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Relatorio de Estagio

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Relatorio de estagio supervisionado na mina de candiota RS - Carvão Mineral
Relatorio de estagio supervisionado na mina de candiota RS - Carvão Mineral

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MINAS

Roberto Quadros Menin

ENG05599 – Relatório de Estágio Supervisionado

Porto Alegre, 2012

Roberto Quadros Menin

ENG05599 – Relatório de Estágio Supervisionado

Relatório apresentado como pré-requisito para obtenção de grau no Curso de Engenharia de Minas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Prof. Dr. André Jablonski

Porto Alegre, 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE MINAS

ROBERTO QUADROS MENIN

Relatório de Estágio Supervisionado

Este Relatório foi julgado adequado para obtenção da aprovação na disciplina ENG05599 - Estágio Supervisionado IV do curso de Engenharia de Minas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Prof. André Jablonski Orientador

Prof. Paulo Salvadoretti Coordenador do Curso

Porto Alegre 2012

Estas atividades e seus resultados estão descritos abaixo.RESUMO Durante o mês de agosto de 2010 foi realizado um estágio na mina de Candiota da Companhia Riograndense de Mineração pelo aluno Roberto Quadros Menin. medição do ciclo de um caminhão de carvão e cinzas. com graduação em Engenharia de Minas. da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O estágio foi supervisionado pelo Engenheiro de Minas André Ribeiro. As atividades previstas pelo supervisor e realizadas pelos estagiário foram: medição do ciclo de uma escavadeira. . medição do ciclo da detonação e cálculo da produção de uma escavadeira e de um caminhão.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . .2. . .4 Ciclo da Detonação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Geologia Local . . . . . . . . . . . . . . Subgrupo Guatá . . . . .14 4 DESENVOLVIMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Subgrupo Itararé . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . 8 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12 3. . . . . . . . . . . . . . . . .13 3. . . . . . . . . . . . .1 Passivos Ambientais . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 Cálculo de Produtividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 1 INTRODUÇÃO . . . . . . . . 10 3. . . . . . . . . . 9 3. . . . . . . . . .23 4. 17 4. . . . . . . . . .2. . . . .3 Mina do Leão I .SUMÁRIO RESUMO . . . . . . . . . .3 Política Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .27 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 2. . . . . . . . 5 2 EMPRESA . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. .5 Ciclo dos Caminhões de Cinza . . . . . . . . . . . . . . . .1 Geologia Regional . . . . .1 Grupo Tubarão. . . . . . . . . . . . . . . . 7 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .24 5 CONCLUSÃO . . . . . . . . . . . . . . .11 3. . . . . . . . . . . . . . .20 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 Historia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . 10 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 Litologias Gondwânicas . . . . . . . . . . . . . . .2 Ciclo dos Caminhões . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .25 6 REFERÊNCIAS . . . . . . 7 2. . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 ANEXOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . .17 4.1 Quaternário Holoceno Aluvial/Coluvionar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 Mina de Candiota . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Grupo Tubarão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 Geologia da Mina . . . . . . . . . . . . 13 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 Ciclo da Escavadeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4 Mina do Leão II . . . . . .2 Mina do Iruí . . . . . . . . 13 3. . .4 Informações Gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 3 GEOLOGIA . . . 7 2. . .6 2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 3. . . . . . . . . . . .18 4. . . . . . . . . .2 Locais de Exploração . . . . . . . . . . . . . .3 Grupo Passo Dois . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 Litologias Pós-Gondwânicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

Este estágio foi uma oportunidade de entrar em contacto com o mercado de trabalho. de forma a complementar e aperfeiçoar as competências sócio-profissionais através de uma ligação entre o conteúdo praticado dentro da Universidade e a realidade. . Refiro. também.1 INTRODUÇÃO O presente relatório de estágio é elaborado no âmbito da disciplina Estágio Supervisionado IV. que o relatório de estágio destina-se não só a descrever as atividades desenvolvidas ao longo do estágio mas também a apresentar um enquadramento do trabalho realizado com todo o conhecimento adquirido durante a graduação. O estágio desenvolveu-se na Companhia RioGrandense de Mineração. com vista à conclusão do Curso de Engenharia de Minas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

a 400 Km ao sul de Porto Alegre. é utilizada na descobertura das camadas de carvão. O carvão extraído é transportado das frentes de lavra até a unidade de britagem. Estudos de beneficiamento a seco do carvão de Candiota. Em outubro de 1969. reduzindo substancialmente seu potencial poluidor.2 Locais de Exploração 2.1 História Em 1947 foi criado o Departamento Autônomo de Carvão Mineral (DACM). apesar de a Usina ter capacidade para queimar 5 Mt. que passaria de 2 para 5 Mt/ano de carvão a fim de atender a fase C – Candiota III da Usina Temelétrica a partir de 2011. O maior equipamento da mina. com capacidade total de 800 t/h.1 Mina de Candiota Localizada no município de Candiota. desenvolvidos nos laboratórios da UFRGS e na Universidade de Aachen (Alemanha) deverão embasar a instalação de uma planta piloto de beneficiamento com intuito de reduzir o teor de enxofre. da Eletrobrás CGTEE. A mina abastece a Usina Termelétrica Presidente Médici. a empresa iniciou as tratativas para o projeto de duplicação da capacidade instalada desta unidade. As reservas de carvão passíveis de serem mineradas a céu aberto são de 1 bilhão de toneladas. sociedade de economia mista hoje vinculada à Secretaria de Infraestrutura e Logística do Estado do Rio Grande do Sul. visando a exploração industrial e comercial.2. Atualmente a empresa fornece 2 Mt/ano devido aos problemas na aprovação dos Leilões A-5 para o fornecimento de energia. A CRM vem minerando nessa região desde 1961. objetivando a produção de carvão termelétrico. . a escavadeira dragline BE 1260W. Em 2004. está inserida a maior jazida de carvão mineral do Brasil. problemas de ordem política afetam a produção local. de 796 MW instalados. com a necessidade de maior flexibilidade operacional face as perspectivas de expansão da produção. O transporte do carvão britado até a usina termelétrica é feito por correia tranportadora com 2. A britagem funciona em duas linhas independente. assim como o beneficiamento de carvão mineral para abastecer a Viação Férrea do Rio Grande do Sul.2 EMPRESA 2. ou seja. 2.3 Km de extensão. o DACM transformou-se na Companhia Riograndense de Mineração (CRM).

poço de ventilação com 220 m de profundidade. Esta planta tem capacidade de beneficiar até 120 t/h de carvão bruto. possibilitando a determinação das reservas. que exauriu em 2008. estão sendo desenvolvidos projetos no intuito de avaliar a viabilidade financeira de retomar a mineração na área. Atualmente. A infra-estrutura existente no local constitui de dois túneis inclinados de acesso à camada de carvão. a 90 Km de Porto Alegre. abrangendo os municípios de Cachoeira do Sul. No local a CRM produz mensalmente cerca de 30 mil toneladas de carvão ROM. próximo a BR-290. A CRM explorou parte desta jazida na década de 80.2. a obra recebeu investimentos no valor de R$ 70 milhões na década de 80. A área possui uma reserva de 6 Mt. Nessa jazida já foram realizadas 594 sondagens profundas. Os trabalhos de subsolo foram interrompidos em 2002.2 Mina do Iruí Localizadas na Bacia Sedimentar do Baixo Jacuí. . localizada no Km 181 da BR-290. 2. perfazendo 26. A Mina do Leão I teve sua operação iniciada em 1963.642 m perfurados com recuperação de testemunhos. prédios com 10000 m² de área útil e equipamentos diversos para a lavra e beneficiamento do carvão. Atualmente a produção acontece a partir da área São Vicente Norte. A partir disso. O carvão extraído é transportado até o lavador Eng. para sofrer o beneficiamento. devido aos altos custos da mineração. seis quilômetros de galerias no subsolo.4 Mina do Leão II Também localizada no município de Minas do Leão.2.2. 2. Eurico Rômulo Machado. a seis quilômetros ao norte da Mina do Leão I. passíveis de mineração a céu aberto. silos subterrâneos para carvão.3 Mina do Leão I Situa-se no município de Minas do Leão. através do poço P1. após serem firmados protocolos de intenção. as concessões da CRM na jazida do Iruí tem início no Km 240 da BR-290 e seguem até o Km 265. a três quilômetros do poço P1. a CRM passou a explorar a área Boa Vista. Rio Pardo e Encruzilhada do Sul.2. com 125 m de profundidade. passível de mineração a céu aberto.

há remoção de sólidos e redução de metais dissolvidos. Para um completo controle das áreas impactadas e das emissões dos efluentes contaminados. sendo que a CRM terá direito a royalties decorrentes da venda do carvão produzido. em Porto Alegre. com a utilização de cal e calcário. Revegetação. Área Boa Vista em Minas do Leão.1 Passivos Ambientais Áreas que sofreram mineração antes do advento das leis e regulamentos que hoje norteiam as operações de lavra não receberam os cuidados necessários para assegurar a efetiva recuperação ambiental. Malha I em Candiota. O tratamento ou neutralização das drenagens das áreas mineradas visa a correção da acidez da mesma (pH). as etapas de recuperação compreendem os seguintes passos:     Recomposição topográfica. Outra ação ambiental desenvolvida pela CRM é o Sistema de Gestão Ambiental (SGA).Em 2002 a CRM assinou contrato de arrendamento dessa mina com a Carbonífera Criciúma S. .3. principalmente as que sofreram mineração a céu aberto. Muitas delas. primeiro passo para a ISO 14001 de gerenciamento ambiental. Malha II em Candiota.A. Correção e adubação do solo. 2. Podemos citar as seguintes áreas:     Área são Vicente Sul em Minas do Leão. 2. por um prazo de 30 anos. tornaram-se passivos ambientaisque hoje em dia também merecem a atenção da empresa. aconteceu em 2010 (coleta seletiva. a CRM tem implantada uma rede de monitoramento de qualidade do solo e da água. economia de materiais e recursos). Espalhamento do solo vegetal. Nesse sentido foi reformulada a Política Ambiental da CRM de forma a sistematizar e aperfeiçoar o trabalho desenvolvido em benefício do meio ambiente. a céu aberto. A implantação administrativa. Corrigido o pH.3 Política Ambiental Concluída a mineração do carvão.

de composição basáltica-toleítica. em suas porções média e basal. 817 mil toneladas (2010). Produção anual: 1 milhão.1 Geologia Regional O estado do Rio Grande do Sul é composto. com altitudes locais superiores a 1000 metros. situado na metade norte do Estado. . estas regiões e seus condicionamentos geológicos são os seguintes:  Escudo Sul-Rio-Grandense (Embasamento Cristalino). formada pela Seqüência Gondwânica.  Planalto Basáltico (Serra Geral). 3 GEOLOGIA 3. correlacionáveis ao Cretáceo. É constituído por um complexo ígneometamórfico e por formações sedimentares antigas.77 t. formado por sucessivos derrames de rochas ígneas. com altitudes variando entre 200 a 350 metros.2. Números de empregados diretos: 421 funcionários. situada na região central do Estado em forma de arco. correlacionáveis desde o Permo-Carbonífero até o Jurássico. com topografia modelada em rochas sedimentares. É nesta faixa que. Resumidamente. estão inseridas as ocorrências de jazidas de carvão e de rochas pirobetuminosas. Produção homem/dia: 21.4 Informações Gerais      Faturamento bruto anual: 151 milhões (previsão 2011). como reflexo da intensa tectônica e heterogeneidade litológica. Faturamento Líquido Anual: 144 milhões (previsão 2011). situado na região sul do Estado com altitudes máximas de 500 metros. basicamente. possuindo uma topografia acidentada. correlacionáveis ao Pré-Cambriano e ao Eopaleozóico. por quatro grandes unidades geofisiográficas.  Depressão Periférica.

Subgrupo Itararé O Itararé encontra-se em ocorrências localizadas. 3. situada na porção leste do Estado. há mudanças bruscas na associação litológica. médio a grosseiro. de aspecto porcelânico. por sua vez. mal selecionado. As camadas de carvão situam-se na Formação Rio Bonito. dentro da Bacia Intracratônica do Paraná. na região sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul. sedimentos do Terciário Superior que. Grupo Guatá. Planície Costeira (Planície Litorânea). apresentando intercalações de ritmitos delineados pela fina alternância de leitos de siltito cinza escuro e arenito branco muito fino. um acamadamento gradacional granodecrescente. siltitos e margas.2. Supergrupo Tubarão e encontram-se inter-relacionadas com diferentes tipos de rochas como orto e paraconglomerados. contudo. localmente carbonático. rochas sedimentares Eo Paleozóicas e rochas vulcânicas de caráter ácido a intermediário. bem selecionado. compacto. fino. constituída por sedimentos pouco consolidados de idade quaternária.1 Grupo Tubarão. Faixa Gondwânica.1 Litologias Gondwânicas 3. Ocasionalmente apresenta .1. um arenito lítico. quartzito. que capeiam em fossas tectônicas soterradas. gnaisse. preenchendo paleodepressões com variações sensíveis na espessura. Mesmo em área pouco extensa. argilitos. arenitos quartzosos. Ocorre. homogêneo.2. Está representado essencialmente por um para conglomerado. Sua distribuição é caótica sugerindo. A matriz é arenito feldspático imaturo. A jazida de Candiota está localizada na Depressão Periférica. assentam sobre o Embasamento Cristalino. A fração grosseira tem dimensões de grânulos a matacões de rochas do clã granito. localmente com estruturação do arcabouço intacta.2 Geologia Local A Jazida de Candiota insere-se numa área constituída por litologias gondwânicas dos Grupos Tubarão e Passa dois e pós gondwânicas aluvionares do quaternário e holoceno. 3. descontínuas. também. por vezes com cimento carbonático.

As camadas de carvão que ocorrem neste sistema deposicional formam o conjunto inferior de camadas em relação à Camada Candiota. Subgrupo Guatá FORMAÇÃO RIO BONITO Em termos econômicos é a unidade mais importante por se tratar da formação que contém as camadas de carvão. constituído principalmente pelas camadas . em sua parte mais inferior. Fácies intermediária: Constituída em sua porção basal por sedimentos sílticos e paludais que. por processos subaquosos. O contato Basal dá-se com rochas Eo Paleozóicas e com metamorfitos da Associação Metamórfica Porongos. por arenitos quartzozos interestratificados com leitos e camadas de conglomerados (orto e para).1.2. As camadas de carvão presentes neste sistema deposicional são a Camada Candiota. Estas litologias resultaram da constituição de sistemas deposicionais estabelecidos sobre uma baixa . subdividida em Banco Superior e Banco Inferior e o Conjunto Superior de Camadas. situando-se este na porção inferior deste intervalo. gerados em ambiente fluvial-deltáico e planície costeira. podem apresentar intercalação de arenito. barras de canal em pontal. 3 e Banco Louco. caracterizado pela associação de fácies representativas de leques terrígenos-rios anastomosados. em parte carbonosos. A Formação Rio Bonito é dividida em três intervalos faciológicos: Fácies inferior: Constituída em sua porção basal. mais ocasionalmente. estes pertencentes a faixa meandrante de rios estabelecidos em planície fluvial ampla e bem definida. 4. As litofácies encontradas caracterizam-se pelo predomínio de sedimentos terrígenos clásticos. Estas litologias resultaram da evolução de um sistema fluvial.de cima para baixo – Camada Superior 5. através de discordância erosiva e/ou angular do tipo desconformidade.laminação convoluta. que podem alcançar espessuras consideráveis nos paleovales não preenchidos pelo Subgrupo Itararé e. 3. Na porção superior e menos espessa ocorrem lamitos e sedimentos paludais. e mais espessa. depósitos residuais de canais fluviais. por intercalações de siltitos. diques marginais e depósitos originados por processos de avulsão e atalho.2 Grupo Tubarão.

Na porção mais inferior deste conjunto o siltito é maciço. em linha de costa progradante. em sua retaguarda. Fácies Superior: É totalmente estéril para carvão e caracteriza-se por um pacote litológico de aparente persistência lateral. Está representada por dois conjuntos estratigráficos de fácil separação: Conjunto Superior: Apresenta aspecto mosqueado e tem como litologia dominante siltitos com intercalações de arenitos finos. FORMAÇÃO PALERMO Apresenta características litológicas monótonas e persistentes em escala regional. homogêneo e com ocorrências locais de arenitos finos a grosseiros ou conglomeráticos. contendo intercalações centimétricas de siltito. extensos lagos rasos estagnantes e as grandes turfeiras a eles associadas (Camada Candiota). espessando-se para SW da mesma forma que as demais unidades paleozóicas. inicialmente. Nas proximidades da base são freqüentes estratos de calcarenitos com matriz argilosa. pela colmatação das turfeiras Candiota por sedimentos pelíticos. Esta associação litológica confere ao pacote rochoso uma estrutura listrada algo irregular. Localmente ocorrem lentes descontínuas de argilitos. quando emersos. Em determinado estágio da evolução desta planície costeira. Sua espessura média é da ordem de 35m. especialmente do tipo de diques de areia e marcas de carga e afundamento. sempre com abundante cimento carbonático. teriam se constituído em verdadeiras cadeias costeiras. Estas intercalações delineiam laminação cruzada de corrente. São muito comuns neste pacote estruturas de corte e preenchimento. estruturas de fluidização.planície fluvial costeira. que balizaram e protegeram da ação do mar. as quais constituíram as mais extensas e espessas camadas de carvão conhecidas no Brasil. a qual estaria caracterizada. construída a partir de restingas evoluídas de cordões litorâneos. parcialmente truncadas por marcas de ondas. Estes cordões. por vezes com cimento carbonático. constituindo-se de arenito fino a muito fino. Localmente esta fácies . houve uma inversão da tendência progradante da linha de costa. Conjunto Inferior: É tipificado por siltitos contendo intercalações de leitos de argilitos e esparsos estratos finos e médios de arenitos.

2. Localmente ocorrem intercalações de argilito preto. na sua porção mais superior. Os aluviões são constituídos por sedimentação detrítica areno-argilosa. Num perfil lateral ao longo da planície . siltitos argilosos e/ou arenosos. Estas associações litológicas delineiam estruturas de laminação plano paralela.3 Grupo Passa Dois FORMAÇÃO IRATI A Formação Irati apresenta as seguintes litofácies. 3. Conjunto Superior: Com cerca de 18m de espessura. subparalela e lenticular. recebendo a denominação de banhados. transportada pelos rios e arroios e depositadas ao longo de suas planícies de inundação.2. de granulometria variando de areia grossa a fina. O contato basal com a Formação Palermo é transicional.2. que paulatinamente gradou para condição de restrição. responsável pela acumulação de calcáreos e folhelhos pirobetuminosos da porção superior.transiciona. A Formação Irati foi depositada em ambiente marinho raso muito pouco ou não influenciado por correntes. da base para o topo: Conjunto Inferior: Com cerca de 20m de espessura. abrangendo folhelhos. Em mostra isolada esta litologia é facilmente confundida com folhelhos negros da Formação Irati. com abundantes minerais micáceos. de cimento carbonático ou silicoso. abrangendo calcilutitos e folhelhos pirobetuminosos. de aspecto maciço ou apresentando intercalações de leitos finos de arenito e/ou argilitos esbranquiçados.1 Quaternário Holoceno Aluvial/Coluvionar A formação das planícies aluviais ocorre ao longo das faixas marginais dos formadores da bacia do Arroio Candiota. localmente estas planícies estendem-se por áreas consideráveis. 3.2 Litologias Pós-Gondwânicas 3.2. mas de salinidade não elevada. para siltito argiloso cinza escuro a preto.1. No aspecto geral compõe-se de sedimentos predominantemente quartzozos.

sendo que. Litologia e Espessuras das Camadas Litologia Destruído Terra Vegetal Argila Vermelha Folhelho Inconstante Arenito Grosseiro Palermo Argilito Palermo Arenito Fino Palermo Camada Carvão S6 Código D T AV Firati RP1 GNP RP2 S6 Espessura Média (m) 0. A seqüência de camad as de carvão é sobreposta por uma camada de sedimentos clásticos mais recentes (arenito com granulometria fina a média).3. 3. A seqüência estratigráfica que inclui as camadas de carvão e os horizontes de material estéril que são atualmente lavrados na mina de Candiota é apresentada na Tabela 3. enquanto que somente as camadas S3. 1. A camada denominada Banco Louco (BL) ocorre como uma camada de espessura bem variável. A contribuição de matéria orgânica varia localmente. de 50 a 70 m de largura e 10 a 15 m de profundidade. A espessura das camadas individuais varia localmente dentro da área do depósito.6 1.5 2.0 12. separando o recurso nas áreas leste e oeste.3.1. Localmente. Na escala regional um grande canal fluvial é responsável pela erosão de todas as camadas da seqüência de interesse na parte central do depósito.6 12.5 . Estes são responsáveis pela erosão localizada das camadas superiores. Tabela 3.9 3. podem ser observados nas paredes da cava. predominam sedimentos sílticoargilosos. Banco Superior (BS) e Banco Inferior (BI) possuem espessuras que regularmente excedem 1. Paleocanais de pequena escala. as drenagens foram responsáveis pela erosão que afeta a seqüência estratigráfica.aluvial há a diminuição gradativa da granulometria.3 Geologia da Mina Na escala do depósito a seqüência estratigráfica inclui arenitos. ao afastar-se do canal.0 m.3 31. siltitos e argilitos com camadas de carvão intercaladas que apresentam um alto teor de cinzas.1 5.

6 0.Folhelho Argiloso Carbonos Carvão Camada S5 Argilito Carvão Camada S4 Folhelho entre S4 e S3 Carvão Camada S3 Argilito Carbonoso Arenito Médio Rio Bonito Folhelho Carbonoso Médio Banco Louco Folhelho Acima do Banco Superior Banco Superior Argilito Intermediário Banco Inferior Folhelho Abaixo do Banco Inferior Arenito Fino Abaixo do Banco Inferior FGC S5 GNA S4 FNB S3 GNC RMRB FMC BL FND Bs GNI BI FNE RFE 3.3 3.2 1.2 0.7 2.7 1.6 2.6 1.9 5.8 1.2 0.1 0.4 .0 2.

1 vemos a sequência de lavra representada em cinco níveis e suas respectivas litologias. A lavra no nível 4 representa o rebaixamento do terreno feito pela Dragline BE1260W. A lavra no nível 3 corresponde a retirada do carvão camada S3. .Na figura 3. O nível 2 corresponde a remoção do Arenito Grosseiro e Fino. O nível 1 corresponde a remoção de terra vegetal e argila vermelha.3.1 Níveis de lavra e suas litologia. A lavra no nível 5 corresponde a remoção das camadas de carvão BS e BI.3. Figura 3.

Além de medir separadamente todos estes tempos.5 s . As medições detalhadas podem ser encontradas nas planilhas em anexo deste relatório. Para o cálculo do ciclo da escavadeira. Basculamento Cheio (o tempo que leva desde o fim da Escavação até a concha ficar em posição de Despejo). Despejo (o tempo que a concha leva para descarregar o carvão na caçamba do caminhão) e Basculamento Vazio (o tempo que leva para voltar à posição inicial de escavação).4 DESENVOLVIMENTO 4.1 CICLO DA ESCAVADEIRA A primeira atividade desempenhada foi o cálculo do ciclo de uma escavadeira hidráulica. região da AFUCAN Ciclo: 19. carvão da Camada Candiota. e o seu carregamento era de carvão. A escavadeira escolhida foi a Volvo 700.5 s Espera da escavadeira na troca de caminhões: 120. região da Dragline Ciclo: 19.6 s Ciclo para caminhões de 65 ton: 19. de acordo com a tabela abaixo: Malha IV. As medições foram realizadas tanto na região próxima à Dragline quanto na região da AFUCAN.8 s Espera da escavadeira na troca de caminhões: 360 s Malha IV.9 s Espera da escavadeira na troca de caminhões: 120.8 s Espera da escavadeira na troca de caminhões: 85 s Malha IV. a soma de todos estes nos dá o tempo total do ciclo. região da AFUCAN Ciclo: 17. Aqui serão mostrados somente os valores médios encontrados. O objetivo destas medições é calcular a produção da escavadeira dentro de um intervalo de tempo. as suas atividades foram divididas em Escavação (o tempo que a concha leva para carregar o carvão).8 s Ciclo para caminhões de 35 ton: 19.

manobra. despejo.Ciclo.4 km . velocidade média com a caçamba vazia. mesmo que na teoria o tempo de ciclo não compreenda esta etapa) veremos que a diferença entre o ciclo de um caminhão 35 ton e 65 ton é enorme. diluindo o tempo de espera: 26. logo. Os dados foram coletados para os caminhões de 35 ton e 65 ton separadamente. os valores de despejo. Isto se deve ao fato de o número de passes em um caminhão 65 ton ser muito superior ao de um 35 ton. desconsiderando fatores como consumo de diesel. tempo de espera na fila. tempo de ida do caminhão carregado até a boca do britador.2 CICLO DOS CAMINHÕES Além da medição do ciclo da escavadeira. na nossa opinião. diluindo o tempo da espera: 35.9 s Ciclo para caminhões de 65 ton. 4.9 s Sobre os dados obtidos. Entretanto. Isto nos faz ver que. mesmo tendo a sua caçamba com alturas distintas. tempo de volta do caminhão vazio até o carvão. não há praticamente diferença entre os caminhões de 35 ton e 65 ton. mas não estavam previstos no estágio) o caminhão de 65 ton é muito mais produtivo que um caminhão de 35 ton. também deve ser considerado para o cálculo do tempo de ciclo. e diluirmos este no tempo de passe (este tempo de espera tem que ser considerado para cálculos de produtividade. Entretanto. É importante ressaltar que estes dados foram coletados no carvão da área da AFUCAN. logo a diluição do tempo de espera fica bem menor. manobra. preço do caminhão e preço de reposição de peças (fatores estes que também devem ser considerados. podemos analisar que no valor do ciclo de uma escavadeira. também foi medido o ciclo dos caminhões de 35 ton e 65 ton. com o objetivo de diminuir o efeito de algum valor muito diferente da média. se considerarmos o tempo de espera. velocidade média com a caçamba cheia. Os dados médios obtidos estão mostrados abaixo: Distância entre a região da AFUCAN e o britador: 3. espera e manobra foram considerados iguais para os dois caminhões. diluindo o tempo de espera: 47.2 s Ciclo para caminhões de 35 ton. As etapas foram divididas em: número de passes. tempo de carregamento.

1 Caminhão 35 ton Número de passes: 5 passes Carregamento: 01 min 34 s Ida Cheio: 07 min 31 s Velocidade Cheio: 27.2.9 km/h Espera: 8 min 49 s Manobra: 55 s TEMPO TOTAL: 27 min 29 s 4.4.2 Caminhão 65 ton Número de passes: 11 passes Carregamento: 3 min 29 s Ida Cheio: 7 min 54 s Velocidade Cheio: 25.8 km/h Manobra: 49 s Despejo: 47 s Volta Vazio: 6 min 39 s Velocidade Vazio: 30. . fica visível que os caminhões de 65 ton tem uma produção muito maior que os caminhões de 35 ton.2 km/h Manobra: 49 s Despejo: 47 s Volta Vazio: 5 min 57 s Velocidade Vazio: 34.7 km/h Espera: 8 min 49 s Manobra: 55 s TEMPO TOTAL: 28 min 13 s Analisando somente estes dados.2. visto que o seu tempo de ciclo médio é praticamente o mesmo. entretanto o volume de carvão que ele pode carregar em um ciclo é muito superior.

como mostrado nos cálculos abaixo: 4. Além do cálculo da produção através da escavadeira.2 s Capacidade da escavadeira: 4.6 m³ Fator de enchimento: 0. se pode calcular a produtividade por hora. foi considerado o tempo de ciclo com o tempo de espera entre a troca de caminhões diluído no seu valor. Os valores mostrados aqui estão também nas planilhas de cálculo. pois no nosso entendimento o tempo de espera considerado desta maneira dá resultados mais próximos aos reais. com base nos dados analisados.9 A produção por hora da escavadeira Volvo 700. Tendo conhecimento que a densidade do carvão é de 1.3 CÁLCULO DA PRODUTIVIDADE A partir dos dados coletados. conforme a equação abaixo: .1 Produção da Escavadeira Volvo 700 Para realizar o cálculo da produção da escavadeira. é de 423 m³/h. e são mostrados arredondados: Ciclo da escavadeira: 35.4. calculamos também a produtividade de cada caminhão individualmente.4 podemos converter a produção por hora para toneladas.3. com os dados de ciclos da escavadeira hidráulica e caminhões.

Ciclo: 47. a carregadeira enchê-lo e ele sair. novamente.4.4. não é de fato o tempo que o caminhão leva para ir ao britador e voltar.3.9 s Este valor encontrado. para que o erro seja menor. Este é o tempo que a escavadeira leva para ele manobrar até a pilha de carvão. foi considerado o tempo de ciclo com a espera diluída. fazendo a conversão para toneladas.2 Produção do Caminhão Scania 35 ton Aqui. ciclo do caminhão. . Novamente. usamos a densidade do carvão como 1.

eficiência operacional. vale ressaltar que os cálculos de produção por hora dos caminhões não é o que eles de fato produzem por hora.9 s Após encontrar a produção por 3 maneiras diferentes. Outro fato a ser ressaltado também é de que estes cálculos de produção não estão levando em conta fatores.4. etc. em função de nós não sabermos os valores. como horas efetivamente trabalhadas.3 Produção do Caminhão Perlini 65 ton Ciclo. . e sim o que a escavadeira consegue colocar na sua caçamba.3. com tempo de espera diluído: 26.

7 s Tamponamento: 21. emulsão. Ligação das linhas ficou como o tempo que se leva para realizar as amarrações de cordel detonante entre os furos e colocar os retardos entre as linhas de detonação. Emulsão ficou como o tempo que leva para preencher o furo com a emulsão.4 CICLO DA DETONAÇÃO O ciclo da detonação foi calculado com o objetivo de se calcular o tempo médio gasto para se realizar um desmonte. para realizar o desmonte em carvão é de 62. O ciclo da detonação ficou dividido em escorva. O tempo de escorva ficou como o tempo entre furar a banana de explosivo.6 s Emulsão: 14. tamponamento e ligação das linhas. inserir o cordel. Tamponamento é o tempo que se leva para preencher a boca do furo com tampão.4. Neste caso. amarrar ele e colocar o explosivo no fundo do furo. por furo.8 s Através destes dados obtidos. novamente as atividades referente ao desmonte foram separadas e medidas separadamente. Para a tomada de tempo. Os tempos médios estão mostrados abaixo: Escorva: 18.9 segundos.8 s Ligação das Linhas: 7. podemos somar as etapas individualmente para se obter um tempo médio gasto por furo. . Vale ressaltar que os tempos de deslocamento entre um furo e outro está inserido dentro dos tempos médios de cada operação. foram tomadas medidas somente para o desmonte de carvão. O tempo médio gasto.

foi somente considerado o tempo médio de carregamento e o tempo médio de viagem. As cinzas saem da usina de Candiota e caminhões de uma empresa terceirizada o levam até uma área específica. Os valores estão mostrados detalhadamente na planilha. que é o ciclo do caminhão.5 CICLO DOS CAMINHÕES DA CINZA Outra atividade prevista foi o cálculo do ciclo de um caminhão de carregamento de cinzas.4. Neste caso. Dados abaixo: Tempo médio de carregamento: 7 min 54 s Tempo médio de viagem: 48 min .

. a fim de fundamentar o conhecimento teórico visto na graduação no âmbito da mineração de carvão.5 CONCLUSÃO O estágio realizado na Companhia Riograndense de Mineração foi extremamente importante por possibilitar ao aluno um real contato com o meio profissional.

L. 2161 p. Ed.). 1992. SME.. 2nd . .6 REFERÊNCIAS SME Minin g Engineering Handbook . USA. H. Hartman (Ed. Littleton.

ANEXOS .

7 3 2.2 4.3 5.2 4.4 5.2 24.9 3 4.2 2.1 3.8 5.7 2.2 4.3 2.7 2.6 6.3 5.2 5.5 3.6 5.3 5.9 4.1 17.1 3.1 6 7.1 5.2 4.8 19.1 5.Anexo 1 Ciclo da Escavadeira Hidraulica Modelo: Data: Local: Caminhão: Operador: Unidade: Nº Ciclo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 Média Mínimo Volvo 700 25/07/2012 Malha IV .2 4.5 4 4.4 5.8 5.1 4.7 3.9 6.5 2.4 18.2 22 19.9 2.1 5.4 5.1 4.4 5.8 3.3 5.7 5 6 5.4 20 19.1 6.3 5.7 4.5 5.9 6.3 4.2 7.4 17.8 2.1 3.8 5.8 6.2 5.9 19.8 5.3 5.9 6.1 5.8 16 .4 7.Próximo à Dragline 35 e 65 tons Fagundes segundos Escavação 5.7 2.5 4.9 5 5.3 4.7 5.3 4.3 22 22.6 5.7 Despejo 6.7 6.7 3.5 5.9 2.8 5.3 7.1 4.2 22 20.9 2.4 18.6 2.6 4.1 6 5.5 2.2 5.4 5.3 Basculamento Cheio 5.9 7.5 2.3 20 17.7 4.3 4.1 20 20.7 5.8 6.5 4.2 5.6 6.3 21 20.5 5.1 2.4 4 2.6 6.8 3.1 6.2 4.2 5 5.2 5.3 19.8 5.9 4.3 3.3 4.2 4.2 5.8 Tempo Total 23.2 7.1 Basculamento Vazio 5.3 6 5.1 5.8 5 5.2 18.4 4.7 16.6 5.2 17.4 5.2 23.Carvão da Camada Candiota .7 18.4 5.4 5.1 5.5 4.8 19.8 22 16 17.7 4.8 5.8 19.4 5.8 4.4 4.2 8.

Máximo 6.1 6.7 7.5 24.3 Tempo 1 50 Média Mínimo Máximo Tempos de Espera da Escavadeira na Troca de Caminhões Tempo 2 Tempo 3 Tempo 4 Tempo 5 54 87 150 92 85 50 150 Tempo 6 77 .2 8.

5 3.5 5.5 8 6.5 6 7.5 6 5 7 6 7.5 2.5 5 5 6.5 3.5 4 4.5 3 3.5 4.5 3.5 3.5 5.5 3.5 4.5 3.5 3.5 5 6 5.5 3 2 2.Região da FUCAM.5 5.5 2.5 3.5 6 6.5 3.5 2.5 2. matacos do início da bancada 35 e 65 ton segundos Escavação 6 5.5 6.5 5.5 5 5 5 6 6 5.5 15 17 16 19 19 17 17.5 4 2.5 5.5 18 18 18 21 19 16 18 17 18 19 17.7 Despejo 2 2.5 2.5 18.5 2.5 4 4 3.5 6 6.9 Basculamento Cheio 6 7.5 4.5 2.5 16.5 17.5 2 3 2.5 2.5 5 5.5 3.5 3 3 3.Anexo 2 Ciclo da Escavadeira Hidraulica Modelo: Data: Local: Caminhão: Operador: Unidade: Nº Ciclo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 Média Volvo 700 26/07/2012 Malha IV .5 4.5 3.5 7 6 4 4.5 5 5 6 6 7.5 17 18 17.5 5 6 6 4.5 Tempo Total 17 19 18 19 17.5 5.5 17 17.5 19.5 6 6.5 3.5 2 2.5 3.5 6.8 .5 7 5.5 2.5 2 3 2.5 3 3.5 3 3 3.5 4 2.7 Basculamento Vazio 3 3.5 2.5 6 6 7 5.5 3 2.5 3 3 3 3.5 4 3.5 4.5 4.5 5.5 3.5 18 18.5 6 5.5 5.

Mínimo Máximo 4.5 8 4 7.5 2 4 2.5 4.5 15 21 Tempo 1 80 Tempo 7 320 Média Mínimo Máximo Tempos de Espera da Escavadeira na Troca de Caminhões Tempo 2 Tempo 3 Tempo 4 Tempo 5 40 67 420 57 Tempo 6 44 360 40 420 .

2 Ciclo do caminhão: 295.9 s Ciclos por hora: 12.6 m³ Fator de enchimento: 0.Anexo 3 Cálculo da Produtividade Escavadeira Volvo 700 Tempo médio de ciclo: 35.4 m³ Número de passes: 11.8 m³/h .2 s Ciclos por hora: 102 ciclos/h Capacidade da escavadeira: 4.5 Produção por hora: 313 m³/h Caminhao Perlini 65 t Volume carregado: 46.2 Produção por hora: 564.9 Produção por hora: 423 m³/h Caminhão Scania 35 t Volume carregado: 25 m³ Número de passes: 6.0 Ciclo do caminhão: 287.4 s Ciclos por hora: 12.

Anexo 4 Ciclo do Caminhões de Cinza Empresa: Data: Turno: Local: Destino: Transbalta 02/09/2012 Tarde CGTE .Fase C Acesso 2 RESULTADOS Tempo médio de carregamento 00:06:46 Tempo médio de viagem 01:03:00 DADOS OBTIDOS Número do Caminhão 43 48 39 46 27 Tempo de Carregamento 00:06:49 00:06:34 00:06:46 00:06:44 00:06:56 Horário de Saída 14:30:00 14:37:00 14:45:00 15:10:00 15:21:00 Horário de Retorno 15:35:00 15:42:00 15:47:00 16:10:00 16:24:00 Tempo de Ciclo 01:05:00 01:05:00 01:02:00 01:00:00 01:03:00 .

Anexo 5 Ciclo dos Caminhões .

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