos

kilos

kilos

kilos

kilos

kiloB

1911 24.781.88 kilos

1912 ¦

1913 3.861.423 19*4 5.541.469 1915 8.676.380

desde

kilos

kilos

kiloB

kilos

1907 5.915 744

1906 4.799.H0O

1905 4

1904 2.434.441

1903 1.('59.010

1901 4 1902 8

1900 4.348.478

693.109

384.399

444 086

566 056

72G.< 57

19 10 1909 8

1910 4.673 552

8.656.406

logo,

maior. que

pequenas,

íi

a

Dahi si arura,

endo

ducção

Na

portação foram

.

foi muitíssimo

Bahia,

que

sempre

melhor

pro-

infelizmente, producção e ex-

pare-

exportação

caberia

justo

titulo de «insignificante».

A

MODA

O dr. Jonathas

apresentar,

o movimento

Ao indagarmos

de mais

s,

exc.

foi

Em todo

do

Pedrosa,

zemos

em uma cadeira de bordo, a

longe,

completamente

achava-se

ex

espreitar,

nossa

da

o

Amnzo-

Amazonas vai bem. Não ho mesmo

que posBa

a

pois

de

transportes

capital

governador,

pelo

posso

adiantar

quo

se que

jus-

nacio que

pouco,

insuflieiencia

dos

contou-nes

o

da defesa

se alis

pra

em-

de

mvi-

podia

liticaestadua1.

di-

que voi

nas,
—O

nada de mais interessante

constituir

o caso,

borracha está

ttfica,

transportes.

ao

eslão fazendo,

nal

tam nas linhas

voluntários

«si

dade

menores

çá como

quanto

importante

nos dizendo:

o

novidade.

dando

ha

E,

grande

passando s.

exc.

patriotismo,

em

prol

os

moços do seu

os

o

oleiros.

Corno

quo traço

Mus,

'.er-nos —O -enlioi* alguma

Alcântara

único

li

atalhámos—S.

cousa da

lilica amazonense? quar

O sr.

pelo

Tudo faz

ciar uma

mais

partido

crer

<|ue

longa

não

phase

disso

Amàzoiias.

de

Estado, ou assentam quo

tiro

do

manobras,

é

essa

saber

Vai

Bicellàr

bom,

cata

existe o qu-, Estado

vai

do calni'.

formam batalhões

a

principal

exc.

p

como

po

muilo bem

vai

a

prestigia

no

lo

ICstadc

desfrü-

do

ex-governador

Bacellar,

hon-

do

Governador

vossa

digna

e

peço

de

Eslado —

Calheiros

guarda

estabe-

normal

Teleçjramma «jíllcial

S. exc

governador

tem,

inspector

BELÉM,

Estado

o

sr.

do

seguinte

da

dr.

Alcântara

Eslado,

recebeu,

o

i

"

radio-telegramma,

Região

Militar:

io.—Sr.

dr.

—Amazonas,

Estando já

situação

Estado

sob

e v.

exc.

O

sr.

Tem a Bahia,

pacidade

útil

lhe conhecem

binho prias

ogricola

leguminosa,

entre as

entretanto,

a sendo para de

a

maior

cultura

notar

de

que

variedades

do

seu

do feijão,

mais

dr.

feijão

atrofusua).

ca-

tão

br

chum- pio

Minas 8

R.

O

58

8-70

Simplesmente

ções 1 Ingênuas

a quem

da,

então

tinha

resses

fensov

da

do

coube,

a

época.

na

durante quatro

po

sos

ção amazonense

não

conseguiu

os

productos,

sem

a

de

quem

meios

e

Agora,

c

a

porém,

se

figura,

culpa

consciente

o

admiráveis

demais

para

taes

um

G.

do

Sul

actual

asser-

órgão

pissa-

que

8170

cujo,

uti

algumas

quaes,

alto,

téio não

tajnBO.

Tudo

preço assegurando

á

augmentou,

aconselho,

plantio tissima,

Por íbpo mesmo urge

lavrndores:

escala,

o

e

do feijão

como

o

iuimensamente

Plantne

abundantemente,;

tempo

vantajoso negocio.

INTorla °****3

porque,
melhor

lor

dos

em

verdade,

para

e

agente

homens

de'

venda

producção,

uma

repetir

feijão, não

é bastante

eus-

um lucro mais van-

nesta

o

administração

menor

devia

modos,

caso

dos

aclos

e que

devia

pelos

jornal

os

gestão

approximando-se

mandar

lecimentos

feito pola-força

Saudações

de Lima.

inteiramente

época

a

ellipticus

ns

responsabilidade

foram

obrigação

praticados,,

de

pugnar

pois

e

não

era

da

o

Estado,

politica

Porque

da

o

longos

annos,

impedir

generis

descessem

quo

de

de

providencia

rcp*imir,

por

taes

ha

manobras

(Phaseolus

negocio,

é

uma

o

Como

considerado

cultura

das

o

restabelecer

nos

do

Coronel

custo

indis

de-producçâo,

cutivelmente,

doras.

memento,

cultura

será

inte-

de-

administração

Porque,

Tem-

nos-

O

fez?

lederaes o serviço

policial

remunera-

Dias

compensadora.

aos nossos

em larga

perdido

qiieempregardes em Ião opportuno

As seguintes

indicações,

em 1915,

de

um

do

Desp. média

cordiaes.

Martins divulgadas tente esta verdade:

R. G.

Producção

do

deixam

pa-

litro

l i t r o V e n d a

Venda

Pí-eço médio

BIBLÍOGRAPHIA

Joaquim

F.

da

de

Goceillo,

Livraria

nos

cfferecer

(Transcripção)

factos,

o

va-

do

produc

águas

por

Estados

Piauhy $075 St

concei-

Acade-

os

58

Ceará 8044 $iQ6

Norte Sr52 $140

$200 8150

Pernambuco 8060 Alagoas 8075 8250

. Bahia 8075 8200

8180

São

Paraná 8070 82"0 S. Catharina s065 8175 Goyaz fQ41 8140

Hio

de Janeiro 8055 8170

Paulo 8062 8172

como o tempo entar e

para

positivar

sempre

tei

elle

se

aquilatar

das

cousas.

ori- abaixo,

onrte

dos

dades?

luado proprietário

teve

a

finesa

to- mica.

O Tico

irregulari-

mudado

de

as irregularida

á

actual

admi-

e sciente

ha

actos

E

já

resultado.

ullimos

Selecla,

Fon-Fon,

pelo

Pejada

ras as apreciadas revistas

stituem

de certo,

innumeros

números á'0 Malho,

Tico,

A

e Revista

da

bonlem

verve

e

Parahyba 8060

A Careta

Quixole,

vindas

que

os seus

D.

Semuna,

Noemtanto. O Tempo de hontem

clama,

animo

o nosso

sem

luto

quatro

que

ventos,

a nossa

dc

vão

espantado,

borracha

águas

este

com-o

pro

de

e

abaixo

ro-

aos

quente,

pirarucu

a

de

menor cerimonia,

boliviano.

continuam

não

cabe

«Brasil»

de

chegado.

chistosas

passatempo

deleitar

Espirito-Santo 8060 '

des,

nistração que,

o

tomado

que

carícatu

cariocas con

patriolicamente

dos

seus

deveres,

pratica

urp attrahente

ha

de

leitores,

muito

providencias

e

satisfactorio

darão

>*

NUMERO

64

universidade de Manáos

Do relatório

sr.

ein ((iiciio

scssno

de

Ur.

npresentmio

gerul

Universidade

director

da

12

de

A

Setembro

1917.

Cou- polo

em

de

O sr.

inspector

do

Gymnasio

Amnzo-

nensn,

pnrior m-itric

dona,

dor,

do mui,

nexo do

que

cm seu relatório

dn Etn-ino,

nla

nrlleulou,

c

Coneolho Su-

justificando a diminuta

Inspec

vence-

como

an-

preparatórios rom freqüência nu.

ao exprime

a causa

ao

no estabelecimento

ú Universidade

pob) facto

para

do

ó

so

argumento quo

cabe

toda

de manter

matricula

ob exames

ralorlos

c

tnes

turmoB

galias demias

a

aos

Paiz».

o

o curao

curso

fucll

afliclaes

crer

merosa.

A;.mui

do

o ar.inspector:

do

a

as

•son*

do

do Phnrma-

Agronomia

ae prepa-

presta-

nSo prenidindo

o rigor

de

valioso

Dlicito,

cia

ahi

-los

a

necessário, provan

'omprchender

lluencia observada,'

sobrotudo

af-

atten-

ars

conferidos que

Universidade

dentro do Esta-

re-

dan

Aca-

do

que

de da par-

mo-

sem-

de

capaz

reconhecimento

atravanca

desfaz-se, como

estatística om

ma-

fundação da

insti-

e

elu-

Gymna-

diplomas

^ão, pela

do, concedidas

Queremos

não houvesse

propósito

patrícia,

entretanto,

a

to do

lindrar a

pre

-ncontrar um argumento

n

do

do Gymnasio

de resolver

sr.

inspector

instituição

HA,

que aucia de

força,

Amazonense

o acatou

questão Amazonense.

causa mnxima, o nó gordio,

A

da Universidade,

um fogo

vem

rfne

triculas,

Universidade,

iuíçõo,

na Escola quer

Intuo,

graphado contar

n

diante porem;

da

o movimento

do

1917,

1910,

quer

a

no

Gymnpsio

de Commercio.

nesto

O seguinte

cidativo:

Matriculns

quadro

nn

de

é sobr.-maneira

Universidade,

slo

e Escola

de

Ocmmcrclo:

Annos

Univers.

Gymn.

Esc. Com.

1910

1911

1912

1918

1914

1915 121 113 160

292

250

1917

1916

159 284 41

110 219 50

105 154 74

125 145 77

106 108 99

310

240

03

68

Para maior

üiculas entre

oasio Amazonense.

clareza comparemos ai ma-

a

Universidade

e o Gym-

Assim

tracemos o seguinte quadro:

Annos Univers.

Gymn. Diffcrença

75

109

49

20

2

1910 159 23'e menos

1911 110 219 menos

1912 105 154 menos

1913 125 145 menos

1914 106 108 menos

1915 121 113 mais

1916 210 63 mais

1917 240 68 mais

7

239

176-

Faz-se preciso rativo entre

Commercio:

Annos Gymn.

outro

quadro o

compa-

de

o

Gymnasio

Escola

Esc. Com. Diffcrença

193

163

80

08

9

43

229

182

1910 234 41 mais

1911 219 56 mais

1912 154 74 mais

1913 145 77 mais

1914 108 99 maia

1915 113 156 menos

1916 63 292 menos

1917 68 250 meuos

aa

Da

leitura

elns

quadros

?

acima,

conclusões

a

tirar

quaes

lâminas, a saber:

Duasrebrilhamcomo

l.o

A Universiiale

gum

ao

e

não.prejudicou em

phase Para

seqüência

vigência

Univer-

cursos

Odontologia; Agri-

159

me-

do Paiz

Lyceuá

tua

registava

Hei

ele

Mísmo quo assim, tivemos UO ma-

ao pas30 que

até 1914, continuamos a fa-

admissão, sendo sempre

tempo a

de

próval-o apresentaremos

de

a então

Gymnasio;

uma

muito

passou

por

aecontuada.

uma

1910,

ainda

na

Escola

Lei.tras

com

quaos

do

bacharéis,

Academia»

certilicados

Entaeios,

de

etc.

Por

regimen—da

os

exames

2.0—0 Gymnasio

decadência

causas

Fundada

om

In Loi

Epitncio,

Direito,

silanii Livro de Manáos, abriu ob

de

mensura e Soienoias

alumnos,

Pharuiaeia,

entre os

de

outros

dicos, estudantes

e

daqui

voz

np mesmo

portadores

o

do

o

Gymnasio

Amazonense

anuo

231

matriculns.

no

autorisava

os cursos,

contou

de

219.

Em 1911, entrsmos

Hivadavia,

iidraifsão.

triculas em todos

o

então

zer exames

ns

nossas,

Onde,

base porá

Gymnasio

Di

matrículas do Gymnasio superiores ás

pois,

encontrar

o

apenas

maiB

o Gymnaaio.

são

muito

3

O

de 1916

outras