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Art 31: Todo o ser humano tem o direito à eutanásia, para que possa morrer

com dignidade, de modo a evitar o suplício das dores vãs.

Eutanásia

Ser a favor da eutanásia será sanidade ou demência, tolerância ou


intolerância, indignação ou resignação, religiosidade ou ateísmo?

No nosso caso, achamos que é uma louvável alternativa que o Homem


encontrou para morrer com dignidade.

A opressão da liberdade alheia é próprio de uma mentalidade entrevada,


dos que cevam suas ideias como se fossem bens supremos, perfeitos e
inatacáveis.

Aos dogmáticos e intolerantes em geral, aos que sacralizam suas ideias e


acham que sabem tudo da vida e do sofrimento, aqui vai um apelo:

Há quem tenha perdido a liberdade de viver para tornar-se um prisioneiro


da vida.

A eutanásia caros intoleráveis, pode ser, sim, um acto de amor.

“A eutanásia é uma das mais importantes questões em debate hoje em dia.


O fruto deste debate poderá afectar profundamente as relações familiares, a
relação médico - paciente, e os mais elementares princípios éticos.

A palavra eutanásia derivada do grego eu (bom) e thanatos (morte),


significando a boa morte, morte calma, morte doce, indolor e tranquila.

Uma história de vida…………


Eutanásia permitida a mulher em coma há 16 anos

A italiana, de 34 anos, está em estado vegetativo desde 1992 após um acidente de viação. A família
foi autorizada a induzir a sua morte por um tribunal de Milão.

Em 1999, o pai de Eluana Englaro iniciou uma batalha jurídica, pedindo a interrupção da sua alimentação
através de uma sonda alimentícia, mas só agora, quase 10 anos depois,
um tribunal milanês acabou por autorizar o procedimento
" Desde 18 de Janeiro de 1992, quando teve o acidente, Eluana não tem
existido", escreveu o pai ao presidente da república italiano, Carlos Azeglio
Ciampi, em 2002. Beppino Englaro pedia "um acto de piedade".·
O caso foi reaberto em Outubro passado, depois do Supremo Tribunal
italiano ter aceite o recurso interposto por Beppino Englaro contra a decisão
do Tribunal de Apelo de Milão, que lhe negara o direito de interromper a
alimentação da filha.·
Apoiando-se na "duração extraordinária do seu estado vegetativo
permanente", os juízes consideraram a decisão de suspender a alimentação
de Eluana "inevitável".·
A italiana de 34 anos está em coma há 16 anos, altura em que sofreu o
acidente de viação.

Quarta, 9 de Julho de 2008 às 16:04

“Viver não é uma obrigação mas sim um


direito”
Trabalho realizado por

Ana Paula Oliveira

Liliana Simões

Manuela Lopes

Marina Pedro

Miguel Laborda

05/03/2009

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