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estudo diaconal

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04/26/2015

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Vivendo Além de Mim Mesmo

Projeto VAMM
Série de Estudo para Diaconato que levará você na busca da excelência no Servir, pensando e visando o Reino de Deus, além de mim mesmo, de minha própria vontade , desejos e Pensamentos

Relembrando O que é ser:

DIÁCONO

“CÓDIGO DE ÉTICA DO DIÁCONO”
COMPROMETO-ME 1. DIANTE DE DEUS, DE CRISTO E DO ESPÍRITO SANTO Honrar e adorar juntamente com a minha família, meus talentos e meus bens, os nomes do Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, como Criador, Salvador e Intercessor de minha vida, de tudo que sou e de tudo que tenho. 2. DIANTE DA IGREJA Servir com integridade e zelo à minha Igreja, consagrando-lhe meus dons e talentos na ajuda à sua obra de erradicação do pecado e santificação do homem mediante a pregação do evangelho e a ministração do ensino bíblico. 3. DIANTE DO PASTOR, DA LIDERANÇA DA IGREJA Ser fiel ao meu pastor zelando por seu ministério na igreja, ajudando-o e à sua liderança na administração do rebanho de Deus que somos, considerado, com ele, acertos e fracassos do passado e planos e programas em marcha, de forma que nossa igreja seja encontrada “gloriosa, sem mácula, nem ruga, mas santa e irrepreensível”. 4. DIANTE DA FAMÍLIA, DO LAR, DO CÔNJUGE, DOS FILHOS Buscar na construção de minha família a preservação dos valores bíblicos para ela instituídos, dignificando meu cônjuge e filhos, pais e demais parente, por uma vida de amor, solidariedade e comunhão que nos leve todos a construir assim, uma família de Deus na terra. 5. DIANTE DA PÁTRIA, DO TRABALHO, DO PATRÃO, DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL Honrar e respeitar a minha pátria, suas leis e símbolos, a relação estabelecida de emprego e o melhor exercício profissional de minha competência, sendo leal a meu patrão ou empregados, a meus colegas ou subordinados, zelando para que reconheçam o “meu bom procedimento em Cristo”. 6. DIANTE DOS AMIGOS, DA VIZINHANÇA, DOS COLEGAS Zelar pelo cultivo da boa amizade, na vizinhança, no trabalho, na escolha e no lazer, honrando e dignificando os meus amigos e vizinhos com uma vida irrepreensível diante deles, de serviço ao bem estar comum e de fraterna compreensão para cultivo da boa convivência e do melhor testemunho cristão. 7. DIANTE DO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE DO SERVIÇO E NO AUXÍLIO Manter um espírito solidário e participativo sempre, de forma que ao primeiro indício de carência e necessidade do meu próximo, seja na igreja, na comunidade, na escola ou no trabalho, eu seja despertado para o melhor serviço, auxílio e apóio em amor. 8. DIANTE DA NECESSIDADE DE SANTIDADE E DE CONHECIMENTO BÍBLICO Cultivar uma vida de santidade e pureza em meio ao mundo, tendo momentos de comunhão e sós com Deus, de buscar pela santidade em meu viver, de crescimento no conhecimento da Bíblia e de sua aplicação aos meus dias, buscando ser uma bênção para os que comigo convivem. 9. DIANTE DE EXIGÊNCIA DE MORDOMINA E DEDICAÇÃO AO TRABALHO NA IGREJA Santificar em meu viver o uso dos bens e recursos, materiais e pessoais, recebidos pela graça de Deus, aplicando-os com zelo e discernimento na construção de minha vida familiar e com amor e dedicação à causa de Deus em minha Igreja, minha cidade, meus pais. 10. DIANTE DA RESPONSABILIDADE DIACONAL Honrar e dignificar o exercício de minha função diaconal, zelando por minha integridade como servo do Senhor, por minha dedicação ao trabalho eclesiástico, por meu espírito de lealdade ao pastor à igreja e a sua liderança, por minha fidelidade a Jesus Cristo e seus ensinos.

COMO CONSAGRAR DIÁCONOS QUANTIDADE A igreja definirá a quantidade de diáconos que precisa para o bom desempenho das atividades a eles inerentes. Um dos critérios é estabelecer uma proporção de famílias por diácono em torno de 10 a 15 famílias. Um Grupo de Trabalho (que pode ser o próprio Ministério Diaconal caso exista) poderá estudar a quantidade e sugerir a igreja. CANDIDATOS Estabelecida a quantidade de vagas, a igreja deve fazer uma seleção de candidatos sempre superior (o dobro, no mínimo) ao número de vagas estipulado pela igreja. SELEÇÃO Indicação O plenário da igreja, após orientação do pastor baseado em I Tm. 3, indica todos os nomes que desejar e são, a seguir, submetidos a votos, onde serão eleitos os mais votados; Critérios a) Consideram-se eleitos os candidatos na ordem da votação obtida, preenchendo-se as vagas determinadas pela igreja, seguindo-se o treinamento até a data do exame; b) Os eleitos passam para um período probatório e de treinamento. Mandato Indeterminado – O mandato não tem tempo definido, conforme entendemos a posição bíblica. Cumprirá seu mandato enquanto bem servir, a critério da igreja, ou até que o próprio solicite seu desligamento. Cronograma até o dia da consagração × Seis meses antes do concílio, iniciar curso sobre diaconato para os eleitos em Assembléia; × Um mês antes – acertar a preparação do templo para a consagração; comprar as Bíblias que serão oferecidas a cada eleito, bem como o certificado que será oferecido a cada novo diácono. DIA DA CONSAGRAÇÃO O culto de consagração deve ser uma cerimônia significativa para a pessoa, para sua família e para a igreja. Por meio da consagração, a igreja diz àqueles diáconos que selecionou: Nós temos confiança em suas qualidades espirituais e na sua devoção a Deus e à sua igreja. A cerimônia de imposição das mãos tem origem antiga. No Antigo Testamento essa prática é mencionada em conexão com os levitas. Os filhos de Israel puseram suas mãos sobre os levitas (Nm 8.10). Essa cerimônia de modo nenhum conferia qualquer poder ou autoridade. Enfatizava, antes, que esses homens estavam dedicados ao serviço de Deus. A prática de consagrar diáconos provavelmente se desenvolveu do ponto de vista tradicional, a partir da eleição dos “sete”, de Atos 6.1-8. Eles são os precursores dos diáconos hoje. As Escrituras parecem indicar que a congregação toda impôs as mãos sobre esses homens. Este momento, de nenhum modo, confere poder ou autoridade mística a um diácono ou ministro.
FONTE: JUERP (ADAPTADO)

SOMOS TODOS DIÁCONOS COMO ESTEVÃO? Atos 8 14-17; 19.1-7 1. INTRODUÇÃO A plenitude do Espírito Santo deixou de ser uma busca, para se tornar num ponto de disputa. Por mais absurdo que possa parecer, o Espírito Santo, que é sempre de unidade, tornouse, então, o centro da divisão. Os pentecostais (pentecostais, neopentecostais, renovados, avivados, carismáticos) acham que o início da vida cristã se dá sempre em dois estágios. O primeiro é o da conversão, simbolizada pelo batismo na água. Este momento deve ser sempre seguido, algum tempo depois, pelo batismo no Espírito Santo. 2. O ESPÍRITO SANTO NO LIVRO DE ATOS O livro de Atos dos Apóstolos é sempre empregado como prova da existência destes obrigatórios estágios. O Espírito Santo ocupa um lugar de destaque neste livro. Como muito claramente o salienta Lucas, é por de estar cheio do Espírito Santo que Pedro anuncia com coragem a Palavra de Deus. É por estar pleno dEle que Estêvão dá o testemunho que lhe custa a vida. É por estar possuído por Ele que Paulo é capacitado para alcançar o mundo. Nenhum outro livro da Bíblia menciona tantas vezes o Espírito Santo: 56. Um deles sintetiza bem o Seu poder: Tendo eles [os cristãos] orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus (Atos 4.31). Diante da informação, desponta-nos uma incômoda pergunta, sob várias formas: Temos orado de modo a fazer tremer o lugar onde estamos? Temos anunciado com intrepidez a Palavra de Deus? Temos estado plenos do Espírito Santo? Das 56 referências ao Espírito, se retirarmos aquelas que se refere ao ministério de Jesus e ao comportamento de um incrédulo (Simão, o Mágico, que quis "comprar" o poder do Espírito Santo para si), ficamos com 50. Destas, a maioria (27) se refere à capacitação e orientação para a vida cristã normal; 9 destacam o papel do Espírito Santo na unção para a pregação e 9 estão relacionadas à experiência da conversão, simbolizada com o batismo na água, inclusive a experiência de Cornélio, que não era cristão, embora fosse temente a Deus. As demais (5) se referem a três situações distintas. A primeira é a de Atos 2 (especialmente verso 4: Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem), quando o Espírito Santo "inaugura" seu ministério, capacitando os presentes para um novo momento na história do Cristianismo. Trata-se de um momento único e irrepetível e nunca repetido integralmente. A segunda está registrada em Atos 8.14-17 e a terceira se encontra em Atos 19.17, as quais precisam ser lidas e analisadas. 3. O DOM DO ESPÍRITO PARA MANUTENÇÃO DA UNIDADE ATOS 8 :14-17 14 Ouvindo os apóstolos, que estavam em Jerusalém, que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhe Pedro e João; 15 os quais, descendo para lá, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo; 16 porquanto não havia ainda descido sobre nenhum deles, mas somente haviam sido batizados em o nome do Senhor Jesus. 17 Então, lhes impunham as mãos, e recebiam estes o Espírito Santo. O caso dos cristãos de Samaria (registrado em Atos 8.14-17) é bastante específico. A visita apostólica de Pedro e João não tinha uma finalidade fiscalizadora. Antes, visava a integração. Todos nos lembramos que judeus e samaritanos eram inimigos. Para o cristianismo, que não faz acepção de pessoas, todos são um em Cristo. Os samaritanos tinham sido alcançados pelo Espírito Santo por intermédio de Filipe. Pedro e João vão até ao encontro dessa nova comunidade para dizer: "Somos todos iguais. Nós recebemos o Espírito Santo, no Pentecoste. Vocês não estavam lá, porque ainda não tinha encontrado Jesus como Salvador. Agora, encontraram. Recebam como nós, o Espírito Santo". Por sua história, a tendência natural daquela igreja, a primeira a se formar fora de

3. O DOM DO ESPÍRITO PARA MANUTENÇÃO DA UNIDADE ATOS 8 :14-17 14 Ouvindo os apóstolos, que estavam em Jerusalém, que Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhe Pedro e João; 15 os quais, descendo para lá, oraram por eles para que recebessem o Espírito Santo; 16 porquanto não havia ainda descido sobre nenhum deles, mas somente haviam sido batizados em o nome do Senhor Jesus. 17 Então, lhes impunham as mãos, e recebiam estes o Espírito Santo. O caso dos cristãos de Samaria (registrado em Atos 8.14-17) é bastante específico. A visita apostólica de Pedro e João não tinha uma finalidade fiscalizadora. Antes, visava a integração. Todos nos lembramos que judeus e samaritanos eram inimigos. Para o cristianismo, que não faz acepção de pessoas, todos são um em Cristo. Os samaritanos tinham sido alcançados pelo Espírito Santo por intermédio de Filipe. Pedro e João vão até ao encontro dessa nova comunidade para dizer: "Somos todos iguais. Nós recebemos o Espírito Santo, no Pentecoste. Vocês não estavam lá, porque ainda não tinha encontrado Jesus como Salvador. Agora, encontraram. Recebam como nós, o Espírito Santo". Por sua história, a tendência natural daquela igreja, a primeira a se formar fora de Jerusalém, era se constituir à parte dos apóstolos. Com a visita de Pedro e João, no entanto, o Espírito Santo confirmou a pregação de Filipe. A unidade da igreja estava garantida. Não há, portanto, nada de normativo nesta experiência samaritana. O que aconteceu com eles não precisa acontecer conosco. Há um só Corpo de Cristo porque há um só Espírito Santo. Recebemos o Espírito Santo quando nos convertemos. A experiência samaritana também nos ensina que sem o Espírito Santo, nossa vida cristã é incompleta. Nossa doutrina também o é. 4. UM CONVITE Voltemos às perguntas iniciais: Temos orado de modo a fazer tremer o lugar onde estamos? Temos anunciado com intrepidez a Palavra de Deus? Temos estado plenos do Espírito Santo? Estas são perguntas que cada um precisa responder. 5.1. Estas perguntas ficam mais claras na seguintes: O Espírito Santo dos Atos dos Apóstolos é o mesmo dos nossos atos? Em outras palavras: Podemos fazer o que os apóstolos fizeram? Podemos hoje fazer sinais e prodígios? Em linhas gerais, podemos dizer que só há um Espírito Santo, de Pedro e Paulo, a cada um de nós, passando por John Smith, John Milton, John Bunyan, William Carey, Martin Niemoller, Martin Luther King, Francisco e João Soren, Philogomiro Lannes, Rubens Lopes, Luciano Lopes, Almir dos Santos Gonçalves, Derly Franco de Azevedo e Billy Graham. Quem tem o Espírito Santo como diretor de suas vidas pode fazer o que estes fizeram. Eles não fizeram apenas sinais e prodígios, embora os sinais e prodígios estejam relatados. Paulo, por exemplo, foi um gigante não pelos milagres (poucos) que fez, mas pela pregação que "infestou" seu mundo e por suas cartas que até hoje nos ensinam e inspiram.

Devemos estar disponíveis para que o Espírito Santo realize sinais e prodígios por nosso intermédio, mas tomando o cuidado para não ficarmos saudosos de um cristianismo predominantemente de sinais e prodígios, como se Deus tivesse que produzi-los para nos provar algo. A igreja precisa de milagres, especialmente de curas físicas, mas ela precisa principalmente de cristãos cheios do Espírito na vida do dia a dia. Devemos colocar a razão no seu devido lugar, para que o Espírito Santo nos fale. Temos entronizado a razão, deixando pouco espaço para a emoção e para a fé. Precisamos estar prontos para o toque do Espírito Santo, que pode nos falar em meio às lágrimas, embora nos fale também por meio da inteligência que nos deu Devemos ter a coragem de querer viver pelo Espírito Santo, rogando e permitindo que Ele nos conduza, sem medo de sermos levados para onde não queremos ou sermos instruídos a agir de um modo contrário às nossas vontades. Não devemos ter medo de buscar o poder do Espírito Santo. Convidemos o Espírito Santo a encher as nossas vidas, sem medo daqueles que pregam uma segunda bênção ou um batismo especial do Espírito Santo. Seu poder não está numa segunda experiência. Seu poder está naquelas vidas que se deixam encher, sem medo do seu mover, que pode vir lentamente ou de repente. Se Ele é soberano, não podemos controlar Seu sopro.

O QUE É PROJETO VAMM?

SERVIR

QUAL O MOTIVO DE SUA EXISTÊNCIA?
Qual o motivo de sua existência? Essa pergunta não quer e não vai calar. A humanidade inteira faz essa mesma pergunta uma vez ou outra, mesmo que nunca verbalize, ela está lá, no mais recôndito de nossos pensamentos. Se você perguntar a um cristão qual é o motivo de sua existência, as respostas mais comuns são as seguintes: glorificar a Deus com minha vida; conhecer a Deus cada vez mais e obedecê-lo; permanecer em Sua vontade, e outras respostas parecidas. Mas existem também aqueles que não sabem o que responder, outros que não quer responder uma pergunta tão profunda e outros ainda que queiram obter esta resposta desesperadamente, pois estão emaranhados nos mais diversos conflitos interiores. Este não é um questionamento que mereça uma resposta superficial. Se existem pistas para descobrir esta resposta em sua essência, está na Bíblia. Sempre a Bíblia. Que presente de Deus fantástico para resolver os mais diversos dilemas! O texto de “Qual o motivo de sua existência?” está em Marcos 12.30,31: "Amarás, pois, ao Senhor te Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses." Que fácil é afirmar que esse, sem dúvida, é o principal motivo de nossa existência. Que resposta completa. Que óbvio! Mas, amamos a Deus assim? Com toda essa profundidade? Como obedecer ao maior mandamento que Ele nos deixou? Amamos ao próximo dessa forma? Francamente parece não ser possível. Não vivenciamos esse amor na prática com tal intensidade. Não podemos nos enganar. E por ser o maior, o principal mandamento, não pode ser tratado superficialmente. É preciso mergulhar nele e tentar decifrar a sua essência. Só viverei esse mandamento na prática se compreendê-lo na essência. E, para compreendermos essa essência, para descobrirmos se é possível amar assim, precisamos antes compreender, também em sua essência, o maior presente de Deus para a humanidade: a graça. E vamos analisá-la em dois aspectos: a graça horizontal - de Deus para os seres humanos e a graça vertical - de um ser humano para outro. A Graça Vertical "Amarás o Senhor teu Deus com todo o seu coração..." implica em um relacionamento firme e íntimo com Ele. Eu jamais amarei a Deus com tal intensidade se não vivenciar uma relação íntima com Ele. E eu jamais amarei a Deus com tal intensidade se não receber e vivenciar a graça incondicional de Deus. A graça e somente a graça é e sempre será a base do nosso relacionamento com Deus. A causa básica de alguns problemas existenciais, emocionais e espirituais que perturbam e atormentam os cristãos é não conseguirem receber e vivenciar a graça incondicional de Deus, e a conseqüente incapacidade de oferecer essa graça aos outros. Perdemos a perfeição! E em nosso íntimo não aceitamos isso: No Éden tudo era perfeito. Absolutamente tudo. Com a queda, toda a perfeição se perdeu. Perdemos a perfeição da natureza; a perfeição física; a perfeição mental; a perfeição emocional; a perfeição relacional e perdemos a perfeição espiritual. Foram perdas terríveis de encarar. Há retorno? Não. O homem foi expulso do Éden. Perdemos não apenas o perfeito, mas também a capacidade de conquistá-lo, realizá-lo ou recuperá-lo. Não há retorno. Mas não perdemos a lembrança do paraíso, nem a necessidade ou desejo dele. Deus deixou em nós o desejo da perfeição. Não há nada de errado com o desejo da perfeição. Erramos quando pensamos que podemos reconquistar a perfeição. O erro está aí. Como está escrito: “Não há justo, nem sequer um. Não há quem entenda; não há quem busque a Deus. Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.” Romanos 3.10-12.

O abismo que existe entre um Deus perfeito e santo e os seres humanos imperfeitos e pecadores é infinitamente maior que o Grand Cannyon. Como poderemos atravessar esse abismo? Como poderemos construir uma ponte? A verdade é que não o podemos. Não há nada que nós seres humanos possamos fazer para preencher os requisitos da perfeita lei de Deus. Absolutamente nada. Existe um grande abismo entre as suas exigências e as nossas realizações, um imenso golfo entre o que é e o que devia ser. "Somos pecadores e separados estamos do amor de Deus" Romanos 3.23. Deus encontrou um modo de transpor o vão: "Graça": Apesar de nossa situação desesperadora, Deus encontrou um modo de transpor o vão, de nos restaurar, levando-nos a um relacionamento com ele próprio, e trazendo a cura para as áreas danificadas da nossa personalidade. "Onde abundou o pecado, superabundou a graça." Romanos 5.20. Qual o plano que aprendemos em nossa doutrina? O que diz esse plano de Deus para resgatar o ser humano? O Plano de Salvação para alcançar o ser humano está bem resumido em Romanos 3.23-24 “... pois todos pecaram e estão separados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente por sua graça, por meio da redenção que há em Cristo Jesus.” Somos declarados justos, limpos... ISSO É FANTÁSTICO! Mas somos justos e limpos? Taí a grande tacada! Honestamente, você já deu algum presente que se compare com a graça de Deus? A descoberta deste tesouro, de misericórdia faz do mais pobre mendigo um príncipe. Perder esta dádiva faz do milionário um paupérrimo. Muitos de vocês já conheciam a idéia. Oro para que a recordação os encoraje. Contudo, para outros, isto é mais que boas novas... é novíssima nova. Por causa da graça, nenhum acusador pode atingi-lo, e nenhum ato condená-lo. Nenhum sacrifício mais precisa ser feito. Tão perfeito foi o pagamento que Jesus usou um termo bancário para proclamar sua salvação. “Está consumado!” João 19.30. Tetelestai era um termo financeiro usado para anunciar a última prestação, o último pagamento. Agora, se a tarefa está completa, alguma coisa mais é requerida de você? Claro que não. Não é o pronunciar da frase “perdoa-nos as nossas dívidas” que nos torna merecedor da graça. Repetimos as palavras para recordar o perdão que possuímos, não para alcançar o perdão que precisamos. "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é Dom de Deus." Efésios 2.8. O conceito mais comum da palavra graça é: "Favor que os homens não merecem, mas Deus livremente lhes concede." Mas, busque as raízes da palavra graça no grego e você vai descobrir um verbo que significa "eu me regozijo, estou feliz." Regozijo e a alegria não são as primeiras imagens que vêm à mente das pessoas quando pensam na igreja. Elas pensam em santarrões. Pensam ser um lugar para se ir quando endireitarem as coisas, não antes. Pensam em moralidade, não em graça. Alguns de nós parecemos tão ansiosos para fugir do inferno que nos esquecemos de celebrar a nossa viagem para o céu. Os cristãos parecem ter religião suficiente apenas para guardá-los de pecar, mas não o suficiente para torná-los felizes. A causa básica de alguns problemas existenciais, emocionais e espirituais que perturbam e atormentam os cristãos é não conseguirem receber e vivenciar a graça incondicional de Deus. Chega de teologia da Graça. Precisamos recebê-la de fato no coração e vivê-la. Temos dificuldade em admitir nossa humanidade decaída: A última coisa que nós, os seres humanos, entregamos a Deus é a admissão da nossa total incapacidade de salvar a nós mesmos. Arranque a máscara e comece a olhar para o seu verdadeiro eu. Pois é o seu verdadeiro eu que Deus ama e por quem Cristo morreu, o seu eu verdadeiro com todos os seus pecados e falhas, que ele sempre conheceu e que jamais deixou de amar.

"Senhor, Senhor... nunca vos conheci" Mateus 7 - Essa frase "nunca vos conheci" não quis dizer: Vocês nunca me conheceram, ou, vocês nunca conheceram o Pai. A nossa principal tarefa é fazer-nos conhecidos de Deus. Boas obras não bastam - "não profetizamos em seu nome?" - qualquer relacionamento com Deus deve ser fundamentado na plena revelação. As máscaras têm de ser tiradas. Temos que ser honestos conosco. NÃO PODEMOS ENCONTRÁ-LO SE NÃO RECONHECERMOS QUE PRECISAMOS DELE. A imperfeição é o pré-requisito da graça. Nossas feridas e defeitos são as próprias fissuras através das quais a graça poderia passar. A LUZ SÓ CONSEGUE PASSAR PELAS RACHADURAS. É nosso destino humano na terra sermos imperfeitos, incompletos, fracos, mortais, e apenas aceitando esse destino podemos receber graça. Não queremos aceitar facilmente este destino. Desde a queda. Por isso demoramos em amadurecer espiritualmente. Síndrome do Desempenho: "Está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, darei de beber gratuitamente da fonte da água da vida." Apocalipse 21.6. Tem muita gente lutando para crer numa graça que parece boa demais para ser verdade. Misturam a lei (desempenho) com a graça (dom). Embora haja graus variáveis de concentração no desempenho, a síndrome em si é uma espécie de doença, um vírus maligno no coração de cada ser humano. Tudo nessa vida, para a maioria, é baseado no desempenho, isto é, naquilo que fazemos. A mentira mortal: tudo depende daquilo que nós fazemos, de quão bem nós desempenhamos, de nossos esforços e de nossas obras. Vírus maligno do orgulho pecaminoso. Isto é o oposto da graça. Não somos salvos pelas boas obras mas para as boas obras. Elas não são a raiz de nossa salvação, mas sim seu fruto. Efésios 2.10. Muito da ira de alguns cristãos acontece porque simplesmente não podem encarar o fato de que este é um mundo decaído, imperfeito e muitas vezes injusto. O que acontece se eu cair? E se eu fracassar de novo? Você vai fracassar. Você vai cair. E daí? Descobrir que com a graça o fracasso não faz diferença alguma, transforma a vida espiritual da pessoa. Assim é possível crescer na graça. Todos nós fomos julgados como fracasso total. Fomos examinados na cruz e falhamos completamente! A graça é nossa se a recebermos. Isso é fé. A base da salvação não é realizar, mas receber; não é desempenho perfeito, mas fé confiante. "... se é pela graça, já não é mais pelas obras; se fosse, a graça já não seria graça." Romanos 11.6. Não são meus muitos pecados, nem meu sentimento de ser mau que impede de encontrar paz com Deus. Mas o meu orgulho, o meu sentimento de ser uma pessoa boa. A percepção do amor incondicional e da graça imerecida de Deus, que nos mantém firmes na tentação; não a culpa e a autocondenação, mas a graça e o senso de auto-estima que a acompanha. Por causa da graça então podemos pecar à vontade? Antes de Jesus estar presente em nossa vida, não tínhamos escolha. Estávamos todos presos sob o gelo. Respirar livremente não era uma opção. A cada momento de cada dia você escolhe a quem deseja servir. Onde a graça entra nessa equação? Muito simples: A GRAÇA TORNA A ESCOLHA POSSÍVEL. A cruz nos concedeu uma escolha. SOMOS LIVRES PARA SEGUIR AS INSTRUÇÕES DE CRISTO VOLUNTARIAMENTE. Justificação produz santificação; e a própria luta da santificação Romanos 7. 14-25 é uma evidência de que já escapamos da condenação. SE NÃO HOUVER CONFIANÇA, SE NÃO HOUVER LIBERDADE, A MATURIDADE NÃO CHEGA. Você pode escolher pecar: Decidir viver no pecado é o mesmo que cair num redemoinho. Como o Filho Pródigo, a pessoa acaba na miséria. E é aí que muitos cristãos encontram-se hoje. Por nos amar demais é que Deus não tolera o pecado. O pior lugar para escolhermos ficar é longe de Deus. E o pecado nos afasta de Deus. Busque o equilíbrio nessa liberdade: "Se pois o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. E conhecereis a verdade e a verdade te libertará." João 8.30-32. Somos livres. Livres de quê? Livres da culpa, da vergonha, livres da escravidão do pecado. Livres pra quê? Livres para amar, para perdoar, livres para aceitar os outros como eles são... AA - Alcóolicos Anônimos -

Um grande exemplo para a Igreja: Os AA funcionam sobre dois princípios: HONESTIDADE RADICAL X DEPENDÊNCIA RADICAL. Há um poder superior para o grupo. E eles precisam depender desse poder superior e dos companheiros. Ali, a graça flui livre. Os membros do AA são nossos mestres em algumas das lições mais importantes de espiritualidade: COMEÇAM COM HONESTIDADE RADICAL E TERMINAM COM DEPENDÊNCIA RADICAL. Eles encontram nessas reuniões graça em abundância. "...Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes." Tiago 4.6. A Graça Horizontal "... vocês receberam de graça, dêem também de graça."Mateus 10.8 "...em todos eles havia abundante graça." Atos 4.33. Por que os piores pecadores iam ao encontro de Jesus, procurando nele um refúgio, cura, descanso para seus corações? Eles não fugiam dele. Eles eram atraídos a ele. Por que a igreja não tem o mesmo poder de atração de Jesus? O que aconteceu se este era o plano? O que o mundo fica sabendo a respeito de Deus ao nos observar como os seguidores de Deus na terra? O mundo pode fazer quase tudo tão bem ou melhor que a igreja. Mas ele não pode oferecer graça. Como é um cristão cheio de graça? É aquele que olha o mundo através de lentes da graça. Como é quando olhamos o mundo através de lentes da graça? Vemos numa prostituta apenas uma menininha pedindo colo, uma pessoa feita à imagem de Deus, não importa o quão desfigurada essa imagem esteja. Assassinos da Graça As pessoas precisam saber que há mais na vida cristã do que carrancas, apontar de dedos e expectativas irreais. Muitos estão machucados e feridos por assassinos da graça que apresentam a escritura de maneira rude, fazendo-os sentirem-se golpeados pela "letra da lei", e confortadas e guiadas pelo Espírito de liberdade. Liberamos graça e somos pacientes na evangelização, mas quando a pessoa aceita a Cristo, muda tudo. Tornamos-nos intolerantes e impacientes com nossos irmãos. Sem dúvida, os primeiros assassinos da graça foram os fariseus. Exemplo da graça de Jesus: A mulher adúltera - Exemplo de um assassino da graça: os fariseus gritando apedrejem-na! Exemplo da graça de Jesus: Filho pródigo - Exemplo de um assassino da graça: O irmão mais velho. Exemplo da graça de Jesus: O bom samaritano - Exemplo de um assassino da graça: os que passaram de lado. Exemplo da graça de Jesus: Na cruz, perdoa-lhes, Pai, eles não sabem o que fazem. Sem nenhum ressentimento, nenhuma amargura. Que graça surpreendente! Que grande perigo é um obreiro cristão que ministra a não-graça: "Eles têm zelo por Deus, porém, não com entendimento." Romanos 10.2. Quantos rotulam os problemas das pessoas como: pecado, rebelião, incredulidade, desobediência, falta de submissão, exaltação do eu, ou coisa semelhante isso apenas aumenta a culpa, a depressão e o desespero já existentes na pessoa ferida.

O que dentro de nós impede que a graça corra livremente? Quando nos comparamos com o outro - o que nos leva a criticar ou competir com eles. Somos únicos, e Deus escolheu nos fazer diferentes um dos outros. Ele ama a variedade. A graça tem prazer na diferença, individualidade, variedade, desacordo. O que libera e promove a graça? Aceitar os outros os deixando à vontade. Romanos 14.1-4. Dar liberdade a outros para dirigirem suas próprias vidas. Romanos 14.5-8. Deixar que aprendam e amadureçam em seu próprio ritmo. Nunca julgarmos ninguém (Romanos 14.912) não conhecemos todos os fatos. Temos pontos cegos. Somos preconceituosos, vemos as pessoas de forma embaçada. Nós próprios somos imperfeitos e inconsistentes. Conclusão: Os que ministram a graça são essenciais nestes dias de legalismo falto de graça e realizações através da força e poder humanos. "Portanto, você, meu filho, fortifique-se na graça que há em Cristo Jesus." II Timóteo 2.1. A graça irá correr livre e te encher de paz, alegria, quando você: 1.- Admitir sua humanidade. 2.- For radical na honestidade e dependência Somente recebendo a graça conseguiremos saber a resposta de “Qual o motivo de nossa existência”, pois conseguiremos amar como Marcos 12.30: “Amarás, pois, ao Senhor te Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças”. Isso é graça vertical. Somente vivenciando a graça na íntegra, recebendo-a de todo nosso coração é que poderemos amar ao próximo como Jesus pede em Marcos 12.31: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Isso é graça horizontal. E como a igreja e o mundo precisam dela! ESSE É O MOTIVO DE NOSSA EXISTÊNCIA!!! ESSA É A FORMA DE ATENDER ESTE MANDAMENTO DE JESUS! GRAÇA! MARAVILHOSA GRAÇA!

IGREJA: UM CORPO QUE PRECISA DE CUIDADOS
Quando o assunto é a igreja e a figura usada é o corpo de Cristo, pode-se falar de diagnósticos e prognósticos para discernir as necessidades básicas do povo de Deus. Como diagnóstico pode se dizer: A igreja de Cristo está crescendo em todo o mundo de forma visível e incontestável. Aqui e acolá, as notícias de que o corpo de Cristo está em pleno desenvolvimento e crescimento são uma realidade. Dados comprovam esse fato, porém, no mundo cientifico, quando se trata de crescimento orgânico, existem dados que demonstram as conseqüências que um processo de desenvolvimento sem acompanhamento acarreta. No campo biológico, pode ser visto que todo crescimento sem um balanceamento orgânico é gerador de deficiências e deformidades irreversíveis. Com a igreja não é diferente, pois ela é organismo vivo antes de ser uma instituição organizada. É um organismo latente, composta de pessoas crescendo em plenitude e graça até a estatura de varão perfeito. Além de ser um organismo vivo, é também uma instituição organizada. Esse fato exige que pessoas estejam gerenciando, administrando toda circunstancia que envolve esse crescimento visível e latente. Se por um lado existem dados que demonstram o crescimento da igreja, outros demonstram que existem muitas igrejas morrendo ou definhando por falta de uma liderança que coordene com êxito as várias situações de enfermidades que acontecem na igreja, como corpo de Cristo. Provocando enfermidades Enfermidades acontecem porque existem pessoas que antecipam, por conta própria, a efetivação de líderes. Pessoas adotam critérios de escolha sem ouvir a voz de Deus ou até mesmo fingindo não ouvir. Dessa forma, acontece o estabelecimento de pessoas que aos olhos de Deus deveriam esperar um pouco mais para assumir tamanha responsabilidade, exemplos: Pessoas imaturas são colocadas em posição que exige certo grau de maturidade. Pessoas que ocupam algum tipo de grau elevado na sociedade são colocadas em lugar que exige extrema humildade. Pessoas que ainda não conseguiram se encontrar são colocadas onde precisam ajudar outros a se encontrarem. Outro fator que provoca a “morte” de uma instituição eclesiástica é o fato de que líderes estão atuando com sobrecarga muito além de suas capacidades, isso pode ocorrer por incapacidade do líder ou pelo fato de que o crescimento natural e explosivo da igreja faz com que pessoas muito bem intencionadas e vocacionadas assumam a posição de líderes para não interromper o processo de crescimento, porém, precisam de acompanhamento para a sua formação, caso contrário, em um determinado momento acontecerá uma “falência múltipla dos órgãos”. Enfim, esse quadro mostra um diagnóstico desfavorável para um crescimento sadio em diversas partes do “corpo de Cristo”. Feridas começam a se espalhar e ferir outras partes do “corpo”. Que o corpo de Cristo, como igreja, está crescendo é inevitável e cresce para a glória de Deus, entretanto é preciso estar muito atento para aquilo que está sendo realizado no que depende da participação humana, pois as portas do inferno não prevalecerão sobre a igreja de Cristo. “Também eu digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt 16:18).

Apesar dessas palavras, de Jesus, existe uma grande parte do corpo que está enferma porque não está sendo cuidada por pessoas que foram devidamente preparadas. Pode até não existir dúvidas de que são pessoas vocacionadas e chamadas por Deus para o privilégio de liderar, mas não é o momento exato para a liberação. Quando essa antecipação acontece, a igreja parece perder força, e imediatamente os líderes que estão em “plena atividade” devem perguntar a Deus e a si mesmos: O que acontece? Falta preparo? Falta treinamento? Falta vergonha? A partir desse diagnóstico, somente um caminho pode ser trilhado, somente um procedimento pode ser favorável e este é: cada parte do “corpo de Cristo” (Igrejas locais e denominacionais) deve adotar um programa efetivo para seleção, treinamento, envio e manutenção de líderes e tornar esse propósito uma prioridade para o sustento do crescimento orgânico e estrutural da igreja, porque do espiritual Deus está cuidando e muito bem. “louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. enquanto isso, acrescentava-lhes o senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos”. (At 2:47) Um remédio providencial O primeiro prognóstico diz respeito a medidas que devem ser de caráter urgente tais como o entendimento da necessidade de treinar e manter líderes de forma sistemática e formal para evitar certo desequilíbrio e desconforto para o crescimento da igreja, e se houver resistência de flexibilizar e optar por um programa de seleção, treinamento e manutenção de líderes, Deus precisará levantar pessoas ou usar de qualquer outra forma para que a igreja não seja envergonhada por conta do relaxo humano. “Maldito aquele que fizer a obra do senhor relaxadamente! Maldito aquele que retém a sua espada do sangue!” (Jr 48:10) Outro prognóstico é: havendo consenso e honestidade na forma de selecionar, formar e manter líderes, com certeza a igreja de Cristo será agente transformador na sociedade, no contexto em que está inserida, e experimentará um crescimento jamais visto na história, pois a criação está gemendo pela redenção e Deus tem pressa em receber os seus na medida que acrescenta dia a dia à sua igreja. O desejo de Deus é que líderes bem formados e treinados possam pastorear um rebanho faminto e sedento por águas límpidas, e aqueles que fazem parte do “corpo de Cristo” precisam ter consciência de que qualquer tipo de líder, secular ou religioso, deve ser muito bem treinado antes de exercer a liderança que a ele está sendo designada. O certo é que muitos prognósticos podem ser estabelecidos a partir de um diagnóstico. Assim um prognóstico favorável é: priorizem programas honestos de seleção, treinamento e manutenção para líderes em atividade na igreja. E um prognóstico desfavorável é: mantenham-se estáticos e inflexíveis quanto ao processo de crescimento da igreja e com certeza as portas do inferno não prevaleceram contra ela somente porque Deus ainda conta com 7000 que não dobraram os joelhos. Caso contrário terá de lançar mão de mulas para orientarem o seu rebanho. O objetivo é: alcançar níveis de formação teórica, prática e espiritual que possibilitem a execução da missão que Deus designou à igreja. Executar a missão da igreja com dignidade, inteligência, discernimento espiritual e destreza por parte daqueles que são levantados para liderar um povo de propriedade exclusiva de Deus é essencial para que o nome de Deus seja glorificado por toda a terra.

O PADRÃO DE PATRÃO
Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a tua vida em resgate por muitos. Marcos 10:45. No Reino de Deus, quem quer ser patrão deve ter o padrão de servo. Jesus se intitula um servo ao dizer que veio para servir. Cristo é Deus, Senhor de toda a criação, contudo, Cristo Jesus é o Deushomem que veio ser um serviçal. Ele é Senhor do serviço. Jesus é o único Senhor dos senhores, mas vive como o Servo dos servos. Tendo descido do céu como o Criador do universo, viveu aqui na terra com uma missão de criado. Era o dono do mundo agindo na simplicidade de um doméstico. Por isso, a maior opulência do senhorio de Cristo é abonar o encargo daquele que é servo. Ser servo de Cristo é ser servo do Servo. Cristo veio para servir e o cristão, servo de Jesus Cristo, só serve se vive para servi-lo. O servo de Cristo se absorve apenas no serviço que agrada a Cristo. Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo. Gálatas 1:10. O serviço cristão está voltado exclusivamente para Cristo. Somos servos de Cristo e nunca serventes dos homens. Quando servimos a um sujeito qualquer, estamos servindo sujeitos a nossa relação com Cristo. Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; Colossenses 3:23-24. Segundo Jesus, quem o serve como servo, o segue como Senhor. O mister do cristão é para Cristo, com a finalidade de honrá-lo. Ele não busca ser reconhecido pelas suas tarefas, mas em reconhecer aquele que veio apenas para servir. A recompensa do servo de Cristo é servi-lo com abnegação. Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará. João 12:26. Aquele que serve a Cristo não pode servir a outro Senhor. Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. Mateus 6:24. Dois senhores ao mesmo tempo, se excluem mutuamente, esfacelando a integridade do servo. É impraticável a dualidade no comando. Não há saúde emocional quando o subalterno encontra-se entre o fogo cruzado de duas vontades dominantes. O servo de Cristo está servindo a Cristo. Todas as vezes que o servo de Cristo se preocupa com a opinião dos homens, sua ocupação perde a importância do legítimo servo do Senhor. Todo serviço do cristão é dedicado ao seu Senhor. Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; Efésios 6:5-6. Nenhum servo de Cristo deve se ocupar com outro serviço que não seja servir a Cristo. A carreira de qualquer filho de Deus está ligada ao objetivo de glorificá-lo acima de tudo e de todos. Por isso, nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou. 2 Timóteo 2:4. A profissão do discípulo de Cristo é ser um servo de Cristo. Nenhuma pessoa que serve a Cristo tem licença para se intrometer em assuntos que servem apenas para promover os interesses humanos. O nosso alvo deve ser o serviço que glorifique ao Senhor e nunca o sucesso pessoal, ou mesmo, um simples progresso da humanidade. O serviço cristão está dividido em duas áreas. Há uma tarefa voltada para a edificação espiritual e uma empreitada assistencial que visa o bem estar das pessoas, mas tudo é feito para a glória de Deus. Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; Atos 6:2-3.

Todos os cristãos servem a Cristo como o Senhor, mas também servem aos homens como servos de Cristo. Alguns são chamados para servir no aperfeiçoamento dos santos, e outros, nas necessidades dos homens. E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, Efésios 4:11-12. Vemos que há dois serviços extraordinários na igreja de Cristo: aquele que está voltado para a edificação do Corpo, a igreja de Cristo, através da proclamação da Palavra e da oração, e aquele que cuida das carências humanas, servindo a mesa. As duas ocupações são essenciais no desenvolvimento da vida cristã, e cada um é chamado por Deus para ser uma bênção em qualquer uma dessas áreas. O cristão é um servo que serve ao Senhor do serviço. O modelo do seu serviço é formatado pelo caráter do seu Senhor, servindo com grande alegria. Veja como Paulo se deleitava nos seus afazeres. Entretanto, mesmo que seja eu oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, alegro-me e, com todos vós, me congratulo. Filipenses 2:17. Uma vida sem contentamento é semelhante a uma candeia sem óleo. A alegria é o melhor combustível para o trabalho. O bom humor lubrifica a máquina da vida, porquanto sem ele, o motor começa a chiar e a roncar. Muita gente que vive reclamando de sua lide, sofre dessa síndrome do desgosto travento. Mas o serviço digno é aquele que é feito com exultação. Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico. Salmos 100:2. Se o júbilo é indispensável para lidar com o batente de cada dia, a humildade é vital para o bom desempenho. Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve. Lucas 22:26-27. Sam Jones disse que, humildade é a aceitação do lugar designado por Deus, seja na frente ou na retaguarda. O servo de Cristo não exige uma posição de destaque, nem se ressente quando é descartado por ordem divina. A marca válida da humildade vai além do vexame, quando o servo, humilhado, aclama o Senhor que permitiu a humilhação. Muitos falam de sua humildade com orgulho, mas nada pode ser mais falso que uma promoção da modéstia. Aquele que propaga ou defende as suas qualidades humildes não passa de um mercenário, tentando vender as quinquilharias como se fossem tesouros. Uma vez que não há vanglória da humildade, também não deve haver cobrança no sentido de que os outros atuem como nós atuamos. Marta exibe sua implicância diante da irmã, quando exige um procedimento de Maria semelhante ao seu. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Lucas 10:40. Esse estilo exigente é a esteira dos traços típicos da presunção. Toda pessoa soberba e atrevida, normalmente não concorda com o jeito desigual dos outros, por isso, costuma fazer crítica, ordenando um amoldamento ao seu modo arrogante de agir. Mas a atitude apropriada do serviço cristão não determina uma obediência coagida. Aliás, não existe tal comportamento no cristianismo. Obediência por obrigação é escravatura. Ninguém pode ser forçado a servir a Cristo. Todos devem viver servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens, Efésios 6:7. O padrão de Cristo para o serviço é voluntário e segundo a capacidade que Deus provê. Não é um trabalho imposto, tampouco sob nossas condições. Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! 1 Pedro 4:11.

Todo serviço cristão tem como intuito principal promover a glória de Deus e abastecer as necessidades do seu povo. O apóstolo Paulo via no serviço a chance de acudir aqueles que careciam de cuidados. Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus. 2 Coríntios 9:12. A vida cristã tem pois esse carimbo muito claro: a glória de Deus acima de tudo e de todos, a edificação dos santos, a pregação do evangelho aos pecadores e o serviço com alegria, humildade, sem cobrança, no poder de Deus, a fim de suprir aqueles que precisam desse serviço . Aquele que deste modo serve a Cristo é agradável a Deus e aprovado pelos homens. Romanos 14:18. Quero chamar a atenção para três ameaças sutis na labuta do discipulado evangélico, às quais todos nós estamos sujeitos. O risco de servir com o propósito de merecer o favor divino. Muitos servem a Deus buscando o merecimento para a sua salvação. O serviço, nesse caso, é um requisito para a aceitação do servente. Deus deve nos abençoar porque nós estamos servindo a ele. O perigo de servir preocupado com a aprovação dos homens. Aqui nos tornamos dependentes daquilo que os outros vão nos dizer. Muita gente perde o foco da missão quando está sujeita à opinião pública. Todo serviço cristão que se angustia com a concordância do observador, acaba se descaracterizando do seu fim, que é servir apenas ao Senhor. A ameaça de usar o serviço como moeda de escravização daqueles que recebem os benefícios. Muito serviço tem sido usado como algema invisível para prender os mais carentes. As pessoas necessitadas se tornam subservientes daqueles que as servem, quando estes se valem de favores para vincular a vítima aos seus interesses. O que presta um serviço qualquer para glória de Deus deve se perceber apenas como um instrumento. O cano escondido na parede é o condutor da água em benefício dos usuários. Apesar de sua importância ele permanece oculto. Aquele que oferece o serviço não tem precisão de se gabar, mas quem o recebe nunca pode deixar de agradecer.

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SERVO

A INSTITUIÇÃO E O VERDADEIRO SENTIDO DO DIACONATO Atos 6.1-60 (1-7); 1 Tm 3.1-16 (8-16),
Vemos nos textos de Atos dos Apóstolos e 1 Timóteo, sobre a necessidade de boa ordem na Igreja do Senhor Jesus Cristo INTRODUÇÃO Vemos nos textos de Atos dos Apóstolos e 1 Timóteo, sobre a necessidade de boa ordem na Igreja do Senhor Jesus Cristo. Para tal, os Pastores viram a urgência na delegação de autoridade e de serviço. Instituindo, assim, serviço diaconal na Igreja Primitiva. Serviço este com propósitos, perfil, características e resultados descritos nas Escrituras Sagradas, conforme segue. I. DEFINIÇÕES SOBRE DIACONATO É ser servo; É ser espontâneo; É ser amigo; É ser equilibrado; É ser exemplo; É ser esforçado; É ser maduro; Aplicado É ser sábio (não a seus próprios olhos); Até a própria vida. II. NOBREZA DO DIACONATO A Nobreza do Servir à noiva de Cristo; A Nobreza de ser escolhido por Deus e Sua Igreja; A Nobreza de Auxiliar na ordem da Obra de Deus; A Nobreza de ser um oficial no Ministério sagrado; A Nobreza da assistência à Igreja como pessoas e instituição; A Nobreza de Auxiliar o Pastor nas decisões da Obra; A Nobreza de receber e preservar a ordem sacra da Igreja.

III. CARACTERISTICAS-CURRICULUM DE UM VERDADEIRO DIACONATO Preparado Espiritualmente; Preparado Psicologicamente; Preparado Familiarmente; Preparado Humanamente; Preparado Teologicamente; Preparado Biblicamente; Preparado e com eloqüência no viver; ALGUÉM MAGISTRAL – De vida excelente e graduada. IV. PRIORIDADE NA VIDA DO DIACONATO NA IGREJA Ser nascido de novo, verdadeiramente; Ser cheio do Espírito Santo; Ser abundante em Fruto do Espírito Santo; Ser de boa reputação; Ter boa recomendação dos de dentro e de fora; Sabedoria na condução do viver; Uma vida dirigida por Deus; Estar bem com Deus, consigo mesmo e com o próximo; Ser servo, segundo os da Igreja Primitiva em Jesus.

V. O PERFIL – CARACTERÍSTICA – CARÁTER DE UM VERDADEIRO DIACONATO Cheio de Deus; De boa reputação; De boa recomendação; Sabedoria na condução geral do viver; Bom testemunho; Honestos; Vida transparente; Cheio de Graça; Cheio de autoridade; Cheio de fé; Cheio de poder de Deus; Cheio de prodígios; Cheio de Milagres; Cheio de sinais espirituais; Irresistível – imbatível em Deus, At 6.9,10; Firme no testemunho, 6.11; Forte na perseguição; Rosto como de um Anjo, 6.12-15: Culto, versado, conhecedor da história, 7 1-53; Corajoso, audaz e intrépido, 7.54; Resistente a sentimentos negativos, 7.55; Olhar sempre fixo nos Céus, 7.56; De visão, 7.56; Invoca, adora e louvas a Deus, 7.57; De oração, 7.60; Vibrante, 7.60; Coração e mente perdoador, 7.60; Confia e descansa em meio às lutas, 7.60; Rosto Brilhante.

VI. CARÁTER DE UM VERDADEIRO DIACONATO Honestos; Não de língua dobre; Não dados à bebidas muito vinho; Não cobiçoso de torpe ganância; Guardando o mistério da fé em sã consciência; Primeiro provados; Sirvam, depois, se forem irrepreensíveis; Sábios; Não maldizentes; Sóbrios; Fiéis em tudo; Maridos de uma só mulher; Governem bem os seus filhos; Governem bem a sua própria casa. VII. PRCEDIMENTOS A SEREM OBSERVADOS Guardarem o mistério da fé em sã consciência; Sejam primeiro provados; Sirvam bem; Se forem aprovados e irrepreensíveis; Escolhidos pela Igreja; Apresentados aos Apóstolos (Pastores); Abençoados pela Igreja para tal serviço.

VIII. O SERVIÇO E TRABALHO DO VERDADEIRO DIACONATO Desfazedor de grupinhos; Desfazedor de murmurações; Visitação aos órfãos e aos viúvos (as); Assistência a Igreja; Servir à Mesa do Senhor; Auxiliar na Administração, quando solicitado; Pacificador; Corregedor de situações; Defensor da Igreja e Liderança; Amigo de Deus, Pastor e da Igreja; Resistir nas adversidades; Ver a Deus, Jesus, o Espírito Santo, o Pastor, a Igreja, as necessidades e o Céu aberto sempre. IX. RECOMPENSAS DO VERDADEIRO DIACONATO A de ser servo - Melhor é servir que ser servido, Mc 10.45; Ser distinguido por Deus e a Igreja; Servindo bem, adquirirão para si maior posição; Adquirirão muita confiança na fé, que há em Cristo Jesus; Bênçãos espirituais e materiais nesta vida; O Galardão no porvir. CONCLUSÃO A última coisa, porém a mais importante, sobre Estevão, Jesus, e que deve ser sobre nós; diáconos e diaconisas; é que eram poderosas na Palavra e nas Escrituras Sagradas: Conhecia e vivia a Palavra de Deus.

DIACONATO CRISTÃO PRECISAMOS DE BONS SAMARITANOS!
“Ouvindo isto, os outros dez ficaram indignados com os dois irmãos. Jesus chamou-os e disse-lhes: Sabeis que os chefes das nações governam-nas como seus senhores e que os grandes exercem sobre elas o seu poder; não seja assim entre vós; pelo contrário, quem quiser fazer-se grande entre vós, seja vosso servo e quem quiser ser o primeiro entre vós, seja vosso servo. Do mesmo modo, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e para dar a Sua vida pelo resgate de muitos” Mt. 20/21-28 O texto de Mateus relata-nos a disputa que os Apóstolos debatiam acerca de qual dos doze seria o maior no Reino que Cristo vinha instaurar e Jesus é peremptório ao afirmar que o primeiro, o mais importante, seria aquele que serve os outros; Jesus invertia assim a ordem e os critérios do mundo. Tendo Jesus como finalidade dar glória ao Pai pelo dom da sua vida em favor dos homens, quis, acima de tudo, deixar-nos como vocação e apresentando-se como o grande servo: “Eu vim para servir e não para ser servido”. Cristão, sê-lo-á tanto mais autenticamente, quanto mais fizer da sua vida um serviço, vendo na pessoa dos outros, em especial dos pobres, a pessoa do próprio Cristo. Testemunhar Jesus Cristo através de seu serviço: na pessoa dos pobres, dos mais simples, dos mais carecidos, dos doentes e até na pessoa dos mais desprovidos de todos os meios humanos, quando há tantos casos sociais que nos procuram, aos quais daríamos uma resposta, se tivéssemos mais bons Samaritanos que nos ajudassem!... Precisamos de uma retaguarda de Voluntários na Obra do servir com Amor e não por obrigação de seus cargos, pessoas que dêem uma presença acompanhante àqueles que nos procuram nos nossos cultos, lares e nos solicita ajuda. O desafio é belo!... e a recompensa maior ainda.... mas a obras... Um dos objetivos do projeto VAMM– vivendo além de mim mesmo é o serviço de socorro, o serviço voluntário, o serviço social, e assistência. "Servindo de Boa Vontade Como Ao Senhor, E Não Como Aos Homens." (Efésios 6 : 7) Isso se dá a partir do momento em que você reconhece o seu chamado como um SERVO— (DIACONO) e se dispõe nas mão do Senhor. Quando você sente-se fortalecido pelo chamado do Espírito Santo a servir a Deus como um diácono (Isa) você passa a encarar o voluntariado como algo SEU– ou seja está impregnado em você, a necessidades é forte, é como alguém que está apaixonado: o coração bate acelerado, as pernas ficam bambas, as mãos transpiram, você pensa e fala somente do ser amado, você deseja a todo custo fazer o melhor, o que irá agradar a seu amado, todas as suas emoções e ações são para ele. Assim é o Diácono convicto de seu chamado seus pensamentos, emoções, ações, e sonhos estão todos voltados em agradar e satisfazer todas as vontades do Nosso Amado Noivo . Isso é VAMM— Viver Além de Mim Mesmo, é esquecer-se de nós e fazermos a vontade do NOSSO AMADO ("E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12 : 2) Mas onde o diácono pode ser SERVO? Somente na condução dos cultos?

AUXÍLIO AOS IRMÃOS NECESSITADOS
Muitos são os que precisam de nossa ajuda para que possam sobreviver nos dias hodiernos, por sinais bem difíceis. Os anos correm, mas as dificuldades para determinada camada da sociedade atravessa séculos, como podemos observar nas sábias palavras de Salomão, orientado a que houvesse, à sua época, boa distribuição pelos de melhores posses às camadas pobres. Assim se expressa em Eclesiastes 11.1-2: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás. Dá uma parte para sete, e também para oito, porque não sabes que mal virá sobre a terra”. Hoje o problema de muitos não terem o que se alimentar não deixa de ser uma perfeita realidade. Notamos que inúmeras pessoas vasculham os lixos despejados pelos restaurantes, bares, pensões e até mesmo o lixo doméstico, com objetivo de encontrarem algo que lhes proporcione precária alimentação. No sentido restrito, isto é, no seio da igreja, há necessidade de atendermos aos nossos irmãos necessitados, para que não vivam o doloroso quadro anteriormente citado. Poderíamos dividir os necessitados em duas classes, se isto é razoável e cremos que sim: os que necessitam do auxílio da igreja de modo contínuo, ou seja, os permanentes, e os eventuais. Os necessitados permanentes seriam aqueles que não dispõem de condições mínimas para exercer uma atividade que lhes permita obter o necessário para a sobrevivência, principalmente no que se refere à alimentação. São geralmente idosos, deficientes físicos e doentes. Os eventuais, os que por circunstâncias não conseguem trabalhar, exercer uma atividade, principalmente os atingidos pelo desemprego, os quais carecem do auxílio da igreja até que encontrem uma nova colocação na mesma área de trabalho, ou sejam remanejados para outra atividade laboral. Temos observado que o desenvolvimento econômico atual é mercado pela tecnologia, principalmente a informática e as modernas máquinas, cujo o reflexo é traduzido por sensível dificuldade para o aproveitamento da mão-de-obra, não qualificada. Por este motivo os desempregados são em número bem elevado, e a volta ao mercado de trabalho torna-se difícil. Jó há muito nos falava a respeito daqueles que não tinham boa vontade em ajudar os necessitados, com a seguinte expressão: “Desviam do caminho os necessitados, juntos se escondem dos pobres da terra” (Jó 24.4). Davi, ao compor o salmo de número 9, mostra-nos em seu versículo 18 que o necessitado não será esquecido eternamente, nem a esperança dos pobres perecerá para sempre. Mas o seu clamor ao Todo-poderoso a favor dos pobres temo-lo no salmo 10.12: “Levanta-te, ó senhor; ó Deus, ergue tua mão; não te esqueças dos necessitados”. Deus, o nosso Pai Celestial, livra o necessitado quando implora por socorro, e o aflito que não tem quem o ajude. Ele tem seus olhos atentos aos que necessitam de auxílio e os socorre através daqueles que lhe são fiéis. O próprio salmista coloca-se na condição de pobre, embora sua aflição fosse espiritual. Ele relata que a pobreza traz a necessidade do clamor e conseqüente atendimento por deus (Sl 86.1). Há indiscutivelmente punição para aqueles que oprimem o pobre, exigindo-lhe prestação daquilo que não podem cumprir. Por exemplo, juros altíssimos, os que os atormentam grandemente. Para esses que assim procedem temos as palavras de Salomão contidas no livro de Provérbio: “O que oprime ao pobre insulta ao seu criador” (Pv 14.31). Porém, aquele cujo coração procede diligentemente em atendêlo merece do Senhor plena aceitação. O profeta Isaías, ao analisar o comportamento dos filisteus que constantemente incomodavam o povo do Senhor, tem a seguintes palavras: “Os primogênitos dos pobres terão pastagem, e os necessitados repousarão em segurança; mas farei morrer de fome a tua raiz, e teu remanescente será destruído” (Is 14.30). Referia-se o profeta aos desprezavam os pobres e não os assistiam em suas necessidades. No livro do profeta Amós, temos o que lhe foi transmitido pelo Senhor em visão, nos dias do reinado de Uzias, rei de Judá, como advertência sobre as dificuldades e opressão que sofríamos pobres e necessitados. A responsabilidade recaía diretamente sobre os opressores, que não se livrariam do castigo divino (Am 1.6). Esta resenha vem-nos despertar quanto aos que pertencem à camada mais pobre da sociedade, quer permanentemente ou por circunstâncias. Eles merecem da igreja toda atenção no sentido de atendê-los de acordo com suas carências, tendo-se em conta os recursos disponíveis da igreja para esse fim. No Novo Testamento encontramos que grandes eram as necessidades pelas quais passavam os mais pobres, o que motivou constante procura deles por Jesus, para que os atendesse, notadamente no que se refere à alimentação.

Por duas vezes o Filho de Deus, sentindo que muitos que o acompanhavam padeciam de fome, saciou-os com pães e peixes. A pobreza era imensa nos dias em que Jesus exerceu seu ministério, pois os judeus estavam presos ao império romano, o qual lhes exigia pesados tributos, a ponto de serem obrigados a vender tudo que possuíam. Por isto o dinheiro acabava vindo assolá-los a miséria. O Mestre deixou bem claro aos que o procuraram para satisfazer suas necessidades alimentares que o seu reino não era deste mundo, mas que na qualidade de Filho de Deus compreendida o problema de serem alimentados. No sermão denominado da montanha, Ele os conforta com as seguintes palavras: “Bemaventurados os pobres de espírito porque o reino dos céus é deles” (Mt 5.4). Eles eram realmente pobres duas vezes, pois não tinham o que comer e não lhes pertencia mais esperança, porém Jesus os animou ao dizer lhes restava o reino dos céus. João Batista, antes das pregações de Jesus, já dizia que a evangelização dos pobres seria uma realidade durante o tempo em que ele anunciasse as boas novas de salvação. Ao atender certo jovem rico que desejava saber a respeito dos requisitos para a salvação, concluiu Jesus o diálogo com um lindo conselho: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. Todavia, o moço retirou-se triste, pois não estava propenso a fazer o que lhe fora dito pelo Mestre. Como salientamos linhas a trás, o ministério de Jesus era eminentemente espiritual, razão pela qual advertiu seus discípulos que provavelmente estavam preocupados com a pobreza reinante naquela época, dizendo-lhes: “Sempre tereis convosco os pobres, mas a mim nem sempre tereis” (Mt 26.11). O bom exemplo de atendimento aos carentes e necessitados encontramos na igreja primitiva, de vez que nela os necessitados eram atendidos. Os que possuíam terras ou casas vendiam suas propriedades, traziam o dinheiro para ser distribuído com os necessitados, e a administração era feita pelos apóstolos, com muito zelo, e posteriormente pelos diáconos. Varias foram as igrejas constituídas por gentios que procuraram atender à situação difícil pela qual passavam os irmãos da Judéia. No livro de Atos, capítulo 11, verso 28, Ágabo prever uma grande fome durante o reinado de Cláudio César. Os irmãos da igreja localizada em Antioquia procuraram arrecadar recursos para enviar àqueles irmãos, a fim de supri-los em suas necessidades. Igualmente, a igreja de Corinto procurou atende-los. Falamos o Apóstolo Paulo que assim como havia ordenado às igrejas da Galácia também determinava que os coríntios procedessem de igual maneira. ”No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha a parte que puder. de acordo com o que tiver prosperado, para que não se faça coleta quando eu for” (1Co 16.2). Na carta que escreve o mesmo apóstolo aos romanos, cientifica-os de que as igrejas da Macedônia e Acaia levantaram ofertas para os pobres que estavam em Jerusalém. Tiago faz séria advertência quando à maneira de alguns irmãos desprezarem os pobres, como encontramos em sua carta universal, 2.6: “Mas vós desprezais o pobre. Não são os ricos que vos oprimem e não são eles que vos arrastam para os tribunais?” Podemos observar que as Escrituras Sagradas são ricas nas advertências que fazem não só a nós, crentes, mas igualmente às igrejas das quais somos partes integrantes, a fim de que cuidemos dos pobres necessitados. Para que os atendamos, algumas providências são necessárias: 1. Verificar através da tesouraria os irmãos que eram constantes nos dízimos e ofertas, isto é, que contribuíam todos os meses, e deixaram de fazê-lo; 2. A par disto, de modo muito discreto, verificar se eles estão precisando de algum auxílio. Caso a resposta seja positiva, encaminhá-los ao departamento de Assistência Social, ou conforme o tratamento de que necessitam remetê-los ao setor competente para ajudá-los; 3. Quanto aos que necessitam de ajuda constante, a diaconia deve verificar se o atendimento tem sido adequado. Caso isso não ocorra, estudar com o setor da igreja encarregado de assisti-los o melhor sistema de ajudá-los. É bom lembrar que esta diaconia é uma das mais importantes, que precisa de abnegados irmãos, com verdadeiro desprendimento, para que seus objetivos sejam alcançados. FONTE: JUERP

MINISTÉRIO AOS ENFERMOS
Quando estão enfermos, os crentes esperam que seus pastores os visitem. A seguir, ofereceremos dados e conselhos referentes a este importante ministério. O Senhor requer com amor que seus ministros visitem os enfermos, demonstrando-lhes compaixão e oferecendo-lhes a ajuda espiritual de que necessitam. O pastor indiferente à dor alheia não é digno representante daquele que levou nossas enfermidades sobre si e olha para nós com compaixão eterna (Jo 21.15-17; 1Jo 3.11-16; 4.7-21). O serviço de Deus é também o do ministro como embaixador do grande Rei (2Co 5.20). O ministro deve ajudar o enfermo a aproximar-se de Deus (Sl 34.18; 145.18). O ministro deve ajudar o enfermo a aprender a lição que Deus procura lhe ensinar por meio da enfermidade. Talvez Deus queira dar-lhe uma lição de disciplina ou mostrar-lhe sua fidelidade na prova (Jó 23.10; Dn 3.19-28). O ministro não deve censurar os enfermos de sua congregação que consultam os médicos, mas deve sempre ensinar-lhes a confiar no Médico divino. Depois de instruir o enfermo e prepará-lo para receber por fé a cura divina, deve orar confiando que Deus o curará. É conveniente que as pessoas de fé unam-se para orar pelos enfermos. É bom manter esse ambiente de fé depois da cura, até que o enfermo se fortaleça na experiência que teve. O ministro deve visitar os enfermos e aflitos (Tg 1.27), e ler para eles passagens bíblicas que certamente o Espírito Santo usar á para confortá-los e fortalecê-los. A leitura da Palavra de Deus e os testemunhos de quem foi curado pelo Senhor aumentam a fé do enfermo e preparam o seu coração para a oração de fé que será feita em favor dele. Os passos seguintes são os mais claros e positivos dos muitos que Deus deixou por escrito em sua Palavra. PASSAGENS SOBRE A CURA DIVINA “Moisés clamou ao SENHOR, e este lhe indicou um arbusto. Ele o lançou na água, e esta se tornou boa. Em Mara o SENHOR lhes deu leis e ordenanças, e os colocou à prova, dizendo-lhes: ‘Se vocês derem atenção ao SENHOR, o seu Deus, e fizerem o que ele aprova, se derem ouvidos aos seus mandamentos e obedecerem a todos os seus decretos, não trarei sobre vocês nenhuma das doenças que eu trouxe sobre os egípcios, pois eu sou o SENHOR que os cura’” (Êx 15.25,26). “Prestem culto ao SENHOR , o Deus de vocês, e ele os abençoará, dando-lhes alimento e água. Tirarei a doença do meio de vocês...” (Êx 23.25). “O SENHOR os guardará de todas as doenças. Não infligir á a vocês as doenças terríveis que, como sabem, atingiram o Egito, mas as infligirá a todos os seus inimigos” (Dt 7.15). “É ele que perdoa todos os seus pecados e cura todas as suas doenças...” (Sl 103.3). “Tornaram-se tolos por causa dos seus caminhos rebeldes, e sofreram por causa das suas maldades. Sentiram repugnância por toda comida e chegaram perto das portas da morte. Na sua aflição, clamaram ao SENHOR, e ele os salvou da tribulação em que se encontravam. Ele enviou a sua palavra e os curou, e os livrou da morte. Que eles dêem graças ao SENHOR, por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens” (Sl 107.17-25). “Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças; contudo nós o consideramos castigado por Deus, por Deus atingido e afligido. Mas ele foi transpassado por causa de nossas transgressões, foi esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados” (Is 53.4,5). “Cura-me, SENHOR, e serei curado; salva-me, e serei salvo, pois tu és aquele a quem eu louvo” (Jr 17.14). “Ao anoitecer foram trazidos a ele muitos endemoninhados, e ele expulsou os espíritos com uma palavra e curou todos os doentes. E assim se cumpriu o que fora dito pelo profeta Isaías: ‘Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças’” (Mt 8.16,17).

“E aonde quer que ele fosse, povoados, cidades ou campos, levavam os doentes para as praças. Suplicavam-lhe que pudessem pelo menos tocar na borda do seu manto; e todos os que nele tocavam eram curados.”.(Mc 6.56). “Estes sinais acompanharão os que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal nenhum; imporão as mãos sobre os doentes, e estes ficarão curados” (Mc 16.17,18). “Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado, e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era seu costume. E levantou-se para ler. Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías. Abriu-o e encontrou o lugar onde está escrito: ‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor’. Então ele fechou o livro, devolveu- o ao assistente e assentou-se. Na sinagoga todos tinham os olhos fitos nele; e ele começou a dizer-lhes: ‘Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabaram de ouvir’” (Lc 4.16-21). “Quando entrarem numa cidade e forem bem recebidos, comam o que for posto diante de vocês. Curem os doentes que ali houver e digam-lhes: O Reino de Deus está próximo de vocês. Os setenta e dois voltaram alegres e disseram: ‘Senhor, até os demônios se submetem a nós, em teu nome’” (Lc 10.8,9,17). “O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente” (Jo 10.10). “Digo-lhes a verdade: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai. E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho.O que vocês pedirem em meu nome, eu farei” (Jo 14.1214). “...como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder, e como ele andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os oprimidos pelo Diabo, porque Deus estava com ele” (At 10.38). “Entre vocês há alguém que está doente? Que ele mande chamar os presbíteros da igreja, para que estes orem sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor. A oração feita com fé curará o doente; o Senhor o levantar á. E se houver cometido pecados, ele será perdoado. Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados.A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tg 5.14-16). A VISITA A visita do ministro deve ser breve, de acordo com as circunstâncias e com o critério do ministro. Nos casos em que o paciente está hospitalizado, o ministro deve averiguar no escritório do hospital se é possível visitar o enfermo, já que às vezes não é possível, devido a assuntos relacionados com a enfermidade ou o enfermo. Ao se aproximar do quarto do enfermo, o ministro deve fazê-lo com muito cuidado e silêncio, com um sorriso e com palavras ternas e carinhosas. O propósito primordial da visita é estimular a fé do enfermo com a esperança que Jesus Cristo traz ao coração. O ministro manterá sempre uma atitude cordial e afetuosa para com o enfermo. O ministro deve fazer poucas perguntas. Os enfermos normalmente estão debilitados e não resistem a visitas demoradas. Se o enfermo desejar fazer perguntas, deve ser permitido que as faça, pois isso o ajudará espiritual e fisicamente. O ministro não deve dizer nada que cause impressão negativa quanto à condição física do enfermo. Ele lerá uma breve passagem da Palavra de Deus, em tom de voz suave. Algumas vezes é muito proveitoso ao enfermo ouvir um hino ou corinho apropriado, cantado em voz baixa.

ASSISTÊNCIA PASTORAL
O assunto não nos parece inteiramente novo de vez que algumas organizações diaconais procuram colocar dominicalmente, pelo menos no horário do culto, um diácono para assistir o pastor nas possíveis necessidades, a fim de que sua mente não seja desviada para assuntos outros, como administrativos, o que pode prejudicá-lo na entrega da mensagem que Deus colocou em sua mente para ser transmitida à sua igreja. Cremos que esse trabalho merece ser tratado com mais amplitude, no sentido de que haja uma prestação de ajuda mais efetiva ao ministério da palavra. A igreja de nosso Senhor Jesus Cristo foi organizada nos tempos apostólicos com dois importantes ministérios: o da palavra, exercido pelos chamados por Deus para levar a mensagem do Evangelho e doutrinar o seu povo, para que se mantenha fiel aos ensinos que são transmitidos pela bíblia, e o diaconal, com a finalidade de ajudar os carentes, necessitados, e tratar de outros assuntos relativos à parte administrativa da igreja. Em Atos 6, versos de 1 a 7, temos claro o motivo pelo qual os diáconos foram eleitos em reunião da igreja primitiva. Visava, naquela época, deixar os apóstolos livres para se dedicarem exclusivamente ao ministério da palavra, ou seja, à pregação do Evangelho e doutrinamento dos que se filiavam à igreja. A igreja crescia de forma notável, como encontramos no versículo 1 do capítulo já mencionado, mas um problema trazia certa dificuldade à parte espiritual, que era a reclamação dos judeus helenistas contra os hebreus, porque suas viúvas estavam sendo esquecidas na distribuição diária de alimentos. Ora, não era possível aos apóstolos realizarem ao mesmo tempo a parte espiritual e cuidarem dos necessitados. Por isso, o Espírito Santo os orientou no sentido de que reunissem os irmãos, em assembléia, e elegessem sete varões, de boa reputação e cheios do Espírito Santo. A obra diaconal prosperou de tal forma que alguns eleitos, além de equacionarem esse problema, ainda ajudaram os apóstolos no ministério da palavra. Dois deles são bem mencionados no livro de Atos: Estevão e Filipe. Estes ministérios continuaram sendo de suma importância para as igrejas, como podemos notar na bela primeira carta que escreve o apóstolo Paulo àquele considerado seu filho na fé. Orienta-o a estar atento quanto às qualidades que deveriam possuir os pastores e diáconos, as quais aparecem no capítulo 3, versos de 1 a 13. São requisitos primordiais, indispensáveis aos escolhidos para o desempenho dos ministérios. Cremos num perfeito entrosamento entre os ministérios, cujo objetivo é o crescimento do reino de Deus. Não há superposição entre eles, e, sim, necessidade de perfeita harmonia, cada um exercendo a sua função dentro do espaço que lhe é reservado, conforme delimita o Novo Testamento. E, como esta assistência pode colaborar com o ministério pastoral? Para responder ao ilustre colega ou irmão em Cristo, lanço abaixo alguns pontos que, uma vez implantados através da Diaconia de Assistência Pastoral, iriam não somente aos poucos ajudá-lo, mas também proporcionar à própria igreja um melhor serviço. 1) À disposição do Pastor Uma vez eleito para esta diaconia, o colega inicialmente tomaria imediata providencia de entrar em contato com o pastor para a elaboração de um programa de trabalho, de tal forma que sua disponibilidade fosse útil ao seu ministério. Ela envolveria um período constante, ou seja, de domingo a sábado, numa cobertura diária ao ministério pastoral, para que o líder da igreja dispusesse de tempo suficiente para o estudo das mensagens a serem transmitidas à igreja e para outros assuntos de ordem eminentemente espiritual. Dentre outros assuntos do cotidiano que dificultam o ministério pastoral, poderíamos mencionar as emergências, como aconselhamento aos que pedem auxílio espiritual à igreja por telefone ou em suas residências, e não é possível ao pastor atendê-los; visita a lares devido a problemas momentâneos entre os familiares; saída do pastor para outras atividades emergenciais.

Poderá o pastor solicitar que o diácono o acompanhe em certas visitas para ajudá-lo, quando sentir que o caso assim o exige. Ciente de que pode ter essa colaboração, fácil ser-lhe-á preparar um programa de trabalho visando atender com o diácono a essas possíveis emergências. Não há necessidade do colega permanecer no templo durante todo o período, pode acertar com o pastor determinados dias e horas para reunião, e deixar com o pastor os horários e local onde será possível encontrá-lo, inclusive telefone fixo, celular e bip. Os problemas que dependerem de outras diaconias ou organizações da igreja devem ser a elas encaminhados. 2) Durante o Culto O diácono imbuído desta responsabilidade deve estar ao lado do pastor no púlpito, ou posicionando nos primeiros bancos, para que seja possível ao líder espiritual convocá-lo, caso haja necessidade de resolver algum problema que, se por ele tratado, poderia redundar em prejuízo do culto, notadamente da mensagem a ser transmitida ao povo do Senhor reunido para ouvi-la. Pode ainda evitar que as pessoas levem ao pastor anúncios, bilhetes ou até procurem fazer uso da palavra em momento não adequado para isso. De preferência, o diácono que assiste ao pastor deve receber essas comunicações e analisá-las com muito cuidado. Se seu anúncio for viável em momento estratégico levá-las-á ao pastor. Por exemplo: durante o momento que antecede os cânticos ou após sua realização. Temos observado comportamentos inusitados de algumas pessoas durante o culto, o que pode desviar a atenção do pastor. Isso não deveria acontecer, tendo-se em conta a boa ordem dos trabalhos espirituais. Com a colaboração diaconal o pastor sentir-se-á bem à vontade para exercer seu ministério, pois a organização diaconal dispensa-lhe inteira atenção. Bom seria que nós, diáconos, passássemos decididamente a orar em companhia do pastor nos momentos que antecedem o culto, o horário mais importante para o ungido do Senhor. Após isso, ele lança a mensagem de Deus como verdadeiro alimento espiritual, que, por certo, será da melhor qualidade, alertando os presentes para atinarem com o recado do Senhor para as suas almas. 3) Auxiliar os Novos Decididos Aqueles que se decidem ao lado de Jesus precisam de bom encaminhamento para que possam dar os primeiros passos de modo seguro. Geralmente as igrejas possuem pessoas determinadas para assisti-los no momento em que se decidem ao lado de Jesus. Todavia, o diácono que presta serviço importante, como assistente pastoral deve colocar-se à disposição para auxiliá-los caso haja necessidade de assim o fazer. Temos observado que algumas vezes o número daqueles que se decidem é superior às pessoas que foram designadas para aconselhá-los. Quando houver necessidade de mais conselheiros, o diácono que realiza o trabalho de assistência pastoral deve imediatamente convocar outros colegas para auxiliar no aconselhamento aos decididos. Cremos que, bem organizado este trabalho com líder espiritual, grande será o resultado para o reino do Senhor, que indiscutivelmente muito crescerá. FONTE : JUERP

ASSISTÊNCIA À FAMÍLIA EM LUTO
No livro por nós editado que tem o título “De: Diácono – Para: Diácono”, ressaltamos a importância que devemos prestar àqueles irmãos que perderam seus familiares, os quais deveriam receber plena atenção do órgão diaconal da igreja a que estão filiados como membros. Mas para isto, os diáconos não podem atuar de maneira desorganizada ou confusa, sem que haja uma responsabilidade direta, mas de forma que a família enlutada saiba a quem recorrer. Por isso, achamos conveniente uma diaconia para assisti-los em momentos tão difíceis pelos quais nenhum ser humano deseja passar. A primeira coisa a fazer é cientificar-se da realidade que passaram a viver os membros da família enlutada. Quando se trata de um lar em que todos são crentes, inclusive a pessoa falecida, tudo se torna mais fácil, pois o Espírito Santo concede plena compreensão da realidade da morte física, que nos abre uma verdadeira porta para irmos ao encontro do céu. Algumas comunicações devem ser feitas por essa diaconia, como dar ciência ao pastor, aos colegas diáconos, à secretaria da igreja e demais irmãos, na medida do possível. Em contato com o principal membro da família, deve a diaconia procurar saber se há necessidade de que a igreja preste auxílio financeiro para o sepultamento, o que não é de ser estranhar em morte repentina, ou quando a família não está devidamente preparada para essa despesa. Podem no momento não contar com recursos suficientes para sepultamento. Em caso de ser adotado esse auxílio, deve a diaconia entrar imediatamente em contato com o departamento de assistência social, se a igreja o possui; caso contrário, recorrer à diretoria estatutária ou tesouraria, para que em tempo hábil seja providenciada a quantia necessária ao funeral. Também os que compõem a diaconia devem colocar-se à disposição da família para outras providências que se façam necessárias, tais como liberação do corpo, quando encaminhado ao Instituto Médico Legal, o que geralmente acontece por ocasião de atropelamento, morte súbita, assassinato e outros casos que a lei exigi investigação para se conhecer a causa do falecimento, a “causa mortis”. Solucionados esses problemas iniciais, segue-se o sepultamento, o qual requer as seguintes ações: 1. Providências quanto ao sepultamento Mais uma vez o diácono está à disposição dos parentes da pessoa falecida, para providenciar o que for necessário quanto ao sepultamento. De um modo muito discreto indagará da família se já providenciou a contratação do sepultamento. Se a resposta for negativa, avisá-la de que ele está pronto para colaborar neste sentido, caso não haja quem o faça. O sepultamento obedece basicamente ao seguinte roteiro: De posse do atestado médico, o diácono entra em contato com a administração do cemitério, o que pode ser feito de preferência naquele onde se encontram sepultado outras pessoas da família; usarse-á o mesmo túmulo ou, se a família não o possuir fá-lo-á conforme desejo dos familiares. Solicita de imediato a certidão de casamento, nascimento, ou outro documento que comprove a existência da pessoa falecida, para que não haja dúvida quanto à identificação daquele que vai ser enterrado. Contrata o sepultamento mediante escolha da urna, tipo de cova ou gaveta, capela e hora do enterro. Quanto à certidão de óbito, pode ser obtida no cartório onde foi lavrado o falecimento. Se encontrada uma funerária, ela poderá assumir a responsabilidade de ir ao cartório e obter a certidão, mediante uma insignificante taxa. Dentro do prazo de 48 horas estarão os parentes mais chegados com a certidão de óbito. De posse dos recibos das quantias pagas, entrega-os à família, dando-lhe ciência de sua missão cumprida. A principal empresa administradora de cemitérios do Rio de Janeiro é a Santa Casa de Misericórdia que realiza mais de 80% dos sepultamentos. Esta entidade faz também remoção do corpo para a capela, ou da igreja para o cemitério, bem como toma qualquer providência por um preço relativamente pequeno, enquanto que os agentes funerários cobram bem mais. É de responsabilidade do diácono que assisti à família do falecido avisar ao pastor a hora do sepultamento. Comunica igualmente à secretaria da igreja para que cientifique os demais irmãos, e colocar os colegas a par da pessoa que partiu para eternidade, principalmente o presidente do corpo

2. Homenagem da igreja Certas igrejas têm o costume de homenagear o membro falecido com uma coroa de flores. Mediante entendimento com o departamento de serviço social ou tesouraria da igreja, o diácono tomará imediatas providências para que tal praxe seja cumprida. Esta homenagem demonstra o carinho da igreja, o quanto estimava o irmão o que impressionará os não crentes, pois trata-se de um ato identificador dos fiéis a Jesus Cristo, de como estão irmanados pelo seu amor. 3. Assistência após o sepultamento Ao diácono cabe após o sepultamento fazer contato com a família enlutada, dando-lhe inicialmente assistência espiritual, seu pastor não puder fazê-lo. Colocar-de-á à disposição para ajudá-la no que concerne à pensão, seguro, inventário, e orientá-la-á no que for necessário à normalização da vida familiar. 4. Sermão na hora do sepultamento As igrejas evangélicas realizam um culto de agradecimento a Deus pela vida cristã do irmão que parte para eternidade. Devemos esclarecer os que não possuem Jesus Cristo como Salvador que este ato não tem por objetivo melhorar a situação espiritual da pessoa falecida junto ao Senhor, para onde foi gozar das delicias celestiais, de vez que o aceitou como redentor de sua alma antes de morrer. Geralmente na ausência do pastor, o presidente da organização diaconal assumi a responsabilidade pelo sermão. Para alguns diáconos tal ato não é muito agradável. Na qualidade de presidente da entidade diaconal, por varias vezes dirigi cerimônia fúnebre. Para esse ato todo diácono deve estar preparado, de modo especial os que integram a diaconia. Confesso que no inicio não me sentia muito à vontade; após vários funerais, já não me causava impacto dirigir um culto fúnebre. Melhor seria que os irmãos não falecessem, todavia Deus tem seus planos para cada vida e deseja receber os crentes na glória para gozarem eternamente das mansões celestiais. Sempre que houver necessidade do apoio da igreja, os problemas vividos pela família devem ser encaminhados aos departamentos respectivos, acompanhados de informações para que haja rápido prosseguimento no atender. De preferência, a diaconia deve fazê-lo por escrito, pois se tornará mais fácil para o órgão da igreja agir. Em conseqüência desse encaminhamento, cabe à diaconia informar-se no setor que recebeu sua comunicação, sobre quais foram as providências tomadas, as dificuldades surgidas e se o problema foi resolvido. Caso precise do auxílio da família quanto a documentos que se façam necessário, deve imediatamente avisá-la, e solicitar que os encaminhe diretamente ao órgão que se exigiu. FONTE: JUERP

DAR E RECEBER CONSELHOS TODO CUIDADO É POUCO
Dizem que se conselho fosse bom não era dado, mas vendido. Discordo. Existem poderosos conselhos dados gratuitamente que têm transformado vidas. O líder é alguém que, entre outras coisas, costuma dar muitos conselhos e receber tantos outros. Isso nos coloca numa posição estratégica de influência que algumas vezes extrapola a nossa própria consciência do peso dessa posição. O propósito desta reflexão é de chamar a nossa atenção para que, como líderes, estejamos mais atentos aos tipos de conselhos que ministramos e que recebemos, pois, por razões óbvias, nem sempre acertamos naquilo que falamos ou recebemos na forma de sugestões para vida ou conselhos. Muitas vezes nos dirigimos às pessoas e falamos coisas que não percebemos o impacto disso na vida de quem nos ouve. Outras vezes, somos nós que recebemos conselhos que, se aceitos na íntegra, irão fazer a diferença entre o fracasso e o sucesso de nossa jornada. Nossas palavras realmente têm um peso de valor grande, não no aspecto místico, como tem sido muito propagado hoje em dia, mas porque somos líderes e temos pessoas sob a nossa influência e também somos influenciados por outros, porque também precisamos do apoio que pode vir na forma de um bom e sábio conselho. Eu mesmo, uma vez, quando vivia uma crise no ministério que inclusive afetava a minha família, recebi de um outro líder o conselho para desistir do ministério junto com a minha família. Na época, eu era um missionário no sul do Brasil. Já se passaram cerca de 15 anos depois de ter recebido este conselho, que graças a Deus não aceitei. Depois disso, já pude cooperar na organização de três igrejas, apoiar uma igreja em transição pastoral, trabalhar na recuperação de duas outras, editei um livreto, fiz parte de uma abençoada equipe pastoral em uma igreja em franco crescimento, lecionei em dois seminários e em uma faculdade teológica cooperando na formação de outros líderes e pastores, concluí um mestrado em ministério, escrevo artigos para publicações em sites evangélicos, prego no rádio, aconselho centenas de pessoas, já preguei outras centenas de sermões e ministro outros tantos estudos. Hoje continuo sendo pastor ativo de uma igreja na mesma denominação em que me converti junto com a minha abençoada família. Muitas lutas foram vencidas e outras certamente o serão, mas graças à misericórdia de Deus não aceitei aquele conselho para desistir. Quanta coisa teria deixado de realizar na obra do Senhor se tivesse aceito tal conselho? Há poder em nossos conselhos. Assim sendo, temos de ter equilíbrio, sobriedade, humildade, dependência de Deus, perspectiva bíblica, discernimento e sabedoria para sugerir algo que possa influenciar a trajetória de vida de uma pessoa. Principalmente quando somos líderes, nunca é demais lembrar que nossa palavra passa a ter um peso maior sobre os demais. Às vezes é melhor calar do que se ver obrigado a dar um conselho sobre o que você não sabe e acabar confundindo ou influenciando negativamente alguém. Que Deus nos livre de sermos conselheiros molestos, arrogantes, ou auto-suficientes e nos dê a graça de sermos encorajadores do bem na vida daqueles que Deus coloca sob a influência dos nossos conselhos.

PLANTÃO DIACONAL
Para os colegas diáconos o assunto não constitui novidade, uma vez que várias organizações diaconais já adotam, com a finalidade de ajudar no bom funcionamento das atividades que a igreja realiza. Todavia, o plantão diaconal nem sempre é compreendido como uma boa colaboração que podemos dar para o desenvolvimento do reino de Deus. O ministério diaconal abrange toda atividade da obra do Senhor. É indispensável que haja, para atender os irmãos e a própria igreja, diáconos previamente destacados para fazê-lo. Uma vez divididas as tarefas diaconais em seções, cujo nome que nos parece mais adequado é diaconias, cabe-nos eleger colegas para realizar um bom trabalho através delas. Como temos observado – mesmo sem o título de diaconia – de acordo com o tamanho da igreja o corpo diaconal elege determinado irmão, ou mais de um, para o exercício da função. Geralmente tal procedimento é feito através de uma escala semanal com revezamento dos nomes, de tal forma que todos os participem, o que evita sobrecarregar outros colegas. Muitos imaginam o plantão diaconal como sendo um trabalho para ser prestado somente aos domingos, o que não nos parece correto. Ele deve iniciar-se no domingo e ter como final o último dia da semana, ou seja, mais precisamente no ato da passagem do serviço para o outro colega. Assim, durante sete dias a igreja pode contar com o apoio do plantão diaconal para as emergências que surgirem. Cremos que não há obrigatoriedade de plantonista permanecer todo o período no templo, embora isso fosse ideal. Infelizmente, os diáconos têm outras ocupações, notadamente familiares e de trabalho, o que os impossibilita de estarem diariamente na igreja. Mesmo que isso não seja o ideal anteriormente citado, isto é, a permanência diária na igreja, poderá o diácono ser localizado através de celular, bip ou recado em própria residência, a fim de que tome ciência da emergência e atue imediatamente. Cabe-lhe a responsabilidade de fazer uma triagem das solicitações que chegarem ao seu conhecimento, de forma a viabilizá-las, ora através de providências imediatas, ora por encaminhamento ao setor competente ao qual está afeto o caso. Várias organizações diaconais procuram manter um livro próprio para lavratura das ocorrências mais importantes. Ele é utilizado pelo diácono de plantão, o qual anotará o início e término de seu trabalho, com dia e hora, bem como, de modo sucinto, o que for relevante quanto às ocorrências. De preferência durante o horário de normal funcionamento da igreja, ele estará no local próprio para atender quaisquer casos, sejam eles trazidos pelo pastor, pelo presidente da organização diaconal ou mesmo por membros da igreja. Manterá o diácono de plantão contato com o pastor da igreja para saber se existe algum problema referente ao trabalho diaconal que exija solução imediata. Na qualidade de plantonista agirá para resolvê-lo. É bom não esquecermos que esse contato não se refere exclusivamente aos dias de reunião da igreja, e sim a todos que se referem à semana de plantão. Os casos atinentes à organização diaconal que requeiram urgência podem ser encaminhados ao presidente por escrito e até mesmo verbalmente, para que as providências sejam tomadas o mais rápido possível, independentemente da reunião mensal. Há casos urgentes que não podem aguardar a reunião do colegiado para serem estudados, e seu retardamento só poderia dificultar o bom andamento das atividades diaconais. Como exemplos poderíamos mencionar: um atropelamento do qual o pastor teve ciência e encaminhou ao diácono de plantão; suspensão de água ou luz pelas empresas concessionárias, etc... Como utilizar o livro de ocorrência? Trata-se de um livro comum de folhas pautadas, semelhante ao livro utilizado para lavratura de atas. Porém, o que pode distingui-lo é a sua finalidade, que constará do termo de abertura na primeira folha, sendo utilizada a última para igual procedimento quanto ao encerramento. Ambas serão assinadas pelo presidente do Corpo Diaconal e secretário, constando, também, a data em que se iniciou esse serviço. As ocorrências devem ser lavradas com absoluta clareza, e com dia, hora, relatório sucinto do ocorrido, atendimento ou encaminhamento ao setor a que está afeto o problema, data e assinatura do plantonista. Elas serão lavradas em seqüência, isto é, aproveitando-se todas as linhas, sem intervalo. Na reunião mensal dos diáconos os fatos lavrados serão objeto de apreciação, bem como as

dependem de estudo ou encaminhamento aos órgãos competentes da igreja para as providências cabíveis serão encaminhadas devidamente o mais rápido possível. Talvez seja esta a diaconia que exige maior trabalho, porque envolve uma disponibilidade diária para atender às necessidades da igreja e de seus membros que carecem desse serviço. Bem executado, ele redundará em grande benefício para o bom andamento das atividades que nós como igreja precisamos desenvolver. Para que sintamos o bom aproveitamento desta diaconia, indispensável se torna pleno apoio ao diácono ou diáconos plantonistas. É claro no início da implantação desse importante trabalho provavelmente algumas dificuldades possam surgir, mas à medida do possível, e ao decorrer do tempo, elas serão minorizadas. Pode-se fazer um revezamento no caso de utilização de dois ou mais diáconos, para que não venha a sobrecarregar apenas uma colega; isso nos leva a sugerir que esse revezamento seja preferência semanal. A escolha poderá ocorrer mediante sorteio, ou, caso haja interesse de colegas para compor esta diaconia, poderão ser nomeados componentes, sabedores que a missão a desenvolver será um tanto árdua , mas compensadora, em face dos galardões que nos estão reservados mediante nossa diligência neste trabalho desenvolvido para o reino do Senhor. FONTE : JUERP

CONCEITUANDO MORDOMIA
INTRODUÇÃO Geralmente se associa mordomia a contribuição. Mordomia é dar dinheiro, na mente de muitos. O significado do termo: mordomo é “maior da casa” e mordomia, “ser o maior na casa”. A idéia é de administrar uma casa. Mordomia é administração e mordomo é administrador. 1. MORDOMIA E VIDA CRISTÃ Mordomia é a essência da vida cristã. É a consciência de que tudo é de Deus e somos apenas cuidadores ou administradores. O crente, mais que ninguém, reflete sobre a vida, e se preocupa em usá-la bem. Salmo 90.12: “Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios”. Administrar bem os dias é ter uma vida sábia. E a vida de um crente deve ser uma vida sabiamente administrada. 2. O TRIPÉ DA OBRA DE DEUS EM NOSSA VIDA A obra de Deus em nossa vida repousa sobre um tripé: CRIAÇÃO, REDENÇÃO e SUSTENTAÇÃO. Os dois primeiros termos nos apregoam a soberania de Deus. É Senhor porque nos criou. É Senhor porque nos redimiu. O crente nutre esta profunda convicção: SOU DO SENHOR. O terceiro fala do cuidado de Deus. O crente tem esta profunda experiência e convicção: o SENHOR cuida de mim. Isto afeta nosso conceito de mordomia: Deus tem direitos sobre nós, e cuida de nós. 3. A SOBERANIA DIVINA ADVINDA DA CRIAÇÃO O mundo é dele: “Ao SENHOR Deus pertencem o mundo e tudo o que nele existe; a terra e todos os seres vivos que nela vivem são dele” (Sl 24.1). Somos administradores do mundo: “Então o SENHOR Deus pôs o homem no jardim do Éden, para cuidar dele e nele fazer plantações” (Gn 2.15). O crente entende esta verdade e reconhece a soberania de Deus e sua condição de mordomo. 4. A SOBERANIA ADVINDA DA REDENÇÃO Deus é Senhor de direito, por criação. O Maligno subverteu esta ordem. Diz 1João 5.19: “Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está debaixo do poder do Maligno”. Este não é o mundo ideal de Deus. O pecado corrompeu o bom mundo de Deus, até na ordem cósmica: “O Universo todo espera com muita impaciência o momento em que Deus vai revelar o que os seus filhos realmente são. Pois o Universo se tornou inútil, não pela sua própria vontade, mas porque Deus quis que fosse assim. Porém existe esta esperança: Um dia o próprio Universo

ficará livre do poder destruidor que o mantém escravo e tomará parte na gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Pois sabemos que até agora o Universo todo geme e sofre como uma mulher que está em trabalho de parto” (Rm 8.19-22). Em Cristo, Deus nos resgatou e está fazendo uma nova criação: “Se alguém está em Cristo, é uma nova criação; passou o que era velho, eis que se fez novo” (2Co 5.17, TB). Esta criação alcançará sua culminância na consumação: “Aquele que estava sentado no trono disse: — Agora faço novas todas as coisas! E também me disse: —Escreva isto, pois estas palavras são verdadeiras e merecem confiança” (Ap 21.5). Jesus estava na primeira criação, como seu autor: “Antes de ser criado o mundo, aquele que é a Palavra já existia. Ele estava com Deus e era Deus. Desde o princípio, a Palavra estava com Deus. Por meio da Palavra, Deus fez todas as coisas, e nada do que existe foi feito sem ela” (Jo 1.1-3). Jesus está fazendo a segunda criação, uma nova raça. Ele é o segundo Adão: “O pecado entrou no mundo por meio de um só homem, e o seu pecado trouxe consigo a morte. Como resultado, a morte se espalhou por toda a raça humana porque todos pecaram. Antes de a lei ser dada, já existia o pecado no mundo; porém, quando não existe lei, Deus não leva em conta o pecado. Mas, desde o tempo de Adão até Moisés, a morte dominou todos os seres humanos, mesmo os que não pecaram como Adão, quando ele desobedeceu à ordem de Deus. Adão era a figura daquele que havia de vir, mas existe uma diferença entre o pecado de Adão e o presente que Deus nos dá. De fato, muitos morreram por causa do pecado de um só homem; mas a graça de Deus é muito maior, e ele dá a salvação gratuitamente a muitos, por meio da graça de um só homem, que é Jesus Cristo. E existe uma diferença entre aquilo que Deus dá e o pecado de um só homem. Porque, no caso do pecado, a condenação veio por causa de um só pecado. Porém, no caso da salvação, Deus perdoa os que têm cometido muitos pecados, embora não mereçam esse perdão. É verdade que, por causa de um só homem e por meio do seu pecado, a morte começou a dominar a raça humana. Mas o resultado do que foi feito por um só homem, Jesus Cristo, é muito maior! E todos aqueles que Deus aceita e que recebem como presente a sua imensa graça reinarão na nova vida, por meio de Cristo. Portanto, assim como um só pecado condenou todos os seres humanos, assim também um só ato de salvação liberta todos e lhes dá vida. E assim como muitos seres humanos se tornaram pecadores por causa da desobediência de um só homem, assim também muitos serão aceitos por Deus por causa da obediência de um só homem. A lei veio para aumentar o mal. Mas, onde aumentou o pecado, a graça de Deus aumentou muito mais ainda. E isso aconteceu a fim de que, assim como o pecado dominou e trouxe a morte, assim também a graça de Deus, que o leva a aceitar aspessoas, dominasse e trouxesse a vida eterna. Essa vida é nossa por meio do nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5.12-21, ressaltando o versículo 17: “É verdade que, por causa de um só homem e por meio do seu pecado, a morte começou a dominar a raça humana. Mas o resultado do que foi feito por um só homem, Jesus Cristo, é muito maior! E todos aqueles que Deus aceita e que recebem como presente a sua imensa graça reinarão na nova vida, por meio de Cristo”. Somos administradores de um Deus que é poderoso e misericordioso. Ele criou, o pecado subverteu, ele recuperou. Na redenção passamos da subtração (tirar as coisas ou querer as coisas) à dadivosidade: “Quem roubava que não roube mais, porém comece a trabalhar a fim de viver honestamente e poder ajudar os pobres” (Ef 4.28).

5. MORDOMIA: RECONHECIMENTO DA SOBERANIA DE DEUS As doutrinas da criação e da redenção dão suporte à soberania de Deus. Isto é mordomia: Deus tem direitos sobre nós. Ele é Senhor, nós somos os servos, o que nos vem à mão é dele, para administrarmos. Isto corrige um equívoco: nós não damos coisas a Deus. Ele nos dá. Nós devolvemos uma parte e ficamos com outra. Nosso tempo, nossa vida, nossos bens, nossa família, tudo é dele. “No entanto, o meu povo e eu não podemos, de fato, te dar nada, pois tudo vem de ti, e nós somente devolvemos o que já era teu” (1Cr 29.14). 6. PRESTAÇÃO DE CONTAS O mordomo, mais dia menos dia, será intimado a prestar contas de sua função. Lemos em Lucas 16 2: “Dá contas de tua mordomia” ou “Preste contas da sua administração” (LH). O sentido é restrito, mas mostra um princípio: o mordomo tem que prestar contas. Prestaremos contas a Deus do que ele nos possibilitou. 7. O QUE TEMOS DO SENHOR CONOSCO? (1) Nossa própria vida. Tarefa maior: cuidar de nós mesmos porque somos dele. Não porque nos amamos, mas para cumprir seu propósito por nossa vida. O anúncio feito pelas aeromoças, quando da instrução nos vôos: “Ponha a máscara primeiro em si”. Cuide de si, antes de cuidar dos outros. Por isso, as igrejas batistas sempre se posicionaram contra vícios e jogos de azar. Investir em sua vida também espiritualmente. Nossa família. Pastores e líderes: não sacrifiquem a família no altar do deus Serviço. Lembrem de 1Timóteo 3.4-5: “Deve ser um bom chefe da sua própria família e saber educar os seus filhos de maneira que eles lhe obedeçam com todo o respeito. Pois, se alguém não sabe governar a sua própria família, como poderá cuidar da Igreja de Deus?” O seu Reino. Dois tópicos anteriores: o pronome possessivo era “nossa”. Agora é “seu”. O Reino é de Deus. Muita gente se porta como se fosse seu. Mordomia se consolida aqui. Ele nos deu dons e habilidades: Romanos 12.6-8 (“Tendo, porém, diferentes dons segundo a

graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; se ministério, dediquemos- nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo; ou o que exorta faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria”) e Efésios 4.11-16 (“E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo. Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor.”). Na primeira lista, dons em termos de habilidades; na segunda, em termos de ofícios. Ele dá habilidades e dá pessoas para o seu Reino prosperar. Somos as pessoas e temos as habilidades.
8. UMA VIDA CRISTÃ MADURA É aquela que entende que é sua responsabilidade manter o Reino. Isto nos leva a consagrar a vida. Há uma visão infantil, hoje: querer ser abençoado. A maturidade é querer ser um vaso de bênção, ser bênção. A deplorável teologia da prosperidade enfatiza muito a vida abençoada de Abraão. Ledo engano. Ele já era rico quando Deus o chamou. Não foi o cumprimento de regras que o tornaram rico. Prometeu abençoá-lo, mas chamou-o para ser uma bênção. A maturidade espiritual reside aqui: querer ser bênção. Quem é bênção é abençoado.

CONCLUSÃO Você é um mordomo. Se ouvisse o texto de Lucas 16.2 da boca de Jesus, estaria tranqüilo ou alvoroçado? Um bom amigo, me advertiu sobre o excesso de compromissos que eu assumia: “Você é uma vela que está se gastando nas duas pontas”. É um risco que se corre e o obreiro de Deus precisa ter bom senso. Mas deve lembrar também de Isaías 40.29-31: “Será que vocês não sabem? Será que nunca ouviram falar disso? O SENHOR é o Deus Eterno, ele criou o mundo inteiro. Ele não se cansa, não fica fatigado; ninguém pode medir a sua sabedoria. Aos cansados ele dá novas forças e enche de energia os fracos. Até os jovens se cansam, e os moços tropeçam e caem; mas os que confiam no SENHOR recebem sempre novas forças. Voam nas alturas como águias, correm e não perdem as forças, andam e não se cansam”. Seja mordomo com entusiasmo. Use seus dons, seus bens, sua vida, dedique sua família, seja o sacerdote da família, intercedendo por ela a Deus. Terá um galardão no céu: “Servo bom e fiel”, ouvirá da boca do Senhor. Terá um galardão aqui: a vida é cheia de sentido quando se serve a Deus.

Servir é A Chave Da Verdadeira Liderança...
Os Líderes verdadeiros não são o centro das atenções: na verdade, sendo possível eles evitam isso. Infelizmente, muitos Líderes de hoje começam como servos, mas terminam como celebridades. Eles se tornam viciados em atenção, sem tomar consciência de que estar sempre sob os holofotes, acaba por deixar a pessoa cega. A autopromoção e a atividade de servir não se misturam: os verdadeiros Diáconos não agem pela aprovação e pelo aplauso dos outros. Você sabia que existe mais de 750 halls da fama nos Estados Unidos e mais de 450 publicações do tipo “quem é quem”, porém você não irá encontrar muitos Diáconos verdadeiros nesses lugares. A notoriedade não significa nada para os Diáconos verdadeiros, porque eles sabem a diferença entre ser proeminente e ser importante. Existem vários atributos proeminentes nos seu corpo, sem os quais você não poderia viver. As partes escondidas de seu corpo é que são indispensáveis. Partilhe suas fraquezas: em algum ponto da vida você terá de decidir se quer impressionar ou influenciar as pessoas. Você pode impressionar as pessoas de longe, mas tem de chegar perto para influenciá-las; e, quando você fizer isso, elas poderão ver suas imperfeições. Não há nenhum problema nisso. A qualidade essencial do Diácono não é a perfeição, mas a credibilidade. As pessoas devem ser capazes de confiar em você, caso contrário não o seguirão. Como você constrói credibilidade? Não fingindo ser perfeito, mas sendo sincero. Apesar de o verdadeiro diácono não querer e ser o centro das atenções ele está sempre atento em ser o centro das soluções, pois ele é aquele que sempre (SEMPRE) promove soluções criativas e divinas para que a vontade de Deus seja estabelecida em toda e qualquer situação. Pense nisso... Você tem sido o centro da vontade de Deus para a vida da igreja? Ou o centro das atenções da igreja?

E AGORA QUE ENTENDO MEU TRABALHO?
E agora que entendo que meu trabalho é único e exclusivamente ao meu SENHRO e que desejo ardentemente servi-Lo com vigor, e afinco o que devo fazer? A primeira coisa que você deve fazer é conhecer-se mais profundamente, avaliar suas metas, seus sonhos e principalmente sua conduta cristã e eclesiástica . Para lhe ajudar elaboramos um pequeno questionário de auto-avaliação, após você será capaz de falar francamente com o Espírito Santo de Deus e ouvi-Lo para saber se essa realmente é o lugar da vontade de deus para sua vida. Em seguida procure seu líder e abra seu coração diga o que de fato Deus Lhe falou . Diga-lhe qual é a vontade de Deus para sua vida. Lembre-se SEMPRE: a vontade do Senhor é o Melhor para nossas vidas. E com isso desejo ardentemente que você esteja no centro da Vontade do Pai, e que seus olhos possam ver com os olhos espirituais, o amor de Deus por sua vida, por seu trabalho, e pelas vidas que você assiste. Bom SERVIR..... segue nas páginas seguintes questionário preencha-o e entregue e converse com seu líder sobre essa experiência

CONHECENDO Melhor ...

Você e Seus Colegas de Ministério

O DIÁCONO E A VONTADE DE DESISTIR
Uma das mais fortes tentações que um pastor ou líder tem em sua jornada é a vontade de desistir. Quantas vezes isso já não deve ter passado pela sua cabeça? Creio que todos os líderes, de fato, vivem este tipo de experiência. Podem até não declarar publicamente mas, lá no seu íntimo, isso já deve ter sido uma opção pensada. Como podemos lidar com esta possibilidade quando ela parece ser a saída mais honrosa para um tempo de lutas? Como lidar de forma sábia com a vontade de desistir? Sugiro algumas ações: Examine sua saúde , veja se esta reação não está ligada ao seu estado físico ou mental. Às vezes, você precisa de descanso, férias, uma mudança de rotina ou de ritmo. Lembre-se: você é um ser humano, não uma máquina e mesmo as máquinas têm limites. Examine seu coração , observe se esta vontade de desistir não está ligada a questões e reações repetitivas, ligadas a problemas do passado, mas que em seu interior ainda não foram resolvidos e assentados em sua alma. Sempre é tempo de buscar restauração. Examine seu espírito , veja se há pecado dominando a sua vida, se sua comunhão com o Senhor encontra-se em baixa e qual o motivo para isso; avalie onde está a visão que lhe impulsionava antes, e aonde ela foi parar, e o que a minou; reflita se você está dando ouvidos a alguma mentira diabólica. Ele adora nos fazer desistir dos sonhos de Deus para nós. Procure o apoio de pessoas positivas , de fé, sinceras e maduras que sejam capazes de ajudar você a avaliar a situação de forma segura, ampla e sem falsidade. Peça a oração dos irmãos e invista tempo em oração, cultive uma comunhão mais íntima com Jesus. Na luz do Senhor vemos a luz, por isso derrame a sua vida diante de Deus, faça boas leituras que lhe ajudem a pensar na situação de maneira mais clara. Em resumo, não tente levar a carga sozinho . Procure ajuda, não se fixe somente na idéia de desistir, estudando as opções existentes e as possíveis, à luz de tudo aquilo que Deus lhe mostrar em meio a todas as ações acima sugeridas. Como líder, você sempre estará propenso a situações de pressão intensa, e a vontade de desistir muitas vezes parecerá a saída, mas se há um momento em que devemos ser muito criteriosos ao tomar decisões é exatamente quando estamos sobre forte pressão. Muitas vezes a sua grande vitória, a grande virada, está a apenas um passo antes da desistência. Talvez você já esteja em vias de alcançar a vitória sonhada e aí você para e desiste. Não faça isso. Deus lhe chamou para completar a corrida. “Desista” apenas quando você tiver todas as certezas possíveis e, ainda assim, pare e pergunte: é isso mesmo que Deus deseja para mim hoje? Se a vontade de Deus for que você pare, não será uma desistência, mas uma mudança estratégica. Antes de encerrar, vale lembrar que existem momentos em que nós precisamos de fato nos retirar, mas não desistir. Às vezes o nosso tempo em determinado contexto já se findou de verdade, aí temos de ter o discernimento para sairmos, pois este tipo de saída não é desistência, mas uma ação inteligente, tomada por alguém que foi capaz de perceber que “há tempo para todo propósito debaixo do céu”.

DESCUBRA SUA SITUAÇÃO MINISTERIAL
Orientações: Leia cada uma das perguntas e indique o status atual colocando o número correspondente no espaço fornecido. 3 = Sim 2= Pouco 1 = Não Você vive uma vida completamente entregue ao Senhor? ____________

O seu sonho/visão de ministério estão claro? (Para onde você está indo)______ O seu propósito de ministério está definido? (O que você faria) ________ Os seus pontos fortes, dados por Deus, estão sendo maximizados em seu ministério? ______ Suas estratégias estão prontas para apoiar seu sonho/visão e propósitos? ________ Seu núcleo de liderança está pronto? _________ Você sabe quais são todas as oportunidades de ministério em sua igreja? ______ Você constantemente compartilha mensagens de convites para o ministério? ______ Você, pro ativamente, conecta novos voluntários aos ministérios? ______ Você capacita seu pequeno grupo para, juntos, servirem a Deus? _____ Você instrui sua igreja com relação a sua FORMA e serviço? ______ Você oferece orientação "um a um" para ajudar as pessoas a encontrar seu lugar no ministério? ______ Você treina os membros para que alcancem o máximo de seu potencial? _____ Você patrocina novas idéias para o ministério? ________ Você aprecia, de forma pessoal e publicamente, seus ministérios e ministros? ______ Total: _______ Capacitação Máxima (acima de 35 pontos) : Baseado em suas respostas, seu sonho de ministério e missão parece claro e resumido. De forma geral, você está criando um ambiente de capacitação e fornecendo várias formas de assegurar que cada membro em sua igreja ministre através de sua FORMA. Se esta é a posição em que se encontra, compartilhe o que aprendeu com outras igrejas! Capacitação Regular (20-34 pontos): Baseado em suas respostas, seu sonho de ministério parece um pouco desordenado e, até mesmo, confuso algumas vezes. A probabilidade é de que algumas áreas do seu ministério precisam de atenção para que possa criar um ambiente de capacitação para assegurar que cada membro em sua igreja venha a ministrar através de sua FORMA. Se esta é a posição em que se encontra, avalie seu ministério e faça as mudanças necessárias para garantir que todos os membros estejam servindo na igreja. Capacitação Mínima (menos de 20 pontos) : Baseado em suas respostas, seu sonho de ministério e missão parece insatisfatório e frustrante. Há várias áreas do seu ministério que precisam de atenção. A probabilidade é a de que você está se sentindo amarrado e fazendo tudo sozinho. Entretanto, você deseja criar um ambiente de capacitação para assegurar que cada membro em sua igreja ministre através de sua FORMA Você apenas precisa de ajuda! Junte-se a nossa Comunidade Ministério de Aprendizado para descobrir o ministério que Deus tem para você e como compartilhar seu ministério com os outros membros.

AUTO - DIAGNÓSTICO: QUAL A SUA FUNÇÃO NA EQUIPE?
Todos nós já participamos de diversas equipes ao longo de nossa vida. Certamente nossas atitudes, contribuições e FUNÇÕES também se diferenciaram, mas é natural que tenhamos uma tendência a agir e trabalhar de determinada forma, assumindo, assim, uma determinada função mais específica dentro da equipe. Este teste tem o objetivo de ajudá-lo a identificar qual é a função que você costuma assumir, com mais freqüência, quando trabalha em equipe. Para isto, você deverá ler cada uma das afirmativas abaixo e marcar no quadrinho correspondente, sombreado de cinza, um número, de 1 a 4, conforme a escala a seguir: 1 = se a afirmativa não tiver absolutamente nada a ver com você, ou seja, nunca você adota este comportamento. 2 = se você utiliza este comportamento raramente, quando está em equipe. 3 = se você utiliza este comportamento algumas vezes, quando está em equipe. 4= se este comportamento te caracteriza, ele descreve como você age com a maior freqüência.

A B C Consigo tirar o máximo das pessoas, quando percebo que elas têm alguma contribuição significativa para os objetivos do trabalho. Tenho facilidade para perceber como as coisas vão funcionar melhor para a equipe, mesmo quando trabalho com muitas pessoas. Tenho facilidade para apresentar idéias, especialmente quando o grupo passa para um novo assunto. A equipe pode contar comigo para finalizar qualquer tarefa ou compromisso que assumo. Sinto-me altamente desconfortável num grupo, quando as reuniões não são bem-estruturadas e conduzidas e quando não há um bom aproveitamento do tempo. Muitas vezes, meus colegas acham que me preocupo desnecessariamente com a possibilidade das coisas estarem incompletas ou insuficientemente detalhadas. Assumo inteira responsabilidade pelas minhas posições (mesmo que algumas vezes, isto gere impopularidades) se estas posições trouxerem benefícios expressivos para os resultados do trabalho. Inspiro-me rapidamente com uma idéia, e consigo tirar proveito da mesma, para desenvolver outra nova. Mesmo correndo risco de ser percebido como autoritário e impositivo por alguns, decido e tomo iniciativas quando algo precisa ser feito. A equipe pode contar comigo para organizar todo o trabalho e apoiar tudo que é de interesse comum. Chego a perder o foco do que está acontecendo no grupo porque, muitas vezes, fico muito envolvido com minhas idéias. Sou visto como perfeccionista, pois sou extremamente atento, evitando que erros e omissões sejam cometidos por descuido. Sinto-me muito satisfeito num grupo, quando tenho que: buscar recursos, analisar novas possibilidades e avanços, e estar em contato com que ocorre fora do grupo.

D

Hesito em expressar meus pontos de vista quando me deparo com pessoas muito difíceis e poderosas, pois meu principal foco é que tudo funcione bem na equipe. Consigo influenciar as pessoas através de minhas atitudes e comunicação, sem exercer outro tipo de pressão ou poder. Gosto de analisar as situações e considerar todas as alternativas de escolhas, de forma extremamente objetiva, antes de uma decisão. Tenho interesse em buscar soluções práticas para os problemas desde que as metas estejam absolutamente claras. Tenho consciência de que, muitas vezes, exijo dos outros, coisas que eu mesmo não saberia fazer, mas que são necessárias, e que para o outro é muitas vezes mais fácil fazê-las. Posso ser criticado por ser muito lógico e analítico, mas em situações difíceis não perco o senso de urgência e asseguro que os resultados sejam alcançados no prazo. Gosto de projetos desafiadores, idéias originais e por isto tendo a buscar pessoas que tenham idéias diferentes, fico entediado com a "mesmice". Agora, some cada coluna, considerando somente os quadrinhos sombreados de cinza. TOTAL>>

ENTENDA SUA PONTUAÇÃO: Verifique em que coluna você somou o maior número de pontos e identifique no quadro abaixo qual é a sua FUNÇÃO predominante. De acordo com esta pontuação, você tem mais tendência a assumir uma determinada função quando está trabalhando em equipe.

Conheça agora, as características de cada função e analise em que pontos você precisa se desenvolver:

A= ___ pontos
COORDENAR Demonstra ser maduro, confiante, dinâmico, decidido. Tem iniciativa, clarifica as metas, coordena as atividades, estimula as pessoas, delega conforme as condições de cada um. Influencia positivamente as pessoas a contribuírem para os resultados. Pontos a desenvolver: estar atento para não ser centralizador ou autoritário, e para não ferir sentimentos do outros, devido ao seu forte impulso para alcançar os objetivos. Precisa saber delegar e ouvir a opinião de todos.

B= ____ pontos
DESENVOLVER Demonstra interesse pelas novidades e inovações. É criativo, extrovertido, explorador de oportunidades e tende a resolver problemas difíceis. Estimula o grupo na busca de novas alternativa. Faz o contato do grupo com o mundo externo, explorando todos os recursos disponíveis. No geral, comunica-se eficazmente. Pontos a desenvolver: tender a ignorar detalhes, resistir à rotina depois que passa a fase da novidade. Pode perder o entusiasmo inicial.

C= ___ pontos

D= ___ pontos

ESTRUTURAR IMPLEMENTAR Demonstra ser cooperativo, diplomático, Demonstra ser absolutamente comprometido confiável e muito disciplinado. Tem facilidade com prazo e conscientemente meticuloso. Tende a ser perfeccionista e evita erros e omissões. para transformar as idéias em ações práticas, Costuma ser sensato, sério, analisa todas as buscando contribuir para que as coisas possibilidades. Pontos a desenvolver: Tende a funcionem bem. Por isso, evita conflitos e busca ser excessivamente preocupado e por isso reluta soluções integradoras. Pontos a desenvolver: em delegar. Precisa de energia. tender a ser pouco flexível e lento nas reações diante de novas possibilidades, devido a sua extrema organização. Pode ser indeciso em situações criticas, assumindo comportamentos passivos.

Agora que você já conhece sua função predominante, o mais importante é procurar participar ou formar equipes com pessoas que assumam funções diferentes da sua. Em uma Equipe de Alta Performance é preciso ter diferentes pessoas, que desempenhem diferentes funções e se COMPLEMENTEM neste e em outros aspectos, tornando o processo e os resultados muito mais ricos e sinérgicos! Caso o seu resultado em cada uma das funções seja muito próximo, ou seja, não existam diferenças expressivas de uma função para outra, isto caracteriza que você é uma pessoa muito flexível e que pode assumir as quatro funções em uma mesma equipe. Ótimo, a sua polivalência pode trazer efetivas contribuições para a equipe de acordo com as necessidades e o momento! Somos seres dinâmicos e mutáveis, por isso, não encare o resultado deste teste como um "rótulo", mas como uma tendência, que pode ser reforçadas ou modificadas de acordo com AS EQUIPES em que você estiver participando e com seus próprios objetivos pessoais e ministeriais!

DESCUBRA SE VOCÊ É UM BOM CONSELHEIRO VOCÊ É UM BOM OUVINTE?
Ser bom ouvinte é fundamental em qualquer relação pessoal , ministerial ou profissional.

Leia as questões, avalie-se em relação a cada uma das características a seguir, usando a escala ao lado de cada pergunta. Entregue este questionário a outra pessoa com quem se relaciona habitualmente para que ela responda sobre você. De preferência deve ser usado o mesmo exemplar do exemplar do questionário ainda sem as suas respostas. A resposta consensada em cada item é que deve ser utilizada para efeito da interpretação após o teste. Responda as questões em termos da realidade atual; não procure acertar ou buscar alternativas ideais.

Perguntas
1. Você permite que o outro se expresse sem interrompê-lo? 2. Você escuta nas "entrelinhas", procurando o sentido oculto das palavras, especialmente quando a pessoa usa linguagem de significado não claro? 3. Você se esforça para desenvolver sua habilidade para reter informações importantes? 4. Você registra os detalhes mais importantes de uma conversação? 5. Ao rememorar um acontecimento qualquer, você se preocupa em localizar e registrar fatos mais importantes e as palavras-chave? 6. Você repete para o seu interlocutor os detalhes essenciais de uma conversa, antes que ela chegue ao fim, visando confirmar o que foi entendido? 7. Quando em conversa com outra pessoa você começa a imaginar a resposta a Qualquer colocação apenas quando o outro já expressou suas idéias? 8. Você evita tornar-se hostil ou excitado quando o ponto de vista do seu interlocutor difere do seu? 9. Você ignora outros fatos paralelos à conversa quando está ouvindo? 10. Você sente e transmite um interesse genuíno no que o outro está dizendo?

nunca raramente

quase sempre sempre

TOTAL DE PONTOS

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS: Multiplicar o totais de pontos por: nunca 1 raramente 2 quase sempre 3 sempre 4

Qual a sua performance como ouvinte?

32 ou mais pontos: Você é um bom ouvinte - alguém que desperta confiança e que sabe captar as idéias dos seus interlocutores. 27 a 31 pontos: Colocam você entre os ouvintes médios 22 a 26 pontos: Mostram a necessidade de uma prática consciente da arte de bem ouvir, a fim de superar algumas deficiências. 21 ou menos pontos: Significa que, provavelmente, boa parte das mensagens que você escuta são deturpadas e retransmitidas com "Interferências".

E Agora o que Fazer?

Vivendo na Prática o que Aprendemos

E agora que sinto-me desafiado ?
Imagino que após tudo esse estudo você deva sentir-se desafiado a começar hoje mesmo seu processo de SERVIR VIVENDO ALÉM DE VOCÊ MESMO, mas vá com calma nem o nosso amado Senhor fez todas as coisas de uma só vez, você deve começar por etapas. Se após seus testes de avaliação, você sentir-se capacitado para prosseguir então a primeira coisa que você deve fazer é BUSCAR A VONTADE DE DEUS. Estar no centro da Vontade de Deus, como já dissemos, é sempre a melhor decisão, pois quando isso ocorre, não haverá tropeços ou falhas, nem para com sua família (lembre-se o diácono deve primeiro governar bem sua casa) nem para com seu trabalho (o diácono deve ser de boa reputação) e tão pouco para com sua igreja (o diácono deve ser confiável) ou com seu Deus (o diácono deve ser cheio do Espírito). Se após seus testes de avaliação pessoal você NÃO SINTA-SE CAPACITADO, você deve procurar seu líder ou pastor, para que esse o ajude, a crescer em seus objetivos, ou para que esse com a instrução de Deus possa encaminhá-lo para um ministério em que você se encaixe e possa desenvolver o seu verdadeiro DOM. Após saber o seu real chamado, você deve começar com tarefas simples, como por exemplo dispor-se para o plantão diaconal, onde você poderá desenvolver suas habilidades de ouvir através do aconselhamento (lembre-se todo e qualquer aconselhamento de basear-se na vontade expressa de Deus e nunca em suas experiências ou achismos. Faça uma Feira Ministerial , um work-shopping onde você poderá expor à igreja, qual é seu serviço, e como é sua condução e execução, com isso você poderá motivas outros para um chamado de excelência “O chamado Diaconal” Depois você pode partir para tarefas mais especificas como por exemplo, Fazer um Discípulo, ou até mesmo ser o preleitor de um dos cultos regulares. Assim sentindo-se mais confiante em servir, tente então ser o redator de um estudo bíblico, ou quem sabe até o palestrante de um evento. LEMBRE-SE : O diácono antes de mais nada é aquele que está no centro da vontade de Deus, deixando que Deus seja o centro das atenções , o diácono é apenas o instrumento pelo qual Deus abençoará seu rebanho seja através do ensino, através da condução, ou através dos milagres. O mais importante de tudo isso, aliás o fundamento de tudo isso é uma Vida Cheia da Presença do Espírito Santo de Deus, sem o qual nada do que você fizer poderá ser perfeito e acima de Deus recebido por Deus. Boa Obra...

Diac. Natanael Gomes Claro e Diac. Luci Oliveira Gomes Claro Diáconos da Igreja Batista Missionária do Jardim Luzitano— Ministério Ibm-Luz Ano 2007 (05/11/2007)

Diácono Natanael Gomes Claro Diaconisa Luci Oliveira Gomes Claro Igreja Batista Missionária do Jardim Luzitano Ministério Ibm-Luz Ano 2007 (05/11/2007)

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